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Colégio Pedro II - Unidade Escolar Tijuca II - Depto.

de Sociologia - Sociologia (1ª série/EM)


Professor: Walace Ferreira - Coordenador: Leandro Longo
2º trimestre – Unidade “Trabalho”

Resumo das primeira aulas da Unidade “Trabalho”


Tipos de produção e transformações no mundo do trabalho

(1) Tipos de produção (trabalho) em diferentes sociedades:

1.1 Produção nas sociedades tribais:

- Sociedades que existiram no passado e ainda hoje em regiões da América Central, África, Oceania
e mesmo no Brasil (veja o caso dos Yanomamis da Amazônia brasileira –
(http://www.youtube.com/watch?v=cFQm7oO5fcg);
- Não há uma estrutura voltada para o trabalho como na nossa sociedade;
- As atividades costumam relacionar-se à caça, coleta, agricultura e criação; e mais, estão associados
aos mitos, festas, religiosidades locais, ou seja, a todas as esferas da vida social – portanto, não há
um “mundo do trabalho” definido como nas sociedades modernas, ou seja, essa coisa de se
trabalhar pelo menos oito horas diárias, de fazer do trabalho uma representação de status diante da
sociedade, etc;
- A divisão para o trabalho costuma ser apenas por sexo e idade;
- Produzem para subsistência e utilizam-se de técnica rudimentar;
- Como diz Marx, a propriedade é coletiva e o trabalho segue uma lógica de cooperação recíproca;

- Mesmo com essas características, o antropólogo norte-americano, Marshal Sahlins, chama essas
tribos de “sociedades de abundância” ou “sociedades do lazer”, destacando que seus membros não
só tinham todas as necessidades materiais e sociais satisfeitas, como dedicavam um mínimo de
horas ao que chamamos trabalho – o necessário para suas subsistências. Ou seja, o modelo de
produção dali estava de acordo com suas culturas.

1.2) Produção escravista:

- A escravidão é uma prática social em que um indivíduo é explorado na condição de


propriedade de um outro (seu senhor) ou de um “Estado”1, mediante a imposição da força;

- Na Antiguidade:

- A escravidão era uma situação aceita e logo tornou-se essencial para a economia e para a
sociedade de todas as civilizações antigas, embora fosse um tipo de organização muito pouco
produtiva. Exemplos: A Mesopotâmia, a Índia, a China, os antigos egípcios e hebreus utilizaram
escravos. Isso antes mesmo de Cristo. Depois de Cristo vemos o caso da Roma Antiga. Recomendo
o filme Gladiador, que mostra essa realidade.
- Na escravidão antiga o indivíduo era propriedade do “Estado”, muitas vezes feito escravo quando
da vitória em guerras;
- Na modernidade:
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Coloco aspas na expressão “Estado” para distinguir o formato destas cidade-estado antigas do que conhecemos como
Estado Moderno, a partir das unificações do século XV em diante.

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- Aqui falamos da escravidão das Américas (portuguesa e espanhola), ou seja, aproximadamente
entre o século XVI e XIX;
- Predomina o viés racial (escravidão indígena e negra)
- Escravo usado como mercadoria e como propriedade privada de um senhor (observação: lembrem
que no capitalismo a força de trabalho será uma mercadoria e não o trabalhador);
- Trabalho voltado para produção agrícola, muitas vezes no modelo plantation (monocultura,
voltado para exportação, uso de grandes áreas de terra e trabalho escravo);

- Para ver mais sobre escravidão, recomendo os links abaixo:


http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o

- Escravidão hoje em dia:

- Ainda hoje em dia trabalho semelhante ao escravo é encontrado em fazendas Brasil afora, em
plantações de cana-de-açúcar, etc; e em outras partes do mundo também, principalmente em países
com sistemas políticos frágeis ou em conflito. Vejam o caso da existência do trabalho escravo na
exploração de minhas de diamante apontado no filme “Diamante de Sangue”, em Serra Leoa, país
que vivia contexto de guerra civil (1991 à 2002).
- Há ainda o tráfico de mulheres para prostituição forçada, principalmente em regiões pobres da
Rússia, Filipinas e Tailândia, dentre outros países em condições sociais precárias. Mulheres que
trabalham como escravas sexuais, já que ficam presas e não podem fugir. Recomendo aos
interessados o filme TRÁFICO HUMANO (que trata do tráfico de mulheres para servir como
escravas sexuais principalmente nos países de primeiro mundo); Já o filme ANJOS DO SOL mostra
a “escravidão sexual” de meninas no nordeste brasileiro, as quais são compradas de suas famílias e
levadas para trabalhar forçadamente e ficam sob o inteiro domínio dos donos de prostíbulos;

1.3) Produção nas sociedades feudais:

- Aproximadamente entre o século V e o século XV – “Recomendo o filme O Nome da Rosa”;


- A terra era o principal meio de produção, agrícola;
- Nela os trabalhadores tinham direito de usufruto e ocupação, mas nunca à propriedade – era o
regime de servidão (nem eram escravos nem plenamente livres) – prevalecia um sistema de deveres

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do servo para com o senhor (pagamento de taxas e tributos2 + entrega do excedente da produção ao
senhor feudal), por outro lado o senhor feudal deveria proteger seus servos no caso de guerras;
- No feudalismo o sujeito está preso à terra e tem fortes vínculos com seu senhor feudal (o
suserano);
- Durante o feudalismo, as cidades (proporcionalmente a menor parte da Europa desse período)
desenvolviam o artesanato e o comércio, mas principalmente nos séculos finais da Idade Média.
- Assim, o artesanato foi a primeira forma de “produção industrial”, surgida na segunda etapa da
Idade Média (baixa Idade Média – século XI ao XV) com o renascimento comercial e urbano e
caracterizando-se pela produção independente; o produtor possuía os meios de produção:
instalações, ferramentas e matéria-prima. Em casa, sozinho ou com a família, o artesão realizava
todas as etapas da produção. Era comum as corporações de ofício, surgidas no século XII, contudo
neste início não tinha o trabalhado assalariado, e normalmente o que se produzia era trocado
diretamente.
- Em cada uma das cidades medievais existiam várias corporações de artesãos: dos tecelões, dos
tintureiros, dos ferreiros, dos carpinteiros, dos ouvires, entalhadores de pedras, dos alfaiates, entre
outros. As corporações atuaram como incentivo para o aumento da produção. Os comerciantes
manufatureiros foram obtendo cada vez mais lucros com o comércio daquilo que produziam, o que
gerou um crescente acúmulo de capitais nas mãos de uma nova classe, que passou a ser denominada
de burguesia.
- Daí desenvolveram-se as manufaturas, que surgiram na Europa no século XVI, e eram uma
novidade em relação ao sistema artesanal, pois deram início a uma pequena divisão do trabalho e ao
pagamento de salários.
- O sistema de manufaturas levou o artesão a aumentar a produção e o comerciante a dedicar-se à
produção industrial. A lógica era a seguinte: O manufatureiro distribuía a matéria-prima e o artesão
trabalhava em casa, recebendo pagamento combinado; ou trabalhava-se em regime de corporações
de ofício, porém algo mais avançado que no modelo artesanal e com o pagamento de salários ou
remunerações por serviços prestados. Primeiro, contratou artesãos para dar acabamento aos tecidos;
depois, tingir; e tecer; e finalmente fiar. Surgiram fábricas, com trabalhadores assalariados, sem
controle sobre o produto de seu trabalho. A produtividade aumentou por causa da divisão social, isto
é, cada trabalhador realizava uma etapa da produção.
- Daí chegamos à maquinofatura, onde o trabalhador estava submetido ao regime de
funcionamento da máquina e à gerência direta do empresário. Foi nesta etapa que se consolidou
a Revolução Industrial no século XVIII (1ª fase – 1760 a 1850) - aqui já falaríamos do modelo de
produção capitalista, tratado abaixo. As primeiras indústrias foram as têxteis, principalmente as de

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As principais obrigações dos servos consistiam em:

 Corveia: trabalho compulsório nas terras do senhor (manso senhorial) em alguns dias da semana;
 Talha: parte da produção do servo deveria ser entregue ao nobre, geralmente um terço da produção;
 Banalidade: tributo cobrado pelo uso de instrumentos ou bens do feudo, como o moinho, o forno, o celeiro, as pontes;
 Capitação: imposto pago por cada membro da família (por cabeça);
 Tostão de Pedro ou dízimo: 10% da produção do servo era pago à Igreja, utilizado para a manutenção da capela local;
 Censo: tributo que os vilões (pessoas livres, vila) deviam pagar, em dinheiro, para a nobreza;
 Taxa de Justiça: os servos e os vilões deviam pagar para serem julgados no tribunal do nobre;
 Formariage: quando o nobre resolvia se casar, todo servo era obrigado a pagar uma taxa para ajudar no casamento,
regra também válida para quando um parente do nobre iria casar. Todo casamento que ocorresse entre servos deveria
ser aceito pelo suserano. No sul da França, especificamente, o Senhor poderia ou não determinar que a noite de
núpcias de uma serva seria para o usufruto dele próprio e não do marido oficial. Tal fato era incomum no restante
da Europa, pois a igreja o combatia com veemência;
 Mão Morta: era o pagamento de uma taxa para permanecer no feudo da família servil, em caso do falecimento do pai
ou da família;
 Albergagem: obrigação do servo em hospedar o senhor feudal caso fosse necessário.

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tecidos de algodão, e destacava-se o uso de máquinas a vapor, depois o uso de teares mecânicos,
etc. A fonte de energia mais usada nesse período era o carvão.

1.4) Trabalho capitalista:

- Desenvolvido com o fim do período medieval e a emergência do mercantilismo (após as Grandes


Navegações);
- A partir daqui o trabalho teve uma mudança importante: deixou de ser vista como atividade penosa
e torturante (como na escravidão e na servidão) e o trabalhador deixou de estar preso a uma terra e
ao senhor e passou a “vender a sua força de trabalho” – portanto ganhou status de trabalhador
livre – o que também significa que o indivíduo poderia escolher onde trabalhar (é claro que, na
prática, isso obedece a questões como melhor escolaridade melhor formação, maior rede de
contatos, etc);
- A relação entre patrão e empregado passou a ser definida como a oposição entre classes sociais (no
caso burguesia X operariado, principalmente a partir da Revolução Industrial no século XVIII);
- Esta relação passou a ser medida pelo assalariamento (pagamento de salário);
- Percebam, portanto, que, com o salário, o indivíduo vende sua força de trabalho (tida como
mercadoria), ou seja, ele não é mais a mercadoria do senhor (como na escravidão) e ele não está
vinculado à terra e ao senhor feudal (como na servidão);
- Aqui, também ganha destaque a possibilidade de mobilidade social – ou seja, o sujeito pode se
mover nas classes sociais, melhorando ou piorando sua condição em relação a seus pais, por
exemplo.

- Observações importantes:

- A idéia de trabalho livre mascara uma realidade desigual, em que os indivíduos oriundos de
classes sociais mais altas têm possibilidades de estudarem mais, logo de terem melhores trabalhos;
- Além disso, no sistema capitalista o trabalhador fica submetido ao “império do dinheiro”,
fundamental para todas as atividades comerciais deste tipo de sociedade, inclusive para sobreviver.

(2) Impactos da Segunda Revolução Industrial:

- A energia elétrica está para a segunda revolução industrial assim como a máquina a vapor esteve
para a primeira;
- Com a luz elétrica as taxas de lucratividade foram elevadas, permitindo o acelerado crescimento
industrial - Motores e máquinas menores e toda a parafernália eletrônica subsequente permitiram o
desenvolvimento de um grande número de utilidades domésticas, que seriam os bens de consumo
duráveis que, juntamente com o automóvel, constituem os maiores símbolos da sociedade moderna;
-A segunda Revolução Industrial, iniciada na segunda metade do século XIX ( +-1850 - 1870) e que
vai até meados do século XX, envolveu uma série de desenvolvimentos dentro da indústria química,
elétrica, de petróleo e de aço. Outros progressos essenciais nesse período incluem a introdução de
navios de aço movidos a vapor, o desenvolvimento do avião, a produção em massa de bens de
consumo, o enlatamento de comidas, refrigeração mecânica e outras técnicas de preservação e a
invenção do telefone eletromagnético. Esse período marca também o advento da Alemanha e
dos Estados Unidos como potências industriais, juntando-se à França e do Reino Unido.

- No contexto de se aumentar a produtividade do trabalho, surge o método de administração


científica de Frederick W. Taylor, que se tornaria mundialmente conhecido como taylorismo;

2.1) Taylorismo/ Fordismo (Início do século XX):

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- Para Taylor, o grande problema das técnicas administrativas existentes consistia no
desconhecimento, pela gerência, bem como pelos trabalhadores, dos métodos ótimos de trabalho. A
busca do que ele chamava de “métodos ótimos”, seria efetivada pela gerência, através de
experimentações sistemáticas de tempos e movimentos. Uma vez descobertos, os métodos seriam
repassados aos trabalhadores que transformavam-se em executores de tarefas pré-definidas;
- Uma segunda concepção teórica, conhecida como fordismo, acelera o conceito de produto único
de forma a intensificar as possibilidades de economia de escala no processo de montagem e se obter
preços mais baixos;
- O trabalho fordista reflete bem a lógica da Segunda Revolução Industrial;
- Com a introdução de linhas de montagem, eleva-se a produtividade ao minimizar o tempo de
deslocamento e redução nos estoques. Muito mais importante ainda, são os ganhos dinâmicos de
longo prazo, uma vez que se pode avançar com a taylorização, onde a própria linha de montagem se
transforma no controlador do ritmo de trabalho;
- Esse cenário leva à substituição de empregados por máquinas de forma a maximizar a
produtividade, ou seja, a produção em larga escala para o consumo em massa.

- Essa forma de organizar o trabalho foi marcante até a década de 1970 e ainda prevalece em muitos
locais, com múltiplas variações.
- Novas formas de produção e trabalho foram surgindo desde então (o pós-fordismo ou acumulação
flexível)

2.2) Toyotismo:

- Teve início no Japão em torno da década de 1970 – Observação importante aqui é que o Japão do
pós-2ª Guerra ainda é fordista, com aquelas fábricas com milhares de trabalhadores produzindo
igualzinho. Isso só começa a mudar a partir da Crise do Petróleo, em 1973, e com a robotização nas
fábricas japonesas.
- A resposta foi o aumento na produtividade na fabricação de pequenas quantidades de numerosos
modelos de produtos, voltados para o mercado externo, de modo a gerar divisas tanto para a
obtenção de matérias-primas e alimentos, quanto para importar os equipamentos e bens de capital
necessários para a sua reconstrução pós-guerra e para o desenvolvimento da própria
industrialização.
- Características do sistema toyotista :
I- Mecanização flexível, uma dinâmica oposta à rígida automação fordista decorrente da
inexistência de escalas que viabilizassem a rigidez. A mecanização flexível consiste em produzir
somente o necessário, contrariando o fordismo, que produzia o máximo possível e estocava o
excedente. A produção toyotista é flexível à demanda do mercado;
II- Processo de multifuncionalização de sua mão de obra, uma vez que por se basear na
mecanização flexível e na produção para mercados muito segmentados, a mão de obra não podia ser
especializada em funções únicas e restritas como a fordista. Para atingir esse objetivo os japoneses
investiram na educação e qualificação de seu povo;
III- Implantação de sistemas de controle de qualidade total. Se, no sistema fordista de produção em
massa, a qualidade era assegurada através de controles amostrais em apenas pontos do processo
produtivo, no toyotismo, o controle de qualidade se desenvolve por meio de todos os trabalhadores
em todos os pontos do processo produtivo;
IV- Sistema just in time: O sistema just in time visa envolver a produção como um todo. Seu
objetivo é "produzir o necessário, na quantidade necessária e no momento necessário", já que o
acirramento da disputa pelo mercado exige uma produção ágil e diversificada. Além disso, o just in
time tende à eliminação dos estoques, o que reduz a necessidade de muitos espaços nas fábricas, o
que caracteriza também a produção enxuta.

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V- Personalização dos produtos - Fabricar o produto de acordo com o gosto do cliente.

(3) A Terceira Revolução Industrial

- O mundo, após a segunda metade do século XX, depois da Segunda Guerra Mundial, ingressou
em uma etapa de profundas evoluções no campo tecnológico desencadeada principalmente pela
junção entre conhecimento científico e produção industrial. O processo industrial pautado no
conhecimento e na pesquisa caracteriza a chamada Terceira Revolução Industrial.
- O Toyotismo faz parte dessa Revolução Tecnocientífica;
- Nessa etapa ou fase produtiva, todos os conhecimentos gerados em pesquisas são repassados
quase que simultaneamente para o desenvolvimento industrial;
- A Terceira Revolução Industrial ou Revolução Tecnocientífica permitiu o desenvolvimento de
atividades na indústria que aplicam tecnologias de ponta em todas as etapas produtivas. A produção
de tecnologias é um ramo que apresenta como um dos mais promissores no âmbito global;
- Nesse sentido, as atividades que mais se destacam no mercado estão vinculadas à produção de
computadores, softwares, microeletrônica, chips, transistores, circuitos eletrônicos, além da robótica
com grande aceitação nas indústrias, telecomunicações, informática em geral. Destacam-se ainda a
expansão de transmissores de rádio e televisão, telefonia fixa, móvel e internet, indústria
aeroespacial, biotecnologia e muitas outras inovações.

(4) Outra forma de flexibilização do trabalho – a que ocorre com o trabalhador:

- A flexibilização e mobilidade dos mercados de trabalho ocorre quando os empregadores passam a


utilizar as mais diferentes formas de trabalho: doméstica e familiar, autônoma, temporária, por hora
ou por curto prazo, terceirizada, entre outras;
- Essa flexibilização substitui a forma clássica do emprego regular (que é sob contrato, carteira
assinada, sindicalizado);
- O problema desse modelo é a falsa flexibilidade que o trabalhador teria, pois acaba levando à alta
rotatividade da mão de obra, a uma precarização do trabalho e a um forte retrocesso da ação dos
sindicatos na defesa dos direitos trabalhistas.

Referências bibliográficas:

FARIA, Ricardo de Moura; MIRANDA, Mônica Liz; CAMPOS, Helena Guimarães. Estudos
de História. 1.ed. São Paulo: FTD, 2010 (Coleção Estudos de História, v. 2).
TOMAZI, Nelson. Sociologia para o Ensino Médio. 1.ed. São Paulo: Atual, 2007.

Sites pesquisados:

http://www.coladaweb.com/geografia/as-tres-revolucoes-industriais
http://www.eumed.net/libros/2008a/372/PRODUCAO%20ARTESANAL.htm
http://www.mundoeducacao.com.br/geografia/terceira-revolucao-industrial.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/revolucao-industrial/revolucao-
industrial.php#ixzz1vx3m3Y72
http://pt.wikipedia.org/wiki/Toyotismo
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o
http://pt.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o
http://www.youtube.com/watch?v=cFQm7oO5fcg

Filmes:

6
- Anjos do Sol
- Gladiador
- O Nome da Rosa
- Tráfico Humano