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CAMPO MAGNÉTICO ESTÁTICO

Fig.1

Fig. 2
Experimentos com várias partículas eletricamente carregadas movendo em um campo
magnético produzem os seguintes resultados:

1 – A magnitude FB da força magnética exercida sobre a partícula é proporcional à


carga q e a magnitude da velocidade da partícula v.

2 – A magnitude, direção e sentido de FB depende da velocidade da partícula e da


magnitude, direção e sentido da densidade de fluxo magnético B .

3 – Quando a partícula carregada se move paralelamento ao campo magnético, a força


atuando sobre a partícula é zero.

4 – Quando o vetor velocidade da partícula v faz um ângulo   0 com o campo


magnético, a força magnética atua em uma direção perpendicular tanto a v como B .
Isto é, FB é perpendicular ao plano formado por v e B (Fig.3a).

5 – A força magnética exercida sobre uma carga positiva tem direção oposta à força
exercida sobre uma carga negativa movendo inicialmente na mesma direção (Fig.3b).

6 – A magnitude da força magnética exercida sobre a partícula é proporcional a sin  ,


onde  é o ângulo entre os vetores v e B .

Podemos resumir todos esses resultados em uma única fórmula vetorial, a saber.

FB  qv  B

Fig. 3
Alternativas para o Cálculo de FB

1 – Uso da regra da mão direita:

i – Calcular a magnitude de v  B : v  B  v B sin   vB sin  .

ii – Obter o vetor unitário nˆ de v  B através da regra da mão direita (Fig. 4).

iii – Finalmente temos FB  q v B sin  nˆ ou FB  q vB sin  nˆ .

Fig. 4

2 – Uso do determinante:

Para calcular a força a partir das componente cartesianas da velocidade e campo temos a forma
alternativa dada por

xˆ yˆ zˆ
FB  q v x vy vz
Bx By Bz

Para os demais sistemas de coordenadas use o determinante adequado para o produto vetorial.

Unidade da Densidade de Fluxo Magnético

A unidade de B é o Tesla, a qual é obtida como segue:

FB  qvB  B 
FB
qv
 1T  1
N
C m/ s
Obs. : 
T  Wb / m2 .
Densidade de Fluxo Magnético para Diversos Tipos de Fontes

Um feixe eletrônico em um CRT (Cathode Ray Tube) move em direção à tela fluorescente com
uma velocidade v  xˆ vx onde vx  8 106 m / s (Fig. 5). Envolvendo o tubo do CRT tem-se
bobinas conduzindo corrente que produzem um campo magnético B = 0,025 T coforme a Fig. 5.
(a) Calcule a força magnética sobre os elétrons do feixe usando a regra da mão direita. (b)
Repita o item anterior, porém, usando determinante.

Fig. 5

SOLUÇÃO (a)

    
FB  evB sin   1,602 1019 8 106 0,025 sin 60o  FB  2,8 1014 N  FB  zˆ FB
SOLUÇÃO (b)

xˆ yˆ zˆ
FB  e vx 0  
0  e vx By zˆ   FB  e vx B sin 60o zˆ  FB  2,8  1014 zˆ ( N ).
Bx By 0

Fig. 6

Consideremos um fio condutor de comprimento L e seção reta A, conduzindo uma corrente I em


um campo B uniforme, como mostrado na Fig. 6. A força magnética exercida sobre uma carga q
que se move com velocidade drift vd é dada por qv d  B. Para encontrar a força total sobre o fio,
multiplicamos qv d  B pelo número total de portadores N sujeitos ao campo magnético. Seja n a
densidade de portadores no fio cuja unidade é m-3. Então N  nAL . Então a força magnétiva
total no fio é


FB  qv d  B nAL  FB  qnv d  B AL  FB  J  B AL  FB  J ˆj  B AL 
  
FB  ˆj  B JAL  FB  ˆj  B IL    
FB  L ˆj  B I  FB  I L  B

Observe que L tem a mesma direção e sentido da densidede de corrente.

A magnitude da força é dada por

FB  BILsin  .

A orientação do vetor é obtida pela regra da mão direita.

A Fig. 7 ilustra um caso particular para obtenção da força em um fio retilíneo.


Fig.7 (a) Um fio suspenso verticalmente entre os polos de um magneto. (b) O setup mostrado

em (a) quando se olha para o polo sul, S, tal que o campo magnético é dirigido para dentro da

página (segundo +y). Quando não há corrente no fio, êste permanece na vertical (segundo z). (c)

Quando a corrente aponta para cima (segundo +z), o fio deflete para a esquerda (segundo -x).

(d) Quando a corrente flui para baixo (segundo -z), o fio deflete para a direita (segundo +x).

Solução alternativa usando determinante.

O orientação escolhida para os eixos coordenados é mostrada na Fig. 7.

Fig. 7

Como alternativa temos o uso do determinante para v x B


xˆ yˆ zˆ
(c) FB  I 0 0 L   BILxˆ , L  Lzˆ , B  Byˆ
0 B 0

xˆ yˆ zˆ
(d ) FB  I 0 0  L  BILxˆ , L   Lzˆ , B  Byˆ
0 B 0

Força Magnética para um Percurso Arbitrário e Campo Magnético Não-Uniforme

dFB  Ids  B onde dFB  dFB r  e I  I r  e ds  dsr  e B  Br 

B
FB   Ids  B
A

Força Magnética para um Percurso Arbitrário, Campo Uniforme e Corrente DC

dFB  Ids  B
b
FB  I  ds  B
a

FB  I   ds   B
b

 a 
FB  IL ab  B
L  L ab

Fig. 8

Exemplo 1

Obtenha a força magnética em cada um dos casos da Fig. 9. A distância entre os pontos A e B é

igual a 10cm, o campo igual a 0,25T a corrente é 2A. A corrente tem sentido de A para B.
Fig. 9

SOLUÇÃO

(a) FB  BIL sin   0,25  2  10  102  sin 90o  0,05 N


(b) FB  BIL sin   0,25  2  10  10 2  sin 25o  0,02 N
(c) FB  BIL sin   0,25  2  10  10 2  sin 25o  0,02 N
(d ) FB  BIL sin   0,25  2  10  10 2  sin 0o  0,00 N

Em todos os casos a força não nula é dirigida para fóra da página.

Fig. 10 – (a) Vista superior de um loop de corrente retangular em um campo uniforme.


Nenhuma força atua sobre os lados 1 e 3 por que esses lados são paralelos ao campo B.
Entretanto, forças atuam nos lados 2 e 4. (b) Vista em perfil do loop que mostra o sentido da
corrente e forças nos lados 2 e 4. Essas forças criam um torque para dentro da página.
F2  F4  IaB

Torque : τ  r  F

b
  2rF  2 IaB   IabB   max  IAB
2

Para uma orientação arbitrária entre B e o vetor área A temos uma situação mais abrangente do
torque, obtido como segue.

Fig. 11

F2  F4  IaB

Torque : τ  r  F

b 
  2 sin  IaB   IabB sin       IAB sin   τ    IA  B
2 

M omento do dipolo magnético : μ  IA

M omento do dipolo magnético de uma bobina : μ  NIA

Torque do dipolo magnético : τ μB

Embora o torque tenha sido calculado para uma espira retangular, as fórmulas vetoriais acima
valem para espiras ou bobinas de formato arbitrário.
Exemplo 2

Calcular o torque máximo de uma bobina circular de raio igual 10cm com 20 espiras sendo
alimentada por uma corrente de 5 A e submersa em um campo de 0,50T.

SOLUÇÃO

N  20, I  5 A, R  101 m, B  0,5T


 MAX  B  NIAB  NI R 2 B  20  5    10 2  0,5  0,5  1,57 N  m

Direção e sentido do momento do dipolo e vetor área

Fig. 12 – Regra da mão direita para vetores área e momento do dipolo.

Muitos satélites de comunicação usam bobinas chamadas torquers para ajustar sua orientação
ou atitude. Esses dispositivos interagem com o campo magnético terrestre para gerar um torque
na espaçonave segundo os eixos x, y e z. A principal vantagem desse tipo de sistema de controle
de atitude é que ele usa eletricidade gerada por células solares, assim não consome quaisquer
thrust fuel.

Exemplo 3

Se um dispositivo típico tem um momento de dipolo magnético igual a 250 A.m2, qual é o
torque máximo aplicado ao satélite quando seu torquer é ligado em uma altitude onde o campo
magnético terrestre é 3x10-5T?
SOLUÇÃO

O máximo torque é obtido quando o momento do dipolo do torquer é perpendicular ao campo


magnético terrestre:

 max  B  240  3 105  7,5 103 N  m

Consideremos o caso específico de uma carga positiva se deslocando em um campo magnético


uniforme com velocidade inicial perpendicular ao campo magnético (Fig.13). À medida que a
partícula muda de direção na sua velocidade, em resposta à força magnética, a força magnética
permanece perpendicular à velocidade. Esta condição leva a um movimento circular com
velocidade linear constante.

Quando a velocidade de uma partícula carregada é perpendicular a um campo magnético


uniforme, a partícula se move em um percurso circular em um plano perpendicular ao campo B.
A força magnética atuando sobre a carga é sempre dirigida para o centro do círculo (Fig. 13).

Fig. 13 – Movimento de uma partícula carregada em um campo magnético uniforme.

Na trajetória há equilíbrio entre a força magnética e a força centrífuga, ou seja,

mv2 mv2 mv2 mv


FB  qvB, Fc   qvB   r  r .
r r qvB qB

Para a velocidade linear, velocidade angular, frequência e período são os seguintes:

qBr v qB  qB 1 2m
v ,   , f   , T  .
m r m 2 2m f qB
Se a partícula carregada tem velocidade inicial com componentes paralela e perpendicular ao
campo B, então o movimento da partícula é helicoidal, como mostrado na Fig. 14. A
componente de velocidade segundo o eixo x da Fig. 14 não sofre alteração. Portanto, o
movimento da partícula segue uma combinação de movimento circular e retilíneo uniforme.

Fig. 14 – Movimento helicoidal de uma partícula carregada.

Garrafa Magnética

Uma partícula carregada movendo em um campo não uniforme (uma garrafa magnética), como
ilustrado na Fig. 15, apresenta uma trajetória em espiral em torno do campo magnético e oscila
entre os dois extremos da garrafa. A força magnética exercida sobre a partícula nos extremos
tem uma componente que atrai a partícula para o centro.

Fig. 15 – Magnetic bottle.

Fig. 16– Partículas aprisionadas pelo campo magnético terrestre.


O cinturão de radiação de Van Allen consiste de partículas carregadas (principalmente elétrons
e prótons) envolvendo a terra (Fig. 16). As partículas, aprisionadas pelo campo magnético
terrestre, movimentam-se em espiral em torno das linhas de campo, de um polo ao outro,
cobrindo essa distância em poucos segundos. Essas partículas são oriundas principalmente do
sol, porém, algumas vêm de estrelas e outros astros celestes. Por esta razão, as partículas são
chamadas raios cósmicos. A maior parte dos raios cósmicos são desviados pelo campo
magnético terrestre e nunca atingem a atmosfera. Entretanto, uma parcela fica aprisionada pelo
campo terrestre; formando o que se chama de cinturões de Van Allen. Quando as partículas
estão próximas do polo, elas colidem com átomos da atmosfera, emitindo luz. Tais colisões
proporcionam as auroras boreais.

Os satélites de comunicação podem ser danificados pelos raios cósmicos, portanto, não se
colocam esses sistemas na região do cinturão de Van Allen.

Uma carga movendo com uma velocidade v na presença de campos elétrico E e magnético B
experimenta tanto força elétrica como magnética. A força total, chamada força de Lorentz
atuando sobre a partícula é F = FE +FB. Alternativamente, temos

F  qE  qv  B (Força de Lorentz)

Fig. 17 – Seletor de velocidade de partícula carregada em campo cruzado.

Quando uma partícula carregada positivamente se desloca em uma região de campo cruzado
com velocidade v como na Fig. 17(a) ela experimenta força magnética qv  B para cima e força
elétrica qE para baixo. Quando essas forças estão balanceadas, a partícula segue em linha reta
através dos campos. Neste caso temos,

E
qE  qvB  v 
B

Apenas as partículas com esta velocidade passam em linha reta pelos campos cruzados.
Partículas com maior velocidade são defletidas para cima ( FB  FE ) enquanto que, as partículas
com menor velocidade, são defletidas para baixo ( FE  FB ).
Um espectrômetro de massa separa íons de acordo com sua relação massa/carga. Em uma
versão desse dispositivo, conhecida como Bainbridge mass spectrometer, um feixe de íons
primeiro passa por um seletor de velocidade e então, penetra em um segundo campo magnético
como mostrado na Fig. 18. Na região do segundo campo magnético os íons percorrem um semi-
círculo até atingir uma placa em P. Se os íons são positivos, eles defletem para cima.Se os íons
são negativas o feixe defleciona para baixo.

Fig. 18 - Bainbridge mass spectrometer.

qB0r E m BB
Já sabemos que v  e v  . Então,  0 r
m B q E

Logo depois que Oersted descobriu que uma agulha é defletida por um condutor conduzindo
corrente, J.–B. Biot (1774-1862) e F. Savart (1791-1841) realizaram experimentos
quantitativos sobre força exercida por uma corrente elétrica próximo a um magneto. A partir
desses experimentos Biot e Savart chegaram a uma expressão matemática que dá o campo
magnético, em um ponto de observação, em termos da corrente que produz o campo. A
expressão é baseada nas seguintes observações para o campo magnético dH em um ponto P
associado com um elemento diferencial de linha ds de um fio conduzindo uma corrente
estacionária I (Fig. 19).

B, H
ʘ
P R
Ids
 C
r
P
r

O
B, H
ʘ
P R
Ids
 C
r n̂
P
r

R  r  r ou R  Rnˆ onde nˆ  R R

Fig. 19 – Ilustração para aplicação da lei de Biot-Savart.

1 – O vetor dH é perpendicular tanto a ds como a n̂ (vetor unitário de observação).

2 – A magnitude de dH é inversamente proporcional a R 2 (magnitude do vetor


posição).

3 – A magnitude de dH é proporcional à corrente e magnitude do segmente ds .

4 - A magnitude de dH é proporcional a sin  .

Essas observações são sumarizadas na expressão matemática conhecida como lei de


Biot-Savart. Pela nossa simbologia, temos,

Ids  nˆ Ids  R
dH  ou dH 
4 R 2 4 R3

O campo magnético gerado por um loop de corrente é, portanto,

Ids  nˆ Ids  R
H ou H  
C 4 R 2 C 4 R 3
Aplicações da lei de Biot-Savart:

Campo devido a um arco de corrente.

Exercício 4

Obter o campo magnético no ponto O da Fig. 20.

nˆ , ds


H, zˆ 


ds

Fig. 20

ˆ  ds  0 .
Nos segmentos AA´ e CC´ temos n

ˆ  ds  dszˆ .
Nos segmentos AC temos n

Ids Is I I
H  A   B 0 
C
 AC2 
4R 2
4R 4R 4R

Campo Magnético no Eixo de um Anel de Corrente de Raio a

zẑ R  arˆ  zzˆ

Fig. 21 Ids  adφˆ


 ar̂

I
Ids  R
dH 
4R 3
, ds  adφˆ , R  arˆ  zzˆ , R  a 2  z 2
12
 
Iadφˆ   arˆ  zzˆ  Iad azˆ  zrˆ  2
dH 
4R 3
 dH 
4R 3
 H  0 dH
Ia 2 2 Iaz 2 Ia 2
4R 3 0 R 3 0
H  zˆ d   ˆ
r d  H  ˆ
z
2R3

Ia 2
H zˆ

2 a2  z 2 
32

2 2 2 2
Obs :  0
rˆd  
0
xˆ cos   yˆ sin  d  xˆ 0 cos d  yˆ  sin d  0
0

Campo Devido a um Segmento Retilíneo de Corrente

Fig. 22 – Segmento retilíneo de corrente.

SOLUÇÃO:

 0 I ds  nˆ
4  R 2
Lei de Biot-Savart: B 

Os vetores envolvidos são ds  xˆ dx e nˆ  xˆ cos   yˆ sen  ds  nˆ  dx sin  zˆ. Logo, o


campo magnético só tem componente z. Segue-se que,considerando que a barra se
  I x2 sen
estende de  x1 a x2 , temos B  Bz zˆ  Bz  0  dx . Agora expressamos o
4  x1 R 2
integrando em função de x, como segue.
sen
sen 
a 12
e R  x2  a2  x2  a2 
a
 3  a
 .
R R 2
R x2  a2  
32

0 Ia x dx
Logo, Bz  
2
dx . Esta integral é dada em NA1:
4  x
x  a 2 3 2
2
1

dx x
 x 2
a 
2 32

a 2
x2  a2
.

 0 I  
x2
 Ia x x2 x1 
Segue-se que Bz  0  
4 a x 2  a 2
2 4a  x2  a
2 2
x1  a 2
2 
 x1  

 0 I  x2 x1 
Bz     com r2  x22  a 2 e r1  x12  a 2
4a  r2 r1 
0 I
Bz  cos 1  cos 2   0 I cos 1  cos  2  com 1  1 e  2    2
4a 4a
Resumo do resultado e figuras auxiliares

 0 I  x2 x1 
Bz    
4a  r2 r1 

r2  x22  a 2 e r1  x12  a 2

0 I
Bz  cos 1  cos 2 
4a

0 I
Bz  cos 1  cos  2 
4a

1  1 e  2    2
y y

P P

ẑ 
r1 r2 x̂ r1 r2
a a
2
1 I 2 1

x x
x1 x2 x1 x2
LEI CIRCUITAL DE AMPÈRE

 H  ds   J  dA  I
C S

Intensidade do Campo Magnético para um Fio Retilíneo de Comprimento Infinito

 H  ds   J  da  I
C S

H 2a  I
I
H
2a
I
H φˆ
2a
I
B o
φˆ
H 2a

Aplicamos a Lei de Ampère na amperiana de raio r:

NI NI
 H  ds  NI
C
 2 rH  NI  H
2 r
 B
2 r
Aplicamos a Lei de Ampère no percurso 1  2  3  4 . Apenas o segmento 1 produz
fmm diferente de zero, logo

H  nI  H  nI

Nesta equação n é o número de espiras por unidade de comprimento do solenoide.


Podemos interpretar um solenoide ideal como um tubo condutor compacto com
densidade de corrente laminar dada por

J S  nI (A/m)
A unidade de fluxo magnético é T  m2 que é definido como um weber (Wb).

1Wb =1 T  m2

Fluxo magnético em uma espira retangular próximo a um fio longo conduzindo corrente

0 I
B φˆ , dA  drdzφˆ
2 r
b ca  I  Ib c  a dr
 B   B  dA    0
drdz  0 
S 0 c 2 r 2 c r
 Ib  Ib  c  a 
 B  0 ln c  a   ln c   0 ln  
2 2  c 
A lei de Gauss em magnetismo estabelece que:

O fluxo magnético para fora de uma superfície fechada é sempre zero.

 B  dA  0
S

A figura a seguir ilustra a lei de Gauss para o campo magnético e para o campo elétrico.

 B  dA  0
S  D  dA  q
S

Acima é feita uma comparação entre as leis de Gauss para dipolos magnético e elétrico.
D