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UFCD: 1199- Automatismos-

circuitos de comando e controle


Ação: Eletricista de Instalações
Formador: António Gamboa

A- Magnetismo

1- Íman
Chama-se íman ao corpo que possui a propriedade de atrair ferro, níquel ou cobalto. Existem
1
ímanes naturais denominados de magnetite, e ímanes artificiais constituídos por aço e ferro.
Os ímanes têm dois pólos magnéticos, o pólo norte e o pólo sul, e a zona neutra.

Campo magnético criado por um íman. Figura retirada do sítio:


http://macao.communications.museum/por/exhibition/secondfloor/moreinfo/2_2_1_MagneticFields.html

Os pólos do mesmo sinal repelem-se, norte com norte e sul com sul, e os pólos de sinal contrário
atraem-se, sul com norte e norte com sul.

Pólos semelhantes repelem-se, figura da esquerda. Pólos com o mesmo sinal atraem-se, figura da direita.
Figura retirada do sítio: http://macao.communications.museum/por/exhibition/
secondfloor/moreinfo/2_2_1_MagneticFields.html

2- Campo magnético
Campo magnético é uma região do espaço onde se manifesta o magnetismo, através das
chamadas ações magnéticas. Estas ações verificam-se à distância sobre algumas substâncias que
são influenciadas pelo campo magnético. Por exemplo, o cobre não tem propriedades
magnéticas, no entanto, os materiais ferrosos são fortemente influenciados deixando-se atrair
pelos ímanes.
As linhas de força dirigem-se de norte para sul pelo exterior do íman, e pelo interior as linhas de
força dirigem-se de sul para norte.
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Campo magnético

2
2 Fluxo magnético

3
Linha de fluxo

3- Fluxo magnético
O fluxo magnético é o conjunto de linhas que saem do pólo norte. O fluxo magnético representa-
se pela letra  e a sua unidade no Sistema Internacional é o Weber (Wb)
O fluxo magnético é tanto maior quanto maior for o número de linhas de indução por seção.

A figura da esquerda apresenta maior número de linhas de indução para a mesma secção.
Figura retirada do sítio: http://educar.sc.usp.br/licenciatura/2001/energia/eletromagnetismo.htm

O fluxo magnético é tanto maior, quanto maior for a seção atravessada.

Imagem que representa o fluxo magnético de zero a máximo.


Figura retirada do sítio: http://crv.educacao.mg.gov.br/sistema_crv/

4- Indução magnética
Chamamos indução magnética à densidade do fluxo, ou seja, ao fluxo por unidade de seção do
íman, é representado pela letra B e tem por unidade o Weber por metro quadrado [Wb/m2] ao
qual se dá também o nome de Tesla [ T].

 - fluxo magnético [Wb]; B – indução magnética [T]; S – seção [m2]


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5- Campo magnético
É o espaço onde o íman faz sentir a sua influência.

Imagem que representa o campo magnético.


Figura retirada do sítio: http://museovirtual.csic.es/salas/magnetismo/mag7.htm

6- Magnetização e desmagnetização
Se dividirmos um íman em dois ímanes, os dois novos ímanes daí resultantes continuam a ter pólo
sul e pólo norte, e assim sucessivamente.
Se um corpo não está magnetizado, todas as suas moléculas têm orientações possíveis e todas
juntas anulam mutuamente as suas ações magnéticas.
A magnetização faz-se submetendo um corpo à ação forte de um campo magnético. Os corpos
que contêm ferro magnetizam-se com muita facilidade quando sujeitas a um campo magnético.
Este fenómeno verifica-se porque as moléculas de ferro rodam com muita facilidade, tornando-se
fáceis de orientar de forma a se somarem as suas ações magnéticas. Mas assim que a influência
desse campo desaparece perdem o magnetismo.
As barras de aço duro, alnico e ticonal, são de magnetização muito difícil, mas depois de
magnetizadas, são difíceis de desmagnetizar, tornando-se ímanes permanentes. Chama-se
magnetismo remanescente ao magnetismo que permanece numa peça depois de esta deixar de
estar submetida a um campo magnético.
A desmagnetização de uma peça é possível aquecendo a peça até à temperatura de 775 °C para o
aço, de 360 °C para o níquel e de 1100 °C para o cobalto, a partir da qual o material perde as
propriedades. Também é possível desmagnetizar uma peça submetendo-a a sucessivas pancadas,
que vão dispor as moléculas de forma irregular na peça.

7- Campo magnético de um condutor retilíneo


A passagem da corrente elétrica num condutor provoca o desvio de uma agulha magnética, que
lhe esteja paralela. Esta experiência foi realizada por Oersted, e mostra que uma corrente elétrica
que passe num condutor provoca um desvio numa agulha magnética que esteja paralela ao
condutor.
Assim, quando dois condutores são percorridos por correntes geram-se forças nos condutores,
que podem ser de atração ou repulsão, dependendo do sentido das correntes nos condutores.
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Se as correntes que atravessam os condutores têm o mesmo sentido geram-se forças de atração,
se as correntes tiverem sentidos opostos geram-se forças de repulsão.

4 F – força, cuja unidade é o Newton [N]; B – indução magnética [T];


– intensidade de corrente [A]; – comprimento [m]

8- Campo magnético de um condutor circular


Enrolando um condutor e dando-lhe a forma de circunferência, construindo assim uma espira, na
qual fazemos passar uma corrente, verifica-se que em vários pontos desse condutor, as linhas de
força têm todas o mesmo sentido na zona interior da espira.
Agrupando um certo número de espiras construímos uma bobina. Fazendo passar uma corrente
na bobina, todas as linhas de força ficam com o mesmo sentido no interior de cada uma das
espiras, associando-se estas forças de forma a bobina se comportar como um íman.

Imagem que representa o campo magnético num íman, à esquerda e numa bobina.
Figura retirada do sítio: http://educacao.uol.com.br/disciplinas/fisica
/campo-magnetico---espira-e-solenoide-direcao-sentido-e-vetor.htm

9- Eletroímanes
Ao colocarmos um núcleo de ferro no interior de uma bobina, verificamos que o conjunto adquire
propriedades magnéticas muito elevadas que no caso de uma bobina com núcleo de ar e com a
mesma intensidade de corrente.
As aplicações dos eletroímanes mais usuais, são: campainhas elétricas; contatores; relés e trinco
elétrico.

10- Corrente induzida em condutores


Ao introduzir-se um íman numa bobina, verifica-se que o ponteiro do galvanómetro, que é um
aparelho de medida, acusa a passagem de corrente.
Movimentando o íman junto da bobina observa-se que o ponteiro se desvia para um dos lados
quando se introduz o íman, e para o outro lado quando se retira o íman da bobina. Se
movimentarmos o íman com mais rapidez provocamos maiores correntes no circuito.
Este fenómeno é designado por indução magnética, onde o íman é o indutor e a bobina o
induzido, produzindo uma corrente no circuito fechado pelo galvanómetro à qual se dá o nome
de corrente induzida.
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Movimentação de um íman no interior de uma bobina.


Figura retirada do sítio: http://energiasalesianag7.blogspot.pt/2010/03/o-que-sao-inducao-electromagnetica-e-o.html

A lei de Faraday ou lei geral da indução magnética, refere que: Induz-se uma força eletromotriz
nos condutores que estão submetidos a variações de fluxo; se esses condutores fazem parte de
um circuito fechado aparece uma corrente induzida. Havendo corrente enquanto houver variação
de fluxo.

B- Contactores, botoneiras, pressostatos, termostatos e células fotoelétricas

1- Contactores
O contactor é um dispositivo eletromecânico que permite, a partir de um circuito de comando,
efetuar o controlo de cargas num circuito de potência. Essas cargas podem ser de qualquer tipo,
desde tensões diferentes do circuito de comando, até conter múltiplas fases.
É constituído por uma bobina que produz um campo magnético, que conjuntamente a uma parte
fixa proporciona movimento a uma parte móvel. Essa parte móvel, por sua vez, altera o estado
dos seus contactos associados. Os que estão abertos, fecha-os, os que estão fechados, abre-os.
Estes contactos podem ser de dois tipos, de potência e auxiliares.
Os de potência, geralmente são apresentados em grupos de 3, devido ao seu emprego comum no
comando de motores do tipo trifásicos.
Categoria AC1
Aplica-se a todos os aparelhos de utilização em corrente alternada (recetores), cujo fator de
potência é no mínimo igual a 0,95 (cosφ  0,95). Exemplos de utilização: Acionamento de cargas
não indutivas (aquecimento) ou fracamente indutivas (iluminação).
Categoria AC’2
Esta categoria diz respeito aos motores de rótor bobinado e com o corte efetuado quando o
motor já está lançado.
No fecho, o contactor estabelece a corrente de arranque próxima de duas a duas vezes e meia a
corrente nominal do motor.
Na abertura, o contactor corta a corrente nominal do motor. O corte é fácil.
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Categoria AC2
Esta categoria compreende o arranque, a travagem por contracorrente, como também a marcha
por “impulsos” dos motores de rótor bobinado.
6 No fecho, o contactor estabelece a corrente de arranque, próximo de 2,5 vezes a corrente
nominal do motor.
Na abertura, ele deve cortar a corrente de arranque, com uma tensão no mínimo igual à tensão
da rede. O corte é difícil.
Categoria AC3
É relativa aos motores de rótor em curto-circuito cujo corte é efetuado quando o motor está
lançado.
No fecho, o contactor estabelece a corrente de arranque que é de 5 a 7
vezes a corrente nominal do motor.
Na abertura, o contactor interrompe a corrente nominal absorvida pelo
motor, e neste momento, a tensão nos bornes de seus pólos é da ordem de
20% da tensão da rede. O corte é fácil.
Exemplos de utilização: todos os motores de rótor em curto-circuito: elevadores, escadas
rolantes, correias transportadoras, compressores, bombas, misturadores, etc.
Categorias AC4
Esta categoria é relativa às aplicações com travagem por contracorrente e marcha por “impulsos”
dos motores de rótor em curto-circuito.
O contactor fecha sob um pico de corrente que pode atingir 5 a 7 vezes a corrente nominal do
motor. Ao abrir, ele interrompe esta mesma corrente sob uma tensão tanto maior quanto menor
for a velocidade do motor. Esta tensão pode ser igual à tensão da rede. O corte é muito difícil.
Exemplos de utilização: máquinas de impressão, de levantamento, de metalurgia.

Contactos auxiliares
Os contactos auxiliares são fundamentalmente de dois tipos:
Contactos auxiliares instantâneos
Destinam-se a assegurar a autoalimentação da bobina do contactor, os
encravamentos, as sinalizações, etc.

Estes contactos podem ser normalmente abertos (NA ou NO) – os contactos estão
abertos e fecham quando o eletroíman é alimentado – ou normalmente fechados
(NF ou NC) – os contactos estão fechados e abrem logo que o eletroíman é
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alimentado.
Contactos auxiliares temporizados
Estabelecem ou abrem um circuito, algum tempo depois do fecho ou abertura do contactor que
os aciona. 7

Encontram a sua principal aplicação no arranque automático de


motores.
Estes contactos podem ser temporizados ao trabalho (se o
contactor está em repouso e, ao ser accionado, os contactos se
abrem (NF) ou fecham (NA), passadio um determinado tempo)
ou temporizados ao repouso (se, estando o contactor actuado
instantaneamente, ao ser desligado os contactos se abrem (NA) ou fecham (NF) passado um
determinado tempo).
Contactor atraca Contactor desatraca
NC t→ Contacto abre i Fecha
Contacto aberto →
Relé temporizado ao
A1

NO →t Contacto fecha i Abre


Contacto fechado →
trabalho
A2

Relé temporizado ao i Contacto abre


NC → t Fecha
Contacto aberto →
A1

i Contacto fecha t
repouso NO → Contacto fechado → Abre
A2

NC – Contacto normalmente fechado NO – Contacto normalmente aberto


t – ao fim da temporização i – instantaneamente

Relé térmico

Botoneira
Geralmente as botoneiras possuem botões de marcha I (b1) e
de paragem 0 (b0) com duplo contacto que podem ser
utilizados quando se pretende fazer encravamentos
eléctricos.
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Proteção dos motores contra sobreintensidades


Devem ser previstos dispositivos de proteção contra: sobrecargas e curto-circuitos. Utilizam-se
fusíveis e/ou disjuntores.
8 Fusíveis
O fusível interrompe o circuito, protegendo-o, por fusão. São dois os tipos de fusíveis utilizados
cilíndricos ou de cartucho e normalmente são cheios de areia ou de outro material similar.
Os fusíveis tipo gG, são fusíveis contra sobrecargas e curto-circuitos de ação lenta, os de tipo aM
são contra curto-circuitos de ação rápida e com alto poder de corte utilizados na proteção de
motores.
Disjuntores
Os disjuntores magnéticos protegem os motores contra curto-circuitos e com um nível de disparo,
em média, 13In.
Os disjuntores magnetotérmicos protegem contra sobrecargas (térmico) e contra curto-circuitos
(magnático).
Os relés de proteção térmica protegem os motores contra sobrecargas. São constituídos por
lâminas bimetálicas que por efeito de Joule se dobram abrindo os contactos, e permitem a
regulação da intensidade de corrente na parte frontal do equipamento, são tripolares e detetam
falta de fase.

Estabelecimento da proteção dos motores


- Contra sobrecargas: através da regulação de um relé térmico ou de um disjuntor
magnetotérmico. No arranque direto a corrente é de valor In, no arranque estrela triângulo o
valor do relé térmico de proteção é de In/3, e o do disjuntor magnetotérmico é de In.
- Contra curto-circuitos o calibre é escolhido tendo em conta a potência do motor.
- Contra sobrecargas e curto-circuitos escolhe-se um disjuntor magnetotérmico em função da
potência do motor. A regulação da proteção contra sobrecargas é feita na parte frontal, contra
curto-circuitos não é regulável e é igual a cerca de 13 vezes o valor máximo da regulação contra
sobrecargas.
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Potência normalizadas para motores de indução industrial


Motores trifásicos de rotor de curto-circuito 4 pólos, 1500 rpm, 400V / 50 Hz
- Catálogo Tesys -
400 V Disjuntor
Fusível aM
Potência In In/√3 magnético 9
Calibre (A)
(kW) (A) (A) Calibre (A)
0,37 0,98 0,57 2 1,0
0,55 1,50 0,87 2 1,6
0,75 1,90 1,10 4 2,5
1,10 2,50 1,40 4 2,5
1,50 3,40 1,96 6 4,0
2,20 4,80 2,80 8 6,3
3,00 6,30 3,60 12 10,0
4,00 8,10 4,70 12 10,0
5,50 11,00 6,40 16 14,0

Cores dos isolamentos dos condutores elétricos (Norma HD 308 S2)


Condutores
Número de
Fases
cores Proteção PE Neutro N
L1, L2 e L3
3 Verde/Amarelo Azul Castanho
4 Verde/Amarelo Castanho Preto Cinzento
4 Verde/Amarelo Azul Castanho Preto
5 Verde/Amarelo Azul Castanho Preto Cinzento
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Chapa de características dos motores

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Motor trifásico
1 Frequência 50 Hz
Máquina assíncrona trifásica

2 Potência mecânica disponível no veio corresponde a 15 kW


3 Valores nominais para ligação numa configuração em estrela: 400 V a 27,5 A
4 Valores nominais para ligação numa configuração em triângulo: 230 V a 48,7 A
5 Índice de proteção: máquina protegida contra a entrada de líquidos e de partículas
6 O fator de potência (cos φ) é igual à relação entre a potência ativa e a potência aparente
7 Velocidade nominal em rpm
8 Normas de construção do motor
9 Rendimento (ex: 85%)
Classe de isolamento
Temperatura máxima que o material de que é feito o Isolamento pode suportar sem perder
10 as suas propriedades
Y - 90°C A - 105°C E - 120°C B - 130°C F - 155°C
H - 180°C 200 - 200°C 220 - 220°C 250 - 250°C
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Especificações dos motores


Grandeza Símbolo Unidade Descrição
Velocidade do
ns Rpm Rpm do campo magnético girante
campo girante
Velocidade nominal nn Rpm Rpm realizadas pelo motor em condições normais 11
kW, hp,
Potência nominal Pn Potência mecânica produzida no eixo
cv
Potência absorvida P kW Potência elétrica absorvida pelo motor
Potência aparente S kVA “Disponibilidade” de potência elétrica
Tensão nominal Un V Tensão a que se submete o motor
Corrente nominal In A Corrente absorvida pelo motor
Corrente de
Ia A Corrente absorvida durante o arranque do motor
arranque
Relação entre a potência mecânica e a potência
Rendimento 
absorvida
Coseno do ângulo de desfasamento entre tensão e
Fator de potência cos 
corrente
Binário desenvolvido no eixo à potência nominal e
Binário nominal Mn Nm
rotação nominal
Binário desenvolvido no eixo a tensão e frequência
Binário de arranque Ma Nm
nominal, mas com o rotor bloqueado
Binário máximo que o motor pode desenvolver com
Binário máximo Mmáx Nm
tensão e frequência nominal
Binário mínimo que o motor pode desenvolver com
Binário mínimo Mmín Nm
tensão e frequência nominal
Inércia do motor J kgm2 Indica a oposição do rotor à sua rotação
Peso motor m kg Indica o peso do motor e do eixo
Diâmetro d m Indica o diâmetro do rotor

Código de cores em lâmpadas de sinalização


Vermelho: Perigo ou condição anormal
Laranja: Atenção, motor em marcha
Verde: Segurança, motor parado
Branca: Condição normal, pressão normal, circuitos de ar, água, lubrificação, etc.

Bibliografia
“Princípios de electricidade e electrónica”, Noel M. Morris, Edições CETOP.

“Elementos de electricidade”, Simões Morais, Edição do Autor.

“Electricidade”. José Vagos Carreira Matias, Didáctica Editora.

“Física e Química na nossa vida – Viver melhor na Terra”, M. Margarida R. D. Rodrigues e


Fernando Morão Lopes Dias, Ciências Físico-Químicas | 9º ano, Porto Editora.