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BSI BS 1414: 1975

UDC 621.646.5:669.14: {622.313+662.753+665.6}

Especificação para válvulas de gaveta de aço (com cunha única) (extremidades flangeadas e com
soldagem de topo) para indústrias de petróleo, petroquímicas e afins.
British Standards Institution (Instituto Britânico de Normas Técnicas )

Especificação para válvulas de gaveta de aço (com cunha única) (extremidades flangeadas e com
soldagem de topo) para indústrias de petróleo, petroquímicas e afins.

Adendos emitidos desde a publicação


No. do adendo Data de emissão Texto alterado

British Standards Institution 2 Park Street London W1A 2BS


Telefone 01-6299000 Telex 266933

Esta Norma Técnica Britânica, tendo sido aprovada pelo Comitê de Normas da Indústria de
Equipamento de Petróleo, foi publicado sob a autoridade do Executive Board em 30 de abril de 1975.
British Standards Institution, 1975

Primeira publicação em Janeiro de 1949


Primeira revisão em Junho de 1954
Segunda revisão em Março de 1960
Terceira revisão em Abril de 1975

ISBN: 0 580 08991 6

Direitos autorais
Lembramos os usuários de Normas Técnicas Britânicas que os direitos autorais existem em todas as
publicações da BSA. Nenhuma parte desta publicação pode ser reproduzida em qualquer forma sem a
prévia permissão, por escrito, da BSI. Isto não impede o uso gratuito, no decorrer da implementação
da norma técnica, de detalhes necessários tais como símbolos e dimensão, designações de tipo e
classe. Solicitações podem ser encaminhadas para a secretaria da BSI.

Exigências de contrato
É chamada a atenção para o fato de que esta Norma Técnica Britânica não pretende incluir todas as
necessidades de um contrato.

Revisão de Normas Técnicas Britânicas


Para se manter acompanhando o progresso das indústrias a que se referem, Normas Técnicas
Britânicas estão sujeitas a revisão periódica. Serão registradas sugestões para melhorias e no tempo
devido serão trazidas ao conhecimento dos comitês encarregados da revisão das normas técnicas às
quais elas se refiram.

As Normas Técnicas Britânicas são revisadas, quando necessário, pela emissão ou de erratas de
correção ou de edições revisadas. É importante que os usuários de Normas Técnicas Britânicas
verifiquem se estão de posse das edições em sua mais recente revisão. Informação completa de todas
as publicações BSI que chegam a cerca de 6000, será encontrada no Anuário de Normas Técnicas
Britânicas. Esta informação é completada através de detalhes publicados mensalmente em Noticiários
BSI sobre publicações novas, revisões e adendos.

1
Notícias do BSI estão disponíveis para os Sócios Assinantes da Instituição. Todas as outras
publicações podem ser compradas diretamente no Departamento de Vendas. Solicitações referentes a
subscrição na sociedade, o que traz vantagens consideráveis, serão bem-vindas, e devem ser feitas ao
Departamento de Subscrições. Ambos os departamentos estão localizados em:

101 Pentonville Road, London N1 9ND (telefone 01-837 8801; Telex 23218).

As seguintes referências BSI referem-se ao trabalho nessa norma técnica:


Referência do comitê PEE/1 Minuta para comentário 71/37781 DC

Organizações Colaboradoras
O Comitê de Normas Técnicas da Indústria de Equipamento de Petróleo, sob cuja supervisão esta
Norma Técnica Britânica foi preparada, consiste de representantes oriundos dos seguintes
departamentos Governamentais e organizações científicas e industriais:

British Gas Corporation (Companhia Britânica de Gás)


British Mechanical Engineering Confederation (Confederação Britânica de Engenharia Mecânica)
British Rubber Manufacturers' Association Ltd. (Associação Ltda Britânica de Fabricantes de
Borracha)
*British Steel Industry (Indústria Britânica de Aço)
* Council of British Manufacturers of Petroleum Equipment (Conselho de Fabricantes Britânicos de
Equipamento de Petróleo)
Department of Energy (Oil) (Departamento de Energia ) (Óleo)
*Oil Companies Materials Association (Associação de Materiais de Companhias de Óleo
Process Plant Association (Associação de Usinas de Processo)

As organizações assinaladas com um asterisco na lista acima, junto com as seguintes, foram
representadas diretamente no comitê destinado à preparação desta Norma Técnica Britânica:

Association of Hydraulic Equipment Manufacturers (Associação de Fabricantes de Equipamento


Hidráulico)
British Chemical Engineering Contractors' Association (Associação Britânica de Empreiteiros de
Engenharia Química)
British Industrial Measuring and Control Apparatus (Instrumentos de Medição e Controle Industrial
Britânico)
Manufacturers' Association (Associação de Fabricantes)
British Plastics Federation (Federação Britânica de Plásticos)
British Ship Research Association (Associação Britânica de Pesquisa Naval)
British Valve Manufacturers' Association (Associação Britânica de Fabricantes de Válvulas)
Engineering Equipment Users' Association (Associação de Usuários de Equipamento de Engenharia)
Steel Castings Association (Associação de Fundições de Aço)

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BS 1414:1975

Índice

Página
Organizações colaboradoras Interior da capa da frente
Prefácio 5

Especificação

Seção um. Geral

1. Escopo 7
2. Referências 7
3. Nomenclatura 7
4. Classificação de pressão 7
5. Capacidades nominais de pressão/temperatura 7
6. Diâmetros nominais 7
7. Informação a ser fornecida pelo comprador 10

Seção dois. Projeto

8. Corpo da válvula 11
9. Tampa 14
10.Cunha 15
11. Sobre-castelo 15
12. Volante e porca serrilhada do volante 15
13. Haste e manga do sobre-castelo 16
14. Caixa de gaxetas, engaxetamento e anel lanterna 16
15. Travamento com parafusos 17
16. Operação 18
17. Derivação 18
18. Anéis de vedação resiliente 18

Seção três. Materiais

19. Carcaça 19
20. Anéis sede do corpo da válvula 19
21. Junta de tampa 19
22. Cunha 19
23. Sobre-castelo 19
24. Volante ou roda dentada para corrente 19
25. Porca do Volante ou da roda dentada para corrente 19
26. Manga do sobre-castelo 19
27. Porca de fixação da manga do sobre-castelo 19
28. Sobreposta 20
29. Guarnição 20
30. Anel lanterna 20
31. Vedação da haste 20
32. Travamento com parafusos 20
33. Bujões 23
34. Plaqueta do fabricante 23
35. Vedações resilientes 23
36. Aplicações especiais 23

3
Seção quatro. Marcação

37. Marcações exigidas 23


38. Marcações do corpo da válvula e da plaqueta do fabricante 23
39. Marcações do corpo da válvula e da tampa 23
40. Marcações na plaqueta do fabricante 24
41. Marcações adicionais 24
42. Omissão de marcações 24

Seção cinco. Inspeção e teste

43. Exigências de inspeção e teste 24

Seção seis. Expedição

44. Preliminar 24
45.Preparação para despacho 25
46. Acondicionamento 25

Apêndices

A. Diâmetros particulares para cada classe de válvula 25


B. Aplicação para sistemas de tubulação com flanges BS 4504 30

Tabelas

1. Orifício na caixa de gaxeta e largura da gaxeta 16


2. Materiais de guarnição, dureza e especificações aceitáveis 21
3. Dimensões de válvulas Classe 150 25
4. Dimensões de válvulas Classe 300 26
5. Dimensões de válvulas Classe 400 26
6. Dimensões de válvulas Classe 600 27
7. Dimensões de válvulas Classe 900 27
8. Dimensões de válvulas Classe 1500 28
9. Dimensões de válvulas Classe 2500 28
10. Pressão nominal e avaliações de classe e gama de diâmetros nominais30
11. Pressões para teste hidrostático 31

Figuras

1. Válvula de gaveta com cunha rígida, rosca externa e


haste ascendente do sobre-castelo, aço fundido ou forjado
2. Extremidades com solda de topo
3. Localização de derivações

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BS 1414:1975

Prefácio
Esta Norma Técnica Britânica é uma de uma série para válvulas preparadas sob a autoridade do
Comitê de Normas para a Indústria do Petróleo. Teve a sua primeira publicação em 1949 quando os
materiais nela referidos eram descritos com referência às especificações ASTM. É uma revisão para a
unidade métrica, exceto que indicações de classe e corpo da válvula para dimensões dos parafusos de
fixação de tampa não foram convertidas em unidades métricas. Unidades imperiais também são
fornecidas para algumas dimensões por conformidade com prática internacional estabelecida para
petróleo. As seções anteriores tratando de dimensões face-a-face e extremidade-a-extremidade,
inspeção e testes foram omitidas agora pois estes assuntos têm suas próprias normas em separado:

BS 2080 'Dimensões de face-a-face, centro-a-face, extremidade-a-extremidade e centro-a-extremidade


de válvulas de aço com extremidades com solda de topo ou flangeadas para indústrias de petróleo,
petroquímica e afins’.

BS 5146 'Inspeção e teste de válvulas de aço para indústrias de petróleo, petroquímica e afins.
'Os flanges de extremidade para válvulas de 600mm (24") de diâmetro e menores devem estar acordo
com a BS 1560 “Flanges de tubo de aço e acessórios flangeados (diâmetro nominal de ½ até 24") para
a indústria de petróleo: Parte 2”
'Dimensões métricas' (correspondendo à ANSI B 16.5) e extremidades com soldagem de topo
geralmente são conforme ANSI B 16.25. Para válvulas com mais de 600mm (24") de diâmetro, os
flanges de extremidade devem estar de acordo com BS 3293 ' Flanges de tubos de aço-carbono (acima
de 24" de diâmetro nominal) para indústria de petróleo ou API std 605.

NOTA. As exigências do usuário para válvulas geralmente de acordo com esta norma, mas adequadas
para uso em sistemas de tubulação com flanges BS 4504 devem obedecer às exigências do apêndice B,
“Flanges e travamentos com parafusos para tubos, válvulas e acessórios”. As séries métricas são
tratadas no apêndice B.

Normas Britânicas para aço (BS 1501-6 ' Aços para utilização em indústrias químicas, petrolíferas e
afins') comparáveis com especificações ASTM foram publicadas primeiramente em 1950 e uma
revisão da BS 1414 incorporando-as foi publicada em 1954.

Pretende-se que as válvulas obedecendo as exigências dessa norma sejam intercambiáveis como
unidades com aquelas de tipo semelhante especificadas na API 600. A presente revisão da BS 1414
está geralmente de acordo com a sétima edição da API 600 (novembro de 1973) exceto para o fato de
que ela foi estendida para cobrir válvulas de aço-carbono em diâmetros até 1050mm (42") nas Classes
150 e 300.

Agradecemos ao American Petroleum Institute e ao American National Standards Institute pelos dados
utilizados.

Os títulos das normas americanas referidas nesta norma e no prefácio são os seguintes:

ANSI
B 16.5 Flanges de tubo de aço e acessórios flangeados (inclusive suplementos)
B 16.25 Extremidades com solda de topo

API
Norma 5b Especificação para abertura de rosca, aferição, e inspeção de rosca de carcaça, tubulação e
roscas de tubo de linha.
Norma 600 Válvulas de gaveta de aço (extremidades flangeadas ou de solda de topo)
Norma 605 Flanges de aço-carbono de grande diâmetro

5
ASTM
A 182 Flanges de tubo de aço-liga forjados ou laminados, acessórios forjados e válvulas e partes para
serviço em alta temperatura
A 276 Barras e perfis de aço inoxidável e resistente ao calor
A 351 Peças fundidas de aço ferrítico e austenítico para serviço em alta temperatura
B 124 Tirante forjado, barra e perfis de cobre e liga de cobre
B 138 Tirante forjado, barra e perfis de bronze-manganês
B 148 Peças de alumínio-bronze fundida em areia
B 150 Tirante forjado, barra e perfis de alumínio-bronze
B 584 Peças de liga de cobre fundida em areia para aplicações gerais

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BS 1414:1975
Especificações da Norma Técnica Britânica para válvulas de gaveta de aço (cunha única)
(extremidades flangeadas e com solda de topo) para indústrias do petróleo, petroquímica e afins

Seção um. Geral

1. Escopo
Esta Norma Técnica Britânica especifica exigências para válvulas gaveta de aço carbono e aço-liga
fundido ou forjado, com haste de rosca externa ascendente, sobre castelo, de cunha rígida (plana ou
flexível), com ou sem vedações resilientes, com extremidades flangeadas ou com solda de topo, em
diâmetros nominais dentro da faixa de 25mm a 600mm (1" a 24") e Classe de 150 a 2500. Ela também
cobre válvulas de aço-carbono em diâmetros nominais de 650mm a 1050mm (26" a 42") somente nas
Classes 150 e 300. Esta norma também pode ser usada como um guia geral onde são requeridas
válvulas de composição material fora do escopo da seção três desta norma, como, por exemplo, para
utilização em serviços ou ambientes altamente corrosivos ou para baixas temperaturas (veja cláusula
36).

2. Referências
Os títulos das Normas Técnicas Britânicas referidos nesta norma estão listados no lado interno da capa
de trás.

3. Nomenclatura
Para a finalidade desta Norma Técnica Britânica a nomenclatura para as peças de válvulas deve ser
como mostrado na figura 1 a qual também é ilustrativa de vários projetos aceitáveis.

4. Classificação de pressão
Esta norma se aplica a válvulas das seguintes classes de pressão:
Classe 150, Classe 300, Classe 400, Classe 600, Classe 900, Classe 1500 e Classe 2500.
O número nessas identificações de classe de pressão representa as capacidades nominais de pressão de
serviço primário de válvulas em libra-força por polegada quadrada.

5. Capacidades nominais de pressão/temperatura


As capacidades nominais de pressão/temperatura aplicáveis às válvulas especificadas nesta norma
devem estar de acordo com as tabelas PE-1 a PE-12 do apêndice A da BS 1560:Parte 2:1970 para
aquele particular material de revestimento especificado.
Existe, no entanto, uma restrição de temperatura em vedações resilientes e em certas guarnições (ver
18.3 e 29.5).
No caso de válvulas, de acordo com essa norma técnica, para uso em temperatura de serviço inferior a
-30o C, deve ser feita referência à BS 3351. Temperatura de serviço se refere à temperatura do fluido
na linha da válvula.

6. Diâmetros nominais
Esta norma cobre válvulas das seguintes diâmetros nominais:

mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.)


25 (1) 150 (6) 500 (20)
32* (1.¼) 200 (8) 600 (24)
40 (1.½) 250 (10) 650 (26)
50 (2) 300 (12) 700 (28)
65* (2.½) 350 (14) 750 (30)
80 (3) 400 (16) 900 (36)
100 (4) 450 (18) 1050 (42)

Para cada classe de válvula os diâmetros aplicáveis estão mostrados no apêndice A.


*Estes diâmetros só foram mantidos para a finalidade de substituição de válvulas existentes. O seu uso para
construção nova em sistemas de tubulação que usem extremidades de flanges BS 1560:Parte 2 deve ser evitado.

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BS 1414:1975
(Segue desenho)
Meio-cortes e croquis mostram projetos típicos alternativos
Método alternativo de fixação da bucha do sobre-castelo
Válvula de vedação resiliente - vedação no anel sede
Válvula de vedação resilientes - vedação na cunha
Cunha flexível típica
Folga
Diâmetro interno.*
Flange de junção do anel
Extremidades flangeadas
Extremidades com soldagem de topo
Desenho 1. válvula de gaveta de cunha rígida, parafuso externo e haste ascendente do sobre-castelo,
aço fundido e forjado

BS 1414:1975
(Segue desenho)
Vista mostrando sobre-castelo com flange de montagem do atuador

Referência Nome da peça Item de referência do material


1 Corpo da válvula 19
2 Flange de extremidade -
3 Extremidade com solda de topo -
4 Saliências do corpo da válvula -
5 Flange do corpo da válvula e da -
tampa
6 Tampa 19
7 Flange da tampa -
8 Anel sede com ressalto 20 e 29
9 Anel sede inferior 20 e 29
10 Junta da tampa 21
11 Conexão em anel 21
12 Cunha comum 22 e 29
13 Cunha flexível 22 e 29
14 Sobre-castelo 23
15 Flange de montagem do atuador -
16 Tampa do sobre-castelo -
17 Volante 24
18 Porca do volante 25
19 Bucha do sobre-castelo 26
20 Mancal de rolamento da manga -
do sobre-castelo
21 Montagem do lubrificador do -
mancal
22 Porca de fixação da bucha do 27
sobre-castelo
23 Preme gaxeta integral 28
24 Guia do preme gaxeta 28
25 Flange do preme gaxeta 28
26 Haste 29
27 Sede da haste -
28 Anel de revestimento da cunha 29

9
29 Bucha de contra vedação 29
30 Contra vedação 29
31 Anel lanterna 30
32 Engaxetamento da haste 31
33 Anéis raspadores 31
34 Prisioneiros e porcas da tampa 32
35 Parafuso e porca do preme 32
gaxeta
36 Parafuso de fixação e porca do 32
preme gaxeta
37 Parafusos do sobre-castelo 32
38 Bujão da caixa de gaxetas 33
39 Plaqueta do fabricante 34
40 Anel de selagem resiliente 35
41 Anel de fixação de selagem 35
resiliente
42 Parafusos do anel de fixação de 35
selagem resiliente

NOTA. Estes croquis foram feitos com a finalidade de mostrar algumas variações típicas em detalhes
individuais e nomes de peças. Um produto utilizando qualquer combinação destes detalhes (exceto
quando tal possa estar especificamente proibida no texto) ou construção semelhante será aceitável
contanto que obedeça esta norma em todos os outros aspectos.
*Ver apêndice A.
(†)Ver figura 2
Figura 1. (continuação)

7. Informação a ser fornecida pelo comprador


Certas cláusulas deste norma permitem alternativas e o comprador pode necessitar de características
que se desviam das exigências desta norma. O comprador deve declarar na consulta e encomendar o
seguinte (os itens assinalados com um asterisco são obrigatórios).

(a)* Classe diâmetro nominal (ver itens 4 e 6 e B.7).


(b)* Se vedações resilientes são necessárias, e assim sendo, caso elas sejam necessárias nas sedes
da cunha ou nas sedes do corpo da válvula (ver itens 5 e 18).
(c) * Caso extremidades flangeadas ou com soldagem de topo sejam necessárias.
(1) Se extremidades flangeadas são necessárias, caso flanges soldados justapostos sejam
aceitáveis (ver 8.5); o tipo de revestimento (ver 8.6); para diâmetros acima de 600mm
(24”), caso flanges estejam de acordo com a BS 3293 ou a API std 605.
(2) Se extremidades com soldagem de topo são necessárias, o número de referência
(schedule) do tubo ou a espessura da parede e o diâmetro externo (ver 8.8 (b)).
(d) Se uma folga mínima deve ser deixada para a passagem do raspa tubos (ver 8.8 (c)
(e) Se aberturas de roscas na carcaça forem necessárias, e assim sendo, a localização e o tipo de
rosca se outra senão a da API std 5B (ver 8.9 e 9.8).
(f) Se uma forma particular de cunha é necessária (ver 10.2).
(g) Se o sobre-castelo é para ser dotado de um flange para atuador ou montagem de caixa de
engrenagem (ver item 11).
(h) Detalhes do tipo de operação necessária, se diferente da operação direta do volante (ver itens
12 e 16).
(i) Se é para ser fornecido um anel lanterna para válvulas de Classe 300 a Classe 2500 (ver l4.4).
(j) Se uma tubulação de contorno é necessária, fornecer a especificação completa da válvula,
tubulação e conexões para a derivação (ver item 17)
(k)* O material da carcaça (ver item 19).

10
(l) Se é necessária uma junta especial da tampa (ver item 21).
(m)* O símbolo do material acessório nominal (ver 29.2).
(n) Se qualquer engaxetamento da haste for necessário, especificar a temperatura do projeto de
engaxetamento se acima de 400oC (ver item 31).
(o) Se material(s) para tampa, sobreposta de engaxetamento, e travamento do sobre-castelo com
parafusos forem necessários para a operação em processo com temperaturas de projeto abaixo
de -30oC ou acima de 480oC, ou para outras condições especiais de operação (ver item 32).
(p) Requisitos de material para válvulas em serviços ou ambiente altamente corrosivos, ou para
serviço a baixa temperatura (ver item 36).
(q) Exigências de teste e inspeção de acordo com a BS 5146.
(r) Exigências para acondicionamento tropicalizado ou especial (ver item 46).

Seção dois. Projeto

8. Corpo da válvula

8.1 Para o corpo da válvula os critérios de projeto especificados em 8.2 a 8.11 devem ser
observados.
8.2 O corpo da válvula deve ser projetado para minimizar perdas de pressão, bem como efeitos
corrosivos e erosivos. As aberturas externas do corpo da válvula devem ser circulares.
8.3 As espessuras da parede do corpo da válvula devem estar em conformidade com a espessura da
carcaça fornecida no apêndice. A perfuração ou fixação de algo à parede de uma peça
pressurizada, como por exemplo, a fixação de plaqueta do fabricante, não é permitido pois
reduziria a espessura efetiva para um valor abaixo do mínimo permitido.
8.4 Dimensões face-a-face para válvulas de extremidades flangeadas de face elevada e dimensões
de extremidade-a-extremidade para válvulas com extremidades com soldagem de topo e
válvulas de extremidades flangeadas e conexão em anel devem estar de acordo com as
dimensões especificadas na BS 2080.
8.5 Flanges de extremidade devem ser fundidos com o corpo da válvula, exceto aqueles flanges que
podem ser fixados por soldagem, se assim estiver especificado na ordem. As soldas de flanges
de extremidade fixados por soldagem de topo devem obedecer às exigências da BS 3351 e
devem ter algum tratamento de calor necessário como determinado pela BS 3351 para
assegurar sua adequação a temperaturas de serviço até -30°C. A fixação de flange através de
outros processos de soldagem deverá ser objeto de acordo entre o fabricante e o comprador.
8.6 Flanges de extremidade devem obedecer às exigências da BS 1560: Parte 2 para válvulas de
diâmetro nominal até 600mm (24") inclusive e à BS 3293 ou à API std 605 (conforme
especificado pelo comprador) para válvulas com diâmetro nominal acima de 600mm(24").Os
revestimentos dos flanges de extremidade devem ser de um dos tipos mostrados nas figuras 1 e
2 da BS 2080. O comprador deverá especificar o tipo de revestimento requerido. Válvulas
geralmente de acordo com esta norma, mas adequadas para uso em sistemas de tubulação com
flanges BS 4504 devem obedecer às exigências do apêndice B.
8.7 Extremidades com soldagem de topo devem estar de acordo com os detalhes mostrados na
Figura 2.
NOTA Nas soldagens de válvulas com extremidades de soldagem de topo em sistemas de tubulação,
as soldas e qualquer tratamento de calor necessário deve estar de acordo com as exigências da BS
3351.

11
(desenho)
45o
Seções típicas
Linha de inclinação máxima
Máx. 30o
37.5+/-2.5o
(ver nota 3)
l.5 t
1.6+/-0.8mm

45o
Seções típicas
Linha de inclinação máxima
Máx.30o
10+/-1o
R 3.2mm min.
19mm
37.5+/-2.5o
1.5 t
1.6+/-0.8mm
(a) Extremidade para soldagem em conexão ao tubo de espessura de parede t de 5mm a 22mm
inclusive
(b) Extremidade para soldagem em conexão ao tubo de espessura de parede t maior que 22mm

A = diâmetro nominal externo da extremidade para soldagem (ver tabela abaixo)


B = diâmetro nominal interno do tubo (para tolerância em B, ver tabela abaixo)
t = espessura nominal da parede do tubo.

NOTA 1. As superfícies interna e externa das extremidades para soldagem da válvula devem
estar com total acabamento mecânico. Os orifícios das extremidades para soldagem devem estar
usinados até uma distância de 1.5 t e então desempenados como mostrado nas figuras, sem alterações
abruptas de seção. As partes externas das extremidades para soldagem devem estar desempenadas do
modo indicado nas figuras, fazendo com que ângulos vivos e alterações abruptas de inclinação tenham
sido evitadas.
NOTA 2. Para diâmetros nominais externos e espessura de parede de tubos de aço-padrão ver
BS 1600 : Parte 2.
NOTA 3. Para válvulas necessárias para conexão com tubos com menos que 4.8mm de
espessura de parede o ângulo 37.5+/- 2.5 o não deve ser aplicado e as extremidades para soldagem
devem estar com acabamento de um leve chanfro ou serem retas, conforme a opinião do fabricante.
NOTA 4. Apesar das tolerâncias especificadas para dimensões A e B, a espessura da
extremidade para soldagem nunca deve ser menor que 87.5% da espessura nominal do tubo.
NOTA 5. Para dimensões extremidade-a-extremidade das válvulas com extremidades para
soldagem de topo ver BS 2080.
Diâmetro nominal da válvula
mm 25 32 40 50 65 80 100 150 200 250 300 350 400 450 500 600 650 700 750 900 1050
(pol) (1) (1¼) (1½) (2) (2½) (3) (4) (6) (8) (10) (12) (14) (16) (18) (20) (24) (26) (28) (30) (36) (42)
A (mm) 35 44 50 62 75*91 117.172 223 278 329 362 413 464 516 619 670 722 774 928 1083
Tolerância de
A (mm) +0-0.8
Tolerância de
B (mm) ± 0.8 ±1.6 +3.2 -1.6

● A = 78mm quando usado com tubo de aço BS 3600.


Figura 2. Extremidades para soldagem de topo

12
BS 1414:1975

8.8 Para válvulas flangeadas o diâmetro interno mínimo do orifício extremo do corpo da válvula
deverá ser como especificado no apêndice A. Para válvulas de extremidade para soldagem de topo o
diâmetro interno mínimo do orifício extremo do corpo da válvula deverá estar de acordo com os
detalhes fornecidos na figura 2. O número de identificação (schedule) do tubo ou a espessura da
parede dele, bem como o seu diâmetro externo deverão ser especificados pelo comprador. Se for
exigida a passagem de um raspador de tubo pela válvula, isto deverá ser especificado pelo comprador.
8.9 Válvulas de diâmetros nominais de 80mm (3") e superiores deverão ter provisão para
derivações nas sete posições A até G mostradas na figura 3. Quando a espessura do metal do corpo da
válvula é insuficiente para permitir o comprimento efetivo da rosca para derivação do corpo da
válvula, ou o corpo da válvula apresenta uma superfície desnivelada, deverão ser providos os ressaltos.
A provisão deverá ser providenciada para as derivações do corpo da válvula como se segue:

Diâmetro nominal Diâmetro do tubo de derivação Diâmetro mínimo do ressalto


mm Pol mm
50 to 100 ½ 38
150 e 200 ¾ 44
250 e 300 1 54
350 e maior 1½ 70

Não deverão ser feitos furos nem rosqueados internamente a menos que especificado no pedido, o qual
deve então estabelecer a rosca necessária (se outra senão API Std 5B) e a localização (ver figura 3).
Furos rosqueados internamente deverão ser fornecidos com bujão. Em válvulas de diâmetros nominais
menores que 80mm (3"), provisão para derivação deverá ser conforme especificado pelo comprador e
deverá ser de acordo com a figura 3 com referência à localização.
Para os casos em que uma derivação deva ser feita, ver item 17.

(desenho)

Projeção do terceiro ângulo.


NOTA. Para válvulas abaixo de 80mm a derivação da tampa pode ser localizada conforme
conveniente para o fabricante.

Figura 3. Localização de derivações

8.10 Anéis sede separados no corpo da válvula deverão ser empregados exceto como indicado em
(a) e (b) deste sub-item.
(a) Válvulas de aço austenítico, e neste caso estas podem ter sedes integrais.
(b) Materiais da sede em Austenítico ou revestido com metal duro (corpo da válvula) que podem
ser depositados diretamente no corpo da válvula e a mínima espessura de acabamento do depósito
deverá então ser 1.6mm. Deposição direta de 13% de material da sede de cromo dentro do corpo da
válvula não é permitido.
Anéis de assento separados podem ter o material da sede diretamente depositado conforme quaisquer
das especificações indicadas na tabela 2, e neste caso a espessura mínima do depósito deverá ser de
1.6mm.
Anéis sede podem ser assentados no ressalto ou podem ser assentados no fundo de acordo com a
opção do fabricante e pode ser rosqueado, usinado ou soldado, a menos que um método particular seja
especificado pelo comprador. Anéis sede rosqueados devem ser providos de ranhuras e ressaltos para
facilitar a remoção. Anéis sede assentados no ressalto deverão ser projetados de tal modo que qualquer
folga entre a parte traseira do anel e o fundo do alojamento do anel não seja maior que 1.6mm para
diâmetros iguais ou menores que 300mm (12"), e que 3.2mm para diâmetros de 350mm (14") e
maiores (ver figura 1).

13
Solda por pontos pode ser empregada para prevenir afrouxamento (ver BS 3351). As faces dos anéis
deverão ter acabamento liso com os cantos nas bordas internas e externas chanfradas para prevenir
arranhaduras nas faces da cunha.
O uso de elemento vedação nas roscas não é permitido.
O uso de vedação resiliente em sedes do corpo da válvula é abordado no item 18.

8.11 Os corpos de todas as válvulas deverão ser providos de guias para cobrir o curso completo da
cunha de forma que a superfície de base da cunha não toque a sede do corpo até perto do ponto de
fechamento. Estes guias devem ser do tipo macho ou fêmea, assim feitas para encaixar com as
ranhuras ou com os ressaltos da cunha. Guias da válvula deverão ser integradas com o corpo da
válvula, exceto que para válvulas de diâmetro nominal igual ou maior que 650mm (26") as guias
possam ser componentes separados soldados na posição.

9. Tampa

9.1 Para tampas os critérios de projeto especificados em 9.2 to 9.8 devem ser observados.
9.2 A espessura da parede da tampa deverá ser de acordo com a espessura da carcaça, como
mostrado no apêndice A. A perfuração ou fixação de algo à parede de uma peça pressurizada, como
por exemplo, a fixação de plaqueta do fabricante, não é permitido pois reduziria a espessura efetiva
para um valor abaixo do mínimo permitido.
9.3 A conexão do corpo da válvula à tampa deverá ser flangeada e os revestimentos do flange
devem ser macho-fêmea, lingueta-ranhura, ou tipo de ligação de anel, exceto para Classe 150 que pode
ser uma face plana. Quando possível, os revestimentos do flange corpo/tampa e juntas devem ser de
dimensões padronizadas de acordo com a BS 1560 : Parte 2, a BS 3293 ou a API Std 605.
9.4 Os flanges da tampa e os flanges corpo/tampa devem ser de forma circular em todos os casos,
exceto que:
(a) para válvulas Classe 150 eles podem ser ovais;
(b) para todas as válvulas com diâmetro nominal menor que 80mm (3”) eles podem ser quadrados
ou retangulares. Os flanges devem ser faceados por pontos ou usinados a lado oposto à face como
especificado em BS 1560 : Parte 2.
9.5 O corpo para a junta da tampa deverá ter pelo menos quatro prisioneiros do seguinte diâmetro
mínimo, exceto que para diâmetros nominais abaixo de 50mm (2”) estojos podem ser usados (ver
também 15.2).

Diâmetro nominal Diâmetro nominal mínimo do parafuso


Mm pol
25 a 50 ⅜
80 a 200 ½
250 e maior ⅝

9.6 Para permitir reengaxetamento de uma válvula na posição aberta quando em serviço, uma sede
dupla esférica ou cônica usinada deve ser provida na tampa para fazer contato com uma
correspondente superfície de vedação na haste da válvula. Contravedações da tampa devem ser através
de um embuchamento, exceto no caso de uma válvula com um revestimento austenítico ou de metal
duro quando a contravedação pode ser um depósito soldado.. Em uma válvula de aço austenítico a
contravedação pode ser de uma superfície integral a tampa ou de revestimento com metal duro
soldado. Depósitos soldados devem ter uma espessura mínima de acabamento de 1.6mm.
9.7 O furo da contravedação deve ser projetado para prover adequado direcionamento para a haste
e prevenir extrusão do engaxetamento.

14
9.8 Válvulas de diâmetro nominal igual ou maior que 80mm (3”) devem ter provisão para uma
derivação de ½” na posição II mostrada na figura 3. Provisão para uma derivação de ½” deve também
ser feita nas válvulas com diâmetro nominal menor que 80mm (3”) na posição conveniente para o
fabricante. A rosca deve ser declarada se for outra senão a API Std 5B.

10. Cunha

10.1 Para cunhas os critérios de projeto especificados em 10.2 to 10.5 deverão ser observados.
10.2 Uma cunha rígida, que pode ser fabricada através de soldagem deverá ser providenciada. Pode
ser uma cunha plana, tendo essencialmente uma seção transversal trapezoidal (ou em "I"), ou uma
cunha flexível tendo uma seção transversal "H" cônica ou "U" invertido. Ela deverá ser livre de
cavidades, as quais poderão permitir retenção de líquido quando a válvula é montada com a haste
vertical. A não ser que o pedido especifique uma cunha plana ou flexível, qualquer uma pode ser
fornecida.
10.3 As cunhas podem ter faces integrais ou podem ter anéis de vedação separados prensados ou
soldados ou revestidos por solda diretamente. Revestimentos diretamente soldados deverão ter uma
espessura mínima de acabamento de 1.6mm. O uso de selagem resiliente em sedes de cunha é
abordado no item 18.
10.4 Ranhuras guia ou ressaltos para encaixar nas guias do corpo deverão ser providos nas cunha
de todas as válvulas. As ranhuras ou ressaltos deverão ser de comprimento amplo e deverão se
estender até abaixo da linha de centro horizontal da cunha. As cunhas deverão ser fornecidas com uma
abertura adequada ao topo para receber a cabeça em "tê" da haste.
10.5 O projeto deverá prever uma largura adequada da sede, ambas, antes e depois do desgaste das
superfícies da sede. Os valores mínimos de desgaste deverão ser como segue:

Dimensão Desgaste mínimo


nominal
mm Mm
25 a 50 2
65 a 150 3
200 a 300 6
350 a 450 10
500 a 600 13
650 a 1050 15
11. Sobre-castelo
O sobre-castelo pode ser integrado com tampa, ou, se separado, auto-posicionável na tampa e fixado
por adequado aparafusamento. O sobre-castelo deverá ser usinado onde fica em contato com a tampa e
com a bucha do sobre-castelo. Quando especificado no pedido o sobre-castelo deverá ser fornecido
com um flange para montagem do acionador ou caixa de engrenagem (ver 16.4). A montagem do
sobre-castelo e do acionador ou caixa de engrenagem deverá ser de resistência adequada para suportar
o acionador ou caixa de engrenagem em qualquer ângulo de instalação da válvula.

12. Volante e porca do volante


12.1 O volante deverá ser projetado do tipo de raio e borda, preferentemente com não mais de seis
raios. Nos tamanhos menores, onde o espaço entre os raios é limitado, a existência de punhos ou pinos
se projetando além do diâmetro externo do volante é desejável.
12.2 A válvula será aberta pelo giro do volante no sentido anti-horário. O volante deverá ser
adequadamente marcado com uma seta e a palavra "ABRIR" para indicar o sentido de rotação para
abrir a válvula.
12.3 O volante deverá ser fixo à bucha do sobre-castelo por meio de uma porca de fixação
roscada.

15
13 Haste e sobre-castelo
13.1 O diâmetro mínimo da haste deve ser conforme o fornecido no apêndice A.
13.2 A haste deve ser projetada em uma peça e deve ter uma sede esférica ou chanfrada usinada
nela para se apoiar na contravedação da tampa quando a válvula estiver completamente aberta.
13.3 A projeção externa da haste a partir da bucha do sobre-castelo em uma válvula nova fechada
deverá ser como se segue, a menos que uma tolerância mais apertada seja requerida pelo comprador:

Dimensão nominal Limites da projeção da haste


Mm (in) Mm
25 a 50 (1 a 2) 2 a 10
65 a 150 (2 ½ a 6) 3 a 15
200 a 300 (8 a 12) 6 a 20
350 a 450 (14 a 18) 10 a 30
500 a 600 (20 a 24) 13 a 40
650 a 1050 (26 a 42) 15 a 50

13.4 A haste deverá ter rosca Acme ou de outra forma trapezoidal e deverá ter uma extremidade
integrada em forma de botão ou cabeça em tê, ajustando-se em uma abertura no topo da cunha, para
permitir flexibilidade entre a haste e a cunha. O projeto deverá prevenir o funcionamento da haste ou o
seu desacoplamento da cunha durante o serviço. Conexões roscadas ou com pinos entre a haste e a
cunha não deverão ser usadas..
13.5 A bucha do sobre-castelo deverá ser roscada internamente para se ajustar à haste e deverá ser
projetada para permitir pronta remoção do volante sem a ocorrência de qualquer movimento axial da
haste.
13.6 Todas as superfícies da bucha do sobre-castelo em contato com o sobre-castelo deverão ser
usinadas. Os mancais de rolamento deverão ser instalados nos seguintes diâmetros nominais de
válvula:
Classe 400 250mm (10") e maior.
Classe 600 e acima 150mm (6") e maior.
Dispositivos adequados para lubrificação deverão ser previstos em todas as classes e diâmetros
nominais.

14. Caixa de gaxetas, engaxetamento e anel lanterna


14.1 O orifício para a caixa de gaxetas deve ser de acordo com as dimensões fornecidas na tabela 1
e deverá ter terá uma profundidade mínima , com base nas gaxetas de seção quadrada com a largura
nominal mostrada na tabela, como se segue.
Classe 150 equivalente a seis anéis de engaxetamento.
Classe 300 e acima equivalente a um comprimento de anel lanterna e sete anéis de
engaxetamento.

Tabela 1. Orifício da caixa de gaxetas e largura de engaxetamento*

1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal da Largura nominal da gaxeta Orifício nominal da caixa de
haste gaxetas
mm (pol.) mm (pol.) mm (pol.)
15.9 (5/8) 6.4 (1/4) 29.4 (1 5/32)
17.5 (11/16) 6.4 (1/4) 31.0 (1 7/32
19.0 (3/4) 6.4 (1/4) 32.5 (1 9/32)
22.2 (7/8) 6.4 (1/4) 35.7 (1 13/32)
25.4 (1) 6.4 (1/4) 38.9 (1 17/32)
28.6 (1 1/8) 7.9 (5/16) 45.2 (1 25/32)
31.8 (1 ¼) 7.9 (5/16) 48.4 (1.29/32)
34.9 (1 3/8) 7.9 (5/16) 51.6 (2 1/32)

16
38.1 (1 ½) 9.5 (3/8) 57.9 (2 9/32)
41.3 (1 5/8) 9.5 (3/8) 61.1 (2 13/32)
44.4 (1 ¾) 9.5 (3/8) 64.3 (2 17/32)
47.6 (1 7/8) 9.5 (3/8) 67.5 (2 21/32)
50.8 (2) 11.1 (7/16) 73.8 (2.29/32)
54.0 (2 1/8) 11.1 (7/16) 77.0 (3 1/32)
57.2 (2 ¼) 12.7 (1/2) 83.3 (3 9/32)
60.3 (2 3/8) 12.7 (1/2) 86.5 (3.13/32)
63.5 (2 ½) 12.7 (1/2) 89.7 (3 17/32)
69.8 (2 ¾) 12.7 (1/2) 96.0 (3.25/32)
73.0 (2 7/8) 14.3 (9/16) 102.4 (4.1/32)
76.2 (3) 14.3 (9/16) 105.6 (4.5/32)
82.6 (3 ¼) 19.0 (3/4) 121.4 (4.25/32)]
88.9 (3 ½) 19.0 (3/4) 127.8 (5.1/32)
95.2 (3 ¾) 19.0 (3/4) 134.1 (5.9/32)
101.6 (4) 19.0 (3/4) 140.5 (5 17/32)
108.0 (4 ¼) 19.0 (3.4) 146.8 (5.25/32)
127.0 (5) 25.4 (1) 178.6 (7 1/32)

• Para tamanhos intermediários de haste, deverá ser usada uma das larguras padrão de engaxetamento
listadas.

14.2 Os preme gaxetas deverão ser em uma peça, uma peça embuchada, ou duas peças com projeto
de auto-alinhamento. As sobrepostas verticalmente subdivididas deverão ser usadas. A sobreposta
apropriada de duas peças deverá ter um ressalto em sua extremidade externa para prevenir a entrada
completa da sobreposta na caixa de gaxetas.
14.3 A largura das gaxetas deverá ser como especificado na tabela 1. O engaxetamento pode ser
de seção quadrada, retangular ou seção estriada.
14.4 As válvulas de classe 150 não deverão ter anéis lanterna. As válvulas de Classe 300 a Classe
2500 deverão ser fornecidas com um anel lanterna quando especificado no pedido. Os anéis lanterna
deverão ter dois orifícios, espaçados de 180 o, em cada extremidade para remoção. Estes orifícios
deverão ser vazados para ganchos ou com rosca interna 5-40 UNC. Quando um anel lanterna é
fornecido, ele deve ser posicionado de tal modo que com o engaxetamento de seção quadrada haverão
cinco anéis de engaxetamento acima do anel lanterna e dois abaixo. A caixa de gaxetas será atarraxada
internamente em oposição ao centro do anel lanterna instalado e um bujão redondo de cabeça deverá
ser instalado, conforme BS 3799 de diâmetro nominal não inferior a ¼ . Um ressalto deverá previsto,
se necessário, para assegurar um contato mínimo da rosca.

15. Parafusos
15.1 Este item só diz respeito aqueles parafusos que são parte da válvula e não diz respeito a
travamento para conexões flangeadas entre a válvula e a tubulação ou à montagem de tubos.
15.2 A tensão de trabalho permitida em material dos parafusos para flanges de tampa nas pressões
de serviço fornecidas no item 4 não excederá 62 MPa considerando que a pressão atua sobre uma área
circunscrita pela periferia externa da junta ou, para uma conexão tipo anel, em que a pressão age no
diâmetro primitivo da conexão tipo anel.
O aparafusamento do flange da tampa será através de estojos roscados com uma porca em cada
extremidade deles, exceto para os diâmetros de válvula abaixo de 50mm (2") os estojos poderão estar
conforme a BS 2693: A Parte 1. Os parafusos e porcas obedecerão as exigências de BS 4882:1973,
seções 1 e 3.
15.3 A fixação da sobreposta pode ser de um dos tipos seguintes:
(a) Pino articulado fixado por um parafuso de cabeça atravessado através do olhal e apertado por uma
porca ou um pino introduzido através do olhal e efetivamente fixo. Contrapinos não são aceitáveis
como únicos dispositivos de fixação.

17
(b) Parafuso sem cabeça introduzido através de um orifício passante no flange da caixa de gaxeta da
tampa e fixado a este flange por duas porcas.
(c) Parafuso sem cabeça colocado em um furo roscado no flange da caixa de gaxeta da tampa e fixado
ao flange por uma contraporca.
(d) Parafuso com cabeça introduzido em um furo passante no flange da caixa de gaxeta da tampa.
Parafusos com cabeça em braçadeiras chanfradas no gargalo da tampa não deverão ser usados.
Parafusos, parafusos sem cabeça, e porcas deverão ter roscas métricas ou UNC e dimensionados
conforme BS 4882, BS 1768 (diâmetro nominal abaixo de ½ ), BS 1769, BS 3692 ou BS 4190 exceto
aqueles parafusos de cabeça quadrada, lateral e em "T" são aceitáveis. Pinos não são permitidos.
15.4 Os parafusos do sobre-castelo deverão ser com rosca métrica ou UNC e dimensionada de
acordo com BS 4882, BS 1769, BS 3692 ou BS 4190. Pinos não são adimitidos.

16. Operação
16.1 As válvulas deverão ser diretamente operadas no volante salvo quando especificado em
contrário no pedido.
16.2 Se for solicitada operação por roda dentada, o tipo de roda dentada deverá ser especificado no
pedido, o qual deverá também qual o tipo de corrente a ser fornecido.
16.3 Se for solicitada operação por redutor, o tipo de redutor e o seu arranjo e o projeto da pressão
diferencial máxima através da válvula deverão ser especificados no pedido.
16.4 Se for solicitada operação por atuador, os detalhes do atuador e sua potência de alimentação
juntamente com o projeto da pressão diferencial máxima através da válvula deverão ser especificados
no pedido. Para atuadores multi-voltas as dimensões de fixação devem ser como especificado na BS
….'Dimensões de fixação dos flanges para acionadores de válvulas de aplicação geral' (em processo de
elaboração).

17 Tubulação de contorno
17.1 Uma tubulação de contorno não deverá ser fornecida a menos que especificada no pedido.

17.2 Qualquer tubulação de contorno fornecida deverá ser externa à válvula principal e ter o
seguinte tamanho:

Diâmetro nominal Diâmetro da tubulação de contorno


Mm pol.
50 a 100 ½
150 a 200 ¾
250 a 300 1
350 e maior 1½

18 Anéis de vedação resiliente

18.1 Os anéis de vedação resiliente podem ser ajustados nas sedes do corpo das válvulas ou nos
assentamentos da cunha como especificado pelo comprador. Os anéis devem ser projetados para
comprimir para baixo até o nível das sedes metálicas a fim de permitir um fechamento perfeito em
ambos os lados da cunha e desta maneira fornecer uma instalação de 'duplo bloqueio e purga'. Eles
permitirão também uma vedação justa metal-a-metal através da válvulas e se os anéis de vedação
estiverem defeituosos ou forem retirados.

18.2 Os anéis de vedação deverão ser projetados para suportar um mínimo de 2000 ciclos de
operação em condições de atmosfera seca e não haverá evidência de defeito ou deformação plástica,
como revelado pela extensão ao longo das sedes metálicas. As válvulas deverão então satisfazer os
testes hidrostáticos e de ar especificados BS 5146. Uma derivação de ½” instalada com um tampão
deverá ser fornecida na tampa para teste da instalação de duplo bloqueio e purga. Esta deverá estar
localizada na posição H (ver figura 3) salvo quando especificado de outra forma pelo comprador. O
tipo de rosca deverá ser apresentado se for diferente da API Std 5B.

18
18.3 O limite de temperatura efetiva de operação das válvulas com vedação resiliente será limitado
pela temperatura de serviço do material de vedação.

Seção três. Materiais

19. Carcaça
A carcaça do corpo e tampa deverá ser do material especificado no pedido, a seleção sendo
feita a partir daqueles listados em BS 1560: Parte 2. Todas as peças sob pressão envolvidas em
operações de soldagem deverão ter o teor de carbono restrito ao seguinte:
(a) máximo de 0.25% para aços carbono ou carbono/molibidênio;
(b) máximo de 0.15% para aço 5% Cr ½ % Mo.

20. Anéis da sede do corpo


Um anel da sede do corpo fabricado com um material daquele da superfície da sede deverá ser
de um material não inferior a aquele da carcaça.

21. Junta da tampa


As juntas do flange da tampa deverão ter enrolamento espiral metálico como especificado na
BS 3381, ou aço ou ferro doce, exceto que o fibro-amianto prensado de acordo com as exigências de
BS 1832 é uma alternativa aceitável, porém somente para válvulas Classe 150. Elas deverão ser
adequadas para a relação pressão/temperatura da válvula. Qualquer peça metálica da junta deverá ter
ao menos a mesma resistência à corrosão da carcaça.

NOTA: Cloretos livres em materiais de fibro-amianto prensados quando usados com aços inoxidáveis
austeníticos ou de baixa liga podem causar trincamento devido à corrosão sob tensão no flange e o uso
de materiais alternativos para juntas deve ser considerado.

22. Cunha
Uma cunha com anéis de vedação separados e prensados, ou na qual as superfícies de
vedação são aplicadas por soldagem, deverá ser de um material igual a aquele da carcaça.

23. Sobre-castelo
Um sobre-castelo separado da tampa deverá ser de aço carbono ou do mesmo material que
aquele da carcaça.

24. Volante ou roda dentada para corrente


O volante ou roda dentada para corrente deve ser de aço, ferro maleável ou ferro nodular.

25 Porca do volante ou da roda dentada para corrente


A porca do volante ou da roda dentada para corrente deverá ser de liga de cobre, aço, ferro
maleável ou ferro nodular. Se de aço carbono ela deverá ser adequadamente protegida contra corrosão.

26. Bucha do sobre-castelo

A bucha do sobre-castelo deverá ser de metal não oxidável, tendo uma capacidade adequada
de resistência e um ponto de fusão acima de 955oC.

27. Porca de fixação da bucha do sobre-castelo


A porca de fixação da luva do sobre-castelo deverá ser de um material com ponto de fusão
acima de 955oC. Ferro fundido cinzento não deverá ser usado. Se for usado ferro maleável, ele deverá
estar de acordo com as exigências de BS 310 para grau B340/12 ou grau B310/10. Se for usado ferro
fundido de grafita esferoidal, ele deverá estar de acordo com as exigências de BS 2789 grau 370/17 ou
grau 420/12.

19
28. Sobreposta
Uma sobreposta inteiriça ou qualquer flange da sobreposta deverá ser de aço. O
embuchamento da sobreposta ou a própria sobreposta de uma sobreposta bipartida deverá ser feita de
um material contendo um ponto de fusão mínimo acima de 955 oC.

29. Internos

29.1 Internos compreendem o seguinte:


(a) haste;
(b) superfícies da sede do corpo;
(c) superfícies da sede da cunha;
(d) embuchamento da contravedação.

29.2 Os materiais dos internos devem ser selecionados entre aqueles listados na tabela 2 e
especificados no pedido citando o relevante símbolo nominal dos internos
29.3 Se um interno de combinação, por exemplo,. CR 13 e Cu-Ni, for especificada, poderá ser
usado qualquer um dos materiais para a superfície da sede do corpo. O outro material da combinação
deverá ser usado para a superfície de sede da cunha.
29.4 As hastes devem ser de material trabalhado.
29.5 Os limites de temperatura de certos materiais de guarnição podem restringir a relação
pressão/temperatura da válvula para a qual eles estão preparados.

30 Anel lanterna
Um anel lanterna, quando fornecido, deverá ser de um material não inferior a aquele da
carcaça.

31 Engaxetamento da haste
O engaxetamento deverá ser de amianto trançado contendo um adequado inibidor de corrosão.
A menos que o pedido especifique outro engaxetamento ou uma temperatura mais alta de projeto para
o engaxetamento, ele deverá ser adequado para uso com vapor ou fluido de petróleo a uma mínima
temperatura de projeto para o engaxetamento de 400oC.

32 Parafusos
32.1 Os estojos da tampa deverão estar de acordo com as exigências de BS 1506-621 grau A (BS
4882:1973, seção 3, grau B7) e as porcas deverão estar de acordo com as exigências de BS 1506-162
(BS 4882:1973, seção 3, grau 2H) a menos que outro material para os estojos seja especificado no
pedido.
32.2 Material para fixação da sobreposta e do sobre-castelo deverão ser de aço carbono de ao
menos 392 N/mm2* de limite de resistência à tração, a menos que outro material de fixação seja
especificado no pedido. Aços de usinagem fácil não devem ser usados.

* 1 N/mm2 = 1 MPa

20
Tabela 2. Materiais dos internos, especificações de dureza e de aceitação

1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13
Símbo- Tipo de material Dureza Brinell mínima* Especificações de materiais aceitáveis
lo Superfí- Haste Embucha- Superfí- Haste Embucha Fundido † Forjado Barra
nomi- cies da mento da cies da -mento BS ASTM BS ASTM BS ASTM
nal dos sede Contra sede da sede
Inter- vedação dupla
nos
CR 13 13 Cr 13 Cr 13 Cr § 200 250 1504- A487- 1503- A182-F6 1506- A276-
420C29 CA15 410S21 410S21 410
A487-
CA6NM
18.8 Ti 18.8 18.8 18.8 Padrão do fabricante 1504- - 1503- A182- 1506- A276-
Cr-Ni-Ti Cr-Ni-Ti Cr-Ni-Ti 347C17 321S31 F321 321S31 321
1503-
321S51
18.8 18.8 18.8 18.8 Padrão do fabricante 1504- A351- 1503- A182- 1506- A276-
Nb Cr-Ni-Nb Cr-Ni-Nb Cr-Ni-Nb 347C17 CF8C 347S31 F347 347S31 347
1503-
347S51
18.10.2 18.10.2 18.10.2 18.10.2 Padrão do fabricante 1504- A351- 1503- A182- 1506- A276-
Cr-Ni-Mo Cr-Ni-Mo Cr-Ni-Mo 316C16 CF8M 316S31 F316 316S31 316
1503- 1506-
316S33 316S33
18.12.3 18.12.3 18.12.3 18.12.3 Padrão do fabricante 1504- - 1503- - - A276-
Cr-Ni-Mo Cr-Ni-Mo Cr-Ni-Mo 317C16 316S33 317
25.20 25.20 25.20 25.20 Padrão do fabricante - - - A182- - -
Cr-Ni Cr-Ni Cr-Ni F310
HF 66.26.5 - - 350║ - - - - - - - -
Co-Cr-W
- 13Cr 13Cr - 200 250 1504- A487- 1503410S2 A182-F6 1506- A276-
420C29 CA15 1 410S21 410
13 Cr 13Cr 13Cr 250¶ 200 250 1504- A487CA1 1503- A182-F6 1506- A276-
420C29 5 410S21 410S21 410

21
CR13 Cu-Ni - - 175¶ - - Padrão do fabricante com mínimo de 30% de níquel
and
Cu-Ni
Cr 13 e 13 Cr 13 Cr 13 Cr 300¶ 200 250 1504- A487- 1503- A182-F6 1506- A276-
HF 420C29 CA15 410S21 410S21 410
66.26.5 - - 350¶ - - - - - - - -
Co-Cr-W
Ni-Cu Liga Ni- Liga Ni- Liga Ni- - - - 3071NAI - - - 3076NA1 -
Cu Cu Cu 3
AB Alumínio- Alumínio- Alumínio- Padrão do fabricante 1400- B148- 2872- B124- 2874- B150-
bronze bronze bronze AB1, 952A, CA104 642 CA107 642
1400- B148- B124- 2874-CA B150-
AB2 955D 630 104 630
B Bronze - Bronze Padrão do fabricante 1400-G1, B584-905 - - - -
1400- B584-836
LG2
- Manganês Manganês Padrão do fabricante 1400- B584-864 2872- B138- 2874- B138-
- bronze - bronze HTB1 B584-865 CZ114 675 CZ114 675

● Ver BS 240: Parte 1


† Fusões não aplicáveis para materiais da haste: ver 29.4
‡ Para guarnições de austenítico a sede dupla pode alternativamente ser um depósito de solda da mesma composição nominal de material que a da guarnição
ou um revestimento soldado ou por soldagem a resistência. Para guarnição com revestimento por soldagem a resistência (HF) a sede dupla pode
alternativamente ser soldada com revestimento por soldagem a resistência.
§ Superfícies da sede do corpo e da cunha de mín. 250 HB, com superfícies da sede do corpo e da cunha com diferencial mín. de 50 HB.
║ Dureza diferencial entre superfícies da sede do corpo e da cunha não é exigida.
¶ Dureza diferencial entre superfícies da sede do corpo e da cunha deverão ser do padrão do fabricante.

22
BS 1414:1975
33. Bujões
Material para bujões da carcaça não deverá ser inferior ao material da carcaça.

34. Plaqueta do fabricante


34.1 Para válvulas de diâmetro nominal 150mm (6”) e maior a plaqueta do fabricante deverá ser de
aço 18-8 Cr-Ni ou liga de níquel fixada à válvula por pinos de material similar ou por soldagem.
34.2 Para válvulas menores, o material da plaqueta do fabricante e a fixação deverá ser de material
resistente à corrosão de acordo com o padrão do fabricante. Latão e alumínio são aceitáveis.

35. Vedações Resilientes


As vedações resilientes deverão ser do material padrão do fabricante para as finalidades especificadas.
Qualquer anel de retenção da cunha deverá ser do mesmo material que a haste mas quaisquer
parafusos de fixação deverão ser de aço 18-8 Cr-Ni.

36 Aplicações Especiais
Quando válvulas são especificadas para serviços ou ambiente altamente corrosivos, ou para baixa
temperatura de serviço, a especificação de material para todas as peças deverá estar sujeita a um
entendimento entre o comprador e o fabricante.

Seção quatro. Marcação

37. Marcações exigidas


Toda válvula de acordo com esta norma deverá ser marcada claramente como se segue.
(a) Marcações do corpo e da tampa deverão ser completas.
(b) Toda válvula deverá ter uma plaqueta do fabricante firmemente afixada.

38 Marcações da placa do fabricante e do corpo


As marcações da placa do fabricante e do corpo deverão ser como se segue.

(a) Identificação do tamanho nominal. O número indicando o tamanho nominal precedido pelas letras
DN, por exemplo, DN 100 (ver item 6)
(b) Classe de Pressão. Quanto aos número indicando a Classe de Pressão (ver item 4).
(c) Identificação do material do corpo. Símbolo padrão na BS 1560: Parte 2 : 1970, tabela 25.
(d) Nome do fabricante ou marca registrada.
(e) O número da Norma Britânica, isto é, BS 1414.

39 Marcações do corpo e da tampa

39.1 Identificação da fornada. A identificação da fornada é necessária em toda fundição de aço


sujeito à pressão.
39.2 Número da conexão em anel. Tubos e flanges e flanges corpo/tampa ranhurados por conexões
em anel e os anéis para serem usados com eles deverão ser marcados com o correspondente número do
anel (por exemplo: R25). Esta identificação deverá estar situada na borda de ambos os flanges de
extremidade do tubo ou o flange de extremidade da tampa do corpo conforme aplicável e no perímetro
externo do anel. Para números de anel ver apêndice A. No caso de conexões de anel não padronizadas
para flanges corpo/tampa o flange e o anel deverão ser marcados com R SpL.

23
40. Marcações da placa do fabricante

40.1 Restrições de pressão e temperatura. Quaisquer restrições de pressão e temperatura dentro dos
regimes apropriados estipulados na BS 1560: Parte 2 que podem ser impostas pelo fabricante devido a
limitações em material ou projeto deverão ser mostradas na placa do fabricante. Tais limitações
especiais do regime de pressão e temperatura deverão também estar de acordo com a tabela de regimes
da BS 1560:Parte 2.

40.2 Identificação dos internos da válvula. Os materiais dos internos deverão ser indicados na
ordem seguinte, usando o símbolo apropriado conforme tabela 2,
1.HASTE 2.CUNHA 3.SEDE

como no exemplo abaixo:

HASTE CR 13 CR13
CUNHA HF ou CR13 HF CR 13 HF
ou
SEDE CR13 CR13

40.3 Número de identificação. O emblema do fabricante ou número identificando a válvula e


todas as suas características deverá ser mostrado. O mesmo emblema ou número somente deverá, no
entanto, ser usado para válvulas que sejam idênticas em projeto, detalhes, dimensões e material, e que
tenham peças intercambiáveis.

41. Marcações adicionais


Marcações adicionais podem ser usadas como opção do fabricante desde que elas não sejam
conflitantes com qualquer das marcações especificadas nesta norma.

42. Omissão de marcações


42.1 Quando o tamanho ou o corpo da válvula impede a inclusão de todas as marcações
necessárias, elas podem ser omitidas do corpo somente no quanto necessário sujeito à aprovação do
comprador. A seqüência de omissão deverá ser a seguinte:

1. Dimensão nominal 2. Nome do fabricante ou marca registrada 3. Classe de Pressão

42.2 O número desta Norma Britânica pode ser omitido do corpo ou da plaqueta do fabricante,
mas não de ambos, conforme opção do fabricante.

Seção cinco. Inspeção e teste

43. Exigências de inspeção e teste


Cada válvula, de acordo com esta norma, deverá ser inspecionada e submetida a teste de pressão de
acordo com as exigências de BS 5146.

Seção seis. Embarque

44. Preliminar

Após a inspeção e antes da preparação para despacho todas as válvulas deverão ser totalmente limpas
e secas.

24
45 Preparação para despacho

45.1 Revestimento. O revestimento das válvulas deve ser como se segue.


(a) Superfícies externas não usinadas das válvulas deverão ser pintadas com pintura de acabamento de
alumínio, exceto para válvulas de aço austenítico que não deverão ser pintadas.
(b) Superfícies usinadas e roscadas deverão ser recobertas com um protetor de ferrugem facilmente
removível (ver BS 1133:Seção 6) exceto para os componentes de aço austenítico onde isto não será
necessário.

45.2 Proteção final. Após o cumprimento das exigências de 45.1, extremidades de entrada e saída
do corpo, faces de flange extremidades com solda de topo deverão ser cobertas com protetores de
fechamento adequados para resguardar as extremidades usinadas e evitar o ingresso de sujeira e
umidade.

45.3 Haste de engaxetamento. A haste de engaxetamento deverá ser fixada antes do embarque.

45.4 Cunha. A cunha deverá ser fechada antes do embarque exceto no caso de válvulas com
vedação resiliente onde a cunha deverá ser retirada para aliviar a pressão nos selos.

46. Engaxetamento

As válvulas deverão ter engaxetamento tal que minimize a possibilidade de dano durante o
armazenamento ou trânsito. Quando for necessária embalagem tropicalizada ou especial, o comprador
deverá especificar suas necessidades.

Apêndice A. Dimensões particulares para cada classe de válvula

Tabela 3. Dimensões de válvulas Classe 150


1 2 3 4 5 6
Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
Diâmetro nominal interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel
flangeadas
(min)*
mm (pol.) mm mm mm
25 (1) 25 6.4 R15 15.9
32† (1 ¼ )† 32 6.4 R17 15.9
40 (1 ½ ) 38 6.4 R19 17.5
50 (2) 51 8.7 R22 19.0
65† (2 ½ )† 64 9.5 R25 19.0
80 (3) 76 10.3 R29 22.2
100 (4) 102 11.1 R36 25.4
150 (6) 152 11.9 R43 28.6
200 (8) 203 12.7 R48 31.8
250 (10) 254 14.3 R.52 34.9
300 (12) 305 15.9 R56 38.1
350 (14) 337 16.7 R59 41.3
400 (16) 387 17.5 R64 44.4
450 (18) 438 18.2 R68 47.6
500 (20) 489 19.0 R.72 50.8
600 (24) 591 20.6 R76 57.2

25
650 (26) 635 21.4 - 60.3
700 (28) 686 22.2 - 63.5
750 (30) 737 23.0 - 63.5
900 (36) 876 25.4 - 69.8
1050 (42) 1020 28.6 - 82.6
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.
† Essas dimensões têm sido mantidas apenas para a finalidade de reposição de válvulas existentes. Sua
utilização para construção nova de sistemas de tubulação usando flanges BS 1560: Parte 2 deve ser
evitada.

Tabela 4. Dimensões de Válvulas Classe 300


1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel
flangeadas
(min)*
mm (in) mm mm mm
25 (1) 25 6.4 R16 15.9
32† (1 ¼ )† 32 6.4 R18 15.9
40 (1 ½ ) 38 7.9 R20 19.0
50 (2) 51 9.5 R23 19.0
65† (2 ½ )† 64 11.1 R26 19.0
80 (3) 76 11.9 R31‡ 22.2
100 (4) 102 12.7 R37 25.4
150 (6) 152 15.9 R45 31.8
200 (8) 203 17.5 R49 34.9
250 (10) 254 19.0 R53 38.1
300 (12) 305 20.6 R57 41.3
350 (14) 337 22.2 R61 44.4
400 (16) 387 23.8 R65 47.6
450 (18) 432 25.4 R69 50.8
500 (20) 483 27.0 R73 54.0
600 (24) 584 30.2 R77 63.5
650 (26) 635 31.8 - 69.8
700 (28) 686 33.3 - 76.2
750 (30) 737 34.9 - 82.6
900 (36) 876 41.3 - 88.9
1050 (42) 1020 44.4 - 101.6
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.
† Essas dimensões têm sido mantidas apenas para a finalidade de reposição de válvulas existentes. Sua
utilização para construção nova de sistemas de tubulação usando flanges BS 1560: Parte 2 deve ser
evitada.
‡ Para válvulas com diâmetro nominal de 80mm (3 pol) a serem usadas com flanges sobrepostas o
número do anel será R30.

Tabela 5.Dimensões de Válvulas Classe 400

1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel

26
flangeadas
(min)*
mm (pol.) mm mm mm
100 (4) 102 12.7 R37 28.6
150 (6) 152 16.7 R45 34.9
200 (8) 203 19.0 R49 38.1
250 (10) 254 21.4 R53 44.4
300 (12) 305 23.8 R57 47.6
350 (14) 333 27.0 R61 47.6
400 (16) 381 28.6 R65 50.8
450 (18) 432 30.2 R69 57.2
500 (20) 479 33.3 R73 63.5
600 (24) 575 36.5 R77 69.8
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.

Tabela 6.Dimensões de Válvulas Classe 600

1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel
flangeadas
(min)*
mm (pol.) mm mm mm
25 (1) 25 7.9 R16 15.9
32† (1 ¼ )† 32 8.6 R18 15.9
40 (1 ½ ) 38 9.3 R20 19.0
50 (2) 51 11.1 R23 19.0
65† (2 ½ )† 64 11.9 R26 22.2
80 (3) 76 12.7 R31‡ 25.4
100 (4) 102 15.9 R37 28.6
150 (6) 152 19.0 R45 38.1
200 (8) 200 25.4 R49 41.3
250 (10) 248 28.6 R53 47.6
300 (12) 298 31.8 R57 50.8
350 (14) 327 34.9 R61 57.2
400 (16) 375 38.1 R65 60.3
450 (18) 419 41.3 R69 63.5
500 (20) 464 44.4 R73 69.8
600 (24) 559 50.8 R77 76.2
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.
† Essas dimensões têm sido mantidas apenas para a finalidade de reposição de válvulas existentes. Sua
utilização para construção nova de sistemas de tubulação usando flanges BS 1560: Parte 2 deve ser
evitada.
‡ Para válvulas com diâmetro nominal de 80mm (3 pol) a serem usadas com flanges sobrepostas o
número do anel será R30.

Tabela 7.Dimensões de Válvulas Classe 900

1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel

27
flangeadas
(min)*
mm (pol.) mm Mm mm
80 (3) 73 19.0 R31 28.6
100 (4) 98 21.4 R37 31.8
150 (6) 146 26.2 R45 41.3
200 (8) 190 31.8 R49 47.6
250 (10) 238 36.5 R53 54.0
300 (12) 283 42.1 R57 57.2
350 (14) 311 46.0 R62 60.3
400 (16) 356 52.4 R66 63.5
450 (18) 400 57.2 R70 76.2
500 (20) 444 63.5 R74 82.6
600 (24) 533 73.0 R78 101.6
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.

Tabela 8.Dimensões de Válvulas Classe 1500

1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel
flangeadas
(min)*
mm (pol.) mm Mm mm
25 (1) 22 12.7 R16 19.0
32† (1 ¼ )† 29 14.2 R18 19.0
40 (1 ½ ) 35 15.0 R20 22.2
50 (2) 48 19.0 R24 25.4
65† (2 ½ )† 57 22.2 R27 28.6
80 (3) 70 23.8 R35 31.8
100 (4) 92 28.6 R39 34.9
150 (6) 137 38.1 R46 44.4
200 (8) 178 47.6 R50 54.0
250 (10) 222 57.2 R54 63.5
300 (12) 264 66.7 R58 69.8
350 (14) 289 69.8 R63 76.2
400 (16) 330 79.4 R67 82.6
450 (18) 371 88.9 R71 95.2
500 (20) 416 98.4 R75 108.0
600 (24) 498 114.3 R79 127.0
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.
† Essas dimensões têm sido mantidas apenas para a finalidade de reposição de válvulas existentes. Sua
utilização para construção nova de sistemas de tubulação usando flanges BS 1560: Parte 2 deve ser
evitada.

Tabela 9.Dimensões de Válvulas Classe 2500

1 2 3 4 5 6
Diâmetro nominal Diâmetro Espessuras do Número do anel Diâmetro da
interno de corpo e da para conexões haste (min.)
válvulas tampa (min) em anel

28
flangeadas
(min)*
mm (pol.) mm mm mm
25 (1) 19 15.1 R18 19.0
32† (1 ¼ )† 25 17.5q R21 19.0
40 (1 ½) 29 19.0 R23 22.2
50 (2) 38 22.2 R26 25.4
65† (2 ½ )† 48 25.4 R28 28.6
80 (3) 57 30.2 R32 31.8
100 (4) 73 35.7 R38 34.9
150 (6) 111 48.4 R47 47.6
200 (8) 146 61.9 R51 60.3
250 (10) 184 67.5 R55 73.0
300 (12) 219 86.5 R60 82.6
* Para detalhes de extremidades soldadas incluindo diâmetros internos ver figura 2.
† Essas dimensões têm sido mantidas apenas para a finalidade de reposição de válvulas existentes. Sua
utilização para construção nova de sistemas de tubulação usando flanges BS 1560: Parte 2 deve ser
evitada.

29
BS 1414:1975
Apêndice B

Aplicação para sistemas de tubulação com flanges BS 4504

B.1 Geral. As válvulas de acordo com esta Norma Britânica, BS 1414, podem ser fornecidas
para utilização em sistemas de tubulação com flanges BS 4504 quando especificado pelo comprador.
Quando este é o caso, todas as exigências desta Norma Britânica, BS 1414, se aplicam, com as
qualificações especificadas em B.2 a B.7.

B.2 Regimes de pressão/temperatura. Os regimes de pressão/temperatura de válvulas com


flanges BS 4504 deverão estar de acordo com BS 4504:1969, tabela A1. Regimes de
Pressão/temperatura para válvulas em outros materiais que aqueles listados em BS 4504:1969, tabela
A1 deverão ser acordados entre o comprador e o fabricante.

B.3 Regimes de pressão nominal e classe e faixa de diâmetro nominal. Válvulas de acordo
com este apêndice com flanges de regimes de pressão nominal fornecidos na coluna 1 da tabela 10
deverão ter as mesmas dimensões face-a-face que as válvulas com flanges BS 1560:Part 2 de regimes
de classe correspondentes na coluna 2. A coluna 3 fornece a faixa de diâmetro nominal aplicável..

Tabela 10. Regimes de pressão nominal e classe e faixa de diâmetro nominal

1 2 3 4
Regime Faixa de diâmetro nominal
PN Classe
Mm (pol.)
10 150 50 a 600 (2 a 24)
10 150 50 a 600 (2 a 24)
16 150 50 a 600 (2 a 24)
25 300 25 a 600 (1 a 24)
40 300 25 a 600 (1 a 24)
64 600 25 a 600 (1 a 24)
100 600 25 a 600 (1 a 24)
160 900 25 a 300 (1 a 12)
250 1500 25 a 300 (1 a 12)
320 2500 25 a 250 (1 a 10)
400 2500 25 a 200 (1 a 8)

B.4 Corpo e flanges

B.4.1 Dimensões. As dimensões dos flanges de extremidade do corpo deverão estar de acordo com as
exigências de BS 4504 exceto que as espessuras podem ter os valores especificados na BS 1560:Parte
2. As espessuras dos flanges não deverão ser menores que aquelas especificadas na BS 4504. Quando
as espessuras dos flanges estão de acordo com aquelas especificadas na BS 4504, as dimensões do
rebaixo deverão também estar de acordo com as exigências da BS 4504.

B.4.2 Fresa por pontos ou usinagem da face oposta. Fresa por pontos ou usinagem da face oposta
devem estar de acordo com BS 1560:parte 2.

B.4.3 Acabamento superficial das juntas. O acabamento superficial das juntas deverá estar de acordo
com as exigências da BS 4504.

30
B.5 Inspeção e teste. As válvulas deverão ser inspecionadas e testadas de acordo com a BS 5146
exceto para pressões hidrostáticas de teste que devem estar de acordo com as válvulas citadas na tabela
11.

Tabela 11. Pressões hidrostáticas de teste

1 2 3
Pressão nominal Pressão de teste para
carcaça Sede
bar* Bar* bar*
10 15 10
10 15 10
16 24 16
25 37,5 25
40 60 40
64 96 64
100 150 100
160 240 160
250 375 250
320 480 320
400 600 400

B.6 Marcação. Quando fornecido para uso em sistemas de tubulação com flanges BS 4504 as válvulas
deverão ser permanentemente marcadas com regime de pressão nominal apropriado (i.e. PN..). Esta
marcação pode substituir ou suplementar as exigências do item 38 (b) e deverá aparecer em todos os
flanges BS 4504 utilizados.

B.7 Informação a ser fornecida pelo comprador. A informação a ser fornecida pelo comprador deverá
ser como apresentado no item 7 desta norma, exceto que o item (a) deverá ser substituído pelo
seguinte.
(a) Declarar que as válvulas deverão estar de acordo com as exigências deste apêndice e declarar o
regime de pressão nominal e o diâmetro nominal.

* 1 bar = 105 N/m2 = 100kPa.

31
Adendo No. 1 publicado e efetivado desde 30 de Junho de 1988 para a BS 1414:1975
Especificação para válvulas de gaveta com cunha de aço (flangeadas e de extremidades com solda de
topo) para indústrias de petróleo, petroquímica e afins.

Texto revisado

AMD 5837
Junho de 1988 Capa interna da frente
Na linha 2 do parágrafo abordando referências BSI referentes ao trabalho na norma, apagar 'PEE/1' e
substituir por 'PSE/7 (anteriormente PEE/1)'.

AMD 5837
Junho de 1988 Prefácio
Apagar parágrafo 3 (iniciando com 'Normas Britânicas para')

AMD 5837
Junho de 1988 Item 27. Porca de fixação da manga do sobre-castelo
Apagar este item e substituir pelo novo item seguinte.

27. Porca de fixação da manga do sobre-castelo

A porca de fixação da manga do sobre-castelo deverá ser de um material com ponto de fusão acima de
955oC. Ferro fundido cinzento não deverá ser utilizado. Se for utilizado ferro fundido maleável, ele
deverá estar de acordo com as exigências de BS 6681 para grau B 32-10 ou grau B 35-12. Se for
utilizado ferro fundido de grafita esferoidal, ele deverá estar de acordo com as exigências de BS 2789
graus 350/22, 350/22, 00/18 ou 420/12.

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Junho de 1988 Item 32.1
Na linha 1 apagar 'BS 1506-621 grau A' e substituir por 'BS 1506-630-860'.

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Junho de 1988 Tabela 2. Materiais de guarnição, dureza e especificações aceitáveis
Apagar esta tabela e substituir pela nova tabela 2 anexada.

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Junho de 1988 Publicações BSI citadas nesta norma
Apagar as entradas para BS 310, BS 1501-6 e BS 1503.
Apagar as entradas para BS 1400, BS 1503 e BS 2789 e

BS 1400 Especificação para lingotes de liga de cobre e liga de cobre e cobre de alta condutividade
BS 1503 Especificação para forjamentos de aço (inclusive produtos forjados semi-acabados) para
pressão
BS 2789 Especificação para grafita esferoidal ou ferro fundido de grafita nodular
Incluir as seguintes Normas Britânicas em ordem numérica:
BS 1504 Especificação para peças fundidas em aço para finalidades com pressão
BS 1506 Especificação para barras de aço carbono de baixa liga e de aço inoxidável e tarugos para
material de travamento e aplicações de fixação
BS 6681 Especificação para ferro fundido maleável.

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