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CST TECNÓLOGOS E BACHARELADO Disciplina: Redes de Computadores 2019-1
CST TECNÓLOGOS E
BACHARELADO
Disciplina:
Redes de Computadores
2019-1
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Bibliografia: A Básica: KUROSE, J. F. ROSS, K. W. Redes de Computadores e a Internet
Bibliografia: A
Básica:
KUROSE, J. F. ROSS, K. W. Redes de Computadores e a
Internet - Uma Abordagem Top-Down. 6a edição. São
Paulo. Pearson Education no Brasil, 2013.
YOUNG, Paul H. Técnicas de comunicação eletrônica. 5ª
edição. São Paulo. Pearson Hall, 2006.
TANENBAUM, A. S. WETHERALL, D. Redes de
Computadores. 5a edição. São Paulo. Pearson Hall. 2011.
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INTRODUÇÃO - APRESENTAÇÃO: Apresentação. Visão das comunicações. Objetivos da aprendizagem: 
INTRODUÇÃO - APRESENTAÇÃO:
Apresentação.
Visão das comunicações.
Objetivos da aprendizagem:
 Identificar os meios de comunicação.
 As redes de computadores e as comunicações.
de comunicação.  As redes de computadores e as comunicações. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1
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Material de Apoio

Redes de Computadores Ementa:
Redes de Computadores
Ementa:

Enfoca o estudo das redes de computadores como infraestrutura de comunicação para interligação de sistemas computacionais e compartilhamento de recursos. Explora a articulação dos conceitos de redes de computadores, desde a aplicação até o nível físico e sua organização, culminando com o desenvolvimento de aplicações

e sua organização, culminando com o desenvolvimento de aplicações FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti
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Bibliografia: B Complementar: Modelo OSI: Camada 2 a 7. Disponível em :
Bibliografia: B
Complementar:
Modelo OSI: Camada 2 a 7. Disponível em :
http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialosi/pagina_6.asp - Acesso em 17
outubro 2017.
Modelo TCP/IP – Definição camadas e funcionamento. Disponível em:
http://infotecnews.com.br/modelo-tcpip/
- Acesso em 10 outubro 2017.
INMETRO Produção Intelectual. Disponível em:
http://www.inmetro.gov.br/producaointelectual/obras_intelectuais/150_obr
aIntelectual.pdf Acesso em 08 outubro 2017.
Protocolos de comunicação em redes de computadores. Disponível em :
https://daniellacastelucci.wordpress.com/2011/04/08/protocolos-de-
comunicacao-em-redes-de-computadores/
- acesso em 17 outubro 2017.
Conceitos de redes. Disponível em :
http://www.teleco.com.br/tutoriais/tutorialmplseb1/pagina_2.asp
- Acesso
em 10 outubro 2017. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
em 10 outubro 2017.
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REDES DE COMPUTADORES: Definições de redes de computadores e Internet. Brainstorming:  O que é
REDES DE COMPUTADORES:
Definições de redes de computadores e Internet.
Brainstorming:
 O que é Rede?
 O que é uma Rede de Computadores?
 O que é a Internet?
 O que é Rede de Telecomunicações?
 O que são as comunicações de dados nas redes?
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REDES DE COMPUTADORES: Definições de redes de computadores e Internet.
REDES DE COMPUTADORES:
Definições de redes de computadores e Internet.
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REDES DE COMPUTADORES: INTRANET… é uma rede corporativa privada que utiliza a infraestrutura os protocolos
REDES DE COMPUTADORES:
INTRANET…
é uma rede corporativa privada que utiliza a infraestrutura os protocolos e
o ambiente da Internet sem entrar nela(Internet), para transferir dados
somente de uso interno e para funcionários com login e senha, de qualquer
lugar que tenha acesso a Internet.
EXTRANET…
é uma rede corporativa privada que utiliza a infraestrutura, os protocolos e
o ambiente da Internet sem entrar nela(Internet), para transferir dados para
outras empresas nas transações comerciais serviços a que ela permitir,
utilizando login e senha para estas empresas.
WEB…
(teia) é a parte Lógica e ativa da Internet, uma estrutura organizada no ambiente HTTP,
(teia) é a parte Lógica e ativa da Internet, uma estrutura organizada no
ambiente HTTP, o conjunto mundial de todas as páginas (Homepages, Sites e
Portais), com uma URL (Universal Resourse Locator) ou seja o “www” das
empresas que publicam neste ambiente das redes interconectadas. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti
empresas que publicam neste ambiente das redes interconectadas.
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REDES DE COMPUTADORES:  Distâncias geográficas das redes: Redes locais conectam sistemas finais e podem
REDES DE COMPUTADORES:
Distâncias geográficas das redes:
Redes locais conectam sistemas finais e podem ser chamadas de LAN (Local Area Network). De acordo
com a distância temos siglas que representam a distâncias que as redes podem ser chamadas.
Backbones
backbone
LAN
CAN
LAN
backbone
LAN
CAN
LAN
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WAN
RAN
MAN
Backbone de
Alta Velocidade

Material de Apoio

REDES DE COMPUTADORES: REDE DE COMPUTADORES… é um conjunto de dois ou mais computadores, equipamentos,
REDES DE COMPUTADORES:
REDE DE COMPUTADORES…
é um conjunto de dois ou mais computadores, equipamentos,
aparelhos ou dispositivos, interconectados por linhas de comunicação, para
troca de dados, compartilhamento de aplicações, recursos e outros
equipamentos.
“Conjunto de equipamentos interligados de maneira a trocarem
informações e compartilharem recursos, softwares e outros equipamentos”
(MARÇULA, pág.241).
INTERNET…

são redes de redes, mundial, pública, um conjunto de redes interconectadas pela infraestrutura das telecomunicações, que utilizam protocolos e fornecem serviços comuns de dados, voz e imagens.

protocolos e fornecem serviços comuns de dados, voz e imagens. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1
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REDES DE COMPUTADORES: Interligadas e conectadas mundialmente:
REDES DE COMPUTADORES:
Interligadas e conectadas mundialmente:
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REDES DE COMPUTADORES:  Topologias das redes: As redes interconectadas fisicamente na periferia da Internet
REDES DE COMPUTADORES:
 Topologias das redes:
As redes interconectadas fisicamente na periferia da Internet também
podem formar uma TOPOLOGIA FÍSICA de acordo com alguns nomes:
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REDES DE COMPUTADORES:  Representação gráfica de Redes: Modem Ti Hub Switch LAN Dlink int.
REDES DE COMPUTADORES:
 Representação gráfica de Redes:
Modem
Ti
Hub
Switch
LAN
Dlink int.
WAN
Vendas
São Paulo
Router
LAN
SemFio
Tóquio-JP
Internet
Cabos
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REDES DE COMPUTADORES:  Componentes de interligação das redes: SWITCH – COMUTADOR – Gerencia e
REDES DE COMPUTADORES:
 Componentes de interligação das redes:
SWITCH – COMUTADOR – Gerencia e distribui os pacotes somente para o
micro do destino (domínio de colisão), só para o IP registrado do
computador na rede LAN conectado. (nº portas => 4-8-16-24-32-48)
GATEWAY – PORTÃO de ligação para redes diferentes/externas LAN/WAN.
Conversor(tradutor) de protocolos que fornece a interconexão básica do
sistema e a tradução entre protocolos, abre sessões entre programas.
ROTEADOR – COMUTADOR – Encaminhador de pacotes pela melhor Rota
para rede destino externo solicitado.- Alta velocidade e são configurável.
MODEM – Dispositivo que Modula e Demodula sinais, o processo de
conversão entre bits e sinais, do sinal Analógico para o Digital, é chamado
de Modulação. Modem pci, Dsl, Adsl etc.
FIREWALL Combinação de hardware e software para implementar uma
política de segurança, controlando (Filtro de pacotes) no tráfego de uma
rede sendo a primeira linha de defesa contra ameaças externas,
reduzindo riscos de ataques internos. (MARÇULA, 2008 Pág.367)
PROXY - Procuração para os micros clientes e suas permissões, fazendo a
busca e armazenando no cache a solicitação auxiliando o firewall na
proteção da rede.
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REDES DE COMPUTADORES:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual a função
REDES DE COMPUTADORES:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função do Switch na LAN?
2-Defina o que é um Router de WAN?
3-Qual a diferença entre Hub e o Switch?
4-O que é um comutador na rede?
5-O é uma rede Cliente/servidor?
 ATIVIDADE DE FIXAÇÃO INDIVIDUAL:

1-Desenhar uma rede de computadores com 15 microcomputadores interligados. 2-Desenhar 2 redes de 2 empresas em endereços diferentes com total de 40 micros em 3 ou mais departamentos.

diferentes com total de 40 micros em 3 ou mais departamentos. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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Material de Apoio

REDES DE COMPUTADORES:  Componentes de interligação das redes: PLACA DE REDE (NIC) – Dispositivo
REDES DE COMPUTADORES:
 Componentes de interligação das redes:
PLACA DE REDE (NIC) – Dispositivo para conexão do computador (host)
com a rede. O MAC Address está nesta peça.
REDE ONBOARD – Quando o computador já tem incorporado na placa
principal (motherboard) uma saída RJ-45 de rede.
TERMINAIS –Conectores BNC e T – Terminais para cabo coaxial.
RJ45 – Terminal para 4 pares trançados. UTP/STP. Crimpado.
TRANSCEPTOR (Mordentes) – Vampiros presos no cabo coaxial / serial
para interligar outros computadores no mesmo cabo – barramento.
REPETIDOR – Dispositivo para corrigir sinal, regenerando e aumentando
o sinal e reenviava novamente nas redes com mais de 100mts,UTP.
HUB – CONCENTRADOR - Recebe o sinal e retransmite para todos os
micros que estiverem conectados a ele, como um Barramento.
(Broadcast). Tudo o que passa por ele, envia copia para todos conectados.
HUB ATIVO – regenera o sinal para distâncias maiores.
HUB PASSIVO – só recebe e envia distribuindo o sinal como recebeu.
BRIDGE – PONTE entre duas redes locais LANs pelo MAC, pode ser vista
como uma única rede.
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REDES DE COMPUTADORES:  Topologia lógica das redes de computadores: Os Softwares, Aplicativos e Arquivos
REDES DE COMPUTADORES:
 Topologia lógica das redes de computadores:
Os Softwares, Aplicativos e Arquivos utilizados entre os computadores,
independentes da conexão física entre eles, podem estar centralizados em uma CPU
dedicada e ser chamada de Servidor.
CLIENTE / SERVIDOR (Multiponto)
Tipos de Servidores - CPU DEDICACA, que realizam serviços para outros micro;
SERVIDOR DE APLICAÇÕES - Softwares
SERVIDOR DE ARQUIVOS
SERVIDOR DE BANCO DE DADOS
SERVIDOR DE COMUNICAÇÃO – Fluxo de dados
SERVIDOR DE CORREIO ELETÔNICO - eMail
SERVIDOR DE GERENCIAMENTO
SERVIDOR DE IMPRESSÃO
SERVIDOR DE WEB
P2P – PEER TO PEER
TODOS PODEM ATUAR COMO SERVIDOR.
NÃO TEM UMA CPU DEDICADA.
IDEAL PARA PEQUENAS REDES.
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: Simplex. Half Duplex. Full Duplex. Objetivos da aprendizagem: 
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Simplex.
Half Duplex.
Full Duplex.
Objetivos da aprendizagem:
 Identificar os meios de comunicação.
 Descrever os conceitos gerais dos modos e tipos
de transmissão numa redes de computadores.
gerais dos modos e tipos de transmissão numa redes de computadores. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: Conversão de dados nas transmissões das redes Conversão de sinal
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Conversão de dados nas transmissões das redes
Conversão de sinal
sinal digital – Onda quadrada (2 posições)
sinal analógico – Onda senoidal (todas as posições)
Modulador e Demodulador = Modem
Analógico –
Digital -
0 e 1 - + positivo – negativo
pelo TRANSISTOR
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: Encapsulamento Mensagem no TCP/IP
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Encapsulamento Mensagem no TCP/IP
Fonte: DANTAS, 2010, pág.184. Mensagem completa = Pilha (Divisão em camadas) de Protocolos – Camadas/Pacotes
Fonte: DANTAS, 2010, pág.184.
Mensagem completa = Pilha (Divisão em camadas) de Protocolos – Camadas/Pacotes
Na Camada de Apresentação (6) - Mensagem
Na Camada de Transporte (4)
- Datagramas

Na Camada de Enlace/Rede (2) Quadros / Frames Na Camada física (1) Bits

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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: Tipos de transmissões Full Duplex - É a comunicação Duplex,
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Tipos de transmissões
Full Duplex - É a comunicação Duplex, a bidirecional, que transmite
simultaneamente os sinais na comunicação.
Half duplex - É a comunicação bidirecional que transmite apenas uma
parte do sinal de cada vez alternando o sentido na comunicação.
Fonte: FRENZEL JR, 2013.
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Material de Apoio

TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: Mensagem na Transmissão Transmissor - Mensagem – Meios – Protocolos
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Mensagem na Transmissão
Transmissor - Mensagem – Meios – Protocolos - Receptor
Fonte: Tanenbaum, Steen, 2007, pág. 71.
Mensagem completa = Pilha (Divisão em camadas) de Protocolos – Camadas/Pacotes Na Camada de Apresentação
Mensagem completa = Pilha (Divisão em camadas) de Protocolos – Camadas/Pacotes
Na Camada de Apresentação (6) - Mensagem
Na Camada de Transporte (4)
- Datagramas
Na Camada de Enlace/Rede (2) – Quadros / Frames
Na Camada física (1) – Bits
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:  Simplex.  Half Duplex.  Full Duplex. Comunicação de
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
 Simplex.
 Half Duplex.
 Full Duplex.
Comunicação de dados entre computadores.
Fonte: Disponível em : http://brasilescola.uol.com.br/informatica/comunicacao-dados.htm Acesso em 05 abr 2016.
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS: Técnicas na Transmissão e Recepção Sinal de Transmissão; ASSÍNCRONO –
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
Técnicas na Transmissão e Recepção
Sinal de Transmissão;
ASSÍNCRONO – sinal não constante, por partes, até terminar.

SÍNCRONO sinal constante, transmissão inteira, completo. Sentido do sinal; SIMPLEX único sentido.(unidirecional) HALF DUPLEX ou envia ou recebe alternadamente. FULL DUPLEX envia e recebe simultâneo. Tipo Sinal SERIAL Fila única de bits. PARALELA - Vários fios. Várias filas. Verifica destino p/encaminhar sinal; BROADCAST (Difusão) Todos os hosts ativos. MULTICAST Grupo na rede Lan - subnets. UNICAST Um Destino na rede Lan.

Grupo na rede Lan - subnets. UNICAST – Um Destino na rede Lan. FMU Prof. Tutor
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TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual
TIPOS DE COMUNICAÇÃO DE DADOS:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função da transmissão de dados Simplex?
2-Defina o que é uma transmissão na comunicação de dados Half Duplex.
o que é uma transmissão na comunicação de dados Half Duplex. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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TIPOS DE COMUTAÇÃO:  Comutadores: COMUTADORES (ROTEADORES) COMUTAÇÃO DE PACOTES COMUTADORES DE CAMADA DE
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Comutadores:
COMUTADORES (ROTEADORES)
COMUTAÇÃO DE PACOTES
COMUTADORES DE CAMADA DE ENLACE (SWITCHES)
STORE-AND-FORWARD – Transmissão Armazena-e-reenvia. (Buffer).
COMUTAÇÃO DE CIRCUÍTOS
MULTIPLEXAÇÃO EM REDES DE COMUTAÇÃO DE CIRCUÍTOS.
MULTIPLEXAÇÃO EM REDES DE COMUTAÇÃO DE CIRCUÍTOS.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: Transmissão por Circuito Fonte: uniaogeek (2018). Fonte: MORAES 2010, P.147. Fonte: MORAES
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Transmissão por Circuito
Fonte: uniaogeek (2018).
Fonte: MORAES 2010, P.147.
Fonte: MORAES 2010, p.145-6.
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Material de Apoio

TIPOS DE COMUTAÇÃO: Circuito, Circuitos virtuais. Mensagens. Pacotes. Células. Objetivos da
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Circuito, Circuitos virtuais.
Mensagens.
Pacotes.
Células.
Objetivos da aprendizagem:
 Descrever os conceitos gerais dos principais
protocolos de comunicação.
 Identificar os meios de comunicação.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: Comutação no Canais POR CIRCUITO – Linha privada direta ou linha discada
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Comutação no Canais
POR CIRCUITO – Linha privada direta ou linha discada – Os dados tem o
mesmo caminho físico fixo ou temporário e não compartilhado. Circuito
virtual, caminho fixo garantindo a entrega – circuito dedicado.
POR PACOTE – Forma mais usada para transmissão em Redes WAN
compartilhadas. Mensagem dividida em pedaços ou pacotes menores de
128 bytes e podem seguir caminhos diferentes na rede, mas no destino são
reagrupados na ordem que foram enviados.
POR MENSAGEM – Não tem circuito dedicado – Dados enviados por
caminhos disponíveis no momento da transmissão. O Correio, não garante
ordem de entrega.
POR CÉLULAS – Pacotes pequenos como Células, utilizado pela tecnologia
das Redes ATM = Pacotes de 53 bytes (áudio, vídeo, dados).
A integridade dos dados independem do meio utilizado. O programa carregado na cpu agregado as
A integridade dos dados independem do meio utilizado.
O programa carregado na cpu agregado as interfaces de comunicação, garante a chegada de um dado a outro ponto
como foi transmitido.
O controle feito nas pontas dos pacotes – CRC do início ao fim garante conteúdo do bloco de bits.
Os protocolos sincronizam as duas pontas, detectam erros no meio da transmissão e retransmite, recupera os erros,
controla o fluxo de informações e
Supera os problemas.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: Transmissão por Pacotes Fonte: SILVA, pág.97.
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Transmissão por Pacotes
Fonte: SILVA, pág.97.
Fonte: MORAES 2010, p.146. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
Fonte: MORAES 2010, p.146.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: Transmissão por Mensagem Garante a entrega da mensagem inteira, independente do caminho
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Transmissão por Mensagem
Garante a entrega da mensagem inteira,
independente do caminho ou tempo gasto.
Ex: Correio
Fonte: SILVA, pág.97.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: Necessidade de Modulação nas comunicação Modulação quando se incorpora um sinal que
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Necessidade de Modulação nas comunicação
Modulação quando se incorpora um sinal que contém informação em um
outro sinal utilizado para transmissão. Torna o sinal mais compatível com o
meio. O contrário é extrair o sinal e se chama Demodulação.
Multiplexação permite que mais de um sinal seja transmitido
simultaneamente em um único meio de comunicação eletrônica.
FONTE: Slideplayer 2018
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TIPOS DE COMUTAÇÃO: Interconexão - Longas Distancias Backbone – Linha privada – Os dados tem
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Interconexão - Longas Distancias
Backbone – Linha privada – Os dados tem o mesmo caminho cabos fixo e não compartilhado. Todos
conectados tem as mesmas informações e mesma velocidade no mesmo cabo. (Tipos; Seqüencial,
Colapsado, distribuído).
Canais – Fibra ótica Caminhos. Redes externas de cabos em fibra ótica de alta velocidade,
interligando backbones
Elos – Satélites (Repetidores)
-GEO -Geossíncronos (Geostationary Earth Orbit ) 36.000 quilômetros – órbita elevada da Terra.(na
linha do Equador)
-LEO – Low Earth Orbit) 320 a 645 quilômetros.
-Arrays de Satélites
Tipos de transmissões: Ponto-a-Ponto / MultiPonto / Sky Frames / MultiPonto MultiPonto
Elos – Rádio – Torres de Caminhos em Ondas de Rádio. Micro Ondas – Torres Wimax.
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Material de Apoio

TIPOS DE COMUTAÇÃO: Transmissão por Células Redes ATM Fonte: MORAES 2010, p.145-6.
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
Transmissão por Células
Redes
ATM
Fonte: MORAES 2010, p.145-6.
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TIPOS DE COMUTAÇÃO:  Modulação e Multiplexação: Fonte: MORAES 2010, p.28. SOUSA 2010, p.22
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
 Modulação e Multiplexação:
Fonte: MORAES 2010, p.28. SOUSA 2010, p.22
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TIPOS DE COMUTAÇÃO:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual a função
TIPOS DE COMUTAÇÃO:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função comutação por Mensagens?
2-Defina o que é uma comutação por circuitos virtuais?
3-Qual a diferença de modulação e multiplexação?
4-O que é Canal nas comunicações das redes?
5-O é a pacote na comunicação de dados?
comunicações das redes? 5-O é a pacote na comunicação de dados? FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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ENTIDADES PADRONIZADORAS:  ITU - T, IEC. ISO, ABNT. IEFT, IANA, ANSI, IEEE. Objetivos da
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
 ITU - T, IEC.
ISO, ABNT.
IEFT, IANA,
ANSI, IEEE.
Objetivos da aprendizagem:
 Identificar as entidades de padronização.
 Conhecer padrões utilizados nas redes.
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ENTIDADES PADRONIZADORAS: Protocolos da Internet: IETF (Internet Engineering Task Force) RFC (Request for Comments),
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
Protocolos da Internet: IETF
(Internet Engineering Task Force)
RFC (Request for Comments), denominação dos documentos padronizados da IETF – Pedidos
de comentários técnicos e detalhados. O que cada um dos protocolos faz.
3500 RFCs.
Existem mais de
Algumas – RFC

RFC - 768 UDP User Datagram Protocol. RFC - 791 IPv4 Internet Protocol ver.4 RFC - 793 TCP Transmission Control Protocol. RFC - 854 Telnet - Acesso a terminal Remoto. RFC - 959 FTP - Transferência de Arquivos. RFC - 1661 PPP - Protocolo de enlace ponto-a-ponto. RFC - 1889 RTP - Protocolo de tempo real. RFC - 2131 DHCP Obter IP automaticamente. RFC - 2372 IPv6 Internet Protocol ver.6 RFC - 2616 WEB HTTP formato das mensagens. RFC - 2663 NAT - Tradução de endereços de rede. RFC - 2821 SMTP - Correio Eletrônico. RFC - 3220 IP Móvel Protocolo Móvel da Internet. RFC - 3376 IGMP Internet Group Management Protocol v.3

RFC - 3376 – IGMP – Internet Group Management Protocol v.3 FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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ENTIDADES PADRONIZADORAS: Padrões TERMINAIS DE CABOS Fonte:
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
Padrões TERMINAIS DE CABOS
Fonte: http://telephony.weebly.com/uploads/1/3/7/7/13779706/1350637173.png (2017).
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Material de Apoio

ENTIDADES PADRONIZADORAS:  ITU - T, IEC. ISO, ABNT. IEFT, IANA. ANSI, IEEE.  www.itu.int
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
 ITU - T, IEC.
ISO, ABNT.
IEFT, IANA.
ANSI, IEEE.
 www.itu.int
 www.iec.ch
 www.iso.org
 www.abnt.org
 www.ietf.org
 www.iana.org
 www.ansi.org
 www.ieee.org
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ENTIDADES PADRONIZADORAS: Famílias e Padrões ETHERNET - 802.3 - Éter luminoso – radiação eletromagnética
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
Famílias e Padrões
ETHERNET - 802.3 - Éter luminoso – radiação eletromagnética (propagação no espaço - vácuo)
10 MEGABIT ETHERNET (Velocidade 10mb/s)
10Base2 – thinnet (fino) 185mts
10Base5 – thicknet (grosso) 500mts
10BaseT – par trançado UTP – 100mts
10Base36 – ambiente TV 10mb 3,6 km
FOIRL (Fiber Optic Inter-Repeater Line)
10BaseF – fibra óptica – 1 km
10BaseFL – Fiber Link – 2 km
10BaseFB – Fiber Backbone – alta velocidade - 2 km
10BaseFP – Fiber Passive – estrela – 2 km
FAST ETHERNET
(Velocidade 100mb/s)
100BaseT – par trançado 100mbps
100BaseT2 – Cat.3 - UTP
100BaseT4 – 4 pares - Cat3-4-5 - STP
100BaseFX – Fibra Óptica
100BaseVG - Anylan
Fonte: KUROSE,2009, Pág.343
GIGABIT ETHERNET (Velocidade 1000mb/s)
1000BaseT – UTP Cat.5
1000BaseCX – STP – blindado
1000BaseLX – Fibra Óptica – 1300mts.
1000BaseSX – Fibra Óptica – 850mts.
1 GbE
10 GIGABIT ETHERNET
(Velocidade 10.000mb/s)
10GBaseSR – Fibra Óptica 2000mhz
10GBaseLX4 – 10km monomodal
10GBaseLR – 10 km
10GBaseER – 40 km monomodal
10 GbE
40 GbE
PadrõesPadrõesPadrõesPadrões
RJ-45 Registered Jack BNC Bayonet Nut Connector FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
RJ-45 Registered Jack
BNC Bayonet Nut Connector
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ENTIDADES PADRONIZADORAS: Padrões de Arquiteturas de redes Várias técnicas: Objetivo aumentar a velocidade e garantir
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
Padrões de Arquiteturas de redes
Várias técnicas: Objetivo aumentar a velocidade e garantir o acesso à rede.
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ENTIDADES PADRONIZADORAS: CATEGORIAS – CAT CATEGORIAS (níveis) de isolação/proteção dos cabos utilizados nas
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
CATEGORIAS – CAT
CATEGORIAS (níveis) de isolação/proteção dos cabos utilizados nas
redes, para diminuir interferências externas nas transmissões das frequências
nos cabos.
CAT-1 – Sem desempenho (rede elétrica/alarmes/) 1mb/s – 1mhz.
CAT-2 – Cabeamento Telefônico - Voz / Token-Ring - 4mb/s - 4mhz.
CAT-3 – nível baixo de rede 10mbps máx. 10mb/s - 16mhz.
CAT-4 – Token-Ring e Ethernet 10baseT máx. 16mb/s – 20mhz.
CAT-5 – UTP - Ethernet 100baseTx – 100mb/s máx. 155mhz.
CAT-5e- UTP - 100mb/s - 125mhz. 1000BaseT - Fibra 1GB.

CAT-6 UTP/STP - 200mb/s 250mhz. em ATM 622mb/s - Fibra 2GB. CAT-6a UTP(augmented-ampliado)/STP 200mb/s 10GBaseT - Fibra 500mhz. CAT-7 STP 600mb/s 10GBaseT e Fibra Óptica. F - S/FTP - 600mhz S/UTP - 10GBaseTx CCTV Screened (selecionado) Fa - S/FTP - 1000mhz S/STP 10GBaseTx CATV Sheath (bainha pvc)

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ENTIDADES PADRONIZADORAS:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual a função da
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função da ISO?
2-Defina o que é uma ENTIDADE PADRONIZADORA.
3-Qual a diferença da ISO e da ABNT?
4-O que é IEEE 802.3?
5-O é T-568-A?
diferença da ISO e da ABNT? 4-O que é IEEE 802.3? 5-O é T-568-A? FMU Prof.
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MEIOS DE ACESSO:  Acessos das redes: Conectando Sistemas finais ao roteador de borda para
MEIOS DE ACESSO:
 Acessos das redes:
Conectando Sistemas finais ao roteador de borda para a periferia da
Internet.
Doméstico (residências): DSL, Cabo, FTTH, Discado e Satélite.
DSL – Linha Digital de Assinante.
Cabo – Linha da Net.
FTTH – Fiber To The Home.

Empresas (e na residência): Ethernet e Wi-Fi. Ethernet (Wired) - Rede com fio (cabos). Cabos (Coaxial, Par Trançado, Fibra Óptica)

Wi-Fi (Wireless Fidelity) – Redes sem fio.
Wi-Fi (Wireless Fidelity) – Redes sem fio.
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Material de Apoio

ENTIDADES PADRONIZADORAS: CATEGORIAS – NORMAS Fonte:
ENTIDADES PADRONIZADORAS:
CATEGORIAS – NORMAS
Fonte: http://intrasis.unb.br/wikisis/index.php/tutorial/73-categorias-de-cabos-de-par-trancado (2017).
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MEIOS DE ACESSO: GUIADOS (Wired). NÃO GUIADOS (Wireless). Objetivos da aprendizagem:  Identificar os meios
MEIOS DE ACESSO:
GUIADOS (Wired).
NÃO GUIADOS (Wireless).
Objetivos da aprendizagem:
 Identificar os meios de comunicação utilizados.
 Descrever os meios guiados utilizados.
 Descrever os meios não guiados utilizados.
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MEIOS DE ACESSO:  Meios físicos GUIADOS das redes cabeadas:  Cabo Coaxial Cabo de
MEIOS DE ACESSO:
 Meios físicos GUIADOS das redes cabeadas:
 Cabo Coaxial
Cabo de antena
 Par de fios de cobre trançados
UTP (Unshielded Twisted Pair) – Sem Blindagem. CAT-5
STP (Shielded Twisted Pair) – Com Blindagem. CAT-6
 Fibras Ópticas Monomodal e Multimodal.
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MEIOS DE ACESSO:  Meios físicos NÃO GUIADOS das redes sem fio:  Ondas de
MEIOS DE ACESSO:
 Meios físicos NÃO GUIADOS das redes sem fio:
 Ondas de rádios: Canais de rádio - Terrestre e Satélite.
 Micro-ondas: (Wi-fi, Bluetooth, Zig-Bee, Sigfox, Wimax, 3G - LTE - GSM).
 Luz: Infravermelho IR, Laser. (aparelhos e fibra ótica).
GRÁFICO DE PADRÕES DAS REDES SEM FIO (Wireless)
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MEIOS DE ACESSO:  GUIADOS.  NÃO GUIADOS. Fonte: Kurose, (2013, p.2). FMU Prof. Tutor
MEIOS DE ACESSO:
 GUIADOS.
 NÃO GUIADOS.
Fonte: Kurose, (2013, p.2).
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CABEAMENTO ESTRUTURADO: CONCEITOS. NORMAS. Objetivos da aprendizagem:  Identificar conceitos de um cabeamento
CABEAMENTO ESTRUTURADO:
CONCEITOS.
NORMAS.
Objetivos da aprendizagem:
 Identificar conceitos de um cabeamento
estruturado.
 Descrição, conceitos e normas.
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Material de Apoio

MEIOS DE ACESSO: Sem fio – Distancias x Megabits Figura 8: Ondas mb/s/ Transmissão x
MEIOS DE ACESSO:
Sem fio – Distancias x Megabits
Figura 8: Ondas mb/s/ Transmissão x Distâncias
Fonte: DANTAS, Mario. 2010, pág.383
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MEIOS DE ACESSO:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual a vantagem
MEIOS DE ACESSO:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a vantagem de uma acesso não guiado?
2-Defina o que é uma rede guiada.
3-Quais os três meios guiados utilizados nas redes de comunicação?
4-O que é fibra óptica monomodal ?
5-O é UTP e STP?
4-O que é fibra óptica monomodal ? 5-O é UTP e STP? FMU Prof. Tutor Roberto
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CABEAMENTO ESTRUTURADO: CABEAMENTO ESTRUTURADO: NORMA 14.565: O começo: Em 1980/1990 onde as tecnologias de redes
CABEAMENTO ESTRUTURADO:
CABEAMENTO ESTRUTURADO: NORMA 14.565:
O começo: Em 1980/1990 onde as tecnologias de redes e de telecomunicações precisavam
garantir seus serviços, começam a padronizar os sistemas próprios de cabeamento.
O Cabeamento estruturado: É onde a disposição de cabos se integram com os dados e voz, e já
tem tudo planejado para todos os pontos possível na rede.
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CABEAMENTO ESTRUTURADO: EIA/TIA 607: É a norma que contem especificações de aterramento e links dos
CABEAMENTO ESTRUTURADO:
EIA/TIA 607: É a norma que contem especificações de aterramento e links dos sistemas de cabeamento
estruturado. Deve conter sempre em uma rede estruturada para a proteção e garantia do bom funcionamento
planejado.
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CABEAMENTO ESTRUTURADO: CABEAMENTO ESTRUTURADO: componentes 14.565 FONTE:
CABEAMENTO ESTRUTURADO:
CABEAMENTO ESTRUTURADO: componentes 14.565
FONTE: http://www.dritec.com.br/cabeamento-estruturado.html (2018).
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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: Modelo de referência OSI. Arquitetura TCP/IP. Objetivos da aprendizagem: 
MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:
Modelo de referência OSI.
Arquitetura TCP/IP.
Objetivos da aprendizagem:
 Analisar os tipos de protocolos necessários para
atender à necessidade das comunicações de
uma rede e/ou negócio.
 Identificar cada protocolo com suas aplicações.
 Distinguir os tipos de serviços de cada protocolo.
 Comparações entre camadas.
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Material de Apoio

CABEAMENTO ESTRUTURADO: CABEAMENTO ESTRUTURADO: NORMA 14.565
CABEAMENTO ESTRUTURADO:
CABEAMENTO ESTRUTURADO: NORMA 14.565
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CABEAMENTO ESTRUTURADO:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual a finalidade de
CABEAMENTO ESTRUTURADO:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a finalidade de uma rede estruturada?
2-Defina o que é uma comunicação vertical no cabeamento estruturado?
3-Qual a diferença de rede estruturada e não estruturada?
4-O que é SEQ numa rede de cabeamento estruturado?
5-O é a norma 607 em uma rede de cabeamento estruturado?
5-O é a norma 607 em uma rede de cabeamento estruturado? FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: Modelo de referência e os protocolos Protocolos: Os pacotes comutados
MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:
Modelo de referência e os protocolos
Protocolos:
Os pacotes comutados e roteados pelas redes de ISPs oferecem vários
tipos de acesso à rede executam os PROTOCOLOS que controlam o envio
e o recebimento dos dados e informações.
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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: Camadas de Protocolo e seus modelos de serviços. Brainstorming: 
MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:
Camadas de Protocolo e seus modelos de
serviços.
Brainstorming:
Protocolo?
Serviços?
Arquitetura de camadas
Fonte: Kurose, (2013 p.35). FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
Fonte: Kurose, (2013 p.35).
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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: Protocolos e a Padronização: OSI Camadas TCP-IP Fonte: SOUSA, 2010,
MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:
Protocolos e a Padronização:
OSI
Camadas
TCP-IP
Fonte: SOUSA, 2010, pág.107.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Apresentação. Sessão. Objetivos da aprendizagem:  Analisar os tipos
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Apresentação.
Sessão.
Objetivos da aprendizagem:
 Analisar os tipos de protocolos necessários para
atender à necessidade das comunicações de
uma rede e/ou negócio.
 Identificar cada protocolo com suas aplicações.
 Distinguir os tipos de serviços de cada protocolo.
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Material de Apoio

MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP: MODELO OSI – Modelo de referência criado para padronizar as
MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:
MODELO OSI – Modelo de referência criado para padronizar as regras da comunicação de dados entre
duas ou mais entidades diferentes, com hardwares e softwares diferentes nas redes.
Modelo OSI
Função-Conteúdos
similar a
TCP/IP
Camada 7
APLICAÇÃO
Inferface com usuário Softwa-
res Aplicações. HTTP-TELNET
Livro Autor
Camada 6
APRESENTAÇÃO
Converte Formato dados ASCII
Compacta, Criptografia TIFF GIF
Tradutor
APLICAÇÃO
Camada 5
SESSÃO
Gerencia a comunicação troca
de informação após conexão.
Secretária
Camada 4
TRANSPORTE
Gerencia a conexão – origem
destino Fim-a-Fim . TCP-UDP
Assistente
TRANSPORTE
Camada 3
REDE
Gerencia o roteamento pacotes
encaminha IP a rede. Roteador
Office-boy
INTERNET
Camada 2
ENLACE
Controla fluxo - camada física e
destino MAC – Switch/Bridge
Correio
REDE
Camada 1
FÍSICA
Comunicação elétricas - formas
Traduz Bits Cabos Modem HUB
Carteiro
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MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual
MODELO OSI – ARQUITETURA TCP/IP:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a principal função do modelo OSI?
2-Defina o que é uma camada no modelo OSI.
3-Qual a diferença entre o Modelo OSI e o TCP/IP?
no modelo OSI. 3-Qual a diferença entre o Modelo OSI e o TCP/IP? FMU Prof. Tutor
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Camadas do Modelo de referência OSI e Arquitetura TCP/IP. Tópicos
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Camadas do Modelo de referência OSI e
Arquitetura TCP/IP.
Tópicos P2P – FTP - SMTP:
 Comunicação entre processos de uma aplicação.
 Arquitetura Cliente-Servidor, P2P ou Híbrida.
 Interface entre o processo e o socket nas aplicações.
 Serviços de transporte providos (TCP-UDP).
 Descrever o formato da mensagem FTP.
 Identificar os protocolos envolvidos com mensagens
eletrônicas: SMTP, POP e IMAP.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Camadas do Modelo de referência OSI e o FTP-SMTP-POP-IMAP. Objetivos
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Camadas do Modelo de referência OSI e o
FTP-SMTP-POP-IMAP.
Objetivos da aprendizagem:
 Apresentar o FTP.
 Descrever o formato da mensagem FTP.
 Identificar os protocolos envolvidos com
mensagens eletrônicas: SMTP, POP e IMAP.
 Distinguir entre os protocolos de mensagens
eletrônicas.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Apresentação das camadas do Modelo de referência OSI e o
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Apresentação das camadas do Modelo de
referência OSI e o SMTP, POP e IMAP.
Serviços de eMail:
 Protocolo SMTP.
 Protocolo POP3.
 Protocolo IMAP.
 MIME.
Fonte: Kurose, (2013).
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Aplicações na camada de Aplicação do Modelo de referência OSI
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Tópicos WEB - HTTP:

Acessos as páginas publicadas na Web: O WWW (world wide web, 1990) é uma teia, é a base onde um sistema de hipertexto faz a comunicação de dados através da Internet. É a parte lógica da Internet. A URL (Uniform Resourse Locator) é o localizador de recursos informático referente a um endereço na Internet, em uma Intranet onde o protocolo de funcionalidade é o HiperText Transfer Protocol. Protocolo HTTP: Habilita a comunicação entre o navegador (Browser) e o servidor de páginas da internet (Web). Trabalha sobre o TCP na porta 80. Em

1999 foi publicado a RFC 2616 e, que sofreu constantes atualizações até agora.
1999 foi publicado a RFC 2616 e, que sofreu constantes atualizações até agora.
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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Camadas do Modelo de referência OSI e o FTP. Serviços
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Camadas do Modelo de referência OSI e o FTP.
Serviços de FTP:
 Protocolo FTP.
Fonte: Kurose, (2013). FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
Fonte: Kurose, (2013).
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Aplicações na camada de Aplicação do Modelo de referência OSI
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Tópicos HTTP:
 Descrever o HTTP.
 Conceituar conexões HTTP persistentes e não
persistentes.
 Apresentar o formato de mensagem de requisição e
resposta HTTP.
 Mostrar o funcionamento dos cookies.
 Identificar os caches web e relacioná-los com a
mensagem GET condition.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Aplicações na camada de Aplicação do Modelo de referência OSI
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
 Definição e Funcionamento: DNS (Domain Name System, 1984). São os
servidores de domínio que traduzem os endereços compostos por URLs
reais, os IPs. O formato uniforme de localizar os recursos na internet URL
são compostos por palavras que são traduzidas para endereços IPs
numéricos utilizando nos DNS na Internet. Qualquer arquivo que estiver
disponível na internet tem um URL único e real. Os browsers (softwares
navegadores) utilizam URL para acessar os arquivos em servidores
disponíveis e ativos na web
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Aplicações na camada de Aplicação do Modelo de referência OSI
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Servidores raiz: É a forma estabelecida na utilização de URL os IPs por qualquer
usuário que fizer o registro de uso do sistema. A Raiz é o nome da instituição
do cadastro na rede. Isto possibilita com que a cadastrada possa criar
subgrupos dentro da empresa, estabelecendo hierarquicamente o domínio
daquele registro no DNS.
Exemplos de tipos de domínios existentes:
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-O
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-O que é a Camada de Aplicação?
2-Como funciona os serviços desta camada?
3-Qual é a função do FTP e porque está na camada de aplicação?
4-Qual á e função do SMTP e do POP3?
5-Quais outras aplicações que funcionam na camada de aplicação?
5-Quais outras aplicações que funcionam na camada de aplicação? FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE: Formato TCP. Formatos do segmento TCP: Responsável por estabelecer e
PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:
Formato TCP.
Formatos do segmento TCP: Responsável por estabelecer e finalizar a conexão
e a transferência de dados entre duas máquinas na rede, fim-a-fim,
independente da aplicação utilizada. O TCP oferece confiabilidade. Controle de
fluxo e de congestionamento e a confirmação de recebimento.
É utilizado em redes locais como em redes de longa distância. Os pacotes
podem seguir por caminhos diferentes, fragmentados. Orientado à conexão
solicitando primeiro a conexão com o destino. Garantindo a entrega
exatamente como foi enviado, sem perdas. Comunicação Full Duplex enquanto
é
transferido até o desligamento.
O
formato do TCP é assim:
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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO: Aplicações na camada de Aplicação do Modelo de referência OSI
PROTOCOLOS NA CAMADA DE APLICAÇÃO:
Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Aplicações P2P: Peer-to-peer (par-a-par ou ponto-a-ponto) são aplicações
servidoras de Web que não tem uma infraestrutura centralizada. Já os email e
DNS utilizam arquitetura cliente-servidor que estão sempre ligados e
centralizados. No caso de aplicações P2P a dependência é mínima de outra
estação onde os pares não pertencem a um provedor/servidor. Se conectam
intermitentemente (Bit Torrent distribuição de arquivos e o DHT distributed
Hash Table).
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE: TCP. UDP. Objetivos da aprendizagem:  Definição e funcionamento. 
PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:
TCP.
UDP.
Objetivos da aprendizagem:
 Definição e funcionamento.
 Analisar os tipos de protocolos necessários para
atender à necessidade das comunicações de
uma rede e/ou negócio.
 Identificar cada protocolo com suas aplicações.
 Distinguir os tipos de serviços de cada protocolo.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE: Formato UDP. Formatos do segmento UDP: O User Datagram Protocol
PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:
Formato UDP.
Formatos do segmento UDP: O User Datagram Protocol também é fim-a-fim,
mas sem conexão. É orientado à mensagem individuais, independente dos
sistemas. Não é confiável. Especifica o número da porta do aplicativo
transmissor e o número da porta do aplicativo de destino.
O formato do UDP é assim:
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual
PROTOCOLOS NA CAMADA DE TRANSPORTE:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função do protocolo TCP?
2-Defina o que é uma comunicação fim-a-fim.
3-Qual a diferença do TCP e UDP?
4-O que é confiabilidade, conexão e controle fluxo na transmissão?
5-O são as portas na transmissão de dados?
fluxo na transmissão? 5-O são as portas na transmissão de dados? FMU Prof. Tutor Roberto Santiago
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Pacotes (Quadro/Frames/Campos) ETHERNET Preâmbulo/Início do Dados a serem transmitidos
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Pacotes (Quadro/Frames/Campos)
ETHERNET
Preâmbulo/Início do
Dados a serem transmitidos
Frame CSMA/CD
Endereço MAC de
Origem
6 bytes
Tipo Frame
Dados e CRC
FCS (CRC) Controle
de erros
Da camada superior
8 bytes
Endereço MAC de
destino
6 bytes
2 bytes
4 bytes
64 a 1518 bytes
TCP
Porta de
Porta de
Número de
Confirmação de
Tam.Header
Tam.Janela
CRC
Indicador
Opções
Dados
Seqüência
recebimento
bits de código
recebimento
Urgência
variável
Origem
Destino
Contl. erros
Testes/err
2 bytes
2 bytes
2 bytes
4 bytes
4 bytes
Cam.sup.
2 bytes
2 bytes
2 bytes
4 bytes
UDP
Porta de
Porta de
Tamanho do
Dados
Origem
Destino
Pacote UDP+CRC+Dados
CRC
Controle de erros
Variável
2 bytes
2 bytes
2 bytes
2 bytes
Camada superior
IP
Tipo
Tamanho
Iden-
Contl.
Controle
Ident.
CRC
End.IP
End.IP
Opções
Dados
Versão
Prot.Sup.
variável
Datagrama
Tificação
Fragment.
Tempo/vida
Cont.erros
Origem
Destino
Segur. IP
2 bytes
2 bytes
1 byte
Cam.sup.
2 bytes
2 bytes
1 byte
2 bytes
4 bytes
4 bytes
4 bytes
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.140.142 e 145.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Protocolo IP v4 Endereçamentos de Classes Públicas
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Protocolo IP v4
Endereçamentos de Classes Públicas
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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Endereçamento IP. Classes, mascaras default. Quebra de sub-rede classe C
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Endereçamento IP.
Classes, mascaras default.
Quebra de sub-rede classe C
Objetivos da aprendizagem:
 Definição e funcionamento.
 Endereços IPv4
 Identificar classes, mascaras.
 Endereços públicos e privados.
 Sub-rede classe C.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Aplicações na camada de Aplicação do Modelo de referência OSI
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Aplicações na camada de Aplicação do Modelo
de referência OSI e Arquitetura TCP/IP.
Princípios e Formato: O Internet Protocol – IP versão 4 é como um rótulo
numérico que cada dispositivo tem na rede da Internet chamada de
TCP/IP.
O formato do IP é assim:
•Características do Datagrama:
00000000.00000000.00000000.00000000 = 32 bits
11111111.11111111.11111111.11111111 = 2 32
4 octetos binários = 32 bits = 232 => 4.294.967.296 bilhões de IPs.
256 x 256 x 256 x 256
Não configura automaticamente.
Não tem criptografia.
Não tem QoS.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Protocolo IP v4 Divisão de Classes Públicas
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Protocolo IP v4
Divisão de Classes Públicas
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Protocolo IP v4 Mascaras:
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Protocolo IP v4
Mascaras:
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Protocolo IP v6 Internet Protocol versão 6: IPv6. Descrita
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Protocolo IP v6
Internet Protocol versão 6: IPv6. Descrita em 1994 na RFC 1752. – Inicia
em 2012, cria opções de quantidade de IPs na internet equivalente a 2 128
cerca de 340 undecilhões ou 3,4x10 38 sextilhões de combinações
diferentes. Implantação gradativa, funcionando junto com o IPv4.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Protocolos de Roteamento - Internet PROTOCOLOS DE ROTEAMENTO – Utilizado
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Protocolos de Roteamento - Internet
PROTOCOLOS DE ROTEAMENTO – Utilizado para troca de informações entre
computadores (sistemas autônomos*) permitindo que montem e mantenham as suas
tabelas de roteamentos.
BGP (Border Gateway Protocol) – Protocolo de Roteamento de Gateway Externo.
ICMP (Internet Control Message Protocol) – Protocolo de Controle de Mensagem de
Internet. (Este protocolo é utilizado pelo comando ping.)
RIP (Routing Information Protocol) – Protocolo de Informação de Roteamento.
OSPF (Open Shortest Path First) – Protocolo de Roteamento de Gateway Interno.
EIGRP (Enhanced Interior Gateway Routing Protocol) – Protocolo de Roteamento de
Gateway Interno Aprimorado.
*Sistema autônomo – Uma rede operada por uma organização utilizando seu próprio protocolo de roteamento
*Sistema autônomo – Uma rede operada por uma organização utilizando seu próprio
protocolo de roteamento interno, ex.IBM, AT&T ou qualquer outra organização na
Internet que é uma rede de redes de sistemas autônomos. (FitzGerald, 2005, pág. 127)
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Protocolo IP v4 Endereços Privados e Reservados comuns (existem
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Protocolo IP v4
Endereços Privados e Reservados comuns (existem outros):
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Protocolo IP v6 Formato do IPv6: FMU Prof. Tutor
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Protocolo IP v6
Formato do IPv6:
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Definição e Tipos de Roteamento ROTEAMENTO – Um processo que
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Definição e Tipos de Roteamento
ROTEAMENTO – Um processo que acontece em cada nó (router) na rede WAN, onde o
pacote recebido é analisado e depois da análise é definido o caminho que o pacote
deve seguir até alcançar o destino. Cada nó (router) por onde o pacote passa é
responsável pela escolha do menor ou melhor caminho para trafegar. Esta análise é
feita com base em; Tempo de resposta dos links, mudança de estados dos links,
priorização do pacote, entre outras.
CENTRALIZADO – Onde um Roteador de Alta Velocidade calcula as melhores rotas e
distribui para os outros Roteadores da rede.
ISOLADO – Cada Roteador analisa seus links e toma uma decisão isolada de
roteamento.
DISTRIBUÍDO – Os roteadores se comunicam entre si, trocam informações sobre os
links e o tráfego na rede e criam outra tabela de roteamento.
HIERÁRQUICO – Somente necessário quando a rede é muito grande e a tabela de
roteamento fica extensa. Nessa solução o roteamento é dividido por áreas conhecidas
como domínios, e em cada área um roteador faz a interface com outras áreas utilizam o
protocolo de roteamento BGP. (Moraes., 2010, pág. 133).
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Tabela - Roteamento configuração manual: Configuração do Roteador – R1
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Tabela - Roteamento configuração manual:
Configuração do Roteador – R1
Interfaces Ethernet E0 e Serial0
>enable
#configure terminal
#hostname R1
Configuração do Roteador – R2
Interfaces Ethernet E0 e Serial0
>enable
#configure terminal
#hostname R2
Configuração do Roteador – R3
Interfaces Ethernet E0 e Serial0
>enable
#configure terminal
#hostname R3
#interface ethernet0 192.168.0.2 255.255.0.0
#no shutdown
#interface serial0
#ip address 192.168.8.2 255.255.252.0
#interface ethernet0 172.16.0.1 255.240.0.0
#no shutdown
#interface serial0
#ip address 192.168.8.1 255.255.252.0
#clock rate 64000
#no shutdown
#show ip route
#interface ethernet0 10.0.0.1 255.0.0.0
#no shutdown
#interface serial0
#ip address 192.168.4.2 255.255.252.0
#no shutdown
#no shutdown
#show ip route
#show ip route
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.256,257.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função do IP privado/reservado?
2-Defina o que é classe de IP privada exemplificar?
3-Qual a diferença de IPv4 e IPv6?
4-O que é máscara de IP?
5-O é divisão por sub-rede de IP?
IPv6? 4-O que é máscara de IP? 5-O é divisão por sub-rede de IP? FMU Prof.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE: Gráfico - Roteamento configuração manual: Tabela de Rotas – R1
PROTOCOLOS NA CAMADA DE REDE:
Gráfico - Roteamento configuração manual:
Tabela de Rotas – R1
Tabela de Rotas – R2
Tabela de Rotas – R3
Rede
Interface
Rede
Interface
Rede
Interface
10.0.0.0/8
2
10.0.0.0/8
0
20.0.0.0/8
0
20.0.0.0/8
0
20.0.0.0/8
2
30.0.0.0/8
2
Default
0
Default
1
Default
1
Fonte: Simulado FMU, ENADE, outubro 2010,
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Quadros Mac Address. Protocolos ARP - NAT. Protocolo DHCP. Objetivos
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
Quadros Mac Address.
Protocolos ARP - NAT.
Protocolo DHCP.
Objetivos da aprendizagem:
 Analisar os tipos de protocolos necessários para
atender à necessidade das comunicações de uma
rede ou negócio.
 Identificar os protocolos com suas aplicações.
 Identificar os tipos de serviços de cada protocolo.
 Identificar os tipos de endereços: lógico e físico.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:  Tradução de endereços NAT fragmentação. Network Address Translation:
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
 Tradução de endereços NAT fragmentação.
Network Address Translation: NAT 1990. Protocolo que traduz endereço
válido Wan com o IP reservado de uma Lan, ou vice-versa no roteador.
Cria uma tabela interna do IP reservado com a solicitação do IP externo,
quando o retorno
solicitou.
Funcionamento:
de dados solicitados ocorrer, pela tabela saberá que
IP
de dados solicitados ocorrer, pela tabela saberá que IP FONTE:
FONTE: http://microchipdeveloper.com/tcpip:nat-translation-table 2018. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
FONTE: http://microchipdeveloper.com/tcpip:nat-translation-table 2018.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:  Aplicações ARP – RARP - DHCP. Funcionamento do enlace:
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
 Aplicações ARP – RARP - DHCP.
Funcionamento do enlace: Conectando a parte física com a parte lógica dos
dispositivos nas redes e na Internet.
•Endereço físico dos dispositivos na rede:
•Protocolo ARP: Address Resolution Protocol – Protocolo que resolve o IP lógico
com qual MAC faz o enlace. Cria uma lista com IP e o MAC. Consultas c: arp –a
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Definição SWITCHING – Um domínio de colisão distinto e de
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Definição
SWITCHING – Um domínio de colisão distinto e de funcionamento simples nas Lan. O
switch cria e mantém (enquanto está ligado) uma tabela de diversos endereços MAC
das estações ligadas a determinada porta, quando chega um frame, examina o
endereço MAC de destino do frame e verifica na tabela a porta destino e simplesmente
COMUTA o frame para a porta destino.
Toda vez que o Switch é ligado pela primeira vez na rede ele não sabe os MAC e as
portas, então quando um frame localiza um destino a estação responde a porta fica
armazenada na tabela de MACs, e da próxima vez encaminhara direto para a porta do
destinatário.
O Switch é como uma bridge multiportas que regenera o sinal por N portas que existir
no dispositivo, geralmente fixas em 12, 24 ou 48.

Portas Uplink, em geral são para conectar aos servidores ou em switches de backbone, utiliza uma tecnologia de maior velocidade não criando gargalos na transmissão. Congestionamento da Rede Quando muitos usuários são colocados, sem controle, na rede que usa Hub, gera maior competição pelo acesso ao meio, que cria excessivas

colisões e degradação na performance da rede, isso é o congestionamento da rede.
colisões e degradação na performance da rede, isso é o congestionamento da rede.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Colisão SWITCHING – Nas redes o Ethernet puro, onde as
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
Colisão
SWITCHING – Nas redes o Ethernet puro, onde as estações “escutam” o barramento e
transmitem apenas quando não há presença de sinal, o barramento livre. Existe um
determinado instante em que duas estações ao mesmo tempo escutaram que o
barramento estava livre e tentam transmitir, neste momento ocorre a COLISÃO
literalmente dos dados. Quando isso ocorre é enviado um sinal para aguardar e tentar
novamente um determinado tempo depois, podendo tentar até 10 vezes e depois
abortar a tentativa.(algoritmo de backoff)
Recomenda-se uma taxa de 10% de colisões aceitáveis numa rede, mais que isso já
apresenta problemas. (quantidades de estações e tamanho da rede).
Com taxas baixas de utilização das redes, o Hub apresenta uma performance melhor
que um Switch, a um custo menor, mas nem sempre a troca de um Hub por um Switch
pode ser a solução.
Lembrar sempre os números mágicos de taxa máxima de utilização de 35% e de colisão
Lembrar sempre os números mágicos de taxa máxima de utilização de 35% e de colisão
de 10%, segundo Moraes, página 103.
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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:  Aplicações ARP – RARP - DHCP. Protocolo RARP: Reverse
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
 Aplicações ARP – RARP - DHCP.
Protocolo RARP: Reverse Address Resolution Protocol - Protocolo que resolve
o inverso do ARP. Onde Informa o MAC e qual IP está relacionado.
Protocolo DHCP: Dynamic Host Configuration Protocol – Configura e gera
automaticamente os endereços lógicos de IP na rede. Um software servidor e
os clientes. Tipos; Manual, Automático e Dinâmico.
FMU FONTE: https://whatismyipaddress.com/dhcp 2018. Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
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FONTE: https://whatismyipaddress.com/dhcp 2018.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Eficiência 35% Fonte: MORAES, 2010, Pág.101.
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
Eficiência 35%
Fonte: MORAES, 2010, Pág.101.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: VLans VLANs – São redes locais independentes com domínios de
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
VLans
VLANs – São redes locais independentes com domínios de broadcast separados para
conexão das suas estações. São redes virtuais, logicamente conectadas, podendo ser
criadas em um único switch ou entre vários switches. Cada VLAN possui uma tabela
com a relação dos computadores que fazem parte dela com os endereços das portas
para chegar a estes computadores.
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.194/198.
Fonte: MORAES, 2010, Pág.116.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Tipos VLans VLAN por PORTA: Critério tradicional por switches camada
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
Tipos VLans
VLAN por PORTA: Critério tradicional por switches camada 2 comuns.
VLAN por MAC Address: Baseado no endereço MAC da estação, independente do local
físico que estiver a estação será conectada á Vlan que participa.(usuário de Notebook).
VLAN por endereço IP: Verifica o endereço origem da máquina conectada e faz a
ligação na Vlan correspondente.
VLAN por Autenticação: Quando o usuário conecta á rede solicita uma autenticação e
de acordo com esta autenticação do usuário é detectada a Vlan determinada.
“Não trate o SWITCH como um HUB, explore as tremendas facilidades que esta tecnologia oferece para melhorar o Desempenho da Rede”
Moraes, 2010, página 121.
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.206.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:  Formato ETHERNET e CSMA/CD. Formato: A Ethernet é uma
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
 Formato ETHERNET e CSMA/CD.
Formato: A Ethernet é uma arquitetura de interconexão das redes
cabeadas locais (LAN) com envio de pacotes da origem ao destino através
dos meios físicos com acesso ao meio (MAC).
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FONTE: https://faqinformatica.com/redes-ethernet/ 2018.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Meios físicos: Recursos utilizados para as conexões e transmissões de
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
Meios físicos: Recursos utilizados para as conexões e transmissões de dados
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Material de Apoio

PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA: Vantagens das VLans Aumento da performance: Diminui a tempestade de
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
Vantagens das VLans
Aumento da performance: Diminui a tempestade de broadcast no tempo de resposta.
Facilidade de gerenciamento: Simplificado, rápido, claro, prático e eficiente através da
plataforma de gerenciamento.
Topologia de rede independente: Rede lógica independente da topologia física,
flexibilidade para modificação da rede.
Aumento da Segurança: Separando as redes e os usuários.
Fonte: SOUSA, 2010, Pág.210.
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:  Formato e funcionamento. •CSMA/CD: Acesso múltiplo com verificação de
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 Formato e funcionamento.
•CSMA/CD: Acesso múltiplo com verificação de ondas com detecção de
colisão. (Carrier Sense Multiple Access with Collision Detection).
FONTE: https://faqinformatica.com/redes-ethernet/ (2018).
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PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:  Atividade prática:  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO 1-Qual
PROTOCOLOS NA CAMADA DE ENLACE/FÍSICA:
 Atividade prática:
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Qual a função do Mac Address?
2-Defina o que é Ethernet.
3-Qual a diferença de endereço lógico e físico no mesmo computador?
4-O que é DHCP e o que ele faz?
5-O que faz o protocolo ARP?
4-O que é DHCP e o que ele faz? 5-O que faz o protocolo ARP? FMU
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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE: Cisco Packet Tracer. Objetivos da aprendizagem:  Simulação de rede
SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:
Cisco Packet Tracer.
Objetivos da aprendizagem:
 Simulação de rede compartilhada.
 Simulação de rede comutada.
 Simulação de rede roteamento estático.
 Simulação de rede roteamento dinâmico.
 Simulação de redes matriz e filiais.
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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:  Cisco Packet Tracer. FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1
SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:
 Cisco Packet Tracer.
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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:  Cisco Packet Tracer.
SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:
 Cisco Packet Tracer.
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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:  Cisco Packet Tracer.
SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:
 Cisco Packet Tracer.
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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:  Cisco Packet Tracer.
SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:
 Cisco Packet Tracer.
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SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:  Atividade prática (laboratório):  PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
SIMULAÇÃO DE REDES - SOFTWARE:
 Atividade prática (laboratório):
 PERGUNTAS SOBRE O ASSUNTO ABORDADO
1-Como fazer com que os micro de uma rede se comuniquem no software de simulação?
2-Defina o que é rede compartilhada com redundância de acessos.
3-O que é um roteamento estático?
4-Como configurar manualmente os IPs?
5-O é uma VPN nas transmissões de dados nas redes de computadores?
5-O é uma VPN nas transmissões de dados nas redes de computadores? FMU Prof. Tutor Roberto
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Siglas e Abreviações FMU Prof. Tutor Roberto Santiago 2019-1 Ti verde
Siglas e Abreviações
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