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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE ANGOLA

FACULDADE DE DIREITO

PROGRAMA DE

TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL

ANO: 2017

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INTRODUÇÃO

A Teoria Geral do Direito Civil é uma disciplina jurídica de natureza introdutória, tendo
por objectivo introduzir o estudante do Curso de Direito, ainda principiante, no Direito Privado,
em geral, e no Direito Civil, em especial.

O Direito Civil, contido, na sua acepção objectiva, na Constituição, enquanto Lei Mãe, no
Código Civil e na legislação civil complementar, tem sido caracterizado, tradicionalmente, pela
existência de normas e conceitos gerais e abstractos e por uma linguagem técnica e muito
refinada, cuja compreensão exige algum esforço de abstracção.

Em virtude disto, o ensino da Teoria Geral do Direito Civil, que tem por objecto a Parte
Geral do Código Civil, onde se encontram os princípios, conceitos e regras básicas do Direito
Civil, não pode ser feito sem ter em conta o desafio e o esforço que aquele exercício de
abstracção representa para, por um lado, traduzir a linguagem técnica na linguagem do aluno,
que ainda não está totalmente familiarizado com a linguagem jurídica, e muito menos técnica e,
por outro, ajudar a elevar a mente do discente para o nível de abstracção necessário à
compreensão daqueles conceitos.

Além disso, a TGDC deve proporcionar ao aluno a compreensão da natureza jurídica dos
ramos do Direito Civil e do Direito Privado, em geral, a fim de que ele saiba, posteriormente, no
estudo dos ramos do Direito Civil, em especial, e do Direito Privado, em geral, bem como na
vida prática, como profissional do Direito, reconduzir as situações e os problemas jurídicos com
que se confrontar ao contexto apropriado e adequado para a sua solução.

O programa que ora se oferece representa o produto de um esforço de combinação do que


há de melhor nos melhores manuais de Teoria Geral do Direito Civil, respeitando a matriz
consagrada pela tradição seguida, há anos, nas Faculdades de Direito em Angola.

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I- OBJECTIVOS:
A Teoria Geral do Direito Civil é uma disciplina que tem o condão e a finalidade de
introduzir o estudante do Curso de Direito ao Direito Privado, em geral. Neste contexto, o
presente programa visa atingir os seguintes objectivos:

1. Objectivo geral: capacitar o estudante a assimilar e compreender os princípios, as


regras e os conceitos básicos do Direito Civil, bem como a filosofia jurídica
subjacente às suas normas, e ajudá-lo a compenetrar-se da importância do estudo
deste ramo de Direito para o exercício da vida jurídica dos particulares.

2. Objectivos específicos:
 Capacitar o estudante a compreender os princípios basilares do Direito Civil
e as divisões básicas do Direito Privado, fundadas na natureza das relações
jurídicas privadas.
 Capacitar o estudante a compreender os conceitos e institutos jurídicos do
Direito Privado, relativos às pessoas, às coisas e aos factos jurídicos, com
especial destaque para o negócio jurídico;
 Dotar o estudante da capacidade necessária para interpretar correctamente
as normas jurídicas do Direito Privado.

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II PROGRAMA

TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL I (1º SEMESTRE)

PARTE I
INTRODUÇÃO

1. Direito Público e Direito Privado


1.1 Critérios de distinção
1.2 Apreciação crítica da distinção
2. Direito Civil e Direito Privado
3. As fontes do Direito Civil
3.1 As origens históricas
3.1.1 As origens romanas
3.1.2 As Ordenações
3.1.3 A Lei da Boa Razão
3.1.4 O Código Civil de 1867
3.2 Fontes instrumentais do Código Civil
3.2.1 A Lei
a) A constituição
b) O Código Civil e a legislação civil complementar
3.2.2 O costume
3.2.3 Os usos
3.2.4 A doutrina
3.2.5 A jurisprudência
3.2.6 Os assentos
3.3 O Código Civil de 1966 e a sistematização germânica
4. O objecto do Direito Civil
5. Objecto e pertinência da Teoria Geral do Direito Civil

PARTE II
PRINCÍPIOS DO DIREITO CIVIL

1. Considerações gerais

2. Princípio do reconhecimento da pessoa ou princípio da personalidade


2.1 A pessoa e o direito de personalidade. Direitos de personalidade.
2.2 Características dos direitos de personalidade
2.3 Direitos de personalidade e direitos fundamentais
2.4 Tutela jurídica civil da personalidade
2.4.1.O direito geral da personalidade
2.4.2 Admissibilidade de restrições aos direitos de personalidade
2.4.3 Dos direitos de personalidade em especial

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2.4.3.1 O direito à vida.
a) O aborto
b) A eutanásia
c) O suicídio
d) Consequências da violação culposa do direito à vida
2.4.3.2 Direito à integridade física e psíquica. Intervenções cirúrgicas em benefício próprio,
em
benefício alheio e actividades perigosas.

2.4.3.3 O direito à identidade pessoal e ao nome


a) Direito à identidade genética, ao património genético e à integridade genética
b) Direito à verdade pessoal
c) Direito à criação pessoal/o direito de autor
d) Direito ao nome

2.4.3.4 Direito à inviolabilidade moral


a) O Direito à honra
b) O direito à privacidade. Delimitação positiva e negativa
i) Direito à reserva sobre a intimidade da vida privada
ii) Proibição da penetração abusiva da privacidade alheia
iii) Direito ao sigilo da correspondência
d) Direito à imagem

3. Princípio da igualdade

4. Princípio da protecção dos mais fracos

5. Princípio da autonomia privada


5.1 A autonomia privada nos vários domínios do Direito Civil
5.2 A liberdade contratual
5.3 Restrições à autonomia privada
5.3.1 Restrições ao exercício do direito subjectivo: a cláusula do abuso do direito
5.3.2 Restrições no âmbito dos negócios jurídicos

6. Princípio da responsabilidade civil (VER PROGRAMA DO DIREITO DAS


OBRIGAÇOES)
6.1 Noção geral de responsabilidade
6.2 Tipos de responsabilidade em geral
6.3 Responsabilidade civil e responsabilidade penal.
6.4 A responsabilidade civil. Noção, modalidades e pressupostos.

7. Princípio do respeito pela propriedade privada


7.1 O sentido geral da propriedade no Direito Civil
7.2 Os vários tipos de direitos reais
7.2.1 O direito de propriedade. Noção. Modalidades.
7.2.2 Direitos reais limitados: direitos reais de gozo, direitos reais de garantia e direitos
reais de aquisição.
7.3 Características dos direitos reais

8. Princípio da boa fé.

10. Princípio do respeito pela família


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11. Princípio do aproveitamento e da conservação dos negócios jurídicos (favor
negotii)

12. Princípio do respeito pela sucessão por morte

PARTE III
TEORIA GERAL DA RELAÇÃO JURÍDICA

CAPÍTULO I - GENERALIDADES
1. Conceito e sentidos da relação jurídica
2. Estrutura da relação jurídica: o direito subjectivo e o dever jurídico
2.1 Direito Subjectivo
2.1.1 Direito subjectivo em sentido amplo e em sentido restrito
2.1.1.2 Direitos potestativos, poderes/faculdades e legitimidade
2.2 Dever jurídico: sentido amplo e sentido restrito
2.2.1 Dever jurídico, sujeição e ónus
3. Relação jurídica e instituto jurídico
4. Elementos da relação jurídica: sujeitos, objecto, facto jurídico e garantia

CAPÍTULO II - ELEMENTOS DA RELAÇÃO JURÍDICA – PESSOAS SINGULARES


1. A personalidade jurídica
1.1. Aquisição da personalidade jurídica. Remissão.
1.2. A condição jurídica dos nascituros
1.3. Personalidade, estado da pessoa/estado civil e estatuto
1.4. Termo da personalidade jurídica (art. 68º e 71º C.C.)
1.5. Presunção da comoriência
1.6. Estatuto jurídico do cadáver
1.7 Personalidade e capacidade jurídica, capacidade negocial de gozo e capacidade negocial
de exercício
1.8. Capacidade delitual
1.9 Capacidade e legitimidade

2. As incapacidades
2.1 Incapacidades negociais de gozo
2.1.1 Incapacidades nupciais (art. 24º-26º C. Fam)
2.1.2 Incapacidade para testar (art. 2189º e 2190º C.C.)
2.1.3 Incapacidade para a declaração de filiação (art. 174 e 274 C.Fam.)
2.1.4 As indisponibilidades relativas (art. 953; 2.192 ss C.C.) e as proibições legais relativas
(art. 577ºss, 261º, 876º C.C.; art. 57ºss C. Fam)
2.1.5 Efeito(s) da falta da incapacidade de gozo

2.2 Incapacidades negociais de exercício. Noção e âmbito


2.2.1 A menoridade
2.2.1.1 Caracterização da incapacidade do menor (art. 122º. 123º e 130º C.C.)
2.2.1.2 Modo de suprimento da incapacidade do menor: poder paternal, tutela e
administração legal dos bens do menor (art. 124º C.C.; art. 138º ss e 220º ss C.Fam.)
2.2.1.3 Consequências jurídicas dos actos praticados pelo menor (art. 125º)
2.2.1.4 O dolo do menor (art. 126º, 125º e 287º, nº 2)
2.2.1.5 Excepções à incapacidade do menor (art. 127º)
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2.2.1.6 Cessação da incapacidade resultante da menoridade (maioridade e emancipação

2.2.2 A interdição (art. 138º ss)


2.2.2.1 Pressupostos da interdição
2.2.2.2 Modo de suprimento da interdição (art. 139º)
2.2.2.3 Consequências dos actos do interdito (art. 148º ss )
2.2.2.4 Cessação da incapacidade dos interditos

2.2.3 A Inabilitação (art. 152º ss)


2.2.3.1 Pressupostos da inabilitação (art. 152º )
2.2.3.2 Modo de suprimento da inabilitação (art. 153º)
2.2.3.3 Consequências dos actos do inabilitado
2.2.3.4 Cessação da incapacidade dos inabilitados (art. 155º)

2.3 Incapacidade acidental (art. 257º)


2.4 Restrições à capacidade. Falência, insolvência e ilegitimidades conjugais.

3. O domicílio (art. 82º e ss)


3.1 Noção
3.2 Modalidades
3.3 Relevância do domicílio

4. A ausência
4.1 Noção, pressupostos e efeitos da ausência
4.2 Fases da ausência
4.2.1 Curadoria provisória
4.2.2 Curadoria Definitiva
4.2.3 Declaração de morte presumida

CAPÍTULO III - SUJEITOS DA RELAÇÃO JURÍDICA – PESSOAS COLECTIVAS

1. Conceito de pessoa colectiva. Justificação da personalidade colectiva


2. Modalidades fundamentais das pessoas colectivas
3. Natureza jurídica das pessoas colectivas
4. Elementos das pessoas colectivas: o substrato e o reconhecimento
4.1 Substrato:
a) Elemento pessoal
b) Elemento patrimonial
c) Elemento teleológico
d) Elemento intencional
e) Elemento organizativo
4.2 O reconhecimento. Tipos de reconhecimento
4.3 Classificação das pessoas colectivas
4.3.1 Classificações doutrinais
4.3.2 Classificações legais
4.4 Capacidade de gozo das pessoas colectivas.
4.5 Responsabilidade das pessoas colectivas

CAPÍTULO IV – OBJECTO DA RELAÇÃO JURÍDICA


1. Aspectos gerais
1.1 Objecto da relação jurídica: noção
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1.2 Objecto e conteúdo da relação jurídica
1.3 Modalidades do objecto: objecto imediato e objecto mediato
1.4 Possíveis objectos da relação jurídica: as pessoas, as coisas corpóreas e as incorpóreas,
as prestações
1. 4.1 Situações duvidosas

2. As coisas e a sua classificação


2.1. Noção jurídica de coisa
2.2 Classificação das coisas
a) Coisas corpóreas e coisas incorpóreas. Pertinência da distinção
b) Coisas móveis e coisas imóveis. Pertinência da distinção
c) Coisas simples e coisas complexas (compostas e colectivas)
d) Coisas fungíveis e coisas infungíveis
e) Coisas consumíveis e coisas não consumíveis
f) Coisas principais e coisas acessórias (art. 210)
g) Coisas divisíveis e coisas indivisíveis
h) Partes integrantes
i) Coisas Presentes e coisas futuras
j) Os frutos
k) Bens do domínio público e bens do domínio privado
l) Benfeitorias

3. O património. Noção e modalidades


a) Património global
b) Património bruto ou ilíquido
c) Património líquido
d) Patrimónios separados: noção e modalidades

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TEORIA GERAL DO DIREITO CIVIL II (2º SEMESTRE)

CAPÍTULO V - O FACTO JURÍDICO

SECÇÃO I: GENERALIDADES
1.1 Noção e classificação dos factos jurídicos
1.2 Os efeitos dos factos jurídicos: aquisição, modificação e extinção de direitos
1.2.1 Aquisição de direitos. Noção e modalidades.
a) O princípio nemo plus iuris … e as suas excepções
1.2.2. Modificação de direitos

SECÇÃO II: o negócio jurídico


1 Conceito e importância do negócio jurídico
2 Elementos dos negócios jurídicos: elementos essenciais, naturais e acidentais
3 Classificação dos negócios jurídicos
3.1 Negócios jurídicos unilaterais e negócios jurídicos bilaterais ou plurilaterais
3.1.1 Negócios jurídicos bilaterais: contratos unilaterais e contratos bilaterais
3.1.2 Contratos bilaterais: sinalagmáticos e não sinalagmáticos
3.1.3 Alguns negócios jurídicos unilaterais: a promessa unilateral de cumprimento, o
reconhecimento de uma dívida, a promessa pública e o concurso público
3.1.4 Questões doutrinárias à volta dos negócios jurídicos unilaterais: jurigeneidade e
tipicidade dos negócios jurídicos unilaterais

3.2 Negócios jurídicos nominados e inominados, típicos e atípicos

3.3 Negócios jurídicos inter vivos e negócios jurídicos mortis causa

3.4 Negócios jurídicos formais e negócios jurídicos consensuais (quanto à forma).


3.4.1 A forma e os negócios jurídicos atípicos

3.5 Negócios jurídicos reais, obrigacionais, familiares, sucessórios (quanto aos efeitos)

3.6 Negócios jurídicos reais e negócios jurídicos consensuais (quanto à constituição)

3.7 Negócios jurídicos patrimoniais e negócios jurídicos pessoais ou não patrimoniais


(quanto ao conteúdo)
3.7.1 Negócios jurídicos patrimoniais: onerosos versus gratuitos (quanto à finalidade)
3.7.2 Negócios jurídicos onerosos: aleatórios, comutativos e parciários

3.8. Negócios jurídicos causais e negócios jurídicos abstractos (quanto à causa-função)


3.9 Negócios jurídicos de mera administração e negócios jurídicos de disposição
3.10. Negócios de pura obsequiosidade e acordos de cavalheiros

4 Formação dos negócios jurídicos


4.1 A Declaração negocial: conceito, importância e elementos
4.2 Modalidades da declaração negocial
4.2.1 Declaração expressa e declaração tácita
4.2.2 Declaração presumida, declaração ficta e declaração implícita
4.3 O silêncio como meio declarativo
4.4 Perfeição da declaração negocial
4.4.1 Posições doutrinárias sobre a eficácia da declaração negocial

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4.4.2 Posição adoptada pelo Código Civil
a) Eficácia vinculativa da proposta contratual
b) Conclusão do contrato

5. A vontade e a declaração negocial. Falta a vício da vontade


5.1 Casos de falta de vontade negocial
5.1.1 Coacção física ou absoluta
5.1.2 Falta de consciência da declaração
5.1.3 Declarações não sérias
5.1.4 A falta de vontade nas cláusulas contratuais gerais

5.2 Vícios da vontade. Noção


5.2.1 O erro
a) Noção e modalidades
b) Condições de relevância jurídica do erro como causa de anulação dos negócios
jurídicos
c) A questão dos vícios redibitórios
5.2.2 O dolo
a) Noção e modalidades
b) Requisitos de relevância do dolo como fundamento da anulação do negócio
5.2.3 A coação moral
a) Noção
b) Requisitos de relevância do dolo como causa de anulação do negócio jurídico
5.2.4 O estado de necessidade
5.2.5 A incapacidade acidental. Remissão

5.3 Os vícios da declaração


5.3.1 A simulação
a) Noção e requisitos
b) Modalidades da simulação
c) Efeitos da simulação
d) Legitimidade para arguir a simulação
e) A simulação e os terceiros

5.3.2 A reserva mental: noção, elementos caracterizadores e efeitos


5.3.3 O erro na declaração ou erro obstáculo
5.3.4 O erro de escrita
5.3.5 O erro na transmissão da declaração

6. O conteúdo dos negócios jurídicos: licitude e ilicitude do conteúdo


6.1 Não contrariedade à natureza
6.2 Impossibilidade legal
6.3 Não contrariedade à lei
6.4 Negócios jurídicos com conteúdo indeterminável
6.5 Não contrariedade à ordem pública
6.6 Não contrariedade à moral (aos bons costumes)
6.7 A fraude à lei
6.8 Fim contrário à lei
6.9 Os negócios jurídicos indirectos
6.10 os negócios jurídicos fiduciários
a) Noção e mecanismo de funcionamento
b) Relações internas e relações externas
c) Consequências da infidelidade
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d) Modalidades de negócios jurídicos fiduciários
6.11 A lesão e a usura
a) Regime jurídico da usura
b) Importância da usura como categoria do negócio jurídico
c) Requisitos da usura

6.12 As cláusulas acidentais dos negócios jurídicos:


6.12.1 A condição.
a) Modalidades de condições
i) Condições próprias e condições impróprias
ii) Condições lícitas e condições ilícitas
iii) Condição suspensiva e condição resolutiva
iv) Condições causais, potestativas e mistas
b) Pendência da condição
c) Verificação e não verificação da condição
d) Eficácia da condição
6.12.2 O termo. Noção, modalidades e regime jurídico
a) Noção
b) Modalidades do termo
c) Contagem dos prazos
6.12.3 O modo
a) Noção e conteúdo
b) Consequências do não cumprimento do modo
c) Modo, condição e termo

7 O fenómeno da representação nos negócios jurídicos


7.1 Noção, utilidade e formas da representação
7.2 Representação, legitimação e interposição, representação e interesse
7.3 Requisitos da representação
7.4 Representação sem poderes, abuso de representação e mandato sem representação
7.5 A procuração.
a) Noção
b) Forma da procuração
c) Modalidades da procuração
d) Âmbito da procuração
e) Substabelecimento
f) Extinção, caducidade, revogação da procuração
g) Relações entre o representante, o representado e terceiros. O negócio consigo
mesmo.

8 Formas e processos de contratação


8.1 Proposta de contrato e convite a contratar
8.2 Processos de contratação
8.2.1 Proposta-aceitação
8.2.2 Contratação sobre documento
8.2.3 Contratação em leilão
8.2.4 Contratação automática
8.2.5 Venda por catálogo
8.2.6 Contratação em auto-serviço
8.2.7 Contratação electrónica

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9 O consenso e o dissenso

10 Valores negativos dos negócios jurídicos.


10.1 Ineficácia, irregularidade, ilicitude e invalidade
10.2 As invalidades. Interesse jurídico subjacente e pontos de distinção
10.3 A inexistência

11. Extinção dos negócios jurídicos

Capítulo V: O tempo e a sua repercussão nas relações jurídicas


1. A prescrição. Noção
1.1 Tipos de prescrição
1.2. Invocação da prescrição
1.3. Renúncia à prescrição
1.4. Início, suspensão, interrupção da prescrição
2. Caducidade da prescrição
3. O não uso e a usucapião
4. Alteração das circunstâncias

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III MÉTODOS DE AVALIAÇÃO: provas de frequência previstas no Regulamento
Académico e avaliação contínua facultativa (feita mediante testes surpresa e/ou
programados e de trabalhos individuais e/ou colectivos).

IV BIBLIOGRAFIA
BIBLIOGRAFIA ESSENCIAL
1. VASCONCELOS, Pedro Pais de, Teoria Geral do Direito Civil, 6ª Edição, Edições
Almedina, Coimbra, 2010.

2. MOTOA PINTO, Carlos Alberto da, Teoria Geral do Direito Civil, 4.ª Edição,
Coimbra Editora.

3. BURITY DA SILVA, Carlos Alberto, Teoria Geral do Direito Civil. Colecção da


Faculdade de Direito UAN, Luanda, 2004.

4. OLIVEIRA ASCENSÃO, José de, Direito Civil, Teoria Geral, Vol. I, II e III, 2ª Edição,
Coimbra Editora, 2003.

5. HÖRSTER, Ewald Heinrich, A Parte Geral do Código Civil Português, Teoria Geral do
Direito Civil, Edições Almedina, Coimbra, 2007.

6. DIAS, Nélia Daniel, A Responsabilidade Civil Subjectiva, 1ª Edição, UEA, Luanda,


2008.

7. ANDRADE, Manuel Domingues de, Teoria Geral da Relação Jurídica, Vol. I, Sujeitos
e Objecto, Ed. Livraria Almedina, Coimbra, 2003.

8. FERNANDES, Luís A. Carvalho, Teoria Geral do Direito Civil I, Introdução,


Pressupostos da Relação Jurídica, Universidade Católica Editora, 5ª Edição, Lisboa,
2012.

9. FERNANDES, Luís A. Carvalho, Teoria Geral do Direito Civil II, Conteúdo e Garantia
da Relação Jurídica, Universidade Católica Editora, 5ª Edição, Lisboa, 2014.

10. CORDEIRO, António Menezes, Trato de Direito Civil Português II, Parte Geral –
Negócio Jurídico, 4ª Edição, Almedina Editora, Coimbra, 2014.

11. CORDEIRO, António Menezes, Trato de Direito Civil Português II, Direito das
Obrigações, Tomo I, Almedina Editora, Coimbra, 2009.

DIPLOMAS LEGAIS RELEVANTES


1. Código Civil e legislação civil complementar
2. Constituição da República de Angola
3. Lei 6/12, de 18 De Janeiro – Lei das Associações

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