Você está na página 1de 10

O cotidiano de homossexuais durante a ditadura civil-militar brasileira

Amanda Dias
Léo Araújo Lacerda
Sinara Veiga Faustino1

Resumo: A presente pesquisa investiga os modos de atuação/perseguição de


homossexuais durante a ditadura brasileira (1964/85) a partir de reportagens contidas
em um jornal gay do período, o primeiro de circulação nacional, o Lampião de Esquina
(1978-81). Busca-se através da imprensa alternativa compreender as ações
governamentais utilizadas para eliminação de homossexuais visando preservar a
moralidade de famílias brasileiras.

Palavras-chaves: Lampião de esquina; homossexualidade; ditadura civil-militar.

1 Introdução

A cidade do Rio de Janeiro continuou sendo referência, mesmo após a mudança


da capital federal para Brasília – 1960-, no centro-oeste do país, como um lugar de
refúgio para jovens expulsos de casa devido a sua sexualidade desviante do padrão
hétero. James Green e Renan Quinallha estudaram os locais de sociabilidade da
comunidade LGBT2 no Rio de Janeiro, evidenciando núcleos articulados em vários
bairros, com destaque ao bairro de Copacabana onde havia um grande número de gays e
lésbicas3.

Renan Quinalha em sua tese de doutorado se pergunta, se teria sido a ditadura de


64 seria uma ditadura hétero-militar. O processo censório empreendido no período pode
ser dividido em duas instâncias, a moral e a política. No Brasil política e moral foram
‘formas complementares de um mesmo projeto de repressão’, que visou destruir os
inimigos de valores ocidentais, tais como a religião cristã e a família patriarcal. Essas
forças subversivas derivavam do movimento comunista, como também dos sujeitos que
na prática de sua sexualidade esquivavam-se do padrão hetero.

1 Graduandos do curso de História da UFPEL


2
Lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis.
3 GREEN, James N.; QUINALLA, Renan. Homossexualidades, repressão e resistência durante a

ditadura. Disponível em <http://www.cev-rio.org.br/site/arq/Green-J-e-Quinalha-R-


Homossexualidades-repressao-e-resistencia-durante-a-ditadura.pdf>. Acesso 16 fev. 2018.
O ofício n. 231/69SCDP de 1969 proibiu a filmagem e reprodução de
homossexuais nos canais de televisão brasileiros. Propunha-se a desestimular um
comportamento sexual tido por anormal. Todavia, quatro gays encontraram destaque
televisivo: Clodovil Hernandes, Clóvis Bornay, Denner Pamplona e Antonio Carlos,
ainda que em menor grau.

Em 1978 o fantástico realizou pesquisa tentando cobrir a opinião dos


concidadãos sobre o homossexualismo. Os detalhes divulgados na tese de Quinalha
(2015, USP) comprovam que 25% dos entrevistados achava se tratar de uma doença a
homossexualidade; 19% ausência de orientação dos pais e 11% como falta de vergonha.
Em 1973, a homossexualidade deixou de ser considerada um distúrbio mental.

Durante a ditadura militar no Brasil a impressa gay alternativa desenvolveu-se


clandestinamente, alcançando nível nacional. Analisaremos reportagens publicadas
originalmente no Jornal Lampião da Esquina editado por Aguinaldo Silva, procurando
dar voz a essa categoria social marginalizada e silenciada pela repressão.

2 Discussão e Resultados

FONTE 1: Jornal lampião de Esquina, jun. 1979, n. 13


ASSUNTO: acusação de assassinato de lésbica
REPORTAGEM: Ninuccia é acusada de homicídio, mas só provam que ela
é lésbica.
DADOS:
Ninuccia Bianchi, secretária de 29 anos, acusada de homicídio.
Supostamente teria empurrado a companheira Vânia da Silva Batista da
sacado do prédio onde moravam; testemunhas de acusação usam com
frequência os termos ‘pervertida’, ‘anormal’ e ‘doente’ e expressões como
‘festinhas de embalo’. As duas eram lésbicas, mas formavam um casal, de
acordo com os estereótipos: Ninucia, durona, decidida, era o homem. Vânia,
tão feminina, chegara a disputar o título de ‘Miss Rio de Janeiro’ e ‘Miss
Jacarepaguá’, era a mulher. Como qualquer romance viveu momentos de
crise: Vânia separou-se de Ninucia e foi morar com um rapaz, Altenir
Figliolo: era dele que estava esperando um filho quando morreu. Essa
experiência com o rapaz não a satisfez, pois voltou para a casa de Ninucia.
Pode-se dizer que a sua aventura com Altermir tenha sido uma tentativa de
resgatar sua ‘normalidade’, para usar o jargão Vânia seria um desses
homossexuais que não se aceitam. Para o promotor, o advogado e as
testemunhas a crise de Vânia teve uma origem única que a levou a morte: o
remorso por estar vivendo uma relação homossexual, e o medo que sentia
Ninuccia de ser abandonada. Como quaisquer pessoas recebiam amigas em
casa, à noite e nos fins de semana, para drinques e bate-papos: essas reuniões
foram habilmente transformadas em ‘festinhas’ e nelas ‘coisas terríveis
aconteciam’. Filha de um pastor evangélico, Vânia teria sido ‘influenciada’
por Ninucia, situação que nunca aceitou, sempre que pretendeu acabar com
ela foi ameaçada de morte. Sem evidências de ter empurrado Vânia do
prédio; o caso foi inicialmente registrado como suicídio; após a descoberta
de uma carta de amor de Ninucia que estava assinada como ‘Nino, o
italianinho’, o caso mudou para morte suspeita. Porque Ninucia, depois de
perder Vânia para Altemir e consigui-la de volta, iria matá-la? A mãe diz
que Vânia só retornou para Ninucia porque fora ameaçada de morte. Fecha-
se o circulo que levará Ninucia à condenação. Não se pode considerar uma
pessoa suspeita de homicídio só por causa de sua preferência sexual. Ninucia
pode até ser culpada, mas o que não se pode é condená-la a partir de uma
única prova que a Justiça tem contra ela: o fato de que é lésbica.

Considerou-se na acusação elaborada contra Ninuccia o tipo de informação


autoevidente: o fato de ser lésbica por si a tornava suspeita de cometer o crime de
assassinato de sua ex-companheira Vânia, conforme as acusações, jogando-a da sacada
do quarto andar. O texto cita que a condição da envolvida, uma lésbica, teria dado um
novo rumo a um suicídio:

“Sem evidências de ter empurrado Vânia do prédio; o caso foi


inicialmente registrado como suicídio; após a descoberta de uma carta de
amor de Ninucia que estava assinada como ‘Nino, o italianinho’, o caso
mudou para morte suspeita”. (SILVA, 1979)

Filha de pastor evangélico, sua família culpou a companheira Ninuccia por ter
feito de Vânia uma ‘anormal’ - uma lésbica -, chamando Nunuccia de doente,
pervertida, anormal vários momentos acusando-a pelo crime de morte. A condição
sexual de ninguém deve ou pode ser um atestado de culpa. O caso merecia uma atenção
mais detalhada, todavia, a homofobia latente impediu possivelmente que a lei praticasse
a justiça, fazendo falar por meio da lei o preconceito e a repressão social pelos
homossexuais na ditadura militar.
Fig. 1: capa do Jornal Lampião de Esquina, contendo manchete sobre a acusação de
Ninuccia.

FONTE 2: Jornal Lampião de Esquina, jun. 1979, n. 13


ASSUNTO: Repressão na Praça da República
REPORTAGEM: Uma praça chamada República
DADOS: A reportagem trata da Praça da República, um local conhecidos
por todos por ser um ponto de encontros de homossexuais. Uma praça que
antes havia tido seus dias de glória, mas agora fazia parte do chamado centro
velho, que se deteriorou com o avanço da cidade para os bairros da zona sul
e os jardins, tornado-se um lugar abandonado. Durante o dia é agitada por
várias pessoas que passam apressadas em direção ao trabalho, idosos
também ficam por lá em busca de sossego sentados nos bancos, além de
crianças que brincavam na creche construída pela prefeitura. À noite, como
cita a reportagem “como qualquer travesti, a República muda totalmente de
aspecto”. A praça conta também com a presença de todos que se sentiam
excluídos da sociedade pela cor ou posição social, que usam o local para
suavizar a solidão da cidade grande. A repressão acontecia durante a noite e
já era conhecida por aqueles que freqüentavam o lugar, se a polícia
encontrasse alguém, era preso imediatamente.

Nessa reportagem do jornal Lampião da Esquina exemplar de junho de 1979 é


retratado o papel da praça da República, localizada em São Paulo, um ponto de encontro
principalmente de homossexuais, mas também contava com a presença de todos que se
sentiam excluídos da sociedade pela cor ou posição social: “só contam com a praça da
República para suavizar a solidão da cidade grande”. O texto cita a importância do local
para os travestis nomeando-o como “um monumento vivo aos travestis de São Paulo”.
De dia é agitada pelos trabalhadores que passam por lá apressados, com as crianças
brincando na creche, podendo ser também calma para que idosos em busca de paz
sentem-se nos bancos e tirem seus cochilos, mas à noite se transforma.
Todos deveriam conhecer a praça, localizada no coração de São Paulo, mas
poucos saberiam do que acontece, da perseguição e de como aquele local de tornou um
ambiente de fuga da solidão, de encontros e de repressão. Em décadas atrás a Praça teria
tido seus dias de glória, mas agora pertencia ao chamado centro velho, estava
abandonada, caindo aos pedaços e poucos davam importância, o texto cita que “a
menção do lugar sempre leva a um comentário maldoso ou gozação, mais pelo fato de
ser um antro de bichas do que pelo conhecimento do que acontece de fato naquele
quadrado, da marginalidade e da repressão”.
No ano de 1979 o país ainda estava sob o governo do General João Baptista de
Oliveira Figueiredo, presidente do Brasil entre 1979 e 1985, um governo caracterizado
pela transição da ditadura para a democracia. Mas por estar em um período de transição
não significa que a repressão havia acabado, na reportagem é citada a violência por
parte dos policiais que caso vissem alguém quando “estavam querendo mostrar
serviço”, prendiam na hora, “corre bicharada, a polícia chegou”. A perseguição já
acontecia em governos anteriores, sendo aperfeiçoado neste último, focando na
repressão sobre nudez e homossexuais, pois grande parte da classe média e classe alta
temiam que valores como a liberalização sexual minassem a moral católica
conservadora. A partir do AI-5, além da imprensa, circos, teatro, cinema e TV foram
alvos da censura, ou seja, “todas as manifestações que em alguma medida
apresentassem uma ‘ameaça’ ao projeto de homogeneização e manutenção da noção de
masculinidade e feminilidade vigente na sociedade” (SILVA, 2016, p. 12).
A reportagem trata também de como o local, por ser conhecidos como ponto de
encontro de homossexuais era alvo de piadas e gozação, a classe média e alta eram
defensores da tal moral e dos bons costumes, mas trabalhadores e senhoras da igreja, da
classe baixa também conviviam ali, e não eram mais tolerantes que as classes altas.
Silva (2016) cita que a censura atingiu também o jornal Lampião da Esquina, a fonte
analisada no presente trabalho, o primeiro periódico produzido por e para homossexuais
distribuído de 1978 a 1981, que procurava falar da homossexualidade de forma positiva,
contestando estigmas comuns em jornais de grande circulação no país que serviam para
reforçar o caráter “anormal” dos homossexuais. Um local abandonado no horário
noturno se tornou um lugar de grande importância para os homossexuais, mas mesmo
assim, a polícia marcava presença com a repressão cotidiana e já conhecida. A
importância dela, de ser citada como um monumento vivo aos travestis de São Paulo no
jornal, mostra a sua ressignificação.
Circula nos Estados Unidos um filme, ainda não exibido no Brasil, no qual um
técnico de atletismo prepara um atleta para disputar a prova de declato nas Olimpíadas.
O tema seria suficientemente vulgar para despertar desinteresse se as duas principais
personagens não fossem homossexuais vivendo juntos, o que provoca um escândalo no
país e no exterior. Por fim, o atleta, apesar de toda a campanha contra, consegue a
medalha de ouro.

O Filme quer mostrar, e o faz muito bem, que qualquer pessoa pode exercer
qualquer tipo de atividade humana independente de sua preferência sexual. O cronista
esportivo do J B, José Ignácio Werneck pensa diferente. Para ele, o homossexual deve
dedicar-se somente a atividades "mais adaptáveis ao seu comportamento", tipo
cabeleireiro, manicure, pedicure, calista, costureiro..

Pelo menos é o que José Ignácio deixou claro em sua coluna do sua 7 de julho.
Lá encontramos esse primor: "Foi a copa que perdemos empatando. De hoje até 1982
muito trabalho precisará ser feito no futebol brasileiro. É preciso impedir que este
hediondo Campeonato Nacional leve de vez os clubes à falência, pois sem clubes não há
jogadores, e a Seleção, mesmo com preparação longa e importação do aparelho
Nautilus, será sempre o reflexo dos jogadores que possuímos. É preciso nos clubes
reformular as escolinhas de futebol, atualmente em grande parte entregues a
incompetentes e, pior, incompetentes homossexuais".
O colunista do JB não precisava ser tão preconceituoso. José Ignácio encontra
um bode expiatório: são os homossexuais os culpados pela derrocada de bem- amado
futebol brasileiro. São eles que estão acabando com o nosso querido futebol.

Pelo que sei, o brilhante e elogiado técnico Cláudio Coutinho é um senhor de


comportamento muito "normal". não-divergente. O Coronel Cavalheiro. o mesmo que
vive a ameaçar jornalistas com prisão, é heterossexual. O Almirante Heleno Nunes,
presidente da Arena no Rio, também o é. Os nossos jogadores exportaram uma imagem
de machões e rapazes bem casados. Uns verdadeiros soldados. E se não bastasse tudo
isso, não se conhece muitos casos de treinadores ou mesmo jogadores homossexuais.

Mas é mais fácil descobrir-se num homossexual o culpado de tudo. O cronista


do JB adjetiva a palavra Incompetente com a palavra homossexual. ressaltando que esta
é muito pior. Para ele, o treinador pode ser incompetente, Ao técnica da Seleção e os
dirigentes da CRI). O que não como incompetente mostram-se os integrantes da
comissão técnica da Seleção e os dirigentes da CBD. O que não pode ser é
homossexual. Podem todos ser incompetentes mas incompetentes heterossexuais.

Nisso o José lgnácio Werneck não difere quase nada dos inquisidores medievais.
Quando estes, nas suas funções de caçadores de heréticos, queriam ampliar a seção de
torturas e condená-los á pena de morte. Acresciam à acusação a palavra sodomita ou
homossexual. Era forca, seguida de fogueira na certa. Tanto que na língua inglesa, a
qual o cronista conhece tão bem, a palavra Buggery, quer dizer heresy quanto sodomy e
o termo bugger, herectie e sodomite.

A matéria acima usada para esta análise é do jornal "Lampião de


Esquina" de 1978. É de autoria de Alceste Pinheiro e está no Noticiário Esportivo (I). A
reportagem trata-se de uma crítica ao jornalista esportivo do Jornal do Brasil José Inácio
Werneck. Nela, o jornalista fala sobre o resultado da copa do mundo e faz uma infeliz
afirmação ao relacionar a homossexualidade com incompetência.

Ao longo do artigo, o autor rebate esta crítica ao afirmar que a


homossexualidade não é sinônimo da incompetência ou falta de habilidade em qualquer
área de atuação. Afirma que os homossexuais são colocados como "bode-expiatório"
pelo Werneck para a "derrocada de bem amado futebol brasileiro". Sabe-se hoje que na
copa do mundo do ano de 1978, realizada na Argentina houve diversos boatos sobre a
legitimidade dos resultados. O país estava vivendo, assim como o Brasil, em uma
ditadura militar, comandada por Jorge Rafael Videla. Inúmeros trabalhos acadêmicos
assim com reportagens foram feitas a respeito.

Até hoje o jogo gera dúvidas e é discutido por toda a


imprensa. Recentemente, o Blog Ariel Palacios, do site Estadão,
noticiou reportagens com alguns jogadores peruanos da época em
que estes afirmaram que Jorge Rafael Videla, ao lado de Henry
Kissinger, teria entrado no vestiário dos jogadores minutos antes da
partida, saudando-os primeiramente como “irmãos latino-
americanos” e depois intimidando os jogadores peruanos, que
sabiam que caso vencesse o jogo poderiam sair mortos após o jogo.
A ditadura argentina precisava da seleção na final, caso contrário, o
torneio teria sido um fracasso esportivo como também político. O
regime precisava da imagem de um país vencedor (MONTEIRO
DIAS, 2015).

Portanto, fica claro que o regime militar argentino pode ter tido
influência na manipulação dos resultados, fazendo a legitima política do pão e circo
para a população.

Como sempre, o Lampião de Esquina, não deixaria essa crítica


preconceituosa passar em branco. Felizmente, mesmo em tempos de repressão como foi
a ditadura no Brasil o jornal encontra espaço para fazer críticas e denunciar os abusos
sofridos pelos homossexuais no período da ditadura.

"Nós nos empenharemos em desmoralizar esse conceito


que alguns querem impor – que a nossa preferência sexual possa
interferir negativamente em nossa atuação dentro do mundo em
que vivemos".

Essa reportagem demonstra que nenhum tipo de abuso será tratado como
menos importante pelo jornal e que mesmo enfrentando a censura que era imposta pela
ditadura fazia suas críticas e denúncias.
3 Considerações finais

Após as análises feitas pelo grupo a partir do jornal Lampião de Esquina foi
possível perceber a importância de se refletir sobre as fontes, no caso o grupo focou-se
na perseguição aos homossexuais no governo de Figueiredo, onde apesar de estar
seguindo para o caminho da redemocratização, ainda se identifica traços de censura,
violência e a velha defesa da moral e dos bons costumes, um discurso de ódio e
preconceito.

O jornal Lampião de Esquina mostrou-se um instrumento importante para dar


voz aos homossexuais, lutando contra os estigmas que outros jornais espalhavam
reforçando o preconceito, e não só homossexuais, seus exemplares também citavam
movimentos das mulheres e injustiças que outros jornais ignoravam. A praça da
República e o jornal foram espaços onde era possível se expressar (na praça até certo
momento infelizmente) em um momento de transição no país e marcado pela crise e a
repressão.

4 Bibliografia

4.1 Fontes documentais

DANTAS, Eduardo. Uma praça chamada República. In: LAMPIÃO DE ESQUINA: n.


13, jun. 1979. Editado por Aguinaldo Silva.

SILVA, Aguinaldo. Ninuccia é acusada de homicídio, mas só provam que ela é lésbica.
In: LAMPIÃO DE ESQUINA: n. 13, jun. 1979. Editado por Aguinaldo Silva.

PINHEIRO, Alceste. Noticiário Esportivo. In: LAMPIÃO DE ESQUINA: Ed. 3, jul-


agosto 1978.

4.2 Textos historiográficos

GREEN, James N.; QUINALHA, Renan. Homossexualidades, repressão e resistência


durante a ditadura. Disponível em <http://www.cev-rio.org.br/site/arq/Green-J-e-
Quinalha-R-Homossexualidades-repressao-e-resistencia-durante-a-ditadura.pdf>.
Acesso 16 fev. 2018.

JUNQUEIRA, Rogério Diniz. Homofobia: limites e possibilidades de um conceito em


meio a disputas. Revista Bagoas, n. 1, v. 1, 2007, p. 1-22. Disponível em:
<http://incubadora.ufrn.br/index.php/Bagoas/article/view/524/448>. Acesso 16 fev.
2018.
MARIUSSO, Victor Hugo S. G; ALVES, Paula Fernanda P. de Araújo. Caça as bruxas
bichas: homossexualidade e violência no Brasil contemporâneo (1978-1981).
Disponível em < https://anaiscongressodivsex.files.wordpress.com/2015/04/cac3a7a-as-
bruxas-bichas.pdf>. Acesso 16 fev. 2018.

MONTEIRO DIAS, Gustavo. Política e Futebol: A Copa do Mundo de 1978 na


Argentina. 2015. Brasília: Unb, 2015.

QUINALHA, Renan Honorio. Contra a moral e os bons costumes: a política sexual


da ditadura brasileira (1964-1988). São Paulo: Universidade de São Paulo, 2015. Tese
de doutoramento.

OPERAÇÃO TARÂNTULA: Rita Moreira, 1987. Disponível em


<https://www.youtube.com/watch?v=sPWUGaQXqwc>. Acesso 16 fev. 2018.

Você também pode gostar