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MANUAL DE INSTALAÇÃO

QUADRO DE COMANDO ELETRÔNICO


HL02
DAIKEN ELEVADORES
1. INTRODUÇÃO ..................................................................... 3
2. INSTALAÇÃO DO ARMÁRIO........................................... 3
2.1. Dimensões Totais ........................................................................................................................ 3
2.2. Fixação ........................................................................................................................................ 3
3. CONEXÕES E FIAÇÃO ...................................................... 4
3.1. Distribuição de Conectores no Flange ........................................................................................ 4
3.2. Passa-Cabos ................................................................................................................................. 7
4. DIAGRAMA EM BLOCOS BÁSICO ................................. 8
5. SEQÜÊNCIA DE LIGAÇÕES ............................................. 9
5.1. Entrada de Energia para Quadro de Comando e No-Break ........................................................ 9
5.2. Alimentação Auxiliar (NO-BREAK) ........................................................................................ 10
5.3. Cabo LW de Pavimento Mais Baixo ......................................................................................... 10
5.4. Cabo HG de Pavimento Mais Alto ............................................................................................ 11
5.5. Cabos de Manobra CK1, CK2, CK3 e CK4 .............................................................................. 11
5.6. Complementos de Cabos de Manobra MN1, MN2, MN3 e MN4 ............................................ 11
5.7. Cabos de Pavimento PV1, PV2, PV3 e PV4 ............................................................................. 12
5.8. Cabo de Alimentação do Motor ................................................................................................ 13
5.9. Cabo de Válvulas da Unidade Hidráulica ................................................................................. 13
5.10. Sirene .................................................................................................................................... 14
5.11. Telefone/Interfone ................................................................................................................ 14
6. Distribuição e Descrição de Componentes ........................ 15
6.1. MN1 – Cabo de Manobra 01 ..................................................................................................... 17
6.2. MN2 – Cabo de Manobra 02 ..................................................................................................... 18
6.3. MN3 – Cabo de Manobra 03 ..................................................................................................... 19
6.4. MN4 – Cabo de Manobra 04 ..................................................................................................... 20
6.5. LW – Cabo de Poço de Pavimento mais Baixo ........................................................................ 21
6.6. HG – Cabo de Poço de Pavimento mais Alto ........................................................................... 22
6.7. PV1 – Cabo de Poço de Primeiro Pavimento (mais baixo)....................................................... 23
6.8. PV2 – Cabo de Poço de Segundo Pavimento ............................................................................ 24
6.9. PV3 – Cabo de Poço de Terceiro Pavimento ............................................................................ 25
6.10. PV4 – Cabo de Poço de Quarto Pavimento .......................................................................... 26
6.11. Bornes SINDAL (internos ao quadro) .................................................................................. 27
7. DIAGRAMA GERAL ......................................................... 28
8. COLOCANDO EM MANUAL .......................................... 31
8.1. Movimentação do elevador ....................................................................................................... 33
9. COLOCANDO EM AUTOMÁTICO ................................ 34
10. CÓDIGOS DE FALHAS..................................................... 35
11. PROGRAMAÇÕES ............................................................ 37
12. CUIDADOS DE SEGURANÇA ......................................... 40
12.1.1. Dispositivos de segurança ............................................................................................ 40
12.1.2. Fiação de Poço ............................................................................................................. 40
12.1.3. Fixação do armário....................................................................................................... 40
12.1.4. Acessórios e Botoeiras ................................................................................................. 40
12.1.5. Acabamento ................................................................................................................. 40
13. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA .................................... 41
1. INTRODUÇÃO
Este documento tem a função de orientar o instalador para a correta montagem e
instalação dos quadros de comandos e da respectiva fiação envolvida nos elevadores
unifamiliares e de acessibilidade fornecidos pela DAIKEN ELEVADORES denominado HL02.

2. INSTALAÇÃO DO ARMÁRIO
Segue abaixo as recomendações para instalação do armário que contém o comando.

2.1. Dimensões Totais


A medida padrão do armário dado em milímetros é de 800 x 600 x 200 (altura x largura x
profundidade).

2.2. Fixação
A fixação deve ser feita preferencialmente em alvenaria conforme furação existente no
armário do quadro de comando. Esta furação será observada com a remoção da eletrônica
montada no suporte interno.

Normalmente o quadro de comando elétrico é instalado sobre a posição de instalação da


unidade hidráulica do equipamento no pavimento mais baixo. A posição oficial é dada pelo
projeto executivo do equipamento uma vez que dependendo da distancia da instalação serão
necessários mais ou menos fiação de poço. No caso se impossibilidade de instalação na
posição especificada pelo projeto executivo deve-se entrar em contato com a DAIKEN para
análise do caso. Segue bloco de exemplo de um projeto executivo que prevê instalação de
quadro de comando no pavimento SUBSOLO na lateral do poço do equipamento:

A distribuição de todo o cabeamento necessário é feita por um flange localizado na parte


inferior do quadro, assim deve-se prever conexão/passagem do quadro para o poço e também
acabamento para a própria fiação. A entrada de energia elétrica proveniente do quadro elétrico
de responsabilidade do cliente e especificada em detalhes no projeto executivo da obra
também é conectada pelo flange.
3. CONEXÕES E FIAÇÃO
Todas as conexões do armário devem ser realizadas por meio de um flange localizado na
parte inferior do mesmo. A maioria absoluta dos sinais conecta-se com o armário através de
conectores mate n´ lok de 12 vias, polarizados e com sistema de trava. O restante da fiação,
principalmente da parte de energia, deve ser conectado utilizando-se de um passa-cabos que
também esta disponível no flange citado.

Ao todo são 10 conectores distribuídos no flange e TODOS devem estar conectados para
correto funcionamento do elevador.

Cada um dos conectores é identificado assim como os cabos que devem ser conectados a
eles. SEMPRE VERIFICAR A IDENTIFICAÇÃO DO CABO E A IDENTIFICAÇÃO DO
CONECTOR DO FLANGE ANTES DE REALIZAR A CONEXÃO. A LIGAÇÃO DE CABO
COM CONECTOR INCORRETO PODE DANIFICAR PERMANENTEMENTE O QUADRO DE
COMANDO.

3.1. Distribuição de Conectores no Flange

Segue abaixo a visão inferior do quadro do comando que contém o flange com os diversos
conectores que precisam ser usados pelo instalador.

Todos os sinais que se encontram nestes conectores que estão no flange, estão
disponíveis em bornes do tipo SINDAL internos ao quadro de comando. Nestes bornes internos
o instalador pode facilmente monitorar os sinais com um multímetro, facilitando a manutenção
e a correção de falhas.
Segue uma breve descrição de cada um dos conectores do flange:

CONECTOR DESCRIÇÃO BÁSICA DESCRITIVO

Deve ser conectado ao cabo de manobra


CK1 (fitado de 12 vias) que leva sinais de
freio de emergência, alarme e botões de
chamada da botoeira de cabina.
MN1 Cabo de Manobra 01
Ao chegar à cabina o cabo CK1 deve ser
preso ao distribuidor e então se conectar ao
cabo MN1.

Deve ser conectado ao cabo de manobra


CK2 (fitado de 12 vias) que leva sinais dos
sensores magnéticos, interfone/telefone e
da botoeira de operação manual em cima
MN2 Cabo de Manobra 02 da cabina.

Ao chegar à cabina o cabo CK2 deve ser


preso ao distribuidor e então se conectar ao
cabo MN2.

Deve ser conectado ao cabo de manobra


CK3 (fitado de 12 vias) que leva sinais de
comunicação, alimentação (24VDC e
220AC), trinco e porta de cabina, ventilador
MN3 Cabo de Manobra 03 e lâmpada para a cabina.

Ao chegar à cabina o cabo CK3 deve ser


preso ao distribuidor e então se conectar ao
cabo MN3.

Deve ser conectado ao cabo de manobra


CK4 (fitado de 12 vias) que leva sinais de
controle de porta de cabina automática,
barreira infravermelha e interfone/telefone
MN4 Cabo de Manobra 04 para a cabina.

Ao chegar à cabina o cabo CK4 deve ser


preso ao distribuidor e então se conectar ao
cabo MN4.

Cabo de controle flexível 8 x 0,75mm2 que


transporta sinais de botão de emergência
LW Cabo de Pavimento mais Baixo de fundo de poço e de fins de cursos
mecânicos de desaceleração, parada e
radical do pavimento mais baixo.
Cabo de controle flexível 8 x 0,75mm2 que
transporta sinais de limitador de velocidade
HG Cabo de Pavimento mais Alto e de fins de cursos mecânicos de
desaceleração, parada e radical do
pavimento mais alto.

Cabo de controle flexível 12 x 0,75mm2 que


transporta sinais de comunicação e
PV1 Cabo de Pavimento 01 alimentação (24VDC) para placa
indicadora, trinco e porta de pavimento,
botão e led chamador do pavimento 01.

Cabo de controle flexível 12 x 0,75mm2 que


transporta sinais de comunicação e
PV2 Cabo de Pavimento 02 alimentação (24VDC) para placa
indicadora, trinco e porta de pavimento,
botão e led chamador do pavimento 02.

Cabo de controle flexível 12 x 0,75mm2 que


transporta sinais de comunicação e
alimentação (24VDC) para placa
indicadora, trinco e porta de pavimento,
botão e led chamador do pavimento 03.

PV3 Cabo de Pavimento 03 No caso de elevadores com apenas duas


paradas, seguirá juntamente com o quadro
de comando um conector “jumper” que irá
curto-circuitar os sinais de trinco e de porta
de pavimento 03, simulando um terceiro
andar virtual para fechamento completo da
linha de segurança do elevador.

Cabo de controle flexível 12 x 0,75mm2 que


transporta sinais de comunicação e
alimentação (24VDC) para placa
indicadora, trinco e porta de pavimento,
botão e led chamador do pavimento 04.

No caso de elevadores com apenas duas


PV4 Cabo de Pavimento 04
ou três paradas, seguirá juntamente com o
quadro de comando um conector “jumper”
que irá curto-circuitar os sinais de trinco e
de porta de pavimento 04, simulando um
quarto andar virtual para fechamento
completo da linha de segurança do
elevador.

Além dos sinais contidos nos conectores MATE N´ LOK, o instalador precisa conectar
sinais adicionais que devem ser parafusados em bornes dispostos na parte inferior esquerda
do armário. Estes sinais e cabeamento estão descritos nos itens a seguir.
3.2. Passa-Cabos

No lado esquerdo do flange temos o passa-cabos que o instalador deve fazer as seguintes
conexões até os bornes SAK (apenas os sinais do motor são conectados diretamente à
contatora UP):

SINAIS Bitola de Cabo


L1, L2, L3, N
Entrada de energia trifásica
TERRA
Aterramento do quadro
T1, T2, T3 2,5 mm2
Saída para motor de subida
NB1, NB2
220Vac vindo do NO-BREAK
VALV A (2x)
Sinal de acionamento da válvula A (subida lenta)
VALV B (2x)
Sinal de acionamento da válvula B (subida rápida)
VALV C (2x)
Sinal de acionamento da válvula C (descida rápida)
VALV D (2x)
Sinal de acionamento da válvula D (descida lenta) 0,75 mm2
IF (2x)
Sinal de interfone/telefone
Sirene (2x)
Conexão de sirene/alarme
PTC (2x)
Sinal dos sensores de temperatura do motor

Aterramento:
Ligar o fio terra na chapa de montagem do comando, no motor de subida da unidade hidráulica
e na ferragem do elevador.
4. DIAGRAMA EM BLOCOS BÁSICO
Abaixo temos uma figura com um diagrama em blocos básico de todos os itens que
compõem a parte elétrica/eletrônica do equipamento:
5. SEQÜÊNCIA DE LIGAÇÕES
A seguinte sequencia de ligações deve ser seguida para segurança e correta
movimentação do elevador.

5.1. Entrada de Energia para Quadro de Comando e No-Break

Dependendo da região de instalação ou do tipo de cliente temos variação do tipo de


ligação da energia entregue pela concessionária local e também no valor de tensão local. O
quadro de comando é confeccionado levando em conta as características do local que foram
verificadas na vistoria para elaboração do projeto executivo.

É solicitada para o cliente a confecção de um quadro de distribuição de energia dedicado


para alimentação do quadro de comando do elevador e é deste que deve partir toda a
energização do equipamento. No quadro de distribuição do cliente deve haver obrigatoriamente
(conforme projeto executivo):
a) Disjuntor de proteção geral que como o próprio nome diz desliga/liga o fornecimento de
energia para todos os componentes que compõem o equipamento;
b) Disjuntor diferencial que protege monitorando correntes de fuga;
c) Disjuntor de iluminação de poço e tomada de serviço que devem estar presentes na
caixa de corrida de acordo com o projeto executivo e que são de responsabilidade de
instalação do cliente;
d) Disjuntor de proteção do motor + quadro de comando + no-break (opcional) que de fato
é a interface do quadro do cliente com o equipamento da DAIKEN.

Garantindo que o disjuntor de proteção geral encontra-se DESLIGADO e utilizando o


cabo de código 54561 (CHICOTE HL02 CABO ALIMENTACAO PAINEL + ALIMENTAÇÃO NO-
BREAK) efetuar a ligação de energia conforme figura abaixo:
5.2. Alimentação Auxiliar (NO-BREAK)

Garantindo que o NO-BREAK esteja DESLIGADO e utilizando o chicote que acompanha


o NO-BREAK (plug de energia convencional em uma das pontas e na outra ponta fios com
terminais tubulares com anilhas NB) conectar a saída de energia do NO-BREAK que está na
parte traseira do equipamento com o quando de comando do elevador.

No lado do NO-BREAK o plug de energia deve ser conectado em qualquer um dos


soquetes de saída do NO-BREAK.

No lado do quadro de comando a saída do NO-BREAK deve ser ligada nos bornes SAK
com a inscrição NB/NB.

5.3. Cabo LW de Pavimento Mais Baixo

Conectar o conector MATE N´ LOK do cabo 47554 (CHICOTE HL02 CABO SENSORES
PAVIMENTO MAIS BAIXO LW - 10M) no flange do quadro de comando indicado pela inscrição
LW.

Este cabo possui na outra ponta os sensores mecânicos de desaceleração (anilhas DES),
de parada (anilhas PRD) e radical inferior (RAD) além do botão de emergência de fundo de
poço.
Coloque o botão de emergência de fundo de poço em posição adequada e posicione os
sensores mecânicos nas guias utilizando as ferramentas corretas. A sequencia de sensores
considerando o sentido do fundo poço para cima DEVE ser RADICAL, PARADA e
DESACELERAÇÃO.

5.4. Cabo HG de Pavimento Mais Alto

Conectar o conector MATE N´ LOK do cabo 47555 (CHICOTE HL02 CABO SENSORES
PAVIMENTO MAIS ALTO HG - 20M) no flange do quadro de comando indicado pela inscrição
HG.

Este cabo possui na outra ponta os sensores mecânicos de desaceleração (anilhas DES),
de parada (anilhas PRD) e radical superior (RAD) além do contato para o limitador de
velocidade que já deve estar instalado no pavimento mais alto.

Conecte os fios indicados pelas anilhas RAD nos contatos do limitador de velocidade e
posicione os sensores mecânicos nas guias utilizando as ferramentas corretas. A sequencia de
sensores considerando o sentido do topo do elevador para baixo DEVE ser RADICAL,
PARADA e DESACELERAÇÃO.

5.5. Cabos de Manobra CK1, CK2, CK3 e CK4

Conectar todos os cabos de manobra:

• 47547 (CHICOTE HL02 CABO DE MANOBRA CK1 - 30M (ANTIGO 44054))


• 47548 (CHICOTE HL02 CABO DE MANOBRA CK2 - 30M ( ANTIGO 44055))
• 47549 (CHICOTE HL02 CABO DE MANOBRA CK3 - 30M (ANTIGO 44056))
• 47379 (CHICOTE HL02 CABO DE MANOBRA CK4 - 30M (ANTIGO 44057))

nos conectores MATE N´ LOK no flange do quadro de comando indicado pelas inscrições
MN1, MN2, MN3 e MN4 respectivamente. Os cabos de manobra são os cabos fitados, pretos
de 12 vias com conectores MATE N´ LOK em ambas as pontas (macho e fêmea).

Garantir que CK1 estará ligado em MN1, que CK2 estará ligado em MN2, que CK3
estará ligado em MN3 e que CK4 estará ligado em MN4 antes de prosseguir pois a
inversão poderá causar mau funcionamento ou danos permanentes ao equipamento!!!

Esticar os cabos de manobra pelo poço de maneira que permita a movimentação da cabina
por todos os pavimentos e posições e afixar a outra extremidade de todos os cabos de
manobra no topo da cabina utilizando o distribuidor (peça mecânica).

5.6. Complementos de Cabos de Manobra MN1, MN2, MN3 e MN4

Conectar, em cima da cabina, a partir do distribuidor aonde chegam os quatro cabos de


manobra, todos os complementos dos cabos de manobra:

• 47550 (CHICOTE HL02 CABO BOTOES DE CABINA + FREIO EMERGENCIA


MN1)
• 47551 (CHICOTE HL02 CABO BOTOES DE INSPECAO + MAGNETICOS MN2)
• 47552 (CHICOTE HL02 CABO INDICADORA + PORTA DE CABINA MN3)
• 47553 (CHICOTE HL02 CABO PORTA AUTOMATICA + TELEFONE MN4)
Garantir que o cabo de manobra CK1 estará ligado no complemento MN1, que o cabo
de manobra CK2 estará ligado no complemento MN2, que o cabo de manobra CK3 estará
ligado no complemento MN3 e que o cabo de manobra CK4 estará ligado no
complemento MN4 antes de prosseguir pois a inversão poderá causar mau
funcionamento ou danos permanentes ao equipamento!!!

Cada um dos chicotes complementares levam/trazem da cabina sinais específicos para o


quadro de comando através dos cabos de manobra e muitos deles precisam estar em
determinadas condições específicas (contatos fechados) para permitirem o funcionamento do
elevador.Depois dos testes finais do conjunto elétrico completo, a maioria dos itens que podem
ficar conectados nos chicotes complementares saem da fábrica conectados ou de forma a
facilitar o funcionamento/movimentação da arcada em tempo de instalação. De qualquer forma
segue uma lista dos principais circuitos que devem ser verificados para darmos andamento na
instalação:

a) Chicote complementar MN1


• Freio de Emergência (pinos 9 e 12) (anilhas FEM) – devem estar ligados ao
sensor mecânico em baixo da cabina que monitora a posição do freio de
emergência da cabina. Para o elevador funcionar os sinais devem estar
fechados/curto-circuitados.

b) Chicote complementar MN2


• Botão de Emergência da Cabina (pinos 1 e 4) (sinais 91 e 92) – garantir que
botão de emergência da botoeira de operação manual da cabina não esteja
acionado/pressionado. Para o elevador funcionar os sinais devem estar
fechados/curto-circuitados (botão não acionado).

c) Chicote complementar MN3


• Porta e Trinco de Cabina (pinos 9 e 12) (sinais P22 e P21) – se a fase da
instalação permitir conectar sinais ao operador de porta automática da cabina
conforme diagrama geral que acompanha cada equipamento ou garantir que
os sinais estejam fechados/curto-circuitados (equivalente a porta de cabina
fechada).

d) Chicote complementar MN4


• Barreira Infra-Vermelha (pinos 10 e 11) (sinais 93 e 94) – se a fase da
instalação permitir conectar sinais ao controlador de barreira infra-vermelha ou
garantir que os sinais estejam fechados/curto-circuitados (equivalente a
barreira não interrompida);
• Reabertura de Porta Automática (pinos 7 e 8) (sinais PO1 e PO2) - se a fase da
instalação permitir conectar sinais ao operador de porta automática lateral
VVVF (sinais 36 e 37) (fotocélula) ou ao conector CN3 da placa indicadora de
cabina se o operador de porta automática for do tipo BUS ou garantir que os
sinais estejam fechados/curto-circuitados (equivalente a botão de reabertura de
porta automática não pressionado).

5.7. Cabos de Pavimento PV1, PV2, PV3 e PV4

Todos os quatro possíveis chicotes de pavimentos identificados por PV1, PV2, PV3 e PV4
são iguais entre si com exceção do comprimento:

• 47558 (CHICOTE HL02 CABO DE PAVIMENTOS PV - 7 METROS)


• 47500 (CHICOTE HL02 CABO DE PAVIMENTOS PV - 10 METROS)
• 47559 (CHICOTE HL02 CABO DE PAVIMENTOS PV - 13 METROS)
• 47560 (CHICOTE HL02 CABO DE PAVIMENTOS PV - 16 METROS)
Em uma das pontas cada chicote de pavimento possui um conector MATE N´ LOK para ser
conectado no flange do quadro de comando e na outra ponta de cada cabo temos:

a) Um par e fios (pinos 3 e 6) (anilhas TR) que devem ser conectados nos contatos de
trincos das portas de pavimento. No caso de portas automáticas laterais de cabina e de
pavimento estes sinais devem permanecer curto-circuitados, pois serão usados apenas
os contatos de porta (este modelo de porta disponibiliza apenas um contato de
segurança, porta + trinco juntos);

b) Um par de fios (pinos 7 e 8) anilhas (PT) que devem ser conectados nos contatos das
portas de pavimento;

c) Um conector K-K de quatro vias (anilhas BT) que devem ser conectados ao botão de
chamada de cada um dos pavimentos;

d) Um conector MINI-FIT de seis vias (anilhas IND) que devem ser conectadas nas placas
indicadoras (displays) de cada um dos pavimentos.

Assim, conectar todos os quatro chicotes de pavimento mencionados no flange do quadro


de comando com as mesmas inscrições, ou seja, PV1 com PV1, PV2 com PV2, PV3 com PV3
e PV4 com PV4.

A outra ponta de cada um dos chicotes deve ser levada para cada um dos pavimentos que
compõem o elevador onde PV1 irá para o pavimento mais baixo, PV2 para o seguinte e assim
por diante.

No caso de um equipamento com menos pavimentos, por exemplo, dois ou três


pavimentos apenas, DEVEM ser conectados um ou mais conectores “jumper” (que
acompanham o equipamento) e que irão simular a porta e o trinco destes pavimentos que
inexistem na obra em questão. Desta forma todos os conectores PV´s do flange do quadro de
comando terão um cabo ou um conector jumper associado.

5.8. Cabo de Alimentação do Motor

Utilizando o passa-cabos e o cabo 47380 (CHICOTE HL02 CABO ALIMENTACAO DO


MOTOR) conectar o quadro de comando ao motor da unidade hidráulica.

No lado do quadro de comando os três fios com as anilhas T1, T2 e T3 devem ser
conectadas diretamente nos contatos 2T1, 4T2 e 6T3 do CONTATOR DE SUBIDA
IDENTIFICADO COMO “UP”. Os fios identificados com as anilhas PTC devem ser ligados nos
bornes SAK do quadro de comando com a mesma identificação.

No lado do motor da unidade hidráulica, os três fios com as anilhas M1, M2 e M3 devem
ser ligados nos bornes SINDAL das três fases do motor. Os fios identificados com as anilhas
PTC devem ser ligados no borne SINDAL separado que contem os sensores de temperatura
internos ao motor.

OBS: Aproveitando a ligação no motor, conferir se o enrolamento está configurado


de acordo com a tensão do local sob risco de danificar o mesmo!

5.9. Cabo de Válvulas da Unidade Hidráulica

Utilizando o passa-cabos e o cabo 47382 (CHICOTE HL02 CONEXAO COM VALVULAS


[BLAIN]) conectar o quadro de comando às válvulas da unidade hidráulica. Ao todo são quatro
válvulas existentes na unidade hidráulica identificadas por A (subida lenta), B (subida rápida), C
(descida rápida) e D (descida lenta), todas funcionam com 24Vdc, sem polaridade utilizando
um par de fios cada.

No lado do quadro de comando os quatro pares de fios com as anilhas A, B, C e D devem


ser conectadas diretamente nos bornes SAK do quadro de comando com a identificação
VALVA, VALVB, VALVC e VALVD respectivamente.

No lado da unidade hidráulica, os quatro pares de fios estão identificados com as anilhas A,
B, C e D e estão presos em um borne SINDAL de oito vias. Estes devem ser conectados de
par em par na válvula correspondente.

5.10. Sirene

De acordo com a necessidade da obra ou com a vontade do cliente a sirene de emergência


que é acionada pelo botão da cabina do elevador pode ser retirada de dentro do quadro de
comando e instalada em local mais adequado. A nova posição bem como a fiação e tubulações
que se façam necessárias são responsabilidade do cliente. Observar a polaridade ao retirar a
sirene, pois a mesma deve ser mantida sob risco de danos permanentes no caso de
inversão. No lado interno do quadro o borne SAK positivo possui fio laranja chegando e
o negativo branco.

OBS: A recomendação da DAIKEN ELEVADORES é que a sirene seja instalada


dentro da caixa de corrida do cliente!!

5.11. Telefone/Interfone

Se o equipamento possuir o opcional de telefone ou interfone, o par de fios de


comunicação (não de alimentação) é disponibilizado através dos bornes SAK na parte inferior
do quadro de comando identificados pelo texto IF/TEL. Novamente é de responsabilidade do
cliente prover a fiação e a tubulação necessárias para adequar o recurso no elevador conforme
instrução no projeto executivo.
6. Distribuição e Descrição de Componentes
Segue abaixo a distribuição interna dos componentes que compõem o painel de comando
e uma breve descrição:
No canto superior esquerdo temos o transformador de potência com entrada de 220Vac e
duas saídas independentes de 18VAC/4A.

Imediatamente do lado direito do transformador temos a placa retificadora FT-41403-R01


conectada ao transformador que gera duas saídas de aproximadamente 25,4VDC. Ambas as
saídas são protegidas por PTC´s que funcionam como fusíveis rearmáveis no caso de
sobrecorrente em qualquer uma das saídas. Uma das saídas é responsável pela alimentação
de todo o quadro e a outra saída é responsável pela comutação e acionamento das válvulas da
unidade hidráulica.

Seguindo para a direita temos a placa controladora do comando a FT-41404-R02. Esta


placa é responsável por todo o controle do elevador, varredura e interpretação de botões de
chamada, contagem e parada em pavimentos, acionamento de motor/válvulas, leitura de
limites, de sensores de porta, etc. A comunicação para as placas indicadoras de cabina e
também de pavimentos origina-se nesta mesma placa. Por conta da comunicação seguir em
paralelo para todas as placas indicadoras do equipamento (IPDs), recomenda-se para
estabilidade da comunicação que os jumpers JP1 e JP2 das placas indicadoras
permaneçam:
- Ambos fechados na indicadora de cabina e do pavimento mais alto
- Ambos abertos em quaisquer outros locais

Descendo um pouco no quadro, e abaixo da placa controladora temos a placa de interface


de reles, a FT-41405-R02. Essa placa é responsável por intertravamentos de segurança e
isolamento elétrico e eletromagnético entre a controladora e os dispositivos de potência, como
as contatoras, atuadores, etc.

À esquerda da placa de interface de reles temos algumas placas atuadoras. As placas


atuadoras são responsáveis por isolar opticamente acionamentos feitos por tensão continua e
componentes que são acionados por tensão alternada. Da esquerda para a direita temos as
atuadoras responsáveis pelos acionamentos da(o):
iluminação da cabina (LMP);
ventilador da cabina (VNT);
contatora de acionamento de motor de subida (UP);
contatora de abertura de porta automática (PA);
contatora de fechamento de porta automática (PF).

Abaixo da sequência de placas atuadoras, no lado esquerdo do comando temos a placa


FT-42153-R03 de controle de válvulas responsável pela geração de sinais necessários à
movimentação da cabina através da unidade hidráulica.

Seguindo para a direita temos a contatora 40 que é responsável pela segurança de todo o
sistema. Se qualquer um dos itens que compõem o circuito de segurança do comando estiver
aberto, a contatora 40 não será acionada. Se a contatora 40 não for acionada nunca a cabina
irá se movimentar.

Logo abaixo, as contatoras PA e PF são responsáveis pela abertura e fechamento de


portas automáticas respectivamente. Estas podem estar ausentes no caso de portas manuais.

Abaixo das contatoras temos a tomada 220VAC para a conexão de equipamentos diversos
como, por exemplo, iluminação auxiliar, furadeira, etc. Do lado direito da tomada temos o
disjuntor responsável pela proteção da tomada e pela proteção da iluminação da cabina que é
independente da tensão AC que alimenta o quadro. Mais para a direita ainda temos o disjuntor
trifásico responsável pela proteção/alimentação do comando inteiro.

A contatora UP que é responsável pelo acionamento do motor de subida e está localizada


acima dos bornes SAK bem como a contatora NB que é responsável pela comutação da fonte
de energia da rede para o no-break em situações de necessidade de resgate automático.
6.1. MN1 – Cabo de Manobra 01

No canto inferior direito encontra-se o conector para ligação do cabo de manobra MN1.
Este conector liga o quadro de comando ao DG (distribuidor geral) instalado na cabina do
elevador. Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE MANOBRA MN1


(Botoeira Chamadora de Cabina + Freio de Emergência)

Pino Nome do sinal Descrição

1 VC1 Varredura de LEDS e CHAVES de cabina

4 ALARME Sinal de retorno do alarme

7 L1 Botão (LED+Chave) de Chamada de Cabina para Parada 01


10 C1

2 L2
Botão (LED+Chave) de Chamada de Cabina para Parada 02
5 C2

8 L3
Botão (LED+Chave) de Chamada de Cabina para Parada 03
11 C3

3 L4
Botão (LED+Chave) de Chamada de Cabina para Parada 04
6 C4

9 73
Freio de Emergência da Cabina
12 71
6.2. MN2 – Cabo de Manobra 02
No canto superior direito encontra-se o conector para ligação do cabo de manobra MN2.
Este conector liga o quadro de comando ao DG (distribuidor geral) instalado na cabina do
elevador. Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE MANOBRA MN2


(Botoeira de Inspeção + Sensores de Posicionamento)

Pino Nome do sinal Descrição


1 91 Botão de STOP/PARADA da botoeira da caixa de inspeção (sobre a
4 92 cabina)

7 245 Botão de AUT/MANUAL da botoeira da caixa de inspeção (sobre a


10 246 cabina)

Botão de SUBIDA da botoeira da caixa de


2 MS
inspeção (sobre a cabina)

Botão de DESCIDA da botoeira da caixa de inspeção (sobre a


5 MD
cabina)

Botão GERAL da botoeira da caixa de inspeção (sobre a cabina)


8 MG

11 IF_A Interfone

Geral para sensores de contagem e parada de DESCIDA


3 GD
(SENSORES)

Geral para sensores de contagem e parada de SUBIDA


6 GS
(SENSORES)

9 CK Clock de CONTAGEM de SUBIDA/DESCIDA (SENSORES)

Clock de PARADA de SUBIDA/DESCIDA


12 CP
(SENSORES)
6.3. MN3 – Cabo de Manobra 03
No lado esquerdo do conector MN1, encontra-se o conector para ligação do cabo de
manobra MN3. Este conector liga o quadro de comando ao DG (distribuidor geral) instalado na
cabina do elevador. Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE MANOBRA MN3


(Iluminação + Ventilação Forçada + Bombeiro + Placa Indicadora de Cabina)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 A Sinais de comunicação RS-485 entre controladora e indicadora de
2 B cabina

4 GND
Alimentação placa indicadora de cabina

5 24VDC

3 O Chave de ON/OFF

6 TRC Acionamento rampa magnética

9 P22
Porta e Trinco de Cabina
12 P21

7 VT1
Ventilador da cabina

8 220B

10 LZS
Iluminação da cabina
11 220A
6.4. MN4 – Cabo de Manobra 04
No lado esquerdo do conector MN2, encontra-se o conector para ligação do cabo de
manobra MN4. Este conector liga o quadro de comando ao DG (distribuidor geral) instalado na
cabina do elevador e SOMENTE É UTILIZADO QUANDO EXISTIREM PORTAS
AUTOMÁTICAS. Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

** OPCIONAL = CABO DE MANOBRA MN4


(Porta Automática + Barreira Infravermelha)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 301
2 302 Operador de porta automática mono 220Vac
3 303

4 P7
Limite de abertura para porta automática

5 P8

6 P9
Limite de fechamento para porta automática
9 P10

12 IF_B Interfone

7 PO1
Botão de reabertura de porta automática

8 PO2

10 93
Barreira Infra-Vermelha para porta automática
11 94
6.5. LW – Cabo de Poço de Pavimento mais Baixo
No lado esquerdo do conector de manobra MN3, encontra-se o conector para ligação do
cabo de poço LW. Este conector SEMPRE liga o quadro de comando ao PAVIMENTO MAIS
BAIXO. Normalmente este cabo já sai com os componentes mecânicos de limites e fins de
curso em dos extremos e com a conectorização para encaixe no quadro no outro extremo. Este
conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE POÇO LW
(Fim de Cursos e Limites Mecânicos + PAP)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 52
Fim de curso radical inferior (mecânico)
2 53

3 61
Limite de parada descendo (mecânico)
6 62

4 97
Limite de corte de alta descendo (mecânico)
5 LA1

7
-x- -x-
8

10
-x- -x-
11

9 81
Chave PAP no fundo do poço
12 82
6.6. HG – Cabo de Poço de Pavimento mais Alto
No lado esquerdo do conector de manobra MN4, encontra-se o conector para ligação do
cabo de poço HG. Este conector SEMPRE liga o quadro de comando ao PAVIMENTO MAIS
ALTO. Normalmente este cabo já sai com os componentes mecânicos de limites e fins de
curso em dos extremos e com a conectorização para encaixe no quadro no outro extremo. Este
conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE POÇO HG
(Fim de Cursos e Limites Mecânicos + Regulador de Velocidade)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 51
Fim de curso radical superior (mecânico)
2 53

3 59
Limite de parada subindo (mecânico)
6 60

4 95
Limite de corte de alta subindo (mecânico)
5 LA1

7
-x- -x-
8

10
-x- -x-
11

9 72
Regulador de Velocidade
12 73
6.7. PV1 – Cabo de Poço de Primeiro Pavimento (mais baixo)
No lado esquerdo do conector de poço LW, encontra-se o conector para ligação do cabo
de poço PV1. Este conector SEMPRE liga o quadro de comando ao PAVIMENTO MAIS
BAIXO.

Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE POÇO PV1


(Sinais para indicadora de pavimento Trinco e Porta de Pavimento + Varredura de Leitura e
Teclas + Tecla e LED de botão de pavimento)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 A Sinais de comunicação RS-485 entre controladora e indicadora de
2 B pavimento

4 GND
Alimentação placa indicadora de pavimento
5 24VDC

3 P21
Trinco do pavimento mais baixo
6 TR1

12 VP1 Varredura de LEDS e CHAVES de pavimento

9 GND GND para auxílio em medições

7 P19
Sensor de porta de pavimento mais baixo
8 VTP1

LED de iluminação do botão chamador de pavimento mais baixo


10 L1
11 C1 Botão chamador de pavimento mais baixo
6.8. PV2 – Cabo de Poço de Segundo Pavimento
No lado esquerdo do conector de poço HG, encontra-se o conector para ligação do cabo
de poço PV2. Este conector SEMPRE liga o quadro de comando ao SEGUNDO PAVIMENTO,
OU SEJA, AO PAVIMENTO LOGO ACIMA DO PAVIMENTO MAIS BAIXO.

Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE POÇO PV2


(Sinais para indicadora de pavimento Trinco e Porta de Pavimento + Varredura de Leitura e
Teclas + Tecla e LED de botão de pavimento)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 A Sinais de comunicação RS-485 entre controladora e indicadora de
2 B pavimento

4 GND
Alimentação placa indicadora de pavimento
5 24VDC

3 TR1
Trinco do pavimento 02
6 TR2

12 VP1 Varredura de LEDS e CHAVES de pavimento

9 GND GND para auxílio em medições

7 VTP1 Sensor de porta e trinco de pavimento 02


8 VTP2

10 L2
LED de iluminação do botão chamador de pavimento 02
11 C2 Botão chamador de pavimento 02
6.9. PV3 – Cabo de Poço de Terceiro Pavimento

No lado esquerdo do conector de poço PV1, encontra-se o conector para ligação do cabo
de poço PV3. Este conector SEMPRE liga o quadro de comando ao TERCEIRO PAVIMENTO,
OU SEJA, AO SEGUNDO PAVIMENTO ACIMA DO PAVIMENTO MAIS BAIXO.

Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE POÇO PV3


(Sinais para indicadora de pavimento Trinco e Porta de Pavimento + Varredura de Leitura e
Teclas + Tecla e LED de botão de pavimento)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 A Sinais de comunicação RS-485 entre controladora e indicadora de
2 B pavimento

4 GND
Alimentação placa indicadora de pavimento
5 24VDC

3 TR2
Trinco do pavimento 03
6 TR3

12 VP1 Varredura de LEDS e CHAVES de pavimento

9 GND GND para auxílio em medições

7 VTP2 Sensor de porta e trinco de pavimento 03


8 VTP3

10 L3 LED de iluminação do botão chamador de pavimento 03

11 C3 Botão chamador de pavimento 03


6.10. PV4 – Cabo de Poço de Quarto Pavimento
No lado esquerdo do conector de poço PV2, encontra-se o conector para ligação do cabo
de poço PV4. Este conector SEMPRE liga o quadro de comando ao QUARTO PAVIMENTO,
OU SEJA, AO TERCEIRO PAVIMENTO ACIMA DO PAVIMENTO MAIS BAIXO.

Este conector transporta os sinais descritos abaixo:

CABO DE POÇO PV4


(Sinais para indicadora de pavimento Trinco e Porta de Pavimento + Varredura de Leitura e
Teclas + Tecla e LED de botão de pavimento)

Pino Nome do Sinal Descrição


1 A Sinais de comunicação RS-485 entre controladora e indicadora de
2 B pavimento

4 GND
Alimentação placa indicadora de pavimento
5 24VDC

3 TR3
Trinco do pavimento 04
6 P27

12 VP1 Varredura de LEDS e CHAVES de pavimento

9 GND GND para auxílio em medições

7 VTP3 Sensor de porta e trinco de pavimento mais alto


8 P20

10 L4 LED de iluminação do botão chamador de pavim. mais alto

11 C4 Botão chamador de pavimento mais alto


6.11. Bornes SINDAL (internos ao quadro)

Conforme mencionado anteriormente existem bornes do tipo SINDAL internos ao quadro


de comando que permitem fácil acesso e monitoração de todos os sinais que estão dispostos
no flange e em todo o cabeamento do elevador.

O instalador pode monitorar sinais com um multímetro colocando o negativo do multímetro


(configurado em escala de medição de tensão em DC) em qualquer um dos bornes SINDAL
que recebem fios da cor PRETA.

Os fios PRETOS conectados aos bornes SINDAL são o GND do sistema. Os fios da cor
VERMELHA indicam alimentação continua em torno de 24V, que é a alimentação positiva da
placa.

Segue abaixo a relação de todos os sinais dispostos nos bornes SINDAL considerando a
ordem de cima para baixo. A primeira coluna contém o nome do sinal, a segunda coluna
contém o número do pino do conector MATE N’ LOK com o nome descrito na terceira coluna.
7. DIAGRAMA GERAL
Segue abaixo o diagrama geral do modelo utilizando portas automáticas laterais VVVF e
porta automática BUS respectivamente, com quatro paradas. Por serem os modelos mais
completos/complexos, os outros casos serão subcasos mais simples deste diagrama.

No diagrama estão representados de maneira mais amigável todos os itens que podem
e/ou devem ser conectados ao quadro de comando.

Cada equipamento acompanha em seu interior um diagrama geral especifico para a


obra em questão e o mesmo deve ser mantido com zelo par consultas futuras. Lembre-
se que você pode ser o próximo a precisar dele!
8. COLOCANDO EM MANUAL
O único modo de se colocar o elevador em modo manual é através da chave da botoeira
de operação manual que fica em cima da cabina. Ao ser colocado em Manual, o comando
imediatamente informa pelo LED e BUZZER intermitentes na placa controladora e também pelo
indicador local com texto OP1 (se todos os circuitos de emergência estiverem corretos).

Se a linha de emergência estiver aberta a placa indicadora irá mostrar apenas o código
FEE e será necessário varrer todos os componentes da linha de emergência buscando qual o
item que está não conforme. A linha de emergência segue uma sequencia linear e deve ser
analisada nesta sequencia, pois um item desconforme inibe que o sinal se propague por todos
os itens subsequentes.

O instalador pode localizar os problemas na linha de emergência com a ajuda de um


multímetro colocando a ponteira negativa do multímetro (configurado em escala de medição de
tensão em DC) em qualquer um dos bornes SINDAL que recebem fios da cor PRETA.

Mantendo a ponteira negativa do multímetro no SINDAL que recebe um fio PRETO do lado
esquerdo desloca-se a ponteira positiva do multímetro pelos sinais que compõem a linha de
emergência. Para o item sob análise estar correto, a leitura deverá indicar medição na faixa de
20Vdc à 24Vdc, se a indicação for abaixo da faixa descrita o item ao qual o sinal pertence está
com problemas seja de fiação ou de funcionalidade e enquanto este problema não for
solucionado não é possível analisar os itens seguintes.

A ordem da linha de emergência é a seguinte:

1. Fim de curso radical superior (sinais 51 e 53);


2. Fim de curso radical inferior (sinais 53 e 52);
3. Freio de emergência da cabina (sinais 71 e 73);
4. Regulador de velocidade (sinais 73 e 72);
5. Botão de emergência de fundo de poço (sinais 81 e 82);
6. Botão de emergência da botoeira de operação manual (sinais 91 e 92);
7. Contato interno ao quadro indicando presença de placa controladora;
8. Contato interno ao quadro indicando presença de placa de interface de reles;
9. Contato interno ao quadro indicando presença de placa de controle de válvulas.

Com o circuito de emergência devidamente funcional, o led EME da placa de comando


deve acender-se informando que os respectivos dispositivos estão fechados. Se o indicador
local não apresentar o texto OP1 e nem FEE quer dizer que a linha de emergência está OK,
mas que há alguma falha na linha de segurança do elevador.

A linha de segurança é a continuação da linha de emergência descrita acima pois recebe o


sinal do último elemento que compõem a linha de emergência. Toda esta linha também deve
estar funcionando por completo para permitir a movimentação da cabina. Trata-se de sinais de
alta importância, assim como a linha de emergência, mas praticamente todos os itens podem
ser inspecionados e corrigidos pelo usuário e não necessariamente pelo técnico.

Da mesma forma que a linha de emergência cada um dos itens que compõem a linha de
segurança entrega um sinal para o item seguinte e a análise de problemas só tem sentido se
for feita na ordem correta.

A ordem da linha de segurança é a seguinte:

1. Barreira infravermelha de cabina (quando existir) (sinais 93 e 94);


2. Botão de reabertura de porta de cabina (sinais PO1 e PO2);
3. Contato de porta de pavimento 01 (sinais P19 e VTP1);
4. Contato de porta de pavimento 02 (sinais VTP1 e VTP2);
5. Contato de porta de pavimento 03 (sinais VTP2 e VTP3);
6. Contato de porta de pavimento 04 (sinais VTP3 e P20);
7. Contato de porta de cabina (sinais P22 e P21);
8. Contato de trinco de porta de pavimento 01 (sinais P21 e TR1);
9. Contato de trinco de porta de pavimento 02 (sinais TR1 e TR2);
10. Contato de trinco de porta de pavimento 03 (sinais TR2 e TR3);
11. Contato de trinco de porta de pavimento 04 (sinais TR3 e P27);

No caso de opcionais como, por exemplo, a barreira infravermelha é necessário curto-


circuitar o respectivo sinal no cabeamento. NÃO SE DEVE ALTERAR A FIAÇÃO DO
QUADRO DE COMANDO, A ALTERAÇÃO DEVE SER FEITA NO LOCAL ONDE O ITEM
OPCIONAL SERIA CONECTADO, OU SEJA, NAS PONTAS DOS CABOS QUE SE
CONECTAM AOS QUADROS. Normalmente este curto-circuito já é feito na própria DAIKEN
na fase de testes finais onde já são sabidos todos os opcionais que o elevador terá.

No caso de pavimentos inexistentes os sinais de trinco e de porta de pavimento serão


fechados, ao invés de cabos, por um conector jumper enviado juntamente com o quadro de
comando e que servirá apenas para fechar estes circuitos e padronizar a montagem dos
quadros.

No caso de falhas na linha de segurança, além do monitoramento com o multímetro, serão


mostradas mensagens de erro (conforme a tabela apresentada no item 7 deste manual) para
ajudar na solução dos problemas além dos avisos nas indicadoras de pavimento e de cabina.

Para que a operação MANUAL E AUTOMÁTICA possa acontecer, TODAS as falhas


devem ser corrigidas uma a uma até que o texto OP1 seja apresentado.

Quando o texto OP1 for apresentado poderá ser observada a operação da contatora 40
responsável por toda a segurança do elevador.

Na impossibilidade do instalador intervir manualmente no fechamento das portas


automáticas deve-se proceder da seguinte forma:

- Certifique-se de que as condições de emergência estão satisfeitas;


- Certifique-se de que nada está obstruindo as portas de pavimento e de cabina;
- No caso de portas de pavimento manuais, certificar-se de que todas estejam fechadas
e trancadas;
- Colocar a chave A/M em posição A (automático). O comando deve iniciar o
fechamento da porta de cabina;
- Assim que o contator 40 operar volte imediatamente à chave A/M para posição M
(manual).

Com esse procedimento as portas estarão fechadas e as condições de segurança estarão


satisfeitas podendo então ser operado pelo instalador através da botoeira de inspeção.

Além da operação manual pela botoeira de inspeção, o usuário pode operar a


movimentação da cabina utilizando as teclas logo abaixo do display da placa controladora.
Para subir, o usuário precisa pressionar a tecla AUX mais a tecla SOBE. Aparecerá no display
a indicação –S- confirmando a movimentação. Ao soltar os botões a movimentação será
finalizada.
Da mesma forma, para descer, o usuário precisa pressionar a tecla AUX mais a tecla
DESCE. Aparecerá no display a indicação –d- confirmando a movimentação. Ao soltar os
botões a movimentação será finalizada.

8.1. Movimentação do elevador

Concluída a operação anterior, o instalador poderá acionar o elevador para subir ou descer
acionando os botões correspondentes na botoeira.

Caso o instalador verifique que o movimento de subida não ocorre, mas que o motor esteja
sendo energizado, então o instalador deverá inverter quaisquer duas das linhas ligadas nos
terminais T1, T2, T3 (Trocar T1 com T2, por exemplo) para corrigir o sentido de giro do motor.

Durante a movimentação do elevador, o instalador deverá checar os circuitos de


segurança, ou seja, qualquer dispositivo que desligar o contator 40 deverá provocar a parada
imediata do elevador (botões de emergência de fundo de poço e de botoeira de inspeção,
limites radicais inferiores e superiores, regulador de velocidade, freio de emergência).

O instalador deverá também movimentar o elevador até os extremos observando os sinais


de seletor (Led´s CK e CP) e os respectivos limites. No extremo inferior a cabine deve atuar
primeiro no limite de alta na descida (LDA1) apagando o led LA da placa e posteriormente no
limite da parada de descida LFD, apagando o led LI da placa de comando.
No extremo superior a cabine deve atuar primeiro no limite de alta na subida (LSA)
apagando o led LA da placa de comando e posteriormente no limite de parada de subida (LFS),
apagando o led LS da placa.

Cabe lembrar que esses limites ao serem acionados impedem o movimento do elevador
naquela direção.

Atenção: Qualquer movimento do elevador ou abertura de portas de acesso aos


passageiros deve ser precedido de sinalizações e placas de advertência, alertando o
zelador e usuários sobre o estado de funcionamento ou proibição de uso do elevador.

É importante também o instalador observar a regulagem do freio de emergência da cabina,


procedendo aos ajustes necessários antes de colocar o carro em funcionamento.

Com o comando em manual, o instalador poderá verificar também o funcionamento das


botoeiras de pavimento e cabine. Ao ser pressionado qualquer botão de chamada, a placa
imediatamente acionará a saída para iluminação correspondente àquele botão, sendo que ao
soltá-lo o led deverá se apagar. Dessa forma o instalador poderá corrigir possíveis erros nas
ligações das botoeiras.

OBS.: Em operação manual nenhum chamado é registrado e o indicador digital não é


atualizado pelo seletor.

9. COLOCANDO EM AUTOMÁTICO
Ao ser colocado em modo automático, o comando inicia o processo de reconhecimento de
sua posição, o código RES (Reinicialização) aparecerá no indicador digital local, a porta da
cabine será fechada e o carro partirá em velocidade baixa em direção ao extremo inferior com
o indicador mostrando H01 (Homming Fase 01). Ao atingir o limite de alta (LDA1) o comando
indicará H02 (Homming Fase 02) e seguirá até encontrar o limite de parada inferior (LFD)
parando o elevador e abrindo a porta da cabine.

Atingindo o limite inferior, o comando atualizará os indicadores digitais e habilitará a leitura


dos botões de chamadas, entrando em funcionamento normal. Caso o elevador já esteja em
um dos extremos quando colocado em automático, esse processo não será realizado, pois o
comando já reconhece a sua posição. Cabe lembrar que a reinicialização ocorre também na
energização do comando e a movimentação do elevador só se dará se as condições de
segurança estiverem satisfeitas.
10. CÓDIGOS DE FALHAS
Segue a tabela com as descrições e com os respectivos códigos de erros apresentados
pelo comando:
OBS: No caso de situações de emergência, código da controladora “FEE”, o instalador deve
resolver as falhas existentes na linha de emergência do elevador até que o LED EME na
controladora volte a acender. Após a correção, somente existem dois jeitos de colocar o
elevador em funcionamento automático novamente:

1. Utilizar a botoeira em cima da cabina do elevador para colocar em operação MANUAL /


MANUTENÇÃO e depois retornar para a operação em automático, esperando o
RESET e o HOMMING novamente;

2. Utilizar o JUMPER de CONFIGURAÇÃO no painel de comando visualizando os


parâmetros de ajuste do elevador. O primeiro item que aparece é sempre o parâmetro
“PRd”. Quando os displays da controladora apresentarem o parâmetro, o instalador
pode remover o JUMPER, esperando o RESET e o HOMMING do elevador
novamente.
11. PROGRAMAÇÕES
As programações são acessadas colocando-se o jumper na posição JP2 “CFG” na placa
controladora do comando, mas normalmente as programações necessárias são feitas na
fábrica então modificá-las é uma exceção e não uma necessidade!

Com a inserção do jumper nesta posição, o comando irá reinicializar automaticamente e irá
apresentar o primeiro item possível de ser configurado no comando que é a quantidade de
paradas “PRd”.

O usuário utiliza-se das teclas logo abaixo do display para navegar pelos itens que podem
ser alterados (SOBE, DESCE), confirmar alterações (ENTER) ou cancelar alterações
(CANCEL).

A tecla AUX não tem função neste modo de operação do comando.

Para incrementar ou decrementar valores de configuração, após a confirmação de


modificação de algum item utilizando a tecla ENTER, o usuário também se utiliza das teclas
SOBE e DESCE.

Segue abaixo os itens e descrições dos possíveis valores de configuração:


Descrição Código Valores Possíveis
Quantidade de paradas PRd 002 ... 008

000 ... 007

ou
Andar de estacionamento Est
nO = Sem estacionamento
preferencial

Andar de emergência EE 000 ... 007

001 ... 090


Tempo de ventilador
tF ou
(em segundos)
ON (sempre ligado)

001 ... 030


Tempo de lâmpada
tL Ou
(em minutos)
ON (sempre ligada)

Tempo de Estacionamento
tE 002... 060
(em minutos)

--- = portas de pavimento e de cabina


manuais

--B = portas de pavimento manuais e


de cabina automática tipo BUS

Porta de Pavimento e de Cabina PPC --L = portas de pavimento manuais e


de cabina automática de abertura
lateral

L-L = portas de pavimento e de cabina


automáticas de abertura lateral

nO = porta se fecha automaticamente


de acordo com o tempo programado
para o desligamento automático da
lâmpada
Porta automática aberta AbE
yES = porta automática sempre aberta

**Só tem influência no caso de portas


de cabina automática
nO = sem verificação de trincos de
pavimento. Utilizado apenas em
quadros antigos (atualização de
firmware) . NÃO USAR SEM
Trincos de portas de pavimento trC AUTORIZAÇÃO DA DAIKEN!!!

yES = trincos de portas de pavimento


são verificados normalmente

--- = Botões/Botoeira utilizam botões


convencionais
Tipo de Botoeiras/Botões b0t
9lA = Botões/Botoeira utilizam painel
de vidro e botões alimentados COP

nO = Conforto desabilitado,
OBRIGÁTÓRIO utilizar barras de imãs
para ajustar o nivelamento nos
pavimentos.
Parâmetro de conforto (APENAS
C0n
PARA UNIDADE KV2S)
yES = Conforto habilitado,
OBRIGATÓRIO utilização de imãs
pequenos. Cabina desacelera no CPS,
reverte movimento e pára no CPD.

Erros indicados no item 5 deste


manual, os últimos 10 em ordem de
Erros Err
ocorrência. Não podem ser apagados
pelo usuário.
12. CUIDADOS DE SEGURANÇA
A instalação do comando é bastante simples. No entanto, é obrigatório que este
equipamento seja instalado por empresas fabricantes e ou conservadoras, as quais dispõem
de pessoal técnico habilitado e que conheçam bem o elevador onde será aplicado o produto.

12.1. CUIDADOS BÁSICOS DURANTE A INSTALAÇÃO


Seguem abaixo cuidados essenciais durante a instalação do comando para segurança do
instalador e dos futuros usuários.

12.1.1. Dispositivos de segurança

Checar todos os elementos externos que serão utilizados tais como: limites, reguladores e
fins de curso, contatos, trincos, indicadores, operador de portas, etc..., distribuídos ao longo do
poço do elevador, assegurando-se de que estão em perfeitas condições de uso e
funcionamento, antes de conectá-los ao comando.

12.1.2. Fiação de Poço

É recomendável que a fiação e os principais dispositivos de segurança sejam verificados


antes da conexão com o quadro de comando. Seguem alguns itens de conferência:

- Verificar se a capa de isolação dos fios e cabos não está comprometida;


- Verificar se não há linhas interrompidas;
- Verificar se não há curto-circuito entre as linhas ou com as partes metálicas;
- Verificar os cabos de alimentação da rede e motor de subida;
- Verificar todos os trincos, contatos de portas, operador, limites, etc.

12.1.3. Fixação do armário

Procure fixar o armário no local indicado pelo projeto executivo do equipamento ou em


impossibilidade deste em local mais apropriado na casa de máquinas e de maneira que possa
ser aberto e fechado sem obstáculos, que permita fácil acesso para as ligações e ajustes e que
receba iluminação e ventilação adequada.

12.1.4. Acessórios e Botoeiras

A aplicação de acessórios e componentes eletrônicos em elevadores requer alguns


cuidados especiais. A fiação destinada aos indicadores digitais, botões de chamados, etc...,
devem estar distantes das fiações de tensão elevada (220V). A proximidade poderá provocar
funcionamento irregular desses componentes devido a interferências elétricas (Indução).

12.1.5. Acabamento
Evite tocar nos componentes do comando com ferramentas ou mãos sujas com óleos ou
graxas para não danificar as etiquetas de identificação dos componentes.
As fiações ligadas no poço devem estar devidamente amarradas com cintas de nylon ou
abraçadeiras isoladas, complementando um bom acabamento do conjunto.

13. INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA


Algumas ações durante o manuseio do equipamento são expressamente proibidas:

- Não executar testes com lâmpadas ou qualquer outro dispositivo com carga nos
bornes do comando;

- Não atuar diretamente sobre os contatores para colocar o motor em movimento;

- Não substituir linhas ou fazer reparos em componentes internos ou externos com o


equipamento ligado;

- Não jumpear componentes de proteção do comando;

- Não ligar nenhum outro equipamento elétrico nos bornes de saída nos disjuntores, ou
nas fontes de alimentação do quadro, a não serem os especificados no esquema elétrico do
comando;

- Não manusear nenhum produto inflamável nas proximidades do quadro de comando;

- Não fazer ou mandar fazer por terceiros, nenhuma modificação nas ligações internas
do comando sem o conhecimento e autorização prévia da DAIKEN;

- Não jumpear ou curto-circuitar os bornes referentes à ligação dos circuitos de


emergência e segurança do elevador como limites de velocidade e parada, fins de curso,
trincos e contatos de porta, etc.

- Trabalhe sempre em condições seguras, utilizando equipamentos de proteção,


ferramentas e instrumentos adequados para cada operação.

Atenção: A não observação das instruções de segurança descritas nesse capítulo


poderá provocar sérios danos ao equipamento ou ainda acidentes com conseqüências
graves ou fatais.

14. CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO


Todo equipamento de comando e controle utilizados em elevadores e outros meios de
transporte vertical, devem receber periodicamente pelo Conservador / Instalador, verificações
regulares em seu funcionamento e a devida manutenção quando necessário.

Os intervalos entre essas verificações devem ser estabelecida pelo Conservador /


Instalador considerando para cada caso a finalidade de uso do elevador, a intensidade de sua
utilização e o grau de risco oferecido aos usuários. Abaixo, relacionamos os principais itens
que deverão ser checados pela empresa conservadora após a instalação do equipamento:

- Verificar o estado e o aperto de todas as conexões do comando, principalmente as do


motor subida e unidade hidráulica;

- Verificar as condições da rede de energia elétrica da edificação;

- Verificar as condições de aterramento do armário;

- Verificar a atuação dos disjuntores de proteção (geral) do comando;


- Verificar as tensões das fontes do comando e as condições de temperatura do
transformador;

- Medir a corrente nominal do motor;

- Acompanhar o desgaste dos contatos das chaves de manobra e segurança com o


tempo de uso e substitui-los antes do término de sua vida útil;

- Verificar os componentes de segurança e emergência do comando, simular falhas de


funcionamento e verificar a correspondente atuação dos dispositivos de segurança do
elevador;

- Verificar o correto funcionamento do sistema de freio do elevador ;

- Verificar se as condições de temperatura em torno do produto estejam em nível


aceitável (ventilação da casa de máquinas);

- Remover poeira depositada nos componentes do comando (somente com a chave


geral desligada);

- Verificar o funcionamento do comando em manual através da botoeira de inspeção;

- Verificar o funcionamento dos contatores de abrir e fechar porta;

- Verificar o funcionamento geral do elevador em automático; botoeiras, atendimento


dos chamados, seletores, indicadores digitais, etc.

Quando o elevador precisar ficar desligado por longo período, o conservador deverá
funcioná-lo ao menos 1 vez por mês durante 1 hora ou mais para descondensação de umidade
nas placas eletrônicas e limpeza das pastilhas dos contatores, caso contrário a vida útil do
equipamento poderá ser reduzida.

Estes procedimentos deverão ser incluídos pelo conservador em suas planilhas de


manutenção e conservação de elevadores.

Qualquer irregularidade no funcionamento do comando que não tenha sido possível ser
sanada pelo conservador, deverá então ser comunicada a DAIKEN para que sejam tomadas as
devidas providências para resolução do problema.