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LUBRIFICAÇÃO ...................................

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Objetivos da lubrificação ...................................
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Os objetivos da lubrificação dos rolamentos são a redu- ...................................
ção do atrito e do desgaste interno para evitar o superaqueci- ...................................
mento. Os efeitos da lubrificações são os seguintes: ...................................
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Redução do atrito e do desgaste: o contato metálico ...................................
entre os anéis, corpos rolantes e a gaiola, que são os compo- ...................................
nentes básicos, é evitado por uma película de óleo que reduz ...................................
o atrito e o desgaste. ...................................
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Prolongamento da vida de fadiga: a vida de fadiga ...................................
dos rolamentos é prolongada, quando estiver lubrificada sufi- ...................................
cientemente nas superfícies do contato rotativo durante o giro. ...................................
Inversamente, a baixa viscosidade do óleo implicaria na insu- ...................................
ficiência da película lubrificante diminuindo a vida. ...................................
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Dissipação do calor de atrito, resfriamento: o méto- ...................................
do de lubrificação como o de circulação de óleo evita a deteri- ...................................
oração do óleo lubrificante e previne o aquecimento do rola- ...................................
mento, resfriando e dissipando através do óleo, o calor origi- ...................................
nado no atrito ou o calor de origem externa. ...................................
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Outros: a lubrificação adequada apresenta também, re- ...................................
sultados em evitar que partículas estranhas penetrem no inte- ...................................
rior do rolamento, além de prevenir a oxidação e a corrosão. ...................................
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Métodos de lubrificação ...................................
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Os métodos de lubrificação dos rolamentos são primei- ...................................
ramente divididos em lubrificação a graxa ou a óleo. O primei- ...................................
ro passo para obter o suficiente desempenho da capacidade ...................................
do rolamento, é a adoção de um método de lubrificação que ...................................
seja o mais adequado possível para a aplicação proposta e as ...................................
condições de operação. ...................................
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Ao considerarmos somente a lubrificação, é superior a ...................................
lubrificação com óleo, no entanto, a lubrificação a graxa tem a ...................................
particularidade de permitir a simplificação da configuração dos ...................................
conjugados ao rolamento. A comparação entre lubrificação a ...................................
graxa e a óleo é apresentada na tabela. ...................................
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Lubrificação a graxa ...................................
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Quantidade de graxa inserida no alojamento: a quan- ...................................
tidade de graxa a ser inserida no alojamento difere de acordo ...................................
com as condições como: a rotação do rolamento, a configura- ...................................
ção do alojamento, o espaço vazio, tipo de graxa e o ambien- ...................................
te. Nas aplicações de rolamento como nos fusos de máquinas ...................................
ferramentas, onde o aumento de temperatura desagrada ao ...................................
extremo, a graxa é inserida em quantidade menor. A quanti- ...................................
dade referencial para os casos normais será conforme abai- ...................................
xo. ...................................
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Inicialmente, o rolamento deverá ser preenchido sufici- ...................................
entemente com a graxa, oportunidade em que deve ser força- ...................................
da a entrada da graxa em pontos como a superfície de guia de ...................................
gaiola; posteriormente, em relação ao espaço vazio que fica ...................................
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no interior do alojamento, já com o rolamento e o eixo ...................................
posicionados, deve ser preenchido aproximadamente, de 1/2 ...................................
- 2/3 do espaço, para rotações abaixo de 50% do limite, e de ...................................
1/3 - 1/2 do espaço, para rotações acima de 50% do limite de ...................................
rotação das tabelas dimensionais. ...................................
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Relubrificação ...................................
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A graxa, uma vez aplicada, geralmente não requer lubri- ...................................
ficação por um longo período de tempo, mas dependendo das ...................................
condições de operação, há casos em que se faz necessário ...................................
relubrificar freqüentemente ou substituir a graxa. ...................................
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Conseqüentemente, em tais casos, o alojamento deve ...................................
ser projetado de forma a facilitar a complementação ou a tro- ...................................
ca da graxa. ...................................
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Quando os intervalos ...................................
de lubrificação forem breves, ...................................
providenciar furos de relu- ...................................
brificação e drenagem em ...................................
posições adequadas no alo- ...................................
jamento, para possibilitar que ...................................
Exemplo de utilização combinada dos
a graxa deteriorada possa divisores de graxa com válvula de graxa ...................................
ser substituída por graxa ...................................
nova. Por exemplo, o espaço vazio do alojamento no lado da ...................................
relubrificação do rolamento,, pode ser separado em vários se- ...................................
tores através dos divisores de graxa, fazendo com que a gra- ...................................
xa preenchida somente em um dos setores, escorra para o ...................................
interior do rolamento. A graxa forçada para fora do rolamento, ...................................
por sua vez é eliminada do alojamento pela válvula de graxa e ...................................
o dreno. ...................................
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Se não houver uma válvula de graxa, o espaço do lado ...................................
da descarga deve ser ampliado, para reter neste, a graxa ve- ...................................
lha que será retirada periodicamente removendo-se a tampa. ...................................
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Intervalo de relubrificação com a graxa ...................................
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A graxa por melhor que seja, junto com o passar do tem- ...................................
po terá as condições naturais deterioradas, diminuindo as pro- ...................................
priedades lubrificantes, consequentemente torna-se necessário ...................................
efetuar a relubrificação. O intervalo de relubrificação com a ...................................
graxa em termos de tempo de trabalho são indicados nas ...................................
figuras a seguir, que são valores referenciais aproximados. ...................................
Os valores são validos para temperaturas de rolamento inferi- ...................................
ores a 70°C, acima dessa temperatura, a cada aumento de ...................................
15°C é necessário que o intervalo de relubrificação seja redu- ...................................
zido pela metade. ...................................
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Intervalo de relubrificação com a graxa (rolamentos ra- ...................................
diais de esferas, rolamentos rolos cilíndricos). ...................................
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Intervalo de relubrificação com a graxa (rolamentos de ...................................
rolos cônicos, rolamentos autocompensadores de rolos). ...................................
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LUBRIFICAÇÃO A ÓLEO ...................................
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Lubrificação por banho de óleo: a lubrificação por ba- ...................................
nho de óleo é o método mais comum de lubrificação, sendo ...................................
amplamente utilizado em rotações baixas e médias. O nível ...................................
de óleo, por norma. deve ficar no centro do corpo rolante na ...................................
posição mais baixa; desejável dispor de um visor para poder ...................................
confirmar com facilidade o nível de óleo. ...................................
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Lubrificação por banho de
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óleo
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Lubrificação por gotejamento: a lubrificação por ...................................
gotejamento é Um método amplamente utilizado em peque- ...................................
nos rolamentos de esferas que operem em rotações relativa- ...................................
mente altas; o óleo fica no copo conta-gotas, o gotejamento ...................................
do óleo é ajustado po um parafuso no topo do lubrificador. ...................................
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Lubrificação por gotejamento ...................................
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Lubrificação por Salpico: a lubrificação por salpico é ...................................
um método de lubrificação do ro- ...................................
lamento com os respingos arre- ...................................
messados por engrenagens ou ...................................
por anéis giratórios, próximos do ...................................
rolamento, sem que este mergu- ...................................
lhe diretamente no óleo; ampla- ...................................
mente utilizado em transmis- ...................................
sões e diferenciais de veículos ...................................
automotivos. ...................................
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Lubrificação por Circula- ...................................
ção: a lubrificação por circulação ...................................
de óleo é largamente adotada em ...................................
solicitações onde há necessida- ...................................
de de efetuar o resfriamento das ...................................
partes do rolamento, como em ...................................
aplicações de alta rotalção que ...................................
geram o aumento de temperatu- ...................................
ra pelo atrito, ou também em casos do calor de origem exter- ...................................
na. ...................................
...................................
Conforme a figura o óleo que entra pela tubulação do ...................................
lado direito, ao atingir certo nível irá fluir para o lado da tubula- ...................................
ção à esquerda, retornando para o tanque; o óleo resfriado ...................................
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volta ao circuito passando pelo filtro e a bomba.
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O tubo de dreno deve ser suficientemente maior que o
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tudo de alimentação, de forma que um volume excessivo de
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óleo não se acumule no alojamento.
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Lubrificação por jato: a lubrificação por jato de óleo é ...................................
freqüentemente utilizada em rolamentos para altas rotações, ...................................
por exemplo os motores a jato, onde o valor do dmn (diâmetro ...................................
médio - mm x rotação - rpm) ultrapassa 1.000.000. ...................................
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O sistema consiste em injetar o óleo lubrificante sob de- ...................................
terminada pressão, através de um ou mais bicos injetores, ...................................
fazendo o óleo passar pelo interior do rolamento. A figura abai- ...................................
xo, é um exemplo comum de ...................................
lubrificação por jato, onde o ...................................
óleo é injetado em direção à ...................................
superfície de guia, entre o ...................................
anel interno e a gaiola. No ...................................
caso de altas rotações, o ar ...................................
nas proximidades do rolamen- ...................................
to gira junto com este, criando uma barreira de ar, em razão ...................................
disto, a velocidade de saída do óleo lubrificante do bico injetor ...................................
deve ser 20% acima da velocidade periférica da superfície ex- ...................................
terna do nível interno (que é também a superfície de guia da ...................................
gaiola). O número maior de bicos injetores em relação ao ...................................
mesmo volume de óleo, reduz a desigualdade no resfriamento ...................................
com grande influência. Na lubrificação por jato, devido ao vo- ...................................
lume maior de óleo é desejável tomar medidas como, efetuar ...................................
a retirada forçada do óleo ou aumentar a boca de saída do ...................................
óleo, para diminuir a resistência da agitação do óleo e para ...................................
que o calor seja dissipado eficientemente. ...................................
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Lubrificação por névoa de óleo: a lubrificação por né- ...................................
voa de óleo é um método que consiste em transportar o óleo ...................................
lubrificante com o ar, em forma de névoa para borrifar o rola- ...................................
mento. As principais vantagens do método de lubrificação por ...................................
névoa de óleo são: ...................................
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• Devido a pequena quantidade de óleo, a resistência ...................................
de agitação é reduzida, sendo adequada para altas ...................................
rotações. ...................................
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• Devido ao reduzido vazamento de óleo, a contamina- ...................................
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ção das instalações e do produto são menores. ...................................
• Devido a contínua lubrificação com um óleo novo, a ...................................
vida do rolamento pode ser prolongada. ...................................
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O método de lubrificação por névoa de óleo, conse- ...................................
qüentemente é usada para lubrificar fusos de alta rotação das ...................................
máquinas ferramentas, bombas de alta rotação, laminamento ...................................
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Lubrificação por ...................................
névoa de óleo ...................................
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para cilindros de laminação, entre outros (figura abaixo). ...................................
Quando da lubrificação de grandes rolamentos por este ...................................
método, recomenda-se consultar o fabricante. ...................................
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Lubrificação óleo-ar: o sistema de lubrificação óleo-ar ...................................
consiste num pistão dosador que lança intermitentemente uma ...................................
pequena quantidade de óleo lubrificante, que através de uma ...................................
válvula misturadora é paulatinamente arrastada pelo ar com- ...................................
primido, alimentando o rolamento em forma de um fluxo con- ...................................
tínuo de gotículas. As principais vantagens deste método são: ...................................
...................................
• Devido a possibilidade de regular em quantidades mui- ...................................
to pequenas, o volume ideal para a lubrificação pode ...................................
ser controlado, e pelo reduzido é adequado para altas ...................................
rotações. ...................................
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• Devido ao fornecimento contínuo de óleo contínuo, a ...................................
temperatura do rolamento se estabiliza. Ainda, devi- ...................................
do ao óleo fluir pelas paredes internas do tubo de ali- ...................................
mentação, a contaminação do ambiente é muito pe- ...................................
quena. ...................................
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• Devido ao contínuo envio de óleo novo ao rolamento, ...................................
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não há necessidade de se preocupar com a deteriora- ...................................
ção do óleo. ...................................
• Devido ao ar comprimido entrar continuamente a pres- ...................................
são interna é maior, conseqüentemente é mais difícil a ...................................
penetração de sujeira e do fluido da parte externa. ...................................
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Por estas razões, este método é amplamente usado para ...................................
lubrificar fusos de máquinas-ferramentas e outras solicitações ...................................
de alta rotação. ...................................
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Lubrificação óleo-ar ...................................
ÓLEOS LUBRIFICANTES ...................................
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Os óleos usados para lubrificação dos rolamentos são, ...................................
normalmente, óleos minerais altamente refinados ou óleos sin- ...................................
téticos, que possuem boa estabilidade à oxidação com eleva- ...................................
da resistência à carga e com propriedade inibidora de corro- ...................................
são. Ao selecionar um óleo lubrificante, de princípio, o mais ...................................
importante é a escolha de um óleo que tenha a viscosidade ...................................
adequada na temperatura de trabalho. Se a viscosidade for ...................................
baixa demais, a formação da película de óleo será insuficien- ...................................
te, tornando-se a causa de desgaste anormal e superaqueci- ...................................
mento. Inversamente, se a viscosidade for alta demais, a re- ...................................
sistência ao cisalhamento do óleo pode causar o aquecimento ...................................
ou aumentar a perda de potência. A rotação e a carga no rola- ...................................
mento influenciam também na formação da película de óleo. ...................................
Em geral, óleos de baixa viscosidade são usados quanto mai- ...................................
or for a velocidade de rotação, e quanto maior a carga e o ...................................
rolamento, devem ser usados os óleos de alta viscosidade. ...................................
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A tabela a seguir, indica as viscosidades recomendadas ...................................
para a temperatura do óleo adjacentes ao rolamento em tra- ...................................
balho, nas condições normais de uso. ...................................
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Viscosidade na ...................................
Tipo de Rolam ento Tem peratura de
Trabalho ...................................
Acim a de
...................................
Rolam entos de E sferas e
de Rolos C ilíndricos 13 mm 2 /s ...................................
Rolam entos de R olos C ônicos e
Autocom pensadores de R olos
Acim a de
2
...................................
20 mm /s

Rolam entos A xiais


...................................
Acim a de
Autocom pensadores de R olos 2
32 mm /s ...................................
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2
O bservação 1 m m /s = 1 cSt (centistoke) ...................................
...................................
Viscosidade necessária conforme os tipos de rolamentos
...................................
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A figura a seguir, indica a relação entre a temperatura e
...................................
a viscosidade de óleos lubrificantes, como referência para a
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seleção; na tabela a seguir são apresentados, exemplos de
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seleção de óleos lubrificantes quanto às condições de uso dos
...................................
rolamentos.
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Relação entre a temperatura e a viscosidade
...................................
...................................
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Intervalo para a troca de óleo
...................................
...................................
O intervalo para troca de óleo difere de acordo com o
...................................
volume de óleo e as condições de utilização. Normalmente,
...................................
nos casos em que a temperatura de trabalho seja inferior a
...................................
50°C com boas condições ambientais e pouca sujeira, trocas
...................................
anuais são suficientes.
...................................
...................................
Entretanto, nos casos em que a temperatura do óleo
...................................
atinge níveis de 100°C, deve ser trocado a cada três meses
...................................
ou menos.
...................................
...................................
Ainda, em casos de penetração de umidade ou em lu-
...................................
brificação por banho de óleo onde tenha penetração de partí-
...................................
culas estranhas, o intervalo para troca deve ser reduzido mais
...................................
ainda.
...................................
...................................
A mistura de óleos lubrificantes de diferentes marcas,
...................................
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igualmente ao caso das graxas, deve ser evitada.

Exem plos de Seleção de Ó leos Lubrificantes

Tem peratura
de Trabalho
R otação Carga Norm al ou Leve Carga de Im pacto ou Pesada

A baixo do lim ite ISO V G.15.22.32 (óleo para m áquina


de rotação de refrigeração)

A baixo de 50% do ISO V G.32.46.68 (óleo para rolam en to ISO V G.46.68.100 (óleo para rolam en-
lim ite d e rotação óleo para turbina) to, óleo para turbina)
Entre 50 ~ 100% do ISO V G.15.22.32 (óleo para rolam en to, ISO V G.22.32.46 (óleo para rolam en -
lim ite d e rotação óleo para turbina) to, óleo para turbina)
A cim a do lim ite
de rotação ISO V G.10.15.22 (óleo para rolam en to

A baixo de 50% do ISO V G.100.150.220 (óleo para ISO V G.150.220.320 (óleo para rola-
lim ite d e rotação rolam ento), m ento,)
Entre 50 ~ 100% do
lim ite d e rotação
A cim a do lim ite
de rotação

A baixo de 50% do ISO V G.320.460 (ó leo para rolam ento ISO V G. 460.680 (óleo para rolam en to
lim ite d e rotação óleo para engrenagem )
Entre 50 ~ 100% do ISO V G.150.220 (ó leo para rolam ento) ISO V G.220.320 (ó leo para rolam ento)
lim ite d e rotação
A cim a do lim ite
ISO V G.68.100 (óleo para rolam ento
de rotação
óleo para turbina)

Observação 1. C onsiderar com o lim ite de rotação, os valores das tabelas dim ensionais dos rolam entos, referentes
à lubrificação com óleo.
2. R eferência do óleo para m áquina de refrigeração JIS K 2211; do óleo para rolam ento: JIS K 2239: do
óleo para turbina: JIS K 2213 e do óleo para engrenagem : JIS K 2219.
3. Q uando a tem peratura de trabalho estiver no lado m aior da faixa de tem peratura indicada na coluna
à esquerda desta tabela, usar o óleo de viscosidade m aior.
4. Q uando a tem peratura de trabalho for abaixo de - 30 °C ou acim a de 110°C , C onsulte a N SK .

Exemplos de seleção de óleos lubrificantes

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...................................
...................................
GRAXAS LUBRIFICANTES ...................................
...................................
...................................
As graxas são lubrificantes em estado semi-sólido, com- ...................................
postas por um espessante, óleo básico e outros agentes que ...................................
podem ser incluídos com o propósito de conferir certas carac- ...................................
terísticas e propriedades especiais. ...................................
...................................
Ao selecionar a graxa deve ser lembrado que diferentes ...................................
marcas do mesmo tipo de graxa, apresentam grandes dife- ...................................
renças de propriedades. ...................................
...................................
(1) Óleo base: óleos minerais ou sintéticos, tais como ...................................
os silicones ou diésteres são usados como óleo base das gra- ...................................
xas. ...................................
...................................
As propriedades lubrificantes da graxa do óleo base, por- ...................................
tanto, deve ser dado a viscosidade, o mesmo grau de impor- ...................................
tância ao caso da seleção do óleo lubrificante. ...................................
...................................
Normalmente, para baixas temperaturas e nas altas ro- ...................................
tações as graxas com óleo base de baixa viscosidade são as ...................................
mais adequadas, e para as altas temperaturas e nas cargas ...................................
pesadas, as graxas com óleo base de alta velocidade são mais ...................................
adequadas. ...................................
...................................
Entretanto, na graxa, o espessante também influencia ...................................
nas propriedades lubrificantes, por isto, não podem ser trata- ...................................
dos em igualdade no caso do óleo lubrificante. ...................................
...................................
(2) Espessante: como espessantes de óleos lubrifican- ...................................
tes são usados além dos vários tipos de sabões metálicos, ...................................
espessantes inorgânicos resistentes ao calor como poliuréia ...................................
e os compostos fluorados. ...................................
...................................
O tipo de espessante está relacionado diretamente ao ...................................
ponto de gota (1) da graxa; normalmente, na graxa com alto ...................................
...................................
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ponto de gota o limite superior da faixa da temperatura de ...................................
operação é mais alta. Entretanto, graxas com alto ponto de ...................................
gota, caso tiverem óleo base de baixa resistência ao calor; o ...................................
limite superior da faixa de temperatura de operação tende a ...................................
diminuir. ...................................
A resistência da graxa à água depende da resistência à ...................................
água ao espessante. A graxa com sabão de sódio ou a graxa ...................................
de base mista que inclui o sabão de sódio, por emulsificarem ...................................
não são adequadas em aplicações onde há incidência de água ...................................
ou muita umidade. ...................................
...................................
(3) Aditivo: conforme a necessidade, vários aditivos ...................................
como os inibidores de oxidação, de corrosão e agentes de ...................................
extrema pressão são adicionados na graxa. Nas aplicações ...................................
com carga pesada ou de impacto, as graxas com os agentes ...................................
de extrema pressão são as indicadas, e em casos onde as ...................................
graxas ficam um período prolongado sem relubrificação, deve ...................................
ser escolhida uma graxa que contenha inibidores de oxida- ...................................
ção. ...................................
...................................
Nota (1) Ponto de Gota: temperatura na qual a graxa ...................................
torna-se suficientemente fluida para gotejar de um dispositivo ...................................
de ensaio. ...................................
...................................
(4) Consistência: valor que indica a “maciez” da graxa, ...................................
servindo como parâmetro de fluidez durante a operação. A ...................................
tabela abaixo apresenta a relação normal do grau de consis- ...................................
tência e as condições de trabalho da graxa. ...................................
...................................
(5) Mistura de diferentes tipos de graxa: graxas de ...................................
diferentes marcas, por princípio, não devem ser misturadas.
Ao misturar graxas de diferentes tipos de espessantes há ca-
sos em que ocorre quebra da estrutura da graxa; mesmo que
G ra u d e
C o ns istê nc ia 0 1 2 3 4

C o ns istê nc ia (1 )
1 /10 m m
385 ~35 5 340 ~31 0 395 ~26 5 250 ~22 0 205 ~17 5
· P ara lu b rifica ç ão · U so ge n éric o · U so ge n éric o · P ara alta tem p e-
· P ara lu b rifica ç ão ce n tra liz ad a
ce n tra liz ad a · P ara rola m e n to s ratu ra
C o ndições de · P ara ap lic a çõ es co m blind a do s o u
· P ara ap lic a çõ es co m · P ara rola m e n to s · P ara ve d aç ão
Trabalho fac ilida d e d e o co rre r ve d ad o s co m g rax a
fac ilida d e d e o co rre r blind a do s o u
(A plicação ) arra n ha d ura s ve d ad o s · P ara alta tem p era -
arra n ha d ura s. · P ara ba ixa tem pe ra - tura
tura
N o ta (1) C o n sistê nc ia In dica a p ro fu n d id ad e de p en e tra ç ão na g rax a, u nid ad e em dé cim o s d e m ilim etro s, d e u m co n e c om
dim e n sõ e s e p e so pa dro n iz ad o s, q ua n to m a ior o va lor o btid o, m a is m o le é a g ra xa .

90
SENAI-PR
Propriedades dos V ários Tipos de G raxa
Denomi- Graxa de Base
Graxa de Sódio Graxa de Cálcio Graxa de Base
nação (Graxa de Fibra) Complexa
Graxa de Lítio (Graxa de Copo) Mista Graxa de Base Não-Sabão
(popular) (Graxa Complexa) (Graxa Não-Sabão)

Espessante Sabão de Complexo de Ca, Uréia, Bentonita, Carbon Black, Compostos


Sabão de Na + Ca,
Sabão de Complexo de Al, Fluorados, Compostos Orgânicos
Sabão de Lítio Sabão de Sódio Sabão de Cálcio Sabão de Li + Ca,
Sabão de Complexo de Li, Resistentes ao Calor, etc.
etc.
etc.

Óleo
Base Óleos Sintéticos (Éster,
Óleo Diéster, Ésteres Polivalentes,
Óleo Mineral Óleo Éster Óleo de Silicone Óleo Mineral Óleo Mineral Óleo Mineral Óleo Mineral Óleo Mineral Hidrocarbonetos Sintéticos,
Polivalente Silicones, Fluorados).
Propriedades

Ponte de
o
Gota, C 170~195 170~195 200~210 170~210 70~90 160~190 180~300 230~ 230~

Temperatura de
o
Operação, C 20~+110 50~+130 50~+160 20~+130 20~+60 20~+80 20~+130 10~+130 ~+230

Rotação, % (1) 70 100 60 70 40 70 70 70 40~100

91
Estabilidade

SENAI-PR
Mecânica Bom Bom Bom Bom Fraco Bom Bom Bom Bom
Resistência
à Pressão Médio Médio Fraco Médio Fraco Médio~Bom Médio~Bom Médio Médio
Resistência Fraco para
à Água Bom Bom Bom Fraco Bom Sabão de Na Bom Bom Bom
Resistência
à Corrosão Bom Bom Fraco Fraco~Bom Bom Médio~Bom Médio~Bom Fraco~Bom Fraco~Bom

Observações

Nota (1) Aplicabilidade em percentagem do limite de rotação das Observação A variação das propriedades das graxas entre as diferentes marcas são grandes.
tabelas de dimensões dos rolamentos.
os espessantes sejam do mesmo tipo, possíveis diferenças ...................................
nos aditivos podem causar efeitos prejudiciais. ...................................
...................................
...................................
...................................
Consistência e condições de trabalho ...................................
PRÉ CARGA NO ROLAMENTO ...................................
...................................
...................................
Os rolamentos são utilizados na maioria dos casos com ...................................
apropriada folga nas condições de trabalho. Entretanto, con- ...................................
forme o objetivo, há casos em que são aplicados numa condi- ...................................
ção tal, que se faz apresentar previamente uma tensão inter- ...................................
na instalando o rolamento de maneira que fique com a folga ...................................
negativa. A este tipo de utilização denomina-se de rolamento ...................................
...................................
com pré carga, e a sua aplicação é maior nos tipos de rola- ...................................
mentos que permitem o ajuste da folga com duas peças con- ...................................
trapostas, como os rolamentos de esferas de contato angular ...................................
e os rolamentos de rolos cônicos. ...................................
...................................
Objetivo da pré carga ...................................
Os principais objetivos e algumas aplicações represen- ...................................
tativas da pré-carga são relacionadas a seguir: ...................................
...................................
• Juntamente com a determinação da posição do eixo ...................................
na direção radial e axial com exatidão, reprime o des- ...................................
vio de giro do eixo (fusos de máquinas-ferramentas, ...................................
aparelhos de medição, etc). ...................................
...................................
• Aumentar a rigidez do rolamento (fusos de máquinas ...................................
ferramentas, pinhão do diferencial de automóveis, etc). ...................................
...................................
• Evitar o ruído anormal devido a vibração na direção ...................................
axial e ressonância (motores elétricos de pequeno por- ...................................
te, etc). ...................................
...................................
• Moderar os deslizamentos nos movimentos rotativos, ...................................
circulatórios e direcionais dos corpos rolantes (rola- ...................................
mentos de esferas de contato angular em altas rota- ...................................
ções, rolamento axial de esferas, etc). ...................................
93
SENAI-PR
...................................
• Manter os corpos rolantes na posição correta em re- ...................................
lação a pista (casos de aplicação dos rolamentos axiais ...................................
de esferas e axiais autocompensadores de rolos, en- ...................................
tre ouros, em eixos horizontais). ...................................
...................................
Métodos de pré carregamento ...................................
...................................
Pré-carga de posição constante: A pré carga de posi- ...................................
ção constante é um método de pré-carregamento em que a ...................................
posição relativa na direção axial dos rolamentos contrapostos ...................................
não se altera durante o funcionamento: a seguir, alguns méto- ...................................
dos de pré-carregamento de posição constante: ...................................
...................................
• Método de utilização do aperto de fixação dos rola- ...................................
mentos de uso combinado, previamente ajustados ...................................
quanto a dimensão da diferença na largura ou quanto ...................................
a folga axial, para resultar em pré-carga. ...................................
...................................
• Método de utilização de espaçadores ou calços com ...................................
dimensões ajustadas para resultar em pré-carga. ...................................
...................................
• Método de utilização do aperto de parafuso e porca ...................................
que permite o ajuste da folga na direção axial. Neste ...................................
caso, deve ser ajustado com a medição do momento ...................................
de atrito de partida para obter a pré-carga adequada. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Pré-carga de Posição Constante ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Pró-carga de Pressão Constante ...................................
...................................
94
SENAI-PR
Pré-carga de pressão constante: A pré-carga de pres-
são constante é um método de atribuir uma adequada pré- ...................................
carga ao rolamento, utilizando mola helicoidais, molas prato, ...................................
e t c . ...................................
Mesmo com a alteração da posição relativa dos rolamentos ...................................
durante o funcionamento, a magnitude da pré-carga pode ser ...................................
mantida aproximadamente constante. ...................................
...................................
Pré-carga e rigidez ...................................
...................................
...................................
Pré-carga de posição constante e rigidez: Ao compri- ...................................
mir na direção axial os anéis internos do par de rolamentos ...................................
combinados, (figura abaixo) rolamentos A e B, cada qual alte- ...................................
ra-se posicionalmente de da0, e a folga 2da0 entre os anéis ...................................
...................................
R olam entos ...................................
A B internos deixa de existir. Nes- ...................................
ta condição, considera-se ...................................
.a0 .a0
.a que a pré-carga Fa0 está apli- ...................................
cada. ...................................
...................................
δa0 δa0
...................................
...................................
...................................
O diagrama de pré-carga que apresenta relação entre a
...................................
carga e a alteração posicional, ou seja, a rigidez do rolamento
...................................
no caso de adicionar uma determinada carga axial Fa como
...................................
indicado na figura do par de rolamentos pré-carregado.
...................................
...................................
...................................
Pré-carga nos rolamentos dispostos costa a costa
...................................
...................................
Pré-carga de pressão constante e rigidez: A rigidez
...................................
da mola de pré-carga ao ser comparado à rigidez do rolamen-
...................................
to, normalmente, por ser bastante pequena, faz com que a
...................................
curva de deflexão da mola seja aproximadamente paralela ao
...................................
eixo horizontal. Conseqüentemente , a rigidez da pré carga de
...................................
pressão constante é aproximadamente igual àquela de um rola-
...................................
mento simples sujeito previamente a um esforço axial de pré-
...................................
carga Fa0.
...................................
...................................
95
SENAI-PR
...................................
Seleção do método de pré-carregamento e a intensi- ...................................
dade de pré-carga ...................................
...................................
Comparação dos métodos de pré-carregamento: A ...................................
comparação da rigidez, conforme o método de pré carrega- ...................................
mento foi mostrado nas figuras abaixo; no entanto, a pré-car- ...................................
ga de posição constante e a de pressão constante podem ser ...................................
comparados conforme o segue: ...................................
No caso das pré cargas iguais, o efeito para aumentar a ...................................
rigidez no rolamento é maior no pré carregamento de posição ...................................
constante, ou seja, a alteração posicional relativa à carga no ro- ...................................
lamento, é menor no pré carregamento de posição constante. ...................................
...................................
No pré-carregamento de posição constante, a pré carga ...................................
altera-se em função de influências, como a diferença da dila- ...................................
tação na direção axial devido a diferença de temperatura en- ...................................
tre o eixo e o alojamento no rolamento em operação, a dife- ...................................
rença na expansão na direção radial pelo calor devido a dife- ...................................
rença de temperatura entre o anel interno e o externo, a alte- ...................................
ração posicional devido a carga, etc. ...................................
...................................
No caso de pré-carregamento de pressão constante, a ...................................
alteração na pré-carga pode ser desprezada, uma vez que, as ...................................
...................................
...................................
C arga A xia l

alterações da carga da mola


R o la m en to B

R o la m ento A
δa ...................................
em razão da dilatação ou da
...................................
contração do eixo são extre-
...................................
.a mamente reduzidas.
.aA ...................................
.a0
.aB ...................................
δa A δa B A lteração d a Destas comparações,
δa 0 δa 0
P o sição A xia l ...................................
...................................
...................................
.a = C a rg a a x ia l e xte rn a ...................................
.a A = C a rg a a x ia l im p o s ta n o rola m e n to A ...................................
.a B = C a rg a a x ia l im p o s ta n o ro la m e n to B
δa = M ag n itu de d a a ltera ção po sicio na l n o ...................................
rolam e nto com b in ad o
δa A = M ag nitu de da a ltera çã o po sicio na l n o ...................................
rolam e nto A
δa B = M ag nitud e da a lte ra çã o po sicion al n o ...................................
rolam e nto B
...................................
...................................
96
SENAI-PR
...................................
...................................
R o la m e nto A

C arg a A xia l
δa
...................................
...................................
...................................
concluem-se que o ...................................
.a
pré-carregamento de ...................................
posição constante é o ...................................
.a0 ...................................
...................................
δa 0 A lteração d a ...................................
P o sição A xia l
δa A ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
s ...................................
e

p le
ta n t

...................................
S im
de
s

te
Con

ta n
C arg a A xia l

...................................
P o s - c a rg a

ons
o C de
iç ã o

adequado para o objetivo


...................................
P r e -c a rg a
P ré

genérico de aumentar a ri-


ss ã

...................................
Pré

δa
gidez, e o pré-carregamen-
δa
...................................
...................................
.a
...................................
δa
...................................
A lteração d a P osição A xial ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
97
SENAI-PR
to de pressão constante é o mais indicado em casos como: os ...................................
de altas rotações, os que necessitam evitar a vibração na di- ...................................
reção axial e os que usam os rolamentos axiais em eixos ho- ...................................
rizontais. ...................................
...................................
...................................
Diagrama de pré-carga no pré-carregamento de posição constante ...................................
...................................
...................................
Diagrama de Pré-carga no Pré-carregamento de pressão constante ...................................
Comparação da rigidez ...................................
conforme o método de ...................................
pré-carregamento ...................................
Intensidade de pré-carga: A intensidade da pré-carga ...................................
deve ser determinada considerando as condições de utiliza- ...................................
ção e o objetivo do pré-carregamento, a pré-carga acima do ...................................
necessário acarreta o aumento anormal de temperatura, o au- ...................................
mento do torque de atrito, a redução da vida de fadiga, entre ...................................
outros. ...................................
...................................
...................................
Pré-carga nos rolamentos de esferas de contato an-
...................................
gular combinados: As pré-cargas médias para os rolamen-
...................................
tos de esferas de contato angular (ângulo de contato 15°) com-
...................................
binados, com precisão acima de P5 inclusive, utilizados em
...................................
destaque nos fusos de máquinas ferramentas.
...................................
...................................
A meta para o ajuste entre o eixo e o anel interno, e ...................................
entre o furo do alojamento e o anel externo são apresentados ...................................
na tabela a seguir; entretanto, quanto ao ajuste com furo do ...................................
alojamento, o rolamento do lado lixo deve ser selecionado no ...................................
limite inferior da meta de folga, e o rolamento do lado livre no ...................................
limite superior. ...................................
...................................
As pré-cargas leve medida para fusos de retificadoras, ...................................
e as pré-cargas média ou pesada para a árvore principal dos ...................................
tornos de alta velocidade e fresadoras, são os referenciais das ...................................
intensidades de pré-cargas ao serem selecionadas. ...................................
...................................
...................................
Pré-carga nos rolamentos axiais de esferas: Quando
...................................
98
SENAI-PR
os rolamentos axiais de esferas giram a velocidades relativamente ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
U nida de: µm
...................................
altas, têm facilidade em D iâm etro do
furo d (m m )
M e ta d e D iâ m etro e xte rn o
D (m m )
M e ta d e
F olga n o
...................................
In te rfe rê n cia

apresentar o A cim a de In clu sive


n o E ix o
A cim a de In clu sive
Alo ja m en to
...................................
deslizamentos esferas
-
18
18
30
0~2
0 ~ 2.5
-
18
18
30 2~
- ...................................
30 50 0 ~ 2.5 30 50 2~ 6
no movimento direcional. 50 80 0~3 50 80 3~ 8
...................................
80 120 0~4 80 120 3~ 9
120 150 - 120 150 4 ~ 12 ...................................
O maior dos dois valores
150
180
180
250
-
-
150
180
180
250
4 ~ 12
5 ~ 15 ...................................
...................................
...................................
obtidos nas equações a seguir, deve ser adotado como carga ...................................
axial mínima, a fim de evitar tal deslocamento. ...................................
...................................
Fa mm = C0a/ 100 (n/ Nmax)² ...................................
Fa mm = C0a/ 1000
...................................
...................................
...................................
Onde
...................................
Famin: carga axial mínima (N), (kgf)
...................................
n: velocidade de rotação (rpm)
...................................
Coa: Capacidade de carga básica estática axial (N), (kgf)
...................................
Nmáx: limite de rotação do rolamento lubrificado a óleo
...................................
(rpm)
...................................
...................................
Meta de ajuste para os rolamentos de esferas de contato angular combina-
...................................
dos e de alta precisão para uso com pré-carga
...................................
Pré-carga nos rolamentos autocompensadores de ro-
...................................
los: Os rolamentos axiais autocompensadores de rolos po-
...................................
dem apresentar durante o funcionamento, avarias como o de
...................................
arranhaduras causadas pelo deslizamento entre os rolos e pista
...................................
do anel externo. A carga axial mínima Fa mim, necessária para
...................................
evitar tal deslocamento é obtida pela equação a seguir:
...................................
...................................
Fa mm = C0a/ 1000
...................................
...................................
...................................
99
SENAI-PR
MATERIAL DE ROLAMENTO ...................................
...................................
...................................
Os contatos entre os anéis e os corpos rolantes dos ro- ...................................
lamentos são rotativos acompanhados de deslizamento, sob ...................................
solicitação repetitiva de alta pressão de contato. ...................................
...................................
As gaiolas estão sujeitas a tensão e compressão em ...................................
contato deslizante com o anel ou com os corpos rolantes, ou ...................................
ainda, o anel e os corpos rolantes. Conseqüentemente, para o ...................................
material dos anéis, corpos rolantes e gaiola dos rolamentos ...................................
são requeridos, principalmente, as características indicadas a ...................................
seguir: ...................................
...................................
Características requeridas para o material dos anéis ...................................
e dos corpos rolantes ...................................
...................................
• Alta resistência à fadiga ...................................
...................................
• Alta dureza ...................................
...................................
• Alta resistência ao desgaste ...................................
...................................
• Alta estabilidade dimensional ...................................
...................................
• Alta resistência mecânica ...................................
...................................
...................................
Características requeridas para o material ...................................
...................................
• Alta resistência ao desgaste ...................................
...................................
• Alta estabilidade dimensional ...................................
...................................
• Alta resistência mecânica ...................................
...................................
Além destas, a boa usinabilidade também é necessária, ...................................
e dependendo da aplicação, resistência ao impacto, ao calor ...................................
e à corrosão são também requeridas. ...................................
...................................
...................................
101
SENAI-PR
Materiais dos anéis e dos corpos rolantes ...................................
...................................
Normalmente, nos anéis e nos corpos rolantes é utiliza- ...................................
do o aço de alto carbono ao cromo (conforme tabela a seguir). ...................................
Dentre os tipos de aço da JIS indicados na tabela 13.1 para ...................................
maior parte dos rolamentos é usado o SUJ2, enquanto que os ...................................
maiores são geralmente de SUJ3. ...................................
...................................
A composição química do SUJ2 é equivalente aos aços ...................................
normalizados em vários países como material de rolamento, ...................................
tais como: AISI 52100 nos EUA; ...................................
...................................
DJN 100Cr6 na Alemanha Ocidental e BS 535A99 na ...................................
Inglaterra. ...................................
...................................
Nos casos em que há necessidade destacada de resis- ...................................
tência ao impacto, podem ser usados como material de rola- ...................................
mento, o aço cromo, o aço cromo molibdênio e o aço níquel ...................................
cromo molibdênio, endurecidos da superfície a uma profundi- ...................................
dade conveniente, através de cementação e têmpera. Os ro- ...................................
lamentos cementados que possuem uma profundidade de en- ...................................
durecimento apropriada, uma estrutura fina e uma adequada ...................................
dureza na superfície e no núcleo, são mais resistentes ao im- ...................................
pacto que os rolamentos com o material normal. A composi- ...................................
ção química dos aços normais para rolamentos cementados ...................................
está relacionado nas tabelas abaixo. ...................................
...................................

Com posição Quím ica do Aço Alto Carbono ao Crom o para R olamentos (Principais Elementos)
Com posição Quím ica %
N orm a C ódigo
C Si Mn P S Cr Mo
A baixo de Abaixo de Abaixo de A baixo de
JIS G 4805 SUJ 2 0.95 ~ 1.10 0.15 ~ 0.35 1.30 ~ 1.60
0.50 0.025 0.025 0.08
0.90 ~ 1.15 Abaixo de Abaixo de A baixo de
SUJ 3 0.95 ~ 1.10 0.40 ~ 0.70 0.025 0.025 0.90 ~ 1.20
A baixo de 0.08
Abaixo de Abaixo de 0.10 ~ 0.25
SUJ 4 0.95 ~ 1.10 0.15 ~ 0.35 0.50 1.30 ~ 1.60
0.025 0.025
Abaixo de Abaixo de A baixo de
A STM A 295 52100 0.98 ~ 1.10 0.15 ~ 0.35 0.25 ~ 0.45 0.025 0.025 1.30 ~ 1.60 0.10

102
SENAI-PR
C om posição Quím ic a %

A utilização dos aços desgaseificados a vácuo, com alta ...................................


pureza e reduzida percentagem de oxigênio, combinados a ...................................
um adequado tratamento térmico, têm possibilitado notável ...................................
prolongamento na vida de fadiga dos rolamentos da NSK. ...................................
...................................
Além dos tipos de aço referidos anteriormente, nas apli- ...................................
cações especiais, há casos de se usar o aço rápido de supe- ...................................
rior resistência ao calor, e o aço inoxidável resistente à corro- ...................................
são. A composição química destes aços, mais representati- ...................................
vos, estão relacionados nas tabelas seguintes. ...................................

Com posição Q uím ica %

Com posição Q uímica %


Norm a Código
C Si Mn P S Cr Mo

JIS G 4303 SUS 440 C Abaixo de Abaixo de Abaixo de Aba ixo de Abaixo de
0.95 ~ 1.20 1.00 1.00 0.040 16.00 ~ 18.00
0.030 0.75
Abaixo de Abaixo de Abaixo de Aba ixo de Abaixo de
SAE J 405 514 40 C 0.95 ~ 1.20 1.00 1.00 0.040 0.030 16.00 ~ 18.00 0.75

103
SENAI-PR
Materiais da gaiola ...................................
...................................
Os aços de baixo carbono, conforme relacionados na ...................................
tabela abaixo, são usados como material de gaiolas prensa- ...................................
das e, dependendo da aplicação, chapas de latão e de aço ...................................
inoxidável são também usadas. As gaiolas usinadas têm como ...................................
materiais, o latão de alta resistência e o aço carbono (ver nas ...................................
seguintes tabelas). Além destes, são usadas também as resi- ...................................
nas fenólicas e as poilamidas. ...................................

C o m p o sição Q u ím ica %
C las s ific aç ã o N orm a C ód igo
C Si Mn P S
A ba ix o de - A ba ix o de A ba ix o de A ba ix o d e
C ha pa de a ço J IS G 31 4 1 SPCC 0 .1 2 A ba ix o de 0 .5 0 0 .0 4 0 .0 4 5
para a g a io la BAS 3 61 SPB2 0 .1 3 ~ 0 .20 0 .0 4 0 .2 5 ~ 0 .60 A ba ix o de A ba ix o d e
pren s ad a J IS G 33 11 S 5 0 CM 0 .4 7 ~ 0 .53 0 .1 5 ~ 0 .35 0 .6 0 ~ 0 .90 0 .0 3 0 .0 3 0
A ba ix o de A ba ix o d e
0 .0 3 0 .0 3 5

A ç o-ca bo rn o pa ra A ba ix o d e A ba ix o d e
J IS G 40 5 1 S25C 0 .2 2 ~ 0 .28 0 .1 5 ~ 0 .35 0 .3 0 ~ 0 .60
ga iola us in a da 0 .0 3 0 .0 3 5

O bs erva ç ão B A S é a norm a da A s so c ia ç ão dos Fa brica nte s de R ola m e n tos no J a p ã o (B e a rin g A s s oc iation S tan da rd ).

C om po sição Qu ím ica %
N orm a C ódigo Im p u re za
Cu Zn Mn Fe Al Sn Ni
Pb Si

JIS H 51 02 HB sC 1 A ba ix o d e R e stante A ba ix o d e Abaixo de Abaixo de Abaixo de Abaixo de


5 5 .0 1 .5
0.5 ~ 1.5 0.5 ~ 1.5
1.0 1.0 0.4 0.1
JIS H 32 50 C 67 82 5 6 .0 ~ 60 .5 R e stante 0 .5 ~ 2 .5 0.1 ~ 1.0 0.2 ~ 2.0 - - Abaixo de -
0.5
O bservação Us ado tam bém o HB sC 1 m elhorado.

104
SENAI-PR
DESIGNAÇÃO DOS ROLAMENTOS FAG ...................................
...................................
...................................
Séries, prefixos e sufixos ...................................
...................................
Os rolamentos são identificados por símbolos ...................................
alfanuméricos que, geralmente, determinam a sua constru- ...................................
ção, dimensões, tolerância, folga interna e, eventualmente, ...................................
outras características importantes. ...................................
...................................
Exceção são os rolamentos com número de 6 algaris- ...................................
mos (200000, 500000), com dimensões não normalizadas e ...................................
que são fabricadas por encomenda para grandes consumido- ...................................
res, como montadores de veículos. Os rolamentos de marcas ...................................
diferentes, porém com o mesmo símbolo conforme DIN 623 ...................................
são intercambiáveis. ...................................
...................................
Os rolamentos separáveis não normalizados não garan- ...................................
tem o intercâmbio dos seus componentes. ...................................
...................................
A designação básica é composta pelo código de série e ...................................
pelo código do furo do rolamento. Os prefixos em geral identi- ...................................
ficam componentes de rolamentos e os sufixos, execuções ...................................
especiais e características. ...................................
...................................
Exemplos: ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
105
SENAI-PR
Designação dos rolamentos

Prefixo
D esign ação da série
Iden tificação básica C ó dig o d o fu ro
Su fixo

62 05 .2RSR .N .C2

P refixos para com ponentes de S ufixos para S ufixos para


rolam entos norm alizados construções especiais precisão e fulga
K C oroa de corpos rolantes K furo cônico 1:12 S em P recisão norm al e
(conjunto de gaiola com sufixo folga norm al
corpos rolantes m ontados) K 30 furo cônico 1:30
P6 precisão norm al
L A nel separável em rola - E R olam ento de constru-
m entos de rolos cilíndricos ção interna reforçada P5 precisão P6
e cônicos A .B construção interna nova P4 precisão P5
R Anel com coroa de corpos S R anhura e furos para
rolantes não separável em lubrificação no anel P2 precisão P4
rolam entos de rolos cilín - externo
SP precisão especial
dricos e cônicos DA A nel interno bipartido
W S. Anel de eixo (anel estreito UP ultra precisão
ZR U m a blindagem
de um rolam ento axial) CI folga C2
2ZR D uas blindagens
G S . A nel de caixa (anel m ais C2 folga norm al
largo de um rolam ento RSR U m a vedação com apoio
radial do lábio
axial) C3 folga norm al
2R S R D uas vedações com
apoio radial dos lábios C4 folga C3
N R anhura no anel externo C5 folga C4
para anel de fixação
O s sufixos para precisão e
folga são contraídos, p. E x.:
P 52 precisão P5 e
C ódigo da série (vide página 5) S ufixos para folga C 2
execução da gaiola

F G aiola m a c iç a d e a ço
C ódigo do furo do rolam ento L G a io la m ac iça d e lig a le ve
M G a io la m ac iça d e la tã o
C ódigo D iâm etro do
T* G a io la m a ciç a de fib ra
do furo furo m m
3a9 3a9 T N ,T V G a io la d e po lia m ida P a 6 6
00 00 J G a io la d e c h a pa d e a ço
01 01
Y G aio la de c h a pa d e la tão
02 02 S im bolos especiais
03 03 *) ou g ra fia a b re v iad a pa ra
g aio la s d e p o liam id a é a ne -
04 04 x a d o a o s u fixo d o m a te rial S 1 ...S 4 tratam ento térm ico
- - esp ecial
C ódigo x 5 P G aiola tip o p an e la
- -
= furo Zb 2 abaulam ento na
- - H G aio la de e n ca ix e
extre m id ade da
96 480 A G u ia n a b ord a e xte rna agulhas m aio r
/500 500 do q ue n orm a l
B G u ia n a b o rd a in te rn a
/530 530

106
SENAI-PR
Séries de rolamentos
...................................
Prefixos e sufixos em ordem alfabética (prefixos da ...................................
FAG) ...................................
...................................
Os prefixos são símbolos que identificam componentes dos ...................................
rolamentos. ...................................
...................................
ABO Anel rebordo do anel externo em rolamento de ro- ...................................
los cilíndricos não normalizados. ...................................
...................................
AR Anel externo de rolamento, quando não aplicável ...................................
o ...................................
prefixo L. ...................................
...................................
ARK Anel externo com coroa de corpos rolantes, quan- ...................................
do não aplicável o prefixo R. ...................................
...................................
BO Anel rebordo de rolamentos de rolos cilíndricos. ...................................
...................................
GS Anel de caixa para rolamentos axiais. ...................................
...................................
H Bucha de fixação para rolamentos auto-compen- ...................................
sadores de rolos, das séries 115 e 116. ...................................
...................................
JR Anel interno, quando não aplicável o prefixo L. ...................................
...................................
JRK Anel interno com coroa de corpos rolantes, quan- ...................................
d o ...................................
não aplicável o prefixo R. ...................................
...................................
K Coroa com corpos rolantes (gaiola com corpos ro- ...................................
lantes). ...................................
...................................
KF Gaiola sem corpos rolantes. ...................................
...................................
L Anel destacável inclusive anel rebordo, se houver, ...................................
de rolamentos de rolos separáveis. ...................................
...................................
R Anel de rolamento com coroa de corpos rolantes, ...................................
de rolamentos de rolos ou de agulhas separáveis ...................................
...................................
108
SENAI-PR
(exceto série NK.A).
...................................
...................................
REP Rolamento para reparos.
...................................
...................................
S Rolamento de aço inoxidável.
...................................
...................................
U Contraplaca esférico-côncava para rolamen-
...................................
t o s
...................................
axiais não normalizados.
...................................
...................................
WS anel de eixo para rolamentos axiais.
...................................
...................................
...................................
Sufixos da FAG
...................................
...................................
Os sufixos identificam execuções especiais dos rolamen-
...................................
tos, como: construção interna, dimensões e forma externas,
...................................
vedações, gaiolas, tolerâncias, folga, tratamento térmico, etc.
...................................
Ademais servem para identificar prescrições especiais da FAG.
...................................
Os sufixos podem ser compostos de diversos símbolos. Di-
...................................
versos sufixos são separados por um ponto que se destina a
...................................
facilitar a leitura. Se, em uma designação, a letra de um sufixo
...................................
seguir uma letra de outro ou houver algarismos seguidos, es-
...................................
tes são separados por um ponto.
...................................
...................................
.A... Folga axial em mm (grafia plena).
...................................
...................................
A Diâmetro da rosca de buchas de montagem
...................................
modificado.
...................................
...................................
A Construção interna modificada.
...................................
...................................
A Chapa de arruelas de segurança com espessu-
...................................
ra
...................................
modificada.
...................................
...................................
.ABEC1 Classes de tolerância, conforme padrão AFBMA.
...................................
.ABEC5
...................................
.ABEC7
...................................
...................................
...................................
109
SENAI-PR
.ABEC9 ...................................
AS1 Rolamento de agulhas com um furo para lubrifi- ...................................
cação no anel externo. ...................................
...................................
AS3 Rolamento de agulhas com três furos para lubri- ...................................
ficação no anel externo. ...................................
...................................
ASR1 Rolamento de agulhas com ranhura e um furo ...................................
para lubrificação no anel externo. ...................................
...................................
ASR3 Rolamento de agulhas com ranhura e três furos ...................................
para lubrificação no anel externo. ...................................
...................................
B Construção interna modificada. ...................................
...................................
.B Largura em mm de anéis intermediários em rola- ...................................
mentos de rolos cônicos de diversas carreiras. ...................................
...................................
.BL Pista abaulada, nos anéis interno ou externo, ...................................
em ...................................
rolamentos de rolos cilíndricos ou cônicos. ...................................
...................................
C Construção interna modificada. ...................................
...................................
.CD Furo cadmiado em rolamentos de fixação rápi- ...................................
d a ...................................
(tipo S). ...................................
...................................
.C0 Folga do rolamento normal, conforme DIN 620 ...................................
(não é mencionado). ...................................
...................................
.C1 Grupos de folga conforme DIN 620. ...................................
.C2 ...................................
.C3 ...................................
.C4 ...................................
.C5 ...................................
...................................
D Construção interna modificada. ...................................
...................................
D Bucha de fixação, bipartida. ...................................
...................................
110
SENAI-PR
...................................
DA Rolamento de contato angular de esferas, de ...................................
duas carreiras com anel interno bipartido. ...................................
...................................
DB Diâmetro externo abaulado. ...................................
...................................
DZ Diâmetro externo cilíndrico, em rolos de apoio e ...................................
de comando. ...................................
...................................
E Construção interna modificada. ...................................
...................................
.E... Prescrições de embalagem (especificações téc- ...................................
nicas). ...................................
...................................
EK Rolamento axial de esferas, sem o anel de cai- ...................................
xa. ...................................
...................................
F Porca de aço, pequena. ...................................
...................................
.F... Prescrições de fabricação (especificações técni- ...................................
cas). ...................................
...................................
F Gaiola maciça de aço. ...................................
FA, FAS ...................................
FB, FBS ...................................
FP ...................................
FPA, FPAS ...................................
FPB, FPBS ...................................
...................................
F, FA Gaiola maciça de aço, tipo janela, para rolamen- ...................................
tos de agulhas. ...................................
FC, FD ...................................
FH, FH1 ...................................
FV, FV1 ...................................
FR, FVR ...................................
FZW, FKID ...................................
FKIVA, FKIVI ...................................
FKIVIZW ...................................
...................................
G... Grau (qualidade de esferas conforme ISO 3290). ...................................
...................................
111
SENAI-PR
...................................
.G... Prescrições de caixa (especificações técnicas). ...................................
...................................
G2 Classes de qualidade de G2 a G5, conforme DIN ...................................
5402, para agulhas. ...................................
G3 ...................................
...................................
G5 ...................................
...................................
.GA Rolamento e coroa de agulhas, com nível de ruí- ...................................
do especialmente baixo. ...................................
...................................
.H... Demais prescrições (especificações técnicas).
...................................
...................................
H Bucha de desmontagem para montagem hidráu-
...................................
lica.
...................................
H Porca de eixo com furos roscados para parafu-
...................................
sos de montagem.
...................................
...................................
H Porca de extração com furos roscados para pa- ...................................
rafusos de extração. ...................................
...................................
.HG Classe de tolerância FAG, em rolamentos para- ...................................
fusos. ...................................
...................................
HG Bucha de fixação para montagem hidráulica, ...................................
com ranhuras para lubrificação na superfície ...................................
cônica e conexão para bomba no lado roscado. ...................................
...................................
HGJ Bucha de fixação para montagem hidráulica,
...................................
com ranhuras para lubrificação na superfície
...................................
cônica e no furo da bucha, com conexão para a
...................................
bomba no lado roscado.
...................................
HGJS Execução como a HGJ, mas com parafusos e
...................................
chapa de montagem.
...................................
...................................
HGS Execução como a HG, mas com parafusos e ...................................
chapa de montagem. ...................................
...................................
HK Bucha de fixação para montagem hidráulica, ...................................
com ranhuras para lubrificação na superfície ...................................
112
SENAI-PR
cônica e conexão para bomba no lado do diâ- ...................................
metro maior. ...................................
...................................
HKJ Bucha de fixação para montagem hidráulica, ...................................
com ranhuras para lubrificação na superfície ...................................
cônica e no furo da bucha, com conexão para
...................................
bomba no lado do diâmetro maior.
...................................
HKJS Execução como a HKJ, mas com parafusos e
...................................
chapa de montagem.
...................................
...................................
HKS Execução como a HK, mas com parafusos e
...................................
chapa de montagem.
...................................
...................................
HP Porca de eixo para montagem hidráulica, com
...................................
furo(s) roscado(s) para conexão da bomba sem
...................................
parafusos.
...................................
...................................
HPS Porca de eixo para montagem hidráulica, com
...................................
furo(s) roscado(s) para conexão da bomba com
...................................
parafusos.
...................................
...................................
HS Porca de eixo com furos roscados e parafusos
...................................
de montagem.
...................................
...................................
HS Porca de extração com furos roscados e parafu-
...................................
sos de extração.
...................................
...................................
J Ranhura, furos para lubrificação e furo
...................................
escareado
...................................
para bujão em rolamentos encapsulados.
...................................
...................................
J... Prescrições de conservação, prescrições para
...................................
tratamento de superfície e lubrificação (especifi-
...................................
cações técnicas).
...................................
...................................
J, JL Gaiola de chapa de aço.
...................................
JN, JS
...................................
JH, JP
...................................
JPA, JP1
...................................
...................................
...................................
113
SENAI-PR
JP, JP1 Gaiola tipo janela, de chapa de aço para rola- ...................................
mentos de agulhas. ...................................
JPH, JPH1 ...................................
JP1H1 ...................................
JPSH ...................................
JPSH1 ...................................
JPD, JPC ...................................
JPSV ...................................
JPZW ...................................
JP2H ...................................
...................................
JS1 Rolamento de agulhas, com um furo para lubrifi- ...................................
cação no anel interno. ...................................
...................................
JSR1 Rolamento de agulhas, com ranhura e um furo ...................................
para lubrificação no anel interno. ...................................
...................................
K Rolamento com furo cônico 1:12. ...................................
...................................
.K... Prescrições de controle. ...................................
...................................
K30 Rolamento com furo cônico 1:30. ...................................
...................................
(.)KB Perfil cônico-abaulado para rolos cônicos. ...................................
...................................
KRSR Furo cônico, com vedação. ...................................
...................................
KZR Furo cônico, uma blindagem. ...................................
...................................
KZR, RSR Furo cônico, uma blindagem e uma vedação. ...................................
...................................
.L12V, L64V Graxa padrão Arcanol FAG. ...................................
.L71V, L74V ...................................
.L78V, L79V ...................................
.L135V, L186V ...................................
...................................
.L9... Prescrições de conservação. ...................................
...................................
.L...M Graxa Arcanol FAG com quantidade determina- ...................................
da (grau de preenchimento). ...................................
.L...T ...................................
114
SENAI-PR
.L...TA ...................................
.L...H ...................................
.L...F ...................................
.L...FS ...................................
...................................
L Gaiola maciça de metal leve.
...................................
LA, LAS
...................................
LB, LBS
...................................
LP
...................................
LPA, LPAS
...................................
LPB, LPBS
LH Bucha e porca com rosca à esquerda.
...................................
...................................
LS Vedação para rolamento de rolos cilíndricos de
...................................
duas carreiras, sem gaiola.
...................................
...................................
.M... Prescrições de medição e controle, prescrições
...................................
de documentação (especificações técnicas).
...................................
...................................
M Gaiola maciça de latão.
...................................
MA, MAS
...................................
MB, MBS
...................................
MS, MP
...................................
MPA, MPAS
...................................
MP1
...................................
MPB, MPBS
...................................
...................................
M1 Gaiola maciça de latão rebitada.
...................................
M1A, M1B
...................................
...................................
MZA Gaiola maciça de latão com dois anéis laterais
...................................
e
...................................
pino distanciador.
...................................
MZB
...................................
...................................
N Ranhura para anel de retenção no anel externo.
...................................
...................................
N1, N2 Chanfro(s) de retenção no anel externo ou no
...................................
anel de caixa.
...................................
...................................
N3, N4 Chanfro(s) e ranhura(s) para anel de retenção
...................................
...................................
115
SENAI-PR
no anel externo ou no de caixa. ...................................
N5, N6 ...................................
...................................
.N... Prescrições para rolamentos pareados (especi- ...................................
ficações técnicas). ...................................
...................................
NA Anéis de rolamento não intercambiáveis, válido ...................................
para rolamentos de rolos cilíndricos e de agu- ...................................
lhas, em conjunto com folga C1. ...................................
NB Ranhura para anel de retenção no anel externo, ...................................
do lado vedado ou blindado. ...................................
...................................
.OB Rolamento de rolos cilíndricos (NJP, NFP), sem ...................................
anel rebordo. ...................................
...................................
.OF Esferas, sem graxa, embaladas em papel VCI. ...................................
...................................
.OH Rolamento autocompensador de esferas (séri- ...................................
es 115 e 116), sem bucha de pressão. ...................................
...................................
.OM Bucha de fixação sem porca de eixo, mas com ...................................
tra- ...................................
va. ...................................
...................................
.OMS Bucha de fixação sem porca de eixo e sem tra- ...................................
va. ...................................
...................................
.OS Bucha de fixação com porca de eixo, sem trava. ...................................
...................................
.OSR Rolamento de fixação rápida (tipo S), sem anel ...................................
de segurança. ...................................
...................................
.OZWR Rolamento de rolos cônicos, de duas carreiras, ...................................
sem anel intermediário. ...................................
...................................
P Rolamento autocompensador de rolos e de con- ...................................
tato angular, de duas carreiras, com anel exter- ...................................
no ...................................
bipartido. ...................................
...................................
...................................
116
SENAI-PR
.PO Tolerância de classe normal, conforme DIN 620 ...................................
(não mencionada). ...................................
...................................
.P2, .P4 Classes de tolerância P2...P6X, conforme DIN ...................................
620. ...................................
.P5, .P6 ...................................
.P6X ...................................
...................................
.PL1 Tolerância e folga radial em rolamentos FAG ...................................
de anéis finos. ...................................
.PL3
...................................
.PL4.
...................................
.PL6
...................................
(.)PR Rolamento autocompensador de rolos com anel
...................................
externo bipartido e anel intermediário ajustado.
...................................
...................................
.Q3 Classe de tolerância FAG para rolamentos de ro-
...................................
los cônicos com medidas em polegadas.
...................................
...................................
.Q5 Classe de tolerância FAG para buchas de esfe-
...................................
ras.
...................................
...................................
.QP Indicação de corte transversal de pistas de rola-
...................................
mentos de rolos ou superfícies externas confor-
...................................
me prescrições correspondentes.
...................................
...................................
R Rolamento de rolos cônicos e rolamentos minia-
...................................
tura com flange no anel externo.
...................................
...................................
R Coroa de agulhas com cantos arredondados.
...................................
...................................
.R... Folga radial em mm (grafia plena).
...................................
...................................
RSD Vedação não de contato de um lado.
...................................
...................................
RSR Vedação de um lado.
...................................
...................................
RSRN Vedação e ranhura para anel.
...................................
...................................
RSRN.ZR Vedação, ranhura e blindagem do lado oposto.
...................................
...................................
117
SENAI-PR
RSRNB Vedação e ranhura para anel do mesmo lado. ...................................
...................................
S Ranhura e três furos para lubrificação no anel ...................................
externo. ...................................
...................................
.S0 Termoestável para temperaturas até +150°C. ...................................
...................................
.S1 Termoestável para temperaturas até +200°C. ...................................
...................................
.S2 Termoestável para temperaturas até +250°C. ...................................
...................................
.S3 Termoestável para temperaturas até +300°C. ...................................
.S4 Termo estável para temperaturas até +350°C. ...................................
...................................
.S.A Anel externo (anel de caixa) termoestabi-lizado. ...................................
...................................
.S.B Anel interno (anel de eixo) termoestabilizado. ...................................
...................................
SE1 Gaiola maciça de ferro sinterizado. ...................................
SE1A, SE1B ...................................
...................................
SF Gaiola tipo janela, maciça de aço para rolamen- ...................................
tos de agulhas (gaiola em tira). ...................................
SFA, SFB ...................................
SFBH1 ...................................
SFBZW ...................................
SFZW ...................................
...................................
.SP Classe de tolerância FAG para rolamentos de ...................................
rolos cilíndricos. ...................................
...................................
SY Rolamentos sem ranhura para lubrificação, mas ...................................
com três furos para lubrificação no anel exter- ...................................
no. ...................................
...................................
.T... Prescrições de tolerância para precisão de medi- ...................................
das, formas e giros. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
118
SENAI-PR
.T5, T7 Classe de tolerância (FAG Canadá) ...................................
.T9 ...................................
...................................
TA Gaiola maciça de fibra. ...................................
TB, THB ...................................
TP ...................................
TPA, TPB ...................................
...................................
THS Porca de extração com rosca trapezoidal, com fu- ...................................
ros roscados e parafusos. ...................................
...................................
TN Gaiola maciça de poliamida. ...................................
TNH. TNP ...................................
TN, TN1 Gaiola maciça, tipo janela de poliamida reforça- ...................................
da com fibra de vidro, para rolamentos de agu- ...................................
lhas. ...................................
TNK, TNK1 ...................................
...................................
TNZW ...................................
...................................
TNKZW ...................................
...................................
T, TV Gaiola maciça de poliamida reforçada com fibra ...................................
de vidro. ...................................
...................................
TVA, TVB ...................................
TVH, TVP ...................................
TVPB ...................................
TV1, TVP2 ...................................
...................................
.TW Corpo rolante distanciador. ...................................
...................................
U Bucha de fixação e de desmontagem sem fen- ...................................
da. ...................................
...................................
.U... Prescrições de execução para rolamentos de ...................................
a g u - ...................................
lhas. ...................................
...................................
.UA Execução universal para rolamentos de contato ...................................
...................................
119
SENAI-PR
angular de esferas e rolamentos parafusos, com ...................................
folga axial. ...................................
.UA... ...................................
...................................
.UL Leve pré-carga. ...................................
...................................
.UM Média pré-carga. ...................................
...................................
.UO Sem folga ...................................
...................................
.US Forte pré-carga. ...................................
...................................
/... Furo modificado em buchas de fixação e de ...................................
desmontagem (o furo é modificado para a medi- ...................................
da constante, em milímetros, após a barra). ...................................
.UP Classe de tolerância FAG para rolamentos de ro- ...................................
los cilíndricos e axiais de contato angular de es- ...................................
feras. ...................................
...................................
V Rolamento, sem gaiola, com máxima quantida- ...................................
de de esferas, rolos ou agulhas. ...................................
...................................
.VA... Pré-carga axial em mm (grafia plena). ...................................
...................................
VH Rolamento de rolos cilíndricos, sem gaiola, com ...................................
roletes auto-sustentáveis. ...................................
...................................
VR... Pré-carga radial em mm (grafia plena). ...................................
...................................
VT Rolamento com esferas ou rolos dis-tanciadores. ...................................
...................................
.W... Prescrições para tratamento térmico e materi- ...................................
a i s ...................................
(especificações técnicas). ...................................
...................................
X Medidas externas de rolamentos e buchas modi- ...................................
ficadas e adaptadas a normas internacionais. ...................................
...................................
Y, YH Gaiola de chapa de latão ou de bronze. ...................................
YN, YP ...................................
...................................
120
SENAI-PR
YPB ...................................
...................................
Z Guarda-pó, como vedação e elemento de fixa- ...................................
ção para rolamentos de agulhas combinados. ...................................
...................................
.Z... Prescrições de fabricação e de controle. ...................................
...................................
.ZB2 Abaulamento das superfícies das agulhas em ...................................
suas extremidades maior que normal. ...................................
...................................
ZR Blindagem de um lado. ...................................
...................................
ZR.RSR Blindagem de um lado, vedação do outro. ...................................
...................................
ZRN Blindagem e ranhura para anel. ...................................
...................................
ZRN.RSR Blindagem de um lado, vedação e ranhura para ...................................
anel do oposto. ...................................
...................................
ZZ Rolo de apoio com duas arruelas de encosto ...................................
para ...................................
o anel externo. ...................................
...................................
.2GS Rolamento axial com dois anéis de caixa. ...................................
...................................
.2LS Rolamento de rolos cilíndricos de duas carrei- ...................................
ras, sem gaiola, com vedação de ambos os la- ...................................
dos. ...................................
...................................
.2RSD Vedação não de contato de ambos os lados. ...................................
...................................
.2RSR Vedação de ambos os lados. ...................................
...................................
.2WS Rolamento axial com dois anéis de eixo. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
121
SENAI-PR
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Diagrama de designação básica de rolamentos ...................................
...................................
(ILUSTRAÇÃO)
Séries dos rolamentos
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
122
SENAI-PR
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
123
SENAI-PR
Tipos de rolamentos – designações ...................................
...................................
0 Rolamentos de duas carreiras de esferas de contato ...................................
angular. ...................................
...................................
1 Rolamento autocompensador de esferas. ...................................
...................................
2 Rolamento autocompensador de rolos e rolamento ...................................
axial autocompensador de rolos. ...................................
...................................
3 Rolamento de rolos cônicos. ...................................
...................................
4 Rolamento rígido de duas carreiras de esferas. ...................................
...................................
5 Rolamento axial de esferas. ...................................
...................................
6 Rolamento rígido de esferas ...................................
...................................
7 Rolamento de uma carreira de esferas de contato an- ...................................
gular. ...................................
...................................
N Rolamento de rolos cilíndricos. Após a letra “N”, uma ...................................
ou ...................................
duas letras podem ser adicionadas, indicando a ...................................
existência de flange, por exemplo: NJ, NU, NUP, etc. ...................................
Designações para rolamentos com duas ou mais ...................................
carreiras começam com as letras NN. ...................................
...................................
QJ Rolamento de esferas de quatro pontos de co ...................................
tato. ...................................
NN ...................................
NNU Rolamento de rolos cilíndricos, com duas ...................................
carreiras. ...................................
...................................
...................................
Furos de rolamentos ...................................
...................................
Quando o furo for menor que 10 mm, o último número da ...................................
designação identifica o diâmetro, a designação nesse caso ...................................
tem três números: ...................................
...................................
124
SENAI-PR
Exemplo: 126 = 6 mm, 623 = 3 mm, 608 = 8 mm, 609 = 9 mm. ...................................
...................................
Ou poderá vir especificado separado da designação básica ...................................
por uma barra, esta última regra é usada para identificar os ...................................
furos de 22,28 e 32 mm, como também furos acima de 500 ...................................
mm. ...................................
...................................
Exemplo: 618/8=8 mm, 62/32=32 mm, 511/530=530 mm. ...................................
...................................
No intervalo de 20 mm até 480 mm, o furo é identificado ...................................
multiplicando-se o dois números finais da designação por “5”. ...................................
...................................
Exemplo: 6204=20 mm, 22205=25 mm, 7308=40 mm, ...................................
1215=75 mm, 6318=90 mm, 22296=480 mm. ...................................
...................................
Há rolamentos com furo cilíndrico e com furo cônico, sufixo “K”. ...................................
...................................
Quando o furo for cilíndrico, será utilizado um eixo paralelo ...................................
de mesma medida. ...................................
...................................
Quando o furo for cônico, o rolamento normalmente será ...................................
fixado em um eixo paralelo através de buchas de fixação ou ...................................
desmontagem e estas buchas determinarão a medida do eixo, ...................................
sempre menor que o furo do rolamento, sendo o eixo cônico, ...................................
sua medida coincidirá com a do furo cônico do rolamento. ...................................
...................................
...................................
Designações suplementares (principais prefixos) ...................................
...................................
AEL Rolamento abaulado (Y) com anel interno prolongado ...................................
de um lado, fixação por anel excêntrico. ...................................
...................................
AK Série em polegadas com desenho interno do cone ...................................
modificado. ...................................
...................................
AS Rolamento abaulado (Y) com anel interno prolongado ...................................
de um lado. Fixação por parafuso. ...................................
...................................
BAFB Rolamento especial para cubo de roda, Segunda ...................................
geração. ...................................
...................................
125
SENAI-PR
...................................
BAHB Rolamento especial para cubo de roda. ...................................
...................................
BAQB Rolamento de uma carreira de esferas, com 3 ...................................
ou ...................................
4 pontos de contato. ...................................
...................................
BA2B Rolamento especial para cubo de roda. ...................................
...................................
BB1B Rolamento de uma carreira de esferas, com ...................................
dimensões fora da norma ISO. ...................................
...................................
BC1B Rolamento especial de uma carreira de rolos ...................................
cilíndricos. ...................................
...................................
BD1B Rolamento axial de esferas com dimensões fora ...................................
d a ...................................
norma ISO. ...................................
...................................
BRU Rolamento de embreagem. ...................................
...................................
BRUB Rolamento de embreagem. ...................................
...................................
BT1B Rolamento de rolos cônicos de uma carreira, com ...................................
dimensões fora da norma ISO. ...................................
...................................
BT2B Rolamento especial de duas carreiras de rolos ...................................
cônicos. ...................................
...................................
CK Série em polegadas com o desenho interno do cone ...................................
modificado. ...................................
...................................
E Série de rolamentos tipo magneto. ...................................
...................................
EWR Rolamento abaulado (Y) com anel interno prolongado ...................................
em ambos os lados. Fixação por anel excêntrico. ...................................
...................................
K Rolamento de rolos cônicos da série com dimensões ...................................
em polegadas. ...................................
...................................
...................................
126
SENAI-PR
K-LM Rolamento de rolos cônicos em polegadas, série ...................................
leve média. ...................................
...................................
N Rolamentos de rolos cilíndricos com duas flanges ...................................
n o ...................................
anel interno, sem flange no anel externo. ...................................
NJ Rolamento de rolos cilíndricos com duas flanges no ...................................
anel externo e uma no interno. ...................................
...................................
NUP Rolamento de rolos cilíndricos com duas flanges no ...................................
anel externo e uma no interno, com anel de encosto. ...................................
...................................
NU Rolamento de rolos cilíndricos com duas flanges no ...................................
anel externo, sem flange no anel externo. ...................................
...................................
QJ Rolamento de esferas com quatro pontos de ...................................
contato. ...................................
...................................
UCR Rolamento abaulado (Y) com anel interno prolongado
...................................
em ambos os lados. Fixação por parafuso.
...................................
...................................
...................................
Principais Sufixos
...................................
...................................
A, AA, Desenho interno modificado para rolamentos de
...................................
AB, AD, rolos cônicos.
...................................
CA
...................................
B Rolamento de rolos cônicos série 32200 com maior
...................................
ângulo de contato.
...................................
...................................
C1 Folga radial menor que C2. ...................................
...................................
C2 Folga radial menor do que a normal. ...................................
...................................
C3 Folga radial maior do que a normal. ...................................
...................................
C4 Folga radial maior que C3. ...................................
...................................
C5 Folga radial maior que C4. ...................................
...................................
CL7-A Qualidade padrão SKF para rolamentos de pinhão. ...................................
127
SENAI-PR
...................................
E Rolamento com mais corpos rolantes, ou maior ...................................
dimensão dos mesmos. ...................................
...................................
EC Rolamento de rolos cilíndricos, igual ao sufixo “E”, ...................................
mais modificações internas. ...................................
...................................
ECJ Rolamento de rolos cilíndricos, igual ao sufixo “EC”, ...................................
mais gaiola prensada de aço. ...................................
...................................
ECP Rolamento de rolos cilíndricos, igual ao sufixo “EC”, ...................................
mais gaiola de poliamida.
...................................
...................................
BE Rolamento de contato angular.
...................................
...................................
BECB Rolamento de contato angular com face retificada
...................................
para montagem em par.
...................................
...................................
J2 Rolamento com maior quantidade de corpos rolantes.
...................................
MA, Gaiola usinada de bronze, centrada no anel externo.
...................................
...................................
MA6 ...................................
...................................
N Ranhura no anel externo. ...................................
...................................
NR Ranhura e anel elástico no anel externo. ...................................
...................................
Q Rolamento com giro silencioso. ...................................
...................................
QE6 Qualidade normal para motores elétricos (giro ...................................
silencioso). ...................................
...................................
R Rolamento de rolos cônicos com flange de encosto ...................................
no ...................................
anel externo. ...................................
...................................
RS1 Vedação em apenas um lado do rolamento.
...................................
...................................
2RS1 Vedação dos dois lados do rolamento.
...................................
...................................
TB Gaiola de resina fenólica reforçada com fibras, para
...................................
128
SENAI-PR
alta rotação.
...................................
...................................
TN Gaiola de nylon moldada por injeção.
...................................
...................................
TN9 Gaiola de poliamida 6.6 reforçada com fibra de
...................................
vidro.
...................................
VQ010 Rolamento de rolos cônicos com abaulamento
...................................
especial entre pistas e rolos.
...................................
S Construção simples sem acessórios.
...................................
...................................
X Uma ou mais dimensão(ões) externa(s) alterada(s)
...................................
para atender a norma ISO.
...................................
...................................
Z Placa de proteção sem contato, de um lado do
...................................
rolamento.
...................................
...................................
2Z Placas de proteção sem contato, em ambos os
...................................
...................................

A AC
BeC //C1/C2/C3/C4/C5

D E EC F

129
SENAI-PR
lados ...................................
do rolamento. ...................................
...................................
W Sem canal e sem furos para relubrificação. ...................................
...................................
W33 Canal no anel externo e três furos para relubrificação. ...................................
...................................
...................................
Designações suplementares (exemplos de sufixos) ...................................
Marca: SKF ...................................
A Alterações no desenho interno do rolamento. Seu signi- ...................................
ficado é, via de regra, específico para um certo tipo de ...................................
rolamento ou série. Freqüentemente, o sufixo é ...................................
eliminado após um período de transição, mas em certos ...................................
casos é aplicado permanentemente para rolamentos ...................................
com um desenho interno alternativo. ...................................
...................................
Exemplo: ...................................
...................................
4210A Rolamento rígido com duas carreiras de esferas, ...................................
sem a ranhura para a introdução de esferas.
...................................
...................................
AC Rolamento de esferas de contato angular, com ângulo
...................................
de contato de 25°.
...................................
...................................
BeC Alterações no desenho interno do rolamento. Seus
...................................
significados, é via de regra, específicos para um
...................................
certo tipo de rolamento ou série. Freqüentemente
...................................
o sufixo é eliminado após um período de transição,
...................................
mas em certos casos é aplicado permanentemente
...................................
para rolamentos com desenho interno alternativo.
...................................
Exemplo:
...................................
...................................
7210B Rolamento de esferas de contato angular, com ...................................
ângulo de contato de 40°. 7210C – Rolamento de ...................................
contato angular, com ângulo de contato de 25°. ...................................
...................................
CC Rolamento autocompensador de rolos, da construção ...................................
C mas com uma geometria especial e um ...................................
acabamento otimizado nas superfícies das pistas que ...................................
...................................
130
SENAI-PR
asseguram um mínimo de atrito. ...................................
...................................
/CL7A Qualidade padrão da SKF para rolamentos de ...................................
pinhão. ...................................
...................................
/CL7C Qualidade especial da SKF para rolamentos de
...................................
pinhão.
...................................
...................................
/C1 Folga interna menor do que C2.
...................................
...................................
/C2 Folga interna menor do que Normal.
...................................
...................................
/C3 Folga interna menor do que Normal.
...................................
...................................
/C4 Folga interna menor do que C3.
...................................
...................................
/C5 Folga interna menor do que C4.
...................................
...................................
D Alterações no desenho interno do rolamento. O
...................................
significado é, via de regra, específico para um certo
...................................
tipo de rolamento ou série. Freqüentemente, o
...................................
sufixo é eliminado após um período de transição,
...................................
mas em certos casos é aplicado permanentemente
...................................
para rolamentos com desenho interno alternativo.
...................................
...................................
Exemplo:
...................................
...................................
3310D Rolamento de duas carreiras de esferas de contato
...................................
angular com anel interno bipartido e ângulo de
...................................
contato de 45°.
...................................
...................................
E Alterações no desenho interno do rolamento. O signi-
...................................
ficado é, via de regra, específico para um certo tipo
...................................
de rolamento ou série. Freqüentemente, o sufixo é
...................................
eliminado após um período de transição, mas em
...................................
certos casos é aplicado permanentemente para
...................................
rolamentos com um desenho interno alternativo.
...................................
...................................
Exemplo:
...................................
...................................
...................................
131
SENAI-PR
...................................
6206E Rolamento rígido de esferas com esferas maior do
...................................
que o normal.
...................................
...................................
NUP314E Rolamento de rolos cilíndricos com um número
...................................
maior de rolos, rolos mais longos com maior
...................................
diâmetro do que a execução original (substituído
...................................
pela execução EC).
...................................
...................................
29320F Rolamento axial autocompensador de rolos com
...................................
r o -
los maiores do que a execução original.

FB 2F G/GA /G B/G C
FA

K
12°

30°

K30 M MA

...................................
22320E Rolamento autocompensador de rolos com rolos ...................................
maiores ou maior número de rolos que execuções ...................................
anteriores. A ranhura e três furos de lubrificação são ...................................
parte integrante desta construção. ...................................
...................................
EC Rolamento de rolos cilíndricos com um número maior ...................................
...................................

132
SENAI-PR
de rolos, rolos mais longos e com maior diâmetro do ...................................
que a execução original, e ainda, a capacidade de ...................................
carga axial aumentada. ...................................
...................................
F Gaiola usinada de aço ou ferro fundido nodular. ...................................
...................................
FA Gaiola usinada de aço ou ferro fundido nodular ...................................
centrada ...................................
no anel externo. ...................................
...................................
FB Gaiola usinada de aço ou ferro fundido nodular ...................................
centrada ...................................
no anel interno. ...................................
...................................
2F Rolamento Y com defletor de ambos os lados. ...................................
GA Rolamento de esferas de contato angular para ...................................
montagem universal. Dois rolamentos com este ...................................
sufixo, selecionados arbitrariamente podem ser ...................................
montados em pares nas disposições em “O” (back- ...................................
to-back), “X” (face-to-face) e o par de rolamentos ...................................
terá uma leve pré-carga após a montagem. ...................................
...................................
GB Rolamento de esferas de contato angular para ...................................
montagem universal. Dois rolamentos com este
...................................
sufixo, selecionados arbitrariamente podem ser
...................................
montados em pares nas disposições em “O” (back-
...................................
to-back), “X” (face-to-face) e o par de rolamentos
...................................
terá uma pré-carga maior do que GA.
...................................
...................................
/HT Rolamento fornecido com graxa especial para alta
temperatura (acima de +130°C). A graxa é
...................................
identificada por dois números imediatamente após
...................................
HT. Qualquer alteração na quantidade de graxa
...................................
padrão (25 a 35% do espaço livre do rolamento) é ...................................
identificada por uma das seguintes letras ...................................
adicionada à designação da graxa. ...................................
...................................
A Quantidade de graxa menor do que a normalizada. ...................................
...................................
B Quantidade de graxa maior do que a normalizada. ...................................
...................................
C Quantidade de graxa maior do que B. (Comple- ...................................
133
SENAI-PR
tamente preenchido).
...................................
...................................
Exemplo:
...................................
...................................
6210-2Z/HT51B:
...................................
Rolamento rígido de esferas 6210 com blinda-
...................................
gem de proteção de ambos os lados e graxa espe-
cial para altas temperaturas: quantidade de graxa
...................................
maior do que a normalizada.
...................................
...................................
J Gaiola prensada em aço. ...................................
...................................
K Furo cônico com conicidade de 1:12. ...................................
...................................
K30 Furo cônico com conicidade de 1:30. ...................................
/LHT Rolamento fornecido com graxa especial para baixa ...................................
e alta temperatura (-40 a +140°C). A graxa é ...................................
identificada por dois números imediatamente após ...................................
LHT. Qualquer alteração na quantidade de graxa ...................................
padrão (25 a 35% do espaço livre do rolamento) é ...................................
identificada por uma letra adicional à designação ...................................
da graxa. O significado da letra adicional é listado ...................................
no sufixo HT.

L Gaiola usinada em liga leve.

M Gaiola usinada de bronze ou latão, centrada pelos


corpos rolantes. Desenhos e/ou materiais
alternativos
MB N NR R
identificados por um número adicional, por exemplo
M2.

MA Gaiola M centrada no anel externo.

Designações Suplementares RS1N RS1NB


Marca: SKF
RS/R S1 2RS/2RS1

RS1NR RS1NBR

134
SENAI-PR
MB Gaiola M centrada no anel interno. Gaiola M tipo jane- ...................................
la, centrada em um dos anéis. ...................................
...................................
/MT Rolamento fornecido com graxa especial para tempe- ...................................
raturas médias (-30 a +110°C). A graxa é identificada ...................................
por dois números imediatamente após MT. Qualquer ...................................
alteração na quantidade de graxa padrão (25 a 35% ...................................
do espaço livre do rolamento) é identificada por uma ...................................
letra adicionada à designação de graxa. O significado ...................................
da letra adicional está listado no sufixo HT. ...................................
...................................
N Ranhura no anel externo para colocação do anel elásti- ...................................
co. ...................................
...................................
NR Ranhura e anel elástico no anel externo (para bloqueio ...................................
axial do rolamento). ...................................
...................................
P Gaiola moldada em poliamida 6.6 reforçada com fibra ...................................
d e ...................................
vidro. ...................................
...................................
/P4 Precisão dimensional e de giro conforme classe 4 da ...................................
ISSO para rolamentos (precisão maior que P5). ...................................
...................................
/P4A Precisão dimensional conforme classe 4 da ISSO e ...................................
precisão de giro conforme classe 9 da AFBMA. ...................................
...................................
/P5 Precisão dimensional e de giro conforme classe 5 da ...................................
ISO para rolamentos (precisão maior que P6). ...................................
...................................
/P6 Precisão dimensional e de giro conforme classe 6 da ...................................
ISO para rolamentos. ...................................
...................................
Exemplos de combinações de classe P para precisão ...................................
aumentada com classe C para folga interna: /P43 = ...................................
P4 + C3; /P52 = P5 + C2; /P62 = P6 + C2; /P63 = P6 ...................................
+ C3. ...................................
...................................
R Rolamento com flange de encosto no anel externo. ...................................
U s a - ...................................
...................................
135
SENAI-PR
do geralmente para rolamentos de rolos cônicos mé- ...................................
tricos. ...................................
Exemplo: ...................................
31332R. / 33113-R. ...................................
RS ou ...................................
...................................
RS1 Rolamento de esferas com vedador de um lado. Este ...................................
vedador é normalmente constituído de um anel de aço
...................................
revestido com borracha nitrílica. Temperatura máxi-
...................................
ma admissível: 120°C.
...................................
...................................
2RS ou
...................................
2RS1 Vedador – RS1 dos dois lados do rolamento.
...................................
...................................
RS1N Vedador do lado oposto da ranhura. ...................................
...................................
RS1NR Vedador do lado oposto ao da ranhura + anel de ...................................
retenção. ...................................
...................................
RS1NB Vedador do mesmo lado da ranhura + anel de re- ...................................
tenção. ...................................
...................................
RS1NBR Vedador do mesmo lado da ranhura + anel de re- ...................................
tenção.

Marca: SKF

2RS1N 2RS1NR TN W 33

Z 2Z ZN ZN R

136
SENAI-PR
2RS1NR Vedador – RS1 dos dois lados do rolamento ...................................
mais ranhuras e anel de retenção. ...................................
2RS1N Vedador – RS1 dos dois lados do rolamento mais ...................................
ranhura. ...................................
...................................
/S0 Anéis de rolamento estabilizados ...................................
d i m e n s i o n a l m e n t e ...................................
para trabalhar até um temperatura de 150°C.
...................................
...................................
/S1 Anéis de rolamento estabilizados dimensionalmente
...................................
para trabalhar até um temperatura de 200°C.
...................................
...................................
/S2 Anéis de rolamento estabilizados dimensionalmente
para trabalhar até um temperatura de 250°C.
...................................
...................................
/S3 Anéis de rolamento estabilizados dimensionalmente ...................................
para trabalhar até um temperatura de 300°C. ...................................
...................................
/S4 Anéis de rolamento estabilizados dimensionalmente ...................................
para trabalhar até um temperatura de 350°C. ...................................
...................................
SP (1) precisão especial (Special Precision); precisão ...................................
dimensional semelhante a P5 e precisão de giro ...................................
semelhante a P4. ...................................
...................................
Exemplo:
...................................
NN3020 K/SP.
...................................
...................................
TB Gaiola de resina fenólica reforçada com fibras. Para
...................................
alta rotação.
...................................
TH Gaiola T com janelas elásticas, montada a pressão
...................................
(snap type). ...................................
...................................
TN Gaiola de nylon, moldada por injeção. Variações de ...................................
construção e/ou material são identificadas por nú- ...................................
meros após TN. ...................................
...................................
Exemplo: ...................................
TN9 = gaiola de poliamida 6.6 reforçada com ...................................
fibra de vidro. ...................................
...................................
...................................
137
SENAI-PR
/Vxxxx A letra V, mais uma Segunda letra seguida por ...................................
três números significa variações não cober- ...................................
tas pelos sufixos convencionais. ...................................
Exemplo: VA variantes associadas com um certo tipo de ...................................
aplicação, por exemplo: VA201 rolamento para ...................................
vagonetes de fornos – VA301 rolamento para ...................................
motores de tração. VA405 – Construção inter- ...................................
na de rolamentos autocompensadores de ro- ...................................
los para peneiras vibratórias. ...................................
...................................
VQ Tolerâncias dimensionais e/ou de precisão de giro ...................................
diferente da padronizada. Ex.: VQ 028/VQ 010. ...................................
...................................
VT Lubrificação diferente da padronizada. ...................................
...................................
W Construção sem anel e sem furos de lubrificação. ...................................
...................................
/W33 Três furos de lubrificação e ranhura no anel externo ...................................
do rolamento. ...................................
...................................
Y Gaiola prensada em latão. ...................................
...................................
Z Placa de proteção sem contato, de um lado do ...................................
rolamento. ...................................
...................................
2Z Placa de proteção – Z, em ambos os lados do rolamen- ...................................
to. ...................................
...................................
ZN Placa – Z, do lado oposto a ranhura N. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
138
SENAI-PR
...................................
ZNR Placa – Z, do lado oposto a ranhura N, com ...................................
anel de ...................................
retenção. ...................................
...................................
PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE ESFERAS ...................................
...................................
...................................
O Processo descrito a seguir é utilizado para a fabrica- ...................................
ção de esferas com diâmetro até ¾”. O aço utilizado é o SAE ...................................
52-100. ...................................
...................................
A matéria prima chega em rolos de arame. Após serem ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
cortados, são prensados em matriz fechada. A alimentação é ...................................
feita automaticamente e a operação se processa a frio. A ...................................
rebarba de forma equatorial é retirada numa operação de cor- ...................................
te. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
139
SENAI-PR
...................................
A esfera é usinada por um processo de geração. É obri- ...................................
gada a passar entre dois discos um deles abrasivo onde o ...................................
movimento da esfera é de rotação. No disco que não é abrasivo, ...................................
há sulcos que obrigam as esferas a descrever uma espiral. ...................................
...................................
Entre os discos montados de tal modo que seus eixos ...................................
sejam paralelos porém não coaxiais são colocadas as esfe- ...................................
ras. O movimento dessas esferas é aleatório. Como a distân- ...................................
cia entre os discos é fixa, haverá a geração de um esfera. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Após a têmpera e o revenimento, as esferas são retificadas
...................................
com pó abrasivo misturado no óleo. Em tambores rotativos é
...................................
dado o polimento. Antes da montagem a esfera sofre uma
...................................
inspeção visual e é separada em grupos de tolerância (sele-
...................................
ção com diferença de 1 m no diâmetro). Essa seleção é feita
...................................
através do dispositivo esquematizado a seguir.
...................................
...................................
O dispositivo funciona da seguinte maneira: as esferas
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
140
SENAI-PR
rolam pelo plano inclinado formando duas réguas não parale- ...................................
las. Quando as esferas encontram um espaçamento entre as ...................................
réguas que correspondem ao seu diâmetro, elas caem. Reali- ...................................
zando assim a sua seleção. ...................................
...................................
...................................
Fabricação dos anéis ...................................
...................................
1. Tubos de aços especiais; ...................................
...................................
Fabricação dos anéis
2. Corte transversal; ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
3. Usinagem no formato e nas dimensões finais. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Tratamento térmico e retífica ...................................
...................................
Acabamento do anel interno ...................................
...................................
1. Retífica simultânea das faces laterais; ...................................
...................................
...................................
141
SENAI-PR
2. Retífica da pista; ...................................
...................................
3. Retífica do furo; ...................................
...................................
4. Super-acabamento da pista. ...................................
...................................
Acabamento do anel externo ...................................
...................................
1’) Retífica simultânea das faces laterais; ...................................
...................................
Tratamento térmico e retífica
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Tratamento térmico ...................................
no forno contínuo
automático. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
2’) Retífica do diâmetro externo;
...................................
3’) Retífica da pista;
...................................
...................................
4’) Super-acabamento da pista. ...................................
...................................
...................................
Fabricação das gaiolas e esferas ...................................
...................................
• Gaiolas ...................................
...................................
1. Tira de aço; ...................................
...................................
2. Corte do anel; ...................................
...................................
3. Conformação inicial; 142
SENAI-PR
• Fabricação das gaiolas • Fabricação das esferas ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Esferas prontas ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
4. Conformação final; ...................................
...................................
5. Perfuração para rebite; ...................................
...................................
6. Posicionamento dos rebites (de um lado para cada par). ...................................
...................................
...................................
• Esferas ...................................
...................................
1. Corte e prensagem; ...................................
...................................
2. Esmerilhamento para remoção da rebarba; ...................................
...................................
3. Tratamento térmico; ...................................
...................................
4. Retífica primária; ...................................
...................................
5. Retífica secundária; ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
143
SENAI-PR
6. Super-polimento; ...................................
...................................
7. Sistema de purificação e proteção contra-ferrugem. ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Montagem dos rolamentos ...................................
...................................
...................................
Montagem dos rolamentos ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
Anel externo ...................................
Anel interno ...................................
Gaiola
Esfera
...................................
...................................
...................................
Após a inspeção final são devidamente ...................................
embalados para o fornecimento.
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
144
SENAI-PR
1. Colocação e distribuição eqüidistante automática das esfe-
...................................
ras entre os anéis;
...................................
...................................
2. Posicionamento da gaiola em ambos os lados;
...................................
...................................
3. Encerra-se a montagem dos rolamentos, prensando-se os
...................................
rebites com carga adequada.
...................................
EXERCÍCIOS
...................................
...................................
...................................
Exercício 1
...................................
...................................
O mancal tem a função de suporte ou guia para apoiar:
...................................
...................................
a) ( ) molas;
...................................
...................................
b) ( ) conjuntos;
...................................
c) ( ) rodas;
...................................
...................................
d) ( ) eixos.
...................................
...................................
...................................
Exercício 2
...................................
...................................
Dependendo do tipo de atrito, os mancais podem ser:
...................................
...................................
a) ( ) de rolamento ou retenção;
...................................
...................................
b) ( ) de deslizamento ou rotação;
...................................
...................................
c) ( ) de rolamento ou fixação;
...................................
...................................
d) ( ) de deslizamento ou rolamento.
...................................
...................................
...................................
Exercício 3
...................................
...................................
Em máquinas pesadas ou equipamentos de baixa rotação,
...................................
são usados mancais do seguinte tipo:
...................................
...................................
...................................
145
SENAI-PR
a) ( ) de deslizamento; ...................................
...................................
b) ( ) de rolamento; ...................................
...................................
c) ( ) de fixação; ...................................
...................................
d) ( ) de retenção. ...................................
Exercício 4 ...................................
...................................
São elementos rolantes: ...................................
...................................
a) ( ) roletes, rodas, agulhas; ...................................
...................................
b) ( ) esferas, roletes, agulhas; ...................................
...................................
c) ( ) agulhas, esferas, molas; ...................................
...................................
d) ( ) esferas, agulhas, arruelas. ...................................
...................................
...................................
Exercício 5 ...................................
...................................
De acordo com as forças que suportam os rolamentos po- ...................................
dem ser: ...................................
...................................
a) ( ) mistos, radiais, laterais; ...................................
...................................
b) ( ) axiais, mistos, laterais; ...................................
...................................
c) ( ) radiais, axiais, mistos; ...................................
...................................
d) ( ) laterais, radiais, angulares. ...................................
...................................
...................................
Exercício 6 ...................................
...................................
Para selecionar rolamentos, deve-se considerar, principal- ...................................
mente: ...................................
...................................
...................................
...................................
146
SENAI-PR
a) ( ) diâmetros, largura, medidas do eixo, ângulos;
...................................
b) ( ) largura, diâmetros, comprimento, espessura; ...................................
...................................
c) ( ) medidas do eixo, diâmetro interno e externo, largura; ...................................
...................................
d) ( ) comprimento, largura, diâmetros, medidas do eixo. ...................................
...................................
Exercício 7 ...................................
...................................
O rolamento mais comum para suportar pequenas e gran- ...................................
des cargas axiais com rotações elevadas é chamado: ...................................
...................................
a) ( ) rolo axial de esfera e rolo cônico; ...................................
...................................
b) ( ) elemento fixo de uma carreira de esferas; ...................................
...................................
c) ( ) rolo cilíndrico e rolo cônico; ...................................
...................................
d) ( ) autocompensador com duas carreiras de rolos. ...................................
...................................
...................................
Exercício 8 ...................................
...................................
Para cargas axiais somente em um sentido, usa-se o se- ...................................
guinte rolamento: ...................................
...................................
a) ( ) autocompensador com duas carreiras de rolos; ...................................
...................................
b) ( ) autocompensador de esferas e de carreira de ro- ...................................
los; ...................................
...................................
c) ( ) fico em carreira de esferas; ...................................
...................................
d) ( ) de contato angular de uma carreira de esferas. ...................................
...................................
...................................
Exercício 9 ...................................
...................................
Para compensar possíveis desalinhamentos ou flexões do ...................................
eixo, deve-se usar o seguinte rolamento: ...................................
...................................
147
SENAI-PR
...................................
a) ( ) rolo cilíndrico ou cônico; ...................................
...................................
b) ( ) autocompensador de esferas; ...................................
...................................
c) ( ) autocompensador com carreiras; ...................................
...................................
d) ( ) autocompensador sem carreiras. ...................................
Exercício 10 ...................................
...................................
Para serviços mais pesados, o rolamento é adequado é: ...................................
...................................
a) ( ) autocompensador com duas carreiras de rolos; ...................................
...................................
b) ( ) autocompensador de esferas; ...................................
...................................
c) ( ) autocompensador com uma carreira de rolos; ...................................
...................................
d) ( ) autocompensador axial de esferas. ...................................
...................................
...................................
Exercício 11 ...................................
...................................
Para carcas radiais e cargas axiais em um sentido é mais apro- ...................................
priado o seguinte rolamento: ...................................
...................................
a) ( ) de rolos cilíndricos; ...................................
...................................
b) ( ) de rolos cônicos; ...................................
...................................
c) ( ) de rolos prismáticos; ...................................
...................................
d) ( ) de rolos quadrangulares. ...................................
...................................
...................................
Exercício 12 ...................................
...................................
Os rolamentos que precisam de vedação são chamados rola- ...................................
mentos: ...................................
...................................
...................................
148
SENAI-PR
a) ( ) com fechamento; ...................................
...................................
b) ( ) com abertura; ...................................
...................................
c) ( ) com fixação; ...................................
...................................
d) ( ) com proteção. ...................................
...................................
Exercício 13 ...................................
...................................
Na montagem de rolamentos deve-se levar em conta: ...................................
...................................
a) ( ) lubrificante, dimensões do eixo e cubo, superfície; ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
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...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
149
SENAI-PR
b) ( ) dimensões do eixo e cubo, lubrificante, superfície; ...................................
...................................
c) ( ) dimensões do eixo e cubo, lubrificante, ambiente ...................................
sem pó e umidade; ...................................
...................................
d) ( ) ambiente sem pó e umidade, lubrificante, superfíci- ...................................
es. ...................................
...................................
...................................
Exercício 14 ...................................
...................................
Especifique corretamente os rolamentos (SKF): ...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
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...................................
150
SENAI-PR
...................................
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151
SENAI-PR
...................................
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...................................
...................................
152
SENAI-PR
BIBLIOGRAFIA ...................................
...................................
...................................
1. SENAI-PR. Instruções para manutenção e reposição
...................................
de rolamentos.
...................................
...................................
2. SENAI-PR. Mancais de rolamento, treinamento.
...................................
...................................
3. BUENO, Edson. Tecnologia básica para manutenção
...................................
de rolamentos. SENAI-PR.
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...................................
4. Danificações em rolamentos, rolamentos FAG.
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LTDA. PUBL. NR. WL. 82102PB.
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5. Rolamentos NSK Catálogo Geral.
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6. Rolamentos SKF Catálogo Geral, 4000PB;
...................................
...................................
7. Catálogo Geral da ICO.
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...................................
8. Lubrificação de rolamentos SKF PB-400, 1991;
...................................
...................................
9. Telecurso Elementos de Máquinas I;
...................................
...................................
10. Telecurso Manutenção;
...................................
...................................
11. Designação de produtos para rolamentos e
...................................
acessórios BRA00 PB, 1991.
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...................................
12. Guia de manutenção e reposição de rolamentos BR
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3600-PB, 1994.
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13. Métodos
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...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
...................................
153
SENAI-PR