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TEMA: O conhecimento de Deus

DATA: 20/05/2018

OBJETIVO GERAL:

 Aplicar as verdades encontradas na Bíblia a respeito de quem é Deus e


conhecer alguns de seus atributos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS DE APRENDIZAGEM:

 Reconhecer a possibilidade e, principalmente, a importância de conhecermos a


Deus como Ele é;
 Entender algumas características do ser de Deus contidas nas Escrituras
(análise sistemática): sabedoria, graça, fidelidade, justiça e santidade;
 Aplicar as verdades sobre o ser de Deus nas ações pessoais, nas orações e nas
expectativas de futuro;
 Sintetizar as verdades compreendidas durante a aula;

OBJETIVOS DE ENSINO:

 Apresentar as características do ser de Deus contidas nas Escrituras (análise


sistemática): sabedoria, graça, fidelidade, justiça e santidade;
 Descrever algumas consequências do entendimento errado sobre Deus
(confusão, incredulidade, ansiedade, etc.);
 Extrair e aplicar algumas doutrinas encontradas nestas características divinas;
 Desafiar os alunos a compreenderem Deus, orar com mais confiança e
dependência, e adorá-lo com mais fervor;
 Revisar os principais pontos apresentados;

CONTEÚDO

1. Apresentação sistemática dos atributos de Deus: sabedoria, graça, fidelidade,


justiça e santidade;
2. Textos bíblicos selecionados que fundamentem tais conceitos;
3. Doutrinas e aplicações;

ESTRATÉGIAS DE ENSINO

 Aula expositiva dialogada e exercício de síntese individual

RECURSOS
 Apresentação em slides;
 Folhas e canetas;

ESBOÇO DA AULA

INTRODUÇÃO/ CONEXÃO – 5 min

Preciso conhecer melhor a Deus? Será realmente necessário? Não basta o que
já sei? (deixar que as pessoas falem).

Leitura da passagem de Jo 4.10. O que a passagem fala de conhecimento? (deixar


que as pessoas falem).

Na passagem de Jesus com a mulher samaritana na beira do poço de Jacó,


Jesus diz para a mulher que se “ela conhecera o dom de Deus e quem falava com ela,
pediria água e Ele lhe daria água viva” (Jo 4.10).

Nesse texto, Jesus mostra que a ignorância da mulher em relação a Jesus fazia
com que ela deixasse de pedir e desfrutar de coisas importantes. Assim é conosco em
relação ao conhecimento de Deus. Quando ignoramos quem é Deus deixamos de
desfrutar muitas coisas boas na vida, vivendo muitas vezes em questionamentos e
murmurações.

DESENVOLVIMENTO – 40 min

1. A sabedoria de Deus: “Com ele está a sabedoria e a força; conselho e


entendimento tem.” (Jó 12:13)
Levantai ao alto os vossos olhos, e vede quem criou estas coisas; foi aquele que faz sair o exército delas
segundo o seu número; ele as chama a todas pelos seus nomes; por causa da grandeza das suas
forças, e porquanto é forte em poder, nenhuma delas faltará.
Por que dizes, ó Jacó, e tu falas, ó Israel: O meu caminho está encoberto ao Senhor, e o meu juízo
passa despercebido ao meu Deus?
Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se
fatiga? É inescrutável o seu entendimento.
Dá força ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.
Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão;
Mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se
cansarão; caminharão, e não se fatigarão. (Isaías 40:26-31)

1.1. A sabedoria é a capacidade de Deus de, conhecendo todas as coisas (chama a


todas pelos seus nomes [...]É inescrutável o seu entendimento), Ele planeja os melhores fins
através dos melhores meios para atingir seus objetivos.
1.2. Isso implica em que todas as coisas que acontecem no mundo e na minha vida
fazem parte desses meios para o atingimento de Seus objetivos (Rm 8.28).
1.3. A força (poder para realizar seus planos) geralmente anda junto com a
sabedoria, mostrando a capacidade de Deus em realizar seus propósitos.
1.4. Nosso problema é que não pensamos em Deus nesses termos. Em geral,
duvidamos da sabedoria de Deus (Por que dizes, ó Jacó, e tu falas, ó Israel: O meu caminho está
encoberto ao Senhor, e o meu juízo passa despercebido ao meu Deus?).
1.5. Precisamos pensar mais e mais nesse atributo de Deus e assim saberemos
pedir melhor (Jo 4.10)

Pergunta: tenho confiado na sabedoria de Deus em seus planos e meios, ou


constantemente me pego duvidando Dele, diante das circunstâncias que me cercam?

2. A graça de Deus: para mostrar, nas eras que hão de vir, a incomparável riqueza de sua
graça, demonstrada em sua bondade para conosco em Cristo Jesus. Efésios 2:7
2.1. Graça é o amor de Deus manifestado livre e abundantemente sobre pecadores
imerecidos.
2.2. O homem costuma não entender a grandeza da graça de Deus, pois não
consegue se enxergar como indigno de receber bondade de Deus.
2.3. Pense um pouco a respeito do que tem e o que gostaria de ter. Compare sua
vida com alguma pessoa que você considera bem sucedido. Nesses pensamentos
você se sente injustiçado?
2.4. Você acha que Deus deveria agir de maneira diferente com alguém que
conhece e estar sofrendo, por exemplo?
Pergunta: como pensar na graça de Deus muda nossa gratidão e alegria? E nossa
oração?
3. A fidelidade de Deus: Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados para a comunhão de seu
Filho Jesus Cristo nosso Senhor. 1 Coríntios 1:9
3.1. Significa que ele é constante, não muda, é firme no que diz. É digno de
confiança e suas promessas não falham.
3.2. Pensamos alto demais a respeito de nós mesmos e baixo demais a respeito de
Deus.
3.3. Citando Adauto Lourenço: “já percebeu como estamos sempre preocupados
em se Deus irá ‘fazer a parte Dele’?”
3.4. Não duvidamos muito de nós mesmos, mas duvidamos constantemente de
Deus.
3.5. Não devemos confundir as promessas bíblicas de Deus com aquilo que
esperamos receber de Deus, como bênçãos, vitórias, emprego, casamento etc.
Pergunta: como acreditar verdadeiramente que Deus é fiel em tudo pode mudar
minha maneira de orar?
4. A justiça de Deus: Deus é um juiz justo, um Deus que manifesta cada dia o seu furor.
Salmos 7:11
4.1. Ele mesmo é o conceito de retidão, ou seja quando a Bíblia fala de Deus como
sendo justo indica que Ele sempre age de maneira correta de acordo com Seu
caráter.
4.2. Ele nunca age com injustiça, pois injustiça é má. Ele nunca pune
indevidamente, nem deixa de recompensar quem merece.
4.3. Justiça é devida, misericórdia e graça são sempre espontâneas.
4.4. Pensar na justiça de Deus nos lembra que vamos prestar contas a Deus de tudo
que fazemos e pensamos: Contudo, eles terão que prestar contas àquele que está
pronto para julgar os vivos e os mortos.1 Pedro 4:5
Pergunta: tenho andado com a consciência de que Deus é justo e que vê tudo que
penso e faço?
5. A santidade de Deus: E proclamavam uns aos outros: "Santo, santo, santo é o
Senhor dos Exércitos, a terra inteira está cheia da sua glória". Isaías 6:3
5.1. “A santidade de Deus se refere a sua grandeza e à sua transcendência, ao fato
de que Ele está acima e além de qualquer coisa no universo.”
5.2. “Secundariamente, se refere à sua pureza, sua absoluta excelência moral e
ética.” (SPROUL)
5.3. Nesse segundo aspecto, somos chamados a imitar a Deus (Lv 11.44 e
1 Pe 1.16).
Pergunta: tenho pensado na santidade de Deus de tal maneira a ficar envergonhado
com meu pecado?

CONCLUSÃO
1. Conhecer a Deus tem sido prioridade em minha vida? Quanto tempo eu tenho
gastado por dia para conhecer e meditar em Deus?
2. Quais pecados eu tenho cometido por não pensar corretamente a respeito de
Deus e seus atributos: confusão, idolatria, medo, ansiedade, imoralidade, cobiça,
ingratidão e murmuração?
3. Como posso mudar minha maneira de orar diante da sabedoria, graça,
fidelidade, justiça e santidade de Deus? Como posso olhar para o futuro e minhas
expectativas?