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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL

CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS


ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DATA-BASE - 30/09/2010

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Banco Daycoval S.A.


Relatório dos Auditores Independentes
sobre Revisão Especial das
Informações Trimestrais - ITR
Terceiro Trimestre - 2010

26/10/2010 18:54:47 Pág: 1


SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DATA-BASE - 30/09/2010

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

21.01 - RELATÓRIO DA REVISÃO ESPECIAL - SEM RESSALVA

Aos Acionistas e Administradores do


Banco Daycoval S.A.
São Paulo – SP

1. Revisamos as informações contábeis contidas nas Informações Trimestrais - ITR,


individuais e consolidadas, do Banco Daycoval S.A. (“Banco”) e as controladas e
entidades de propósito especifico representadas por fundos de investimento em direitos
creditórios e multimercado (“Consolidado”), referentes ao trimestre findo em 30 de
setembro de 2010, compreendendo o balanço patrimonial, as demonstrações do
resultado, das mutações do patrimônio líquido, dos fluxos de caixa e do valor
adicionado, o relatório do desempenho e as notas explicativas, elaborados sob a
responsabilidade sua Administração.

2. Nossa revisão foi efetuada de acordo com as normas específicas estabelecidas pelo
IBRACON - Instituto dos Auditores Independentes do Brasil, em conjunto com o
Conselho Federal de Contabilidade - CFC, e consistiu, principalmente, em:
(a) indagação e discussão com os administradores responsáveis pelas áreas contábil,
financeira e operacional do Banco e do Consolidado quanto aos principais critérios
adotados na elaboração das Informações Trimestrais; e (b) revisão das informações e
dos eventos subsequentes que tenham, ou possam vir a ter, efeitos relevantes sobre a
posição financeira e as operações do Banco e do Consolidado.

3. Com base em nossa revisão, não temos conhecimento de nenhuma modificação


relevante que deva ser feita nas informações contábeis contidas nas Informações
Trimestrais referidas no parágrafo 1, para que estejam de acordo com as práticas
contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo
Banco Central do Brasil e apresentadas de acordo com as normas expedidas pela
Comissão de Valores Mobiliários - CVM, aplicáveis à elaboração das Informações
Trimestrais.

São Paulo, 25 de outubro de 2010

DELOITTE TOUCHE TOHMATSU Gilberto Bizerra de Souza


Auditores Independentes Contador
CRC nº 2 SP 011609/O-8 CRC nº 1 RJ 076328/O-2 “S” SP

26/10/2010 18:54:47 Pág: 2


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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

1 Ativo Total 9.304.787 8.711.472


1.01 Ativo Circulante 6.395.623 6.410.217
1.01.01 Disponibilidades 61.603 58.105
1.01.02 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 2.464.792 3.021.014
1.01.02.01 Aplicações no Mercado Aberto 2.352.997 2.909.998
1.01.02.02 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 106.376 99.128
1.01.02.03 Aplicações em Moeda Estrangeira 5.419 11.888
1.01.03 Títulos e Valores Mobiliários 282.599 263.958
1.01.03.01 Carteira Própria 261.144 253.636
1.01.03.02 Vinculados a Operações Compromissadas 1.002 2.349
1.01.03.03 Instrumentos Financeiros Derivativos 18.523 2.171
1.01.03.04 Vinculados ao Banco Central 0 0
1.01.03.05 Vinculados à Prestação de Garantias 1.930 5.802
1.01.04 Relações Interfinanceiras 17.172 11.428
1.01.05 Relações Interdependências 0 0
1.01.06 Operações de Crédito 3.064.931 2.646.995
1.01.06.01 Operações de Crédito - Setor Público 6.989 7.711
1.01.06.02 Operações de Crédito - Setor Privado 3.169.923 2.748.015
1.01.06.03 Prov. p/Oper. de Crédito Liq. Duvidosa (111.981) (108.731)
1.01.07 Operações de Arrendamento Mercantil 0 0
1.01.08 Outros Créditos 442.819 350.096
1.01.08.01 Carteira de Câmbio 187.312 176.840
1.01.08.02 Rendas a Receber 1.239 589
1.01.08.03 Negociação e Intermediação de Valores 30 53
1.01.08.04 Outros Créditos Diversos 254.667 172.917
1.01.08.05 Prov. p/Outros Créditos de Liq. Duvidosa (429) (303)
1.01.09 Outros Valores e Bens 61.707 58.621
1.01.09.01 Bens não de Uso Próprio 28.805 26.606
1.01.09.02 Prov. p/Perdas com BNDU (4.045) (4.650)
1.01.09.03 Despesas Antecipadas 36.947 36.665
1.02 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.739.014 2.235.051
1.02.01 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 19.202 2.549
1.02.01.01 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 19.202 2.549
1.02.02 Títulos e Valores Mobiliários 825.050 512.410
1.02.02.01 Carteira Própria 490.697 224.531
1.02.02.02 Vinculados a Operações Compromissadas 289.206 216.063
1.02.02.03 Instrumentos Financeiros Derivativos 3.806 13.389
1.02.02.04 Vinculados ao Banco Central 0 0
1.02.02.05 Vinculados à Prestação de Garantias 41.341 58.427
1.02.03 Relações Interfinanceiras 0 0
1.02.04 Relações Interdependências 0 0

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

02.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2010 4 -30/06/2010

1.02.05 Operações de Crédito 1.581.880 1.423.776


1.02.05.01 Operações de Crédito - Setor Público 7.518 8.230
1.02.05.02 Operações de Crédito - Setor Privado 1.621.856 1.459.835
1.02.05.03 Prov. p/Oper. de Crédito Liq. Duvidosa (47.494) (44.289)
1.02.06 Operações de Arrendamento Mercantil 0 0
1.02.07 Outros Créditos 280.134 267.954
1.02.07.01 Outros Créditos Diversos 280.134 267.954
1.02.08 Outros Valores e Bens 32.748 28.362
1.02.08.01 Despesas Antecipadas 32.748 28.362
1.03 Ativo Permanente 170.150 66.204
1.03.01 Investimentos 164.925 61.200
1.03.01.01 Dependências no Exterior 0 0
1.03.01.02 Participações em Controladas 164.680 60.956
1.03.01.03 Participações em Coligadas e Equiparadas 0 0
1.03.01.04 Outros Investimentos 245 244
1.03.01.05 Provisão para Perdas 0 0
1.03.02 Imobilizado de Uso 5.192 4.962
1.03.03 Imobilizado de Arrendamento 0 0
1.03.04 Intangível 33 42
1.03.05 Diferido 0 0

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

2 Passivo Total 9.304.787 8.711.472


2.01 Passivo Circulante 4.509.637 3.879.046
2.01.01 Depósitos 1.758.547 1.334.546
2.01.01.01 Depósitos à Vista 332.905 163.479
2.01.01.02 Depósitos Interfinanceiros 28.318 57.806
2.01.01.03 Depósitos a Prazo 1.395.679 1.111.695
2.01.01.04 Depósitos em Moeda Estrangeria 1.645 1.566
2.01.01.05 Outros Depósitos 0 0
2.01.02 Captações no Mercado Aberto 1.755.936 1.725.512
2.01.02.01 Carteira Própria 288.719 217.494
2.01.02.02 Carteira de Terceiros 1.467.217 1.508.018
2.01.03 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 169.783 15.918
2.01.03.01 Obrigações por TVM no Exterior 169.783 15.918
2.01.04 Relações Interfinanceiras 4.605 3.595
2.01.05 Relações Interdependências 10.597 4.428
2.01.06 Obrigações por Empréstimos 535.318 553.018
2.01.06.01 Empréstimos no Exterior 535.318 553.018
2.01.07 Obrigações por Repasse do País 86.756 71.863
2.01.07.01 BNDES 59.333 51.175
2.01.07.02 FINAME 27.423 20.688
2.01.08 Obrigações por Repasse do Exterior 0 8.068
2.01.09 Outras Obrigações 188.095 162.098
2.01.09.01 Cobrança e Arrec. Trib. e Assemelhados 3.392 2.757
2.01.09.02 Carteira de Câmbio 6.542 29.554
2.01.09.03 Sociais e Estatutárias 37.893 29.917
2.01.09.04 Fiscais e Previdênciárias 81.516 50.389
2.01.09.05 Negociação e Intermediação de Valores 847 2.338
2.01.09.06 Instrumentos Financeiros Derivativos 14.306 5.563
2.01.09.07 Outras Obrigações Diversas 43.599 41.580
2.02 Passivo Exigível a Longo Prazo 3.055.235 3.160.562
2.02.01 Depósitos 1.559.217 1.446.536
2.02.01.01 Depósitos Interfinanceiros 0 0
2.02.01.02 Depósitos a Prazo 1.559.217 1.446.536
2.02.02 Captações no Mercado Aberto 0 0
2.02.03 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 489.783 698.937
2.02.03.01 Obrigações por Emissão Let. Financeiras 1.007 0
2.02.03.02 Obrigações por TVM no Exterior 488.776 698.937
2.02.04 Relações Interfinanceiras 0 0
2.02.05 Relações Interdependências 0 0
2.02.06 Obrigações por Empréstimos 384.649 446.776
2.02.06.01 Empréstimos no Exterior 384.649 446.776

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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

02.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2010 4 -30/06/2010

2.02.07 Obrigações por Repasse do País 162.968 156.833


2.02.07.01 BNDES 58.036 66.834
2.02.07.02 FINAME 104.932 89.999
2.02.08 Obrigações por Repasse do Exterior 0 0
2.02.09 Outras Obrigações 458.618 411.480
2.02.09.01 Fiscais e Previdenciárias 415.246 388.613
2.02.09.02 Instrumentos Financeiros Derivativos 34.445 14.455
2.02.09.03 Outras Obrigações Diversas 8.927 8.412
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 4.275 3.848
2.05 Patrimônio Líquido 1.735.640 1.668.016
2.05.01 Capital Social Realizado 1.359.143 1.359.143
2.05.02 Reservas de Capital 192 192
2.05.03 Reservas de Reavaliação 1.467 1.492
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 1.467 1.492
2.05.04 Reservas de Lucro 244.290 241.892
2.05.04.01 Legal 36.803 36.803
2.05.04.02 Estatutária 202.978 204.386
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 12.409 12.409
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro (7.900) (11.706)
2.05.04.07.01 Ações em Tesouraria (7.900) (11.706)
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 4.057 (66)
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 4.057 (66)
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 126.491 65.363

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.01 Receitas da Intermediação Financeira 311.355 889.873 160.194 515.945


3.01.01 Operações de Crédito 243.843 659.038 183.208 546.464
3.01.02 Resultado de Operações com TVM 100.688 233.723 66.362 203.483
3.01.03 Resultado com Derivativos (33.176) (17.471) (89.376) (234.002)
3.01.04 Resultado de Operações de Câmbio 0 14.583 0 0
3.01.05 Resultado de Aplicações Compulsórias 0 0 0 0
3.02 Despesas da Intermediação Financeira (199.925) (503.960) (149.119) (499.520)
3.02.01 Operações de Captação no Mercado (135.539) (351.713) (74.672) (249.248)
3.02.02 Operações de Empréstimos e Repasses (11.795) (32.365) (4.676) (19.956)
3.02.03 Resultado de Operações de Câmbio (468) (468) (1.540) (7.744)
3.02.04 Provisão p/Crédito de Liquid. Duvidosa (52.123) (119.414) (68.231) (222.572)
3.03 Resultado Bruto Intermediação Financeira 111.430 385.913 11.075 16.425
3.04 Outras Despesas/Receitas Operacionais 19.909 (83.264) 44.097 152.708
3.04.01 Receitas de Prestação de Serviços 8.477 21.010 4.358 11.998
3.04.02 Despesas de Pessoal (22.293) (65.050) (15.279) (45.625)
3.04.03 Outras Despesas Administrativas (29.267) (77.566) (26.011) (80.395)
3.04.04 Despesas Tributárias (11.318) (28.721) (9.091) (26.548)
3.04.05 Outras Receitas Operacionais 95.949 106.429 105.862 332.430
3.04.06 Outras Despesas Operacionais (25.012) (45.591) (15.245) (37.357)
3.04.07 Resultado da Equivalência Patrimonial 3.373 6.225 (497) (1.795)
3.05 Resultado Operacional 131.339 302.649 55.172 169.133
3.06 Resultado Não Operacional (1.435) (8.025) (2.441) (11.840)
3.06.01 Receitas 1.767 4.327 2.908 6.077
3.06.02 Despesas (3.202) (12.352) (5.349) (17.917)
3.07 Resultado Antes Tributação/Participações 129.904 294.624 52.731 157.293
3.08 Provisão para IR e Contribuição Social (33.795) (71.560) (35.164) (88.669)
3.08.01 Provisão para Imposto de Renda (20.983) (44.533) (22.705) (57.504)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

03.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.08.02 Provisão para Contribuição Social (12.812) (27.027) (12.459) (31.165)


3.09 IR Diferido (3.858) 191 27.099 68.106
3.10 Participações/Contribuições Estatutárias (7.239) (19.441) (2.617) (8.113)
3.10.01 Participações 0 0 0 0
3.10.02 Contribuições 0 0 0 0
3.11 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.13 Lucro/Prejuízo do Período 85.012 203.814 42.049 128.617
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 215.478 215.478 216.324 216.324
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,39453 0,94587 0,19438 0,59456
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais (391.463) 48.788 254.027 553.967

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 157.324 392.037 101.234 377.994

4.01.01.01 Lucro Líquido do Trimestre 85.012 203.814 42.049 128.617

4.01.01.02 Ajuste de Avaliaç. Patrim. - TVM 4.123 3.597 573 5.989

4.01.01.03 Depreciações e Amortizações 345 1.039 382 1.095

4.01.01.04 Impostos Diferidos 3.858 (191) (27.099) (64.868)

4.01.01.05 Provisão para Contingências 15.841 71.324 17.603 85.357

4.01.01.06 Prov. p/ Créd. Liquidação Duvidosa 51.997 119.987 79.595 233.933

4.01.01.07 Prov. p/ Outros Créd. Liquid. Duvidosa 126 (573) (11.364) (11.361)

4.01.01.08 Prov. p/ Perdas em Outros Val. e Bens (605) (735) (1.002) (2.606)

4.01.01.09 Resultado de Equivalência Patrimonial (3.373) (6.225) 497 1.795

4.01.01.10 IR/CS sobre Reserva de Reavaliação 0 0 0 21

4.01.01.11 Atualização de Títulos Patrimoniais 0 0 0 22

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (548.787) (343.249) 152.793 175.973

4.01.02.01 (Aumento)Redução Aplic. Interf. de Liq. (17.431) (63.803) (4.004) (75.358)

4.01.02.02 (Aumento)Redução TVM e Derivativos (302.548) (223.642) 78.646 36.535

4.01.02.03 (Aumento)Redução Rel. Interf. e Interd. 1.435 11.894 5.944 6.849

4.01.02.04 (Aumento)Redução Operações de Crédito (628.163) (1.479.011) (247.632) (29.013)

4.01.02.05 (Aumento)Redução Outros Créditos (99.430) (254.311) 11.851 97.536

4.01.02.06 (Aumento)Redução Outros Valores e Bens (6.867) (12.796) (3.900) 30.308

4.01.02.07 Aumento (Redução) Depósitos 534.682 924.919 299.161 576.237

4.01.02.08 Aumento (Redução)Cap. no Mercado Aberto 71.225 43.028 (15.545) (138.541)

4.01.02.09 Aumento (Redução)Rec. Aceites e Cambiais (55.289) 283.484 (50.791) (193.564)

4.01.02.10 Aumento (Redução)Obrig. Emprést. Repas. (66.867) 416.136 52.845 (84.355)

4.01.02.11 Aumento (Redução)Outras Obrigações 20.039 11.585 26.894 (48.792)

4.01.02.12 Aumento (Redução) Res. de Exerc. Futuros 427 (732) (676) (1.869)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

04.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/07/2010 a 30/09/2010 4 -01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/200901/07/20096a- 30/09/2009


01/01/2009 a 30/09/200901/01/2009 a 30/09/2009

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (100.569) (100.942) 0 87

4.02.01 Alienação de Imobilizado de Uso 36 36 0 148

4.02.02 Aquisição de Imobilizado de Uso (605) (978) 0 (61)

4.02.03 Aumento de capital em investimentos (100.000) (100.000) 0 0

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (20.669) (163.666) (27.558) (95.684)

4.03.01 JCP e/ou Dividendos Pagos (23.067) (167.388) (25.451) (73.566)

4.03.02 Aquisição de Ações de Emissão Própria 2.398 3.722 (2.107) (22.118)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes (512.701) (215.820) 226.469 458.370

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 1.460.085 1.163.204 1.396.243 1.164.342

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 947.384 947.384 1.622.712 1.622.712

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

05.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/07/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.359.143 192 1.492 241.892 65.363 (66) 1.668.016

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.359.143 192 1.492 241.892 65.363 (66) 1.668.016

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 85.012 0 85.012

5.05 Destinações 0 0 0 0 (23.909) 0 (23.909)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (23.909) 0 (23.909)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 4.123 4.123

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 4.123 4.123

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 2.398 0 0 2.398

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (25) 0 25 0 0

5.12.01 Realização da Reserva de Reavaliação 0 0 (25) 0 25 0 0

5.13 Saldo Final 1.359.143 192 1.467 244.290 126.491 4.057 1.735.640

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

05.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO DE 01/01/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.359.143 192 1.569 331.354 0 460 1.692.718

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.359.143 192 1.569 331.354 0 460 1.692.718

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 203.814 0 203.814

5.05 Destinações 0 0 0 (90.785) (77.445) 0 (168.230)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 (96.725) 0 0 (96.725)

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (71.505) 0 (71.505)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 5.940 (5.940) 0 0

5.05.03.01 Reserva Legal 0 0 0 5.940 (5.940) 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 3.597 3.597

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 3.597 3.597

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 3.721 0 0 3.721

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (102) 0 122 0 20

5.12.01 Realização da Reserva de Reavaliação 0 0 (102) 0 122 0 20

5.13 Saldo Final 1.359.143 192 1.467 244.290 126.491 4.057 1.735.640

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

1 Ativo Total 9.329.213 8.813.461


1.01 Ativo Circulante 6.451.247 6.436.299
1.01.01 Disponibilidades 62.038 58.306
1.01.02 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 2.464.792 3.021.014
1.01.02.01 Aplicações no Mercado Aberto 2.352.997 2.909.998
1.01.02.02 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 106.376 99.128
1.01.02.03 Aplicações em Moeda Estrangeira 5.419 11.888
1.01.03 Títulos e Valores Mobiliários 222.204 172.996
1.01.03.01 Carteira Própria 198.722 158.081
1.01.03.02 Vinculados a Operações Compromissadas 1.002 2.349
1.01.03.03 Instrumentos Financeiros Derivativos 18.523 2.171
1.01.03.04 Vinculados ao Banco Central 0 0
1.01.03.05 Vinculados a Prestação de Garantias 1.930 5.802
1.01.03.06 Recursos Garant. de Provisões Técnicas 2.027 4.593
1.01.04 Relações Interfinanceiras 17.172 11.428
1.01.05 Relações Interdependências 0 0
1.01.06 Operações de Crédito 3.177.214 2.761.494
1.01.06.01 Operações de Crédito - Setor Público 6.989 7.711
1.01.06.02 Operações de Crédito - Setor Privado 3.292.448 2.873.333
1.01.06.03 Prov. p/Oper. de Crédito Liq. Duvidosa (122.223) (119.550)
1.01.07 Operações de Arrendamento Mercantil 0 0
1.01.08 Outros Créditos 446.119 352.439
1.01.08.01 Carteira de Câmbio 187.312 176.840
1.01.08.02 Rendas a Receber 1.996 1.264
1.01.08.03 Negociação e Intermediação de Valores 30 53
1.01.08.04 Prêmios de Seguros a Receber 450 309
1.01.08.05 Outros Créditos Diversos 256.760 174.276
1.01.08.06 Prov. p/Outros Créditos de Liq. Duvidosa (429) (303)
1.01.09 Outros Valores e Bens 61.708 58.622
1.01.09.01 Bens não de Uso Próprio 28.805 26.606
1.01.09.02 Prov. p/Perdas com BNDU (4.045) (4.650)
1.01.09.03 Despesas Antecipadas 36.948 36.666
1.02 Ativo Realizável a Longo Prazo 2.867.541 2.366.828
1.02.01 Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 19.202 2.549
1.02.01.01 Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 19.202 2.549
1.02.02 Títulos e Valores Mobiliários 902.991 581.463
1.02.02.01 Carteira Própria 549.950 277.752
1.02.02.02 Vinculados a Operações Compromissadas 289.206 216.063
1.02.02.03 Instrumentos Financeiros Derivativos 3.806 13.389
1.02.02.04 Vinculados ao Banco Central 0 0
1.02.02.05 Vinculados à Prestação de Garantias 41.341 58.427

26/10/2010 18:42:28 Pág: 1


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

08.01 - BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2010 4 -30/06/2010

1.02.02.06 Recursos Garant. de Provisões Técnicas 18.688 15.832


1.02.03 Relações Interfinanceiras 0 0
1.02.04 Relações Interdependências 0 0
1.02.05 Operações de Crédito 1.632.459 1.486.474
1.02.05.01 Operações de Crédito - Setor Público 7.518 8.230
1.02.05.02 Operações de Crédito - Setor Privado 1.672.435 1.522.533
1.02.05.03 Prov. p/Oper. de Crédito Liq. Duvidosa (47.494) (44.289)
1.02.06 Operações de Arrendamento Mercantil 0 0
1.02.07 Outros Créditos 280.141 267.980
1.02.07.01 Outros Créditos Diversos 280.141 267.980
1.02.08 Outros Valores e Bens 32.748 28.362
1.02.08.01 Despesas Antecipadas 32.748 28.362
1.03 Ativo Permanente 10.425 10.334
1.03.01 Investimentos 391 391
1.03.01.01 Dependências no Exterior 0 0
1.03.01.02 Participações em Controladas 0 0
1.03.01.03 Participações em Coligadas e Equiparadas 0 0
1.03.01.04 Outros Investimentos 391 391
1.03.01.05 Provisão para Perdas 0 0
1.03.02 Imobilizado de Uso 9.989 9.889
1.03.03 Imobilizado de Arrendamento 0 0
1.03.04 Intangível 45 54
1.03.05 Diferido 0 0

26/10/2010 18:42:28 Pág: 2


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CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 30/09/2010 4 - 30/06/2010

2 Passivo Total 9.329.213 8.813.461


2.01 Passivo Circulante 4.506.512 3.872.570
2.01.01 Depósitos 1.758.016 1.334.269
2.01.01.01 Depósitos à Vista 332.374 163.202
2.01.01.02 Depósitos Interfinanceiros 28.318 57.806
2.01.01.03 Depósitos a Prazo 1.395.679 1.111.695
2.01.01.04 Depósitos em Moeda Estrangeira 1.645 1.566
2.01.01.05 Outros Depósitos 0 0
2.01.02 Captações no Mercado Aberto 1.724.217 1.691.890
2.01.02.01 Carteira Própria 257.000 183.872
2.01.02.02 Carteira de Terceiros 1.467.217 1.508.018
2.01.03 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 169.777 15.868
2.01.03.01 Obrigações por TVM no Exterior 169.777 15.868
2.01.04 Relações Interfinanceiras 4.605 3.595
2.01.05 Relações Interdependências 10.597 4.428
2.01.06 Obrigações por Empréstimos 536.574 554.873
2.01.06.01 Empréstimos no País 0 0
2.01.06.02 Empréstimos no Exterior 536.574 554.873
2.01.07 Obrigações por Repasse do País 86.756 71.863
2.01.07.01 BNDES 59.333 51.175
2.01.07.02 FINAME 27.423 20.688
2.01.08 Obrigações por Repasse do Exterior 0 8.068
2.01.09 Outras Obrigações 215.970 187.716
2.01.09.01 Cobrança e Arrec. Trib. e Assemelhados 3.392 2.757
2.01.09.02 Carteira de Câmbio 6.542 29.554
2.01.09.03 Prov. Técnicas de Seguros e Previdência 20.548 20.019
2.01.09.04 Sociais e Estatutárias 38.059 30.028
2.01.09.05 Fiscais e Previdenciárias 85.449 52.025
2.01.09.06 Negociação e Intermediação de Valores 847 2.339
2.01.09.07 Instrumentos Financeiros Derivativos 14.306 5.563
2.01.09.08 Outras Obrigações Diversas 46.827 45.431
2.02 Passivo Exigível a Longo Prazo 3.082.204 3.268.458
2.02.01 Depósitos 1.489.837 1.440.687
2.02.01.01 Depósitos Interfinanceiros 0 0
2.02.01.02 Depósitos a Prazo 1.489.837 1.440.687
2.02.02 Captações no Mercado Aberto 0 0
2.02.03 Recursos de Aceites e Emissão de Títulos 487.230 696.222
2.02.03.01 Obrigações por Emissão Let. Financeiras 1.007 0
2.02.03.02 Obrigações por TVM no Exterior 486.223 696.222
2.02.04 Relações Interfinanceiras 0 0
2.02.05 Relações Interdependências 0 0

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INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

08.02 - BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -30/09/2010 4 -30/06/2010

2.02.06 Obrigações por Empréstimos 483.532 563.225


2.02.06.01 Empréstimos no País 98.883 116.449
2.02.06.02 Empréstimos no Exterior 384.649 446.776
2.02.07 Obrigações por Repasse do País 162.968 156.833
2.02.07.01 BNDES 58.036 66.834
2.02.07.02 FINANME 104.932 89.999
2.02.08 Obrigações por Repasse do Exterior 0 0
2.02.09 Outras Obrigações 458.637 411.491
2.02.09.01 Fiscais e Previdenciárias 415.265 388.624
2.02.09.02 Instrumentos Financeiros Derivativos 34.445 14.455
2.02.09.03 Outras Obrigações Diversas 8.927 8.412
2.03 Resultados de Exercícios Futuros 4.275 3.847
2.04 Part. de Acionistas Não Controladores 582 570
2.05 Patrimônio Líquido 1.735.640 1.668.016
2.05.01 Capital Social Realizado 1.359.143 1.359.143
2.05.02 Reservas de Capital 192 192
2.05.03 Reservas de Reavaliação 1.467 1.492
2.05.03.01 Ativos Próprios 0 0
2.05.03.02 Controladas/Coligadas e Equiparadas 1.467 1.492
2.05.04 Reservas de Lucro 244.290 241.892
2.05.04.01 Legal 36.803 36.803
2.05.04.02 Estatutária 202.978 204.386
2.05.04.03 Para Contingências 0 0
2.05.04.04 De Lucros a Realizar 12.409 12.409
2.05.04.05 Retenção de Lucros 0 0
2.05.04.06 Especial p/ Dividendos Não Distribuídos 0 0
2.05.04.07 Outras Reservas de Lucro (7.900) (11.706)
2.05.04.07.01 Ações em Tesouraria (7.900) (11.706)
2.05.05 Ajustes de Avaliação Patrimonial 4.057 (66)
2.05.05.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 4.057 (66)
2.05.05.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0
2.05.05.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0
2.05.06 Lucros/Prejuízos Acumulados 126.491 65.363

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.01 Receitas da Intermediação Financeira 321.693 916.186 169.564 550.917


3.01.01 Operações de Crédito 252.918 686.522 192.469 579.770
3.01.02 Resultado de Operações com TVM 101.952 232.535 66.529 205.207
3.01.03 Resultado com Derivativos (33.177) (17.454) (89.434) (234.060)
3.01.04 Resultado de Operações de Câmbio 0 14.583 0 0
3.01.05 Resultado de Aplicações Compulsórias 0 0 0 0
3.02 Despesas da Intermediação Financeira (203.797) (520.376) (156.644) (528.392)
3.02.01 Operações de Captação no Mercado (133.566) (349.291) (74.482) (248.636)
3.02.02 Operações de Empréstimos e Repasses (17.640) (51.203) (12.390) (49.438)
3.02.03 Resultado de Operações de Câmbio (468) (468) (1.541) (7.746)
3.02.04 Provisão p/Crédito de Liquid. Duvidosa (52.123) (119.414) (68.231) (222.572)
3.03 Resultado Bruto Intermediação Financeira 117.896 395.810 12.920 22.525
3.04 Outras Despesas/Receitas Operacionais 15.746 (89.875) 42.992 148.780
3.04.01 Receitas de Prestação de Serviços 9.925 24.261 4.831 13.042
3.04.02 Despesas de Pessoal (22.736) (65.955) (15.451) (46.155)
3.04.03 Outras Despesas Administrativas (30.098) (80.252) (26.700) (82.643)
3.04.04 Despesas Tributárias (11.634) (29.696) (9.282) (27.192)
3.04.05 Outras Receitas Operacionais 96.843 109.788 106.934 335.253
3.04.06 Outras Despesas Operacionais (26.554) (48.021) (17.340) (43.525)
3.04.07 Resultado da Equivalência Patrimonial 0 0 0 0
3.05 Resultado Operacional 133.642 305.935 55.912 171.305
3.06 Resultado Não Operacional (1.435) (8.025) (2.473) (11.872)
3.06.01 Receitas 1.767 4.327 2.908 6.077
3.06.02 Despesas (3.202) (12.352) (5.381) (17.949)
3.07 Resultado Antes Tributação/Participações 132.207 297.910 53.439 159.433
3.08 Provisão para IR e Contribuição Social (36.032) (74.577) (35.812) (90.573)
3.08.01 Provisão para Imposto de Renda (22.596) (46.668) (23.151) (58.809)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

09.01 - DEMONSTRAÇÃO DO RESULTADO CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

3.08.02 Provisão para Contribuição Social (13.436) (27.909) (12.661) (31.764)


3.09 IR Diferido (3.858) 191 27.099 68.106
3.10 Participações/Contribuições Estatutárias (7.294) (19.681) (2.667) (8.316)
3.10.01 Participações 0 0 0 0
3.10.02 Contribuições 0 0 0 0
3.11 Reversão dos Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0
3.12 Part. de Acionistas Não Controladores (11) (29) (10) (33)
3.13 Lucro/Prejuízo do Período 85.012 203.814 42.049 128.617
NÚMERO AÇÕES, EX-TESOURARIA (Mil) 215.478 215.478 216.324 216.324
LUCRO POR AÇÃO (Reais) 0,39453 0,94587 0,19438 0,59456
PREJUÍZO POR AÇÃO (Reais)

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
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01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - 01/07/2010 a 30/09/2010 4 - 01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/2009 6 - 01/01/2009 a 30/09/2009

4.01 Caixa Líquido Atividades Operacionais (492.102) (52.279) 251.111 553.550

4.01.01 Caixa Gerado nas Operações 160.827 398.672 100.999 376.735

4.01.01.01 Lucro Líquido do Trimestre 85.012 203.814 42.049 128.617

4.01.01.02 Ajustes de Aval. Patrim. - TVM 4.123 3.597 573 5.989

4.01.01.03 Depreciações e Amortizações 475 1.429 497 1.473

4.01.01.04 Impostos Diferidos 3.858 (191) (27.099) (64.857)

4.01.01.05 Provisão para Contingências 15.841 71.324 17.603 85.357

4.01.01.06 Provisão p/ Créd. Liquid. Duvidosa 51.997 119.987 79.595 233.933

4.01.01.07 Provisão p/Outros Créd. Liquid. Duvidosa 126 (573) (11.364) (11.361)

4.01.01.08 Provisão p/ Perdas em Outros Val. e Bens (605) (735) (1.002) (2.606)

4.01.01.09 IR/CS sobre Reserva de Reavaliação 0 20 147 168

4.01.01.10 Atualizações de Títulos Patrimoniais 0 0 0 22

4.01.02 Variações nos Ativos e Passivos (652.929) (450.951) 150.112 176.815

4.01.02.01 (Aumento) Redução Aplic. Interf. de Liq. (17.432) (63.804) (4.004) (75.358)

4.01.02.02 (Aumento) Redução TVM e Derivativos (342.875) (250.992) 51.866 11.053

4.01.02.03 (Aumento) Redução Rel. Interf. e Interd. 1.435 11.894 5.944 6.849

4.01.02.04 (Aumento) Redução Operações de Créditos (613.702) (1.464.492) (241.480) 38.290

4.01.02.05 (Aumento) Redução Outros Créditos (100.494) (256.874) 11.456 96.734

4.01.02.06 (Aumento) Redução Outros Valores e Bens (6.867) (12.796) (3.901) 30.307

4.01.02.07 Aumento (Redução) Depósitos 472.897 866.024 300.459 574.485

4.01.02.08 Aumento (Redução) Cap. no Mercado Aberto 73.128 12.918 (15.549) (138.573)

4.01.02.09 Aumento (Redução)Rec.e Aceites Cambiais (55.083) 283.547 (50.607) (195.980)

4.01.02.10 Aumento (Redução) Obrig. Emprést. Repas. (85.032) 394.262 69.117 (124.510)

4.01.02.11 Aumento (Redução) Outras Obrigações 20.669 30.094 27.487 (44.613)

4.01.02.12 Aumento (Redução) Res. de Exerc. Futuros 427 (732) (676) (1.869)

4.01.03 Outros 0 0 0 0

4.02 Caixa Líquido Atividades de Investimento (569) (942) 403 498

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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

10.01 - DEMONSTRAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO (Reais Mil)

1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 -01/07/2010 a 30/09/2010 4 -01/01/2010 a 30/09/2010 5 - 01/07/2009 a 30/09/200901/07/20096a- 30/09/2009


01/01/2009 a 30/09/200901/01/2009 a 30/09/2009

4.02.01 Alienação de Imobilizado de Uso 36 36 403 559

4.02.02 Aquisição de Imobilizado de Uso (605) (978) 0 (61)

4.03 Caixa Líquido Atividades Financiamento (20.669) (163.666) (27.558) (95.684)

4.03.01 JCP e/ ou Dividendos Pagos (23.067) (167.388) (25.451) (73.566)

4.03.02 Aquisição de Ações de Emissão Própria 2.398 3.722 (2.107) (22.118)

4.04 Variação Cambial s/ Caixa e Equivalentes 0 0 0 0

4.05 Aumento(Redução) de Caixa e Equivalentes (513.340) (216.887) 223.956 458.364

4.05.01 Saldo Inicial de Caixa e Equivalentes 1.461.158 1.164.705 1.398.978 1.164.570

4.05.02 Saldo Final de Caixa e Equivalentes 947.818 947.818 1.622.934 1.622.934

26/10/2010 18:44:34 Pág: 2


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

11.01 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/07/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.359.143 192 1.492 241.892 65.363 (66) 1.668.016

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.359.143 192 1.492 241.892 65.363 (66) 1.668.016

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 85.012 0 85.012

5.05 Destinações 0 0 0 0 (23.909) 0 (23.909)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 0 0 0 0

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (23.909) 0 (23.909)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 0 0 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 4.123 4.123

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 4.123 4.123

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 2.398 0 0 2.398

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (25) 0 25 0 0

5.12.01 Realização da Reserva de Lucros 0 0 (25) 0 25 0 0

5.13 Saldo Final 1.359.143 192 1.467 244.290 126.491 4.057 1.735.640

26/10/2010 18:45:13 Pág: 1


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ITR - INFORMAÇÕES TRIMESTRAIS Data-Base - 30/09/2010 Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA

01.01 - IDENTIFICAÇÃO

1 - CÓDIGO CVM 2 - DENOMINAÇÃO SOCIAL 3 - CNPJ

02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

11.02 - DEMONSTRAÇÃO DAS MUTAÇÕES DO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CONSOLIDADO DE 01/01/2010 a 30/09/2010 (Reais Mil)
1 - CÓDIGO 2 - DESCRIÇÃO 3 - CAPITAL SOCIAL 4 - RESERVAS DE 5 - RESERVAS DE 6 - RESERVAS DE 7 - LUCROS/ PREJUÍZOS 8 - AJUSTES DE 9 - TOTAL PATRIMÔNIO
CAPITAL REAVALIAÇÃO LUCRO ACUMULADOS AVALIAÇÃO LÍQUIDO
PATRIMONIAL

5.01 Saldo Inicial 1.359.143 192 1.569 331.354 0 460 1.692.718

5.02 Ajustes de Exercícios Anteriores 0 0 0 0 0 0 0

5.03 Saldo Ajustado 1.359.143 192 1.569 331.354 0 460 1.692.718

5.04 Lucro / Prejuízo do Período 0 0 0 0 203.814 0 203.814

5.05 Destinações 0 0 0 (90.785) (77.445) 0 (168.230)

5.05.01 Dividendos 0 0 0 (96.725) 0 0 (96.725)

5.05.02 Juros sobre Capital Próprio 0 0 0 0 (71.505) 0 (71.505)

5.05.03 Outras Destinações 0 0 0 5.940 (5.940) 0 0

5.05.03.01 Reserva Legal 0 0 0 5.940 (5.940) 0 0

5.06 Realização de Reservas de Lucros 0 0 0 0 0 0 0

5.07 Ajustes de Avaliação Patrimonial 0 0 0 0 0 3.597 3.597

5.07.01 Ajustes de Títulos e Valores Mobiliários 0 0 0 0 0 3.597 3.597

5.07.02 Ajustes Acumulados de Conversão 0 0 0 0 0 0 0

5.07.03 Ajustes de Combinação de Negócios 0 0 0 0 0 0 0

5.08 Aumento/Redução do Capital Social 0 0 0 0 0 0 0

5.09 Constituição/Realização Reservas Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.10 Ações em Tesouraria 0 0 0 3.721 0 0 3.721

5.11 Outras Transações de Capital 0 0 0 0 0 0 0

5.12 Outros 0 0 (102) 0 122 0 20

5.12.01 Realização da Reserva de Reavaliação 0 0 (102) 0 122 0 20

5.13 Saldo Final 1.359.143 192 1.467 244.290 126.491 4.057 1.735.640

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

1. CONTEXTO OPERACIONAL

O Banco Daycoval S.A. (“Banco”), é uma sociedade anônima de capital aberto, que
está organizado sob a forma de Banco Múltiplo, autorizado a operar com as carteiras
comercial, de câmbio, de investimento e de crédito e financiamento e por meio de
suas subsidiárias diretas e indiretas, atua também na administração de recursos de
terceiros, seguro de vida e previdência e prestação de serviços. As operações são
conduzidas no contexto do conjunto das empresas integrantes do Conglomerado
Daycoval, atuando no mercado de forma integrada.

2. APRESENTAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

As demonstrações financeiras do Banco, incluindo sua dependência no exterior, e as


demonstrações financeiras consolidadas (“Consolidado”) foram preparadas de acordo
com as práticas contábeis adotadas no Brasil, a partir das diretrizes contábeis
emanadas da Lei das Sociedades por Ações - Lei nº 6.404/76, e as alterações
introduzidas pela Lei nº 11.638/07 e Lei nº 11.941/09, para o registro contábil das
operações, associadas, quando aplicável, às normas e instruções do Conselho
Monetário Nacional - CMN, do Banco Central do Brasil - BACEN e do Plano
Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF, da Comissão de
Valores Mobiliários - CVM, da Superintendência de Seguros Privados - SUSEP e do
Comitê de Pronunciamentos Contábeis - CPC.

Durante o exercício findo em 31 de dezembro de 2009, o Comitê de Pronunciamentos


Contábeis - CPC emitiu pronunciamentos relacionados ao processo de convergência
contábil internacional, aprovados pela CVM, porém nem todos homologados pelo
BACEN. Desta forma o Banco, na elaboração das demonstrações financeiras
consolidadas, adotou os seguintes pronunciamentos já homologados pelo BACEN,
quais sejam:

a) CPC 01 - Redução ao valor recuperável de ativos - homologado pela Resolução


BACEN nº 3.566/08.
b) CPC 03 - Demonstrações do fluxo de caixa - homologado pela Resolução BACEN
nº 3.604/08.
c) CPC 05 - Divulgação de partes relacionadas - homologado pela Resolução
BACEN nº 3.750/09.
d) CPC 25 - Provisões, passivos contingentes e ativos contingentes - homologado
pela Resolução BACEN nº 3.823/09.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Nas demonstrações financeiras consolidadas, os saldos das contas patrimoniais ativas


e passivas e os resultados oriundos das transações entre o Banco, sua dependência no
exterior, suas controladas diretas e indiretas e entidades de propósito específico,
representadas por fundo de investimento em direitos creditórios e fundo de
investimento multimercado foram eliminados, bem como foram destacadas as
parcelas do lucro líquido e do patrimônio líquido referentes às participações dos
acionistas minoritários. As demonstrações financeiras da dependência e da controlada
indireta no exterior, tiveram seus critérios contábeis adaptados às práticas contábeis
adotadas no Brasil e convertidas para reais.

As demonstrações financeiras consolidadas, abrangem o Banco, sua dependência no


exterior, suas controladas diretas e indiretas e entidades de propósito específico
apresentadas a seguir:

% - Participação
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Atividade Financeira - Dependência no Exterior


Banco Daycoval S.A. - Cayman Branch 100,00 100,00
Atividade de Seguros e Previdência Complementar
Dayprev Vida e Previdência S.A. (“Dayprev”) 97,00 97,00
Não Financeiras
ACS Participações Ltda. (“ACS”) 99,99 99,99
Daycoval Asset Management Administração de Recursos Ltda. 99,99 99,99
IFP Planejamento e Consultoria em Informática Ltda. (“IFP”) 99,99 99,99
SCC Assessoria em Cadastro e Cobrança Ltda. (“SCC”) 99,99 99,99
Treetop Investments Ltd. (“Treetop”) 99,99 99,99
Entidades de Propósito Específico (EPE)
Daycoval Veículos Fundo de Investimento em Direitos Creditórios
(“Daycoval Veículos FIDC”) (1) 100,00 100,00
Daycoval Classic Fundo de Investimento Multimercado
Crédito Privado (“Daycoval Classic”) 94,85 96,72

(1) O percentual de participação refere-se à totalidade das cotas subordinadas, mantidas pelo Banco, junto ao Daycoval
Veículos FIDC.

2.a.) Consolidação do Daycoval Veículos Fundo de Investimento em Direitos


Creditórios (“Daycoval Veículos FIDC”)

No processo de consolidação do Daycoval Veículos FIDC, o saldo da carteira


de recebíveis de direitos creditórios e da provisão para operações de crédito de
liquidação duvidosa foram incorporados à carteira de operações de crédito do
Banco, com o correspondente registro do financiamento, na rubrica de
“Obrigações por empréstimos e repasses - Empréstimos no país”, deduzido do
saldo de aplicação em cotas de fundos de investimento em direitos creditórios,
representado pelas cotas subordinadas mantidas pelo Banco junto ao Daycoval
Veículos FIDC.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Adicionalmente, foram registradas na rubrica de “Operações de crédito”, nas


demonstrações do resultado, as rendas oriundas dos direitos creditórios
apropriados pelo Daycoval Veículos FIDC, como também o custo do
financiamento, oriundos da remuneração das cotas seniores, na rubrica de
“Obrigações por empréstimos e repasses”. A receita auferida pelo Banco
referente à valorização de suas cotas mantidas junto ao Daycoval Veículos
FIDC, originalmente registrada na rubrica de “Resultado com títulos e valores
mobiliários”, foi reclassificada para a rubrica de “Operações de crédito”, com o
objetivo de refletir, nas demonstrações financeiras consolidadas, a essência
desta operação.

Conforme previsto no Ofício-Circular CVM/SNC-SEP nº 01/07, de 14 de


fevereiro de 2007, a Administração do Banco adicionou os saldos de recebíveis
e de provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa às suas
demonstrações financeiras consolidadas de 30 de setembro e de 30 de junho
de 2010, pois considera sob sua responsabilidade o controle (recebimento,
repasse e cobrança) sobre os recebíveis cedidos ao Daycoval Veículos FIDC, o
que representa na essência, o fornecimento de garantias aos investidores do
Fundo em relação aos recebimentos destes recebíveis.

Destacam-se, a seguir, as principais informações referentes ao Daycoval


Veículos FIDC, conforme requerido para divulgação na Instrução CVM
nº 408/05:

I. Características do Daycoval Veículos FIDC:

Administrado pela Oliveira Trust Distribuidora de Títulos e Valores


Mobiliários S.A., tendo sido constituído sob a forma de condomínio
fechado destinado a investidores qualificados nos termos da
regulamentação em vigor. O Daycoval Veículos FIDC iniciou suas
operações em 11 de agosto de 2008, com prazo determinado de duração
de 10 anos contados a partir da primeira integralização de Cotas Seniores
da 1ª série do Fundo.

II. Denominação, natureza, propósito e atividades desenvolvidas pelo


Daycoval Veículos FIDC:

O objetivo do Daycoval Veículos FIDC é proporcionar aos cotistas a


valorização de suas cotas por meio da aplicação preponderante dos
recursos na aquisição de direitos creditórios do segmento financeiro,
celebrados entre o Banco (Cedente) e seus clientes. Estes direitos
creditórios serão oriundos de financiamento de veículos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O Daycoval Veículos FIDC buscará, mas não garantirá, atingir


rentabilidade no médio e longo prazos, equivalente a 113% (cento e treze
por cento) da taxa DI (depósito interbancário). Este “benchmark” aplica-
se às Cotas Seniores, sendo que não há “benchmark” predeterminado para
as Cotas Subordinadas.

III. Participação no patrimônio líquido e nos resultados do Daycoval Veículos


FIDC:

Em conformidade com o artigo 24, inciso XV, da Instrução CVM nº 356,


com redação dada pela Instrução CVM nº 393, o Daycoval Veículos
FIDC deve manter relação mínima entre o valor das cotas seniores e o de
seu patrimônio líquido, sendo que esta relação será apurada diariamente e
acessível aos cotistas mensalmente.

No quadro a seguir, estão demonstradas as relações mínimas entre o valor


das cotas seniores e subordinadas em relação ao patrimônio líquido do
Daycoval Veículos FIDC, quais sejam:

% em relação ao
patrimônio líquido (1)

Cotas seniores 77,00


Cotas subordinadas 23,00

(1) Conforme Artigo 11.12 do Regulamento do Fundo.

IV. Natureza do envolvimento do Banco com o Daycoval Veículos FIDC e


tipo de exposição a perdas, se houver, decorrentes desse envolvimento:

A verificação do enquadramento dos direitos creditórios às condições de


cessão é, na forma do contrato de cessão, de responsabilidade exclusiva
do Banco, sem prejuízo do direito do cessionário, Daycoval Veículos
FIDC, diretamente ou por intermédio de terceiros.

V. Montante e natureza dos créditos, obrigações, entre o Banco e o Daycoval


Veículos FIDC, ativos transferidos pelo Banco e direitos de uso sobre
ativos do Daycoval Veículos FIDC:

Durante os trimestres findos em 30 de setembro e 30 de junho de 2010, o


Banco cedeu ao Daycoval Veículos FIDC, sem coobrigação, o montante
de R$22.551 e de R$16.926, respectivamente, em operações de
financiamento de veículos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

As cessões de crédito realizadas entre o Banco e o Daycoval Veículos


FIDC, não geraram resultados para o Banco.

Adicionalmente, por conta da manutenção de aplicação em cotas


subordinadas no Daycoval Veículos FIDC, o Banco reconheceu
contabilmente, na rubrica de “Resultado com títulos e valores
mobiliários”, o resultado da variação dessas cotas conforme demonstrado
a seguir:

Trimestres findos em
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Daycoval Veículos FIDC 3.231 2.764

VI. Em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, o Daycoval Veículos FIDC


apresentava a seguinte situação patrimonial:
30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho
Ativo de 2010 de 2010 Passivo de 2010 de 2010

Disponibilidades 21 22
Aplicações interfinanceiras Instrumentos
de liquidez 10.590 10.347 financeiros derivativos 638 4.712
Títulos e valores mobiliários
e instrumentos financeiros Outras obrigações 41 44
derivativos 11.301 15.172
Títulos públicos federais 11.301 15.115
Instrumentos financeiros
derivativos - 57 Patrimônio líquido 184.095 197.982
Operações de crédito 162.862 177.197 Cotas seniores 120.116 137.234
Direitos creditórios 173.104 188.016 Cotas subordinadas 63.979 60.748
(-) Provisão para perdas
com direitos creditórios (10.242) (10.819)
Total do ativo 184.774 202.738 Total do passivo 184.774 202.738

VII. Avais, fianças, hipotecas ou outras garantias concedidas em favor dos


FIDC:

O Banco não ofereceu qualquer tipo de aval, fiança, hipoteca ou outras


garantias em favor do FIDC ou de seus cotistas.

VIII. Identificação do beneficiário principal ou grupo de beneficiários


principais das atividades do FIDC:

O Banco é o detentor da totalidade das cotas subordinadas do FIDC,


sendo as cotas seniores pertencentes a investidores qualificados.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

2.b.) Informações sobre o Daycoval Classic Fundo de Investimento Multimercado –


Crédito Privado (“Daycoval Classic”)

No processo de consolidação do Daycoval Classic Fundo de Investimento


Multimercado Crédito Privado (“Daycoval Classic”), o saldo da carteira de
títulos e valores mobiliários foi incorporado à respectiva carteira do Banco, em
contrapartida à eliminação do saldo de aplicação em cotas de fundos de
investimento, representado pelas cotas mantidas pelo Banco junto ao Daycoval
Classic.

O resultado apurado com a rentabilidade da cota do Daycoval Classic, foi


mantido na mesma rubrica originalmente registrado (“Rendas com títulos e
valores mobiliários”), não sendo necessária sua reclassificação.

Destacam-se, a seguir, as principais informações referentes ao Daycoval


Classic, conforme requerido para divulgação pela Instrução CVM nº 408/05:

I. Características do Daycoval Classic:

Administrado pela Daycoval Asset Management Administração de


Recursos Ltda., tendo sido constituído sob a forma de condomínio
aberto destinado preponderantemente a público restrito composto pelo
Banco e por suas empresas controladas e coligadas. O Daycoval Classic
iniciou suas atividades em 28 de abril de 2009, com prazo
indeterminado de duração.

II. Denominação, natureza, propósito e atividades desenvolvidas pelo


Daycoval Classic:

O objetivo do Daycoval Classic é proporcionar aos cotistas a


valorização de suas cotas por meio da aplicação preponderante dos
recursos em títulos e valores mobiliários de renda fixa, de baixo, médio
e alto risco de crédito e que proporcionem a exposição de sua carteira de
investimentos às oscilações de taxas de juros e/ou índices de preços
domésticos, conforme previsto em seu regulamento.

III. Participação no patrimônio líquido e nos resultados do Daycoval


Classic:

O Banco tem sua participação relacionada à quantidade de cotas


possuídas do patrimônio líquido do Daycoval Classic.

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IV. Natureza do envolvimento do Banco com Daycoval Classic e tipo de


exposição a perdas, se houver, decorrentes desse envolvimento:

A carteira de investimentos do Daycoval Classic está sujeita às


flutuações de preços e/ou cotações do mercado, aos riscos de crédito e
liquidez e às variações de preços e cotações inerentes aos seus ativos,
valores mobiliários e modalidades operacionais, o que pode acarretar
perda patrimonial ao Daycoval Classic e aos cotistas ou até mesmo
patrimônio líquido negativo, caso em que os cotistas serão chamados
para aportes adicionais de recursos para cobrir seus prejuízos, mediante
solicitação do Administrador.

V. Resultado da variação das cotas mantidas no Daycoval Classic:

Por conta da manutenção de aplicação em cotas do Daycoval Classic, o


Banco reconheceu contabilmente, na rubrica de “Resultado com títulos e
valores mobiliários”, o resultado da variação dessas cotas conforme
demonstrado a seguir:

Trimestres findos em
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Daycoval Classic 6.828 5.869

VI. Em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, o Daycoval Classic


apresentava a seguinte situação patrimonial:
30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho
Ativo de 2010 de 2010 Passivo de 2010 de 2010

Disponibilidades - 1 Outras obrigações 33 30


Aplicações interfinanceiras
de liquidez 33.440 34.761 Patrimônio líquido 261.060 248.956
Títulos e valores
mobiliários 227.652 214.223 Cotas de investimento 242.704 226.964
Outros valores 1 1 Resultado acumulado 18.356 21.992
Total do ativo 261.093 248.986 Total do passivo 261.093 248.986

VII. Avais, fianças, hipotecas ou outras garantias concedidas em favor do


Daycoval Classic:

O Banco não ofereceu qualquer tipo de aval, fiança, hipoteca ou outras


garantias em favor do Daycoval Classic ou de seus demais cotistas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

VIII. Identificação do beneficiário principal ou grupo de beneficiários


principais das atividades do Daycoval Classic:

O Banco é o detentor de parte substancial do total de cotas do


patrimônio líquido do Daycoval Classic.

3. PRINCIPAIS PRÁTICAS CONTÁBEIS

As principais práticas contábeis adotadas na elaboração das demonstrações


financeiras são as seguintes:

a) O resultado é apurado pelo regime contábil de competência. As operações com


taxas prefixadas são registradas pelo valor final, e as receitas e despesas
correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos
respectivos ativos e passivos. As receitas e despesas de natureza financeira são
contabilizadas pelo critério “pro rata” dia e calculadas com base no método
exponencial, exceto aquelas relativas a títulos descontados ou relacionadas a
operações com o exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As
operações com taxas pós-fixadas ou indexadas a moedas estrangeiras são
atualizadas até a data do balanço.
b) As aplicações interfinanceiras de liquidez e os demais direitos, exceto os títulos e
valores mobiliários e os instrumentos financeiros derivativos, são demonstrados
pelo custo de aquisição, acrescido de variações monetárias, cambiais e juros
contratados. Quando o valor de realização de um determinado ativo for inferior
ao valor registrado contabilmente, é registrada provisão para ajuste deste ativo ao
seu respectivo valor de realização.
c) Caixa e equivalentes de caixa, de acordo com a Resolução nº 3.604/08, do Banco
Central do Brasil, são representados por dinheiro em caixa e depósitos em
instituições financeiras, incluídos na rubrica de Disponibilidades, aplicações
interfinanceiras de liquidez e títulos e valores mobiliários classificados na
carteira Livre, com prazo total de aplicação em até 90 dias, sendo o risco de
mudança no valor de mercado destes considerada imaterial.
d) Os títulos e valores mobiliários estão contabilizados pelo custo de aquisição,
acrescido dos rendimentos auferidos sendo: (i) os títulos de renda fixa,
atualizados com base na taxa de remuneração e em razão da fluência dos prazos
de seus respectivos vencimentos; (ii) as ações, atualizadas com base na cotação
média informada por Bolsa de Valores onde são mais negociadas; e (iii) as
aplicações em fundos de investimento, atualizadas com base no valor da cota
divulgado por seus respectivos administradores.

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Os títulos e valores mobiliários estão apresentados conforme disposto na Circular


BACEN nº 3.068/01 podendo ser classificados nas seguintes categorias:
• Títulos para negociação - são os títulos e valores mobiliários adquiridos com
o propósito de serem ativa e frequentemente negociados, ajustados pelo valor
de mercado em contrapartida ao resultado.
• Títulos disponíveis para venda - são os títulos e valores mobiliários os quais
não foram adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente
negociados e que a Administração não tem intenção de mantê-los até o
vencimento. Os ajustes ao valor de mercado (ganhos e perdas não realizados)
são registrados em conta destacada do patrimônio líquido, deduzidos dos
efeitos tributários. Esses ganhos e perdas não realizados são reconhecidos no
resultado quando efetivamente realizados.
• Títulos mantidos até o vencimento - são os títulos e valores mobiliários
adquiridos com a intenção e capacidade financeira para manutenção em
carteira até a data de seus respectivos vencimentos e são avaliados pelo custo
de aquisição, acrescidos dos rendimentos auferidos em contrapartida ao
resultado.
As bonificações oriundas das aplicações em ações de companhias abertas são
registradas na carteira de títulos e valores mobiliários apenas pelas respectivas
quantidades, sem modificação do valor dos investimentos, quando as ações
correspondentes são consideradas “ex-direito” na bolsa de valores.
Os dividendos e os juros sobre o capital próprio, oriundos das aplicações em
ações de companhias abertas, são contabilizados em receita quando as ações
correspondentes são consideradas “ex-direito” na bolsa de valores.
e) Os instrumentos financeiros derivativos são compostos pelas operações com
opções, a termo, de mercado futuro e de “swap”, e são contabilizados de acordo
com a Circular BACEN nº 3.082/02, que prevê a adoção dos seguintes critérios:
• Operações com opções - os prêmios pagos ou recebidos são contabilizados ao
valor de mercado na rubrica de “Instrumentos financeiros derivativos” no
ativo ou no passivo, respectivamente, até o efetivo exercício da opção e
contabilizado como redução ou aumento do custo do ativo objeto das opções,
pelo seu efetivo exercício, ou como receita ou despesa no caso de não
exercício.
• Operações de futuro - os valores dos ajustes diários são registrados ao valor
de mercado na rubrica de “Negociação e intermediação de valores” no ativo
ou no passivo e apropriado diariamente ao resultado como receita (quando
ganhos) ou despesa (quando perdas).

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• Operações de “swap” e termo de moeda - o diferencial a receber ou a pagar é


contabilizado ao valor de mercado na rubrica de “Instrumentos financeiros
derivativos” no ativo ou no passivo, respectivamente e apropriado ao
resultado como receita (quando ganhos) ou despesa (quando perdas).
• Operações a termo - são registradas pelo valor final do contrato deduzido da
diferença entre esse valor e o preço à vista do bem ou direito, ajustado ao
valor de mercado, reconhecendo as receitas e despesas em razão da fluência
dos prazos de vencimento dos contratos.
As operações com instrumentos financeiros derivativos são avaliadas a valor de
mercado, contabilizando-se sua valorização ou desvalorização conforme segue:
• Instrumentos financeiros derivativos não considerados como “hedge” - em
conta de receita ou despesa, no resultado.
• Instrumentos financeiros derivativos considerados como “hedge” - são
classificados como “hedge” de risco de mercado ou “hedge” de fluxo de
caixa.
Os “hedges” de risco de mercado são destinados a compensar os riscos
decorrentes da exposição à variação no valor de mercado do item objeto de
“hedge” e a sua valorização ou desvalorização é contabilizada em contrapartida
às contas de receita ou despesa, no resultado.
Os “hedges” de fluxo de caixa são destinados a compensar à variação no fluxo de
caixa futuro estimado, sendo a parcela efetiva destinada a esta compensação
contabilizada em contrapartida a conta destacada do patrimônio líquido, deduzida
dos efeitos tributários e qualquer outra variação em contrapartida a adequada
conta de receita ou despesa, no resultado.
f) As operações de crédito são classificadas de acordo com o julgamento da
Administração quanto ao nível de risco, levando-se em consideração as
experiências anteriores com os tomadores de recursos, a avaliação dos riscos
desses tomadores e seus garantidores, a conjuntura econômica e os riscos
específicos e globais da carteira, observando os parâmetros estabelecidos pela
Resolução CMN nº 2.682/99 editada pelo BACEN, que requer a análise
periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo “AA” (risco
mínimo) e “H” (risco máximo - perda).

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Ainda conforme a Resolução nº 2.682/99, as operações de crédito vencidas há


mais de 60 dias, independentemente de seu nível de classificação de risco, têm
sua receita reconhecida somente quando efetivamente recebida e as operações
classificadas como nível “H”, permanecem nessa classificação por 180 dias,
quando então são baixadas contra a provisão existente e passam a ser controladas
em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial.
g) As operações de câmbio são demonstradas pelos valores de realização, incluindo
os rendimentos e as variações cambiais (em base “pro rata” dia) auferidas e a
provisão para outros créditos de liquidação duvidosa, nos termos da Resolução
CMN nº 2.682/99, quando aplicável.
h) Os prêmios de seguros, são apropriados ao resultado quando da vigência das
respectivas apólices e faturas de seguro, e diferidos para apropriação, em bases
lineares, no decorrer do prazo de vigência das apólices, pelo período de cobertura
do risco, mediante constituição e reversão da provisão de prêmios não ganhos e
da despesa de comercialização diferida.
i) As despesas antecipadas referentes às comissões pagas a terceiros são
controladas por contrato e contabilizadas em contas patrimoniais ativas na
rubrica de “Despesas antecipadas”. A apropriação dessas despesas ao resultado,
na rubrica de “Outras despesas administrativas”, é efetuada “pro-rata temporis”
de acordo com o prazo de vigência dos respectivos contratos ou em sua
totalidade quando ocorrer liquidação antecipada destes mesmos contratos.
j) As participações em empresas controladas são avaliadas pelo método de
equivalência patrimonial e aplicado a todas as coligadas em que o Banco tenha
influência significativa. Entende-se por influência significativa, a participação de
20% ou mais do capital votante.
k) Outros investimentos são avaliados pelo custo de aquisição, deduzidos de
provisão para perda, quando aplicável.
l) Os bens e direitos, classificados no imobilizado de uso, são registrados pelo custo
de aquisição, exceto quanto aos imóveis de uso de empresa controlada, os quais
são registrados por seu valor de custo de aquisição, acrescido dos valores
referentes à reavaliação a valor de mercado. As depreciações são calculadas pelo
método linear às taxas anuais, mencionadas na nota nº 14, que levam em
consideração a vida útil-econômica dos bens.
m) O ativo intangível corresponde aos direitos adquiridos que tenham por objeto
bens incorpóreos destinados à manutenção das atividades do Banco e de suas
controladas ou exercidos com tal finalidade e, aqueles com vida útil definida, são
amortizados linearmente durante o período estimado do benefício econômico do
bem.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

n) A redução do valor recuperável dos ativos não financeiros (“impairment”) é


reconhecida como perda, quando o valor de um ativo ou de uma unidade
geradora de caixa registrado contabilmente for maior do que o seu valor
recuperável ou de realização. Uma unidade geradora de caixa é o menor grupo
identificável de ativos que gera fluxo de caixa, substanciais, independentemente
de outros ativos ou grupos de ativos. As perdas por “impairment”, quando
aplicável, são registradas no resultado do período em que foram identificadas.
Os valores dos ativos não financeiros, exceto aqueles registrados nas rubricas de
“Outros valores e bens” e de “Outros créditos - créditos tributários”, são objeto
de revisão periódica, no mínimo anual, para determinar se existe alguma
indicação de perda no valor recuperável ou de realização destes ativos. Em 30 de
setembro de 2010 não existem indícios de redução do valor recuperável dos
ativos não financeiros.
o) As obrigações, os encargos e os riscos conhecidos ou calculáveis, inclusive
encargos tributários calculados com base no resultado, são demonstrados pelo
valor atualizado até a data do balanço. As obrigações em moedas estrangeiras são
convertidas em moeda nacional pelas taxas de câmbio em vigor na data do
balanço, divulgadas pelo BACEN, e as obrigações sujeitas a atualizações
monetárias são demonstradas pelo valor atualizado até a data do balanço, sendo
as obrigações objeto de “hedge” ajustadas ao seu valor de mercado.
p) A provisão para imposto de renda é constituída à alíquota de 15%, acrescida do
adicional de 10%, quando aplicável. A contribuição social é apurada sobre o
lucro ajustado na forma da legislação em vigor à alíquota de 15%
q) Os créditos tributários de imposto de renda e contribuição social são constituídos
sobre adições e exclusões temporárias e com base na legislação vigente à data de
sua constituição. A realização destes créditos tributários ocorrerá quando da
efetiva utilização e/ou reversão dos valores sobre os quais foram constituídos.
r) Provisões técnicas de seguros - as provisões técnicas são calculadas de acordo
com as notas técnicas aprovadas pela SUSEP e com os critérios estabelecidos
pela Resolução nº 162, de 26 de dezembro de 2006, do Conselho Nacional de
Seguros Privados - CNSP e alterações promovidas pela Resolução nº 181, de 19
de dezembro de 2007, do CNSP, como segue:
• Provisão de sinistros a liquidar - constituída com base nas notificações de
sinistros, em valor suficiente para fazer face aos compromissos futuros, em
discussões judiciais, onde o valor é determinado por peritos reguladores e
assessores jurídicos que efetuam as avaliações com base na importância
segurada e nas regulações técnicas, levando-se em conta a probabilidade de
resultado desfavorável para a Seguradora.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Provisão de sinistros ocorridos mas não avisados - IBNR - constituída em


função do montante esperado de sinistros ocorridos em riscos assumidos na
carteira e não avisados.
s) Ativos e passivos contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias
A partir do exercício iniciado em 1º de janeiro de 2010, os ativos e passivos
contingentes e obrigações legais, fiscais e previdenciárias, passam a ser
reconhecidos, mensurados e divulgados conforme a Resolução BACEN
nº 3.823/09 que aprova o Pronunciamento Técnico nº 25 do Comitê de
Pronunciamentos Contábeis – CPC, da seguinte forma:
• Ativos contingentes - não são reconhecidos nas demonstrações financeiras,
exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua
realização, sobre as quais não cabem mais recursos.
• Contingências passivas - são reconhecidas nas demonstrações financeiras
quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da Administração, for
considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa,
com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e
quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente
segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis
pelos assessores jurídicos são apenas divulgados em notas explicativas,
enquanto aqueles classificados como perda remota não requerem provisão e
divulgação.
• Obrigações legais (fiscais e previdenciárias) - referem-se a demandas
judiciais onde estão sendo contestadas a legalidade e a constitucionalidade de
alguns tributos e contribuições. O montante discutido é quantificado,
provisionado e atualizado mensalmente.
Esta nova resolução entrou em vigor a partir de 1º de janeiro de 2010 e revoga
em sua totalidade a Resolução BACEN nº 3.535/08 e as alterações promovidas
pelas novas regulamentações do BACEN, aprovando o Pronunciamento Técnico
nº 25 do Comitê de Pronunciamentos Contábeis – CPC, no que se refere ao
reconhecimento e mensuração de ativos e passivos contingentes e obrigações
legais, fiscais e previdenciárias, não resultaram em mudanças nos critérios
adotados pela administração e tão pouco refletiram quaisquer ajustes contábeis
nas demonstrações financeiras.
t) O lucro por ação é calculado com base nas quantidades de ações do capital social
integralizado nas datas das demonstrações financeiras.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

u) Uso de estimativas contábeis - A preparação das demonstrações financeiras exige


que a Administração efetue certas estimativas e adote premissas, no melhor de
seu julgamento, que afetam os montantes de certos ativos e passivos, financeiros
ou não, receitas e despesas e outras transações, tais como: (i) as taxas de
depreciação dos itens do ativo imobilizado; (ii) amortizações de ativos
intangíveis; e (iii) provisões necessárias para absorver eventuais riscos
decorrentes dos passivos contingentes. Os valores de eventual liquidação destes
ativos e passivos, financeiros ou não, podem vir a ser diferentes dos valores
apresentados com base nessas estimativas.
v) Os instrumentos financeiros ativos e passivos pré-fixados são ajustados a valor
presente pela existência das contas retificadoras de rendas e despesas a apropriar,
que ajustam esses instrumentos aos valores que seriam obtidos em sua realização
como se fossem operações à vista, bem como para os instrumentos financeiros
pós-fixados, que são realizados pelo seu valor à vista e são periodicamente
atualizados por suas respectivas taxas.

4. CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA

O caixa e equivalentes de caixa estão compostos da seguinte forma:

Banco Consolidado
30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010 de 2010 de 2010

Disponibilidades 61.603 58.105 62.038 58.306


Aplicações no mercado aberto (1) 885.780 1.401.980 885.780 1.401.980
Títulos e valores mobiliários - livres - - - 872
Total de caixa e equivalentes de caixa 947.383 1.460.085 947.818 1.461.158

(1) As Aplicações no mercado aberto consideradas para compor o “Caixa e equivalentes de caixa”, estão apresentadas de
forma líquida do montante registrado na rubrica de “Captações no mercado aberto – carteira de terceiros” que, em 30 de
setembro e em 30 de junho de 2010, montam R$1.467.217 e R$1.508.018, respectivamente, tanto para o Banco quanto para
o Consolidado.

5. APLICAÇÕES INTERFINANCEIRAS DE LIQUIDEZ

As aplicações interfinanceiras de liquidez estão representadas da seguinte forma:

Banco e Consolidado
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Aplicações em Vencimento Valor Vencimento Valor

Mercado aberto até 1 dia útil 2.352.997 até 1 dia útil 2.909.998
Depósitos interfinanceiros até março de 2015 125.578 até março de 2015 101.677
Moedas estrangeiras até julho de 2010 5.419 até julho de 2010 11.888
Total 2.483.994 3.023.563

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

6. TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS


a) Composição por categoria e tipo:
Banco
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Custo Valor de Custo Valor de
Títulos disponíveis para venda atualizado mercado (1) atualizado mercado (1)

Carteira própria 747.621 751.841 476.700 478.167


Letras do tesouro nacional - LTN 61.583 61.824 22.909 22.841
Letras financeiras do tesouro - LFT 144.589 144.589 74.726 74.726
Notas do tesouro nacional - NTN 146.984 145.701 7.390 7.386
Títulos e valores mobiliários no exterior 70.735 75.480 58.237 59.701
Cotas de fundo de investimento 321.878 321.878 311.543 311.544
Ações de companhias abertas 1.852 2.369 1.895 1.969
Vinculados a compromissos de recompra 289.273 290.208 218.679 218.412
Letras do tesouro nacional - LTN 67.063 67.388 59.467 59.310
Letras financeiras do tesouro - LFT 120.079 120.079 140.350 140.350
Notas do tesouro nacional - NTN 102.131 102.741 18.862 18.752
Vinculados à prestação de garantias (2) 43.267 43.271 64.286 64.229
Letras do tesouro nacional - LTN 4.062 4.066 37.897 37.840
Letras financeiras do tesouro - LFT 39.205 39.205 26.389 26.389
Total 1.080.161 1.085.320 759.665 760.808

Consolidado
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Custo Valor de Custo Valor de
Títulos disponíveis para venda atualizado mercado (1) atualizado mercado (1)

Carteira própria 744.461 748.672 434.429 435.833


Letras do tesouro nacional - LTN 70.818 71.049 32.877 32.747
Letras financeiras do tesouro - LFT 183.528 183.528 112.536 112.536
Notas do tesouro nacional - NTN 146.984 145.701 7.390 7.386
Títulos e valores mobiliários no exterior 90.360 95.105 78.626 80.090
Certificados de depósitos bancários - CDB 135.458 135.458 145.716 145.716
Recibos de depósitos bancários - RDB 4.016 4.016 4.412 4.412
Debêntures 10.293 10.293 10.571 10.571
Cotas de fundo de investimento 100.048 100.048 39.372 39.372
Ações de companhias abertas 2.956 3.474 2.929 3.003
Vinculados a compromissos de recompra 289.273 290.208 218.679 218.412
Letras do tesouro nacional - LTN 67.063 67.388 59.467 59.310
Letras financeiras do tesouro - LFT 120.079 120.079 140.350 140.350
Notas do tesouro nacional - NTN 102.131 102.741 18.862 18.752
Vinculados à prestação de garantias (2) 43.267 43.271 64.286 64.229
Letras do tesouro nacional - LTN 4.062 4.066 37.897 37.840
Letras financeiras do tesouro - LFT 39.205 39.205 26.389 26.389
Recursos garantidores de
provisões técnicas (Nota 18.c)) 20.677 20.715 20.398 20.425
Letras financeiras do tesouro - LFT 20.677 20.715 20.398 20.425
Total 1.097.678 1.102.866 737.792 738.899

(1) O valor de mercado dos títulos e valores mobiliários foi apurado com base em preços e taxas praticados em 30 de
setembro e em 30 de junho de 2010, divulgados pela ANBIMA - Associação Brasileira das Entidades dos Mercados
Financeiro e de Capitais, pelos administradores dos fundos de investimento, pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de
Valores, Mercadorias e Futuros e por outros agentes formadores de preços no caso dos títulos e valores mobiliários
adquiridos no exterior.
(2) Os títulos vinculados à prestação de garantias referem-se em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010 a títulos e
valores mobiliários vinculados à: (i) operações realizadas na BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias
& Futuros, no montante de R$34.294 e R$58.002, respectivamente (Nota 7.II.h); e (ii) operações realizadas em
Câmaras de Compensação no montante de R$8.977 e R$6.227, respectivamente.

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b) Composição por prazo de vencimento:


Banco
30 de setembro de 2010
Sem De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Títulos públicos federais - 3.808 177.669 405.047 99.069 685.593


Letras do tesouro nacional - LTN - 3.808 129.470 - - 133.278
Letras financeiras do tesouro - LFT - - 24.852 179.952 99.069 303.873
Notas do tesouro nacional - NTN - - 23.347 225.095 - 248.442

Títulos e valores mobiliários no exterior - - - 1.114 74.366 75.480


Títulos de empresas e instituições financeiras
Eurobonds e assemelhados - - - 1.114 74.366 75.480

Títulos privados 2.369 - - - - 2.369


Ações de companhias abertas 2.369 - - - - 2.369

Cotas de fundos de investimento 257.899 - 63.979 - - 321.878


Fundo de direitos creditórios - - 63.979 - - 63.979
Fundo de investimento imobiliário 10.276 - - - - 10.276
Fundo de investimento multimercado 247.623 - - - - 247.623

Total 260.268 3.808 241.648 406.161 173.435 1.085.320

30 de junho de 2010
Sem De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Títulos públicos federais - 9.022 137.980 35.824 204.768 387.594


Letras do tesouro nacional - LTN - 9.022 110.969 - - 119.991
Letras financeiras do tesouro - LFT - - 4.077 32.620 204.768 241.465
Notas do tesouro nacional - NTN - - 22.934 3.204 - 26.138

Títulos e valores mobiliários no exterior


- - 3.669 - 56.032 59.701
Títulos de empresas e instituições financeiras
Eurobonds e assemelhados - - 3.669 - 54.251 57.920

Títulos de países
Brasil - - - - 1.781 1.781

Títulos privados 1.969 - - - - 1.969


Ações de companhias abertas 1.969 - - - - 1.969

Cotas de fundos de investimento 250.796 - 60.748 - - 311.544


Fundo de direitos creditórios - - 60.748 - - 60.748
Fundo de investimento imobiliário 10.000 - - - - 10.000
Fundo de investimento multimercado 240.796 - - - - 240.796

Total 252.765 9.022 202.397 35.824 260.800 760.808

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
30 de setembro de 2010
Sem Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Títulos públicos federais - 4 15.057 187.786 452.556 99.069 754.472


Letras do tesouro nacional - LTN - - 13.034 129.469 - - 142.503
Letras financeiras do tesouro - LFT - 4 2.023 34.970 227.461 99.069 363.527
Notas do tesouro nacional - NTN - - - 23.347 225.095 - 248.442

Títulos e valores mobiliários no exterior - - 1.601 8.621 1.114 83.769 95.105


Títulos de empresas e instituições financeiras
Eurobonds e assemelhados - - 1.601 8.621 1.114 83.769 95.105

Títulos privados 3.474 41.795 41.702 55.955 5.511 4.804 153.241


Certificados de depósitos bancários – CDB - 41.329 40.406 53.723 - - 135.458
Recibos de depósitos bancários – RDB - 466 1.159 1.823 568 - 4.016
Debêntures - - 137 409 4.943 4.804 10.293
Ações de companhias abertas 3.474 - - - - - 3.474

Cotas de fundos de investimento 100.048 - - - - - 100.048


Fundo de direitos creditórios 16.372 - - - - - 16.372
Fundo de investimento imobiliário 10.276 - - - - - 10.276
Fundo de investimento multimercado 73.400 - - - - - 73.400

Total 103.522 41.799 58.360 252.362 459.181 187.642 1.102.866

30 de junho de 2010
Sem Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Títulos públicos federais - 2.671 20.850 143.842 49.296 239.076 455.735


Letras do tesouro nacional - LTN - - 18.928 110.969 - - 129.897
Letras financeiras do tesouro - LFT - 2.671 1.922 9.939 46.092 239.076 299.700
Notas do tesouro nacional - NTN - - - 22.934 3.204 - 26.138

Títulos e valores mobiliários no exterior


- - 1.516 12.654 - 65.920 80.090
Títulos de empresas e instituições financeiras
Eurobonds e assemelhados - - 1.516 12.654 - 64.139 78.309

Títulos de países
Brasil - - - - - 1.781 1.781

Títulos privados 3.003 37.412 66.001 46.689 5.616 4.981 163.702


Certificados de depósitos bancários – CDB - 36.918 64.756 44.042 - - 145.716
Recibos de depósitos bancários – RDB - 494 1.245 1.958 715 - 4.412
Debêntures - - - 689 4.901 4.981 10.571
Ações de companhias abertas 3.003 - - - - - 3.003

Cotas de fundos de investimento 39.372 - - - - - 39.372


Fundo de direitos creditórios 16.812 - - - - - 16.812
Fundo de investimento imobiliário 10.000 - - - - - 10.000
Fundo de investimento multimercado 12.560 - - - - - 12.560

Total 42.375 40.083 88.367 203.185 54.912 309.977 738.899

7. INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVATIVOS

I. Informações qualitativas

O Banco participa de operações envolvendo instrumentos financeiros derivativos


com a finalidade de atender às necessidades próprias ou de seus clientes, cujos
registros são efetuados em contas patrimoniais e de compensação.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Os instrumentos financeiros derivativos utilizados são devidamente aprovados


dentro da política de utilização destes produtos. Esta política determina que,
previamente à implementação de cada produto, todos os aspectos devem ser
analisados, tais como: objetivos, formas de utilização, riscos envolvidos e
infraestrutura adequada para o suporte operacional.

Os componentes de risco de crédito e risco de mercado dos instrumentos


financeiros derivativos são monitorados diariamente. São definidos limites
específicos para operações com os instrumentos financeiros derivativos, para os
clientes e também para as câmaras de registro e liquidação. Este limite é
gerenciado através de sistema que consolida as exposições por contraparte.
Eventuais irregularidades são prontamente apontadas e encaminhadas para solução
imediata.

O gerenciamento de risco de mercado dos instrumentos financeiros derivativos


segue política de riscos em vigor, que estabelece que os riscos potenciais
decorrentes de flutuações de preços nos mercados financeiros sejam centralizados
na área de Tesouraria, sendo esta provedora de “hedge” para as demais áreas.

a) Instrumentos financeiros derivativos:

Os principais instrumentos financeiros derivativos utilizados são: “swaps”,


contratos futuros de dólar (DOL), de taxa de juros (DI) e de cupom cambial
(DDI) e termo de moeda (“NDF”). A partir da vigência da Circular BACEN
nº 3.082/02, pôde-se optar pela aplicação da contabilização particular nos casos
em que os instrumentos derivativos são utilizados para proteção das variações
no valor de mercado ou no fluxo de caixa da instituição.

b) Gerenciamento de riscos:

Risco de mercado

É utilizada a metodologia do Valor em Risco - V@R, para a mensuração da


exposição ao risco de mercado. Esta metodologia permite que o V@R seja
aplicado de forma consistente para todos os produtos e mercados, tornando
possível a comparação de riscos entre diferentes carteiras do Banco. O modelo
de V@R empregado se baseia na técnica de aferição paramétrica, com
horizonte de tempo de dez dias e nível de confiança de 99%, sendo aplicado, no
fechamento de cada dia, sobre a base de operações em aberto. Os resultados
obtidos e calculados com base no modelo de V@R são revisados e aprovados
diariamente pela gerência da Área de Riscos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Os relatórios com os resultados apurados são disponibilizados para as pessoas


autorizadas a consultá-los na intranet do Banco. A eficácia do modelo é testada
através de processos que indicam o grau de aderência dos resultados
previamente obtidos, em comparação aos resultados efetivamente auferidos.

Com o objetivo de mensurar os possíveis efeitos decorrentes de movimentos


inesperados do mercado, que não são capturados pelo V@R, são utilizadas
técnicas de análise de cenários. Estas técnicas contemplam análises de cenários
projetados e testes de estresses, cujo objetivo final é assegurar que o Banco, e as
empresas incluídas nas demonstrações financeiras consolidadas, se encontram
em condições de reagir a situações extremas de mercado.

Risco de liquidez

Risco de liquidez é relacionado ao descasamento da estrutura de ativos e


passivos com relação aos fluxos efetivos de pagamento destes. O controle de
risco de liquidez é efetuado diariamente por meio da análise estática da
estrutura de descasamentos do Banco e de suas controladas, especialmente no
curto prazo. São também efetuadas simulações desta estrutura com estimativas
de renovação de carteiras. Em paralelo são analisados mensalmente indicadores
de liquidez oriundos dos saldos de contas do balanço. Por último são também
efetuadas análises de cenário de estresse, voltados especificamente para
liquidez.

Fatores de risco

Os principais fatores de risco de mercado presentes nas demonstrações


financeiras, do Banco e do Consolidado são: taxa de juros prefixada, taxa de
juros vinculada à variação cambial, taxa de juros vinculada aos índices SELIC,
DI, Libor e exposição à variação cambial de moedas.

c) Análise de sensibilidade:

Como prática de governança de gestão de riscos, o Banco e suas controladas,


possuem um processo contínuo de gerenciamento de riscos, que envolve o
controle da totalidade de posições expostas ao risco de mercado.

Os limites de risco de mercado são propostos em Comitê específico,


observando os limites estabelecidos pelo Conselho de Administração, conforme
as características das operações, as quais são segregadas nas seguintes carteiras:

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

c.1.) Carteira “Trading”: refere-se às operações com instrumentos financeiros e


mercadorias, inclusive derivativos, mantidas com a intenção de serem
ativamente negociadas ou destinadas a “hedge” de outros instrumentos
financeiros integrantes da carteira de negociação. Estas operações
mantidas para negociação são aquelas destinadas à revenda, obtenção de
benefícios das oscilações de preços, efetivos ou esperados, ou realização
de arbitragem.
c.2.) Carteira “Banking”: refere-se às operações que não são classificadas na
carteira “Trading” e são representadas por operações oriundas das linhas
de negócio do Banco.

A segregação descrita acima está relacionada à forma como a Administração


gerencia os negócios do Banco e sua exposição aos riscos de mercado, estando
em conformidade com as melhores práticas de mercado, com os critérios de
classificação de operações previstos na Resolução nº 3.464/07 e na Circular
nº 3.354/07 do BACEN e no Novo Acordo de Capitais - Basileia II. Desta
forma, de acordo com a natureza das atividades, a análise de sensibilidade, em
cumprimento à Instrução CVM nº 475/08, foi aplicada sobre as operações
classificadas na carteira “Trading”, uma vez que representam as exposições
que sofrerão impactos relevantes sobre o resultado do Banco.

A Carteira “Banking” não foi considerada para a análise de sensibilidade pelos


seguintes motivos:

• As operações de crédito que estão nesta carteira, são financiadas em parte


pelos depósitos à vista e a prazo e pelas operações de captação de recursos
no exterior, os quais constituem “hedge” natural para eventuais oscilações
de taxas de juros.
• As oscilações de taxas de juros não representam impacto material sobre o
resultado do Banco, uma vez que a intenção é manter as operações de
crédito até o seu respectivo vencimento.
• A carteira “Banking” não possui operações com instrumentos financeiros
derivativos, sendo estas relacionadas à carteira “Trading” em sua
totalidade.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O quadro a seguir demonstra análise de sensibilidade da Carteira “Trading”


para a data-base de 30 de setembro de 2010:

Exposições financeiras Cenários


Fatores de risco 1 2 3

Pré-fixado (19.265) (43.320) (64.815)


Moeda estrangeira (6.474) (29.714) (52.561)
Cupom cambial (101) (504) (895)
Índices de preços (684) (848) (1.014)
Renda variável (68) (172) (277)
Captação (1.142) (16.404) (28.576)
Outros (55) (130) (202)
Total (27.789) (91.092) (148.340)

A análise de sensibilidade foi realizada considerando-se os seguintes cenários:

• Cenário 1: refere-se ao cenário de estresse considerado provável para os


fatores de risco, e foi tomado como base para a elaboração deste cenário as
informações disponíveis no mercado (BM&FBovespa, ANBIMA, etc.).
Desta forma, os fatores de riscos considerados foram: (i) cotação
R$/US$1,8212; (ii) taxa de juros pré-fixada de 13,80% a.a.; (iii) Ibovespa
de 59.709 pontos; e (iv) cupom cambial de 8,37% a.a.
• Cenário 2: conforme estabelecido na Instrução CVM nº 475/08, para este
cenário foi considerada uma deterioração nos fatores de risco da ordem de
25%. Desta forma, os fatores de riscos considerados foram: (i) cotação
R$/US$2,2765; (ii) taxa de juros pré-fixada de 17,25% a.a.; (iii) Ibovespa
de 44.782 pontos; e (iv) cupom cambial de 10,47% a.a.
• Cenário 3: conforme estabelecido na Instrução CVM nº 475/08, para este
cenário foi considerada uma deterioração nos fatores de risco da ordem de
50%. Desta forma, os fatores de riscos considerados foram: (i) cotação
R$/US$ 2,7318; (ii) taxa de juros pré-fixada de 20,70% a.a.; (iii) Ibovespa
de 29.855 pontos; e (iv) cupom cambial de 12,56% a.a.

É importante mencionar que os resultados apresentados no quadro anterior


refletem os impactos para cada cenário projetado sobre uma posição estática da
carteira para o dia 30 de setembro de 2010. A dinâmica de mercado faz com
que essa posição se altere continuamente e não obrigatoriamente reflita a
posição na data de divulgação destas demonstrações financeiras. Além disso,
conforme mencionado anteriormente, existe um processo de gestão contínua
das posições da Carteira “Trading”, que busca mitigar os riscos associados a
ela, de acordo com a estratégia determinada pela Administração e, em casos de
sinais de deterioração de determinada posição, ações proativas são tomadas
para minimização de possíveis impactos negativos, com o objetivo de
maximizar a relação risco retorno para o Banco.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

d) Política de “hedge”:

A política de “hedge” é determinada com base nos limites de exposição aos


diversos riscos inerentes às operações do Banco. Sempre que estas operações
gerarem exposições acima dos limites estabelecidos, o que poderia resultar em
relevantes flutuações no resultado do Banco, a cobertura do risco é efetuada
utilizando-se instrumentos financeiros derivativos, contratados em mercado
organizado ou de balcão, observadas as regras legais para a qualificação de
“hedge”, conforme estabelecido pela Circular nº 3.082/02 do BACEN.

Os instrumentos de proteção buscam a mitigação dos riscos de mercado,


variação cambial e juros. Observada a liquidez que o mercado apresentar, as
datas de vencimento dos instrumentos de “hedge” são o mais próximo possível
das datas dos fluxos financeiros da operação objeto, garantindo a efetividade
desejada da cobertura do risco.

O acompanhamento da efetividade da estrutura do “hedge”, que avalia a


compensação, pelos instrumentos financeiros derivativos, dos efeitos das
flutuações no preço de mercado sobre os itens objeto de “hedge”, é realizado
mensalmente. A efetividade apurada para cada unidade de “hedge” está entre
80% e 125%, que se refere ao intervalo estabelecido pela Circular nº 3.082/02
do BACEN.

Nos trimestres findos em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, o Banco


não possui operações com instrumentos financeiros derivativos destinados a
“hedge” de fluxo de caixa.

e) Valor de mercado:

O valor de mercado dos instrumentos financeiros derivativos é apurado


utilizando-se das informações de mercado disponíveis, principalmente os
preços e as taxas divulgados pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores,
Mercadorias e Futuros. Quando aplicável, são utilizados modelos matemáticos
de interpolação de taxas para os prazos intermediários e de extrapolação de
taxas para os prazos superiores.

Foram adotadas as seguintes metodologias de precificação para a apuração do


valor de mercado dos instrumentos financeiros derivativos:

• Operações no mercado futuro - cotações divulgadas pela BM&FBOVESPA


S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Contratos de “swap” e termo de moedas - utilização do fluxo de caixa futuro,


descontado a valor presente pelas curvas de juros futuros, obtidas com base
em informações da BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias
e Futuros.

II. Informações quantitativas

Os diferenciais a receber e a pagar e os ajustes diários pagos ou recebidos


referentes aos instrumentos financeiros derivativos, ativos e passivos, são
registrados em contas patrimoniais de “Instrumentos financeiros derivativos” e de
“Negociação e intermediação de valores” em contrapartida às respectivas contas
de “Resultado com instrumentos financeiros derivativos” e, em 30 de setembro e
em 30 de junho de 2010, estão ajustados ao seu valor de mercado e os valores
nominais dessas operações registrados em contas de compensação, conforme
demonstrado a seguir:

a) Composição dos saldos registrados em contas patrimoniais de ativo e passivo,


na rubrica de “Instrumentos financeiros derivativos” e “Negociação e
intermediação de valores” (Banco e Consolidado):

30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010


Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo
Ativo
Instrumentos financeiros derivativos 18.523 3.806 2.171 13.389
Operações de “swap” - diferencial a receber 18.121 3.806 2.160 13.389
Termo de moeda a receber 402 - 11 -
Negociação e intermediação de valores 30 - 53 -
Futuros a liquidar 15 - 53 -
Cupom cambial (DDI) 12 - 13 -
Taxa de juros (DI) 3 - 40 -
Outros valores a receber
Conta de liquidação pendente 15 - - -

Passivo
Instrumentos financeiros derivativos 14.306 34.445 5.563 14.455
Operações de “swap” - diferencial a pagar 13.929 34.445 5.563 14.455
Termo de moeda a pagar 377 - - -
Negociação e intermediação de valores 847 - 2.338 -
Futuros a liquidar 847 - 2.338 -
Dólar futuro (DOL) 555 - 1.545 -
Taxa de juros (DI) 292 - 793 -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Segregação por tipo de contrato e de contraparte (Banco e Consolidado):

30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010


Tipo de Valores a Valores a
Contrato contraparte receber (a pagar) receber (a pagar)

Futuro BM&FBOVESPA S.A. 15 (847) 53 (2.338)


Swap Instituições financeiras 21.927 (48.374) 15.549 (20.018)
Termo Instituições financeiras 139 (306) 7 -
Pessoas jurídicas 263 - 4 -
Pessoas físicas - (71) - -
Total de operações a termo 402 (377) 11 -

c) Contratos de “swap” (Banco e Consolidado):


30 de setembro de 2010
Diferencial
Valor Valor de custo Valor de mercado a receber
referencial Banco Contraparte Banco Contraparte (a pagar)
Operações ativas
Objetivo de “trading”
Ações x CDI 87.692 107.059 (92.543) 87.692 (73.176) 14.516
CDI x Dólar 66.193 68.846 (64.417) 68.846 (64.495) 4.351
Euro x CDI 51.525 54.709 (53.015) 56.949 (54.175) 2.774
Dólar x CDI 10.957 11.234 (11.128) 11.379 (11.093) 286
Total de operações ativas 216.367 241.848 (221.103) 224.866 (202.939) 21.927

Operações passivas
Objetivo de “trading”
Dólar x CDI 739.898 718.309 (774.600) 782.371 (810.974) (28.603)
Libor x CDI 113.157 97.722 (116.310) 100.818 (117.088) (16.270)
Libor x Dólar 10.956 11.181 (11.234) 11.354 (11.379) (25)
Ações x CDI 1.142 1.142 (1.142) 1.142 (1.142) -
Total 865.153 828.354 (903.286) 895.685 (940.583) (44.898)
Objetivo de “hedge” de risco de mercado
Libor x CDI 74.834 72.340 (76.524) 73.104 (76.580) (3.476)
Total 74.834 72.340 (76.524) 73.104 (76.580) (3.476)
Total de operações passivas 939.987 900.694 (979.810) 968.789 (1.017.163) (48.374)

30 de junho de 2010
Diferencial
Valor Valor de custo Valor de mercado a receber
referencial Banco Contraparte Banco Contraparte (a pagar)
Operações ativas
Objetivo de “trading”
Dólar x CDI 500.811 521.152 (514.745) 559.812 (548.419) 11.393
Euro x CDI 51.525 51.801 (51.525) 54.153 (52.843) 1.310
CDI x Dólar 59.937 62.388 (61.399) 62.388 (61.485) 903
Libor x CDI 17.182 17.550 (17.549) 18.033 (17.244) 789
Ações x CDI 6.801 7.549 (6.842) 7.548 (6.842) 706
Libor x Dólar 8.977 9.752 (9.892) 9.859 (9.852) 7
Total 645.233 670.192 (661.952) 711.793 (696.685) 15.108
Objetivo de “hedge” de risco de mercado
Libor x CDI 7.594 8.013 (7.626) 8.067 (7.626) 441
Total 7.594 8.013 (7.626) 8.067 (7.626) 441
Total de operações ativas 652.827 678.205 (669.578) 719.860 (704.311) 15.549

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

30 de junho de 2010
Diferencial
Valor Valor de custo Valor de mercado a receber
referencial Banco Contraparte Banco Contraparte (a pagar)
Operações passivas
Objetivo de “trading”
CDI x Dólar 11.834 12.395 (12.536) 12.395 (12.518) (123)
Libor x Dólar 12.935 14.046 (14.221) 14.202 (14.326) (124)
Dólar x CDI 98.739 97.112 (102.673) 101.412 (104.052) (2.640)
Ações x CDI 68.013 65.386 (70.390) 65.386 (70.390) (5.004)
Libor x CDI 132.715 123.029 (136.996) 126.228 (138.294) (12.066)
Total 324.236 311.968 (336.816) 319.623 (339.580) (19.957)
Objetivo de “hedge” de risco de mercado
Libor x CDI 77.392 79.721 (80.460) 80.535 (80.596) (61)
Total 77.392 79.721 (80.460) 80.535 (80.596) (61)
Total de operações passivas 401.628 391.689 (417.276) 400.158 (420.176) (20.018)

d) Contratos a termo (Banco e Consolidado):

30 de setembro de 2010
Valores
Valor Valor de custo Valor de mercado a receber
referencial Banco Contraparte Banco Contraparte (a pagar)
Objetivo de “trading”
Venda a termo de moeda 5.229 5.386 (5.121) 5.381 (5.056) 325
Compra a termo de moeda 2.000 2.009 (1.928) 2.090 (2.013) 77
Total de operações ativas 7.229 7.395 (7.049) 7.471 (7.069) 402

Objetivo de “trading”
Venda a termo de moeda 2.000 2.010 (2.090) 2.019 (2.090) (71)
Compra a termo de moeda 5.229 5.376 (5.631) 5.055 (5.361) (306)
Total de operações passivas 7.229 7.386 (7.721) 7.074 (7.451) (377)

30 de junho de 2010
Valores
Valor Valor de custo Valor de mercado a receber
referencial Banco Contraparte Banco Contraparte (a pagar)
Objetivo de “trading”
Compra a termo de moeda 2.928 2.989 (3.028) 2.986 (2.979) 7
Venda a termo de moeda 2.929 2.992 (3.028) 2.990 (2.986) 4
Total de operações ativas 5.857 5.981 (6.056) 5.976 (5.965) 11

e) Contratos futuros (Banco e Consolidado):

30 de setembro de 2010
Valor de referência
Valor Valor Total da Ajustes diários
Contratos comprado vendido exposição a receber (a pagar)

Objetivo de “trading”
Cupom cambial (DDI) - 1.670 1.670 12 -
Taxa de juros (DI) 590.272 3.928 594.200 3 (292)
Dólar futuro (DOL) 74.041 - 74.041 - (555)
Total 664.313 5.598 669.911 15 (847)

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30 de junho de 2010
Valor de referência
Valor Valor Total da Ajustes diários
Contratos comprado vendido exposição a receber (a pagar)

Objetivo de “trading”
Taxa de juros (DI) 1.113.075 14.136 1.127.211 40 (793)
Cupom cambial (DDI) - 1.732 1.732 13 -
Dólar futuro (DOL) 237.666 237.666 - (1.545)
Total 1.350.741 15.868 1.366.609 53 (2.338)

f) Operações por vencimento (valores de referência - “notional”)


(Banco e Consolidado):

30 de setembro de 2010
Até De 3 a De 1 a De 3 a
Contratos 3 meses 12 meses 3 anos 5 anos Total

Futuro 139.155 212.810 112.179 205.767 669.911


“Swap” 110.522 248.179 371.105 424.548 1.154.354
Termo 12.499 1.959 - - 14.458
Total 262.176 462.948 483.284 630.315 1.838.723

30 de junho de 2010
Até De 3 a De 1 a De 3 a
Contratos 3 meses 12 meses 3 anos 5 anos Total

Futuro 338.211 592.172 277.882 158.344 1.366.609


“Swap” 43.461 198.076 386.370 426.548 1.054.455
Termo - 5.857 - - 5.857
Total 381.672 796.105 664.252 584.892 2.426.921

g) Local de negociação (Banco e Consolidado):

Valor de referência
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010
Futuros -
BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros 669.911 1.366.609
“Swap” -
CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos 1.154.354 1.054.455
Termo -
CETIP S.A. - Balcão Organizado de Ativos e Derivativos 14.458 5.857

h) Margens de garantia (Banco e Consolidado):

30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010


Valor de Valor de
Títulos públicos federais custo mercado custo mercado

Letras do Tesouro Nacional - LTN 1.579 1.579 35.483 35.438


Letras Financeiras do Tesouro - LFT 32.715 32.715 22.564 22.564
Total 34.294 34.294 58.047 58.002

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

i) Ganhos e perdas com instrumentos financeiros derivativos:

Durante os trimestres findos em 30 de setembro de 2010 e de 2009, os


instrumentos financeiros derivativos geraram ganhos e perdas, registrados
diretamente no resultado na rubrica de “Resultado com instrumentos
financeiros derivativos”, os quais são apresentados a seguir:
Banco
Trimestres findos em
30 de setembro de 2010 30 de setembro de 2009
Resultado Resultado
Derivativos Ganho Perda líquido Ganho Perda líquido

“Swap” 46.820 (77.260) (30.440) 25.000 (87.052) (62.052)


Termo de moedas 424 (410) 14 3 (2) 1
Mercado futuro 19.324 (22.074) (2.750) 73.953 (101.278) (27.325)
Total 66.568 (99.744) (33.176) 98.956 (188.332) (89.376)

Consolidado
Trimestres findos em
30 de setembro de 2010 30 de setembro de 2009
Resultado Resultado
Derivativos Ganho Perda líquido Ganho Perda líquido

“Swap” 46.820 (77.260) (30.440) 25.000 (87.052) (62.052)


Termo de moedas 424 (410) 14 23 (80) (57)
Mercado futuro 19.324 (22.075) (2.751) 73.953 (101.278) (27.325)
Total 66.568 (99.745) (33.177) 98.976 (188.410) (89.434)

8. OPERAÇÕES DE CRÉDITO

a) Composição da carteira de crédito por tipo de operação:

30 de setembro de 2010
Banco Consolidado
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Empréstimos 2.578.218 1.308.349 2.578.218 1.308.349


Títulos descontados 188.357 86 188.357 86
Financiamentos 392.621 320.426 515.146 371.005
Financiamentos rurais e agroindustriais 17.716 513 17.716 513
Total de operações de crédito 3.176.912 1.629.374 3.299.437 1.679.953

Outros títulos e créditos a receber (Nota 10.b)) 5.504 10.696 5.504 10.696
Adiantamentos sobre contratos de câmbio
(ACC/ACE) / Importações financiadas (Nota 10.a) e 19.a)) 189.984 - 189.984 -
Títulos e créditos receber – com características de concessão
de crédito (Nota 10.b)) 429 - 429 -
Total de outros créditos 195.917 10.696 195.917 10.696
Total da carteira de crédito 3.372.829 1.640.070 3.495.354 1.690.649

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

30 de junho de 2010
Banco Consolidado
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Empréstimos 2.191.710 1.166.843 2.191.710 1.166.843


Títulos descontados 185.455 94 185.455 94
Financiamentos 360.862 300.823 486.180 363.521
Financiamentos rurais e agroindustriais 17.699 305 17.699 305
Total de operações de crédito 2.755.726 1.468.065 2.881.044 1.530.763

Outros títulos e créditos a receber (Nota 10.b)) 6.303 10.271 6.303 10.271
Adiantamentos sobre contratos de câmbio
(ACC/ACE) (Nota 10.a) e 19.a)) 153.660 - 153.660 -
Títulos e créditos receber – com características de
concessão de crédito (Nota 10.b)) 517 - 517 -
Total de outros créditos 160.480 10.271 160.480 10.271
Total da carteira de crédito 2.916.206 1.478.336 3.041.524 1.541.034

b) Composição da carteira de crédito por nível de risco:

30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010


Total da Total da
Nível carteira de crédito Provisão carteira de crédito Provisão
de risco Banco Consolidado Banco Consolidado Banco Consolidado Banco Consolidado

AA 55.834 172.446 - - 117.329 242.383 - -


A 2.472.168 2.492.973 12.361 12.465 1.985.651 2.008.058 9.928 10.039
B 2.109.217 2.119.326 21.092 21.193 1.896.159 1.907.653 18.962 19.077
C 153.385 163.090 4.602 4.892 169.159 179.717 5.075 5.392
D 71.788 75.416 7.179 7.542 56.289 61.325 5.629 6.133
E 23.422 25.628 7.026 7.688 50.160 53.048 15.048 15.914
F 16.254 17.912 8.127 8.957 33.408 35.512 16.704 17.756
G 37.713 39.342 26.399 27.539 14.701 16.770 10.291 11.739
H 73.118 79.870 73.118 79.870 71.686 78.092 71.686 78.092
Total 5.012.899 5.186.003 159.904 170.146 4.394.542 4.582.558 153.323 164.142

c) Diversificação por setor econômico:

30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010


Banco Consolidado Banco Consolidado
Setor privado:
Indústria 1.723.469 1.723.469 1.447.653 1.447.653
Comércio 581.903 581.903 518.899 518.899
Intermediários financeiros 21.992 21.992 26.911 26.911
Rural 18.229 18.229 18.003 18.003
Outros serviços 881.900 883.985 772.804 775.160
Pessoas físicas 1.770.899 1.941.918 1.594.331 1.779.991
Setor público 14.507 14.507 15.941 15.941
Total 5.012.899 5.186.003 4.394.542 4.582.558

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

d) Composição por prazo de vencimento:

30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010


Banco Consolidado Banco Consolidado
A vencer:
Até 3 meses 1.768.262 1.802.620 1.397.509 1.431.949
De 3 a 12 meses 1.517.583 1.597.405 1.427.524 1.509.898
De 1 a 3 anos 1.232.955 1.283.534 1.132.130 1.194.802
De 3 a 5 anos 365.705 365.705 311.145 311.171
Acima de 5 anos 41.410 41.410 35.061 35.061
Total 4.925.915 5.090.674 4.303.369 4.482.881
Vencidas:
Até 60 dias 35.361 40.388 30.936 36.186
De 61 a 180 dias 33.586 35.869 34.670 37.039
De 181 a 360 dias 17.612 18.644 21.621 22.503
Mais de 360 dias 425 428 3.946 3.949
Total 86.984 95.329 91.173 99.677
Total 5.012.899 5.186.003 4.394.542 4.582.558

e) Concentração das operações de crédito:

30 de setembro de 2010
Banco Consolidado
% sobre % sobre
Maiores devedores Valor a carteira Valor a carteira

10 maiores devedores 674.307 13,45% 674.307 13,01%


50 seguintes maiores devedores 694.305 13,85% 694.305 13,39%
100 seguintes maiores devedores 630.091 12,57% 630.091 12,15%
Demais devedores 3.014.196 60,13% 3.187.300 61,45%
Total 5.012.899 100,00% 5.186.003 100,00%

30 de junho de 2010
Banco Consolidado
% sobre % sobre
Maiores devedores Valor a carteira Valor a carteira

10 maiores devedores 443.816 10,10% 443.816 9,68%


50 seguintes maiores devedores 668.274 15,21% 668.274 14,58%
100 seguintes maiores devedores 600.165 13,65% 600.165 13,10%
Demais devedores 2.682.287 61,04% 2.870.303 62,64%
Total 4.394.542 100,00% 4.582.558 100,00%

f) Operações renegociadas:

Durante os trimestres findos em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, foram


renegociados contratos de operações de crédito no montante de R$21.683 e de
R$55.155, respectivamente.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

g) Recuperação de créditos baixados como prejuízo:

Durante os trimestres findos em 30 de setembro de 2010 e de 2009, o Banco


recuperou créditos anteriormente baixados como prejuízo no montante de R$6.817
e de R$12.611, respectivamente, reconhecidos no resultado na rubrica de
“Operações de crédito”.

9. PROVISÃO PARA OPERAÇÕES DE CRÉDITO DE LIQUIDAÇÃO DUVIDOSA

A provisão para operações de crédito de liquidação duvidosa, para as operações de


crédito registradas nas demonstrações financeiras individuais, foi constituída
conforme critérios descritos na Nota 3.f), e é considerada suficiente para absorver
eventuais perdas da carteira de operações de crédito.

Nos trimestres findos em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, a provisão para


operações de créditos de liquidação duvidosa apresentou as seguintes
movimentações:

30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Saldo inicial 153.323 175.576


Constituição de provisão 52.123 29.510
Baixa como prejuízo (45.542) (51.763)
Saldo final 159.904 153.323

Total classificado no ativo circulante - operações de crédito 111.981 108.731


Total classificado no ativo circulante - outros créditos diversos (Nota 10.b)) 429 303
Total classificado no ativo não circulante realizável
a longo prazo - operações de crédito 47.494 44.289

10. OUTROS CRÉDITOS

O saldo de outros créditos está apresentado da seguinte forma:

a) Carteira de câmbio:

Banco e Consolidado
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Câmbio comprado a liquidar 177.476 168.592


Direitos sobre vendas de câmbio 5.257 10.575
(-) Adiantamentos em moeda nacional recebidos (1.352) (6.655)
Rendas a receber de adiantamentos concedidos (Nota 8.a)) 5.931 4.328
Total 187.312 176.840

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Diversos:

Banco
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Adiantamentos salariais 1.315 - 1.353 -


Adiantamentos para pagamentos da nossa conta 8.348 - 7.098 -
Créditos tributários (Nota 20.c)) 53.153 118.607 55.444 111.062
Devedores por compra de valores e bens (Nota 8.a)) 5.504 10.696 6.303 10.271
Devedores por depósitos em garantia (1) - 150.831 - 146.621
Impostos e contribuições a compensar 30.216 - 16.893 -
Pagamentos a ressarcir 743 - 714 -
Títulos e crédito a receber - com características
de concessão de crédito (Nota 8.a)) 429 - 517 -
Títulos e crédito a receber - sem características
de concessão de crédito 129.225 - 57.878 -
Devedores diversos 25.734 - 26.717 -
Total 254.667 280.134 172.917 267.954
(-) Provisão para outros créditos de
liquidação duvidosa (Nota 9) (429) - (303) -

Consolidado
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Adiantamentos salariais 1.334 - 1.369 -


Adiantamentos para pagamentos da nossa conta 8.348 - 7.098 -
Créditos tributários (Nota 20.c)) 53.153 118.614 55.444 111.088
Devedores por compra de valores e bens (Nota 8.a)) 5.504 10.696 6.303 10.271
Devedores por depósitos em garantia (1) - 150.831 - 146.621
Impostos e contribuições a compensar 32.290 - 18.236 -
Pagamentos a ressarcir 743 - 714 -
Títulos e crédito a receber - com características
de concessão de crédito (Nota 8.a)) 429 - 517 -
Títulos e crédito a receber - sem características
de concessão de crédito 129.225 - 57.878 -
Devedores diversos 25.734 - 26.717 -
Total 256.760 280.141 174.276 267.980
(-) Provisão para outros créditos de
liquidação duvidosa (Nota 9) (429) - (303) -

(1) Refere-se, substancialmente, ao registro de depósitos decorrentes de exigências legais, realizados para interposição de
recursos relativos a impostos e contribuições (Nota 21.b)).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

11. OUTROS VALORES E BENS


Banco e Consolidado (3)
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Bens não de uso próprio (1) 28.805 - 26.606 -


(-) Provisão para desvalorização de bens não de uso próprio (4.045) - (4.650) -
Total de bens não de uso próprio 24.760 - 21.956 -

Despesas antecipadas (2) 36.947 32.748 36.665 28.362


Total 61.707 32.748 58.621 28.362

(1) Refere-se aos bens recebidos em dação de pagamento para a liquidação de operações de crédito.
(2) Refere-se, substancialmente, às despesas de comissões pagas antecipadamente a terceiros (Nota 3.i)).
(3) As despesas antecipadas no Consolidado montam em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, R$69.696 e R$65.028,
respectivamente, sendo R$36.948 e R$36.666 registradas no ativo circulante e R$32.748 e R$28.362 registradas no ativo
não-circulante realizável a longo prazo.

12. INVESTIMENTOS

Os investimentos estão, substancialmente, representados por participações em


empresas controladas e as principais informações estão apresentadas a seguir:

b.1.) Empresas controladas diretamente:


Daycoval Asset
ACS Participações (1) Management Dayprev
Trimestres findos em Trimestres findos em Trimestres findos em
30 de setembro de 30 de setembro de 30 de setembro de
2010 2009 2010 2009 2010 2009

Capital social 123.448 23.448 1.554 1.554 15.000 15.000


Quantidade de ações/cotas possuídas 536.730.077 101.947.448 14.253 14.253 14.550.000 14.550.000
Patrimônio líquido 142.662 38.465 3.369 2.061 19.231 18.031
Lucro líquido (prejuízo) do trimestre 2.497 (1.004) 559 171 328 346
Participação % 99,99 99,99 99,99 99,99 97,00 97,00
Investimento ajustado 142.657 16.296 3.369 2.060 18.654 17.489
Resultado de equivalência patrimonial 2.496 (1.004) 559 171 318 336

(1) Conforme reunião de sócios, realizada em 1º de julho de 2010, foi aprovado o aumento do capital social de R$23.448 representado
por 101.947.468 quotas, para R$123.448 representado por 536.730.077 quotas.

b.2.) Empresas controladas indiretamente:


Treetop Investments IFP Planejamento (1) SCC Assessoria
Trimestres findos em Trimestres findos em Trimestres findos em
30 de setembro de 30 de setembro de 30 de setembro de
2010 2009 2010 2009 2010 2009

Capital social 4.521 4.745 10.020 20 20 20


Quantidade de ações/cotas possuídas 2.668.585 2.668.585 10.020.000 20.000 20.000 20.000
Patrimônio líquido 16.982 16.296 10.205 113 109 109
Lucro líquido do trimestre 969 286 92 - - -
Participação % 100,00 100,00 99,99 99,99 99,99 99,99
Investimento ajustado 16.982 16.296 10.205 113 109 109
Resultado de equivalência patrimonial 969 286 92 - - -

(1) Conforme reunião de sócios, realizada em 1º de julho de 2010, foi aprovado o aumento do capital social de R$20 representado por
20.000 quotas, para R$10.020 representado por 10.020.000 quotas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

13. DEPENDÊNCIA NO EXTERIOR

Os saldos das operações do Banco Daycoval S.A. - Cayman Branch (dependência no


exterior), praticadas com terceiros e incluídas nas demonstrações financeiras do
Banco em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, são demonstrados a seguir:
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
US$ mil R$ mil (1) US$ mil R$ mil (1)
Ativos
Disponibilidades 1.352 2.291 234 422
Aplicações interfinanceiras de liquidez - - 4.700 8.467
Títulos e valores mobiliários e 44.966 76.181 33.140 59.702
Operações de crédito 704 1.193 - -
Outros valores e bens 7.244 12.273 8.173 14.724
Total de ativos 54.266 91.938 46.247 83.315

Passivos
Depósitos à vista 296 501 138 249
Obrigações por títulos e valores mobiliários 388.714 658.559 396.811 714.855
Obrigações por empréstimos e repasses 108.289 183.463 135.436 243.988
Total de passivos 497.299 842.523 532.385 959.092

(1) Os montantes em dólares norte-americanos foram convertidos para reais - R$, com base nas cotações desta moeda de
R$/US$1,6942 e de R$/US$1,8015, divulgadas pelo BACEN, respectivamente para as datas de 30 de setembro e em 30 de
junho de 2010.

14. IMOBILIZADO DE USO


Banco
31 de junho
30 de setembro de 2010 de 2010
Depreciação Depreciação Valor Valor
Descrição anual - % Custo acumulada líquido líquido

Instalações 10 931 (393) 538 542


Móveis e equipamentos de uso 10 3.399 (1.247) 2.152 2.142
Equipamentos de comunicação 10 142 (46) 96 72
Computadores e periféricos 20 4.133 (2.202) 1.931 1.765
Equipamentos de segurança 10 303 (145) 158 164
Veículos 20 959 (642) 317 277
Total 9.867 (4.675) 5.192 4.962

Consolidado
31 de junho
30 de setembro de 2010 de 2010
Depreciação Depreciação Valor Valor
Descrição anual - % Custo acumulada líquido líquido

Imóveis de uso (1) 4 10.469 (5.863) 4.606 4.702


Instalações 10 949 (393) 556 561
Móveis e equipamentos de uso 10 3.407 (1.247) 2.160 2.150
Equipamentos de comunicação 10 142 (46) 96 72
Computadores e periféricos 20 4.156 (2.202) 1.954 1.786
Equipamentos de segurança 10 303 (145) 158 164
Veículos 20 1.650 (1.191) 459 454
Total 21.076 (11.087) 9.989 9.889

(1) Os imóveis de uso, pertencentes à controlada direta, são registrados por seu valor de custo de aquisição acrescido de valor referente à
reavaliação a valor de mercado, cuja realização se dará em razão do prazo remanescente de vida útil do bem, conforme determinado pela
Resolução BACEN nº 3.565/08.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

15. DEPÓSITOS E CAPTAÇÕES NO MERCADO ABERTO

As captações em depósitos interfinanceiros, depósitos a prazo e no mercado aberto


são negociadas a taxas usuais de mercado. Seus vencimentos estão assim distribuídos:

Banco
30 de setembro de 2010
Sem Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Depósitos à vista 332.905 - - - - - 332.905


Depósitos interfinanceiros - 22.002 6.316 - - - 28.318
Depósitos a prazo - 498.637 897.042 925.300 592.224 41.693 2.954.896
Depósitos em moeda estrangeira 1.645 - - - - - 1.645
Total de depósitos 334.550 520.639 903.358 925.300 592.224 41.693 3.317.764

Captações no mercado aberto - 1.755.936 - - - - 1.755.936


Total de captações
no mercado aberto - 1.755.936 - - - - 1.755.936

Total de depósitos e de captações


no mercado aberto 334.550 2.276.575 903.358 925.300 592.224 41.693 5.073.700

30 de junho de 2010
Sem Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Depósitos à vista 163.479 - - - - - 163.479


Depósitos interfinanceiros - 50.641 7.165 - - - 57.806
Depósitos a prazo - 607.164 504.531 832.215 573.595 40.726 2.558.231
Depósitos em moeda estrangeira 1.566 - - - - - 1.566
Total de depósitos 165.045 657.805 511.696 832.215 573.595 40.726 2.781.082

Captações no mercado aberto - 1.725.512 - - - - 1.725.512


Total de captações
no mercado aberto - 1.725.512 - - - - 1.725.512

Total de depósitos e de captações


no mercado aberto 165.045 2.383.317 511.696 832.215 573.595 40.726 4.506.594

Consolidado
30 de setembro de 2010
Sem Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Depósitos à vista 332.374 - - - - - 332.374


Depósitos interfinanceiros - 22.002 6.316 - - - 28.318
Depósitos a prazo - 498.637 897.042 921.165 526.979 41.693 2.885.516
Depósitos em moeda estrangeira 1.645 - - - - - 1.645
Total de depósitos 334.019 520.639 903.358 921.165 526.979 41.693 3.247.853

Captações no mercado aberto - 1.724.217 - - - - 1.724.217


Total de captações
no mercado aberto - 1.724.217 - - - - 1.724.217

Total de depósitos e de captações


no mercado aberto 334.019 2.244.856 903.358 921.165 526.979 41.693 4.972.070

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
30 de junho de 2010
Sem Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
vencimento meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Depósitos à vista 163.202 - - - - - 163.202


Depósitos interfinanceiros - 50.641 7.165 - - - 57.806
Depósitos a prazo 607.164 504.531 827.954 572.007 40.726 2.552.382
Depósitos em moeda estrangeira 1.566 - - - - - 1.566
Total de depósitos 164.768 657.805 511.696 827.954 572.007 40.726 2.774.956

Captações no mercado aberto - 1.691.890 - - - - 1.691.890


Total de captações
no mercado aberto - 1.691.890 - - - - 1.691.890

Total de depósitos e de captações


no mercado aberto 164.768 2.349.695 511.696 827.954 572.007 40.726 4.466.846

16. RECURSOS DE ACEITES E EMISSÃO DE TÍTULOS

16.1.) Obrigações por títulos emitidos no exterior

O Banco possui programa global de emissão de títulos privados no exterior


(Euro Medium Term Notes - EMTN). Este programa, inicialmente firmado em
14 de dezembro de 2005, foi ampliado de US$300 milhões para US$1 bilhão
em 16 de junho de 2008, e renovado em 16 de março de 2010, com montante
total captado de US$400 milhões e de US$525 milhões, em 30 de setembro e
em 30 de junho de 2010, respectivamente.

O quadro a seguir apresenta as características destes programas e os


respectivos saldos, em moeda local:
Valor Taxa Data de Data de 30 de setembro de 2010
emitido de juros emissão vencimento Banco Consolidado
(US$ mil) (R$ mil)

100.000 7,250% 21/07/2008 21/07/2011 168.406 168.406


300.000 6,500% 16/03/2010 15/03/2015 490.153 487.594
400.000 658.559 656.000
Total curto prazo 169.783 169.777
Total longo prazo 488.776 486.223

Valor Taxa Data de Data de 30 de junho de 2010


emitido de juros emissão vencimento Banco Consolidado
(US$ mil) (R$ mil)

100.000 7,250% 21/07/2008 21/07/2011 185.955 185.955


300.000 6,500% 16/03/2010 15/03/2015 528.900 526.135
400.000 714.855 712.090
Total curto prazo 15.918 15.868
Total longo prazo 698.937 696.222

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

16.2.) Letras financeiras:

O Banco passou a emitir Letras Financeiras, conforme estabelecido pela


Resolução nº 3.836/10, do Bacen. Os vencimentos das Letras Financeiras
emitidas até 30 de setembro de 2010 estão assim distribuídos:

30 de setembro de 2010
De 1 a
3 anos Total

Letras financeiras 1.007 1.007

17. OBRIGAÇÕES POR EMPRÉSTIMOS E REPASSES

Banco
Até De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
3 meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total
30 de setembro de 2010
Empréstimos e repasses
Obrigações em moeda estrangeira (1) 181.688 258.334 64.196 - - 504.218
Obrigações por empréstimos no exterior 76.429 18.867 275.888 44.565 - 415.749
Repasses do país - instituições oficiais
Repasses do BNDES 16.084 43.249 57.885 151 - 117.369
Repasses de FINAME 5.580 21.843 58.659 35.638 10.635 132.355
Total 279.781 342.293 456.628 80.354 10.635 1.169.691

30 de junho de 2010
Empréstimos e repasses
Obrigações em moeda estrangeira (1) 178.460 274.120 117.013 - - 569.593
Obrigações por empréstimos no exterior 2.521 97.917 285.198 44.565 - 430.201
Repasses do país - instituições oficiais
Repasses do BNDES 8.861 42.314 66.642 192 - 118.009
Repasses de FINAME 3.806 16.882 48.525 33.275 8.199 110.687
Repasses do exterior 8.068 - - - - 8.068
Total 201.716 431.233 517.378 78.032 8.199 1.236.558

Consolidado
Até De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
3 meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total
30 de setembro de 2010
Empréstimos e repasses
Empréstimos no país (2) 98.883 - - 98.883
Obrigações em moeda estrangeira (1) 182.944 258.334 64.196 - - 505.474
Obrigações por empréstimos no exterior 76.429 18.867 275.888 44.565 - 415.749
Repasses do país - instituições oficiais
Repasses do BNDES 16.084 43.249 57.885 151 - 117.369
Repasses de FINAME 5.580 21.843 58.659 35.638 10.635 132.355
Total 281.037 342.293 555.511 80.354 10.635 1.269.830

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Consolidado
30 de junho de 2010
Empréstimos e repasses
Empréstimos no país (2) - - 116.449 - - 116.449
Obrigações em moeda estrangeira (1) 178.460 274.120 117.013 - - 569.593
Obrigações por empréstimos no exterior 2.521 99.772 285.198 44.565 - 432.056
Repasses do país - instituições oficiais
Repasses do BNDES 8.861 42.314 66.642 192 - 118.009
Repasses de FINAME 3.806 16.882 48.525 33.275 8.199 110.687
Repasses do exterior 8.068 - - - - 8.068
Total 201.716 433.088 633.827 78.032 8.199 1.354.862

(1) O saldo de Obrigações em moeda estrangeira, refere-se às captações para operações comerciais de câmbio, relativas a
financiamentos à exportação e importação.
(2) O saldo de Empréstimos no país, incluído nas demonstrações financeiras consolidadas, refere-se ao valor das cotas
seniores, deduzido do valor mantido pelo Banco, representado pelas cotas subordinadas, no Daycoval Veículos FIDC em
30 de setembro e em 30 de junho de 2010.

O Banco observa o cumprimento dos compromissos financeiros relacionados à


manutenção de determinados índices de performance, liquidez e endividamento,
denominados “financial covenants”, atrelados aos contratos de empréstimos com o
“International Finance Corporation - IFC” e com o “Inter-American Investment
Corporation - IIC” que, caso não sejam cumpridos, podem acarretar em liquidação
antecipada dos contratos firmados entre o Banco e estas instituições.

18. OPERAÇÕES COM SEGUROS (CONSOLIDADO)

a) Direitos creditórios com operações de seguros:

Representado por valores a receber em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010


no montante de R$450 e de R$309, respectivamente, oriundos do Consórcio
DPVAT registrado na rubrica de Prêmios de seguros a receber, dentro do grupo de
“Outros créditos”.

b) Composição das provisões técnicas:

30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Sinistros a liquidar 20.547 20.018


Previdência complementar 1 1
Total 20.548 20.019

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

c) Recursos garantidores das provisões técnicas:

30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Letras Financeiras do Tesouro - LFT 20.715 20.425


Recursos garantidores de provisões técnicas 20.715 20.425

d) Resultado das operações de seguros:

Trimestres findos em
30 de setembro 30 de setembro
de 2010 de 2009

Receita de prêmios e contribuições 5.369 5.951


Despesas com sinistros (4.698) (5.035)
Outras receitas e despesas operacionais (28) (135)
Total (1) 643 781

(1) Valores registrados na rubrica de “Outras receitas operacionais” nas demonstrações do resultado.

19. OUTRAS OBRIGAÇÕES

a) Carteira de câmbio:

Banco e Consolidado
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Câmbio vendido a liquidar 5.117 10.494


(-) Importação financiada - câmbio contratado (Nota 8.a)) (223) (236)
Obrigações por compras de câmbio 185.478 168.392
(-) Adiantamentos sobre contratos de câmbio (Nota 8.a)) (183.948) (149.132)
Rendas a apropriar de adiantamentos concedidos (Nota 8.a)) 118 36
Total 6.542 29.554

b) Sociais e estatutárias:

Banco Consolidado
30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010 de 2010 de 2010

Dividendos e bonificações a pagar (Nota 22.e)) 20.594 19.844 20.594 19.844


Programa de participação nos resultados 17.299 10.073 17.465 10.184
Total 37.893 29.917 38.059 30.028

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

c) Fiscais e previdenciárias:

Banco
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Provisão para imposto de renda sobre o lucro 44.533 - 23.550 -


Provisão para contribuição social sobre o lucro 27.027 - 14.215 -
Impostos e contribuições a recolher 8.052 - 10.395 -
Provisão para imposto de renda e
contribuição social diferidos - (Nota 20.c)) 1.904 29.358 2.229 19.702
Obrigações legais - (Nota 21.b)) - 385.888 - 368.911
Total 81.516 415.246 50.389 388.613

Consolidado
30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo

Provisão para imposto de renda sobre o lucro 46.668 - 24.072 -


Provisão para contribuição social sobre o lucro 27.909 - 14.474 -
Provisão para imposto de renda e
contribuição social sobre reavaliação de bens 728 - 751 -
Impostos e contribuições a recolher 8.240 - 10.499 -
Provisão para imposto de renda e
contribuição social diferidos 1.904 29.377 2.229 19.713
Obrigações legais - (Nota 21.b)) - 385.888 - 368.911
Total 85.449 415.265 52.025 388.624

d) Diversas:

Banco Consolidado
30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010 de 2010 de 2010
Curto Longo Curto Longo Curto Longo Curto Longo
prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo prazo

Cheques administrativos 2 - 2 - 2 - 2 -
Provisão para
pagamentos a efetuar 13.093 - 9.842 - 16.319 - 13.648 -
Provisão para passivos
contingentes (Nota 21.b)) - 8.927 - 8.412 - 8.927 - 8.412
Credores diversos (1) 30.504 - 31.736 - 30.506 - 31.781 -
Total 43.599 8.927 41.580 8.412 46.827 8.927 45.431 8.412

(1) A rubrica de credores diversos (Banco e Consolidado), está composta substancialmente pelos seguintes itens:
(i) cobranças a liberar no montante de R$4.859 (R$5.218 em 30 de junho de 2010); (ii) valores recebidos de operações
cedidas no montante de R$15.933 (R$15.902 em 30 de junho de 2010); e (iii) valores a pagar referentes à comissões
sobre operações de crédito consignado no montante de R$4.574 (R$4.544 em 30 de junho de 2010).

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20. IMPOSTO DE RENDA E CONTRIBUIÇÃO SOCIAL

a) Demonstração do cálculo do imposto de renda e da contribuição social:


Banco Consolidado (1)
Trimestres findos em
30 de setembro de
2010 2009 2010 2009

Resultado deduzido dos juros sobre o capital próprio e


das participações no resultado, antes do imposto de
renda e da contribuição social 98.731 24.663 107.290 24.824
Imposto de renda e contribuição social às alíquotas de
25% e 15%, respectivamente (39.492) (9.865) (41.455) (9.968)
Adições:
Resultados de participações em controladas (183) (589) - (1.120)
Ajustes de instrumentos financeiros derivativos (7.669) (11.356) (7.669) (11.356)
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (20.849) (27.405) (20.849) (27.405)
Despesas não-dedutíveis (3.429) (1.998) (3.448) (2.154)
Outras (3.937) (1.940) (4.718) (1.940)
Exclusões:
Resultados de participações em controladas 1.704 461 - 558
Ajustes de instrumentos financeiros derivativos 17.272 5.554 17.272 5.554
Perdas em operações de crédito 21.092 10.629 21.092 10.629
Receitas não-tributáveis 1.132 1.345 1.132 1.345
Outras 564 - 2.601 45

Créditos tributários sobre diferenças temporárias (3.858) 27.099 (3.858) 27.099

Imposto de renda e contribuição social


correntes e diferidos (37.653) (8.065) (39.890) (8.713)

(1) Para o Consolidado, o resultado deduzido dos juros sobre o capital próprio e das participações no resultado, antes do
imposto de renda e da contribuição social, não considera as eliminações de resultado entre as empresas do
conglomerado, assim como, as alíquotas de imposto de renda e de contribuição social aplicadas sobre o resultado
variam de acordo com o ramo de atividade de cada empresa incluída nas demonstrações financeiras consolidadas.

b) Imposto de renda e contribuição social diferidos sobre adições e exclusões


temporárias (ativo e passivo):

Conforme estabelecido pela Resolução nº 3.059/02, alterada pela Resolução


nº 3.355/06, ambas do BACEN e pela Instrução CVM nº 371/02, o
reconhecimento contábil dos ativos e passivos fiscais diferidos (“créditos
tributários” e “obrigações ficais diferidas”) decorrentes de diferenças temporárias,
deve atender, de forma cumulativa, as seguintes condições: (i) apresentação de
histórico de lucros ou receitas tributáveis para fins de imposto de renda e
contribuição social sobre o lucro líquido, comprovado pela ocorrência dessas
situações em, pelo menos, três dos últimos cinco exercícios sociais, período esse
que deve incluir o exercício em referência; e (ii) expectativa de geração de lucros
ou receitas tributáveis futuros para fins de imposto de renda e contribuição social
sobre o lucro líquido, em períodos subsequentes, baseada em estudo técnico
interno que demonstre a probabilidade de ocorrência de obrigações futuras com
impostos e contribuições que permitam a realização do crédito tributário no prazo
máximo de dez anos.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

c) Origem dos créditos tributários e das obrigações fiscais diferidos:


Banco
Trimestre findo em
30 de setembro de 2010
30 de junho 30 de setembro
Créditos tributários: de 2010 Constituição Realização de 2010

Imposto de renda e contribuição


social diferidos sobre:
Provisões para contingências fiscais 70.190 3.953 - 74.143
Provisão para créditos de liquidação duvidosa 52.803 20.973 (21.092) 52.684
Ajuste a valor de mercado de títulos e valores
mobiliários e instrumentos financeiros
derivativos 3.933 2.310 (3.933) 2.310
Outras adições temporárias 39.580 3.043 - 42.623
Total de créditos tributários
sobre diferenças temporárias 166.506 30.279 (25.025) 171.760

Obrigações fiscais diferidas:

Imposto de renda e contribuição


social diferidos sobre:
Ajuste a valor de mercado de títulos e valores
mobiliários e instrumentos financeiros
derivativos 5.261 13.622 (5.261) 13.622
Resultados com instrumentos financeiros
derivativos não realizados 2.029 1.866 (2.029) 1.866
Outras 14.641 1.133 - 15.774
Total das obrigações fiscais diferidas
sobre diferenças temporárias 21.931 16.621 (7.290) 31.262

Trimestre findo em
30 de junho de 2010
31 de março 30 de junho
Créditos tributários: de 2010 Constituição Realização de 2010

Imposto de renda e contribuição


social diferidos sobre:
Provisões para contingências fiscais 67.078 3.112 - 70.190
Provisão para créditos de liquidação duvidosa 60.391 12.212 (19.800) 52.803
Ajuste a valor de mercado de títulos e valores
mobiliários e instrumentos financeiros
derivativos 5.287 1.359 (2.713) 3.933
Outras adições temporárias 36.095 3.492 (7) 39.580
Total de créditos tributários
sobre diferenças temporárias 168.851 20.175 (22.520) 166.506

Obrigações fiscais diferidas:

Imposto de renda e contribuição


social diferidos sobre:
Ajuste a valor de mercado de títulos e valores
mobiliários e instrumentos financeiros
derivativos 4.869 5.262 (4.870) 5.261
Resultados com instrumentos financeiros
derivativos não realizados 2.761 - (732) 2.029
Outras 13.650 993 (2) 14.641
Total das obrigações fiscais diferidas
sobre diferenças temporárias 21.280 6.255 (5.604) 21.931

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

No Consolidado, em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, o saldo de créditos


tributários monta R$171.767 e R$166.532, respectivamente, e o saldo das
obrigações fiscais diferidas monta R$31.281 e R$21.942, respectivamente.

d) Previsão de realização dos créditos tributários:

30 de setembro de 2010
Diferenças temporárias Total de
Imposto Contribuição impostos
Prazo para realização em: de renda Social diferidos

Até 1 ano 33.221 19.932 53.153


Até 2 anos 268 161 429
Até 3 anos - - -
Até 4 anos 462 278 740
Até 5 anos 91.107 26.330 117.437
Total 125.058 46.702 171.760

30 de junho de 2010
Diferenças temporárias Total de
Imposto Contribuição impostos
Prazo para realização em: de renda social diferidos

Até 1 ano 34.652 20.792 55.444


Até 2 anos 355 213 568
Até 3 anos 38 22 60
Até 4 anos 339 203 542
Até 5 anos 86.391 23.501 109.892
Total 121.775 44.731 166.506

O valor presente do total de créditos tributários constituído, em 30 de setembro e


em 30 de junho de 2010, é de R$132.628 e de R$128.414, respectivamente, e foi
calculado com base na expectativa de realização das diferenças temporárias,
descontadas pela taxa média de captação do Banco, projetada para os períodos
correspondentes.

As projeções de lucros que possibilitam a geração de base de cálculo tributável,


incluem a consideração de premissas macroeconômicas, taxas de câmbio e de
juros, estimativa de novas operações financeiras, entre outras, e que podem variar
em relação a dados e valores efetivos.

21. ATIVOS E PASSIVOS CONTINGENTES E OBRIGAÇÕES LEGAIS -


FISCAIS E PREVIDENCIÁRIAS

a) Ativos contingentes - nos trimestres findos em 30 de junho e em 31 de março


de 2010 o Banco não reconheceu ativos contingentes.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Passivos contingentes classificados como perdas prováveis e obrigações legais -


fiscais e previdenciárias.

O Banco é parte em processos judiciais de natureza trabalhista, cível e fiscal. A


avaliação para constituição de provisões é efetuada conforme critérios descritos na
nota 3.s). A Administração do Banco entende que as provisões constituídas são
suficientes para atender perdas decorrentes dos respectivos processos.

Provisões constituídas e as respectivas movimentações para os trimestres findos


em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010:

Banco e
Consolidado
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Obrigações legais - Riscos fiscais (b.1) 385.888 368.911


Processos trabalhistas (Nota 19.d)) 1.337 1.814
Processos cíveis (Nota 19.d)) 7.590 6.598
Total 394.815 377.323

Fiscais Trabalhista Cíveis


30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho 30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010 de 2010 de 2010 de 2010 de 2010

Saldo no início do trimestre 368.911 354.995 1.814 1.765 6.598 4.240


Atualização monetária 7.093 6.138 - - - -
Constituição 9.884 7.778 (477) 49 992 2.358
Saldo ao final do trimestre 385.888 368.911 1.337 1.814 7.590 6.598

b.1.) O Banco vem contestando judicialmente a legalidade da exigência de alguns


tributos e contribuições e os valores envolvidos estão integralmente
provisionados e atualizados.

Os principais questionamentos são:

IRPJ: visa deduzir os valores apurados de CSLL da base de cálculo do IRPJ


e questiona o efeito da extinção da correção monetária de balanço.
CSLL: (i) questiona o efeito da extinção da correção monetária de balanço,
contesta a exigência de alíquota diferenciada e visa o reconhecimento dos
juros sobre o capital próprio como despesa dedutível no exercício de 1996; e
(ii) questiona a majoração da alíquota de 9% para 15%, determinada pela
Medida Provisória nº 413/08, convertida na Lei nº 11.727 de 23 de junho de
2008.
COFINS: questiona a aplicação da Lei nº 9.718/98.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

PIS: questiona a aplicação da Lei nº 9.718/98 e a exigência pela fiscalização


de apuração da base de cálculo do PIS em desacordo com as Emendas
Constitucionais nº 01/94, nº 10/96 e nº 17/97.

c) Passivos contingentes classificados como perdas possíveis:

Não são reconhecidos contabilmente e estão representados por processos de


natureza cível e trabalhista. As ações cíveis referem-se, principalmente, a pedidos
de indenizações por danos morais e materiais que, em 30 de setembro e em 30 de
junho de 2010, montam o risco aproximado de R$21.542 e de R$15.061,
respectivamente. As ações trabalhistas, em 30 de setembro e em 30 de junho de
2010, montam risco aproximado de R$1.017 e de R$1.092, respectivamente.

d) Lei nº 11.941/09 - Adesão ao programa de parcelamento e


quitação de débitos fiscais:

Com base nos termos e vantagens oferecidos pelo programa de anistia fiscal
editado pelo Governo Federal, objeto da Lei n° 11.941/09, a Administração do
Banco, amparada por seus consultores jurídicos, julgou conveniente aderir ao
referido programa. Assim, foram protocoladas em 30 de novembro de 2009 as
desistências dos processos que questionavam o diferencial de alíquota de
contribuição social para os exercícios findos em 31 de dezembro de 1997 e de
1998, com consequente pedido de conversão parcial dos respectivos depósitos
judiciais em renda para a União, bem como, na mesma data, formalizados os
pedidos de adesão aos parcelamentos previstos na mencionada Lei que, até a data
de divulgação destas demonstrações financeiras, encontra-se em processo de
consolidação pela Receita Federal.

Não existem em curso processos administrativos por descumprimento das normas do


Sistema Financeiro Nacional ou de pagamento de multas, que possam causar
impactos representativos no resultado financeiro do Banco ou das empresas
integrantes do Consolidado.

22. PATRIMÔNIO LÍQUIDO (CONTROLADOR)

a) Capital social:

O capital social, totalmente subscrito e integralizado, do Banco é composto por


ações ordinárias e preferenciais, nominativas, escriturais e sem valor nominal.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

b) Composição do capital social em ações:


Quantidade de ações
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Ações ordinárias 142.418.179 142.418.179


Ações preferenciais 73.906.333 73.906.333
(-) Ações preferenciais em tesouraria (Nota 22.d.2)) (846.059) (1.254.392)
Total de ações 215.478.453 215.070.120

c) Movimentação do capital social em ações:


Quantidade de ações
Ordinárias Preferenciais Total

Quantidade de ações em 31 de março de 2010 142.418.179 72.348.941 214.767.120

Alienação de ações durante o trimestre findo


em 30 de junho de 2010 (Nota 22.d.2)) - 303.000 303.000

Quantidade de ações em 30 de junho de 2010 142.418.179 72.651.941 215.070.120

Quantidade de ações em 30 de junho de 2010 142.418.179 72.651.941 215.070.120

Alienação de ações durante o trimestre findo


em 30 de setembro de 2010 (Nota 22.d.2)) - 408.333 408.333

Quantidade de ações em 30 de setembro de 2010 142.418.179 73.060.274 215.478.453

d) Plano de recompra de ações:

Conforme Reunião do Conselho de Administração do Banco, realizada em 7 de


outubro de 2009, foi deliberado e aprovado um novo Plano de Recompra de Ações
de emissão própria, para permanência em tesouraria e posterior alienação ou
cancelamento, sem redução do capital social e com a utilização de reservas, em
conformidade com a Lei nº 6.404/76 e alterações posteriores, com a Instrução
CVM nº 10/80 e Estatuto Social do Banco.

Durante o semestre findo em 30 de junho de 2010, as recompras de ações de


emissão própria realizadas pelo Banco, alcançaram o percentual máximo de 2,8%
das ações preferenciais em circulação, cujas características estão descritas a seguir.

22.1.)Objetivo, prazo e intermediadores do Plano de Recompra de Ações de


emissão própria:

I- Objetivo: as ações foram adquiridas, para permanência em tesouraria e


posterior alienação, ou cancelamento, até 2,8% das ações preferenciais
nominativas em circulação representadas por até 1.557.392 (um
milhão, quinhentas e cinquenta e sete mil e trezentas e noventa e duas)
ações preferenciais.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

II - Prazo: o plano de recompra de ações vigoraria até 6 de outubro de


2010.
III - Intermediadores: a operação de aquisição dessas ações foi realizada na
BM&FBovespa S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros, a
preço de mercado e intermediada por: (i) Ágora CVTM S.A., inscrita
no CNPJ sob nº 74.014.747/0002-16, com sede na Rua Leopoldo
Couto Magalhães Jr., 758, 1º andar, São Paulo, Capital; (ii) Fator S.A.
Corretora de Valores, inscrita no CNPJ sob nº 63.062.749/0001-83,
com sede na Rua Dr. Renato Paes de Barros nº 1017, 11º andar, São
Paulo, Capital; e (iii) Itaú Corretora de Valores S.A., inscrita no CNPJ
sob o nº 61.194.353/0001-64, com sede na Avenida Doutor Hugo
Beolchi, 900, 15º andar, São Paulo, Capital.

22.2.)Ações em tesouraria:

O quadro a seguir apresenta informações referentes às ações de emissão


própria em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010:

Quantidade Preços de negociação Cotação de


de ações em das recompras fechamento de Valor de
Espécie tesouraria mínimo médio máximo mercado (1) mercado

30 de setembro de 2010

Preferenciais 846.059 8,87 9,35 10,14 11,14 9.425

30 de junho de 2010

Preferenciais 1.254.392 8,87 9,35 10,14 8,80 11.039

(1) Cotação de fechamento de pregão divulgada pela BM&FBOVESPA S.A. - Bolsa de Valores, Mercadorias e
Futuros, referente às ações preferenciais do Banco, sob o código DAYC4, tendo como base os pregões de 30
de setembro e de 30 de junho de de 2010.

O quadro a seguir apresenta a movimentação das ações em tesouraria


durante os trimestres findos em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010:

30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Saldo no início do trimestre 1.254.392 1.557.392

Alienação de ações de emissão própria (Nota 25.2.V) (1) (408.333) (303.000)

Saldo ao final do trimestre 846.059 1.254.392

(1) Conforme Reunião do Conselho de Administração do Banco, realizada em 11 de março de 2010, foi aprovada
a alienação de ações mantidas em tesouraria para atender aos exercícios de opção no âmbito do Plano de
Outorga de Opção de Compra de Ações.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

e) Juros sobre o capital próprio e/ou dividendos:

Conforme disposições estatutárias, aos acionistas estão assegurados dividendos


e/ou juros sobre o capital próprio que somados, correspondam, no mínimo, a 25%
do lucro líquido do exercício, ajustado nos termos da lei societária.

Os juros sobre o capital próprio são calculados com base nas contas do patrimônio
líquido, limitando-se à variação da taxa de juros de longo prazo (TJLP),
condicionados à existência de lucros computados antes de sua dedução ou de
lucros acumulados e reservas de lucros.

O cálculo dos dividendos e dos juros sobre o capital próprio, relativos ao trimestre
findo em 30 de setembro de 2010, está demonstrado a seguir:

30 de setembro
de 2010 %(1)

Lucro líquido do trimestre 85.012


(-) Reserva legal -
Base de cálculo ajustada 85.012

Valor bruto dos juros sobre o capital próprio 23.909


(-) Imposto de renda retido na fonte relativo aos juros sobre o capital próprio (3.315)
Valor líquido dos juros sobre o capital próprio no trimestre 20.594

Valor líquido dos juros sobre o capital próprio no trimestre 20.594 24,22%

(1) Refere-se ao percentual relativo à soma do valor líquido dos juros sobre o capital próprio sobre o lucro líquido
ajustado do trimestre findo em 30 de setembro de 2010.

Foram pagos ou provisionados dividendos e juros sobre o capital próprio conforme


demonstrado a seguir:

Trimestre findo em
30 de setembro de 2010
Valor Valor
Valor bruto pago ou pago ou
por ação provisionado provisionado
Descrição ON PN bruto IRRF líquido

Juros sobre o capital próprio (1) 0,11096 0,11096 23.909 (3.315) 20.594
Total pago ou provisionado no trimestre 23.909 (3.315) 20.594

(1) Conforme Reunião do Conselho de Administração do Banco, realizada em 29 de setembro de 2010, foi ratificada a
aprovação da Diretoria sobre o pagamento a título de Juros sobre o Capital Próprio, “ad referendum” da Assembleia
Geral de Acionistas, referente ao período de 30 de junho a 29 de setembro de 2010. Os valores foram disponibilizados
aos acionistas em 15 de outubro de 2010.

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f) Reservas de reavaliação e de lucros:

30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Reservas de reavaliação (1) 1.467 1.492


Reservas de lucros 244.290 241.892
Reserva legal (2) 36.803 36.803
Reserva de lucros a realizar (3) 12.409 12.409
Reservas estatutárias (4) 202.978 204.386
Ações em tesouraria (Nota 22.d.2)) (7.900) (11.706)

(1) Refere-se à reavaliação de bens imóveis de empresa controlada, sendo reconhecida no resultado em função do
decorrer do prazo de vida útil do bem reavaliado.
(2) Constituída obrigatoriamente à base de 5% do lucro líquido do exercício, até atingir 20% do capital social realizado,
conforme legislação vigente.
(3) Reserva constituída referente ao lucro líquido da empresa Treetop Investments Ltd., controlada indiretamente.
(4) Reserva constituída conforme disposição estatutária.

23. DEMONSTRAÇÕES DO RESULTADO

a) Outras despesas administrativas:

Banco Consolidado
Trimestres findos em Trimestres findos em
30 de setembro de 30 de setembro de
2010 2009 2010 2009

Despesas de água, energia e gás 221 176 221 176


Despesas de aluguéis e seguros 2.224 1.892 2.224 1.904
Despesas de comunicações 782 748 782 748
Despesas de contribuições 1.569 431 1.569 431
Despesas de manutenção e conservação de bens 250 88 250 90
Despesas com materiais 326 172 326 172
Despesas de processamento de dados 1.237 1.108 1.240 1.109
Despesas de promoções, propaganda e publicações 1.114 789 1.156 846
Despesas com serviços de terceiros, técnicos e especializados 18.119 17.811 18.330 17.866
Despesas de depreciação e amortização 345 382 475 497
Outras despesas administrativas 3.080 2.414 3.525 2.861
Total 29.267 26.011 30.098 26.700

b) Outras receitas operacionais:

Banco Consolidado
Trimestres findos em Trimestres findos em
30 de setembro de 30 de setembro de
2010 2009 2010 2009

Variação cambial 86.454 102.717 86.586 102.717


Atualização de depósitos judiciais 2.829 1.738 2.829 1.738
Outras receitas operacionais 6.664 1.384 6.783 1.675
Resultado de operações com seguros - - 643 781
Recuperação de encargos e despesas 2 23 2 23
Total 95.949 105.862 96.843 106.934

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c) Outras despesas operacionais:


Banco Consolidado
Trimestres findos em Trimestres findos em
30 de setembro de 30 de setembro de
2010 2009 2010 2009

Atualização monetária de tributos 3.706 4.887 3.706 4.887


Variação cambial 10.957 9.424 11.971 11.394
Outras despesas operacionais 10.349 934 10.877 1.059
Total 25.012 15.245 26.554 17.340

24. LIMITE OPERACIONAL - ACORDO DE BASILÉIA

O Banco Central do Brasil divulgou os Comunicados nº 12.746/04 e nº 16.137/07,


que tratam das diretrizes e cronogramas para a implantação dos conceitos do novo
Acordo da Basiléia (Basiléia II). Estes Comunicados têm como orientação as
recomendações do Comitê de Supervisão Bancária de Basiléia, contidas no
documento “Convergência Internacional de Mensuração e Padrões de Capital: Uma
Estrutura Revisada” (Basiléia II), que estabelece critérios mais adequados aos níveis
de riscos associados às operações das instituições financeiras para alocação de capital
regulamentar.

No quadro a seguir, estão demonstrados a apuração das exigibilidades de patrimônio


líquido e o índice de Basiléia:
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Patrimônio líquido ajustado 1.735.640 1.668.016


Redução das reservas de reavaliação (1.467) (1.492)
Redução dos ajustes patrimoniais de títulos e valores mobiliários
classificados como disponíveis para venda (4.057) 66
Patrimônio de referência de Nível I 1.730.116 1.666.590
Adição das reservas de reavaliação 1.467 1.492
Adição dos ajustes patrimoniais de títulos e valores mobiliários
classificados como disponíveis para venda 4.057 (66)
Patrimônio de referência de Nível II 5.524 1.426
Patrimônio de referência PR 1.735.640 1.668.016

Alocação de capital por nível de risco


Risco de crédito 631.366 537.545
Risco de mercado 163.779 183.717
Risco operacional 106.174 100.343
Patrimônio de referência exigido (PRE) 901.319 821.605
Índice de Basiléia 21.18% 22,33%

Em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010, o patrimônio líquido do Banco


excedeu em 92,57% e em 103,02%, respectivamente, o Patrimônio de Referência
Exigido pelo BACEN.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

25. BENEFÍCIOS A EMPREGADOS

25.1.) Programas de incentivo à educação e de participação nos resultados

Para alcançar o objetivo de posicionar-se entre as melhores empresas do país


para se trabalhar, o Banco investe na capacitação e no bem estar de seus
funcionários, através de programas que envolvem estudantes do ensino
superior e programas de MBA’s e Pós Graduação e participa do programa
Jovem Aprendiz do Governo Federal e dá andamento a programas próprios de
estagiários.

O Banco adota Programa de Participação nos Resultados (PPR) para todos os


funcionários. Este programa é elaborado em parceria com o Sindicato dos
Bancários, e baseia-se em metas de desempenho avaliadas anualmente,
utilizando critérios de acordo com o programa de Avaliação de Desempenho.

25.2.) Remuneração por ações

Em Assembleia Geral Extraordinária, realizada em 21 de maio de 2008, foi


aprovado o Plano de Outorga de Compra de Ações (“Plano”) de emissão do
Banco, destinado aos seus administradores e empregados e pessoas que
prestem serviços ao Banco e às sociedades sob seu controle, cujos programas
foram aprovados pelo Conselho de Administração em 25 de julho de 2008 (1º
e 2º Programas), em 12 de dezembro de 2008 (3º Programa) e em 11 de
setembro de 2009 (4º Programa).

I. Objetivos do Plano

O Plano tem como principais objetivos: (i) estimular a expansão do


Banco, mediante a criação de incentivos que visem uma maior integração
de seus empregados, na qualidade de acionistas do Banco; (ii) possibilitar
ao Banco a manutenção de seus profissionais, oferecendo-lhes, como
vantagem e incentivo adicional, a oportunidade de se tornarem acionistas
do Banco, nos termos, condições e formas previstas no Plano; e
(iii) promover o bom desempenho do Banco e dos interesses de seus
acionistas mediante comprometimento de longo prazo por parte de seus
executivos, administradores e empregados.

II. Administração e ações objeto do Plano

O Plano é administrado pelo Conselho de Administração, e todas as


decisões relativas ao Plano são por ele aprovadas.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

As opções outorgadas no âmbito do Plano não podem ultrapassar, durante


o prazo de vigência do Plano, o limite máximo de 5% (cinco por cento)
do total de ações do capital social subscrito e integralizado do Banco, a
qualquer tempo e as ações objeto das Opções serão provenientes,
conforme venha a ser deliberado pelo Conselho de Administração: (i) da
emissão de novas ações preferenciais, dentro do limite do capital
autorizado; e/ou (ii) de ações mantidas em tesouraria.

III. Beneficiários

São elegíveis a participar deste Plano os executivos, os administradores e


empregados do Banco e os de suas sociedades controladas direta ou
indiretamente, assim como as pessoas naturais que prestem serviços ao
Banco ou às sociedades sob seu controle.

Os beneficiários não terão qualquer direito na qualidade de acionistas do


Banco (inclusive o direito de receber dividendos), com relação a
quaisquer ações abrangidas pela Opção, até que essas ações tenham sido
totalmente subscritas/adquiridas e integralizadas/pagas pelos
beneficiários.

IV. Preço e prazo de carência para o exercício das opções

1º Programa

O preço por ação para o exercício da Opção (“Preço de Exercício”) será


equivalente à média ponderada dos 30 (trinta) últimos pregões que
imediatamente antecederem a comunicação do exercício de compra de
ações, com desconto de 30% (trinta por cento).

O prazo de carência para o exercício do direito à compra de ações,


referente ao 1º Programa, é determinado da seguinte forma:

Percentual
Prazo de carência da opção
(vesting period) para o exercício

Ao final do 2º ano 50%


Ao final do 3º ano 25%
Ao final do 4º ano 25%

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

2º Programa

O preço por ação para o exercício da Opção (“Preço de Exercício”) será


de R$15,00, corrigido pela variação do Índice de Preços ao Consumidor -
Amplo, divulgado pelo IBGE (“IPC-A”), ou o que vier a substituí-lo, da
data de aprovação do Programa até a data do efetivo exercício da Opção
de Compra de Ações.

O prazo de carência para o exercício do direito à compra de ações,


referente ao 2º Programa, é determinado da seguinte forma:

Percentual
Prazo de carência da opção
(vesting period) para o exercício

Ao final do 1º ano 25%


Ao final do 2º ano 25%
Ao final do 3º ano 25%
Ao final do 4º ano 25%

3º Programa

O preço por ação para o exercício da Opção (“Preço de Exercício”) será


definido na data de outorga das opções de compra de ações, corrigido pela
variação do Índice de Preços ao Consumidor - Amplo, divulgado pelo
IBGE (“IPC-A”), ou o que vier a substituí-lo, da data de adesão dos
beneficiários ao Programa até a data do efetivo exercício da Opção de
Compra de Ações.

O prazo de carência para o exercício do direito à compra de ações,


referente ao 3º Programa, é de 180 dias contados da data de adesão ao
Programa.

O Preço de Exercício será ajustado, corrigindo-se o seu valor para levar


em conta os dividendos e juros sobre o capital próprio eventualmente
distribuídos.

4º Programa

O preço por ação para o exercício da Opção (“Preço de Exercício”) será


equivalente à média ponderada dos 30 (trinta) últimos pregões que
imediatamente antecederem a data da comunicação do exercício de
compra, com desconto de 30% (trinta por cento).

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O prazo de carência para o exercício do direito à compra de ações,


referente ao 4º Programa, é determinado da seguinte forma:

Percentual
Prazo de carência da opção
(vesting period) para o exercício

Ao final do 3º ano 50%


Ao final do 4º ano 25%
Ao final do 5º ano 25%

V. Opções outorgadas

Prazo Opções
Outorga Carência final para Opções disponíveis
Número Data até exercício Outorgadas Exercidas Canceladas para exercício

1º Programa
1ª Outorga 25/07/2008 25/07/2010 25/07/2018 864.290 (408.333) - 455.957
2ª Outorga 12/12/2008 12/12/2010 12/12/2018 42.857 - - 42.857
3ª Outorga 05/11/2009 05/11/2011 05/11/2019 125.001 - (41.667) 83.334
4ª Outorga 30/08/2010 30/08/2012 30/08/2020 175.439 - - 175.439
5ª Outorga 29/09/2010 29/09/2012 29/09/2020 30.305 - - 30.305
Total 1.237.892 (408.333) (41.667) 787.892
3º Programa
1ª Outorga 12/12/2008 12/06/2009 12/12/2018 303.000 (303.000) - -
Total 303.000 (303.000) - -
4º Programa
1ª Outorga 26/04/2010 26/04/2013 26/04/2020 146.045 - - 146.045
2ª Outorga 01/07/2010 01/07/2013 01/07/2020 33.333 - - 33.333
Total 179.378 - - 179.378

Total de opções de compra de ações 1.720.270 (711.333) (41.667) 967.270

Até a data de divulgação destas demonstrações financeiras, não ocorreram


outorgas para o 2º Programa de Opção de Compra de Ações.

VI. Opções de compra de ações exercidas

Durante o trimestre findo em 30 de setembro de 2010, foram exercidas


opções de compra de ações do Banco, conforme demonstrado no quadro a
seguir:

Data do Preço de Valor de


Programa Outorga exercício exercício mercado (1)

1º Programa 1ª Outorga 16/08/2010 5,89 9,55


1º Programa 1ª Outorga 25/08/2010 5,89 9,55

(1) Valor de mercado da ação DAYC4, com base na cotação de fechamento do pregão de 25 de julho
de 2010.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

VII. Efeitos decorrentes do exercício de opções de compra de ações

R$ mil

Valores recebidos do beneficiário da opção outorgada 2.398


(-) Custo das ações mantidas em tesouraria (3.806)
Resultado apurado na alienação das ações em tesouraria (1) (1.408)

(1) O resultado apurado na alienação das ações em tesouraria, por conta do exercício das opções de compra
de ações pelo(s) beneficiário(s), foi reconhecido diretamente no rubrica de “Reserva de lucros”.

VIII. Cálculo do valor justo (fair value)

Na determinação do fair value da opção de compra de ações, foram


utilizadas modelagens estatísticas que levam em consideração todas as
características principais dos Programas, que incluem período aquisitivo
(vesting period), condições para o exercício da opção e preço do ativo
objeto.

Para os trimestres findos em 30 de setembro de 2010 e de 2009, os efeitos


contábeis, caso tivessem sido reconhecidos, impactariam negativamente o
resultado em R$210 e em R$283, respectivamente.

26. GARANTIAS E FIANÇAS PRESTADAS E RESPONSABILIDADES


COM TERCEIROS (BANCO E CONSOLIDADO)

As garantias e fianças bancárias prestadas e responsabilidades assumidas com


terceiros, em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010 montam o valor de
R$231.037 e de R$204.204, respectivamente, cuja composição está detalhada no
quadro a seguir:

30 de setembro 30 de junho
Composição de 2010 2010

Créditos abertos para importação 14.952 22.243


Beneficiários de garantias prestadas 155.177 101.824
Coobrigações em cessões de crédito 60.908 80.137
Total de garantias e fianças prestadas e responsabilidades com terceiros 231.037 204.204

As garantias e fianças bancárias prestadas e responsabilidades assumidas com


terceiros estão sujeitas a encargos financeiros e contra-garantias dadas pelos
beneficiários.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

O quadro a seguir, apresenta as garantias e fianças bancárias prestadas e


responsabilidades assumidas com terceiros, registradas em contas de compensação, em
30 de setembro e em 30 de junho de 2010:

Banco e Consolidado
Até 3 De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

30 de setembro de 2010 79.729 96.255 53.180 1.871 2 231.037

30 de junho de 2010 81.097 87.417 32.324 3.356 10 204.204

O Banco não garante qualquer operação de empresas controladas, direta e


indiretamente, de seus administradores ou de seus familiares.

27. TRANSAÇÕES COM PARTES RELACIONADAS

a) As empresas controladas, direta e indiretamente, e os acionistas do Banco,


realizam transações, com o próprio Banco, em condições usuais de mercado. Estas
operações são contratadas a taxas compatíveis às taxas praticadas pelo mercado
vigentes nas datas das operações, assim como nas datas de suas respectivas
liquidações.

O quadro a seguir apresenta as transações do Banco com suas respectivas partes


relacionadas, em 30 de setembro e em 30 de junho de 2010:

Trimestre findo em Trimestre findo em


30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Ativo Receita Ativo Receita
Transações (passivo) (despesa) (passivo) (despesa)

Depósitos à vista (1.048) - (745) -


Controlador (1) - (3) -
Daycoval Holding Financeira S.A. (1) - (3) -
Controladas diretas (39) - (67) -
ACS Participações Ltda. (20) - (32) -
Daycoval Asset Management Ltda. (5) - (21) -
Dayprev Vida e Previdência S.A. (14) - (14) -
Controladas indiretas (491) - (209) -
IFP Promotora de Serviços de
Intermediação Financeira Ltda. (15) - - -
Treetop Investments Ltd. (476) - (209) -
Outras empresas coligadas (3) - (3) -
Daycoval Cobr. A. Serv. Ltda. (2) - (2) -
Parateí Agropecuária e Imob. Ltda. (1) - (1) -
Outras partes relacionadas - pessoas físicas (514) - (463) -

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Trimestre findo em Trimestre findo em


30 de setembro de 2010 30 de junho de 2010
Ativo Receita Ativo Receita
Transações (passivo) (despesa) (passivo) (despesa)

Depósitos a prazo (326.822) (8.880) (248.060) (5.023)


Controlador (161) (4) (156) (3)
Daycoval Holding Financeira S.A. (161) (4) (156) (3)
Controladas diretas (62.304) (1.736) (5.849) (165)
ACS Participações Ltda. (61.496) (1.714) (5.042) (146)
Daycoval Asset Management Ltda. (808) (22) (807) (19)
Controladas indiretas (7.076) (198) (209) -
IFP Promotora de Serviços de
Intermediação Financeira Ltda. (7.076) (198) (209) -
Outras empresas coligadas (441) (12) (432) (10)
Daycoval Fomento Comercial Ltda. (400) (11) (390) (9)
Parateí Agropecuária e Imob. Ltda. (41) (1) (42) (1)
Outras partes relacionadas - pessoas físicas (256.840) (6.930) (241.623) (4.845)

Obrigações por títulos e valores


mobiliários emitidos no exterior (2.560) (40) (2.765) (63)
Controladas diretas (2.183) (34) (2.358) (34)
ACS Participações Ltda. (2.183) (34) (2.358) (34)
Controladas indiretas (377) (6) (407) (29)
Treetop Investments Ltd. (377) (6) (407) (29)

Cotas de fundos de investimento (nota 6.b)) 311.602 10.059 301.544 8.453


Outras partes relacionadas - pessoa jurídica 311.602 10.059 301.544 8.453
Daycoval Veículos FIDC 63.979 3.231 60.748 2.764
Daycoval Classic 247.623 6.828 240.796 5.689

O quadro a seguir apresenta as taxas de remuneração e os respectivos prazos das


transações do Banco com suas respectivas partes relacionadas em 30 de setembro
de 2010:
Ativo (Passivo)
Taxa de Sem Até De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
Descrição remuneração vencimento 3 meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total

Depósitos a prazo - 30 435 10.446 315.405 506 326.822


Controlador - - - - 161 - 161
Daycoval Holding 107% CDI
Financeira S.A. a 110% CDI - - - - 161 - 161
Controladas diretas - - - 4.136 58.168 - 62.304
100% CDI
ACS Participações Ltda. a 110% CDI - - - 4.136 57.360 - 61.496
Daycoval Asset
Management Ltda. 107% CDI - - - - 808 - 808
Controladas indiretas - - - - 7.076 - 7.076
IFP Promotora de Serviços de
Intermediação Financeira
Ltda. 110% CDI - - - - 7.076 - 7.076
Outras empresas coligadas - - - - 441 - 441
Daycoval Fomento
Comercial Ltda. 107% CDI - - - - 400 - 400
Parateí Agropecuária e
Imob. Ltda. 107% CDI - - - - 41 - 41

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

Ativo (Passivo)
Taxa de Sem Até De 3 a De 1 a De 3 a Acima de
Descrição remuneração vencimento 3 meses 12 meses 3 anos 5 anos 5 anos Total
Outras partes relacionadas - 103% CDI
pessoas físicas a 112% CDI - 30 435 6.310 249.559 506 256.840

Obrigações por títulos e valores


mobiliários emitidos no
exterior - - - - 2.560 - 2.560
Controladas diretas - - - - 2.183 - 2.183
ACS Participações Ltda. 6,5% - - - - 2.183 - 2.183
Controladas indiretas - - - - 377 - 377
Treetop Investments Ltd. 6,5% - - - - 377 - 377

Cotas de fundos de
investimento (Nota 6.b))
Outras partes relacionadas -
pessoa jurídica 311.602 - - - - - 311.602
Daycoval Veículos FIDC 113% CDI 63.979 - - - - - 63.979
Daycoval Classic CDI 247.623 - - - - - 247.623

Nos termos da legislação brasileira, as instituições financeiras não podem


conceder empréstimos ou adiantamentos ou garantir operações de seus acionistas
controladores, empresas coligadas, administradores, ou parentes de seus
administradores até o segundo grau. Desta forma, o Banco não concede
empréstimos ou adiantamentos, nem garante qualquer operação de empresas
controladas, direta e indiretamente, de seus administradores ou seus familiares.

b) Remuneração do pessoal-chave da Administração:

Anualmente, quando da realização da Assembleia Geral Ordinária, é fixado o


montante global anual de remuneração dos Administradores, conforme determina
o Estatuto Social do Banco.

Para o exercício de 2010 foi fixado, na Assembléia Geral Ordinária realizada em


26 de abril de 2010, o montante global de até R$15 milhões.

Trimestres findos em
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010
Benefícios de curto prazo a Administradores
Remuneração fixa 2.152 2.275
Benefícios diretos e indiretos (assistência médica) 40 68
Total 2.192 2.343

Benefícios de longo prazo a Administradores Quantidade Quantidade


Saldo existente de opções de compra de ações outorgadas
(stock options) - Nota 25.2 57.143 47.620

O Banco não possui outros benefícios de curto e longo prazo, de pós-emprego, de


rescisão de contrato de trabalho para o pessoal-chave de sua Administração.

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c) Participação acionária:

Os membros do Conselho de Administração e da Diretoria possuíam em conjunto


a seguinte participação acionária no capital do Banco em 30 de setembro e em 30
de junho de 2010:

Percentual de participação
em relação à classe de ações
30 de setembro 30 de junho
de 2010 de 2010

Ações ordinárias (ON) - por meio de participação indireta


(Daycoval Holding Financeira S.A.) 93,29 93,29%
Ações preferenciais (PN) 24,59 24,59%

28. OUTRAS INFORMAÇÕES

a) Administração de recursos de terceiros:

A Daycoval Asset Management é responsável pela administração de recursos de


terceiros através de fundos de investimentos, cujos patrimônios líquidos em 30 de
setembro e em 30 de junho de 2010, totalizavam R$880.392 e R$753.823,
respectivamente.

b) Cobertura contra sinistros:

O Banco e suas controladas, mesmo submetidos a reduzido grau de risco em


função da não concentração física de seus ativos, têm como política segurar seus
valores e bens, em montantes considerados adequados para cobertura de eventuais
sinistros.

c) Relacionamento com os Auditores:

Em conformidade com a Instrução CVM nº 381, de 14 de janeiro de 2003,


informamos que a empresa contratada, para auditoria das demonstrações
financeiras, além dos serviços de auditoria externa, iniciou no segundo semestre de
2009 a prestação de serviços de diagnóstico para identificação das principais
diferenças entre as práticas contábeis brasileiras, vigentes na data destas
demonstrações financeiras, e as práticas internacionais de contabilidade (“IFRS”)
e, durante o trimestre findo em 30 de setembro de 2010, iniciou consultoria para o
desenvolvimento do Plano de Continuidade de Negócios (PCN). A política de
contratação de serviços técnicos e profissionais de auditores independentes
assegura que não haja conflito de interesses, perda de independência ou
objetividade.

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d) Comitê de Auditoria:

Em conformidade com a Resolução nº 3.198/04, do Conselho Monetário Nacional,


e visando à adoção das Melhores Práticas de Mercado na condução de seus
negócios, em Assembleia Geral Extraordinária realizada em 26 de março de 2009,
foi deliberada e aprovada a constituição do Comitê de Auditoria, composto por 3
membros, nos termos da legislação em vigor. A constituição deste comitê foi
homologada pelo Banco Central do Brasil em 26 de maio de 2009.

e) Acordo de Investimento e emissão de bônus de subscrição de ações:

O Banco firmou Acordo de Investimento (“acordo” ou “operação”) com


investidores institucionais captando aproximadamente R$410 milhões durante o
trimestre findo em 31 de março de 2009. Os participantes do acordo são: Cartesian
Capital Group, Wolfensohn Capital Partners, International Finance Corporation
(IFC) e os acionistas controladores. Os acionistas minoritários também puderam
participar usufruindo das mesmas condições que os demais participantes.

Para o Banco, entre os principais objetivos do acordo destacaram-se os seguintes:

• Aumentar a liquidez e reforçar a estrutura de capital.


• Fortalecer a base de captação para possibilitar a expansão da carteira de crédito
no segmento de “middle market”.
• Diversificar as fontes de captação e estender o prazo médio.

A operação possui uma estrutura pioneira, pois consiste numa oferta privada de
bônus de subscrição de ações ordinárias e de ações preferenciais. Apenas a forma
que previa que o subscritor do bônus optasse pela subscrição das ações em
momento posterior foi exercida.

Nesta opção, os subscritores efetuaram aplicação em Certificado de Depósito


Bancário (CDB) de emissão do Banco, com as seguintes características:

• Rendimento médio de 99% da Taxa DI-CETIP Over, sendo de 110% da Taxa


DI-CETIP Over, no período compreendido entre a data da efetiva aplicação dos
recursos e 31 de março de 2013 e, a partir de 31 de março de 2013 até 31 de
março de 2014, rendimento de 55% da Taxa DI-CETIP Over, calculada e
divulgada pela Cetip.

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

• Poderá ser resgatado de forma antecipada, parcial ou integralmente, pelo


detentor do Bônus, exclusivamente para subscrição das ações, em decorrência
do exercício dos Bônus (o que será possível a partir de 31 de março de 2011) a
um preço fixo de R$7,75 por ação.

29. DEMONSTRAÇÕES DO VALOR ADICIONADO (DVA)


Trimestre findo em Trimestre findo em
30 de setembro de 2010 30 de setembro de 2009
Banco Consolidado Banco Consolidado

RECEITAS 344.300 355.439 189.362 198.150


Receitas da intermediação financeira 311.355 321.693 160.194 169.564
Receitas de prestação de serviços 8.477 9.925 4.358 4.831
Provisão para créditos de liquidação duvidosa (52.123) (52.123) (68.231) (68.231)
Outras 76.591 75.944 93.041 91.986

DESPESAS (147.801) (151.674) (80.889) (88.413)


Despesas da intermediação financeira (147.801) (151.674) (80.889) (88.413)

INSUMOS ADQUIRIDOS DE TERCEIROS (26.964) (27.664) (23.869) (24.431)


Materiais, energia e outros insumos (7.159) (7.637) (4.692) (5.225)
Serviços de terceiros (19.807) (20.029) (19.200) (19.229)
Recuperação de valores ativos 2 2 23 23

VALOR ADICIONADO BRUTO 169.535 176.101 84.604 85.306

DEPRECIAÇÃO E AMORTIZAÇÃO (345) (475) (381) (497)

VALOR ADICIONADO LÍQUIDO


PRODUZIDO PELO BANCO / CONSOLIDADO 169.190 175.626 84.223 84.809

VALOR ADICIONADO RECEBIDO EM TRANSFERÊNCIA 3.373 - (497) -


Resultado de equivalência patrimonial 3.373 - (497) -

VALOR ADICIONADO TOTAL A DISTRIBUIR 172.563 175.626 83.726 84.809

DISTRIBUIÇÃO DE VALOR ADICIONADO 172.564 175.626 83.726 84.809


PESSOAL 25.809 26.234 15.314 15.504
Remuneração direta 14.632 14.925 9.870 9.908
Benefícios 10.292 10.401 4.761 4.824
FGTS 885 908 683 692

IMPOSTOS, TAXAS E CONTRIBUIÇÕES 59.786 62.413 24.624 25.496


Federais 58.978 61.567 24.013 24.871
Estaduais 123 123 109 109
Municipais 685 723 502 516

REMUNERAÇÃO DE CAPITAIS DE TERCEIROS 1.956 1.956 1.739 1.750


Aluguéis 1.956 1.956 1.739 1.750

REMUNERAÇÃO DE CAPITAIS PRÓPRIOS 85.012 85.012 42.049 42.049


Juros sobre o capital próprio 23.909 23.909 25.451 25.451
Lucros retidos do trimestre 61.103 61.103 16.598 16.598

PARTICIPAÇÃO DOS MINORITÁRIOS


NÃO CONTROLADORES - 11 - 10

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06.01 - NOTAS EXPLICATIVAS

30. EVENTOS SUBSEQUENTES

Em reunião do Conselho de Administração, realizada em 21 de outubro de 2010, foi


aprovada possibilidade de resgate antecipado dos Certificados de Depósito Bancário
(“CDBs”) emitidos pelo Banco nos termos da ata de Reunião do Conselho de
Administração e do Aviso aos Acionistas, ambos datados de 19 de fevereiro de 2009.
O resgate antecipado dos CDBs será aprovado pela Diretoria mediante negociação
com seus respectivos titulares em condições favoráveis ao Banco, tendo em vista o
atual cenário econômico e a liquidez no mercado financeiro, e (i) não constituirá uma
Hipótese de Resgate Antecipado dos CDBs, conforme previsto no item 16 da ata de
Reunião do Conselho de Administração e do Aviso aos Acionistas datados de 19 de
fevereiro de 2009, (ii) não afetará os prazos e condições dos CDBs não resgatados e
(iii) não afetará as demais disposições da ata de Reunião do Conselho de
Administração e do Aviso aos Acionistas datados de 19 de fevereiro de 2009,
notadamente em relação aos prazos e condições para exercício dos Bônus de
Subscrição emitidos pelo Banco.

Até a data de divulgação destas demonstrações financeiras, foram resgatados, no


âmbito da deliberação acima, R$74.000 dos R$410.000 captados no trimestre findo
em 31 de março de 2009.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Mensagem da Administração
O mercado de crédito brasileiro continua aquecido e o seu ritmo de crescimento deve se manter nos
próximos meses. Com este cenário favorável, a estratégia do Banco Daycoval visa a expansão dos negócios,
de forma consistente e sustentada, mantendo nossos custos reduzidos. Acreditamos no crescimento
orgânico de nossa estrutura, através do aumento dos canais de distribuição, expansão da equipe de vendas
e “cross – selling” de produtos, procurando atender todas as necessidades de nossos clientes. Mesmo com
o ambiente bastante competitivo, temos conseguido crescer acima da média do mercado, devido ao nosso
foco em determinados setores de atuação.

No terceiro trimestre de 2010, mais uma vez, o Banco Daycoval apresentou um forte crescimento na
carteira de crédito, alcançando um saldo de R$ 5.546,2 milhões, evolução de 14,5% em relação ao 2T10. O
principal destaque foi o portfolio de middle market, que atingiu uma carteira de R$ 3.626,7, apresentando
um crescimento de 18,7% em relação ao 2T10 e 73,0% em comparação aos últimos doze meses. Na
carteira de crédito consignado, houve um acréscimo de 11,7% no trimestre e 44,5%, em 12 meses,
encerrando o trimestre em R$ 1.383,0 milhões.

Em linha com o crescimento da carteira de crédito e a nossa política de diversificação de funding, a


captação totalizou R$ 5.075,8 milhões, apresentando uma evolução de 7,4% em relação ao 2T10, dando
sustentabilidade para as novas operações de crédito.

Apesar do expressivo crescimento, o Banco Daycoval continua com indicadores de liquidez e de


alavancagem bastante conservadores, o que nos dá vantagens competitivas para participar do crescimento
do mercado de crédito brasileiro.

Desta forma, consolidamos no 3T10 o aumento da nossa rentabilidade, alcançando um lucro de R$ 85,0
milhões, um ROE de 21,4% e um ROA de 3,8% no trimestre. Estes indicadores refletem o acerto da nossa
estratégia e confirmam que o Banco Daycoval tem condições para continuar agregando valor aos
acionistas.

Ambiente Macroeconômico
O clima econômico mundial apresentou uma pequena melhora nos últimos meses. Os Estados Unidos
continuam lutando para aquecer a sua economia, contando ainda com o risco de deflação, enquanto que
os países da União Européia têm apresentado um ritmo de recuperação bem lento.

Os mercados emergentes continuam apresentando maiores taxas de crescimento e melhores resultados


fiscais. Com esse cenário, a necessidade de investimentos é inevitável, o que atrai um alto fluxo de capital
estrangeiro. A expectativa para o investimento estrangeiro direto para o setor produtivo no Brasil em 2010
continua em US$ 30 bilhões, segundo as estimativas do BC.

O mercado creditício no país continua aquecido, mesmo com a retirada dos estímulos fiscais e o início do
aperto monetário em abril. O aumento do crédito evidencia o dinamismo da demanda, o que deve
alavancar o mercado interno de bens duráveis e imóveis, enquanto a expansão da renda e do emprego
potencializa o consumo doméstico de produtos em massa.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Este panorama positivo e as preparações para a Copa do Mundo de 2014, para a Olimpíada de 2016 e a
exploração das reservas do pré-sal, colocam o Brasil cada vez mais em destaque no cenário econômico
internacional, ocupando atualmente a posição de 8ª economia do mundo e a maior na América Latina.

Rentabilidade

Lucro líquido alcança R$ 85,0 milhões no 3T10 e ROAE 21,4 %

O lucro líquido no 3T10 foi de R$ 85,0 milhões, evolução de 32,4% na comparação com o trimestre
anterior. No acumulado do ano, o lucro líquido alcançou R$ 203,8 milhões, expansão de 58,5% ante o 9M09.

O bom resultado desse trimestre se deve principalmente ao forte crescimento da receita das operações de
crédito, que vem evoluindo em linha com o aumento da carteira. Na comparação com os últimos 12
meses, esse resultado se deve à melhora na qualidade da carteira e à redução nas despesas com provisões.
É importante mencionar que o resultado líquido das operações de swap de DAYC4 alcançou R$ 11,3
milhões no 3T10, versus resultado negativo de R$ 3,2 milhões no trimestre anterior.

A Margem Financeira Líquida (NIM), anualizada, ajustada pela provisão para créditos de liquidação
duvidosa (PDD) e variação cambial sobre operações passivas, alcançou 12,2%, evolução de 2,1 p.p em
relação ao trimestre anterior, decorrente do aumento das receitas de operações de crédito e manutenção
dos spreads.

A Margem Financeira Líquida Ajustada (NIM-A), anualizada, seguiu a mesma linha do lucro líquido,
atingindo patamar de 14,8% no 3T10, expansão de 3,1 p.p em relação ao trimestre anterior. Desde o 2T10,
para melhor comparabilidade, passamos a divulgar este indicador desconsiderando dos Ativos
Remuneráveis o valor das operações compromissadas – recompras a liquidar – carteira de terceiros,
registrado no passivo circulante do Banco, tendo em vista que este valor, mesmo quando relevante na
composição dos Ativos Remuneráveis, resulta em margem financeira praticamente nula em relação ao
volume transacionado.

Abaixo, os gráficos que demonstram o crescimento das margens Financeira Líquida e Ajustada (NIM-A).
Margem Financeira Líquida Ajustada
(NIM-A) (% a.a.)
Margem Financeira Líquida
14,8
12,2 (NIM) (% a.a.) 12,2 12,4 11,7
10,1

3T09 2T10 3T10 3T09 2T10 3T10

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Como resultado do lucro líquido observado, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) atingiu
21,4%, 5,4 p.p acima do trimestre anterior e 10,8 p.p superior, em relação ao mesmo período do ano
anterior.

Lucro Líquido
(R$ milhões) Retorno sobre o PL Médio
(ROAE) (% a.a.) 21,4
85,0
16,0
64,2
10,6
42,0

3T09 2T10 3T10


3T09 2T10 3T10

O retorno sobre os ativos médios (ROAA) manteve-se elevado mesmo com um grau de alavancagem
reduzido, situando-se em 3,8%, uma evolução de 0,6 p.p em relação ao 2T10, apesar dos ativos totais
terem apresentado um crescimento de 5,9% e atingido R$ 9.329,2 milhões no trimestre, comprovando a
melhora da qualidade das operações de crédito do Banco Daycoval.
Retorno s/ Ativos Médios (ROAA)
(% a.a.)
3,8
3,2
2,8

3T09 2T10 3T10

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Segue na tabela abaixo, o cálculo da margem financeira líquida e da margem financeira ajustada. Em
função da variação cambial, onde o real se apreciou em relação ao dólar, tivemos um ganho nas operações
de captações em moeda estrangeira. Este ganho que se encontrava alocado na linha de outras receitas
operacionais, foi reclassificado para compor o resultado de intermediação financeira.
Margem Financeira Líquida (NIM) (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Resultado da Intermediação Financeira 193,9 154,4 25,6% 106,6 81,9%
Resultado Bruto da Intermediação Financeira 117,9 153,0 -22,9% 12,9 n.a.
(1)
Variação Cambial 76,0 1,4 n.a. 93,7 -18,9%
(+) Provisão para Perdas com Créditos 52,1 29,5 76,6% 68,2 -23,6%
Resultado da Intermediação Financeira Ajustado pela
PDD e Variação Cambial (A) 246,0 183,9 33,8% 174,8 40,7%
Ativos Remuneráveis Médios (B) 8.454,0 7.547,0 12,0% 6.006,0 40,8%
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 2.604,2 2.343,8 11,1% 1.648,2 58,0%
Titulos e Valores Mobiliários e Derivativos 1.059,1 922,0 14,9% 848,8 24,8%
Operações de Crédito (não inclui cessões e avais e
fianças) 4.632,9 4.183,7 10,7% 3.429,7 35,1%
Carteira de Câmbio 157,8 97,5 61,8% 79,3 99,0%
Ativos Remuneráveis Médios (C) 6.994,9 6.582,7 6,3% 5.878,3 19,0%
Ativos Remuneráveis Médios (B) 8.454,0 7.547,0 12,0% 6.006,0 40,8%
(-) Operações Compromissadas - recompras a liquidar -
carteira de terceiros (1.459,1) (964,3) n.a. (127,7) n.a.
Margem Financeira Líquida (NIM) (% a.a.) (A/B) 12,2% 10,1% 2,1 p.p 12,2% 0,0 p.p
Margem Financeira Líquida (NIM-A) (% a.a.) (A/C) 14,8% 11,7% 3,1 p.p 12,4% 2,4 p.p
(1) Reclassificada de outras receitas /despesas operacionais (variação cambial sobre operações passivas e trade finance)

Distribuição dos Ativos

Distribuição dos Ativos (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Total de Ativos 9.329,2 8.813,5 5,9% 6.177,4 51,0%
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 2.484,0 3.023,6 -17,8% 1.669,4 48,8%
Títulos e Valores Mobiliários e Derivativos 1.125,2 754,4 49,2% 803,7 40,0%
Operações de Crédito 4.809,7 4.248,0 13,2% 3.127,0 53,8%
Outros Ativos 910,3 787,5 15,6% 577,3 57,7%

ROAE e ROAA (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %


Lucro Líquido (A) 85,0 64,2 32,4% 42,0 102,4%
Patrimônio Líquido Médio (B) 1.712,9 1.695,1 1,1% 1.639,6 4,5%
Ativos Médios (C) 8.997,1 8.044,3 11,8% 6.114,1 47,2%
Retorno s/ PL Médio (ROAE) (% a.a.) (A/B) 21,4% 16,0% 5,4 p.p 10,6% 10,8 p.p
Retorno s/ PL Médio (ROAE) - Linear (A/B) 19,8% 15,1% 4,7 p.p 10,2% 9,6 p.p
Retorno s/ Ativos Médios (ROAA) (% a.a.) (A/C) 3,8% 3,2% 0,6 p.p 2,8% 1,0 p.p

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Os ativos totais do Banco cresceram 5,9% na Distribuição de Ativos 3T10 - %


comparação trimestral. Esta expansão é um reflexo
9,7% Aplicações Interfinanceiras de Liquidez
do cenário favorável no ambiente de negócios,
26,6%
resultando no crescimento contínuo da carteira de Títulos e Valores Mobiliários e
Derivativos
crédito e das operações com títulos e valores
12,1% Operações de Crédito
mobiliários. As operações de crédito permanecem 51,6%
como principal ativo, alcançando, 51,6% do total Outros Ativos

no 3T10, um aumento de 3,4 p.p em relação ao


2T10.

Em junho de 2010, segundo o ranking divulgado pelo Banco Central, o Daycoval figurava dentre as
instituições privadas no Brasil, na 16ª posição em patrimônio líquido e na 22ª por ativos totais.

Ranking Daycoval Bancos Nacionais Privados


Lucro Líquido 14º
Patrimônio Líquido 16º
Ativos Totais 22º
Depósitos Totais 24º

Liquidez

Ativos Líquidos e Caixa

Elevado saldo dos Ativos Líquidos

Distribuição dos Ativos Líquidos (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Disponibilidades 62,0 58,3 6,3% 30,8 101,3%
Aplicações Interfinanceiras de Liquidez 1.016,8 1.515,6 -32,9% 1.650,4 -38,4%
Aplicações no Mercado Aberto (líquido) 885,8 1.402,0 -36,8% 1.575,0 -43,8%
Aplicações em Depósitos Interfinanceiros 125,6 101,7 23,5% 68,9 82,3%
Aplicações em Moedas Estrangeiras 5,4 11,9 -54,6% 6,5 -16,9%
TVM e Derivativos (Carteira Própria - Disponível para Venda) 748,7 435,8 71,9% 396,4 88,9%
Relações Interfinanceiras (Líquido) 12,6 7,8 61,5% 7,2 75,0%
Total de Ativos Líquidos 1.840,1 2.017,5 -8,8% 2.084,8 -11,7%

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

O saldo dos ativos líquidos permanece em patamar bastante elevado, mesmo tendo reduzido 8,8 % no
trimestre. No final de setembro de 2010 os ativos líquidos totalizaram R$ 1.840,1 milhões.

Evolução do Caixa (R$ milhões)


1.833,3
1.708,7
1.627,6 1.581,6
1.465,2 1.526,2
1.416,5 1.375,0 1.372,1 1.405,5
1.322,1 1.286,0
1.200,7

Set-09 Out-09 Nov-09 Dez-09 Jan-10 Fev-10 Mar-10 Abr-10 Mai-10 Jun-10 Jul-10 Ago-10 Set-10

O Daycoval manteve durante o 3T10, uma elevada posição de caixa, finalizando 30 de setembro de 2010
com saldo de R$ 1.286,0 milhões, dos quais 50,5% são aplicações em operações com compromisso de
revenda de um dia (over) e 49,5% em títulos públicos federais disponíveis para venda. Essa posição não
deve ser alterada nos próximos meses, já que não temos nenhum vencimento relevante de operações de
emissões externas no curto prazo.

Breakdown do Caixa (Setembro/10)

49,5% 50,5%

Operações de Over (Selic)


Títulos Públicos (Estoque Próprio)

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Desempenho Operacional

Captação (Funding)

Depósitos Totais aumentaram 17,0% no trimestre

Captação (Funding) (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %


Depósitos Totais 3.247,9 2.775,0 17,0% 2.331,4 39,3%
Depósitos à Vista + Dep. Moeda Estrangeira 334,0 164,8 102,7% 92,0 263,0%
Depósitos a Prazo 2.885,6 2.552,4 13,1% 2.088,7 38,2%
Depósitos Interfinanceiros 28,3 57,8 -51,0% 150,7 -81,2%
Letras Financeiras 1,0 - n.a. - n.a.
Emissões Externas 656,0 712,1 -7,9% 589,5 11,3%
Obrigações por Empréstimos e Repasses 1.170,9 1.238,4 -5,5% 646,1 81,2%
Total 5.075,8 4.725,5 7,4% 3.567,0 42,3%

A diversificação do funding faz parte da estratégia do Banco Daycoval, cuja intenção é dar sustentabilidade
ao crescimento da carteira de crédito, mesmo considerando uma eventual sazonalidade. Alinhado a isso,
neste trimestre iniciamos uma nova forma de captação, que poderá a vir ser importante no futuro, via
(1)
Letras Financeiras emitidas pelo próprio Banco, com rentabilidade pós fixada e com prazo mínimo de
dois anos.

O saldo de captação atingiu R$ 5.075,8 milhões, aumento de 7,4% em comparação com o trimestre
anterior e 42,3% em relação aos últimos doze meses. As fontes de captação estão alinhadas de forma
adequada à estrutura de capital da instituição, permitindo assim, o alongamento do prazo nas operações
de crédito. O saldo da captação está em linha com a carteira de crédito se desconsiderarmos cessão e avais
e fianças prestados, que são modalidades que não demandam funding.

O destaque desse trimestre foram os depósitos totais que evoluíram 17,0% em relação ao 2T10,
representando 64,0% do funding. Vale ressaltar que este aumento resulta dos esforços em captação, dos
ratings positivos atribuídos pelas agências de classificação e do nosso histórico de liquidez, sem gerar
aumento nos custos de captação.

Entretanto, o saldo de emissões externas e de obrigações por empréstimos e repasses diminuíram 7,9% e
5,5% respectivamente, devido à variação cambial, uma vez que o real valorizou-se frente ao dólar no
período.

Os depósitos a prazo são a principal fonte de captação do Daycoval, representando 56,9% do total do
funding no 3T10, com evolução de 13,1% em relação ao 2T10. O ambiente econômico para este tipo de
captação permanece atrativo com uma ampla oferta pelos diferentes participantes do mercado financeiro.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

O Banco vem optando em reduzir as captações interbancárias e priorizando as captações via depósitos de
clientes pessoas físicas e jurídicas, pois as mesmas estão mais alinhadas com os prazos e custos da nossa
carteira de crédito.
(1)
A LF - Letra Financeira, objeto de Negociação Privada, foi criada pela Medida Provisória nº 472, de dezembro de
2009 e regulamentada pela Resolução nº 3.836 do CMN – Conselho Monetário Nacional. É um instrumento para as
instituições financeiras captarem recursos no longo prazo, que pode ser registrado por bancos múltiplos, comerciais,
de investimento, sociedades de crédito, financiamento e investimento, caixas econômicas, companhias hipotecárias e
sociedades de crédito imobiliário. O ativo tem prazo mínimo de vencimento de 24 meses e valor nominal unitário
mínimo de R$ 300 mil. Não é permitido o resgate antes do prazo de vencimento. A Letra Financeira pode ter
remuneração por taxa de juros prefixada, flutuante em DI ou SELIC, ou por índice de preços).

Captação Total (R$ milhões)

5.076
4.725 Distribuição do Funding - 3T10
4.172 13%
26%
Depósitos Totais
3.567 3.509 18% 23%
18% 21% 15%
11% 22%
17% 23,1%
Emissões Externas
64% 64,0%
60% 59%
65% 68% 12,9%

Obrigações por
Empréstimos e
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 Repasses

Depósitos Totais Obrigações por Empréstimos e Repasses Emissões Externas

Segregação dos Depósitos Totais (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Pessoas Jurídicas + Depósitos à vista 1.546,5 1.358,4 13,8% 1.060,5 45,8%
Pessoas Físicas 589,2 570,8 3,2% 439,4 34,1%
Fundos de Investimento 811,7 526,3 54,2% 329,3 146,5%
Fundações 263,8 255,1 3,4% 332,4 -20,6%
Interfinanceiros 36,7 64,4 -43,0% 169,8 -78,4%
Total 3.247,9 2.775,0 17,0% 2.331,4 39,3%

O total de depósitos no 3T10 somou R$ 3.247,9 milhões, apresentando uma evolução de 17,0% em relação
ao trimestre anterior e 39,3% em comparação aos últimos 12 meses, motivado pelo sucesso dos esforços
comerciais realizados para atrair novos clientes com foco principalmente para pessoas jurídicas e fundos
de investimento que cresceram 13,8% e 54,2% respectivamente.

Cabe ressaltar, ainda, que até o presente momento o Daycoval não realizou nenhuma operação vinculada
ao “Depósito a Prazo com Garantia Especial do Fundo Garantidor de Crédito” (DPGE-FGC), apesar de
possuir um limite disponível de aproximadamente R$ 3,2 bilhões para uso deste instrumento.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Segregação dos Depósitos Totais

Setembro/2010 Junho/2010 Março/2010

Gestão de Ativos e Passivos

Gap positivo entre o duration das operações de crédito e de captação é de mais de


123 dias

Nos gráficos abaixo, fica demonstrado que o Banco permanece com um alinhamento adequado entre os
ativos e passivos, para minimizar a exposição a eventuais descasamentos entre taxas e prazos praticados.
Enquanto 66,8% da carteira de crédito vencerão nos próximos 12 meses, apenas 50,3% das operações de
captação serão resgatadas no mesmo período, evidenciando um gap significativamente positivo entre
ativos e passivos.
Carteira de Crédito - Operações a Vencer (Setembro/10) Captação - Operações a Vencer (Setembro/10)

1,0% 6,6%
7,2% 0,8%

21,5%
15,8%
25,2% 35,4%

27,2%
27,9%
31,4%

Até 3 meses De 3 a 12 meses De 1 a 3 anos Sem Vencimento Até 3 meses De 3 a 12 meses


De 3 a 5 anos Acima de 5 anos De 1 a 3 anos De 3 a 5 anos Acima de 5 anos

Prazo Médio das Prazo Médio das


Operações de Crédito Operações de Captação
Total: 401 dias Total: 524 dias

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O prazo médio dos Certificados de Depósito Bancário (CDBs), incluindo aqueles relativos ao Acordo de
Investimento assinado em fevereiro/09 ficou em 313 dias no 3T10.

Já o ratio entre a captação total e a carteira de crédito alcançou 101,3%, mantendo uma posição adequada
do funding com o perfil de cada portfólio de crédito, o que evita descasamentos e garante liquidez em
todas as operações.

Distribuição - 29 agências, 7 pontos de arrecadações e 2 lojas de câmbio

No final de setembro de 2010, a rede de


distribuição do Banco Daycoval contava com 29
agências, estabelecidas em 18 estados, mais o
Distrito Federal. Até o final do ano nossa rede de
atendimento deve ser ampliada com a abertura
de novas agências, sendo que algumas já estão
em fase de conclusão.

A nossa rede de distribuição estabelece um sólido


e estreito relacionamento com nossos clientes,
customizando o atendimento em linha com suas
necessidades, além de atender às
particularidades do segmento de middle market.

Contamos ainda com uma agência nas Ilhas


Cayman como um importante instrumento não
só para captação de recursos, mas também para
a abertura de linhas comerciais e relacionamento
com bancos correspondentes.

No segmento de pessoa física o Banco trabalha com promotores terceirizados, que são os principais
distribuidores dos produtos de varejo do Daycoval, além de contar com 3 lojas Daycred em operação.

Daypag
Criado em 2008, o Daypag tem como objetivo atender os Despachantes e Auto Escolas do estado de São
Paulo, financiando arrecadações do estado (IPVA, Licenciamento, Multas), além do seguro DPVAT para os
clientes e prestando serviços de arrecadação para os despachantes e auto escolas.

Atualmente contamos com sete postos de atendimento espalhados pelo estado de São Paulo (Osasco,
Barueri, Guarulhos, Atibaia, Campinas, Ribeirão Preto, Mogi Guaçu e Detran São Paulo) e com uma equipe
especializada nesse segmento, proporcionando agilidade, modernidade e eficiência ao cliente.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

No mês de setembro de 2010 arrecadamos mais de 100 mil guias, número que vem crescendo a cada mês.

Esse produto faz parte da estratégia do banco em diversificar produtos e ampliar a rede de distribuição
para melhor atender às necessidades de nossos clientes.

Loja de Câmbio
Seguindo a estratégia de diversificação de seus produtos e com o intuito
de melhor atender às necessidades de seus clientes, o Banco Daycoval
abriu 2 lojas de câmbio na Av. Paulista, principal centro financeiro do
país. Desta forma, passamos a atuar por meio de parcerias com
agências de turismo, corretoras e agências bancárias, oferecendo ao
cliente opções variadas e maior flexibilidade ao fechar negócios,
proporcionando atendimento rápido e seguro.

Carteira de Crédito

O Portfolio de Middle Market cresce 18,7%, frente ao 2T10, atingindo patamar de


65,4% da Carteira de Crédito.

Cabe mencionar que, a partir do 1T10, passamos a incorporar na composição da carteira de crédito os
saldos de avais e fianças concedidos. No 3T10, com o intuito de ampliar o disclosure de nossa carteira,
passamos a incorporar, também, o saldo de compra de direitos creditórios que consiste em antecipação a
fornecedores sem direito de regresso.

Carteira de Crédito por Tipo (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Empréstimos + Cessão Consignado 3.933,8 3.384,0 16,2% 2.544,2 54,6%
Títulos Descontados 188,4 185,5 1,6% 155,4 21,2%
Financiamentos + Trade Finance + Cessão Veículos 1.124,7 1.093,2 2,9% 956,8 17,5%
Avais e Fianças Concedidos 170,1 124,1 37,1% 117,8 44,4%
Compra de Direitos Creditórios 129,2 57,8 123,5% 6,2 n.a
Total Carteira de Crédito 5.546,2 4.844,6 14,5% 3.780,4 46,7%

O saldo da carteira de crédito do Daycoval acumulou R$ 5.546,2 milhões no final de setembro de 2010,
14,5% superior ao registrado no segundo trimestre de 2010. Durante os últimos 12 meses as operações de
crédito do Banco apresentaram evolução de 46,7%.

O saldo dos empréstimos + cessão consignado totalizou R$ 3.933,8 milhões ao final do terceiro trimestre
de 2010, o que representou uma evolução de 16,2% comparado com o 2T10, refletindo o momento
positivo desta modalidade.

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Os produtos de financiamentos + trade finance + cessão de veículos, ficaram em patamares estáveis na


comparação com o 2T10.
Carteira de Crédito (R$ Milhões)
5.546,2
60,9

4.844,6
80,2
4.313,9
5.485,3
4.062,2 103,7
3.780,4 4.764,4
130,0
163,4 3.932,2 4.210,2
3.617,0

3T09 4T09 1T10 2T10 3T10


Carteira de Crédito (inclui avais e fianças e compra de direitos creditórios)
Cessões de Crédito

Carteira de Crédito por Segmento (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Middle Market 3.035,2 2.591,5 17,1% 1.787,5 69,8%
Trade Finance 292,2 281,7 3,7% 184,8 58,1%
Avais e Fianças Concedidos 170,1 124,1 37,1% 117,8 44,4%
Compra de Direitos Creditórios 129,2 57,8 123,5% 6,2 n.a
Total Portfolio Middle Market 3.626,7 3.055,1 18,7% 2.096,3 73,0%
Consignado 1.352,4 1.196,1 13,1% 864,2 56,5%
Cessão de Crédito Consignado 30,6 42,0 -27,1% 92,6 -67,0%
Total Crédito Consignado 1.383,0 1.238,1 11,7% 956,8 44,5%
Veículos 470,9 486,1 -3,1% 635,0 -25,8%
Cessão de Crédito Veículos 30,3 38,2 -20,7% 70,8 -57,2%
Total Crédito Veículos 501,2 524,3 -4,4% 705,8 -29,0%
CDC Lojista / Outros 35,3 27,1 30,3% 21,5 64,2%
Total Carteira de Crédito 5.546,2 4.844,6 14,5% 3.780,4 46,7%

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A participação das operações do portfólio de middle market na carteira de crédito foi de 65,4% no 3T10
(63,1% no 2T10, 60,0% no 1T10), refletindo os esforços comerciais direcionados a este segmento. O
segmento de varejo (crédito consignado + veículos + CDC lojista / outros) foi responsável por 34,6 % no
3T10 (36,9% no 2T10, 40,0% no 1T10).
Setembro/09 Junho/10 Setembro/10

0,6% 0,6% 0.7%

18,6% 10,7% 9.0%

55,5%
25,6% 24.9%
25,3% 63,1% 65,4%

Portfolio Middle Market: o saldo da carteira de crédito para pequenas e médias empresas atingiu
R$3.626,7 milhões no 3T10, crescimento de 18,7% e 73,0%, em relação ao 2T10 e 3T09, respectivamente.
A participação deste portfolio cresceu 2,3 p.p em relação ao trimestre anterior, atingindo 65,4% da carteira
de crédito, em linha com a estratégia do Banco em expandir os negócios nesse segmento. O constante
crescimento nos últimos meses se deve à contratação de novos gerentes comerciais, à expansão da
distribuição geográfica e à criação de novos produtos. Dentre os principais produtos deste segmento
destacam-se as modalidades de capital de giro e adiantamento de recebíveis, além das linhas de trade
finance, BNDES e avais e fianças.

O saldo da carteira de Trade Finance, produto destinado aos clientes de middle market, é de R$ 292,2
milhões no 3T10, evolução de 3,7% na comparação com o trimestre anterior.
O Daycoval é Agente Repassador do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social),
oferecendo agilidade e atendimento diferenciado ao segmento de pequenas e médias empresas atendido
pelo Banco. Esta carteira alcançou um saldo de R$ 252,3 milhões no 3T10, 9,4 % acima do trimestre
anterior.

O Banco também presta Avais e Fianças para seus clientes de middle market. O saldo desta modalidade
totalizou R$ 170,1 milhões no 3T10, acréscimo de 37,1% em comparação com o trimestre anterior.

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A modalidade de Compra de Direitos Creditórios destina-se aos clientes de middle, onde o banco compra
os recebíveis de seus clientes sem direito de regresso. O saldo total deste trimestre foi de R$ 129,2 milhões
ante R$ 57,8 milhões no trimestre anterior, representando um crescimento de 123,5%.

Evolução do Portfolio de Middle Market


Breakdown do Portfolio de Middle Market 3T10
3.626,7
7,0%
3.055,1 3,6%
Middle Market
2.587,4 4,6%
2.349,0
2.096,3 Trade Finance
8,1%
Avais e Fianças
Concedidos
76,7% Compra de Direitos
Creditórios
BNDES

3T09 4T09 1T10 2T10 3T10

A DayCred, marca da carteira financeira do Banco Daycoval, oferece entre outros produtos,
operações de empréstimos à pessoas físicas, com destaque para o empréstimo
consignado com desconto em folha de pagamento aos funcionários públicos e
privados, bem como para o financiamento de veículos.

Consignado: A condição atual dos empréstimos consignados continua muito atraente para o
Daycoval. Seguindo essa linha crescemos 11,7% em relação ao 2T10 e 44,5% em relação ao mesmo
período do ano passado e atingimos o saldo de R$ 1.383,0 milhões (incluindo cessões) no terceiro
trimestre do ano.

O Banco continua com foco de atuação de crescimento nos convênios nacionais mais sólidos como
INSS e Forças Armadas que, juntos representam 68,3 % da nossa carteira (66,7 no 2T10 e 65,4 % no
1T10).
Atualmente contamos com 313 mil contratos ativos, representando ticket médio de R$ 4,6 mil e prazo
médio de 42 meses.
O volume de produção cresceu 38,0%, atingindo R$ 415,8 milhões no 3T10. Desse total, as operações
originadas de INSS e Forças Armadas representam 76,1% no período (72,5% no 2T10; 77,5% no 1T10).

Distribuição da Carteira de Consignado


Evolução da Carteira de Consignado (inclui cessão) - 3T10

1.383,0 0,6%
1.238,1 2,8%
1.126,2 9,0%
1.051,8
956,8 31,2%
5,9%

13,4%
37,1%

Forças Armadas Governos


3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 INSS Prefeituras
Tribunais/Legislativo Outros
Privados

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O saldo da carteira de consignado atingiu R$ 1.383,0 milhões, uma evolução de 11,7% em relação ao
segundo trimestre do ano e 44,5% acima do mesmo período do ano anterior.

Originação de Empréstimos Consignados


(R$ milhões) Distribuição da Originação - 3T10

415,8 0,7% 0,2% Forças Armadas

Governos
9,8%
301,2 2,8% INSS
215,4 43,4%
202,5 Prefeituras
158,2 32,7% Tribunais/Legislativo

10,4% Outros

Privados

3T09 4T09 1T10 2T10 3T10

Veículos: No mês de setembro, observamos uma estabilidade na queda da carteira de veículos, resultado
dos esforços para aumentar a produção de financiamento e reverter a redução da carteira. Conforme
pode ser verificado no gráfico abaixo, o saldo da carteira de veículos, incluindo parcela cedida, encerrou o
3T10 com R$ 501,2 milhões, apresentando uma diminuição na queda da carteira de 4,4% e 29,0%, em
relação ao 2T10 e 3T09, respectivamente.

Evolução da Carteira de Veículos Originação de Financiamentos de Veículos


(R$ milhões)
705,8 59,3
637,4
575,0
524,3 501,2
36,9

25,9 27,5
18,4

3T09 4T09 1T10 2T10 3T10 3T09 4T09 1T10 2T10 3T10

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Os veículos leves permanecem com a maior participação na carteira (incluindo a parcela cedida),
responsáveis por 66,8 % no 3T10, versus 66,7 % no 2T10.

Observando o saldo total de pagamentos (PMT´s) a serem recebidos desde o início da operação até o 2T10,
ou seja, considerando apenas as parcelas que venceram até junho de 2010, a liquidez da carteira de
veículos no final do 2T10 ficou em 89,9%, versus 90,2% do trimestre anterior.

Liquidez da Carteira de Veículos - Ago/06 até Junho/10 R$ % Acum.


PMT´s recebidos antecipados 419.268.873 34,2% 34,2%
PMT´s recebidos na data do vencimento 149.668.551 12,2% 46,4%
PMT´s recebidos com atraso de 30 dias 351.089.138 28,6% 75,0%
PMT´s recebidos com atraso de 60 dias 93.482.534 7,6% 82,6%
PMT´s recebidos com atraso de 90 dias 36.979.826 3,0% 85,7%
PMT´s recebidos com atraso de 120 dias 17.516.250 1,4% 87,1%
PMT´s recebidos com atraso acima de 120 dias 33.673.323 2,7% 89,8%
PMT´s vencidos 124.677.328 10,1% 99,9%
Liquidez da Carteira de Veículos 1.101.678.494 89,9%
Saldo Total de PMT´s esperados a receber 1.226.355.822 100,0%

CDC Lojista: O Daycoval iniciou em 2009 a realização de operações de crédito direto ao consumidor, por
meio de parcerias com diversos lojistas, inicialmente nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro. Esta
modalidade que possui cheques pré-datados como garantia, reforça a condição do Banco em desenvolver
produtos e soluções para seus clientes, mesmo em novos mercados. Atualmente trabalhamos com 390
lojas ativas.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

O saldo da carteira de CDC Lojista alcançou R$ 35,3 milhões no final do 3T10, conforme verificado no
gráfico abaixo, apresentando uma evolução de 30,3% em relação ao 2T10.

Evolução da Carteira de CDC - Lojista

35,3

27,1
24,0 25,3
21,5

3T09 4T09 1T10 2T10 3T10

Qualidade da Carteira de Crédito


Para melhor entendimento da qualidade da carteira de crédito do Daycoval, apresentamos nas tabelas a
seguir os ratings e suas características segundo as normas do Bacen, considerando as cessões de crédito e
assumindo para elas um valor de provisões de acordo com as características das carteiras cedidas,
desconsiderando as operações cedidas ao FIDC (R$ 173,1 milhões), os avais e fianças prestados e a
compra de direitos creditórios:

Provisão Banco Daycoval - R$ MM


Rating
Requerida Carteira % Provisão
AA 0,0% 55,8 1,2% - Total Provisão / Carteira
A 0,5% 2.472,2 48,7% 12,4 7,4
B 1,0% 2.109,2 41,6% 21,1
C 3,0% 153,4 3,0% 4,6 5,4
D 10,0% 71,8 1,4% 7,1 4,5
E 30,0% 23,4 0,5% 7,0
3,4 3,2
F 50,0% 16,2 0,3% 8,2
G 70,0% 37,7 0,7% 26,3
H 100,0% 73,2 1,4% 73,2
Subtotal 5.012,9 98,8% 159,9
Cessões de Crédito 60,9 1,2% 0,5
3T09 4T09 1T10 2T10 3T10
Total 5.073,8 100,0% 160,4
Total Provisão / Carteira 3,2%

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Middle Market/Trade Finance (R$ MM) Consignado (R$ MM)


3T10 Carteira % Provisão 3T10 Carteira % Provisão
AA - C 3.194,3 96,1% 28,0 AA - C 1.320,5 95,7% 6,9
D 50,0 1,5% 5,0 D 5,9 0,4% 0,6
E 10,7 0,2% 3,2 E 4,4 0,3% 1,3
F 8,7 0,3% 4,4 F 2,0 0,1% 1,0
G 30,0 0,9% 21,0 G 2,6 0,2% 1,8
H 33,7 1,0% 33,7 H 17,0 1,2% 17,0
Subtotal 3.327,4 100,0% 95,3 Subtotal 1.352,4 97,8% 28,6
- - - - Cessão de Crédito 30,6 2,2% 0,2
Total 3.327,4 100,0% 95,3 Total 1.383,0 100,0% 28,8
Total da Provisão/ Carteira 2,9% Total da Provisão/ Carteira 2,1%

Veículos (R$ MM) CDC Lojista + Outros (R$ MM)


3T10 Carteira % Provisão 3T10 Carteira % Provisão
AA - C 243,2 74,2% 3,0 AA - C 32,6 92,4% 0,2
D 15,5 4,7% 1,5 D 0,4 1,1% 0,0
E 8,0 2,5% 2,4 E 0,3 0,8% 0,1
F 5,3 1,6% 2,7 F 0,2 0,6% 0,1
G 4,8 1,4% 3,3 G 0,3 0,9% 0,2
H 21,0 6,4% 21,0 H 1,5 4,2% 1,5
Subtotal 297,8 90,8% 33,9 Subtotal 35,3 100,0% 2,1
Cessão de Crédito 30,3 9,2% 0,3 - - - -
Total 328,1 100,0% 34,2 Total 35,3 100,0% 2,1
Total da Provisão/ Carteira 10,4% Total da Provisão/ Carteira 5,9%

A relação entre provisões e a carteira de crédito (incluindo somente as cessões), situou-se em 3,2%,
apresentando uma leve melhora em relação ao trimestre anterior, com uma redução de 0.2 p.p. Os
segmentos de middle market e trade finance (não consolidado) e consignado permaneceram em patamares
de 2,9% e 2,1%, respectivamente. Já a carteira de veículos apresentou uma redução de 2,3 p.p, passando de
12,7% no 2T10, para 10,4% no terceiro trimestre de 2010.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

(1)
Provisão para Créditos de Liquidação Duvidosa (PDD)

Níveis de cobertura do saldo de PDD melhoram e os créditos vencidos diminuem

Recomendamos para melhor compreensão do comportamento da evolução das provisões, a análise dos
valores nominais da constituição de provisão trimestral apresentados na tabela a seguir:

PDD (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %


Saldo Inicial 153,3 175,6 -12,7% 249,2 -38,5%
Constituição de Provisão 52,1 29,5 76,6% 68,2 -23,6%
Middle Market + Trade Finance 37,1 12,2 204,1% 36,8 0,8%
Consignado 8,6 7,5 14,7% 6,0 43,3%
Veículos 5,8 9,1 -36,3% 24,9 -76,7%
CDC Lojista + Outros 0,6 0,7 -14,3% 0,5 20,0%
Baixa como Prejuízo (45,5) (51,8) -12,2% (59,4) -23,4%
Middle Market + Trade Finance (23,9) (26,1) -8,4% (29,8) -19,8%
Varejo (21,6) (25,7) -16,0% (29,6) -27,0%
Saldo Final (R$ MM) 159,9 153,3 4,3% 258,0 -38,0%
Prejuízo /Carteira de Crédito (%) 0,9% 1,2% -0,3 p.p 1,8% -0,9 p.p
Créditos Recuperados 6,8 13,0 -47,7% 12,6 -46,0%
(1) Banco Daycoval S.A. – não consolidado.

O Banco continua com a estratégia conservadora em provisionar possíveis perdas com seus clientes. A
provisão constituída no 3T10 foi de R$ 52,1 milhões, versus R$ 29,5 milhões no trimestre anterior,
representando um acréscimo de 76,6% no período. O aumento das provisões decorre de casos pontuais,
dos quais cinco clientes representaram mais da metade deste provisonamento, além das provisões
realizadas frente ao acréscimo da carteira.

O Banco entende que a constituição de provisão deve voltar ao seu patamar histórico no decorrer dos
próximos períodos, uma vez que o incremento da carteira está acontecendo dentro de um cenário
econômico interno favorável.

Vale destacar que o montante baixado para prejuízo atingiu R$ 45,5 milhões no 3T10, uma redução de
12,2% comparada com o trimestre anterior. Continuamos com os esforços para recuperação de créditos de
operações que já estavam em prejuízo, totalizando R$ 6,8 milhões neste trimestre.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Créditos Vencidos (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %


Créditos Vencidos há mais de 14 dias 87,0 91,2 -4,6% 196,2 -55,7%
Middle Market + Trade Finance 58,5 57,8 1,2% 148,9 -60,7%
Consignado 8,7 9,3 -6,5% 9,5 -8,4%
Veículos 17,9 22,4 -20,1% 36,8 -51,4%
CDC Lojista + Outros 1,9 1,7 11,8% 1,0 90,0%
Saldo PDD / Créditos Vencidos há mais de 14 dias (%) 183,8% 168,1% 15,7 p.p 131,5% 52,3 p.p
Créditos Vencidos há mais de 60 dias 51,6 60,2 -14,3% 155,2 -66,8%
Middle Market + Trade Finance 33,1 38,3 -13,6% 123,1 -73,1%
Consignado 6,1 6,6 -7,6% 6,2 -1,6%
Veículos 10,9 14,0 -22,1% 25,3 -56,9%
CDC Lojista + Outros 1,5 1,3 15,4% 0,6 150,0%
Saldo PDD / Créditos Vencidos há mais de 60 dias (%) 309,9% 254,7% 55,1 p.p 166,2% 143,6 p.p
(1) Banco Daycoval S.A. – não consolidado.

A melhora da qualidade da carteira de crédito pode ser observada pela análise dos indicadores de créditos
vencidos há mais de 14 e 60 dias, os quais novamente apresentaram reduções frente ao trimestre anterior,
como pode ser verificado na tabela acima.

Os créditos vencidos há mais de 14 dias na carteira de middle market + trade finance (não consolidado),
permaneceram praticamente estáveis em relação ao 2T10, alcançando um saldo de R$ 58,5 milhões. Na
carteira de Veículos observamos uma redução de 20,1% em relação ao 2T10, registrando R$ 17,9 milhões.

Em relação aos vencidos há mais de 60 dias, cabe destacar que houve uma melhora no saldo da carteira de
middle market + trade finance (não consolidado), somando R$ 33,1 milhões um decréscimo de 13,6%, em
relação ao trimestre anterior. Já a carteira de veículos apresentou saldo de R$ 10,9 milhões, representando
um decréscimo de 22,1% em relação ao trimestre anterior.

Os níveis de cobertura entre o saldo de PDD e os créditos vencidos há mais de 14 dias e para créditos
vencidos há mais de 60 dias, atingiram 183,8% e 309,9% respectivamente.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Patrimônio Líquido e Alavancagem

Baixa Alavancagem e Redução do Índice da Basiléia

Patrimônio Líquido
(R$ MM)
Patrimônio Líquido
1.646,3 1.668,0 1.735,6
O Patrimônio Líquido (PL) totalizou R$ 1.735,6 milhões
no final de setembro de 2010, 4,1% superior ao
trimestre anterior.

3T09 2T10 3T10

Índice de Basiléia
Índice de Basiléia
Em 30 de setembro de 2010, o Índice de Basiléia II, 29,3 (%)
calculado com base na abordagem padronizada, ficou
22,3 21,2
em 21,2%, (22,3% no 2T10). Essa redução do Índice de
Basiléia deve-se basicamente, ao aumento da carteira
de crédito e pagamento de juros sobre capital próprio.
O Banco vem mantendo, dessa forma, a
compatibilidade do capital com a estrutura de ativos do
Banco.
3T09 2T10 3T10

Carteira de Crédito / PL
Carteira de Crédito / PL (em x)
O Daycoval encerrou o 3T10 com um grau de
alavancagem medido pela relação entre a carteira de 2,9
2,6
crédito (excluindo FIDC, cessões, avais e fianças e
compra de direitos creditórios) e o patrimônio líquido 2,0
de 2,9 vezes, versus 2,6 no 2T10.

Este indicador demonstra o reduzido nível de


alavancagem atual e a total capacidade que o Daycoval
possui para participar ativamente do mercado de
3T09 2T10 3T10
crédito brasileiro.

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Desempenho Financeiro

Resultado da Intermediação Financeira mantém-se em patamares


elevados
Receita da Intermediação Financeira
Receitas da Intermediação Financeira (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Operações de Crédito 252,9 234,2 8,0% 192,5 31,4%
Middle Market + Trade Finance 152,8 141,4 8,1% 103,5 47,6%
Consignado 73,2 62,5 17,1% 52,0 40,8%
Veículos 27,7 27,4 1,1% 39,6 -30,1%
CDC Lojista + Outros 2,3 1,9 21,1% 1,5 53,3%
Variação Cambial (Middle Market) (3,1) 1,0 n.a. (4,1) -24,4%
Resultado de Títulos e Valores Mobiliários 102,0 75,2 35,6% 66,5 53,4%
(1)
Resultado com Derivativos (33,2) 8,4 n.a. (89,4) -62,9%
Resultado de Operações de Câmbio - 6,0 n.a. - n.a.
Total 321,7 323,8 -0,6% 169,6 89,7%
Ajuste no Resultado com Derivativos (Hedge) 56,4 (17,1) n.a. 87,2 -35,3%
(2)
Ajuste no Resultado de Operações de Câmbio (0,5) - n.a. 4,9 n.a.
Reclassificado de Despesas de Intermediação Financeira (0,5) - n.a. (1,5) -66,7%
Reclassificado de Outras Receitas/Despesas Operacionais - - n.a. 6,4 n.a.
Total Ajustado 377,6 306,7 23,1% 261,7 44,3%
(1) No, 3T10, 2T10 e 3T09 inclui valores de (-) R$ 56,4 milhões, (+) R$ 17,1 milhões e (-) R$ 87,2 milhões, relativos a hedge de captações externas.
(2) No, 3T10 e 3T09, reclassificado de despesas da intermediação financeira (resultado de operações de câmbio).

As receitas da intermediação financeira, ajustadas conforme a tabela acima, mantiveram-se em patamares


bastante elevados durante o 3T10, totalizando o saldo de R$ 377,6 milhões. Este resultado reflete o
impacto positivo relativo à variação cambial, sobre os resultados de derivativos (hedge).
As receitas de operações de crédito da carteira de Middle Market + Trade Finance, evoluíram 8,1% em
relação ao 2T10, refletindo o momento atrativo desse segmento.
Os títulos e valores mobiliários acumularam uma expressiva receita de R$ 102,0 milhões no 3T10,
resultando em um crescimento de 35,6% em relação ao 2T10, decorrente dos ganhos das operações
realizadas pela Tesouraria e consequente aumento do saldo da carteira. Tal rubrica representou 27% do
total ajustado de Receitas da Intermediação Financeira.

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Despesas da Intermediação Financeira


Despesas da Intermediação Financeira (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Operações de Captação no Mercado (133,6) (122,9) 8,7% (74,5) 79,3%
Operações de Empréstimos e Repasses (17,6) (18,3) -3,8% (12,4) 41,9%
Resultado de Operações de Câmbio (0,5) - 100,0% (1,5) -66,7%
Provisão para Perdas com Créditos (PDD) (52,1) (29,5) 76,6% (68,2) -23,6%
Total (203,8) (170,7) 19,4% (156,6) 30,1%
(1)
Ajuste sobre o Resultado de Operações de Câmbio 0,5 - 100,0% 1,5 -66,7%
Total Ajustado (203,3) (170,7) 19,1% (155,1) 31,1%
(1) No 3T10 e no 3T09, reclassificado para receitas da intermediação financeira (resultado de operações de câmbio).

As despesas da intermediação financeira ajustadas de acordo com a tabela acima, somaram R$ 203,3
milhões no 3T10, versus R$ 170,7 milhões no 2T10, esse incremento deve-se ao maior volume das
operações financeiras, referentes às captações realizadas no mercado e ao aumento das despesas com
provisão em middle.

Índice de Eficiência
Índice de Eficiência (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
(+) Despesas de Pessoal + Administrativas + Comissões (52,8) (46,6) 13,3% (42,2) 25,1%
(+) Depreciação e Amortização 0,5 0,5 0,0% 0,5 0,0%
Total de despesas (A) (52,3) (46,1) 13,4% (41,7) 25,4%
(+) Resultado da Intermediação Financeira + PDD 170,0 182,5 -6,8% 81,2 109,4%
(+) Receitas de Prestação de Serviços 9,9 7,2 37,5% 4,8 106,3%
(+) Variação Cambial 76,0 1,4 n.a. 93,7 -18,9%
Total (B) 255,9 191,1 33,9% 179,7 42,4%
Índice de Eficiência (A/B) (%) 20,4% 24,1% -3,7 p.p 23,2% -2,8 p.p
PPR (7,3) (5,7) 28,1% (2,7) 170,4%
Índice de Eficiência considerando PPR (%) 23,3% 27,1% -3,8 p.p 24,7% -1,4 p.p

No 3T10, o índice de eficiência foi de 20,4%, melhora de 3,7 p.p em relação ao 2T10, demonstrando a
consistente busca do Daycoval para rentabilizar suas operações. Considerando a provisão das despesas
com PPR, este índice seria de 23,4 % no 3T10, melhora de 3,7 p.p em relação ao 2T10, conforme
demonstrado na tabela acima. A melhora dos resultados, além de proporcionar a redução do índice de
eficiência, contribuiu para o aumento de provisão de PPR aos seus colaboradores.

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Despesas
Despesas de Pessoal e Administrativas (R$ MM) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %
Despesas de Pessoal (22,7) (21,8) 4,1% (15,5) 46,5%
Despesas Administrativas (23,0) (18,3) 25,7% (15,7) 46,5%
Subtotal (45,7) (40,1) 14,0% (31,2) 46,5%
Despesas de Comissões (total) (7,1) (6,5) 9,2% (11,0) -35,5%
Consignado (4,2) (3,6) 16,7% (6,1) -31,1%
Veículos (2,3) (2,5) -8,0% (4,5) -48,9%
CDC Lojista + Outros (0,6) (0,4) 50,0% (0,4) 50,0%
Total (52,8) (46,6) 13,3% (42,2) 25,1%

Despesas de Pessoal

No terceiro trimestre de 2010 o Banco Daycoval contratou 71 novos colaboradores, encerrando o período
com um total de 761 colaboradores. As novas contratações estão em linha com o crescimento das
operações do Banco, visando manter a qualidade do atendimento prestado. Atualmente a equipe
comercial de Middle Market é formada por 25% do total de funcionários.

As despesas com pessoal totalizaram R$ 22,7 milhões no 3T10, um acréscimo de 4,1% em relação ao
trimestre anterior. Este aumento ocorreu em função do provisionamento sazonal do dissídio coletivo.

O Banco mantém seus investimentos em treinamento de colaboradores, abrangendo cursos técnicos,


idiomas, graduação e pós-graduação com foco em desenvolvimento e melhoria da qualificação das
equipes.

Despesas Administrativas

As despesas administrativas totalizaram R$ 23,0 milhões no 3T10, um crescimento de 25,7% em relação ao


2T10. Deste aumento, R$464mil referem-se a doações e patrocínios realizados nos termos da Lei Rouanet
(Lei Federal de Incentivo à Cultura) e Fumcad (Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente).
Os demais acréscimos decorrem de custos pontuais relativos às convenções e seminários realizados no
3T10 para a equipe comercial das diferentes carteiras do Banco, das despesas com recuperação de crédito,
assim como, da própria expansão do volume e diversificação de operações.

Despesas de Comissões

As despesas com comissões cresceram 9,2 % neste trimestre, atingindo saldo de R$ 7,1 milhões, esse
aumento é devido ao crescimento da carteira de consignado.

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Outras Receitas/Despesas Operacionais


As outras receitas operacionais totalizaram R$ 96,8 milhões e as outras despesas operacionais R$ 26,5
milhões, perfazendo resultado positivo de R$ 70,3 milhões no 3T10, contra R$ 4,1 milhões negativo, no
2T10. Excluindo os efeitos da variação cambial, o resultado de outras receitas/despesas operacionais do
3T10 foi negativo em R$ 4,3 milhões contra R$ 5,8 milhões, também negativos, no 2T10. Essa variação de
R$ 1,5 milhões decorreu, basicamente, da redução na provisão para perdas prováveis em ações cíveis no
valor de R$ 1,4 milhões.
Programa de Participação nos Resultados (PPR) e Participação nos Lucros e
Resultados (PLR)
As despesas de provisões relacionadas a PPR e PLR totalizaram R$ 7,3 milhões durante o 3T10, aumento de
28,1% em relação ao trimestre anterior, quando foi registrado R$ 5,7 milhões para esta finalidade, em
função da melhora dos resultados.
Imposto de Renda e Contribuição Social
As despesas de imposto de renda e contribuição social totalizaram R$ 39,9 milhões no 3T10, um acréscimo
de 51,4% em relação ao trimestre anterior, decorrente do crescimento do resultado tributável.

Ratings
A classificação do Banco em todos os ratings apresentados abaixo demonstra o baixo nível de risco e a
solidez conquistada em suas operações. Os relatórios completos das agências de rating podem ser
encontrados em nosso site -relações com investidores. As informações obtidas pelas respectivas agências
são amplamente consideradas pelo mercado financeiro, mas não devem ser, para todos os efeitos,
compreendidas como recomendação de investimento.

Escala Global Escala Global Baixo Risco – Médio Prazo


Longo Prazo Longo Prazo
Índice 11,40
BB BB
Rank Geral:
Curto Prazo B Curto Prazo B
Março/10
Escala Nacional Escala Nacional 8
Longo Prazo Longo Prazo A+
brAA- (bra)

Curto Prazo Curto Prazo F1


brA‐‐ 2 (bra)

Estável Estável
Novembro 2009 Dezembro 2009 Julho 2010

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Mercado de Capitais

Composição Acionária
O capital social do Banco Daycoval é representado por 216.324.512 milhões de ações, das quais
142.418.179 milhões são de ações ordinárias e 73.906.333 milhões de ações preferenciais. O free-float é de
25,4%, equivalente a 54.882.661 milhões de ações PN.

Origem dos Investidores - Free-Float - 3T10 - %


Estrutura Acionária 3T10 - %
1,9%

25,4%
53,1% 45,0%
0,4% 65,8%
8,4%

Investidores Nacionais - Pessoa Física


Daycoval Holding Financeira S/A
Investidores Nacionais - Pessoa Jurídica
Acionistas Família Controladora + Daycoval Expert
Investidores Estrangeiros
Tesouraria
Free-Float

Desempenho das Ações


As ações do Banco Daycoval (DAYC4) estão listadas no segmento Nível 1 da BM&FBovespa desde junho de
2007, integrando o Índice de Governança Corporativa Diferenciada (IGC) e o Índice de Ações com Tag
Along Diferenciado (ITAG).

As ações DAYC4 atingiram um volume negociado de 21,2 milhões de ações no período de janeiro a
setembro deste ano, em 7,4 mil negócios, com volume médio diário negociado de R$ 1,1 milhão. No dia 30
de setembro de 2010, os papéis estavam cotados a R$ 11,14, o que equivale ao valor de mercado para o
Banco de R$ 2,4 bilhões.

Durante o ano, as ações DAYC4 apresentaram uma valorização de 13,9%, enquanto no mesmo período, o
Ibovespa, o IGC e o ITAG valorizaram 1,2%, 10,0% e 10,1% respectivamente. Atualmente as ações do
Daycoval são acompanhadas por 17 diferentes corretoras (research) locais e internacionais.

DAYC4 (R$) 3T10 2T10 Var. % 3T09 Var. %


Cotação de Fechamento 11,14 8,80 26,6% 8,60 29,5%
Máxíma do Trimestre 11,14 10,25 8,7% 8,60 29,5%
Média do Trimestre 9,60 9,10 5,5% 7,80 23,1%
Mínimo do Trimestre 8,30 7,90 5,1% 6,90 20,3%
Valor de Mercado (RS) Bilhões 2,40 1,90 26,3% 1,90 26,3%

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SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL
CVM - COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS
ITR - Informações Trimestrais Legislação Societária
INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DATA-BASE - 30/09/2010
02079-6 BANCO DAYCOVAL S.A. 62.232.889/0001-90

12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Operações de Swap
Os dois primeiros programas de troca de resultados de fluxos financeiros futuros (swaps), junto ao Credit
Suisse com valor de referência de R$20,0 milhões e 5 milhões de ações preferenciais respectivamente,
atingiram sua totalidade.

Em 15 de junho de 2010, foi aprovada em Reunião do Conselho de Administração a assinatura de um novo


contrato de troca de resultados de fluxos financeiros futuros (swaps) junto ao Credit Suisse Próprio Fundo
de Investimento Multimercado (Credit Suisse) com valor de referência agregado de até R$ 20 milhões.

Os swaps terão o Banco Daycoval ativo na variação do preço das ações preferenciais de emissão do Banco
(DAYC4), contra 100% da variação do CDI ajustado por spread pré-determinado pelo lado do Credit Suisse.
As operações não alteram o percentual de ações em circulação do Banco e estabelecem que o resultado de
tais contratos, ao final de seus prazos, serão liquidados financeiramente.

O Banco tem o equivalente a 9.154.750 milhões de ações em Swap, que no terceiro trimestre deram um
resultado de R$ 18,8 milhões bruto e R$ 11,3 milhões líquido, enquanto que no segundo trimestre o
resultado líquido foi de R$ 3,2 milhões negativo.

Remuneração dos Acionistas


Em reunião realizada em 5 de maio de 2010, “ad referendum” da Assembléia Geral de Acionistas, foi
aprovado o pagamento de dividendos intermediários, no valor total de R$96.724.667,83 (noventa e seis
milhões, setecentos e vinte e quatro mil, seiscentos e sessenta e sete reais e oitenta e três centavos),
correspondente a R$ 0,45037 por ação. O pagamento foi realizado em 20 de maio, mediante a utilização
de valores contabilizados na conta “Reserva de Lucros – Estatutária relativa ao lucro líquido do exercício
findo em 31 de dezembro de 2008, constante do balanço patrimonial levantado em 31 de dezembro de
2009.

Em Reunião do Conselho de Administração, realizada no dia 29 de setembro de 2010, foi ratificada a


aprovação da Diretoria de pagamento de juros a título de remuneração sobre o capital próprio relativos ao
período de 30 de junho de 2010 até 29 de setembro de 2010. O montante aprovado foi de R$
23.909.489,14 (vinte e três milhões, novecentos e nove mil, quatrocentos e oitenta e nove reais e quatorze
centavos). Os juros sobre capital próprio foram pagos no dia 15 de outubro de 2010, sendo que se
tornaram ex-direito no dia 30 de setembro de 2010.

A tabela abaixo demonstra o total de Dividendos e JCP pagos aos acionistas durante os nove meses desse
ano.
Valor por
Data do Pagamento Div/JCP Valor
Ação (em R$)
15-04-2010 JCP 24.530.700,45 0,11422
20-05-2010 Dividendos 96.724.667,83 0,45037
15-07-2010 JCP 23.066.270,37 0,10725
15-10-2010 JCP 23.909.489,14 0,11096
Total 2010
168.231.127,79 0,78280
(Competência)

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12.01 - COMENTÁRIO DO DESEMPENHO CONSOLIDADO NO TRIMESTRE

Programa de ADR Nível I


O Daycoval foi a primeira instituição de middle market no Brasil a realizar um Programa de American
Depositary Receipts – Over-the-Counter (OTC) – Nível I com o objetivo de reforçar mais a aproximação com
investidores dos Estados Unidos e de outras partes do mundo. Cada 1 (um) American Depositary Receipts
(ADRs) emitido e negociado no mercado de balcão (OTC) equivale a 2 (duas) ações preferenciais de
emissão do Banco Daycoval.

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