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Theobaldo Miranda Santos

A FILOSOFIA NO BRASIL
(1946)

I. Caracteres gerais

1. A filosofia brasileira. — A filosofia brasileira quase não existe. Ain-


da se encontra na fase embrionária de elaboração, sem força e originalidade
próprias. Não possuímos filósofos no sentido integral da expressão, mas apenas
estudiosos dos problemas filosóficos e pensadores isolados que “refletem cor-
rentes universais ou trazem contribuições pessoais a essas correntes”. Os traba-
lhos filosóficos se reduzem, entre nós, a raros compêndios, a ensaios esparsos
ou a idéias especulativas expendidas através da literatura. O único pensador
brasileiro que se dedicou exclusivamente à filosofia e que procurou construir um
sistema original foi, sem dúvida, Farias Brito.
Vários fatores têm contribuído para o atraso da filosofia no Brasil. Entre
eles, se destacam o estado de formação da nossa cultura, o desinteresse do
grande público pelos problemas especulativos e o autodidatismo dos que se o-
cupam de assuntos filosóficos. Talvez a causa principal desse atraso seja a ine-
xistência de um ensino metódico das disciplinas filosóficas. Realmente, as fa-
culdades de filosofia são de criação recente e sempre houve certo preconceito
contra a inclusão da filosofia nos cursos secundários. Mas devemos reconhecer
que, apesar de ricos de inteligência e de idéias, os brasileiros se interessam pou-
co pelas atividades especidativas que exijam meditação profunda, esforço labo-
rioso e aplicação constante.

2. Evolução da filosofia no Brasil. — Vimos que a filosofia no Brasil


se caracteriza pela falta de originalidade e pela inexistência de filósofos profis-
sionais. Nossos pensadores, geralmente, cultivam a filosofia nas horas vagas, e
se limitam, quase sempre, a expor, divulgar ou criticar idéias e doutrinas mais
em evidência em sua época. Farias Brito é a grande exceção e por isso merece
um relevo especial. Eis porque, tomando esse filósofo como centro de gravita-
ção, dividiremos a filosofia no Brasil em três períodos:

a) Antes de Farias Brito;


b) Farias Brito;
c) Depois de Farias Brito.

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II. Antes de Farias Brito

3. Caracteres. — Até o início do século XIX nada existe no Brasil, em


matéria de filosofia, que mereça registro. Daí por diante, começam a aparecer os
primeiros trabalhos sob a forma de compêndios, ensaios ou estudos isolados.
Todas as produções carecem, entretanto, de vigor, profundeza e originalidade, e
traduzem a influência de correntes filosóficas em voga na Europa. A princípio,
dominou o espiritualismo racionalista que ressurgia na França, sob a forma do
ecletismo. Em seguida, preponderou o ontologismo e o idealismo, tentando con-
ciliar o criticismo com os dogmas católicos; ao lado dessas correntes, aparecem
alguns defensores da escolástica. Mais tarde, a onda de naturalismo que, na se-
gunda metade do século XIX, invade a filosofia ocidental, sob forma de positi-
vismo, na França, de evolucionismo, na Inglaterra e de materialismo, na Alema-
nha, se estende ao Brasil. A maioria dos pensadores brasileiros se torna então
positivista ou materialista.

4. Representantes. — Entre os espiritualistas ecléticos, se nos depa-


ram: Frei Francisco de Mont’Alverne (1784-1858), grande orador sacro, adepto
de V. Cousin, inimigo da escolástica e autor de um Compêndio de Filosofia; E-
duardo Fereira França (1809-1857) que, sob a influência das idéias de Maine de
Biran, escreveu a obra Investigações de Psicologia (1854); e Manuel Maria de
Morais e Vale (1824-1886), autor também de um Compêndio de Filosofia (1851)
sem nenhuma originalidade e inspirado no ecletismo francês.
Na corrente espiritualista, filiados, porém, ao ontologismo ou ao idealis-
mo, vamos encontrar: Domingos José Gonçalves de Magalhães (1811-1882),
Visconde de Araguaia, formado em medicina pela Universidade de Coimbra,
professor de filosofia no Colégio Pedro II e, mais tarde, diplomata, que escreveu
Comentários e Pensamentos (1880), Fatos do espírito humano (1858) e A alma
e o cérebro (1876), sendo considerado o iniciador do romantismo em nossas le-
tras; Patrício Muniz (1820-1871), sacerdote, nascido na Ilha da Madeira e natu-
ralizado brasileiro, autor de uma Teoria da afirmação pura (1863), obra sem
clareza e originalidade; e Gregário Lipparoni, sacerdote italiano, naturalizado
brasileiro, que procurou divulgar no Brasil as doutrinas de Rosmini, publicando
uma Filosofia, conforme a mente de Sto. Tomás de Aquino, exposta por Antô-
nio Rosmini em harmonia com a ciência e a religião (1880).
Entre os escolásticos, se distinguem: José Afonso de Morais Torres
(1805-1865), bispo do Pará, em cujo Compêndio de Filosofia Racional, em dois
volumes, se nota a influência de Locke e Leibniz; José Soriano de Sousa (1833-
1895), que se doutorou em medicina no Rio e em filosofia em Lovaina, concor-
reu com Tobias Barreto a uma cadeira de Filosofia no Ginásio de Recife, foi pro-
fessor na Escola de Direito e publicou várias obras filosóficas: Compêndio de
Filosofia (1867), Lições de filosofia elementar, racional e moral, (1871), Ele-
mentos de Filosofia do Direito (1880); e, finalmente, Vicente Cândido de Sabóia
(1835-1909), Visconde de Sabóia, grande cirurgião, professor e diretor da Facul-
dade de Medicina do Rio, que escreveu a obra Vida psíquica do homem onde
combate o materialismo e mostra a harmonia que pode existir entre o espiritua-
lismo e a ciência experimental.
Os positivistas foram numerosos e exerceram grande influência sobre a
vida cultural e política do país. Seus principais representantes foram: Benjamim

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Constant (1837-1891), matemático e professor, que fundou, no Rio de Janeiro,
em 1876, a Sociedade Positivista e realizou, em suas aulas na Escola Politécnica
e, em seguida, na Escola de Guerra, intensa propaganda das idéias republicanas;
os verdadeiros chefes do movimento positivista foram, porém, Miguel Lemos
(1854-1916), e R. Teixeira Mendes (1855-1927) cujas idéias tiveram larga reper-
cussão sobre o campo social e político, contribuindo para a proclamação da Re-
pública. Entre os representantes do movimento, deve ser ainda citado Luís Pe-
reira Barreto (1840-1923), positivista dissidente ou não ortodoxo, em cuja obra
Três filosofias procura aplicar ao Brasil a “lei dos três estados” de Comte.
Entre os materialistas, vamos encontrar: Domingos Guedes Cabral
(1852-1883), médico baiano que, no livro Funções do cérebro, repisa velhos so-
fismas do materialismos antigo e moderno; José de Araújo Ribeiro (1800-1879),
Visconde do Rio Grande, que se doutorou em direito em Coimbra, foi diplomata
e senador do Império e cuja obra anônima O fim da criação ou a Natureza in-
terpretada pelo senso comum, livro sem nenhum valor filosófico ou científico,
visa a “mostrar que a terra é dotada de uma vida própria e se nutre com os indi-
víduos organizados”, e Vicente de Sousa, médico que, durante alguns anos, en-
sinou filosofia no Ginásio Nacional e publicou um Curso de Lógica (1903), obra
confusa e indigesta.
Os evolucionistas foram mais importantes e influentes. Destacam-se, en-
tre ele: Tobias Barreto (1839-1889), professor da Faculdade de Direito de Recife,
jurista, crítico, poeta e filósofo, ardoroso defensor do monismo evolucionista, e
cujos livros — Ensaios e estudos de filosofia e critica (1875), Questões vigentes
de filosofia e de direito (1888), Estudos alemães (1883), Vários escritos (1900),
Polêmicas (1901) — carecem de serenidade, ordem e sistematização e revelam a
influência de Haeckel, Noiré, Hartmann, Schopenhauer, Kant e Strauss; e Sílvio
Romero (1851-1914), professor do Colégio Pedro II e da Faculdade Livre cle Ci-
ências Jurídicas e Sociais, notável crítico filosófico e literário, autor da magnífi-
ca História da literatura Brasileira (1888), além da Filosofia no Brasil (1878),
Doutrina contra doutrina (1894), Ensaio de Filosofia do Direito (1895) e cujo
pensamento foi, a princípio, influenciado por Jouffroy, Comte, Taine e Litré, em
seguida por Spencer, Darwin, Haeckel, Büchner, Vogt, Moleschott e Huxley e,
mais tarde, por Le Play.

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III. Farias Brito

5. Caracteres. — Farias Brito é o primeiro autêntico filósofo do Brasil.


Dedicou toda a sua vida ao estudo da filosofia e ao desenvolvimento sistemático
de uma doutrina. Reagiu contra o criticismo de Kant, o positivismo de Comte e o
evolucionismo de Spencer. E procurou construir um sistema original, onde em-
preende a reabilitação da metafísica, a defesa do primado da inteligência no co-
nhecimento da verdade e a apologia dos valores morais e espirituais como base
e fim da vida humana.
A influência cle Spinoza e Schopenhauer levou, porém Farias Brito a en-
redar-se nas contradições do panteísmo e nas angústias do pessimismo. E a sua
crítica ao idealismo kantiano não impediu que ele negasse a matéria como reali-
dade distinta do espírito e confundisse Deus com o mundo, inclinando-se para o
pan-psiquismo panteísta que foi a diretriz dominante da sua filosofia.

6. Vida e obra. — Raimundo Farias Brito nasceu no Ceará, em 1862.


Fez seus primeiros estudos em Sobral e Fortaleza e formou-se ein Direito na
Faculdade de Recife. Após desempenhar vários cargos públicos no seu Estado
natal, passou a residir no Pará, onde lecionou na Faculdade de Direito e no Gi-
násio Pais de Carvalho. Em 1909 veio para o Rio de Janeiro, conquistando, nesse
mesmo ano, em memorável concurso, a cadeira de Lógica do Colégio Pedro II.
Permaneceu à frente dessa cátedra até sua morte ocorrida em 1917.
A obra de Farias Brito comprende duas séries de livros, denominadas por
ele mesmo: Finalidade do Mundo e Ensaios sobre a Filosofia do Espírito. À pri-
meira série, pertencem: A filosofia como atividade permanente do espírito hu-
mano (1895), A filosofia moderna (1899), Evolução e relatividade (1905); fazem
parte da segunda série: A verdade como regra das ações (1905), A base física do
espírito (1912), O mundo interior (1914).
Para Farias Brito, o fim cla filosofia é a moral. A principal missão do filó-
sofo é salvar a civilização em crise e regenerar a sociedade em decadência. So-
mente a filosofia é capaz de reconstruir o mundo em bases mais sólidas e justas.
A filosofia se desdobra em duas fases evolutivas: na primeira — fase pré-
científica —, elabora e organiza a ciência; na segunda — fase super-científica —,
abrange a realidade universal e formula uma concepção do mundo constituindo
a metafísica ou filosofia propriamente dita. Esta pode ser teórica ou prática,
conforme estuda racionalmente o universo, ou deduz desse estudo normas de
ação, regras de moralidade.
Os fenômenos revelados pela experiência são de duas ordens: fenômenos
objetivos de movimento e fenômenos subjetivos de consciência. Os primeiros
constituem a realidade exterior e se explicam pela força; os segundos, a realida-
de psíquica ou interior e se explicam pela consciência. Além desses fenômenos,
nada mais existe nem pode ser conhecido. Essas duas categorias de fenômenos
são irredutíveis e formam o objeto das diversas ciências, que se classificam em
ciência da matéria e ciências do espírito. Nas ciências da matéria, o método a-
conselhável é o experimental, baseado na observação exterior. Nas ciências do
espírito, o único método aplicável é a introspecção.
A essência da realidade, a “causa em si”, é o espírito. A matéria é simples
função do espírito. Nada existe que não seja de ordem espiritual. O princípio da
existência é Deus. Mas Deus não é transcendente e pessoal. Confunde-se com o
universo. É o infinito, “dentro do qual eternamente se agitam as evoluções inde-

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finidas do cosmos”. Todos os seres são emanações da substância divina. “Deus é
a luz e toda a luz, a luz externa e a luz interna, identificadas numa só e mesma
unidade, envolvendo todo o ser e toda a realidade”. A teodicéia de Farias Brito
é, assim, essencialmente panteísta.
A finalidade do mundo é o conhecimento, a verdade. O fim do homem é a
morte, o aniquilamento definitivo, a integração final no seio da realidade infini-
ta. Para atingir a verdade, o homem deve procurar conhecer, primeiro, a si
mesmo e, em seguida, a natureza. Esse conhecimento fornece a regra de ação
moral que é: “Proceder de acordo com o que a natureza nos deu em lugar dela...
proceder de conformidade com o que se nos apresenta como verdade no fôro da
consciência”. O critério supremo da conduta humana é proceder de acordo com
a verdade e a convicção. E a sanção consiste “na condenação da própria consci-
ência e na execração da consciência dos outros”. A moral é, assim, “norma de
conduta imposta pela própria consciência” e o direito “norma de conduta esta-
belecida pelo poder público e assegurado coativamente por uma sanção materi-
al”.
A religião é “a moral organizada, e isso quer dizer: é a sociedade organi-
zada pela razão”. Como é tarefa privativa da filosofia organizar a moral, disto
resulta que a religião, a moral e a filosofia se identificam num conjunto unitário
e harmonioso.
Farias Brito foi profundo conhecedor da filosofia moderna, cujas doutri-
nas expôs e criticou com segurança e penetração; não revelou, porém, a mesma
familiaridade quanto à filosofia antiga e medieval, cujas grandes teses não pare-
ce ter estudado profundamente. O maior mérito do notável pensador cearense
foi o de não se ter subordinado servilmente, como tantos outros, às doutrinas
filosóficas da época, conservando uma admirável independência de espírito. O
que explica a desenvoltura com que submeteu os filósofos mais influentes do
seu tempo a uma crítica penetrante e vigorosa. À luz dessa crítica, esboroam-se
os sofismas do idealismo de Kant, do evolucionismo de Spencer, do positivismo
de Comte e do pragmatismo de William James.
A independência intelectual de Farias Brito não foi, porém, suficiente pa-
ra livrá-lo da influência nefasta de Leibniz e Schopenhauer que o levou às dou-
trinas falsas e contraditórias do panteísmo e do pan-psiquismo. E o desenvolvi-
mento dessas doutrinas o conduziu à negação de Deus confundido com o mun-
do, à destruição da moral reduzida a simples norma subjetiva e individual e à
supressão da religião dominada e absorvida pela filosofia.
Farias Brito deixou numerosos discípulos. Sua influência sobre a cultura
brasileira não foi maior devido ao desinteresse dos nosso crírculos intelectuais
pelos assuntos filosóficos. Entre os que revelaram simpatia e admiração pela
obra do eminente pensador, se nos deparam: Jackson de Figueiredo, Xavier
Marques, Roberto Paterson, Nestor Victor, Almeida Magalhães, José Sombra e
Tarso da Silveira. Os trabalhos críticos mais completos sobre a obra de Farias
Brito são, atualmente, o de Jonathas Serrano (Farias Brito, São Paulo, 1939) e o
de Leonel Franca, S. J. (Noções de História da Filosofia, São Paulo, 1944).

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IV. Depois de Farias Brito

7. Caracteres. — Após Farias Brito, a filosofia continua a apresentar, no


Brasil, múltiplas tendências que refletem, como sempre, as correntes especula-
tivas dominantes na Europa. Nota-se uma reação crescente contra o naturalis-
mo positivista ou evolucionista, cujos representantes se tornaram cada vez mais
raros. O espiritualismo de Bergson e o neo-idealismo de Croce e Gentile con-
quistam vários adeptos, sobretudo no campo da literatura. O pragmatismo de
William James e John Dewey atrai a admiração de diversos educadores. O cul-
turalismo e o existencialismo empolgam algumas inteligências familiarizadas
com o pensamento germânico. Certos espíritos retardatários ainda defendem as
teses ultrapassadas do positivismo. Mas o grupo mais forte, numeroso e homo-
gêneo é o dos neotomistas.

8. Representantes. — Jackson de Figueiredo, discípulo de Farias Brito,


foi a princípio adepto do espiritualismo de Bergson, passando, mais tarde, com
a sua conversão ao catolicismo, a filiar-se ao realismo de Santo Tomás. Graça
Aranha, líder do movimento literário modernista, defende uma doutrina que
chama de “objetivismo dinâmico”, — onde é nítida a influência do espiritismo
neo-hegeliano.
Vários educadores, como Anísio Teixeira e Lourenço Filho, revelam, em
seus trabalhos pedagógicos, simpatia pelo pragmatismo de John Dewey. Outros,
como Fernando de Azevedo, inclinam-se para o sociologismo de Émile Dur-
kheim. Na corrente dos positivistas, distinguem-se Ivan Lins e Pontes de Mi-
randa. O culturalismo por Miguel Reale e o existencialismo encontra em Eur-
yalo Cannabrava um adepto seguro e penetrante.
A corrente neotomista, a mais vigorosa e influente, é a que apresenta
maior número de representantes. Nela se destacam: Leonel Franca, sábio jesuí-
ta, reitor da Universidade Católica, autor de uma esplêndida História da Filoso-
fia, já em décima edição, bem como de diversos trabalhos filosóficos de grande
valor; P. Penido, pensador de renome universal, cuja obra sobre Analogia é con-
siderada como a mais perfeita que existe sobre o assunto; Alceu Amoroso Lima,
filósofo, sociólogo e crítico literário, autor de numerosas obras que têm exercido
profunda influência sobre o pensamento brasileiro; o grupo da Faculdade de
Filosofia de S. Bento, em São Paulo, sob a direção de Sentroul, discípulo de
Mercier, onde se têm distinguido as figuras ilustres de Alexandre Correia e Van
Acker; Jonathas Serrano, Cônego Antônio Alves Siqueira, Castro Nery e Este-
vão Cruz, autores de excelentes compêndios de filosofia; Nelson Romero, José
Barreto Filho e Tasso da Silveira, que têm escrito magníficos ensaios filosófi-
cos.

BIBLIOGRAFIA

1 — P. Leonel Franca, Noções de História da Filosofia, 1943. 2 — Jonathas Serrano, História da Filoso-
fia, 1944. 3 — Idem, Farias Brito. 1939. 4 — Almeida Magalhães, Farias Brito e a reação espiritualista,
1918. 5 — Jackson de Figueiredo, Algumas reflexões sobre a filosofia de Farias Brito; A questão social
na filosofia de Farias Brito, 1919. 6 — J. Cruz Costa, Alguns aspectos da filosofia no Brasil, in Revista
“Filosofia, Ciências e Letras”, n 56, S. Paulo, 1938. 7 — Hermes Lima, Tobias Barreto, 1939. 8 — Fer-
nando de Azevedo, A Cultura Brasileira, 1944. 9 — Alceu Amoroso Lima, Meditação sobre o Mundo
Moderno, 1942. 10 — Nestor Victor, Farias Brito, 1920. 11 — Xavier Marques, Dois filósofos brasilei-
ros, 1916. 12 — Veiga Lima, Farias Brito e o movimento filosófico contemporâneo, 1920.

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