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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO LESTE DE MINAS GERAIS

CURSO DE DIREITO

MATHEUS BARCELOS GOMES

O PRINCIPIO DA INSIGNIFICÂNCIA E OS BENS JURIDICOS COLETIVOS

CORONEL FABRICIANO

2018
MATHEUS BARCELOS GOMES

O PRINCIPIO DA INSIGNIFICÂNCIA E OS BENS JURIDICOS COLETIVOS

Trabalho parcial sobre conclusão de


Curso apresentado ao Curso de Direito
do Centro Universitário do Leste de
Minas Gerais – UNILESTE como
requisito à obtenção de título de
Direito.
Orientador(a):

CORONEL FABRICIANO
RESUMO

O presente projeto de pesquisa tem como objetivo dissecar os principais


celeumas conceituais e doutrinários acerca dos bens jurídicos coletivos. Além
disso buscaremos incorporar à pesquisa alternativas para a proteção dos bens
jurídicos penais coletivos que não utilizem toda a força repressiva do Direito
Penal. Por meio da pesquisa de jurisprudência, nos sítios eletrônicos do
Supremo Tribunal Federal e do Superior Tribunal de Justiça, será feito um
levantamento da aplicabilidade do princípio da insignificância aos principais
crimes que tem como objetivo proteger os bens jurídicos coletivos e demonstrar
quais os argumentos sustentam as teses de aplicabilidade ou inaplicabilidade do
postulado. Ao fim será demonstrado o resultado por meio de gráficos
representativos.

Palavras-chave: Principio da insignificância, bens jurídicos coletivos, crimes


formais, crimes de perigo abstrato, princípio da bagatela, tipicidade material.
SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO........................................................................................4

1.1. Objetivo..................... ..................................................................8

1.1.1. Objetivo Geral.........................................................................8

1.1.2. Objetivo Específico.................................................................8

1.2. Justificativa.................................................................................8

1.3. Delimitação..................................................................................8

1.4. Questões de Estudo...................................................................9

2. REVISÃO DE LITERATURA..................................................................9

2.1. Do conceito de bem jurídico coletivo e difuso......... ..............9

3. METODOLOGIA...................................................................................10

4. CRONOGRAMA...................................................................................11

5. ORÇAMENTO.......................................................................................12

REFERENCIAS...................... ..............................................................12
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1. INTRODUÇÃO

O Direito Penal pode ser conceituado – no sentido dinâmico e social – como o


instrumento que o Estado utiliza para realizar o controle social (BIANCHINI; GOMES;
MOLINA, 2009).

Sua finalidade, nas lições de Rogerio Greco (2017, p. 16) é: “Proteger os bens mais
importantes e necessários para a própria sobrevivência da sociedade. ”

Os bens tutelados pelo Direito Penal são aqueles que o legislador optou por
proteger com o instrumento mais repressivo e violento que o Estado possui, destarte
os bens jurídicos são frutos de uma opção legislativa, este na seleção de tais bens
deve ter com norte a Lei Maior (GRECO, 2017).

Portanto, surge o raciocínio referente ao princípio da Intervenção Mínima que


tem como escopo limitar a atuação legiferante, conduzindo-a a escolher os bens que
os outros ramos do Direito não têm a capacidade de tutelar da maneira que exige o
corpo social (GRECO, 2017).

Corolário da intervenção mínima, o princípio da fragmentáriedade, definido, nos


ensinamentos de Guilherme de Souza Nucci (2014, p. 67), da seguinte forma:
“Fragmentariedade significa que nem todas as lesões a bens jurídicos protegidos
devem ser tuteladas e punidas pelo direito penal que, por sua vez, constitui somente
parcela do ordenamento jurídico.”

Nesse contexto aparece o princípio da insignificância, que impede o Estado de


usar do Direito Penal para punir condutas que não ofendam o bem jurídico tutelado
de forma significativa. Com efeito, para que exista tipicidade penal, não basta a
tipicidade formal - adequação perfeita da conduta aos moldes previsto no tipo penal –
a lesão deve ser, também, expressiva. Assim, frequentemente condutas que se
encaixam perfeitamente em determinada descrição típica não possuem a importância
que exige o Direito Penal (BITENCOURT, 2012).
5

Notadamente os Tribunais pátrios e a doutrina reconhecem que o postulado é


envazado na constituição implicitamente e têm aplicado-o, sem maiores dificuldades,
aos crimes patrimoniais e àqueles que o bem jurídico protegido é de cunho individual,
entretanto há intensa discussão doutrinária e jurisprudencial quando o campo de
aplicação da tese dar-se em crimes cujos os bens jurídicos são coletivos. Guilherme
de Souza Nucci (2014, p. 181) destaca a relevância do tema:

“Há diversos bens, penalmente tutelados, envolvendo o interesse geral da


sociedade, de modo que não contêm um valor específico e determinado. Não
se quer com isso sustentar a inviabilidade total de aplicação da insignificância
para delitos, cujo bem jurídico é de interesse da sociedade. O ponto de relevo
é dar o devido enfoque a tais infrações penais, tendo cuidado para aplicar o
princípio ora examinado. ”

O entendimento majoritário da jurisprudência é a não aplicabilidade, como


regra, por exemplo, nos crimes contra a Administração Pública, Saúde Pública e
Segurança da coletividade, vejamos o teor dos seguintes julgados:

"AGRAVO REGIMENTAL EM RECURSO ESPECIAL. PENAL.


PECULATO. CRIME CONTRA A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA.
PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. NÃO CABIMENTO.
1. Não se aplica o princípio da insignificância aos crimes contra a
Administração Pública, uma vez que a norma visa resguardar não
apenas a dimensão material, mas, principalmente, a moral
administrativa, insuscetível de valoração econômica.
[...]
2. Agravo regimental a que se nega provimento"
(STJ, 2014)

AGRAVO REGIMENTAL. RECURSO ESPECIAL. LEGISLAÇÃO


EXTRAVAGANTE. LEI N. 11.343/2006. TRÁFICO DE
ENTORPECENTES. INTRODUÇÃO ILEGAL EM TERRITÓRIO
NACIONAL DE INSUMO DE ENTORPECENTES.
IMPORTAÇÃO CLANDESTINA DE SEMENTES DE CANNABIS
SATIVA. MATÉRIA-PRIMA DESTINADA À PREPARAÇÃO DE
SUBSTÂNCIA ENTORPECENTE. CONDUTA TÍPICA.
RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. PROSSEGUIMENTO DA
AÇÃO PENAL. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA.
INAPLICABILIDADE EM RAZÃO DAS CIRCUNSTÂNCIAS DO
DELITO. OBITER DICTUM.
1. A importação clandestina de sementes de cannabis sativa linneu
(mac
onha) configura o tipo penal descrito no art. 33, § 1º, I, da Lei n.
11.343/2006.
[...]
5. A jurisprudência deste Superior Tribunal considera que não se
aplicar o princípio da insignificância aos delitos de tráfico de
6

drogas e uso de substância entorpecente, pois trata-se de


crimes de perigo abstrato ou presumido, sendo irrelevante para
esse específico fim a quantidade de droga apreendida.
[...]
8. Agravo regimental improvido.
(STJ, 2016, grifo nosso)

PENAL E PROCESSO PENAL. AGRAVO REGIMENTAL EM


RECURSO ESPECIAL. PORTE ILEGAL DE MUNIÇÃO. LEI Nº
10.826/2003. TIPICIDADE. CRIME DE PERIGO ABSTRATO.
1. É firme a jurisprudência dos Tribunais Superiores no sentido de que
os delitos de porte de armas e munição de uso permitido ou restrito,
tipificados nos artigos 12, 14 e 16 da Lei n. 10.826/2003, são crimes
de mera conduta e de perigo abstrato, em que se presume a
potencialidade lesiva, sendo inaplicável o princípio da
insignificância independentemente da quantidade apreendida
2. Agravo regimental improvido.
(STJ, 2018, grifo nosso)

Toda via, apesar das decisões expostas ambos os tribunais superiores têm proferido
julgados em sentido oposto à regra geral, o estudo da aplicabilidade da regra geral e
dos outliers mencionados ganha, assim, grande relevo para o jurista.

1.1. Objetivo

1.1.1. Objetivo Geral

Analisar a aplicação do princípio da insignificância pelos Tribunais brasileiros,


tecendo breves comentários sobre a aplicabilidade geral e analisando sua atuação
naqueles crimes em que o bem jurídico tutelado é coletivo.

1.1.2. Objetivo Específico

Explicar os parâmetros definidos pelo Supremo Tribunal Federal para a


aplicação do princípio da insignificância. Analisar a jurisprudência dos Tribunais
Superiores quanto a aplicabilidade do postulado nos crimes definidos pela Lei de
Drogas, Estatuto do Desarmamento e aqueles contra a administração pública
definidos no Código Penal Brasileiro.

1.2. Justificativa
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O motivo determinante para a escolha do tema fundamenta-se na relevância


de entender a aplicabilidade do princípio da insignificância em crimes nos quais o bem
jurídico protegido pela norma penal é supraindividual, os quais a proteção vai além do
indivíduo, alcançando toda a coletividade.

1.3. Delimitação

O presente projeto de pesquisa limitar-se-á a introduzir sumamente o


surgimento do princípio da insignificância na doutrina penal e analisar as decisões
relevantes do Supremo Tribunal Federal, e do Superior Tribunal de Justiça que decide
sobre a aplicação do postulado aos crimes definidos nas Leis nº 11.343/2006
(BRASIL, 2006), no Estatuto do Desarmamento (BRASIL, 2003) e os crimes definidos
no Título XI do Decreto-Lei nº 2.848 (BRASIL, 1940).

1.4. Questões de Estudo

Quais são os fundamentos jurídicos do princípio da insignificância?

Como deve ser realizada a valoração do bem jurídico e da lesão provocada pela
conduta delituosa para tipificação material?

Qual entendimento da doutrina e jurisprudência em relação a sua aplicação nos


crimes cujo o bem protegido é coletivo?

2. REVISÃO DE LITERATURA

2.1. Do conceito de bem jurídico coletivo e difuso.

Com o avanço da sociedade, observa-se que a proteção dos bens jurídicos


individuais não mais supre as necessidades do corpo social, devendo, pois, passar a
ser objeto de tutela penal os bens jurídicos coletivos, difusos ou metaindividuais.
8

Conceituado os bens jurídicos-penais individuais, há que se fazer a distinção


entre aqueles chamados de coletivos e difusos, Smanio (2000, p.124) propõe a
seguinte classificação:

“De natureza coletiva: que se referem à coletividade, de forma que os


indivíduos não têm disponibilidade sem afetar os demais titulares do
bem jurídico. São dessa forma, indivisíveis aos titulares”

A diferença reside no seguinte ponto: naqueles de natureza coletiva não há uma


confrontação entre os grupos da sociedade, contudo, nos bens jurídicos de natureza
difusa isso ocorre (SMANIO, 2000).

A relevância de traçar um conceito de bens jurídicos deve-se as suas funções, nesse


sentido explica Bitencourt (2012, p. 21):

“O conceito de bem jurídico desempenha uma função essencial de


crítica do Direito Penal: por um lado, funciona como fio condutor para
a fundamentação e limitação da criação e formulação dos tipos penais;
por outro lado, auxilia na aplicação dos tipos penais descritos na Parte
Especial, orientando a sua interpretação e o limite do âmbito da
punibilidade”

Apesar da proteção dos bens jurídicos difusos estar amplamente presente no corpo
jurídico das sociedades atuais, há aqueles que defendem um Direito Penal que tutele
apenas os bens jurídicos individuais, o chamado Direito de Intervenção, o qual
Sanches (2015, p. 38) define como:

“As infrações de índole difusa (ou coletiva) e causadoras de perigo


abstrato seriam tuteladas pela Administração Pública, por meio de
um sistema jurídico de garantias materiais e processuais mais
flexíveis, sem risco da privação de liberdade do infrator. Situado
entre o direito penal e o direito administrativo, nasce o Direito de
Intervenção. ”

Propõe-se ainda a existência de um meio-campo entre o Direito Penal – aquele que


deveria se preocupar tão somente com nos bens individuais – e o Direito
administrativo, assim, existiria nesse sistema o Direito Administrativo-penal, de forma
que não seja tão rígido como o direito penal, e ainda aproveite a fluidez do
administrativo (REALE JUNIOR, 1999).
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3. METODOLOGIA

Este estudo será caracterizado como revisão crítica da literatura, de caráter qualitativo por
meio de levantamento bibliográfico realizado em bases científicas de dados. Ribeiro
(CERVO; BERVIAN; DA SILVA, 2007, p. 75)

“Todo texto acadêmico precisa de um “fio condutor”, uma linha de


raciocínio que guie a leitura do texto, levando o leitor das premissas
às conclusões. Assim, antes de começar a revisão bibliográfica, leia
os chamados “livros clássicos” sobre o tema, para descobrir/relembrar
os conceitos e as ideias principais relacionados ao seu trabalho. ”

Para Machado (2004, p.16), o conteúdo da revisão bibliográfica:

“A revisão bibliográfica é obrigatória porque possibilita ao pesquisador


um aprofundamento no assunto através de literatura pertinente. E o
relato didático do status atual dos estudos sobre o assunto (estado da
arte), permite que o leitor se atualize. Deve-se então informar o que já
foi feito ou o que se sabe a respeito do tema através da descrição dos
trabalhos relevantes já realizados, destacando a autoria do trabalho,
deixando claro seus objetivos e os resultados alcançados. Também é
interessante acrescentar comentários sobre o trabalho em questão
apontando, por exemplo, limitações. Se há trabalhos que divergem é
preciso destacar quais os pontos. ”

Jacobsen (2014, p.n.p) considera que:

“Tome cuidado com referências antigas. A ciência traz novidades em


um ritmo relativamente rápido, por isso deve-se evitar utilizar
referências com mais de dez anos. Se possível, e isso irá depender do
tema pesquisado, tente concentrar a maior parte das citações com
menos de cinco anos”

A busca de material para elaboração da revisão de literatura ocorrerá no período de


agosto de 2018 a dezembro 2019 em periódicos impressos e eletrônicos, como por
exemplo: livro, monografia, dissertação, artigo científico, documentos e informações
publicadas na página do Ministério da Justiça; do Ministério da Educação; da Ordem
dos Advogados do Brasil - OAB.

O material científico será selecionado por leitura prévia do resumo, em busca da


composição da base bibliográfica desse estudo. O resumo que aproximar da resposta
aos objetivos propostos será selecionado.
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4. CRONOGRAMA

O PRINCIPIO DA INSIGNIFICÂNCIA E OS BENS JURIDICOS COLETIVOS

DATAS METAS

Agosto/2018 Definição de tema e título.

Elaboração do objetivo geral.

Agosto e Início da pesquisa bibliográfica


Setembro/2018

Setembro e Elaboração do projeto de pesquisa.


Outubro/2018
Entrega da 1ª versão do projeto de pesquisa.

Apresentação do projeto de pesquisa – 1ª versão.

Outubro e Correção do projeto de pesquisa.


Novembro/2018
Entrega da 2ª versão do projeto de pesquisa.

Apresentação do projeto de pesquisa.

Novembro e Pesquisa bibliográfica


Dezembro/2018

Fevereiro e Coleta de dados.


Março/2019
Fundamentação teórica.

Março e Coleta de dados.


Abril/2019
Fundamentação teórica.

Abril e Discussão dos resultados.


Maio/2019
Fundamentação teórica.
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Maio e Discussão dos resultados.


Junho/2019
Fundamentação teórica.

Junho e Discussão dos resultados


Julho/2019
Fundamentação

Agosto/2019 Considerações finais

Setembro/2019 Elaboração parte pré-textual

Outubro/2019 Entrega da 1ª versão da monografia

Novembro/2019 Correção da monografia

Dezembro/2019 Entrega e apresentação da monografia – versão final.

5. ORÇAMENTO

Data Finalidade VALOR


27/10/2018 Caneta R$2,00
1/09/2018 Impressão 1º versão projeto de R$2,40
pesquisa
04/12/2018 Livro: Bens jurídicos penais R$45,50
10/12/2018 Impressão da segunda versão do R$2,50
projeto
TOTAL R$52,40
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REFERENCIAS

BIANCHINI, A.; GOMES, L. F.; MOLINA, A. G.-P. Direito Penal: introdução e principios fundamentais.
2º. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2009.

BITENCOURT, C. R. Tratado de direito penal: parte geral. 17ª. ed. São Paulo: Saraiva, 2012.

BRASIL. Decreto-lei no 2.848, de 7 de dezembro de 1940. Código Penal, Brasilia,DF, 7 Dezembro


1940.

BRASIL. Lei nº 10.826, de 22 de dezembro de 2003. Estatuto do desarmamento, Brasilia,DF,


Dezembro 2003.

BRASIL. Lei nº 11.343, de 26 de agosto de 2006. Institui o Sistema Nacional de Políticas Públicas
sobre Drogas - Sisnad; prescreve medidas para prevenção do uso indevido, atenção e reinserção
social de usuários e dependentes de drogas; estabelece normas para repressão à produção não
autorizada e ao trá, Brasilia,DF, Agosto 2006.

CERVO, A. L.; BERVIAN, P. A.; DA SILVA, R. Metodologia Cientifica. 6ª. ed. São Paulo: Prentice Hall,
2007.

GRECO, R. Curso de Direito Penal: parte geral. 17ª. ed. Rio de Janeiro: Impetus, v. I, 2017.

JACOBSEN, P. Como fazer uma revisão bibliográfica. Universidade Federal do Rio Grande do Sul:
Blog da Biblioteca, 2014. Disponivel em: <https://www.ufrgs.br/blogdabc/como-fazer-uma-revisao-
bibliografica/>. Acesso em: 10 dez. 2018.

MACHADO, M. M. M. Metodologia em Monografia. Apostila metodologia em monografia, 2004.


Disponivel em: <http://www.csr.ufmg.br/geoprocessamento/publicacoes/metodologia.pdf>. Acesso
em: 10 dez. 2018.

NUCCI, G. D. S. Manual de direito penal. Rio de Janeiro: Forense, 2014.

REALE JUNIOR, M. Despenalização no direito penal econômico: uma terceira via entre o crime e a
infração administrativa?. Revista Brasileira de Ciências Criminais, São Paulo, v. 7, n. 28, p. 128, out
1999.

SMANIO, G. P. Tutela Penal dos Interesses Difusos. São Paulo: Atlas, 2000.

STJ. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL : AgRg no REsp 1382289 PR 2013/0131925-2


Relator: Ministro João Otavio de Noronha. DJ: 05/06/2014. JusBrasil, 08 dez. 2014. Disponivel em:
<https://stj.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/25118905/agravo-regimental-no-recurso-especial-agrg-
no-resp-1382289-pr-2013-0131925-2-stj>. Acesso em: 08 Dezembro 2018.

STJ. AgRg no REsp 1442224 / SP AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL Relator: Ministro
Sebastião Reis Junior. DJ: 24/05/2016. JusBrasil, 2016. Disponivel em:
<https://stj.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/466573941/re-nos-edcl-no-agrg-no-recurso-especial-re-
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nos-edcl-no-agrg-no-resp-1442224-sp-2014-0057335-9?ref=juris-tabs>. Acesso em: 08 Dezembro


2018.

STJ. AGRAVO REGIMENTAL NO RECURSO ESPECIAL : AgRg no REsp 1746733 MG 2018/0139721-5,


Relator: Ministra Maria Thereza de Assis Moura, DJ: 16/08/2018. JusBrassil, 2018. Disponivel em:
<https://stj.jusbrasil.com.br/jurisprudencia/619213617/agravo-regimental-no-recurso-especial-agrg-
no-resp-1746733-mg-2018-0139721-5>. Acesso em: 08 Dezembro 2018.