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Índice
Introdução ....................................................................................................................................... 3

O racionalismo crítico de Karl Popper (1019-1039)....................................................................... 4

Concepção de ciência de para Karl Popper..................................................................................... 4

A essência do metodo cientifíco ..................................................................................................... 4

O críterio de Falseabilidade ............................................................................................................ 5

Criterio ao principio de falseabilidade ............................................................................................ 6

Oonclusão ....................................................................................................................................... 8
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Introdução
O trabalho que introduzimos tem como tema o racionalismo critico de Karl Popper, que espelha-
nos com o seu saber , em relação ao critério de falsificabilidade e á teoria de conhecimento.
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O racionalismo crítico de Karl Popper (1019-1039)


Karl Popper foi num primeiro tempo um dos expoentes mais qualificado do circulo de Viena e
do neopositivismo, mas depois se afatou das posições de Schlick Carnap e Wittentein, aderindo a
filosofia que embora permaneça essencialmente na linha do emprísmo lógico, regeitava,
subvertendo-as, algumas de suas teses fundamentais.

Popper publicou as suas obras fundamentais tais com: The open society and its enemies,
conjectures and refutations’ e the logic of scientific discovery.

Concepção de ciência de para Karl Popper


Para Popper na concepção da ciência recusa-se a teoria indutiva de Bacon e de quase todos
filosofos modernos, para ele a Epstemologia emprista tradicional e a historiografia tradicional
são profundamente influenciadas pelo mito baconiano de que toda ciência parte da observação
para em seguida caminhar cautelosamente às teorias. Ele concebe a ciencia como sendo provente
primeiro na formulação e, com eles as hipoteses e as conjecturas, e não a obseervação.

Para Popper, com Gadamer e outros epstemologos contemporâneos todos os nossos


conhecimentos sao resposntas à interogações anteriores. Os conhecimentos que adquirimos sao
os que nos servem para resolvermis as nossas intrrogações, problemas.

A ciência é antes de tudo é inveção de hipoteses; a experiência cujo ambito será delimitado pela
hipotese- exerce o papel controlador das teorias.

A essência do metodo cientifíco


A essência do metodo cientifica é fixada pelo próprio Popper nos seguintes termos:
Todo conhecimento científico é hipotético ou conjetural, o aumento do conhecimento ,
especialmente do conhecimento cientifico, consiste em aprendermos dos erros que cometemos,
aquilo que podemos chamar de método ciéncia consiste em aprendermos sistematicamente dos
nossos erros- em primeiro lugar ,ousando cometé-los, isto é, propondo audaciosamente teorias
nova, e, em segundo lugar, indo sistematicamente á procura dos erros que tivermos cometido+
isto é, indo á procura deles mediante a discussão critica e o exame critico das nossas idéias, os
argumentos são constantemente guiados pela teoria, por meias-idéias teoricas, das quais o
esperimentador muitas vezes não tem consciéncia por hipóteses por possiveis fontes de certos
erros esperimentais, por esperanças e conjeturas em torno daquilo que será um esperimento
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furtuoso- isto é, de meias-idéias teoricas de que o esperimento do certo tipo será teoricamente
furtuoso, a chamada objectividade cientifica consiste somente na aproximação criticca- no facto
de que se temos preconceitos em relação á nossa teori favorita, o que nos faz entender a
objectividade nem o desapego deste ou daquele ou daquele cientista em particular,mas a própria
ciéncia, ou aquilo que podemos chamar de cooperçcão ao mesmo tempo amistosa e hostil dos
cientista entre si,isto é, a prontidão para se criticarem reciprocamente.

Para o dogmatismo eos preconceito dos cientistas existe até uma justfição metodológica. já que o
metodo da ciéncia é o da discussão critica,é extremamente importante as teorias criticadas sejam
defendidas tenazmente. É somente deste modo que podemos ficar sabendo qual é o seu poder
real – e é somente se as criticas encontraram resisténcias que percebemos toda a força de uma
argumentação critica, a parte fundamental das teorias ou hipóteses ou conjeturas tém na ciéncia
faz com que seja importante distinguir entre teorias controláveis e teorias não controláveis ou
não falcificáveis- uma teoria é controlável somente se afirmar ou implicar que certos eventos
concebíveis não acontecerão de facto. O controlo consiste em tentarmos com todos os meios de
que podemos dispor,fazer acontecer precisamente aqueles eventos que a teoria nos diz que não
podem acontecer- a controlabilidade tem graus; uma teoria que afirme mais e que, assim assuma
riscos maiores, pode ser melhor controlada do que outra que afirme muito pouco; analogamente
os controlos podem ser graduados secundo sejam mais ou menos rigorosos. Por, os controlos
qualitativos são, em geral, menos rigorosos do que os ontrolos quantitaivos, e os controlos das
predições quantitativas mais pecisas são maios rigorosos do que os controles das predições
menos precisas; o autoritarismo na ciência estava ligado à ideia de fundar, isto é, de provar ou
verificar as suas teorias, a aproximação crítica está ligada a ideia de submeter a controles, de
tentar confutar ou falsifiar as suas conjetcuras.

O críterio de Falseabilidade
Popper apresenta o seu novo críterio de demarcação entre onhecimentos empricos e
conhecimentos não emprícos: o críterio de falsificabilidade. Com ele, quer oferecer uma
alternativa ao críterio neopositivista de verificação experimental, críterio muio pretenioso e
cientificamente indemonstrável.

O críterio de falsificabilidade estabelece que uma téoria pode ser considerada cientifíca somente
quando satisfaz as duas condições que sáo:
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a) Ser falsificável pode ser em linha de princípio, desmentida ou contradita;


b) Náo ter sido ainda achada falsa de facto.

Segundo Popper toda vez que um cientista pretende que a sua teroria seja apoiada pela
experiencia e pela observação, deria por-lhe a seguinte pergunta: podes descrever alguma
observação possivel que, se efectivamente realizad, confutária a tua téoria? Se náo o podes torna-
se claro que a tua teoria não tem o caracter de teoria imprica; de facto se todas as observações
oncebiveis conconcordam com a tua teoria não tens o dirito de pretender que uma observaçao
partiular ofereça uma sustentaçáo emprica a ela. Uma teoria que não pode ser confutada por
nenhum evento concebível não é cientifica. A inconfutabilidade de uma teoria não é uma virtude,
mas um defeito... pode se ressumir tudo isso izendo que o criterío para se saber uma teoria é
cientifica é a sua falsificabilidade. O critío de demacação entre terorias cientificas empricas e
teorias que não são empricas não é a sua verficabiblidade, mais a sua falsicabilidade. De facto,
uma lei cientifica já mais poderá ser completamente verficada, ao passo que pode ser totalmente
falsificada.

A este criterío de demarcação entre teorias não empricas e teorias que têm caracter emprico
também critrio de falsificabilidade. Ele não implica que as torias inconfuntaveis sejas falsas e
nem que não tenhm significado. Mas implica que, enquanto não podermos dar uma descrição dos
aspectos que torna possivel uma confurtação da teoria, tal teoria estará fora da ciênia emprica. O
crietrio de confutabilidade pode ser chamado também de críterio de controlabilidade. De facto,
ontrolar uma teoria ou a parte de uma maquinismo significa tentar apanha-los em falta. Assim,
uma teoria, da qual saibamos antencipadamente que não pode ser apanhada em falta ou que não
pode ser confutada, não é controlavel. As observações e os experimentos só podem ser aceitos
como sustentaculo de uma teoria (ou de uma hipotese ou se uma acerssão cientifica) se puderem
ser descritos omo rigorosos controles desta teoria; se for o resultado de serias tentaivas de
confutar a teoria ou de apanha-la em faltano ponto no qual, há luz de todo o nosso conhecimento
e do conhecimento das teorias rivas, podermos esperar que ela falhe.

Criterio ao principio de falseabilidade


O principio de falsificabilidade pode destinguir somente teorias falsas e teorias falsificaveis,
não entre toeria cientificas e não cientificas. As teorias falsas são aquelas que, submetidas aos
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devidos controles cairam por terra talvez depois de terem sido aceitas como verdadeiras por
muitos séculos; as segundas são aquelas que continuam a resistir.

Pertence à esfera das teorias falsicaveis todos os conhecimentos humanos tidos por verdadeiros:
os cientifícos e os comuns, os histórios e os religiosos, os metafisicos, os etios e os juridicos.
Trata-se em todos os casos, de cnhecimentos que não nenhum caracter absoluto e que
comportam uma notal dose de opinabilidade. Isto é verdade das hipotese metafisicas. Também
elas são falsicaveis como aonteceu todas as metafíscas elaboradas no passado. E são falsicaveis
como bem mostrou Hick, també outrinas religiosas.

É, pois, totalmente paradoxal tornar como criterio dede marcação entre o que é cientifico e o que
não é cientifio como o de falsiabiblidade o qual nã pode indicar senão que não é cientifico aquilo
que foi demonstrado falso. Quam pode, com efeito afirmar de um conhecimento humano
qualquer –comum, cientifico ou filosofico-que ele não é falsificavel? Aquele que não tiver
estabelecido previamente de modo totalmente arbitario que certas areas do conhecimento
humanos sáo falsifiaveis e outras não, se levar em conta a falseabilidade, afinitude, a pluralidade
dos aspectos, a historicidade no nosso conhecimento nãp poderá afirmar que a propriedade da
falsificabilidade pertence exclusivamnte ao conhecimento cientifico, mas deve admitirque ela é
uma propriedade do nosso onhecimento como tal, abragendo também o conhecimento historico,
o metafósco, o ético e o juridico.
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Oonclusão
Coiuimos este trabalho que nos fala de racionalismo critico dePopper, que deu-nos a saber a
respeito da sua posição no conhecimento cientifico, o que faz com que nós os estudantes
saibamos de quem é esta obra ou aquela.