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KPBM038702

Manual de Oficina

TRATOR DE
ESTEIRAS D61EX – 15E0
D61PX – 15E0
D61EX – B45001
NÚMEROS DE SÉRIE e acima
D61PX – B45001

®
MANUAL DE OFICINA SEN02396-02

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

00 Índice e prefácio
Índice
Composição do manual de oficina................................................................................................................................... 2
Índice................................................................................................................................................................................ 4

D61EX,PX-15E0 1
SEN02396-02 00 Índice e prefácio

Composição do manual de oficina


O conteúdo deste manual de oficina é apresentado juntamente com o Nº do Formulário em uma lista.
Nota 1: Mantenha sempre a última versão deste manual de acordo com essa lista e use-o da maneira apropriada.
As marcas mostradas à direita do Nº do Formulário trazem as seguintes indicações:
: Edição nova (a ser arquivada adicionalmente) l: Revisão (a ser substituída para cada Nº de Formulário)

Nota 2: Este manual de oficina pode ser fornecido para cada Nº de Formulário.
Nota 3: Para arquivar este manual de oficina na pasta especial para gerenciamento, manuseie-o da seguinte forma:
- Colocar um divisor no topo de cada seção no arquivo após combinar o Nº do tubo com o Nº indicado próximo
a cada Nome de Seção mostrado na tabela abaixo.
- Arquivar a apresentação geral e outros materiais nas seções, seguindo a ordem mostrada a seguir e utilizá-
los de forma correspondente.

Título da Seção Nº do Formulário

Manual de Oficina, pasta de conteúdos, etiqueta e abas da pasta SEN02387-02

00 Índice e prefácio SEN02388-02


Índice SEN02396-02 l
Prefácio e informações gerais SEN02397-00

01 Especificações SEN02389-00
Especificações e dados técnicos SEN02398-00

10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02390-00


Motor e sistema de arrefecimento SEN02473-00
Trem de força, parte 1 SEN02474-00
Trem de força, parte 2 SEN02475-00
Armação e material rodante SEN02476-00
Sistema hidráulico, parte 1 SEN02477-00
Sistema hidráulico, parte 2 SEN02478-00
Sistema hidráulico, parte 3 SEN02479-00
Equipamento de trabalho SEN02480-00
Cabina e seus implementos SEN02481-00
Sistema elétrico SEN02482-00

20 Tabela de valores padrão SEN02391-00


Tabela de valores de serviço padrões SEN02554-00

30 Testes e ajustes SEN02392-00


Testes e ajustes, parte 1 SEN02555-00
Testes e ajustes, parte 2 SEN02556-00
Testes e ajustes, parte 3 SEN02557-00
Testes e ajustes, parte 4 SEN02558-00

2 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02396-02

40 Diagnóstico de falhas SEN02393-00


Tabela dos códigos de falhas e localização dos fusíveis SEN02559-00
Informações gerais sobre o diagnóstico de falhas SEN02560-00
Diagnóstico de falhas por código de falha (exibição do código), parte 1 SEN02561-00
Diagnóstico de falhas por código de falha (exibição do código), parte 2 SEN02563-00
Diagnóstico de falhas por código de falha (exibição do código), parte 3 SEN02564-00
Diagnóstico de falhas por código de falha (exibição do código), parte 4 SEN02565-00
Diagnóstico de falhas do sistema elétrico (modo E) SEN02566-00
Diagnóstico de falhas dos sistemas hidráulico e mecânico (modo H) SEN02567-00
Diagnóstico de falhas do motor (modo S) SEN02568-00

50 Desmontagem e montagem SEN02394-00 


Informações gerais sobre desmontagem e montagem SEN02569-00 
Motor e sistema de arrefecimento (SAA6D107E-1) SEN02570-00 
Motor (SAA6D170E-1) SEN02571-00 
Trem de força, parte 1 SEN02572-00 
Trem de força, parte 2 SEN02573-00 
Armação e material rodante, parte 1 SEN02574-00 
Armação e material rodante, parte 2 SEN02575-00 
Sistema hidráulico SEN02576-00 
Equipamento de trabalho SEN02577-00 
Cabina e seus implementos SEN02578-00 
Sistema elétrico SEN02579-00 

90 Diagramas e desenhos SEN02395-01
Diagramas e desenhos hidráulicos SEN02399-00
Diagramas e desenhos elétricos SEN02400-01

D61EX,PX-15E0 3
SEN02396-02 00 Índice e prefácio

Índice
00 Índice e prefácio
Índice SEN02396-02
Composição do manual de oficin........................................................................................................................... 2
Índice...................................................................................................................................................................... 4
Prefácio e informações gerais SEN02397-00
Observações sobre segurança............................................................................................................................... 2
Como ler o manual de oficina................................................................................................................................. 7
Explicações dos termos para padrões de manutenção.......................................................................................... 9
Manuseio do equipamento elétrico e componentes hidráulicos............................................................................11
Como ler o código de fiação elétrica.................................................................................................................... 23
Precauções ao realizar as operações.................................................................................................................. 26
Método de desmontagem e conexão do acoplador tipo dinamômetro................................................................. 29
Tabela de torques de aperto padrão..................................................................................................................... 32
Tabela de conversão............................................................................................................................................ 36

01 Especificações
Especificações e dados técnicos SEN02398-00
Desenho das dimensões das especificações......................................................................................................... 2
Especificações........................................................................................................................................................ 3
Tabela de pesos...................................................................................................................................................... 8
Tabela de combustível, líquido de arrefecimento e lubrificantes.......................................................................... 10

10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção


Motor e sistema de arrefecimento SEN02473-00
Sistema de arrefecimento....................................................................................................................................... 2
Bomba do ventilador de arrefecimento................................................................................................................... 4
Motor do ventilador de arrefecimento................................................................................................................... 12
Trem de força, parte 1 SEN02474-00
Trem de força.......................................................................................................................................................... 2
Trem de força.......................................................................................................................................................... 3
Sistema HSS........................................................................................................................................................... 4
Vista geral da unidade do trem de força................................................................................................................. 6
Desenho da tubulação hidráulica do trem de força................................................................................................. 7
Controle da transmissão, direção e freios............................................................................................................... 8
Amortecedor e junta universal............................................................................................................................... 10
Conversor de torque e PTO.................................................................................................................................. 12
Transmissão.......................................................................................................................................................... 18
ECMV da transmissão........................................................................................................................................... 30
Válvula de alívio principal e válvula de alívio do conversor de torque.................................................................. 36
Válvula de alívio do óleo de lubrificação............................................................................................................... 38
Trem de força, parte 2 SEN02475-00
Eixo da engrenagem cônica, HSS e freios............................................................................................................. 2
Válvula dos freios.................................................................................................................................................. 18
Comando final....................................................................................................................................................... 24
Material rodante e armação SEN02476-00
Armação principal.................................................................................................................................................... 3
Suspensão.............................................................................................................................................................. 4
Armação de esteira e coxim da roda guia............................................................................................................... 8
Roda guia.............................................................................................................................................................. 12
Rolete superior...................................................................................................................................................... 14
Rolete inferior........................................................................................................................................................ 15
Roda motriz........................................................................................................................................................... 16
Sapata da esteira.................................................................................................................................................. 18

4 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02396-02

Sistema hidráulico, Parte 1 SEN02477-00


Disposição dos dispositivos hidráulicos do equipamento de trabalho............................................................... 2
Controle do equipamento de trabalho................................................................................................................ 4
Reservatório e filtro hidráulico........................................................................................................................... 6
Bomba de recuperação...................................................................................................................................... 8
Bomba de lubrificação da direção e do trem de força....................................................................................... 9
Bomba do HSS................................................................................................................................................ 10
Motor do HSS.................................................................................................................................................. 28
Sistema hidráulico, Parte 2 SEN02478-00
Válvula de controle............................................................................................................................................. 2
CLSS................................................................................................................................................................ 10
Válvula auto-redutora de pressão.................................................................................................................... 37
Sistema hidráulico, Parte 3 SEN02479-00
Válvula PPC....................................................................................................................................................... 2
Alavanca elétrica (controle direcional)............................................................................................................. 18
Válvula de queda rápida................................................................................................................................... 22
Válvula solenóide............................................................................................................................................. 24
Acumulador...................................................................................................................................................... 26
Equipamento de trabalho SEN02480-00
Equipamento de trabalho................................................................................................................................... 2
Borda cortante e canto da lâmina...................................................................................................................... 8
Escarificador...................................................................................................................................................... 9
Cilindro hidráulico............................................................................................................................................ 10
Válvula de pistão.............................................................................................................................................. 13
Cabina e seus implementos SEN02481-00
Montagem da cabina......................................................................................................................................... 2
Cabina................................................................................................................................................................ 3
Diagrama da tubulação do ar condicionado...................................................................................................... 5
Sistema elétrico SEN02482-00
Sistema de monitoramento................................................................................................................................ 2
Painel monitor.................................................................................................................................................... 4
Controle do motor.............................................................................................................................................. 9
Sistema de controle do motor.......................................................................................................................... 10
Sistema de controle do sistema de arrefecimento........................................................................................... 12
Componentes do sistema................................................................................................................................ 14
Sistema de controle de comando na palma da mão........................................................................................ 22
Sistema de bloqueio PPC................................................................................................................................ 24
Sistema do terminal KOMTRAX...................................................................................................................... 25
Terminal KOMTRAX......................................................................................................................................... 26
Sensores.......................................................................................................................................................... 27

20 Tabela de valores-padrão
Tabela de valores de serviço padrão SEN02554-00
Tabela de valores de serviço padrão para o motor.............................................................................................. 2
Tabela de valores de serviço padrão para a máquina......................................................................................... 3

30 Testes e ajustes
Testes e ajustes, Parte 1 SEN02555-00
Tabela de valores padrão para as peças relacionadas ao motor........................................................................ 3
Medição da rotação do motor.............................................................................................................................. 6
Medição da pressão do ar de admissão (pressão de reforço)............................................................................ 8
Medição da cor do gás do escapamento........................................................................................................... 10
Ajuste da folga das válvulas...............................................................................................................................11
Medição da pressão de compressão................................................................................................................. 13
Medição da pressão de sopro no cárter............................................................................................................ 16

D61EX,PX-15E0 5
SEN02396-02 00 Índice e prefácio

Medição da pressão de óleo do motor................................................................................................................. 17


Manuseio dos dispositivos do sistema de combustível........................................................................................ 18
Liberação da pressão residual do sistema de combustível.................................................................................. 18
Medição da pressão de combustível.................................................................................................................... 19
Medição do volume de vazão de combustível, taxa de retorno e vazamentos.................................................... 21
Sangria de ar do circuito de combustível............................................................................................................. 25
Teste de vazamento no circuito de combustível................................................................................................... 27
Manuseio da operação do modo cilindro reduzido............................................................................................... 28
Manuseio da operação de partida sem injeção.................................................................................................... 28
Teste e ajuste da tensão da correia do compressor do ar condicionado............................................................. 29
Substituição da correia do ventilador................................................................................................................... 29
Manuseio do circuito de tensão da controladora.................................................................................................. 30
Ajuste do botão de controle de combustível e do pedal desacelerador............................................................... 31
Testes e ajustes, parte 2 SEN02556-00
Medição da pressão de óleo no trem de força....................................................................................................... 3
Ajuste do sensor de velocidade da transmissão (procedimento de substituição).................................................. 7
Método simples para testar o desempenho dos freios........................................................................................... 9
Ajuste do pedal de freio........................................................................................................................................ 10
Ajuste da alavanca do freio de estacionamento................................................................................................... 12
Método de escape de emergência quando o trem de força apresenta problemas.............................................. 13
Ajuste da folga da roda guia................................................................................................................................. 16
Inspeção do nível de desgaste da roda motriz..................................................................................................... 16
Teste e ajuste da tensão da sapata da esteira..................................................................................................... 17
Teste e ajuste da pressão de óleo do sistema HSS e do equipamento de trabalho............................................ 18
Teste da pressão principal do circuito de controle................................................................................................ 22
Medição da pressão de saída da válvula PPC..................................................................................................... 23
Ajuste da folga da válvula PPC do equipamento de trabalho.............................................................................. 26
Medição do vazamento interno do cilindro do equipamento de trabalho............................................................. 27
Ajuste da alavanca de trava do equipamento de trabalho................................................................................... 28
Liberação da pressão residual no cilindro do equipamento de trabalho (acumulador não instalado).................. 29
Liberação da pressão residual no cilindro do equipamento de trabalho (acumulador instalado)......................... 29
Sangria de ar do cilindro do equipamento de trabalho......................................................................................... 30
Medição da rotação do motor do ventilador......................................................................................................... 31
Medição da pressão no circuito da bomba do ventilador..................................................................................... 32
Medição do vazamento de óleo do motor do sistema HSS.................................................................................. 33
Sangria de ar da bomba do ventilador................................................................................................................. 33
Testes e ajustes da cabina do operador............................................................................................................... 34
Testes e ajustes, parte 3 SEN02557-00
Funções especiais do painel monitor (EMMS)....................................................................................................... 2
Testes e ajustes, parte 4 SEN02558-00
Manuseio do circuito de tensão da controladora do motor..................................................................................... 2
Método de ajuste da controladora após a sua substituição.................................................................................... 2
Trabalho preparatório para o diagnóstico de falhas do sistema elétrico................................................................. 4
Procedimento de inspeção do diodo....................................................................................................................... 9
Serviço de análise clínica do óleo – Pm............................................................................................................... 10
Como iniciar as operações do terminal KOMTRAX.............................................................................................. 22
Indicações das luzes do terminal KOMTRAX....................................................................................................... 26

40 Diagnóstico de falhas
Tabela de códigos de falhas e localização dos fusíveis SEN02559-00
Tabela de códigos de falhas................................................................................................................................... 2
Localização dos fusíveis......................................................................................................................................... 9
Informações gerais sobre diagnósticos de falhas SEN02560-00
Pontos a serem lembrados ao realizar o diagnóstico de falhas.............................................................................. 2
Seqüência de eventos no diagnóstico de falhas..................................................................................................... 3
Verificações antes de realizar o diagnóstico de falhas............................................................................................ 4

6 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02396-02

Classificação e procedimentos para a realização do diagnóstico de falhas.......................................................... 5


Índice da tabela do diagnóstico de falhas.............................................................................................................. 6
Tabela de fiação para números de pinos dos conectores.................................................................................... 10
Caixa do adaptador T e tabela do adaptador T.................................................................................................... 43
Diagnóstico de falhas segundo o código de falha (exibição do código), Parte 1 SEN02561-00
Código de falha [1500L0] Embreagem da transmissão: engate duplo...........................................................................................................3
Código de falha [15SAL1] Embreagem de desl. avante: sinal de enchimento aceso quando a corrente de comando está desligada.........4
Código de falha [15SALH] Embreagem de desl. avante: sinal de enchimento apagado quando a corrente de comando está ligada..........6
Código de falha [15SBL1] Embreagem de desl. à ré: sinal de enchimento aceso quando a corrente de comando está desligada.............8
Código de falha [15SBLH] Embreagem de desl. à ré: sinal de enchimento apagado quando a corrente de comando está ligada............10
Código de falha [15SEL1] Embreagem da 1ª: sinal de enchimento aceso quando a corrente de comando está desligada.......................12
Código de falha [15SELH] Embreagem da 1ª: sinal de enchimento apagado quando a corrente de comando está ligada........................14
Código de falha [15SFL1] Embreagem da 2ª: sinal de enchimento aceso quando a corrente de comando está desligada.......................16
Código de falha [15SFLH] Embreagem da 2ª: sinal de enchimento apagado quando a corrente de comando está ligada........................18
Código de falha [15SGL1] Embreagem da 3ª: sinal de enchimento aceso quando a corrente de comando está desligada......................20
Código de falha [15SGLH] Embreagem da 3ª: sinal de enchimento apagado quando a corrente de comando está ligada.......................22
Código de falha [AB00MA] Alternador: mau funcionamento................................................................................ 24
Código de falha [B@BAZG] Óleo do motor: pressão do óleo excessivamente baixa.......................................... 24
Código de falha [B@BCNS] Líquido de arrefecimento do radiador: superaquecimento...................................... 25
Código de falha [B@CENS] Óleo do trem de força: superaquecimento.............................................................. 25
Código de falha [B@HANS] Óleo hidráulico: superaquecimento......................................................................... 26
Código de falha [CA111] Controladora do motor: anormalidade na controladora................................................ 27
Código de falha [CA115] Anormalidade nos sensores de rotação em ré e neutro do motor:
anormalidade no sinal do sensor de rotação............................................................................................ 27
Código de falha [CA122] Pressão de carga do sensor excessivamente alta: detectada tensão excessivamente alta................................28
Código de falha [CA123] Pressão de carga do sensor excessivamente baixa: detectada tensão excessivamente baixa..........................30
Código de falha [CA131] Pressão excessivamente alta no sensor do pedal desacelerador: detectada tensão excessivamente alta........32
Código de falha [CA132] Pressão excessivamente baixa no sensor do pedal desacelerador: detectada tensão excessivamente baixa.......34
Código de falha [CA144] Pressão excessivamente alta no sensor de temperatura do líquido de arrefecimento: detectada
tensão excessivamente alta...........................................................................................................................................................36
Código de falha [CA145] Pressão excessivamente baixa no sensor de temperatura do líquido de arrefecimento: detectada
tensão excessivamente baixa........................................................................................................................................................38
Código de falha [CA153] Pressão excessivamente alta no sensor de temperatura de carga: detectada tensão excessivamente alta......40
Código de falha [CA154] Pressão excessivamente baixa no sensor de temperatura de carga: detectada tensão excessivamente baixa......42
Código de falha [CA155] Temperatura de carga excessivamente alta e diminuição na rotação do motor:
além do limite máximo de controle da temperatura ................................................................................. 44
Código de falha [CA187] Força excessivamente baixa na fonte de alimentação 2 do sensor: detectada baixa tensão.............................46
Código de falha [CA221] Força excessivamente alta no sensor de pressão atmosférica: detectada tensão excessivamente alta............48
Código de falha [CA222] Pressão excessivamente baixa no sensor de pressão atmosférica: detectada tensão excessivamente baixa...50
Código de falha [CA227] Pressão excessivamente baixa na fonte de alimentação 2 do sensor: detectada tensão excessivamente alta.......52
Código de falha [CA234] Rotação excessiva do motor: rotação excessivamente alta........................................ 54
Código de falha [CA238] Anormalidade na fonte de alimentação do sensor de rotação em neutro do
motor: detectada tensão excessivamente baixa....................................................................................... 55
Código de falha [CA271] Curto-circuto em IMV/PCV1: curto-circuito.................................................................. 56
Código de falha [CA272] Desconexão de IMV/PCV1: desconexão..................................................................... 58
Diagnóstico de falhas segundo o código de falha (exibição do código), parte 2.........................................SEN02563-00
Código de falha [CA322] Desconexão ou curto-circuito no sistema do injetor nº. 1:
desconexão, curto-circuito...................................................................................................................................... 4
Código de falha [CA323] Desconexão ou curto-circuito no sistema do injetor nº. 5:
desconexão, curto-circuito...................................................................................................................................... 6
Código de falha [CA324] Desconexão ou curto-circuito no sistema do injetor nº. 3:
desconexão, curto-circuito...................................................................................................................................... 8
Código de falha [CA325] Desconexão ou curto-circuito no sistema do injetor nº. 6:
desconexão, curto-circuito.................................................................................................................................... 10
Código de falha [CA331] Desconexão ou curto-circuito no sistema do injetor nº. 2:
desconexão, curto-circuito.................................................................................................................................... 12
Código de falha [CA332] Desconexão ou curto-circuito no sistema do injetor nº. 4:
desconexão, curto-circuito.................................................................................................................................... 14
Código de falha [CA342] Falha de correspondência dos dados na controladora do motor: Erro de correspondência................................16

D61EX,PX-15E0 7
SEN02396-02 00 Índice e prefácio

Código de falha [CA352] Pressão excessivamente baixa na fonte de alimentação (1) do sensor: Detectada tensão excessivamente baixa....... 18
Código de falha [CA386] Pressão excessivamente alta na fonte de alimentação (1) do sensor: Detectada tensão excessivamente alta.......20
Código de falha [CA428] Pressão excessivamente alta no sensor de detecção de água: Detectada tensão excessivamente alta...........22
Código de falha [CA429] Pressão excessivamente baixa no sensor de detecção de água: Detectada tensão excessivamente baixa......24
Código de falha [CA435] Anormalidade no interruptor da pressão de óleo do motor: sinal do circuito anormal.........................................26
Código de falha [CA441] Tensão excessivamente baixa na fonte de alimentação do sensor: Detectada tensão excessivamente baixa........28
Código de falha [CA442] Tensão excessivamente alta na fonte de alimentação:
Ocorrência de tensão excessivamente alta no circuito da fonte de alimentação da controladora........... 30
Código de falha [CA449] Pressão excessivamente alta no sistema “common rail” (2): ocorrência de
problema em função de pressão excessivamente alta............................................................................. 32
Código de falha [CA451] Pressão excessivamente alta no sensor de pressão do sistema “common rail”:
Detectada tensão excessivamente alta.................................................................................................... 34
Código de falha [CA452] Pressão excessivamente baixa no sensor de pressão do sistema
“common rail”: Detectada tensão excessivamente baixa......................................................................... 36
Código de falha [CA488] Temperatura de carga excessivamente alta e redução do torque: além do limite
máximo de controle da temperatura......................................................................................................... 38
Código de falha [CA553] Pressão excessivamente alta no sistema “common rail” (1): Detectada tensão excessivamente alta................39
Código de falha [CA559] Perda da alimentação de pressão da bomba de fornecimento (1):
detectada perda da alimentação de pressão............................................................................................ 40
Código de falha [CA689] Anormalidade no sensor de rotação em neutro do motor: sinal anormal..................... 42
Código de falha [CA731] Anormalidade na fase do sensor de rotação em ré do motor: fase anormal................ 44
Código de falha [CA757] Perda de todos os dados da controladora do motor: Perda de todos os dados.......... 46
Código de falha [CA778] Anormalidade no sensor de rotação em ré do motor: sinal de ré anormal................... 48
Código de falha [CA1633] Anormalidade no sistema KOMNET: comunicação anormal...................................... 50
Código de falha [CA2185] Pressão excessivamente alta na fonte de alimentação do sensor do pedal
desacelerador: detectada tensão excessivamente alta............................................................................ 52
Código de falha [CA2186] Pressão excessivamente baixa na fonte de alimentação do sensor
do pedal desacelerador: detectada tensão excessivamente baixa.......................................................... 54
Código de falha [CA2249] Perda da alimentação de pressão da bomba de fornecimento (2):
detectada perda da alimentação de pressão............................................................................................ 56
Código de falha [CA2311] Anormalidade na solenóide IMV: resistência anormal................................................ 58
Código de falha [CA2555] Desconexão do relé do aquecedor do ar de admissão: desconexão........................ 60
Código de falha [CA2556] Circuito do relé do aquecedor do ar de admissão em curto: curto-circuito................ 62
Diagnóstico de falhas segundo o código de falha (exibição do código), parte 3.........................................SEN02564-00
Código de falha [D110KA] Relé da bateria: desconexão....................................................................................... 4
Código de falha [D110KB] Relé da bateria: curto-circuito...................................................................................... 6
Código de falha [D130KA] Relé de segurança em neutro: desconexão................................................................ 8
Código de falha [D130KB] Relé de segurança em neutro: curto-circuito............................................................. 10
Código de falha [D161KA] Relé de alarme de marcha à ré: desconexão............................................................ 12
Código de falha [D161KB] Relé de alarme de marcha à ré: curto-circuito........................................................... 14
Código de falha [DAFRKR] Comunicação CAN do painel monitor: defeito na comunicação.............................. 16
Códigos de falha [DAQ0KT] e [DB30KT] Controladora da transmissão e do sistema direcional:
Anormalidade nas informações da memória da controladora.................................................................. 18
Código de falha [DAQ1KK] [DB31KK] Fonte de alimentação principal da controladora
da transmissão e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação............... 20
Código de falha [DAQ2KK] [DB32KK] Fonte de alimentação de carga da controladora
da transmissão e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação .............. 22
Códigos de falha [DAQ5KK] e [DB35KK] Fonte de alimentação (1) de 5 V no sensor da controladora da
transmissão e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação.................... 24
Código de falha [DAQ6KK] [DB36KK] Fonte de alimentação de 24 V no sensor da controladora da
transmissão e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação.................... 26
Código de falha [DAQ9KQ] [DB39KQ] Seleção do modelo da controladora da transmissão e do sistema
direcional: inconsistência no sinal de seleção do modelo........................................................................ 28
Código de falha [DB2RKR] Comunicação CAN da controladora do motor: defeito na comunicação.................. 30
Código de falha [DB30KT] [DAQ0KT] Controladora da transmissão e do sistema direcional: Anormalidade
nas informações da memória da controladora.......................................................................................... 32

8 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02396-02

Código de falha [DB31KK] [DAQ1KK] Fonte de alimentação principal da controladora da transmissão


e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação......................................... 32
Código de falha [DB32KK] [DAQ2KK] Fonte de alimentação de carga da controladora da transmissão
e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação......................................... 32
Códigos de falha [DB35KK] e [DAQ5KK] Fonte de alimentação de 5 V no sensor da controladora da
transmissão e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação.................... 32
Código de falha [DB36KK] [DAQ6KK] Fonte de alimentação de 24 V no sensor da controladora da
transmissão e do sistema direcional: entrada e queda na tensão da fonte de alimentação.................... 32
Códigos de falha [DB39KQ] e [DAQ9KQ] Seleção do modelo da controladora da transmissão e
do sistema direcional: inconsistência no sinal de seleção do modelo...................................................... 32
Código de falha [DD12KA] Interruptor de aumento de marcha: desconexão...................................................... 34
Código de falha [DD12KB] Interruptor de aumento de marcha: curto-circuito..................................................... 36
Código de falha [DD13KA] Interruptor de redução de marcha: desconexão....................................................... 38
Código de falha [DD13KB] Interruptor de redução de marcha: curto-circuito...................................................... 40
Códigos de falha [DD14KA] e [DDQ2KA] Interruptor da alavanca do freio de estacionamento: desconexão..... 42
Códigos de falha [DD14KB] e [DDQ2KB] Interruptor da alavanca do freio de estacionamento: curto-circuito.... 44
Códigos de falha [DDQ2KA] e [DD14KA] Interruptor da alavanca do freio de estacionamento: desconexão..... 46
Códigos de falha [DDQ2KB] e [DD14KB] Interruptor da alavanca do freio de estacionamento: curto-circuito.... 46
Código de falha [DGS1KX] Sensor de temperatura do óleo hidráulico: sinal de entrada fora da faixa normal... 48
Código de falha [DGT1KA] Sensor de temperatura do óleo do trem de força: desconexão................................ 50
Código de falha [DGT1KX] Sensor de temperatura do óleo do trem de força: sinal de entrada fora da faixa normal......51
Código de falha [DK10KA] Botão de controle de combustível: desconexão........................................................ 52
Código de falha [DK10KB] Botão de controle de combustível: curto-circuito....................................................... 54
Código de falha [DK30KA] Potenciômetro do sistema direcional (1): desconexão.............................................. 56
Código de falha [DK30KB] Potenciômetro do sistema direcional (1): curto-circuito............................................. 58
Código de falha [DK30KX] Potenciômetro do sistema direcional: sinal de entrada fora da faixa normal............ 60
Código de falha [DK30KZ] Potenciômetro do sistema direcional: desconexão ou curto-circuito (falha dupla).... 61
Código de falha [DK30L8] Potenciômetro do sistema direcional: sinal análogo inconsistente............................ 61
Código de falha [DK31KA] Potenciômetro do sistema direcional (2): desconexão.............................................. 62
Código de falha [DK31KB] Potenciômetro do sistema direcional (2): curto-circuito............................................. 64
Código de falha [DK40KA] Potenciômetro do sistema de freios: desconexão..................................................... 66
Código de falha [DK40KB] Potenciômetro do sistema de freios: curto-circuito.................................................... 67
Diagnóstico de falhas segundo o código de falha (exibição do código), parte 4 SEN02565-00
Código de falha [DK55KX] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento (avante-ré):
sinal de entrada fora da faixa normal.......................................................................................................... 3
Código de falha [DK55KZ] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento (avante-ré):
desconexão ou curto-circuito (falha dupla)................................................................................................. 4
Código de falha [DK55L8] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento (avante-ré): sinal análogo inconsistente...5
Código de falha [DK56KA] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento (avante-ré) (1): desconexão.....................6
Código de falha [DK56KB] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento (avante-ré) (1): curto-circuito....................8
Código de falha [DK57KA] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento (avante-ré) (2): desconexão...................10
Código de falha [DK57KB] Potenciômetro do sistema de controle de sentido de deslocamento(avante-ré) (2): curto-circuito...................12
Código de falha [DKH1KA] [DKH1KX] Sensor de angulação do passo: curto-circuito........................................ 14
Código de falha [DKH1KB] [DKH1KX] Sensor de angulação do passo: desconexão.......................................... 16
Código de falha [DKH1KX], [DKH1KA] ou [DKH1KB] Sensor de angulação do passo: Sinal de entrada fora da faixa..............................17
Código de falha [DLT3KA] Sensor da rotação de saída da transmissão: desconexão........................................ 18
Código de falha [DLT3KB] Sensor da rotação de saída da transmissão: curto-circuito....................................... 19
Código de falha [DV00KB] Alarme sonoro: curto-circuito..................................................................................... 20
Código de falha [DW7BKA] Solenóide de inversão de sentido de rotação do ventilador: desconexão............... 21
Código de falha [DW7BKB] Solenóide de inversão de sentido de rotação do ventilador: curto-circuito.............. 22
Código de falha [DWN1KA] Solenóide direita EPC do sistema HSS: desconexão.............................................. 23
Código de falha [DWN1KB] Solenóide direita EPC do sistema HSS: curto-circuito............................................ 24
Código de falha [DWN1KY] Solenóide direita EPC do sistema HSS: curto-circuito na linha da fonte de alimentação....25
Código de falha [DWN2KA] Solenóide esquerda EPC do sistema HSS: desconexão........................................ 26
Código de falha [DWN2KB] Solenóide esquerda EPC do sistema HSS: curto-circuito....................................... 27
Código de falha [DWN2KY] Solenóide esquerda EPC do sistema HSS: curto-circuito na linha da fonte de alimentação.........................28
Código de falha [DWN5KA] Solenóide EPC da bomba do ventilador: desconexão............................................. 29
Código de falha [DWN5KB] Solenóide EPC da bomba do ventilador: curto-circuito........................................... 30
Código de falha [DWN5KY] Solenóide EPC da bomba do ventilador: curto-circuito na linha da fonte de alimentação..............................31

D61EX,PX-15E0 9
00 Índice e prefácio SEN02396-02

Código de falha [DXA0KA] Solenóide TVC da bomba do sistema HSS: desconexão......................................... 32


Código de falha [DXA0KB] Solenóide TVC da bomba do sistema HSS: curto-circuito........................................ 33
Código de falha [DXA0KY] Solenóide TVC da bomba do sistema HSS: curto-circuito na linha da fonte de alimentação...........................34
Código de falha [DXH4KA] ECMV da 1ª embreagem: desconexão..................................................................... 35
Código de falha [DXH4KB] ECMV da 1ª embreagem: curto-circuito................................................................... 36
Código de falha [DXH4KY] ECMV da 1ª embreagem: curto-circuito na linha da fonte de alimentação.............. 38
Código de falha [DXH5KA] ECMV da 2ª embreagem: desconexão..................................................................... 39
Código de falha [DXH5KB] ECMV da 2ª embreagem: curto-circuito................................................................... 40
Código de falha [DXH5KY] ECMV da 2ª embreagem: curto-circuito na linha da fonte de alimentação.............. 42
Código de falha [DXH6KA] ECMV da 3ª embreagem: desconexão..................................................................... 43
Código de falha [DXH6KB] ECMV da 3ª embreagem: curto-circuito................................................................... 44
Código de falha [DXH6KY] ECMV da 3ª embreagem: curto-circuito na linha da fonte de alimentação.............. 46
Código de falha [DXH7KA] ECMV da embreagem de deslocamento à ré: desconexão..................................... 47
Código de falha [DXH7KB] ECMV da embreagem de deslocamento à ré: curto-circuito.................................... 48
Código de falha [DXH7KY] ECMV da embreagem de deslocamento à ré: curto-circuito na linha da fonte de alimentação......................49
Código de falha [DXH8KA] ECMV da embreagem de deslocamento avante: desconexão................................. 50
Código de falha [DXH8KB] ECMV da embreagem de deslocamento avante: curto-circuito................................ 52
Código de falha [DXH8KY] ECMV da embreagem de deslocamento avante: curto-circuito na linha da fonte de alimentação...................54
Diagnóstico de falhas do sistema elétrico (modo E) SEN02566-00
Antes de realizar o diagnóstico de falhas do sistema elétrico................................................................................ 3
Índice da tabela de diagnóstico de falhas.............................................................................................................. 5
E-1 O motor não dá partida (o motor de partida não gira)..................................................................................... 7
E-2 o pré-aquecedor não funciona........................................................................................................................11
E-3 O painel monitor não se acende quando a chave de partida é ligada........................................................... 14
E-4 Quando a chave de partida é ligada, o painel monitor permanece completamente acesoe não se apaga............. 15
E-5 Durante o funcionamento do motor, a luz de alerta do nível de carga da bateria pisca................................ 16
E-6 Durante o funcionamento do motor, o item de advertência de emergência pisca......................................... 18
E-7 Enquanto o pré-aquecedor está em funcionamento, a luz piloto de pré-aquecimento não se acende......... 22
E-8 O indicador de temperatura do líquido de arrefecimento não indica corretamente....................................... 24
E-9 O indicador de temperatura do óleo do trem de força não indica corretamente............................................ 26
E-10 O indicador da temperatura do óleo hidráulico não indica corretamente.................................................... 28
E-11 O indicador do nível de combustível não indica corretamente.................................................................... 30
E-12 A marcha e a rotação do motor não são indicadas corretamente................................................................ 31
E-13 O horímetro e o modo de pré-ajuste da máquina não indicam corretamente............................................. 31
E-14 A luz de alerta não pisca ou não se apaga.................................................................................................. 31
E-15 O alarme sonoro não soa ou não pára de soar........................................................................................... 32
E-16 A função de redução automática de marcha não funciona ou não é liberada............................................. 34
E-17 O interruptor de cancelamento do alarme sonoro não funciona.................................................................. 36
E-18 O acessador de informações não funciona................................................................................................. 38
E-19 O modo de limpeza do ventilador não funciona ou não é cancelado.......................................................... 40
E-20 O modo de programação não funciona ou não é cancelado....................................................................... 42
E-21 O painel monitor não pode ser colocado no modo de serviço ou não pode ser ajustado fora do modo
de serviço.................................................................................................................................................. 44
E-22 O alarme de marcha à ré não soa............................................................................................................... 46
E-23 Os faróis dianteiros e lanternas traseiras não acendem.............................................................................. 49
E-24 A buzina não soa ou não pára de soar........................................................................................................ 52
E-25 Mau funcionamento dos limpadores do vidro do pára-brisa........................................................................ 54
E-26 O lavador de janelas não ejeta água........................................................................................................... 70
E-27 O ar condicionado não funciona.................................................................................................................. 76
E-28 O sistema KOMTRAX não funciona normalmente...................................................................................... 80
Diagnóstico de falhas dos sistemas hidráulico e mecânico (modo H) SEN02567-00
Índice da tabela de diagnóstico de falhas.............................................................................................................. 3
H-1 Não há potência no deslocamento (não há força na barra de tração)............................................................ 4
H-2 A máquina não se move (em 2ª ou 3ª)............................................................................................................ 5
H-3 A máquina não se move com nenhuma marcha engatada.............................................................................. 6
H-4 A máquina se desloca somente em uma direção, avante ou à ré................................................................... 7

10 D61EX,PX-15E0
SEN02396-02 00 Índice e prefácio

H-5 Nas mudanças de marcha ou quando se muda a direção de deslocamento, ocorre um grande retardo de tempo...............................8
H-6 Não é possível manobrar a máquina (a máquina não gira para o lado esquerdo ou lado direito).................. 9
H-7 A potência ou velocidade da direção é baixa................................................................................................... 9
H-8 O freio não funciona...................................................................................................................................... 10
H-9 Superaquecimento do óleo do trem de força..................................................................................................11
H-10 É gerado um som anormal em torno da bomba do equipamento de trabalho e do sistema HSS ou do motor HSS..........................12
H-11 As velocidades de todo o equipamento de trabalho estão baixas............................................................... 12
H-12 O equipamento de trabalho não se move.................................................................................................... 13
H-13 A velocidade de elevação da lâmina é baixa ou apresenta falta de potência.............................................. 13
H-14 A velocidade de inclinação da lâmina é baixa ou apresenta falta de potência............................................ 14
H-15 A velocidade de angulação da lâmina é baixa ou apresenta falta de potência........................................... 14
H-16 A velocidade de elevação do escarificador é baixa ou apresenta falta de potência.................................... 15
H-17 Caimento hidráulico excessivo na elevação da lâmina............................................................................... 15
H-18 Caimento hidráulico excessivo na inclinação da lâmina.............................................................................. 16
H-19 Caimento hidráulico excessivo na angulação da lâmina............................................................................. 16
H-20 Caimento hidráulico excessivo na elevação do escarificador..................................................................... 17
Diagnóstico de falhas do motor (modo S) SEN02568-00
Método de utilização das tabelas do diagnóstico de falhas................................................................................... 3
S-1 O desempenho de partida é fraco................................................................................................................... 6
S-2 O motor não dá partida.................................................................................................................................... 7
S-3 O motor não pega suavemente..................................................................................................................... 10
S-4 O motor morre durante as operações.............................................................................................................11
S-5 O motor não gira suavemente....................................................................................................................... 12
S-6 O motor não apresenta rendimento (ou falta potência)................................................................................. 13
S-7 A fumaça do escapamento é preta (combustão incompleta)......................................................................... 14
S-8 Consumo excessivo de óleo (ou a fumaça do escapamento está azul)........................................................ 15
S-9 O óleo contamina-se rapidamente................................................................................................................. 16
S-10 Consumo excessivo de combustível............................................................................................................ 17
S-11 Presença de óleo no líquido de arrefecimento (o líquido de arrefecimento espirra de volta ou o nível está caindo)..........................18
S-12 Queda na pressão de óleo........................................................................................................................... 19
S-13 O nível de óleo aumenta (entrada de líquido de arrefecimento ou combustível)........................................ 20
S-14 A temperatura do líquido de arrefecimento fica muito alta (superaquecimento).......................................... 21
S-15 Ocorrência de ruído anormal....................................................................................................................... 22
S-16 A vibração é excessiva................................................................................................................................. 23

50 Desmontagem e montagem
Informações gerais sobre desmontagem e montagem SEN02569-00
Como ler este manual............................................................................................................................................. 2
Lista de materiais de revestimento......................................................................................................................... 4
Lista de ferramentas especiais............................................................................................................................... 7
Desenhos das ferramentas especiais................................................................................................................... 12
Motor e sistema de resfriamento (SAA6D107E-1) SEN02570-00
Remoção e instalação do conjunto do protetor do radiador.................................................................................... 2
Remoção e instalação do conjunto do motor.......................................................................................................... 6
Remoção e instalação do conjunto do radiador.....................................................................................................11
Remoção e instalação do conjunto do pós-resfriador........................................................................................... 14
Remoção e instalação do conjunto do resfriador de óleo do trem de força.......................................................... 17
Remoção e instalação do conjunto do resfriador hidráulico.................................................................................. 18
Remoção e instalação do conjunto do comando de acionamento do ventilador de arrefecimento...................... 21
Remoção e instalação do conjunto do motor do ventilador de arrefecimento...................................................... 23
Remoção e instalação do conjunto do amortecedor............................................................................................. 24
Remoção e instalação do conjunto do reservatório de combustível..................................................................... 29
Remoção e instalação do conjunto do capô do motor.......................................................................................... 31

D61EX,PX-15E0 11
00 Índice e prefácio SEN02396-02

Motor (SAA6D170E-1) SEN02571-00


Remoção e instalação do conjunto da bomba de alimentação de combustível..................................................... 2
Remoção e instalação do conjunto do injetor de combustível............................................................................... 4
Remoção e instalação do conjunto dos cabeçotes dos cilindros......................................................................... 13
Remoção e instalação do retentor dianteiro do motor.......................................................................................... 26
Remoção e instalação do retentor traseiro do motor........................................................................................... 29
Trem de força, Parte 1 SEN02572-00
Remoção e instalação do conjunto da transmissão, conversor de torque e PTO.................................................. 2
Desconexão e conexão do conjunto da transmissão, conversor de torque e PTO................................................ 6
Desmontagem e montagem do conjunto da PTO................................................................................................... 8
Desmontagem e montagem do conjunto do conversor de torque........................................................................ 13
Desmontagem e montagem do conjunto da transmissão TORQFLOW............................................................... 17
Remoção e instalação do conjunto da válvula de alívio principal do conversor de torque................................... 34
Desmontagem e montagem do conjunto da válvula de alívio principal do conversor de torque.......................... 35
Trem de força, Parte 2 SEN02573-00
Remoção e instalação do conjunto da bomba de óleo de lubrificação e do trem de força..................................... 2
Remoção e instalação do conjunto da bomba do equipamento de trabalho e do sistema HSS............................. 4
Remoção e instalação do conjunto da bomba de recuperação.............................................................................. 5
Remoção e instalação do conjunto do motor HSS.................................................................................................. 5
Desmontagem e montagem do conjunto do sistema HSS...................................................................................... 6
Remoção e instalação do conjunto do comando final........................................................................................... 24
Desmontagem e montagem do conjunto do comando final.................................................................................. 25
Material rodante e armação, parte 1 SEN02574-00
Remoção e instalação do conjunto da armação de esteira.................................................................................... 2
Remoção e instalação do conjunto da roda-guia.................................................................................................... 4
Desmontagem e montagem do conjunto da roda-guia........................................................................................... 5
Remoção e instalação do conjunto da mola tensora.............................................................................................. 9
Desmontagem e montagem do conjunto da mola tensora.................................................................................... 10
Remoção e instalação do conjunto dos roletes inferiores..................................................................................... 13
Desmontagem e montagem do conjunto dos roletes inferiores............................................................................ 14
Remoção e instalação do conjunto dos roletes superiores................................................................................... 17
Desmontagem e montagem do conjunto dos roletes superiores.......................................................................... 18
Material rodante e armação, parte 2 SEN02575-00
Verificações antes de expandir o conjunto da sapata da esteira............................................................................ 2
Expansão (normal), expansão (por anormalidade interna) e instalação do conjunto da sapata de esteira............ 2
Desmontagem e montagem completa do conjunto da sapata de esteira............................................................... 4
Tabela de dimensões do gabarito de encaixe por pressão................................................................................... 20
Desmontagem e montagem no campo de um elo................................................................................................ 23
Remoção e instalação do conjunto do eixo pivotado............................................................................................ 30
Remoção e instalação do conjunto da barra equalizadora................................................................................... 32
Remoção e instalação da bucha lateral da barra equalizadora............................................................................ 33
Remoção e instalação do dente segmentado....................................................................................................... 34
Sistema hidráulico SEN02576-00
Remoção e instalação do conjunto da válvula de controle principal....................................................................... 2
Montagem do conjunto da válvula de controle principal......................................................................................... 4
Remoção e instalação do conjunto da bomba do ventilador de arrefecimento....................................................... 7
Desmontagem e montagem do conjunto do cilindro hidráulico............................................................................... 8
Equipamento de trabalho SEN02577-00
Remoção e instalação do conjunto do equipamento de trabalho........................................................................... 2
Desmontagem e montagem do conjunto do equipamento de trabalho................................................................... 4

12 D61EX,PX-15E0
SEN02396-02 00 Índice e prefácio

Cabina e seus implementos SEN02578-00


Remoção e instalação do conjunto da estrutura de proteção ROPS..................................................................... 2
Remoção e instalação do conjunto da cabina do operador................................................................................... 3
Remoção e instalação do vidro da cabina do operador (vidro fixo)....................................................................... 9
Remoção e instalação do conjunto do painel monitor.......................................................................................... 18
Remoção e instalação do conjunto do painel de instrumentos............................................................................ 19
Remoção e instalação do conjunto da armação do piso...................................................................................... 22
Sistema elétrico SEN02579-00
Remoção e instalação do conjunto da controladora do motor............................................................................... 2
Remoção e instalação do conjunto da controladora da transmissão e do sistema direcional............................... 3
Remoção e instalação do conjunto do terminal KOMTRAX................................................................................... 4
Remoção e instalação do conjunto da unidade do ar condicionado...................................................................... 5

90 Diagramas e desenhos
Diagramas e desenhos hidráulicos SEN02399-00
Diagrama do circuito hidráulico do trem de força................................................................................................... 3
Diagrama do circuito hidráulico do equipamento de trabalho................................................................................. 5
Diagramas e desenhos elétricos SEN02400-01
Diagrama do circuito elétrico................................................................................................................................... 3
Diagrama da disposição dos conectores................................................................................................................ 5

D61EX,PX-15E0 13
SEN02396-02

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Formulário Nº SEN02396-02

© KOMATSU 2008
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

14
MANUAL DE OFICINA SEN02397-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

00 Índice e prefácio
Prefácio e informações gerais
Notas sobre segurança.................................................................................................................................................... 2
Como ler o manual de oficina........................................................................................................................................... 7
Explicações dos termos relacionados aos padrões de manutenção............................................................................... 9
Manuseio do equipamento elétrico e componentes hidráulicos......................................................................................11
Como ler o código de fiação elétrica.............................................................................................................................. 23
Precauções ao realizar as operações............................................................................................................................ 26
Método de desmontagem e conexão do acoplador tipo dinamômetro.......................................................................... 29
Tabela de torques de aperto padrão.............................................................................................................................. 32
Tabela de conversões.................................................................................................................................................... 36

D61EX,PX-15E0 1
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Nota de segurança (Rev. 09/2005)


Observações importantes de segurança
Os serviços adequados de manutenção e reparos são extremamente importantes para uma operação segura da
máquina. As técnicas de manutenção e reparo recomendadas pela Komatsu e descritas neste manual são ao
mesmo tempo eficientes e seguras. Algumas dessas técnicas exigem o emprego de ferramentas especialmente
projetadas pela Komatsu para finalidades específicas.
Para evitar ferimento de operários, o símbolo ! é utilizado para apontar precauções de segurança neste manual.
As orientações de cuidados que acompanham estes símbolos devem ser seguidas sempre com muita atenção. Na
ocorrência de qualquer situação de risco, considere em primeiro lugar as condições de segurança, para só então
tomar as ações necessárias para lidar com a situação.

1. Precauções gerais 7) Se forem necessários reparos com solda, tenha


! Os equívocos na operação são extremamente sempre um soldador treinado e experiente para
perigosos. Leia cuidadosamente o Manual de realizar o serviço. Ao realizar trabalhos de solda,
Operação e Manutenção antes de operar a use sempre luvas de solda, avental, óculos de
máquina. blindagem, capacete e outras roupas apropriadas
1) Antes de fazer qualquer lubrificação ou trabalho de para o trabalho de solda.
reparos, leia todas as placas de segurança fixadas 8) Antes de iniciar o trabalho, aqueça o seu corpo
à máquina. Para informações sobre os locais onde completamente para começar o trabalho em boas
estão as placas de segurança e para obter uma condições físicas.
explicação detalhada sobre as precauções a elas
relacionadas, consulte o Manual de Operação e Pontos relacionados à segurança
Manutenção.
1 Boa disposição dos itens da oficina
2) Escolha um local na oficina de trabalho para
guardar as ferramentas e as peças removidas. 2 Roupas de trabalho corretas
Mantenha sempre as ferramentas e as peças em 3 Observância ao padrão de trabalho
seus locais corretos. Conserve a área de trabalho 4 Reprodução e verificação de sinais
sempre limpa e certifique-se de que o chão esteja Proibição da operação e manuseio por trabalhadores não
livre de sujeira, água ou óleo. Fume apenas na 5
credenciados
área reservada e jamais durante o trabalho.
Verificação das condições de segurança antes do início do
3) Ao executar qualquer operação, use sempre 6
trabalho
óculos de segurança e capacete. Não use roupas
Uso de óculos de proteção (para os trabalhos de limpeza
de trabalho muito folgadas, ou que estejam 7
ou de retífica)
faltando botões.
• Use sempre óculos de segurança ao bater 8 Uso de óculos de proteção (para os trabalhos de solda)
em peças com um martelo. 9 Boas condições físicas e preparo
• Use sempre óculos de segurança ao retificar Tomar precauções em relação ao trabalho com o qual não
peças com esmeril, etc. 10
esteja muito habituado
4) Ao conduzir qualquer operação com dois ou
mais trabalhadores, estabeleça sempre um
acordo sobre o procedimento de operação antes 2. Preparativos para o trabalho
do seu início. Informe os seus companheiros 1) Antes de adicionar óleo ou efetuar qualquer reparo,
de trabalho antes de iniciar qualquer etapa da estacione a máquina sobre um terreno firme e plano,
operação e pendure placas de advertência com a acione o freio de estacionamento e trave as rodas ou
mensagem “EM CONSERTO” no compartimento esteiras com calços a fim de evitar que a máquina se
do operador. movimente.
5) Somente trabalhadores especializados devem 2) Antes de iniciar o trabalho, baixe o equipamento
realizar o trabalho e as operações que necessitem de trabalho (lâmina, escarificador, caçamba, etc.)
de licença ou qualificação. ao solo. Se isso não for possível, insira o pino
6) Mantenha todas as ferramentas em boas de travamento ou utilize blocos para evitar que o
condições, aprenda a maneira correta de utilizá- equipamento de trabalho possa cair. Além disso,
las e empregue as ferramentas apropriadas para certifique-se de travar todas as alavancas de
cada tipo de operação. Antes de iniciar o trabalho, controle e pendure sinais de advertência.
faça uma verificação minuciosa das ferramentas,
da máquina, empilhadeira, carro de serviço, etc.

2 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

3) Ao proceder às operações de desmontagem 8) Ao remover a tubulação, não deixe que combustível


ou montagem, apóie a máquina sobre blocos, ou óleo seja derramado. Caso óleo ou combustível
macacos ou cavaletes antes de iniciar o trabalho. respinguem no solo, limpe imediatamente. A
4) Remova toda a lama e óleo dos degraus ou de presença de combustível ou óleo no chão poderá
outros locais utilizados para entrar ou sair da torná-lo escorregadio ou até mesmo provocar um
máquina. Sempre utilize os corrimões, escadas início de incêndio.
ou degraus ao entrar ou sair da máquina. Jamais 9) Como regra geral, não use gasolina para lavar
pule para dentro ou para fora da máquina. Se as peças, nem para limpar as partes elétricas.
não for possível utilizar os corrimões, escadas 10) Certifique-se de montar todas as peças de volta
ou degraus, utilize um cavalete que proporcione às suas posições originais. Substitua qualquer
um apoio seguro. peça danificada, ou peças que não devem ser
reutlizadas por peças novas. Ao instalar as
3. Precauções durante o trabalho mangueiras e condutores, certifique-se de que
1) Antes de desconectar ou remover componentes dos não serão danificados pelo contato com outras
circuitos de óleo, água ou ar, libere completamente peças quando a máquina estiver em operação.
a pressão do circuito. Ao remover a tampa do bocal 11) Ao instalar mangueiras de alta pressão, verifique
de abastecimento de óleo, dos bujões de dreno ou se não estão torcidas. É perigoso utilizar tubos
dos bujões de captação da pressão de óleo, solte- danificados, por isso seja muito cuidadoso ao
os devagar para evitar que o óleo jorre para fora instalar tubos nos circuitos de alta pressão. Além
com força. disso, verifique se as peças de conexão estão
2) O líquido de arrefecimento e o óleo presentes nos instaladas da maneira correta.
circuitos se encontram em alta temperatura logo 12) Ao montar ou instalar as peças, sempre utilize
após o motor ser desligado, por isso tenha cuidado os torques de aperto especificados. Ao instalar
para não se queimar. Aguarde até que o óleo e o peças de proteção como protetores, ou peças
líquido de arrefecimento resfriem antes de realizar que vibrem com violência ou girem em alta
qualquer trabalho nos circuitos de água e de óleo. rotação, seja bastante cuidadoso ao verificar se
3) Antes de iniciar o trabalho, desligue o motor. estão instaladas corretamente.
Principalmente se estiver trabalhando sobre ou ao 13) Ao alinhar dois orifícios, jamais insira seus dedos
redor de uma peça giratória, mantenha o motor ou mesmo a sua mão. Tome cuidado para não
desligado. Ao verificar a máquina sem antes ter ficar com os dedos presos em um orifício.
desligado o motor (medição da pressão do óleo, 14) Ao medir a pressão hidráulica, verifique se as
velocidade de rotação, temperatura, etc.), tenha peças de medição estão montadas corretamente.
muito cuidado para não ficar preso nas peças 15) Tome cuidado ao remover ou instalar as esteiras
giratórias ou peças móveis. ou máquinas do tipo esteira. Ao ser removida, a
4) Antes de iniciar o trabalho, remova os cabos da esteira se separa da armação repentinamente,
bateria. Inicie sempre a remoção pelo cabo do por isso não deixe que ninguém permaneça em
terminal negativo (-). qualquer uma de suas extremidades.
5) Para levantar componentes pesados (acima de 16) Se o motor for mantido em operação por um longo
25 kg), utilize um guindaste ou uma ponte rolante. período em um local que não seja bem ventilado,
Antes de dar início ao trabalho, verifique se as há o risco de envenenamento provocado pela
amarrações (cabos de aço, ganchos e correntes) fumaça. Por isso abra as portas e janelas para
não estão danificadas. Utilize sempre equipamento auxiliar na ventilação.
de ampla capacidade e instale-os nos locais
adequados. Opere o guindaste ou a ponte rolante
lentamente para evitar que o componente venha
a bater em qualquer outra peça. Não trabalhe
com nenhuma peça que ainda esteja suspensa
pela ponte rolante ou pelo guindaste.
6) Ao remover tampas pressurizadas ou comprimidas
por mola, deixe dois parafusos em posições diagonais.
Solte esses parafusos gradativa e alternadamente
para soltar a pressão, e só então remova a tampa.
7) Ao remover componentes, tenha cuidado para
não partir ou danificar a fiação elétrica. Fiações
danificadas podem provocar incêndios.

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

4. Precauções para o trabalho de amarração e


reprodução de sinais

Capacidade da carga (kN (kg))


1) Somente um trabalhador designado deverá
fazer os sinais, e os trabalhadores da equipe
devem se comunicar entre si freqüentemente. O
sinalizador designado deverá reproduzir os sinais
especificados claramente e estar posicionado
em um local onde possa ser visto do assento do
operador, além de poder observar com facilidade
as condições do trabalho. O sinalizador deverá
permanecer sempre em frente à carga e orientar
o operador com segurança.
• Não se posicione embaixo da carga. Ângulo de içamento (graus)
• Não pise sobre a carga.
2) Verifique as amarrações antes de iniciar o 8) Ao instalar cabos de aço em uma carga angular,
trabalho de içamento. aplique calços para proteger os cabos. Se a
3) Use luvas durante o trabalho de amarração (dê carga for propensa ao deslizamento, aplique
preferência a luvas de couro, se disponíveis). material apropriado para evitar que isto ocorra.
4) Meça visualmente o peso da carga e verifique 9) Utilize os olhais específicos e prenda a eles os
qual o seu centro de gravidade. cabos, correntes, etc. utilizando adaptadores, etc.
5) Use uma amarração apropriada de acordo com 10) Instale os cabos de aço na parte média do
o peso da carga e com o método de amarração gancho.
empregado. Se forem utilizados cabos de aço • A amarração próxima à ponta do gancho
muito grossos para amarrar uma carga muito poderá fazer com que o cabo de aço escape
leve, ela poderá deslizar e cair. para fora do gancho durante o içamento. O
6) Não amarre a carga com apenas um cabo. Se gancho possui a sua máxima resistência na
for amarrada dessa forma, a carga poderá girar parte média.
e deslizar para fora do cabo. Instale 2 ou mais
cabos de aço em posições simétricas.
! A amarração com apenas um cabo de aço
poderá fazer com que a carga vire durante
o seu içamento, o cabo de aço poderá
enrolar ou mesmo a carga poderá deslizar
do cabo, saindo de sua posição original e
vindo a causar um sério acidente.
7) Limite o ângulo de içamento em 60°, como regra.
Não amarre uma carga pesada com cabos formando
um ângulo amplo de içamento a partir do gancho.
Ao suspender uma carga com dois cabos ou
mais, a força sujeita a cada cabo aumentará
com o ângulo de içamento. A tabela abaixo
mostra a variação da carga permissível em kN 11) Não utilize cabos de aço torcidos ou dobrados.
{kg}, quando o içamento é feito com dois cabos, 12) Ao elevar uma carga, observe os seguintes itens:
cada um dos quais é capaz de erguer até 9,8 • Suspenda o guindaste até que os cabos de aço
kN {1.000 kg} verticalmente, sob vários ângulos estejam esticados. Ao ajustar os cabos com as
de içamento. Quando os dois cabos suspendem mãos, não os enrole e sim pressione-os a partir
uma carga verticalmente, até 19,6 kN {2.000 kg} de cima. Se você segurá-los, poderá prender
da carga total podem ser suspensos. Este peso seus dedos nos cabos.
é reduzido para 9,8 kN {1,000 kg} quando os dois • Após os cabos estarem tensionados, pare o
cabos formam um ângulo de içamento de 120º. guindaste e verifique as condições da carga
Se os dois cabos suspenderem uma carga de suspensa, dos cabos e dos calços.
19,6 kN {2.000 kg} em um ângulo de elevação de
150º, cada um deles estará sujeito a uma força
tão grande quanto 39,2 kN {4.000 kg}.

4 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

• Se a carga estiver instável ou os cabos de aço 13) Se o guindaste parar em função de uma falha de
e as correntes estiverem torcidas, baixe a carga energia, desligue o interruptor de força. Ao ligar
e repita a operação de içamento novamente. o interruptor que foi desligado pelo disjuntor de
• Não suspenda a carga se estiver balançando. prevenção de choques elétricos, verifique se os
13) Ao baixar uma carga, observe os seguintes itens: dispositivos relacionados a esse interruptor não
• Ao baixar uma carga que estiver sendo erguida, se encontram em estado de operação.
pare-a temporariamente a 30 cm do solo, e 14) Caso encontre algum obstáculo ao redor do
então prossiga baixando-a lentamente. guindaste, interrompa a operação.
• Verifique se a carga está estável, e então 15) Após completar o trabalho, pare o guindaste
remova a amarração. na posição especificada e suspenda o gancho
• Remova as dobras e a sujeira dos cabos de aço a menos de 2m acima do solo. Não deixe a
e correntes utilizados no trabalho de amarração, amarração presa no gancho.
e guarde-os no local especificado.
7. Seleção dos cabos de aço
5. Precauções na utilização do guindaste móvel 1) Selecione os cabos adequados, dependendo do
« Leia cuidadosamente o Manual de Operação e peso das peças a serem erguidas, consultando
Manutenção do guindaste com antecedência e a tabela abaixo.
opere o opere o guindaste com segurança.

6. Precauções no uso do guindaste aéreo Cabos de aço


! Ao suspender uma carga pesada (superior (Cabos entrelaçados padrão “Z” sem galvanização)
a 25 kg) utilize um guindaste, etc. Durante a (JIS G3525, nº 6, tipo 6X37-A)
desmontagem ou a montagem, o peso de uma
Diâmetro nominal
peça que seja superior a 25 kg é indicado ao Carga permissível
do cabo
lado da marca .
mm kN ton
1) Antes de iniciar o trabalho, inspecione os cabos
de aço, freios, embreagem, controlador, trilhos, 10 8,8 0,9
dispositivo de parada de enrolamento superior, 12 12,7 1,3
disjuntor de prevenção de choques elétricos, 14 17,3 1,7
dispositivo de prevenção contra colisão do 16 22,6 2,3
guindaste, e farol de alerta de aplicação de força,
18 28,6 2,9
e verifique as condições de segurança.
2) Observe os sinais para trabalho de içamento. 20 35,3 3,6
3) Opere o guindaste em um local seguro. 25 55,3 5,6
4) Verifique as placas indicadoras de direção (leste, 30 79,6 8,1
oeste, norte, sul), e as direções dos botões de 40 141,6 14,4
controle sem erro.
50 221,6 22,6
5) Não eleve uma carga que estiver balançando.
Não movimente o guindaste se a carga suspensa 60 318,3 32,4
estiver girando.
6) Não eleve e nem baixe uma carga enquanto o « A carga permissível corresponde a 1/6 da
guindaste estiver se movimentando longitudinal- tensão de ruptura do cabo utilizado (coefi-
mente ou lateralmente. ciente de segurança: 6).
7) Não arraste uma amarração.
8) Ao suspender uma carga, pare-a logo após ter
sido erguida do solo e verifique as condições de
segurança, para só então voltar a erguê-la.
9) Considere a rota de deslocamento com antecedência
e suspenda a carga até uma altura segura.
10) Posicione o interruptor de controle em uma posição
que não seja um obstáculo ao trabalho e à equipe.
11) Após operar o guindaste, não gire o interruptor
de controle.
12) Lembre-se da posição do interruptor principal para
que seja possível desligar a força imediatamente
em uma emergência.

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

8. Precauções para desconectar e conectar


as mangueiras e tubos do circuito de ar
condicionado
1) Desconexão
! Recolha o gás refrigerante (R134a) do ar
! condicionado.
Se o gás refrigerante (R134a) atingir seus
olhos, poderá causar-lhe cegueira. Por essa
razão, ao recolher ou adicionar o gás, você
deverá estar qualificado para manusear o
refrigerante e não deixar de usar os óculos
de proteção.

2) Conexão
1] Ao instalar as mangueiras e tubos do circuito
de ar condicionado, tome cuidado para
que não entre sujeira, pó, água, etc. nos
mesmos.
2] Ao conectar as mangueiras e tubos de ar
condicionado, verifique se os anéis “O” (1) estão
encaixados em suas juntas.
3] Verifique se os anéis “O” não apresentam
avarias ou deteriorações.
4] Ao conectar a tubulação do refrigerante,
aplique o óleo do compressor para refrigerante
(R134a) (DENSO: ND-OIL8, ZEXEL:
ZXL100PG (equivalente ao PAG46)) em
seus anéis “O”.

« Exemplo de anel “O” (encaixado em cada junção de


mangueiras e tubos)

« Para saber o torque de aperto aplicável, consulte as


precauções para instalação na seção “Desmontagem
e montagem”.

6 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

Como ler o manual de oficina

• É possível que alguns dos implementos e peças opcionais apresentados neste manual não sejam entregues em
determinadas áreas. Caso necessite de algum deles, consulte o seu distribuidor KOMATSU.
• Os materiais e as especificações estão sujeitos a alteração sem notificação prévia.
• Os manuais de oficina são divididos em “Volume do chassi” e “Volume do motor”. Para obter a unidade do motor,
consulte o volume do motor de acordo com o modelo do motor montado na máquina.

1. Composição do manual de oficina


Este manual contém as informações técnicas necessárias para os serviços executados em uma oficina. Para
facilitar seu entendimento, o manual é dividido nas seguintes seções:
00. Índice e prefácio
Esta seção apresenta a lista de manuais de oficina, índice, algumas informações básicas e informações sobre
segurança.
01. Especificações
Esta seção explica as especificações da máquina.
10. Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção
Esta seção traz explicações sobre os valores de estrutura, funcionamento, e padrões de manutenção para
cada componente. A subseção de estrutura e funcionamento explica a estrutura e o funcionamento de cada
componente. Serve não só para obter entendimento da estrutura, mas também como material de referência para
o diagnóstico de falhas. A subseção padrões de manutenção explica os critérios e soluções para a desmontagem
e a execução do serviço.
20. Tabela de valores-padrão
Esta seção apresenta os valores-padrão da nova máquina e os critérios de avaliação para os testes, ajustes e
diagnósticos de falha. Esta tabela de valores-padrão é utilizada na verificação destes mesmos valores durante
as operações de testes e ajustes, e também para fazer a avaliação das peças durante o diagnóstico de falhas.
30. Testes e ajustes
Esta seção apresenta os instrumentos de medição e explica quais os métodos de medição para fazer os testes
e ajustes, bem como o método de ajuste de cada peça. Os valores-padrão e os critérios de avaliação para os
testes e ajustes são explicados na seção Testes e ajustes.
40. Diagnósticos de falhas
Esta seção explica como localizar a peças que apresentam falhas e como corrigi-las. O diagnóstico de falhas é
dividido pelos modos de falhas. O “modo S” do diagnóstico de falhas relacionado ao motor poderá também ser
explicado no Volume o chassi e no Volume do motor. Neste caso, consulte o Volume do chassi.
50. Desmontagem e montagem
Esta seção traz explicações sobre as ferramentas especiais e os procedimentos para a remoção, instalação,
desmontagem e montagem de cada componente, bem como as precauções a serem tomadas em cada uma
dessas operações. Além disso, apresenta também o torque de aperto, a quantidade e o peso dos materiais de
revestimento, óleo, graxa e líquido de arrefecimento necessários para a execução do trabalho.
90. Diagramas e desenhos (volume do chassi) / Reparo e substituição das peças (volume do motor)
• Volume do chassi
Esta seção apresenta os diagramas do circuito hidráulico e do circuito elétrico.
• Volume do motor
Esta seção explica os métodos de reprodução, reparo e substituição das peças.
2. Revisão e distribuição
Quaisquer adições, revisões ou outras alterações das notificações serão enviadas aos distribuidores Komatsu.
Procure sempre obter as informações mais atualizadas antes de iniciar qualquer trabalho.

D61EX,PX-15E0 7
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

3. Método de arquivamento
Faça o arquivamento pelas brochuras na ordem correta de acordo com o número do formulário impresso na tabela
de composição do manual de oficina.

• Marca de edição revisada


Quando um manual é revisado, os dígitos um e dez do número do formulário de cada brochura são aumentados
em 1 (exemplo: 00, 01, 02, etc).

• Revisões
Os volumes revisados são mostrados na tabela de composição do manual de oficina.

4. Símbolos
As partes importantes relacionadas à qualidade e segurança estão marcadas pelos símbolos apresentados a seguir,
para que o manual de oficina possa ser utilizado de maneira prática.

Simbolo Item Observações


! Segurança Precauções especiais de segurança, necessárias na execução do trabalho.
Precauções técnicas especiais ou outras precauções para os padrões de preservação,
« Atenção
necessárias na execução do trabalho.
Peso das partes dos componentes das peças. Cuidados necessários na seleção dos cabos
Peso
de aço, ou quando houver necessidade de aplicar determinada postura de trabalho
Torque de aperto Locais que podem requerer atenção especial ao torque de aperto durante a montagem.
Adesivo Locais a serem cobertos com adesivos, etc, durante a montagem.
Óleo, líquido refrigerante Locais onde óleo, etc, devem ser adicionados, e a sua capacidade.
Drenagem Locais onde óleo, etc, devem ser drenados, e a quantidade a ser drenada.

5. Unidades
Neste manual de oficina, as unidades são indicadas segundo o Sistema Internacional de unidades (SI). Para
referência, o Sistema Gravitacional de unidades utilizado convencionalmente é indicado entre parênteses { }.

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00 Índice e prefácio SEN02397-00

Explicação dos termos relacionados aos padrões de manutenção


Os valores dos padrões de manutenção necessários para a avaliação dos produtos e das peças estão descritos pelos
termos a seguir:

1. Tamanho e tolerância padrões


• Por motivos de precisão, o tamanho do acabamento
das peças pode variar de uma peça para a outra.
• Para especificar o tamanho de acabamento
de uma peça, é definido um tamanho-padrão
temporário, indicando-se uma possível diferença
a partir daquele tamanho.
• O tamanho definido temporariamente descrito
acima é denominado “tamanho-padrão”, e a
margem de diferença a partir do tamanho-padrão
é denominada “tolerância”.
• A tolerância com os símbolos + ou – é indicada à
direita do tamanho-padrão.

Exemplo

Tamanho-padrão Tolerância
-0,022
120
-0,126

« A tolerância poderá estar indicada no texto e na


tabela como [tamanho-padrão (limite superior de
tolerância / limite inferior de tolerância)] Exemplo:
120 (– 0,022 / – 0,126).

• Normalmente, o tamanho de um orifício e o


tamanho de um eixo a ser encaixado naquele
orifício são indicados pelo mesmo tamanho-
Tamanho padrão 60
padrão e pelas diferentes tolerâncias do eixo e
do orifício. A precisão do encaixe é decidida pela Tolerância do orifício
tolerância. (superior): +0,046
• Indicação do tamanho do eixo de rotação e do Folga-padrão
orifício, e o desenho da relação entre eles. (máxima): 0,122
Folga-padrão
(mínima): 0,030
Exemplo
Tolerância do eixo
Tolerância (inferior): -0,076
Tamanho-padrão Tolerância do eixo
Eixo Orifício (superior): -0,030
-0,030 +0,046
60
-0,076 0

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

2. Folga-padrão e valor-padrão 5. Limite de folga


• A folga criada quando novas peças são montadas • As peças podem ser utilizadas até que a folga
é denominada “folga-padrão”, que é indicada pela padrão entre elas aumente até um determinado
faixa entre a folga mínima e a folga máxima. limite. O limite ao qual essas peças não devem
• Quando algumas peças são reparadas, a folga é mais ser utilizadas é denominado “limite de folga”.
geralmente ajustada para a folga-padrão. • Se a folga entre as peças ultrapassar o limite de
• Um valor da performance e do funcionamento de folga, estas deverão ser substituídas ou reparadas.
novos produtos, ou equivalente, é denominado
“valor-padrão”, que é indicado por uma faixa ou 6. Limite de interferência
valor a ser atingido. • A interferência máxima permissível entre o orifício
• Quando algumas peças são reparadas, o valor de uma peça e o eixo de uma outra peça a serem
da performance / funcionamento é ajustado de montadas é denominada “limite de interferência”.
acordo com o valor-padrão. • O limite de interferência mostra o limite de reparo
da peça de menor tolerância.
3. Interferência-padrão • Se a interferência entre as peças ultrapassar o
• Quando o diâmetro de um orifício é menor que o limite de interferência, estas deverão ser substi-
tamanho de um eixo em função de um tamanho- tuídas ou reparadas.
padrão e da tolerância, a diferença entre esses
tamanhos é denominada “interferência”.
• A faixa (A – B) que vai da diferença (A) entre o
tamanho mínimo do eixo e o tamanho máximo
do orifício até a diferença (B) entre o tamanho
máximo do eixo e o tamanho mínimo do furo é a
“interferência padrão”.
• Após reparar ou substituir algumas peças, meça
o tamanho de seus orifícios e eixos e verifique se
a interferência encontra-se na faixa padrão.

4. Limite de reparo e valor permissível


• O tamanho de uma peça é modificado em
função de desgaste e deformação enquanto está
sendo usada. O limite do tamanho modificado é
denominado “limite de reparo”.
• Quando uma peça é desgastada até o seu limite
de reparo, deve ser substituída ou reparada.
• O desempenho e o funcionamento de um
produto são reduzidos durante o seu uso. Um
valor abaixo da capacidade do produto em ser
utilizado sem causar problemas é denominado
“valor permissível”.
• Se um produto sofrer desgaste até atingir o valor
permissível, deverá ser verificado ou reparado.
Uma vez que o valor permissível é estimado
a partir de vários testes ou experiências, na
maioria dos casos, contudo, deverá ser avaliado
após considerar as condições de operação e as
necessidades do cliente.

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00 Índice e prefácio SEN02397-00

Manuseio do equipamento elétrico e dos componentes hidráulicos


A fim de manter o bom desempenho da máquina por um longo período, e prevenir as falhas e outros problemas
antes que venham a ocorrer, é necessário realizar corretamente as “operações”, os procedimentos de “manutenção
e inspeção”, o “diagnóstico de falhas” e os “consertos”. Essa seção trata particularmente dos procedimentos corretos
para reparos mecatrônicos, visando aumentar a qualidade de tais reparos. Para esse propósito, foram elaboradas as
seções sobre “Manuseio do equipamento elétrico” e “Manuseio do equipamento hidráulico” (principalmente para o óleo
do câmbio e o óleo hidráulico).

Pontos a serem lembrados durante o manuseio do


equipamento elétrico
1. Manuseio dos chicotes de fiação e conectores
Os chicotes de fiação consistem de fios que conectam
um componente a outro, conectores utilizados para
conectar e desconectar um fio a outro, e protetores
ou tubos utilizados para proteger a fiação.
Comparados a outros componentes elétricos encaixa-
dos em caixas ou estojos, os chicotes de fiação são
mais vulneráveis aos efeitos diretos da chuva, água,
calor ou vibração. Além disso, durante as operações
de inspeção e reparo, costumam ser removidos e
reinstalados com freqüência, por isso estão mais
sujeitos a sofrer avarias ou deformações. Por essa
razão, é necessária extrema cautela ao manusear os
chicotes de fiação.

2. Ocorrência das principais falhas no chicote de


fiação
1) Falha no contato dos conectores (falha no Inserção imprópria
contato entre macho e fêmea)
Problemas de falha de contato são muito
prováveis de acontecer em função de o conector
macho não estar devidamente inserido no
conector fêmea, ou no caso de um ou ambos
conectores estarem deformados, ou por suas
posições não estarem alinhadas corretamente,
ou ainda devido à existência de corrosão ou
oxidação das superfícies de contato.

2) Defeito na compressão ou na soldagem dos


conectores
Os pinos dos conectores macho e fêmea estão
em contato com o terminal achatado ou com Porção achatada
a porção de solda, mas há força excessiva na
fiação, e o revestimento galvanizado causa
conexão imprópria ou ruptura.

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

3. Desconexões na fiação
Se os conectores forem separados puxando-os
pelos fios, ou se os componentes forem suspensos
por um guindaste com a fiação ainda conectada, ou
ainda se um objeto pesado bater na fiação, o encaixe
da fiação poderá se soltar, a soldagem poderá ficar
danificada, ou ainda a fiação poderá se romper.

4. Entrada de água à alta pressão em um conector


O conector é projetado de forma a dificultar ao
máximo a entrada de água (estrutura à prova de
umidade), mas se houver um jato de água de alta
pressão atingindo-o diretamente, a água poderá
entrar pelo conector, dependendo da direção do jato.
Desta forma, evite ao máximo que haja contato de
água nos conectores. O conector é projetado para
evitar a entrada de água, mas quando isso ocorre,
é difícil fazer a sua drenagem. Assim, se a água
penetrar no conector, os pinos entrarão em curto-
circuito pela ação da água, e por isso, sempre que
perceber a entrada de água, seque imediatamente
os conectores ou tome outra ação apropriada antes
que volte a circular eletricidade por eles.

5. Óleo, graxa ou sujeira presos ao conector


Se houver óleo ou graxa no conector e uma camada
de óleo tiver se formado sobre a superfície de contato
entre os pinos macho e fêmea, o óleo impedirá a
passagem da eletricidade, causando defeito no
contato. Na ocorrência de óleo, graxa ou sujeira
presos ao conector, limpe utilizando um pano seco
ou jato de ar, e pulverize o local com um restaurador
de contato.
« Ao limpar a porção de contato do conector, tome
cuidado para não empregar força excessiva ou
deformar os pinos.
« Se for observada a presença de água ou óleo, isto
poderá aumentar a contaminação dos pontos,
portanto limpe-os com ar comprimido até que
toda a água ou óleo tenham sido removidos.

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00 Índice e prefácio SEN02397-00

3. Remoção, instalação e secagem dos conectores


e do chicote de fiação
1) Desconexão dos conectores
Pressione levemente
1] Segure os conectores ao desconectá-los. ao remover
No momento da desconexão, segure os
Batente de
conectores e não a fiação. Para os conectores travamento
presos por parafusos, solte os parafusos
completamente e segure os conectores macho
e fêmea, um em cada mão, e puxe-os até se
soltarem. Para os conectores que possuem um
batente de travamento, pressione o batente
com o polegar e puxe os conectores.
« Nunca tente puxá-los usando apenas uma
das mãos.

2] Ao remover os conectores das presilhas Batente


• Tanto o conector como a presilha possuem
batentes que se engatam um ou outro quando
o conector é instalado.

• Ao remover o conector de uma presilha,


puxe-o em direção paralela à presilha para
remover os batentes.
« Caso se force o conector para a esquerda
ou direita ou para cima ou para baixo, o
alojamento poderá se romper.

3] Ação a ser tomada após a remoção dos


conectores.
Após remover qualquer conector, cubra-o com
uma sacola plástica para evitar que poeira,
sujeira, óleo ou água entrem em contato com
a área de acoplamento do conector.
« Se a máquina permanecer desmontada
por um longo período, serão maiores as
chances de um contato impróprio ocorrer,
por isso cubra sempre o conector.

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

2) Conexão dos conectores


1] Verifique o conector visualmente
Verifique se não há óleo, sujeira ou água nos
pinos do conector (área de contato)
Encaixe na posição
Verifique se não há deformidades, falha de contato,
corrosão ou avarias nos pinos do conector.
Verifique se não há avarias ou rupturas na parte
externa do conector.
« Se for verificada a presença de óleo, água
ou sujeira presa ao conector, faça a limpeza
utilizando um pano seco. Caso tenha entrado
água dentro do conector, aqueça a parte
interna da fiação com um secador, tomando
cuidado para não aquecê-la em demasia,
evitando assim um curto-circuito.
« Se for detectada alguma avaria ou ruptura,
substitua o conector.
2] Prenda o conector com segurança.
Alinhe a posição do conector corretamente, e
então insira-o com segurança. Para conectores
que possuem um batente de travamento, empurre
o conector para dentro até que o batente encaixe
na posição
3] Corrija qualquer saliência do vedador de pó e
qualquer falha de alinhamento do chicote de fiação.
Nos conectores protegidos com vedadores de pó,
corrija qualquer saliência. Além disso, se o chicote
de fiação estiver desalinhado, ou o grampo estiver
fora da posição, ajuste-o para a posição correta.
« Caso não seja possível corrigir o conector com
facilidade, remova o grampo e ajuste a posição.
• Se o grampo do conector tiver sido removido,
certifique-se de retorná-lo à sua posição original.
Verifique também se não há grampos soltos.

14 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

3) Conectores de carga pesada (DT de 8 e 12 pinos) • Desconexão • Conexão (exemplo de um


Desconexão (figura esquerda) encaixe incompleto do
Enquanto pressiona os dois lados dos engates de engate (a))
travamento (a) e (b), puxe o conector fêmea (2) para
fora.
Conexão (figura direita)
1] Puxe o conector fêmea (2) mantendo a posição
horizontal, até que a trava emita um estalo.
Seta: 1)
2] Já que os engates de travamento (a) e (b)
não podem ser encaixados completamente,
pressione introduzindo o conector fêmea (2)
enquanto o movimenta para cima e para baixo
até que os engates se encaixem normalmente.
Setas: 1), 2), 3)
« Figura da direita: O engate de travamento
(a) é puxado para baixo (não encaixa
completamente) e o engate de travamento (b)
encaixa perfeitamente.
(1): Conector macho
(2): Conector fêmea
(a), (b): Engates de travamento

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

4) Secagem do chicote de fiação


Caso seja verificada presença de óleo ou sujeira
no chicote de fiação, remova-os utilizando um pano
seco. Evite lavar com água ou usar vapor. Se houver
necessidade do conector ser lavado com água, não
utilize água em alta pressão ou vapor diretamente no
chicote de fiação. Se a água entrar em contato direto
com o chicote de fiação, proceda da seguinte maneira:
1] Desconecte o conector e seque a água com um
pano limpo.
« Se o conector for seco por utilização de ar
comprimido, há o risco do óleo existente no ar
causar uma falha de contato, por isso remova
o óleo e a água do ar comprimido antes de
efetuar a secagem com ar.
2] Seque a parte interna do conector com um
secador.
Caso ocorra a entrada de água no conector,
utilize um secador para secar o conector.
« Pode-se usar o ar quente do secador, mas
tome muito cuidado para não esquentar
demasiadamente o conector ou as peças
relacionadas, o que poderá causar deforma-
ções ou avarias ao conector.
3] Execute um teste de continuidade no conector
Após a secagem, deixe o chicote de fiação
desconectado e realize um teste de continuidade
para verificar a existência de curtos-circuitos
causados pela ação da água entre os pinos.
« Após completar a secagem do conector,
pulverize-o com restaurador de contato e
monte-o novamente.

Adaptador T

16 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

4) Manuseio do Controlador
1) O controlador contém um microcomputador
e circuitos de controle eletrônico, que são os
responsáveis pelo controle de todos os circuitos
eletrônicos existentes na máquina. Por essa
razão, seja extremamente cauteloso ao manu-
sear o controlador.
2) Não coloque objetos sobre o controlador.
3) Cubra os conectores de controle com fita ou
um saco plástico. Jamais toque os contatos do
conector com as mãos.
4) Durante a estação chuvosa, não deixe o controlador
em locais onde ficará exposto à chuva.
5) Não coloque o controlador sobre óleo, água, ou
terra, ou também sobre locais aquecidos, mesmo
que por um curto período de tempo. (Coloque-o
sobre uma superfície seca adequada.)
6) Precauções a serem tomadas durante a solda
a arco elétrico. Quando forem feitas solda a
arco elétrico no corpo, desconecte todos os
conectores dos chicotes de fiação conectados
ao controlador. Encaixe uma solda a arco elétrico
do terra próximo ao ponto de solda.

5) Pontos a serem lembrados durante o diagnóstico


de falhas dos circuitos elétricos
1) Sempre desligue a força antes de desconectar ou
conectar os conectores.
2) Antes de realizar o diagnóstico de falhas, verifique
se todos os conectores relacionados estão
inseridos adequadamente.
« Desconecteeconecteosconectoresrelacionados
várias vezes para fazer a verificação.
3) Conecte sempre qualquer conector que estiver
desconectado antes de seguir para a etapa
seguinte.
« Se a força estiver ligada com os conectores ainda
desconectados, serão exibidas informações de
anormalidade desnecessárias.
4) Durante a realização do diagnóstico de falhas
dos circuitos (medição da voltagem, resistência,
continuidade, ou corrente), mova a fiação e
os conectores relacionados diversas vezes e
verifique se não há alterações na leitura do
testador.
« Se forem notadas alterações, é provável que
ainda existam contatos defeituosos no circuito.

D61EX,PX-15E0 17
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Pontos a serem lembrados durante o manuseio do equipamento hidráulico


Com o aumento na pressão e na precisão do equipamento hidráulico, a causa mais comum de falha é a presença de
sujeira (material estranho) no circuito hidráulico. Ao adicionar óleo hidráulico, ou quando desmontar ou montar o equi-
pamento hidráulico, é necessário proceder com extremo cuidado.

1) Tome cuidado com o ambiente operacional


Evite a adição de óleo hidráulico, substituição de
filtros, ou efetuar reparos na máquina sob chuva ou
ventos fortes, ou em lugares saturados de poeira.

2. Trabalho de manutenção e desmontagem no campo


Se o trabalho de manutenção e desmontagem
do equipamento hidráulico tiver de ser feito no
campo, há o risco de entrar poeira no equipamento.
Também é difícil verificar o desempenho do veículo
após os reparos, por isso é preferível efetuar a
troca da unidade. A manutenção e a desmontagem
do equipamento hidráulico deve ser conduzida em
uma oficina especialmente preparada e à prova
de poeira, e o seu desempenho verificado com um
equipamento especial de testes.

3. Vedação das aberturas


Após a remoção de qualquer tubulação ou equipamento,
as aberturas deverão ser vedadas utilizando-se
tampas, fitas ou sacos plásticos para prevenir a entrada
de sujeira ou poeira. Se a abertura ficar descoberta
ou tampada com um pano, isso poderá gerar uma
situação de perigo, ou ocasionar a entrada de poeira
no sistema, ou até mesmo sujar a área ao redor com
vazamentos de óleo, por isso tome muito cuidado. Não
drene o óleo diretamente no solo. Recolha-o em um
recipiente e peça para o seu fornecedor dispensá-lo
em local apropriado, ou mesmo carregue-o com você
para dispensá-lo posteriormente.

4. Não permita a entrada de poeira ou sujeira


durante as operações de reabastecimento
Tome cuidado para não permitir a entrada de poeira
ou sujeira quando estiver reabastecendo com óleo
hidráulico. Mantenha sempre o filtro de óleo e a
área ao seu redor limpos, e utilize também bombas
e recipientes de óleo limpos. Se utilizar algum
dispositivo de limpeza de óleo, é possível que este
filtre a sujeira acumulada durante a armazenagem,
aumentando ainda mais a eficácia deste método.

18 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

5. Troca do óleo hidráulico sob temperatura elevada


Quando o óleo hidráulico ou outro óleo estão
aquecidos, fluem com maior facilidade. Além disso,
os sedimentos também podem ser drenados mais
facilmente do circuito junto com o óleo, por isso a
melhor opção é efetuar a troca com o óleo ainda
quente. Ao trocar o óleo, a máxima quantidade
possível de óleo hidráulico deverá ser drenada.
(Drene o óleo do reservatório hidráulico e também do
filtro e do bujão de dreno no circuito.) Se for deixado
óleo antigo, os contaminantes e sedimentos nele
presentes irão se misturar ao óleo novo e abreviar a
vida útil do óleo hidráulico.

6. Operações de descarga
Após desmontar e montar o equipamento ou fazer a
troca de óleo, utilize óleo de descarga para remover
os contaminantes, sedimentos e o óleo antigo do
circuito hidráulico. Normalmente, a descarga é Óleo de limpeza
executada duas vezes: a primeira é realizada com
óleo de descarga, e a segunda é feita com o óleo
hidráulico específico.dráulico. Mantenha sempre o
filtro de óleo e a área ao seu redor limpos, e utilize
também bombas e recipientes de óleo limpos. Se
utilizar algum dispositivo de limpeza de óleo, é
possível que este filtre a sujeira acumulada durante
a armazenagem, aumentando ainda mais a eficácia
deste método.

7. Operações de limpeza
Após reparar o equipamento hidráulico (bomba,
válvula de controle, etc) ou durante o funcionamento
da máquina, faça a limpeza do óleo para remover os
sedimentos e contaminantes presentes no circuito de
óleo hidráulico. O equipamento para limpeza de óleo
é utilizado para remover as partículas ultrafinas (de
cerca de 3µ) que o filtro acoplado ao equipamento
hidráulico não é capaz de remover, o que o torna um
dispositivo extremamente eficiente.

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Conectores recentemente utilizados para os motores Tier 3


1. Trava do tipo deslizante 2. Trava do tipo de tração (PACKARD-2)
(FRAMATOME-3, FRAMATOME-2) • Motores 107 – 170, 12V140
• Motores 107 – 170, 12V140 • Vários sensores de temperatura
• Vários sensores de pressão e sensor de Exemplos)
velocidade NE Sensor de temperatura do ar de admissão
Exemplos) no coletor de admissão: TIM
Pressão do ar de admissão no coletor Sensor de temperatura de combustível:
de admissão: PIM (motores 125, 170, TFUEL
12V140) Sensor de temperatura de óleo: TOIL
Sensor de pressão de óleo: POIL (motores Sensor de temperatura do líquido arrefece-
125, 170, 12V140) dor: TWTR, etc.
Interruptor de pressão de óleo (motores Desconecte o conector puxando a trava (B) (no lado
107, 114) do chicote de fiação) do conector (2) para fora.
Sensor de velocidade do alojamento do
volante:
NE (motores 107 – 170, 12V140)
Sensor de pressão ambiente: PAMB
(motores 125, 170, 12V140)

Desconecte o conector (1) de acordo com o


procedimento descrito a seguir.
1) Deslize a trava (L1) para a direita.
2) Enquanto pressiona a trava (L2), puxe o conector
(1) em sua direção.
« Mesmo se a trava (L2) for pressionada, o
conector (1) não poderá ser puxado em sua
direção se a peça A não flutuar. Neste caso,
flutue a peça A com uma pequena chave de
fenda enquanto pressiona a trava (L2), em
seguida puxe o conector (1) em sua direção.

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00 Índice e prefácio SEN02397-00

3. Trava do tipo de compressão


• Motores 107, 114
Exemplo)
Sensor de pressão de combustível no sistema
“common rail” (BOSCH-03)
Desconecte o conector (3) de acordo com o seguinte
procedimento:
1) Enquanto pressiona a trava (C), puxe o conector
(3) para fora na direção da seta.

• Motor 114

• Motor 107, 114


Exemplo)
Sensor de pressão/temperatura do ar de admissão
no coletor de admissão
(SUMITOMO-04)

3) Enquanto pressiona a trava (D), puxe o conector
(4) para fora na direção da seta.

• Motor 107

« Se a trava estiver no lado inferior, use uma chave


de fenda [1] uma vez que você não poderá
introduzir seus dedos.
2) Enquanto pressiona para cima a trava (C) do
conector com a chave de fenda [1], puxe o conector
(3) para fora na direção da seta.

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

• Motores 125 – 170, 12V140 4. Tipo carcaça giratória (Conector verde redondo)
4) Enquanto pressiona a trava (E) do conector, puxe • Motores 140
o conector (5) para fora na direção da seta. Exemplo)
Sensor de pressão do ar de admissão no coletor
Exemplo) de admissão (CANNON-04): PIM etc.
Pressão do combustível no sistema “common 1) Desconecte o conector (6) de acordo com o
rail”: PFUEL etc. (AMP-3) seguinte procedimento:
1] Gire a carcaça (H1) na direção da seta.
« Quando o conector estiver destravado,
a carcaça (H1) se torna pesada para ser
girada.
2] Puxe a carcaça (H1) para fora na direção da
seta.
« A carcaça (H1) é deixada no lado do chicote
de fiação.

Exemplo)
Válvula de controle da pressão de injeção da
bomba de alimentação de combustível: PCV
(SUMITOMO-2)

2) Acople o conector de acordo com o procedimento


descrito a seguir.
1] Introduza o conector até o final, enquanto
ajusta a sua ranhura.
2] Gire a carcaça (H1) na direção da seta até ela
encaixar com um som de “clique”.

Exemplo)
Sensor de velocidade da bomba de alimentação
de combustível: G (SUMITOMO-3)
« Puxe o conector direto para cima.

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00 Índice e prefácio SEN02397-00

Como ler o código da fiação elétrica


« As informações sobre os condutores exclusivos para cada modelo de máquina são apresentadas na seção Diag-
nóstico de falhas e nas Informações relacionais do diagnóstico de falhas.

No diagrama do circuito elétrico, o material, a espessura e a cor de cada fio elétrico são indicados por símbolos. O
código de condutores elétricos é útil para o entendimento do diagrama do circuito elétrico.

Exemplo: AEX 0,85 L - - - Indica um fio de baixa voltagem para automóveis, resistente ao calor e na cor azul,
de nº nominal 0,85

Indica a cor do fio de acordo com o código de cores.


Os códigos de cores são mostrados na Tabela 3.

Indica o tamanho do fio de acordo com o número nominal.


O tamanho (nº nominal) é mostrado na Tabela 2.

Indica o tipo de fio de acordo com o símbolo.


O tipo, símbolo, e o material do fio são mostrados na Tabela 1.
(Já que os fios AV e AVS são classificados por tamanho (nº nominal), eles não são
indicados.)

1. Tipo, símbolo e material


Os fios AV e AVS são diferentes apenas na espessura e no diâmetro externo do revestimento. O fio AEX é similar
ao AV em espessura e em diâmetro externo, e diferente do AV e do AVS quanto ao material do revestimento.

(Tabela 1)
Faixa de
temperatura
tipo Simbolo Material Exemplo de uso
de utilização
(ºC)

Fio de baixa Cobre recozido para aplicação


Condutor Fiação em geral
voltagem para AV elétrica
(Nº nominal 5 e acima)
automóveis Isolador Polivinil clorido macio
Cobre recozido para aplicação -30 a +60
Fio de baixa Condutor
elétrica Fiação em geral
tensão e
AVS (Nº nominal 3 e
revestimento fino
Isolador Polivinil clorido macio abaixo)
para automóveis

Fio de baixa Cobre recozido para aplicação Fiação em geral em


Condutor
tensão e resistência elétrica regiões extremamente
AEX -50 a +110
ao calor, Polietileno cruzado resistente ao frias, fiação em locais
para automóveis Isolador de alta temperatura
calor

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

2. Dimensões

(Tabela 2)
Nº Nominal 0,5f (0,5) 0,75f (0,85) 1,25f (1,25) 2f 2 3f 3 51
Número
de fios /
20/0,18 7/0,32 30/0,18 11/0,32 50/0,18 16/0,32 37/0,26 26/0,32 58/0,26 41/0,32 65/0325
Diâmetro
do fio
Condutor
Área
seccional 0,51 0,56 0,76 0,88 1,27 1,29 1,96 2,09 3,08 3,30 5,23
(mm2)
d (aprox) 1,0 1,2 1,5 1,9 1,9 2,3 2,4 3,0
AVS Padrão 2,0 2,2 2,5 2,9 2,9 3,5 3,6 -
Capa
AV Padrão - - - - - - - 4,6
D
AEX Padrão 2,0 2,2 2,7 3,0 3,1 - 3,8 4,6

Nº Nominal 8 15 20 30 40 50 60 85 100
Número
de fios /
50/0,45 84/0,45 41/0,80 70/0,80 85/0,80 108/0,80 127/0,80 169/0,80 217/0,80
Diâmetro
do fio
Condutor
Área
seccional 7,95 13,36 20,61 35,19 42,73 54,29 63,84 84,96 109,1
(mm2)
d (aprox) 3,7 4,8 6,0 8,0 8,6 9,8 10,4 12,0 13,6
AVS Padrão - - - - - - - - -
Capa
AV Padrão 5,5 7,0 8,2 10,8 11,4 13,0 13,6 16,0 17,6
D
AEX Padrão 5,3 7,0 8,2 10,8 11,4 13,0 13,6 16,0 17,6

A letra “f” do nº nominal denota flexibilidade.

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00 Índice e prefácio SEN02397-00

3. Tabela de códigos de cores

(Tabela 3)
Código da cor Cor do fio Código da cor Cor do fio
B Preto LgW Verde claro e branco
Br Marrom LgY Verde claro e amarelo
BrB Marrom e preto LR Azul e vermelho
BrR Marrom e vermelho LW Azul e branco
BrW Marrom e branco LY Azul e amarelo
BrY Marrom e amarelo O Laranja
Ch Carvão P Rosa
Dg Verde escuro R Vermelho
G Verde RB Vermelho e preto
GB Verde e preto RG Vermelho e verde
GL Verde e azul RL Vermelho e azul
Gr Cinza RW Vermelho e branco
GR Verde e vermelho RY Vermelho e amarelo
GW Verde e branco Sb Azul celeste
GY Verde e amarelo Y Amarelo
L Azul YB Amarelo e preto
LB Azul e preto YG Amarelo e verde
Lg Verde claro YL Amarelo e azul
LgB Verde claro e preto YR Amarelo e vermelho
LgR Verde claro e vermelho YW Amarelo e branco

Observações: Em um código de cor que consiste de duas cores, a primeira cor significa a cor de fundo
e a segunda, a cor da marca.
Exemplo: “GW” significa que o fundo é verde e a marca está na cor branca.

4. Tipos de circuitos e códigos de cores

(Tabela 4)
Tipo de fio AVS ou Av AEX
Carga R WG - - - - R -
Terra B - - - - - B -
Partida R - - - - - R -
Iluminação RW RB RY RG RL - D -
Instrumentos Y YR YB YG YL YW Y Gr
Sinalização G GW GR GY GB GL G Br
L LW LR LY LB - L -
Tipos de
Br BrW BrR BrY BrB - - -
Circuito
Lg LgR LgY LgB LgW - - -
O - - - - - - -
Outros Gr - - - - - - -
P - - - - - - -
Sb - - - - - - -
Dg - - - - - - -
Ch - - - - - - -

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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Precauções ao executar a operação


[Ao executar a remoção ou instalação (desmontagem ou montagem) das unidades, certifique-se de seguir as pre-
cauções gerais apresentadas a seguir durante as operações].
1. Precauções ao executar o trabalho de remoção
• Se o líquido arrefecedor contiver anticongelante, descarte-o da maneira apropriada.
• Após desconectar as mangueiras ou tubos, cubra-os ou encaixe tampões para evitar a entrada de sujeira ou pó.
• Quando drenar o óleo, prepare um recipiente de tamanho adequado para recolher o óleo.
• Confirme as marcas de alinhamento mostrando a posição de instalação, e produza marcas de alinhamento nos
locais necessários antes da remoção, para evitar qualquer engano durante a montagem.
• Para evitar a aplicação de força excessiva à fiação, segure sempre os conectores quando for desconectá-los. Não puxe os fios.
• Coloque etiquetas nos fios e nas mangueiras para mostrar a sua posição de instalação, evitando com isso qualquer
engano durante a instalação.
• Verifique o número e a espessura dos calços, e mantenha-os em local seguro.
• Quando elevar componentes, certifique-se de usar equipamentos de elevação com ampla resistência.
• Quando utilizar parafusos sacadores para remover quaisquer componentes, aperte os parafusos sacadores inter-
caladamente de maneira uniforme.
• Antes de remover qualquer unidade, limpe a área ao seu redor e coloque uma capa para evitar a entrada de pó ou
sujeira após a remoção.
« Precauções ao manusear a tubulação durante a desmontagem.
Coloque os seguintes tampões na tubulação após desconectá-la durante as operações de desmontagem.
1) Mangueiras e tubos com luva roscada
Número
Bujão (extremidade da luva) Luva roscada (extremidade do cotovelo)
nominal
02 07376-70210 02789-20210
03 07376-70315 02789-20315
04 07376-70422 02789-20422
05 07376-70522 02789-20522
06 07376-70628 02789-20628
10 07376-71034 07221-21034
12 07376-71234 07221-21234

2) Mangueiras e tubos com luva roscada


Número
Flange (extremidade da mangueira) Cabeça da luva (extremidade do tubo) Flange bipartido
nominal
04 07379-00400 07378-10400 07371-30400
05 07379-00500 07378-10500 07371-30500

3) Se a peça não estiver sob pressão hidráulica, as seguintes rolhas podem ser utilizadas.

Número Dimensões
Número da Peça
nominal D d L
06 07049-00608 6 5 8
08 07049-00811 8 6,5 11
10 07049-01012 10 8,5 12
12 07049-01215 12 10 15 Conicidade de 1/8

14 07049-01418 14 11,5 18
16 07049-01620 16 13,5 20
18 07049-01822 18 15 22
20 07049-02025 20 17 25
22 07049-02228 22 18,5 28
24 07049-02430 24 20 30
27 07049-02734 27 22,5 34

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2. Precauções ao executar o trabalho de instalação


• Aperte todos os parafusos e porcas (luvas roscadas) no torque especificado (KES).
• Instale as mangueiras sem torcê-las ou sem interferência e fixe-as com braçadeiras intermediárias, se houver.
• Substitua todas as juntas, anéis "O", contrapinos e placas de travamento por peças novas.
• Dobre os contrapinos e as placas de travamento de modo seguro.
• Ao revestir com adesivo, limpe a peça e remova todo o óleo e graxa, em seguida aplique de 2 a 3 gotas de adesivo
na parte roscada.
• Quando aplicar revestimento com composto de vedação para juntas, limpe a superfície e remova todo o óleo e
graxa, verifique se não há sujeira ou danos, em seguida aplique um revestimento uniforme com composto de veda-
ção para juntas.
• Limpe todas as peças e elimine quaisquer danos, amassados, rebarbas ou ferrugem.
• Aplique uma camada de óleo para motor nas partes giratórias e deslizantes.
• Quando encaixar as peças por pressão, aplique um revestimento de composto anti-atrito na superfície (LM-P).
• Após instalar os anéis elásticos, verifique se os mesmos estão firmemente encaixados nas ranhuras dos anéis.
• Ao acoplar os conectores da fiação, limpe o conector para remover todo o óleo, sujeira ou água, e em seguida
conecte-o de modo seguro.
• Quando utilizar olhais, verifique se não há nenhuma deformação ou deterioração, parafuse-os totalmente e alinhe
a direção do gancho.
• Quando apertar flanges bipartidos, aperte-os alternadamente e de maneira uniforme, para evitar o aperto excessivo
de um lado.
« Ao operar os cilindros hidráulicos pela primeira vez após a remontagem dos cilindros, bombas e outros equipamen-
tos hidráulicos removidos para reparos, sangre sempre o ar conforme descrito a seguir.
1) Ligue o motor e funcione-o em marcha lenta.
2) Acione a alavanca de controle do equipamento de trabalho para operar o cilindro hidráulico de 4 a 5 vezes, pa-
rando o cilindro a 100 mm antes do fim de seu curso.
3) Em seguida, opere o cilindro hidráulico de 3 a 4 vezes até o fim de seu curso.
4) Após haver feito isto, funcione o motor na velocidade normal.
« Quando utilizar a máquina pela primeira vez após um reparo ou longo período de armazenagem, siga o mesmo
procedimento.
3. Precauções ao concluir a operação
1) Reabastecimento com líquido de arrefecimento, óleo e graxa
• Se o líquido de arrefecimento tiver sido drenado, aperte a válvula de drenagem e adicione o líquido no
nível especificado. Coloque o motor em funcionamento para circular o líquido de arrefecimento através do
sistema. Em seguida verifique novamente o nível do líquido de arrefecimento.
• Se o equipamento hidráulico tiver sido removido e novamente instalado, adicione óleo de motor no nível es-
pecificado. Coloque o motor em funcionamento para circular o óleo através do sistema. Em seguida verifique
novamente o nível do óleo.
• Se a tubulação ou o equipamento hidráulico tiver sido removido, sangre o ar do sistema após a remontagem
das peças.
« Para detalhes, consulte o tópico "Sangrando o Ar" na seção Testes e Ajustes.
• Adicione a quantidade especificada de graxa (graxa à base de bissulfeto de molibdênio) às peças do equi-
pamento de trabalho.
2) Verifique se o cabeçote dos cilindros e os coletores não estão soltos
Verifique se o cabeçote dos cilindros e os coletores de admissão e escape não estão soltos. Se alguma peça
estiver solta, reaperte-a.
• Para saber o torque de aperto adequado, consulte a seção "Desmontagem e Montagem".
3) Verificação de danos e partes soltas na tubulação do motor.
Sistema de admissão e escape
Verifique se não há danos na tubulação, se os parafusos e as porcas de montagem não estão soltos e se não
há sucção de ar e vazamento de gás de escape nas juntas.
Se alguma parte estiver solta ou danificada, reaperte ou repare-a.
Sistema de Arrefecimento
Verifique se a tubulação não apresenta danos, se os parafusos e as porcas de montagem não estão soltos
e se as juntas não possuem vazamento de líquido de arrefecimento.
Se alguma parte estiver solta ou danificada, reaperte ou repare-a.
Sistema de combustível
Verifique se a tubulação não apresenta danos, se os parafusos e as porcas de montagem não estão soltos
e se as juntas não possuem vazamento de combustível.
Se alguma parte estiver solta ou danificada, reaperte ou repare-a.
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SEN02397-00 00 Índice e prefácio

4) Verificação de danos e partes soltas no silenciador e no tubo de escapamento


1] Inspecione visualmente o silenciador, o tubo de escapamento e suas peças de montagem quanto a fissuras
e danos. Se alguma peça estiver danificada, substitua-a.
2] Verifique se os parafusos e porcas de montagem do silenciador, do tubo de escapamento e suas peças de
montagem não estão soltos. Se algum parafuso ou porca estiverem soltos, reaperte-os.
5) Verificação do funcionamento do silenciador
Verifique se o silenciador não apresenta um som anormal e soa diferente de um silenciador novo. Se for notado
um som anormal, repare o silenciador, consultando o tópico "Desmontagem e montagem" na seção "Diagnóstico
de Falhas".

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Método de desmontagem e conexão do acoplador tipo dinamômetro


! Antes de executar o trabalho descrito a seguir, solte gradativamente a tampa do bocal de abastecimento de
óleo do reservatório hidráulico para liberar a pressão residual do reservatório.
! Mesmo que a pressão residual seja liberada do reservatório hidráulico, ainda ocorrerá alguma vazão de
óleo quando a mangueira for desconectada. Desta forma, prepare um recipiente para coletá-lo.

Tipo 1

1. Desconexão
1) Segure o adaptador (1) e pressione a junta da
mangueira (2) para dentro do adaptador de
encaixe (3). (Fig. 1)
« É possível empurrar o adaptador por cerca
de 3,5 mm.
« Não segure a parte da tampa de borracha (4).
2) Após empurrar a junta da mangueira (2) para
dentro do adaptador (3), pressione a parte da
tampa de borracha (4) contra o adaptador (3) até
ouvir o “clique” (Fig. 2).
3) Segure o adaptador da mangueira (1) ou a própria
mangueira (5) e puxe-a para fora. (Fig. 3)
« Já que uma parte de óleo hidráulico irá vazar,
prepare um recipiente para coletá-lo.

2. Conexão
1) Segure o adaptador da mangueira (1) ou a
própria mangueira (5) e insira-o no adaptador de
encaixe (3), alinhando um ao outro. (Fig. 4)
« Não segure a parte da tampa de borracha (4).
2) Após inserir a mangueira no adaptador de
encaixe, tente puxá-la para fora a fim de verificar
suas condições de conexão. (Fig. 5)
« Quando a mangueira é puxada para trás,
a parte da tampa de borracha se move
em direção à mangueira por cerca de 3,5
mm, o que, todavia, não indica nenhuma
anormalidade.

D61EX,PX-15E0 29
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Tipo 2

1. Desconexão
1) Segure a parte a ser apertada e empurre o corpo
(7) em linha reta até que o anel de prevenção
contra deslizamento (6) entre em contato com a
superfície de contato (a) da parte hexagonal da
extremidade macho. (Fig. 6)
2) Enquanto mantém a condição da Etapa 1), gire a
alavanca (8) para a direita (sentido horário). (Fig. 7)
3) Mantendo as condições das Etapas 1) e 2), puxe
todo o corpo (7) para fora a fim de desconectá-lo.
(Fig. 8)

2. Conexão
• Segure a parte a ser apertada e empurre o corpo
(7) em linha reta até que o anel de prevenção
contra deslizamento (6) entre em contato com a
superfície de contato (a) da parte hexagonal da
extremidade macho. (Fig. 9).

30 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

Tipo 3

1. Desconexão
1) Segure a parte a ser apertada e empurre o corpo
(9) em linha reta até que o anel de prevenção
contra deslizamento (8) entre em contato com a
superfície de contato (b) da parte hexagonal da
extremidade macho. (Fig. 10).
2) Enquanto mantém a condição da Etapa 1), empurre
a tampa (10) em linha reta até que entre em
contato com a superfície de contato (b) da parte
hexagonal da extremidade macho. (Fig. 11).
3) Mantendo as condições das Etapas 1) e 2), puxe
todo o corpo (9) para fora a fim de desconectá-lo.
(Fig. 12).

2. Conexão
• Segure a parte a ser apertada e empurre o corpo
(9) em linha reta até que o anel de prevenção
contra deslizamento (9) entre em contato com a
superfície de contato (b) da parte hexagonal da
extremidade macho. (Fig. 13).

D61EX,PX-15E0 31
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Tabela de torques de aperto padrão


1. Tabela de torques de aperto para parafusos e porcas
« A menos que haja instruções especiais, aperte os parafusos e porcas métricas de acordo com o torque fornecido
abaixo (utilizando torquímetro).
« A tabela apresentada a seguir corresponde aos parafusos na Fig. A.

Diâmetro da rosca do parafuso Largura entre faces opostas Torque de aperto


mm mm Nm kgm
6 10 11,8 - 14,7 1,2 - 1,5
8 13 27 - 34 2,8 - 3,5
10 17 59 - 74 6,0 - 7,5
12 19 98 - 123 10,0 - 12,5
14 22 153 - 190 15,5 - 19,5
16 24 235 - 285 23,5 - 29,5
18 27 320 - 400 33,0 - 41,0
20 30 455 - 565 46,5 - 58,0
22 32 610 - 765 62,5 - 78,0
24 36 785 - 980 80,0 - 100,0
27 41 1,150 - 1,440 118 - 147
30 46 1,520 - 1,910 155 - 195
33 50 1,960 - 2,450 200 - 250
36 55 2,450 - 3,040 250 - 310
39 60 2,890 - 3,630 295 - 370

« A tabela apresentada a seguir corresponde aos parafusos na Fig. B.

Diâmetro da rosca do parafuso Largura entre faces opostas Torque de aperto


mm mm Nm kgm
6 10 5,9 - 9,8 0,6 - 1,0
8 13 13,7 - 23,5 1,4 - 2,4
10 14 34,3 - 46,1 3,5 - 4,7
12 27 74,5 - 90,2 7,6 - 9,2

« Fig. A « Fig. B

32 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

2. Tabela de torques de aperto para parafusos de flanges bipartidos


« A menos que haja instruções especiais, aperte os parafusos de flange fendido de acordo com o torque fornecido
abaixo.

Diâmetro da rosca do parafuso Largura entre faces opostas Torque de aperto


mm mm Nm kgm
10 14 59 - 74 6,0 - 7,5
12 17 98 - 123 10,0 - 12,5
16 22 235 - 285 23,5 - 29,5

3. Tabela de torques de aperto para juntas da tubulação com ressalto de anel “O”
« A menos que haja instruções especiais, aperte as juntas da tubulação com ressalto de anel “O”, de acordo com o
torque fornecido abaixo.

Diâmetro da rosca Largura entre faces opostas Torque de aperto (kgm)


Número nominal
mm mm Faixa Ideal
02 14 35 - 63 {3,5 - 6,5} 44 {4,5}
03,04 20 84 - 132 {8,5 - 13,5} 103 {10,5}
Varia de acordo com o tipo de
05,06 24 128 - 186 {13,0 - 19,0} 157 {16,0}
conector
10,12 33 363 - 480 {37,0 - 49,0} 422 {43,0}
14 42 746 - 1,010 {76,0 - 103} 883 {90,0}

4. Tabela de torques de aperto para bujões de ressalto com anel “O”.


« A menos que haja instruções especiais, aperte os bujões mestre com anel “O” de acordo com o torque fornecido
abaixo.

Diâmetro da rosca Largura entre faces opostas Torque de aperto (kgm)


Número nominal
mm mm Faixa Ideal
08 8 14 5,88 - 8,82 {0,6 - 0,9} 7,35 {0,75}
10 10 17 9,81 - 12,74 {1,0 - 13} 11,27 {1,15}
12 12 19 14,7 - 19,6 {1,5 - 2,0} 17,64 {1,8}
14 14 22 19,6 - 24,5 {2,0 - 2,5} 22,54 {2,3}
16 16 24 24,5 - 34,3 {2,5 - 3,5} 29,4 {3,0}
18 18 27 34,3 - 44,1 {3,5 - 4,5} 39,2 {4,0}
20 20 30 44,1 - 53,9 {4,5 - 5,5} 49,0 {5,0}
24 24 32 58,8 - 78,4 {6,0 - 8,0} 68,6 {7,0}
30 30 32 93,1 - 122,5 {9,5 - 12,5} 107,8 {11,0}
33 33 - 107,8 - 147,0 {11,0 - 15,0} 127,4 {13,0}
36 36 36 127,4 - 176,4 {13,0 - 18,0} 151,9 {15,5}
42 42 - 181,3 - 240,1 {18,5 - 24,5} 210,7 {21,5}
52 52 - 274,4 - 367,5 {28,0 - 37,5} 323,4 {33,0}

D61EX,PX-15E0 33
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

5. Tabela de torques de aperto para as mangueiras (de vedação cônica e de luvas roscadas)
« A menos que haja instruções especiais, aperte as mangueiras (de vedação cônica e de luvas roscadas) de acordo
com o torque fornecido abaixo.
« Aplique o torque apresentado a seguir quando as roscas estiverem cobertas (umedecidas) com óleo de motor.

Torque de aperto Nm (kgm) Vedação Cônica Luva roscada


Nº nominal Largura entre Nº nominal – Diâmetro da
da mangueira faces opostas Tamanho da rosca
Intervalo Ideal Quantidade e tipo rosca (mm)
(mm)
de rosca (referência)
34 - 54 {3,5 - 5,5} - 9/16 - 18UN 14,3
02 19 44 {4,5}
34 - 63 {3,5 - 6,5} 14 - -
22 54 - 93 [5,5 - 9,5} 74 {7,5} - 11/16 - 16UN 17,5
03
24 59 - 98 {6,0 - 10,0} 78 {8,0} 18 - -
04 27 84 - 132 {8,5 - 13,5} 103 {10,5} 22 13/16 - 16UN 20,6
05 32 128 - 186 {13,0 - 19,0} 157 {16,0} 24 1-14UNS 25,4
06 36 177 - 245 {18,0 - 25,0} 216 {22,0} 30 1-3/16 - 12UN 30,2
(10) 41 177 - 245 {18,0 - 25,0} 216 {22,0} 33 - -
(12) 46 197 - 294 {20,0 - 30,0} 245 {25,0} 36 - -
(14) 55 246 - 343 {25,0 - 35,0} 294 {30,0} 42 - -

6. Tabela de torques de aperto para os motores das séries 102, 107 e 114 (porcas e parafusos)
« A menos que haja instruções especiais, aperte os parafusos e porcas métricas dos motores das séries 102, 107 e
114 de acordo com o torque fornecido abaixo.

Torque de aperto
Tamanho da rosca
Parafusos e porcas
mm Nm kgm
6 10 ± 2 1,02 ± 0,20
8 24 ± 4 2,45 ± 0,41
10 43 ± 6 4,38 ± 0,61
12 77 ± 12 7,85 ± 1,22
14 - -

7. Tabela de torques de aperto para motores das séries 102, 107 e 114 (juntas de olhais)
« A menos que haja instruções especiais, aperte as juntas de olhais métricas dos motores série 102, 107 e 114 de
acordo com o torque fornecido abaixo.

Tamanho da rosca Torque de aperto


mm Nm kgm
6 8±2 0,81 ± 0,20
8 10 ± 2 1,02 ± 0,20
10 12 ± 2 1,22 ± 0,20
12 24 ± 4 2,45 ± 0,41
14 36 ± 5 3,67 ± 0,51

34 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

8. Tabela de torques de aperto para os motores das séries 102, 107 e 114 (parafusos cônicos)
« A menos que haja instruções especiais, aperte os parafusos cônicos (unidade: polegada) das séries de motores
102, 107 e 114 de acordo com o torque fornecido abaixo.

Tamanho da rosca Torque de aperto


mm Nm kgm
1/16 3±1 0,31 ± 0,10
1/8 8±2 0,81 ± 0,20
1/4 12 ± 2 1,22 ± 0,20
3/8 15 ± 2 1,53 ± 0,20
1/2 24 ± 4 2,45 ± 0,41
3/4 36 ± 5 3,67 ± 0,51
1 60 ± 9 6,12 ± 0,92

D61EX,PX-15E0 35
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Tabela de conversão
Método de utilização da tabela de conversão
A tabela de conversão é fornecida nesta seção para possibilitar a conversão simples de valores. Para obter detalhes
sobre o método de utilização da tabela, consulte o exemplo fornecido a seguir.

Exemplo: Método de utilização da tabela de conversão para converter medidas de milímetros para polegadas.

1. Converter 55 mm em polegadas.
1) Localize o número 50 na coluna vertical no lado esquerdo, considere-o como (A), e trace uma linha horizontal a
partir de (A).
2) Localize o número 5 na linha superior, considere-o como (B), e trace uma linha perpendicular para baixo a partir
de (B).
3) Considere o ponto onde as duas linhas se cruzam como (C). Este ponto (C) fornece o valor da conversão de
milímetros para polegadas. Desta forma, 55 mm = 2,165 polegadas.

2. Converter 550 mm em polegadas.


1) O número 550 não aparece na tabela, assim, divida-o por 10 (mova a vírgula decimal uma casa para a esquerda),
para convertê-lo para 55 mm.
2) Realize o mesmo procedimento apresentado acima para converter 55 mm em 2,165 polegadas.
3) O valor original (550 mm) foi dividido por 10, assim multiplique 2,165 polegadas por 10 (mova a vírgula decimal
uma casa para a direita) para retornar ao valor original. Assim obtemos 550 mm = 21,65 polegadas.

Milímetros para polegadas


(B)
1mm = 0,03937 pol
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9

0 0 0,039 0,079 0,118 0,157 0,197 0,236 0,276 0,315 0,354


10 0,394 0,433 0,472 0,512 0,551 0,591 0,630 0,669 0,709 0,748
20 0,787 0,827 0,866 0,906 0,945 0,984 1,024 1,063 1,102 1,142
30 1,181 1,220 1,260 1,299 1,339 1,378 1,417 1,457 1,496 1,536
40 1,575 1,614 1,654 1,693 1,732 1,772 1,811 1,850 1,890 1,929
(C)
50 1,969 2,008 2,047 2,087 2,126 2,165
(A) 2,205 2,244 2,283 2,323
60 2,362 2,402 2,441 2,480 2,520 2,559 2,598 2,638 2,677 2,717
70 2,756 2,795 2,835 2,874 2,913 2,953 2,992 3,032 3,071 3,110
80 3,150 3,189 3,228 3,268 3,307 3,346 3,386 3,425 3,465 3,504
90 3,543 3,583 3,622 3,661 3,701 3,740 3,780 3,819 3,858 3,898

36 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

Milímetros para polegadas


1mm = 0,03937 pol
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 0,039 0,079 0,118 0,157 0,197 0,236 0,276 0,315 0,354
10 0,394 0,433 0,472 0,512 0,551 0,591 0,630 0,669 0,709 0,748
20 0,787 0,827 0,866 0,906 0,945 0,984 1,024 1,063 1,102 1,142
30 1,181 1,220 1,260 1,299 1,339 1,378 1,417 1,457 1,496 1,536
40 1,575 1,614 1,654 1,693 1,732 1,772 1,811 1,850 1,890 1,929

50 1,969 2,008 2,047 2,087 2,126 2,165 2,205 2,244 2,283 2,323
60 2,362 2,402 2,441 2,480 2,520 2,559 2,598 2,638 2,677 2,717
70 2,756 2,795 2,835 2,874 2,913 2,953 2,992 3,032 3,071 3,110
80 3,150 3,189 3,228 3,268 3,307 3,346 3,386 3,425 3,465 3,504
90 3,543 3,583 3,622 3,661 3,701 3,740 3,780 3,819 3,858 3,898

Quilogramas para libras


1kg = 2,2046 lb
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 2,20 4,41 6,61 8,82 11,02 13,23 15,43 17,64 19,84
10 22,05 24,25 26,46 28,66 30,86 33,07 35,27 37,48 39,68 41,89
20 44,09 46,30 48,50 50,71 51,91 55,12 57,32 59,53 61,73 63,93
30 66,14 68,34 70,55 72,75 74,96 77,16 79,37 81,57 83,78 85,98
40 88,18 90,39 92,59 94,80 97,00 99,21 101,41 103,62 105,82 108,03

50 110,23 112,44 114,64 116,85 119,05 121,25 123,46 125,66 127,87 130,07
60 132,28 134,48 136,69 138,89 141,10 143,30 145,51 147,71 149,91 152,12
70 154,32 156,53 158,73 160,94 163,14 165,35 167,55 169,76 171,96 174,17
80 176,37 178,57 180,78 182,98 185,19 187,39 189,60 191,80 194,01 196,21
90 198,42 200,62 202,83 205,03 207,24 209,44 211,64 213,85 216,05 218,26

Litro para Galão (E.U.A)


1l = 0,2642 galão (EUA)
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 0,264 0,528 0,793 1,057 1,321 1,585 1,849 2,113 2,378
10 2,642 2,906 3,170 3,434 3,698 3,963 4,227 4,491 4,755 5,019
20 5,283 5,548 5,812 6,076 6,340 6,604 6,869 7,133 7,397 7,661
30 7,925 8,189 8,454 8,718 8,982 9,246 9,510 9,774 10,039 10,303
40 10,567 10,831 11,095 11,359 11,624 11,888 12,152 12,416 12,680 12,944

50 13,209 13,473 13,737 14,001 14,265 14,529 14,795 15,058 15,322 15,586
60 15,850 16,115 16,379 16,643 16,907 17,171 17,435 17,700 17,964 18,228
70 18,492 18,756 19,020 19,285 19,549 19,813 20,077 20,341 20,605 20,870
80 21,134 21,398 21,662 21,926 22,190 22,455 22,719 22,983 23,747 23,511
90 23,775 24,040 24,304 24,568 24,832 25,096 25,361 25,625 25,889 26,153

D61EX,PX-15E0 37
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Litro para Galão (E.U.A)


1l = 0,21997 galão britânico
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 0,220 0,440 0,660 0,880 1,100 1,320 1,540 1,760 1,980
10 2,200 2,420 2,640 2,860 3,080 3,300 3,520 3,740 3,950 4,179
20 4,399 4,619 4,839 5,059 5,279 5,499 5,719 5,939 6,159 6,379
30 6,599 6,819 7,039 7,259 7,479 7,699 7,919 8,139 8,359 8,579
40 8,799 9,019 9,239 9,459 9,679 9,899 10,119 10,339 10,559 10,778

50 10,998 11,281 11,438 11,658 11,878 12,098 12,318 12,528 12,758 12,978
60 13,198 13,418 13,638 13,858 14,078 14,298 14,518 14,738 14,958 15,178
70 15,398 15,618 15,838 16,058 16,278 16,498 16,718 16,938 17,158 17,378
80 17,598 17,818 18,037 18,257 18,477 18,697 18,917 19,137 19,357 19,577
90 19,797 20,017 20,237 20,457 20,677 20,897 21,117 21,337 21,557 21,777

kgm para libra-pé


1kgm = 7,233 libra-pé
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 7,2 14,5 21,7 28,9 36,2 43,4 50,6 57,9 65,1
10 72,3 79,6 86,8 94,0 101,3 108,5 115,7 123,0 130,2 137,4
20 144,7 151,9 159,1 166,4 173,6 180,8 188,1 195,3 202,5 209,8
30 217,0 224,2 231,5 238,7 245,9 253,2 260,4 267,6 274,9 282,1
40 289,3 296,6 303,8 311,0 318,3 325,5 332,7 340,0 347,2 354,4

50 361,7 368,9 376,1 383,4 390,6 397,8 405,1 412,3 419,5 426,8
60 434,0 441,2 448,5 455,7 462,9 470,2 477,4 484,6 491,8 499,1
70 506,3 513,5 520,8 528,0 535,2 542,5 549,7 556,9 564,2 571,4
80 578,6 585,9 593,1 600,3 607,6 614,8 622,0 629,3 636,5 643,7
90 651,0 658,2 665,4 672,7 679,9 687,1 694,4 701,6 708,8 716,1

100 723,3 730,5 737,8 745,0 752,2 759,5 766,7 773,9 781,2 788,4
110 795,6 802,9 810,1 817,3 824,6 831,8 839,0 846,3 853,5 860,7
120 868,0 875,2 882,4 889,7 896,9 904,1 911,4 918,6 925,8 933,1
130 940,3 947,5 954,8 962,0 969,2 976,5 983,7 990,9 998,2 1005,4
140 1012,6 1019,9 1027,1 1034,3 1041,5 1048,8 1056,0 1063,2 1070,5 1077,7

150 1084,9 1092,2 1099,4 1106,6 1113,9 1121,1 1128,3 1135,6 1142,8 1150,0
160 1157,3 1164,5 1171,7 1179,0 1186,2 1193,4 1200,7 1207,9 1215,1 1222,4
170 1129,6 1236,8 1244,1 1251,3 1258,5 1265,8 1273,0 1280,1 1287,5 1294,7
180 1301,9 1309,2 1316,4 1323,6 1330,9 1338,1 1345,3 1352,6 1359,8 1367,0
190 1374,3 1381,5 1388,7 1396,0 1403,2 1410,4 1417,7 1424,9 1432,1 1439,4

38 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

kg/cm2 para lb/pol2


1kgm/cm2 = 14,2233 libra/pol2
0 1 2 3 4 5 6 7 8 9
0 0 14,2 28,4 42,7 56,9 71,1 85,3 99,6 113,8 128,0
10 142,2 156,5 170,7 184,9 199,1 213,4 227,6 241,8 256,0 270,2
20 284,5 298,7 312,9 327,1 341,4 355,6 369,8 384,0 398,3 412,5
30 426,7 440,9 455,1 469,4 483,6 497,8 512,0 526,3 540,5 554,7
40 568,9 583,2 597,4 611,6 625,8 640,1 654,3 668,5 682,7 696,9

50 711,2 725,4 739,6 753,8 768,1 782,3 796,5 810,7 825,0 839,2
60 853,4 867,6 881,8 896,1 910,3 924,5 938,7 953,0 967,2 981,4
70 995,6 1,010 1,024 1,038 1,053 1,067 1,081 1,095 1,109 1,124
80 1,138 1,152 1,166 1,181 1,195 1,209 1,223 1,237 1,252 1,266
90 1,280 1,294 1,309 1,323 1,337 1,351 1,365 1,380 1,394 1,408

100 1,422 1,437 1,451 1,465 1,479 1,493 1,508 1,522 1,536 1,550
110 1,565 1,579 1,593 1,607 1,621 1,636 1,650 1,664 1,678 1,693
120 1,707 1,721 1,735 1,749 1,764 1,778 1,792 1,806 1,821 1,835
130 1,849 1,863 1,877 1,892 1,906 1,920 1,934 1,949 1,963 1,977
140 1,991 2,005 2,020 2,034 2,048 2,062 2,077 2,091 2,105 2,119

150 2,134 2,148 2,162 2,176 2,190 2,205 2,219 2,233 2,247 2,262
160 2,276 2,290 2,304 2,318 2,333 2,347 2,361 2,375 2,389 2,404
170 2,418 2,432 2,446 2,460 2,475 2,489 2,503 2,518 2,532 2,546
180 2,560 2,574 2,589 2,603 2,617 2,631 2,646 2,660 2,674 2,688
190 2,702 2,717 2,731 2,745 2,759 2,773 2,788 2,802 2,816 2,830

200 2,845 2,859 2,873 2,887 2,901 2,916 2,930 2,944 2,958 2,973
210 2,987 3,001 3,015 3,030 3,044 3,058 3,072 3,086 3,101 3,115
220 3,129 3,143 3,158 3,172 3,186 3,200 3,214 3,229 3,243 3,257
230 3,271 3,286 3,300 3,314 3,328 3,343 3,357 3,371 3,385 3,399
240 3,414 3,428 3,442 3,456 3,470 3,485 3,499 3,513 3,527 3,542

D61EX,PX-15E0 39
SEN02397-00 00 Índice e prefácio

Temperatura

Conversão de graus Celsius para Fahrenheit: Uma maneira simples de converter uma leitura de temperatura Fahrenheit
para uma leitura de temperatura Celsius, ou vice-versa, é acompanhar a tabela ao centro (coluna com o texto em
negrito) da relação de valores.
Caso queira converter graus Celsius para Fahrenheit, considere a coluna do centro como uma tabela de temperaturas
Fahrenheit e faça a leitura da temperatura correspondente em graus Celsius na coluna da esquerda.
Caso queira converter graus Fahrenheit para Celsius, considere a coluna central como uma tabela de valores em
Celsius e faça a leitura da temperatura Fahrenheit correspondente na coluna da direita.

1 ºC = 33,8 ºF
ºC ºF ºC ºF ºC ºF ºC ºF
-40,4 -40 -40,0 -11,7 11 51,8 7,8 46 114,8 27,2 81 177,8
-37,2 -35 -31,0 -11,1 12 53,6 8,3 47 116,6 27,8 82 179,6
-34,4 -30 -22,0 -10,6 13 55,4 8,9 48 118,4 28,3 83 181,4
-31,7 -25 -13,0 -10,0 14 57,2 9,4 49 120,2 28,9 84 183,2
-28,9 -20 -4,0 -9,4 15 59,0 10,0 50 122,0 29,4 85 185,0

-28,3 -19 -2,2 -8,9 16 60,8 10,6 51 123,8 30,0 86 186,8


-27,8 -18 -0,4 -8,3 17 62,6 11,1 52 125,6 30,6 87 188,6
-27,2 -17 1,4 -7,8 18 64,4 11,7 53 127,4 31,1 88 190,4
-26,7 -16 3,2 -7,2 19 66,2 12,2 54 129,2 31,7 89 192,2
-26,1 -15 5,0 -6,7 20 68,0 12,8 55 131,0 32,2 90 194,0

-25,6 -14 6,8 -6,1 21 69,8 13,3 56 132,8 32,8 91 195,8


-25,0 -13 8,6 -5,6 22 71,6 13,9 57 134,6 33,3 92 197,6
-24,4 -12 10,4 -5,0 23 73,4 14,4 58 136,4 33,9 93 199,4
-23,9 -11 12,2 -4,4 24 75,2 15,0 59 138,2 34,4 94 201,2
-23,3 -10 14,0 -3,9 25 77,0 15,6 60 140,0 35,0 95 203,0

-22,8 -9 15,8 -3,3 26 78,8 16,1 61 141,8 35,6 96 204,8


-22,2 -8 17,6 -2,8 27 80,6 16,7 62 143,6 36,1 97 206,6
-21,7 -7 19,4 -2,2 28 82,4 17,2 63 145,4 36,7 98 208,4
-21,1 -6 21,2 -1,7 29 84,2 17,8 64 147,2 37,2 99 210,2
-20,6 -5 23,0 -1,1 30 86,0 18,3 65 149,2 37,8 100 212,0

-20,0 -4 24,8 -0,6 31 87,8 18,9 66 150,8 40,6 105 221,0


-19,4 -3 26,6 0 32 89,6 19,4 67 152,6 43,3 110 230,0
-18,9 -2 28,4 0,6 33 91,4 20,0 68 154,4 46,1 115 239,0
-18,3 -1 30,2 1,1 34 93,2 20,6 69 156,2 48,9 120 248,0
-17,8 -0 32,0 1,7 35 95,0 21,1 70 158,0 51,7 125 257,0

-17,2 1 33,8 2,2 36 96,8 21,7 71 159,8 54,4 130 266,0


-16,7 2 35,6 2,8 37 98,6 22,2 72 161,6 57,2 135 275,0
-16,1 3 37,4 3,3 38 100,4 22,8 73 163,4 60,0 140 284,0
-15,6 4 39,2 3,9 39 102,2 23,3 74 165,2 62,7 145 293,0
-15,0 5 41,0 4,4 40 104,0 23,9 75 167,0 65,6 150 302,0

-14,4 6 42,8 5,0 41 105,8 24,4 76 168,8 68,3 155 311,0


-13,9 7 44,6 5,6 42 107,6 25,0 77 170,6 71,1 160 320,0
-13,3 8 46,4 6,1 43 109,4 25,6 78 172,4 73,9 165 329,0
-12,8 9 48,2 6,7 44 111,2 26,1 79 174,2 76,7 170 338,0
-12,2 10 50,0 7,2 45 113,0 26,7 80 176,0 79,4 175 347,0

40 D61EX,PX-15E0
00 Índice e prefácio SEN02397-00

D61EX,PX-15E0 41
SEN02397-00

Carregadeira de rodas D61EX, PX-15E0


Formulário Nº SEN02397-00

© KOMATSU 2008
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

42
MANUAL DE OFICINA SEN02398-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Especificações
Especificações e dados técnicos
Desenho das dimensões das especificações.................................................................................................................. 2
Especificações................................................................................................................................................................. 3
Tabela de pesos............................................................................................................................................................... 8
Tabela de combustível, líquido de arrefecimento e lubrificantes.................................................................................... 10

D61EX,PX-15E0 1
SEN02398-00 01 Especificações

Desenho das dimensões das especificações


D61EX/PX-15E0

D61EX-15E0 D61PX-15E0
Item Unidade
Lâmina PAT Lâmina PAT
Peso da máquina kg 17,050 19,050
Denominação do motor - Motor Komatsu SAA6D107E-1 à diesel
Potência de saída nominal do motor
• Líq. [ISO 9249/SAE J1349] (*1) kW {HP}/rpm 125 {168}/1,850
• Bruta [SAE J1955] (*2) 127 {170}/1,850
A Comprimento total mm 5,030 5,465
B Altura total (excluindo antena) mm 3,150 3,180
C Largura total mm 3,275 3,860

Vel. deslocamento Avante km/h 3,2/5,6/8,7


(1ª, 2 ª, 3 ª) Ré km/h 4,3/7,2/11,3

*1: Indica o valor da velocidade mínima do ventilador de arrefecimento.


*2: Indica o valor somente do motor (sem o ventilador de arrefecimento).
« A potência de saída nominal do motor é indicada pelos valores líquido e bruto. O valor bruto denota a potência
de saída nominal aferida de um motor independente, enquanto o valor líquido indica a aferição de um motor sob
condições essencialmente iguais às que estaria submetido se instalado na máquina.
« A seguir é informada a potência de saída nominal (líquida) com o ventilador de arrefecimento funcionando em sua
velocidade máxima.
116 kW {155 HP} / 1.850 rpm
« PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica

2 D61EX,PX-15E0
01 Especificações SEN02398-00

Especificações
D61EX-15E0 D61PX-15E0
Denominação e tipo da máquina
Lâmina PAT Lâmina PAT
Número de série B45001 e acima B45001 e acima
Peso da máquina kg 13,920 15,620

• Unidade do trator
Peso

kg 16,320 18,320
• Com equipamento de trabalho

• Com equipamento de trabalho e cabina ROPS kg 17,050 19,050

Raio de giro mínimo (contra-rotação das esteiras) m 3,6 3,7

Rampa máxima graus 30 30

Estabilidade (dianteira, traseira, esquerda, direita) graus 35 35


Veloci-
Performance

Avante (1ª, 2ª, 3ª) km/h 3,2/5,6/8,7 3,2/5,6/8,7


dade

Ré (1ª, 2ª, 3ª) km/h 4,3/7,2/11,0 4,3/7,2/11,0

kPa 44,1 28,4


Pressão sobre o

Unidade do trator {kg/cm2} {0,45} {0,29}


Com equipamento de trabalho kPa 51,0 33,3
solo

{kg/cm2} {0,52} {0,34}


Com equipamento de trabalho e cabina
ROPS kPa 52,9 34,3
{kg/cm2} {0,54} {0,35}
Unidade do trator mm 3,920 4,210
Geral

Com equipamento de trabalho mm 5,030 5,465


Unidade do trator mm 2,500 3,000
Geral

Com equipamento de trabalho mm 3,275 3,860

2,945 2,970
Até o cano de escapamento mm
Altura geral
DImensões

Até o alto do assento do operador mm 2,300


2,270
Com a cabina ROPS instalada (exceto a mm 3,150
antena) 3,180

Com o toldo ROPS instalado mm 3,150 3,180


Bitola da esteira mm 1,900 2,140
Comprimento da esteira sobre o solo mm 2,600 3,170

Largura da esteira (sapata de esteira padrão) mm 600 860

mm 395 475
Vão livre mín. em relação ao solo

« PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica

D61EX,PX-15E0 3
SEN02398-00 01 Especificações

D61EX-15E0 D61PX-15E0
Denominação e tipo da máquina
Lâmina PAT Lâmina PAT
Número de série B45001 e acima B45001 e acima
SAA6D107E-1
Denominação
-
- 4 ciclos, arrefecido à água com 6 cilindros em linha, injeção
Tipo
direta, com turboalimentador e pós-resfriador arrefecido à ar.
mm
No. de cilindros – diâmetro x curso
6 - 107 x 124
l {CC}
Cilindrada total
6,69 {6,690}
Potência nominal kW/rpm
{HP/rpm} 125/1,850 {170/1,850}
Nm/rpm
Torque máximo {kgm/rpm} 893/1,350 (91/1,350}
Performance
Motor

rpm 2,000 ± 50
Rotação máxima sem carga
rpm 915 ± 50
Marcha lenta sem carga
g/kWh 223 {164}
Relação de consumo mínimo de combustível {g/HPh}
Motor de partida 24 V, 5,5 kW

Alternador 24 V, 60 A

Bateria (*) 12 V, 140 Ah, 2 peças (195G51)


Tipo de colméia do radiador Alumínio ondulado
Conversor de torque Tipo 3 elementos, 1 estágio, monofásico
Embreagem de discos múltiplos, engrenagens plane­tárias,
de acionamento hidráulico (elétrico) lubrificação por meio de
Transmissão
pressão da bomba de engre­nagens, 3 marchas avante e 3
marchas a ré, operação eletrônica
Trem de força

Engrenagem cônica espiral, lubrificação forçada por meio de


Eixo da engrenagem cônica
bomba de engrenagens
Unidade
do HSS

Tipo hidráulico de comando eletrônico, acionamento por motor


Sistema HSS
hidráulico, engrenagem planetária diferencial

Tipo operado por pedal, de atuação hidráulica, pressurização


Freio
por mola, com discos múltiplos em banho de óleo
Comando final Tipo redução dupla por engrenagens e lubrificação espargida
Tipo de suspensão Semi-rígida, do tipo barra equalizadora
Material rodante

Rolete superior 2 peças de cada lado


Rolete inferior 7 peças de cada lado 8 peças de cada lado
Sapata da esteira Largura: 600 mm Largura: 860 mm
40 peças de cada lado 46 peças de cada lado
• Tipo montada, de garra simples Passo: 190 mm Passo: 190 mm

 PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica


*1: A capacidade da bateria (Ah) é de 5 horas de duração, em média.

4 D61EX,PX-15E0
01 Especificações SEN02398-00

D61EX-15E0 D61PX-15E0
Denominação e tipo da máquina
Lâmina PAT Lâmina PAT
Número de série B45001 e acima B45001 e acima
Bomba HSS
Tipo sensível à carga, com placa de variação do ângulo de
Tipo inclinação da bomba de deslocamento variável

Capacidade teórica cm3/rev 95


Bomba do ventilador de arrefecimento
Tipo de pistão, com placa de variação do ângulo de inclinação
Bomba hidráulica

Tipo da bomba de deslocamento variável

Capacidade teórica cm3/rev 30


Trem de força e bomba de lubrificação
Bomba de engrenagens externas e deslocamento fixo (config.
Tipo tandem)

Capacidade teórica cm3/rev 40,2 x 2


Bomba de recuperação
Sistema hidráulico

Tipo Bomba de engrenagens externas e deslocamento fixo

Capacidade teórica cm3/rev 61,2


Motor HSS
Tipo de pistão, com placa de variação do ângulo de inclinação
Tipo da bomba de deslocamento fixo e válvula de freio
Motor hidráulico

Capacidade do motor cm3/rev 80


Motor do ventilador de arrefecimento
Tipo de pistão, com placa de variação do ângulo de inclinação
Tipo da bomba de deslocamento fixo

Capacidade do motor cm3/rev 28

1 unidade, tipo 3+1 carretéis


Válvula de

1 unidade, tipo 3+1 carretéis


(lâmina PAT)
controle

Tipo e quantidade
(lâmina PAT, lâmina PT
1 unidade, tipo 4+1-carretéis

Método de controle (lâmina PAT + escarificador)
Tipo acion. hidráulico
Tipo acion. hidráulico

Reservatório hidráulico Tipo caixa (tipo válvula de controle externa)


Filtro de óleo hidráulico Lateral de retorno para o reservatório
Resfriador de óleo Alumínio ondulado

 PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica


 PAT: Abreviação de Inclinação hidráulica

D61EX,PX-15E0 5
SEN02398-00 01 Especificações

Denominação e tipo da máquina D61EX-15E0 D61PX-15E0


Número de série B45001 e acima B45001 e acima
Tipo Pistão de ação dupla
Cilindro de elevação

Diâmetro do cilindro mm 110


Diâmetro da haste do pistão mm 55
Curso mm 469
Distância máxima entre os pinos mm 1,322
Distância mínima entre os pinos mm 853
Tipo Pistão de ação dupla
Cilindro de inclinação

Diâmetro do cilindro mm 130


Lâmina PAT

Diâmetro da haste do pistão mm 70


Curso mm 190
Distância máxima entre os pinos mm 1,226
Distância mínima entre os pinos mm 1,036
Tipo Pistão de ação dupla
Cilindro de ângulação
Sistema hidráulico de equipamnto de trabalho

Diâmetro do cilindro mm 110


Diâmetro da haste do pistão mm 65
Curso mm 469
Distância máxima entre os pinos mm 1,352
Distância mínima entre os pinos mm 883
Tipo - Pistão de ação dupla
Cilindro de elevação

Diâmetro do cilindro mm - 110


Diâmetro da haste do pistão mm - 55
Curso mm - 469
Distância máxima entre os pinos mm - 1,322
Lâmina PAT

Distância mínima entre os pinos mm - 853


Tipo - Pistão de ação dupla
Cilindro de inclinação

Diâmetro do cilindro mm - 140


Diâmetro da haste do pistão mm - 70
Curso mm - 143
Distância máxima entre os pinos mm - 1,027
Distância mínima entre os pinos mm - 884
Tipo Pistão de ação dupla -
Cilindro do escarifi-

Diâmetro do cilindro mm 140 -


Diâmetro da haste do pistão mm 70 -
cador

Curso mm 330 -
Distância máxima entre os pinos mm 1,080 -
Distância mínima entre os pinos mm 750 -

 PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica


 PAT: Abreviação de Inclinação hidráulica

6 D61EX,PX-15E0
01 Especificações SEN02398-00

Denominação e tipo da máquina D61EX-15E0 D61PX-15E0


Número de série B45001 e acima B45001 e acima
Tipo Lâmina de inclinação e angulação hidráulicas
Método de sustentação da lâmina Direita e esquerda: tipo cilindro de angulação
Desempenho

Elevação máxima (acima do solo) mm 980 1,110


Lâmina PAT

Profundidade máxima de penetração mm 465 495


Inclinação máxima mm 510 600
Dimensões

Largura da lâmina mm 3,275 3,860


Equipamento de trabalho

Altura da lâmina mm 1,200 1,160


Angulação da lâmina graus 57 57

Lâmina de inclinação e angula-


Tipo - ção hidráulicas Esquerda: tipo
Método de sustentação da lâmina - travessa / direita e: tipo cilindro
de angulação
Elevação máxima (acima do solo) mm - 1,210
Desempenho
Lâmina PAT

Profundidade máxima de penetração mm - 425


Distância de inclinação máxima mm - 600
Faixa de angulação da lâmina graus - ±7
Dimensões

Largura da lâmina mm - 3,600


Altura da lâmina mm - 1,070
Angulação da lâmina graus - 57

Tipo Paralelogramo -
Comprimento da longarina mm 2,170 -
Número de porta-pontas peças 3 -
Escarificador

Ângulo de escavação (a/b) graus 55/45 -


Desempenho

Profundidade de escavação Alternável em 3 níveis -


Profundidade máx. de escavação mm 665 -
Elevação máxima mm 565 -
Posição do porta-pontas (esquerda/direita) mm 950/950 -

 PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica


 PAT: Abreviação de Inclinação hidráulica

D61EX,PX-15E0 7
SEN02398-00 01 Especificações

Tabela de pesos
! Esta tabela de pesos serve de referência para o manuseio e transporte de componentes.

Unidade: kg
Denominação e tipo da máquina D61EX-15E0 D61PX-15E0
Número de série B45001 e acima B45001 e acima
Conjunto do motor e amortecedores (sem óleo e líq. de arrefecimento) 743 743

• Conjunto do motor 700 700

• Conjunto dos amortecedores 35 35

• Peças relacionadas ao motor (fiação) 8 8

Junta universal 13 13
Conjunto do motor e amortecedores (sem óleo e líq. De arrefecimento) 110 110

• Conjunto do radiador 26 26

• Conjunto do pós-resfriador 18 18

• Resfriador do óleo hidráulico 3 3

Bomba do ventilador de arrefecimento 28 28


Motor do ventilador de arrefecimento 13 13
Reservatório de combustível (sem combustível) 170 170
Conjunto da unidade do trem de força (exceto óleo) 2,105 2,105

• Conjunto da PTO e do conversor de torque 290 290

• Conjunto da transmissão 340 340

• Resfriador do ECMV da transmissão 13 13

• Conjunto da válvula de alívio principal 6 6

• Conjunto da unidade do sistema HSS 1,380 1,380

• Resfriador da válvula dos freios 6 6

Motor HSS 45 45
Bomba HSS 65 65
Trem de força e bomba de óleo de lubrificação 20 20
Bomba de recuperação 5 5
Reservatório hidráulico (sem óleo) 60 60
Válvula de controle

• Válvula de 3+1 carretéis 52 52


(Lâmina PAT) - 52
(Lâmina PT)
57
• Válvula de 4+1 carretéis -
(Lâmina PAT + escarificador)
Conjunto do comando final (cada lado) 734 734
Roda motriz (cada lado) 7,4 x 9 7,4 x 9
Conjunto da armação 1,010 1,010
Protetor inferior do motor 45 45
Transmissão do protetor inferior 22 22

 PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica


 PAT: Abreviação de Inclinação hidráulica

8 D61EX,PX-15E0
10 Especificações SEN02398-00

Unidade: kg
Denominação e tipo da máquina D61EX-15E0 D61PX-15E0
Número de série B45001 e acima B45001 e acima
Conjunto do grupo de esteiras (cada lado) (Lâmina PAT) 1,378 1,470
(Lâmina PT)
- 1,520
• Armação de esteira (lâmina PAT) 467 518
(Lâmina PT) - 568
• Conjunto da roda-guia (cada lado)
184 184
• Conjunto da mola tensora (cada lado)
205 205
• Conjunto de roletes inferiores de flange simples (cada lado)
45 x 5 45 x 6
• Conjunto de roletes inferiores de flange duplo (cada lado) 52 x 2 52 x 2
• Conjunto de roletes superiores (cada lado) 25 x 2 25 x 2
Conjunto da sapata de esteira (cada lado)

• Sapata de garra simples (600 mm) 1,245 -

• Sapata de pântano (860 mm) - 1,570

• Sapata de garra simples (860 mm) - 1,785

Eixo pivotado (cada lado) 85 105


Barra equalizadora 90 120
Conjunto da armação do piso 300 300
Assento do operador 56 56
Conjunto da cabina 410 410
Conjunto da estrutura ROPS (cabina) 210 210
Conjunto do toldo ROPS 390 390
Conjunto da lâmina PAT 2,300 2,600

• Lâmina (incluindo a esfera central) 1,130 1,290

• Armação em “U” 810 960

• Conjunto do cilindro de inclinação 75 75

• Conjunto do cilindro de angulação 58 x 2 58 x 2

Conjunto da lâmina PAT - 1,830

• Lâmina - 1,015

• Armação reta (cada lado) - 190

• Conjunto do cilindro de inclinação - 65

Conjunto do cilindro de elevação (Lâmina PAT) 48 x 2 48 x 2


(Lâmina PT) 48 x 2 50 x 2

Conjunto do escarificador 1.530 -


Conjunto do cilindro do escarificador 75 -

 PAT: Abreviação de Lâmina de inclinação hidráulica


 PAT: Abreviação de Inclinação hidráulica

D61EX,PX-15E0 9
SEN02398-00 01 Especificações

Tabela de combustível, líquido de arrefecimento e lubrificantes


« Para obter detalhes sobre as observações (Obs. 1 e 2...) indicadas na tabela, consulte o Manual de Operação e
Manutenção.

Temperatura ambiente em graus Celsius Fluidos Komatsu


Reservatório Tipo de fluido
-30 -20 -10 0 10 20 30 40 50ºC recomendados

Komatsu
(Obs.1) EOS0W30
Komatsu
(Obs.1) EOS5W40
Komatsu
Cárter de óleo do motor Óleo do motor
EO10W30-DH
Komatsu
EO15W40-DH
Komatsu
EO30-DH

Engrenagem
Óleo do trem de força
Intermediária da carcaça TO30
(Obs. 2)
do amortecedor (cada)

TO10
Caixa do trem de força Óleo do trem de força
TO30

Carcaça do comando
Óleo do trem de força TO30
final (cada)

Óleo do trem de força TO10

Óleo hidráulico HO46-HM


Sistema hidráulico
Komatsu
EO10W30DH
Óleo do motor
Komatsu
EO15W40DH
Graxa Hyper
G2-T, G2-TE
(Obs. 3)
Graxeira
Graxa EP à base
G2-LI
de lítio
Sistema de Supercoolant
AF-NAC
arrefecimento AF-NAC (Obs. 4)
ASTM Classe nº 1-D S15
Reservatório de com- ASTM Classe nº 1-D S500
Diesel
bustível ASTM Classe nº 2-D S15
ASTM Classe nº 2-D S500

10 D61EX,PX-15E0
01 Especificações SEN02398-00

Unidade: l
Combustível contendo enxofre Nível de óleo especificado Quantidade de óleo de reabastecimento
Cárter de óleo do motor 3,1 29
Carcaça do amortecedor 1,1 1,1
Roda-guia (direita e esquerda, cada) 0,22 0,22
Sistema do óleo hidráulico 95 55
Carcaça do trem de força 100 69
Carcaça do comando final
32 28,5
(direita e esquerda, cada)
Reservatório de combustível 390 -
Sistema de arrefecimento (incluindo o tanque
32 -
de expansão)

D61EX,PX-15E0 11
SEN02398-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02398-00

© KOMTASU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

12
MANUAL DE OFICINA SEN02473-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Motor e sistema de arrefecimento
Sistema de arrefecimento................................................................................................................................................ 2
Bomba do ventilador de arrefecimento............................................................................................................................ 4
Motor do ventilador de arrefecimento............................................................................................................................. 12

D61EX,PX-15E0 1
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema de arrefecimento

8,8 ± 0,5 Nm
{0,9 ± 0,05 kgm}

132 - 157 Nm
{13,5 - 16 kgm}

2,9 ± 0,5 Nm
{0,3 ± 0,05 kgm}

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

A: Entrada do resfriador de óleo do trem de força


B: Saída do resfriador de óleo do trem de força
C: Entrada do resfriador do óleo hidráulico
D: Saída do resfriador do óleo hidráulico

1. Motor do ventilador de arrefecimento


2. Radiador
3. Reservatório
4. Mangueira de entrada do radiador
5. Mangueira de saída do radiador
6. Resfriador do óleo hidráulico
7. Tampa do radiador
8. Ventilador de arrefecimento
9. Válvula bypass
10. Resfriador do óleo do trem de força (incorporado ao reservatório inferior do radiador)
11. Bujão de dreno
12. Pós-resfriador

Especificações

Resfriador de óleo Resfriador do óleo


Radiador Pós-resfriador
do trem de força hidráulico
Alumínio Alumínio Alumínio
Tipo de colméia PTO-OL
ondulado ondulado ondulado
Passo das aletas (mm) 4,0 - 4,0 4,0
Área total de dissipação de calor (m2) 52,97 1,722 1,53 16,65
Pressão de abertura da válvula de pressão 88,3 ± 14,7
- - -
(kPa {kg/cm2}) {0,9 ± 0,15}
Pressão de abertura da válvula à vácuo 0 - 4,9
- - -
(kPa {kg/cm2}) {0 - 0,05}

D61EX,PX-15E0 3
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Bomba do ventilador de arrefecimento


Tipo: LPV30

11,8 - 14,7 Nm
{1,2 - 1,5 kgm}

5,9 - 8,8 Nm
9,8 - 12,7 Nm {0,6 - 0,9 kgm}
{1 - 1,3 kgm}

27,4 - 34,3 Nm 59 - 74 Nm 98 - 123 Nm


{2,8 - 3,5 kgm} {6 - 7,5 kgm} {10-12,5 kgm}

8,8 ± 1,0 Nm
{0,9 ± 0,1 kgm}

P1 : Descarga da bomba T1 : Descarga da bomba


PS : Sucção da bomba PEPC : Sucção da bomba
T0 : Dreno PCEPC : Bujão de detecção da pressão de saída de EPC

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

34,3 - 44,1 Nm
{3,5 - 4,5 kgm}

59 - 74 Nm
{6 - 7,5 kgm}

1. Eixo
2. Retentor de óleo
3. Carcaça
4. Came oscilante
5. Sapata
6. Pistão
7. Bloco do motor
8. Prato da válvula
9. Mola
10. Servopistão

D61EX,PX-15E0 5
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Função
• O torque e a rotação do motor são transmitidos para o eixo desta
bomba. Em seguida, a bomba converte a rotação e o torque em
pressão de óleo, descarregando o óleo pressurizado de acordo
com a carga existente.
• É possível alterar o volume da vazão, mudando-se o ângulo da
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba.

Estrutura
• O bloco do motor (7) está apoiado ao eixo (1) pela chaveta (a).
O eixo (1), por sua vez, está apoiado nos mancais dianteiro e
traseiro.
• A ponta do pistão (6) consiste de uma esfera côncava, e a sapata
(5) está calcada a esta esfera, formando uma única unidade. O
pistão (6) e a sapata (5) formam um mancal esférico.
• O balancim (4) possui uma superfície plana (A), contra a qual a
sapata (5) é constantemente pressionada, enquanto realiza um
movimento circular. O balancim (4) também desliza em torno da
esfera (11), usando-a como um ponto de apoio.
• O pistão (6) realiza um movimento relativo na direção axial,
dentro de cada câmara de cilindro do bloco do motor (7).
• O bloco do motor (7) executa uma rotação relativa ao prato da
válvula (8), enquanto retém o óleo pressurizado, e esta superfície
assegura a manutenção correta do equilíbrio hidráulico.
• Com isso, o óleo presente em cada uma das câmaras do bloco
do motor (7) está disponível para sucção ou descarga por meio
do prato da válvula (8).

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

Operação

Operação da bomba
• O bloco do motor (7) rotaciona junto com o eixo (1), • Quando a linha central (X) do balancim (4) está na
enquanto a sapata (5) desliza sobre a superfície mesma direção axial do bloco do motor (7) [ângulo
plana (A). Neste ponto, uma vez que o balancim (4) da placa de variação do ângulo de inclinação da
inclina tendo a esfera (11) como ponto de apoio, a bomba = 0], a diferença entre os volumes (E) e (F)
inclinação (a) entre a linha central (X) do balancim dentro do bloco do motor (7) é de 0, assim, a bomba
(4) e a direção axial do bloco do motor (7) se alteram. não executa a sucção e descarga e o bombeamento
O ângulo (a) é denominado ângulo da placa de não ocorre [embora o ângulo da placa de variação
variação do ângulo de inclinação da bomba. do ângulo de inclinação da bomba, na verdade, não
• Em razão da linha central (X) do balancim (4) possuir chegue a 0.]
um ângulo (a) da placa de variação do ângulo de • O ângulo (a) da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba na direção axial do bloco do inclinação da bomba e o volume de vazão da bomba
motor (7), a superfície plana (A) passa a funcionar estão em relação proporcional.
como um came contra a sapata (5).
• Com isso, o pistão (6) desliza dentro do bloco do motor
(7) e uma diferença é gerada entre os volumes (E) e
(F) no bloco do motor (7). Como resultado, cada pistão
(6) executa o movimento de sucção e descarga de
óleo na razão de (F) – (E).
• Em outras palavras, o bloco do motor (7) rotaciona, e
o volume da câmara (E) se torna menor, fazendo com
que o óleo pressurizado seja descarregado durante
este processo. Simultaneamente, o volume da câmara
(F) aumenta, e o óleo passa a ser sugado nesta etapa
do processo. [Na figura, a câmara (F) está localizada
ao final do curso da sucção, enquanto a câmara (E)
se encontra no final do curso da descarga.]

D61EX,PX-15E0 7
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Controle da vazão da bomba


• A vazão (Q) aumenta de acordo com o aumento
da diferença de capacidade de (E) e (F), à medida
que o ângulo (a) da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba se torna maior. O ângulo (a) da
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba
é alterado pelo servopistão (10).
• O servopistão (10), por sua vez, executa um
movimento recíproco em linha reta de acordo com
a pressão do sinal da servoválvula. Este movimento
em linha reta é transmitido para o balancim (4) que,
suportado pela esfera (11), oscila ao seu redor.

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

Servoválvula

27,4 - 34,3 Nm 5,9 - 8,8 Nm


27,4 - 34,3 Nm
{2,8 - 3,5 kgm} {0,6 - 0,9 kgm}
{2,8 - 3,5 kgm}

P: Pressão básica da válvula EPC


T: Dreno
PE: Pressão do pistão de controle
PH: Pressão de descarga da bomba

1. Bujão
2. Alavanca
3. Retentor
4. Sede
5. Carretel
6. Pistão
7. Luva

D61EX,PX-15E0 9
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

A: Lado do dreno
B: Lado da entrada de pressão de vazão da bomba
C: Pressão recebida da saída de EPC
D: Pressão da saída de EPC

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

Função Operação
• A servoválvula controla a entrada de corrente para • A pressão de saída da válvula EPC é aplicada à
a válvula EPC e a vazão da bomba (Q), para que se câmara do pistão para empurrar o pistão (6). Este,
relacionem conforme mostra o diagrama. por sua vez, empurra o carretel (5) até se equilibrar
com a mola.
• Em seguida, a área (PE) da passagem da pressão
Ângulo (α) da placa de variação do ân-

do servopistão se comunica com as passagens de


Vazão Q de descarga da bomba

descarga da bomba por meio do entalhe do carretel


gulo de inclinação da bomba

(5), fazendo com que a pressão de descarga seja


encaminhada ao servopistão.
• O servopistão é elevado pela ação do balancim. Em
seguida, o retorno à posição é aplicado e a alavanca
se move para comprimir a mola.
• Quando o carretel (5) é empurrado para trás,
o circuito de vazão da bomba e o circuito do
Corrente i de EPC servopistão se fecham. A pressão existente na
(Pressão F de saída de EPC) câmara do servopistão diminui e o balancim retorna
em direção ao ângulo máximo da placa de variação
• A relação entre a corrente de entrada (i) para a do ângulo de inclinação da bomba.
válvula EPC e a pressão de saída (F) da válvula EPC • Estes processos se repetem até que a placa de
é mostrada a seguir. variação do ângulo de inclinação da bomba fique
fixa em uma posição onde a saída de EPC esteja
equilibrada com a força da mola.
Pressão F de saída de EPC

• Conseqüentemente, à medida que a pressão de


saída EPC se eleva, o ângulo da placa de variação
do ângulo de inclinação da bomba diminui. Ou, ao
contrário, à medida que a pressão de saída EPC
diminui, o ângulo da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba aumenta.

Corrente i de EPC

D61EX,PX-15E0 11
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Motor do ventilador de arrefecimento


Tipo: LMF28

11,8 - 14,7 Nm
{1,2 - 1,5 kgm}

98 - 123 Nm 9,8 - 12,74 Nm


{10 - 12,5 kgm} {1,0 - 1,3 kgm}

27 - 34 Nm
{2,8 - 3,5 kgm}

27 - 34 Nm
{2,8 - 3,5 kgm}

P: Da válvula auto-redutora de pressão Especificações


T: Do arrefecedor de óleo para o reservatório Tipo LMF28
TC: Para o reservatório
Volume do motor (cc/rev) 28
Rotação nominal (rpm) 1,700
Taxa de fluxo nominal (ℓ/min) 47,6
Pressão de abertura da válvula de
24,5 {250}
segurança (MPa {kg/cm2}
Pressão de abertura da válvula de
0,044 {0,45}
retenção (MPa {kg/cm2}

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

1. Eixo de saída 8. Mola central


2. Carcaça 9. Mola da válvula de retenção
3. Prato de escora 10. Válvula de retenção
4. Conjunto do pistão 11. Válvula piloto
5. Bloco do motor 12. Carretel da válvula reversível
6. Prato da válvula 13. Mola da válvula reversível
7. Tampa 14. Válvula de segurança

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critério Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento
Comprimento Carga de Comprimento Carga de Se a mola estiver dani-
x diâmetro
9 Mola da válvula de retenção de instalação instalação livre instalação ficada ou deformada,
externo
substitua-a
3,43 N 2,55 N
13,0 x 6,5 7,0 -
{0,35 kg} {0,26 kg}

D61EX,PX-15E0 13
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Unidade do motor hidráulico

Função
• Este motor hidráulico é denominado motor a
pistão axial do tipo placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba. Ele converte a energia do
óleo pressurizado enviado da bomba hidráulica em
movimento de rotação.

Principio de operação
• O óleo enviado da bomba hidráulica flui através da
placa da válvula (7) para o bloco do motor (5). Este
óleo pode fluir para apenas um dos lados da linha
(Y-Y) que conecta o ponto morto superior e o ponto
morto inferior do curso do pistão (4).
• O óleo enviado para um dos lados do bloco do motor
(5) pressiona o pistão (4) [2 ou 3 pontos], gerando
uma força (F1) [F1 = P x πD2/4].
• Esta força é aplicada ao prato de escora (2). Já que
Lado de dreno
o prato de escora (2) está fixo a um ângulo de (aº)
graus em relação ao eixo de saída (1), a força é Lado de suprimento
dividida entre os componentes (F2) e (F3).
• O componente radial (F3) gera o torque [T = F3 x
ri] contra a linha (Y – Y) conectando o ponto morto
superior e o ponto morto inferior.
• A força combinada de todos os torques [T = Σ (F3 x ri)]
rotaciona o bloco do motor (5) por meio dos pistões.
• Já que o bloco do motor (5) está engrenado na
chaveta do eixo de saída, este último rotaciona para
transmitir o torque.

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

Válvula de sucção

Função
• Quando a bomba do ventilador pára, o óleo pressurizado
deixa de fluir para o motor. Porém, já que o motor
permanece em rotação em função da inércia, a pressão
no lado de saída do motor aumenta.
• Quando o óleo pára de fluir da porta de entrada (P),
a válvula de sucção suga o óleo no lado de saída e
o fornece para a passagem (MA), onde não há óleo
suficiente para se prevenir a cavitação.

Operação
Durante a partida Durante a parada do motor
• Quando o óleo hidráulico proveniente da bomba é • Quando o motor é desligado e a revolução de
fornecido para a passagem (P) aumentando a pressão entrada da bomba do ventilador cai para 0 rpm, o
no lado (MA), e um torque de partida é gerado no motor, óleo hidráulico proveniente da bomba não é mais
o motor começa a rotacionar. O óleo que se encontra fornecido para a passagem (P). Já que o óleo
na passagem de saída (MB) do motor retorna por meio hidráulico não é fornecido para o lado da passagem
da passagem (T) para o reservatório. (MA) do motor, a sua rotação diminui gradativamente
Área da bomba do ventilador até parar por completo.
• Quando o eixo do motor é rotacionado pela força de
inércia enquanto o fluxo de óleo na passagem (T)
vai diminuindo, o óleo que se encontra na passagem
(T), no lado de saída, é enviado pela válvula de
sucção (1) para o lado da passagem (MA), a fim de
prevenir cavitação.
Válvula EPC
Parte Área da bomba do ventilador
central
Controlador

Válvula EPC
Parte
central
Controlador

D61EX,PX-15E0 15
SEN02473-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula reversível

Operação
Quando a solenóide LIGA-DESLIGA da válvula Quando a solenóide LIGA-DESLIGA da válvula
reversível está “desmagnetizada” reversível está “energizada”
• Se a solenóide LIGA-DESLIGA (1) da válvula • Se a solenóide LIGA-DESLIGA (1) da válvula
reversível for “desmagnetizada”, o óleo pressurizado reversível for “energizada”, a válvula seletora
proveniente da bomba é bloqueado pela válvula LIGA-DESLIGA (2) muda para deixar que o óleo
do seletor LIGA-DESLIGA (2), e a passagem (C) é pressurizado flua através da passagem (C) para a
aberta para o circuito do reservatório. câmara do carretel (D).
• Conseqüentemente, o carretel da válvula reversível • O óleo pressurizado na câmara (D) empurra a mola do
(3) é empurrado pela mola da válvula reversível (4) carretel da válvula reversível (3) para a direita, contra a
para a direita, para abrir a passagem do motor (MA), mola da válvula reversível (4). Com isso, a passagem
e em seguida o óleo pressurizado flui para rotacionar (MB) do motor se abre e o óleo pressurizado flui para
o motor em sentido avante (sentido horário). que o motor rotacione em sentido inverso (sentido
anti-horário).
Área da bomba do ventilador
Área da bomba do ventilador

Válvula EPC
Parte
Válvula EPC
central Parte
Controlador central
Controlador

16 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02473-00

Válvula de segurança
Função
• Quando é dada partida no motor, a pressão existente
na passagem (P) do motor do ventilador é elevada
em alguns casos.
• A válvula de segurança (1) é instalada para proteger
o circuito do sistema do ventilador.

Operação
• Quando a pressão na passagem (P) excede a
pressão de abertura da válvula de segurança (1), a
válvula (2) da válvula de segurança (1) se abre para
liberar o óleo para a passagem (T).
• Por meio dessa operação, evita-se a geração de
pressão anormal na passagem (P).

D61EX,PX-15E0 17
SEN02473-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02473-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

18
MANUAL DE OFICINA SEN02474-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Trem de força, parte 1
Trem de força................................................................................................................................................................... 2
Trem de força................................................................................................................................................................... 3
Sistema HSS.................................................................................................................................................................... 4
Vista geral da unidade do trem de força........................................................................................................................... 6
Diagrama hidráulico do trem de força.............................................................................................................................. 7
Controle da transmissão, sistema direcional e freio......................................................................................................... 8
Amortecedor e junta universal........................................................................................................................................ 10
Conversor de torque e PTO........................................................................................................................................... 12
Transmissão................................................................................................................................................................... 18
ECMV da transmissão.................................................................................................................................................... 30
Válvula de alívio principal e válvula de alívio do conversor de torque........................................................................... 36
Válvula de alívio de óleo lubrificante.............................................................................................................................. 38

D61EX,PX-15E0 1
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Trem de força

Apresentação geral Também é possível utilizar o mecanismo do HSS


• A potência gerada pelo motor (1) tem sua vibração para rotacionar as esteiras direita e esquerda em
torsional atenuada pelo amortecedor (2), passando sentidos opostos, realizando assim, curvas com a
pela junta universal (3) para ser, afinal, transmitida contra-rotação das esteiras.
ao conversor de torque (7) • O freio (12), incorporado à unidade do HSS (10),
• Por meio do óleo, a potência proveniente do motor é é usado para fazer com que a máquina pare, e
transmitida pelo conversor de torque (7) ao eixo de consiste de discos múltiplos em banho de óleo e
entrada da transmissão, de acordo com a variação atuação por mola.
na carga. A potência enviada do freio (12) é transmitida ao
• A transmissão (8) utiliza uma combinação de comando final (13).
sistema de engrenagens planetárias e embreagens • O comando final (13) consiste em uma engrenagem
hidráulicas para promover a redução da rotação de dentes retos de um único estágio, e um sistema
e a mudança de marchas (3 marchas avante e 3 de engrenagens planetárias também de um único
marchas a ré). Conjuga um par de embreagens estágio. Ele é responsável pela redução da rotação,
selecionadas em função da variação na carga e além de promover a rotação da roda motriz (14)
transmite a potência à engrenagem cônica (9) a para o acionamento das sapatas da esteira (15) e a
partir do pinhão cônico existente na extremidade conseqüente movimentação da máquina.
posterior da transmissão. • O motor do ventilador de arrefecimento (19),
• A potência transmitida à unidade do HSS (10) acionado pela PTO (5), é rotacionado por meio do
é, então, repassada ao HSS através do eixo da óleo descarregado.
engrenagem cônica.
A bomba (4) acionada pela PTO (5) rotaciona o
motor do HSS (11) por meio do óleo descarregado.
O sentido de rotação do par de engrenagens HSS
é controlado por meio do monitoramento que o
motor do HSS (11) exerce em relação às rotações
dos conjuntos de engrenagens planetárias direita e
esquerda, de maneira a estabelecer uma diferença
de rotação entre as esteiras direita e esquerda.

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Esquema do trem de força

1. Motor 11. Motor do HSS


2. Amortecedor 12. Freio
3. Junta universal 13. Comando final
4. Bomba do HSS 14. Roda motriz
5. PTO 15. Sapata da esteira
6. Bomba do ventilador de arrefecimento 16. Bomba do trem de força
7. Conversor de torque 17. Bomba de óleo lubrificante
8. Transmissão 18. Bomba de recuperação
9. Engrenagem cônica 19. Motor do ventilador de arrefecimento
10. Unidade do HSS

D61EX,PX-15E0 3
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema HSS
 HSS: Sistema Direcional Hidrostático

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

1. Alavanca de controle da direção, inversão do sen- Apresentação geral


tido de deslocamento de avante para ré e vice-versa • O sistema HSS consiste de válvula de controle (3),
e mudança de marcha (alavanca PCCS) bomba do HSS (5) e motor do HSS (7). Ele promove
2. Controlador da transmissão e do sistema direcional as manobras da máquina continuamente sem que
3. Válvula de controle haja redução na velocidade de deslocamento,
4. Válvula EPC graças à geração de uma diferença na velocidade
5. Bomba do HSS entre as esteiras.
6. Servoválvula • O controlador da transmissão e do sistema direcional
7. Motor do HSS (2) é responsável pelo controle da válvula EPC (4)
8. Circuito do HSS da válvula de controle (3), determinando a direção
9. Motor da rotação e a velocidade de rotação do motor do
10. Comando final HSS (7) de acordo com a direção de inclinação e o
11. Roda motriz ângulo da Alavanca de controle da direção, inversão
12. Reservatório hidráulico do sentido de deslocamento de avante para ré e
vice-versa e mudança de marcha (1).
Sinais de entrada e saída O motor do HSS (7) atua sobre o mecanismo de
a. Sinais de deslocamento no sentido avante ou à ré engrenagens planetárias do eixo da engrenagem
b. Sinal do sistema direcional cônica, criando uma diferença entre ambas rodas-
c. Informações de controle do motor motrizes (11) e fazendo com que a máquina mude de
d. Sinal da pressão de óleo do equipamento de trabalho direção.
• O controlador da transmissão e do sistema direcional
(2) capta a rotação do motor e a pressão do óleo em
cada peça, e controla a bomba do HSS (5) e a válvula
de controle (3) para que não haja estol do motor (9).

D61EX,PX-15E0 5
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Vista geral da unidade do trem de força

1. Bomba do HSS Descrição geral


2. Bomba do ventilador de arrefecimento • Genericamente falando, o conjunto do trem de
3. Motor do HSS força consiste no conversor de torque e na PTO (6),
4. Bomba do óleo lubrificante transmissão (9) e unidade do HSS (11). Assim, ao ser
5. Bomba do trem de força removido, o conjunto do trem de força pode ser dividido
6. Conversor de torque e PTO em conversor de torque e na PTO (6), transmissão (9)
7. Válvula de alívio principal e unidade do HSS (11).
8. ECMV da transmissão • A unidade do HSS (11) é constituída pela unidade
9. Transmissão da engrenagem cônica, eixo da engrenagem cônica,
10. Válvula do freio motor do HSS (3), mecanismo de engrenagens
11. Unidade do HSS planetárias e freio.
12. Bomba de recuperação
13. Filtro-tela do óleo do trem de força

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Diagrama hidráulico do trem de força

A: Orifício de tomada da pressão do óleo de descarga da 1. Orifícios de tomada de pressão centralizada


bomba do HSS 2. ECMV da transmissão
B: Orifício de tomada da pressão do óleo de descarga da 3. Filtro de óleo do trem de força
bomba do ventilador de arrefecimento 4. Tubo de alimentação de óleo
C: Orifício de tomada da pressão do óleo de alívio 5. Válvula do freio
principal 6. Bomba do trem de força
D: Orifício de tomada da pressão do óleo de saída do 7. Bomba de óleo lubrificante
conversor de torque 8. Válvula de alívio principal
E: Orifício de tomada da pressão do óleo de entrada do 9. Bomba de recuperação
conversor de torque 10. Resfriador de óleo do trem de força
F: Orifício de tomada da pressão do óleo do freio

D61EX,PX-15E0 7
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Controle da transmissão, sistema direcional e freio


 PCCS: Sistema de Controle na Palma da Mão

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

1. Pedal do freio
2. Pedal desacelerador
3. Potenciômetro do pedal desacelerador
4. Haste
5. Botão de controle do combustível
6. Alavanca de controle da direção, inversão do sen-
tido de deslocamento de avante para ré e vice-versa
e mudança de marcha (alavanca PCCS)
7. Potenciômetro do pedal do freio
8. Alavanca do freio de estacionamento
9. Cabo
10. Controlador da transmissão e do sistema direcional
11. Interruptor limitador de segurança em neutro
12. Válvula do freio
13. ECMV da transmissão

Apresentação geral
• A transmissão, o sistema direcional e o freio são
controlados por meio da alavanca de controle da
direção, inversão do sentido de deslocamento de
avante para ré e vice-versa e mudança de marcha
(alavanca PCCS) (6)
• A alavanca de controle da direção, inversão do sentido
de deslocamento de avante para ré e vice-versa e mu-
dança de marcha (6) envia sinais elétricos ao controla-
dor da transmissão e do sistema direcional (10). Uma
vez recebido o sinal, o controlador da transmissão e do
sistema direcional envia um sinal à válvula EPC da vál-
vula de controle para que esta varie o fluxo na bomba
do HSS, controlando o motor do HSS.
• O pedal do freio (1) opera a válvula do freio (12) por
meio da haste (4) a fim de que se promova o con-
trole do freio.
• A alavanca do freio de estacionamento (8) opera
a válvula do freio (12), também utilizada com a
função de válvula do freio de estacionamento, por
meio do cabo (9)
• Se a alavanca do freio de estacionamento (8) não se
encontrar na posição TRAVADA, o interruptor limi-
tador de segurança em neutro (11) não funcionará,
impedindo a partida do motor.

D61EX,PX-15E0 9
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Amortecedor e junta universal

5,9 - 11,8 Nm
{0,6 - 1,2 kgm}

13,7 - 21,6 Nm
{1,4 - 2,2 kgm}

57 - 73,5 Nm
{6 - 7,5 kgm}

58,8 - 78,5 Nm
{6 - 8 kgm}

98 - 122,5 Nm
{10 - 12,5 kgm}

132 - 155 Nm
{13,5 - 15,8 kgm}

58,8 - 78,5 Nm
{6 - 8 kgm}

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Diâmetro interno das superfícies de Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo


Faça a cromagem ou
1 contato do acoplamento e do retentor 0
de óleo 85 84,8 substitua
-0,087
Desvio facial máximo: 1,0 (a 148,38); desvio radial máximo: 1,5
- Desvio facial e radial do acoplamento (quando o eixo do amortecedor e o eixo de entrada da transmissão Ajuste
são girados simultaneamente)

2. Respiro Apresentação geral


3. Bujão do bocal de abastecimento de óleo • O amortecedor é do tipo mola de fricção em banho
4. Bujão de inspeção de óleo.
5. Bujão de dreno Ângulo do batente: 4º
6. Carcaça do amortecedor Torque do batente: 2.670 Nm {272 kgm}
7. Acoplamento • O amortecedor absorve a vibração torsional causada
8. Pino transversal pela flutuação do torque do motor e o torque de
9. Garfo impacto gerado por aceleração brusca e pela carga
10. Eixo em escavações pesadas, tendo por finalidade
11. Rolamento promover a proteção do conversor de torque, da
12. Tampa transmissão, bem como dos demais componentes
13. Cubo do trem de força.
14. Mola de fricção
15. Placa de fricção
16. Pino de batente
17. Mola torsora
18. Placa de acionamento

D61EX,PX-15E0 11
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Conversor de torque e PTO


 PTO: Tomada de potência

19,6 - 29,4 Nm 19,6 - 29,4 Nm


{2 - 3 kgm} {2 - 3 kgm}

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

D61EX,PX-15E0 13
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

A: Da carcaça da transmissão (para o conversor de Apresentação geral


torque) • O conversor de torque é do tipo monofásico, de 1
B: Para o resfriador de óleo estágio e 3 elementos, sendo parte integrante da
C: Da carcaça da transmissão (para a bomba de transmissão.
recuperação) • A bomba (15) é montada em uma só unidade
D: Da carcaça da transmissão (para a bomba do trem com o acoplamento (6), o eixo de entrada (7), a
de força e a bomba de lubrificação) engrenagem de acionamento da PTO (8) e a carcaça
E: Para a carcaça da transmissão (dreno) de acionamento (12), e sua rotação é promovida
pela potência do motor.
1. Abertura de fixação da bomba do HSS • A turbina (13) integra-se ao eixo de entrada da
2. Abertura de fixação da bomba do trem de força e da transmissão (17), e tem sua rotação promovida pelo
bomba de lubrificação óleo proveniente da bomba (15).
3. Bomba de recuperação • O estator (14) está integrado ao eixo do estator (16)
4. Tubo de lubrificação da PTO e fixado à carcaça da PTO (11).
5. Abertura de fixação da bomba do ventilador de • Cada uma das bombas instaladas na carcaça da
arrefecimento PTO é acionada por meio da potência transmitida
6. Acoplamento da engrenagem de acionamento da PTO (8) para
7. Eixo de entrada a engrenagem intermediária da PTO (10) e as
8. Engrenagem de acionamento da PTO (número de engrenagens de acionamento da bomba (18), (19)
dentes: 62) e (20).
9. Eixo da engrenagem intermediária da PTO
10. Engrenagem intermediária da PTO (número de
dentes: 63)
11. Carcaça da PTO
12. Carcaça de acionamento
13. Turbina
14. Estator
15. Bomba
16. Eixo do estator
17. Eixo de entrada da transmissão
18. Bomba do HSS e bomba do equipamento de
trabalho, engrenagem de acionamento da bomba
do ventilador (número de dentes: 53)
19. Engrenagem de acionamento da bomba do trem de força
e da bomba de lubrificação (número de dentes: 53)
20. Engrenagem de acionamento da bomba de
recuperação (número de dentes: 56)
21. Filtro-tela da bomba de recuperação
22. Filtro-tela do trem de força
23. Luva

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

D61EX,PX-15E0 15
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

156,9 - 196,1 Nm
{16,0 - 20,0 kgm}

49,0 - 58,8 Nm
{5,0 - 6,0 kgm}

58,8 - 73,5 Nm
58,8 - 73,5 Nm {6,0 - 7,5 kgm}
{6,0 - 7,5 kgm}

245,1 - 309,0 Nm
{25,0 - 31,5 kgm}

58,8 - 73,5 Nm
{6,0 - 7,5 kgm}

5,9 - 8,8 Nm
{0,6 - 0,9 kgm}

16 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Dimensão padrão Tolerância Limite de reparo
Diâmetro externo da face de contato do retentor
1 0
de óleo do acoplamento de entrada 110 Ø109,8 Proceda à cromagem
-0,087
ou à substituição
Diâmetro interno da face de contato do retentor +0,035
2 105 Ø105,5
de óleo 0
Folga axial entre a engrenagem de acionamento
3 0,17 - 0,46
da PTO e a engrenagem intermediária da PTO
Folga axial entre a engrenagem inter-mediária
da PTO e a engrenagem de acionamento da
4 0,16 - 0,42
bomba do HSS e da bomba do ventilador de
arrefecimento
Substitua
Folga axial entre a engrenagem intermediária da
5 PTO e a engrenagem de acionamento do trem de 0,16 - 0,42
força e da bomba de lubrificação
Folga axial entre a engrenagem de acionamento
6 da PTO e a engrenagem de acionamento da 0,17 - 0,46
bomba de recuperação
Tolerância
Dimensão padrão
Eixo Orifício
Tolerância de encaixe do rolamento
7 da engrenagem intermediária da Diâmetro 0 -0,010
110
PTO externo -0,015 -0,035
Diâmetro 0 0
60
interno -0,019 -0,015
Diâmetro
externo +0,035
(lado da 0
tampa)
Tolerância de encaixe da bomba do 120
0
HSS e do rolamento da engrena- Diâmetro -0,015
8
gem de acionamento da bomba do externo +0,022
ventilador de arrefecimento (lado da -0,013
carcaça)
Diâmetro +0,021 0 -
55
interno +0,002 -0,015
Diâmetro
externo +0,035
(lado da 0
tampa)
Tolerância de encaixe do trem de 120
0
força e do rolamento da engrena- Diâmetro -0,015
9
gem de acionamento da bomba de externo +0,022
óleo lubrificante (lado da -0,013
carcaça)
Diâmetro +0,021 0
55
interno +0,002 -0,015
Diâmetro 0 +0,030
Tolerância de encaixe do rolamento externo
72
-0,013 0
10 da engrenagem de acionamento da
Diâmetro +0,011 0
bomba de recuperação 35
interno +0,005 -0,010

D61EX,PX-15E0 17
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Transmissão

156,9 - 176,5 Nm 156,9 - 176,5 Nm 44,1 - 53,9 Nm


{16,0 - 18,0 kgm} {16,0 - 18,0 kgm} {4,5 - 5,5 kgm}

18 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

39,55 - 42,37 Nm
{4,0 - 4,3 kgm}

44,1 - 53,9 Nm
{4,5 - 5,5 kgm}

A: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 1ª


B: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 3ª
C: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da ré
D: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 2ª
E: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem de
avante
F: Da bomba do trem de força (para a válvula do freio)
G: Para a carcaça da PTO (para o conversor de torque)
H: Do resfriador de óleo
J: Para a carcaça da PTO (para a bomba de recuperação)
K: Da carcaça da PTO (dreno)
L: Para a carcaça da PTO (para a bomba do trem de força
e a bomba de lubrificação)
M: Da carcaça direcional
N: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da ré)
P: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da 3ª)
R: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da 1ª)
S: Da ECMV da transmissão (para a embreagem da 2ª)
T: Da ECMV da transmissão (para a embreagem de avante)

D61EX,PX-15E0 19
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Ré Avante 3ª 2ª 1ª

1. Válvula de alívio principal 19. Eixo de saída


2. Tampa da ECMV da transmissão (seção da engrenagem solar da 3ª, número de dentes: 17)
3. Carcaça da transmissão 20. Transportador da 1ª
4. ECMV da transmissão 21. Carcaça da embreagem da 1ª
5. Válvula de alívio do óleo lubrificante 22. Engrenagem anelar da 1ª (número de dentes inter-
6. Eixo de entrada da transmissão nos: 75)
7. Engrenagem solar da ré (número de dentes: 26) 23. Carcaça da embreagem da 2ª
8. Pinhão planetário da ré (número de dentes: 22) 24. Pinhão planetário da 2ª (número de dentes: 21)
9. Engrenagem anelar da ré (número de dentes: 70) 25. Engrenagem anelar da 2ª (número de dentes inter-
10. Disco nos: 75)
11. Placa 26. Carcaça da embreagem da 3ª
12. Pistão 27. Transportador da 2ª e 3ª
13. Pinhão planetário de avante (número de dentes: 23) 28. Carcaça da embreagem da 3ª avante
14. Pinhão planetário da 3ª (número de dentes: 30) 29. Engrenagem solar de avante (número de dentes: 29)
15. Engrenagem anelar da 3ª (número de dentes inter- 30. Engrenagem anelar de avante (número de dentes
nos: 76) internos: 75)
16. Engrenagem solar da 2ª (número de dentes: 33) 31. Transportador de avante
17. Pinhão planetário da 1ª (número de dentes: 18) 32. Carcaça da embreagem de avante e ré
18. Engrenagem solar da 1ª (número de dentes: 39) 33. Mola de retorno
34. Engrenagem anelar da ré (cubo) (número de dentes
internos: 75)
35. Transportador da ré

20 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Apresentação geral
• A transmissão consiste em mecanismos de engre-
nagens planetárias e embreagens a disco, possuindo
três marchas avante e três marchas a ré.
• A transmissão fixa uma combinação de dois entre
cinco pares de mecanismos de engrenagens
planetárias e embreagem a disco hidraulicamente
com a ECMV para selecionar um sentido de rotação
e uma velocidade de rotação.
• A transmissão converte a potência do eixo de entrada
da transmissão na 1a a 3a marcha avante ou na
1a a 3a marcha a ré mediante a combinação das
embreagens avante e da ré e das três embreagens
de marcha.

Número de placas e discos utilizados

Nº da embreagem Número de placas Número de discos

Embreagem da ré 6 5
Embreagem avante 8 7
Embreagem de 3ª 5 4
Embreagem de 2ª 5 4
Embreagem de 1ª 4 3

Marchas e embreagens operadas

Relação de
Marchas Embreagens operadas
redução
1ª avante Avante x 1ª 1,948
2ª avante Avante x 2ª 1,096
3ª avante Avante x 3ª 0,656
Neutro * -
1ª a ré Ré x 1ª 1,462
2ª a ré Ré x 2ª 0,823
3ª a ré Ré x 3ª 0,492

*: A embreagem da 1a, 2a ou 3a é enchida com óleo à


baixa pressão.

D61EX,PX-15E0 21
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

27,5 - 34,3 Nm
{2,8 – 3,5 kgm}

22 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
1 Mola da embreagem da ré (5 peças) livre instalado instalada livre instalada
233,2 N 1982 N
69,5 58,7 65,3
{23,8 kg} {20,2 kg}
Mola da embreagem avante (5 95,2 N 81 N
2 77,0 63,6 72,4
peças) {9,7 kg} {8,2 kg}
Mola da embreagem da 3ª (5 146,0 N 125 N
3 59,0 44,1 55,5
peças) {14,9 kg} {12,7 kg}
Mola da embreagem da 2ª (5 142,1 N 121 N
4 59,0 44,5 55,5
peças) {14,5 kg} {12,3 kg}
Mola da embreagem da 1ª (5 144,1 N 123 N
5 59,0 44,3 55,5
peças) {14,7 kg} {12,5 kg}
Espessura total do conjunto de 5 Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo
6 discos e 6 placas da embreagem
da ré 36,2 ±0,33 32,2

Espessura total do conjunto de 7


7 discos e 8 placas da embreagem 49,4 ±0,39 43,8
de avante

Espessura total do conjunto de 4


8 discos e 5 placas da embreagem 29,6 ±0,30 26,4
da 3ª

Espessura total do conjunto de 4


9 discos e 5 placas da embreagem 29,6 ±0,30 26,4
da 2ª

Espessura total do conjunto de 3 Substitua


10 discos e 4 placas da embreagem 23,0 ±0,26 20,6
da 1ª
Espessura do disco da embrea-
11 3,4 ±0,1 2,6
gem
Espessura da placa da embrea-
12 3,2 ±0,1 2,9
gem
Desgaste do anel -0,01
Largura 3,0 2,70
retentor do eixo de -0,03
13
entrada da trans-
missão Espessura 2,3 ±0,10 2,15

Folga axial entre as engrenagens


14 solares da ré, avante, 2ª e 1ª e o 0,11 - 0,30
pinhão planetário
Folga axial entre a engrenagem
15 0,11 - 0,29
solar da 3ª e o pinhão planetário
Folga axial entre o pinhão plane-
16 tário e os dentes internos da en- 0,12 - 0,33
grenagem anelar
Folga axial entre o transportador
17 da ré e os dentes internos da en- 0,14 - 0,44
grenagem anelar
Folga axial entre o transportador
18 de avante e os dentes internos da 0,14 - 0,38
engrenagem anelar
Folga axial entre o transportador
19 da 1ª e os dentes internos da en- 0,14 - 0,39
grenagem anelar

D61EX,PX-15E0 23
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Embreagem a Disco Embreagem “desengatada” (liberada)


• Quando o fluxo de óleo proveniente da ECMV cessa,
Estrutura o pistão (2) retorna para a direita em função da ação
• A embreagem a disco consiste no pistão (2), placa da mola de retorno (6).
(3), discos (4), pino (5), mola de retorno (6), etc. e • A força de atrito entre a placa (3) e o disco (4) deixa
tem por função fixar a engrenagem anelar (1). de agir e a engrenagem anelar (1) é liberada.
• Os dentes internos do disco (4) acoplam-se aos
dentes externos da engrenagem anelar (1).
• A placa (3) é fixada na carcaça da embreagem (7)
por meio do pino (5).

Operação
Passagem de óleo na embreagem de marcha
• Quando a alavanca de controle da direção, inversão
do sentido de deslocamento de avante para ré e
Operação vice-versa e mudança de marcha está em neutro, é
Embreagem “engatada” (fixada) selecionada a 1ª, 2ª ou 3ª marchas.
• O óleo proveniente da ECMV flui através da passagem • A câmara do pistão da embreagem correspondente à
de óleo da carcaça (7) até o verso do pistão (2), marcha selecionada é preenchida com óleo através
comprimindo o pistão (2) para a esquerda. do controle eletrônico do circuito hidráulico de cada
• O pistão (2), por sua vez, comprime a placa (3) e o disco uma das embreagens.
(4), acoplando-os, e fazendo com que o disco (4) pare • Movendo-se a alavanca de controle da direção,
em razão da força de atrito entre ele e a placa (3). inversão do sentido de deslocamento de avante para
• Quando os dentes internos do disco (4) acoplam-se ré e vice-versa e mudança de marcha de neutro para
aos dentes externos da engrenagem anelar (1), a avante ou ré, a bomba passa a ter a necessidade de
engrenagem anelar (1) pára. suprir de óleo a câmara do pistão da embreagem de
avante ou da ré, completando-a.
• Se você mudar a marcha de 1ª avante para 2ª
avante, haverá a necessidade tão somente de suprir
de óleo as placas e os discos da embreagem da 2ª,
uma vez que a embreagem de avante já se encontra
abastecida de óleo.
• O retardo na operação de mudança de marchas é
reduzido através do controle do óleo no circuito da
embreagem, conforme explicado anteriormente.

24 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Rota do trem de força


1ª avante
Ré Avante 3ª 2ª 1ª

• Quando a 1ª avante é selecionada, a embreagem • O transportador de avante (10) e os transportadores


de avante e a embreagem da ré são acopladas. da 2ª e 3ª (11) são conectados por uma chaveta
A potência hidráulica transmitida do conversor de que faz com que girem integrados. Assim sendo,
torque para o eixo de entrada (1) é, então, transmitida a rotação do transportador de avante (10) é
ao eixo de saída (21). transmitida à engrenagem anelar da 2ª (15) pelo
• A embreagem de avante atua pela pressão do pinhão planetário da 2ª (13).
óleo aplicada ao pistão da embreagem de avante, • Já que a engrenagem anelar da 2ª (15) e o trans-
promovendo a fixação da engrenagem anelar de portador da 1ª (16) encontram-se acoplados, a po-
avante (4). A embreagem de 1ª é atuada pela pressão tência hidráulica transmitida à engrenagem anelar da
hidráulica aplicada ao pistão da embreagem da 1ª, 2ª (15) é transmitida ao pinhão planetário da 1ª (17).
dando sustentação ao tambor interno da 1ª (18). • Dada a sustentação da engrenagem anelar da
• A potência hidráulica proveniente do conversor de 1ª (18) feita pela embreagem da 1ª, a potência
torque é transmitida ao eixo de entrada (1), sendo hidráulica transmitida ao pinhão planetário da 1ª (17)
então transmitida pelo eixo de entrada (1) e pela é transmitida ao eixo de saída (21) pela engrenagem
engrenagem solar de avante (2) ao pinhão planetário solar da 1ª (20).
de avante (3).
• Uma vez a engrenagem anelar de avante (4) fixada
à embreagem de avante, a potência hidráulica
transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
rotaciona o transportador de avante (10) na
engrenagem anelar de avante (4)

D61EX,PX-15E0 25
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

2ª avante
Ré Avante 3ª 2ª 1ª

• Quando a 2a avante é selecionada, a embreagem • Considerando-se que o transportador de avante (10)


de avante e a embreagem da 2a são acopladas. e os transportadores da 2ª e 3ª (11) estão conectados
A potência hidráulica transmitida do conversor de pela chaveta e giram em um só conjunto, a rotação
torque ao eixo de entrada (1) é transmitida, então, do transportador de avante (10) é transmitida ao
ao eixo de saída (21). pinhão planetário da 2ª (13).
• A embreagem de avante é operada com a pressão • Já que a engrenagem anelar da 2ª (15) é sustentada
do óleo aplicada ao pistão da embreagem de avante pela embreagem da 2ª, a potência hidráulica enviada
no sentido de fixar a engrenagem anelar de avante ao pinhão planetário da 2ª (13) é transmitida ao eixo
(4). A embreagem da 2a é atuada pela pressão de saída (21) pela engrenagem solar da 2ª (19).
hidráulica aplicada ao pistão da embreagem da 2a,
promovendo a sustentação da engrenagem anelar
da 2a (15).
• A potência hidráulica proveniente do conversor de
torque é transmitida ao eixo de entrada (1), sendo
então transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
através da engrenagem solar de avante (2).
• Uma vez que a engrenagem anelar de avante (4)
é fixada na embreagem de avante, a potência
transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
rotaciona o transportador de avante (10) na engrena-
gem anelar de avante (4).

26 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

3ª avante
Ré Avante 3ª 2ª 1ª

• Quando a 3ª avante é selecionada, a embreagem • Visto que o transportador de avante (10) e os


de avante e a embreagem da 3ª são acopladas. transportadores da 2ª e 3ª (11) estão conectados
A potência hidráulica transmitida do conversor pela chaveta e giram como uma única unidade, a
de torque para o eixo de entrada (1) é, assim, rotação do transportador de avante (10) é transmitida
transmitida ao eixo de saída (21). ao pinhão planetário da 3ª (12).
• A embreagem de avante é operada com a pressão • Considerando-se que a engrenagem anelar da 3ª (14)
do óleo aplicada ao pistão da embreagem de avante, é sustentada pela embreagem da 3ª, a potência
fixando a engrenagem anelar de avante (4). A hidráulica transmitida ao pinhão planetário da 3ª
embreagem da 3ª é atuada pela pressão hidráulica (12) é transmitida ao eixo de saída (21).
aplicada ao pistão da embreagem da 3ª, realizando
a sustentação da engrenagem anelar da 3ª (14).
• A potência proveniente do conversor de torque é
transmitida ao pinhão planetário de avante (3) pelo
eixo de entrada (1) e pela engrenagem solar de
avante (2).
• Uma vez que a engrenagem anelar de avante (4)
é fixada com a embreagem de avante, a potência
transmitida ao pinhão planetário de avante (3)
rotaciona o transportador de avante (10) na engrena-
gem anelar de avante (4).

D61EX,PX-15E0 27
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

1ª ré
Ré Avante 3ª 2ª 1ª

• Quando a 1ª ré é selecionada, a embreagem da ré e a • O transportador de avante (10) e os transportadores


embreagem da 1ª são engatadas. A potência enviada da 2ª e 3ª (11) são conectados por meio de uma
do conversor de torque para o eixo de entrada (1) é chaveta, e rotacionam como uma única unidade.
transmitida, então, para o eixo de saída (21). Assim, a rotação do transportador de avante (10)
• A embreagem da ré é operada com a pressão do é transmitida à engrenagem anelar da 2ª (15) por
óleo aplicada no pistão da embreagem da ré para meio do pinhão planetário da 2ª (13).
fixar a engrenagem anelar (7). A embreagem da 1ª • Visto que a engrenagem anelar da 2ª (15) e o
é atuada pela pressão hidráulica aplicada ao pistão transportador da 1ª (16) estão acoplados, a potência
da embreagem da 1ª e garante a sustentação da transmitida à engrenagem anelar da 2ª (15) é
engrenagem anelar da 1ª (18). transmitida ao pinhão planetário da 1ª (17).
• A potência hidráulica proveniente do conversor de • Considerando-se que a engrenagem anelar da 1ª
torque é transmitida ao pinhão planetário da ré (6) pelo (18) é sustentada pela embreagem da 1ª, a potência
eixo de entrada (1) e pela engrenagem solar da ré (5). hidráulica transmitida ao pinhão planetário da 1ª (17)
• Uma vez que a engrenagem anelar (7) e o é transmitida ao eixo de saída (21) pela engrenagem
transportador (8) estão acoplados e fixados pela solar da 1ª (20).
embreagem da ré, a rotação do pinhão planetário
da ré (6) rotaciona a engrenagem anelar da ré
(9). A engrenagem anelar da ré (9) rotaciona o
transportador de avante (10) no sentido oposto do
imprimido ao eixo de entrada (1).

28 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

D61EX,PX-15E0 29
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

ECMV da Transmissão
 ECMV: Válvula de Modulação por Controle Eletrônico

24,5 - 34,3 Nm
{2,5 - 3,5 kgm}

44,1 - 53,9 Nm
{4,5 - 5,5 kgm}

30 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

P: Da bomba do trem de força


PF: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem de avante
PR: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da ré
P1: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 1ª
P2: Orifício de tomada de pressão do óleo da embreagem da 2ª
P3: Orifício de tomada da pressão do óleo da embreagem da 3ª
CF: Para a embreagem de avante
CR: Para a embreagem da ré
C1: Para a embreagem da 1ª
C2: Para a embreagem da 2ª
C3: Para a embreagem da 3ª
SDF: Dreno do interruptor de enchimento de avante
SDR: Dreno do interruptor de enchimento da ré
SD1: Dreno do interruptor de enchimento da 1ª
SD2: Dreno do interruptor de enchimento da 2ª
SD3: Dreno do interruptor de enchimento da 3ª
Dr: Dreno

1. Interruptor de enchimento (para a embreagem da 1ª)


2. Interruptor de enchimento (para a embreagem da ré)
3. Interruptor de enchimento (para a embreagem de avante)
4. Interruptor de enchimento (para a embreagem da 3ª)
5. Interruptor de enchimento (para a embreagem da 2ª)
6. Solenóide proporcional (para a embreagem da 3ª)
7. Solenóide proporcional (para a embreagem da 1ª)
8. Solenóide proporcional (para a embreagem da ré)
9. Solenóide proporcional (para a embreagem de avante)
10. Solenóide proporcional (para a embreagem da 2ª)
11. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da 1ª)
12. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da ré)
13. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem de avante)
14.Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da 3ª)
15. Conector do interruptor de enchimento (para a embreagem da 2ª)
16. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da 1ª)
17. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da 3ª)
18. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da ré)
19. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem da 2ª)
20. Conector da solenóide proporcional (para a embreagem de avante)
21. Filtro

D61EX,PX-15E0 31
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

4,9 - 6,9 Nm
{0,5 - 0,7 kgm}
49,0 ± 5,0 Nm
{5,0 ± 0,5 kgm}

3,9 ± 0,5 Nm
{0,4 ± 0,05 kgm}

1. Interruptor de enchimento
2. Corpo da válvula (superior)
3. Válvula de controle de pressão
4. Corpo da válvula (inferior)
5. Solenóide proporcional
6. Válvula de detecção da pressão do óleo
7. Bujão

32 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Apresentação Geral da ECMV ECMV e solenóide proporcional


• A ECMV consiste de uma válvula reguladora de • Para cada ECMV há uma solenóide proporcional
pressão e um interruptor de enchimento. instalada.
• Válvula de controle de pressão Após receber a corrente de comando do controlador,
Esta válvula recebe a corrente enviada pelo controlador ela produz a propulsão ilustrada no diagrama abaixo.
da transmissão e, com uma válvula solenóide propor- A propulsão gerada pela solenóide proporcional é
cional, converte-a em pressão de óleo. aplicada ao carretel da válvula de controle de pressão,
• Interruptor de enchimento produzindo, assim, a pressão do óleo mostrada no
Este interruptor detecta se a embreagem está cheia diagrama abaixo. Controlando-se a magnitude da
de óleo, possuindo as seguintes funções: corrente de comando, varia-se a propulsão que opera
1) Quando a embreagem está abastecida de óleo, um a válvula de controle de pressão, com o conseqüente
sinal (sinal de enchimento) é enviado ao controlador controle da vazão e da pressão do óleo.
para notificar o término do enchimento.
2) Enquanto o óleo pressuriza a embreagem, um sinal Binômio - propulsão corrente da solenóide propor-
(sinal de enchimento) é enviado ao controlador no- cional
tificando que o óleo está pressurizando.
(N {kg})

Força de propulsão
Corrente de comando da
solenóide proporcional

Corrente
(s)
Tempo
(MPa {kg / cm2})
Binômio pressão hidráulica – propulsão da sole-
Sinal de saída do inter- Pressão de entra-
da da embreagem

nóide proporcional
Pressão hidráulica

(s)
Tempo
ruptor de enchimento

DESL

LIG (s) Força de propulsão


Tempo

Faixa A: Antes da mudança de marcha (quando ECMV e interruptor de enchimento


drenada) • Para cada ECMV há um interruptor de enchimento
Faixa B: Enchimento instalado.
Faixa C: Regulagem de pressão Quando a embreagem é preenchida de óleo, o
Faixa D: Enchimento (disparo) interruptor de enchimento é LIGADO pela pressão
Ponto E: Início do enchimento da embreagem. O recebimento desse sinal leva o
Ponto F: Término do enchimento óleo ao início de sua pressurização.
 A lógica é estabelecida de maneira que o controlador
não reconheça o término do enchimento mesmo que
o interruptor de enchimento seja LIGADO durante a
operação de disparo (faixa D).

D61EX,PX-15E0 33
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento da ECMV Antes da troca de marcha (drenada) (Faixa A no


• A ECMV é controlada pela corrente de comando gráfico)
enviada pelo controlador à solenóide proporcional,
assim como pelo sinal de saída do interruptor de
enchimento.
Os gráficos abaixo mostram a relação entre a
corrente de comando proporcional para a ECMV,
a pressão de entrada da embreagem e o sinal de
saída do interruptor de enchimento.
Corrente de comando da
solenóide proporcional

(s)
Tempo
(MPa {kg / cm2})
Sinal de saída do inter- Pressão de entra-
da da embreagem

(s)
Tempo
ruptor de enchimento

• Em uma condição na qual nenhuma corrente seja


DESL conduzida à solenóide proporcional (1), a válvula
de controle de pressão (2) está drenando o óleo
no orifício (A) da embreagem através do orifício de
LIG (s)
Tempo
dreno (dr).
Uma vez que a pressão do óleo não é aplicada à
válvula detectora da pressão do óleo (3) nesse
Faixa A: Antes da mudança de marcha (quando momento, o interruptor de enchimento (4) é
drenada) DESLIGADO.
Faixa B: Enchimento
Faixa C: Regulagem de pressão
Faixa D: Enchimento (disparo)
Ponto E: Início do enchimento
Ponto F: Término do enchimento

 A lógica é estabelecida de maneira que o controlador


não reconheça o término do enchimento mesmo que
o interruptor de enchimento seja LIGADO durante a
operação de disparo (faixa D).

34 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Durante o enchimento (faixa B no gráfico) Regulagem da pressão (faixa C no gráfico)

• Se for enviada corrente à solenóide proporcional (1) • Enviando-se corrente à solenóide proporcional (1), a
sem que haja óleo na embreagem, uma pressão do solenóide gera uma força de propulsão proporcional
óleo proporcional à força da solenóide passará a agir à corrente. A pressão é ajustada equilibrando-se
na câmara (B), empurrando a válvula de controle de a propulsão da solenóide, a propulsão do orifício
pressão (2) para a direita. Como resultado, o orifício (A) da embreagem e a força de reação da mola de
(P) da bomba e o orifício (A) da embreagem serão controle da pressão (5).
abertos e o óleo começará a encher a embreagem.
Quando a embreagem é preenchida de óleo, a
válvula detectora de pressão (3) passa a atuar e o
interruptor de enchimento (4) é LIGADO.

D61EX,PX-15E0 35
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de alívio principal e válvula de alívio do conversor de torque

44,1 - 53,9 Nm
{4,5 - 5,5 kgm}

PP: Da bomba 1. Corpo


TC: Para o conversor de torque 2. Pistão
drT: Dreno (alívio do conversor de torque) 3. Válvula de alívio do conversor de torque
dr1: Dreno 4. Pistão
dr2: Dreno 5. Válvula de alívio principal
P1: Orifício de tomada de pressão de alívio principal
P8: Orifício de tomada de pressão de alívio do conversor
de torque
Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Dimensão Tolerância Limite de


Folga padrão
Folga entre a válvula de alívio prin- padrão Folga Orifício folga
6
cipal e o corpo da válvula
-0,035 +0,013 0,035-
28 0,078
-0,045 0 0,058

Folga entre a válvula de alívio do


-0,035 +0,013 0,035-
7 conversor de torque e o corpo da 22 0,078
-0,045 0 0,058
válvula
Dimensão padrão Limite de reparo
Substitua
Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
Mola da válvula de alívio principal livre instalado instalada livre instalada
8
(externa)
480 N 457 N
122 78,0 118,3
{49 kg} {46,6 kg}
Mola da válvula de alívio principal 367,5 N 349 N
9 108 78,0 104,8
(interna) {37,5 kg} {35,6 kg}
Mola da válvula de alívio do conver- 182,1 N 174 N
10 50 40,5 48,5
sor de torque {18,6 kg} {17,7 kg}

36 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

Apresentação geral Funcionamento da válvula de alívio principal


• O óleo proveniente da bomba hidráulica flui através
Válvula de alívio do conversor de torque do filtro, do orifício (A) da válvula de alívio e do orifício
• A válvula de alívio do conversor de torque protege a do carretel (6) para a câmara (B). Quando o óleo
o conversor de torque de picos excepcionalmente vindo da bomba enche o circuito, a pressão do óleo
altos de pressão mantendo a pressão do óleo no começa a subir.
circuito do orifício de entrada do conversor de torque
abaixo da pressão ajustada. Para o conversor de torque Para o reservatório de óleo
Pressão ajustada: 1,00 MPa {10,2 kgf/cm2}
(pressão de abertura)

Válvula de alívio principal


• A válvula de alívio principal mantém cada circuito
da pressão do óleo da transmissão e do freio na
pressão ajustada.
Pressão ajustada: 2,84 MPa {29,0 kgf/cm2}
(na rotação nominal do motor)
Da Bomba
Operação

Funcionamento da válvula de alívio do conversor • Se a pressão do óleo no circuito aumenta, o óleo na


de torque câmara (B) pressiona o pistão (4), o que faz com que
• O óleo aliviado pela válvula de alívio principal flui sua força de reação comprima a mola da válvula (7)
através do orifício (C) para o conversor de torque, e mova o carretel (6) para a esquerda, promovendo a
fluindo também, através do orifício (b) do carretel abertura dos orifícios (A) e (C).
(2), para a câmara (D). O óleo proveniente da bomba é, então, aliviado
Quando o circuito de conexão com o conversor de através do orifício (A), seguindo para o orifício (C), e
torque enche-se de óleo, a pressão do óleo começa acaba fluindo para o conversor de torque.
a subir. Nesse instante, a pressão do óleo no orifício (A) é
de 2,84 MPa {29,0 kgf/cm2} (na rotação nominal do
• Quando a pressão do óleo aplicada ao conversor motor).
de torque sobe, o óleo que penetra na câmara (D)
pressiona o pistão (9). A força de reação comprime Para o conversor de torque Para o reservatório de óleo
a mola da válvula (3) e faz com que o carretel (2) se
mova para a direita, abrindo os orifícios (C) e (E).
Quando isto ocorre, o óleo existente no orifício
(C) é aliviado para o orifício (E) e drenado para o
reservatório de óleo.
Nesse momento, a pressão do óleo no orifício (C) é
de 1,00 MPa {10,2 kgf/cm2} (pressão de abertura).

Para o conversor de torque Para o reservatório de óleo

Da Bomba

Da Bomba

D61EX,PX-15E0 37
SEN02474-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de alívio do óleo lubrificante

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
Mola da válvula de alívio de óleo livre instalado instalada livre instalada
1 Substitua
lubrificante
12,0 N 11,4 N
26 23,7 25,2
{1,22 kg} {1,16 kg}

2. Pistão Apresentação geral


3. Mola • O óleo descarregado do conversor de torque passa
4. Carcaça da embreagem de avante através do resfriador de óleo, localizado no reser-
vatório inferior do radiador. Em seguida flui pela
A: Do resfriador de óleo válvula de alívio do óleo lubrificante, promovendo a
B: Dreno lubrificação da PTO da transmissão.
C: Dreno • A válvula de alívio do óleo lubrificante está insta-
lada na lateral direita da carcaça da embreagem de
avante, tendo por função manter a pressão do óleo
lubrificante abaixo da pressão ajustada.

Valor especificado
Pressão em condição normal 0,05 - 015
(MPa{kgf/cm2}) {0,5 - 1,5}
Pressão de abertura 0,29
(MPa{kgf/cm2}) {3,0}

38 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02474-00

D61EX,PX-15E0 39
SEN02474-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02474-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

40 D61EX,PX-15E0
MANUAL DE OFICINA SEN02475-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Trem de força, parte 2
Eixo da engrenagem cônica. Sistema HSS e freios......................................................................................................... 2
Válvula dos freios........................................................................................................................................................... 18
Comando final................................................................................................................................................................ 24

D61EX,PX-15E0 1
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Eixo da engrenagem cônica, sistema HSS e freios


 HSS: Sistema Direcional Hidrostático

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

D61EX,PX-15E0 3
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

1. Válvula de freio
2. Motor do HSS
3. Mola dos freios (grande)
4. Mola dos freios (pequena)
5. Cubo
6. Gaiola
7. Pistão
8. Tampa
9. Placa (4 peças de cada lado)
10. Disco (5 peças de cada lado)
11. Tambor de freio
12. Cubo de freio
13. Engrenagem A (número de dentes: 37/86)
14. Gaiola
15. Engrenagem B (número de dentes: 50)
16. Engrenagem cônica
17. Eixo da engrenagem cônica (número de dentes: 41)
18. Eixo
19. Mancal
20. Engrenagem C (número de dentes: 50)
21. Pinhão planetário
22. Engrenagem anelar (número de dentes: 91)
23. Eixo do pinhão
24. Cubo
25. Transportador
26. Eixo da engrenagem D
27. Engrenagem D (número de dentes: 76)
28. Engrenagem de acionamento do motor do HSS (número de dentes: 39)
29. Pinhão cônico (número de dentes: 25)
30. Gaiola

D61EX,PX-15E0 5
6
98 - 123 Nm 59 - 74 Nm 59 - 74 Nm
{10 - 12,5 kgm} {6 - 7,5 kgm} {6 - 7,5 kgm}
SEN02475-00

98 - 123 Nm 245 - 309 Nm 98 - 123 Nm


{10 - 12,5 kgm} {25 - 31,5 kgm} {10 - 12,5 kgm}

D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Unidade: mm
Nº Item a ser vefrificado Critérios Solução
Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo
Substituir
Espessura 0,5 ± 0,1 4,7
1
Prato do freio
Distorção - Máx. 0,15 0,3 Reparar e substituir

Espessura 5,2 ± 0,1 4,7 Substituir


2 Disco do freio
Distorção - Máx. 0,25 0,4 Reparar e substituir

Folga axial entre as engrenagens A


3 46,0 ± 0,3 43,3
eB

Folga axial entre a engrenagem A e Folga padrão Limite da folga


4
o pinhão planetário 0,06 - 0,54 -
Substituir
Folga axial entre a engrenagem B e
5 0,14 - 0,35 -
o pinhão planetário
Folga axial entre o pinhão planetário
6 0,15 - 0,38 -
e a engrenagem anelar
Pré-carga no rolamento de roletes Se o torque de partida for inferior a 9,8 Nm {1,0 kgm}, ajuste a pré-
7 cônicos do eixo da engrenagem carga. Ajustar
cônica Torque de partida após o ajuste: 10, 3 – 14,7 Nm {1,05 – 1,50 kgm}

D61EX,PX-15E0 7
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

98 - 123 Nm
{10 - 12,5 kgm}

98 - 123 Nm 11,8 - 14,7 Nm


{10 - 12,5 kgm} {1,2 - 1,5 kgm}

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Unidade: mm
Nº Item a ser vefrificado Critérios Solução

Folga axial entre as engrenagens A Folga padrão Limite da folga


1
eD 0,09 - 0,54 -
Folga axial entre as engrenagens C
2 0,13 - 0,42 - Substituir
eD
Folga axial entre a engrenagem D e
3 a engrenagem de acionamento do 0,09 - 0,35 -
motor do HSS
Folga axial entre o pinhão cônico e a
4 0,18 - 0,23 - Ajustar
engrenagem cônica

D61EX,PX-15E0 9
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Apresentação geral Freio


• O freio é instalado para parar a máquina e está
Eixo da engrenagem cônica conectado ao cubo do freio (12).
• A potência do motor é transmitida pelo conversor de • O freio é do tipo embreagem de múltiplos discos
torque para a transmissão. em seguida, o dispositivo banhados a óleo, reforçados por mola. Possui
do eixo da engrenagem cônica promove o engate do acionamento hidráulico por meio da válvula de freio,
pinhão cônico (29) com a engrenagem cônica (16) operada pelo pedal de freio.
para fazer com que a potência do motor vire para • O freio é lubrificado por pressão com o óleo
os ângulos corretos na direção lateral e reduzir a fornecido pela bomba de óleo lubrificante e pela
velocidade de rotação. bomba de recuperação. O óleo lubrificante flui pelas
• O pinhão cônico (29) e a engrenagem cônica (16) passagens da carcaça, tampa (8), gaiola (6), discos
do dispositivo do eixo da engrenagem cônica são (10) e placas (9) do sistema direcional.
engrenagens cônicas espirais, lubrificadas com óleo • Quando o motor pára, a pressão de retorno do pistão
derramado pela bomba de óleo lubrificante e pela do freio diminui, acionando o freio, mesmo que o pedal
bomba de recuperação. de freio não seja pressionado. Contudo, quando se
• O dispositivo do eixo da engrenagem cônica consiste dá a partida no motor, a pressão de óleo no circuito
de uma engrenagem cônica (16) engatada ao pinhão aumenta e o freio é “liberado”. Por essa razão, o freio
cônico (29), eixo da engrenagem cônica (17) e man- de estacionamento deve ser mantido “TRAVADO”.
cal (19), para suportar o eixo da engrenagem cônica • O freio consiste do cubo do freio (12) acoplado
e a gaiola do eixo da engrenagem cônica (14). ao transportador (25) e ao cubo (5), discos (10)
engrenados ao cubo do freio, pratos (9), cujas áreas
HSS periféricas estejam acopladas ao tambor de freio
• O HSS consiste da seção de transferência que ajusta (11) por meio da chaveta, pistões (7) e molas (3)
as rotações dos motores do HSS direito e esquerdo e (4), que pressionam os discos e pratos entre si,
em direções opostas, transmitindo-as à engrenagem e por fim a gaiola (6) e a tampa (8) que suportam
A (13) e à seção da engrenagem planetária, que é todas estas peças.
responsável em ajustar a potência de entrada da A tampa (8) e o tambor de freio (11) estão fixados à
engrenagem anelar (22) e da engrenagem A (13) e carcaça do volante.
transmitir a potência ajustada ao transportador (25).
A direção de manobra da máquina é alterada paran-
do-se e fazendo a mudança de rotação do motor do
HSS (2).
• A seção de transferência emprega uma unidade de
engrenagem de redução helicoidal e é lubrificada
pelo derramamento de óleo proveniente da bomba
de recuperação e da bomba de lubrificação.
• A unidade da engrenagem planetária é lubrificada
por pressão de óleo fornecido também pelas bom-
bas de recuperação e de lubrificação.
• A seção de transferência consiste da engrenagem
de acionamento do motor do HSS (28) conectada ao
motor do HSS (2) pela chaveta, engrenagem D (27)
engatada à engrenagem de acionamento do motor
do HSS, engrenagem C (20) engatada à engrena-
gem D, engrenagem B (15) acoplada ao eixo (18),
engrenagem A (13) apoiada sobre o mancal do eixo
da engrenagem cônica, engrenagem A (13) engre-
nada à engrenagem D (27), e a carcaça que suporta
todas essas partes.
• A seção da engrenagem planetária consiste da en-
grenagem A (13), pinhão planetário (21), eixo de
pinhão (23), cubo (24) acoplado ao eixo da engre-
nagem cônica (17) e à engrenagem anelar (22) por
meio da chaveta, e o transportador (25) acoplado ao
cubo do freio (12).

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Funcionamento do sistema HSS


Quando o sistema direcional está em “Neutro” (deslocamento em linha reta)

• Quando o sistema direcional da alavanca PCCS se


encontra em “Neutro”, o motor do HSS (1) pára de
funcionar. Consequentemente, a seção de transferência Sentido de rotação do motor do HSS
e as engrenagens A direita e esquerda (2) da seção da Operação do sentido
engrenagem planetária não rotaciona. de deslocamento da Neutro Giro à direita Giro à esquerda
alavanca PCCS
• Sob essa condição, a força proveniente do eixo da
Alteração do sentido
engrenagem cônica (3) é transmitida pro meio do Qualquer *
de deslocamento da * Neutro Avante Ré Avante Ré
sentido Neutro
cubo (4) para a engrenagem anelar (5). alavanca PCCS

• A potência transmitida para a engrenagem anelar (5) é Direção de rotação


do motor do HSS vis- À À À À À À
encaminha por meio do pinhão planetário (6) e do eixo Parado
to pelo lado esquerdo esquerda esquerda direita direita direita esquerda
do pinhão planetário (7) para o transportador (8). do chassi

• A potência transmitida para o transportador (8) é *: Contra-rotação as esteiras


encaminhada mais adiante por meio do cubo do
freio (9) para o cubo (10).
• Consequentemente, a rotação de saída é a mesma em
ambos os lados, e a máquina trafega em linha reta.

D61EX,PX-15E0 11
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Quando a máquina é manobrada para a “Direita” (avante)

#A
#B
#C

*A: Potência da transmissão • O eixo da engrenagem cônica (3) e a engrenagem


*B: Potência do motor do HSS anelar (5), se engatam para girar em sentido horário,
*C: Potência resultante conforme visto também pelo lado esquerdo do chassi.
• Assim, em função da diferença na velocidade de
*1. Rotação de saída da transmissão
rotação entre as duas unidades de engrenagens
*2. Rotação de saída do motor do HSS
planetárias, a velocidade de rotação do transporta-
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
dor esquerdo (8) é superior à velocidade do deslo-
esquerda (*1. + *2.)
camento avante em linha reta pela potência do mo-
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
tor do HSS. Por outro lado, a velocidade de rotação
direita (*1. – *2.)
do transportador direito (8) é inferior à velocidade
• Enquanto a máquina se desloca em sentido avante, de deslocamento em linha reta. Como resultado, a
com a alavanca PCCS na posição de “Manobra máquina se desloca no sentido avante e gira para a
para o lado direito”, durante o deslocamento avante, direita, onde a potência de saída é menor.
a partir do lado esquerdo do chassi, é possível ob-
servar o motor do HSS (1) girar para a esquerda, a
engrenagem A esquerda (2) girar para a direita e a
engrenagem A direita (2) girar para a esquerda.
12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Quando a máquina é manobrada para a “Direita” (ré)

#A
#B
#C

*A: Potência da transmissão • O eixo da engrenagem cônica (3) e a engrenagem


*B: Potência do motor do HSS anelar (5) se engatam para girar em sentido anti-
*C: Potência resultante horário, conforme visto também pelo lado esquerdo
da máquina.
*1. Rotação de saída da transmissão
• Assim, em função da diferença na velocidade de
*2. Rotação de saída do motor do HSS
rotação entre as duas unidades de engrenagens
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
planetárias, a velocidade de rotação do transporta-
esquerda (*1. + *2.)
dor esquerdo (8) é superior à velocidade do deslo-
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
camento à ré em linha reta pela potência do motor
direita (*1. – *2.)
do HSS. Por outro lado, a velocidade de rotação do
• Enquanto a máquina se desloca em marcha à ré, transportador direito (8) é inferior à velocidade de
com a alavanca PCCS na posição de “Manobra para deslocamento em linha reta. Com isso, a máquina
o lado direito”, durante o deslocamento à ré, a partir se desloca em marcha à ré e gira para a direita,
do lado esquerdo do chassi, é possível observar o onde a potência de saída é menor.
motor do HSS (1) girar para a direita, a engrenagem
A esquerda (2) girar para a esquerda e a engrena-
gem A direita (2) girar para a direita.
D61EX,PX-15E0 13
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Quando a máquina é manobrada para a “Esquerda” (avante)

#A
#B
#C

*A: Potência da transmissão • O eixo da engrenagem cônica (3) e a engrenagem


*B: Potência do motor do HSS anelar (5) se engatam para girar em sentido horário,
*C: Potência resultante conforme visto também pelo lado esquerdo da
máquina.
*1. Rotação de saída da transmissão
• Assim, em função da diferença na velocidade de
*2. Rotação de saída do motor do HSS
rotação entre as duas unidades de engrenagens
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
planetárias, a velocidade de rotação do transporta-
esquerda (*1. - *2.)
dor direito (8) é superior à velocidade do desloca-
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
mento avante em linha reta pela potência do motor
direita (*1. + *2.)
do HSS. Por outro lado, a velocidade de rotação do
• Enquanto a máquina se desloca em sentido avante, transportador esquerdo (8) é inferior à velocidade
com a alavanca PCCS na posição de “Manobra para de deslocamento em linha reta. Como resultado, a
o lado esquerdo”, durante o deslocamento avante, máquina se desloca no sentido avante e gira para a
é possível observar, a partir do lado esquerdo do esquerda, onde a potência de saída é menor.
chassi, o motor do HSS (1) girar para a direita, a
engrenagem A esquerda (2) girar para a esquerda e
a engrenagem A direita (2) girar para o lado direito.
14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Quando a máquina é manobrada para a “Esquerda” (ré)

#A
#B
#C

*A: Potência da transmissão • O eixo da engrenagem cônica (3) e a engrenagem


*B: Potência do motor do HSS anelar (5) se engatam para girar em sentido anti-
*C: Potência resultante horário, conforme visto também pelo lado esquerdo
da máquina.
*1. Rotação de saída da transmissão
• Assim, em função da diferença na velocidade de ro-
*2. Rotação de saída do motor do HSS
tação entre as duas unidades de engrenagens plan-
*3. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
etárias, a velocidade de rotação do transportador
esquerda (*1. - *2.)
direito (8) é superior à velocidade do deslocamento
*4. Rotação de saída do eixo da engrenagem cônica
à ré em linha reta pela potência do motor do HSS.
direita (*1. + *2.)
Por outro lado, a velocidade de rotação do transpor-
• Enquanto a máquina se desloca em marcha à ré, tador esquerdo (8) é inferior à velocidade de deslo-
com a alavanca PCCS na posição de “Manobra camento em linha reta. Com isso, a máquina se
para o lado esquerdo”, durante o deslocamento à desloca em marcha à ré e gira para a direita, onde a
ré, é possível observar, a partir do lado esquerdo do potência de saída é menor.
chassi, o motor do HSS (1) girar para a esquerda, a
engrenagem A esquerda (2) girar para a direita e a
engrenagem A direita (2) girar para a esquerda.
D61EX,PX-15E0 15
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento dos freios


Quando o freio é “acionado”
Quando o freio é “liberado”
(pressionando-se o pedal de freio)

• Quando o pedal de freio é liberado, a válvula de freio • Quando o pedal do freio é pressionado, a válvula
se encontra na posição “Neutro” e o orifício da pressão de freio é acionada e o óleo presente no orifício da
de retorno do pistão (1) é preenchido de óleo. pressão de retorno do pistão (1) é drenado.
• À medida que a pressão de óleo aumenta, o pistão • À medida que a pressão no orifício da pressão de
(1) comprime as molas (2) e (3) para a esquerda retorno do pistão (1) diminui, o pistão (1) é movido
para liberar os discos (4) e pratos (5). para a direita pela tensão das molas (2) e (3) para
• A potência transmitida pelo eixo da engrenagem pressionar os discos (4) e pratos (5) contra o tambor
cônica por meio do sistema HSS para o cubo do de freio (6). O tambor de freio (6) está acoplado e
freio (7) é transmitida adiante por meio do cubo (8) fixado na caixa direcional.
para o comando final. • A potência transmitida ao cubo do freio (7) é restrita
pelos discos de montagem (2) e pratos (3) juntos.
• A força hidráulica aplicada ao pistão (1), ou a força
de frenagem, pode ser controlada controlando-se a
distância da pressão do pedal de freio.

16 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

D61EX,PX-15E0 17
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula do freio

44,1 - 53,9 Nm 58,8 - 78,5 Nm


{4,5 - 5,5 kgm} {6,0 - 8,0 kgm}

P: Da bomba do trem de força Apresentação geral


T1: Para a caixa direcional • A válvula do freio está localizada no circuito entre
T2: Para a caixa direcional a bomba do trem de força e o pistão de freio na
Br(R): Para os freios do lado direito unidade do HSS, e é instalado na parte superior da
Br(L): Para os freios do lado esquerdo unidade do HSS.
• Quando o pedal de freio é pressionado, a válvula
1. Válvula do freio de estacionamento do freio principal (6) passa a funcionar. Quando a
2. Corpo alavanca do freio de estacionamento é “travada”, a
3. Válvula do freio principal válvula do freio de estacionamento é que opera.
4. Pistão • Quando cada uma das válvulas opera, o óleo
5. Eixo fornecido para o orifício da pressão de retorno do
6. Guia pistão de freio tem o seu fluxo interrompido, e o freio
é, então, acionado.
• Quando o sistema HSS é empregado, o freio é
utilizado apenas para parar a máquina (e não para
a realização de manobras), com os freios direito e
esquerdo funcionando simultaneamente.

18 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Tamanho Tolerância Limite da


Folga padrão
Folga entre o corpo e a válvula de padrão Eixo Orifício folga
7
freio
-0,020 +0,013 0,020-
Ø19 0,07
-0,030 0 0,043
Folga entre o pistão e a válvula do -0,030 +0,015 0,030-
8 Ø9 0,08
freio -0,040 0 0,055
Folga entre a válvula do freio de es- -0,034 +0,013 0,034-
9 Ø19 0,08
tacionamento e o corpo -0,043 0 0,056
Tamanho padrão Limite de reparo Substitua

Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga


10 Mola moduladora do freio livre instalado instalada livre instalada
75,3 N 71,6 N
48 36 46,6
{7,68 kg} {7,3 kg}
Mola de retorno do freio de estacio- 157,9 N 150 N
11 52 38 50,4
namento {16,11 kg} {15,3 kg}
Mola de retorno da válvula do freio 16,7 N 15,7 N
12 36,5 28,5 35,4
de estacionamento {1,7 kg} {1,6 kg}

D61EX,PX-15E0 19
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento

Quando o freio é “liberado”


(o pedal de freio é liberado e a alavanca do freio de estacionamento é “travada”)

Válvula de retenção

Para a válvula de
alívio principal

Da bomba do
trem de força

• Quando o pedal do freio é liberado (quando não


está sendo pressionado), a válvula do freio de
estacionamento (1) abre o orifício (P) e a câmara
(A) com a tensão da mola de retorno (2).
• A válvula do freio principal (3) promove a abertura
da câmara (B) e do orifício (Br) com a tensão da
mola de retorno (4).
• A pressão do óleo proveniente da bomba do trem
de força é controlada pela válvula de alívio principal
e, em seguida, o óleo flui através do orifício (P),
câmaras A e B, e orifício (Br) para o orifício da
pressão de retorno do pistão de freio.
• O pistão de freio se move para a esquerda e
comprime a mola de freio para “liberar” o freio.
• Neste momento, a pressão do óleo é ajustada em
2,84 MPa {29,0 kgf/cm2} e pode ser aferida no orifício
de tomada da pressão do óleo (Q).

20 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Quando o freio é “acionado”


(o pedal de freio é “pressionado” e a alavanca do freio de estacionamento é colocada na posição “Livre”)

Válvula de retenção

Para a válvula de
alívio principal

Da bomba do
trem de força

• Quando o pedal de freio é pressionado, a guia (5) e • Se o pedal de freio for pressionado um pouco mais,
o eixo (6) são empurrados para a direita. a operação descrita acima se repetirá. Se a válvula
• À medida que o eixo (6) é empurrado, ele comprime do freio principal (3) se mover até o final do seu
a mola moduladora (7), e sua força de reação move curso, o freio será acionado perfeitamente.
a válvula do freio principal (3) para a direita. Em • A pressão do óleo, após a passagem pelo orifício
seguida, os orifícios (Br) e a câmara (B) se fecham (Br), é determinada pela tensão da mola de retorno
e os orifícios (Br) e (T2) se abrem. (4), cuja carga é alterada de acordo com o curso do
• O óleo proveniente da bomba do trem de força flui pedal de freio.
através do orifício (P) para a câmara (A) e segue até • Se o curso do pedal de freio for pequeno, a pressão
a câmara (B). do óleo, após passar pelo orifício (Br) será elevada e
• Uma parte do óleo fluindo pelo orifício da pressão o freio aplicado “parcialmente”. Se o curso do pedal
de retorno do pistão de freio é drenada pelo orifício de freio for extenso, a pressão do óleo diminuirá e o
(Br) para o orifício (T2), enquanto a outra parte flui freio será aplicado “totalmente”.
através do orifício (a) para a câmara (D).
• Se o óleo, após passar pelo orifício (Br), for drenado
pelo orifício (T2), e a pressão do óleo diminuir, o óleo
fluirá para a câmara (D) e pressionará o pistão (8). Em
seguida, a força empregada para empurrar a válvula
do freio principal (3) para a direita é reduzida, e a
válvula do freio principal (3) se move para a esquerda
pela tensão da mola de retorno (4).
• Se a válvula do freio principal (3) se mover para a
esquerda, os orifícios (Br) e (T2) serão fechados, e a
pressão do óleo, após a sua passagem pelo orifício
(Br), será mantida.

D61EX,PX-15E0 21
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Quando o freio está na posição de “freio de estacionamento”


(o pedal de freio é “liberado” e a alavanca do freio de estacionamento é “travada”)

Válvula de retenção

Para a válvula de
alívio principal

Da bomba do
trem de força

• Quando a alavanca do freio de estacionamento é


“travada”, a válvula do freio de estacionamento (1) é
empurrada para a esquerda. Em seguida, o orifício
(P) e a câmara (A) se fecham, e as câmaras (A) e
(C) se abrem.
• O óleo proveniente da bomba do trem de força pára
no orifício (P).
• O óleo fluindo no orifício da pressão de retorno do
pistão do freio é drenado através do orifício (Br),
câmaras (B), (A) e (C), e do orifício (T1).
• Uma vez que a válvula do freio de estacionamento
(1) é mantida empurrada para a esquerda, a pressão
do óleo no orifício da pressão de retorno do pistão
de freio continua baixando. Em seguida, o freio se
mantém “acionado”.
• Esta condição se mantém mesmo que o motor seja
desligado e novamente acionado.

22 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

D61EX,PX-15E0 23
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Comando final

Apresentação geral
• O comando final é uma engrenagem de dentes retos
do tipo redução dupla.
• A lubrificação é feita por derramamento, utilizando-
se a rotação das engrenagens.
• O comando final pode ser removido e instalado
como uma única unidade.
• O retentor flutuante (1) é instalado na parte deslizante
e giratória da roda motriz a fim de evitar a entrada de
pó ou sujeira, além de prevenir contra vazamentos
de óleo lubrificante.

24 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

1. Carcaça do comando final 9. Tampa


2. Caixa de rolamento 10. Cubo da roda motriz
3. Primeiro pinhão (número de dentes: 14) 11. Retentor flutuante
4. Primeira engrenagem (número de dentes: 64) 12. Tampa
5. Caixa de rolamento 13. Dente da roda motriz
6. Segunda engrenagem (número de dentes: 50) 14. Tampa
7. Tampa 15. Segundo pinhão (número de dentes: 11)
8. Eixo

D61EX,PX-15E0 25
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

455 - 565 Nm
{46,5 - 58 kgm}

98 - 123 Nm
{10 - 12,5 kgm}

98 - 123 Nm
{10 - 12,5 kgm}

98 - 123 Nm
{10 - 12,5 kgm}

98 - 123 Nm
{10 - 12,5 kgm}
98 - 123 Nm
{10 - 12,5 kgm}

824 - 1030 Nm
{84 - 105 kgm}

1010 - 1157 Nm
{103 - 118 kgm}

455 - 565 Nm
{46,5 - 58 kgm}
128 - 177 Nm
461 - 559 Nm {13 - 18 kgm}
{47 - 57 kgm}

26 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Folga axial entre o primeiro pinhão e a Folga padrão Limite da folga


1
primeira engrenagem 0,24 - 0,62 1,0
Folga axial entre o pinhão motriz e a
2 0,28 - 0,68 1,0
primeira engrenagem Substitua
Tamanho padrão Tolerância Limite de reparo
Diâmetro externo da face de contato do
3 0
retentor de óleo do primeiro pinhão Ø62 Ø61,9
-0,074
Espessura do calço padrão da caixa de
4 1,52
rolamento do primeiro pinhão
Espessura do calço padrão da caixa de
5 1,7 Ajuste
rolamento do primeiro pinhão
Espessura do calço padrão da tampa do
6 1,9
mancal do eixo

Desgaste da superfície do dente da roda Tamanho padrão Limite de reparo Faça o reparo com
7
motriz 298 280 solda ou substitua

D61EX,PX-15E0 27
SEN02475-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Rota do trem de força

• A potência proveniente da unidade do sistema HSS


é transmitida para o primeiro pinhão (1), e depois
enviada para a primeira engrenagem (2).
• A potência enviada para a primeira engrenagem (2)
será em seguida transmitida para o segundo pinhão,
prosseguindo pela segunda engrenagem (4) e pelo
eixo (5) até chegar ao cubo da roda motriz (6).
• A força de rotação que chega ao cubo da roda motriz
(6) é transmitida para os dentes da roda motriz (7).

28 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02475-00

D61EX,PX-15E0 29
SEN02475-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02475-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

30
MANUAL DE OFICINA SEN02476-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Material rodante e armação
Armação principal............................................................................................................................................................. 3
Suspensão....................................................................................................................................................................... 4
Armação de esteira e coxim da roda guia........................................................................................................................ 8
Roda guia....................................................................................................................................................................... 12
Rolete inferior................................................................................................................................................................. 14
Rolete superior............................................................................................................................................................... 15
Roda motriz.................................................................................................................................................................... 16
Sapata da esteira........................................................................................................................................................... 18

D61EX,PX-15E0 1
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Armação principal
235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm}

235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm}

98 - 123 Nm
235 - 285 Nm {10 - 12,5 kgm}
{23,5 - 29,5 kgm}

1. Conjunto da armação Apresentação geral


2. Tampa inferior • O conjunto da armação (1) possui uma estrutura
3. Conjunto do motor de armação externa na qual a armação principal
e a transmissão sob o protetor formam uma única
unidade.

D61EX,PX-15E0 3
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Suspensão
 O diagrama mostra o modelo D61EX-15E0.

455 - 565 Nm
{46,5 - 58 kgm}

235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm}

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm}

1. Barra eqüalizadora Descrição geral


2. Pino central • A armação das esteiras move sua parte dianteira
3. Pino lateral para cima e para baixo em torno do eixo pivotado
4. Eixo pivotado (4) situado em sua traseira.
5. Bucha • A barra eqüalizadora (1) movimenta-se ao longo do
6. Retentor pino central (2), estando conectada à armação das
7. Retentor esteiras por intermédio do pino lateral (3).
8. Bucha
9. Bucha (grande) D61EX- D61EX-
10. Bujão (bocal de abastecimento de óleo) 15E0 15E0
11. Bucha (pequena) Deslocamento no centro Ascendente 46,1 49,7
12. Tampa do pino lateral da barra
13. Retentor eqüalizadora (mm) Descendente 46,1 49,7

D61EX,PX-15E0 5
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Tamanho Tolerância Limite da


Folga padrão
Folga entre o eixo pivotado e a padrão Eixo Orifício folga
14
bucha (grande)
-0,030 +0,063 0,145-
Ø123 1,0
-0,076 0 0,271
Folga entre o eixo pivotado e a -0,120 +0,054 0,120- Substitua a bucha
15 Ø85 1,0
bucha (pequena) -0,174 0 0,228
Folga entre o pino central e a bu- -0,100 +0,174 0,200-
16 Ø70 0,5
cha -0,146 +0,100 0,320
Folga entre o pino lateral e a bu- -0,100 +0,010 0,080-
17 Ø55 0,5
cha -0,146 -0,020 0,156
Força de encaixe por pressão da
18 48,0 kN {4,9 ton}
bucha (grande) do eixo pivotado
Força de encaixe por pressão da
19 33,3 kN {3,4 ton} -
bucha (pequena) do eixo pivotado
Quantidade de óleo na seção do
- 3,5  (óleo para motor SAE30)
eixo pivotado

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

D61EX,PX-15E0 7
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Armação de esteira e coxim da roda guia


D61EX-15E0

235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm}

235 - 285 Nm
455 - 565 Nm {23,5 - 29,5 kgm} 58,8 - 88,2 Nm
{46,5 - 5,58 kgm} {6 - 9 kgm}

235 - 285 Nm MÍN. 147,1 Nm


{23,5 - 29,5 kgm} {MÍN. 15 kgm}

1. Roda guia 11. Mola tensora


2. Rolete superior 12. Anel de desgaste
3. Armação das esteiras 13. Junta em “U”
4. Dentes da roda motriz 14. Cabina
5. Protetor terminal dos roletes inferiores 15. Porca
6. Protetor central dos roletes inferiores (item opcional) 16. Lubrificador
7. Rolete inferior 17. Cilindro
8. Garfo 18. Bucha
9. Retentor 19. Suporte
10. Pistão

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Item a ser inspecionado Limite de reparo
Deformação da armação das Empenamento, 7 (em comprimento de 3.000)
20 Reparar
esteiras cisalhamento 3 (em comprimento de 300)
ou abertura da seção da roda guia 5
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga
21 Mola tensora x diâmetro externo instalado instalada livre instalada Substituir
163,6 kN 145,7 kN
755 xØ212 593 736
{16,692 kg} {14,856 kg}
Tolerância Limite da
Tamanho padrão Folga padrão
Eixo Orifício folga Substitua a
22 Folga entre o pistão e a bucha
bucha
-0,030 +0,291 0,107-
Ø75 1,0
-0,076 +0,077 0,367
Força de encaixe por prensa-
23 294 kN (30 ton) Ajuste
gem do garfo da roda guia
- Quantidade de graxa 140 cm3 (graxa G2-L1) -

Descrição geral
• A mola tensora (11) é usada para ajustar a tensão
das sapatas da esteira, adicionando-se graxa pelo
lubrificador (16), ou aliviando a graxa existente
movendo o pistão (10) para frente ou para trás. Além
disso, a mola tensora também amortece os impactos
repentinos a que é submetida a roda guia (1).

Quantidade em Tipo de flange e


cada lado disposição dos flanges
D61EX-15E0 7 peças S, D, S, S, D, S, S,
S: Flange simples
D: Flange duplo

D61EX,PX-15E0 9
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

D61PX-15E0

235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm}

235 - 285 Nm
{23,5 - 29,5 kgm} 58,8 - 88,2 Nm
455 - 565 Nm
{6 - 9 kgm}
{46,5 - 5,58 kgm}

235 - 285 Nm MÍN. 147,1 Nm


{23,5 - 29,5 kgm} {MÍN. 15 kgm}

1. Roda guia 11. Mola tensora


2. Rolete superior 12. Anel de desgaste
3. Armação das esteiras 13. Junta em “U”
4. Dentes da roda motriz 14. Cabina
5. Protetor terminal dos roletes inferiores 15. Porca
6. Protetor central dos roletes inferiores 16. Lubrificador
7. Rolete inferior 17. Cilindro
8. Garfo 18. Bucha
9. Retentor 19. Suporte
10. Pistão

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Item a ser inspecionado Limite de reparo
Deformação da armação das Empenamento, 7 (em comprimento de 3.000)
20 Reparar
esteiras cisalhamento 3 (em comprimento de 300)
ou abertura da seção da roda guia 5
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga
21 Mola tensora x diâmetro externo instalado instalada livre instalada Substituir
163,6 kN 145,7 kN
755 xØ212 593 736
{16,692 kg} {14,856 kg}
Tolerância Limite da
Tamanho padrão Folga padrão
Eixo Orifício folga Substitua a
22 Folga entre o pistão e a bucha
bucha
-0,030 +0,291 0,107-
Ø75 1,0
-0,076 +0,077 0,367
Força de encaixe por prensa-
23 294 kN (30 ton) Ajuste
gem do garfo da roda guia
- Quantidade de graxa 140 cm3 (graxa G2-L1) -

Descrição geral
• A mola tensora (11) é usada para ajustar a tensão
das sapatas da esteira, adicionando-se graxa pelo
lubrificador (16), ou aliviando a graxa existente
movendo o pistão (10) para frente ou para trás. Além
disso, a mola tensora também amortece os impactos
repentinos a que é submetida a roda guia (1).

Quantidade em Tipo de flange e


cada lado disposição dos flanges
D61EX-15E0 8 peças S, S, D, S, S, D, S, S,
S: Flange simples
D: Flange duplo

D61EX,PX-15E0 11
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Roda guia

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
1 Diâmetro externo da projeção
Ø588 -
2 Diâmetro externo da pista Ø550 530
Repare depositando
3 Profundidade da pista 19 29 material por soldagem
ou substitua
4 Espessura da pista 24,4 14,4
5 Largura da pista 39,5 43,5
6 Largura total 164 -

Tamanho Tolerância Folga Limite da


padrão Eixo Orifício padrão folga
7 Folga entre o eixo e a bucha
-0,215 +0,195 0,215-
Ø60 -
-0,315 0 0,510
Substitua
-0,215 +0,046 0,215-
8 Folga entre o eixo e o suporte Ø60 -
-0,315 0 0,361
Folga padrão Limite da folga
9 Folga axial do eixo
0,26 - 0,66 -
Repare depositando
Folga entre a placa guia e o
10 2,0 - material por soldagem
suporte
ou substitua
Folga entre a placa guia e a
11 1,0 -
placa lateral Ajuste o calço ou
Espessura do calço padrão na substitua a placa
12 4,0
região de encaixe da placa lateral

D61EX,PX-15E0 13
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Rolete inferior
 O desenho abaixo ilustra o rolete inferior de flange duplo.

98 - 137 Nm
{10 - 14 kgm}

245 - 309 Nm
{25,0 - 31,5 kgm}

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução

Diâmetro externo do flange (ex- Tamanho padrão Limite de reparo


1
terno) Ø233 -
Diâmetro externo do flange (in-
2 Ø227 -
terno)
3 Diâmetro externo da pista Ø200 Ø164
Repare depositando
4 Espessura da pista 66,5 48,5 material por soldagem
5 Largura do flange (externo) 19,5 13,5 ou substitua

6 Largura do flange (interno) 18 12


7 Largura da pista (flange único) 44,5 -
8 Largura da pista (flange duplo) 43,5 -
9 Largura total 212 -

Tamanho Tolerância Folga Limite da


padrão Eixo Orifício padrão folga
10 Folga entre o eixo e a bucha
-0,244 +0,195 0,244-
Ø60 -
-0,290 0 0,485
Substitua
-0,250 -0,160 0,020-
11 Folga entre o eixo e o colar Ø59,7 -
-0,300 -0,230 0,140
Folga padrão Limite da folga
12 Folga axial do rolete
0 - 0,32 -

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Rolete superior

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
1 Diâmetro externo do flange
Ø190 -
2 Diâmetro externo da pista Ø165 Ø143 Repare depositando
material por soldagem
3 Espaessura da pista 27,5 16,5 ou substitua
4 Largura da pista 45,5 51,5
5 Largura do flange 17 11

Tamanho Tolerância Folga Limite da


padrão Eixo Orifício padrão folga
6 Folga entre o eixo e o suporte
-0,100 +0,300 0,100-
Ø61
-0,200 0 0,150

Tamanho Tolerância Interferência Interferência


Substitua
Interferência entre o eixo e o padrão Eixo Orifício padrão limite
7
protetor do retentor
+0,150 +0,030 0,100-
Ø61,5 -
+0,130 0 0,150
Folga padrão Limite da folga
8 Folga axial do rolete
0 - 0,32 -

D61EX,PX-15E0 15
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Roda motriz

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
1 Desgaste da raiz do dente Repare depositando
77 68 material por soldagem
ou substitua
2 Espessura da raiz do dente 29,25 20

16 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Desenho em escala real do perfil do dente da roda motriz


 Para eventuais anotações, transfira uma cópia em escala real para uma folha.

D61EX,PX-15E0 17
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sapata da esteira
Tipo bucha padrão

*1. Sapata simples


*2. Sapata para pântano

 O detalhe P ilustra o elo na porção de encaixe da


bucha.

18 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
1 Passo do elo
190,3 193,3
Giro
Tamanho padrão Gire ou substitua
2 Diâmetro externo da bucha Carga leve Carga pesada
65 54,8 57,4
3 Espessura da bucha 13,2 3,0 5,6
Tamanho padrão Limite de reparo Repare ou
4 Altura do elo
119 109 substitua

Espessura do elo (na parte de en-


5 42,5 31,5 Substitua
caixe na bucha)
Torque de aperto
a. Elo Reaperto (graus)
(Nm{kgm})
convencional
539 ± 49 {55 ± 5} 120 ± 10

6 Parafuso da sapata Torque de aperto Ângulo de reaperto Limite inferior de torque Reaperte
(Nm{kgm}) (graus) (Nm{kgm})
b. Elo mestre
343 ± 39
180 (0/-20) 784 {80}
{35 ± 4}
Tolerância Interferência
Tamanho padrão
Eixo Orifício padrão
7 Interferência entre a bucha e o elo
+0,264 +0,074
Ø59 0,160 - 0,264
+0,234 0
Interferência entre o pino conven- +0,372 +0,062 Ajuste ou
8 Ø37,8 0,210 - 0,372
cional e o elo +0,272 0 substitua
Tolerância
Tamanho padrão Folga padrão
Interferência entre o pino conven- Eixo Orifício
9
cional e a bucha
+0,172 +0,902
Ø38 0,230 - 0,830
+0,072 +0,402

D61EX,PX-15E0 19
SEN02476-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sapata simples

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
1 Altura da garra Repare depositando
57,5 25 material por soldagem
ou substitua
2 Espessura da garra 71 38,5

Sapata para pântano

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
1 Altura da garra Repare depositando
91 76 material por soldagem
ou substitua
2 Espessura da garra 20 5

20 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02476-00

D61EX,PX-15E0 21
SEN02476-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02476-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

22
MANUAL DE OFICINA SEN02477-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Sistema hidráulico, parte 1
Layout dos dispositivos hidráulicos do equipamento de trabalho ................................................................................... 2
Controle do equipamento de trabalho ............................................................................................................................. 4
Reservatório hidráulico e filtro ......................................................................................................................................... 6
Bomba de recuperação.................................................................................................................................................... 8
Bomba do trem de força e bomba de lubrificação da direção ......................................................................................... 9
Bomba do HSS............................................................................................................................................................... 10
Motor do HSS................................................................................................................................................................. 28

D61EX,PX-15E0 1
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Layout dos dispositivos hidráulicos do equipamento de trabalho

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

1. Cilindro de inclinação
2. Cilindro de angulação
3. Cilindro de elevação
4. Bomba do HSS
5. Válvula de queda rápida
6. Bomba do ventilador de arrefecimento
7. Reservatório hidráulico
8. Bomba do trem de força e bomba do óleo lubrificante
9. Resfriador do óleo hidráulico
10. Radiador
11. Motor do ventilador de arrefecimento
12. Válvula PPC da lâmina
13. Válvula de controle
14. Filtro de óleo do trem de força
15. Motor do HSS
16. Válvula solenóide de bloqueio PPC
17. ECMV da transmissão
18. Válvula de alívio principal
19. Bomba de recuperação
20. Válvula auto-redutora de pressão
21. Pós-resfriador
22. Resfriador do óleo hidráulico

D61EX,PX-15E0 3
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Controle do equipamento de trabalho

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

1. Alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho


2. Interruptor de bloqueio PPC
3. Válvula PPC da lâmina
4. Alavanca de controle da lâmina
5. Alavanca de controle do escarificador (para tratores de esteiras
D61EX-15E0 equipados com escarificador)
6. Válvula PPC do escarificador (para tratores de esteiras D61EX-
15E0 equipados com escarificador)
7. Válvula solenóide de bloqueio PPC

Apresentação geral
• O equipamento de trabalho é controlado pelo método do PPC.
Cada um dos carretéis da válvula de controle é movido operando-
se a válvula PPC da lâmina (3) usando a alavanca de controle
da lâmina (4), ou operando-se a válvula PPC do escarificador (6)
com a alavanca de controle do escarificador (5).
• Travando-se a alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho
(1), o interruptor de bloqueio PPC (2) é LIGADO e a válvula
solenóide de bloqueio PPC (7) entra em operação.
Nesse ponto, é possível mover a alavanca de controle da
lâmina (4) e a alavanca de controle do escarificador (5), mas o
equipamento de trabalho não pode ser operado.
• Quando a alavanca de controle da lâmina (4) encontra-se na
posição FLUTUAR, o detente hidráulico da válvula PPC da
lâmina (3) entra em funcionamento, possibilitando a sustentação
da alavanca de controle da lâmina (4) por si própria.
Travando-se a alavanca de controle do equipamento de trabalho
(1), o detente hidráulico é resetado e a alavanca de controle da
lâmina (4) retorna sozinha à posição MANTER.
• Com o motor desligado, o detente hidráulico não opera e a
alavanca de controle da lâmina (4) volta sozinha para a posição
MANTER, mesmo que originalmente se encontre na posição
FLUTUAR.

D61EX,PX-15E0 5
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Reservatório hidráulico e filtro

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

1. Tampa do bocal de abastecimento de óleo


2. Reservatório hidráulico
3. Filtro-tela
4. Bujão de dreno
5. Elemento
6. Válvula bypass
7. Visor de nível

Especificações
Capacidade do reservatório () 95
Quantidade de óleo no reservatório () 55
Pressão ajustada da válvula bypass 0,15 ± 0,03
(MPa {kgf/cm2}) (1,5 ± 0,3)

Pressão de abertura da válvula de


38 ± 14
pressão
(0,39 ± 0,15)
(kPa {kgf/cm2})

Pressão de atuação da válvula de


0 - 4,5
vácuo
(0 - 0,046)
(kPa {kgf/cm2})

D61EX,PX-15E0 7
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Bomba de recuperação

19,6 - 29,4 Nm
{2,0 - 3,0 kgm}

Apresentação geral
• A bomba de recuperação está instalada na parte
inferior da carcaça da PTO e é acionada pela
potência recebida do motor.
• Essa bomba sangra o óleo armazenado na parte
inferior da carcaça da transmissão por meio de um
filtro-tela e o envia de volta à caixa direcional.

Especificações

Tipo Bomba de engrenagens

Capacidade teórica (cc/rev) 61,2


Pressão máxima de descarga
0,29 {3,0}
(MPa {kgf/cm2})
Velocidade de rotação máxima (rpm) 2,500

8 D61EX,PX-15E0
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Bomba do trem de força e bomba de lubrificação da direção


SAL(2)40+40

98,1 - 122,6 Nm 58,8 - 73,6 Nm 98,1 - 122,6 Nm


{10,00 - 12,5 kgm} {6,0 - 7,5 kgm} {10,0 - 12,5 kgm}

1. Bomba do trem de força


2. Bomba de lubrificação
Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Tipo Folga padrão Limite de folga
3 Folga lateral
SAL (2) 40 0,10 - 0,15 0,19
Folga entre a área interna do mancal
4 plano e a área externa do eixo de en- SAL (2) 40 0,060 - 0,125 0,20
grenagens Substitua
Limite de
Tipo Tamanho padrão Tolerância
reparo
5 Profundidade de introdução do pino
0
SAL (2) 40 12 -
-0,5
6 Torque de rotação da chaveta 5,8 - 13,8 Nm {0,6 - 1,4 kgm}
Pressão de
Velocidade Capacidade Capacidade
descarga
Capacidade Tipo de rotação padrão permitida
(MPa -
- Óleo: SAE10W (rpm) (l/min) (l/min)
{kgf/cm2})
Temperatura do óleo: 45 – 55º C
0,29
SAL (2) 40 2,500 90 85
{3,0}

D61EX,PX-15E0 9
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Bomba do HSS
Modelo: HPV95

24,5 - 34,3 Nm 58,8 - 78,4 Nm


{2,5 - 3,5 kgm} {6,8 kgm}

147 - 166,6 Nm
{15 - 17 kgm}

19,6 - 27,4 Nm
{2,0 - 2,8 kgm}

147 - 166,6 Nm
{15 - 17 kgm}

58,8 - 73,5 Nm 58,8 - 78,4 Nm 11,8 - 19,6 Nm


{6 - 7,5 kgm} {6,8 kgm} {1,2 - 2,0 kgm}

PA: Descarga da bomba Apresentação geral


PS: Sucção da bomba • Esta bomba de uma bomba de pistão com placa
PD1: Bujão de dreno da bomba de variação do ângulo de inclinação da bomba de
PD2: Dreno da bomba deslocamento variável e de uma servoválvula.
PLS1: Entrada da pressão de carga
PEN12: Bujão de captação da pressão de controle Especificações
Tipo HPV95 (112 (cm3/rev)
1. Bomba de pistão
2. Servoválvula Descarga teórica (cm3/rev) 112 ± 1
3. Válvula solenóide
Rotação nominal (rpm) 2,280
Pressão máxima no corte
41,2 {420}
(MPa {kgf/cm2})

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Bomba de pistão

PA: Orifício de descarga da bomba


PS: Abertura de sucção da bomba
PA1: Orifício do sinal de pressão da bomba
PD2: Dreno da bomba
PNC1: Orifício de pressão de controle

D61EX,PX-15E0 11
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

1. Eixo 8. Pistão
2. Carcaça 9. Bloco do motor
3. Berço 10. Prato da válvula
4. Came oscilante 11. Tampa
5. Sapata 12. Impulsor
6. Servopistão 13. Chaveta
7. Haste

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Função • O bloco do motor (9), por sua vez, executa uma


• O torque e a rotação do motor transmitidos ao eixo da rotação relativa ao prato da válvula (10), enquanto
bomba são convertidos em energia hidráulica, fazendo retém o óleo pressurizado, e esta superfície asse-
com que o óleo pressurizado seja descarregado de gura a manutenção correta do equilíbrio hidráulico.
acordo com a carga. O óleo existente dentro de cada uma das câmaras
• É possível alterar a vazão mudando-se o ângulo da de cilindro do bloco do motor (9) é sugado e descar-
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba. regado por meio do prato da válvula (10).
• O impulsor (12) é preso ao eixo (1), e rotacionam
Estrutura juntos, gerando a força centrífuga que facilita a
• O bloco do motor (9) está apoiado ao eixo (1) por uma sucção do óleo pelo orifício de sucção e o seu envio
chaveta (13), e o eixo (1), por sua vez, é suportado para a câmara do cilindro.
pelos mancais dianteiro e traseiro.
• A extremidade do pistão (8) possui uma esfera
côncava, e há uma sapata (5) calcada a essa esfera
para que formem uma única unidade. Assim, o pistão
(8) e a sapata (5) formam um mancal esférico.
• O came oscilante (4) serve de suporte para a superfície
(A), enquanto a sapata (5) está sempre pressionada
contra esta superfície, enquanto desliza em um
movimento circular.
• O came oscilante (4) assume um papel estático para
enviar óleo de alta pressão pela superfície cilíndrica
(B) do berço (3), que se encontra fixada na carcaça, e
realiza um movimento deslizante.
• O pistão (8) executa um movimento relativo à direção
axial dentro de cada câmara de cilindro do bloco do
motor (9).

D61EX,PX-15E0 13
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Operação

Funcionamento

• O bloco do motor (9) rotaciona junto com o eixo (1),


enquanto a sapata (5) desliza sobre a superfície • Quando a linha central (X) do came oscilante (4) está
(A). Quando isso acontece, o came oscilante (4) na mesma direção axial do bloco do motor (9) (ângulo
se movimenta ao longo da superfície cilíndrica (a), da placa de variação do ângulo de inclinação da bomba
alterando o ângulo (a) da linha central (X) do came = 0), a diferença entre os volumes (E’) e (F’) dentro do
oscilante (4) em relação à direção axial do bloco do bloco do motor (9) é de 0, assim, a bomba não executa
motor (9). Este ângulo (a) é denominado ângulo da a sucção e descarga, e o bombeamento não ocorre.
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba. Na verdade, o ângulo da placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba não chega a 0.
• O ângulo (a) da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba é proporcional ao volume de
vazão da bomba.

• Em razão da linha central (X) do came oscilante (4)


possuir um ângulo (a) da placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba na direção axial do bloco do
motor (9), a superfície plana (A) passa a funcionar
como um came para a sapata (5).
• Com isso, o pistão (8) desliza dentro do bloco do motor
(9) e uma diferença é gerada entre os volumes (E) e (F)
no bloco do motor (9). O volume de sucção e descarga
de óleo é equivalente à diferença (F) – (E).
• Em outras palavras, o bloco do motor (9) rotaciona, e
o volume da câmara (E) se torna menor, fazendo com
que o óleo pressurizado seja descarregado durante
este processo. Simultaneamente, o volume da câmara
(F) aumenta, e o óleo passa a ser sugado nesta etapa
do processo.

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Controle da vazão da bomba


• Quando o ângulo (a) da placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba se torna maior, a diferença
entre os volumes (E) e (F) aumenta, incrementando
também a vazão de óleo. O ângulo (a) da placa
de variação do ângulo de inclinação da bomba é
alterado pelo servopistão (6).
• O servopistão (6), por sua vez, executa um movimento
recíproco em linha reta de acordo com o comando
recebido da pressão simples da servoválvula.
Este movimento em linha reta é transmitido para
o came oscilante (4) por meio da haste (7), e o
came oscilante (4), apoiado pelo berço (3) sobre a
superfície cilíndrica, rotaciona ao seu redor.
• A área recebendo a pressão é diferente nos lados
direito e esquerdo do servopistão (6), e a pressão
recebida na extremidade de menor diâmetro do
pistão está sempre conectada à pressão de descarga
da bomba principal (pressão própria) (PP).
• A pressão de saída (NPC) da servoválvula é aplicada
à câmara que recebe a pressão na extremidade de
menor diâmetro do pistão (a que recebe a pressão
da bomba).
• O movimento do servopistão (6) é controlado pela
relação entre o volume da pressão da bomba (PP)
e a pressão na extremidade de maior diâmetro
do pistão, bem como pelo tamanho comparativo
da proporção da área recebendo a pressão nas
extremidades de maior e de menor diâmetro do
pistão.

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SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Servoválvula

PA1: Pressão própria da bomba


PEN11: Pressão de controle
PEN12: Bujão de captação da pressão de controle
PLS1: Entrada da pressão de carga
PT: Orifício de dreno

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Válvula LS Válvula TVC Válvula de restrição variável


1. Contraporca 8. Solenóide 16. Parafuso
2. Bujão 9. Pistão 17. Contraporca
3. Mola 10. Luva 18. Mola
4. Carretel 11. Mola 19. Assento
5. Luva 12. Mola 20. Carretel
6. Pistão 13. Pistão 21. Calço
7. Bujão 14. Alavanca 22. Bujão
15. Corpo da válvula

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SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Apresentação geral

Vazão da bomba (Q)


Válvula LS
• A válvula LS detecta a carga aplicada à máquina e
controla o volume da vazão da bomba.
• Esta válvula controla a vazão (Q) da bomba principal
de acordo com o diferencial de pressão (ΔPLS) (=
(PP) – (PLS)) (a diferença entre a pressão da bomba
principal (PP) e a pressão da porta de saída da
válvula de controle (PLS)) {denominado diferencial Pressão PP de descarga da bomba
de pressão LS}.
• A pressão da bomba principal (PP) e a pressão (PLS)
{denominada pressão de LS} advindas da saída da
válvula de controle penetram nesta válvula.
• Quando é aplicada uma carga maior, ou quando ocorre
• A relação entre a vazão (Q) e o diferencial de pressão
uma redução na rotação do motor durante o trabalho,
(ΔPLS) (a diferença entre a pressão da bomba
uma corrente é enviada para a solenóide TVC de
principal (PP) e a pressão de LS (PLS)) (= (PP) –
acordo com o comando recebido do controlador.
(PLS)) muda conforme mostra o gráfico a seguir:
• Em razão dessa operação, a vazão da bomba (o
(/min)
torque absorvido pela bomba) diminui, reduzindo
também a carga do motor.
Vazão da bomba (Q)

Válvula de restrição variável


• Em função da bomba principal controlar a sua própria
pressão, há uma tendência de que a velocidade
de resposta da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba seja rápida sob alta pressão e
lenta sob baixa pressão.
• A válvula de restrição variável é instalada pelos
1,96 MPa {20 kgf/cm2} seguintes motivos:
Diferencial de pressão ΔPLS de LS 1) Diminuir a velocidade da placa de variação do
ângulo de inclinação da bomba entre as vazões
Válvula TVC mínima e máxima, a fim de reduzir o impacto
• Quando a pressão de descarga da bomba (PP) é aplicado à haste da bomba principal, etc, e evitar
alta, a válvula TVC controla a bomba para que não desgaste excessivo quando é aplicada alta
haja um fluxo de óleo maior que o fluxo constante pressão.
(segundo a pressão de descarga), mesmo que o 2) Evitar cavitação na porta de sucção, causada
curso da válvula de controle e torne maior. Desta por um aumento repentino no volume de sucção,
forma, é feito um controle sobre a potência, de entre um volume mínimo e máximo.
forma que a potência absorvida pela bomba não • Além disso, esta válvula possui a função e a
ultrapasse a potência do motor. propriedade de manter a resposta durante as
• Em outras palavras, se ocorrer um aumento da operações sob baixa pressão, fazendo com que a
carga durante a operação, e a pressão de descarga área de abertura se torne menor sob baixa pressão
da bomba se elevar, o volume de descarga da e evitando a ocorrência dos problemas 1) e 2)
bomba será reduzido; e, se por outro lado, houver apresentados acima sob alta pressão.
queda na pressão de descarga da bomba, a válvula
promoverá o aumento da vazão da bomba.
• A relação entre a pressão de descarga da bomba
Vazão da bomba (Q)

(PP) e a vazão da bomba (Q), neste caso, é mostrada


no diagrama acima, à direita, utilizando a indicação
de corrente como parâmetro.

Pressão PP de descarga da bomba

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Funcionamento
Válvula LS
(1) Quando a válvula de controle está em “Neutro”

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(direção mínima)

• A válvula LS é uma válvula seletora de três modos, • A pressão da bomba (PP) penetra pelo orifício (h)
com a pressão (PLS) (pressão LS) proveniente da na extremidade de maior diâmetro do pistão. A
porta de saída da válvula de controle e trazida à mesma pressão da bomba (PP) penetra também na
câmara da mola (i), e a pressão (PP) de descarga da extremidade de menor diâmetro do pistão, fazendo
bomba principal trazida à câmara (j) do bujão (6). com que a placa de variação do ângulo de inclinação
• O volume da pressão LS (PLS) + a força (F) da da bomba se mova em direção ao ângulo mínimo, de
mola (3) e da pressão da bomba principal (pressão acordo com a diferença na área do pistão (1).
própria) (PP) determinam a posição do carretel (4).
• Antes da partida do motor, o servopistão (1) é
empurrado para a direita pela mola (7) instalada na
haste (2) (veja o diagrama à direita).
• Quando é dada partida no motor, se a alavanca de
controle estiver em neutro, a pressão LS (PLS) será
de 0 kgf/cm2 (estará interconectada ao circuito de
dreno por meio do carretel da válvula de controle).
• Neste ponto, o carretel (4) é empurrado para a esquerda,
e os orifícios (d) e (c) passam a se comunicar.

D61EX,PX-15E0 19
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

(2) Operação na direção de maximazação do volume de descarga da bomba

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(direção mínima)

• Quando a diferença entre a pressão (PP) da bomba


principal e a pressão LS (ΔPLS) ou, em outras palavras,
o diferencial de pressão LS (PLS), se torna menor (por
exemplo, quando a área de abertura da válvula de controle
aumenta e a pressão da bomba (PP) cai), o carretel (4)
é empurrado para a direita pela força combinada entre a
pressão LS (PLS) e a força da mola (3).
• Quando o carretel (4) se movimenta, os orifícios (c) e
(d) se unem e se conectam à válvula TVC.
• Neste momento, a válvula TVC se encontra em
comunicação com o orifício de dreno, e a pressão no
circuito (c) – (h) se torna a pressão de dreno (PT) (o
funcionamento da válvula TVC será explicado mais à
frente neste manual).
• Por esta razão, a pressão aplicada sobre a extremidade
de maior diâmetro do servopistão (1) se torna a pressão
de dreno (PT), e a pressão da bomba (PP) penetra na
extremidade de menor diâmetro, fazendo com que o
servopistão (1) seja empurrado para a direita.
• Conseqüentemente, a haste (2) se move para a
direita, movimentando a placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba na direção em que o volume
de descarga seja maior.
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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

(3) Operação na direção de minimização do volume de descarga da bomba

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(direção mínima)

• A seguir, é explicada a situação decorrente da


movimentação do servopistão (1) para a esquerda
(diminuição da vazão da bomba).
• Quando a pressão LS (ΔPLS) aumenta (por exemplo,
quando a área de abertura da válvula de controle se torna
menor e a pressão da bomba (PP) aumenta), a pressão
da bomba (PP) empurra o carretel (4) para a direita.
• Quando o carretel (4) se move, a pressão (PP) da bomba
principal flui do orifício (d) para o orifício (c), e do orifício
(h) para a extremidade de maior diâmetro do pistão.
• A pressão (PP) da bomba principal também penetra
pela extremidade de menor diâmetro do pistão, mas,
em função da diferença na área entre as extremidades
de maior e de menor diâmetro do servopistão (1), este é
empurrado para a esquerda.
• Como resultado, a haste (2) se move na direção que torna
o ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba menor.

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SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

(4) Quando o servopistão está em equilíbrio

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Área receben- Área recebendo


do pressão A0 pressão A1

PEN

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

• Digamos que a área recebendo a pressão na extremidade • A força da mola (3) é ajustada de maneira tal que o
de maior diâmetro do pistão seja (A1) e a área recebendo carretel (4) seja equilibrado e pare na posição central
a pressão na extremidade de menor diâmetro do pistão padrão, quando (PP) – (PLS) = 1,96 MPa {20kgf/cm2}.
seja (A0), e que a pressão fluindo para a extremidade de
maior diâmetro do pistão seja (PEN).
• Quando a pressão (PP) da bomba principal da válvula
LS e a força combinada entre a força da mola (3) e a
pressão LS (PLS) estiverem em equilíbrio, a relação será
de (A0) x (PP) = (A1) x (PEN).
• O servopistão (1) irá parar nesta posição e a placa de
variação do ângulo de inclinação da bomba será mantida
em uma posição intermediária (uma posição na qual
a abertura do orifício (b) para o orifício (c) e a abertura
do orifício (d) para o orifício (c) do carretel (4) sejam
praticamente as mesmas).
• Neste ponto, a relação entre a área recebendo a pressão
nas duas extremidades do pistão (1) é (A0) : (A1) = 1 : 2,
de forma que a pressão aplicada a ambas extremidades
do pistão, quando em equilíbrio, se torne (PP) : (PEN) .=.
2: 1.

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Válvula TVC

(1) Quando o controlador da transmissão e do sistema direcional está normal


1) Quando a carga sobre o atuador é pequena e a pressão PP da bomba está baixa

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(direção máxima)

Controlador da
transmissão e do
sistema direcional
Bateria

a. Funcionamento da solenóide (1)


• Uma corrente de comando (X) enviada pelo
controlador da transmissão e do sistema direcional
flui para a solenóide (1). Esta corrente de comando
(X) altera a força para pressionar o pino impulsor
interno da solenóide (11).
• O pistão (2) pára em uma posição onde a força da
pressão sobre o pino impulsor interno da solenóide
(11) esteja equilibrada com a força combinada entre
a força de ajuste das molas (3) e (4) e a força para
pressionar o pistão (2), com a pressão da bomba
(PP).
• A saída de pressão da válvula TVC (a pressão no
orifício (c)) é alterada de acordo com esta posição.
• O nível da corrente de comando (X) é determinado
pelo conteúdo da operação (funcionamento da
alavanca), modo de operação selecionado, rotação
ajustada do motor e pela rotação real do motor.

D61EX,PX-15E0 23
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

b. Função da mola
• A carga da mola das molas (3) e (4) na válvula TVC
depende da posição em que se encontra a placa de
variação do ângulo de inclinação da bomba.
• Quando o servopistão (9) se move, o came (7),
conectado à haste (8), também se move, fazendo
com que a alavanca (6) seja rotacionada pelo ângulo
do came (7), e o pistão (5) se movimente para a
direita e para a esquerda.
• Se o pistão (5) se movimentar para a direita, a
mola (3) será comprimida primeiro. Se o pistão (5)
se mover um pouco mais para a direita, a mola (4)
tocará na sede (10), fazendo com que as duas molas
(3) e (4) trabalhem.
• Em outras palavras, a carga da mola é alterada pelo
movimento de extensão do pistão (5) ou por seu
contato com as molas (3) e (4).
• Se a entrada da corrente de comando (X) para a
solenóide (1) sofrer alguma alteração, a força da
pressão sobre o pino impulsor interno da solenóide
(11) também será alterada. Conseqüentemente, a
carga da mola das molas (3) e (4) também mudará.
• O orifício (c) da válvula TVC está em comunicação
com o orifício (e) da válvula LS (consulte o tópico
“1. Válvula LS”). A pressão própria da bomba (PP)
é aplicada ao orifício (b), à extremidade de menor
diâmetro do pistão (9) e ao orifício (g).
• Quando a pressão da bomba (PP) é pequena, o
pistão se mantém posicionado à direita.
• Neste ponto, os orifícios (c) e (d) estão em
comunicação e a pressão que entra pela válvula LS
se torna a pressão de dreno (PT).
• Neste momento, se o orifício (e) da válvula LS
estiver em comunicação com o orifício (h) (consulte
o tópico “1. Válvula LS”), a pressão aplicada sobre
o lado de maior diâmetro do pistão pelo orifício (f)
será a pressão de dreno (PT), e o servopistão (9) se
moverá para a direita.
• Desta forma, o volume de descarga da bomba se
move na direção em que ocorre o aumento.
• À medida que o servopistão (9) continua a se mover, o
pistão (5) é movido para a esquerda pela haste (8), came
(7) e pela alavanca (6). As molas (3) e (4) se expandem,
fazendo com que a força da mola se torne mais fraca.
• Quando a força das molas diminui, o pistão (2) se move
para a esquerda, fazendo com que a comunicação
entre os orifícios (c) e (d) seja interrompida, e a pressão
de descarga da bomba se conecte ao orifício (b).
• Como resultado, a pressão sobre o orifício (c) aumenta,
gerando um aumento também na extremidade de
maior diâmetro do pistão, e o movimento do pistão
(2) para a direita é interrompido.
• Em suma, a posição de parada do pistão (9) (= vazão
da bomba) depende da posição na qual a força de
pressão causada pela pressão (PP) aplicada ao
pistão (2) e a força de pressão da solenóide estejam
equilibradas com a força das molas (3) e (4).

24 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

2) Quando a carga sobre o atuador é pequena e a pressão PP da bomba está alta

Válvula TVC

Válvula de restrição variável

Extremidade de menor
diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(direção mínima)
Controlador da
transmissão e do
sistema direcional
Bateria

• Quando a carga é grande e a pressão de descarga • Por esta razão, as molas (3) e (4) são comprimidas
da bomba (PP) está alta, a força empurrando o pistão e empurram o pistão (2) de volta. Em razão dessa
(2) para a esquerda se torna maior, fazendo com força, o pistão (2) interrompe a conexão do orifício
que o pistão (2) se mova para a posição indicada (b) com o orifício (c) e estabelece uma comunicação
pelo diagrama acima. entre os orifícios (c) e (d).
• Quando isso ocorre, como mostra o diagrama acima, • Como resultado, a pressão no orifício (c) (= (f)) cai e
parte do óleo pressurizado proveniente do orifício (b) o pistão (9) deixa de se mover para a esquerda.
flui para o orifício (d), e o óleo pressurizado fluindo • A posição na qual o pistão (9) pára quando isso
do orifício (c) para a válvula LS se torna quase a acontece está um pouco mais à esquerda do que
metade da pressão (PP) da bomba principal. a posição assumida pelo pistão quando a pressão
• Quando os orifícios (h) e (e) da válvula LS estão em (PP) da bomba está baixa.
comunicação (veja o tópico 1. Válvula LS), a pressão
proveniente do orifício (f) penetra na extremidade de
maior diâmetro do servopistão (9), fazendo com que
o servopistão (9) pare.
• Se a pressão (PP) da bomba principal aumentar um
pouco mais e o pistão (2) se mover ainda mais para a
esquerda, a pressão (PP) da bomba principal fluirá para
o orifício (c), atuando para que a vazão seja a mínima.
• Quando o pistão (9) se move para a esquerda, o
pistão (5) é movido para a direita pela ação do came
(7) e da alavanca (6).

D61EX,PX-15E0 25
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

• A relação entre a pressão (PP) da bomba e a posição


do servopistão (9) forma uma linha curva em função
do efeito de molas duplas das molas (3) e (4). A
relação entre a pressão (PP) da bomba e a vazão
(Q) da bomba é mostrada no diagrama abaixo.
Vazão Q da bomba

Pressão PP de descarga da bomba

26 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Válvula de restrição variável

Válvula TVC

Válvula LS

Extremidade de menor
diâmetro Extremidade de maior diâmetro

(direção máxima)

(1) Operação na direção da vazão máxima da bomba (2) Operação para reduzir a vazão da bomba
• A pressão PP da bomba principal penetra na válvula • O óleo hidráulico flui do orifício (b) pelo orifício (c)
de restrição variável pelo orifício (a). para a extremidade de maior diâmetro do pistão (1).
• O carretel (4) opera de acordo coma pressão (PP)
1) Quando a pressão PP da bomba principal está alta da bomba principal, conforme explicado na seção
• Quando a pressão se torna maior que a força da acima.
mola (3) em função da diferença na área secional
do carretel (4) na câmara (e), o carretel (4) se
movimenta para a direita.
• Quando o carretel (4) se movimenta para a direita,
a área de abertura entre os orifícios (c) e (b) diminui
pelo entalhe localizado na parte (A). Com isso, há
menos óleo fluindo da extremidade de maior diâmetro
do pistão (1), e a velocidade da movimentação do
servopistão (1) diminui.

2) Quando a pressão PP da bomba principal está


baixa
• Neste ponto, a área de abertura da parte (A) aumenta
e o óleo fluindo da extremidade de maior diâmetro do
pistão (1), através do orifício (c) para o orifício (b), não
sofre nenhuma limitação, fazendo com que a velocidade
da movimentação do servopistão (1) aumente.

D61EX,PX-15E0 27
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Motor do HSS
Modelo: HMF80

47 - 59 Nm
{4,8 - 6 kgm}

59 - 74 Nm
{6,0 - 7,5 kgm}

27,5 - 35,3 Nm
{2,8 - 3,6 kgm}

PA: Conjunto do motor do HSS Apresentação geral


PB: Da válvula de controle • O motor é composto de uma capacidade fixa, motor
T2: Para o reservatório hidráulico de pistão do tipo placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba fixa, válvula bidirecional de
1. Conjunto do motor do HSS fluxo, válvula bypass e válvula de alívio de carga.
2. Válvula de compensação
3. Válvula de segurança Especificações
4. Válvula de retenção Tipo HMF80
Descarga teórica (cc/rev) 80
Pressão nominal
41,2 {420}
(MPa {kgf/cm2})
Rotação nominal (rpm) 2.316

28 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

147 - 186 Nm
{15 - 19 kgm}

226 - 284 Nm
{23 - 29 kgm}

1. Eixo de saída 7. Tampa 13. Mola da válvula de retenção


2. Carcaça do motor 8. Conjunto da válvula do freio 14. Submancal
3. Placa de variação do ângulo de 9. Mola de retorno do carretel 15. Chaveta
inclinação da bomba 10. Válvula de compensação 16. Sapata
4. Pistão 11. Válvula de segurança 17. Mancal principal
5. Cilindro 12. Válvula de retenção
6. Prato da válvula

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga
18 Mola de retorno do carretel x diâmetro externo instalado instalada livre instalada Se a mola estiver
192 N 154 N danificada ou defor-
42,7 x 30,0 40,5 - mada, substitua-a
{19,6 kg} {15,7 kg}
1,27 N 0,98 N
19 Mola da válvula de retenção 43 x 13,8 32,9 -
{0,13 kg} {0,10 kg}

D61EX,PX-15E0 29
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Apresentação geral
• O óleo pressurizado enviado pela bomba é convertido
em torque de rotação e transmitido para o eixo de
saída.

Estrutura
• O bloco do motor (5) é apoiado sobre o eixo (1) por
meio da chaveta (15), e o eixo é suportado pelo
mancal principal e pelos submancais (17) e (14).
• A extremidade do pistão (4) possui um formato
esférico e cônico onde a sapata (16) está calcada
para formarem uma única unidade. O pistão (4) e a
sapata (16) juntos formam um mancal esférico.
• O pistão (4) realiza um movimento relativo na direção
axial, dentro de cada câmara de cilindro do bloco do
motor (5).
• O bloco do motor (5), por sua vez, executa uma
rotação contra o prato da válvula (6), enquanto
retém a pressão hidráulica.
• Esta superfície é desenvolvida de modo tal que a
pressão hidráulica fique equilibrada corretamente.
• O óleo presente em cada uma das câmaras do
bloco do motor (5) está disponível para sucção ou
descarga por meio do prato da válvula (6).

30 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

Operação Controle do torque e velocidade da rotação


• À medida que o fluxo (Q) proveniente da bomba do
Funcionamento do motor HSS aumenta, a rotação do motor (N) é elevada.
• O óleo pressurizado enviado da bomba penetra no • Uma vez que o ângulo da placa de variação do
bloco do motor (5) e empurra o pistão (4) pela sua ângulo de inclinação da bomba do motor do HSS
superfície posterior. é fixo (o valor de (a) é constante), o torque (T) é
• No caso do motor, a linha central do prato (3) está proporcional à pressão (P).
sempre em um determinado ângulo (ângulo a da • O ângulo (a) da placa de variação do ângulo de
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba inclinação da bomba é de aproximadamente 13,4º.
na direção axial do bloco do motor (5)).
• Como resultado, se tomarmos o exemplo de um dos Q = qN
pistões (4), o óleo pressurizado é aplicado sobre a (q = E – F)
superfície posterior do lado direito, gerando a força
axial (FO) do pistão.
• Por meio da sapata (16), que se encontra unida ao T = Pq/2π
pistão (4) pela superfície esférica, é gerada uma força
de reação (FR) em uma direção sob ângulos direitos Q: Fluxo total
em relação à superfície (A). A força combinada de q: Fuxo por 1 volta
(FO) e (FR) resulta em (FP), que será a força que N: Velocidade de rotação
promoverá a rotação do bloco do motor (5). P: Pressão
T: Torque da rotação

• O eixo (1), engrenado ao bloco do motor (5) pela


chaveta (15), transmite esse torque de rotação para
o lado de saída.
• O bloco do motor (5) rotaciona, e enquanto as
condições mudam do volume (E) para o volume (F),
o óleo pressurizado proveniente da bomba flui para
a câmara do cilindro, e a pressão (P) é gerada de
acordo com a carga.
• Por outro lado, quando a condição vai além do
volume (F), alterando-se para o volume (E), o óleo é
empurrado para fora e retorna para a bomba.

D61EX,PX-15E0 31
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento da válvula do freio Válvula de compensação e válvula de retenção


• A válvula do freio consiste de válvula de retenção
(12), válvula de compensação (10) e da válvula Função
de segurança (11), formando um circuito conforme • Ao trafegar com a máquina em encostas, o peso da
mostrado abaixo. máquina produz uma força na direção descendente,
• A função e a operação de cada um dos componentes o que faz com que a máquina se desloque a uma
é apresentada a seguir. velocidade maior que a rotação do motor do HSS.
• Por esta razão, se o motor estiver funcionando
em baixa rotação e a direção for operada, o motor
do HSS poderá sofrer uma sobrecarga rotacional,
Válvula de controle criando uma condição extremamente perigosa.
• Para que isto seja evitado, essa válvula é instalada
a fim de permitir a execução de manobras de acordo
com a rotação do motor (volume de descarga da
bomba).

Operação quando o óleo é fornecido


• Quando a alavanca de controle da direção é
acionada, o óleo pressurizado proveniente da
válvula de controle é fornecido para o orifício (PA).
Ele empurra a válvula de retenção (12a) até abri-la
e flui do orifício de entrada (MA) para o orifício de
saída (MB) do motor do HSS.
• Contudo, o lado do orifício de saída do motor do
HSS é fechado pela válvula de retenção (12b) e pelo
carretel (10), fazendo com que a pressão no lado
onde o óleo está sendo fornecido aumente.

Válvula de controle

32 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

• O óleo pressurizado existente no lado em que o óleo Ação dos freios durante manobras na descida de
está sendo fornecido flui do orifício (E1) do carretel (10) encostas
para a câmara (S1). E quando a pressão na câmara • Quando a direção é acionada na descida de uma
(S1) se torna maior que a pressão de comutação do encosta, se a máquina acelerar muito rapidamente
carretel (10), este é empurrado para a direita. durante a manobra encosta abaixo, o motor do HSS
• Desta forma, os orifícios (MB) e (PB) estão em irá rotacionar sem carga e a pressão no orifício
comunicação, e assim, o lado do orifício de saída do de entrada do motor do HSS cairá. Esta queda na
motor do HSS é aberto e o motor do HSS começa a pressão será refletida no orifício (E1), fazendo com
girar. que a pressão na câmara (S1) também caia.
• Se a pressão na câmara (S1) cair abaixo da pressão
de comutação do carretel (10), este será empurrado
para a esquerda pela mola (9), e o orifício (MB)
sofrerá uma restrição.
• Como resultado, a pressão no orifício de saída aumenta,
Válvula de controle criando uma resistência à rotação do motor do HSS e
evitando, assim, a rotação excessiva do motor.
• Em outras palavras, o carretel se move para uma
posição onde possa equilibrar a pressão no orifício
de saída (MB) com a força resultante do peso da
máquina e da pressão no orifício de entrada. Desta
forma, o carretel promove a restrição do circuito
do orifício de saída e controla o motor, imprimindo
uma rotação que corresponda ao volume de óleo
descarregado pela bomba.

Válvula de controle

D61EX,PX-15E0 33
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de segurança

Função
• Quando a operação da direção é interrompida, a
válvula de compensação (10) fecha o circuito nos
orifícios de entrada e saída do motor do HSS.
• Todavia, o motor do HSS continua a girar em função
da inércia. Como resultado, a pressão no orifício de
saída do motor do HSS se torna excessivamente
alta, podendo danificar a tubulação e o próprio motor
do HSS.
• A válvula de segurança atua no sentido de liberar
essa pressão anormal para o orifício de entrada do
motor do HSS, a fim de proteger o equipamento de
possíveis danos.

Operação
• Quando a operação da direção é interrompida, a • Se a pressão na câmara (E) (ou na câmara (F)) se
válvula de retenção da válvula de compensação elevar acima do nível de ajuste, a força de π (D12
promove o fechamento da câmara (E) (ou da – D22)/4 x pressão causada pela diferença na área
câmara (F)) no circuito do orifício de saída, embora entre (D1) x (D2) {ou a força de π (D32 – D12)/4 x
a pressão existente no lado do orifício de saída pressão causada pela diferença na área entre (D3)
continue a subir em função da inércia. x (D1)} pressionará a mola e moverá o gatilho para
a direita, e em seguida o óleo fluirá para a câmara
Para o orifício T (F) (ou câmara (E)), no circuito do lado oposto.

Para o orifício T

34 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02477-00

D61EX,PX-15E0 35
SEN02477-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02477-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

36
MANUAL DE OFICINA SEN02478-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Sistema hidráulica, parte 2
Válvula de controle........................................................................................................................................................... 2
CLSS.............................................................................................................................................................................. 10
Válvula auto-redutora de pressão.................................................................................................................................. 37

D61EX,PX-15E0 1
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de controle

Descrição geral
A máquina conta com 3 tipos de válvula de controle, a saber:
• Válvula de 4 carretéis (elevação + inclinação + angulação + controle direcional)
• Válvula de 4 carretéis (elevação + inclinação + escarificador + controle direcional)
• Válvula de 5 carretéis (elevação + inclinação + angulação + escarificador + controle direcional)

Neste manual, são apresentadas a vista externa e a vista da secção transversal apenas da válvula de 4 carretéis.

P: Da bomba
T: Para o reservatório
A1: Para o motor do HSS
A2: Para a cabeça do cilindro de elevação
A3: Para o fundo do cilindro de inclinação
A4: Para o fundo do cilindro de angulação
B1: Para o motor do HSS
B2: Para o fundo do cilindro de elevação
B3: Para a cabeça do cilindro de inclinação
B4: Para a cabeça do cilindro de angulação
LS: Para o orifício da bomba LS
PI: Orifício de tomada de pressão da bomba
TS: Para o reservatório
CA1: Conector (do controlador)
CB1: Conector (do controlador)
PA2: Da válvula PPC
PA3: Da válvula PPC
PA4: Da válvula PPC
PB2: Da válvula PPC
PB3: Da válvula PPC
PB4: Da válvula PPC
PEPC: Da válvula auto-redutora de pressão

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de 4 carretéis
(elevação + inclinação + angulação + controle direcional)

58,8 – 73,5 Nm 11,8 – 14,7 Nm


{6 – 7,5 kgm} {1,2 – 1,5 kgm}
11,8 – 14,7 Nm
{1,2 – 1,5 kgm}

27,5 – 34,3 Nm
{2,8 ¬ 3,5 kgm}
11,8 – 14,7 Nm
11,8 – 14,7 Nm
{1,2 – 1,5 kgm}
{1,2 – 1,5 kgm}

98,1 – 113 Nm
{10 – 11,5 kgm}

D61EX,PX-15E0 3
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Seção transversal
(1/4)

39 – 49 Nm
{4 – 5 kgm}

137 – 157 Nm
{14 – 16 kgm}

58,8 – 78,4 Nm
{6,0 – 8,0 kgm}

34 – 44 Nm
{3,5 – 4,5 kgm}

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

1. Válvula de sucção
2. Válvula de contrapressão
3. Carretel direcional
4. Carretel de elevação
5. Carretel de inclinação
6. Carretel de angulação
7. Tampa (lado da válvula do equipamento de trabalho)
8. Bloco da válvula (válvula de angulação da lâmina)
9. Bloco da válvula (válvula de inclinação da lâmina)
10. Bloco da válvula (válvula de elevação da lâmina)
11. Bloco (orifício da bomba)
12. Bloco da válvula (válvula direcional)
13. Tampa (lado da válvula direcional)

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga
14 Mola da válvula de sucção x diâmetro externo instalado instalada livre instalada
5,1 N 4,1 N
39,2 x 4,45 33,5 -
{0,52 kg} {0,42 kg}
5,5 N 4,4 N
15 Mola da válvula de sucção 46,8 x 7,5 40,6 -
{0,56 kg} {0,45 kg}
67,7 N 54,2 N Se estiver
16 Mola da válvula de contrapressão 67,7 x 20 42,5 -
{6,9 kg} {5,5 kg} danificada ou
221 N 178 N deformada,
17 Mola de retorno do carretel (direcional) 45,7 x 28 43 -
{22,6 kg} {18,1 kg} substitua a
mola
83,4 N 66,7 N
18 Mola de retorno do carretel (elevação) 41 x 18,6 39 -
{8,5 kg} {6,8 kg}
Mola de retorno do carretel (inclina- 108 N 86,3 N
19 41,9 x 18,6 39 -
ção), (angulação) {11 kg} {8,8 kg}
81,4 N 65,1 N
20 Mola de retorno do carretel (elevação) 40,5 x 24,6 37,5 -
{8,3 kg} {6,64 kg}
51,4 N 41,1 N
21 Mola de retorno do carretel (elevação) 37,3 x 19,4 17 -
{5,24 kg} {4,19 kg}

D61EX,PX-15E0 5
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

(2/4)

118 – 162 Nm
118 – 162 Nm {12 – 16,5 kgm}
{12 – 16,5 kgm}

196 – 240 Nm
{20 – 24,5 kgm}

118 – 162 Nm
{12 – 16,5 kgm}

24,5 – 34,3 Nm
{2,5 – 3,5 kgm}

24,5 – 34,3 Nm
{2,5 – 3,5 kgm}

49 – 63,7 Nm
{5 – 6,5 kgm}

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

R: Válvula redutora de pressão


F: Válvula de controle de vazão

1. Válvula de alívio LS (para a válvula direcional)


2. Válvula compensadora de pressão R
3. Válvula compensadora de pressão F
4. Válvula redutora de pressão (para a válvula do equipamento de trabalho)
5. Válvula de prioridade direcional
6. Válvula retentora (válvula de segurança centralizada)

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga
7 Mola da válvula de controle de vazão x diâmetro externo instalado instalada livre instalada
9,8 N 7,85 N
36,2 x 5,30 32,0 -
{1,0 kg} {0,80 kg}
17,6 N 14,1 N
8 Mola da válvula redutora de pressão 27,5 x 14,2 18,0 -
{1,8 kg} {1,44 kg}
55,9 N 44,7 N
9 Mola da válvula redutora de pressão 33,4 x 14,4 21,5 - Se estiver
{5,7 kg} {4,56 kg}
danificada ou
34,3 N 27,5 N
10 Mola da válvula redutora de pressão 31,9 x 14,4 21,5 - deformada,
{3,5 kg} {2,8 kg} substitua a
27,6 N 22,2 N mola
11 Mola da válvula de controle de vazão 30,9 x 5,2 20 -
{2,82 kg} {2,26 kg}
Mola da válvula de prioridade direcio- 473 N 379 N
12 106,5 x 20 82 -
nal {48,2 kg} {38,6 kg}
Mola da válvula do equipamento de
126 N 100 N
13 trabalho e da válvula redutora de 51,6 x 10,5 44,5 -
{12,7 kg} {10,2 kg}
pressão
3,92 N 3,14 N
14 Mola da válvula retentora 27,2 x 6,9 22 -
{0,4 kg} {0,32 kg}

D61EX,PX-15E0 7
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

(3/4)

34 – 44 Nm
{3,5 – 4,5 kgm}

19,6 – 27,5 Nm 88,3 – 107,9 Nm


{2 – 2,8 kgm} {9 – 11 kgm}
19,6 – 27,5 Nm
{2 – 2,8 kgm}
147 – 186,3 Nm 7,8 – 13,7 Nm
{15 – 19 kgm} {0,8 – 1,4 kgm}

34 - 44 Nm
{3,5 – 4,5 kgm}
118 – 162 Nm 88,3 – 107,9 Nm
7,8 – 13,7 Nm {12 – 16,5 kgm} {9 – 11 kgm}
{0,8 – 1,4 kgm}

88,3 - 107,9 Nm
{9 – 11 kgm}

88,3 - 107,9 Nm 118 - 162 Nm


{9 – 11 kgm} {12 – 16,5 kgm}

1. Válvula bidirecional LS
2. Válvula de descarga
3. Válvula de alívio principal

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

(4/4)

14,7 – 19,6 Nm 14,7 – 19,6 Nm


{1,5 – 2 kgm} {1,5 – 2 kgm}

34 - 44 Nm
{3,5 – 4,5 kgm}
88,3 - 107,9 Nm
{9 – 11 kgm}
34 - 44 Nm
{3,5 – 4,5 kgm}

14,7 – 19,6 Nm 34 - 44 Nm 88,3 - 107,9 Nm


{1,5 – 2 kgm} {3,5 – 4,5 kgm} {9 – 11 kgm}

1. Válvula de segurança centralizada (para a válvula do equipamento de trabalho)


2. Bujão de alívio de pressão
3. Válvula de alívio principal (para a válvula do equipamento de trabalho)

D61EX,PX-15E0 9
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

CLSS
: Sistema sensor de carga de centro fechado

Apresentação geral do CLSS

Atuadores

Válvula de controle

Válvula TVC

Válvula LS

Válvula de
restrição
variável

Servoválvula

Características
CLSS é a abreviatura de Sistema Sensor de Carga de Centro
Fechado, cujas propriedades são as seguintes:
• Controle fino não afetado pela carga
• Capacidade de controle para escavação no modo de controle fino
• Desempenho otimizado pela divisão da vazão em função da área
de abertura do carretel no curso de operações combinadas.
• Otimização da economia de energia mediante o controle variável
da bomba.

Composição
• O CLSS consiste na bomba de pistão de capacidade variável,
válvula de controle e atuadores.
• A bomba consiste na bomba principal, válvula de restrição
variável, válvula TVC e válvula LS

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Princípios básicos • Quando o diferencial de pressão LS (ΔPLS) é menor


que a pressão ajustada da válvula LS (pressão
Controle do ângulo da placa de variação do ângulo de carga do atuador alta), a placa de variação do
de inclinação da bomba ângulo de inclinação da bomba atinge o seu ângulo
• O ângulo da placa de variação do ângulo de inclinação máximo.
da bomba (vazão fornecida pela bomba) é controlado
de forma a se manter o diferencial de pressão LS

Ângulo da placa de varia-


ção do ângulo de inclina-
(ΔPLS), ou seja, o diferencial de pressão entre a Máx.
pressão (PP) da bomba (descarga) e a pressão LS
(PLS) (pressão de carga do atuador) na saída da

ção da bomba Q
válvula de controle em um valor constante (diferencial
de pressão LS (ΔPLS) = pressão (PP) de descarga Pressão ajustada
da bomba – pressão LS (PLS)). da válvula LS
Mín.

Atuadores
Diferencial de pressão LS (ΔPLS)

Válvula
de controle

Passagem Passagem LS
da bomba

Bomba principal

Mín. Máx.

Servo-
pistão

Válvula de restrição
variável

Válvula LS

Diferencial grande Diferencial pequeno


de pressão (alta) de pressão (baixa)

Válvula TVC

D61EX,PX-15E0 11
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Controle de compensação de pressão


• No lado da saída da válvula de controle está instalada uma válvula
(válvula compensadora de pressão) cuja finalidade é promover o
equilíbrio da carga. Esta válvula trabalha de maneira que a diferença
de pressão (ΔP) entre o lado a montante (entrada) do carretel de
cada uma das válvulas e o lado a jusante (saída) seja mantida, inde-
pendentemente da carga (pressão). Mediante essa operação, o óleo
proveniente da bomba é distribuído (compensado) proporcionalmente
às áreas de abertura S1 e S2 de cada uma das válvulas operadas.

Carga Carga

Atuador Atuador

Válvula de Válvula de
compensação compensação
de pressão de pressão

Bomba

Válvula LS

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

D61EX,PX-15E0 13
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Comportamento das diversas funções e funcionamento de cada uma das válvulas

Diagrama do circuito hidráulico e denominação das válvulas

MANTER
À ESQUERDA À DIREITA

MANTER
À ESQUERDA À DIREITA

MANTER
FLUTUAR BAIXAR ELEVAR

DIAGRAMA DO CIRCUITO HIDRÁULICO

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

1. Válvula de descarga
Pressão ajustada: 3,4 MPa {35 kgf/cm2}
2. Válvula de alívio principal
Pressão ajustada: 40,2 MPa {410 kgf/cm2}
3. Válvula de prioridade direcional
4. Válvula redutora de pressão (para a válvula do equipamento de trabalho)
Pressão ajustada: 20,6 MPa {210 kgf/cm2}
5. Válvula compensadora de pressão
6. Válvula de sucção
7. Válvula bidirecional LS
8. Válvula de alívio LS (para a válvula direcional)
Pressão ajustada: 33,1 MPa {338 kgf/cm2}
9. Válvula de segurança centralizada (para a válvula do equipamento de trabalho)
Pressão ajustada: 27,9 MPa {285 kgf/cm2}
10. Válvula de alívio principal (para a válvula do equipamento de trabalho)
Pressão ajustada: 21,6 MPa {220 kgf/cm2}
11. Válvula direcional
12. Válvula de elevação
13. Válvula de inclinação
14. Válvula de angulação
15. Válvula de contrapressão

D61EX,PX-15E0 15
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de descarga

Válvula de controle em neutro

T: Circuito do reservatório (pressão) Funcionamento


PP: Circuito da bomba (pressão) • A pressão de descarga da bomba (PP) é aplicada ao
PLS: Circuito LS (pressão) lado direito do carretel (3), ao passo que a pressão
LS (PLS) é aplicada ao seu lado esquerdo.
1. Luva • Quando a válvula de controle está em neutro, a pressão
2. Mola LS (PLS) corresponde a 0. Conseqüentemente,
3. Carretel somente a pressão de descarga da bomba (PP) é
aplicada, sendo ajustada apenas na carga de mola
Função da mola (2).
• Quando a válvula de controle está em neutro, a • Se a pressão de descarga da bomba (PP) atinge
vazão (Q) estabelecida pelo ângulo mínimo da a carga da mola de 3,4 MPa {35 kgf/cm2} da mola
placa de variação do ângulo de inclinação da bomba (2), o carretel (3) move-se para a esquerda e é
é liberada para o circuito do reservatório. Nesse estabelecida a comunicação entre o circuito da
instante, a pressão de descarga da bomba (PP) é bomba (PP) e o circuito do reservatório (T) por meio
estabelecida em 3,4 MPa {35 kgf/cm2} pela ação da do orifício a da luva (1).
mola (2) existente na válvula (a pressão LS (PLS) • Mediante essa operação, a pressão de descarga
corresponde a 0 MPa {0 kgf/cm2}). (PP) é estabelecida em 3,4 MPa {35 kgf/cm2}.

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de controle em controle fino

T: Circuito do reservatório (pressão) • Nesse instante, a pressão de descarga da bomba


PP: Circuito da bomba (pressão) (PP) sobe, ultrapassando totalmente (Q) mín. O
PLS: Circuito LS (pressão) resultado é o incremento da diferença de pressão
entre a pressão de descarga da bomba (PP) e a
1. Luva
pressão LS (PLS).
2. Mola
• Se, por decorrência, o diferencial de pressão entre
3. Carretel
a pressão de descarga da bomba (PP) e a pressão
Função LS (PLS) atingir o valor da carga da mola, que
• Quando a válvula de controle é submetida a controle corresponde a 3,4 MPa {35 kgf/cm2}, referente à
fino, com a demanda de vazão do atuador abaixo mola (2), o carretel (3) será movido para a esquerda,
da vazão útil definida pelo ângulo mínimo da placa estabelecendo-se a comunicação do circuito da
de variação do ângulo de inclinação da bomba, a bomba (PP) com o circuito do reservatório (T).
pressão de descarga da bomba (PP) é estabelecida • Em suma, a pressão de descarga da bomba (PP) é
no patamar resultante da pressão LS (PLS) + 3,4 ajustada no valor correspondente à força da mola de
MPa {35 kgf/cm2}. Se o diferencial de pressão entre 3,4 MPa {35 kgf/cm2} + pressão LS (PLS), passando
a pressão de descarga (PP) e a pressão LS (PLS) o diferencial de pressão de controle de fluxo abaixo
passa a equivaler à carga da mola da mola (2) (3,4 da pressão no ângulo mínimo da placa de variação
MPa {35 kgf/cm2}), a válvula de descarga abre. O do ângulo de inclinação da bomba (= ΔPLS) a valer
diferencial de pressão LS (ΔPLS) fica sendo então 3,4 MPa {35 kgf/cm2}.
3,4 MPa {35 kgf/cm2}.
Ângulo da placa de variação
do ângulo de inclinação da

Funcionamento Máx.
• Quando o atuador é controlado à uma vazão abaixo
da vazão útil no ângulo mínimo da placa de variação
do ângulo de inclinação da bomba (abaixo de (Q) mín.
no gráfico à direita), qualquer variação no carretel Pressão ajustada
da válvula de controle fará com que a pressão LS da válvula LS
bomba Q

(PLS = pressão de carga) seja detectada e aplicada Mín.


à extremidade esquerda do carretel (3).
Diferencial de pressão LS (ΔPLS)

D61EX,PX-15E0 17
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de controle em operação

Função
• Quando a válvula de controle atua e a demanda de
vazão do atuador ultrapassa a vazão útil estabelecida
pelo ângulo mínimo da placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba, o fluxo para o circuito do
reservatório (T) é interrompido e toda a vazão útil (Q)
da bomba é suprida para o circuito do atuador.

Funcionamento
• Se houver um monitoramento rigoroso da válvula de
controle, a pressão LS (PLS) será gerada e aplicada
à extremidade esquerda do carretel (3). Uma vez que
a área de abertura do carretel da válvula de controle é
ampla, nesse instante tem-se uma pequena diferença
entre o diferencial de pressão LS (ΔPLS) e a pressão
de descarga da bomba (PP).
• Conseqüentemente, o diferencial de pressão entre a
pressão de descarga da bomba (PP) e a pressão LS
(PLS) não atinge a carga da mola de 3,4 MPa {35 kgf/
cm2} da mola (2), e o carretel (3) é empurrado para a
direita graças à ação da mola (2).
• O resultado é que o circuito da bomba (PP) tem
sua comunicação com o circuito do reservatório (T)
interrompida, e toda a vazão útil (Q) liberada pela
bomba segue para o circuito do atuador.

18 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de alívio principal (sistema direcional, • Com a abertura do gatilho piloto (3), a pressão na
equipamento de trabalho) câmara da mola (C) diminui e o gatilho (1) se move
Válvula de segurança centralizada para a direita, tocando, então, a extremidade do
gatilho piloto (3), e fazendo com que o óleo seja
Função drenado através da restrição (b) e do orifício.
• Quando a pressão do óleo ultrapassa o nível ajustado,
o óleo é drenado para o reservatório. O resultado é
a regulagem da pressão do circuito do equipamento
de trabalho em seu nível máximo para a proteção do
circuito.

Funcionamento
• O orifício (A) está conectado ao circuito da bomba e o
orifício (B) ao circuito de dreno. O suprimento de óleo
hidráulico se dá através do diâmetro (d1) e do orifício
do gatilho (1) para o diâmetro (d2) da válvula principal
(2). A válvula principal (2) fica então em contato com
a luva em razão da diferença de áreas (d1 < d2).
• Considerando-se que a pressão na câmara da mola
(C) está abaixo da pressão no orifício (A), a válvula
principal (2) se abre, promovendo o fluxo do óleo no
orifício (B) com a conseqüente prevenção de picos
anormalmente altos de pressão.

• Assim que a pressão no orifício (A) atinge a pressão


ajustada da mola (4), o gatilho piloto (3) é aberto,
permitindo que o óleo flua ao seu redor e atravesse
os orifícios (a) e (B) para, em seguida, ser drenado.

D61EX,PX-15E0 19
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de prioridade direcional

Em operações combinadas
Elevação da lâmina
Operação ELEVAR

Para o orifício
da bomba LS

Operação
direcional

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

a. Circuito da bomba Abertura para a válvula direcional


b. Circuito da bomba direcional
c. Circuito da bomba do equipamento de trabalho
d. Câmara da mola

Área de abertura
e. Câmara de pressão
1. Carretel da válvula de prioridade direcional Abertura para a vál-
2. Mola da válvula de prioridade vula do equipamen-
3. Carretel direcional to de trabalho
4. Carretel do equipamento de trabalho
Função
• Operando-se simultaneamente a válvula direcional Curso
e as válvulas do equipamento de trabalho no lado a
jusante da válvula de prioridade direcional, garante- Quando a placa de variação do ângulo de inclinação
se, primeiramente, o suprimento de óleo para a da bomba não atinge o ângulo máximo
válvula direcional, fluindo o restante da vazão útil da • Quando a vazão máxima da bomba é maior que a
bomba para a válvula do equipamento de trabalho. demanda total de fluxo para a válvula direcional
e a válvula do equipamento de trabalho, o óleo flui
Funcionamento na válvula direcional proporcionalmente à área
• Se o carretel direcional (3) é operado e verifica-se de abertura do carretel direcional (3) e, segundo
um certo fluxo de óleo, é gerada uma diferença entre determinação da pressão da bomba, da pressão da
a pressão de descarga da bomba (PP) e a pressão carga e da área de abertura do carretel, flui também
LS (PLS). Esse diferencial de pressão controla na válvula do equipamento de trabalho.
simultaneamente a válvula de prioridade direcional (1) e
a placa de variação do ângulo de inclinação da bomba Ângulo máximo da placa de variação do ângulo de
com (ΔPLS (PP) – (PLS)) = 1,96 MPa {20 kgf/cm2}, a inclinação da bomba
fim de determinar a vazão para a válvula direcional. • Quando a vazão máxima da bomba não atinge a
• A pressão (PP) é aplicada na extremidade direita (e) demanda total para a válvula direcional e a válvula do
do carretel da válvula de prioridade (1), ao passo que a equipamento de trabalho.
pressão (PLS) é aplicada na câmara da mola (d) situada
no lado esquerdo. O carretel da válvula de prioridade (1) 1. Carga da válvula direcional ≤ carga da válvula do
é pressionado para a direita pela ação da mola (2). equipamento de trabalho
• Conseqüentemente, se o diferencial de pressão entre • O óleo flui para a válvula direcional de acordo
a pressão (PP) e a pressão (PLS) situa-se abaixo da com a área de abertura do carretel direcional (3),
pressão ajustada da mola, tem-se a maximização da enquanto o restante do óleo flui para a válvula do
área de abertura da câmara (a) para a câmara (b). equipamento de trabalho.
Havendo o incremento do diferencial de pressão, o
carretel (1) move-se para a esquerda a fim de reduzir a 2. Carga da válvula direcional > carga da válvula do
área de abertura para o controle direcional e aumentar equipamento de trabalho
a área de abertura para o equipamento de trabalho. • A pressão da bomba (PP) é determinada pela carga
• Com o carretel direcional (3) atuando, a operação da válvula direcional. Se a válvula do equipamento
do carretel do equipamento de trabalho (4) implica de trabalho situada no trecho a jusante, onde a
no decréscimo por alguns instantes da pressão da carga é menor, atuar nesta condição, o óleo fluirá
bomba (PP). para a válvula do equipamento de trabalho em
• Conseqüentemente, o diferencial de pressão entre as razão da diferença de pressão, verificando-se,
pressões (PP) e (PLS) é reduzido, fazendo com que a então, o decréscimo da pressão da bomba.
válvula de prioridade (1) se mova para a direita e resulte • Nesse instante, a válvula de prioridade direcional
no decréscimo da área de abertura do equipamento (1) faz com que a área de abertura para o sistema
de trabalho com a pressão na câmara (d). direcional aumente, ao mesmo tempo em que a
• Simultaneamente, (ΔPLS) torna-se menor, o que faz área de abertura para o equipamento de trabalho
com que o ângulo da placa de variação do ângulo seja reduzida, visando reservar óleo para o
de inclinação da bomba seja maximizado para o sistema direcional.
suprimento de óleo suficiente para compensar a • Nesta condição, o fluxo de óleo é distribuído
queda de pressão. segundo a relação do diferencial de pressão
entre (PP) e (P1) e do reinante entre (PP) e (P2).
Quanto maior a diferença (P1) – (P2), menor o
fluxo de óleo para o sistema direcional.

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SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula redutora de pressão para o equipamento de trabalho

Atuação única e exclusiva da válvula do equipamento de trabalho

PLS do equipamento
de trabalho Para a válvula do equipa-
mento de trabalho

Para a válvula do
sistema direcional

PLS do sistema direcional

a: Circuito da bomba do equipamento de trabalho Funcionamento


(pressão) • Se a válvula do equipamento de trabalho (elevação,
b. Orifício inclinação, angulação, etc.) assim permitir, a pressão (PP)
c: Câmara da mola do óleo hidráulico no circuito da bomba será aplicada à
d. Câmara receptora de pressão da válvula câmara da extremidade direita (g) para empurrar a mola
e: Rasgo (7) para a esquerda por intermédio do rasgo (e) e do
f: Orifício orifício (f) do carretel (6). Disso decorre a maximização
g: Câmara de pressão da área de abertura (h) do rasgo. O óleo hidráulico flui
h: Rasgo através do rasgo (i) da válvula (4) até chegar ao circuito
i: Rasgo da bomba do equipamento de trabalho (a).
PP: Circuito da bomba (pressão) • Quando a válvula redutora de pressão (1) do circuito
T: Circuito do reservatório da bomba do equipamento de trabalho (a) atinge a
pressão ajustada de 20,6 MPa {210 kgf/cm2}, o gatilho
1. Válvula redutora de pressão
(2) empurra a mola (3) para a direita, liberando o óleo
2. Gatilho
hidráulico na câmara da mola (c) para o circuito do
3. Mola
reservatório (T). Conseqüentemente, o óleo hidráulico
4. Válvula
na câmara de pressão (d) atravessa o orifício (b)
5. Mola
e a câmara da mola (c) até chegar ao circuito do
6. Carretel da válvula de prioridade direcional
reservatório (T). É gerada, então, uma diferença de
7. Mola
pressão entre a câmara de pressão (d) e a câmara
Função da mola (c), enquanto a válvula (4) move-se para
• A pressão do circuito da bomba no lado do a direita fechando o rasgo (i). Com isso, desfaz-se
equipamento de trabalho é controlada de modo a comunicação entre o circuito da bomba PP e o
a manter-se abaixo de 20,6 MPa {210 kgf/cm2}, circuito do equipamento de trabalho (a).
ficando a pressão do circuito da bomba no lado do • Ainda que o sistema direcional seja operado e a pressão
sistema direcional ajustada em um patamar de 40,2 do circuito da bomba atinja o patamar de 40,2 MPa {410
MPa {410 kgf/cm2} durante operações combinadas kgf/cm2}, a pressão do circuito da bomba do equipamento
(equipamento de trabalho + controle direcional). de trabalho não ultrapassa 20,6 MPa {210 kgf/cm2}.

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de compensação de pressão

Carga pesada

Carga leve

(Lado que recebe


compensação)

Função
• Se a pressão de carga for inferior à pressão no outro
atuador e a vazão começar a aumentar durante uma
operação combinada, a válvula compensadora de
pressão fará a compensação da pressão (nesse
instante, a pressão de carga no outro atuador
operado para a operação combinada (no lado
superior), ultrapassa a pressão de carga nesse lado
(lado inferior)).

D61EX,PX-15E0 23
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento Válvula de sucção


• Quando a pressão de carga no outro atuador (no lado
superior) torna-se alta, a vazão no circuito do atuador Função
(A) nesse lado (lado inferior) começa a aumentar. • Esta válvula impede o surgimento de pressão
• Nesse caso, a pressão LS (PLS) no outro atuador negativa no circuito do cilindro.
é aplicada à câmara da mola (PLS1) no sentido de
fazer com que a válvula redutora de pressão (1) e a Funcionamento
válvula de controle de vazão (2) sejam empurradas • O orifício (A) comunica-se com o circuito do cilindro,
para a esquerda. enquanto o orifício (B) está em comunicação com o
• A válvula de controle de vazão (2) reduz a área de circuito de dreno. Quando o orifício (A) recebe uma
abertura entre o circuito da bomba (PP) e o trecho a carga, o gatilho principal (1) abre em razão da diferença
montante do carretel (PPA), produzindo uma queda de áreas entre (d1) e (d2). Em seguida, ocorre a vazão
de pressão na linha entre (PP) e (PPA). do óleo do orifício (B) para o orifício (A) como forma de
• A válvula de controle de vazão (2) e a válvula redutora impedir a ocorrência de pressão negativa.
de pressão (1) são detidas em uma posição onde
a diferença de pressão entre (PA) e (PLS) aplicada
a ambas as extremidades da válvula redutora de
pressão (2) iguala-se à queda de pressão verificada
na linha entre (PP) e (PPA) nas partes anterior e
posterior da válvula de controle de vazão (2).
• O resultado é que a diferença de pressão entre a
pressão a montante (PPA) e a pressão a jusante (PA)
torna-se a mesma para os dois carretéis atuados
na operação combinada. Em seguida, a vazão da
bomba é distribuída proporcionalmente à área de
abertura do rasgo (a) de cada um dos carretéis.

24 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de sucção de segurança • Dada a abertura do gatilho piloto (4), a pressão na


câmara C cai e o gatilho (3) move-se para a direita.
Função O gatilho (3) é assentado na extremidade do gatilho
• Quando algum impacto é aplicado ao cilindro, e, piloto (4), e o óleo é por meio da restrição (b) e da
em decorrência disso, verifica-se a geração de uma câmara (D).
pressão anormalmente alta, este pico de pressão
é aliviado através da válvula de segurança, que
visa a proteção do cilindro, bem como de outros
componentes hidráulicos.
• Havendo a geração de pressão negativa no circuito
do cilindro, essa válvula atua como uma válvula de
sucção.

Funcionamento como válvula de segurança


• O orifício (A) comunica-se com o circuito do cilindro, ao
passo que o orifício (B) o faz com o circuito de dreno.
O óleo hidráulico existente no orifício (A) é conduzido
através do orifício do gatilho (3) ao orifício (C), fazendo
com que a válvula de segurança (2) seja comprimida
para a esquerda, dada a relação (d2) < (d3). Esta relação • Uma vez que a pressão na câmara (C) é inferior à
entre os diâmetros ou áreas de seções transversais pressão no orifício (A), a válvula de segurança (2)
obedece à lógica (d4) > (d1) > (d3) > (d2). move-se para a direita e o óleo flui do orifício (A)
para o orifício (B), prevenindo, assim, a geração de
picos anormalmente altos de pressão.
• Ainda que se tenha a geração de um pico anormalmente
alto de pressão, a válvula de sucção (1) de diâmetro
maior não opera, já que (d1) < (d4).

• Se for gerada no orifício (A) uma pressão anormal


que cresça até a pressão ajustada da mola (5), o
gatilho piloto (4) se abrirá e o óleo proveniente da
câmara (C) será drenado através da câmara (D) e
da periferia a da válvula de sucção (1).

D61EX,PX-15E0 25
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Operação como válvula de sucção


• Quando é gerada pressão negativa no circuito do
cilindro, as pressões no orifício (A) e na câmara
(C) tornam-se negativas, já que se encontram em
comunicação. A pressão do reservatório do orifício
(B) é aplicada ao orifício (E) e a pressão do óleo na
válvula de sucção (1) aumenta na mesma proporção
da diferença de áreas entre (d4) e (d3) em razão
da pressão do reservatório no orifício (E). Assim,
por conta de sua maior magnitude, a pressão move
a válvula de sucção (1) para a direita, vencendo a
tensão da mola (6). Conseqüentemente, o óleo flui
do orifício (B) para o orifício (A), impedindo, com
isso, a geração de pressão negativa no orifício (A).

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de corte LS (também utilizada como bujão bypass LS do sistema direcional)

PLS do equipamento de trabalho


Saída PLS
(para o orifício LS da bomba)

PLS do sistema direcional

a: Filtro de folga Funcionamento


b: Orifício bypass LS (sistema direcional) • A pressão do circuito PLS no lado do sistema
c: Orifício bypass LS (lado do equipamento de trabalho) direcional pressiona a válvula de corte de esfera (2)
para a direita, sendo então conduzida ao orifício de
1. Válvula de corte de esfera LS e bujão bypass LS saída (PLS) superior (quando o sistema direcional
2. Gatilho é operado isoladamente ou em conjunto com outro
sistema (quando PLS do sistema direcional > PLS
do equipamento de trabalho))
Função
• O óleo hidráulico em PLS flui do filtro de folga (a),
• Usada para aliviar a pressão LS (PLS) residual.
atravessando os orifícios (b) e (c), até chegar ao
• A velocidade de incremento da pressão LS (PLS)
circuito do reservatório.
é reduzida e o fluxo descartado na restrição é
• A pressão no circuito PLS no lado do equipamento
empregado para a produção de uma queda de
de trabalho pressiona a válvula de corte de esfera (2)
pressão na restrição entre (P) e (LS) da válvula
para a esquerda, sendo então conduzida ao orifício
compensadora de pressão, visando, com isso, baixar
de saída PLS superior (quando o sistema direcional
o diferencial de pressão LS efetivo e aumentar a
é operado isoladamente ou em conjunto com outro
estabilidade.
sistema (quando PLS do equipamento de trabalho >
• A maior das pressões (pressão LS no lado do sistema
PLS do sistema direcional)).
direcional ou no lado do equipamento de trabalho) é
selecionada e processada como saída.

D61EX,PX-15E0 27
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

(3/4)

Elevação da
lâmina NEUTRO

Para o orifício da
bomba LS

Operação
direcional

a. Circuito primário da bomba 1. Carretel direcional


b. Circuito secundário da bomba 2. Válvula de alívio LS direcional
c. Circuito LS 3. Válvula de alívio principal
4. Conjunto do motor do HSS
5. Carretel da válvula prioritária
6. Mola da válvula prioritária

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Função
• Especifica a pressão máxima com o motor do HSS
em operação.
• A válvula LS da bomba detecta o diferencial de
pressão (PP - PLS) gerado pela operação da válvula
de alívio LS e move a placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba no sentido de minimização
do ângulo. A vazão útil da bomba entra em equilíbrio
na posição mínima, do que decorre a redução da
vazão do óleo em alívio.
• Válvula de alívio principal: corta o pico de pressão
causado por carga externa repentina impossível de
ser reduzida pela válvula de alívio LS mediante o
controle da placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba.

Funcionamento
• Enquanto o carretel do sistema direcional (1) move-
se e a pressão de acionamento do motor do HSS
(4) registra um aumento, a válvula de alívio LS do
sistema direcional (2) atua no sentido de promover
a drenagem do óleo do circuito da bomba (b). O
resultado é o aumento da diferença de pressão
entre o circuito da bomba b e o circuito LS (c).
• Por essa mesma razão, ocorrendo a redução da
pressão no circuito LS (c), o carretel da válvula de
prioridade (5) move-se para a esquerda vencendo
a resistência da mola (6) para reduzir as áreas
de abertura do primário da bomba (a) e de seu
secundário (b). O resultado é o aumento da diferença
de pressão entre (a) e (b).
• A válvula LS da bomba detecta o diferencial de
pressão LS (PP - PLS) gerado pela válvula de alívio
LS (2) e move a placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba da posição máxima para a
mínima, quando tem-se o equilíbrio da mesma em
um diferencial de pressão LS ≥ 2,0 MPa {20 kgf/cm2}
(veja o controle da placa de variação do ângulo de
inclinação da bomba).
• Quando a placa de variação do ângulo de inclinação
da bomba encontra-se na posição mínima (vazão
mínima) e a pressão do circuito da bomba (PP) -
pressão do circuito LS (PLS) ≥ 3,4 MPa {35 kgf/cm2},
a válvula de descarga atua no sentido de promover
o alívio do excesso de óleo, assim como o equilíbrio
da placa de variação do ângulo de inclinação da
bomba.

Pressão ajustada da válvula de alívio LS: 33,1 MPa


{338 kgf/cm2}
Pressão ajustada da válvula de alívio principal: 40,2
MPa {410 kgf/cm2}

D61EX,PX-15E0 29
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento da válvula de alívio do equipamento de trabalho

Elevação da lâmina
Operação de
ELEVAR

Para o orifício
da bomba LS

Sistema direcional
em NEUTRO

1. Carretel do equipamento de trabalho


2. Válvula redutora de pressão
3. Válvula de alívio principal (equipamento de trabalho)
4. Válvula de alívio principal (sistema direcional)
5. Carretel da válvula redutora de pressão

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10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Função
• A pressão máxima é regulada com o equipamento
de trabalho em operação.
• A válvula LS da bomba detecta o diferencial de
pressão (PP1 - PP2 = PLS) gerado pela atuação da
válvula redutora de pressão e da válvula de alívio
no lado do equipamento de trabalho e move a placa
de variação do ângulo de inclinação da bomba para
a posição mínima. A vazão útil da bomba entra em
equilíbrio na posição mínima, e, por decorrência, a
vazão de óleo em alívio é reduzida.

Funcionamento
• Quando o carretel do equipamento de trabalho (1)
é movido e verifica-se o aumento da pressão de
operação do equipamento de trabalho (PP2), a
válvula redutora de pressão (2) entra em ação e o
carretel da válvula redutora de pressão (5) afunila
os circuitos (PP1) e (PP2) (1,1 mm2). A pressão do
circuito da bomba do equipamento de trabalho (PP2)
passa a ser a pressão ajustada da válvula redutora
de pressão, isto é, 20,6 MPa {210 kgf/cm2}.
• Uma vez que a válvula de alívio do sistema direcional
(4) está programada em uma pressão alta, o óleo é
suprido através da passagem estreita do carretel da
válvula redutora de pressão (5) pela hipercinética
da válvula redutora de pressão, ocorrendo, então, o
aumento da pressão do circuito (PP2).
• Se a pressão alcança então a pressão ajustada de alívio
do equipamento de trabalho, o óleo pressurizado
na pressão do circuito (PP2) é drenado através
da válvula de alívio. Dado o fato do diferencial de
pressão entre (PP1) e (PP2) (= PLS) ser gerado
pelo fluxo proveniente da válvula de alívio (3) e
pela restrição do orifício (a) da válvula redutora
de pressão, e esse mesmo diferencial de pressão
minimizar o ângulo da placa de variação do ângulo
de inclinação da bomba, a vazão útil da bomba é
minimizada (tal como se dá na função de alívio LS
do sistema direcional).

Pressão ajustada da válvula redutora: 20,6 MPa {210


kgf/cm2}
Pressão ajustada da válvula de alívio: 21,6 MPa {220
kgf/cm2}

D61EX,PX-15E0 31
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Introdução à pressão LS

Válvula direcional

Função • Uma vez que a válvula redutora de pressão (3)


• A pressão LS nada mais é que a pressão de carga também se move para a esquerda nesse instante,
do atuador no lado de saída da válvula de controle. a pressão de descarga da bomba (PP) introduzi-
• Na válvula do equipamento de trabalho, a válvula da através do orifício c é reduzida pela queda de
redutora de pressão (3) da válvula compensadora pressão no rasgo (d), admitida ao circuito LS (PLS),
de pressão reduz a pressão de descarga da bomba e, por fim, conduzida à câmara da mola (PLS1).
(PP) ao nível da pressão do circuito do atuador A, in- • Nesse instante, o circuito LS (PLS) entra em comu-
troduzindo-a, então, no circuito LS (PLS). O orifício nicação com o circuito do reservatório (T) por meio
(c) está instalado no pistão (5), mais precisamente do bujão de bypass LS (4).
no trecho compreendido entre o circuito da bomba • Ambas as extremidades da válvula redutora de
(PP) e a válvula redutora de pressão (3), atuando pressão (3) possuem áreas equivalentes (SA = SLS).
como um amortecedor. A pressão do circuito do atuador PA (= A) é aplica-
da ao lado SA, enquanto a pressão de descarga da
Funcionamento bomba (PP) reduzida é aplicada ao lado (SLS).
• Com a atuação do carretel (1), a pressão de descar- • Conseqüentemente, a válvula redutora de pressão
ga da bomba (PP) atravessa a válvula de controle (3) entra em equilíbrio na posição em que a pressão
de vazão (2), o rasgo (a) do carretel e o circuito em do circuito do atuador (PA) e a pressão na câmara
ponte (b) até chegar ao circuito do atuador (A). da mola (PLS1) se equivalem. A pressão de descar-
ga da bomba (PP) reduzida por intermédio do rasgo
(d) é admitida no circuito LS (PLS) como pressão do
circuito do atuador (A).

32 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula do equipamento de trabalho (elevar, inclinar, angular, escarificar)

Lâmina ELEVADA

Funcionamento • Conseqüentemente, a válvula redutora de pressão


• Quando o carretel (1) atua, a pressão de descarga (3) entra em equilíbrio na posição em que se tem a
da bomba (PP) atravessa a válvula de controle de equivalência da pressão do circuito do atuador (PA)
vazão (2), o rasgo (a) do carretel e o circuito em e da pressão na câmara da mola (PLS1). A pressão
ponte (b) até chegar ao circuito do atuador (A). de descarga da bomba (PP) reduzida graças à ação
• Uma vez que nesse instante a válvula redutora do rasgo (d) é admitida no circuito LS (PLS) como
de pressão (3) também se move para a direita, a pressão do circuito do atuador.
pressão de descarga da bomba (PP) introduzida
através da passagem (c) sofre uma redução atrela-
da à queda de pressão no rasgo (d), sendo intro-
duzida no circuito LS (PLS), e, subseqüentemente,
admitida na câmara da mola (PLS1).
• Nesse momento, há a comunicação do circuito LS
(PLS) com o circuito do reservatório (T) por intermé-
dio do bujão de bypass LS (4).
• As áreas de ambas as extremidades da válvula
redutora de pressão (3) se equivalem (SA = SLS). A
pressão do circuito do atuador PA (= A), é aplicada ao
lado (AS), ao passo que a pressão de descarga da
bomba (PP) reduzida é administrada ao lado (SLS).

D61EX,PX-15E0 33
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Lâmina em FLUTUAR

Funcionamento
• Quando a válvula de elevação é colocada na posição
FLUTUAR, estabelece-se a comunicação entre o
orifício do cilindro e o orifício de dreno (T), não hav-
endo aplicação de carga.
• Mesmo que a válvula de elevação se encontre na
posição FLUTUAR, o circuito da bomba e o circuito
do cilindro ficarão separados, o que significa que os
demais equipamentos de trabalho poderão ser incli-
nados, angulados, etc.
• Quando a alavanca de controle do equipamento de
trabalho é colocada na posição FLUTUAR, o car-
retel (1) fica em seu curso máximo. O orifício (B)
comunica-se com o orifício (A) através da passagem
em ponte (b), havendo também a comunicação do
orifício (A) com o circuito (T).
• Conseqüentemente, quando carregada, a lâmina é
capaz de mover-se para cima e para baixo.
• Enquanto a válvula de elevação permanece na
posição FLUTUAR, o orifício (a) do carretel (1) fica
fechado. Conseqüentemente, se outro equipamento
de trabalho for inclinado, angulado, etc. a pressão
da bomba aumenta e o operador pode dar início a
operações combinadas.
34 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula de contrapressão

Válvula de
contrapressão

Válvula do
equipamento
de trabalho

Função
• Quando a máquina é manobrada ou parada, a vál-
vula de contrapressão aumenta a pressão no cir-
cuito de dreno direcional para evitar a cavitação no
motor do HSS e aumentar a eficácia da válvula de
sucção (3).

Funcionamento
• A elevação da pressão de dreno no circuito direcion-
al se dá por intermédio da válvula de contrapressão
(1) e da mola (2).

D61EX,PX-15E0 35
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

36 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Válvula auto-redutora de pressão

59 - 74 Nm
{6,0 - 7,5 kgm}

T: Para o reservatório
P1: Da bomba
P2: Para o motor do ventilador
PR: Fornecido para a válvula PPC, válvula EPC, etc.

D61EX,PX-15E0 37
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

24,5 - 34,3 Nm
{2,5 - 3,5 kgm}

27 - 34 Nm
{2,8 - 3,5 kgm}

19,6 - 24,5 Nm
{2 - 2,5 kgm}

9,8 - 12,7 Nm
{1 - 1,3 kgm}

1. Válvula (seqüencial) 6. Mola (válvula redutora de pressão principal)


2. Mola 7. Válvula (válvula redutora de pressão)
3. Parafuso 8. Mola (válvula de segurança)
4. Gatilho 9. Esfera
5. Mola (válvula piloto redutora de pressão) 10. Filtro

38 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Unidade: mm
Nº Item a ser inspecionado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento livre Comprimento Carga Comprimento Carga
Mola (válvula redutora de pressão
11 x diâmetro externo instalado instalada livre instalada
principal)
19,6 N 17,7 N Se estiver
19,2 x 7,20 16,1 -
{2,0 kg} {1,80 kg} danificada ou
Mola (válvula redutora de pressão 31,4 N 28,4 N deformada a
12 17,8 x 7,20 12,1 -
piloto) {3,2 kg} {2,9 kg} mola deve ser
substituída
200 N 186 N
13 Mola 71,0 x 18,0 59,0 -
{20,4 kg} {19,0 kg}
61,7 N 58,8 N
14 Mola (válvula de segurança) 16,1 x 7,80 13,4 -
{6,30 kg} {6,0 kg}

Função
• A válvula auto-redutora de pressão reduz a pressão
de descarga da bomba do ventilador, enviando-a
como pressão de controle à válvula PPC, válvula
EPC, etc.

Mín. 4,39 MPa


Orifício P1 {44,8 kgf/cm2} Orifício P2

Orifício PR

4,9 MPa
4,0 MPa
{50 kgf/cm2}
{40,5 kgf/cm2}

Orifício T

Circuito Hidráulico

D61EX,PX-15E0 39
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento

Motor desligado (pressão em seu nível mais baixo)

Válvula EPC
Bomba do Ventilador

Servo Válvula EPC

Motor do
Ventilador

• A mola (6) empurra o gatilho (5) contra a sede e o


circuito compreendido entre os orifícios (PR) e (T) é
fechado.
• A mola (7) empurra a válvula (8) para o lado es-
querdo, fazendo com que o circuito formado entre
os orifícios (P1) e (PR) se abra.
• A mola (3) empurra a válvula (2) para o lado supe-
rior, dando-se o fechamento do circuito originário da
junção dos orifícios (P1) e (P2).

40 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Quando a pressão de carga (P2) é inferior à pressão de saída (PR) da válvula auto-redutora de pressão

Válvula EPC
Bomba do Ventilador

Servo Válvula EPC

Motor do
Ventilador

• A mola (3) e a pressão (PR) (0 MPa {0 kgf/cm2} no • Ocorrerá, portanto, uma diferença de pressão em
instante do desligamento do motor) empurram a vál- torno do orifício (a) localizado no carretel (8), o qual
vula (2) no sentido do fechamento do circuito com- passará a mover-se no sentido do fechamento do
preendido entre os orifícios (P1) e (P2). Quando o orifício (P1) e da abertura (PR). A pressão (P1) é
óleo hidráulico entra no orifício (P1), passa a valer então reduzida e ajustada a uma certa pressão
a expressão (pressão P1= força da mola (7) + (área (pressão ajustada) com a abertura, sendo suprida
de Ød x pressão (PR))), ajustando a válvula auto- na condição de pressão (PR).
redutora de pressão as aberturas dos orifícios (P1)
e (P2) para que a pressão (P1) possa ser mantida
em um patamar mais alto do que a pressão (PR).
• Quando a pressão (PR) se eleva acima da pressão
ajustada, o gatilho (5) abre se abre e o óleo hidráu-
lico percorre, a partir do orifício (PR), o orifício (a)
existente no carretel (8) e a abertura do gatilho (5)
até chegar ao orifício do reservatório (T).

D61EX,PX-15E0 41
SEN02478-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Elevação da pressão de carga (P2)

Válvula EPC
Bomba do Ventilador

Servo Válvula EPC

Motor do
Ventilador

• Quando a pressão de carga (P2) e a vazão útil


da bomba sofrem um aumento para possibilitar a
realização de uma operação de escavação, etc.,
há também o incremento da pressão (P1) (pressão
(P1) > força da mola (3) + (área de Ød x pressão
(PR))), movendo-se a válvula (2) para a direita, até
o fim de seu curso. O resultado é que a abertura
entre os orifícios (P1) e (P2) aumenta e a resistência
à passagem torna-se menor a fim de permitir a
diminuição da dissipação de potência do motor.
• Quando a pressão (PR) ultrapassa a pressão ajustada,
o gatilho (5) abre e o óleo hidráulico, percorre o caminho
que sai do orifício (PR), passa pelo orifício (a) existente
no carretel (8) e a abertura do gatilho (5), até chegar ao
orifício do reservatório (T).
• Desta forma, haverá a geração de uma diferença de
pressão em torno do orifício (a) localizado no carretel
(8), fazendo com que este último se mova no sentido da
promoção do fechamento do orifício (P1) e da abertura
(PR). A pressão (P1) é então reduzida e ajustada a
uma certa pressão (pressão ajustada) com a abertura,
sendo suprida na condição de pressão (PR).

42 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02478-00

Ocorrência de pressão anormalmente alta

Válvula EPC

• Quando há uma elevação anormalmente alta da


pressão (PR) da válvula auto-redutora de pressão, a
esfera (10), vencendo a força da mola (9), se separa
da sede a fim de possibilitar que o óleo hidráulico flua
para os orifícios de saída (PR) → (T) no sentido de
promover a redução da pressão (PR). Em seguida, o
equipamento que recebe o óleo pressurizado (válvula
PPC, válvula solenóide, etc.) fica assim protegido de
picos anormalmente altos de pressão.

D61EX,PX-15E0 43
SEN02478-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02478-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

44
MANUAL DE OFICINA SEN02479-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Sistema hidráulico, parte 3
Válvula PPC..................................................................................................................................................................... 2
Alavanca elétrica (sistema direcional) ........................................................................................................................... 18
Válvula de queda rápida . .............................................................................................................................................. 22
Válvula solenóide........................................................................................................................................................... 24
Acumulador ................................................................................................................................................................... 26

D61EX,PX-15E0 1
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula PPC
 PPC: Controle Proporcional de Pressão

Para elevação, angulação e inclinação da lâmina

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

98 - 127 Nm
39 - 49 Nm {10 - 13 kgm}
{4 - 5 kgm}

11,8 - 14,7 Nm
{1,2 - 1,5 kgm}

11,8 - 14,7 Nm
{1,2 - 1,5 kgm}

P: Da bomba de controle 1. Carretel


T: Para o reservatório hidráulico 2. Mola dosadora
P1: Para a válvula de inclinação da lâmina (inclinação 3. Mola centralizadora
à esquerda) 4. Pistão
P2: Para a válvula de inclinação da lâmina (inclinação 5. Disco
à direita) 6. Tampa (para a alavanca de conexão)
P3 : Para a válvula de elevação da lâmina (elevar) 7. Junta
P4 : Para a válvula de elevação da lâmina (baixar) 8. Placa
P5 : Para a válvula de angulação da lamina (angulação 9. Retentor
à direita) 10. Corpo
P6 : Para a válvula de angulação da lâmina (angulação
à esquerda)

D61EX,PX-15E0 3
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento

Em neutro Para a inclinação da lâmina


Para a elevação da lâmina • Os orifícios (P1) e (P2) das válvulas (PA), (PB) e
• Os orifícios (P3) e (P4) das válvulas (PA), (PB) e PPC PPC da válvula de controle da inclinação da lâmina
da válvula de controle da elevação da lâmina encon- encontram-se em comunicação com a câmara de
tram-se em comunicação com a câmara de dreno (D) dreno (D) através do orifício de controle fino (f) do
através do orifício de controle fino (f) do carretel (1). carretel (1).

Válvula de controle Válvula de controle


de elevação de inclinação

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

Para a angulação da lâmina • Por meio da operação que acabamos de descrever,


o carretel (1) move-se para cima e para baixo
• Os orifícios (P5) e (P6) das válvulas (PA), (PB) e PPC de modo que a força da mola dosadora (2) se
da válvula de controle da angulação da lâmina es- equilíbra com a pressão no orifício (P4). A relação
tão em comunicação com a câmara de dreno (D) por entre as posições do carretel (1) e do corpo (10)
meio do orifício de controle fino (f) do carretel (1). (o orifício de controle fino (f) encontra-se no ponto
intermediário entre a câmara de dreno (D) e a
câmara da pressão da bomba (PP)) não se altera
até que o retentor (9) contacte o carretel (1).
• Conseqüentemente, a mola dosadora (2) é
comprimida proporcionalmente ao curso da
alavanca de controle, verificando-se ainda o
aumento da pressão no orifício (P4) em escala
proporcional ao curso da alavanca de controle.
• Assim é que o carretel da válvula de controle
move-se para uma posição onde a pressão na
câmara (PB) (que é igual à pressão no orifício
(P4)) se equilibre com a força da mola de retorno
do carretel da válvula de controle.

Válvula de controle
da angulação

No modo de controle fino


1. Neutro → c ontrole fino
• Quando o pistão (4) é empurrado pelo disco (5),
o mesmo ocorre com o retentor (9) e o carretel
(1), sendo este último, graças à ação da mola
dosadora (2), deslocado para baixo.
• Quase ao mesmo tempo em que se dá a
interrupção da comunicação do orifício de controle
fino (f) com a câmara de dreno (D) por meio da
operação descrita acima, o orifício de controle fino
(f) é conectado à câmara de pressão da bomba Válvula de controle
da elevação
(PP) e o óleo em pressão piloto da bomba de
controle flui através do orifício de controle fino (f)
e do orifício (P4) até chegar ao orifício (PB).
• Caso seja registrado um aumento na pressão
no orifício (P4), o carretel (1) recuará. Quase
simultaneamente à sua desconexão da câmara da
pressão da bomba (PP), o orifício de controle fino
(f) passa a se comunicar com a câmara de dreno
(D), enquanto a pressão no orifício (P4) é aliviada.

D61EX,PX-15E0 5
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

2. Alavanca de controle retornada Alavanca operada até o fim de seu curso


• Se o disco (5) começa a ser retornado, o carretel (1) é • Quando o disco (5) empurra o pistão (4) para baixo, o
empurrado para cima pela força da mola centralizadora mesmo fazendo o retentor (9) em relação ao carretel
(3), assim como pela pressão no orifício (P4). (1), há a interrupção da comunicação entre o orifício
• Com a operação acima, o orifício de controle fino (f) de controle fino (f) e a câmara de dreno (D), sendo
é conectado à câmara de dreno (D) e há a liberação o orifício de controle fino (f) conectado à câmara de
do óleo hidráulico no orifício (P4). pressão da bomba (PP).
• Quando há uma queda excessiva da pressão no orifício • Conseqüentemente, o óleo em pressão piloto
(P4), o carretel (1) é empurrado para baixo pela mola proveniente da bomba de controle atravessa o orifício
dosadora (2). Quase simultaneamente à interrupção de controle fino (f), o orifício (P4) e a câmara (PB),
da comunicação do orifício de controle fino (f) com a empurrando, então, o carretel da válvula de controle.
câmara de dreno (D), o primeiro é conectado à câmara • O óleo que retorna da câmara (PA) flui pelo orifício
da pressão da bomba (PP), e a pressão da bomba é (P3) e pelo orifício de controle fino (f’), indo parar na
aplicada até a pressão no orifício (P4) subir a um nível câmara de dreno (D).
equivalente à posição da alavanca.
• Quando o carretel da válvula de controle retorna,
estabelece-se o fluxo do óleo na câmara de dreno
(D) por meio do orifício de controle fino (f) da válvula
no lado inoperante, bem como do orifício (P3) até a
câmara (PA).

Válvula de controle
da elevação

Válvula de controle
da elevação

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

Quando a lâmina é colocada na posição FLUTUAR Quando a lâmina sai da posição FLUTUAR
• Quando o pistão (4), localizado no lado BAIXAR do • Quando o disco (5) é retornado da posição FLUTUAR,
orifício (P4), é empurrado para baixo pela ação do é empurrado para baixo por uma força de magnitude
disco (5), a esfera (11) toca a projeção (a) do pistão superior à da força hidráulica na câmara (E).
no curso (o detente começa a atuar). • O resultado é que a câmara (E) tem sua comunicação
• Quando o pistão (4) é empurrado ainda mais, a esfera com a passagem (d) interrompida, passando a tê-
(11) empurra para cima o colar (12), sustentado pela la com a câmara de dreno. Portanto, a pressão do
mola do detente (13). Enquanto empurra o colar (12) óleo no interior da câmara (E) é perdida, havendo o
para cima, ele escapa para fora e passa sobre a cancelamento da posição FLUTUAR.
projeção (a) do pistão.
• Enquanto isso, o pistão (4’) situado no lado oposto é
empurrado para cima pela mola (14).
• O resultado é que o óleo no interior da câmara (F)
atravessa os orifícios (b) e (c) e flui para a câmara (E),
ao passo que o pistão (4’) acompanha o disco (5).
Uma vez que a passagem (d) está em comunicação
com o orifício (P4), a pressão nela quase se equivale
à pressão no orifício (P4).
• A câmara (E) normalmente está conectada à câmara
de dreno (D), mas a esfera (11) passa sobre a projeção
(a) do pistão e a passagem (d) e a câmara (E), cuja
interligação estava cortada, voltam a se comunicar,
reestabelecendo-se o fluxo de óleo pressurizado.
• Simultaneamente, a válvula de controle também
se move para a posição FLUTUAR e o circuito fica
ajustado para a condição FLUTUAR.
• O pistão (4’) está sendo empurrado para cima pela
pressão do óleo no interior da câmara (E), mantendo-
se, pois, na posição FLUTUAR ainda que a alavanca
seja desaplicada.

Válvula de controle
da elevação

D61EX,PX-15E0 7
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Para elevação e inclinação da lâmina

1,47 ± 0,2 Nm
{0,15 ± 0,02 kgm}

P: Da válvula auto-redutora de pressão


T: Para o reservatório hidráulico
P1: Para o orifício da válvula de elevação da lâmina PA3
P2: Para o orifício da válvula de elevação da lâmina PB3
P3: Para o orifício da válvula de inclinação da lâmina PA2
P4: Para o orifício da válvula de inclinação da lâmina PB2

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

39 - 49 Nm
{4 - 5 kgm}

34 - 44 Nm
{3,5 - 4,5 kgm}

11,8 - 14,7 Nm
{1,2 ± 1,5 kgm}

4 - 9 Nm
{0,4 - 0,9 kgm} 6 - 11 Nm
{0,6 - 1,1 kgm}

1. Disco
2. Prato
3. Corpo

D61EX,PX-15E0 9
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento

Em neutro
Para a elevação da lâmina Para a inclinação da lâmina
• Os orifícios (PA3) e (PB3) da válvula de controle • Os orifícios (PA2) e (PB2) da válvula de controle da
da elevação da lâmina e os orifícios (P1) e (P2) da inclinação da lâmina e os orifícios (P3) e (P4) da
válvula PPC encontram-se em comunicação com a válvula PPC encontram-se em comunicação com a
câmara de dreno (D) por meio do orifício de controle câmara de dreno (D) por meio do orifício de controle
fino (f) do carretel (1). fino (f) do carretel (1).

Válvula de controle Válvula de controle

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

No modo de controle fino


1. Neutro → controle fino
• Quando o pistão (4) é empurrado pelo disco
(5), o mesmo se dá com o retentor (9) e com o
carretel (1), este último graças à ação da mola
dosadora (2), que o faz mover-se para baixo.
• O resultado é que se a interligação entre o orifício de
controle fino (f) e a câmara de dreno (D) é cortada,
quase simultaneamente se dá a comunicação
do orifício de controle fino (f) com a câmara da
pressão da bomba (PP), sendo que o óleo em
pressão piloto atravessa o orifício de controle fino
(f) e flui do orifício (P1) para o orifício (PA3).
• Com o aumento da pressão no orifício (P1),
se o carretel (1) recuar e ocorrer o corte da
comunicação do orifício de controle fino (f) com
a câmara da pressão da bomba (PP), quase
simultaneamente esse mesmo orifício passará
a se comunicar com a câmara de dreno (D) e a
pressão no orifício (P1) será aliviada.
• Disso decorre a movimentação do carretel (1) para
cima e para baixo de modo que a força da mola
dosadora (2) entre em equilíbrio com a pressão
no orifício (P1). A relação entre as posições do
carretel (1) e do corpo (10) (o orifício de controle
fino (f) está no ponto intermediário entre a câmara
de dreno (D) e a câmara da pressão da bomba Válvula de controle
(PP)) não sofre qualquer variação até que o
retentor (9) contacte o carretel (1).
• Portanto, a mola dosadora (2) é comprimida na
mesma proporção do movimento da alavanca de
controle, o que equivale dizer que a pressão no
orifício (P1) também sobe proporcionalmente ao
movimento da alavanca de controle.
• O carretel da válvula de controle move-se para
uma posição onde a pressão na câmara (PA3)
(igual à pressão no orifício (P1)) entra em
equilíbrio com a força da mola de retorno.

D61EX,PX-15E0 11
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

2. Quando a alavanca de controle é retornada Quando a alavanca é operada até o fim de seu
• Quando o disco (5) começa a ser retornado, o curso
carretel (1) é empurrado para cima pela ação • Quando o disco (5) empurra o pistão (4) para baixo,
combinada da pressão no orifício (P1) e da força da o mesmo fazendo o retentor (9) com o carretel (1),
mola centralizadora (3). a comunicação entre o orifício de controle fino (f) e
• O resultado é o estabelecimento da comunicação a câmara de dreno (D) deixa de existir, passando o
do orifício de controle (f) com a câmara de dreno primeiro a se comunicar com a câmara da pressão
(D), ocorrendo, por conseguinte, o alívio do óleo da bomba (PP).
pressurizado no orifício (P1). • Portanto, o óleo em pressão piloto atravessa o orifício
• Havendo uma queda excessivamente rápida da de controle fino (f), é admitido do orifício (P1) à câmara
pressão no orifício (P1), o carretel (1) é empurrado (PA3) e empurra o carretel da válvula de controle.
para baixo graças à ação da mola dosadora (2). A • O óleo retornado da câmara (PB3) do orifício (P2)
comunicação entre o orifício de controle fino (f) e a atravessa o orifício de controle fino (f’) até desembocar
câmara de dreno (D) é cortada, e quase ao mesmo na câmara de dreno (D).
tempo se dá a interligação do primeiro com a câmara
da pressão da bomba (PP).
• O fluxo de envio de pressão da bomba é mantido até
a pressão no orifício (P1) atingir uma recuperação
equivalente à pressão correspondente à posição da
alavanca. Quando o carretel da válvula de controle
retorna, o óleo na câmara de dreno (D) flui do orifício
de controle fino (f’) existente na válvula do lado
inoperante, atravessa o orifício (P2) até ser admitido
na câmara (PB3) para preenchê-la.

Válvula de controle

Válvula de controle

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

Lâmina colocada na posição FLUTUAR Quando a lâmina é retirada da posição FLUTUAR


• Quando o pistão (4) no lado BAIXAR do orifício (P1) é • Quando o disco (5) é retornado da posição FLUTUAR,
empurrado pelo disco (5) e movimentado para baixo, uma força de magnitude superior à da força hidráulica
a esfera (11) contacta a projeção (a) do pistão durante na câmara (E) o empurra para baixo.
o curso (o detente começa a atuar). • Disso resulta que a comunicação entre a câmara (E)
• Sendo o pistão (4) empurrado um pouco mais, a e a passagem (D) é desfeita, e a primeira delas fica
esfera (11) empurra para cima o colar (12), cuja interligada com a câmara de dreno. Assim sendo, a
sustentação se dá pela ação da mola detente (13). pressão do óleo no interior da câmara (E) é perdida,
Ao empurrar para cima o colar (12), ele escapa para havendo o cancelamento da posição FLUTUAR.
fora e passa sobre a projeção (a) do pistão.
• Quando isto acontece, o pistão (4’) situado no lado
oposto é empurrado para cima pela mola (14).
• O resultado é que o óleo no interior da câmara (F)
atravessa os orifícios (b) e (c) e flui para a câmara
(E), enquanto o pistão (4’) acompanha o disco (5). A
passagem (d) é conectada ao orifício (P1), fazendo
com que uma pressão mais ou menos equivalente à
aplicada ao orifício (P1) seja também aplicada aqui.
• A câmara (E) encontra-se normalmente conectada
à câmara de dreno (D), mas se a esfera (11) passa
sobre a projeção (a) do pistão, a comunicação entre a
passagem (d) e a câmara (E), antes cortada, passa a ser
restabelecida, e verifica-se o fluxo do óleo pressurizado.
• Ao mesmo tempo, a válvula de controle também
se move para a posição FLUTUAR e o circuito é
ajustado na condição FLUTUAR.
• O pistão (4’) está sendo empurrado para cima pela
pressão do óleo no interior da câmara (E), portanto,
ainda que a alavanca seja desaplicada, se manterá
na posição FLUTUAR.

Válvula de controle

D61EX,PX-15E0 13
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Para o escarificador (item opcional)


D61EX-15E0

11,76 - 14,7 Nm
{1,2 - 1,5 kgm}

T: Para o reservatório 1. Carretel


P: Da válvula auto-redutora de pressão 2. Mola dosadora
P1: Para o carretel do escarificador (para o orifício 3. Mola centralizadora
(PA4) da válvula de controle) 4. Pistão
P2: Para o carretel do escarificador (para o orifício 5. Alavanca
(PB4) da válvula de controle) 6. Placa
7. Retentor
8. Corpo

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Tamanho padrão Limite de reparo
Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga
9 Mola centralizadora livre instalado instalada livre instalada
Se estiver danificada
125 N 100 N ou deformada, a mola
33,9 x 15,3 28,4 - deve ser substituída
{12,7 kg} {10,2 kg}
16,7 N 13,3 N
10 Mola dosadora 22,7 x 8,10 22,0 -
{1,70 kg} {1,36 kg}

D61EX,PX-15E0 15
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Funcionamento • A relação entre as posições do carretel (1) e do


corpo (8) (orifício de controle fino (f) no ponto
Em neutro
intermediário entre a câmara de dreno (D) e a
• Os orifícios (P1) e (P2) das válvulas de operação (A)
câmara da pressão da bomba PP) não varia até o
e (B) e a válvula PPC encontram-se em comunicação
retentor (7) entrar em contato com o carretel (1).
com a câmara de dreno (D) por intermédio do orifício
• A mola dosadora (2) é, portanto, comprimida na
de controle fino (f) existente no carretel (1).
mesma proporção do movimento da alavanca
de controle, e, assim, a pressão no orifício
(P1) também aumenta proporcionalmente ao
movimento da alavanca de controle.
• O resultado é o deslocamento do carretel da
válvula de operação para uma posição em que
ocorre o equilíbrio entre a pressão na câmara (A)
(igual à pressão no orifício (P1)) e a força da mola
de retorno do carretel da válvula de operação.

Válvula auto-reduto-
ra de pressão

Válvula de controle

Válvula auto-reduto-
ra de pressão

No modo de controle fino


1. Neutro → controle fino
• À medida que o pistão (4) é empurrado pelo disco Válvula de controle
(5), o mesmo ocorre com o retentor (7). Simultanea-
mente, a mola dosadora (2) exerce a mesma ação
sobre o carretel (1), fazendo-o mover-se para baixo.
• Esta operação corta a comunicação do orifício de
controle fino (f) com a câmara de dreno (D), pro-
movendo a interligação do primeiro com a câmara de
pressão da bomba (PP), sendo o óleo em pressão
piloto conduzido do orifício (P1) para o orifício (A).
• Quando a pressão no orifício (P1) torna-se alta, se
o carretel (1) for recuado e a comunicação entre o
orifício de controle fino (f) e a câmara de pressão da
bomba (PP) se desfizer, quase ao mesmo tempo o
primeiro passará a se comunicar com a câmara de
dreno (D), aliviando a pressão no orifício (P1).
• Disso resultará a movimentação do carretel (1) para
cima e para baixo até a força da mola dosadora (2)
e a pressão no orifício (P1) atingirem o equilíbrio.

16 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

2. Quando a alavanca de controle é retornada Quando a alavanca é operada até o fim de seu curso
• À medida que a alavanca (5) começa a retornar, • Quando a alavanca (5) empurra para baixo o pistão
o carretel (1) é empurrado para cima pela ação (4), o mesmo fazendo o retentor (7) com o carretel
combinada da força da mola centralizadora (3) e (1), a comunicação entre o orifício de controle fino
da pressão do orifício (P1). Com esse movimento, (f) e a câmara de dreno (D) é cortada, e o primeiro é
o orifício de controle fino (f) é conectado à interligado à camara da pressão da bomba (PP).
câmara de dreno (D) e alivia o óleo pressurizado • Assim, o óleo em pressão piloto proveniente da bomba
do orifício (P1). de controle atravessa o orifício de controle fino (f) e
• Quando há uma queda excessivamente acen- é conduzido pelo orifício (P1) à câmara (A), onde,
tuada da pressão no orifício (P1), o carretel (1) então, empurra o carretel da válvula de operação.
é empurrado para baixo graças à ação da mola • O óleo retornado da câmara (B) é conduzido do
dosadora (2), fechando a passagem entre o orifício orifício (P2) para a câmara de dreno (D) através do
de controle fino (f) e a câmara de dreno (D). Quase orifício de controle fino (f’).
simultaneamente, é estabelecida a comunicação
do orifício com a câmara da pressão da bomba
(PP), e o orifício começa a fornecer pressão para
a bomba, fornecimento esse que prossegue até
que a pressão (P1) seja restabelecida a um nível
equivalente à posição da alavanca.
• Quando o carretel da válvula de operação retorna,
o óleo na câmara de dreno (D) atravessa o orifício
de controle fino (f’) existente na válvula do lado
inoperante. Através do orifício (P2), o óleo é então
conduzido à câmara (B), terminando por enchê-la.

Válvula auto-reduto-
ra de pressão

Válvula de controle

Válvula auto-reduto-
ra de pressão

Válvula de controle

D61EX,PX-15E0 17
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Alavanca elétrica (comando direcional)

 Não desmonte.
Se a alavanca elétrica de comando direcional for desmontada, será necessário ajustar os valores característicos de
voltagem de saída, bem como dos valores característicos de esforço operacional.

6,9 - 9,8 Nm
{0,7 - 1 kgm}

1. Guarda-pós 5. Parafuso
2. Suporte 6. Alavanca
3. Placa 7. Conector
4. Parafuso

18 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

NEUTRO NEUTRO À DIREITA


AVANTE RÉ À ESQUERDA

Funcionamento
Propriedades de esforço direcional
1. Inversão do sentido de deslocamento de avante 2. Controle direcional
para ré e vice-versa • Retorno livre.
• A alavanca de controle pode ser mantida em
qualquer das 3 posições avante, neutro ou ré.

Neutro Avante (ré)

Neutro (ré) Neutro


Alavanca no curso máximo
Esforço operacional

Esforço operacional

Início do movimento

Neutro Curso da alavanca Avante (ré) Neutro Curso da alavanca À esquerda (à direita)

D61EX,PX-15E0 19
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Propriedades da voltagem de saída Para Vc retrocesso Voltagem (V) Para Vsig sinal
• A unidade de controle está instalada no gabinete de
controle esquerdo, diretamente sobre este estando
posicionada a alavanca de controle. À esquerda (à direita)
• O ângulo de operação (curso) da alavanca de controle
é detectado através de potenciômetros, sendo as
voltagens de saída correspondentes enviadas na
forma de sinais ao controlador da transmissão e do
sistema direcional.
• Em cada um dos sentidos, longitudinal e lateral,
está instalado um potenciômetro. Cada um dos
potenciômetros gera 2 sinais de voltagem opostos Curso da alavanca
entre si, como mostra o gráfico à direita.

(TERRA) Vermelho
À ESQUERDA (Vsig2) Verde

(Vin) Preto
À DIREITA
(Vc2) Branco

(Vin) Vermelho
RÉ (Vsig1) Verde

(TERRA) Preto
AVANTE (Vc1) Branco

Sentido de atuação da alavanca Nº do pino conector Cor do encapamento do fio

20 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

D61EX,PX-15E0 21
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula de queda rápida


(cilindro de elevação)

181 - 240 Nm
{18,5 - 24,5 kgm}

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Tamanho Tolerância Limite da


Folga padrão
padrão Eixo Furo folga
1 Folga entre a válvula e o corpo
-0,034 +0,025 0,034-
Ø33 0,080
-0,050 0 0,075
-0,039 +0,021 0,039-
2 Folga entre o pistão e o bujão Ø25 0,080
-0,054 0 0,075
Tamanho padrão Limite de reparo Substitua

Comprimento Comprimento Carga Comprimento Carga


3 Mola da válvula livre instalado instalada livre instalada
88,2 N 79,4 N
108,3 26 97,5
{9,0 kg} {8,1 kg}
4,6 N 4,1 N
4 Mola do pistão 27,3 26 24,6
{0,47 kg} {0,42 kg}

5. Bujão VH: Da válvula de controle da lâmina (ELEVAR)


6. Pistão VB: Da válvula de controle da lâmina (BAIXAR)
7. Válvula CH1: Para a cabeça do cilindro de elevação direito
8. Corpo CH2: Para a cabeça do cilindro de elevação esquerdo
CB1: Para o fundo do cilindro de elevação direito
CB2: Para o fundo do cilindro de elevação esquerdo

22 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

Apresentação geral
• A válvula de queda rápida está instalada entre a
válvula de controle e o cilindro de elevação. Quando
a alavanca de controle é operada no sentido de fazer
com que a lâmina baixe, esse dispositivo previne
a ocorrência de um vácuo no fundo do cilindro e
diminui o retardo no início da escavação.
• Avelocidade com que a lâmina é baixada é determinada
quase que totalmente pela vazão de descarga da
bomba, podendo, contudo, ser aumentada mediante
a instalação da válvula de queda rápida.

Funcionamento
Quando a lâmina começa a ser baixada Durante a descida da lâmina

• Quando a alavanca de controle da lâmina é colocada • O óleo expulso do lado da cabeça do cilindro flui
na posição BAIXAR, o óleo proveniente da válvula pelos orifícios (CH1) e (CH2) até o orifício (VH).
de controle flui para o orifício (VB), e, em seguida, vai Nesse instante, há uma redução da vazão do óleo
para o lado do fundo do cilindro, passando, primeiro, no orifício (a), além da geração de uma diferença de
pelos orifícios (CB1) e (CB2), promovendo, então, o pressão em um ponto situado entre a parte anterior
deslocamento do pistão para a esquerda. do orifício e sua parte posterior.
• O óleo existente no lado da cabeça do cilindro é • Se a pressão do óleo nos orifícios (CH1) e (CH2)
expulso pelo pistão, entrando, então, nos orifícios ultrapassar a tensão das molas (1) e (2), haverá o
(CH1) e (CH2), passando pelo orifício (VH) e pela deslocamento da válvula (3) e do pistão (4) para a
válvula de controle até chegar ao reservatório direita.
hidráulico. • Uma vez que os orifícios (VB), (CH1) e (CH2) se
encontram abertos, uma parcela do óleo que flui
para o orifício (VH) através dos orifícios (CH1) e
(CH2) mistura-se ao óleo proveniente da válvula de
controle, seguindo, então, a mistura para o lado do
fundo do cilindro.
• Conseqüentemente, a velocidade de descida da
lâmina aumenta em função da quantidade de óleo que
flui para o lado do fundo do cilindro, ficando, ainda,
prevenida a ocorrência de vácuo no lado do fundo.

D61EX,PX-15E0 23
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Válvula solenóide
Válvula solenóide de bloqueio PPC
 PPC: Controle Proporcional de Pressão
 A figura abaixo ilustra uma máquina equipada com acumulador (item opcional)

3,9 - 5,9 Nm
{0,40 - 0,6 kgm}

24 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

P: Do orifício P da bomba do ventilador de arrefecimento Funcionamento


P1: Para o orifício P da válvula PPC da lâmina Solenóide DESENERGIZADA
P2: Para o orifício PEPC da válvula de controle (circuito desconectado)
T: Para o reservatório hidráulico • Uma vez que o sinal de corrente não chega à válvula
Do orifício T da válvula PPC da lâmina solenóide, a bobina (1) fica DESENERGIZADA.
T1: Do orifício TS da válvula de controle • Assim sendo, o carretel (3) é pressionado para a
ACC: Para o acumulador (para o circuito PPC) esquerda graças à ação da mola (4)
• O resultado é que o orifício (P) é fechado e o óleo
1. Válvula solenóide de bloqueio PPC hidráulico proveniente da bomba não flui do orifício
(P1) para o atuador.
Válvula solenóide • Nesse instante, o óleo proveniente do atuador flui
2. Porca do orifício (P1) para o orifício (T), sendo, então,
3. Êmbolo drenado.
4. Bobina
5. Pino de compressão
6. Mola
7. Carretel
8. Bloco

Válvula retentora
9. Bujão
10. Mola (com acumulador instalado)
11. Gatilho (com acumulador instalado)

Apresentação geral
• A válvula solenóide de bloqueio PPC está instalada
entre o ventilador de arrefecimento e a válvula PPC
da lâmina. Travando-se a alavanca de controle
do equipamento de trabalho, o interruptor de
bloqueio PPC é LIGADO e a válvula solenóide é Solenóide ENERGIZADA
ENERGIZADA para interromper o fluxo de óleo no (circuito conectado)
circuito PPC, impedindo, assim, a movimentação do • Se o sinal de corrente chegar à válvula solenóide,
equipamento de trabalho. a bobina (1) será ENERGIZADA, gerando-se um
impulso para a direita no êmbolo (2).
• Conseqüentemente, o carretel (3) será empurrado para
a direita graças à ação do pino de compressão (5).
• Como resultado, o óleo hidráulico proveniente da
bomba flui do orifício (P) para o atuador, passando
antes pelo orifício P1.
• Nesse instante, o orifício (T) é fechado e impede-se
que o óleo seja drenado.

D61EX,PX-15E0 25
SEN02479-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Acumulador
(para o circuito PPC)
1. Bujão de gás
2. Carcaça
3. Gatilho
4. Suporte
5. Palheta
6. Orifício de óleo

Descrição geral
• O acumulador está instalado junto à válvula
solenóide de bloqueio PPC. Mesmo que o motor
seja desligado enquanto o equipamento de trabalho
estiver levantado, este poderá descer pela ação de
seu próprio peso através da aplicação da pressão
piloto do óleo à válvula de controle de modo que a
operação prossiga com a pressão do gás nitrogênio
comprimido no acumulador.

Especificações
Gas utilizado: nitrogênio
Volume de gás: 300 cm3
Pressão do gás: 1,18 MPa {12 kgf/cm2} (a 80 ºC)
Pressão útil máxima: 6,86 MPa {70 kgf/cm2}

26 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02479-00

D61EX,PX-15E0 27
SEN02479-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02479-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

28
MANUAL DE OFICINA SEN02480-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Equipamento de trabalho
Equipamento de trabalho................................................................................................................................................. 2
Bordas cortantes e cantos da lâmina............................................................................................................................... 8
Escarificador..................................................................................................................................................................... 9
Cilindro hidráulico........................................................................................................................................................... 10
Válvula de pistão............................................................................................................................................................ 13

D61EX,PX-15E0 1
SEN02480-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Equipamento de trabalho

Lâmina de angulação e inclinação hidráulicas (PAT)


 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61PX-15E0.

1,520 - 1,910 Nm
{155 - 195 kgm}

1. Cilindro de inclinação 5. Haste de ajuste do passo


2. Borda cortante 6. Cilindro de angulação
3. Canto da lâmina 7. Armação em “U”
4. Lâmina 8. Cilindro de elevação

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02480-00

 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61PX-15E0.


785 - 980 Nm
{80 - 100 kgm}

455 - 565 Nm
{46,5 - 58 kgm}

455 - 565 Nm
{46,5 - 58 kgm}

392 - 529 Nm
{40 - 54 kgm}

D61EX,PX-15E0 3
SEN02480-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Tamanho Tolerância Folga


Folga padrão
Folga entre o pino de conexão da padrão Eixo Furo limite
1
armação e a bucha
+0,207 0,156-
0,5
+0,120 0,297
-0,036
Folga entre o pino de conexão da Ø85
-0,090 +0,300 0,136-
2 armação e o suporte da armação 1,0
+0,100 0,390
em “U”
Folga entre o pino da base do
-0,030 +0,046 0,030-
3 cilindro de elevação e o suporte da Ø60 1,0
-0,076 0 0,122
armação
Folga entre o pino da cabeça do
-0,030 +0,300 0,130-
4 cilindro de elevação e o suporte da Ø60 1,0
-0,076 +0,100 0,376
armação em “U”
Folga entre o pino da base do
-0,025 +0,300 0,125-
5 cilindro de angulação e o suporte Ø45 1,0
-0,087 +0,100 0,387
da armação em “U”
Substitua
Folga entre o pino da cabeça do
-0,025 +0,300 0,125-
6 cilindro de angulação e o suporte Ø45 1,0
-0,064 +0,100 0,364
da lâmina
Folga entre o pino da base do
-0,025 +0,300 0,125-
7 cilindro de inclinação e o suporte da Ø50 1,0
-0,064 +0,100 0,364
lâmina
Folga entre o pino da cabeça do
-0,025 +0,300 0,125-
8 cilindro de inclinação e o suporte da Ø50 1,0
-0,064 +0,100 0,364
armação em “U”
Folga entre o pino da haste de +0,039 0,125-
9 0,5
ajuste do passo e a bucha 0 0,103
-0,025
Folga entre o pino da haste de Ø50
-0,064 +0,300 0,125-
10 ajuste do passo e o suporte da 1,0
+0,100 0,364
armação em “U”
Folga entre a esfera da lâmina e
-0,250 +1,500 0,250
11 o terminal da haste de ajuste do SØ90 -
-0,750 0 2,250
passo
Folga entre a esfera do centro da
12 armação em “U” e o terminal da SØ177,5 - - 0,75 -
lâmina
Ajuste do calço
Espessura padrão do calço entre
13 a esfera do centro da armação em 8,0
“U” e o terminal da lâmina

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02480-00

Lâmina de inclinação hidráulica (PT)


Lâmina Semi-U (Semi-U)
 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61EX-15E0 com lâmina Semi-U.

1. Cilindro de inclinação 6. Haste de elevação


2. Borda cortante 7. Lâmina
3. Tirante central 8. Tirante
4. Canto da lâmina 9. Suporte de elevação
5. Munhão 10. Armação reta

D61EX,PX-15E0 5
SEN02480-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

 O modelo de trator de esteiras ilustrado é o D61EX-15E0 com lâmina Semi-U.

392 - 529 Nm
{40 - 54 kgm}

SEMI-U: 637 – 853 Nm {65 – 87 kgm}


PT: 392 – 529 Nm {40 – 54 kgm}

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02480-00

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Tamanho Tolerância Folga


Folga padrão
Folga esférica entre o munhão e o padrão Eixo Furo limite Ajuste o calço ou
1
terminal substitua
-0,01 +1,5
SØ140 0,3 - 0,7 5,0
-0,05 0
Folga entre o pino da base do
-0,030 +0,046 0,030-
2 cilindro de elevação e o suporte da Ø50 2,0
-0,076 0 0,122
armação
Folga entre o pino da cabeça do
-0,030 +0,300 0,130-
3 cilindro de elevação e o suporte de Ø50 2,0
-0,076 +0,100 0,376
elevação
Folga esférica entre o rolamento e -0,1 +0,5 Substitua
4 SØ90 0,1 - 1,0 2,0
a bucha -0,5 0
Folga entre o pino de fixação da ar- +0,6
5 0,2 - 0,9 2,0
mação e o suporte 0 +0,2
Ø55
Folga entre o pino de fixação da ar- -0,3 +0,5
6 0,2 - 0,8 2,0
mação e o rolamento +0,2
Folga esférica entre a haste de -0,25 +1,5 Ajuste o calço ou
7 SØ65 0,3 - 0,7 2,0
ajuste do passo e o suporte -0,75 0 substitua
Folga entre o pino de fixação do -0,030 +0,048 0,030-
8 Ø60 2,0
suporte de elevação e a bucha -0,060 0 0,108
Folga entre o pino de fixação do +0,2
9 0,2 - 0,6 2,0 Substitua
tirante e o suporte -0,2 0
Ø50
Folga entre o pino de fixação do -0,4 +0,2
10 0,2 - 0,6 2,0
tirante e o tirante 0
Folga esférica entre o suporte e o SØ70 (eixo) -0,1 +1,0 Ajuste o calço ou
11 0,3 - 0,7 2,0
tirante SØ71(furo) -0,3 0 substitua
Folga entre o pino de fixação do +0,2
12 0,2 - 0,6 2,0
tirante central e o suporte -0,2 0
Ø50 Substitua
Folga entre o pino de fixação do -0,4 +0,2
13 0,2 - 0,6 2,0
tirante central e o tirante 0
Folga esférica entre o suporte e o SØ70 (eixo) -0,1 +1,0 Ajuste o calço ou
14 0,3 - 0,7 2,0
tirante central SØ71(furo) -0,3 0 substitua

D61EX,PX-15E0 7
SEN02480-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Borda cortante e canto da lâmina


 A ilustração abaixo mostra a borda cortante e o canto da lâmina para a lâmina de angulação e inclinação hidráulicas.

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução
Dimensão padrão Limite de reparo
PAT (EX) 204 187
Altura do canto da lâmi-
1 PT (PX) 204 187
na (externa)
SEMI U
315 237
(EX)
PAT (EX) 325 300
Largura do canto da PT (PX) 325 300
2
lâmina
SEMI U
540 515
(EX)
PAT (EX) 204 187 Substitua

Altura do canto da lâmi- PT (PX) 204 187


3
na (interna)
SEMI U
254 237
(EX)
PAT (EX) 102 85
PT (PX) 102 85
Altura da borda cortante
4 (do centro do furo do SEMI U
102 85
parafuso à face terminal) (EX)
PAT-3m
102 85
(PX)
PAT (EX) 392-529 Nm {40 - 54 kgm}
PT (PX) 392-529 Nm {40 - 54 kgm}
Torque de aperto do
5 canto da lâmina e da SEMI U Canto da lâmina: 637 - 853 Nm {65 - 87 kgm} Reaperte
borda cortante (EX) Borda cortante: 392 - 529 Nm {40 - 54 kgm}
PAT-3m
392-529 Nm {40 - 54 kgm}
(PX)

PAT: lâmina de angulação e inclinação hidráulicas; PT: lâmina de inclinação hidráulica; SEMI-U: lâmina Semi-U

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02480-00

Escarificador
D61EX-15E0
(item opcional)

1,520 - 1,912 Nm
{155 - 195 kgm

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Tamanho Tolerância
Folga padrão Folga limite
padrão Eixo Furo
1 Folga entre o pino e a bucha
-0,030 +0,299 0,199-
Ø56 1,0 Substitua
-0,076 +0,169 0,375
Tamanho padrão Limite de reparo
2 Desgaste da ponta
222 152

3. Suporte A: Orifício A do pino (ângulo de escavação da ponta: 55


4. Elo superior graus)
5. Cilindro do escarificador B: Orifício B do pino (ângulo de escavação da ponta:
6. Longarina 45 graus)
7. Porta-pontas
8. Ponta
9. Elo inferior

D61EX,PX-15E0 9
SEN02480-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Cilindro hidráulico
Para lâmina de angulação e inclinação hidráulicas
Cilindro de elevação
932 ± 93,2 Nm 1,77 ± 0,18 Nm
{95,0 ± 9,5 kgm {180 ± 18,0 kgm

Cilindro de inclinação
1,03 ± 0,10 Nm 3,97 ± 0,40 Nm
{105 ± 10,5 kgm {405 ± 40,5 kgm

Cilindro de angulação
1,23 ± 0,12 Nm 2,60 ± 0,26 Nm
{125 ± 12,5 kgm {265 ± 26,5 kgm

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02480-00

Cilindro do escarificador (item opcional)


D61EX-15E0

162 ± 14,7 Nm 3,97 ± 0,40 Nm


{16,5 ± 1,5 kgm {405 ± 40,5 kgm

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Denominação Tamanho Tolerância Folga


Folga padrão
do cilindro padrão Eixo Furo limite

-0,030 +0,151 0,024-


Elevação Ø55 0,527
-0,076 +0,006 0,227
Folga entre a haste -0,030 +0,259 0,093-
1 Inclinação Ø70 0,635
do pistão e a bucha -0,076 +0,063 0,335
-0,030 +0,250 0,085-
Angulação Ø65 0,626
-0,076 +0,055 0,326
-0,030 +0,259 0,093-
Escarificador Ø70 0,635
-0,076 +0,063 0,335
-0,025 +0,174 0,125-
Elevação Ø60 1,0
-0,064 +0,100 0,238
-0,025 +0,039 0,125- Substitua a
Folga entre o eixo de Inclinação Ø50 1,0 bucha
-0,064 0 0,103
2 suporte da haste do
pistão e a bucha -0,025 +0,039 0,125-
Angulação Ø45 1,0
-0,064 0 0,103
-0,030 +0,174 0,130-
Escarificador Ø75 1,0
-0,076 +0,100 0,250
-0,025 +0,174 0,125-
Elevação Ø60 1,0
-0,064 +0,100 0,238
-0,025 +0,039 0,025-
Folga entre o eixo de Inclinação Ø50 1,0
-0,087 0 0,126
3 suporte do fundo do
cilindro e a bucha -0,025 +0,039 0,025-
Angulação Ø45 1,0
-0,064 0 0,103
-0,030 +0,174 0,130-
Escarificador Ø75 1,0
-0,076 +0,100 0,250

D61EX,PX-15E0 11
SEN02480-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Para lâmina de inclinação hidráulica e lâmina Semi-U


D61PX-15E0

Cilindro de elevação

932 ± 93,6 Nm 1,42 ± 14 Nm


{95 ± 9,5 kgm {145 ± 14,5 kgm

Cilindro de inclinação

162 ± 14,7 Nm 3,97 ± 0,40 Nm


{16,5 ± 1,5 kgm {405 ± 40,5 kgm

Unidade: mm
Nº Item a ser verificado Critérios Solução

Denominação Tamanho Tolerância Folga


Folga padrão
do cilindro padrão Eixo Furo limite
Folga entre a haste -0,030 +0,151 0,024-
1 Elevação Ø55 0,527
do pistão e a bucha -0,076 +0,006 0,227
Substitua a
-0,030 +0,259 0,093- bucha
Inclinação Ø70 0,635
-0,076 +0,063 0,335
Folga entre o eixo de
-0,030 +0,174 0,130-
suporte da haste do Elevação Ø60 1,0
-0,076 +0,100 0,250
pistão e a bucha
2
Folga entre a haste
SØ70 (eixo) -0,1 +1,0 Ajuste o calço
do pistão e a esfera Inclinação 0,2 - 0,5 2,0
SØ71 (furo) -0,3 0 ou substitua
do suporte
-0,025 +0,174 0,125-
Folga entre o eixo de Elevação Ø60 1,0
-0,064 +0,100 0,238 Substitua a
3 suporte do fundo do
-0,200 +0,142 0,280- bucha
cilindro e a bucha Inclinação Ø50 1,0
-0,400 +0,080 0,542

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Válvula de pistão
(cilindro de elevação)
Para lâmina de inclinação hidráulica e lâmina
Semi-U

Apresentação geral
• A válvula de pistão está instalada na seção do pistão
do cilindro de elevação.
• Quando a haste do pistão se encontra no fim de seu
curso, o óleo proveniente da bomba é enviado ao
orifício no lado oposto para que seja promovida a
redução da pressão do óleo aplicada ao pistão. O
óleo também é enviado ao orifício situado no lado
oposto antes da haste do pistão atingir o fim de seu
curso para a atenuação de picos de pressão e a
diminuição do choque produzido quando a haste do
pistão chega ao fim de seu curso.

Funcionamento

Válvula de pistão ABERTA Válvula de pistão FECHADA

• O óleo proveniente da bomba atua no pistão (2) e na • A extremidade da válvula de pistão (3) toca o fundo
válvula de pistão (3). do cilindro (a) antes que a haste do pistão (1)
A válvula de pistão (3) é, então, empurrada para a chegue ao fim de seu curso, e, a partir desse ponto,
direita, vedando a porção cônica da sede da válvula somente o pistão (2) continua em movimento. Nesse
de pistão (4). O resultado é que a pressão do óleo instante, o óleo que havia sido bloqueado pela
no cilindro aumenta, promovendo o deslocamento válvula de pistão (3) é enviado ao fundo, passando,
do pistão (2) para a direita. primeiro, pelas sedes da válvula de pistão (4) e (5).
Conseqüentemente, obtém-se uma diminuição da
pressão do óleo no cilindro.

D61EX,PX-15E0 13
SEN02480-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02480-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

14
MANUAL DE OFICINA SEN02481-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Cabina e seus implementos
Suporte da cabina............................................................................................................................................................ 2
Cabina.............................................................................................................................................................................. 3
Diagrama da tubulação do ar condicionado .................................................................................................................... 5

D61EX,PX-15E0 1
SEN02481-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Suporte da cabina

1. Suporte Descrição geral


2. Suporte do amortecedor (dianteiro) • Os suportes de amortecimento viscoso da cabina (2)
3. Suporte do amortecedor (traseiro) e (3) estão instalados em dois pontos na dianteira e
na traseira, e têm por função promover a fixação do
soalho da cabina e da própria cabina.
• Para a absorção da vibração, é utilizado um
amortecedor em banho de óleo.

2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02481-00

Cabina

1. Limpador do vidro do pára-brisa


2. Janela do vidro do pára-brisa
3. Limpador do vidro da janela traseira
4. Porta

D61EX,PX-15E0 3
SEN02481-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

 ROPS: Estrutura de Proteção Contra Capotamento

1. Protetor da estrutura ROPS

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02481-00

Diagrama da tubulação do ar condicionado

1. Condensador A: Entrada de ar externo


2. Tubulação de captação de água quente B: Abertura de circulação de ar interno
3. Tubulação de refrigerante C: Saída de ar quente/frio
4. Reservatório do coletor
5. Tubulação de retorno de água quente
6. Compressor
7. Desembaçador do vidro do pára-brisa
8. Unidade do ar condicionado
9. Entrada de ar
10. Motor do soprador
11. Desembaçador do vidro da janela lateral

D61EX,PX-15E0 5
SEN02481-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02481-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

6
MANUAL DE OFICINA SEN02482-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

10 Estrutura, funcionamento e
padrões de manutenção
Sistema elétrico
Sistema de monitoração................................................................................................................................................... 2
Painel monitor.................................................................................................................................................................. 4
Controle do motor............................................................................................................................................................. 9
Sistema de controle do motor........................................................................................................................................ 10
Sistema de controle do sistema de arrefecimento......................................................................................................... 12
Componentes do sistema............................................................................................................................................... 14
Sistema de controle na palma da mão........................................................................................................................... 22
Sistema de bloqueio PPC.............................................................................................................................................. 24
Sistema do terminal KOMTRAX..................................................................................................................................... 25
Terminal KOMTRAX....................................................................................................................................................... 26
Sensor............................................................................................................................................................................ 27

D61EX,PX-15E0 1
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema de monitoração

a. Cada sensor g. Bateria


b. Sinal do sensor h. Alimentação de corrente
c. Controlador do motor i. Alarme sonoro de alerta
d. Controlador da transmissão e do sistema direcional j. Sinal do alarme sonoro de alerta
e. Sinal CAN k. Terminal KOMTRAX
f. Sinal do controlador
• O sistema de monitoração consiste de painel
• O sistema de monitoração notifica o operador sobre monitor, controlador, sensores, alarme sonoro e
as condições da máquina. Ele monitora as condições fonte de alimentação.
da máquina por meio dos sensores instalados na • Os componentes são conectados por chicotes de
máquina e processa e exibe as informações obtidas fiação elétrica e o painel monitor é alimentado pela
no painel monitor imediatamente. bateria.
O conteúdo exibido no painel monitor, de modo • Caso a máquina venha a apresentar algum problema
geral, pode ser assim classificado: (detectado por um sensor), as luzes de monitoração
1. Sentido de deslocamento e velocidade em cada e alerta começam a piscar e o alarme sonoro é
marcha (seção A do painel mostrador) disparado, visando a proteção da máquina. O alarme
2. Rotação do motor, temperatura do líquido de sonoro pode ser DESLIGADO temporariamente por
arrefecimento, temperatura do óleo hidráulico, meio do interruptor de cancelamento do alarme
temperatura do óleo do trem de força e nível do sonoro.
combustível (seção de indicadores)
3. Sinalização de falhas da máquina (seção de
monitores)
4. Corrente, voltagem e código de falha de cada um
dos sensores e solenóides (seção B do painel
mostrador).
2 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Processamento pelo painel monitor (comum a todas as especificações)

Tela do painel monitor


Método de
Conteúdo e condições de processamento Fluxo de sinais
comunicação
1. Exibição do sentido de deslocamento e marcha
• Os sinais (F1, R3, etc.) são enviados ao painel monitor de acordo
Sinal CAN
com as informações fornecidas pelo controlador da transmissão e do
sistema direcional
2. Exibição dos indicadores de rotação do motor, temperatura do líquido de
arrefecimento, temperatura do óleo hidráulico, temperatura do óleo do trem
de força e nível do combustível. Sinal CAN
• Os sinais dos sensores são processados, substituídos pelo número do
Cada um dos sensores/solenóides
indicador e enviados pelo controlador ao painel monitor.

3. Sinalização de problemas Controlador
• Caso a máquina passe a apresentar algum problema, o sinal do código ↓
de erro correspondente será enviado ao painel monitor. Painel monitor
• O comando para disparar o alarme sonoro de alerta ou piscar a luz de
alerta será enviado segundo o conteúdo da falha.
1) Em circunstâncias normais de operação:
Sinal CAN
O código da ação é sinalizado
2) No modo de exibição do histórico de falhas são exibidos:
Código de falha (6 dígitos) e
• Tempo decorrido após a primeira vez em que a falha ocorreu
• Tempo decorrido após a última vez em que a falha ocorreu
• Número de ocorrências

Tela de monitoração
Método de
Conteúdo e condições de processamento Fluxo de sinais
comunicação

1. Sinalização das condições de comunicação de cada um dos sensores e


solenóides, sinais CAN, etc.
Sinal CAN
• O número do item e a condição de cada um dos dispositivos são envia-
dos na forma de sinais ao painel monitor. Cada um dos sensores

2. Seleção de cada um dos itens por meio do interruptor de acesso às infor- Controlador
mações, interruptor de cancelamento do alarme sonoro e interruptor de ↓
aumento/redução de marcha da alavanca de controle da direção, inversão Painel monitor
Sinal CAN
do sentido de deslocamento de avante para ré e vice-versa e mudança de
marcha. (Quando pretender utilizar o modo para serviço, LIGUE o interruptor
de serviço.)
 Detalhes do método de operação, etc. podem ser vistos no tópico da Seção Testes e Ajustes intitulado Funções especiais do painel
monitor (EMMS).

Outros Itens
Método de
Conteúdo e condições de processamento Fluxo de sinais
comunicação
1. Modo de manutenção do filtro e do óleo
2. Modo auxiliar Pm clinic
3. Modo de exibição de códigos de falha
4. Modo de ajuste (usuário) Cada um dos sensores
5. Modo de reprogramação do intervalo de manutenção ↓
6. Modo de exibição de códigos de falha do sistema elétrico Sinal CAN Controlador
7. Modo de exibição de códigos de falha do sistema mecânico ↓
Painel monitor
8. Modo de ajuste (serviço)
9. Modo de exibição de racionalização de carga
10. Modo de monitoração em tempo real
11. Modo de monitoração de sinalização duplo
 Detalhes do método de operação, etc. podem ser vistos no tópico da Seção Testes e Ajustes intitulado Funções especiais do painel moni-
tor (EMMS).

D61EX,PX-15E0 3
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Painel de monitoração

Apresentação geral Verificações antes da partida


• O painel monitor consiste da seção de monitores, • Quando a chave de partida é LIGADA, se houver
que emite um alarme quando a máquina apresenta qualquer anormalidade em um dos itens a serem
qualquer problema, e a seção de indicadores e verificados antes da partida, a luz correspondente
o painel indicador, que informam a condição da a esse item piscará ou o conteúdo da anormalidade
máquina permanentemente. será sinalizado no painel mostrador B.
O painel monitor possui um microcomputador que
processa e exibe os sinais dos sensores, solenóides Itens de alerta
e controladores. • Os itens de alerta são checados constantemente
Os itens exibidos na seção de monitores e na seção com o motor em funcionamento.
de indicadores estão indicados em Se estiver ocorrendo uma anormalidade, os itens de
“Sinalização do painel monitor”. alerta e a luz de alarme piscarão ao mesmo tempo.
Em algumas situações específicas, o alarme sonoro
Funcionamento também poderá ser disparado.
Painel monitor LIGADO (chave de partida LIGADA)
• Todos os segmentos de cristal líquido e luzes do Interruptor de cancelamento do alarme sonoro
painel monitor acendem durante 2 segundos e o • Operando-se esse interruptor com o alarme sonoro
alarme sonoro soa por um período de tempo de 2 soando, o alarme sonoro será DESLIGADO tempora-
segundos. riamente.
Se, enquanto o alarme sonoro permanecer DESLIGADO,
for detectado um novo problema que acione o alarme
sonoro, este será novamente disparado.

4 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

 A luz acende e apaga a intervalos de cerca de 0,8


segundos.
 Quando a temperatura ambiente está baixa (cerca
de no máximo – 10 ºC), o período durante o qual
a luz permanece piscando varia um pouco, o que,
contudo, não indica anormalidade alguma.

Sinais de entrada e saída

AMP070-20P [CN-S030] AMP070-12P [CN-S04]


Nº do Sinais de en- Nº do Sinais de en-
Denominação do sinal Denominação do sinal
pino trada/saída pino trada/saída
1 Fonte de alimentação (24 V) Entrada 1 CAN0-H Entrada/Saída
2 Fonte de alimentação (24 V) Entrada 2 CAN0-H Entrada/Saída
3 Terra - 3 CAN0-L Entrada/Saída
4 Terra - 4 CAN0-L Entrada/Saída
5 Fonte de alimentação constante (24 V) Entrada 5 Blindagem CAN -
6 Fonte de alimentação constante (24 V) Entrada 6 NC -
7 Chave de partida (C) Entrada 7 NC -
8 Iluminação noturna Entrada 8 NC -
9 Pré-aquecimento Entrada 9 Alternador (R) Entrada
10 NC - 10 Nível do combustível Entrada
11 NC - 11 NC -
12 NC - Sensor da temperatura do óleo do
12 Entrada
trem de força
13 NC -
14 NC -
15 NC -
16 Interruptor de serviço Entrada
17 NC -
18 Alarme sonoro Saída
19 NC -
20 NC -

D61EX,PX-15E0 5
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Tela do painel monitor

Vazio

Cheio

6 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Saída do
Seção de Saída da luz Cor
Nº Item sinalizado Faixa sinalizada Método de sinalização alarme Observações
sinalização de alerta sinalizada
sonoro

Segmento correspondente Diodo de


1a Indicador Veja o diagrama à esquerda - - Preta
(1 ponto) todos acendem cristal líquido

Temperatura do líqui- 102 ºC ou abaixo DESL DESL DESL


do de arrefecimento Diodo
1b Alerta 102 ºC – 105 ºC Luz piscante Luz piscante DESL Vermelha
fotoemissor
105 ºC ou acima Luz piscante Luz piscante LIG

Segmento correspondente Diodo de


2a Indicador Veja o diagrama à esquerda - - Preta
(1 ponto) todos acendem cristal líquido

Temperatura do óleo 120 ºC ou abaixo DESL DESL DESL


do trem de força Diodo
2b Alerta 120 ºC – 130 ºC Luz piscante Luz piscante DESL Vermelha
fotoemissor
130 ºC ou acima Luz piscante Luz piscante LIG

Segmento correspondente Diodo de


3a Indicador Veja o diagrama à esquerda - - Preta
(1 ponto) todos acendem cristal líquido

Temperatura do óleo 100 ºC ou abaixo DESL DESL DESL


hidráulico Diodo
3b Alerta 100 ºC – 110 ºC Luz piscante Luz piscante DESL Vermelha
fotoemissor
110 ºC ou acima Luz piscante Luz piscante LIG

O segmento correspondente e todos


4 Indicador Nível do combustível Veja diagrama à esquerda - -
abaixo dele acendem

P: Alavanca do freio de estacionamento


“travada” e alavanca PCCS em neutro
Sentido de deslocamento (P,N,F,R) N: Alavanca PCCS em “neutro”
F:Alavanca PCCS em “avante”
R: Alavanca PCCS em “ré”
Indicador [*1] Painel indicador DESL DESL
1. Interruptor de marcha da alavanca
A (sentido de deslo-
5 PCCS em 1a Diodo de
camento, marcha, Preta
2. Interruptor de marcha da alavanca cristal líquido
tacô-metro do motor) Marcha (1,2,3)
PCCS em 2a
3. Interruptor de marcha da alavanca
PCCS em 3a

O segmento correspondente e todos


Alerta Veja diagrama à esquerda - -
abaixo dele acendem

O horímetro só funciona com o motor


Tela de [*1] Painel indicador
6 0 – 99999,9h em funcionamento, isto é, com o alter- - -
caracteres B (horímetro)
nador em operação.

Luz DESL (motor desligado) DESL DESL


7 Nível de carga Carga anormal (12 V ou menos)
Luz piscante (motor em funcionamento) Luz piscante DESL
Alerta Vermelha
Pressão do óleo do Valor especificado ou menor (49 Luz DESL (motor desligado) DESL DESL
8
motor (alta) kPa {0,5 kgf/cm2})
Luz piscante (motor em funcionamento) Luz piscante LIG

9 Luz piloto Pré-aquecimento No modo pré-aquecimento LIG DESL DESL Verde

Antes de 30 h DESL
10 Manutenção DESL DESL Laranja
Após LIGAR a chave de partida, a luz
Entre 30 h e o momento de troca
acende durante 30 segundos

11 Luz de alerta Veja a coluna “Saída da luz de alerta” da presente tabela - - Vermelha
Diodo
Antes de 30 h DESL fotoemissor
Intervalo de substitui-
Luz
12 ção do filtro e do Entre 30 h e o momento de troca Após LIGAR a chave de DESL DESL Amarela
piscante
óleo partida durante 30 segun-
Alerta dos
Após o intervalo de substituição LIG

• Ventilador no modo de rotação


DESL
avante

• Ventilador no modo de rotação


Verificação do fun-
no sentido inverso (modo de LIG
13 cionamento do ven- DESL DESL Laranja
limpeza)
tilador
• O ventilador e o interruptor seletor
são acionados com o motor em Luz piscante (3 segundos)
funcionamento.

*1: Para obter detalhes sobre a operação no modo de serviço, consulte o tópico Funções especiais do painel monitor
(EMMS), na Seção Testes e Ajustes.

D61EX,PX-15E0 7
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

8 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Controle do motor

Neutro

Avante

Livre

Travado

1. Bateria Função
2. Chave de partida • Um interruptor limitador está instalado na articulação
3. Motor do freio de estacionamento. O controlador da trans-
4. Motor de partida missão e do sistema direcional permite que seja
5. Controlador do motor dada partida no motor somente quando o freio de
6. Controlador da transmissão e do sistema direcional estacionamento estiver aplicado (travado), e desde
7. Relé de segurança neutro que a alavanca de controle da direção, inversão do
8. Interruptor limitador sentido de deslocamento de avante para ré e vice-
9. Alavanca do freio de estacionamento versa e mudança de marcha esteja na posição “N”
10. Alavanca elétrica (Neutro).
11. Alavanca de controle da direção, inversão do sen-
tido de deslocamento de avante para ré e vice-versa
e mudança de marcha (Alavanca PCCS)

Sinais de entrada e saída


a. Fonte de alimentação da bateria
b. Sinal de partida do motor
c. Sinal de c.a. da chave de partida
d. Freio de estacionamento
e. Sinal de neutro

D61EX,PX-15E0 9
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema de controle do motor

1. Bateria Sinais de entrada e saída


2. Chave de partida a. Sinal de estrangulamento nº 1 (sinal do botão de
3. Controlador do motor controle de combustível)
4. Controlador da transmissão e do sistema direcional b. Sinal de estrangulamento nº 2 (sinal do pedal de-
5. Painel monitor sacelerador)
6. Botão de controle de combustível c. Sinal de estrangulamento nº 3 (sinal de controle do
7. Pedal desacelerador controlador)
8. Motor d. Sinal de c.a. da chave de partida.
9. Sensor de rotação do motor e. Fonte de alimentação do controlador
10. Sensor de temperatura do líquido de arrefecimento f. Sinal de rotação do motor
11. Interruptor da pressão do óleo do motor g. Sinal da temperatura do líquido de arrefecimento
12. Injetor h. Sinal de pressão de óleo do motor
i. Sinal do sensor
j. Sinal da tela do monitor

10 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Mecanismo de controle da rotação do motor Mecanismo de desligamento do motor


• O controlador do motor recebe o sinal de estran- • Quando a chave de partida é desligada, o sinal do
gulamento nº 1 (sinal do botão de controle do terminal c.a. da chave de partida para o controlador
combustível) e o sinal de estrangulamento nº 2 (sinal do motor é cortado.
do pedal desacelerador). Além disso, recebe também • O controlador do motor pára de fornecer combustível
o sinal de estrangulamento nº 3 (sinal de comando para o motor, fazendo com que este seja desligado.
do controlador) do controlador da transmissão e do
sistema direcional para, em seguida, selecionar o
mais baixo sinal de comando e, a partir dele, controlar
a bomba de suprimento de combustível e o injetor.
A redução na 3a possui as seguintes funções:
1) Desaceleração automática (F3, R3)
• O controlador da transmissão e do sistema dire-
cional calcula a rotação adequada do motor, a partir
das informações obtidas em 1), e as envia para o
controlador do motor como o sinal de estrangu-
lamento nº 3.
• As informações enviadas pelo controlador do motor
são compartilhadas com outros controladores e
transmitidas de forma a otimizar a relação entre o
motor e o chassi.
• A desaceleração automática é uma função destinada
a reduzir temporariamente a rotação do motor quan-
do o sentido de deslocamento é mudado a partir de
F3 ou R3

D61EX,PX-15E0 11
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema de controle do sistema de arrefecimento

1. Bateria Sinais de entrada e saída


2. Relé da bateria a. Fonte de alimentação do controlador
3. Caixa de fusíveis b. Sinal seletor da rotação do ventilador
4. Controlador da transmissão e do sistema direcional c. Sinal da temperatura do óleo do trem de força
5. Painel monitor d. Sinal da temperatura do óleo hidráulico
6. Motor do ventilador de arrefecimento e. Sinal da rotação do motor
7. Bomba do ventilador de arrefecimento f. Sinal da temperatura do líquido de arrefecimento
8. Interruptor seletor da rotação do ventilador g. Sinal CAN
9. Sensor da temperatura do óleo do trem de força h. Sinal de controle da bomba
10. Sensor da temperatura do óleo hidráulico i. Sinal de inversão do sentido de rotação do ventilador
11. Motor
12. Sensor da rotação do motor
13. Sensor da temperatura do líquido de arrefecimento

12 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Apresentação geral Seleção do modo de rotação do ventilador


• O controlador da transmissão e do sistema • Enquanto a chave de partida está na posição LIG e o
direcional monitora as temperaturas do líquido motor encontra-se desligado, é possível selecionar o
de arrefecimento, óleo do trem de força e óleo modo da rotação do ventilador utilizando o interruptor
hidráulico, além de controlar a rotação do ventilador seletor da rotação do ventilador.
segundo as temperaturas citadas. Os modos de rotação disponíveis são:
1) Modo de rotação avante
Função 2) Modo de limpeza
Controle da rotação do ventilador De acordo com o modo selecionado, o controlador da
• O controlador da transmissão e do sistema transmissão e do sistema direcional opera a válvula
direcional controla o fluxo de descarga do ventilador solenóide de inversão do sentido de rotação do motor
de arrefecimento para programar corretamente a do ventilador de arrefecimento para promover a
rotação do ventilador de acordo com as informações mudança do sentido de sua rotação.
enviadas pelos sensores das temperaturas do
líquido de arrefecimento, do óleo do trem de força e 1) Modo de rotação avante
do óleo hidráulico. Neste modo, a válvula solenóide de inversão do
• O controlador da transmissão e do sistema direcional sentido de rotação não opera e o ventilador gira
seleciona a máxima rotação ideal do ventilador na rotação avante. A rotação do ventilador varia de
obtida a partir das temperaturas do líquido de acordo com o sinal do sensor de temperatura. Este
arrefecimento, do óleo do trem de força e do óleo modo é o normalmente selecionado.
hidráulico, processando-a na forma do sinal de
controle da bomba para a bomba do ventilador de 2) Modo de limpeza
arrefecimento, Neste modo, o ventilador gira em rotação invertida
• A bomba do ventilador de arrefecimento, por sua à alta velocidade para eliminar a sujeira das aletas
vez, varia o ângulo de sua placa de inclinação a fim do radiador, independentemente dos sinais dos
de controlar a vazão de óleo que libera para o motor sensores de temperatura. Se usar este modo
do ventilador de arrefecimento. periodicamente, você poderá dilatar o intervalo de
limpeza das aletas do radiador.
Enquanto o “Modo de limpeza” está selecionado,
a máquina não se movimenta, mesmo que a
alavanca PCCS seja colocada na posição de
deslocamento avante ou à ré, a fim de proteger
o radiador. É necessário girar a chave de partida
de DESL para LIG para reiniciar a máquina com o
ventilador de arrefecimento operando no modo de
rotação avante.

Intertrava na mudança do modo de rotação


• Se você mudar o sentido de rotação do ventilador
com ele ainda girando, o circuito de acionamento
do ventilador irá quebrar. Assim sendo, o sinal do
interruptor seletor da rotação do ventilador é ignorado
enquanto o motor se encontra em funcionamento.
Neste caso, a luz piloto de operação do ventilador
existente no painel monitor pisca por três segundos.

D61EX,PX-15E0 13
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Componentes do sistema

Botão de controle do combustível

VAZIO

Dianteira da
máquina

CHEIO

1. Manípulo Função
2. Botão • O botão de controle do combustível está instalado à
3. Mola esquerda do assento do operador.
4. Esfera • Girando-se o manípulo (1), o eixo do potenciômetro
5. Potenciômetro (5) é rotacionado, promovendo a variação da
6. Conector resistência do resistor variável e o envio de um sinal
de estrangulamento ao controlador da transmissão
e do sistema direcional.
• As áreas hachuradas no gráfico abaixo correspondem
às áreas de detecção de anormalidades, dentro das
quais a rotação do motor é reduzida para a metade.

(%)
Alta
100
Ângulo do acelerador

Baixa

0 0,5 1 4 4,5 5 (V)


Características da voltagem de estrangulamento

14 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Potenciômetro do pedal desacelerador

VAZIO CHEIO

1. Alavanca Função
2. Eixo • O potenciômetro do pedal desacelerador está
3. Acoplamento instalado sob a parte dianteira do piso e conectado
4. Corpo ao pedal desacelerador por meio da articulação.
5. Potenciômetro • Quando o pedal desacelerador é acionado, o eixo
6. Batente do potenciômetro (5) gira por meio da articulação
7. Conector para alterar a resistência do resistor variável e
enviar um sinal de desaceleração para o controlador
do motor.

D61EX,PX-15E0 15
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Controlador do motor

• A classificação dos sinais utilizados na tabela de ter- CN-CE01


minais apresentada a seguir está dividida em: Nº do
Denominação do sinal
Classificação
A: Fonte de alimentação pino do sinal

B: Entrada 11 NC (*) -
C: Terra/blindagem/retorno 12 NC (*) -
D: Saída 13 NC (*) B
E: Transmissão
14 B

15 B
CN-CE01
Nº do Classificação 16 A
Denominação do sinal
pino do sinal 17 B
1 NC (*) - 18 NC (*) -
2 Fonte de alimentação IMA D 19 NC (*) -
3 Sensor da pressão atmosférica B 20 NC (*) -
4 NC (*) - 21 NC (*) -
5 NC (*) - 22 NC (*) D
6 CAN (-) E 23 B
7 NC (*) - 24 NC (*) -
8 CAN (+) E 25 B
9 NC (*) - 26 B
10 NC (*) - 27 B
* Não conectar a N.C., já que poderão ocorrer falhas ou o mau * Não conectar a N.C., já que poderão ocorrer falhas ou o mau
funcionamento da máquina. funcionamento da máquina.
16 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

CN-CE01 CN-CE02
Classificação Classificação
Nº do pino Denominação do sinal Nº do pino Denominação do sinal
do sinal do sinal

28 NC (*) - 13 NC (*) B

29 NC (*) - 14 NC (*) B

30 NC (*) - 15 NC (*) B

31 NC (*) D 16 NC (*) B

32 NC (*) C 17 NC (*) B

33 Terra A 18 NC (*) B

34 NC (*) - 19 NC (*) B

35 NC (*) A 20 NC (*) E

36 NC (*) - 21 NC (*) A

37 NC (*) A 22 Botão de controle do combustível (+5V) A

38 NC (*) C 23 Botão de controle do combustível (-) C

39 Chave de partida (c.a.) - 24 NC (*) B

40 Ativar relé do aquecedor do ar de admissão - 25 NC (*) B

41 NC (*) - 26 NC (*) B

42 Desativar relé do aquecedor do ar de admissão C 27 NC (*) B

43 NC (*) - 28 NC (*) B

44 Sensor da pressão de reforço B 29 NC (*) C

45 Injetor nº 1 (+) D 30 NC (*) B

46 Injetor nº 5 (+) D 31 NC (*) B

47 Terra do sensor C 32 NC (*) C

48 Sensor de Neutro (-) C 33 Terra C

49 NC (*) - 34 NC (*) C

50 NC (*) - 35 NC (*) B
51 Injetor nº 2 (-) C 36 NC (*) B
52 Injetor nº 3 (-) C
37 NC (*) C
53 Injetor nº 1 (-) C
38 NC (*) D
54 Injetor nº 2 (-) D
39 Chave de partida (c.a.) A
55 Injetor nº 3 (+) D
40 Relé do aquecedor do ar de admissão (saída) D
56 Injetor nº 4 (+) D
41 NC (*) D
57 Injetor nº 6 (+) D
42 Relé do aquecedor do ar de admissão (retorno) C
58 Injetor nº 4 (-) C
43 NC (*) D
59 Injetor nº 6 (-) C
44 NC (*) D
60 Injetor nº 5 (-) C
45 NC (*) -
* Não conectar a N.C., já que poderão ocorrer falhas ou o mau
46 CAN (+) E
funcionamento da máquina.
47 CAN (-) E
CN-CE01 48 NC (*) D
Classificação
Nº do pino Denominação do sinal 49 SAÍDA PWM (saída do relé do trem de força) D
do sinal
50 NC (*) D
1 NC (*) B

2 NC (*) B * Não conectar a N.C., já que poderão ocorrer falhas ou o mau


3 NC (*) B
funcionamento da máquina.

4 NC (*) B
CN-CE03
5 NC (*) B
Classificação
Nº do pino Denominação do sinal
6 NC (*) B do sinal

7 NC (*) B 1 Terra C

8 NC (*) B 2 NC (*) C

9 Botão de controle do combustível (+) B 3 Fonte de alimentação (+24V constante) A

10 NC (*) E 4 NC (*) A

11 NC (*) B
* Não conectar a N.C., já que poderão ocorrer falhas ou o mau
12 NC (*) B funcionamento da máquina.
* Não conectar a N.C., já que poderão ocorrer falhas ou o mau
funcionamento da máquina.

D61EX,PX-15E0 17
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Controlador da transmissão e do sistema direcional

DEUTSCH-40P (2) DEUTSCH-40P (1) DEUTSCH-24P

18 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Sinais de entrada e saída


DEUTSCH-24P [CN-ST1]
Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída
1 Botão de controle do combustível Entrada 13 Posição 3 da alavanca de controle de deslocamento Entrada
2 Potenciômetro 1 do sistema direcional Entrada 14 N.C. -
3 Potenciômetro do pedal do freio Entrada 15 Alternador (R) Entrada
4 Terra (sinal) - 16 Alimentação elétrica do sensor (+ 24 V) Saída
5 N.C. - 17 Sinal da chave C Entrada
6 Interruptor de serviço Entrada 18 Interruptor de redução de marcha (N.O.) Entrada
7 Posição 4 da alavanca de controle do deslocamento Entrada 19 Posição 2 da alavanca de controle de deslocamento Entrada
8 Sensor do ângulo do passo Entrada 20 N.C. -
9 Sensor da temperatura do óleo hidráulico Entrada 21 Terra (analógico) -
10 Terra (sinal) - 22 Alimentação elétrica do sensor (+ 5 V) Saída
11 N.C. - 23 N.C. -
12 Interruptor de aumento de marcha (N.C.) Entrada 24 Interruptor de redução de marcha (N.C.) Entrada

DEUTSCH-40P(1) [CN-ST2]
Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída
1 N.C. - 21 N.C. -
2 N.C. - 22 N.C. Entrada e Saída
3 N.C. - 23 CAN0-L -
4 N.C. - 24 Sinal do conector de serviço Entrada
5 Interruptor do freio de estacionamento (N.C.) Entrada 25 Interruptor de enchimento (ré) da transmissão Entrada
6 Interruptor do cursor 2 Entrada 26 Interruptor seletor Entrada
Interruptor de inversão do sentido de rotação 27 N.C. -
7 Entrada
do ventilador
28 Interruptor de monitoração -
8 Relé de segurança em neutro Entrada
29 Terra (pulso) -
9 N.C. Saída
30 Rotação do eixo de saída da transmissão Entrada
10 Interruptor do modo manual Entrada
31 N.C. -
11 N.C. -
32 CANO (H) Entrada e Saída
12 Blindagem CAN -
33 N.C. -
13 N.C. -
34 N.C. -
14 N.C. -
35 Interruptor de enchimento (avante) da transmissão Entrada
15 Interruptor do freio de estacionamento (N.O.) Entrada
Interruptor de cancelamento do alarme
16 Interruptor do cursor1 Entrada 36 Entrada
sonoro de alerta
17 Interruptor de rotação normal do ventilador Entrada 37 Interruptor de redução automática de marcha Entrada
18 Relé do alarme de marcha a ré Saída 38 N.C. -
19 N.C. - 39 Terra (pulso) -
20 Potenciômetro do pedal do freio Entrada 40 N.C. -

DEUTSCH-40P(2) [CN-ST3]
Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída
1 Fonte de Alimentação (controlador) Entrada 21 Terra (fonte de alimentação) Entrada
2 Fonte de Alimentação (solenóide) Entrada 22 Fonte de alimentação (solenóide) Entrada
3 Terra (comum para as solenóides) Entrada 23 Terra (comum às solenóides) Entrada
4 Para o acionamento do relé da bateria Saída 24 Chave de partida (c.a.) Entrada
5 N.C. - 25 Carretel do HSS (esquerdo) Saída
6 ECMV da 1ª Saída 26 ECMV da 3ª Saída
7 Válvula solenóide TVC da bomba HSS Saída 27 ECMV de avante Saída
8 N.C. - 28 Válvula EPC do HSS (esquerda) Saída -
9 Interruptor de aumento de marcha (N.O.) Entrada 29 Interruptor de enchimento da 2ª da transmissão Entrada
10 N.C. - 30 Seleção de especificações do HSS Entrada
11 Fonte de alimentação (controlador) Entrada 31 Terra (fonte de alimentação) -
12 Fonte de alimentação (solenóide) Entrada 32 Terra (fonte de alimentação) -
13 Terra (comum às solenóides) Entrada 33 Terra (fonte de alimentação) -
14 Chave de partida (c.a.) Entrada 34 N.C. -
15 N.C. - 35 Carretel do HSS (direito) Saída
16 ECMV da 2ª Saída 36 Válvula solenóide de controle do ventilador Saída
17 N.C. Saída 37 ECMV da Ré Saída
Válvula solenóide de inversão do sentido de 38 N.C. -
18 Saída
rotação do ventilador
39 Interruptor de enchimento (3ª) da transmissão Entrada
19 Interruptor de enchimento de 1ª da transmissão Entrada
40 Seleção de especificação C/B Entrada
20 N.C. -

D61EX,PX-15E0 19
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Interruptor da pressão do óleo do motor

CARGA

DIAGRAMA PRESSÃO
DO CIRCUITO

1. Conector
2. Sensor
3. Anel “O”

Interruptor da pressão do óleo do motor

1. Conector
2. Sensor
3. Anel “O”

20 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Sensor da rotação do motor

1. Conector
2. Sensor
3. Anel “O”

Sensor da pressão de reforço


Sensor da temperatura de reforço

1. Conector
2. Sensor
3. Anel “O”

D61EX,PX-15E0 21
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema de controle na palma da mão

1. Painel monitor 9. Conversor de torque


2. Interruptor de redução automática de marcha 10. Transmissão
3. Interruptor seletor de modos programados na memória 11. Válvula de controle da transmissão
4. Alavanca de controle da direção, inversão do sentido 12. Sensor da rotação do eixo de saída da transmissão
de deslocamento de avante para ré e vice-versa e 13. Conjunto do HSS
mudança de marcha (alavanca PCCS) 14. Válvula de controle
5. Controlador do motor 14a.Válvula de controle do sistema direcional
6. Controlador da transmissão e do sistema direcional 15. Motor do HSS
7. Sensor de rotação do motor
8. Motor

22 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Função de modos de mudanças automáticas de marcha Função de redução automática de marcha


programáveis na memória • Se a velocidade de deslocamento cair em função
• A marcha que será aplicada no deslocamento avante e em das condições da carga que atua na máquina, a
ré pode ser programada antecipadamente na memória: transmissão passará automaticamente para uma
Modo de programação na memória 1: F1 - R1 marcha mais baixa.
Modo de programação na memória 2: F1 - R2 1) A força de tração (carga sobre o chassi) é
Modo de programação na memória 3: F2 - R1 calculada a partir da rotação do motor, rotação do
Modo de programação na memória 4: F2 - R2 eixo de saída da transmissão e das informações
Modo de programação na memória 5: F2 - R3 sobre redução enviadas pelo controlador da
transmissão e do sistema direcional, passando,
1. Como usar então, a transmissão automaticamente para uma
1) Coloque a alavanca PCCS em N (neutro). marcha mais baixa em sintonia com a carga e a
2) Coloque o interruptor de modos de mudanças au- velocidade de deslocamento.
tomáticas de marcha programáveis na memória 2) Uma vez ocorrendo a redução automática de
(1) na posição LIG. marcha, não poderá subir de volta automatica-
3) Pressione o interruptor UP/DOWN (AUMENTO mente. (Contudo, isso poderá ser feito por meio
DE MARCHA/REDUÇÃO DE MARCHA) da ala- do interruptor up da alavanca PCCS.)
vanca PCCS para selecionar um modo. 3) Esta função aplica-se tanto ao deslocamento
avante como em ré.
Modo de mudança 1: F1 - R1
Interruptor down Interruptor up da 1. Como usar
da alavanca PCCS alavanca PCCS 1) Coloque o interruptor de redução automática de
Modo de mudança 2: F1 - R2
marcha (2) na posição LIG.
Interruptor down Interruptor up da
da alavanca PCCS alavanca PCCS
Modo de mudança 3: F2 - R2
Interruptor down Interruptor up da
da alavanca PCCS alavanca PCCS
Modo de mudança 4: F2 - R3
Interruptor down Interruptor up da
da alavanca PCCS alavanca PCCS
Modo de mudança 5: F2 - R3

2. Tela do mostrador
• O modo selecionado é exibido na tela do mos-
trador B do painel monitor.

D61EX,PX-15E0 23
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sistema de bloqueio PPC

Elevação Elevar Baixar

Inclinação Angulação À esquerda À direita À direita À esquerda

Escarificador

Elevar Baixar

1. Bateria Função
2. Relé da bateria • O interruptor de bloqueio PPC é conectado à
3. Caixa de fusíveis alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho.
4. Alavanca de bloqueio do equipamento de trabalho TRAVANDO-SE a alavanca de bloqueio do
5. Interruptor de bloqueio PPC equipamento de trabalho, o interruptor de bloqueio
6. Válvula solenóide de bloqueio PPC PPC é DESLIGADO.
7. Motor • Com o interruptor de bloqueio PPC DESLIGADO,
8. PTO a passagem de corrente para a válvula solenóide
9. Bomba do ventilador de arrefecimento de bloqueio PPC é cortada e o equipamento não se
10. Válvula auto-redutora de pressão move mesmo que a alavanca de controle da direção,
11. Válvula PPC da lâmina inversão do sentido de deslocamento de avante para
12. Válvula PPC do escarificador (tratores de esteiras ré e vice-versa e mudança de marcha ou a alavanca
D61EX-15E0 equipados com escarificador) de controle do escarificador seja operada.

24 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Sistema do terminal KOMTRAX

Antena de comunicação Antena de GPS

Controlador KOMTRAX

Para o chicote de fiação da máquina

• O terminal KOMTRAX envia diversas informações relacionadas à máquina por meio de um sistema de comunicação
wireless (sem fio). O operador do sistema KOMTRAX consulta as informações no escritório, de onde é capaz de
oferecer ao cliente uma série de serviços que atendam às necessidades da sua máquina.

 Para utilizar o serviço do terminal KOMTRAX, é necessário estabelecer um contrato em separado.

As informações podem ser enviadas pelo terminal KOMTRAX da seguinte maneira:


1. Mapas de deslocamento
2. Horímetro
3. Informações sobre a posição do veículo
4. Histórico de falhas
etc.

D61EX,PX-15E0 25
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

TERMINAL KOMTRAX

1. Conector da antena de comunicação


2. Conector da antena de GPS
3. Conector do chicote de fiação da máquina (DEUT-
SCH-40P)

Sinais de entrada e saída

DEUTSCH-40P [CN-G01]
Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída Nº do pino Denominação do sinal Sinais de entrada/saída

1 N.C. - 21 Seleção 1 do modo de operação Entrada

2 N.C. - 22 Seleção 2 do modo de operação Entrada

3 N.C. - 23 N.C. -

4 N.C. - 24 N.C. -

5 N.C. - 25 N.C. -

6 Blindagem CAN do terra - 26 N.C. -

7 Sinal CAN (L) Entrada e Saída 27 Interruptor de partida (C) Entrada

8 Sinal CAN (H) Entrada e Saída 28 Alternador (R) Entrada

9 N.C. - 29 N.C. -

10 N.C. - 30 N.C. -

11 N.C. - 31 N.C. -

12 N.C. - 32 N.C. -

13 N.C. - 33 N.C. -

14 N.C. - 34 N.C. -

15 N.C. - 35 N.C. -

16 N.C. - 36 Chave de partida (c.a.) Entrada

17 N.C. - 37 Fonte de alimentação do terra -

18 N.C. - 38 Fonte de alimentação do terra -

19 N.C. - 39 Fonte de alimentação constante (24V) Entrada

20 Sinal imobilizador Saída 40 Fonte de alimentação constante (24V) Entrada

Apresentação geral • O visor possui as lâmpadas de diodo (LEDs) e as


lâmpadas indicadoras de 7 segmentos, utilizadas
• O controlador KOMTRAX é capaz de transmitir para a realização de testes e diagnóstico de falhas.
informações por meio de uma antena de comunicação • As informações apontadas pelos LEDs e pelas
wireless (sem fio), obtendo diversas informações lâmpadas indicadoras de 7 segmentos podem ser
relacionadas à máquina a partir do sinal da rede na verificadas no painel monitor pelo sistema EMMS.
máquina e dos sinais de entrada.Além disso, o controlador
possui uma CPU (Unidade de Processamento Central)
incorporada e proporciona os benefícios das funções de
comunicação wireless e GPS.

26 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Sensores
• Os sinais emitidos pelo sensor são recebidos pelo painel monitor ou controlador.
• Os sensores são classificados em 3 tipos: resistência, eletromagnéticos e capacitores.

Denominação do sensor Tipo do sensor Estado de normalidade Estado de normalidade


Temperatura do óleo do trem de força Resistência - -
Temperatura do óleo hidráulico Resistência - -
Nível do combustível Resistência - -
Rotação do eixo de saída da transmissão Eletromagnético - -
Ângulo do passo Capacitor - -

Sensor da temperatura do óleo do trem de força


Sensor da temperatura do óleo hidráulico

1. Conector 2. Bujão 3. Termistor

Função
• O sensor da temperatura do óleo do trem de força e o sensor da temperatura do óleo hidráulico estão instalados,
respectivamente, na tubulação de saída do trem de força e na tubulação hidráulica. Eles detectam a variação da
temperatura em termos de oscilação da resistência, e geram sinais.
Os sinais de temperatura são enviados através da rede ao controlador da transmissão e do sistema direcional e
utilizados para controlar o ventilador de arrefecimento.

D61EX,PX-15E0 27
SEN02482-00 10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção

Sensor do nível do combustível

Posição do batente

CHEIO

VAZIO

Posição do batente

1. Conector 4. Corpo 7. Espaçador


2. Bóia 5. Mola
3. Braço 6. Contato

Função
• O sensor do nível do combustível está instalado na lateral do reservatório de combustível. Sua bóia desloca-se para
cima e para baixo de acordo com o nível do combustível. O movimento da bóia opera o resistor variável por meio
do braço. O resultado é a geração de sinais de variação na resistência, de acordo com o ângulo de operação do
braço.

28 D61EX,PX-15E0
10 Estrutura, funcionamento e padrões de manutenção SEN02482-00

Sensor da rotação do eixo de saída da transmissão

1. Imã 3. Corcaça 5. Vedador de pó


2. Fio 4. Terminal 6. Conector

Função
• O sensor da rotação do eixo de saída da transmissão está instalado na engrenagem cônica da carcaça direcional.
Ele gera pulsos de voltagem à medida que a engrenagem rotaciona

Sensor do ângulo do passo da máquina

1. Corpo 3. Fio
2. Tubo 4. Conector

Função
• O sensor do ângulo do passo da máquina está instalado na base da ROPS, mais precisamente na tampa do filtro
localizada na lateral direita do chassi.
• Existem nesse sensor múltiplos eletrodos, além de óleo. As variações no nível do óleo produzidas pela inclinação
da máquina são detectadas em termos de diferenças na capacidade eletrostática entre os eletrodos, sendo, então,
essas diferenças convertidas em sinais de voltagem.

D61EX,PX-15E0 29
SEN02482-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02482-00

© KOMATSU 2006
Todos os direitos reservados
Impresso no Brasil

30
MANUAL DE OFICINA SEN02554-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de Série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

20 Tabela de valores padrão


Tabela de valores e serviços padrão

Tabela de valores padrão para o motor............................................................................................................................ 2


Tabela de valores padrão para a máquina....................................................................................................................... 3

D61EX,PX-15E0 1
SEN02554-00 20 Tabela de valores padrão

Tabela de valores padrão para o motor


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61EX-15E0

Motor SAA6D107E-1

Cate- Valor padrão para Critério de


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova avaliação

Alta rotação rpm 2,000 ± 70 2,000 ± 70


• Temperatura do líquido
Rotação do motor de arrefecimento do Marcha lenta rpm 915 ± 50 915 ± 50
motor
Rotação nominal rpm 1,850 1,850

• Temperatura do líquido de arrefecimento do


Pressão do ar de
motor: dentro da faixa de operação e em saída kPa Mín. 140 113
admissão
nominal {mmHg {Mín. 1,050} {850}
(Pressão de reforço)
• Em saída nominal

• Temperatura do líquido Em aceleração acentua- Máx. 2,5 3,5


Cor do gás do esca- de arrefecimento do da (Lo (bx) → Hi (alta)) Índice
pamento motor: dentro da faixa Bosch
de operação Em rotação máxima - -

Válvula de admissão mm 0,25 0,152 - 0,381


Folga de válvula • Temperatura normal
Válvula de escapamen-
mm 0,51 0,381 - 0,762
to
MPa Mínimo 2,41 1,69
Motor

Pressão de compressão
Pressão de com- • Temperatura do óleo {kg/cm2} {Mínimo 24,6} {17,2}
pressão do motor: 40 – 60 ºC
Rotação do motor rpm 250 - 280 250 - 280

• Temperatura do líquido de arrefecimento do


motor: dentro da faixa de operação e em saída kPa Máximo 0,98 1,96
Pressão blow-by
nominal {mmH2O} {Máximo 100} {200}
• Em saída nominal
• Óleos para motor
S A E 0 W 3 0 E 0 S , Em alta rotação MPa Mínimo 0,29 0,21
{kg/cm2} {Mínimo 3,0} {2,1}
SAE5W40E0S,
SAE10W30DH,
Pressão do óleo
SAE15W40DH,
SAE30DH. MPa Mínimo 0,10 0,07
Em marcha lenta
• Temperatura do {kg/cm2} {Mínimo 1,0} {0,7}
óleo: mín. 80ºC
Temperatura do óleo • Todas as faixa de rotação (No cárter de óleo) ºC 80 - 110 120

• Entre a polia da roda guia e a polia do


Tensão da correia do compressor
mm 15 - 18 15 - 18
compressor de ar • Deflexão com uma força de aproximadamente
98 N (10 kgf)

2 D61EX,PX-15E0
20 Tabela de valores padrão SEN02554-00

Tabela de valores padrão para a máquina

Itens assinalados com (*) indicam apenas o modelo D61EX-15E0


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61PX-15E0

Cate- Valor padrão para Valor limite


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova de serviço

• Temperatura do líq. de arrefecimento do motor:


Velocidade do pedal de- dentro da faixa de operação
Rotação do motor

1,175 ± 25 1,175 ± 25
sacelerador • Temperatura do óleo do trem de força: dentro
da faixa de operação
• Temperatura do óleo hidráulico: dentro da faixa
rpm
de operação
Velocidade de estol do • Velocidade do pedal desacelerador: pressionar
pedal 1,650 ± 100 1,500
conversor de torque
• Velocidade de estol do conversor de torque:
F3

Neutro – Avante 30 ± 10 30 ± 10
Avante e ré
• Motor parado Neutro – Ré 30 ± 10 30 ± 10
Alavanca
• Centro do botão da
PCCS 40 ± 15 40 ± 15
alavanca Neutro – À esquerda
Sistema (folga: Máx. 3) (folga: Máx. 3)
direcional 40 ± 15 40 ± 15
Neutro – À direita
(folga: Máx. 3) (folga: Máx. 3)
• Motor parado
Pedal desacelerador 52 ± 9 52 ± 9
• Centro do pedal
Curso do pedal/alavanca de controle

• Motor em baixa rotação


Pedal do freio Curso completo 79 ± 12 79 ± 12
• Centro do pedal
mm
Neutro – Elevar/
72 ± 11 72 ± 11
Flutuar
Lâmina
inclinável Neutro – Baixar 52 ± 9 52 ± 9
reta
Neutro – Inclinação
54 ± 8 54 ± 8
à direita/à esquerda
• Motor em marcha lenta
Alavanca • Temperatura do óleo Neutro – Elevar/
47 ± 9 47 ± 9
de controle hidráulico: 45 – 55º C Flutuar
da lâmina • Centro do botão da
Lâmina de alavanca Neutro – Baixar 71 ± 11 71 ± 11
inclinação e
angulação Neutro – Inclinação
52 ± 8 52 ± 8
hidráulicas à direita/à esquerda

Neutro – Angulação
º (graus) 15 ± 3 15 ± 3
à direita/à esquerda

• Motor em marcha lenta


(*)
• Temperatura do óleo
Alavanca do escarificador Neutro – Elevar/
hidráulico: 45 – 55º C mm 54 ± 8 54 ± 8
(item opcional) Flutuar
• Centro do botão da
alavanca

D61EX,PX-15E0 3
SEN02554-00 20 Tabela de valores padrão

Itens assinalados com (*) indicam apenas o modelo D61EX-15E0


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61PX-15E0

Cate- Valor padrão para Valor limite


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova de serviço

Neutro – 56,9 ± 19,6 56,9 ± 19,6


Avante a à Avante/à ré {5,8 ± 2,0} {5,8 ± 2,0}

Avante/à ré – 51 ± 19,6 51 ± 19,6
• Motor parado
Alavanca Neutro {5,2 ± 2,0} {5,2 ± 2,0}
• Centro do botão da
PCCS
alavanca Neutro – À es- 24,5 ± 9,8 24,5 ± 9,8
querda {2,5 ± 1,0} {2,5 ± 1,0}
Direção
27,4 ± 9,8 27,4 ± 9,8
Neutro – À direita
{2,8 ± 1,0} {2,8 ± 1,0}
• Motor em marcha lenta 73,5 ± 24,5 73,5 ± 24,5
Esforço operacional do pedal/alavanca de controle

Pedal desacelerador
• Centro do pedal {7,5 ± 2,5} {7,5 ± 2,5}
• Motor em marcha lenta 510 ± 88 666
Pedal do freio
• Centro do pedal {52 ± 9,0} {68}
Neutro – Elevar/ 29,4 ± 9,8 29,4 ± 9,8
Baixar {3,0 ± 1,0} {3,0 ± 1,0}
Lâmina 74,5 ± 19,6 74,5 ± 19,6
Neutro – Flutuar
inclinável N {7,6 ± 2,0} {7,6 ± 2,0}
reta
Neutro – Inclina- {kg}
25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
ção à direita/à
{2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
esquerda
• Motor em marcha lenta
Alavanca • Temperatura do óleo Neutro – Elevar/ 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
de controle hidráulico: 45 – 55º C Baixar {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
da lâmina • Centro do botão da
69,6 ± 19,6 69,6 ± 19,6
alavanca Neutro – Flutuar
Lâmina de {7,1 ± 2,0} {7,1 ± 2,0}
inclinação e Neutro – Inclina-
angulação 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
ção à direita/à
hidráulicas {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
esquerda
Neutro – Angu-
4,4 ± 1,0 4,4 ± 1,0
lação à direita/à
{0,45 ± 0,1} {0,45 ± 0,1}
esquerda
• Motor em marcha lenta 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
(*) Neutro – Elevar
• Temperatura do óleo {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}
Alavanca do escarificador
hidráulico: 45 – 55º C
(item opcional) 25,5 ± 9,8 25,5 ± 9,8
• Centro do botão da Neutro – Baixar
alavanca {2,6 ± 1,0} {2,6 ± 1,0}

Motor em 0,1 - 0,5 0,1 - 0,5


Pressão do óleo do trem de força

Pressão de entrada do marcha lenta {1 - 5} {1 - 5}


conversor de torque Motor em Máximo 0,88 Máximo 0,88
rotação máx. {Máximo 9} {Máximo 9}
Motor em 0,09 - 0,29 0,09 - 0,29
Pressão de saída do con- • Temperatura do óleo do marcha lenta MPa {0,9 - 3} {0,9 - 3}
versor de torque trem de força: 70 – 80º C Motor em {kg/cm2} 0,44 - 0,69 0,44 - 0,69
rotação máx. {4,5 - 7} {4,5 - 7}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão de alívio da trans- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
missão principal Motor em 2,84+0,24
0 Mín. 2,65
rotação máx. {29+30 } {Mín. 27}

4 D61EX,PX-15E0
20 Tabela de valores padrão SEN02554-00

Itens assinalados com (*) indicam apenas o modelo D61EX-15E0


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61PX-15E0

Cate- Valor padrão para Valor limite


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova de serviço

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
Pressão da embrea-
gem F da transmissão Motor em 2,84+0,24
0 Mín. 2,65
rotação máx. {29+30 } {Mín. 27}

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
Pressão da embrea-
gem R da transmissão Motor em 2,84+0,24
0 Mín. 2,65
rotação máx. {29+30 } {Mín. 27}

Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


Pressão do óleo do trem de força

Pressão da embrea- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}


gem em 1ª da trans-
Motor em 2,84+0,24
0 Mín. 2,65
missão
rotação máx. {29+30 } {Mín. 27}

• Temperatura do óleo do Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35


Pressão da embrea- trem de força: 70 – 80º C marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
gem em 2ª da trans-
Motor em 2,84+0,24 Mín. 2,65
missão MPa
0

rotação máx. {29+30 } {Mín. 27}


{kg/cm2}
Motor em 2,65 ± 0,1 Mín. 2,35
Pressão da embrea- marcha lenta {27 ± 1,0} {Mín. 24}
gem em 3ª da trans-
Motor em 2,84+0,24 Mín. 2,65
missão 0
rotação máx. {29+30 } {Mín. 27}

Pressão do óleo lubri-


Motor em 0,09 - 0,29 0,09 - 0,29
ficante da transmissão
rotação máx. {0,9 - 3,0} {0,9 - 3,0}
(para referência)
Motor em 2,75 - 2,94 2,55
marcha lenta {28 - 30} {26}
Pressão dos freios
Motor em 2,75 - 2,94 2,55
rotação máx. {28 - 30} {26}
Pressão do óleo

Pressão de alívio da 35,1+2,0


-3,0 Mín. 29,9
direção -30 }
{358+20 {Mín. 305}
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C
• Motor em rotação máxima
do HSS

Pressão LS (pressão 33,1 ± 2,0 Mín. 28,9


sensível à carga) {338 ± 20} {Mín. 295}

F1 3,2 ± 0,2 3,2 ± 0,2


• Estrada plana
Performance do trem

• Temperatura do líquido de arrefecimento F2 5,6 ± 0,3 5,6 ± 0,3


do motor: dentro da faixa de operação
de força

F3 8,7 ± 0,5 8,7 ± 0,5


Velocidade de deslo- • Temperatura do óleo do trem de força: 70
km/h 4,3 ± 0,3 4,3 ± 0,3
camento – 80ºC R1
• Motor em rotação máxima R2 7,2 ± 0,4 7,2 ± 0,4
• Distância percorrida: 10 – 30 m
• Distância de medição: 20 m R3 11,0 ± 0,6 11,0 ± 0,6

D61EX,PX-15E0 5
SEN02554-00 20 Tabela de valores padrão

Itens assinalados com (*) indicam apenas o modelo D61EX-15E0


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61PX-15E0

Cate- Valor padrão para Valor limite


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova de serviço

Motor em 3,43+1,37
0 3,43+1,37
0
Pressão de descarga {35+140 }
rotação máxima {35+140 }

Motor em Mín. 19,1 Mín. 19,1


Pressão de alívio da marcha lenta {Mín. 195} {Mín. 195}
elevação da lâmina • Temperatura do óleo hidráulico:
45 – 55º C Motor em 20,6 ± 0,98 17,6
• Pressão de descarga: coloque rotação máxima {210 ± 10} {180}
todo o equipa-mento em Motor em Mín. 19,1 Mín. 19,1
Pressão de alívio da Neutro marcha lenta {Mín. 195} {Mín. 195}
inclinação da lâmina • Pressão de alívio: posicione o
Motor em 20,6 ± 0,98 17,6
cilindro no final de seu curso MPa
rotação máxima {210 ± 10} {180}
{kg/cm2}
(*) Motor em Mín. 19,1 Mín. 19,1
Pressão de alívio da marcha lenta {Mín. 195} {Mín. 195}
elevação do escarfi- Motor em 20,6 ± 0,98 17,6
cador rotação máxima {210 ± 10} {180}
Pressão principal do
circuito de controle 3,72 ± 0,49 3,72 ± 0,49
(HSS, PPC, ventila- • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C {38 ± 5} {38 ± 5}
Pressão do óleo do equipamento de trabalho

dor) • Motor em rotação máxima


Pressão de saída da 3,72 ± 0,49 3,72 ± 0,49
válvula PPC {38 ± 5} {38 ± 5}
 Veja a figura A
EX: 2,4 ± 0,2
• Temperatura do óleo hidráulico: Elevar 3,0
PX: 2,5 ± 0,2
45 – 55º C
Elevação
• Sem carga aplicada à lâmina
da lâmina
• Entre o nível do solo e a EX: 1,7 ± 0,2
elevação máxima da lâmina Baixar 2,1
PX: 1,6 ± 0,2
• Motor em rotação máxima
Lâmina de incli-
EX: 2,6 ± 0,2 3,1
nação e angula-
Inclinação à

PX: 2,8 ± 0,2 3,3


esquerda

 Veja a figura B ção hidráulicas


• Temperatura do (*) Lâmina
óleo hidráulico: 45 inclinável reta
– 55º C e lâmina em
2,6 ± 0,2 3,1
• Sem carga aplicada semi U
Inclinação
à lâmina
da lâmina
• Entre as inclinações Lâmina de incli-
Inclinação à direita

sec. EX: 2,6 ± 0,2 3,1


máximas da lâmina à nação e angula-
PX: 2,8 ± 0,2 3,3
Velocidade do equipamento de trabalho

direita e à esquerda ção hidráulicas


• Motor em rotação (*) Lâmina
máxima inclinável reta
2,6 ± 0,2 3,1
e lâmina em
semi U
 Veja a figura C
Marcha lenta 2,4 ± 0,2 2,9
Elevar

• Temperatura do
(*) óleo hidráulico: 45
Elevação do – 55º C Rotação máxima 1,4 ± 0,2 1,9
escarificador • Sem carga aplicada
(item opcional) ao escarificador Marcha lenta 1,9 ± 0,2 2,4
Baixar

• Entre o nível do
solo e a elevação
Rotação máxima 1,1 ± 0,2 1,6
máxima da lâmina

6 D61EX,PX-15E0
20 Tabela de valores padrão SEN02554-00

Itens assinalados com (*) indicam apenas o modelo D61EX-15E0


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61PX-15E0

Cate- Valor padrão para Valor limite


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova de serviço

 Veja a figura D
Velocidade do equipamento

• Temperatura do óleo hi-


Angulação à EX: 3,8 ± 0,3 4,7
dráulico: 45 – 55º C
esquerda PX: 4,2 ± 0,3 5,1
• Borda da lâmina a 300 mm
de trabalho

do solo
Angulação
• Nível do corpo sobre piso
da lâmina
plano
• Entre angulações máximas Angulação à EX: 3,8 ± 0,3 4,7
da lâmina à direita e à direita PX: 4,2 ± 0,3 5,1
esquerda s
• Motor em rotação máxima
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C
• Posicione a alavanca no final do curso
Retardo do

• Baixe a lâmina a partir da posição de elevação


tempo

Lâmina máxima e meça o tempo entre o contato da Máx. 1,0 Máx. 1,5
lâmina com o solo até que a roda motriz seja
erguida.
• Motor em rotação máxima
Equipamento de trabalho

 Veja a figura E
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C
Impulso hidráulico
• Motor parado Máx. 100 Máx. 100
da lâmina elevada
• Altura da extremidade inferior no impulso
hidráulico da lâmina h
à esquerda
Inclinação
Impulso hidráulico

Máx. 200 Máx. 200


 Veja a figura F
Impulso hidráulico
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C mm/
da lâmina incli-
• Motor parado 15 mín.
Inclinação

nada
• Redução da altura da ponta da lâmina
à direita

Máx. 200 Máx. 200

(*)  Veja a figura G


Impulso hidráulico • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C
do escarificador • Motor parado Máx. 50 Máx. 50
elevado (item op- • Altura da extremidade inferior no impulso
cional) hidráulico do porta-pontas h
Cilindro de
4
Vazamento

inclinação da • Motor em alta rotação 16


interno

lâmina • Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C


cc/mín
Cilindro de • Alivie o cilindro e meça o vazamento por 1
elevação da minuto 4 16
lâmina
• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C
Motor HSS

• Alavanca de controle direcional: operada até o


final de seu curso
Vazamento l/mín Máx. 15 30
• Alavanca da transmissão: Neutro
• Pedal de freio: pressionado
• Motor em rotação máxima

D61EX,PX-15E0 7
SEN02554-00 20 Tabela de valores padrão

Itens assinalados com (*) indicam apenas o modelo D61EX-15E0


D61EX-15E0
Modelo da máquina
D61PX-15E0

Cate- Valor padrão para Valor limite


Item Condições de medição Unidade
goria máquina nova de serviço

• Marcha lenta

Rotação mínima
• Te m p e r a t u r a
do líq. de
arrefecimen-to 600 ± 50 500
e do óleo do
Ventilador de arrefecimento

trem de força a
• Temperatura do óleo 80ºC ou abaixo
Velocidade de hidráulico: 45 – 55º C
rpm
rotação do ventilador • Modo de deslocamen-
to avante

Rotação máxima
• Motor em rota-
ção máxima
• Modo de rotação 1,700+100 1,600
0
de 100% do
ventilador

• Temperatura do óleo hidráulico: 45 – 55º C


Pressão da bomba do • Modo de deslocamento avante MPa 16,7 - 19,6 14,7
ventilador • Modo de rotação de 100% do ventilador {kg/cm2} {170 - 200} {150}
• Motor em rotação máxima

8 D61EX,PX-15E0
20 Tabela de valores padrão SEN02554-00

Descrição geral

Fig. A Fig. D

Fig. B Fig. E

Fig. C Fig. F

D61EX,PX-15E0 9
SEN02554-00 20 Tabela de valores padrão

Fig. G

10 D61EX,PX-15E0
20 Tabela de valores padrão SEN02554-00

D61EX,PX-15E0 11
SEN02554-00

Trator de esteiras D61EX, PX-15E0


Nº do formulário SEN02554-00

© KOMATSU 2006
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Impresso no Brasil

12
Manual de Oficina SEN02555-00

TRATOR DE ESTEIRAS

D61EX-15E0
D61PX-15E0

Modelo da máquina Número de série

D61EX-15E0 B45001 e acima


D61PX-15E0 B45001 e acima

30 Testes e ajustes
Testes e ajustes, Parte 1

Tabela de valores padrão para as peças relacionadas ao motor....................................................................................... 3


Aferição da rotação do motor............................................................................................................................................. 6
Aferição da pressão de ar de admissão (pressão de reforço)........................................................................................... 8
Aferição da cor do gás desprendido pelo escapamento.................................................................................................. 10
Ajuste da folga das válvulas..............................................................................................................................................11
Medição da pressão de compressão............................................................................................................................... 13
Medição da pressão do sopro no cárter........................................................................................................................... 16
Medição da pressão do óleo do motor............................................................................................................................. 17
Manuseio do equipamento do sistema de combustível................................................................................................... 18
Liberação da pressão residual no sistema de combustível.............................................................................................. 18
Medição da pressão do combustível................................................................................................................................ 19
Medição do volume de entrega, da faixa de retorno e vazamento de combustível......................................................... 21
Sangria de ar do circuito de combustível......................................................................................................................... 25
Teste de vazamento no sistema de combustível.............................................................................................................. 27
Manuseio da operação no modo de cilindro reduzido...................................................................................................... 28
Manuseio da operação de partida sem injeção................................................................................................................ 28

D61EX, PX-150E0 ® 1
SEN02555-00 30 Testes e ajustes

Teste e ajuste da tensão da correia do compressor do ar condicionado......................................................................... 29


Substituição da correia do ventilador............................................................................................................................... 29
Manuseio do circuito da tensão do controlador................................................................................................................ 30
Ajuste do botão de controle do combustível e pedal desacelerador................................................................................ 31

2 D61EX, PX-150E0
30 Testes e ajustes SEN02555-00

Tabela de valores padrão para as peças relacionadas ao motor

Símbolo

Qtde.
Item de teste Código
Nome da peça Obsevações
e ajuste da peça

Pressão do ar de ad-
Kit do indicador da
missão (pressão de A 799-201-2202 1 -101 a 200 kPa {-760 a - 1500mm Hg}
pressão de reforço
reforço)
Temperatura da água e
B 799-101-1502 Termômetro digital 1 -99,9 a 1.299 ºC
temperatura do óleo
Verificador de fumaça
1 799-201-9001 1
Coloração do gás do manual
C Índice Bosch: 0 - 9
escapamento Disponível
2 Medidor de fumaça 1
comercialmente
1 795-799-1131 Engrenagem 1
Ajuste da folga de
D Disponível Admissão de ar: 0,25 mm; escape:
válvula 2 Medidor de folga 1
comercialmente 0,51 mm
1 795-502-1590Indicador de compressão 1 0 – 6,9 MPa {0 – 70 kgf/cm2}
2 795-799-6700Sacador 1
Pressão de compres-
E 795-502-4410Adaptador 1 Para motor série 107
são 3
6754-11-3130Junta 1 Para motor série 107
4 795-799-8150Removedor 1
Pressão de sopro no Verificador do sopro no
F 799-201-1504 1 0 - 5 kPa {0 - 500 mmH2O}
cárter cárter
Manômetro:
799-101-5002 Testador hidráulico 1 2,5; 6; 40; 60 MPa
1
{25, 60, 400, 600 kgf/cm²}
Pressão do óleo do
G 790-261-1204 Testador hidráulico digital 1 Manômetro: 60 MPa {600 kgf/cm²}
motor
2 799-401-2320 Testador hidráulico 1 Manômetro: 1,0 MPa {10 kgf/cm²}
795-790-4430 Adaptador 1 M10 x 1,0 mm o R 1/8
3
6215-81-9710 Anel “O” 1
799-101-5002 Testador hidráulico 1 * Mesmo que G1
1
790-261-1204 Testador hidráulico digital 1 * Mesmo que G1
Medição da pressão do 795-790-4430 Adaptador 1 * Mesmo que G3
H 2
combustível 6215-81-9710 Anel “O” 1
3 799-201-2202 Kit do indicador de reforço 1 -101 a 200 kPa {-760 a - 1,500 Hg}
4 795-790-5110 Parafuso 1
Disponível
1 Mangueira (Φ 14 mm) 1
comercialmente
2 795-790-4700 Kit testador 1
Medição do volume de 6754-71-5340 Conector 1
3
entrega, da faixa de 6754-71-5350 Arruela 1
J
retorno e vazamento de Disponível
combustível 4 Cilindro de medição 1
comercialmente
5 795-790-6700 Adaptador 1
Disponível
6 Cronômetro 1
comercialmente
799-101-5002 Testador hidráulico 1 * Mesmo que G1
1
790-261-1204 Testador hidráulico digital 1 * Mesmo que G1
Pressão do trem de Manômetro:
K 2 799-401-2320 Testador hidráulico 1
força 1,0 MPa {10 kgf/cm²}
799-101-5220 Bocal 1 M10 x 1,25 mm
3
07002-11023 Anel “O” 1

D61EX, PX-150E0 3
SEN02555-00 30 Testes e ajustes

Símbolo

Qtde.
Item de teste Código
Nome da peça Obsevações
e ajuste da peça

19M-06-32820 Conjunto do interruptor 1


1
134-06-72810 Chicote de fiação 1
Escape de emergência 7824-66-6430 Resistência redundante 1
L 2
quando o trem de força 7827-10-1520 Resistência redundante 1
apresenta problema 3 790-190-1601 Conjunto da bomba 1
799-101-5220 Bocal 1 M10 x 1,25 mm
4
07002-11023 Anel “O” 1
799-101-5002 Testador hidráulico 1 * Mesmo que G1
1
Testes e ajustes da 790-261-1204 Testador hidráulico digital 1 * Mesmo que G1
pressão do óleo do 799-101-5220 Bocal 2 M10 x 1,25 mm
M 2
HSS e do equipamento 07002-11023 Anel “O” 2
de trabalho 790-261-1321 Cotovelo 1
3
07002-11023 Anel “O” 1
799-101-5002 Testador hidráulico 1 * Mesmo que G1
Te s t e d a p r e s s ã o 1
790-261-1204 Testador hidráulico digital 1 * Mesmo que G1
principal do circuito de N
controle 799-101-5220 Bocal 1 M10 x 1,25 mm
2
07002-11023 Anel “O” 1
799-101-5002 Testador hidráulico 1 * Mesmo que G1
1
790-261-1204 Testador hidráulico digital 1 * Mesmo que G1
Medição da pressão de
O Adaptador de captação da
saída da válvula PPC 799-401-3100 1
2 pressão do óleo (tam. 02)
02896-11008 Anel “O” 1
Medição do vazamen-
to interno do cilindro Disponível
P Cilindro de medição 1
do equipamento de comercialmente
trabalho
Medição da rotação do
Q 799-205-1100 Kit do tacômetro 1
motor do ventilador
799-101-5002 Testador hidráulico 1 * Mesmo que G1
Medição da pressão do 1
799-101-5220 Testador hidráulico digital 1 * Mesmo que G1
circuito da bomba do R
ventilador 799-101-5220 Bocal 1 M10 x 1,25 mm
2
07002-11023 Anel “O” 1
– 79A-264-0021 Dinamômetro 1 0 – 294 N {0 – 30 kg}
Esforço operacional
– 79A-264-0091 Dinamômetro 1 0 – 490 N {0 – 50 kg}
Curso e derivação hi- Disponível
– Escala 1
dráulica comercialmente
Velocidade do equipa- Disponível
– Cronômetro 1
mento de trabalho comercialmente
Disponível
Tensão ou resistência – Multímetro 1
comercialmente
Remoção e instalação
do sensor de tempera- Disponível Chave de torque de 3,26 mm
– Chave de torque 1
tura e da pressão de comercialmente (equivalente a KTC Q4T15)
reforço
Remoção e instalação
do sensor da pressão – 795-799-6210 Soquete de profundidade 1 Soquete de profundidade de 27 mm
do óleo do motor
Remoção e instalação
do sensor de tempera- Disponível Soquete de profundidade de 21 mm
– Soquete de profundidade 1
tura do líquido de arre- comercialmente (equivalente a MITOLOY 4ML-21)
fecimento do motor

4 D61EX, PX-150E0
30 Testes e ajustes SEN02555-00

Símbolo

Qtde.
Item de teste Código
Nome da peça Obsevações
e ajuste da peça

- 799-601-7400 Conjunto “T” 1 Conector AMP040, conector M


- 799-601-7500 Conjunto “T” 1 Conector AMP070
- 799-601-9000 Conjunto “T” 1 Conectores HD30, DT
- 799-601-9300 Conjunto “T” 1 DRC26 – 24, 40 pinos
- 799-601-7360 Adaptador 1 Relé (5 pinos)
- 799-601-7370 Adaptador 1 Relé (6 pinos)
- 799-601-4100 Conjunto “T” 1 Conector relacionado ao motor
Temperatura do líquido de arrefeci-
Diagnóstico de falhas - 795-799-5530 • Adaptador “T” 1
mento do motor
dos sensores e chico-
Sensor da pressão e temperatura de
tes de fiação - 799-601-4230 • Adaptador “T” 1
reforço
- 799-601-4130 • Adaptador “T” 1 Sensor CAM, ausência de sensor
- 795-601-4160 • Adaptador “T” 1 Sensor da pressão do óleo
- 799-601-4211 • Adaptador “T” 1 Controlador (50 pólos)
- 799-601-4220 • Adaptador “T” 1 Controlador (60 pólos)
- 799-601-4140 • Adaptador “T” 1 Sensor da pressão ambiente
- 795-601-4340 • Adaptador “T” 1 Atuador da bomba
- 799-601-4260 • Adaptador “T” 1 Controlador (4 pólos)
- 799-601-4190 • Adaptador “T” 1 Sensor da pressão da raia comum

D61EX, PX-150E0 5
SEN02555-00 30 Testes e ajustes

Medição da rotação do motor 3. Medição de alta rotação


a Meça a rotação do motor nas seguintes condições: 1) Dê a partida e ajuste o botão de controle de com-
• Temperatura do líquido de arrefecimento: Dentro bustível na posição de alta rotação.
da faixa de operação 2) Ajuste a alavanca PCCS e a alavanca de controle
• Temperatura do óleo do HST (Óleo hidráulico): do equipamento de trabalho em neutro e meça a
Dentro da faixa de operação rotação do motor.
• Temperatura do óleo do trem de força: Dentro da a A alta rotação aferida no “modo de monitoração”
faixa de operação ou no “modo auxiliar clínico pm” indica a velocida-
de de auto-desaceleração.
1. Trabalho de preparação a Ao medir a alta rotação do motor, use o “modo de
Coloque o interruptor de partida em LIG e ajuste o pai- ajuste”.
nel monitor no “Modo de monitoração em tempo-real” Código de ajuste: 0007 (modo de corte da desace-
para preparar para a medição da rotação do motor. leração do motor).
a Para o método de operação, veja “Funções espe-
ciais do painel monitor (EMMS)”.
• Código de monitoração: 01000 (rotação do motor)

4. Medição da rotação com o pedal desacelerador


pressionado
1) Dê a partida e ajuste o botão de controle de com-
bustível na posição de alta rotação.
2. Medição da rotação em marcha lenta 2) Ajuste a alavanca PCCS e a alavanca de controle
1) Dê a partida e ajuste o botão de controle de com- do equipamento de trabalho em neutro, pressione o
bustível na posição de marcha lenta. pedal desacelerador e meça a rotação do motor.
2) Ajuste a alavanca PCCS e a alavanca de controle
do equipamento de trabalho em neutro e meça a
rotação do motor.

6 D61EX, PX-150E0
30 Testes e ajustes SEN02555-00

5. Medição da velocidade de estol do conversor de a A rotação do motor pode ser medida execu-
torque tando-se a seguinte operação:
1) Dê a partida e ajuste o botão de controle de com- • Selecione o “Modo auxiliar de análise
bustível na posição de marcha lenta. clínica pm”.
2) Com o pedal de freio firmemente pressionado e a • Sempre que o acessador de informações
alavanca do freio de estacionamento na posição for girado para a esquerda ou para a
“livre”, ajuste a alavanca PCCS na posição “avan- direita, com o estado de exibição normal
te” e engatada na 3ª. selecionado no painel monitor, a tela na
a Antes de passar para a etapa seguinte, verifi- seção multinformativa mudará para a tela
que se a unidade do visor superior do painel do horímetro ou da rotação do motor. (Po-
monitor está ajustado no modo de exibição rém, meça a rotação máxima do motor no
normal e está exibindo o código [F3]. “Modo de ajuste”.)
a Mantenha a unidade de controle direcional na
posição “neutro”.
3) Aplique o pedal desacelerador e coloque o botão
de controle do combustível na posição correspon-
dente a alta rotação.
4) Retorne o pedal desacelerador lentamente para
estolar o conversor de torque com o motor funcio-
nando em alta rotação.

k Continue pressionando o pedal de freio


firmemente e mantenha o seu pé direito no
pedal desacelerador por questão de segu-
rança até que o trabalho seja concluído.

5) Após o indicador da temperatura do óleo do trem


de força atingir a linha da mais alta da faixa verde,
retorne a direção da alavanca PCCS para a posi-
ção neutro.

6) Repita as etapas de 2) a 5) descritas acima por 3


vezes.
7) Execute novamente as etapas de 2) a 4) e meça a
rotação do motor por 5 segundos após o indicador
da temperatura do óleo do trem de força ter atingi-
do a linha da mais alta da faixa verde.
a Após concluir a medição, retorne a direção da
alavanca PCCS para a posição “neutro” e di-
minua a temperatura do óleo do trem de força
com o motor girando em rotação máxima.

D61EX, PX-150E0 7
SEN02555-00 30 Testes e ajustes

Medição da pressão do ar de 3. Instale o bocal [2] do kit do indicador da pressão de


reforço A e conecte o indicador [1].
admissão (pressão de reforço)
a Instrumentos de medição da pressão do ar de admis-
são (pressão de reforço).

Símbolo Código da peça Denominação da peça


Kit do indicador da pressão
A 799-201-2202
de reforço

k Ao instalar ou remover instrumentos de medição,


tome cuidado para não encostar em nenhuma peça
quente do motor.

a Meça a pressão do ar de admissão (pressão de refor-


ço) sob as seguintes condições: 4. Funcione o motor em uma rotação média ou acima, e
• Temperatura do líquido de arrefecimento: Dentro drene o óleo pela mangueira.
da faixa de operação a Insira a junta do indicador e da mangueira até a
• Temperatura do óleo do HST (óleo hidráulico): metade e abra o autovedador no lado da manguei-
Dentro da faixa de operação ra repetidamente para que o óleo seja drenado.
• Temperatura do óleo do trem de força: Dentro da a Se o kit PM (A) estiver disponível, o acoplamento
faixa de operação para sangria de ar (790-261-1130) que o acompa-
nha poderá ser utilizado.
1. Abra a tampa lateral esquerda (1) do motor. a Se ainda sobrar óleo na mangueira, os indicadores
não se moverão. Por essa razão, certifique-se de
drenar todo o óleo.

5. Meça a pressão do ar de admissão (pressão de refor-


ço) enquanto o motor estiver funcionando em rotação
máxima e o conversor de torque em estol.
a Para o procedimento de estol do conversor de
torque, consulte o tópico “Medição da rotação do
motor”.
a Geralmente, a pressão do ar de admissão (pres-
são de reforço) deve ser medida com o motor
girando na sua saída nominal. No campo, contudo,
um valor aproximado pode ser obtido estalando-se
o conversor de torque.

2. Remova o bujão de captação da pressão de reforço do


conector de admissão do ar (2) (R 1/8).

6. Após concluir a medição, remova o instrumento de