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QUÍMICA I) NaCl Æ Na+ + Cl–

q=1+1=2
LIVRO 3
i = 1 + a . (q – 1)
Físico-Química i = 1 + 1 (2 – 1)
iII = 2,0
Capítulo 4 – Propriedades Coligativas das Soluções
iI 1,8
––– = –––– = 0,9
iII 2,0
5) 6 . 1023 moléculas –––––––– 180 g
x –––––––– 18 g
10) Na2SO4 Æ +
¨ 2 Na + SO2–
x = 6 . 1022 moléculas 4

q=2+1=3
Como a glicose não sofre ionização, o número de partículas
i = 1 + a (q – 1)
dispersas é igual ao número de moléculas.
2,6 = 1 + a (3 – 1)
6) H3PO4 Æ +
¨ 3H + 1 PO3–
4 a = 0,8 \ 80%
Resposta: B
q=3+1=4
i = 1 + a (q – 1) i = 1 + 0,3 (4 – 1) i = 1,9 11) CaCl2 Æ
¨ Ca
2+ + 2Cl–

q=1+2=3
7) 6 . 1023 moléculas –––––––– 36,5 g
i = 1 + a (q – 1)
x –––––––– 3,65 g
i = 1 + 0,8 (3 – 1)
x = 6 . 1022 moléculas
i = 2,6
HCl Æ + – Nd = 1 mol = 6 . 1023 partículas
¨ 1 H + 1 Cl
Npd = Nd . i
q=1+1=2
Npd = 6 . 1023 . 2,6
i = 1 + a (q – 1) i = 1 + 0,8 (2 – 1) i = 1,8
Npd = 1,56 . 1024 partículas
Número de partículas dispersas
Número de moléculas dissolvidas 12) a) CaCl2 Æ
¨ Ca
2+ + 2 Cl–
 
Npd = Nd . i q=1+2=3
Npd = 6 . 1022 . 1,8
i = 1 + a (q – 1)
Npd = 1,08 . 1023 partículas 2,5 = 1 + a (3 – 1)
a = 0,75
8) Em 1 litro tem-se 0,2 mol de H2SO4.
H2SO4 Æ +
¨ 2 H + SO4
2– b) FeCl3 Æ
¨ Fe
2+ + 3 Cl–

q=2+1=3 q=1+3=4
i = 1 + a (q – 1)
i = 1 + a (q – 1)
i = 1 + 0,8 (3 – 1) i = 2,6
3 = 1 + a (4 – 1)
Número de moléculas dissolvidas a = 0,67

Nd = 0,2 . 6 . 1023 = 1,2 . 1023 moléculas c) NaCl Æ +
¨ Na + 3 Cl–

Número de partículas dispersas q=1+1=2



Npd = Nd . i = 1,2 . 1023 . 2,6 i = 1 + a (q – 1)
1,9 = 1 + a (2 – 1)
Npd = 3,12 . 1023 partículas
a = 0,9

9) I) HCl Æ + –
d) Na2CO3 Æ CO2–
¨ H + Cl +
¨ 2 Na + 3

q=1+1=2 q=2+1=3
i = 1 + a . (q – 1) i = 1 + a (q – 1)
i = 1 + 0,8 (2 – 1) 2,6 = 1 + a (3 – 1)
iI = 1,8 a = 0,8
Resposta: C

– 19
13) I) KCl Æ +
¨ K + Cl– 28) • O líquido que evapora com maior velocidade é aquele que
tiver a menor temperatura de ebulição, neste caso, sulfeto
q=1+1=2 de carbono (CS2). O líquido que possui interação mais
i = 1 + a (q – 1) fortes entre suas moléculas é aquele tiver maior
1,9 = 1 + a (2 – 1) temperatura de ebulição, neste caso, água (H2O).
aI = 0,9 • Em localidades de grandes altitudes a pressão atmosférica
é menor e, portanto o ponto de ebulição da água é menor.
II) Na2SO4 Æ +
¨ 2 Na + SO2–
4
29) Ao resfriar o balão (molhar com água fria) a pressão interna
q=2+1=3 diminui, diminuindo o ponto de ebulição de água.
i = 1 + a (q – 1) Resposta: D
2,8 = 1 + a (3 – 1)
aII = 0,9 30) Como o CCl4 apresenta maior pressão de vapor ele contribui
mais para a pressão total.
aI 0,9
––– = –––– = 1 Resposta: D
aII 0,9

31) Quanto maior a temperatura maior é a pressão de vapor.


Resposta: A
冦T
TA = 60°C
24) a) Do gráfico
B = 70°C
32) Quanto maior a temperatura de ebulição do líquido, menos
volátil ele é e, consequentemente menor será a quantidade de
b) vapor no tubo.
Resposta: E

33) A pressão de vapor só depende da temperatura e da natureza


do líquido.
Resposta: B

34) A pressão de vapor só depende da temperatura e da natureza


O líquido A tem maior pressão de vapor e ela vale
do líquido.
aproximadamente 0,8 atm.
Resposta: D

25) A substância menos volátil é aquela que apresenta menor

冦T
pressão de vapor, ou seja, CH3COOH. Téter @ 32°C
35) a) Do gráfico
Resposta: A etanol @ 77°C

b) Sob pressão de 500 mm de Hg os pontos de ebulição do


26) éter dietílico e do etanol, são respectivamente, 22°C e 67°C
aproximadamente. (Vide gráfico).
Neste caso, o éter dietílico a 50°C é gasoso e o etanol a
50°C é líquido.

36) O ponto de ebulição é atingido quando a pressão de vapor do


líquido se iguala à pressão externa. Como os líquidos estão
no mesmo local, a pressão externa é a mesma e, portanto,
quando em ebulição, as pressões de vapor são iguais.
Resposta: B

37) A pressão depende da temperatura.


Resposta: E

38) No nível do mar, a água ferve a 100°C, pois a pressão atmos-


As substâncias CCl4 e C2H5OH estão totalmente vaporizados. férica é de 760 mmHg. Em locais acima do nível do mar a
Resposta: B pressão atmosférica é menor e, consequentemente, o ponto
de ebulição será menor.
27) As pressões P1, P2 e P3 são iguais pois a pressão de vapor não Resposta: C
depende da quantidade de líquido e sim da temperatura e da
natureza do líquido. 39) 1) Verdadeiro.
Resposta: B Substâncias com baixo ponto de ebulição evaporam
facilmente podendo contaminar o ambiente.

20 –
2) Verdadeiro. 44) a)
Quanto maior a temperatura maior a velocidade das
moléculas dos gases e vapores e maior a velocidade das
reações químicas.
3) Verdadeiro.
Quanto maior a altitude, menor a pressão atmosférica e
maior a rapidez da vaporização.

40) A ebulição ocorre quando a pressão de vapor se iguala a


b) Do gráfico: P = 2 atm e T = 65°C
pressão atmosférica.
Como a pressão local é 150 mmHg, qualquer líquido que tenha
a pressão de vapor maior ou igual a 150 mmHg entraria em
ebulição.
Resposta: C

41) Quanto mais volátil a substância, maior será sua pressão de


vapor saturante.
Resposta: A

45) A transformação citada é representada pela flecha “c”.


“Bolas de gelo”
42) a) O etanol é o líquido  A  B
volatilização
De acordo com o gráfico, o etanol é o que apresenta maior sólido ææææææÆ gás
pressão de vapor.
b) Verificando no gráfico, a 25°C: 46) Do gráfico: y = 67 atm
PH O = 25 mmHg e petanol = 56,25 mmHg Compressão isotérmica = aumento de pressão a temperatura
2
h = petanol – pH = 56,25 – 25 constante.
2O
h = 31,25 mm

c) O líquido que apresenta maior valor de DH é  água


 o etanol
A ponte de hidrogênio na água são mais intensas que no
etanol.
d) A 25°C a pH O = 25 mmHg.
2
No gráfico verifica-se que para que a petanol seja 25 mmHg
a temperatura é de 10°C.
Nas condições descritas, a temperatura do etanol deve ser Do gráfico: x = – 78°C
de 10°C.

43) a) P.V. = n . R . T
m atm . L
0,035atm.1 000 L = ––––––––– .0,082 . ––––––––– (27 + 273) K
18 g/mol mol . K
m = 25,6 g
Como a densidade da água é 1 g . m L–1, então V = 25,6 mL
Para chegar a pressão de 0,035 atm, só evaporam 25,6 mL
Resposta: D
de água.
1 mol
47) De acordo com o gráfico, sob pressões abaixo de 5,1 atm não
evaporam 
b) 40,7 kg ––––––––––– 18 g de H2O existe dióxido de carbono líquido.
x ––––––––––– 1 000 g de H2O Resposta: B

1 L de H2O 48) 01) Falso.
x = 2261,11 kJ A pressão de vapor deve ser igual a pressão exercida
sobre o líquido.
02) Verdadeiro.
A vaporização é um processo endotérmico.

– 21
04) Verdadeiro. H2O
c) HCl (g) æææÆ H+ (aq) + Cl– (aq)
Quando pressão de vapor igual a pressão externa, o
material passa para o estado gasoso.
0,1 mol/L 0,2 mol/L
08) Verdadeiro.
Nos líquidos, as partículas estão mais próximas e,
portanto de densidade é maior. H2O
d) HCl (g) æææÆ H+ (aq) + Cl– (aq)
16) Verdadeiro.
Quanto mais volátil for o líquido, maior será sua pressão 0,2 mol/L 0,4 mol/L
de vapor.
Resposta: 30
H2O
e) NaOH (s) æææÆ Na+ (aq) + OH– (aq)
49) Como o ponto triplo é superior a 1 atm, pode-se dizer que
abaixo desta pressão, não existe CO2 líquido. 0,2 mol 0,2 mol/L
Resposta: A
Quanto maior o n.o de partículas dispersas, menor a pressão de
54) 1) Falso. vapor.
Quanto mais volátil o líquido, maior sua pressão de vapor. Resposta: D
pA < pB \ B é mais volátil que A.
2) Falso. 57) Quanto mais partículas dispersas, menor a pressão de vapor.
B é mais volátil e, portanto, apresenta menor temperatura Resposta: C
de ebulição.
3) Falso.
58) Cálculo do fator de van’t Hoff: i = 1 + a (q – 1)
A pressão de vapor não depende do volume do líquido.
BaCl2: i = 1 + 0,8 . (3 – 1)
4) Verdadeiro.
A temperatura de ebulição depende da pressão externa. 1 Ba2+ + 2 Cl– i = 2,6
Quanto maior a pressão externa, maior será a
K3[Fe(CN)6]: i = 1 + 0,5 . (4 – 1)
temperatura de ebulição.
5) Verdadeiro. 3 K+ + 1 Fe(CN)3–
6 i = 2,5
Tonometria ao ser adicionado um soluto não volátil a um
solvente, a pressão de vapor do solvente diminui. Como a concentração é a mesma, aquele que tiver maior “i”
6) Verdadeiro. terá o maior número de partículas dispersas e, consequen-
Temperatura de ebulição da água quando submetida a temente, maior abaixamento na pressão de vapor.
uma pressão externa de 760 mmHg é 100°C e, portanto, Resposta: BaCl2
sua pressão de vapor nesta temperatura é 760 mmHg.
Dp
59) –––– = Kt . Mm . i
55) O efeito coligativo é diretamente proporcional ao número de P
partículas dispersas por unidade de volume.
Quanto mais partículas dispersas, menor a pressão de vapor.
Sistema x: apenas solvente (maior pressão de vapor) i = 1 (glicose é composto molecular)
Sistema y: 1 mol de naftaleno –––––––– 128 g
ny –––––––– 5 g Dp MH O nglicose
2
–––– = ––––––– . –––––––––––––– . 1
ny = 0,04 mol P 1 000 mH O em kg
2

Sistema z: 1 mol de naftaleno –––––––– 228 g m 90 g


nglicose = –––– = ––––––––––– = 0,5 mol
nz –––––––– 5 g M 180 g/mol
nz = 0,02 mol
Dp 18 0,5
–––– = ––––– . –––––
Ordem crescente de partículas dispersas: x < z < y P 1 00 0,25
Ordem crescente de pressão de vapor: py < pz < px
Resposta: C Dp
–––– = 0,036
P
56) Considerando o ácido 100% ionizado:
H2O
a) sacarose (s) æææÆ sacarose (aq) Dp
0,1 mol 0,1 mol/L 60) –––– = Kt . Mm . i
P
H2O
b) sacarose (s) æææÆ sacarose (aq) NaCl Æ 1 Na+ + 1 Cl–
0,2 mol 0,2 mol/L
q=2

22 –
Cálculo do i: 63) O abaixamento do soluto da pressão de vapor foi de 10 mmHg,
i = 1 + a (q – 1) pois a pressão de vapor da água é 760 mmHg e a pressão de
i = 1 + 1 (2 – 1) vapor da solução é 750 mmHg.
Dp
i=2
–––– = Kt . Mn . i
P
Cálculo do Kt:
MH O 18 Dp Æ abaixamento absoluto
2
Kt = –––––––– = –––––––– = 0,018
1 000 1 000 P Æ PH O
2
i Æ solução não eletrolítica
Cálculo do Mm:
5,85
nNaCl –––––
58,5 10 MH O nsoluto
Mm = –––––––––––––– = –––––––– = 0,2 2
–––– = –––––––– = ––––––––––––– . 1
MH O em kg 0,5 760 1 000 mH O em kg
2 2

Dp msoluto
–––– = 0,018 . 0,2 . 2 ––––––––
P 10 18 Msoluto
–––– = –––––– = ––––––––– . 1
760 1 000 0,135
Dp
–––– = 7,2 . 10–3
P
10 18 15 1
–––– = –––––– = ––––––––– . ––––––
760 1 000 Msoluto 0,135
Dp
61) –––– = Kt . Mm . i
P
18 . 15 . 760
Cálculo do i: Msoluto = –––––––––––––––––
i = 1 + a (q – 1) 10 . 1 000 . 0,135
CaCl2 Æ Ca2+ + 2 Cl– i = 1 + 0,095 (3 – 1) i = 2,9

q=3 Msoluto = 152 g/mol

Dp MH O nCaCl 66) A) ureia Æ ureia


2 2
–––– = ––––––– . –––––––––––––– .i
P 1 000 mH O em kg
2 0,2 mol/kg 0,2 mol/kg
Dp 18 0,4
–––– = ––––– . ––––– . 2,9 B) NaCl Æ Na+ + Cl –
P 1 00 0,2
0,1 mol/kg 0,2 mol/kg
Dp
–––– = 0,1044 C) HCl Æ H+ + Cl –
P
0,1 mol/kg 0,2 mol/kg

Dp Como os números de partículas dispersas são iguais o efeito


62) –––– = Kt . Mm . i coligativo é igual.
P
Resposta: A

Dp = Kt . Mm . i . P
H2O
67) BaCl2 (s) ææÆ Ba2+ (aq) + 2 Cl – (aq)
Cálculo do Kt:
MH O 18 0,010 mol/L 0,030 mol/L
2
Kt = –––––––– = –––––––– = 0,018
1 000 1 000 H2O
C6H12O6 (s) ææÆ C6H12O6 (aq)
Cálculo do Mm: 0,010 mol/L 0,010 mol/L
41
nsacarose –––––
342
Mm = –––––––––––––– = ––––––– = 0,342 Como o número de partículas dispersas da primeira solução é
MH O em kg 0,35 o triplo do número de partículas dispersas da segunda
2
solução, pode-se afirmar que o abaixamento do ponto de
Cálculo do i:
congelação da primeira é cerca de três vezes maior que o da
i = 1 (sacarose é composto molecular)
segunda.
Dp = 0,018 . 0,342 . 1 . 21
Resposta: C
Dp = 0,13 mm de Hg

– 23
H2O H2O
68) I. C12H22O11 ææÆ C12H22O11 Me(NO3)2 ææÆ Me2+ + 2 NO3–
x mol/kg x mol/kg
0,05 mol/L 0,15 mol/L

H2O 0,10 mol/L –––––––– 0,18°C


II. NaCl ææÆ Na+ + Cl – 0,15 mol/L –––––––– x
y mol/kg 2y mol/kg x = 0,27 fi abaixamento

O ponto de solidificação será – 0,27°C


H2O Resposta: C
III. MgSO4 ææÆ Mg2+ + SO42–

z mol/kg 2z mol/kg H2O


Æ H+ + H CCOO–
74) A: ácido acético: H3CCOOH ¨ææ 3
H2O
IV. MgCl2 ææÆ Mg2+ + 2 Cl– (ácido fraco)
x mol/L entre (x e 2x) mol/L
w mol/kg 3w mol/kg
(mais próximo a x)
Para que o abaixamento do ponto de congelamento seja o
H2O
mesmo, o número de partículas deve ser o mesmo: Æ H+ + Cl–
B: cloreto de hidrogênio: HCl ¨ææ
x = 2y = 2z = 3w
(ácidoforte)
Resposta: C x mol/L entre (x e 2x) mol/L

(mais próximo a 2x)


69) Ao se adicionar um soluto a um solvente, o ponto de
congelamento do solvente é diminuido.
C: sacarose: C12H22O11 æÆ C12H22O11
Resposta: B
x mol/L x mol/L
70) Para que o abaixamento seja o mesmo, o número de partículas
do soluto por unidade de solvente deve ser o mesmo. Ordem crescente do número de partículas dispersas:
Resposta: B C<A<B
Ordem crescente da temperatura de congelação:
71) Para ter o maior ponto de solidificação, deve ter o menor B<A<C
número de partículas dispersas, ou seja, a água pura. Resposta: E
Resposta: E
Para NaCl: 0,010 (I)
0,370 = KC . ––––– . 2
72) Cálculo de KC: 0,1
75) DtC = KC . Mm . i i=2
DtC = KC . Mm . i Æ 1 (açúcar não ioniza) Para sal x: 0,010 (II)
0,925 = KC . ––––– . i
naçúcar 0,1
i=?
1,86 = KC . ––––––––––––
mH O em kg Dividindo II por I:
2
0,925 KC . 0,1 . i
1 ––––––– = –––––––––––– i=5
1,86 = KC . ––– KC . 0,1 . 2
0,370
1

O sal x deve formar 5 íons na dissociação:


KC = 1,86 kg . K . mol–1
a) H3CCOO–Na+ ææÆ H3CCOO– + Na+
Cálculo da mH que continua na solução: 2 íons i=2
2O
DtC = KC . Mm . i
naçúcar b) Na2CO3 ææÆ 2Na+ + CO32–
3,72 = 1,86 . ––––––––––––
mH O em kg 3 íons i=3
2

c) Fe(NO3)3 ææÆ Fe3+ + 3 NO3–


mH = 0,5 kg = 500 g
2O
4 íons i=4
mH O que evapora = 1 000 g – 500 g = 500 g
2
d) Cr2(SO4)3 ææÆ 2 Cr3+ + 3 SO42–
Resposta: D
5 íons i=5

73) O abaixamento é proporcional à concentração:


e) NH4Cl ææÆ NH4+ + Cl –
H2O
C6H12O6 ææÆ C6H12O6 2 íons i=2
0,1 mol/L 0,1 mol/L Resposta: D

24 –
76) a) T4 < T2 < T1 = T3 e) HNO3 æÆ H+ + NO3–
b) Garrafas 1 e 3 contém apenas H2O e, portanto não tem 0,30 mol/L
partículas dispersas. T1 = T3 0,60 mol/L
Garrafa 2 contém sacarose, que não ioniza e, neste caso, a
Quanto mais partículas dispersas menor o ponto de
concentração final é 0,5 mol dm–3.
congelação.
Garrafa 4 contém NaCl, que dissocia formando íons Na+ e
Resposta: E
Cl– e, neste caso, a concentração final é 1,0 mol dm–3.
Ordem crescente de partículas dispersas: 1 = 3 < 2 < 4.
80) Pode-se medir a temperatura de congelamento, pois a solução
Quanto maior o número de partículas dispersas, menor
com mais partículas dispersas (ácido forrte) terá menor
será a temperatura de congelamento e, portanto menor
temperatura de congelamento.
será a temperatura do equilíbrio.
Resposta: D
Ordem crescente de temperatura do equilíbrio:
T4 < T2 < T2 = T3
81) CaCl2 ææÆ 1 Ca2+ + 2 Cl–
H2O H2O
77) KNO3 ææÆ K+ + NO–3 MgSO4 ææÆ Mg2+ + SO2–4 q=3
x mol/L x mol/L i = 1 + a (q – 1)
2x mol/L 2x mol/L
i = 1 + 0,8 (3 – 1)
H2O i = 2,6
Cr(NO3)3 ææÆ Cr3+ + 3 NO–3
x mol/L
4x mol/L DtC = KC . Mm . i
DtC = 1,86 . 0,2 . 2,6
Ordem crescente de partículas dispersas: DtC = 0,97°C
KNO3 = MgSO4 < Cr(NO3)3
Temperatura de congelamento = – 0,97°C
Quanto mais partículas dispersas, menor o ponto de con-
gelação.
82) Fe2(SO4)3 ææÆ 2 Fe3+ + 3 SO2–
Ordem crescente de pontos de congelação: 4

Cr(NO3)3 < KNO3 = MgSO4


q=5
Resposta: C
i = 1 + a (q – 1)
78) Ação B i = 1 + 1 (5 – 1)
a) Glicerina æÆ Glicerina i=5
1 mol 1 mol
DtC = KC . Mm . i
b) Na2SO4 æÆ 2 Na+ + SO2–
4 DtC = 1,86 . 0,5 . 5
1 mol DtC = 4,65°C
3 mol
Temperatura de congelação = – 4,65°C

c) NaNO3 æÆ Na+ + NO–3


1 mol 83) Solução não eletrolítica = i = 1
2 mol
DtC = KC . Mm . i
nA
Quanto mais partículas dispersas menor o ponto de 0,372 = 1,86 . –––––––––––– . 1
congelamento. mH O em kg
2

79) a) CaBr2 æÆ Ca2+ + 2 Br– mA


––––
0,10 mol/L MA
0,372 = 1,86 . –––––––– . 1
0,30 mol/L 0,1
b) KBr æÆ K+ + Br– mA Æ massa
0,20 mol/L MA Æ massa molar
0,40 mol/L 4
––––
c) Na2SO4 æÆ 2Na+ + SO42– MA
0,372 = 1,86 . –––––––– .1
0,10 mol/L 0,1
0,30 mol/L

d) C6H12O6 æÆ C6H12O6 MA = 200 g/mol \ MM = 200 u


0,50 mol/L
0,50 mol/L

– 25
87) Substância pura apresenta ponto de ebulição constante, mas 92) Quanto maior o número de partículas dispersas, maior será a
ao se adicionar partículas dispersas, o ponto de ebulição de temperatura de ebulição.
um líquido aumenta.
Resposta: D I. H2O pura (sem partículas dispersas)

88) As três soluções são não eletrolíticas (não ionizam): II. NaCl æÆ Na+ + Cl –
I) ureia æÆ ureia
1 mol/L 1 mol/L 0,5 mol/L 1,00 mol/L

II) glicerina æÆ glicerina III. C6H12O6 æÆ C6H12O6


1 mol/L 1 mol/L
0,50 mol/L 0,50 mol/L
III) glicose æÆ glicose
1 mol/L 1 mol/L IV. NaCl æÆ Na+ + Cl –

Neste caso, o número de partículas dispersas é o mesmo e, 0,25 mol/L 0,50 mol/L
portanto a temperatura de início de ebulição será a mesma.
V. C6H12O6 æÆ C6H12O6
Resposta: D

89) NaCl ææÆ Na+ + Cl – Na3PO4 ææÆ 3 Na+ + PO3– 0,25 mol/L 0,25 mol/L
4
0,1 mol/L 0,1 mol/L Resposta: B
0,2 mol/L 0,4 mol/L

K2SO4 ææÆ 2 K+ + SO42– C6H12O6 ææÆ C6H12O6 93) Quanto mais partículas dispersas, maior será o ponto de
0,1 mol/L 0,1 mol/L ebulição, menor será o ponto de solidificação e menor será a
0,3 mol/L 0,1 mol/L pressão de vapor.
Resposta: C
Quanto mais partículas dispersas maior a temperatura de
ebulição.
94) O vapor é basicamente água enquanto a solução residual vai
Ordem crescente de partículas dispersas, ou seja, ordem
se tornando cada vez mais concentrada em NaCl .
crescente dos pontos de ebulição.
Resposta: E
Glicose (0,1 mol/L) < cloreto de sódio (0,2 mol/L) < sulfato de
potássio
(0,3 mol/L) < fosfato trissódico (0,4 mol/L) 95) Tende a aumentar, pois conforme a ebulição vai ocorrendo, a
Neste caso: quantidade de água na solução vai diminuindo e a solução vai
Glicose Æ IV; cloreto de sódio Æ III; sulfato de potássio Æ II; se tornando mais concentrada.
fosfato trissódico Æ I Quanto mais concentrada a solução, maior o ponto de
Resposta: A ebulição.

90) a) Num lugar onde a pressão ambiente é de 720 mmHg, a


96) II. A temperatura de ebulição será maior quanto mais intensa
água ferverá abaixo de 100°C.
b) Se a temperatura de ebulição é maior pode-se concluir que for a força da ligação química intermolecular.
a pressão de vapor é menor. III. A temperatura de ebulição será maior quanto maior for a
c) A ebulição ocorre quando a pressão de vapor se iguala a pressão exercida sobre o líquido.
pressão ambiente. (Recipientes abertos). IV. Quanto mais partículas dispersas maior será a temperatura
d) Ao adicionar partículas dispersas, a temperatura de
de ebulição.
ebulição aumenta.
Resposta: D
Resposta: E

91) Quanto mais partículas dispersas, maior será o ponto de 97) I. C6H12O6 æÆ C6H12O6
ebulição. 0,1 mol/kg 0,1 mol/kg
A) sacarose æÆ sacarose
0,6 mol/kg 0,6 mol/kg
II. NaCl æÆ Na+ + Cl –
B) KCl æÆ K+ + Cl – 0,1 mol/kg 0,2 mol/kg
0,5 mol/kg 1,0 mol/kg
III. KNO3 æÆ K+ + NO3–
C) Na2SO4 æÆ 2 Na+ + SO2–
4
0,1 mol/kg 0,2 mol/kg
0,5 mol/kg 1,5 mol/kg
IV. H3CCOOH ææÆ H+ + H3CCOO–
Ordem crescente de partículas dispersas: A < B < C
0,1 mol/kg entre 0,1 e 0,2 mol/kg mas
Ordem crescente de pontos de ebulição: A < B < C mais próximo a 0,1 mol/kg (ácido fraco)
Resposta: C Resposta: B

26 –
98) I. Ao ser resfriada, congela-se em temperatura menor do que DTC = 3,79°C
a água pura.
II. Ao ser aquecida, ferve em temperatura maior que a água b) Considerando que o soluto não sofra ionização: i = 1
pura. Dte = Ke . Mm . i
III. Como o açúcar não ioniza, a condutibilidade da água não é nsoluto
0,60 = 5,03 . ––––––––––––– . 1
alterada. mCCl em kg
Resposta: C 4

msoluto
––––––––
99) Em recipientes abertos, a ebulição ocorre quando a pressão Msoluto
de vapor do líquido se iguala à pressão ambiente. 0,60 = 5,03 . ––––––––––– . 1
0,1
Resposta: E
3
––––––––
100) Do gráfico percebe-se que a temperatura de ebulição de B é Msoluto
maior que a de A. 0,60 = 5,03 . ––––––––––– . 1
0,1

Msoluto = 251,5 g/mol \ MMsoluto = 251,5 u


 
massa molar massa molecular

103) Cálculo do aumento da temperatura de ebulição:


Dte = 77,4°C – 77,0°C
Neste caso, pode-se afirmar que A é mais volátil que B.
Se o líquido A for um solvente puro, o líquido B pode ser uma Dte = 0,4°C
solução de um soluto não volátil nesse solvente.
Cálculo da massa de soluto não ionizado: i = 1
Resposta: B
Dte = Ke . Mm . i
msoluto
101) Amostra A: sem partículas dispersas ––––––––
Amostra B: mais partículas dispersas Msoluto
0,4 = 0,92 . ––––––––––––––– . 1
Amostra C: menos partíulas dispersas msolvente em kg
Ordem crescente de partículas dispersas: A < C < B
msoluto
Ordem crescente de temperaturas de ebulição: A < C < B ––––––––
A amostra B apresenta mais partículas dispersas e, 175
0,4 = 0,92 . ––––––––––– . 1
consequentemente, maior temperatura de ebulição. 0,25
Cálculo do volume por diluição:
CB . VB = CC . VC msoluto = 19 g
280 g . L–1 . VB = 35 g . L–1 . (VB + 7) L

água adicionada 104) Cálculo do aumento da temperatura de ebulição:

VB = 1 L Æ 1,8 g de glicose não ioniza \ i = 1

Dte = Ke . Mm . i
102) a) Aumento do ponto de ebulição: mglicose
––––––––
DTe = Ke . Mm . i Mglicose
Dte = 0,52 . ––––––––––––––– . 1
0,60 = 5,03 . Mm . i (I) mH O em kg
2

Diminuição do ponto de congelamento: 1,8


DTC = KC . Mm . i –––––
180
DTC = 31,8 . Mm . i (II) Dte = 0,52 . –––––––– . 1
0,1
Dividindo II por I:
Dte = 0,052°C
DtC 31,8 . Mm . i
–––– = ––––––––––––– Æ 3,42 g de sacarose não ioniza \ i = 1
0,60 5,03 . Mm . i
msacarose
Obs.: “Mm” e “i” podem-se cancelar pois as soluções tem ––––––––
a mesma composição. Msacarose
Dte = 0,52 . ––––––––––––––– . 1
31,8 . 0,60 mH O em kg
DTC = –––––––––– 2
5,03

– 27
3,42 * Como a sacarose não ioniza em água, i = 1
–––––– * Cálculo da quantidade de sacarose em 1 L de solução:
342
Dte = 0,52 . ––––––––– . 1
M = 1,2 mol/L \ em 1 L de solução tem-se:
0,1
1,2 mol de sacarose
Dte = 0,052°C
MC = (12 . 12 + 22 . 1 + 11 . 6) g/mol = 342 g/mol
Somando as duas variações: Dte = 0,104°C 12H22O11
total

1 mol de sacarose ––––––– 342 g


Ponto de ebulição será: Te = 100°C + 0,104°C = 100,104°C
1,2 mol de sacarose –––––––– x

ponto de ebulição a 760 mmHg x = 410,4 g de sacarose

105) Cálculo do Ke:


* Cálculo da massa de solução em 1 L de solução:
Dte = Ke . Mm . i
nsoluto d = 1,0104 g/cm3 \ 1 cm3 = 1 mL tem-se 1,0104 g de solução
2,40 = Ke . –––––––––––––––– . 1
msolvente em kg 1 cm3 ––––––––– 1,0104 g de solução
1 000 cm3 ––––––––– y
1
2,40 = Ke . ––– . 1
1 1 litro

Ke = 2,40°C . mol–1 . kg y = 1010,4 g de solução

Cálculo da massa molar do soluto: * Cálculo da massa da água em 1 L de solução:


Dte = Ke . Mm . i
msoluto msolução = msacarose + mH
2O
––––––––
Msoluto 1010,4 g = 410,4 g + mH
0,464 = 2,40 . ––––––––––––––– . 1 2O
msolvente em kg
mH = 600 g
2,4 2O
––––––––
Msoluto
0,464 = 2,40 . ––––––––––– . 1 * Cálculo da concentração em mol por quilograma de
0,1 solvente (Mm):
nsacarose 1,2 mol
M = 124 g/mol Mm = –––––––––––––––– = ––––––––– = 2 mol/kg = 2 molal
msolvente em kg 0,6 kg
Cálculo do número de átomos “x” na substância simples Ax.
MMA = MAA . x * Cálculo da constante molal ebuliométrica (Ke):
x
  Dte = Ke . Mm . i
massa massa
1 K = Ke . 2 molal . 1
molecular atômica

Ke = 0,5 K/molal
124 = 31 . x

x=4 * Cálculo da constante molal criométrica (KC):

Resposta: C DtC = KC . Mm . i

4 K = KC . 2 molal . 1
106) Do gráfico retira-se o abaixamento do ponto de congelamento
(DtC) e o aumento do ponto de ebulição (Dte)
KC = 2 K/molal

115) Ao administrar o soro fisiológico com a mesma pressão


osmótica dos glóbulos vermelhos, não ocorre osmose, e
consequentemente, eles não estouram ou murcham.
Resposta: C

116) Cálculo da concentração de glicose em mol/L:


1 mol ––––– 180 g
x ––––– 54 g/L
x = 0,30 mol/L

28 –
Cálculo da concentração dos íons Ca2+ e Cl –: Quanto mais partículas dispersas, maior será a pressão
H2O osmótica, neste caso, p3 = p4 < p1 < p2
CaCl2 ææÆ Ca2+ + 2 Cl– b) Osmose é a passagem de um solvente por uma membrana
y mol/L 2 y mol/L semipermeável.

3 y mol/L 120) A água irá passar do lado esquerdo para o direito por osmose,
devido a diferença de concentração. Neste caso, a pressão do
3 y = 0,30 (soluções isotônicas) lado direito irá aumentar até atingir um novo equilíbrio.
y = 0,10 mol/L Resposta: B
[Ca2+] = 0,10 mol/L
[Cl –] = 0,20 mol/L 121) O solvente passa por membrana semipermeáveis do meio
Resposta: E hipotônico para o meio hipertônico. Se a célula ira murchar,
ela perderá água e neste caso é o meio hipotônico em relação
117) Por osmose, a água sairá do compartimento em que estiver, a solução salina. A pressão osmótica da solução salina é maior
em direção aos das soluções de cloreto de sódio. que a da célula devido a ser mais concentrada.
Pode-se afirmar que a água está no compartimento B. Quanto maior a concentração da solução salina externa, maior
Como no final, o volume do compartimento C fica maior que será o fluxo de solvente da célula para o meio.
o do A, pode-se afirmar que entrou mais água em C, e, neste Resposta: 22 (corretos: 02, 04 e 16)
caso, a solução do compartimento C era mais concentrada.
Quanto mais partículas dispersas, maior a pressão osmótica e 122) “Se as células vermelhas do sangue (meio hipertônico) forem
menor a pressão de vapor. Neste caso, a solução do removidas para um béquer contendo água destilada (meio
compartimento C tem maior pressão osmótica e menor hipotônico), haverá passagem da água para dentro das células
pressão de vapor. (por osmose).
Resposta: Corretas: 1 e 3 Se as células (meio hipotônico) forem colocadas numa solução
salina concentrada, haverá migração da água para fora das
118) Cálculo da concentração dos íons em solução: células por osmose com o enrugamento delas.
H2O As soluções projetadas para injeções endovenosas devem ter
NaCl ææÆ Na+ + Cl– pressões osmóticas próximas às das soluções contidas nas
0,1 mol/L células (para que não ocorra a osmose)”.
0,2 mol/L Resposta: A
H2O
MgCl2 ææÆ Mg2+ + 2 Cl–
123) a) Cálculo da concentração dos íons:
0,1 mol/L
0,3 mol/L NaCl ææÆ Na+ + Cl–
0,15 mol/L
Como a solução de cloreto de magnésio tem mais partículas 0,30 mol/L
dispersas, pode-se afirmar que ela é a melhor condutora de
eletricidade, apresenta menor pressão de vapor, congela-se a Cálculo da pressão osmótica:
uma temperatura mais baixa, tem maior pressão osmótica e p=MRT
maior ponto de ebulição.
mol k Pa . L
Resposta: A p = 0,30 ––––––– . 8,3 . ––––––– . (273 + 37) K
L mol . K
119) a) Cálculo do número de partículas dispersas (Npd):
H2O
p = 771,9 kPa
1) NaCl ææÆ Na+ + Cl–
0,10 mol/L
0,20 mol/L b) Para ser isotônica as concentrações devem ser iguais.
*Cálculo da concentração na bebida:
H2O
2) MgCl2 ææÆ Mg2+ + 2 Cl– Sacarose
0,10 mol/L 1 mol ––––––– 342 g
0,30 mol/L x ––––––– 35 g
x = 0,102 mol
H2O
3) C6H12O6 ææÆ C6H12O6
0,10 mol/L Sais monovalentes
0,10 mol/L
H2O xy æÆ x+ + y–
4) C12H22O11 ææÆ C12H22O11 0,015 mol
0,10 mol/L 0,030 mol
0,10 mol/L Quantidade de matéria total: 0,102 + 0,030 = 0,132 mol
Npd: 3 = 4 < 1 < 2 Como no rótulo a informação é de volume 500 mL, então

– 29
0,132 mol 127) a) Quando imerso em água, o volume do sistema, por ser
M = ––––––––– fi M = 0,264 mol/L
mais concentrado, o irá aumentar devido a osmose.
0,5 L
b) Decanato de sódio
Não são isotônicas pois: 0,30 mol/L ≠ 0,264 mol/L O
  H3C — (CH2)8 — C
NaCl bebida O–Na+

Confirmando: Pentanoato de sódio


*Cálculo da pressão osmótica da bebida: O
k Pa . L H3C — (CH2)3 — C
p = 0,264 mol/L . 8,3 ––––––––– . (273 + 37) K O–Na+
mol . K
Os dois sais apresentam a mesma quantidade de partículas
dispersas, mesma pressão osmótica, pois as concentrações
p = 679,3 kPa
são iguais e as quantidades de íons também são iguais.
Neste, caso, ao ser imerso em solução de pentanoato de
Não são isotônicas pois: 771,9 kPa ≠ 679,3 kPa
sódio, o volume não se altera, pois não ocorre osmose.
 
NaCl bebida
128) Ao reagir I e III forma-se precipitado, de acordo com a equação
K+ (aq) + Cl– (aq) + Ag+ (aq) + NO–3 (aq) Æ AgCl (s) + K+ (aq) + NO–3 (aq)
124) Se o teor de íons de sódio no interior da célula for superior ao
A quantidade de íons por unidade de volume diminui e,
externo, a água fluirá do meio externo (hipotônico) para
portanto, a condutividade elétrica específica também diminui.
dentro da célula (hipertônico) por osmose.
Resposta: E
Resposta: E

129) Para ser injetado na corrente sanguínea sem causar danos, a


125) Cálculo das concentrações de partículas dispersas nas
pressão osmótica do medicamento deve ser igual à do sangue.
soluções:
Resposta: E
I. C6H12O6 æÆ C6H12O6
0,030 mol/L 0,030 mol/L
130) O efeito coligativo depende do produto M . i (número de
Æ
II. H3CCOOH ¨ææ H+ + H3CCOO– partículas em concentração mol/L)
0,030 mol/L
entre 0,030 mol/L e KBr i = 2; M = 0,2mol/L
0,060 mol/L (ácido fraco) M i = 0,4 mol/L
III. CaCl2 æÆ Ca2+ + 2 Cl2 FeBr3 i = 4; M = 0,1mol/L
0,010 mol/L M . i = 0,4mol/L
0,30 mol/L
Como o número de partículas em mol/L é o mesmo, teremos:
Ordem de partículas dispersas: I @ III < II I. A pressão osmótica das duas soluções será a mesma.
II. A pressão de vapor da água será igual nos dois balões.
a) Quanto mais partículas dispersas menor a pressão de Resposta: A
vapor, portanto:
pII < pI @ pIII 131) a) Hidrofílico é todo material que tem afinidade por água:
b) Quanto mais partículas dispersas maior a pressão entre o açúcar e a água ocorre afinidade devido as pontes
osmótica, portanto: pI @ pIII < pII de hidrogênio que se estabelecem entre as moléculas de
c) Quanto mais partículas dispersas maior a temperatura de água e as moléculas do açúcar.
ebulição, portanto: DTI @ DTIII < DTII b) Existe, mas acontece que no caso do sal a adição de soluto
Resposta: A é menor que no caso do açúcar e, portanto, a pressão
osmótica é menor.
126) a) Solução A pois é a menos concentrada e, portanto
apresenta a maior pressão de vapor e menor pressão 132) Cálculo da concentração em mol/L dos íons em solução:
osmótica.
b) Ci . Vi = Cf . Vf fi Vf = 90% . Vi = 90% . 2 L = 1,8 L 1 mol de NaCl ––––––– 58,5 g
9g x –––––––– 5,85 g/L
–––– . 2 L = Cf . 1,8 L x = 0,1 mol/L de NaCl
L

NaCl Æ Na+ + Cl–


Cf = 10 g/L 0,1 mol/L
0,2 mol/L

30 –
Cálculo da pressão osmótica (p):
p=M.R.T
mol atm . L
p = 0,2 –––––– . 0,082 ––––––––– . (27 + 273) K
L mol . K

p = 4,92 atm

Resposta: C

133) p = M . R T
atm . L
7,626 atm = M . 0,082 ––––––––– . (37 + 273) K
mol . K

M = 0,30 mol/L

Resposta: B

134) p = M . R T
L . mmHg
1,7 . 104 mmHg = M . 62,3 –––––––––– . 273 K
K . mol
M = 1,0 mol/L

1,0 mol de glicose em 1,0 litro de solvente


x y
Resposta: D

135) Osmose é a passagem de solvente e, portanto, a membrana


deve ser impermeável ao soluto.
Resposta: C

136) Para que os pistões não se movam, as forças devem se anular,


ou seja, a p2 = p1 + p
Neste caso: p = p2 – p1
Resposta: C

137) Para que os índices sejam utilizados nos cálculos, o composto


AxBy deve sofrer dissociação ou ionização de acordo com a
equação:
AxBy æÆ x Ay+ + y Bx–
Neste caso, com a formação dos íons temos solução
eletrolítica.
Resposta: A

138) Cálculo da concentração e mol/L:


p=M.R.T
atm . L
1,23 atm = M . 0,082 ––––––––– . (27 + 273) K
mol . K

M = 0,05 mol/L

Cálculo da quantidade de matéria em 900 mL:


0,05 mol ––––––– 1 000 mL fi 1 L
x ––––––– 900 mL
x = 0,045 mol
Cálculo da massa molar da substância A:
0,045 mol ––––––– 18 g
1 mol ––––––– y
y = 400 g \ M = 400 g /mol \ MM = 400 u


massa molar massa molecular
Resposta: E

– 31