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Concepção, pesquisa e desenvolvimento: Raquel A. M.

Rotundo e Maria Silvia


Poletti Figueiredo Colaboração: Julciléia Morita Siqueira
Design e produção gráfica: Mondana:IdeiasBizarras
Revisão: Fátima Caldas Ilustrações: Vilmar Conrado
Realização: Fundação ArcelorMittal Brasil
Produção: Asas Produções
IMPRESSO EM
PAPEL RECICLADO Apoio: Ministério da Cultura
IMPRESSO EM 2009 MATERIAL DE APOIO PEDAGÓGICO AO PROJETO “OICA FAZER ACONTECER IV”
Índice

Mensagem ao educador 4

Sobre o tema 5
 Alimentação saudável: uma lição saborosa 5
 A produção dos alimentos e o meio ambiente 6
 Segurança alimentar 7
 Os objetivos do milênio 8
 Consumo responsável 9

Os materiais educativos 10
 Vídeos 10
• Produção de alimentos e o meio ambiente 10
• Alimentação saudável 11
• Prazer de estar bem 11
 Cartilhas dos estudantes 11

Expectativas de aprendizagem 12

Sugestões de atividades 13

Referências para consulta 20

3
Caro Educador,

O Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente chegou à maioridade. Em 18 anos de história, o programa


amadureceu e ampliou seu alcance, contribuindo para a conscientização ambiental de milhares de es-
tudantes brasileiros. Isso só foi possível com a dedicação de educadores de todo o país que, apesar
de viverem realidades distintas, abraçaram com o mesmo empenho a tarefa de ampliar a percepção
de seus alunos sobre a questão ambiental.

Nós acreditamos que o conhecimento é o bem mais valioso que podemos oferecer a nossos jovens,
fator fundamental para que se tornem adultos responsáveis e conscientes em relação ao planeta em
que vivemos. Compartilhamos com você o interesse em garantir uma educação de qualidade que in-
clua assuntos atuais e importantes para a formação pessoal dos alunos. Por isso, para 2009, esco-
lhemos um tema que afeta diretamente a vida de cada um e que está alinhado às diretrizes de saúde
e segurança da ArcelorMittal: a alimentação saudável. Além de garantir mais qualidade de vida, uma
prática alimentar adequada também contribui para a preservação do meio ambiente. Portanto, acredi-
tamos que ao estimular a alimentação saudável estamos cuidando do futuro de nossas crianças e de
nosso planeta.

Esperamos que este material seja útil na condução de atividades e discussões sobre o tema. Lem-
bre-se: ele foi elaborado para auxiliá-lo a transportar para a sala de aula, de maneira didática e con-
sistente, a reflexão sobre as escolhas que fazemos no dia-a-dia.

Obrigada pela confiança e dedicação ao programa. Contamos mais uma vez com o seu apoio para
fazer da edição 2009 do Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente um sucesso.

Bom trabalho!

Fundação ArcelorMittal Brasil

Mensagem
ao educador

4
Sobre o tema
Alimentação saudável:
uma lição saborosa
Quando pensamos em sustentabilidade, de ime-
diato pensamos em ações mais efetivas como
preservar áreas naturais, reciclar o lixo, economizar
água e energia, conservar o solo, adotar fontes
alternativas de energia e não poluir, mas raramente
nos lembramos da nossa prática alimentar, um simples ato
que é essencial para a nossa sobrevivência.

A vida moderna tem causado grandes mudanças em nosso hábito alimentar. Uma alimentação ina-
dequada acarreta problemas que interferem no desenvolvimento infantil e na saúde das pessoas.
Em geral, isso pode ocorrer tanto pela falta como pelo excesso de alimentos na dieta, trazendo sérias
consequências, como a desnutrição e a obesidade. Estudos mostram que, entre outros fatores, o
estilo de vida das pessoas, a prática alimentar, o acesso à água potável de boa qualidade e aos ali-
mentos variados estão diretamente relacionados a uma vida mais saudável.

A questão da alimentação nunca foi tão veiculada como nos dias de hoje, envolvendo todos os meios
de comunicação. Frequentes mensagens de nutrição e saúde são propagadas diariamente, porém
nem sempre são reais, claras e precisas, de forma a orientar os consumidores em relação aos cuida-
dos necessários para a manutenção da saúde.

Para seguir um estilo de vida mais saudável, é preciso compreender a importância de uma prática
alimentar adequada e isso, necessariamente, tem a ver com o que comemos, com a qualidade e a va-
riedade dos alimentos, com a forma de preparar e de compartilhar as nossas refeições. Tem a ver,
também, com a origem dos alimentos e com as técnicas empregadas no sistema de produção, res-
peitando a biodiversidade, o solo, a água e o ar.

Todo esse aprendizado pode e deve ser feito em qualquer lugar, mas a escola é um espaço privile-
giado para o estudo da alimentação sustentável, como ciência, arte, técnica, cultura e história.

A integração desses temas ao currículo escolar é uma preciosa ferramenta para conscientizar os
estudantes sobre a tomada de decisões quanto ao consumo de alimentos. Essa concepção de
ensino/aprendizagem é reforçada pela proposta do MEC – Ministério da Educação – que incorpora
os temas Saúde e Meio Ambiente ao currículo do Ensino Fundamental. O conteúdo educativo deve
ser considerado em todas as disciplinas, melhorando a compreensão dos problemas relacionados à
saúde humana, à conservação dos recursos naturais e ao conforto, compreendendo desde o en-
foque preventivo até a promoção de uma vida mais saudável.

Tanto a escola como a família têm papéis decisivos na promoção de bons hábitos alimentares e do
consumo consciente, especialmente porque as crianças e adolescentes se espelham nos adultos, o
que torna de igual importância o exemplo de pais e educadores. O estudante bem orientado faz as
escolhas adequadas dentro e fora da escola.
5
A produção dos alimentos
e o meio ambiente
Atualmente, grande parte dos consumidores está cada vez mais dis-
tante da produção dos alimentos que compram e consomem e, nor-
malmente, não se preocupam em conhecer a sua procedência, nem a
forma como foram produzidos.

A agricultura e a indústria produzem alimentos para atender à demanda


de uma população que não para de crescer. Para isso, além do uso ina-
dequado dos recursos naturais, utilizam-se métodos artificiais de pro-
dução, o que resulta em sérios danos para o meio ambiente e para os
seres vivos.

Para saber se um alimento é adequado para o consumo, as pessoas de-


pendem de informações e da atuação dos órgãos governamentais res-
ponsáveis por fiscalizar o setor produtivo. Esses órgãos atuam em locais
não acessíveis ao consumidor: no campo, nas indústrias, nas empresas
que armazenam, transportam, distribuem e comercializam os produtos.
Estabelecem regras para o controle da qualidade dos alimentos e pro-
movem a informação para a população.

Todos os envolvidos na cadeia de produção são responsáveis pela segu-


rança desses alimentos. Os produtores do campo devem garantir uma
produção isenta de resíduos de agrotóxicos, fertilizantes e hormônios; a
indústria e o comércio devem fornecer alimentos seguros e saudáveis; ao
consumidor final, cabe assumir a sua cota de responsabilidade em relação
aos alimentos que compra e consome, fazendo as melhores escolhas.

Por isso, o consumidor precisa ficar mais atento à origem e qualidade dos
alimentos, assim como às técnicas empregadas em sua produção. Deve
considerar as condições de higiene, a qualidade dos alimentos disponíveis
no mercado e, finalmente, compreender a sustentabilidade social e
ecológica dos métodos empregados em sua produção, mantendo-se
atento aos problemas e desigualdades existentes em sua distribuição.
6
Segurança alimentar
O termo segurança alimentar envolve vários aspectos relacionados à alimentação, além das questões
sanitárias que garantem um alimento seguro. No Brasil, segurança alimentar e nutricional é definida
como
(...) o direito de todos ao acesso regular e permanente a alimentos com qualidade, em quan-
tidade suficiente, sem comprometer o acesso a outras necessidades essenciais, tendo como
base práticas alimentares promotoras da saúde, que respeitem a diversidade cultural e que
sejam social, econômica e ambientalmente sustentáveis.
(Fonte: II Conferência Nacional de Segurança Alimentar, 2004)

Em outras palavras, a segurança alimentar está relacionada com a renda e as informações disponíveis
para que as pessoas possam ter acesso aos alimentos em quantidades adequadas, de forma a aten-
der às necessidades nutricionais, considerando a cultura alimentar e a preservação da saúde e do meio
ambiente.
Essa carta
pode ser encontrada
na internet,
no endereço eletrônico
www.conferenciainfantojuvenil.com.br
Solicite aos estudantes que
pesquisem a carta e promova
um debate sobre os
compromissos
apresentados pelos
grupos.

ultos e crianças
Segurança alimentar é discutida por ad
6, por ocasião da
a seg uran ça alim enta r e nutr icion al com eçou a ser conhecido e discutido em 199 reuniram
O tem
dial da Alim enta ção em Rom a, qua ndo mais de 180 países, incluindo o Brasil, se
Cúpula Mun Declaração
sob re a fom e e a des nutr ição no mun do. Foram elaborados dois documentos: a
para debater de Alimentação, com
dial e o Plano de Ação da Cúpula Mundial
de Roma sobre Segurança Alimentar Mun utridas em todo o mundo,
ade o número atual de pessoas desn
a meta de, até o ano de 2015, reduzir à met
de forma segura.
tornando possível o acesso aos alimentos
2006, por cerca de
Infa nto-Juve nil para o Mei o Ambiente foi realizada em Brasília, em
A II Con ferência rta das Res-
repr esen tand o 12 mil esco las de todo o país, quando foi elaborada a “Ca
700 estu dan tes, abilidades e
des – Vam os Cuid ar do Bra sil” . No documento, foram definidas nove respons
ponsabilida
consumo e reeducação alimentar:
ações. Duas delas referem-se à produção,
rais e orgânicos
produção e do consumo de alimentos natu
 Responsabilidade nº 8: Valorização da ão por alimentos mais saudáveis; sen sibilização de agricul-
– Mudança de hábitos alimentares e opç stion ame ntos sobre
orgânicos e inseticidas naturais; que
tores para práticas de cultivo com adubos
plantio e o consumo de transgênicos.
de todos os povos
duc ação alim entar, respeitando os hábitos alimentares
 Res pon sab ilida de nº 9: Ree
alim enta r como: cardápio escolar balanceado, resg
ate e so-
– Elaboraç ão de projetos de seg uran ça lares.
receita de alimentos saudáveis e hortas esco
cialização de conhecimentos tradicionais,

7
Os objetivos do milênio
Em 2000, a Organização das Nações Unidas (ONU), ao analisar os maiores problemas
mundiais, aprovou a “Declaração do Milênio”, um documento que reúne várias metas, es-
tabelecidas em conferências mundiais ao longo da década de 90. Esta declaração deu
origem aos “Oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio”, visando a melhorar a quali-
dade de vida de todas as pessoas. Todos os países participantes, inclusive o Brasil, se com-
prometeram a cumprir os objetivos estabelecidos.

Conheça mais e faça a sua parte. Acesse:


www.objetivosdomilenio.org.br
www.facaparte.org.br

8
Consumo responsável
O combate à fome e às consequências advindas da má nutrição constitui um dos problemas emer-
genciais da humanidade e, por isso, está presente nos principais documentos traçados por organi-
zações internacionais, como a Declaração dos Direitos Humanos. Existe uma mobilização muito
grande, com a participação de pessoas e organizações, visando a fazer valer o direito ao alimento,
pressionar governos para ativar seus compromissos com a redução da fome e mudar políticas da
agropecuária, comerciais, industriais e sociais que agravem o problema.

No Brasil, existem inúmeras iniciativas nesse sentido, com esforços voltados para a conservação dos
recursos naturais, da biodiversidade, do acesso à água potável e da produção de alimentos, porém
muita coisa ainda precisa ser feita. Estudos apontam que, apesar de ser um dos principais produtores
de alimentos do planeta, o país é um dos que mais desperdiçam comida, em todas as etapas, desde
a plantação, colheita, armazenamento, transporte e industrialização inadequados, até o manuseio e
preparo dentro de casa.

Assim, o ponto básico dos esforços atuais para a conservação ambiental está na participação indi-
vidual ou coletiva das pessoas, formando consumidores mais conscientes e tornando as atividades
humanas mais sustentáveis. O consumo consciente pode fazer a diferença e ajudar a superar as
questões referentes à produção, à sustentabilidade do planeta, à fome e à obesidade.

O consumidor consciente pode agir diretamente, em suas ações cotidianas, procurando adequar sua
prática alimentar de modo a evitar o desperdício de alimentos, fazer melhores escolhas de produtos
e serviços, valorizar empresas que se empenham de forma transparente e pressionar empresas e
governos para a adoção de práticas e políticas adequadas.

M A IS
PA R A SA B ER

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9
Os materiais educativos
Para auxiliar o desenvolvimento do tema "Alimentação Saudável”, proposto pelo Prêmio ArcelorMittal
de Meio Ambiente na edição de 2009, foi desenvolvido um conjunto de materiais, composto por um
Manual do Educador, com orientações e sugestões de atividades; um DVD com uma coletânea de
vídeos didáticos alusivos ao tema; uma cartilha destinada aos estudantes de 1º ao 5º ano; e uma
cartilha para os estudantes de 6º ao 9º ano (de acordo com a Lei nº 11.274/2006).

A questão da nutrição e do desenvolvimento de bons hábitos alimentares deve ser vista não apenas
como a oferta de alimentos necessários ao ser humano. É também um estímulo ao convívio, que
compreende desde a escolha e preparação dos alimentos até seu consumo, incluindo as conse-
quências dessas atividades para as pessoas e para o meio ambiente. Os alimentos envolvem signifi-
cados culturais, econômicos, políticos, ambientais, emocionais e comportamentais que devem ser
considerados quando trabalhar essa temática.

O Manual do Educador, com sugestões para o desenvolvimento de diversas atividades, relaciona


todos esses assuntos. O seu objetivo é apoiar o trabalho dos educadores, visando a agregar conhe-
cimentos e idéias, sem a pretensão de substituir conteúdos já programados. Procura promover re-
flexões mais profundas, organizar grupos de trabalhos, estimular o desenvolvimento de ações e
divulgar resultados, buscando sempre contribuir para um trabalho inovador na unidade escolar.

As atividades sugeridas foram selecionadas procurando complementar as informações já oferecidas


nas cartilhas dos alunos e nos três vídeos que integram o DVD, possibilitando, assim, aos educadores,
um trabalho amplo e interdisciplinar sobre o tema em questão. Pelo fato de serem dirigidas a dife-
rentes idades, recomenda-se que as atividades sejam adaptadas e inovadas, atendendo às expec-
tativas dos envolvidos no processo e à realidade local de cada grupo, assim como aplicadas em
contexto e momento oportuno.

DVD “Alimentação saudável: uma lição saborosa”


Material de apoio audiovisual, elaborado como importante ferramenta pedagógica, para ser
utilizada de forma associada ao manual de atividades e às cartilhas direcionadas aos alunos. Tem
como objetivo orientar os educadores na ampla tarefa de difundir o tema proposto e desen-
volver o projeto na escola, buscando sempre uma integração das diversas áreas e disciplinas.

Sobre os vídeos:

 Produção de alimentos e o meio ambiente (2009 - Fundação ArcelorMittal Brasil)


O vídeo promove uma viagem histórica ao mundo dos alimentos, desde a sua origem com
os povos antigos até os dias de hoje, oferecendo subsídios para compreender melhor o
panorama atual da alimentação. Apresenta também importantes informações sobre a pro-
dução, técnicas agrícolas e a indústria dos alimentos. Possibilita uma reflexão em relação às
nossas escolhas e práticas alimentares, tanto para a nossa saúde e qualidade de vida, como
para a conservação do meio ambiente.
10
Cartilhas dos estudantes - “Alimentação
saudável: uma lição saborosa”
As cartilhas das crianças (1º a 5º ano) e jovens (6º a 9º ano) foram elabo-
radas com o uso de textos, ilustrações e atividades interativas, propostas
para favorecer a reflexão sobre uma prática alimentar mais adequada.
Consideram o direito a uma alimentação saudável e suficiente, a garan-
tia da origem e da produção sustentável dos alimentos e o papel dos
consumidores quanto às melhores escolhas, evitando o desperdício e
praticando o consumo consciente.

Levando em conta as diferenças regionais e culturais dos estudantes,


assim como a amplitude da faixa etária a ser trabalhada, as informações
contidas nas cartilhas abordam, de forma leve e atrativa, os aspectos
básicos do conhecimento, atendendo ao programa curricular já esta-
belecido. Cabe ao educador orientar seus alunos quanto ao uso
da cartilha, de modo a proporcionar momentos curiosos e diver-
tidos em sala de aula e acompanhar todas as etapas do apren-
dizado, integrando, sempre que possível, outras atividades su-
geridas para complementação do trabalho.

O processo de discutir, avaliar e encerrar as atividades, preferen-


cialmente de forma coletiva, é essencial para a assimilação das in-
formações e para a promoção da comunicação. Além de motivar o
interesse dos alunos para a divulgação de suas ideias e propostas de
ações, estimula a prática da cidadania, motivando ações como, por
exemplo, o voluntariado, as mudanças de hábitos e as campanhas
de mobilização e conscientização, refletidas numa participação mais
efetiva, em escolhas mais adequadas e no consumo responsável.

 Alimentação saudável (2009 - Fundação ArcelorMittal Brasil)


Saber a procedência e a forma de produção dos alimentos é muito importante. Conhecer
a melhor maneira de consumi-los, assim como repensar a nossa prática alimentar é im-
prescindível. Aprender sobre os alimentos que devem fazer parte de nossa alimentação
diária e os cuidados no momento da compra e no preparo são os assuntos dessa aventura
ao conhecimento, relacionando alimentação, saúde e meio ambiente.

 Prazer de estar bem (2005 - Sesi, SP )


Este vídeo procura orientar os estudantes quanto à importância de uma alimentação
saudável e da prática regular de atividades físicas. O conteúdo apresenta a pirâmide
alimentar, traz dicas para uma alimentação equilibrada e incentiva o hábito de praticar es-
portes em qualquer idade, promovendo uma melhor qualidade de vida, com o aumento
da confiança e da auto-estima, a diminuição do risco de doenças e a manutenção do peso
adequado.
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Expectativas de aprendizagem
O papel do educador é fundamental para a formação de hábitos alimentares saudáveis de seus alunos,
assim como para o auxílio na promoção da saúde e da qualidade de vida da comunidade. Com o de-
senvolvimento desse trabalho, considerando a amplitude do tema, o uso adequado dos materiais
oferecidos e o comprometimento dos educadores na orientação e acompanhamento das atividades,
certamente, todos estarão bem preparados para suas escolhas, atendendo a algumas expectativas
esperadas na aprendizagem, como:

 compreender os principais
tipos de nutrientes e associá-los aos
alimentos presentes na dieta diária;
 entender o fundamento de uma dieta balanceada e
desenvolver atitudes corretas;
 perceber a relação que existe entre saúde, atividade física
e hábitos saudáveis de alimentação;
 perceber criticamente que a publicidade pode levar a
consumir alimentos além da necessidade, comprometendo
a saúde e os recursos naturais do planeta;
 identificar os cuidados que devem ser tomados
na escolha e na compra dos alimentos;
 pensar mais criticamente na relação
produção–consumo de alimentos e
geração de resíduos.

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Sugestões de atividades
01 O ASSUNTO É... MERENDA ESCOLAR

Competências e habilidades: coletar e discutir informações a respeito da alimentação ofe-


recida na escola.
Procedimento: sugerir aos alunos que entrem em contato com a merendeira da escola, para
fazer uma entrevista. Estimule esse contato, orientando-os para que formulem algumas per-
guntas, como: Quando aprendeu a cozinhar? Existe um curso para merendeiras? O que mais
gosta de cozinhar? Por que precisa usar uniforme para trabalhar? De onde vêm os ingredien-
tes para a merenda? Quem escolhe o cardápio da semana? As carnes vêm congeladas? Os
legumes vêm frescos? Como eles são guardados? Durante quanto tempo? É sempre obser-
vado o prazo de validade dos ingredientes industrializados? Quais os cuidados para conservar
os alimentos? O que é feito com as sobras dos alimentos? Os alunos deixam resto de comida
no prato? Como vocês calculam a quantidade certa para tanta gente? O que é feito com as em-
balagens dos alimentos? Os alimentos oferecidos são nutritivos e saudáveis? Vocês recebem
sempre a visita de um nutricionista?
Ação: distribuir por temas as respostas das entrevistas, de forma que, por meio de cartazes,
os alunos divulguem o trabalho na escola. Grupo 1: divulgar as informações relativas ao tra-
balho de uma merendeira na escola; Grupo 2: encarregar-se da origem dos alimentos, como
são armazenados e manuseados; Grupo 3: apresentar o valor nutricional dos alimentos ofere-
cidos e como é determinado o cardápio da merenda; Grupo 4: trabalhar com as sobras, o des-
perdício e o lixo gerado.
Divulgação: organizar uma palestra, convidando um nutricionista para falar sobre o tema
“Educação Nutricional”; e a merendeira da escola, para falar de seu trabalho e dos cuidados na
preparação dos alimentos. Reúna os pais dos alunos para participarem desse encontro.

02 OS ALIMENTOS AO LONGO DO TEMPO

Competências e habilidades: coletar informações e elaborar texto, comparar dados e tirar con-
clusões.
Procedimento: orientar os alunos para conversar com pessoas mais velhas (avós, tios, pais e
irmãos), procurando saber como era a alimentação deles na infância e na mocidade; quais eram
as principais necessidades alimentares e como eram supridas. Descobrir, também, de que forma
os alimentos eram produzidos, onde eram comprados e armazenados. Quais os tipos de ali-
mentos mais consumidos naquela época e se havia desperdício.
Ação: produzir textos com as informações colhidas e comparar as necessidades de outros
tempos com as de hoje, assim como as formas encontradas para solucioná-las.
Divulgação: apresentar um painel com fotos e figuras sobre o tema “Passado, presente e fu-
turo dos alimentos”. Mostrar como eram e como são produzidos e consumidos os alimentos.
13
03 EQUILÍBRIO NA ALIMENTAÇÃO - PIRÂMIDE ALIMENTAR

Competências e habilidades: buscar e discutir informações sobre alimentação equilibrada,


fazer leitura de modelos e relacionar com as informações coletadas.
Procedimento: orientar os alunos para que conversem com pessoas que recebem cesta básica,
para saber quais os alimentos que a compõem. Com os dados coletados, devem fazer uma
lista e distribuir os alimentos anotados nos diferentes níveis da Pirâmide Alimentar.
Ação: promover a discussão sobre a variedade e quantidade dos alimentos da cesta básica e
se estão distribuídos adequadamente. Se necessário, apresentar sugestões para melhorias no
valor nutricional deste benefício.
Divulgação: colocar um banner da Pirâmide Alimentar no pátio da escola, para consulta per-
manente. Combine com os alunos para cada um levar um alimento diferente, com o objetivo de
montar uma mesa de alimentos variados. Por meio da observação da variedade exposta na
mesa, discutam os diferentes grupos alimentares, as origens e a produção dos alimentos, agru-
pando-os didaticamente. Após o estudo, de forma cooperativa, dividam e provem os alimentos.
Dica: a Pirâmide Alimentar do pátio, grande e colorida, pode ser inovada com muita cria-
tividade, usando sucatas de embalagens vazias, recortes de figuras, ou mesmo represen-
tando os alimentos com massinha de papel machê. Caso exista uma horta na escola,
relacioná-la à Pirâmide Alimentar em todos os momentos possíveis.

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04 ALIMENTAÇÃO - A CANTINA E O LANCHE NA ESCOLA

Competências e habilidades: levantar dados para análise, propor soluções, interpretar filme.
Procedimento: estimular os alunos para que façam um levantamento do tipo de lanche, be-
bida e outros alimentos oferecidos pela cantina da escola e analisem o teor alimentício (calo-
rias, valor nutricional, gorduras, açúcares etc.). Orientá-los para que conversem com o diretor
para obter informações sobre a política de alimentação na escola, tanto em relação ao que é
vendido quanto à orientação sobre o tipo de lanche que os alunos devem levar. Fazer um
levantamento sobre os produtos mais vendidos na cantina, verificando se são alimentos
recomendados.
Ação: orientar os alunos para que, baseados nas informações coletadas, elaborem um pla-
no de alimentação saudável para a escola, com argumentos consistentes. Se possível, devem
apresentá-lo ao diretor.
Divulgação: passar o filme Super Size Me – A dieta do palhaço, de Morgan Spurlock, sobre
fast food, ou outro que achar mais conveniente. Convide também um nutricionista para falar
com os pais, alunos e professores sobre a importância da família e da escola na construção de
hábitos alimentares saudáveis para crianças e jovens.

05 ALUNOS MULTIPLICADORES NA EDUCAÇÃO ALIMENTAR

Competências e habilidades: conduzir uma explicação a partir de informações, buscar dados


em diferentes fontes e compará-los, organizar informações, fazer registros claros, que possam
ser compreendidos e analisados pelos colegas.
Procedimento: explicar o importante papel de um agente multiplicador e convidar alguns
alunos que, voluntariamente, deverão exercer essa função na escola. Nesse caso, eles serão res-
ponsáveis por encontrar a melhor forma de multiplicar, para todos os colegas, a importância da
orientação nutricional e os cuidados para com a saúde.
Ação: planejar ações referentes aos assuntos sugeridos abaixo:
 distribuir panfletos na escola, orientando sobre a importância da combinação dos alimen-
tos, coloridos e variados, na hora da refeição;
 colocar cartazes mostrando alimentos naturais e industrializados, utilizando colagens de
panfletos de supermercado;
 criar um espaço em que seja possível oferecer a degustação de alimentos saudáveis, mas
não muito consumidos pelas crianças e jovens, como alguns tipos de legumes, frutas e
sucos, apresentando seus respectivos valores nutricionais;
 visitar um supermercado para comparar preços de alimentos saudáveis e não saudáveis
(verduras, legumes, frutas / biscoitos, refrigerantes etc.) e mostrar os resultados aos cole-
gas, explicando a importância da relação custo–benefício na compra de alimentos e nas
preferências alimentares.
Divulgação: sugerir à escola a implantação de um espaço específico no pátio para ser usado
na divulgação permanente da Educação Alimentar. O local ficaria destinado, entre outras fina-
lidades, à divulgação de campanhas, exposição de trabalhos produzidos pelos alunos, notícias,
atualidades, apresentação da Pirâmide Alimentar, do cardápio da merenda escolar do dia ou da
semana, com as devidas informações nutricionais.
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06 DO CAMPO À MESA - REFLEXÃO POR MEIO DE UM POEMA

Competências e habilidades: consultar diferentes fontes, ler, interpretar e organizar infor-


mações do texto.
Procedimento: trabalhar o poema por
meio da leitura e passar algumas pergun-
tas para a interpretação. Açúcar
Ação: responder às perguntas e fazer uma
Autor: Ferreira Gullar
pesquisa sobre a cana-de-açúcar, desde o
seu plantio, colheita e produção do açúcar. O branco açúcar
 Quais são os personagens que apare- que adoçará meu café
cem na poesia? Explique como cada nessa manhã de Ipanema
não foi produzido por mim
pessoa está envolvida na produção,
nem surgiu dentro do açucareiro por milagre.
comércio e consumo do açúcar.
 Que situações descritas na poesia Vejo-o puro e afável ao paladar,
ocorrem na zona rural? como beijo de moça,
água na pele,
 Que regiões produtoras de açúcar no flor que se dissolve na boca.
Brasil foram apontadas na poesia? In- Mas este açúcar
dique outro estado, região ou cidade não foi feito por mim.
que também produz açúcar.
Este açúcar veio
 Onde foi produzido o açúcar que você da mercearia da esquina
consome em sua casa? E o lugar de e tampouco o fez o Oliveira,
origem? Retire essas informações na dono da mercearia.
embalagem do produto. Este açúcar veio
de uma usina de açúcar em Pernambuco
Divulgação: transformar a pesquisa em ou no Estado do Rio,
desenhos, representando todas as etapas e tampouco o fez o dono da usina.
pesquisadas, até o produto final da cana-
-de-açúcar. Este açúcar era cana
e veio dos canaviais extensos,
Dica: pode-se fazer, também, a mesma que não nascem por acaso
pesquisa sobre um produto cultivado ou no regaço do vale.
produzido em sua região.
Em lugares distantes,
onde não há hospital nem escola,
homens que não sabem ler
e morrem de fome aos 27 anos
plantaram e colheram a cana
que viraria açúcar.

Em usinas escuras,
homens de vida amarga e dura
produziram este açúcar branco e puro,
com que adoço meu café
esta manhã em Ipanema.

Adaptado do caderno "Ensinar e aprender", editado pela


Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, 2007.

16
07 PARA QUE SERVEM OS RÓTULOS DOS ALIMENTOS?

Competências e habilidades: estimular a curiosidade, interpretar rótulos dos alimentos, dis-


cutir, levantar hipóteses e buscar informações.
Procedimento: pedir aos alunos que tragam para a escola rótulos de alimentos que consumi-
ram durante a semana. Organize grupos, peça que espalhem os rótulos trazidos sobre a carteira
e examinem um critério determinado, por exemplo, 0% de gordura trans, especificada nos ró-
tulos dos diferentes alimentos. A atividade poderá inserir outras informações dos rótulos, de
acordo com o conhecimento da turma.
Ação: elaborar um texto usando as informações obtidas, enfatizando a importância da leitura
do rótulo para uma compra consciente. Proponha o texto baseado no slogan “Uma boa ali-
mentação começa com uma boa informação”.
Divulgação: elaborar um grande painel, utilizando colagem de rótulos com as informações
completas que todo produto industrializado deve trazer.

08 O LIXO REVELA SEUS HÁBITOS

Competências e habilidades: coletar e registrar dados, responder perguntas de forma ob-


jetiva, produzir texto para divulgar conclusões.
Procedimento: solicitar aos alunos que reflitam sobre suas práticas alimentares e sobre o lixo
produzido em suas casas. Promova um debate relacionado aos materiais descartáveis oriun-
dos da alimentação cotidiana e sugira que observem e anotem os resultados do lixo produzido
por sua família em um dia. Proponha algumas perguntas para reflexão:
 Que tipo de materiais você observou no lixo? Plásticos? Metais? Restos de alimentos? Pa-
péis? Qual foi o material mais encontrado?
 Dentre esses materiais, alguns poderiam ter sido separados para serem reciclados?
 Ao observar o lixo, você acha que houve desperdício?
 No lixo observado, havia muitas embalagens de alimentos?
 Essas embalagens poderiam ter sido reaproveitadas?
Ação: analisar as respostas e propor que façam um texto indicando algumas medidas que
devem ser tomadas para diminuir a quantidade de lixo e a relação disso com a redução do con-
sumo e a compra consciente.
Divulgação: fazer um grande painel, utilizando a colagem de embalagens de alimentos. Cole-
tar esse material que foi descartado pelos colegas na hora do lanche (papéis de balas, choco-
late, embalagens de salgadinhos, bolachas, latas de refrigerante, sucos, garrafas PET etc.). Esse
painel deve chamar a atenção para a quantidade de resíduos gerados com embalagens de ali-
mentos e para o importante papel representado por nossas melhores escolhas.
17
09 A LINGUAGEM DA PROPAGANDA

Competências e habilidades: emitir opiniões com argumentos, ler e interpretar uma imagem,
ouvir diferentes opiniões, criar a partir de observações e informações coletadas, produzir e
analisar anúncios.
Procedimento: dividir a classe em grupos para que procurem e selecionem, em jornais e re-
vistas, anúncios de alimentos para trazer para a sala de aula. Cada grupo deverá escolher um
anúncio que achar mais criativo e questionar sobre diversos aspectos: o público a que se dirige
(por exemplo: crianças, mulheres, jovens etc.); o tipo de imagem utilizada no anúncio; como
foi descrito o produto para convencer o consumidor a comprá-lo; de que forma foi escrito:
se utilizou gírias, rimas, palavras com mais de uma interpretação (ambiguidade intencional) e
outros recursos dessa natureza; se mencionou substâncias que poderiam contribuir para
melhorar ou prejudicar a saúde do consumidor; se apresentou o produto ao lado de pessoas
bonitas e aparentemente saudáveis etc. Com essas observações, peça que cada grupo crie
uma propaganda de um produto alimentício qualquer, usando imagens e textos com uma lin-
guagem semelhante à observada no anúncio analisado.
Ação: adaptar o anúncio criado para ser apresentado em algum meio de comunicação: TV,
rádio, jornal ou revista. Determinar o tempo estipulado para cada meio de comunicação.
Divulgação: expor as propagandas criadas pelos alunos no pátio da escola ou promover as
apresentações em outras salas.
Sugestões: solicitar que escolham um produto alimentício bem conhecido e façam um anún-
cio tentando convencer o consumidor de que aquele produto é péssimo, que não deve ser
comprado. Outra sugestão é pedir que criem um anúncio para divulgar as vantagens da ama-
mentação natural, ou seja, um anúncio muito importante e sem fins comerciais.

Músicas
A música é um instrumento pedagógico valioso para o desen-
volvimento da aprendizagem intelectual do aluno. Desperta
emoções, imaginação e criatividade, melhora a autoestima e con-
tribui para que cada ser se relacione melhor com o meio em que
vive, tornando-o mais sensível e promovendo a reflexão sobre a
interação do homem com o planeta.

A música desperta talentos e ajuda a estimular a memória, a


atenção e a concentração.

Sugestões de músicas para trabalhar o tema “Alimentos”


 Tropicana (Morena Tropicana) - Alceu Valença
 Yes, nós temos bananas - Braguinha
 Planeta água - Guilherme Arantes
 Comida - Titãs
 Cio da Terra - Milton Nascimento

18
10 ATIVIDADE FÍSICA + BOA ALIMENTAÇÃO = SAÚDE

Competências e habilidades: reconhecer


a importância da atividade física para a
saúde, construir, ler e interpretar gráficos,
coletar dados.
Procedimento: pedir aos alunos que es-
crevam no quadro três atividades físicas
preferidas (Ex.: jogos, brincadeiras, espor-
tes, recreação). Avaliem todas as opções e
relacionem quais e quantas atividades
foram citadas. Proponha a construção de
um gráfico utilizando esses dados e
mostrando as diferenças de preferências
entre eles. Promova uma reflexão sobre a
importância da atividade física, indepen-
dente de modalidade, cultura ou preferên-
cias, desde que esteja de acordo com a
faixa etária e aliada a uma boa alimentação.
Ação: ampliar a pesquisa, promovendo
entrevistas com alunos de outras classes e
séries, coletando dados sobre suas prefe-
rências. Avaliar essas informações e regis-
trar em gráficos. As preferências pelas
atividades físicas podem ser consideradas
por idade, sexo e modalidade esportiva.
Divulgação: divulgar os gráficos, associa-
dos a uma campanha “Não fique parado!!!”

19
Referências para consulta
Recursos para ampliar as perspectivas de pesquisa e reflexão

Bibliografia

 INSTITUTO AKATU. A nutrição e o consumo consciente, São Paulo, 2003.


 INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - IDEC. Meio Ambiente e Con-
sumo, Brasília, 2002.
 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Cartilha da Nutrição
Fome Zero, Brasília, 2001.
 MINISTÉRIO DA SAÚDE. ANVISA / IDEC. Vigilância Sanitária – Guia Didático, Brasília, 2006.
 MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE E INSTITUTO BRASILEIRO DE DEFESA DO CONSUMI-
DOR. Manual de Educação para o Consumo Sustentável, Brasília, 2001.
 SESI – SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA. Alimente-se bem, São Paulo, 2006.
 UNIVERSIDADE DE BRASÍLIA. Educação Nutricional para alunos do Ensino Fundamental,
Brasília, 2001.

Sites

 http://licaosaborosa.blogspot.com
 www.anvisa.gov.br
 www.idec.org.br
 www.akatu.com.br
 www.criancaeconsumo.org.br
 www.objetivosdomilenio.org.br
 www.facaparte.org.br
 www.conferenciainfantojuvenil.com.br.
 www.planetaorganico.com.br
 www.nutricaoevida.com
 www.canalkids.com.br
 http://planetasustentavel.abril.uol.com.br
 www.cienciahoje.com.br

20
Filmes

A História das Coisas (2007)


Um ótimo filme para ilustrar o atual modelo insustentável de produção. Preparado
por algumas ONGs norteamericanas, apresenta a importância de buscar um modelo susten-
tável de produção, um modelo cíclico em que os produtos pós-uso e os resíduos voltem às li-
nhas de manufatura, um modelo sem o uso de substâncias tóxicas e sem consumo excessivo
de recursos naturais. É um material excelente para treinamentos sobre sustentabilidade.
http://www.unichem.com.br/videos.php

Mundo de Valentina (2007)


Série de reportagens do Fantástico (Rede Globo), apresentada em diversos episódios,
na qual o casal Gabriel Moojen e Francielle Zanon, com a ajuda de cientistas, tenta imaginar
como será o mundo de sua filha Valentina. O quadro, além de criativo, questiona as principais
mudanças ambientais que irão ocorrer nos próximos 30 anos. Um dos episódios apresentados
trata do futuro da comida no planeta.
fantastico.globo.com/Jornalismo/Fantastico

Estamira (2006)
Este documentário relata a história de uma mulher que passou mais de 20 anos de
sua vida sobrevivendo num lixão no Rio de janeiro. Aos 63 anos, dona Estamira, que sofre de
distúrbos mentais, vive e trabalha no Aterro de Jardim Gramacho. Ela é uma figura muito caris-
mática e, no lixão, encontrou socialização, amizade e respeito. Direção de Marcos Prado, Brasil,
2006, 115 min. Censura 10 anos.

Ratatouille (2007)
Remy é um rato que sonha se tornar um grande chef de cozinha. Só que sua família
é contra a idéia, além do fato de que, por ser um rato, ele sempre é expulso das cozinhas que
visita. Um dia, firma parceria com um atrapalhado ajudante de cozinheiro de um restaurante,
que não sabe cozinhar.

A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)


Willy Wonka (Johnny Depp) é dono da maior fábrica de doces do mundo. Ele faz um
concurso mundial para que cinco crianças visitem sua fábrica e descubram as magias que suas
portas escondem. Mal sabem elas que essa aventura avaliará também seu caráter.

>>>

21
>>> continuação “Filmes”

Super Size Me (2004)


O diretor Morgan Spurlock decide ser a cobaia de uma experiência: alimentar-se ape-
nas em restaurantes da rede McDonald's, realizando neles três refeições ao dia, durante um
mês. Durante a realização da experiência, o diretor fala sobre a cultura da fast food nos Esta-
dos Unidos, além de mostrar em si mesmo os efeitos físicos e mentais que esse tipo de dieta
provocam.

A Fuga das Galinhas (2000)


O filme mistura aventura e comédia. As galinhas são prisioneiras da Granja dos
Tweedy, onde vivem cercadas de arame farpado, temendo por suas vidas e sonhando apenas
com o mundo exterior. A gananciosa dona da granja descobre um novo jeito de "forrar seu
ninho", transformando galinhas em tortas de galinha. Acontece que as coisas não são bem o que
aparentam ser...

Vida de Inseto (1998)


O filme se passa em torno de um colônia de formigas que coleta comida durante a
primavera e o verão para estocar para o inverno, tendo, ainda, que dar uma parte para os
gafanhotos. Feito em computação gráfica pelo estúdio Pixar, o mesmo de Toy Story.

Jogo eletrônico

Prato Certo
A Unifesp e o Instituto Alana disponibilizam no site Criança & Consumo o jogo eletrônico
“Prato Certo”. De acesso gratuito, o game ensina crianças e adultos a escolherem alimen-
tos que compõem uma dieta balanceada, trazendo informações sobre a pirâmide alimentar
e os benefícios da prática regular de exercícios físicos. A intenção é combater a obesidade,
doença crônica que pode ser acompanhada de múltiplas complicações. Além de entreter, o
jogo funciona como um meio de conscientização do comportamento nutricional e incentiva
a reflexão para uma vida mais saudável.

Acesse o site www.unifesp.br/dped/disciplinas/nutricao/nutricao.html e faça o download


do jogo “Prato Certo”.

22
O conjunto de materiais
educativos, composto po
cartilhas interativas para r
os estudantes, manual
educadores e DVD, foi es aos
pecialmente elaborado
forma de apoiar as esco como
las na proposta da educ
alimentar e consumo co aç ão
nsciente dos alimentos.

Apresenta informações
importantes relativas a
alimentação saudável e uma
de qualidade, como se
alimentar, higiene, saúd gurança
e, qualidade nutricional
refeições e, finalmente, das
a origem, produção e
aproveitamento dos alime
ntos. Considera também,
em todos esses temas,
a necessidade de uma
profunda sobre a prática reflexão
alimentar e sua relação
a conservação do meio com
ambiente.

Esperamos que o uso do


material “Alimentação
Saudável – Uma lição sa
borosa”, associado aos
conhecimentos e aos de seus
toda a equipe da escola,
marque um ponto de pa
rtida para muitas muda
que esse aprendizado nças e
possa ser compartilhad
família, com os amigos o com a
e com a comunidade loc
al.
Sugerimos que todo o tra
balho a ser desenvolvido
os estudantes seja organ com
izado em forma de proje
Com os registros e a div to.
ulgação das expectativ
do grupo, das ações rea as
lizadas e dos resultados
alcançados, a escola po
derá se inscrever e conc
a prêmios. orrer

Participem do Prêmio Ar
celorMittal de Meio Am
biente!
Bom trabalho!
Prêmio ArcelorMittal de Meio Ambiente 2008
DANIEL A ALBA
NO DA SILVA
LA - 1ª e 2ª série
s
VENCEDORES
Categoria ESCO na Maria de Pa
ula Letro BETÂNIA RE
NAT
M un ici pa l Do A BARROSO
Escola (M G) Categoria ES
io Dias COLA - 3ª e
Município: Antôn ilman Amorim Escola Munici 4ª séries
Hidrelétrica Gu pal João No
Unidade: Usina Município: Ri gueira de Re
zende
o Piracicaba
Unidade: Ar (M
celorMittal M G)
onlevade

IRA PINHO
HELENA LADE O - 1ª e 2ª séries
DE EMPREGAD
Categoria FILHO
pio : Be lo Ho rizonte (MG)
Municí Longos
ITO
DRIGUES DE BR e 4ª séries lorMittal Aços
Unidade: Arce
NATHALIA RO PREGADO - 3ª RRÊA
Categoria FILHO
DE EM MARINA ALVES CO
- 5ª e 6ª séries
Município: Saba
rá (MG) Categoria ESCOLA MARIAN
Sabará Colég io San t´A na A CARNA
Unidade: BBA (MG) Categoria SSALE
Município: Itaúna IASP – Inst ESCOLA - 7ª e 8ª
ittal Itaúna sé
Unidade: ArcelorM ituto Adve
ntista São ries
Município P
: Hortolân aulo
Unidade: dia (SP)
BBA Hort
olândia

CATEGORIA PROJETO ESCOLA

ESCOLA ESTADUAL DR. LEÃO DE ARAÚJO


Projeto: Olhos de Águia
Município: Nova Era (MG)
Unidade: ArcelorMittal Monlevade

AMEC – Associação Monlevadense de


Ensino Cooperativo
Projeto: Brega e Chique – Entre Neste Clima
Município: João Monlevade (MG)
Unidade: ArcelorMittal Monlevade

ESCOLA MUNICIPAL DONA COTA


Projeto: Entre no Clima
Município: Itaúna (MG)
Unidade: ArcelorMittal Itaúna

CAROLINA LU
ÍZA DE OLIVEIRA AGAN
Categoria FILHO ETE
DE
Município: Conta EMPREGADO - 5ª e 6ª séries
gem (MG)
Unidade: BBA
Contagem

REALIZAÇÃO PRODUÇÃO APOIO

DES BICALHO
LUÍSA FERNAN O - 7ª e 8ª séries
DE EMPREGAD
Categoria FILHO lev ade (MG)
Jo ão M on
Município: ade
lorMittal Monlev
Unidade: Arce

www.fundacaoarcelormittalbr.org.br