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2015

Odontopediatria

Helinaldo Corrêa da Conceição


Universidade do Estado do
Amazonas - UEA
03/03/2015
Helinaldo Correa nasceu em Manicoré Amazonas em 19-11-1985
Cursou até o 3 º período de Matemática na UFAM Campos Humaitá – Am
Foi monitor de Prótese Parcial Removível entre Agosto a Dezembro de 2014
Atualmente cursa Odontologia na UEA Campos Manaus – Am.
Curriculum Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4462273Y5
Blogger: http://correamani.blogspot.com.br/
Wordpress: http://helinaldouea.wordpress.com
Twitter: https://twitter.com/Aldohelinaldo

Sumário
P1
* Revisão de Anatomia
I) Anamnese, Exame Clínico e Plano de Tratamento.
II) Erupção Dentária, Ciclo Biológico e Características das Dentições.
III) Conhecimento Básico da Criança – Manejo Comportamental
IV) Prevenção aplicada a Odontopediatria
V) Controle da Dor Terapêutica Medicamentosa
VI) Exame radiográfico em Odontopediatria
P2
VII) Dentística em Odontopediatria
VIII) Doença periodontal em criança
IX) Terapia pulpar e Terapia Pulpar II
X) Cirurgia em Odontopediatria
XI) Traumatismo em Dentes Decíduos
XII) Terapêutica medicamentosa

Helinaldo Corrêa da Conceição


helinaldouea@gmail.com
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Revisão de Anatomia
NÚMERO DE DENTES
A dentição decídua se compõe de 20 dentes, 10 superiores e 10 inferiores, distintos em incisivos,
caninos e molares. Destes dentes somente os molares decíduos não tem substitutos permanentes
homólogos, pois eles são substituídos pelos pré-molares. (PICOSE, 1979)

Possuindo menor número de peças dentárias, a dentição decídua ocupa um arco de comprimento
bem menor que o da dentição permanente. (PICOSE, 1979)
MORFOLOGIA GERAL DAS COROAS
As coroas dos dentes decíduos são bastante semelhantes às dos permanentes, especialmente no
grupo dos incisivos e caninos. Quanto aos molares, observa-se que o primeiro molar de leite de
ambas as arcadas não tem correspondentes na dentadura permanente; são os únicos dentes decíduos
que possuem características próprias e inconfundíveis. Os segundos molares de leite mostram
uma semelhança muito grande com os primeiros molares permanentes, os quais irrompem
imediatamente atrás dos decíduos, aos 6 anos. (PICOSE, 1979)
MORFOLOGIA GERAL DAS RAIZES
A raiz do dente de leite é mais delgada do que a do dente permanente e, relativamente, é maior.
As raízes variam muito de aspecto, à medida que se processa a evolução. No início, isto é,
imediatamente após a sua calcificação, elas se apresentam com o ápice truncado e terminam por um
orifício largo, em forma de funil. Mais tarde, quando se apresentam completamente calcificadas,
ficam com a forma definitiva na qual se percebe a agudeza dos ápices. Esta forma definitiva demora
pouco tempo, pois alguns meses após a sua completa formação, a raiz sofre o fenômeno da
reabsorção, que se inicia no terço apical. É a rizólise dos dentes decíduos. Esta reabsorção radicular

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vai aumentando aos poucos. O diagnóstico diferencial com o funil de formação dos dentes jovens,
faz-se pelo aspecto bastante irregular das bordas que se estão reabsorvendo. Quando o dente
decíduo está prestes a ser eliminado, quase toda a raiz encontra-se reabsorvida, restando somente
um pequeno segmento cervical bastante irregular. (PICOSE, 1979)
Nos dentes molares decíduos, as raízes (três para os superiores e duas para os inferiores) são
achatadas e recurvadas. Esta curvatura, por vezes acentuada, serve para abrigar o germe do dente
permanente em evolução.
As raízes dos dentes anteriores apresentam – se desviadas para o lado vestibular, a partir do terço
médio, porque os germes dos dentes permanentes correspondentes situam-se lingualmente em
relação a essas raízes. (PICOSE, 1979)

TERÇOS DOS DENTES

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INCISIVO CENTRAL SUPERIOR DECÍDUO

Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina


Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos

INCISIVO LATERAL SUPERIOR DECÍDUO

Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina


Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
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INCISIVO CENTRAL INFERIOR DECÍDUO

Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina


Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Raiz 1

INCISIVO LATERAL INFERIOR DECÍDUO

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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina
Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Raiz 1

CANINO SUPERIOR DECÍDUO

Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina


Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Raiz 1

CANINO INFERIOR DECÍDUO

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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina
Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Raiz 1

PRIMEIRO MOLAR SUPERIOR DECÍDUO

Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina


Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Cúspides de 3 a 4 Raízes 3 divergentes; 2 a 4 canais

PRIMEIRO MOLAR INFERIOR DECÍDUO

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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina
Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Cúspides 4 (Anatomia própria) , 2 mesiais Raízes 2
maiores

O primeiro molar inferior decíduo tem de 2 a 4 canais. Foi relatado que cerca de 75% das raízes
mesiais tem 2 canais, ao passo que apenas 25% das raízes distais tem mais de 1 canal.

SEGUNDO MOLAR SUPERIOR DECÍDUO

Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina


Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Cúspides Semelhante ao 1º molar permanente Raízes 3, 2 vestibular e 1 lingual
superior

SEGUNDO MOLAR INFERIOR DECÍDUO

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Inicio da Calcificação 4 – 4,5 meses da vida intrauterina
Erupção (média) 9 meses
Muda 6,5 – 7 anos
Cúspide 5, semelhante ao 1º molar inferior Raízes 2; 2 a 5 canais
permanente.

O segundo molar inferior decíduo pode ter de 2 a 5 canais; usualmente, porém, tem 3 canais. Em
aproximadamente 85% das vezes, a raiz mesial tem 2 canais, porem a raiz distal tem mais de 1
canal em apenas 25% das vezes.

(Aula I) ANAMNESE, EXAME CLÍNICO E PLANO DE TRATAMENTO.

Anamnese e exame clínico (maior número de informação entre a criança e a mãe)

Diagnóstico (Reconhecer uma doença através dos seus sinais e sintomas)

Plano de Tratamento (Ele é individualizado para cada paciente)

Promoção de Saúde (Prevenção)

No primeiro dia devemos pesar e medir a criança

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Massa em kg
Altura em M
A criança tem que ser pesada para administrarmos a dose de medicamento correto
Ex: Cálculo aproximado do peso corporal (Kg) da Criança
Criança de 3 a 12 meses
( )
Peso (kg) =


Ex: 3 meses = = 6 kg
Criança de 1 a 10 anos
Peso (kg) = idade (anos) x 2 + 9

Ex: 10 anos = 10 x 2 + 9 = 29 kg
Criança de 11 e 12 anos
( )
Peso (kg) =

( )
Ex: 12 anos: = 39,5 k
Cálculo Aproximado da Dose Infantil (Fórmula de Clark)
ç ( ) ! "#$
Dose da Criança =
%
Observação: 70 representa o peso corporal médio (kg) de indivíduos adultos do sexo
masculino. Portanto, a dose infantil se baseia na dose do adulto.
Essa fórmula é utilizada em crianças a partir dos 4 anos de idade.
(Referência: Armonia, Paschoal Laércio; 9 ed. São Paulo: Santos, 2011)

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(Aula II) ERUPÇÃO DENTÁRIA, CICLO BIOLÓGICO E CARACTERÍSTICAS DAS
DENTIÇÕES.
Estudo da Dentição Decídua e Mista
Dentição decídua é composta por 20 dentes divididos em dois arcos, sendo oito incisivos, quatro
caninos e oito molares (Figura 1). Esses dentes possuem uma coloração branca e opaca, bem
diferente dos permanentes. Além disso, são menores que os dentes permanentes em todas as
dimensões.
Os dentes anteriores decíduos são menores que seus sucessores permanentes, e os molares são mais
largos que os pré – molares, que ocuparão as mesmas posições nos arcos. (Guedes – Pinto, 2012)

(Figura 1)
A gente vai lidar especificamente com esses perfis de pacientes.
Até 6 anos de idade e a partir de 6 anos quando começa a substituir os dentes decíduos pelos seus
sucessores permanentes. Mudando a classificação que era conhecida como dentadura decídua, agora
mista.
Quantas dentições e quantas dentaduras tem o ser humano?
Dentições 2 => É o ato de se formar, só existe dente decíduo e permanente.

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Dentadura 3 => É o arco estático tenho decídua e permanente e tenho a transição das duas
conhecidas como dentadura mista que começa sempre quando o primeiro dente permanente
irrompe na cavidade bucal. Teoricamente pelas tabelas não sucedendo ninguém, mas
transformando uma bateria de 20 dentes em 24, sendo dos 24, 20 decíduos e 4 permanentes.
Odontopediatria é a arte da odontologia aplicada a um paciente diminuto.
A arte da Odontopediatria é a arte de se fazer:
Endodontia
Núcleo intra canal.
Lembrando: O material não pode ser o mesmo do adulto porque se o dente vai ser reabsorvido, o
procedimento que eu fizer internamente também tem que facilitar o processo fisiológico, é a arte de
recuperação de espaço, é a arte de levantamento de dimensão vertical, é a arte de reabilitar
esteticamente o ser humano devolvendo atividade a ele. Então é a repetição da odontologia.
A gente vai falar de formação, erupção e rizólise dentária.
Quantos dentes têm na boca decídua? Resposta: 20.
Esses dentes têm 3 ciclos que são biológicos, sendo que dois deles são comuns as 2 dentições, os 3
ciclos são esses: eles irão se formar, irromper e depois sofrer a rizólise. Permanente vai apenas
formar e erupcionar.
Rizólise => É o processo de reabsorção do dente decíduo que eu vou detalhar. É exclusivo de dente
decíduo. Rizólise em dente decíduo é exclusivamente fisiológico. Os 2 dentes (decíduos e
permanentes) vão formar e erupcionar, mas o decíduo vai sofrer rizólise fisiológica.
No dente permanente é reabsorção interna ⁄ externa e não é fisiológico e sim patológico.
Então nós temos 20 dentes decíduos na boca todos eles recebendo o mesmo dentro dos seus
predecessores permanentes. Os dentes decíduos vão receber o mesmo nome dos seus sucessores
permanentes.
Com exceção do grupo de pré-molar, para dentes decíduos vou ter: incisivos centrais, laterais,
caninos e molares decíduos superiores e inferiores na mesma numerologia que se tem para o
permanente.
Os permanentes que irão suceder os seus respectivos decíduos, receberão a nomenclatura de
permanentes que vocês conhecem, lembrando que para o grupo de Pré Molares já que não tenho
antecessor decíduo eu substituo os molares seguindo de guia de exceção dos mesmos.
Para ficar mais claro: os Incisivos Centrais decíduos serão substituídos por incisivos Centrais
permanentes, lateral por lateral e canino por canino, os molares decíduos serão substituídos pelos

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seus sucessores classificados como pré-molares. Quase todos os dentes decíduos possuem o seu
diâmetro mesio-distal muito menor do que os permanentes. Quase todos, com exceção dos Pré
Molares, onde tenho a bateria permanente com o diâmetro menor do que seu antecessor decíduo.
Sabendo que não tenho Pré Molar decíduo. Pré Molar substitui molar decíduo. E molar permanente
não substitui ninguém, já irrompeu com a característica de ser permanente. Sai de 20 dentes para 24
dentes, sendo que os 4 são da bateria permanente. Tive troca até esse instante? Não. Quando eu
passo a ter troca? Quando a bateria anterior até o último molar decíduo é substituído na sua
respectiva época, sofrendo um processo que é exclusivo da dentição decídua. Qual é? É a rizólise.
Esse procedimento é a reabsorção das raízes decídua de forma fisiológica, no seu tempo e com suas
características. Quando o dente decíduo sai da boca cujo processo é exfoliação, processo da saída
natural de um dente decíduo. A exfoliação só esta ocorrendo porque houve a rizólise de toda a raiz
do dente, rizólise essa provocada pelo seu substituto permanente.
Só saiu sua raiz da cavidade bucal, porque minha sucessora em algum instante de crescimento tocou
na minha raiz e houve uma diferenciação celular do que era regenerador para o que é destruidor e
me reabsorveu, não ela necessariamente, mas o fenômeno entre mim e ela até um ponto que não há
mais nada que me sustente e sai e recebe o nome de exfoliação, dando lugar para que ela me suceda,
mas ela é muito mais rápida do que eu. Exemplo: um central permanente vai substituir um
central decíduo, e o diâmetro mesio-distal do permanente é maior, por esse motivo os dentes
vão ficar apinhados, um colado no outro. Necessariamente vai ficar apinhado? Não. Porque
meu arcabouço que é mandíbula e maxila irão crescer e, além disso, lá na frente eu não disse que
tem 2 dentes que são menores que seus antecessores. Os Pré Molares são mais magros do que os
molares, vai sobrar ou faltar espaço lá trás? Vai sobrar. Exemplo: prof. Esse dente é um
endodontia, calma, qual o grau de rizólise? Compensa? Qual o grau de formação do sucessor?
Compensa manter? Qual é a idade? Tem sucessor ou não tem? Quando vocês imaginam que
começa a formação dentária? Todos os dentes irão se formar, todos os dentes irão erupcionar, todos
os dentes decíduos irão reabsorver e todos os dentes decíduos se dentro da normalidade estiverem
serão sucedidos pelos seus respectivos permanentes com exceção de nomenclatura dos Pré
Molares. Acontece que este fenômeno de formação e como fenômeno eruptivo são comuns as 2
dentições, qual é a diferença? O tempo no espaço onde isso acontece. Primeiro um vai acontecer
sempre antes do que o outro. Mas todos irão formar, irromper e maturar.

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Nas 6 semanas de vida intrauterina já tem dente formando, obviamente que o 1º dente que
começar a formar vai ser o 1º a aparecer na cavidade bucal. E na normalidade vai ser a 1ª a
ser substituída, ela vai formar no mesmo tempo que ela, ela é uma central e ela uma lateral.
Irão ser formado na mesma época? Claro que não! Qual é a prova disso? Ela erupciona antes do
canino, ela irrompe antes do molar. Ela não foi a 1ª, então ela irá ser substituído primeiro antes da
normalidade. Exemplo: É que quando ela se encontra em um alto grau de formação, eu o
substituto dela entro no meu estágio inicial de formação e durante um bom período de tempo
nós 2 estamos em gênese, formação, em época diferentes e graus diferentes, quando ela está
terminando a coroa eu estou começando a incisal. Porque eu irei aparecer depois dela, portanto
tenho que começar muito depois dela. Mas o que eu quero que vocês entendam é que tanto ela
como decíduos e eu como permanente estamos sendo formado na mesma época, em instantes
diferenciados. Sendo que o processo é o mesmo, vai chegar um ponto que ela está completamente
formada e eu estou 1⁄4 ou a metade de formação, quando ela termina de formar 1)vai de 2 anos de
férias 2) e entrar em um estágio de repouso onde eu não incomodo e ela ainda não responde ao meu
encontro até que depois desse estágio de repouso, eu mudo de movimentação e entro em um
movimento de subida na tentativa de me aproximar dela, ela ainda é gênese mais ainda não uma
gênese formadora é reparadora a qualquer estimulo negativo.
Seja carie, seja endodontia, enfim ela continua sendo formada.
Mas eu estou em um processo muito mais dinâmico, eu estou muito depois, ela já está na cavidade
bucal, ela é decíduo, eu continuo formando, formando raiz, estou subindo, encontrando com a parte
final formada por ela, que é a ponta da raiz, quando nós 2 nos aproximamos eu estimulo a parte
reparadora dela a se diferenciar em células destruidoras, ela para de ter odontoblástos e passa a ter
odontoclastos e começa a se reabsorver por proximidade minha ou por apoptose celular (há
controvérsia!).
O importante é que eu continuo subindo no sentido oclusal e estimulando ao que antes era gênese
para o que é rizólise. Eu também paro para repousar, porque também não aguento estar subindo em
oclusão o tempo todo, quando eu paro, ela tenta se neoformar, do estímulo negativo que eu gerei
por proximidade. Ela volta a formar novamente células reparadoras, não o suficiente. O processo é
de forma irregular, porque é de toda pela minha presença. Novamente eu continuo subindo e me
aproximo mais, novamente àquilo que era tentativa de reparar volta a ser destruidora e ela continua
no processo de reabsorção, até chegar ao ponto que já tenho uma boa proporção formada e ela uma
boa proporção destruída. Ela passa a ter mobilidade. Porque eu estou reabsorvendo parte de

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sustentação dela, até chegar um ponto que esse dente não endurece mais, não tenho mais nenhum
intervalo de mobilidade, isso é um sinal clínico que ele não precisa mais ficar na cavidade bucal. Se
eu tiro é exodontia, se normalmente cai é exfoliação. Vai ficar um espaço, eu não estou em
gênese, até que eu consiga ter 2⁄3 de minha raiz e ocupe um lugar reservado para mim por ela. Que
a função maior dela, decíduo, é manter o arcabouço da minha erupção. Até que eu entre na cavidade
bucal e ocupe o espaço. Este é o processo inicial de formação, erupção e rizólise.
Nós 2 vamos sofrer, ela (Dentição Decídua) vai sofrer 3 processos e começa cada 5ª ou 6ª semanas
de vida intrauterina e eu por volta da 15º , 18º semana que vou substituí-la também vou sofrer 2
processos iguais, quando eu já estiver bastante desenvolvido por proximidade ou fazer ela sofrer o
terceiro que é exclusivamente da família dela, decíduo. Destes 2 fenômenos que são idênticos a nós
permanentes e decíduo , um deles eu vou destacar: movimento eruptivo que vocês até a aula de
hoje, erroneamente este utilizam na clínica.
Observação: Com menos de 15 dias não remover o dente neonatal.
Importante! O traumatismo acelera o processo de rizólise. Porém, o processo de rizólise em
seu estágio normal se inicia em torno de 2 a 3 anos.
O que é erupção para vocês? Erupção é o fenômeno inteiro, desde que comecei uma pontinha de
cúspide que se formou lá, ou pontinha de incisal se for dente anterior. Isso é erupção. A irrupção é
o ato de aparecimento do dente na cavidade bucal, que faz parte do processo eruptivo quando
o dente aparece na cavidade bucal ele não erupcionou, ele irrompeu. Porque ele já está
erupcionando desde sua formação. O que erupção então? Fenômeno comum a ela e a mim. A
erupção é o ato da formação até a vida útil desse elemento dentário.
A gente divide a erupção em 3 momentos distintos:1) movimento pré-eruptivo, 2)movimento
eruptivo, 3) movimento pós-eruptivo.
Então nós dois estamos na cavidade de um bebê, com 6 semanas ela começou e eu com 18º e eu vou
sucedê-lo como a cavidade bucal de um bebê é diminuta, eu estou afirmando para vocês que ele tem
20 germes de dentes já em formação, vai caber aonde? Se não cabe, qual é a disposição que esses
dentes se encontram na cavidade de um recém-nascido? Todos apinhados, então todas elas são
quase sobrepostas uma na outra, significa que vão erupcionar sobrepostas? Não! Porque o
movimento pré-eruptivo é que vai resolver esta situação. Então irrompeu todos os dentes
principalmente de bateria anterior, todos apinhados na região anterior mediana do bebê, Mas só vão
erupcionar daqui a 6 meses, durante 6 meses há crescimento ósseo, agora eu sou mandíbula, e
acabei de entrar no mundo, durantes 6 meses eu cresço para trás, para o lado vestibular, cresço para

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cima, para formar processos alveolares para caber o dente. Então durante 6 meses tenho
crescimento ósseo alojando todas elas como mandíbula e como maxila, quando eu migro pra trás
elas me acompanham, principalmente os molares, quando migro para o lado, todas elas me
acompanham, além desta movimentação se eu cresço para cima (ela sobe), essa característica de
movimento compensatório, crescimento de arco é classificado como movimento pré-eruptivo,
que tem inicio desde o inicio de formação da coroa de qualquer um dos dentes, seja decíduo,
permanente, posterior ou anterior, e termina exclusivamente com a finalização da formação
da coroa. Então começou a formar, vou virar um decíduo, começou a formar ponta de cúspide do
molar decíduo, já o bebê nasceu, estou no lugar do canino, vou erupcionar no lugar dele? Não!
Porque eu só vou erupcionar com 2 e 1/2 anos de idade, durante todo esse período, essa mandíbula
está crescendo, em movimentos clássicos para trás, para o lado e para cima, eu acompanho por uma
questão óbvia, estou colado no osso, acompanho que o osso está fazendo, essa minha
movimentação dentro de estrutura óssea compensatória, crescimento exclusivo do osso, recebe o
nome de movimentação dentária pré-eruptivo. Significa que o movimento pré-eruptivo dela vai
ser diferente de outro? Se ou não? Em termos de data? O inicio de movimento pré-eruptivo do dela,
vai ser o mesmo da outra? Sim! Pré-eruptivo, está crescendo osso, não interessa onde está
formado, nós vamos migrar, todo mundo migra na mesma hora. Significa que ela irrompe no
mesmo período que ela? Não. Nós vamos passar por 3 movimentos distintos: 1) pré-eruptivo, 2)
eruptivo e 3) pós-eruptivo.
1) pré-eruptivo => começa com a formação inicial da coroa e termina com a formação final da
coroa, 2) eruptivo => começa com a formação da raiz e termina com o dente em oclusão,
CUIDADO!!! com isso, o dente em oclusão não significa raiz formada, tanto que vocês fazem endo
com ápice aberto. Significa 2⁄3 formados, 3) pós-eruptivo => da oclusão à saída desse elemento
dentário, seja por extração, seja pelo que for, se tiver dentro da boca a vida inteira está em
movimento pós-eruptivo. Formou coroa mudou de estágio? Sim! Entrou em oclusão mudou de
estágio? Sim. Saiu da cavidade bucal terminou o estágio, não saiu continua a vida inteira formando.
Ela começou a formar até seu final de formação de coroa, ela só pode estar em um estágio: pré-
eruptiva cuja característica é a compensação migratória em virtude de crescimentos em 3 sentidos
de base óssea, seja maxila seja mandíbula. Começou a formar raiz, ela muda de estágio. Ela
continua crescendo no sentido de compensação óssea? Sim! Mas não é essa a característica, a
característica maior do movimento eruptivo é a migração no sentido oclusal, se for superior
descendo, se for inferior subindo. Durante o movimento eruptivo ocorre a irrupção dentária, já que a

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característica do movimento é inicio de formação de raiz a sua entrada em oclusão. Ele se inicia
com a formação da raiz, mas não é ela a responsável pela subida desse dente no sentido oclusal?
Não! Se não estaria afirmando que dente sem raiz, não entra em oclusão, é um marco se
coincidência histológica, não é ele o responsável pelo movimento.
Entrou em oclusão, seja decíduo ou permanente eu não tenho mais nada do que estou descrevendo,
tenho movimentos compensatórios, deposição de cemento em busca de desgaste seletivo, perdas
precoces vizinhas etc e tal. O que é um dente migrando no sentido oclusal quando não tem
antagonista? Como vocês chamam isso? Extrusão. É movimento pós-eruptivo. Tem que formar
dente, está lá na barriga da mãe, todos os dentes decíduos vão ser formados em épocas distintas bem
como seus sucessores. Os sucessores central, lateral, canino também vão formar, na mesma época
que ela? Óbvio que não. Se não a gente ia irromper junto. Vai chegar a um mesmo ponto em que
nós temos o mesmo ponto de formação, ela tá formando e eu estou formando e assim vai. Vai
chegar um ponto em que ela terminou de formar, eu também terminei? Não! Vai ser muito depois.
Vai chegar um ponto que eu vou sair do movimento pré-eruptivo e ela já está no pós; eu vou entrar
no eruptivo, se eu continuo subindo e minha amiga continua estacionada, não vai chegar um ponto
que eu vou encontrar com ela, ela está no pós e eu no eruptivo? Sim! Eu não tenho que irromper
que é a característica do movimento eruptivo, como irei irromper se ela está na minha frente?
Fazendo a rizólise, que é um processo fisiológico, por proximidade entre mim e ela, a proximidade
leva a diferenciação celular, mas eu continuo no eruptivo até entrar em contato com meu
antagonista. Este movimento de erupção dentária tem 3 subdivisões para os dois dentes, eu primeiro
vou me formar como coroa. Todas as duas baterias de dentes vão sofrer o mesmo processo, e
durante o mesmo tempo ela como pré-eruptivo e eu também. O professor diz que não na mesma
época. Óbvio que não. Ela está terminado a cervical e eu início de cúspide.
Outro Exemplo: Sou incisivo central, 6 semanas comecei a formar, começo na incisal e termino na
cervical, formei uma camada, formei...após imediatamente após formar, 90% tem água, interessa
erupcionar água? Formei e imediatamente após mineralizei, comecei a trocar composição de 90%
de água para cristais que me interessam, Hidroxiapatita, já tema dureza que quero? De 3 semanas
para a bateria anterior a 8 semanas para bateria posterior, eu só consigo um fenômeno, que também
é troca, que não recebe mais o nome mineralização, na Odontopediatria é maturação. 10% de
dureza, 70% na maturação, estou dentro do alvéolo? Qual o nome da maturação? Pré-eruptivo. Se
eu estou formando para ser maturado, tudo que houver de prejuízo sistemicamente a esse elemento
dentário vai ter sequela na sua formação de estrutura, porque não estou fazendo a troca nesse

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instante. Enchi o moleque de flúor, o flúor vai entrar nessa composição, junto coma Hidroxiapatita,
se tiver muita concentração de flúor sistemicamente, o que vai acontecer quando for maturar? Eu
incorporo no elemento que não me é interessante. Quando eu apareço na cavidade bucal, apareço
com uma sequela, qual é o nome? Se eu já tivesse formado, mineralizado, maturado eu poderia
encher de flúor e ter uma sequela estrutural? Não! Porque já estou formado. Esse fenômeno que
estou descrevendo é bilateral e homólogo. Ela é o 71, o 81 vai acontecer igual? Igual. Na mesma
época, na mesma idade. Se o 71 foi exfoliado, o que vou fazer como 81? Vou tirar (exodontia). Se
um saiu fisiologicamente, o outro já deveria ter saído. Posso dizer que ao nascimento todos os
dentes estariam em movimento pré-eruptivo? Posso! O fenômeno é único para estágios e épocas
distintas. Não necessariamente na mesma época cronológica. Todo mundo tem início de
movimento pré-eruptivo com início de formação de coroa, mas nem todos com 6 meses de vida. Ao
nascimento já tenho dente permanente formado.

Decíduo e permanente estão na mesma cripta óssea, mas o decíduo se afasta e cada um fica em uma
crista, sendo unidos por um cordão gubernacular, que vai continuar até a irrupção do decíduo
porque vai se alargar, através de tecido Conjuntivo e permitindo que eu apareça sem
sangramento e sem dor. Por isso, o fenômeno é fisiológico. Ocorre reabsorção de raiz do decíduo
de forma irregular e intercalada, nunca retilíneo, nem constante. O canal que une as criptas se junta
com tecido epitelial lá de cima, forma um canal que se alarga e o dente decíduo aparece na cavidade
bucal, sem dor e sem sangramento porque não há circulação, não há inervação.
1) Pré-eruptivo => começa com a formação inicial da coroa e termina com a formação final da
coroa.
2) Eruptivo => Termina a coroa e começa com a formação da raiz e termina com o dente em
oclusão (movimento no sentido oclusal).
3) Pós-eruptivo => Da oclusão à saída desse elemento dentário, seja por extração, seja pelo que for,
se tiver dentro da boca a vida inteira está em movimento pós-eruptivo.

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A genética controla tudo, a ausência de um permanente, não significa que decíduo não vá sofrer
rizólise. As agenesias, não tem sucessor, o dente decíduo vai ser reabsorvido em qualquer instante,
porém não temos uma data definida (esperamos esfoliar para poder ter um tratamento), porque
quem dita esse fenômeno de rizólise não é a minha presença, ela dita a velocidade do processo,
quem dita é a apoptose celular, células programadas para se autodestruírem em uma determinada
época. Fatores que aceleram o processo de rizólise: endo, cárie, trauma, doença periodontal. O
dente decíduo é branco porque é menos mineralizado. Quanto mais mineralizado, mais
amarelo.
Nos dentes anteriores os permanentes se localizam pela palatina dos decíduos e nos posteriores os
sucessores se localizam entre as raízes.

Observação: Carmen M Nolla is a Pediatric (Childrens Dentist) (Pediatric Dentistry dentist).

Quanto mais avançado o plano de Nolla mais radical seu plano de tratamento. Se está no estágio 9
de Nolla e tem uma endo. Você vai fazer? Não! Faz exodontia.

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Qual é o estágio de Nolla que caracteriza as duas mudanças de estágio de formação de um dente
permanente? Qual é o estágio que caracteriza de pré-eruptivo para eruptivo? 6º. E a partir de 6 esse
dente começou a subir no sentido oclusal? Sim! No estágio 8 de Nolla está em oclusão tudo que for
entre 7 e 8. Qual seria o plano de tratamento? Exodontia.
Se eu tenho 2/3 de raiz completa, já não estou afirmando que deveria estar em oclusão? Dever-se-ia
estar em oclusão, o decíduo deveria estar na boca? Não. Casos têm 2/3 de raiz completa de uma
bateria permanente, qual é o grau de rizólise do decíduo? 2/3.

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Observação: Quando o grau de Nolla for entre um estágio e meio, arredondamos ao maior.
Todo fenômeno eruptivo obedecem a dois fenômenos distintos.
Cronologia de erupção = Idade com que cada dente aparece (dente decíduo vai de 0 a 2,5
anos). Nasce com dente Natal, Irrompeu semanas depois dente Neonatal. Caso for um dente
supranumerário, sim, deve ser removido. Porém, deve ser radiografado para conferir se é
supranumerário, portanto, dentes supranumerários não tem fixação. Por isso, deve ser
removido até porque a deglutição pode levar o paciente a óbito. A média inicial são 6 meses de
idade. Teoricamente a criança tem que ter dente na boca. Existe uma variação de 6 meses
para mais e para menos nos decíduos, pode nascer com dente ou ter dente após 1 ano e 2
meses (normal). Para os permanentes essa variação aumenta em 1 ano, portanto, a média de 6
para começar a troca, ele pode começar aos 5 anos ou aos 7 anos.
Tanto as meninas como os meninos tem irrompção dos dentes decíduos na mesma faixa etária, os
livros mais modernos dizem que nos meninos, dentes decíduos bateria anterior irrompem primeiro
do que as meninas. Porém as meninas terminam a oclusão decídua primeira. Para as dentições
permanentes as meninas são mais precoces.
Sequência de erupção = Qual é o grupo de dente que aparece por vez na cavidade bucal.
Na dentição permanente o primeiro molar inferior é o primeiro a aparecer na cavidade bucal, pois
ele serve de guia para o primeiro molar superior.
Observe: O dente girovertido na fase pré - eruptiva sem raiz pode mudar de posição porque
haverá crescimento de mandíbula.

ALTERAÇÃO DA CRONOLOGIA DE ERUPÇÃO DENTÁRIA

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Dentes permanentes
Dentes Superiores Dentes Inferiores
Incisivo Central 7 – 8 anos 6 – 7 anos
Incisivo Lateral 8 – 9 anos 7 – 8 anos
Canino 10 anos 9 – 10 anos
Primeiro Pré-Molar 11 anos 9 – 10 anos
Segundo Pré-Molar 11 – 12 anos 11 anos
Primeiro molar 6 – 7 anos 6 anos
Segundo molar 12 anos 12 – 13 anos
Terceiro molar 17 – 21 anos 17 – 21 anos

Sequencia Ideal de erupção dos Dentes permanentes


Ordem Maxila Mandíbula
1º Primeiro Molar Primeiro Molar
2º Incisivo Central Incisivo Central
3º Incisivo Lateral Incisivo Lateral
4º Primeiro Pré-Molar Canino
5º Segundo Pré-Molar Primeiro Pré-molar
6º Canino Segundo Pré-molar
7º Segundo Molar Segundo Molar

Aula passada foi falada dos fatores de normalidade e tudo aquilo que fosse alteração do que
considerávamos normal iríamos começar a falar a partir de hoje e vamos começar a aula exatamente
tratando desse assunto.
Existirão ou poderão existir situações que poderão acelerar o processo de rizólise ou atrasar esse
mesmo processo.
Seriam fatores que fugiriam daquilo que classificamos como normalidade durante todo processo.
São classificados como fatores locais e fatores sistêmicos e incidem sempre sobre o dente decíduo.
Podemos acelerar ou retardar o processo a de troca, nunca o processo de formação.
A rizólise pode ser acelerada ou atrasada. Hora nenhuma estou falando em acelerar ou
retardar o processo de formação do sucessor.
Ex: o dente decíduo vai ser perdido muito antes ou muito depois do previsto nas tabelas de
normalidades, não significa que o permanente vai substituí-lo em termos de formação muito mais
rápido.
Vai ser acelerado o processo não a formação do substituto. O permanente tem que erupcionar no
grau 7 para o grau 8 de Nolla, só o permanente vai erupcionar no grau 5 ou 6 de Nolla, fugindo do
padrão de normalidade, a prova que eu não acelerei o processo de gênese, mas acelerei o processo
de substituição. Por isso que é fugir da normalidade.

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O permanente tem que fazer absorção da raiz do decíduo dentro da normalidade. Isso vai durar 3 ou
2 anos. Quando tiver 2/3 reabsorvido à maturidade é grande e quando 2/3 formado há substituição.
Só que existem fatores que aceleram o processo de rizólise da dentição decídua. Um desses
fatores é o trauma. Ex: Ela (dentição decídua) sofreu uma queda, bateu o dente, houve uma
intrusão desse elemento dentário. O que vai acontecer com o processo de rizólise? Que tinha que ser
iguais ao do permanente dois terços reabsorvidos, dois terços formados? Mas ela sofreu
traumatismo ou cárie ou um abscesso, necrose pulpar o processo de rizólise que tinha que ser igual
ao de formação do permanente tem que ser acelerado.
Dentição permanente acelerando um processo de destruição qual seria consequência disso? Perda
precoce.
Significa que quando o decíduo é perdido precocemente, o permanente pode ocupar esse espaço
precocemente ou retardar em termos de ocupação.
Quando mais precoce for a perda do decíduo, pior é a velocidade do permanente de erupção, porque
menor é o grau de formação da dentição permanente.
O permanente ainda estaria em estagio pré-eruptivo, não tem força eruptiva para entrar em oclusão.
Quando mais novo o permanente estiver e quando mais precoce for à perda, mas atrasado é o
processo de substituição.
Pode acontecer de o decíduo ter 1/3 de reabsorção, sofrer traumatismo e esse processo é acelerado,
dentição decídua fica com 2/3 de erupção e o permanente 1/3 de formação. O decíduo foi perdido e
permanente ocupa o espaço porque o grau de gênese permite essa substituição, mas não significa
que o processo de formação do permanente será acelerado em função da perda precoce. A
movimentação que é acelerada não o grau de formação.
Isso significa que: Pode haver erupção de um permanente sem a raiz formada? Sim! Devido à perda
precoce do decíduo acelerando o movimento eruptivo, não acelerando a gênese.
Fatores locais que aceleram a erupção:
Não necessariamente aceleram a gênese.
Erupção é movimento. Gênese é formação.
Acelera - se o processo não acelera o estágio de formação, acelera o grau de destruição.
São fatores:
Infecções crônicas em dentes decíduos: Ex Cárie.

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Perda precoce vai estar tanto retardando como acelerando. Se o estagio de Nolla estiver próximo
de 7,o processo será acelerado. Se o estagio de Nolla estiver entre 5 ou em movimentação pré-
eruptiva o processo será atrasado.
Traumatismo: sempre acelera. Quando o paciente tiver traumatismo à primeira providência é
radiografia, segunda providência e comparar com seu homólogo que não tenha sofrido traumatismo
e você monitora se o processo esta sendo acelerado ou não.
Processos sistêmicos que aceleram: hipopituitarismo, hipotireoidismo. Hipopituitarismo:
Problema na glândula hipófise do paciente.
Ele mostra a imagem de uma radiografia: Esse dente está aparecendo muito antes do que deveria e
isto é uma infecção crônica que acelera o processo de erupção.
O grau de formação desse substituto que estaria aqui é o mesmo desse que já está entrando em
erupção na cavidade bucal? Sempre, significa que esse vai erupcionar um terço desse e esse um
terço desse. Porque esse um terço? Perda precoce acelerou o processo de rizólise. A formação é a
mesma independente de quando erupciona.
Outro raciocínio: Como sei que isso foi perda precoce? Quem erupcionou primeiro? Primeiro
molar. Vocês lembram - se de uma tabela de sequência ideal de cronologia, que pode variar de
região para região?

Vocês podem observar algumas vezes variações nas duas tabelas.


Variação de sequência: é quando um grupo de dente erupciona antes daquilo que a tabela
preconiza.
Variação de cronologia: quando erupciona fora da idade prevista.

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O que é normalidade dentro de variação de cronologia? 6 meses para decíduo e 1 ano para
permanente , para mais ou para menos. Fugiu disso é variação de cronologia.
Exemplo: Chega um paciente no consultório com dois anos de idade sem nenhum dente. É
alteração de sequência ou de cronologia? Cronologia.
Preocupa - nos muito mais uma variação de sequência do que uma variação de cronologia. Quando
há inversão de sequência é prenúncio de má oclusão.
O que pode ter ocorrido aqui, que fez com que houvesse alteração de sequência e cronologia,
fazendo com que o segundo pré erupciona fora da sua posição e fora da sua idade ideal? O que
aconteceu com seu antecessor? Perda precoce. Acelerando ou retardando? Acelerando porque o
dente que substitui já estaria em movimento eruptivo, portanto acima do estagio 5 de Nolla. Se ele
tivesse atrasado o que teria que fazer? Mantenedor de espaço. Esse dente estaria em movimento
pré- eruptivo, portanto a perda precoce iria atrasar a sucessão. Concluindo para as duas situações,
nenhum dos dois teve processo de formação acelerada ou atrasada. Foi mexido na movimentação
não no grau de formação.
Outro exemplo: o processo de formação e de rizólise não é homologo e paralelo a grupos de dentes
distintos? Qual dente tem seu grau de formação mais acelerado? Nenhum dos dois. O grau de
formação é o mesmo. Qual dos dois tem o grau de lise acelerado? É o que está mais destruído. O
fenômeno de gênese não vai ser igual o de lise. Qualquer fator externo acelera. Se a lise foi
acelerada o que vai acontecer com esse dente quando comparado com esse? Perda precoce. Quando
sei que um dente vai erupcionar antes do outro ou muito depois? Quando sei que vai ser acelerado?
Depende do grau de formação de Nolla do sucessor. Quanto mais precoce for mais atrasado será.
Posso afirmar pela radiografia que vai erupcionar antes, devido estar formando mais rápido que o
outro, ele vai erupcionar antes. É impossível fazer planejamento sem exame radiográfico na
Odontopediatria.
Para que lado eu tenho maior lise? Sempre para o onde a infecção crônica está presente. Ela
acelera a lise do lado que está presente.
Agora vamos retardar a erupção. Existem situações em que esse processo vai ser retardado. O
raciocínio é exatamente igual ao processo que acelera.
Eu retardo o processo, mas não retardo a formação. Também os divido em locais e sistêmicos,
sempre em dentes decíduos.
Locais:
Supranumerarios

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Odontoma
Dilaceração
Anquilose
Perda precoce(vai estar nos dois)
Falta de espaço
Fibrose gengival
Sistêmicos: Quando seria hiper e passa a ser hipor. Ou seja a produção de hormônio em quantidade
menor do que o desejado.
Disostose Cleidocraniana
Hipofosfatasia- problema na bomba de fósforo e potássio.
Lembre-se que o raciocínio é o mesmo, vou retardar o processo de lise de substituição, vou retardar
o processo de ocupação pelo permanente, mas não retardo o seu processo de gênese.
Geralmente os retardos geram dilaceração de raízes, ano para de crescer só não tem mais para onde
crescer.
Uma situação clássica: presença de odontomas. Se eu tenho um fenômeno bilateral, nele tem que
acontecer exatamente o que acontece com ela? Se ela tiver diferente dele o que você vai fazer
imediatamente? Pesquise o porquê. Fugiu do normal tem que procurar um explicação para isso.
Exemplo: central esquerdo, lateral esquerdo permanente, canino ausente. Olhou do outro lado: um
lateral e um canino ausente. Fugiu a sequência, a cronologia ou os dois?
Os dois, e fugiu também o padrão de bilateralidade. Imediatamente deve-se radiografar. No mínimo
alguma alteração local, que retarde o processo de troca. Não retardou o processo de lise porque não
tem decíduo, mas estar retardando o processo de erupção. Na radiografia irá observar um odontoma.
Plano de tratamento emergencial ou imediato: remoção do odontoma. Remover o fator e retardo do
processo.
Exemplo: Supranumerário: Lateral permanente, lateral permanente, canino decíduo, canino
decíduo, central, supranumerário e supranumerário.
Fugiu a cronologia e a sequência. Suspeita de problema ortodôntico.
O processo de formação esta sendo alterado? Não. Porque não subiu vai parar de forma? Não. Ele
vai bater em no que estiver na frente e vai continuar formando. Imediatamente remoção do
supranumerário para facilitar o processo de subida ou de descida.
Quando estiver girovertido, vai continuar formando, vai chegar a dois terços de formação, mas não
vai ter dois terços de erupção.

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Dois terços de formação independente do grau de lise qual é o plano de tratamento? Com zero de
lise, qual o tratamento? Exodontia, porque quem dita o plano de tratamento é o grau de gênese não
necessariamente o grau de lise. Dois terços já esta no final do movimento eruptivo já deveria estar
em oclusão.
Houve perda precoce do molar decíduo, que atrasou a erupção do outro, tão precoce que os dois
sucessores fecharam o espaço destinado ao dente permanente. Um problema de cariologia aos 4
anos de idade gera um problema ortodôntico na adolescência. Falta de espaço por perda precoce
sem manutenção de espaço.
O que fazer nessa situação? Recuperar espaço ortodonticamente para que pré-molar ocupe o espaço
desejado.
Essa é uma grande importância do dente decíduo.
Existem situações de fribrosamento anterior, tanto para bateria decídua como para bateria
sucessória. Há uma perda para a sucessória ou um fribrosamento para decíduo que não permite o
aparecimento dos respectivos elementos dentários. Existem situações que além do aumento de
volume isso também vai enegrecendo por presença de sangue.
Existe duas escolhas clássicas que eu preciso dizer para vocês monitorar.
A primeira só pede para vocês monitorarem, o movimento eruptivo que teria força suficiente,
mesmo com atraso, para fazer com que esses dentes rompam todos esses tecidos e irrompam na
cavidade bucal.
A segunda teoria pede que faça uma cirurgia imediata de liberação dos capuzes para que esse dente
fique livre de força retentiva e possa ocupar seu espaço.
Essa cirurgia recebem dois nomes: olectomia ou ulotomia.
Ulotomia é o simples corte na liberação.
Ulectomia é o corte acompanhado da remoção de tecido em V. Remove tudo, de modo que
exponha a incisal dos elementos pedidos. Cerca de 3 ou 4 dias eles estão ocupando os espaços
reservados.
Importante!!! A gênese tem início na barriga da mãe para dente decíduo, mas até os 4 anos de
idade ainda tem dente sendo formado nem que seja a parte final da raiz dos segundos molares
decíduos.
Quero dizer que a formação dos dentes decíduos começa na barriga de mãe, na 6° semana,
por média de literatura, terminando aos 4 anos de idade.

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Outro fator importante: porque temos que saber a idade do dente? Quando mais jovem é o dente
mais ou menos radical é o plano de tratamento? Eu posso ter um dente decíduo com dois terço de
raiz reabsorvida e uma fístula indicando necrose, o plano de tratamento vai ser o mesmo se ele
tivesse apenas um terço de raiz reabsorvível?
Então a pergunta é: por que há essa diferença quando mais velho é o dente decíduo ou mais
reabsorvível são suas raízes, mas ou menos radical é o meu plano de tratamento? Mais radical,
porque quanto mais jovem o dente maior a capacidade de resposta tecidual do mesmo, quanto
mais velho, menor a capacidade e menor a velocidade, portanto menor o risco eu corro no
meu plano de tratamento.
Com dois terço, se eu tiver necrose, sempre vai ser exodontia. Com um terço, se tiver necrose
nunca vai ser exodontia, sempre vai ser pulpectomia. Isso é radical.
E quando você vai de uma prevenção como proteção pulpar indireta que é o menor radical. A
exodontia é o mais radical.
Dente senil: diminuição da resposta em virtude da diminuição das suas fibras e seus tecidos
conjuntivos, quanto mais avançados a lise mais radical o plano de tratamento.
Se um dente estiver fistulado, com pus saindo por todas laterais, paciente morrendo de dor,
faz a radiografia e observa a necrose. Qual o plano de tratamento? Exodontia.
Se ele tivesse 2/3 de raiz presente. Qual seria o plano? Pulpectomia.
2/3 formado já está em oclusão, ele não tem em que está formado para ficar em oclusão. Por isso
que o dente decíduo nos 2 anos e meio termina de erupcionar o ultimo, mas a gênese vai até aos 4
anos.
Para quem ainda não entendeu, quando falo gênese é formação, quando falo lise é reabsorção.
E como são os fenômenos? Copiem essa frase, que essa é a frase que tem que estar na mão.
A lise só até decíduo. Inicia de 1 a 3 anos depois de completada a raiz.
Quando começa a lise do 2º molar decíduo? Ele é o ultimo a formar a gênese, com 4 anos. Se a
gênese termina aos 4 anos, a lise começa aos 7 anos de idade. A lise começa 3 anos após a gênese.
A lise dura 4 anos. Quando vou perder o último dente decíduo? Aos 11 anos depois do inicio da
lise.
E assim para todos os grupos de dentes.
Outro exemplo: 2 anos de idade terminou o lateral faz conta quando ele começa lise e quando ele
vai perder esse dente? Com 5 começa a lise e com 9 ele perde, porque 4 anos depois termina a lise.

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O processo é de forma irregular não se absorve tudo retinho, e com intervalos. Tem momentos de
repouso no processo de lise.
O repouso é quando o dente tenta fazer a gênese daquilo, que está sendo reabsorvido. É a tentativa
de reparar a agressão fisiológica que o permanente trás, mas ele não consegue tanto que ele
mineraliza.
A giroversão do dente depende da posição que ele está no momento eruptivo. O movimento
inicial só de coroa não quer dizer que ele vai saltar e erupcionar. Mas entrou em um movimento de
subida ou de descida em movimento eruptivo, fora de sua posição provavelmente vai erupcionar
fora da posição. Ele fala que em processos cariosos não. A prova que é irregular: completamente
reabsorvida desse lado e com da metade da raiz desse e aqui não tem mais nada.
Isso é apenas para mostrar as irregularidades das paredes no processo de lise, não é um fenômeno
uniforme.
Só de curiosidade. Não vou cobrar na aula. Só para informação. Se ele já saiu da barra da crista
óssea ele gasta 6 meses para irromper e aparecer na cavidade bucal. Se ele já irrompeu ele gasta 8
meses para entrar em oclusão. Só para informação. Não vou cobrar isso nunca. Isso é importante:
Isso é um germe sucessor. Isso é uma cripta. Isso é um saco e isso é osso basal. Só de curiosidade o
osso basal tem essa forma aqui porque está sendo remodelado pela gênese do dente permanente.
Quem é responsável pela subida e descida desse dente?
Existem 8 ou 9 teorias que explica isso. Cada professor acredita em uma. Para nós é o folículo
dentário.
Quem dita à velocidade de subida e descida desse elemento para gerar lise do seu antecessor? A
presença do sucessor. Não tendo antecessor vou ter lise do antecessor decíduo? Sim.
Quem dita o fenômeno da lise? A apoptose celular.
Se eu tiver o sucessor, vou obedecer todas as linhas do tempo.
Se eu não tiver o sucessor vou continuar obedecendo ao processo. Não necessariamente as datas que
ocorrem.
Por que vai sofrer lise e apoptose celular? Pela morte programada. As células têm uma programação
que vão se autodestruir a partir de tal idade com ou sem a presença do sucessor.
Aqui tem um dente decíduo completa agenesia. Todos os dentes permanentes, velhos na boca e nem
sinal de lise. Falem uma única coisa que poderia acelerar o processo de lise nesse dente? Que eu sei
que vai acontecer por apoptose, eu só não sei quando. Porque quem dita quando vai ser é a presença
do sucessor. Na ausência dele eu sei que vai acontecer, só não sei quando.

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Agora falem um fator que aceleraria um processo de lise desse dente: Trauma, cárie...
A partir de hoje quando houver agenesia, todo cuidado do mundo tem que ser tomado nesse dente.
Nenhum fator que aceleraria o processo de lise pode está presente. Já que não tem o sucessor, não
seria melhor tirar e fazer o implante¿ Vocês estão na aula de pediatria, não é de periodontia nem
implante. Aqui vai manter esse dente até morrer. Aqui já é mais complicado: Agenesia, lise
avançada, não tem mais nem o que manter, tem cárie, tem excesso de restauração, cárie com
recidiva é provavelmente traumatismo que não é só pancada. Oclusão em excesso é traumatismo.
Agora vamos começar a entender características de dentes decíduos que são superimportantes para
a clínica.
Dente decíduo deferente do permanente tem uma cor branca leitoso, devida ser menos
mineralizado, não reflete a imagem da dentina, portanto é sempre mais branco.
Observe a diferença:
Primeira diferença clássica de substituto jovem. Esse serreado incisal.
O segundo é nítido a transparência de incisal diferente da outra que é amarelado.
Terceiro: diâmetro mesio distal, com exceção dos molares é sempre maior.
Sabendo da diferença de tom que é gigante a partir desse momento já vão chegar para a mãe e
orientar, por que elas vão achar que o permanente tem que ser branco.
Essa característica é uma das mais importantes, por que não é só curiosidade, ele vai permear
todo seu tratamento de dentística de dente decíduo. Eles têm os cornos pulpares muito mais
avantajados e essa relação de tecido duro que vai de esmalte na face mais externa até a dentina da
face mais interna é muito menor quando comparado com o mesmo grupo de dente do permanente.
Então os molares decíduos tem esse diâmetro de proteção muito menor quando comparado com o
seu sucessor.
Os cornos pulpares bem mais avantajados, isso quer dizer que o risco de exposição pulpar acidental
ou Iatrogenia provocada durante a abertura da cavidade, é muito maior. Por isso é expressamente
proibida à utilização de alta rotação para preparo de cavidades proximais de dentes decíduos. Deve
ser utilizada baixa rotação ou cureta para restaurações de classe I e classe II.
O dente decíduo tem uma contrição cervical extremamente proeminente. Coisa que o permanente
não tem. Eles descem expulsivos e formam uma contrição a nível gengival extremamente
acentuada. Quando chegar à parede gengival e não lembrar essas características, vai cair na metade
da raiz acidentalmente.

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A parede gengival é intocável em virtude da constrição. Quando colocar o grampo para o
isolamento ele deve ficar na contrição, se não ele vai voar no rosto.
Essa contrição é mais importante que a partir de hoje vamos começar a cobrar. Na radiografia ela
vai ser parecida com outras coisas.
Isso vai ser cárie e isso vai ser contrição por uma questão anatômica. Poderia ser cárie?
Poderia, se tudo isso já estivesse destruído e com placa ou biofilme presente.
Para facilitar a vida de vocês, os dentes decíduos diferente dos permanentes não apresentam ponto
de contatos, eles apresentam faceta de contato. No permanente tem apenas um ponto encostando no
outro. No decíduo tem toda a face proximal em contato.
Em dentística todas essas facetas devem ser recuperadas. Além disso, a contrição cervical.
Tem muita estrutura de proteção para chegar à contrição, portanto a primeira coisa que você vai
olhar na radiografia é a contrição e o contato. Se ele estiver rompido é possível uma contrição ser
replicada, fora isso não.
É apenas uma imagem superdimensionada de uma contrição em dente decíduo.
Faceta de contato é apenas para molar.
As raízes são sempre mais longas e achatadas quando comparada com o tamanho da coroa nos
decíduos e a divergência no sentido apical a partir do terço médio dos molares decíduos.
Isso no meio entre as raízes é germe do sucessor, não vai pegar a radiografia e mandar para
endodontia por achar que isso já é rarefação óssea entre as raízes. Isso é germe de sucessor
permanente em estágio inicial de Nolla, estagio 1, isso é inicio de calcificação só estar delimitando
a cripta, em crianças muito jovem.
Aqui a prova disso. Processo de lise, raízes longas, achatadas, raízes completas, convergente para
apical entre elas um germe do sucessor que pode estar no estágio de Nolla muito precoce se você
trepanar vai cutucar e se cutucar dente em maturação pré-eruptiva, sequela o dente. Por isso, é
importante saber localização. Na cirurgia quando vai rodar o molar, vem todo o processo, leva um
pré junto que não deveria ter saído.
Prismas de esmalte são dispostos diferentes dos seus homólogos permanentes. Vai ter a
exposição do permanente formando um V de depressão diferentemente do dente decíduo.
Só de curiosidade: Isso é constrição e isso é cárie. Por localização você ver a diferença. O
importante saber da contrição é quando for fazer um amálgama ou resina, vai ter que colocar a
matriz. Quando coloca essa matriz no dente permanente ela acompanha paralelamente o dente, no
dente decíduo a matriz vai descer reta e a restauração terá um excesso perto do osso, porque a

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contrição tem que ser moldada, então é inadmissível esse tipo de tratamento sem cunha de madeira
ou de acrílico para que o material satisfaça essa curvatura.
Isso é importante, além do que já estudamos também, temos parede lingual e vestibular
convergente para oclusal nunca paralelo com proeminência das gengivas.
Se você no souber isso e o dente estiver todo destruído , quando colocar a matriz além do problema
cervical, na vestibular e na lingual você terá uma sensação de que entre a matriz e a oclusal terá que
preencher com resina. A oclusão começa bem no meio da matriz.
Características de dentição decídua: Ela se inicia com 6 meses, a partir do incisivos centrais
inferiores.
E ela se completa por volta de 30 meses ou 2,5 anos com o fenômeno do Segundo molar
decíduo.
Esses dentes decíduos diferentes de seus similares permanentes se encontram implantados
verticalmente na base óssea. A implantação do permanente é inclinada, os decíduos não possuem
nenhuma inclinação na sua implantação em virtude disso as duas curvaturas presentes na dentição
permanente não são visualizadas na dentição decídua, portanto, em virtude de implantação em base
óssea vertical não se observa curvatura de Wilson e nem curvatura de Spee na dentição decídua.
Essas curvaturas passam a ter início na dentição permanente com 6 anos de idade na irrupção dos
molares permanentes.

Curva de Wilson Curva de Spee

Curva de compensação na Ortodontia fica reta e por isso, eles fazem o cliente usar ligas de
contensão.
Assim como os dentes permanentes, nós temos o primeiro ganho de dimensão vertical que
acontece por volta dos 16 meses, com a irrupção e a oclusão dos primeiros molares decíduos.

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Prestem atenção: tenho os 4 dentes da bateria anterior, sem nenhum dente posterior, a relação de
oclusão não é favorável, mas é fisiológico porque até esse estante eu não tive ganho de dimensão
vertical, portanto a relação da bateria anterior ela é desfavorável dando a sensação ilusória de que o
paciente tem uma sobre mordida. Sobre mordida é uma relação de mordida profunda. (overbite).

Isso vai ser apenas uma sensação, devido não ter levantado nenhuma dimensão vertical, porque os
dentes posteriores ainda estão ausentes, quando estiver presente aí sim isso será resolvido.
Vocês vão apreender na clinica como analisar se isso é normal ou não desde que ele tenha os
molares, existe essa medida, que obedece a uma escala de normalidade, quando ela ultrapassa tem
uma relação desfavorável.
Essa é uma relação teoricamente desfavorável na ausência dos molares, mas que é fisiológico
passando a ser favorável, primeira grande dimensão, erupcionando os primeiros molares
permanentes por volta de 16 meses.
O segundo ganho será quando essa oclusão vai ser estabilizada, acontecem até os 30 meses com o
fechamento dessa oclusão através da oclusal do segundo molar decíduo. Nesse instante é que eu
consigo ter um perfil definitivo de classificação dos meus arcos decíduos.
Estabilizou a oclusão te o primeiro ganho de crescimento da dentição permanente eu tenho
praticamente uma oclusão em repouso.
Até 30 meses eu tenho uma característica oclusal importante estabilizando e voltando a erupcionar
ou a voltar a ter ganho a partir do primeiro ganho de crescimento da dentição permanente que
ocorre com 6 anos de idade com a erupção dos molares permanente.
Estou falando que de 0 aos 2 e meio ou até a oclusão dos molares decíduos, tenho movimentação
intensa e crescimento violento de arcada dentaria com a estabilização da oclusão eu tenho uma

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diminuição acentuada de todos esses fenômenos, voltando a acontecer aos 6 ou 6 e meio com a
erupção dos molares.
Prestem atenção nesse trabalho de Baume, 1950. Baume foi um pesquisador da década de 50 que
trabalhou com crânios de crianças. E o Baume observou que as dentições decíduas anteriores ( para
Baume anterior é até lateral, não considerou canino, por apresentar sua característica especifica) ele
verificou nas suas amostras que apenas havia duas possibilidade de relação de dente decíduo.
Diastemado e não Diastemado;
Ele classificou como diastema os espaços que era de diâmetro 0,5 mm ou acima disso. Abaixo de
0,5mm ele não classifica como diastema.
Esses diastemas além de ter meio milímetro teriam que ser generalizado não adianta ter diastema
aqui e não ter aqui. Quando havia diastema em ambos os arcos de lateral a lateral acima de
meio milímetro ele classifica arco tipo I. Não estou em classe, estou falando em tipo.
Quando não havia diastema ele classificou do tipo II.

Pesquisadores posteriores à época de Baume verificaram que existiria a possibilidade do arco


superior estar Diastemado e o inferior não ou vice e versa. E quando isso acontecer, não mais
Baume, esse arco seria classificado como arco misto.
Ele não considera para sua classificação dente permanente, se tive meio pedaço de cúspide ou
meia incisão de permanente nenhuma classificação de Baume pode ser feita ela é
exclusivamente de dente decíduo. Porque o ganho de dimensão ou ganho de crescimento do
primeiro surto acontece com 6 anos, então, há o afastamento desses dentes gerando diastema na
bateria anterior e isso seria fisiológico do crescimento não mais da classificação do arco.

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Ele usa essa classificação apenas para definir a harmonia da posição dos dentes sucessores. Que
seria melhor o tipo I. Quanto maior for o espaço, melhor a possibilidade de uma relação de troca
muito mais harmoniosa.
Classificação do tipo de Arco, segundo os diastemas – BAUME 1950.

Diastema na região Posicionamento dos dentes anteriores


TIPO
anterior permanentes
Arco tipo I Presente +favorável
Arco tipo II Ausente - favorável
Tipo I – superior e Tipo II – Inferior
Arco misto
Tipo II – superior e Tipo I – inferior.

Além dos arcos Diastemado anteriores os pesquisadores verificaram que existiam outros espaços
fisiológicos característicos de dentição decídua e que já estavam presentes por isso Baume não
utiliza o canino. Que esse espaço não esta na relação do arco tipo I e é um espaço extra presente e
classificado como espaço primata.

Que na bateria anterior está entre o lateral e o canino (superior) e no inferior entre o canino e
o primeiro molares decíduos. Além dos arcos tipo I e II eu posso ter a presença de espaços
primatas ou não tê - los. Se eu tenho que trocar um elemento muito mais largo, mesio-distal por um
que não permite tal espaço, eu tenho que ter além de espaços sobrando, mas algum outro, quanto
maior a presença desses espaços melhor a relação de troca.
O que quero que fique claro é que por ele ser Diastemado, não significa que ele tem espaço
primata e vice versa.
Vamos imaginar que passando de segundo molar a segundo molar da bateria superior eu tenho uma
relação onde os substitutos do canino a canino têm o seu diâmetro mesio-distal muito maior que
seus antecessores decíduos.

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A única relação contraria seriamente o primeiro e o segundo molar onde tenho os pré - molares
menores no seu diâmetro. Portanto, sobraria espaço atrás e faltaria espaço na frente.
De dois a seis, não há crescimento relevante. Repouso até o primeiro molar. Quando começa a
trocar coincide com início de crescimento. O permanente vem e momento começa a ser fechado os
diastemas, porque a função deles é justamente compensar a diferença de tamanho.
Mas pode ser que fique apinhado. O diâmetro é tão maior que o antecessor, que apenas o espaço de
Baume não foi suficiente para harmonizar. Nesse caso vai migrar para o lado para fechar o espaço
primata que também serve para discrepância posições anteriores, mas também não foi o suficiente,
contínuo, apinhar e jogar o canino para lá. Aos 10 ou 11 anos, vai começar a trocar os molares
permanentes mesmo com a bateria apinhada porque já foi substituído os dois espaços e, além disso,
ainda teve o crescimento ósseo comum e mesmo assim não foi suficiente. Preciso me preocupar?
Não. Porque teoricamente, quando ocorrer à troca o fenômeno vai inverter a relação de proporção
que aconteceu na bateria anterior. Aí sim, vamos definir literalmente as más Oclusões.
New Space ou Espaço livre de Nance – é a diferença da discrepância entre mesial de canino e
distal de 2º molar. Quando comparado com a mesma região dos dentes sucessores ou região do pré.
Traduzindo: vou precisar de muito espaço anterior e pouco posterior por essa diferença. Para
diminuir o espaço da diferença de diâmetro dos dentes eu tenho duas possibilidades de ocupar esse
espaço de Baume quando ele existir e segundo pelo fechamento dos espaços primatas.
Qual seria a terceira e última tentativa? New-Space quando houver a troca dos molares decíduos.
A classificação é com os dois arcos juntos. Aqui tem um arco sem diastema com espaço primata.
Eu posso ter presença dos dois. Quanto mais ausente tiver espaço, mais desfavorável vai ser a
relação de troca.

RELAÇÕES DE ESPAÇO NA SUBSTITUICAO DE CANINOS E PRIMEIROS MOLARES

Em contraste com os dentes anteriores, os pré-molares são menores do que os molares decíduos que
eles irão substituir. O segundo molar decíduo inferior é em média 2 mm maior do que o segundo
pré-molar, enquanto no arco superior o segundo molar decíduo é cerca de 1,5 mm maior. O
primeiro molar decíduo só é um pouco maior do que o primeiro pré-molar, mas contribui com 0,5
mm adicional no arco inferior. O resultado é que cada lado no arco inferior contém cerca de 2,5 mm
do que é chamado de espaço livre de Nance, enquanto na maxila, em média, estão disponíveis cerca
de 1,5 mm.

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A diferença de tamanho entre os molares decíduos e os pré – molares.
Agora vou falar de posterior, que também foi Baume que fez. Baume verificou todas as relações
possíveis, passando uma linha imaginária nas paredes mais distais dos segundos molares decíduo.
Ele verificou que em oclusão só existiam três possibilidades de relação
Terminal de molar decíduo.
1° terminal reto, plano ou paralelo.

2º degrau mesial para mandíbula

3º degrau distal para mandíbula

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O nome da relação é essa, mas abrevia-se para mandíbula e para mandíbula. A mandíbula está
desviada para mesial? Esse é o degrau mesial.
A mandíbula está desviada para distal? Esse é o degrau distal.
Só existiria essas 3 posições possíveis e que essas posições eram extremamente importante, que elas
determinam a posição de erupção do molar permanente e uma vez em oclusão desclassifica Baume
e passa a classificar em Engle nas relações de oclusão.
Angle utiliza as posições do molar que utilizou essa parede distal para erupcionar o molar
permanente encosta na parede distal para subir dessa relação.
A importância dessa relação é que ela determina o lugar que vou entrar em oclusão. E em oclusão
tudo que Baume ditou morre e passa a ser classificado por Angle nas 3 relações clássicas de
ortodontia.

A importância da parede distal do dente decíduo é tão grande que é ele que dita para o resto da vida
a posição que o molar permanente vai ficar.
Baume verificou que 76% das crianças apresentavam essa classificação, isso quer dizer que a
parede distal do superior está igual do inferior e na mesial 14% das crianças. Essa
classificação é exclusivamente para dentição decídua. Se tiver algum pedaço de permanente na boca
aí já e Angle. Então Baume será usado até 6 anos e meio. Não é para dentição mista.
Desses 76%, 100% vão apresentar ou classe I ou classe II. Se for classe I, eu não vou fazer nada, se
for classe II vai para a ortodontia (dentuço). Quem determina isso são os molares permanentes.
Por que estou falando que pode ter duas posições e não afirmo que não tem uma apenas? Poderia
estar insinuando que o molar permanente em alguma época poderia migrar dessa posição de apoio?
Sim, a uma tendência que o 1º molar migre para mesial melhorando essa relação, devido à
diferença de espaço dos pré - molares. O molar saiu e entrou um pré - molar, vai sobrar espaço, a
oclusão é dinâmica e então o molar vai mesializar e fecho o espaço deixado pela sucessão, através
do nome de ESPAÇO LIVRE DE NANCE. Isso pode fazer com que uma situação desfavorável
torne-se favorável como fechamento total da oclusão. Por isso, a possibilidade de duas
interpretações. Se for tudo normal esse é o fenômeno.
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Quando tenho degrau distal, sempre terei prenuncio de má oclusão em erupção, classe II. Com 6
anos, observei um degrau distal já mando para a ortodontia começar a mexer
preventivamente. Com 4 anos de idade já sabemos o tratamento ortodôntico.
Classifiquem esse arco segundo Baume: ele é misto para ser classificado como qualquer tipo é
generalizado nos dois arcos. Portanto aqui é Diastemado com não Diastemado diastema é
generalizado. Se eu perguntar na prova, vocês responderem, diastema generalizado, está certo?
Não. Diastema de quando? 0,2 mm é diastema, mas entra na classificação? Não 0,5 mm.
Aqui é tipo II, não tem diastema, você está vendo apenas um, e não tem mais esse outro não tem
nada, isso aqui é espaço primata, não tem nada haver com Baume, cuidado. Baume é uma coisa e
primata é outra.

Espaço Primata
Classifique Baume: Não tem classificação aqui porque já tem permanente.
O fechamento espontâneo é mais importante até os 4 anos.
Agora para terminar: Dentadura mista:
1° período intertransitório - Troca de incisivos ou período transitório
Que é a fase do patinho feio? Essa fase também é fisiológica, conhece pelos aparecimentos de
todos os dentes anteriores Diastemado com inclinações extremamente acentuadas na bateria anterior
sucessória.
Os dois caminhos posicionados aqui, que parece que está posicionado dentro do nariz, durante a
erupção ele desliza sobre a face mais distal e vai fechando literalmente os diastemas, provocados
pela própria pressão da sua coroa sobre a raiz dos laterais, mandam para a ortodontia, quando isso
estiver terminado e não tiver fechado.
Esta fase não coloca aparelho, vai colocar só quando não há sucessor nesse fechamento espontâneo.

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Nessa fixa estaria 70% dos adolescentes tem Diastema na linha mediana, vão ter a fase do patinho
feio proeminente visível.
Desses 72 ou 73 % quase todos vão ter fechamento espontâneo, 82,3% irão ter fechamento
espontâneo, deste 6,3 % irão fechar incompletamente e 11,4 permanecerão com Diastema. Deve
ser feito uma fase apenas o monitoramento radiográfico, pode ter um supranumerário na frente
então sempre monitorar.
Existem situações que temos que lançar mão de freio.
2° período transitório: troca de caminho e molar decíduo.
E aqui começa o aparecimento da Curva de Spee com 6 anos.

(Aula III) CONHECIMENTO BÁSICO DA CRIANÇA – MANEJO COMPORTAMENTAL

Esse assunto é importantíssimo porque 85 % a 90% do tratamento infantil estar baseado no manejo
do paciente (psicologia). O restante é a técnica do profissional e a habilidade nos procedimentos.
Crescimento e Desenvolvimento
Crescimento=> É o aumento normal da quantidade de substância viva, e corresponde ao aspecto
quantitativo do desenvolvimento biológico. Exemplo: O crescimento de uma criança. Será que é
condizente com a idade cronológica da criança? O crescimento, por exemplo, para aos 18 anos.
Desenvolvimento=> Tem função qualitativa de desenvolver as tarefas mais complexas. Quando
nascemos temos apenas duas características nata: respiração e sucção. As outras coisas têm que
desenvolver para adquirir a habilidade. Ex: pegar, levantar, sentar, falar etc. Forma
multidimensional.
O desenvolvimento acompanha o homem por toda a sua existência; é multidimensional ( 1. Físico
motora; 2. Cognitivo; 3. Emocional; 4. Social). É integral, contínuo e ocorre em interação; segue o
padrão porem é único para cada criança.

Desenvolvimento psicológico infantil


0 a 3 anos: choro é normal, é dependente do cuidador.
4 a 6 anos: independente
6 a 8 anos: entende mais com linguagem acessível

Atitude dos pais e reflexos no comportamento infantil


Superproteção X Negligencia

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Superproteção: preservação de experiências
Exemplo: A mãe cuida de tudo do filho tanto que não deixa ele pensar.
Negligencia: permissividade
Exemplo: Meu filho é o máximo, meu filho pode tudo, meu filho só come sorvete.

Influência da mídia no comportamento infantil


Sensualidade, agressividade, padrões de beleza.

Comportamento que podem ocorrer no atendimento odontológico


Medo e odontologia: reação frente a uma ameaça real e concreta. Pode ser objetivo (experiências
próprias anteriores) e subjetivo (experiências de outras pessoas)

Está relacionado:
• Falta de confiança no profissional
• Medo de perder o controle
• Medo do desconhecido e invasão (a criança ainda está na fase oral de Freud, por isso a boca
é o meio por onde ela conhece o mundo, por isso, o medo à invasão do intimo).
• Ansiedade: reação de fantasias, expectativas irreais, ansiedade dos pais, estado de defesa
contra algum perigo abstrato.
Choro na Odontopediatria
Princípios básicos:
De 2 anos a 2 anos e 6 meses: manifestação de desconforto normal em crianças; sem reações físicas
que possam dificultá-la ou impedi-lo
Tipos de choro:
(1) com lagrimas significa dor, medo, cansaço.
(2) sem lágrima é birra.

Observe: O tempo ideal para atendimento das crianças são 30 minutos.


Categorias do comportamento infantil

Cooperativo: conversa expressa curiosidade, compreendem os procedimentos e seguem as


instruções propostas.
Potencialmente cooperativo: tímido (envergonhado) e/ou conversam mais etc.
• Cooperação tensa (medo e ansiedade)

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• Rebelde (protesto do limite)
• Choro continuo (vazão a ansiedade)
• Estoico (mais passivo – pode ser violentado em casa)
• Incontrolada (choro, chutes, raiva/medo)

Falta de capacidade cooperativa


• Menores de 3 anos, deficientes físicos ou mentais que limitam seriamente a capacidade de
comunicação; dificuldade de comunicação com o dentista; dificuldade de entender a razão
do procedimento.
• Promover o autocontrole da criança
• Diminuir o medo e ansiedade
• Construir um relacionamento entre profissional e criança.

Técnicas não farmacológicas (prova de concurso)


• Comunicação não verbal – estabelecida: sorria e simpática
• Amabilidade e entendimento
• Olhar
• Toque sutil

Procedimentos técnicos para condicionar o paciente


• Descensibilização: aproximação passo a passo, comece pelo mais simples.
• Falar, mostrar e fazer: Falar ao paciente o que irás fazer.
• Distração: desfocar a atenção da criança do atendimento odontológico: músicas,
brinquedos.
• Verbalização constante
• Reforço positivo: reforço com atitudes comportamentais cooperativas (incentivo).
• Irritação ou modelamento (positivo ou negativo): mostrar os procedimentos fáceis para as
crianças. Modelamento negativo: se um chora todos choram ao mesmo tempo.

Controle da voz
• Alteração controlada e proposital
• Orientar o comportamento
• Restabelecer autoridade

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Abordagens Físicas
• Assinatura dos pais no prontuário (autorização)

Contenção física:
• Ativa
• Passiva (contensão)
• Física (abridor de boca)

Técnica da mão sobre a boca (Concurso) (somente os PROFESSORES podem fazer – está
contraindicado: nas crianças com imaturidade emocional, pouca idade e incapacidade mental).
Técnicas do uso do espelho: procedimentos simples
Técnicas farmacológicas: não iremos utilizar na Odontopediatria, mas sim, em pacientes especiais.
• Sedação
• Anestesia Geral (pacientes especiais)

1ª Consulta
Ser amistoso e simpático, não realizar procedimentos invasivos (se possível/exceto nos casos de
urgência), falar com os pais separados da criança, ser uma consulta rápida.
Comunicação não verbal: emoção que deixa transparecer, como se relaciona com o responsável,
como se apresenta no consultório.
Observe: Para usar Benzodiazepínicos temos que ter no consultório a parte de revitalização
de pessoas (injeção de adrenalina, tubo de oxigênio). Benzodiazepínicos e antialérgicos

Horário de consulta (consultório)


Fugir dos horários de sono, intercalar criança não cooperativa com a cooperativa, os piores são o
ultimo ou o primeiro horário.
Todo material deverá estar acessível, e, portanto, nada de material dentro do armário.
Observe: As mães são necessárias na presença dos pacientes pequenos e no dia da anamnese.

(Aula VI) PREVENÇÃO APLICADA A ODONTOPEDIATRIA

Não damos o diagnóstico sem profilaxia do campo diagnosticado. Por conseguinte, caso o
paciente apresente zero de cárie devemos avaliar:
• Risco de cárie
• Atividade de cárie
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Todo mundo pode receber restauração de resina composta na boca?
Resposta: Não! A resina é um material poroso que adere biofilme mais que uma superfície
dentaria de esmalte.
Se o esmalte não suportou um ataque ácido de biofilme, a resina composta irá suportar?
Resposta: Não!
O paciente com alto risco de atividade de cárie e com presença de biofilme, bem como excesso
de consumo de sacarose pode receber restaurações de resina composta?
Resposta: Claro que não!
Agora se você trabalhou os fatores que levaram a necessidade de restauração de resina. Ele pode
receber o material que quiser. Pois você controlou a doença e não a sequela da doença. Então, na
Odontopediatria é inadmissível a partir de hoje que qualquer tratamento reabilitador seja
realizado sem antes adequar o meio bucal do paciente.
Adequar o meio é propiciar o ambiente que iremos trabalhar para que seja mantido um quadro de
saúde.
Ex: Extrair uma raiz residual é adequar o meio.
Uma colega chegou a policlínica e tinha 25 lesões de cárie na bateria anterior, e todas as lesões
estavam ativas. Qual é o risco dela ter cárie?
Resposta: Ela não tem risco, ela é uma paciente doente.
Cárie é uma doença multifatorial na associação de 4 fatores principais e mais de 22 fatores
secundários.
Porém para definirmos didaticamente temos que ter:
• Substrato
• Tempo
• Hospedeiro
• Dieta

Adequar o meio é trabalhar esses 4 fatores principais.


Consumir açúcar é risco de cárie?
Resposta: Não necessariamente. Então, adequar o meio é fazer o consumo de açúcar próximo
de uma refeição principal e acompanhado de uma higienização após o consumo.
O que é risco?
Resposta: Consumir açúcar.

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O que é adequar o meio?
Resposta: Fazer o paciente responder positivamente ao que antes era estimulo negativo.
O paciente chega ao consultório cheio de mancha branca ativa, ele tem risco de ficar doente?
Resposta: Ele é doente (atividade de cárie).
O paciente chega ao consultório cheio de mancha branca inativa, porém faz excessivo consumo
de sacarose e não tem boa higiene bucal. Qual o risco de ele ficar doente?
Resposta: O risco é alto (quanto mais fatores estiverem alterados e individualizados em
uma doença maior é seu risco).
Quando o paciente chegar à clínica traçar – se - á o plano de tratamento, porque se não souber
diagnosticar, não saberá tratar. O interessante é dizer tudo o que levou a chegar naquela situação.
Por isso, não podemos entrar no ciclo repetitivo. Devemos trabalhar saúde e não a doença.
Aplicar flúor durante o tratamento inteiro é adequação do meio, pois adequação do meio bucal
são medidas que são tomadas isoladamente ou não depende do perfil cariogênico de cada
paciente e que somados ou não irão levar a uma melhora da qualidade pontual da saúde bucal
daquele paciente para que ele possa controlar os fatores etiológicos da doença, no nosso caso,
cárie.
Então, o objetivo da adequação do meio bucal é deixar os fatores de risco da cárie
completamente controlado. Desde o controle de biofilme até a exodontia sistemática de nichos
retentivos de biofilme dental.
• Interromper a cadeia de infecção do paciente
• Instruir a higiene bucal
• Escavação e selamento em massa
• Aplicar agente microbiano
• Instruir dieta
• Aplicar flúor
• Remover Iatrogenia
• Extrair raízes residuais

Isso isoladamente ou em todas as suas complexidades, juntos ou não, a partir de hoje passam a se
chamar adequação do meio bucal.
Escavar e fechar seja com óxido de zinco é apenas uma das etapas de adequação do meio bucal.

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Qual é dos alunos que observa o elemento que ira restaurar se pelo menos tem biofilme? Ou isola
sem observar e só descobrimos depois que tiramos o grampo e está cheio de biofilme?
Porém o paciente pode ter interrompido isso através da escovação, faz higienização
maravilhosamente bem, há ionômero de vidro em tudo. Já aplicamos clorexidina e flúor, mas não
conseguimos diminuir a presença de lesões ativas, por exemplo, porque não fizemos instrução de
dieta para o paciente.
Portanto, existe um paciente que tem todos os dentes lindo, mas não apliquei o flúor.
Todo mundo precisa de flúor?
Resposta: Sim, todo mundo! Mas nem todo mundo precisa da mesma quantidade de flúor
no mesmo período de tempo e ano. Somente que determinará será o risco de cada paciente
que é pontual. Assim sendo, isso é cíclico e precisa ser avaliado sempre que o paciente
chegar ao consultório.
Então, primeiramente devemos adequar o meio bucal para poder o paciente receber a
restauração, por exemplo.
Ao nascimento do bebê a cavidade da criança é estérea, pesquisas comprovam que até 10 horas
após o nascimento do recém-nascido a cavidade bucal é livre de bactéria, porém a partir deste
período começa a ter culturas bacterianas nesses pacientes infantis, alguns trabalhos, por
exemplo, atribuem essas bactérias oriundas do trato genital da mãe se o parto for natural.
Outros a contaminação vertical da própria mãe, o que quer dizer no primeiro instante e não
adianta falar em prevenção em bebê se não prevenirmos e tratarmos a mãe, pois ela é o vetor de
transmissão direta conhecida como transmissibilidade vertical.
Teremos presença dos grupos dos Streptococcus, M. oralis e salivares nenhum dos três é de
caráter patogênico, apesar destes grupos a flora na cavidade bucal é não patógena.
A higienização do bebê sem dente é fundamental?
Resposta: É por uma questão de hálito.
É necessária a utilização de produto antibacteriano para essa higienização de bebê?
Resposta: Não, porque temos culturas bacterianas não patógenas. Caso eu utilize
antimicrobiano eu posso modificar o meio neutralizando essas bactérias e favorecendo o
aparecimento de bactérias oportunistas. Transformando o que era natural em uma
microflora bacteriana. Então, devemos higienizar, mas sem presença de antimicrobiano.

V) Controle da Dor Terapêutica Medicamentosa

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VI) Exame radiográfico em Odontopediatria

P2

VII) Dentística em Odontopediatria


Usamos os seguintes grampos para os dentes decíduos
1º Molar Decíduo 02, 208
2º Molar Decíduo 26 ou 14
1º Molar Permanente 26, 27 ou w8A
Dentes Anteriores 212, 211 ou 02
MATERIAIS E TÉCNICAS RESTAURADORAS EM ODONTOPEDIATRIA

ATIVIDADE X RISCO
• Atividade: o paciente tem a doença, não importando qual é.
• Risco: probabilidade do paciente em desenvolver uma doença ou analise dos fatores que
levam ao aparecimento da doença – quantificar; pode ser alto, médio ou baixo.
Obs: só sabemos o risco do paciente se a doença estiver controlada; pode ter
cavidade mas não atividade.

Perfil: (segundo o professor não vai cair na prova)


• Perfil 1: com atividade de carie que necessita de tratamento restaurador.
Exceção para restaurar na primeira sessão: quando apresentar envolvimento estético.
• Perfil 2: com atividade que não precisa de tratamento restaurador; o paciente será
monitorado mas será controlado/prevenção;
• Perfil 3: sem atividade de carie que não precisa de tratamento restaurador; pode ser
reabilitado na 1º sessão, porque está em equilíbrio; a dentina era patológica mas reverteu

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para inativa – esclerose da dentina – e agora está equilibrado = o paciente pode ser
reabilitado na hora que desejar porque já foi reabilitado/equilibrado naturalmente.
• Perfil 4: sem atividade de carie que não precisa de restauração.

Porque restaurar dente decíduo?


• Recuperar ou preservar a dimensão vertical e distancia mesiodistal para os molares
permanentes.
• Fonação, deglutição e posição lingual (interposição lingual)
• Psicológico e estética

Diagnóstico
• Fazer profilaxia para dar diagnóstico
• radiografar
• Secar o dente para fazer diagnóstico
• Radiografia que diagnostica a carie – interproximal pq devemos saber o grau de relação
polpa x carie que deve ser maior a 0,5 mm
• Não fazemos teste pulpar como o adulto.

Plano de tratamento e diagnostico


• Paciente com lesão da doença tem 2 possibilidades: ou ele tem lesão da doença ou ele não
tem lesão visível da doença clinicamente - RADIOGRAFA
• Somente na oclusal: radiografei e verifiquei que a lesão está clinicamente ativa – cavitado
em esmalte ativo; castanho; amolecido – e radiografia está restrito ao esmalte: tratamento é
adequação de meio + monitoramento da lesão
• Atividade em cavidade – cureta – ionômero – volta após 6 meses –
radiografa+clinico/visual;
Se a lesão progrediu – medir com régua – houve a progressão monitorada pelo profissional
devemos fazer restauração imediatamente tanto pra oclusal como proximal.

ATENÇÃO, RECEITA DE BOLO:


• Situação 1: primeira visita do paciente não podemos diagnosticar a atividade pelo raio-x,
somente por característica clinica -> caria ativa ou inativa (característica clinica); esmalte ou
superficial da dentina devemos fazer curetagem+ionômero OU oxido de zinco e eugenol

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com o objetivo de diminuir o conteúdo necrótico da lesão com isso eu adéquo o meio bucal;
ele está doente porque ele teve um monte de coisa que levou a cavidade.
• Situação 2: lesão restrita a 2 áreas superficiais de dentina e esmalte mas ele não tinha lesão
aguda, ele não estava em atividade -> ele está doente? NÃO, então eu posso restaura-lo
porque só tenho a sequela.

OBS: CLINICAMENTE A LESÃO ESTÁ ATIVA SE APRESENTAR AS


CARACTERÍSTICAS CLINICAS DA CARIE ATIVA E INATIVA PORÉM, SÓ
SABEREMOS SE A LESÃO RADIOGRAFIA (IMAGEM RADIOLUCIDA – CARIE)
ESTÁ ATIVA SE EU COMPARAR A RADIOGRAFIA INICIAL COM A
RADIOGRAFIA APÓS OS 6 MESES DE MONITORAMENTO ATÉ UM ANO.

• PACIENTE COM LESÃO ENEGRECIDAS: cientificamente não precisa ser restaurado


mas por estética, vamos restaurar.

Adequação do meio
• Pacote de medidas que realizamos para equilibrar a saúde do meio que pode ser por
escovação, selante, extração de raiz residual, curetagem e escavação (ham?)
• Interrupção de cadeia de infecção
• Instrução de higienização
• Remoção de iatrogenia
• Orientação de dieta
• Paciente com alto risco -> usar flúor de alta concentração
Isolamento:
DENTE DECIDuO PERMANE
NTE

1 molar 02 e 208

2 molar 26 e 14

1 molar 26,27 e W8A

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Dentes anteriores 212, 211 e 02

• A pediatria aceita um menor numero de envolvimento de dentes no isolamento;


• Classe I -> pode isolar só o dente da classe I
• Classe II -> 1 pra frente e 1 pra traz
• Ultimo dente: 2 ou 3 pra frente e pode receber amarria, não precisa do grampo
• Endo: somente no dente que estamos trabalhando.
• Necessário devido ao material utilizado; a criança se sente mais protegida;
Remoção de tecido de cariado
Fazer anestesia, baixa rotação com broca compatível;
Cavidade rasa: remoção total da carie
Cavidade profunda: Na pediatria trabalhamos com remoção parcial do tecido cariado
• Circundante – remove tudo
• Fundo – remove parcialmente

Condicionamento ácido (VAI CAIR NA PROVA SEGUNDO O PROF.)


No total deve ser 15 segundos (dentina+esmalte) onde 15 segundos são na dentina e 7
segundos no esmalte, ou seja, dentro dos 15 segundos farei os 7 segundo da dentina. Por
exemplo: coloca condicionamento ácido no esmalte e conta até 8 segundos e, após o tempo,
coloca mais 7 na dentina, totalizando 15 segundos (8 no esmalte +7 na dentina).
PROFUNDIDADE LIMPEZA PROTEÇÃO
Superficial/Média Cond. Ácido
Profunda Sol. De Ca(OH)2 ou Cimento de hidróxido de
cálcio e/ou ionômero
+adesivo
Muito profunda Sol. De Ca(OH)2 Cimento de hidróxido de
cálcio + ionômero +adesivo
Exposição pulpar Sol. De Ca(OH)2 + soro Cimento ou pó de hidróxido
fisiologico de cálcio + ionômero
+adesivo

Se o dente for esfoliado em 6 meses, coloca ionômero porque o dente já vai cair!
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VIII) Doença periodontal em criança
IX) Terapia pulpar e Terapia Pulpar II
X) Cirurgia em Odontopediatria
XI) Traumatismo em Dentes Decíduos
XII) Terapêutica medicamentosa

CONCURSO PROVAS

1) (Aeronáutica 2012) Analise as afirmativas, dos itens abaixo, sobre a diferença fundamental
no tecido conjuntivo gengival da dentição decídua comparada a do permanente.
I. Na dentição decídua há menor quantidade de fibras colágenas.
II. Na dentição decídua há presença de maior quantidade de tecido conjuntivo frouxo.
III. Na dentição decídua há maior vascularização.
IV. Na dentição decídua há menor vascularização.
Estão corretas apenas as afirmativas
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) II e IV.
2) (Aeronáutica 2012) O diagnóstico das lesões cariosas em seu estágio inicial é importante
para uma filosofia de mínima intervenção. De acordo com a superfície oclusal pigmentada, informe
se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta
a sequência correta.
( ) As lesões cariosas incipientes podem ser monitoradas sem necessidade de realizar selantes ou
tratamentos invasivos.
( ) Nos diagnósticos duvidosos, o acompanhamento vigilante deve anteceder a decisão restauradora.
( ) O selamento oclusal com selante opaco, tornou-se uma medida ineficaz para evitar uma
intervenção invasiva desnecessária.
( ) Lesões escurecidas podem estar relacionadas ao processo de remineralização ou a um selamento
biológico.
a) F – F – V – F
b) F – V – V – F
c) V – F – F – V
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d) V – V – F – V
3) (Aeronáutica 2012) Preencha as lacunas abaixo e, em seguida, assinale a alternativa correta. A
decisão entre selar e não selar o dente deve ser baseada na análise do paciente como um todo.
Avaliar a atividade de cárie é importante para a tomada de decisões: manchas brancas opacas no
esmalte são sinais de lesões ativas e, manchas brancas rugosas são sinais de lesões inativas. Assim,
o selamento ______________ pode ser realizado como parte do Tratamento Restaurador
Atraumático (ART), com uso do _______________ que está indicado para _______________.
a) definitivo / selante resinoso / molares em oclusão normal
b) provisório / selante resinoso / molares em oclusão normal
c) provisório / cimento de ionômero de vidro / molares em erupção
d) definitivo / cimento de ionômero de vidro / molares em erupção

4) (Aeronáutica 2012) São sinais e sintomas da gengivoestomatite herpética aguda:


a) ausência de dor, temperatura corporal normal e aumento de salivação.
b) presença de dor, tecido gengival avermelhado, elevação da temperatura e não é contagiosa.
c) presença de dor, tecido gengival avermelhado, elevação da temperatura corporal e é contagiosa.
d) ausência de dor, tecido gengival avermelhado, aumento de salivação e necrose do bordo gengival

5) (Aeronáutica 2012) A lesão de cárie incipiente pode ser observada clinicamente através da
Mancha Branca Ativa (MBA). Histologicamente, esta lesão está dividida em 4 zonas. Indique, entre
as alternativas abaixo, a zona que apresenta uma área de remineralização, pois recebe depósitos de
minerais perdidos durante a desmineralização.
a) Zona escura.
b) Corpo da lesão.
c) Zona superficial.
d) Zona translúcida.

6) (Aeronáutica 2012) O material restaurador de eleição empregado na técnica do Tratamento


Restaurador Atraumático (ART) é o cimento de ionômero de vidro (CIV). Baseando-se em suas
propriedades:
I. O CIV é um agente quimioterápico devido à sua liberação de fluoretos.
II. O CIV não atua sobre as bactérias na parte interna e externa do dente.

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III. O flúor do CIV pode ser libera do continuamente por 8 anos.
IV. Apesar do CIV apresentar ação bacteriostática e bactericida não é capaz de alterar o ciclo de
Krebs das bactérias.
Estão corretas apenas as afirmativas
a) I e II.
b) I e III.
c) II e III.
d) III e IV.

7) (Aeronáutica 2012) Analise os itens abaixo, com relação às alterações sistêmicas que estão
associadas a periodontite na dentição decídua.
I. Leucemia e Síndrome de Down.
II. Síndrome de Pierre Robin e Leucemia.
III. Papillon-Lefèvre e Diabetes Juvenil.
IV. Síndrome de Gardner e Síndrome de Down.
Estão corretas apenas as alternativas
a) I e II.
b) I e III.
c) III e IV.
d) II e IV.

8) (Aeronáutica 2012) Os dentes decíduos apresentam diferenças significativas em relação aos


dentes permanentes. Sobre as características histológicas, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o
que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Os prismas de esmalte na região cervical acompanham a direção dos túbulos dentinários.
( ) O esmalte superficial é aprismático.
( ) Os prismas de esmalte dos dentes decíduos na região cervical direcionam para oclusal e incisal.
( ) O esmalte do dente decíduo se apresenta mais calcificado do que o dente permanente.
a) F – V – V – F
b) V – V – F – F
c) F – F – V – V
d) V – V – F – V

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9) (Aeronáutica 2012) Em dentes decíduos anteriores tratados endodonticamente com lesão cariada
extensa pode-se optar pela utilização de retenções adicionais no canal radicular. Para não interferir
no ciclo de esfoliação fisiológica, estas retenções não devem exceder a:
a) 2,5 mm.
b) 3 mm.
c) 4 mm.
d) 5 mm.

10) (Aeronáutica 2012) Em um traumatismo em dentes permanentes em crianças, o exame de


percussão está indicado para ser utilizado de maneira suave para verificar o comprometimento das
estruturas de suporte do dente. O teste de percussão horizontal avalia:
a) fratura apical.
b) lesão do ligamento apical.
c) ocorrência de lesão apical.
d) dano no ligamento periodontal lateral.

11) (Aeronáutica 2012) O padrão de lesões de cárie em crianças de pouca idade tem características
peculiares. Em relação à cárie de acometimento precoce, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o
que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) Envolve a superfície dental considerada de baixo risco à cárie.
( ) Ausência de lesões cariosas nos incisivos inferiores decíduos.
( ) Os primeiros dentes a serem afetados são as superfícies oclusais dos primeiros molares decíduos.
( ) Os fatores imunológicos do paciente são relevantes para a etiopatogenia.
a) F – V – V – F
b) V – F – F – V
c) F – F – V – F
d) V – V – F – V

12) (Aeronáutica 2012) Indique, entre as alternativas abaixo, a conduta clínica para o caso.
Paciente com 4 anos de idade sofreu uma queda e após os exames clínico e radiográfico

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minuciosos, o profissional observou que houve luxação intrusiva do dente 51, não atingindo o
sucessor permanente.
a) Realizar a exodontia.
b) Realizar o tracionamento ortodôntico.
c) Aguardar a reerupção por 90 a 180 dias.
d) Reduzi-lo para a posição normal e imobilizá-lo

13) (Aeronáutica 2012) O selante resinoso constitui um recurso preventivo, seguro e eficaz, mas o
controle periódico se faz necessário. Portanto, o período crítico de retenção ocorre nos primeiros:
a) 7 dias.
b) 15 dias.
c) 30 dias.
d) 6 meses.

14) (Aeronáutica 2012) O diagnóstico correto do traumatismo é de grande importância, pois


orienta o tratamento e prognóstico. Quanto às lesões de suporte dos dentes, informe se é verdadeiro
(V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e depois assinale a alternativa que apresenta a sequência
correta.
( ) Na concussão não há presença de sangramento em nível de gengiva marginal.
( ) Na subluxação há ruptura de alguma fibras do ligamento periodontal e do feixe vásculo nervoso.
( ) Na concussão, o dente não se apresenta sensível à percussão vertical e horizontal.
( ) Na subluxação, o dente pode se apresentar com mobilidade pela movimentação no alvéolo e
reação inflamatória no periodonto.
a) V – V – F – V
b) F – F – V – F
c) F – V – V – F
d) V – F – F – V

15) (Aeronáutica 2012) Nas restaurações proximais, é necessário a utilização de matrizes. Quando
se usa o grampo para isolamento do campo operatório, a matriz que melhor se adapta é:
a) matriz em “T”.
b) matriz soldada.

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c) matriz de Lewitt.
d) matriz seccionada

16) (Aeronáutica 2012) O capeamento pulpar indireto na criança e adolescente consiste na


remoção parcial da dentina cariada e, que após a realização do procedimento deve monitorar o
procedimento com acompanhamento clínico e radiográfico e:
a) sem a reabertura dentária.
b) reabertura do dente após 45 dias.
c) reabertura do dente após 60 dias.
d) reabertura do dente após 3 meses

17) (Aeronáutica 2012) Sobre o reimplante de um elemento dentário, na dentição permanente,


assinale a alternativa correspondente.
a) Após o reimplante, a reabsorção cemento dentinária é uma alteração patológica que pode causar
insucesso do tratamento.
b) Após o reimplante, a vascularização para a reparação tecidual é maior no terço médio da raiz,
comparado às regiões cervicais e periapicais.
c) Após o reimplante, durante o processo de reparação, a revascularização da membrana periodontal
está organizada de forma ordenada.
d) Após o reimplante, o ligamento periodontal vitalizado pode diminuir a ocorrência de reabsorção
radicular e aumentar a anquilose alveolodentária.

18) (Aeronáutica 2012) Em relação à doença “cárie” e o Tratamento Restaurador Atraumático


(ART), marque a alternativa correta.
a) O ART apresenta pequena abrangência em áreas de difícil acesso.
b) O ART está indicado somente para população sem assistência odontológica.
c) O ART não requer equipamentos sofisticados, porém a infraestrutura deve ser complexa.
d) O ART apresenta-se como medida de saúde pública, por meio do controle da doença cárie com
máxima prevenção e mínima intervenção.

19) (Aeronáutica 2012) A pasta Guedes-Pinto é um medicamento para tratamento pulpar em


dentes decíduos. Em relação a composição da pasta:

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I. O Iodofórmio é antisséptico e radiolúcido.
II. O Rifocorto apresenta uma associação de corticosteroide e antibiótico.
III. O Iodofórmio favorece a estimulação biológica.
IV. O paramonoclorofenol é um agente antimicrobiano com baixa citotoxidade. Estão corretas
apenas as afirmativas
a) I e II.
b) II e III.
c) III e IV.
d) II, III e IV

20) (Aeronáutica 2012) Os critérios para a remoção de dentina cariada têm sido extensivamente
discutidos. Indique, entre as alternativas abaixo, a dentina que tem como características menor grau
de desmineralização, preservação da malha de colágeno, sendo passível de recuperação.
a) Dentina afetada.
b) Dentina infectada.
c) Dentina superficial.
d) Dentina esclerótica

21) (Aeronáutica 2012) Marque a sequência correta, de acordo com o trauma, tipo e tempo de
contenção em crianças com dentes permanentes.
a) subluxação, flexível e 2 meses.
b) fratura radicular, rígida e 30 dias.
c) luxação extrusiva, rígida e 3 meses.
d) luxação lateral sem fratura do rebordo alveolar, semirrígida e 14 dias.

22) (Aeronáutica 2012) Em relação a pulpotonia em dentes decíduos é incorreto afirmar que
a) a técnica utilizada não deve alterar o ciclo biológico do dente.
b) está indicada em dentes que não possuam mais de 2/3 de reabsorção radicular.
c) a resposta favorável da polpa não está relacionada com a baixa resistência da criança.
d) as porcentagens de sucesso da pulpotomia estão relacionadas com a saúde do paciente.

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23) (Aeronáutica 2012) Marque a alternativa correta em relação à microbiota cariogênica capaz de
realizar a colonização primária na superfície dentária.
a) Lactobacillus e Streptococcus casei.
b) Lactobacillus e Streptococcus mutans.
c) Lactobacillus e Streptococcus sanguinis.
d) Streptococcus mutans e Streptococcus sobrinus

24) (Aeronáutica 2012) A anatomia dos dentes decíduos apresenta-se como estrutura complexa que
merece destaque no tratamento pulpar. Diante do exposto é incorreto afirmar que:
a) a rizólise favorece a trepanação com o uso dos instrumentos endodônticos.
b) a escolha do medicamento no tratamento pulpar não interfere no sucesso do tratamento.
c) a configuração interna da área radicular é um fator desencadeante de problemas
pulpoperiodontais.
d) a presença de lesão óssea na região da bifurcação está relacionada aos forames presentes nesta
região

25) (Aeronáutica 2012) Quando ocorre o traumatismo na dentição decídua, de acordo com a
severidade, existem possibilidades de injúrias ao dente permanente. Marque a alternativa que
relaciona duas possíveis complicações, de acordo com o Centro de Pesquisa de Traumatismo da
USP.
a) Laceração e hipoplasia.
b) Hipoplasia e dilaceração.
c) Hipocalcificação e reabsorção interna.
d) Hipocalcificação e amelogênese imperfeita.

26) (Aeronáutica 2012) Em relação às características clínicas da gengiva normal da criança,


marque a alternativa incorreta:
a) O formato da gengiva papilar do arco tipo II de Baume é trapezoidal.
b) A gengiva marginal apresenta festonamento com uma borda bem evidente.
c) A superfície da gengiva inserida se apresenta com pontilhados menos pronunciados.
d) A gengiva marginal posiciona-se mais coronariamente em relação à junção cemento esmalte

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27) (Aeronáutica 2012) Sobre a presença da doença “cárie”, por meio dos seus sinais e sintomas,
torna-se importante o diagnóstico da lesão de cárie em esmalte. Diante do exposto, marque a
afirmativa correta.
a) O exame radiográfico é um excelente método de diagnóstico para as lesões em esmalte.
b) A inspeção visual é um excelente método para detectar lesões oclusais em esmalte, podendo ser
utilizado como método único para diagnóstico.
c) A sonda exploradora durante o exame táctil deve ser utilizada sem pressão, com a ponta romba
de aproximadamente 0,4 mm de diâmetro.
d) O exame táctil com sonda exploradora de ponta afiada utilizado em superfícies oclusais com
mancha branca ativa não é capaz de fraturar a camada superficial dessa lesão de cárie.

28) (Aeronáutica 2012) A Dentística Operatória em Odontopediatria está relacionada às diferenças


entre dentes decíduos e permanentes. É correto afirmar que
a) os molares decíduos apresentam um colo mais estreito que o dos permanentes, provocando um
abaulamento da região cervical.
b) a localização das áreas de contato situam-se mais para o terço oclusal, diferente dos permanentes
que são mais próximos ao terço cervical.
c) os incisivos decíduos tem a distância mésio-distal maior que a cérvico incisal, enquanto os
permanentes apresentam maior distância na altura.
d) as superfícies vestibular e lingual ou palatina dos molares decíduos tem uma convergência de
gengival para oclusal, o que resulta em face oclusal mais larga.

29) (Aeronáutica 2012) A respiração bucal é um hábito deletério que deve ser observado pelo
Odontopediatria, como fator etiológico de maloclusão dentária, muscular e esquelética. Analise as
alternativas que denotam a consequência desse hábito.
I. Falta do vedamento labial pode determinar a hipotonia labial.
II. Presença de um palato ogival.
III. Presença de sobremordida profunda.
Está (ão) correta (s) apenas a (s) alternativas
a) II.
b) I e II.
c) II e III.

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d) I, II e III.

30) (Aeronáutica 2012) De acordo com a literatura, a gengivite tem sido muito estudada nas
últimas décadas. Assim, no Brasil, a média da prevalência de gengivite em crianças de 7 a 12 anos
de idade é de:
a) 50%.
b) 65%.
c) 80%.
d) 90%.

31) (Aeronáutica 2012) O freio lingual é uma estrutura anatômica que histologicamente apresenta
fibras colágenas, elásticas e representada por:
a) epitélio estratificado cúbico.
b) epitélio estratificado prismático.
c) epitélio pavimentoso queratinizado.
d) epitélio pavimentoso estratificado desqueratinizado.

32) (Aeronáutica 2012) Está(ão) relacionado(s) com a presença do diastema na região anterior e
superior:
I. dentes supranumerários na linha mediana.
II. hábitos anormais.
III. anquiloglossia.
IV. discrepância entre a base óssea e o tamanho do dente.
Estão corretas apenas as alternativas
a) II e III.
b) III e IV.
c) I, II e IV.
d) I, II, III e IV.

33) (Aeronáutica 2012) “Paciente do sexo feminino com 5 anos de idade necessita submeter-se a
exodontia do dente 74. A criança apresenta cardiopatia congênita e não é alérgica a medicamentos.”
O profissional deve:

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a) prescrever tetracilcina – 50mg/kg de peso corporal, via oral, antes do procedimento.
b) prescrever amoxicilina – 50mg/kg de peso corporal, via oral, antes do procedimento.
c) prescrever claritromicina – 50mg/kg de peso corporal, via oral, antes do procedimento.
d) evitar o uso de antibióticos, pois a profilaxia é desnecessária na exodontia de decíduos.

34) (Aeronáutica 2012) Os princípios cirúrgicos se fazem necessários para a realização da


ulectomia, que quando bem indicada terá uma incisão:
a) circunferencial.
b) horizontal.
c) triangular.
d) vertical.
35) (Aeronáutica 2012) Quanto a ação local dos anestésicos utilizados em Odontopediatria e das
substâncias neles contidas é correto afirmar que:
a) o uso de vasoconstrictores é usado em anestesia local para reduzir a toxicidade.
b) a utilização do vasoconstrictor, noradrenalina, está indicada para pacientes com hipertireoidismo.
c) com a utilização do vasoconstrictor, torna-se necessário o emprego de maior volume de
anestésico.
d) o uso de vasoconstrictores associados a anestésicos locais tem como objetivo uma maior
absorção deste pelo sistema cardiovascular.

36) (Aeronáutica 2012) Após a realização de um exame clínico, o profissional observou que um
dos dentes do paciente apresentava-se com uma alteração na coroa, caracterizada por uma
invaginação. Radiograficamente, verificou-se uma imagem radiopaca restrita à região de cíngulo.
Baseando-se nas características clínica e radiográfica, o provável diagnóstico é:
a) Dens in dent.
b) Taurodontismo.
c) displasia dentinária.
d) odontodisplasia regional.

37) (Aeronáutica 2012) A odontossecção é uma técnica cirúrgica indicada para


a) dentes natais.
b) raízes residuais.

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c) dentes anquilosados.
d) dentes com rizólise acentuada.

38) (Aeronáutica 2012) Em Odontopediatria, qual é a complicação anestésica mais comum?


a) Escara.
b) Equimose.
c) Úlcera traumática.
d) Dor devido à infecção

39) (Aeronáutica 2012) Radiograficamente, a tentativa de divisão de um germe dentário com 1 raiz
e 1 ou 2 canais radiculares, apresentando-se clinicamente uma coroa com aspecto bífido é uma
anomalia que ocorre na fase de botão. Essa
condição denomina-se
a) dens in dent.
b) dilaceração.
c) fusão.
d) geminação.

40) (Aeronáutica 2012) Nos pacientes infantis ocorrem situações em que alguns anestésicos são
contraindicados. Em uma criança portadora de anemia com risco de metamoglobinemia, o
anestésico contraindicado é:
a) bupivacaína.
b) lidocaína.
c) prilocaína.
d) procaína.

41) (Aeronáutica 2012) Dentre os vários métodos empregados para avaliação de comportamento, a
classificação de Frank é atualmente o principal método. Determine sua escala de classificação.
a) Proteção excessiva, repulsa, ansiedade excessiva e dominação.
b) Definitivamente negativo, negativo, positivo e definitivamente positivo.
c) Criança que coopera, criança medrosa, criança teimosa e criança rebelde.
d) Criança que chora, criança tímida e assustada, criança vergonhosa e retraída, criança nervosa e
histérica.
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42) (Aeronáutica 2012) Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo. A seguir,
indique a opção com a sequência correta.
( ) Os raios-x são altamente energéticos, com capacidade de atravessar as estruturas que compõem o
corpo humano.
( ) Os efeitos biológicos estocásticos das radiações ocorrem com limiar de dose como a indução de
câncer.
( ) Os efeitos biológicos não estocásticos das radiações são proporcionais à dose.
a) F – V – V
b) V – F – V
c) F – F – V
d) V – V – F

43) (Aeronáutica 2012) Os acidentes e complicações decorrentes da anestesia são situações que
devem ser evitadas. Para que não ocorra fratura da agulha, alguns cuidados devem ser considerados,
exceto:
a) Não usar agulhas muito finas.
b) Não inserir totalmente a agulha.
c) Não utilizar agulhas reesterilizadas.
d) Não introduzir agulha em locais inflamados.

44) (Aeronáutica 2012) Determine a fase fetal onde a lâmina dentária mostra
os centros de proliferação das células epiteliais.
a) 5ª semana.
b) 6ª semana.
c) 8ª semana.
d) 17ª semana.

45) (Aeronáutica 2012) A técnica de controle de comportamento conhecida como “mão sobre a
boca” provoca controvérsias. De acordo com a literatura é correto afirmar que.
a) está indicada para crianças incapacitadas fisicamente, imatura e sob medicação.
b) deve ser utilizada em crianças de pouca idade, imatura com incapacidade física ou emocional.

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c) não está indicada para crianças com pouca idade, pelo qual não conseguem entender a causa e o
efeito do ato.
d) deve ser utilizada em crianças incapacitadas mentalmente, que têm um comportamento hostil,
desregrado ou histérico.

46) (Aeronáutica 2012) Conhecendo as regiões de crescimento no complexo craniofacial, marque a


alternativa que indica os principais locais de crescimento da maxila.
a) Palato duro e tuberosidade.
b) Tuberosidade e processo alveolar.
c) Processo alveolar e espinha nasal.
d) Região anterior da maxila e palato duro

47) (Aeronáutica 2012) A dentinogênese imperfeita, radiograficamente é caracterizada por dentes


a) com raízes cônicas, curtas e câmaras pulpares obliteradas.
b) com esmalte hiperplásico, raízes geralmente longas e pontiagudas.
c) com raízes geralmente longas e com espessamento do espaço periodontal.
d) com ausência de esmalte, desgastados pela atrição, raízes com forma e tamanho normais.

48) (Aeronáutica 2012) Para a realização da técnica do bloqueio do nervo alveolar inferior em
crianças, o cirurgião-dentista deve considerar a seguinte diferença anatômica.
a) aos 7 anos de idade, a espinha de Spix situa-se 5 mm acima do plano oclusal.
b) aos 5 anos de idade, a espinha de Spix está situada abaixo do plano oclusal dos molares decíduos.
c) em crianças com 12 anos de idade, a espinha de Spix está localizada em nível do plano oclusal do
primeiro molar permanente.
d) em crianças com 8 anos de idade, a espinha de Spix está situada 10 mm acima do plano oclusal
do primeiro molar permanente.

49) (Aeronáutica 2012) Como pode ser classificado o medo de uma criança que vivenciou
experiências que ocorreram em ambientes semelhantes ao consultório odontológico?
a) Medo indutivo.
b) Medo subjetivo.
c) Medo objetivo direto.
d) Medo objetivo indireto.
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50) (Aeronáutica 2012) As anomalias como Macrodontia, Taurodontismo e Dens in Dent são
causadas por transtornos de desenvolvimento ocorridos em que fase do desenvolvimento dental?
a) Iniciação.
b) Proliferação.
c) Histodiferenciação.
d) Morfodiferenciação.

GABARITO

1B 11 D 21 D 31 D 41 B
2D 12 C 22 C 32 C 42 B
3C 13 D 23 D 33 B 43 D
4C 14 A 24 B 34 A 44 C
5A 15 D 25 B 35 A 45 C
6B 16 A 26 A 36 A 46 B
7B 17 A 27 C 37 C 47 A
8A 18 D 28 A 38 C 48 B
9 D 19 B 29 B 39 D 49 D
10 D 20 A 30 D 40 C 50 D

Concurso
1) (PM- GO- 2013) Técnica radiográfica em que se associam duas ou mais radiografias periapicais
para determinar posição de corpos estranhos no sentido vestíbulo pala tino na maxila e que se baseia
no princípio da Paralaxe. Trata -se da técnica:
a) peripical da bissetriz
b) Clarck
c) oclusal anterior da maxila
d) Miller Winter

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2) (PM- GO- 2013) Paciente do sexo masculino, 8 anos de idade, apresenta diastemas entre os
incisivos centrais superiores permanentes. Esta condição, conhecida como “Fase do Patinho Feio”,
é frequente nessa idade. A conduta e a origem desta condição são, respectivamente:
A ) observação, irrompimento dos incisivos laterais com inclinação mesial
b) utilização de elásticos cruzados, irrompimento dos incisivos laterais, previamente aos incisivos
centrais.
c) observação, irrompimento dos incisivos centrais com inclinação distal.
d) utilização da Placa de Hawley, irrompimento dos incisivos centrais com inclinação mesial.

3) (PM- GO- 2013) A fase da dentadura mista é classificada em três períodos: primeiro período
transitório, período intertransitório e segundo período transitório. É uma das características do
primeiro período transitório:
a) irrupção dos primeiros molares permanentes
b) troca dos caninos decíduos
c) troca dos molares decíduos
d) irrupção dos segundos molares permanentes

4) (PM- GO- 2013) Paciente do sexo feminino, 9 anos de idade, apresenta clinicamente o dente 85
em infraoclusão e o 46 mesializado. O exame radiográfico mostrou a presença do germe do dente
45 com 2/3 de rizogênese e anquilose das raízes do dente 85. O tratamento para o dente 85 é:
a) esperar a esfoliação
b) extruir ortodonticamente
c) distalizar o dente 46 e esperar a esfoliação
d) extrair imediatamente

5) (PM- GO- 2013) Pródromos são sintomas que precedem o aparecimento de manifestações
típicas de doenças. O termo patognomônico refere - se a algo característico ou típico de uma
moléstia, permitindo diagnosticá - la e distingui - la de outras doenças. No sarampo o sinal
patognomônico, que pode ser diagnosticado pelo cirurgião – dentista, são pequenos pontos brancos
circundados de uma zona avermelhada que se agrupam na mucosa interna das bochechas. Tais
manchas denominam – se:
a) manchas de Forshimer

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b) púrpura
c) polimorfismo regional
d) sinal de Koplik

6) (PM- GO- 2013) O risco para o desenvolvimento da doença cárie na dentição decídua está
associado a uma dieta cariogênica e a uma higiene bucal desfavorável, sendo mais prevalente nos
pacientes que possuem:
a)Arco de Baume tipo I na maxila e mandíbula
b)Arco de Baume tipo II na mandíbula e I na maxila
c) Arco de Baume tipo I na maxila e II na mandíbula
d) Arco de Baume tipo II na maxila e mandíbula

7) (PM- GO- 2013) Toda exodontia de um dente decíduo deveria ser considerada como uma perda
precoce. Qual exodontia pode ser realizada sem trazer problemas de perda de espaço?
a) 1/3 de rizólize e dente permanente no estágio 4 de Nolla
b) 2/3 de rizólize e dente permanente no estágio 7 de Nolla
c) 2/3 de rizólise e dente permanente no estágio de cripta
d) Dente permanente no estágio 3 de Nolla, independentemente da quantidade de rizólize do dente
decíduo

8) (PM- GO- 2013) As crianças diferem dos adultos em relação aos aspectos psicossociais,
comportamentais e fisiológicos. As mudanças no desenvolvimento afetam a resposta a fármacos,
por isso a prescrição medicamentosa deve ser segura, precisa e eficaz. O cálculo da dose de
medicamentos para a prescrição em crianças é baseado:
a) no peso corpóreo
b) na idade e na altura
c) na idade
d) no princípio ativo do medicamento

9) (PM- GO- 2013) O controle do comportamento infantil é baseado em princípios científicos e


permite que a criança desenvolva uma relação de confiança e atitude positiva com o odontopediatra.
A técnica que guia e reforça o comportamento através do contato, postura e expressão facial, é:

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a) dizer, mostrar e fazer
b) o reforço positivo
c) o controle da voz
d) a comunicação não - verba

10) (Aeronáutica 2013) Os germes dentários dos dentes permanentes se desenvolvem a partir da
lâmina dentária. Em que período de vida ocorre o desenvolvimento dos incisivos permanentes?
a) 12º mês de vida.
b) 18º mês de vida.
c) 5º mês de vida intrauterina.
d) 7º mês de vida intrauterina

11) (Aeronáutica 2013) Segundo Logan & Kronfeld, a erupção dos 1° pré-molares superiores se dá
por volta dos:
a) 7 – 8 anos.
b) 8 – 9 anos.
c) 9 – 10 anos.
d) 10 – 11 anos.

12) (Aeronáutica 2013) O medo é uma das principais forças motivadoras da conduta humana.
Como pode ser classificado o medo em que as crianças ouvem experiências desagradáveis vividas
por terceiros, não estando obrigatoriamente ligada à verbalização do problema por parte dos
adultos?
a) Indutivo.
b) Subjetivo.
c) Objetivo indireto.
d) Do desconhecido.

13) (Aeronáutica 2013) A ausência congênita de dentes pode ser uni ou bilateral. Os dentes
permanentes mais frequentemente ausentes são:
a) 2° pré-molares, 3º molares e incisivos laterais superiores.
b) incisivos laterais superiores, 3º molares e 2º pré-molares.

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c) 3º molares, incisivos laterais superiores e 1º pré-molares.
d) 3º molares, incisivos laterais superiores e 2° pré-molares.

14) (Aeronáutica 2013) Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma abaixo e, em
seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A Síndrome de Papillon-Lefevre é uma doença caracterizada por manifestações bucais e
dermatológicas, e apresenta doença periodontal apenas na dentição decídua com perda precoce do
suporte ósseo.
( ) A osteogênese imperfeita tipo II é severa com extrema fragilidade óssea e fraturas frequentes.
( ) A Síndrome de Pierre Robin é caracterizada por micrognatia, retração da língua e fissura
palatina.
a) V – V – F
b) F – V – V
c) V – F – V
d) F – F – F

15) (ABC – São Bernardo) Quanto à oclusão na dentição decídua, é CORRETO afirmar que
a) o plano pós-lácteo é de 16% com degrau mesial.
b) o plano pós-lácteo é de 10% com degrau distal.
c) a forma dos arcos é elíptica.
d) o primeiro levantamento de mordida acontece dos 18 aos 24 meses de idade.
e) a guia incisal se estabelece com a erupção dos caninos inferiores e superiores.

16) (ABC – São Bernardo) Na dentição decídua, a ATM é uma articulação:


a) bem definida.
b) definida e desenvolvida em 50%.
c) parcialmente anquilosada.
d) mal definida, com ramo desenvolvido e ao nível do plano oclusal.
e) bem definida, porém incompletamente desenvolvida ao nível do plano oclusal.

17) (ABC – São Bernardo) Para manter o comprimento do arco, a sequência mais favorável da
erupção dos dentes permanentes se encontra na alternativa:

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a) Arco superior 6 1 2 5 4 3 7
b) Arco superior 6 1 2 4 3 5 7
c) Arco superior 6 1 2 4 5 3 7
d) Arco inferior 6 1 2 4 5 3 7
e) Arco inferior 6 1 2 3 5 4 7

18) (ABC – São Bernardo) Fator hereditário etiológico de mal oclusão está indicado na alternativa:
a) Displasia esquelética de classe II
b) Impacção dos caninos superiores
c) Dentes com hipoplasia medicamentosa
d) Diastema anterior por fase do “patinho feio”
e) Dentes de Hutchinson

19) (ABC – São Bernardo) Na área odontológica, o uso de antimicrobianos é comum. Em relação
a esse uso, o metronidazol apresenta eficácia nas infecções bacterianas, em que sua dosagem e
frequência sejam, respectivamente, de:
a) 400 mg de 12/12 h.
b) 500 mg de 6/6 h.
c) 1.000 mg de 48/48 h.
d) 400 mg de 8/8 h.
e) 600 mg de 4/4 h.

20) (ABC – São Bernardo) Assinale a alternativa que apresenta a complicação pós-anestésica
mais comum em odontopediatria, considerando que esses acidentes e complicações são raros nessa
especialidade odontológica, quando a anestesia local é bem conduzida.
a) Trismo
b) Paralisia temporária
c) Úlcera traumática
d) Fratura da agulha
e) Hemorragia

GABARITO

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1-B 5-D 9-D 13 - D 17 - C
2-C 6-D 10 - C 14 - B 18 - A
3-A 7-B 11 - D 15 - B 19 - D
4-C 8-A 12 - B 16 - D 20 - C

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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

CORRÊA, Maria Salete N.P. Odontopediatria na Primeira Infância. São Paulo: Santos, 1998.
GUEDES PINTO, Antônio Carlos. Odontopediatria. 8 ed. São Paulo: Santos, 2008.
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1999.
GUEDES PINTO, A. C. et al. Odontopediatria: Resoluções Clínicas. Curitiba: Maio, 2000.
McDONALD, Ralph ; AVERY, David. Odontopediatria. 7. ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan,2001.
TOLEDO, Orlando A. Odontopediatria: Fundamentos para a Prática Clínica. 4 ed. Rio de
Janeiro: MedBook, 2012.
ASSED, Sada et al. Odontopediatria. Bases Científicas para a prática clínica. São Paulo: Artes
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RIBEIRO, Octávio. Mestrado Integrado em Medicina Dentária. Viseu; 6 de Novembro de 2008.
PALLÚ, Rosana. Monografia Tratamento Endodôntico em Dentes Decíduos. Universidade do
Tuiuti do Paraná. Curitiba, 2003.
PICOSE, Milton. Anatomia Dentária. 3ª ed. São Paulo: Sarvier, 1979.
MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia do Dente. 5ª ed. rev. E ampl. Sarvier, 2009.
ARMONIA, Paschoal Laércio. Como prescrever em Odontologia. 9ª ed. reimpre. São Paulo;
Santos, 2011.

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