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Renato Madeira

EXERCÍCIOS DE GEOMETRIA PLANA DA AFA 1994 a 2019

ENUNCIADOS

1) (AFA 1994) Num triângulo ABC, os ângulos B̂ e Ĉ medem, respectivamente, 45 e


60, o lado AC mede 2 cm. Então, a medida do lado BC (em cm) é:
3 1
a) 1 + b) + 3 c) 1 + 3 d) 2 + 2
3 2

2) (AFA 1995) Na figura, todos os círculos têm raio r. Qual a área da parte hachurada?

a) r 2 ( 2 3 −  ) b) r 2 ( 3 3 −  )
c) r 2 ( 4 3 −  ) d) r 2 ( 5 3 −  )

3) (AFA 1995) Num pentágono convexo, os ângulos internos estão em progressão


aritmética. Qual o 3º termo, em graus dessa progressão?
a) 54 b) 108 c) 162 d) 216

4) (AFA 1995) Dados dois triângulos semelhantes, um deles com 4, 7 e 9 cm de lado, e


o outro com 66 cm de perímetro, pode-se afirmar que o menor lado do triângulo maior
mede, em cm.
a) 9,8 b) 11,6 c) 12,4 d) 13,2

x
5) (AFA 1995) Na figura abaixo, a razão é:

a) 5 b) 6 c) 2 2 d) 10

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6) (AFA 1995) No retângulo ABCD, BC e PC medem, respectivamente, 5 cm e 3 cm.


Qual a área, em cm 2 , do triângulo ABP?

32 62
a) b) 16 c) 19 d)
3 3

7) (AFA 1995) A razão entre as áreas de um quadrado de lado  e de um círculo de raio


r, que possuem o mesmo perímetro, é:
   
a) b) c) d)
8 6 4 2

8) (AFA 1995) Considere uma circunferência inscrita num quadrado de lado a. A área
da região hachurada é:

a2 a2 a2 a2
a) ( 4 − ) b) ( 4 − ) c) ( 4 − ) d) ( 4 − )
64 32 16 8

9) (AFA 1996) Seja ABC um triângulo retângulo com catetos AB e BC. Divide-se AB
em 10 partes congruentes e, pelos pontos de divisão, traçam-se retas paralelas a BC,
cortando o lado AC e determinando 9 segmentos paralelos a BC. Se BC = 18, então a
soma das medidas desses segmentos é:
a) 81 b) 64 c) 49 d) 100

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10) (AFA 1996) A base maior de um trapézio mede 26 cm, a menor 14 cm e a altura
6 cm. As alturas dos triângulos formados pelos prolongamentos dos lados não paralelos,
em cm, são:
a) 8 e 9 b) 7 e 13 c) 91 e 14 d) 15 e 18

11) (AFA 1996) Qual a área do triângulo retângulo isósceles que inscreve uma
circunferência de raio r = 2 ?
a) ( 3 + 2 2 ) b) 2 ( 3 + 2 2 ) c) 3( 2 + 2 ) d) 4 (1 + 2 )

12) (AFA 1996) Qual a diferença entre a área de um triângulo equilátero de lado a e a
área da circunferência nele inscrita?
a 2 ( 2 3 − ) a 2 (3 3 − )
a) b)
12 12
a 2 ( 4 3 − ) a 2 (5 3 − )
b) d)
12 12

13) (AFA 1996) O valor do menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio às 2h
e 15min é:
a) 15 b) 30 c) 1730' d) 2230'

14) (AFA 1996) Na figura abaixo, OA = 5, AB = 3, AOB ˆ = BOCˆ = COD


ˆ = e
ABO ˆ = CDO
ˆ = BCO ˆ = 90. Se x = cos2 , então a área do triângulo CDO é:

a) 3x 2 b) 4x 2 c) 6x 2 d) 8x 2

15) (AFA 1996) Os lados de um triângulo ABC medem AB = 20 cm, BC = 15 cm e


AC = 10 cm. Sobre o lado BC marca-se BD = 3 cm e traçam-se paralelas DE ao lado
AB (E sobre AC) e DF ao lado AC (F sobre AB). O perímetro do paralelogramo AEDF,
em cm, é:
a) 24 b) 28 c) 32 d) 36

16) (AFA 1997) Sejam os triângulos ABC e CDE. O triângulo ABC está inscrito em
uma circunferência  de raio 3, o lado CA mede 3 e AB é diâmetro de . Os
vértices D e E do triângulo CDE são a interseção do prolongamento dos lados CA e CB
com a reta paralela a AB e tangente à circunferência . O valor de DE é:

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a) 9 b) 5 3 c) 6 + 3 d) 2 ( 2 + 3 )

17) (AFA 1997) Considerando-se a figura abaixo, NÃO se pode afirmar que

a) Se o triângulo ABC é isósceles, então os triângulos ABD, ACE e BCD são sempre,
dois a dois, congruentes.
b) Os triângulos ABD e AEC são congruentes se os lados AB e BC forem congruentes e
F o incentro do triângulo ABC.
c) Os triângulos ABD e AEC são congruentes se os lados AB e BC forem congruentes e
F o ortocentro do triângulo ABC.
d) Os triângulos BEF e CDF são congruentes se os lados AB e BC forem congruentes e
F o baricentro do triângulo ABC.

18) (AFA 1998) Inscreve-se um quadrilátero convexo ABCD em uma circunferência


ˆ + BDC,
ˆ = x . Então, ACB
tal que ABC ˆ em graus, é o
a) suplementar de x.
b) suplementar de 2x.
c) complementar de x.
d) complementar de 2x.

19) (AFA 1998) Dois vértices de um triângulo equilátero pertencem a dois lados de um
quadrado cuja área é 1 m2 . Se o terceiro vértice do triângulo coincide com um dos
vértices do quadrado, então, a área do triângulo, em m 2 , é
a) 2 3 − 1 b) 2 3 + 1 c) −3 + 2 3 d) 3 + 2 3

20) (AFA 1998) Seja ABCD um quadrado, ABE um triângulo equilátero e E um ponto
ˆ mede, em graus,
interior ao quadrado. O ângulo AED
a) 55 b) 60 c) 75 d) 90

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21) (AFA 1998) Seja o triângulo equilátero DEF, inscrito no triângulo isósceles ABC,
com AB = AC e DE paralelo a BC (D sobre AB e E sobre AC). Tomando-se ADE ˆ = ,
ˆ =  e DFB
CEF ˆ =  pode-se afirmar que
a)  +  = 2 b)  +  = 2 c) 2 +  = 3 d)  + 2  = 3

22) (AFA 1998) Um círculo com área 100 cm2 possui uma corda de 16 cm. Qual a
área, em cm 2 , do maior círculo tangente a essa corda e a esse círculo em pontos
distintos?
a) 36 b) 49 c) 64 d) 81

23) (AFA 1998) O pentágono ABCDE está inscrito em uma circunferência de centro O.
ˆ mede 40, então a soma dos ângulos BCD
Se o ângulo AOB ˆ e AED,
ˆ em graus, é
a) 144 b) 180 c) 200 d) 214

24) (AFA 1999) Na figura abaixo o perímetro do triângulo equilátero ABC é 72 cm , M


é o ponto médio de AB e CE = 16 cm . Então, a medida do segmento CN, em cm, é um
sétimo de

a) 51 b) 50 c) 49 d) 48

25) (AFA 1999) Na figura abaixo, o lado do quadrado é 1 cm. Então, a área da região
sombreada, em cm 2 , é

 1  1  1  1
a) − b) − c) − d) −
4 2 2 2 4 4 2 4

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26) (AFA 1999) De 2h 45 min a 4h 35 min, o ponteiro das horas de um relógio


percorre, em radianos,
11  5 7
a) b) c) d)
36 3 18 24

27) (AFA 1999) A área do quadrado menor, da figura abaixo, vale

a) 2 b) 2 c) 5 d) 8

28) (AFA 1999) Considere um triângulo equilátero, um quadrado e um hexágono


regular, todos com o mesmo perímetro. Sejam AT , A Q e A H as áreas do triângulo, do
quadrado e do hexágono, respectivamente. Então, pode-se afirmar que
a) A T  A Q  A H . b) A T = A Q = A H .
c) A T  A Q e A Q  A H . d) A T  A Q e A Q = A H .

29) (AFA 2000) O valor de x 2 , na figura abaixo, é

a2 a4 a2 b2 b4 b4
a) b 2 − b) − c) − d) b2 −
4 b2 4 4 a2 4a 2

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30) (AFA 2000) Seja P um ponto interior a um triângulo equilátero de lado k. Qual o
valor de k, sabendo-se que a soma das distâncias de P a cada um dos lados do triângulo
é 2?
2 3 4 3
a) b) 3 c) d) 2 3
3 3

31) (AFA 2000) Na figura, O e M são centros das semicircunferências. O perímetro do


triângulo DBC, quando AO = r = 2  AM, é

r (3 2 + 5 ) r( 2 + 3 5)
a) b)
2 2
r ( 2 + 3 10 ) r ( 3 2 + 10 )
c) d)
2 2

32) (AFA 2001) Conforme a figura abaixo, s e t são, respectivamente, retas secante e
tangente à circunferência de centro O. Se T é um ponto da circunferência comum às
retas tangente e secante, então o ângulo  , formado por t e s, é

a) 10 b) 20 c) 30 d) 40

33) (AFA 2001) Sejam r e s retas paralelas. A medida do ângulo  , na figura abaixo, é

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a) 115 b) 125 c) 135 d) 145

34) (AFA 2001) Na figura, O é o centro da circunferência de raio r, AD = DE = EB = r


e  é o menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio às 9h 25 min . O valor do
ˆ é
ângulo  = CBE

a) 120 b) 119, 45 c) 126, 25 d) 135,50

35) (AFA 2001) A figura abaixo representa um quadrado de 8 cm de lado. A área, em


cm 2 , da figura sombreada é

a) 23, 02 b) 24, 01 c) 25, 04 d) 26,10

36) (AFA 2002) No desenho abaixo, estão representados os terrenos I, II e III.

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Quantos metros de comprimento deverá ter o muro que o proprietário do terreno II


construirá para fechar o lado que faz frente com a rua B?
a) 28 b) 29 c) 32 d) 35

37) (AFA 2002) Na figura abaixo, os pontos A, B e C pertencem à circunferência de


centro O e raio r. Se  = 140 e  = 50 , então, a área do triângulo BOC é

r 3 r2 2 r 2 r2 3
a) b) c) d)
2 3 9 4

38) (AFA 2002) Na figura abaixo, os triângulos ABC e CDE são equiláteros. Se a razão
9
entre as áreas desses triângulos é e o perímetro do menor é 12, então, a área do
4
quadrilátero ABDE é

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a) 2 + 3 b) 9 3 c) 11 − 3 d) 19 3

39) (AFA 2003) As duas polias da figura giram simultaneamente em torno de seus
respectivos centros O e O’, por estarem ligadas por uma correia inextensível.

Quantos graus deve girar a menor polia para que a maior dê uma volta completa?
a) 1080 b) 120 c) 720 d) 2160

ˆ
40) (AFA 2003) ABC é um triângulo retângulo em A e CX é bissetriz do ângulo BCA,
onde X é ponto do lado AB. A medida de CX é 4 cm e a de BC é 24 cm. Sendo
assim, a medida do lado AC, em centímetros, é igual a
a) 3 b) 4 c) 5 d) 6

41) (AFA 2003) Na figura, o triângulo AEC é equilátero e ABCD é um quadrado de


lado 2 cm. A distância BE, em cm, vale.

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a) 2 3 b) 6 −1 c) 3+ 2 d) 6− 2

42) (AFA 2003) Na figura, RST é um triângulo retângulo em S. Os arcos RnSpT ,


RmS e SqT são semicircunferências cujos diâmetros são, respectivamente, RT , SR e
ST . A soma das áreas das figuras hachuradas está para a área do triângulo RST na
razão

1 1 3
a) b) c) 1 d)
3 2 2

43) (AFA 2004) Um trapézio  tem bases de medidas 80 m e 60 m, e altura de medida


24 m. A 6 m da maior base, traça-se uma paralela situada entre as duas bases do
trapézio  , determinando, assim, dois outros trapézios  e . O módulo da diferença
entre as áreas dos trapézios  e  é, em m 2 , igual a
a) 700 b) 750 c) 820 d) 950

44) (AFA 2004) Seja PQ tangente à circunferência de centro O e raio r. Se CQ = r,


pode-se afirmar que PQ + PC é igual a

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a) r + 3 b) 2r + r 3 c) r 3 d) r + r 3

45) (AFA 2005) Considere o triângulo ABC, de lados AB = 15, AC = 10, BC = 12 e


seu baricentro G. Traçam-se GE e GF paralelos a AB e AC, respectivamente, conforme
a figura abaixo. O perímetro do triângulo GEF é um número que, escrito na forma de
fração irredutível, tem a soma do numerador com o denominador igual a

a) 43 b) 40 c) 38 d) 35

46) (AFA 2007) Um triângulo retângulo está circunscrito a um círculo de raio 15 m e


inscrito em um círculo de raio 37,5 m. A área desse triângulo, em m 2 , mede
a) 350 b) 750 c) 1050 d) 1350

47) (AFA 2008) Considere um triângulo MNP, equilátero, inscrito numa circunferência
de centro O e raio r. Seja RS uma corda que intercepta os lados MN e MP do
triângulo nos pontos T e V, pontos médios dos respectivos lados (R está no arco MN
menor). Se RT  VS  1 cm, então o valor da área do quadrilátero NPVT, em cm 2 , é
dado por um número do intervalo (Dados 3 = 1, 73 e 5 = 2, 23)
a) 1,3 b) 5, 7 c)  7,9 d) 3,5

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48) (AFA 2008) Um triângulo ABC é não isósceles. Sejam M, N e P, respectivamente,


os pontos médios dos lados AB, BC e AC desse triângulo, de forma que AN = 3 cm e
BP = 6 cm. Se a área do triângulo ABC mede 3 15 cm2 , então o comprimento da outra
mediana, CM, em cm, é igual a
a) 3 6 b) 6 15 c) 3 d) 2

49) (AFA 2009) Considere num mesmo plano os pontos da figura abaixo, de tal forma
que:
(I) AW  CW  EW  GW  IW  LW  NW  PW
(II) BW  DW  FW  HW  JW  MW  OW  QW
(III) AWB  BWC  CWD   PWQ  QWA
(IV) PC  AE  CG  EI  GL  IN  NA  LP  a

A área da região sombreada da figura, em função de a, é:


a) 12a 2 − 8a 2 2 b) 6a 2 + 4a 2 2
c) 12a 2 + 8a 2 2 d) 6a 2 − 4a 2 2

50) (AFA 2011) As circunferências 1 e  2 da figura abaixo interiores e a distância


entre os centros C1 e C2 é igual a 1 1 cm

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Se a área sombreada é igual à área não sombreada na figura, é correto afirmar que o raio
de  2 , em cm, é um número do intervalo
 11  11 23   23 5   5 13 
a)  2,  b)  ,  c)  ,  d)  , 
 5  5 10   10 2  2 5 

51) (AFA 2011) Na figura abaixo têm-se quatro círculos, congruentes de centros O1 ,
O 2 , O3 e O 4 e de raio igual a 10 cm . Os pontos M, N, P e Q são pontos de tangência
entre os círculos e A, B, C, D, E, F, G e H são pontos de tangência entre os círculos e a
correia que os contorna.

Sabendo-se que essa correia é inextensível, seu perímetro, em cm, é igual a


a) 2 (  + 40) b) 5 (  + 16) c) 20 (  + 4) d) 5 (  + 8)

52) (AFA 2012) Conforme a figura abaixo, A é o ponto de tangência das


circunferências de centros C1 , C2 e C 3 . Sabe-se que os raios dessas circunferências
formam uma progressão geométrica crescente.

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Se os raios das circunferências de centros C1 e C2 medem, respectivamente, 2r e 3r ,


então a área da região sombreada vale, em unidades de área,
55 2 29 2 61 2
a) r b) r c)  r d) 8 r 2
8 4 8

53) (AFA 2013) Um triângulo é tal que as medidas de seus ângulos internos constituem
uma progressão aritmética e as medidas de seus lados constituem uma progressão
geométrica. Dessa maneira, esse triângulo NÃO é:
a) acutângulo. b) equilátero. c) obtusângulo. d) isósceles.

54) (AFA 2014) Na figura abaixo, os três círculos têm centro sobre a reta AB e os dois
de maior raio têm centro sobre a circunferência de menor raio.

A expressão que fornece o valor da área sombreada é

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17  − 6 3 2 11 + 9 3 2 15 − 4 3 2 13 + 6 3 2


a) r b) r c) r d) r
9 12 9 12

55) (AFA 2015) Seja o quadrado ABCD e o ponto E pertencente ao segmento AB .


Sabendo-se que a área do triângulo ADE , a área do trapézio BCDE e a área do
quadrado ABCD formam juntas, nessa ordem, uma Progressão Aritmética (P.A.) e a
soma das áreas desses polígonos é igual a 800 cm 2 , tem-se que a medida do segmento
EB
a) é fração própria.
b) é decimal exato.
c) é decimal não exato e periódico.
d) pertence ao conjunto A = *+ − +.

56) (AFA 2017) Considere, no triângulo ABC abaixo, os pontos P  AB, Q  BC,
R  AC e os segmentos PQ e QR paralelos, respectivamente, a AC e AB. Sabendo
que BQ = 3 cm, QC = 1 cm e que a área do triângulo ABC é 8 cm 2 , então a área do
paralelogramo hachurado, em cm 2 , é igual a

a) 2 b) 3 c) 4 d) 5

57) (AFA 2018) A figura a seguir é um pentágono regular de lado 2 cm.

Os triângulos DBC e BCP são semelhantes.

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A medida de AC, uma das diagonais do pentágono regular, em cm, é igual a


5
a) 1 + 5 b) −1 + 5 c) 2 + d) 2 5 − 1
2

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RESPOSTAS

1) c (Relações métricas nos triângulos)


2) a (Áreas de regiões circulares)
3) b (Polígonos angular e progressão aritmética)
4) d (Semelhança de triângulos)
5) d (Triângulos retângulos)
6) a (Relações métricas nos triângulos retângulos)
7) c (Áreas)
8) b (Áreas de regiões circulares)
9) a (Semelhança de triângulos)
10) b (Semelhança de triângulos)
11) b (Triângulos retângulos e áreas)
12) b (Áreas)
13) d (Ângulos no relógio)
14) c (Triângulos retângulos e áreas)
15) d (Semelhança de triângulos)
16) d (Semelhança de triângulos)
17) a (Congruência e pontos notáveis do triângulo)
18) a (Quadriláteros inscritíveis)
19) c (Áreas)
20) c (Ângulos nos triângulos e quadriláteros)
21) a (Ângulos no triângulo)
22) c (Áreas de regiões circulares)
23) c (Ângulos na circunferência)
24) d (Teorema de Menelaus)
25) a (Áreas de regiões circulares)
26) a (Ângulos no relógio)
27) b (Áreas)
28) a (Áreas)
29) d (Semelhança de triângulos)
30) c (Áreas)
31) d (Triângulos retângulos)
32) a (Ângulos na circunferência)
33) c (Ângulos entre paralelas)
34) c (Ângulos no relógio e ângulos na circunferência)
35) c (Áreas)
36) c (Teorema de Thales)
37) d (Ângulos na circunferência e áreas)
38) d (Áreas)
39) a (Comprimentos na circunferência)
40) a (Trigonometria no triângulo retângulo)
41) d (Relações métricas nos polígonos regulares)
42) c (Áreas de regiões circulares)
43) b (Áreas e semelhança de triângulos)
44) d (Ângulos na circunferência e trigonometria no triângulo retângulo)
45) b (Semelhança de triângulos)
46) d (Áreas)
47) d (Áreas)

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48) a (Pontos notáveis e relações métricas nos triângulos)


49) d (Áreas)
50) c (Áreas)
51) c (Comprimento da circunferência)
52) c (Áreas)
53) c (Relações métricas nos triângulos)
54) d (Áreas)
55) c (Áreas)
56) b (Áreas)
57) a (Relações métricas nos polígonos regulares)

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RESOLUÇÕES

1) (AFA 1994) Num triângulo ABC, os ângulos B̂ e Ĉ medem, respectivamente, 45 e


60, o lado AC mede 2 cm. Então, a medida do lado BC (em cm) é:
3 1
a) 1 + b) + 3 c) 1 + 3 d) 2 + 2
3 2

RESOLUÇÃO: c

Vamos inicialmente calcular o seno de 75.


sen 75 = sen ( 45 + 30 ) = sen 45 cos 30 + sen 30 cos 45 =
2 3 1 2 6+ 2
=  + + =
2 2 2 2 4
Vamos agora aplicar a lei dos senos no triângulo ABC.
AC BC 2 BC 2 6+ 2
=  =  BC =  = 3 +1
ˆ sen A
sen B ˆ sen 45 sen 75 2 4
2

2) (AFA 1995) Na figura, todos os círculos têm raio r. Qual a área da parte hachurada?

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a) r 2 ( 2 3 −  ) b) r 2 ( 3 3 −  )
c) r 2 ( 4 3 −  ) d) r 2 ( 5 3 −  )

RESOLUÇÃO: a

Como os quatro círculos possuem o mesmo raio, os triângulos ABC e BCD, formandos
pelos seus centros, são equiláteros de lado 2r.
Portanto, a área hachurada é igual à área dos dois triângulos equiláteros menos a área de
seis setores circulares de 60 e raio r. Assim, temos:
( 2r )2 3   r2
S = SABC + SBCD − 6  Ssetor 60 = 2  − 6 = ( 2 3 − ) r2
4 6

3) (AFA 1995) Num pentágono convexo, os ângulos internos estão em progressão


aritmética. Qual o 3º termo, em graus dessa progressão?
a) 54 b) 108 c) 162 d) 216

RESOLUÇÃO: b
Os ângulos internos do pentágono forma uma PA de 5 termos, então podem ser
representados na forma PA : a − 2r, a − r, a, a + r, a + 2r.

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A soma dos ângulos internos do pentágono convexo é S5 = 180 (5 − 2) = 540, então


esse é o valor da soma dos termos da PA. Assim, temos:
( a − 2r ) + ( a − r ) + a + ( a + r ) + ( a + 2r ) = 540  5a = 540  a = 108
Portanto, o 3º termo da PA é a = 108.

4) (AFA 1995) Dados dois triângulos semelhantes, um deles com 4, 7 e 9 cm de lado, e


o outro com 66 cm de perímetro, pode-se afirmar que o menor lado do triângulo maior
mede, em cm.
a) 9,8 b) 11,6 c) 12,4 d) 13,2

RESOLUÇÃO: d
Sejam a, b, c os lados do triângulo de perímetro 66 cm. Como os triângulos são
semelhantes, os lados correspondentes são proporcionais. Assim, sem perda de
generalidade, temos:
a b c a + b + c 66 66
= = = =  a = 4 = 13, 2
4 7 9 4 + 7 + 9 20 20
Portanto, o menor lado do triângulo maior é a = 13, 2 (pois ele é proporcional ao menor
lado do triângulo menor).

x
5) (AFA 1995) Na figura abaixo, a razão é:

a) 5 b) 6 c) 2 2 d) 10

RESOLUÇÃO: d

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Aplicando o teorema de Pitágoras em (I), temos:


y 2 =  2 + ( 2 ) = 5 2
2

Aplicando o teorema de Pitágoras em (II), temos:


z2 = y2 +  2 = 5 2 +  2 = 6 2
Aplicando o teorema de Pitágoras em (III), temos:
x
x 2 = z 2 + ( 2 ) = 6 2 + 4 2 = 10 2  x = 10   
2
= 10

6) (AFA 1995) No retângulo ABCD, BC e PC medem, respectivamente, 5 cm e 3 cm.


Qual a área, em cm 2 , do triângulo ABP?

32 62
a) b) 16 c) 19 d)
3 3

RESOLUÇÃO: a

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Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo BCP, temos:


BP 2 + PC2 = BC2  BP 2 + 32 = 52  BP = 4.
Sabemos que, em um triângulo retângulo, o quadrado da altura é igual à projeção dos
catetos. Assim, no triângulo retângulo ABC, temos:
16
BP 2 = PC  AP  42 = 3  AP  AP =
3
A área do triângulo retângulo ABP é igual à metade do produto dos catetos, então
AP  BP 1 16 32
SABP = =  4 = cm 2 .
2 2 3 3

7) (AFA 1995) A razão entre as áreas de um quadrado de lado  e de um círculo de raio


r, que possuem o mesmo perímetro, é:
   
a) b) c) d)
8 6 4 2

RESOLUÇÃO: c
O perímetro do quadrado de lado  é 2pQ = 4 , e o perímetro do círculo de raio r é
 
2pC = 2 r. Assim, temos: 4   = 2  r  = .
r 2
A razão entre as áreas de um quadrado de lado  e de um círculo de raio r é
2 2
SQ 2 1  1  
= =    =    = .
SC   r 2   r   2 4

8) (AFA 1995) Considere uma circunferência inscrita num quadrado de lado a. A área
da região hachurada é:

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a2 a2 a2 a2
a) ( 4 − ) b) ( 4 − ) c) ( 4 − ) d) ( 4 − )
64 32 16 8

RESOLUÇÃO: b
1
A área hachurada é da diferença entre a área do quadrado e do círculo.
8
A circunferência inscrita no quadrado de lado a tem diâmetro a, e consequentemente
a
raio r = .
2
Assim, a área da região hachurada é
1 a   a   a (
2 2 2
1
S =  ( Squadrado − Scírculo ) =  a 2 −      = 1 −  = 4 − )
8 8  2   8  4  32

9) (AFA 1996) Seja ABC um triângulo retângulo com catetos AB e BC. Divide-se AB
em 10 partes congruentes e, pelos pontos de divisão, traçam-se retas paralelas a BC,
cortando o lado AC e determinando 9 segmentos paralelos a BC. Se BC = 18, então a
soma das medidas desses segmentos é:
a) 81 b) 64 c) 49 d) 100

RESOLUÇÃO: a

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É dado que:
AB1 = B1B2 = B2 B3 = = B8B9 = B9 B
B1C1 B2C2 B3C3 B9C9 BC
Assim, temos AB1C1 ~ AB2C2 ~ ~ AB9C9 ~ ABC.
BC B C BC B C BC
 1 1= 2 2 = 3 3= = 9 9 =
AB1 AB2 AB3 AB9 AB
BC B C BC B C 18
 1 1= 2 2 = 3 3= = 9 9 =
1 2 3 9 10
B1C1 + B2C2 + + B9C9 18
 =
1+ 2 + + 9 10
(1 + 9 )  9 18
 B1C1 + B2C2 + + B9C9 =  = 81
2 10

10) (AFA 1996) A base maior de um trapézio mede 26 cm, a menor 14 cm e a altura
6 cm. As alturas dos triângulos formados pelos prolongamentos dos lados não paralelos,
em cm, são:
a) 8 e 9 b) 7 e 13 c) 91 e 14 d) 15 e 18

RESOLUÇÃO: b

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Como o quadrilátero ABCD é um trapézio, suas bases AB e CD são paralelas. Isso


implica que os triângulos ABE e DCE são semelhantes. Assim, temos:
EH ' CD x 14 x 14 x 14
=  =  =  = x=7
EH AB x + 6 26 ( x + 6 ) − x 26 − 14 6 12
Logo, as alturas dos triângulos formados pelos prolongamentos dos lados não paralelos
são EH ' = x = 7 cm e EH = x + 6 = 7 + 6 = 13 cm.
Note que a diferença entre as duas alturas deve ser 6 cm, então a única opção possível é
a b).

11) (AFA 1996) Qual a área do triângulo retângulo isósceles que inscreve uma
circunferência de raio r = 2 ?
a) ( 3 + 2 2 ) b) 2 ( 3 + 2 2 ) c) 3( 2 + 2 ) d) 4 (1 + 2 )

RESOLUÇÃO: b

Sabemos que, em um triângulo retângulo, o raio do círculo inscrito é igual ao


semiperímetro menos a hipotenusa, conforme indicado na figura.
a 2
O triângulo retângulo isósceles de hipotenusa BC = a tem catetos AB = AC = .
2
O raio do círculo inscrito é dado por
1 a 2 a 2
 − a = ( 2 − 1) = 2
a
r = p −a = a + +
2 2 2  2
2 +1
= 2 + 2  a = 2(2 + 2 )
a 2
 = 
2 2 −1 2 +1
A área do triângulo retângulo isósceles é a metade do produto dos catetos, então
AB  AC 1 a 2 a 2 a 2 2 ( 2 + 2 ) 
2
SABC = =   = = = 6 + 4 2 = 2 (3 + 2 2 )
2 2 2 2 4 4

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12) (AFA 1996) Qual a diferença entre a área de um triângulo equilátero de lado a e a
área da circunferência nele inscrita?
a 2 ( 2 3 − ) a 2 (3 3 − )
a) b)
12 12
a 2 ( 4 3 − ) a 2 (5 3 − )
b) d)
12 12

RESOLUÇÃO: b
O raio do círculo inscrito em um triângulo equilátero é um terço da sua altura.
a 3
Assim, em um triângulo equilátero de lado a, a altura mede h = e o raio do círculo
2
h 1 a 3 a 3
inscrito é r = =  = .
3 3 2 6
A diferença entre a área de um triângulo equilátero de lado a e a área da circunferência
nele inscrita é
2
a2 3 a2 3 a 3 a 2 3 a 2 a 2
Striâng. − Scirc. = − r 2 = −    = − = (3 3 − )
4 4  6  4 12 12

13) (AFA 1996) O valor do menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio às 2h
e 15min é:
a) 15 b) 30 c) 1730' d) 2230'

RESOLUÇÃO: d
Sabemos que o menor ângulo formado pelos ponteiros das horas e dos minutos de um
60  H − 11 M
relógio à H horas de M minutos é  = .
2
Assim, às 2h e 15min, temos H = 2 e M = 15, então o ângulo é dado por
60  2 − 1115 120 − 165 −45 45
= = = = = 22,5 = 2230'
2 2 2 2

Bizu: Ângulo entre os ponteiros de um relógio


Vamos analisar o problema de identificar o ângulo  entre os ponteiros das horas e dos
minutos de um relógio às H horas e M minutos.

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Figura 1 Figura 2
360
O ângulo entre as marcações de horas é = 30 e o ângulo entre as marcações de
12
360
minutos é =6 .
60
30
A velocidade angular do ponteiro das horas é = 0,5 min e a velocidade
60 min
360
angular do ponteiro dos minutos é = 6 min .
60 min
ˆ = 30  H .
Às H horas em ponto, o ângulo entre os ponteiros do relógio é AOB
Entre H horas em ponto e H horas e M minutos, passaram-se M minutos. Nesse
período, o ponteiro das horas deslocou-se BOD ˆ = 0,5 min  M min = 0,5  M e o
ponteiro dos minutos deslocou-se AOC ˆ = 6 min  M min = 6  M . Assim, há duas
possibilidades para o ângulo entre os ponteiros das horas e dos minutos:
1°) Se o ponteiro dos minutos não ultrapassou o ponteiro das horas (Figura 1), temos:
ˆ = AOB
 = COD ˆ + BOD ˆ − AOCˆ = 30  H + 0,5  M − 6  M = 30  H − 5,5  M .
2°) Se o ponteiro dos minutos ultrapassou o ponteiro das horas (Figura 2), temos:
ˆ = AOC
 = COD ˆ − AOB ˆ − BODˆ = 6  M − 30  H − 0,5  M = 5,5  M − 30  H .
A expressão para o ângulo entre os ponteiros das horas e dos minutos de um relógio às
H horas e M minutos pode ser representada de maneira única como
60  H − 11  M
= .
2

14) (AFA 1996) Na figura abaixo, OA = 5, AB = 3, AOB ˆ = BOCˆ = COD


ˆ = e
ABO ˆ = CDO
ˆ = BCO ˆ = 90. Se x = cos2 , então a área do triângulo CDO é:

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a) 3x 2 b) 4x 2 c) 6x 2 d) 8x 2

RESOLUÇÃO: c
Os triângulos retângulos ABO, BCO e CDO possuem os mesmos ângulos, logo são
semelhantes.
Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulos ABO, temos:
AB2 + OB2 = OA 2  32 + OB2 = 52  OB = 4
Como ABO ~ BCO, temos:
BC OC OB BC OC 4 12 16
= =  = =  BC =  OC =
AB OB OA 3 4 5 5 5
Como ABO ~ CDO, temos:
CD OD OC CD OD 16 5 16 16
= =  = =  CD =  3  OD = 4
AB OB OA 3 4 5 25 25
2
OB 4 4 16
No triângulo retângulo ABO, temos: cos  = = , então x = cos 2  =   = .
OA 5 5 25
A área do triângulo retângulo CDO é a metade do produto dos catetos, então
2
1 1  16   16   16 
SCDO =  OD  CD =    4     3  = 6    = 6x 2
2 2  25   25   25 

15) (AFA 1996) Os lados de um triângulo ABC medem AB = 20 cm, BC = 15 cm e


AC = 10 cm. Sobre o lado BC marca-se BD = 3 cm e traçam-se paralelas DE ao lado
AB (E sobre AC) e DF ao lado AC (F sobre AB). O perímetro do paralelogramo AEDF,
em cm, é:
a) 24 b) 28 c) 32 d) 36

RESOLUÇÃO: d

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Como DF AC, então FBD ~ ABC, o que implica


FB DF BD FB DF 3
= =  = =  FB = 4  DF = 2
AB AC BC 20 10 15
Assim, temos: AE = DF = 2 e DE = AF = AB − FB = 20 − 4 = 16.
Logo, o perímetro do paralelogramo é 2pAEDF = 2  ( 2 + 16) = 36.

16) (AFA 1997) Sejam os triângulos ABC e CDE. O triângulo ABC está inscrito em
uma circunferência  de raio 3, o lado CA mede 3 e AB é diâmetro de . Os
vértices D e E do triângulo CDE são a interseção do prolongamento dos lados CA e CB
com a reta paralela a AB e tangente à circunferência . O valor de DE é:
a) 9 b) 5 3 c) 6 + 3 d) 2 ( 2 + 3 )

RESOLUÇÃO: d

Como AB é diâmetro da circunferência  , então o triângulo ABC é retângulo em C.


Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo ABC, temos:
BC 2 = AB2 − AC2 = ( 2 3 ) − ( 3 ) = 9  BC = 3
2 2

Vamos agora calcular a altura de ABC:


3
AB  CH = AC  BC  2 3  CH = 3  3  CH =
2

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3
A altura relativa ao lado DE do triângulo DCE é CH ' = CH + HH ' = CH + OT = + 3.
2
Como DE AB, então ACB ~ DCE. Assim, temos:
3
+ 3
3+ 2 3 2 3 (3 + 2 3 )
= 2(2 + 3)
DE CH ' DE 2
=  = =  DE =
AB CH 2 3 3 3 3
2

17) (AFA 1997) Considerando-se a figura abaixo, NÃO se pode afirmar que

a) Se o triângulo ABC é isósceles, então os triângulos ABD, ACE e BCD são sempre,
dois a dois, congruentes.
b) Os triângulos ABD e AEC são congruentes se os lados AB e BC forem congruentes e
F o incentro do triângulo ABC.
c) Os triângulos ABD e AEC são congruentes se os lados AB e BC forem congruentes e
F o ortocentro do triângulo ABC.
d) Os triângulos BEF e CDF são congruentes se os lados AB e BC forem congruentes e
F o baricentro do triângulo ABC.

RESOLUÇÃO: a
a) INCORRETO
Se AD  AE, os triângulos ABD e ACE não serão congruentes. Note que AB = AC e o
ângulo  é comum aos dois triângulos. Assim, se AD = AE, eles seriam congruentes
pelo caso L.A.L.
b) CORRETO
Se F é o incentro do triângulo ABC, então BD e CE são bissetrizes internas, o que
ˆ = DBC
implica ABD ˆ e ACE ˆ = ECB.
ˆ
Se AB = AC, então ABCˆ = ACB,ˆ o que implica ABDˆ = DBC
ˆ = ACEˆ = ECA.
ˆ
 comum 
 A.L.A.
AB = AC   ABD  ACE
ˆ 
ˆ = ACE
ABD 
c) CORRETO

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Se F é o ortocentro do triângulo ABC, então BD e CE são alturas do triângulo, o que


implica ADB ˆ = AEC ˆ = 90.
 comum 
 A.L.A.
AB = AC   ABD  ACE
ˆ = ACEˆ = 90 − A ˆ
ABD 
d) CORRETO
Se F é o baricentro do triângulo ABC, então BD e CE são medianas, o que implica
AE = BE e AD = DC.
Se AB = AC, então AE = BE = AD = DC.
AB = AC 
ˆ comum 
L.A.L.
A   ABD  ACE  ABD ˆ = ACE ˆ
AD = AE  
BE = CD 
ˆ
ˆ = DCF  L.A.Ao .
EBF   BEF  CDF
ˆ ( o.p.v.) 
ˆ = CFD
BFE 
Note que, nas letras b), c) e d), as figuras são simétricas em relação à altura do vértice,
pois o incentro, o ortocentro e o baricentro estão sobre essa altura. Na letra a), o ponto F
não está necessariamente sobre a altura, então não se pode garantir simetria.

18) (AFA 1998) Inscreve-se um quadrilátero convexo ABCD em uma circunferência


ˆ + BDC,
ˆ = x . Então, ACB
tal que ABC ˆ em graus, é o
a) suplementar de x. b) suplementar de 2x.
c) complementar de x. d) complementar de 2x.

RESOLUÇÃO: a

ˆ = ADB
Como o quadrilátero ABCD é inscritível, então ACB ˆ = AB . Assim, temos:
2
ˆ + BDC
ACB ˆ = ADB ˆ + BDC
ˆ = ADCˆ = 180 − ABC ˆ = 180 − x

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ˆ + BDC
Portanto, ACB ˆ é o suplementar de x .
Note que utilizamos que, em um quadrilátero inscritível, os ângulos opostos são
suplementares.

19) (AFA 1998) Dois vértices de um triângulo equilátero pertencem a dois lados de um
quadrado cuja área é 1 m2 . Se o terceiro vértice do triângulo coincide com um dos
vértices do quadrado, então, a área do triângulo, em m 2 , é
a) 2 3 − 1 b) 2 3 + 1 c) −3 + 2 3 d) 3 + 2 3

RESOLUÇÃO: c
Inicialmente, você pode observar a única alternativa válida é a letra (c), pois a área do
triângulo equilátero deve ser menor que a do quadrado, ou seja, menor do que 1 m2 .
Dito isso, vemos descobrir como obter a área desse triângulo.

Como o quadrado tem área 1 m 2 , seu lado tem medida 1 m.


Vamos aplicar o teorema de Pitágoras nos triângulos retângulos CDE e AEF.
2
= 1+ x2
2 (
= 1 − x ) + (1 − x ) = 2 − 4x + 2x 2
2 2

42 3
 1 + x 2 = 2 − 4x + 2x 2  x 2 − 4x + 1 = 0  x = = 2 3
2
x 1 x = 2 − 3
= 1+ x2 = 1+ (2 − 3 ) = 1+ 7 − 4 3 = 4 (2 − 3 )
2
 2

2
 4 ( 2 − 3 ) = ( 2 3 − 3) m 2 .
3 3
A área do triângulo equilátero é SCEF = =
4 4

20) (AFA 1998) Seja ABCD um quadrado, ABE um triângulo equilátero e E um ponto
ˆ mede, em graus,
interior ao quadrado. O ângulo AED
a) 55 b) 60 c) 75 d) 90

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RESOLUÇÃO: c

O ângulo DAEˆ é dado por DAE ˆ = BADˆ − BAEˆ = 90 − 60 = 30.
ˆ = 180 − 30 = 75.
ˆ = AED
O triângulo DAE é isósceles, então  = ADE
2

21) (AFA 1998) Seja o triângulo equilátero DEF, inscrito no triângulo isósceles ABC,
com AB = AC e DE paralelo a BC (D sobre AB e E sobre AC). Tomando-se ADE ˆ = ,
ˆ =  e DFB
CEF ˆ =  pode-se afirmar que
a)  +  = 2 b)  +  = 2 c) 2 +  = 3 d)  + 2  = 3

RESOLUÇÃO: a

DE BC  CBAˆ = EDA
ˆ =
ˆ = CBA
AB = AC  BCA ˆ =

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DE BC  DEC ˆ =
ˆ = BCA
Observando o ângulo AECˆ = 180, temos:  + 60 +  = 180   +  = 120.
ˆ
No ângulo raso ADB, ˆ = 180   + BDF
temos  + 60 + BDF ˆ = 120  BDFˆ = .
O triângulo BDF tem ângulos internos  ,  e . Como  +  = 120, então  = 60, o
que implica  +  = 2 .

22) (AFA 1998) Um círculo com área 100 cm2 possui uma corda de 16 cm. Qual a
área, em cm 2 , do maior círculo tangente a essa corda e a esse círculo em pontos
distintos?
a) 36 b) 49 c) 64 d) 81

RESOLUÇÃO: c

O círculo de centro O com área 100 cm2 tem raio 10 cm.


Traçando-se o diâmetro CD perpendicular à corda AB de 16 cm, determina-se o ponto
de intersecção M que é médio da corda AB. Assim, AM = MB = 8 cm.
Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo AMO, temos:
OM 2 = OA 2 − AM 2 = 102 − 82 = 36  OM = 6.
O diâmetro do maior círculo tangente à corda e ao círculo em pontos distintos é MD.
Como MD = MO + OD = 6 + 10 = 16, então a área desse círculo é
2
 16 
S =    = 64 cm2 .
 2

23) (AFA 1998) O pentágono ABCDE está inscrito em uma circunferência de centro O.
ˆ mede 40, então a soma dos ângulos BCD
Se o ângulo AOB ˆ e AED,
ˆ em graus, é
a) 144 b) 180 c) 200 d) 214

RESOLUÇÃO: c

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ˆ = 40 é um ângulo central, então ABmenor = 40.


O ângulo AOB
ˆ =  e AED
Os ângulos BCD ˆ =  são ângulos inscritos na circunferência, então

ˆ = BAED ABmenor + AED


 = BCD =
2 2
ˆ = ABCD = ABmenor + BCD
 = AED
2 2
ˆ + AED
  +  = BCD ˆ = ABmenor + ABmenor + BCD + AED = 40 + 360 = 200
2 2 2 2
Note que ABmenor + BCD + AED = 360.

24) (AFA 1999) Na figura abaixo o perímetro do triângulo equilátero ABC é 72 cm , M


é o ponto médio de AB e CE = 16 cm . Então, a medida do segmento CN, em cm, é um
sétimo de

a) 51 b) 50 c) 49 d) 48

RESOLUÇÃO: d
72
O triângulo equilátero ABC de perímetro 72 cm tem lados iguais a = 24 cm.
3

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Aplicando o teorema de Menelaus no triângulo ABC com secante ENM, onde CN = x,


temos:
AM CN BE 12 x 40 48
  =1   =1 x =
BM AN CE 12 24 − x 16 7
48
Portanto, CN = x = é um sétimo de 48.
7

25) (AFA 1999) Na figura abaixo, o lado do quadrado é 1 cm. Então, a área da região
sombreada, em cm 2 , é

 1  1  1  1
a) − b) − c) − d) −
4 2 2 2 4 4 2 4

RESOLUÇÃO: a

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1
A região sombreada é igual à soma de quatro segmentos circulares de 90 e raio .
2
 1 1
1 2  
1  1
 S = 4        − 2  =  −  cm 2
2
4 2 2   4 2

Bizu: Área do setor circular e do segmento circular


Um setor circular é a região da circunferência delimitada por dois raios e um arco e é
caracterizado pelo ângulo central por ele determinado.
A área do setor circular é igual à metade do produto do quadrado do raio pelo ângulo
central em radianos.

Seja um setor circular de ângulo central  em radianos e de raio R , então sua área é
  R2
S= .
2
Observe que, se o ângulo central estiver expresso em graus, a expressão resultante é
R 2  
S= .
360
Demonstração:
A área do setor circular é proporcional ao ângulo central. Assim, um setor circular de 
    R2
radianos representa da área total do círculo, ou seja,  R 2 = .
2 2 2

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Um segmento circular é uma região da circunferência delimitada por uma corda e um


arco e também é caracterizado pelo ângulo central associado à corda.

Seja um segmento circular de  em radianos e de raio R , então sua área é obtida a


partir da área do setor circular de ângulo central  e raio R, menos a área do triângulo
determinado pelos raios e pela corda, ou seja,
R2 (
Ssegmento  = Ssetor  − Striângulo =   − sen  ) .
2

26) (AFA 1999) De 2h 45 min a 4h 35 min, o ponteiro das horas de um relógio


percorre, em radianos,
11  5 7
a) b) c) d)
36 3 18 24

RESOLUÇÃO: a
 45  2 33 
A posição do ponteiro das horas às 2h 45 min é  2 +   =  rad e às
 60  12 12 6
 35  2 55 
4h 35 min é  4 +   =  rad.
 60  12 12 6
55  33  11
Portanto, foram percorridos  −  = rad.
12 6 12 6 36

27) (AFA 1999) A área do quadrado menor, da figura abaixo, vale

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a) 2 b) 2 c) 5 d) 8

RESOLUÇÃO: b

Como o enunciado informa que o quadrilátero menor é um quadrado, então os ângulos


ˆ = BGC
AFB ˆ = CHD
ˆ = DEAˆ = 90.
Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo ABF, temos:
AF2 = AB2 − BF2 = ( 10 ) − ( 2 ) = 8  AF = 2 2.
2 2

Observe que os quatro triângulos retângulos da figura são congruentes.


A área do quadrado menor é igual à área do quadrado maior menos a área dos quatro
triângulos retângulos. Assim, temos:
2 2 2
SEFGH = SABCD − 4  SABF = ( 10 ) − 4 
2
= 10 − 8 = 2 unidades de área.
2

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28) (AFA 1999) Considere um triângulo equilátero, um quadrado e um hexágono


regular, todos com o mesmo perímetro. Sejam AT , A Q e A H as áreas do triângulo, do
quadrado e do hexágono, respectivamente. Então, pode-se afirmar que
a) A T  A Q  A H . b) A T = A Q = A H .
c) A T  A Q e A Q  A H . d) A T  A Q e A Q = A H .

RESOLUÇÃO: a
Seja 2p o perímetro dos três polígonos regulares, então o lado do triângulo equilátero é
2p 2p 2p
LT = , o lado do quadrado é LQ = e o lado do hexágono regular é L H = .
3 4 6
2
3  2p  3 2
A área do triângulo equilátero é AT =   = p .
4  3  9
2
 2p  1
A área do quadrado é AQ =   = p2 .
 4  4
2
3  2p  3 2
A área do hexágono regular é AH = 6    = p .
4  6  6
3 2 1 2 3 2
p  p  p  AT  AQ  A H
9 4 6
29) (AFA 2000) O valor de x 2 , na figura abaixo, é

a2 a4 a2 b2 b4 b4
a) b 2 − b) − c) − d) b2 −
4 b2 4 4 a2 4a 2

RESOLUÇÃO: d

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2 2 2 b2
Teorema de Pitágoras no AMC : AM + MC = AC  AM = a 2 −
4
2  2 
A.A. BD BC x b b b b4
BDC AMC  =  =  x 2 = 2   a 2 −  = b2 − 2
AM AC b2 a a  4  4a
a2 −
4

30) (AFA 2000) Seja P um ponto interior a um triângulo equilátero de lado k. Qual o
valor de k, sabendo-se que a soma das distâncias de P a cada um dos lados do triângulo
é 2?
2 3 4 3
a) b) 3 c) d) 2 3
3 3

RESOLUÇÃO: c

A área do triângulo equilátero ABC é igual à soma das áreas dos triângulos APB, BPC e
CPA. Assim, temos:

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k  CH k  PF k  PD k  PE
SABC = SAPB + SBPC + SCPA  = + +  CH = PF + PD + PE
2 2 2 2
k 3
A altura CH do triângulo equilátero de lado k é CH = .
2
k 3 4 4 3
Portanto, CH = PD + PE + PF  =2k= = .
2 3 3

31) (AFA 2000) Na figura, O e M são centros das semicircunferências. O perímetro do


triângulo DBC, quando AO = r = 2  AM, é

r (3 2 + 5 ) r( 2 + 3 5)
a) b)
2 2
r ( 2 + 3 10 ) r ( 3 2 + 10 )
c) d)
2 2

RESOLUÇÃO: d
r
Inicialmente, observemos que A, D e C são colineares, pois MA = MD = implica
2
MADˆ = 45 e OA = OC = r implica OAC = 45.
O ângulo ACBˆ = 90, pois é um ângulo inscrito na semicircunferência.
O triângulo BOC é um triângulo retângulo isósceles de catetos OB = OC = r, então sua
hipotenusa é BC = r 2.
r
O triângulo AMD é um triângulo retângulo isósceles de catetos MA = MB = , então
2
r 2
sua hipotenusa é AD = .
2
r 2 r 2
O cateto CD do triângulo BCD é CD = AC − AD = r 2 − = .
2 2
Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo BCD, temos:
2
r 2 2
10r 2
BD = BC + CD = ( r 2 ) +  2 2r
2 r 10
 = 2r + =  BD =
2 2 2
 2  4 4 2
Portanto, o perímetro do triângulo BCD é

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= ( 3 2 + 10 )
r 2 r 10 r
2p BCD = BC + CD + BD = r 2 + +
2 2 2

32) (AFA 2001) Conforme a figura abaixo, s e t são, respectivamente, retas secante e
tangente à circunferência de centro O. Se T é um ponto da circunferência comum às
retas tangente e secante, então o ângulo  , formado por t e s, é

a) 10 b) 20 c) 30 d) 40

RESOLUÇÃO: a

ˆ = 80 .
ˆ = OAT
Como OT = OA, então OTA
Como t é uma reta tangente à circunferência de centro O no ponto T, então OT ⊥ t.
Portanto,  = 90 − 80 = 10 .

33) (AFA 2001) Sejam r e s retas paralelas. A medida do ângulo  , na figura abaixo, é

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a) 115 b) 125 c) 135 d) 145

RESOLUÇÃO: c
Analisando as duas transversais à esquerda, temos: y = 50 + 40 = 90 .
Analisando a transversal à direita, temos:
 + (  − y ) = 180  2 = 180 + y = 180 + 90 = 270   = 135 .

34) (AFA 2001) Na figura, O é o centro da circunferência de raio r, AD = DE = EB = r


e  é o menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio às 9h 25 min . O valor do
ˆ é
ângulo  = CBE

a) 120 b) 119, 45 c) 126, 25 d) 135,50

RESOLUÇÃO: c
O ângulo entre os ponteiros das horas e dos minutos de um relógios às H horas e M
60  H − 11 M 60  9 − 11 25
minutos é . Assim, temos:  = = 132 30'
2 2
Se AD = DE = EB = r, então essas cordas são lados do hexágono regular inscrito na
circunferência, o que implica AD = DE = EB = 60 .
O ângulo  é um ângulo inscrito na circunferência, então
ACmenor + ADE  + 2  60 252 30'
= = = = 126 15' = 126, 25 .
2 2 2

35) (AFA 2001) A figura abaixo representa um quadrado de 8 cm de lado. A área, em


cm 2 , da figura sombreada é

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a) 23, 02 b) 24, 01 c) 25, 04 d) 26,10


RESOLUÇÃO: c

Aplicando o teorema de Pitágoras no triângulo retângulo EAB , temos:


AE 2 = 62 + 82 = 100  AE = 10 .
A.A. AH GH AG AH GH 2 6 8
AGH EAB  = =  = =  AH =  GH =
EB AB AE 6 8 10 5 5
 SEFGH = SABCD − SABE − SCEF − SDFG − SAGH =
6 8

6  8 2  5 3  6 24
=8 −
2
− − − 5 = 26 −
5 = 25, 04 u.a.
2 2 2 2 25

36) (AFA 2002) No desenho abaixo, estão representados os terrenos I, II e III.

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Quantos metros de comprimento deverá ter o muro que o proprietário do terreno II


construirá para fechar o lado que faz frente com a rua B?
a) 28 b) 29 c) 32 d) 35

RESOLUÇÃO: c

A figura apresenta um feixe de retas paralelas (todas perpendiculares à Rua C).


Portanto, podemos aplicar o teorema de Thales. Assim, temos:
x 20 4
=  x = 24  = 32 m .
24 15 3

37) (AFA 2002) Na figura abaixo, os pontos A, B e C pertencem à circunferência de


centro O e raio r. Se  = 140 e  = 50 , então, a área do triângulo BOC é

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r 3 r2 2 r 2 r2 3
a) b) c) d)
2 3 9 4

RESOLUÇÃO: d
ˆ =  = 50 é um ângulo inscrito na circunferência. Assim, temos:
O ângulo ABC
AC ˆ = 100 (ângulo central)
= = 50  AC = 100  AOC
2
O ângulo central BOCˆ é dado por
ˆ = 360 − AOC
BOC ˆ − AOB
ˆ = 360 − 100 − 140 = 120 .
Portanto, a área do BOC é dada por:
OB  OC ˆ = r  r sen120 = r  3 = r 3 .
2 2
SBOC = sen BOC
2 2 2 2 4

38) (AFA 2002) Na figura abaixo, os triângulos ABC e CDE são equiláteros. Se a razão
9
entre as áreas desses triângulos é e o perímetro do menor é 12, então, a área do
4
quadrilátero ABDE é

a) 2 + 3 b) 9 3 c) 11 − 3 d) 19 3

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RESOLUÇÃO: d

Seja L o lado do triângulo equilátero ABC e o lado do triângulo equilátero CDE e,


sabendo que a razão entre as áreas de figuras semelhantes é o quadrado da razão de
semelhança, temos:
2
L 9 L 3
  =  =
  4 2
Como o perímetro do menor triângulo CDE é 12 , então 2pCDE = 3 = 12  = 4 .
L L 3
Assim, temos: = =  L = 6 .
4 2
A área do quadrilátero ABDE é dada por:
62 3 42 3 6  4
SABDE = SABC + SCDE + SBCD = + + sen 60 = 13 3 + 6 3 = 19 3 u.a.
4 4 2

39) (AFA 2003) As duas polias da figura giram simultaneamente em torno de seus
respectivos centros O e O’, por estarem ligadas por uma correia inextensível.

Quantos graus deve girar a menor polia para que a maior dê uma volta completa?
a) 1080 b) 120 c) 720 d) 2160

RESOLUÇÃO: a
Como a correia é inextensível, os comprimentos percorridos nas duas polias são iguais.
Se a maior polia dá uma volta completa, a correia percorre 2 3R = 6R.
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6R
Na polia menor, isso corresponde a = 3 voltas, o que equivale a 3  360 = 1080 .
2R

ˆ
40) (AFA 2003) ABC é um triângulo retângulo em A e CX é bissetriz do ângulo BCA,
onde X é ponto do lado AB. A medida de CX é 4 cm e a de BC é 24 cm. Sendo
assim, a medida do lado AC, em centímetros, é igual a
a) 3 b) 4 c) 5 d) 6

RESOLUÇÃO: a

AC AC
No triângulo retângulo ACX , temos: cos  = = .
CX 4
AC AC
No triângulo retângulo ABC , temos: cos 2 = = .
BC 24
Como cos 2 = 2 cos 2  − 1 , temos:
2 2
AC  AC  AC AC 2 8
= 2  −1  = − 1  3AC − AC − 24 = 0  AC = −  AC = 3
24  4  24 8 3
Como AC  0, então AC = 3 cm.

41) (AFA 2003) Na figura, o triângulo AEC é equilátero e ABCD é um quadrado de


lado 2 cm. A distância BE, em cm, vale.

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a) 2 3 b) 6 −1 c) 3+ 2 d) 6− 2

RESOLUÇÃO: d

A diagonal BD do quadrado e a altura EM do triângulo equilátero estão sobre a mesma


reta suporte, pois ambas são perpendiculares a AC em M . Assim, BE = EM − BM .
BD 2 2
As diagonais do quadrado são AC = BD = 2 2 e BM = = = 2.
2 2
O triângulo equilátero AEC tem lado AC = 2 2 e, portanto, altura
(2 2 )  3
EM = = 6.
2
Logo, BE = EM − BM = 6 − 2 cm.

42) (AFA 2003) Na figura, RST é um triângulo retângulo em S. Os arcos RnSpT ,


RmS e SqT são semicircunferências cujos diâmetros são, respectivamente, RT , SR e
ST . A soma das áreas das figuras hachuradas está para a área do triângulo RST na
razão

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1 1 3
a) b) c) 1 d)
3 2 2

RESOLUÇÃO: c

A área sombreada é igual à área das duas semicircunferências de diâmetros RS e ST


menos a área da semicircunferência de diâmetro RT mais a área do triângulo RST .
Aplicando o teorema de Pitágoras ao RST , temos: 4c2 = 4b2 + 4a 2  c2 = b2 + a 2 .
Assim, a área sombreada é dada por:
S = b 2 + a 2 − c 2 + SRST =  ( b 2 + a 2 − c 2 ) + SRST = SRST 
1 1 1 1 S
=1
2 2 2 2 SRST

43) (AFA 2004) Um trapézio  tem bases de medidas 80 m e 60 m, e altura de medida


24 m. A 6 m da maior base, traça-se uma paralela situada entre as duas bases do
trapézio  , determinando, assim, dois outros trapézios  e . O módulo da diferença
entre as áreas dos trapézios  e  é, em m 2 , igual a

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a) 700 b) 750 c) 820 d) 950

RESOLUÇÃO: b

Seja DG BC, então o #BGDC é um paralelogramo e BG = CD = 60, logo AG = 20.


Seja EF a reta paralela citada no enunciado, distante 6 m da maior base, e o ponto I a
sua interseção com o segmento DG, então DEI DAG, o que implica
EI 18 EI 18
=  =  EI = 15 , onde usamos a razão entre as alturas dos dois
AG 24 20 24
triângulos como razão de semelhança.
Dessa foram, temos EF = EI + IF = 15 + 60 = 75 .
( 75 + 60 ) 18
As áreas dos trapézios determinados são SDEFC = = 1215 m2 e
2
(80 + 75)  6
SAEFB = = 465 m2 , cujo módulo da diferença é 1215 − 465 = 750 m2 .
2

44) (AFA 2004) Seja PQ tangente à circunferência de centro O e raio r. Se CQ = r,


pode-se afirmar que PQ + PC é igual a

a) r + 3 b) 2r + r 3 c) r 3 d) r + r 3

RESOLUÇÃO: d

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ˆ = 60 .
Se CQ = r, então CQ é o lado do hexágono inscrito na circunferência e COQ
Se PQ tangente à circunferência, então PQ ⊥ OQ, o que implica PQOˆ = 90.
No triângulo retângulo OPQ, temos:
PQ PQ
tg 60 = = = 3  PQ = r 3
OQ r
PQ r 3 3
sen 60 = = =  PC = r
OP r + PC 2
Portanto, PQ + PC = r 3 + r.

45) (AFA 2005) Considere o triângulo ABC, de lados AB = 15, AC = 10, BC = 12 e


seu baricentro G. Traçam-se GE e GF paralelos a AB e AC, respectivamente, conforme
a figura abaixo. O perímetro do triângulo GEF é um número que, escrito na forma de
fração irredutível, tem a soma do numerador com o denominador igual a

a) 43 b) 40 c) 38 d) 35

RESOLUÇÃO: b
GM 1
= .
Como G é o baricentro do triângulo ABC , então
AM 3
Como GE AB e GF AC, então GEF ABC (A.A.) e a razão de semelhança é
GM 1
= , obtida a partir das medianas homólogas.
AM 3

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Como a razão entre os perímetros dos triângulos também é igual à razão de semelhança,
2pGEF 2p GEF 1 37
temos: = =  2pGEF = .
2p ABC 15 + 10 + 12 3 3
Como a fração obtida acima já se encontra em sua forma irredutível, então a soma de
seu numerador e seu denominador é igual à 37 + 3 = 40.

46) (AFA 2007) Um triângulo retângulo está circunscrito a um círculo de raio 15 m e


inscrito em um círculo de raio 37,5 m. A área desse triângulo, em m 2 , mede
a) 350 b) 750 c) 1050 d) 1350

RESOLUÇÃO: d

Seja um triângulo retângulo de hipotenusa a, raio do círculo inscrito r = 15 m, , raio do


círculo circunscrito R = 37,5 m e semiperímetro p, então
a = 2R  a = 2  37,5 = 75
r = p − a  15 = p − 75  p = 90
A área do triângulo é S = p  r = 90 15 = 1350 m2.
Esse problema também poderia ser resolvido da seguinte forma, sem a utilização da
fórmula S = p  r :
a+b+c
p= = 90  a + b + c = 180  75 + b + c = 180  b + c = 105
2
Pelo teorema de Pitágoras, b2 + c2 = a 2 = 752.
b + c = 105  b 2 + 2bc + c 2 = 1052  752 + 2bc = 1052 
 2bc = 1052 − 752 = (105 + 75 )(105 − 75 )  bc = 2700
bc 2700
S= = = 1350 m 2 .
2 2

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47) (AFA 2008) Considere um triângulo MNP, equilátero, inscrito numa circunferência
de centro O e raio r. Seja RS uma corda que intercepta os lados MN e MP do
triângulo nos pontos T e V, pontos médios dos respectivos lados (R está no arco MN
menor). Se RT  VS  1 cm, então o valor da área do quadrilátero NPVT, em cm 2 , é
dado por um número do intervalo (Dados 3 = 1, 73 e 5 = 2, 23)
a) 1,3 b) 5, 7 c)  7,9 d) 3,5

RESOLUÇÃO: d

Considerando a potência do ponto T em relação à circunferência, temos:


0
 
MT  TN = RT  TS   = 1   + 1   2 − 2 − 4 = 0  = 1  5  = 1 + 5
2 2 2 
NP 1 + 5
O segmento TV é base média do MNP, portanto TV NP e TV = = .
2 2
A altura h do #NPVT é igual à metade da altura do MNP equilátero, logo,
1 3 3
h=  = .
2 2 4
Portanto, a área do #NPVT é dada por
 
( NP + TV )  +  2
SNPVT = h =  2   3 = 3 3 = 3 3  (1 + 5 )2 =
2 2 4 16 16

=
3 3
 (6 + 2 5 ) =
3 3
( 3 + 5 )  3 1, 73  ( 3 + 2, 23)  3, 4  3,5
16 8 8

48) (AFA 2008) Um triângulo ABC é não isósceles. Sejam M, N e P, respectivamente,


os pontos médios dos lados AB, BC e AC desse triângulo, de forma que AN = 3 cm e
BP = 6 cm. Se a área do triângulo ABC mede 3 15 cm2 , então o comprimento da outra
mediana, CM, em cm, é igual a
a) 3 6 b) 6 15 c) 3 d) 2

RESOLUÇÃO: a

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Sabemos que o baricentro do triângulo divide cada uma das medianas na razão 2 para 1
e que as três medianas dividem o triângulo em seis triângulos equivalentes.
1 1 15 22 15 15
SAGP =  SABC =  3 15 =  SAGP = sen  =  sen  =
6 6 2 2 2 4
2
 15  1 1
cos  = 1 − 
2
 =  cos  = 
 4  16 4
CN
Seja D o ponto médio de AG, então DP é base média do ANC e DP = = x.
2
Aplicando a lei dos cossenos ao GDP, temos:
1 1
1° caso: cos  =  x 2 = 12 + 22 − 2 1 2  = 4  x = 2
4 4
Nesse caso, temos CM = 3x = 3  2 = 6 = BP, o que implica que o ABC é isósceles e
que contradiz o enunciado.
1  1
2° caso: cos  = −  x 2 = 12 + 22 − 2 1 2   −  = 6  x = 6
4  4
Nesse caso, temos CM = 3x = 3 6 cm.

49) (AFA 2009) Considere num mesmo plano os pontos da figura abaixo, de tal forma
que:
(I) AW  CW  EW  GW  IW  LW  NW  PW
(II) BW  DW  FW  HW  JW  MW  OW  QW
(III) AWB  BWC  CWD   PWQ  QWA
(IV) PC  AE  CG  EI  GL  IN  NA  LP  a

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A área da região sombreada da figura, em função de a, é:


a) 12a 2 − 8a 2 2 b) 6a 2 + 4a 2 2
c) 12a 2 + 8a 2 2 d) 6a 2 − 4a 2 2

RESOLUÇÃO: d

Como PC  AE  CG  EI  GL  IN  NA  LP  a , então os quadriláteros AEIN e


CGLP são losangos e suas diagonais são perpendiculares e cortam-se ao meio.
Como AW  CW  EW  GW  IW  LW  NW  PW , as diagonais de AEIN e
CGLP são iguais e consequentemente os quadriláteros são quadrados.
AW  CW 
 L.A.L.
ˆ  BWC
AWB ˆ   AWB  CWB  AB  BC

BW comum 

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Analogamente, CD  DE . Sejam AB = BC = CD = DE = x .
O BCD é retângulo isósceles de catetos BC = CD = x e, portanto, a sua hipotenusa é
BD = x 2 .
1 2− 2
Assim, temos AE = AB + BD + DE = x + x 2 + x = a  x = a= a
2+ 2 2
Pela simetria da figura, observa-se que a área sombreada é igual à área de oito
2− 2
triângulos retângulos isósceles de catetos x= a. Portanto,
2
2
1  2− 2 
S = 8  a  = ( 6 − 4 2 )  a 2 unidades de área.
2  2 

50) (AFA 2011) As circunferências 1 e  2 da figura abaixo interiores e a distância


entre os centros C1 e C2 é igual a 1 1 cm

Se a área sombreada é igual à área não sombreada na figura, é correto afirmar que o raio
de  2 , em cm, é um número do intervalo
 11  11 23   23 5   5 13 
a)  2,  b)  ,  c)  ,  d)  , 
 5  5 10   10 2  2 5 

RESOLUÇÃO: c
Chamando o raio de  2 de x, que é a distância entre o centro C2 de  2 e o ponto de
tangência entre  2 e 1 , então o raio de 1 será x + 1 .
Como a área sombreada (área de  2 ) é igual à área não sombreada (área de 1 menos a
área de  2 ) na figura, temos:
x 2 =  ( x + 1) − x 2  x 2 − 2x −1 = 0  x = 1  2
2

x  0  x = 1+ 2
 23 5 
1,3  2  1,5  2,3  1 + 2  2,5  x   , 
 10 2 

51) (AFA 2011) Na figura abaixo têm-se quatro círculos, congruentes de centros O1 ,
O 2 , O3 e O 4 e de raio igual a 10 cm . Os pontos M, N, P e Q são pontos de tangência

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entre os círculos e A, B, C, D, E, F, G e H são pontos de tangência entre os círculos e a


correia que os contorna.

Sabendo-se que essa correia é inextensível, seu perímetro, em cm, é igual a


a) 2 (  + 40) b) 5 (  + 16) c) 20 (  + 4) d) 5 (  + 8)

RESOLUÇÃO: c
1
Os arcos HA, BC, DE e FG são iguais a da circunferência de raio 10 cada um, então
4
a soma dos comprimentos desses quatro arcos é igual ao comprimento de uma
circunferência completa, ou seja, 210 = 20 .
Os segmentos de reta AB, CD, EF e GH são iguais a 2 raios, ou seja, 20 cm cada.
Portanto, o perímetro da correia é dado por 20 + 4  20 = 20  (  + 4 ) cm .

52) (AFA 2012) Conforme a figura abaixo, A é o ponto de tangência das


circunferências de centros C1 , C2 e C 3 . Sabe-se que os raios dessas circunferências
formam uma progressão geométrica crescente.

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Se os raios das circunferências de centros C1 e C2 medem, respectivamente, 2r e 3r ,


então a área da região sombreada vale, em unidades de área,
55 2 29 2 61 2
a) r b) r c)  r d) 8 r 2
8 4 8

RESOLUÇÃO: c
Seja R 3 o raio da circunferência de centro C3 .
9r
PG : 2r,3r, R 3  ( 3r ) = ( 2r )  R 3  R 3 =
2
2
A área da região sombreada é igual à metade da área da circunferência de centro C3
menos metade da área da circunferência de centro C2 mais metade da área da
circunferência de centro C1 . Logo,
2
1  9r  1 1  81 9  61
S =      −    ( 3r ) +    ( 2r ) =  − + 2     r 2 =   r 2 .
2 2
2 2 2 2 8 2  8

53) (AFA 2013) Um triângulo é tal que as medidas de seus ângulos internos constituem
uma progressão aritmética e as medidas de seus lados constituem uma progressão
geométrica. Dessa maneira, esse triângulo NÃO é:
a) acutângulo. b) equilátero. c) obtusângulo. d) isósceles.

RESOLUÇÃO: c
Sejam a PA ( x − r, x, x + r ) , com r  0 , cujos elementos são os ângulos internos do
y 
triângulo, e a PG  , y, yq  , com q  1 , cujos elementos são os lados do triângulo.
q 
A soma dos ângulos internos do triângulo é 180 , portanto,
( x − r ) + x + ( x + r ) = 180  3x = 180  x = 60 .
Aplicando a lei dos cossenos, temos:

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2
y y 1
y = ( yq ) +   − 2  ( yq )    cos 60  1 = q 2 + 2 − 1  q 4 − 2q 2 + 1 = 0  q = 1 .
2 2
q q q
Portanto, os lados do triângulo são todos iguais, ou seja, o triângulo é equilátero,
isósceles e acutângulo, porém não é obtusângulo.

54) (AFA 2014) Na figura abaixo, os três círculos têm centro sobre a reta AB e os dois
de maior raio têm centro sobre a circunferência de menor raio.

A expressão que fornece o valor da área sombreada é


17  − 6 3 2 11 + 9 3 2 15 − 4 3 2 13 + 6 3 2
a) r b) r c) r d) r
9 12 9 12

RESOLUÇÃO: d

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r
Sejam O , O1 e O 2 os centros da circunferência menor de raio e das duas
2
circunferências maiores de raio r , respectivamente.
r
Como O1O = O 2O = , a corda CD é o lado do triângulo equilátero inscrito nas
2
circunferências maiores e determina segmentos circulares de 120 .
Dessa forma, a área sombreada é igual à área de duas circunferências de raio r menos a
área de dois segmentos circulares de 120 e raio r e menos a área de uma
r
circunferência de raio .
2
 r 2
rr  2
r  2 1 3 2 13 + 6 3 2
S = 2   r2 − 2   − sen120  −     =  2 − −   r 2 + r = r
 3 2  2  3 4 2 12

55) (AFA 2015) Seja o quadrado ABCD e o ponto E pertencente ao segmento AB .


Sabendo-se que a área do triângulo ADE , a área do trapézio BCDE e a área do
quadrado ABCD formam juntas, nessa ordem, uma Progressão Aritmética (P.A.) e a
soma das áreas desses polígonos é igual a 800 cm 2 , tem-se que a medida do segmento
EB
a) é fração própria.
b) é decimal exato.
c) é decimal não exato e periódico.
d) pertence ao conjunto A = *+ − +.

RESOLUÇÃO: c

SADE = S − r
 800
PA : SBCDE = S  SADE + SBCDE + SABCD = 3  S = 800  S =
S 3
 ABCD = S + r
S 400
SABCD = SADE + SBCDE  S + r = S − r + S  r = =
2 3

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800 400
SABCD = 2
= + = 400  = 20 cm
3 3
( 20 + EB )  20 800 20
SBCDE = =  EB = cm
2 3 3
20
Assim, EB = cm é um decimal não exato e periódico.
3

56) (AFA 2017) Considere, no triângulo ABC abaixo, os pontos P  AB, Q  BC,
R  AC e os segmentos PQ e QR paralelos, respectivamente, a AC e AB. Sabendo
que BQ = 3 cm, QC = 1 cm e que a área do triângulo ABC é 8 cm 2 , então a área do
paralelogramo hachurado, em cm 2 , é igual a

a) 2 b) 3 c) 4 d) 5

RESOLUÇÃO: b

Como os segmentos PQ e QR paralelos, respectivamente, a AC e AB, então os


triângulos ABC, PBQ e RQC são semelhantes.
Sabendo que, no caso de figuras semelhantes, a razão entre as áreas é igual ao quadrado
da razão de semelhança. Assim, podemos escrever:
SPBQ SRQC SABC SPBQ SRQC 8 9 1
2
= 2
= 2
 2 = 2 = 2  SPBQ =  SRQC =
BQ QC BC 3 1 4 2 2
A área do paralelogramo APQR é igual à área do triângulo ABC menos a área dos
triângulos PBQ e RQC.
9 1
SAPQR = SABC − SPBQ − SRQC = 8 − − = 3 cm 2
2 2

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57) (AFA 2018) A figura a seguir é um pentágono regular de lado 2 cm.

Os triângulos DBC e BCP são semelhantes.


A medida de AC, uma das diagonais do pentágono regular, em cm, é igual a
5
a) 1 + 5 b) −1 + 5 c) 2 + d) 2 5 − 1
2

RESOLUÇÃO: a

360
O pentágono regular divide a circunferência em 5 arcos iguais de = 72. Sabendo
5
que a medida de um ângulo inscrito é metade da medida do arco por ele determinado,
podemos identificar os ângulos da figura.
No triângulo ABP, temos ABP ˆ = APBˆ = 72, então o triângulo é isósceles e
AP = AB = 2.
Todas as diagonais do pentágono regular são iguais, pois são cordas que determinam
arcos de 2  72 = 144.
Sejam AC = BD = x e, como ABC BPC, temos:
x 2
=  x 2 − 2x − 4 = 0  x = 1  5
2 x−2
Como x  0, então x = AC = 1 + 5 cm.
Alternativamente, poderia ter sido usado o teorema de Ptolomeu diretamente no
quadrilátero inscritível ABCD. Assim,
AB  CD + AD  BC = AC  BD  2  2 + x  2 = x  x  x 2 − 2x + 4 = 0.

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