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Yom Teruah

Festa das Trombetas


Rosh Há’Shanah
A Volta do Rei
Cultura Judaica
Yom Teruah – Rosh Há’Shanah

11 Motivos pelos quais tocamos o shofar em Rosh Hashaná

Estamos familiarizados com as visões, sabores e sons de Rosh Hashaná - a


doce sensação do mel na boca,o ondular rítmico da congregação em prece, o
grito do shofar no ar. Mas já paramos para pensar sobre as mensagens por
trás das ações do dia?
Embora todo mandamento seja essencialmente supra-racional - realizado
somente porque é a vontade e a ordem do Criador - nossos sábios
encontraram significado e mensagens por trás dos mandamentos que
cumprimos. Vamos examinar as 11 razões dadas para tocar o shofar em Rosh
Hashaná.

1 - O Retorno do Rei
Em Rosh Hashaná, o aniversário da Criação, D'us renova a energia criativa
que sustém nosso mundo. Mais uma vez, Ele é coroado como Rei do universo.
Assim como trombetas são tocadas numa coroação, o shofar anuncia o
contínuo reinado de D'us.

2 - O Grande Despertador
Em Rosh Hashaná, o primeiro dos Dez Dias de Arrependimento, despertamos
de nosso sono espiritual. O shofar é como um alarme que nos chama para
examinarmos nossas ações e corrigir nossas maneiras, quando retornamos a
D'us.

3 - O Lembrete
O shofar foi tocado no Monte Sinai quando a Torá foi outorgada. Em Rosh
Hashaná, tocamos o shofar para nos lembrar de nos rededicarmos ao estudo
de Torá - e para lembrar D'us do nosso compromisso inicial e sinceridade.

4 - A Voz
O shofar nos lembra da voz dos profetas, que como o toque do shofar nos
chamaram para corrigir nossos caminhos, seguir os mandamentos de D'us e
agir corretamente com o próximo.

5 - As Lágrimas
O toque do shofar nos lembra dos gritos e lágrimas derramados pela destruição
do Templo Sagrado em Jerusalém, inspirando-nos a trazer Mashiach e
apressar a reconstrução do Templo.

Joel J. de Oliveira Jr
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6 - O Sacrifício
O shofar, feito de um chifre de carneiro, nos lembra da amarração de Isaac e o
carneiro que D'us proveu como um sacrifício em seu lugar. Ao tocar o shofar,
lembramos da fé dos Profetas e da nossa própria capacidade para o auto-
sacrifício.

7 - Reverência
O shofar nos enche de reverência e humildade ao contemplarmos a verdadeira
infinitude de D'us, como Ele preenche todo o espaço e o tempo.

8 - A Introspecção
O shofar será tocado no Dia do Julgamento, quando Mashiach vier. Portanto
tocamos o shofar em Rosh Hashaná para nos lembrar de examinar nossos
atos e contemplar como podemos melhorá-los.

9 - A Celebração
O toque do shofar irá assinalar o retorno do povo judeu quando Mashiach vier.
Tocamos o shofar em Rosh Hashaná para nos lembrar da salvação de D'us em
nossas vidas.

10 - A Unidade
O toque do shofar quando Mashiach chegar irá trazer um tempo de
compreensão universal e reconhecimento da unidade de D'us. Tocamos o
shofar em Rosh Hashaná para nos lembrar da unidade de D'us.

11 - O Grito
O chamado do shofar em Rosh Hashaná nos lembra do grito primordial, o
eterno chamado silencioso da alma expressando seu desejo de retornar ao seu
Criador.

Fontes: Essa lista é compilada dos escritos de Rabi Saadiah Gaon, A razão
número 11 é derivada de uma parábola ensinada pelo Baal Shem Tov.

http://pt.chabad.org/library/article_cdo/aid/2692233/jewish/11-Motivos-pelos-quais-tocamos-o-shofar-em-Rosh-Hashan.htm

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A Exaltação de Yeshua em Rosh HaShaná

Machzor (plural: Machzorim) é o livro de orações que rege as celebrações


judaicas de Rosh HaShaná e Yom Kipur.
Um fato bastante curioso é que em dois Machzorim do Judaísmo Ortodoxo há
expressamente a exaltação do nome de Yeshua.
Em um Machzor publicado na Polônia, no século XIX, Yeshua é mencionado
durante o ponto áureo de Rosh HaShaná, quando o shofar é tocado. Ver no
anexo1.

Transliteração e tradução:

Yehi ratzon milefanêcha Adonai Elohai veElohei avotai shetekiat

Que seja da tua vontade, Adonai, meu Elohim e Elohim dos meus pais que o
toque

TaShRaT (‫ ) קש"ק‬she-anachnu tokyim hayom tihiê merukêmet hayeriá

TaSHRaT que nós tocamos hoje seja bordado na cortina [do Templo];

Al yad hamemuná Tartiel keshem shekibalta al yad Eliyahu

Pela mão do encarregado [anjo] Tartiel, como recebeu pela mão de Eliyahu
(Elias),

Zachur latov vi-YESHUA sar hapanim ve-sar metatron

Que é lembrado para sempre, e YESHUA, o Príncipe da Presença e Príncipe


Metatron.

vetimale aleinu berachamim. Baruch ata baal harachamim

E tu nos encherá de misericórdia. Bendito sejas tu, o Senhor da misericórdia.

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Explicando TaShRaT:

TaSHRaT é um acróstico que se refere a determinada sequência de toques do


shofar: Tekia – Shevarim – Terua – Tekia.

A cortina (“véu”) refere-se àquela que ficava no Templo (Beit HaMikdash),


separando o Lugar Santo (Kodesh) do Santo dos Santos (Kodesh
HaKodashim).

Tartiel é o nome de um anjo.

Consoante o Machzor citado, durante a festa de Rosh HaShaná, judeus


ortodoxos tocam o shofar e exaltam o nome do Mashiach:

“YESHUA, o Príncipe da Presença e Príncipe Metatron”

Percebe-se com clareza que os judeus ortodoxos invocam abertamente o


nome de Yeshua.

Há um outro Machzor, publicado por Herbert Adler e impresso nos Estados


Unidos (1977) pela Hebrew Publishing Company, que é bastante semelhante
ao primeiro. Mas este Machzor possui um detalhe interessante: em todas as
suas páginas há, lado a lado, o texto em hebraico com sinais massoréticos
(nikudot) e a respectiva tradução para o inglês. Porém, somente na página em
que é citado o nome de YESHUA, o texto em hebraico está sem sinais e não
há a tradução para o inglês. Ou seja, o judeu ortodoxo que publicou o Machzor
fez questão de tentar ocultar o nome de Yeshua, deixando em branco apenas a
página em que consta o nome do Mashiach. Não obstante, como dito, na
página em hebraico o nome do Mashiach é visualizado facilmente. Ver anexo
2.

Transliteração e tradução do anexo 2:

Vi-YESHUA sar hapanim ve-sar metatron

“YESHUA, o Príncipe da Presença e Príncipe Metatron”.

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Tendo em vista que os Machzorim citados são livros que condensam as


antiquíssimas tradições judaicas, deduz-se que milhares de judeus ortodoxos,
de longa data, já reconheceram Yeshua como o Mashiach de Israel, e por isso
fizeram questão de exaltar o seu nome durante a festa de Rosh HaShaná.

Os judeus tocam o shofar em Rosh HaShaná e clamam pelo nome de Yeshua,


que “coincidentemente” voltará à terra ao som do shofar:

“Porque, se cremos que Yeshua morreu e ressuscitou, assim também aos que
em Yeshua dormem, Elohim os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois,
isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do
Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá
do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com o shofar de Elohim; e os que
morreram no Mashiach ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:14-16).

Nisto vemos a providência do ETERNO: todos os judeus que usam os


Machzorim em apreço invocam o nome de Yeshua quando tocam o shofar, isto
é, tanto os que creem quanto os que não creem no Mashiach. Em outras
palavras, até mesmo os incrédulos são obrigados a engrandecer o nome de
Yeshua HaMashiach!

Após a aclamação de Yeshua, todos os judeus repetem o que está escrito nos
dois Machzorim citados:

“E tu nos encherá de misericórdia. Bendito sejas tu, o Senhor da


misericórdia”.

Atente-se, então, para este importante detalhe: todos os judeus invocam o


nome de Yeshua e em seguida pedem a misericórdia do ETERNO. Trata-se de
um ato simbólico, ainda que inconsciente, que aponta para o fato de que um
dia todo o Israel reconhecerá Yeshua como Mashiach, cumprindo-se as
palavras de Sha’ul (Paulo):

“Todo o Israel será salvo” (Romanos 11:26).

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ANEXO 1

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ANEXO 2

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