Você está na página 1de 9

289

Aula 03

PSICOLOGIA ANÁLÍTICA
DE JUNG

1.A PSICOLOGIA ANALÍTICA DE JUNG

Sua Vida
Segundo Fadimann (1986), Carl Gustavo Jung nasceu na
Suíça, em 26 de julho de 1875, ¿lho de Jean Paul Achille (1842-
1896), pastor e de Emilie. Desde criança foi muito inÀuenciado
pela religião. Seu pai e muitos parentes próximos eram pastores
luteranos.
Em sua autobiogra¿a 0HPyULDV6RQKRV5HÀH[}HV, Jung
relata duas experiências que afetaram profundamente sua carreira,
sendo a primeira um sonho, aos 4 anos, e a segunda experiência, JUNG
SITE: http://www.images.google.
uma visão ao meio dia, aos 12 anos. Nas duas experiências aparecem com.br

27
290

imagens religiosas. Jung, que não queria seguir a tradição da família de ser pastor, percebe
as experiências como um enorme alívio, pois interpretou-as como uma prova enviada por
Deus para mostrar que cumprir seu desejo pode fazer com que a pessoa vá contra a Igreja e
as tradições familiares, mas que poderá ajudar aos outros da mesma maneira que dentro da
igreja.
Como parte dessas experiências Jung sentia-se cada vez mais sozinho. E cada vez
mais se interessava pela literatura.
Ingressou na faculdade de Medicina e posteriormente em “psiquiatria”, buscando
entender os distúrbios da personalidade. Nessa busca pelas ciências naturais e humanas,
procurou entender as imagens recebidas por um médium, sendo esta sua tese de ¿nal de curso
“3VLFRORJLDH3DWRORJLDGRVDVVLPFKDPDGRVIHQ{PHQRVRFXOWRV”.
Em 1900 foi estudar na Clínica Psiquiátrica Burghozli, em Zurique, uma das famosas
da Europa, e em 1902 estudou com Pierre Janet, um psiquiatra francês de renome.
Em 1904, montou um teste de associação de palavras em que, ao ser anunciada uma
palavra a pessoa deveria fazer a associação com outra. Qualquer demora nas respostas era
indício de tensão emocional.
Em 1905, tornou-se professor de psiquiatria da Universidade de Zurique e médico
efetivo da clínica psiquiátrica.
Jung interessou-se pelos trabalhos de Freud e enviou cartas a ele. O primeiro
encontro entre os dois durou 13 horas. Freud considerou Jung seu sucessor chamando-o de
“meu príncipe herdeiro”.
Porém, os dois homens discordavam em pontos fundamentais, os quais descreverei
abaixo:

• Jung não concordava com Freud que as causas da repressão eram sempre de origens
sexuais;
• Freud não concordava com a busca incessante de Jung pelos fenômenos mitológicos,
ocultos e espirituais.

O rompimento entre os dois foi em 1912, quando Jung publicou um artigo com idéias
que diferiam das de Freud. Assim, Jung desenvolveu sua própria teoria, excluindo a análise
da natureza humana e fazia investigações sobre religiões orientais, alquimia, parapsicologia
e mitologia.
Em 1944, aos 69 anos, Jung quase morreu após um ataque cardíaco no hospital. À
beira da morte, passou por mais uma experiência religiosa ao ter visões. Recuperou-se e após
esse episódio escreveu seus mais importantes trabalhos.
Jung morreu aos 86 anos, em 6 de julho de 1961. Dez dias antes terminara o ensaio
para o Livro “O Homem e seus Símbolos”. Morre deixando uma obra que ainda hoje é
considerada revolucionária.
28
291

Sua Teoria
Fadiman e Frager (1986) relatam que Jung, estudando a personalidade, desenvolveu
os conceitos de introversão e extroversão. Jung descobriu que cada indivíduo pode ser
caracterizado como sendo orientado para seu interior ou para o exterior, “sendo que a
energia dos introvertidos se dirige em direção a seu mundo interno, enquanto a energia
do extrovertido é mais focalizada no mundo externo”. (1986, p.47)
Entretanto, destaca que ninguém é totalmente introvertido ou extrovertido.
Algumas vezes a introversão é mais apropriada, em outras ocasiões a extroversão é mais
adequada, mas as duas atitudes se excluem mutuamente, de forma que não se pode manter
ambas ao mesmo tempo. Jung também enfatizava que nenhuma das duas características é
melhor que a outra, citando que o mundo precisa dos dois tipos de pessoas.
O ideal para o ser humano é ser Àexível, capaz de adotar qualquer dessas atitudes,
quando for apropriado, e operar em equilíbrio entre as duas.

A Personalidade: Introversão e Extroversão


Segundo Fadiman e Frager (1986), os introvertidos concentram-se em seus
próprios pensamentos e sentimentos, em seu mundo interior, são chamados introspectivos.
“O perigo para tais pessoas é imergir de forma demasiada em seu mundo interior,
perdendo ou tornando tênue o contato com o ambiente externo”. (p.47)
Os extrovertidos, ao contrário, se envolvem com o mundo externo das pessoas e
das coisas. Eles tendem a ser mais sociais e mais conscientes do que acontece à sua volta.
“Algumas vezes esses indivíduos são tão orientados para os outros que podem acabar
se apoiando quase exclusivamente nas idéias alheias, ao invés de desenvolverem suas
próprias opiniões”. (p.47)
Além disso, Jung identi¿cou quatro funções psicológicas:

• Pensamento;
• Sentimento;
• Sensação;
• Intuição.

Cada uma dessas funções pode ser experienciada tanto de maneira introvertida
quanto extrovertida.

23HQVDPHQWR Jung via o pensamento e o sentimento como maneiras alternativas


de elaborar julgamentos e tomar decisões. O Pensamento, por sua vez, está relacionado
com a verdade, com julgamentos derivados de critérios impessoais, lógicos e objetivos.
As pessoas, nas quais predomina a função do Pensamento, são chamadas de ReÀexivas.
Esses tipos reÀexivos são grandes planejadores e tendem a se agarrar a seus planos e
teorias, ainda que sejam confrontados com contraditória evidência.
29
292

2 6HQWLPHQWR Tipos sentimentais são orientados para o aspecto emocional da


experiência. Eles preferem emoções fortes e intensas ainda que negativas, a experiências
apáticas e mornas. A consistência e princípios abstratos são altamente valorizados pela
pessoa sentimental. Para ela, tomar decisões deve ser de acordo com julgamentos de
valores próprios, como por exemplo, valores do bom ou do mau, do certo ou do errado,
agradável ou desagradável, ao invés de julgar em termos de lógica ou e¿ciência, como
faz o reÀexivo.
$ 6HQVDomR Jung classi¿ca a sensação e a intuição juntas, como as formas de
apreender informações, diferentemente das formas de tomar decisões. A Sensação se
refere a um enfoque na experiência direta, na percepção de detalhes, de fatos concretos.
A Sensação reporta-se ao que uma pessoa pode ver, tocar, cheirar - cinco sentidos. É
a experiência concreta baseada nos “cinco sentidos” e tem sempre prioridade sobre a
discussão ou a análise da experiência. Os tipos sensitivos tendem a responder à situação
vivencial imediata, e lidam e¿cientemente com todos os tipos de crises e emergências.
Em geral eles estão sempre prontos para o momento atual, adaptam-se facilmente às
emergências do cotidiano, trabalham melhor com instrumentos, aparelhos, veículos e
utensílios do que qualquer um dos outros tipos.
$ ,QWXLomR A intuição é uma forma de processar informações em termos de
experiência passada, objetivos futuros e processos inconscientes. As implicações da
experiência (o que poderia acontecer, o que é possível) são mais importantes para os
intuitivos do que a experiência real por si mesma. Pessoas fortemente intuitivas dão
signi¿cado às suas percepções com tamanha rapidez que, via de regra, não conseguem
separar suas interpretações conscientes dos dados sensoriais brutos obtidos. Os intuitivos
processam informação muito depressa e relacionam, de forma automática, a experiência
passada com as informações relevantes da experiência imediata.

Quadro retirado do livro Teorias da Personalidade – Fadiman e Frager, 1986, p.48

A combinação de todas as funções resulta bom equilíbrio: “Para nos orientarmos no


mundo precisamos de uma função que veri¿que que algo está ali (sensação); uma segunda
função que estabeleça o que é (pensamento); uma terceira que de¿na se isso serve ou não, se
queremos aceitá-lo ou não (sentimento); e uma que indique de onde isso veio e para onde vai
(intuição)”. (JUNG, 1942).
Exemplo: Se minha função predominante é o sentimento, minha função auxiliar
é a intuição. As outras duas funções como pensamento e sensação são bem menos
desenvolvidas.
Jung, como Freud, acreditava na presença de processos inconscientes, o inconsciente
pessoal de Jung também como o de Freud é composto de lembranças, memórias, experiências
reprimidas. Mas para Jung, além do inconsciente pessoal, todos nós possuímos um inconsciente
coletivo, que seria uma herança psicológica de nossos ancestrais. Explicava com isso alguns
comportamentos e símbolos comuns à humanidade.
30
293

Inconsciente pessoal - provém do passado do indivíduo e é composto de memórias


dolorosas que foram reprimidas, bem como de memórias insigni¿cantes que foram
simplesmente retiradas da percepção consciente. Podemos equiparar ao inconsciente de
Freud.
Já com relação ao inconsciente coletivo, Jung acredita que nascemos com uma
herança também psicológica, que se soma à herança biológica. Ambas são determinantes
essenciais do comportamento e da experiência do ser. Ele diz que “...exatamente como o
corpo humano representa um verdadeiro museu de órgãos, cada qual com sua longa evolução
histórica, da mesma forma deveríamos esperar encontrar também, na mente, uma organização
análoga. Nossa mente jamais poderia ser um produto sem história, em situação oposta ao
corpo, no qual a história existe” (FADIMAN e FRAGER, 1986, p.49), Jung postula que a
mente da criança já possui uma estrutura que molda e canaliza todo posterior desenvolvimento
e interação com o ambiente. O chamado Inconsciente Coletivo inclui materiais psíquicos
que não provêm da experiência pessoal, ao contrário de alguns autores, como Skinner, os
quais assumem implicitamente que todo desenvolvimento psicológico vem da experiência
pessoal. O Inconsciente Coletivo é constituído não por aquisições individuais, mas por
um patrimônio coletivo da espécie humana. Esse conteúdo coletivo é essencialmente o
mesmo em qualquer lugar e em qualquer época, não varia de pessoa para pessoa.
Dentro do Inconsciente Coletivo existem, segundo Jung, estruturas psíquicas ou
Arquétipos. Tais Arquétipos são formas sem conteúdo próprio que servem para organizar ou
canalizar o material psicológico.
Fadiman e Frager (1986) citam que Jung também chama os Arquétipos de imagens
primordiais, porque eles correspondem freqüentemente a temas mitológicos “que reaparecem
em contos e lendas populares de épocas e culturas diferentes.” E podem ser encontrados em
sonhos e fantasias e dão origem tanto às fantasias individuais quanto às mitologias de um povo.
A história de Édipo é uma boa ilustração de um Arquétipo.
O termo Arquétipo freqüentemente é mal compreendido, julgando-se que expressa
imagens ou motivos mitológicos de¿nidos. Mas essas imagens ou motivos mitológicos são
apenas representações conscientes do Arquétipo. O Arquétipo é uma tendência a formar tais
representações que podem variar em detalhes, de povo a povo, de pessoa a pessoa, sem perder
sua con¿guração original.
Jung, citado por Fadiman e Frager (1986), escreveu que cada uma das principais
estruturas da personalidade seriam Arquétipos, incluindo o Ego, a Persona, a Sombra, a Anima
(nos homens), o Animus (nas mulheres) e o Self.
De acordo com Jung, o inconsciente se expressa primariamente através de símbolos.
Jung se interessou nos símbolos naturais, que são produções espontâneas da psique
individual. Além dos símbolos encontrados em sonhos ou fantasias de um indivíduo, há também
símbolos coletivos importantes, que são geralmente imagens religiosas, tais como a cruz, a
estrela de seis pontas de David e a roda da vida budista.
31
294

Tendo em vista a preocupação de Jung com os símbolos, estudou os sonhos que são
pontes importantes entre processos conscientes e inconscientes [...] Nos sonhos, o
pensamento consciente contém emoções intensas e imagens simbólicas. Os símbolos
oníricos freqüentemente envolvem tanta energia psíquica, que somos compelidos a
prestar atenção neles. (FADIMAN e FRAGER, 1986, p. 52).

Para Jung, os sonhos desempenham um importante papel


complementar ou compensatório. Os sonhos ajudam a equilibrar
as inÀuências variadas a que estamos expostos em nossa vida
consciente, sendo que tais inÀuências tendem a moldar nosso
pensamento de maneiras freqüentemente inadequadas à nossa
personalidade e individualidade. A função geral dos sonhos, para
Jung, é tentar estabelecer a nossa balança psicológica pela produção
de um material onírico que reconstitui equilíbrio psíquico total.
Pelo fato de o sonho lidar com símbolos, Jung achava Jung trabalhando em seu consultório.
que eles teriam mais de um signi¿cado, não podendo haver um
sistema simples ou mecânico para sua interpretação. Sendo que a análise de um sonho parte do
paciente.

ESTRUTURA DE PERSONALIDADE

O Ego
É o centro da consciência, é considerado por Jung um dos maiores Arquétipos da
personalidade. É o centro da consciência, e a instância que dá direção a nossas vidas. Ele fornece
um sentido, uma direção em nossas vidas. Ele tende a contrapor-se ao que possa ameaçar a
consistência da consciência. “Somos levados a crer que o Ego é o elemento central de toda
a psique e chegamos a ignorar sua outra metade, o inconsciente”. (p. 53).

A Persona
É a forma como nos apresentamos ao mundo. É o caráter que assumimos, pois, inclui
nossos papéis sociais, o tipo de roupa que escolhemos para usar, nosso estilo de vida, nossa
expressão pessoal, nossa maneira de portarmos. O termo Persona, signi¿ca a “máscara”. Isso
signi¿ca a mascara que usamos diante dos outros, quando não temos consciência de nossa
Personalidade total somos, às vezes, apenas papéis sociais. A análise para Jung, vai fazendo o
sujeito se conhecer melhor e com isso ser menos Persona.

A Sombra
Para Jung, a Sombra é o centro do Inconsciente Pessoal, onde ¿ca localizado todo
o material que foi reprimido da consciência. “A Sombra inclui aquelas tendências, desejos,
memórias e experiências que são rejeitadas pelo indivíduo como incompatíveis com a Persona
32
295

e contrárias aos padrões e ideais sociais” (FADIMAN e FRAGER, 1986, p.54). Assim, como
citado anteriormente, quanto mais forte for nossa Persona, mais rejeitamos outras partes de nós
mesmos.
Cada porção reprimida da Sombra representa uma parte de nós mesmos. Nós nos
limitamos na mesma proporção que mantemos este material inconsciente e à medida que a
Sombra se faz mais consciente, recuperamos partes previamente reprimidas de nós mesmos.

Anima ou Animus
Jung postulou uma estrutura inconsciente que representa a parte sexual oposta de
cada indivíduo; ele denomina tal estrutura de Anima no homem e Animus na mulher. Que são
arquétipos de experiências masculina ou feminina.
Jung descreve este Arquétipo como um dos mais inÀuentes reguladores do
comportamento. Ele aparece em sonhos e fantasias como ¿guras do sexo oposto, e funciona
como um mediador fundamental entre processos inconscientes e conscientes.

Self
O self, seria o arquétipo central, é a junção do consciente e do inconsciente formam
um self, um todo coerente. Jung, porém, adverte que o self normalmente é pouco desenvolvido
na maioria das pessoas.
Para Jung, todo o indivíduo busca sua individuação, ou seja, ser um ser único e singular.
Isso faz parte de um processo de crescimento e amadurecimento que alguns conseguem e outros
não.
O Self não é apenas o centro, mas também toda a circunferência que abarca tanto o
consciente quanto o inconsciente, ele é o centro desta totalidade, tal como o Ego é o centro da
consciência. O desenvolvimento do Self não signi¿ca que o Ego seja dissolvido. Este último
continua sendo o centro da consciência, mas agora ele é vinculado ao Self como conseqüência
de um longo e árduo processo de compreensão e aceitação de nossos processos inconscientes.
Entende-se por individuação tornar-se um ser único, homogêneo, na medida em que
por individualidade entendemos nossa singularidade mais íntima, última e incomparável,
signi¿cando também que nos tornamos o nosso próprio “si mesmo”. Pode-se traduzir
Individuação como tornar-se “si mesmo”, ou realização do “si mesmo”. Individuação é um
processo de desenvolvimento da totalidade e, portanto, de movimento em direção a uma maior
liberdade. Isso inclui o desenvolvimento de várias partes da psique: Ego, Persona, Sombra,
Anima ou Animus e outros Arquétipos inconscientes. Quanto mais conscientes nos tornamos
de nós mesmos através do autoconhecimento, tanto mais se reduzirá a camada do inconsciente
pessoal que recobre o inconsciente coletivo. Dessa forma, sai emergindo uma consciência livre
do mundo mesquinho, suscetível e pessoal do Eu, aberta para a livre participação de um mundo
mais amplo de interesses objetivos.
Jung apud Fadiman (1986), cita que aqueles que vinham a ele na primeira metade de vida
33
296

estavam bem distantes do processo de individuação, suas preocupações estavam mais centradas
na vida e nas escolhas materiais. Já os mais velhos chegavam na busca da individualidade.
Conforme Jung, para alcançarmos esse processo de individuação, o primeiro passo é
o confronto com a personalidade, pois é necessário viver sem “máscaras” ser quem realmente
somos. O segundo passo é o confronto com a sombra, na medida em que nós aceitamos a
realidade da Sombra e dela nos distinguimos, podemos ¿car livres de sua inÀuência. O terceiro
passo é o confronto com o anima ou animus. Sendo o estágio ¿nal o desenvolvimento do self,
trazendo unidade à psique e integrando o material consciente e o inconsciente.
Jung escreve que devemos ser aquilo que somos e precisamos descobrir nossa
própria individualidade, aquele centro da personalidade que é eqüidistante do consciente e do
inconsciente. Dizia que precisamos visar este ponto ideal em direção ao qual a natureza parece
estar nos dirigindo. Só a partir deste ponto podemos satisfazer nossas necessidades.
Chegamos ao ¿nal dessa aula que teve como intuito demonstrar a psicologia analítica
de Jung.
Jung foi muitas vezes criticado, mas é, sem dúvida, um nome muito importante no
cenário da psicologia. Construiu uma teoria psicológica e teve muita inÀuência da religião,
buscou através da Alquimia, da espiritualidade, do folclore, da mitologia e da religião,
desenvolver a cienti¿cidade.
Segundo Fadimann e Frager (1986), Jung via as crenças como expressões importantes
de idéias e aspirações humanas, como dados que não deveriam ser isolados da amplitude que é
o ser humano.
Apesar da complexidade de sua teoria, Jung mostrou verdadeiro interesse pelos
fenômenos místicos e religiosos, e que fazem parte da vida humana, o que dá especial importância
a esse cientista.
Vejamos em nossa próxima aula, mais um importante nome da psicologia cientí¿ca,
Carl Rogers, que desenvolveu a psicologia Humanista.

ATIVIDADES
As atividades referentes a esta aula estão disponibilizadas na ferramenta “Atividades”.
Após respondê-las, envie-nas por meio do Portfólio- ferramenta do ambiente de aprendizagem
UNIGRAN Virtual. Em caso de dúvidas, utilize as ferramentas apropriadas para se comunicar
com o professor.
34
297

LEITURA SUGERIDA:

SITE: http://br.geocities.com/ps_italo/

35