Você está na página 1de 1

ESTUDO DE CASO (24.04.

2019)

Área: Farmácia hospitalar

Em 03/09/2015, a Coordenadora de Farmácia do Hospital protocolou


Notificação de Ocorrência referente à dispensação de medicamento contrário à
prescrição médica. De acordo com a notificação, Dr. Farmacêutico,
responsável pelo setor de farmácia hospitalar, realizou a troca do medicamento
diclofenaco sódico, prescrito pelo Dr. Médico pelo medicamento meloxicam,
alegando que após análise do histórico do paciente e diante da ausência na
farmácia do medicamento diclofenaco sódico poderia substituí-lo pelo
medicamento meloxicam.

Convocado para esclarecimento, em 28/10/2015, Dr. Farmacêutico


compareceu no CRF-SP para prestar esclarecimentos e declarou:

“possuía em estoque o medicamento diclofenaco sódico, porém, ao verificar o


bin observou que não havia nenhum comprimido. Diante do fato, tendo
experiência anterior como Farmacêutico Clínico, realizou a leitura do histórico
do paciente e identificou que o medicamento meloxicam poderia ser utilizado
como substituto. Não se atentou à existência de Protocolo interno relacionado à
enfermidade, tampouco se estava relacionado como parte integrante deste
protocolo. Imaginou que pudesse realizar a troca, pois os dois medicamentos
fazem parte do mesmo “grupo” farmacêutico e tem conhecimento para realizar
a troca. Não tem conhecimento se houve complicações com o paciente”.

Analisando o fato exposto, verifica-se que a conduta do profissional está em


desacordo com:

• Res. CFF nº 568/2012;

• Res. CFF nº 586/2013;

• Res. CFF nº 596/2014.