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RAMATIS

JARDIM DOS ORIXAS


Obra mediúnica psicografada
pelo médium Norberto Peioto

1
Ramat!s
Trilogia" Apometria e #mbanda $ %i&ro ' (

JARDIM DOS ORIXAS


Obra mediúnica psicografada pelo médium Norberto Peixoto

Trilogia: Apometria e Umbanda - Livro 1  !"OLU#$O NO PLAN!TA A%UL &''(


Livro &  )A*+, +O. O*,/0. &''
Livro (  "O%!. +! A*UAN+A &''2

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JARDIM DOS ORIXAS
Obra mediúnica psicografada pelo médium Norberto Peixoto

Os instrumentos utili3ados pelos m a g o s n e g r o s d a s s o m b r a s p a r a b


uscar
o d o m 4 n i o d a s mentes encarnadas s5o variados e complexos

Nesta obra6 *amat4s prossegue nd tarefa de transcender as fronteiras do 78


-
sabido para iluminar 9ngulos menos compreendidos do cen8rio oculto do planet
a6
esclarecendo com peculiar ob7etividade alguns desses processos indese78veis

A manipula5o dos ;artificiais; e o se<=estro de corpos etéricos6 a utili3a5o


do ectoplasma dos ;vivos; e a manuten5o dos ;centros de vampiri3a5o energética;6
dissimulados nos redutos de pra3er astralinos6 a >ipnose coletiva cotidiana das multid?es
imantadas @s regi?es umbralinas durante o sono6 s5o desvendados com clare3a

"8rios recursos utili3ados pela umbanda e pela apometria na liberta5o e na


cura s5o analisados a<ui em profundidade As experincias extracorpBreas6
os
desdobramentos grupais6 a experincia m4stica6 as capacidades ps4<uicas6 entre outros A
atua5o das falanges de umbanda e a sua estrutura m8gica s5o ilustradas pelo trabal>o
de entidades <ue incursionam com o médium no ,nvis4vel

*amat4s n5o deixa dúvidas <uanto @ nature3a real dos ve4culos do >omem6 e
a
verdadeira dimens5o em <ue a apometria atua sobre eles6 restabelecendo as verdades
simples da sabedoria milenar6 ensinada desde o alvorecer da raa >umana pelos instrutores
planet8rios

Um manual inestim8vel de con>ecimentos ocultos6 tradu3idos pela did8tica


cristalina de *amat4s para os <ue buscam o con>ecimento como via de expans5o d
e
conscincia6 no servio aos semel>antes
(

O)RAS D* RAMATIS +

1 A vida no planeta marte Cerc4lio 5es 1D22 *amatis Ereitas Fastos


& ensagens do astral Cerc4lio 5es 1D2G *amatis Hon>ecimento
( A vida alem da sepultura Cerc4lio 5es 1D2I *amatis Hon>ecimento
 A sobrevivncia do !sp4rito Cerc4lio 5es 1D2J *amatis Hon>ecimento
2 Eisiologia da alma Cerc4lio 5es 1D2D *amatis Hon>ecimento
G ediumnismo Cerc4lio 5es 1DG' *amatis Hon>ecimento
I ediunidade de cura Cerc4lio 5es 1DG( *amatis Hon>ecimento
J O sublime peregrino Cerc4lio 5es 1DG *amatis Hon>ecimento
D !lucida?es do além Cerc4lio 5es 1DG *amatis Hon>ecimento
1' A miss5o do espiritismo Cerc4lio 5es 1DGI *amatis Hon>ecimento
11 agia da reden5o Cerc4lio 5es 1DGI *amatis Hon>ecimento
1& A vida >umana e o esp4rito imortal Cerc4lio 5es 1DI' *amatis Hon>ecimento
1( O evangel>o a lu3 do cosmo Cerc4lio 5es 1DI *amatis Hon>ecimento
1 .ob a lu3 do espiritismo Cerc4lio 5es 1DDD *amatis Hon>ecimento
12 ensagens do grande cora5o America Paoliello ar<ues K *amatis Hon>ecimento

1G !vangel>o 6 psicologia 6 ioga America Paoliello ar<ues K *amatis etc Ereitas Fastos
1I )esus e a )erusalém renovada America Paoliello ar<ues K *amatis Ereitas Fastos
1J Frasil 6 terra de promiss5o America Paoliello ar<ues K *amatis Ereitas Fastos
1D "iagem em torno do !u America Paoliello ar<ues K *amatis Colus Publica?es

&' omentos de reflex5o vol 1 aria argarida Liguori 1DD' *amatis Ereitas Fastos
&1 omentos de reflex5o vol & aria argarida Liguori 1DD( *amatis Ereitas Fastos
&& omentos de reflex5o vol ( aria argarida Liguori 1DD2 *amatis Ereitas Fastos
&( O >omem e a planeta terra aria argarida Liguori 1DDD *amatis Hon>ecimento
& O despertar da conscincia aria argarida Liguori &''' *amatis Hon>ecimento
&2 )ornada de Lu3 aria argarida Liguori &''1 *amatis Ereitas Fastos
&G !m busca da Lu3 ,nterior aria argarida Liguori &''1 *amatis Hon>ecimento

&I otas de Lu3 Featri3 Fergamo 1DDG *amatis .érie !lucida?es

&J As flores do oriente arcio odin>o &''' *amatis Hon>ecimento

&D O Astro ,ntruso Cur T>an +e .>id>a &''D *amatis ,nternet

(' H>ama Hr4stica Norberto Peixoto &''' *amatis Hon>ecimento


(1 .amad>i Norberto Peixoto &''& *amatis Hon>ecimento
(& !volu5o no Planeta A3ul Norberto Peixoto &''( *amatis Hon>ecimento
(( )ardim dos Orix8s Norberto Peixoto &'' *amatis Hon>ecimento
( "o3es de Aruanda Norberto Peixoto &''2 *amatis Hon>ecimento
(2 A miss5o da umbanda Norberto Peixoto &''G *amatis Hon>ecimento
(G Umbanda Pé no c>5o Norberto Peixoto &''D *amatis Hon>ecimento

;Onde a mente é destemida e a cabea se mantém erguidaM


Onde o con>ecimento é livreM
Onde o mundo n5o foi dividido em fragmentos por estreitas paredes domésticas
M
Onde as palavras brotam das profunde3as da verdadeM
Onde o esforo infatig8vel estende seus braos para a perfei5oM
Onde o l4mpido
nas sombrias regato
areias n5o se do
desérticas embren>ou6 perdido6
>8bito estagnadoM
Onde a mente6 guiada por Ti6 avana rumo ao
pensamento e a a5o sempre mais amplosM
Neste céu de liberdade6 meu Pai6 permite <ue min>a p8tria desperte

RA)INDRANATI I
TA,OR*

Poe
ta Indiano
Pr-mio Nobel de
%iteratura
2

Sum.rio

Fiografia de *amatis 'J

Universalismo  1

Umbanda é de crena esp4rita  1G

Umbanda - .ua face 1J

Pref8cio  1D
Pre9mbulo de *amat4s &(

PART* / $INSTR#M*NTOS DA MA,IA '0

HAPTULO 1
CistBria de Tertuliano &I

HAPTULO &
Os Artificiais6 condensadores energéticos na magia negra  (1

HAPTULO (
!st4mulos magnéticos transcranianos no atendimento apométrico  G

HAPTULO 
Pagamento pelo benef4cio dos !sp4ritos e o fracasso dos médiuns  2&

HAPTULO 2
*elato de caso ,  G'

PART* ' $ A *XPANS1O DAS 2APA2IDAD*S PS!3#I2AS * 04


AS *XP*RI5N2IAS *XTRA2ORP6R*AS
HAPTULO 1
Aspectos ps4<uicos da experincia m4stica G2

HAPTULO &
.exo na explora5o do Plano !xtraf4sico I(

HAPTULO (
Horrentes astrais coletivas de pensamentos parasitas  IJ

HAPTULO 
+esdobramentos grupais na apometria JJ

HAPTULO 2
Assédios ps4<uicos entre encarnados fora do corpo f4sico
1'

HAPTULO G
*elato de caso &  1'I

PART* 7 $ D*MAIS R*%ATOS D* 2ASOS //8

HAPTULO 1
*elato de caso ( 111

HAPTULO &
*elato de caso   11(

HAPTULO (
*elato de caso 2 112

AN!/O
A sabedoria milenar dos corpos espirituais 11J
I

RAMATIS
#ma R.pida )iografia
A 9%TIMA *N2ARNA:1O D* RAMATIS
S;AMI SRI RAMATIS
( partesQ

Parte I

Na ,ndoc>ina do século /6 o amor por um tapeceiro >indu6 arrebata o cora5o de


uma vestal c>inesa6 <ue foge do templo para desposa-lo +o entrelaamento dessas duas
almas apaixonadas nasce uma criana Um menino6 cabelos negros como ébano6 pele na cor
do cobre claro6 ol>os aveludados no tom do castan>o escuro6 iluminados de ternura

O esp4rito <ue ali reencarnava6 tra3ia gravada na memBria espiritual a miss5o de


estimular
intelignciaasfulgurante6
almas dese7osas
fruto dedeexperincias
con>ecer a ad<uiridas
verdade A<uela criana cresce
em encarna?es demonstrando
anteriores

Eoi instrutor em um dos muitos santu8rios inici8ticos na ndia !ra muito inteligente
e desencarnou bastante moo )8 se >avia distinguido no século ,"6 tendo participado do
ciclo ariano6 nos acontecimentos <ue inspiraram o famoso poema >indu ;*amaiana;6 neste
poema >8 um casal6 *ama e .ita6 <ue é s4mbolo inici8tico de princ4pios masculino
e
femininoM unindo-se *ama e atis6 .ita ao inverso6 resulta *amaatis6 como realmente se
pronuncia em ,ndoc>insQ Um épico <ue conte todas as informa?es dos "edas <u
e
7untamente com os Upanis>ades6 foram as primeiras vo3es da filosofia e da religi5o do
mundo terrestre6 informa *amatis <ue apBs certa disciplina inici8tica a <ue se submetera na
c>ina6 fundou
a>atmas um um
criaram pe<ueno templo
ambiente inici8tico grande3a
de taman>a nas terrasespiritual
sagradaspara
da seu
ndiapovo6
onde<ue
os ainda
antigos
>o7e6 nen>um estrangeiro visita a<uelas terras sem de l8 tra3er as mais profun
das
impress?es @ cerca de sua atmosfera ps4<uica

Eoi adepto da tradi5o de *ama6 na<uela época6 cultuando os ensinamentos do


;*eino de Osiris;6 o .en>or da Lu36 na inteligncia das coisas divinas ais tarde6 n
o
!spao6 filiou-se definitivamente a um grupo de trabal>adores espirituais cu7a ins4gnia6 em
linguagem ocidental6 era con>ecida sob a pitoresca denomina5o de ;Templ8rios das
cadeias do amor; Trata-se de um agrupamento <uase descon>ecido nas colRnias invis4veis

do além6 7unto a regi5o do Ocidente6 onde se dedica a trabal>os profundamente ligados @


psicologia Oriental

Os <ue lem as mensagens de *amatis e est5o familiari3ados com o simbolismo do


Oriente6 bem sabe o <ue representa o nome ;*AA-T,.;6 ou ;.SA, .*, *AA-T.;6
como era con>ecido nos santu8rios da época  <uase uma ;c>ave;6 uma designa5o de
>ierar<uia ou dinastia espiritual6 <ue explica o emprego de certas express?es <
ue
transcendem as prBprias formas ob7etivas *ama o nome <ue se d8 a prBpria divindade6 o
Hriador cu7a fora criadora emana M é um antram: os princ4pios masculino e feminino
contidos em todas as coisas e seres Ao pronunciarmos seu nome *amaatis como realmente
se pronuncia6 saudamos o +eus <ue se encontra no interior de cada ser

Parte II

O templo por ele fundado foi erguido pelas m5os de seus primeiros disc4pulos Hada
pedra de alvenaria recebeu o to<ue magnético pessoal dos futuros iniciados Nesse templo
ele procurou aplicar a seus disc4pulos os con>ecimentos ad<uiridos em inúmeras vidas
anteriores
Na Atl9ntida foi contempor9neo do esp4rito <ue mais tarde seria con>ecido como
Alan Vardec e6 na época6 era profundamente dedicado @ matem8tica e @s c>amadas cincias
positivas Posteriormente6 em sua passagem pelo !gito6 no templo do faraB ernefta6 fil>o
de *amsés6 teve novo encontro com Vardec6 <ue era6 ent5o6 o sacerdote AmenBfis

No per4odo em <ue se encontrava em ebuli5o os princ4pios e teses esposados por


.Bcrates6 Plat5o6 +iBgenes e mais tarde cultuados por Ant4stenes6 viveu este esp4rito na
récia na figura de con>ecido mentor >elnico6 pregando entre disc4pulos ligados por
grande afinidade espiritual a imortalidade da alma6 cu7a purifica5o ocorreria através de
sucessivas reencarna?es .eus ensinamentos buscavam acentuar a conscincia do dever6 a
auto reflex5o6 e mostravam tendncias n4tidas de espirituali3ar a vida Nesse convite a
espirituali3a5o inclu4a-se no cultivo da música6 da matem8tica e astronomia

Huidadosamente observando o deslocamento dos astros conclui <ue uma Ordem


.uperior domina o Universo uitas foram suas encarna?es6 ele prBprio afirma ser um
número sideral
O templo <ue *amatis fundou6 foi erguido pelas m5os de seus primeiros disc4pulos
e admiradores Alguns deles est5o atualmente reencarnados em nosso mundo6 e
78
recon>eceram o antigo mestre através desse to<ue misterioso6 <ue n5o pode ser explicado
na linguagem >umana

!mbora tendo desencarnado ainda moo6 *amatis aliciou I& disc4pulos <ue6 no
entanto6 apBs o desaparecimento do mestre6 n5o puderam manter-se a altura do padr5o
inici8tico srcinal

!ram adeptos provindos de diversas correntes religiosas e espiritualistas do !gito6


ndia6 récia6 H>ina e até mesmo da Ar8bia Apenas 1I conseguiram envergar a simbBlica
;Túnica A3ul; e alcanar o último grau da<uele ciclo inici8tico

!m meados da década de 2'6 @ exce5o de &G adeptos <ue estavam no !spa


o
desencarnadosQ cooperando nos trabal>os da ;Eraternidade da Hru3 e do Tri9ngulo;6 o
restante >avia se disseminado pelo nosso orbe6 em v8rias latitudes geogr8ficas +estes6 1J
reencarnaram no Frasil6 G nas trs Américas do .ul6 Hentral e do NorteQ6 e os demais se
espal>aram pela !uropa e6 principalmente6 pela 0sia

!m virtude de estar a !uropa atingindo o final de sua miss5o civili3adora6 alguns


dos disc4pulos l8 reencarnados emigrar5o para o Frasil6 em cu7o territBrio - afirma *amatis
- se encarnar5o os predecessores da generosa >umanidade do terceiro milnio

A Eraternidade da Hru3 e do Tri9ngulo6 foi resultado da fus5o no século passado6 na


regi5o do Oriente6 de duas importantes ;Eraternidades; <ue operavam do !spao em favor
dos >abitantes da Terra Trata-se da ;Eraternidade da Hru3;6 com a5o no Ocident
e6
divulgando os ensinamentos de )esus6 e da ;Eraternidade do Tri9ngulo;6 ligada @ tradi5o
inici8tica e espiritual do Oriente ApBs a fus5o destas duas Eraternidades Franca
s6
consolidaram-se mel>or as caracter4sticas psicolBgicas e ob7etivo dos seus trabal>adores
espirituais6 alterando-se a denomina5o para ;Eraternidade da Hru3 e do Tri9ngulo; da <ual
*amatis é um dos fundadores

.upervisiona diversas tarefas ligadas aos seus disc4pulos na etrBpole Astral do


rande Hora5o .egundo informa?es de seus psicBgrafos6 atualmente participa de um
colegiado no Astral de arte

.eus membros6 no !spao6 usam vestes brancas6 com cintos e emblemas de cor a3ul
claro esverdeada .obre o peito tra3em delicada corrente como <ue confeccionada em fina
ourivesaria6 na <ual se ostenta um tri9ngulo de suave lil8s luminoso6 emoldurando uma cru3
lirial  o s4mbolo <ue exalta6 na figura da cru3 alabastrina6 a obra sacrificial de )esus e6 na
ef4gie do tri9ngulo6 a m4stica oriental
Asseguram-nos alguns mentores <ue todos os disc4pulos dessa Eraternidade <ue se
encontram reencarnados na Terra s5o profundamente devotados @s duas corrente
s
espiritualistas: a oriental e a ocidental Hultuam tanto os ensinamentos de )esus6 <ue foi o
elo definitivo entre todos os instrutores terr8<ueos6 tanto <uanto os labores de Antúlio6 de
Cermés6 de Fuda6 assim como os esforos de Honfúcio e de Lao-Tseu  esse um do
s
motivos
ora pelos <uais a maioria dos simpati3antes de *amatis6 na Terra6 emb
profundamente devotados @ filosofia crist56 afeioam-se6 também6 com profundo respeito6 @
corrente espiritualista do Oriente

1'

.oubemos <ue da fus5o das duas ;Eraternidades; reali3ada no espao6 surgiram


extraordin8rios benef4cios para a Terra Alguns mentores espirituais passaram6 ent5o6 a
atuar no Ocidente6 incumbindo-se mesmo da orienta5o de certos trabal>os esp4ritas6 no
campo mediúnico6 en<uanto <ue outros instrutores ocidentais passaram a atuar na ndia6 no
!gito6 na H>ina e em v8rios agrupamentos <ue até agora eram exclusivam
ente
supervisionados pela antiga Eraternidade do Tri9ngulo

Parte III

Os !sp4ritos orientais a7udam-nos em nossos trabal>os6 ao mesmo tempo em <ue os


da nossa regi5o interpenetram os agrupamentos doutrin8rios do Oriente6 do <ue resulta
ampliar-se o sentimento de fraternidade entre Oriente e Ocidente6 bem como aumentar-se a
oportunidade de reencarna?es entre esp4ritos amigos

Assim processa-se um salutar interc9mbio de idéias e perfeita identifica5o de


sentimentos no mesmo labor espiritual6 embora se diferenciem os conteúdos psicolBgicos
de cada >emisfério Os orientais s5o lunares6 meditativos6 passivos e desinteressado
s
geralmente da fenomenologia exteriorM os ocidentais s5o din9micos6 solarianos6 ob7etivos e
estudiosos dos aspectos transitBrios da forma e do mundo dos !sp4ritos

Os antigos fraternistas do ;Tri9ngulo; s5o ex4mios operadores com as ;correntes


teraputicas a3uis;6 <ue podem ser aplicadas como energia balsami3ante aos sofrimentos
ps4<uicos6 cruciais6 das v4timas de longas obsess?es As emana?es do a3ul claro6 com
nuanas para o esmeralda6 além do efeito balsami3ante6 dissociam certos estigmas ;pré-
reencarnatBrios; e <ue se reprodu3em periodicamente nos ve4culos etéricos Ao mesmo
tempo6 os fraternistas da ;Hru3;6 conforme nos informa *amatis6 preferem operar com as
correntes alaran7adas6 vivas e claras6 por ve3es mescladas do carmim puro6 visto <ue as
consideram mais positivas na a5o de aliviar o sofrimento ps4<uico
 de notar6 entretanto6 <ue6 en<uanto os técnicos ocidentais procuram eliminar de
ve3 a dor6 os terapeutas orientais6 mais afeitos @ crena no fatalismo c8rmico6 da psicologia
asi8tica6 preferem exercer sobre os enfermos uma a5o balsami3ante6 aproveitando o
sofrimento para a mais breve ;<ueima; do carma

!les sabem <ue a elimina5o r8pida da dor pode extinguir os efeitos6 mas as causas
continuam gerando novos padecimentos futuros Preferem6 ent5o6 regular o processo do
sofrimento depurador6
carma6 embora em lugar no
demoradamenteM de sust8-lo
segundo6provisoriamente Nouma
a cura é um >iato6 primeiro caso6 esgota-se
prorroga5o c8rmica o

Apesar de ainda polmicos6 os ensinamentos deste grande esp4rito6 despertam e


elevam as criaturas dispostas a evoluir espiritualmente !le fala cora7osamente a respeito de
magia negra6 seres e orbes extra-terrestres6 mediunismo6 vegetarianismo etc !stas obras

11

12 Psicografadas pelo saudoso médium paranaense Cerc4lio aes sabemos <ue
D
exemplares n5o foram encontrados depois do desencarne de Cerc4lio assim6
se
completaria & obras de *amat4sQ e I psicografadas por América PaolielloQ tm esclarecido
muito os esp4ritos 8vidos pelo saber transcendental A<ueles <ue 78 possuem caracter4sticas
universalistas6 rapidamente se sensibili3am com a retBrica ramatisiana

Para alguns iniciados6 *amat4s se fa3 ver6 tra7ado tal <ual estre ,ndoc>ins do
século /6 da seguinte forma6 um tanto exBtica:

Uma capa de seda branca translúcida6 até os pés6 aberta nas laterais6 <ue l>e cobre
uma túnica a7ustada por um cinto esmeraldino As mangas s5o largasM as calas s
5o
a7ustadas nos torno3elos similar @s dos es<uiadoresQ
Os sapatos s5o constitu4dos de uma matéria similar ao cetim6 de uma cor a3
ul
esverdeado6 amarrados com cord?es dourados6 t4picos dos gregos antigos

Na cabea um turbante <ue l>e cobre toda a cabea com uma esmeralda acima da
testa ornamentado por cord?es finos e coloridos6 <ue l>e caem sobre os ombros6 <u
e
representam antigas ins4gnias de atividades inici8ticas6 nas seguintes cores com
os
significados abaixo:

Harmim - O *aio do Amor

Amarelo - O *aio da "ontade

"erde - O *aio da .abedoria


A3ul - O *aio da *eligiosidade

Franco - O *aio da Liberdade *eencarnatBria

!sta é uma caracter4stica dos antigos lemurianos e atlantes .obre o peito6 porta uma
corrente de pe<uenos elos dourados6 sob o <ual6 pende um tri9ngulo de suave lil8s luminoso
emoldurando uma cru3 lirial A sua fisionomia é sempre terna e austera6 com traos finos6
com ol>os ligeiramente repuxados e ts morena
uitos videntes confundem *amat4s com a figura de seu tio e disc4pulo fiel <ue o
acompan>a no espaoM Eu> Planu6 este se mostra com o dorso nu6 singelo turbante6 calas e
sapatos como os anteriormente descritos !sp4rito 7ovem na figura >umana reencarnou-se
no Frasil e viveu perto do litoral paranaense !xcelente repentista6 filBsofo sertane7o
6
verdadeiro >omem de bem

.egundo *amat4s6 seus 1J remanescentes6 se caracteri3am por serem universalistas6


anti-sect8rios e simpati3antes de todas as correntes filosBficas e religiosas

1&

+entre estes 1J remanescentes6 um 78 desencarnou e reencarnou novamente


:
AtanagildoM outro6 78 desencarnado6 muito contribuiu para obra ramati3iana no Frasil - O
Prof Cerc4lio aes6 outro é +emétrius6 disc4pulo antigo de *amat4s e +r Atmos6 Cindu6
guia espiritual de AP.A e diretor geral de todos os grupos ligados @ Eraternidade da Hru3 e
do Tri9nguloQ c>efe espiritual da .!*

No templo
con>ecimentos sobre<uemagnetismo6
*amatis fundou na ndia6
astrologia6 estes disc4pulos
clarividncia6 desenvolveram
psicometria6 radiestesiaseus
e
assuntos <uirolBgicos aliados @ fisiologia do ;duplo-etérico;

Os mais capacitados lograram xito e poderes na esfera da fenomenolog


ia
mediúnica6 dominando os fenRmenos de levita5o6 ubi<=idade6 vidncia e psicografia de
mensagens <ue os instrutores enviavam para a<uele cen8culo de estudos espirituais as o
principal ;to<ue pessoal; <ue *amatis desenvolveu em seus disc4pulos6 em virtude de
compromisso <ue assumira para com a fraternidade do Tri9ngulo6 foi o pen
dor
universalista6 a voca5o fraterna6 cr4stica6 para com todos os esforos al>eios na esfera do
espiritualismo

!le nos adverte sempre de <ue os seus 4ntimos e verdadeiros admiradores s5


o
também incondicionalmente simp8ticos a todos os trabal>os das diversas corrente
s
religiosas do mundo *evelam-se libertos do exclusivismo doutrin8rio ou de dogmatismos e
devotam-se com entusiasmo a <ual<uer trabal>o de unifica5o espiritual
O <ue menos os preocupa s5o as <uest?es doutrin8rias dos >omens6 por<ue est5o
imensamente interessados nos postulados cr4sticos

1(

#ni&ersalismo

;Tudo <uanto <uereis <ue os >omens vos faam6 fa3ei-o


também a eles;
Jesus

;N5o faas aos outros a<uilo <ue6 se a ti fosse feito causar-


te-ia dor;
<indu!smo

;N5o faas ao teu semel>ante a<uilo <ue para ti mesmo é


doloroso;
%ei Judaica

;Honsidera o lucro de teu vi3in>o como o teu prBprio e seu


pre7u43o como se também fosse teu;
%ao Tse

;N5o faas aos outros a<uilo <ue n5o <ueres <ue eles te
faam;
2onfúcio

W+e cinco maneiras um verdadeiro l4der deve tratar seus


amigos e dependentes: com generosidade6 cortesia6
benevolncia6 dando o <ue deles espera receber e sendo t5o
fiel <uanto sua prBpria palavra;
)udd=a

;Ninguém pode ser crente até <ue ame seu irm5o como a si
mesmo;
Maomé

X7ulga aos outros como a ti 7ulgas !nt5o participar8s dos


Héus;
Si>=ismo

1

;Na felicidade e na infelicidade6 na alegria e na dor6


precisamos ol>ar todas as criaturas assim como ol>amos a
nBs mesmos;
Ma=a&ira

;A nature3a sB é amiga <uando n5o fa3emos aos outros


nada <ue n5o se7a bom para nBs mesmos;
?oroastro

;Fem-aventurados os <ue temem magoar outrem por


pensamento6 palavras e obras;

Sufismo
12

#mbanda é de cren@a *sp!rita

A clare3a mental do codificador do !spiritismo se constata pela precis5o de su


a linguagem
e na abordagem dos temas6 pois teve uma coragem e um inconformismo com <ue pairo
u acima dos
preconceitos e dogmas religiosos de sua época ,nfeli3mente o esp4rito Yarde<uiano est
8 um pouco
es<uecido numa grande parte dos <ue se di3em esp4ritas ostram-se crentes fan8t
icos como se
fossem de uma religi5o fundamentalista6 e6 de forma paradoxal6 despreparados para exe
rcitar o ;ser
esp4rita; preconi3ado por Vardec6 inserido no aspecto religioso da +outrina6 contido
no livro O
*&angel=o Segundo o *spiritismo

!ste t4tulo6 uma das obras b8sicas6 divide os !vangel>os em cinco p


artes: ;os atos
ordin8rios da vida do HristoM os milagresM as profeciasM as palavras <ue
serviram para o
estabelecimento dos dogmas da ,gre7aM e o ensino moral; A parte moral foi cons
iderada6 pelos
esp4ritos iluminados <ue condu3iram a Hodifica5o6 de suma import9ncia6 tanto <ue as
demais s5o
4nfimas se comparadas em número de p8ginas com ela ! Vardec acrescenta: "Esta pa
rte constitui
o objeto exclusivo da presente obra"

Logo6 podemos concluir com toda a segurana <ue religi5o6 no enfo<ue esp4rit

a6
tudoé antes
uma de
<uest5o de conduta moral6 <ue deveria se refletir no comportamento dos <
ue adotam o
!spiritismo ,nfeli3mente isto n5o se verifica na pr8tica6 o <ue atribu4mos ao atavis
mo arraigado
dos >omens6 obviamente desvinculado da essncia do <ue é ;ser esp4rita; Allan
Vardec nunca
preconi3ou <ue o esp4rita verdadeiro seria este ou a<uele6 pois n5o existem falsos esp
4ritas6 o <ue
fa3ia com <ue ele admitisse <ue os indiv4duos permanecessem ligados @s suas igre7as e
templos O
!spiritismo sendo uma doutrina filosBfica6 como tanto insistiu o Hodificador6 n5o >8 p
ossibilidade
da existnciaumde esp4ritas mel>ores do <ue outros6 falsos ou verdadeiros H
onstatamos
fanatismo religioso desconectado do aspecto moral da doutrina esp4rita6 <ue denota ins
tabilidade e
despreparo espiritual dessas pessoas <ue n5o tm nada a ver com o !spiritismo6 muito
menos com
o Plano !spiritual

Febamos direto da fonte de lu3 para clarearmos nossos racioc4nios Transcreve


mos a seguir
algumas palavras de Allan Vardec extra4das de O Bue é o *spiritismo6 ob
ra de dom4nio
público:

;A doutrina >o7e ensinada pelos esp4ritos nada tem de novoM seus


fragmentos s5o
encontrados na maior parte dos filBsofos da ndia6 do !gito e da récia6 e se
completam nos
ensinos de )esus Hristo;

;.ob o ponto de vista religioso6 o !spiritismo tem por base os verdadeiros fun
damentos de
todas as religi?es: +eus6 a alma6 a imortalidade6 as penas e recompensas
futuras as é
independente de <ual<uer culto particular .eu fim é provar a existncia da alma aos <
ue negam ou
<ue disso duvidamM demonstrar <ue ela sobrevive ao corpo e <ue6 apBs a
morte6 sofre as
conse<=ncias do bem e do mal <ue >a7a feito durante a vida terrena - e isto é comu
m a todas as
religi?es;
1
G

;Homo a crena nos !sp4ritos é igualmente de todas as religi?es6 assim é de tod


os os povos6
por isso <ue onde >8 >omens >8 !sp4ritos e6 ainda6 por<ue as manifesta?es s
5o de todos os
tempos6 e seus relatos6 sem <ual<uer exce5o6 se ac>am em todas as religi?es Assim6 p
ois6 pode-se
ser catBlico6 grego ou romano6 protestante6 7udeu ou muulmano e crer nas ma
nifesta?es dos
!sp4ritos e6 conse<=entemente6 ser-se esp4rita A prova est8 em <ue o !spiritismo tem
adeptos em
todas as religi?es;

;N5o sendo os !sp4ritos mais do <ue as almas6 n5o é poss4vel negar a<u
eles sem negar
estas Admitindo-se as almas ou !sp4ritos6 a <uest5o se redu3 @ sua express5o m
ais simples: as
almas dos <ue morreram podem comunicar-se conoscoK;

;O !spiritismo prova a afirma5o com os fatos materiais Zue prova podem da


r de <ue isto
se7a imposs4velK .e o é6 nem todas as nega?es do mundo impedir5o <ue o se7a6 por<
ue isto n5o é
um sistema6 nem uma teoria6 mas uma lei da nature3a ! contra as leis da nature3a é
impotente a
&ontade dos =omens;

#mbanda é de cren@a esp!rita( diria Allan Cardec se esti&esse encarnado


entre nsE
2om certeFa a resposta é sim+

,mploramos ao Alto <ue os <ue se di3em esp4ritas na Terra resgatem o senso d


e observa5o
de Allan Vardec6 desprovido de <uais<uer preconceitos Analisem6 observe
m6 estudem e
compreendam a Umbanda e6 antes de <ual<uer coisa6 respeitem-na como express5o
mediúnica da
!spiritualidade .uperior para socorrer os necessitados do corpo e da alma

!6 todos os irm5os6 vamos nos dar as m5os6 independente de fé6 crena6 raa6 r
eligi5o6 sexo
e classe social "amos nos amar uns aos outros

Norbert
o Peioto
1
I

#mbanda $ Sua face

1 A Umbanda cr num .er .upremo6 o +eus único criador de to


das as religi?es
monote4stas Os .ete Orix8s s5o emana?es da +ivindade6 como todos os seres criados

& O propBsito maior dos seres criados é a !volu5o6 o progresso rumo @ Lu3
+ivina ,sso
se d8 através das vidas sucessivas - a Lei da *eencarna5o6 o camin>o do aperfeioame
nto

( !xiste uma Lei de )ustia universal6 <ue determina a cada um col>er o


fruto de suas
a?es6 <ue é con>ecida como Lei do Harma

 A Umbanda se rege pela Lei da Eraternidade Universal: todos os seres s


5o irm5os por
terem a mesma srcem6 e a cada um devemos fa3er o <ue gostar4amos <ue a nBs fosse
feito

2 A Umbanda possui uma identidade prBpria6 e n5o se confunde com outras


religi?es ou
cultos6 embora a todos respeite fraternalmente6 partil>ando alguns princ4pios com muito
s deles 1Q

G A Umbanda est8 a servio da Lei +ivina6 e sB visa ao Fem Zual<ue


r a5o <ue n5o
respeite o livro-arb4trio das criaturas6 <ue impli<ue em malef4cio ou pre7u43o de
alguém6 ou se
utili3e de magia negativa6 n5o é Umbanda

I A Umbanda n5o reali3a em <ual<uer >ipBtese o sacrif4cio ritual4stico de


animais6 nem
utili3a <uais<uer elementos destes em ritos6 oferendas ou trabal>os

J A Umbanda n5o preconi3a a coloca5o de despac>os ou oferendas em es<ui


nas urbanas6
e sua reverncia @s Eoras da Nature3a implica em preserva5o e respeito a todos
os ambientes
naturais da Terra

D Todo o servio da Umbanda é de caridade6 7amais cobrando ou aceitando re


tribui5o de
<ual<uer espécie por atendimentos6 consultas ou trabal>os Zuem cobra por servio esp
iritual n5o é
umbandista

to amigo+ #m esp!ri

1 - Umbanda e Catolicismo são diversos, apesar do sincretismo, q


ue teve raízes
históricas.
Umbanda e Espiritismo são diversos, embora ensinem as mesmas
Grandes Leis
milenares da Evoluão, do Carma e da !eencarnaão.
Umbanda e Candombl" são diversos, embora ambos realizem o interc#m
bio com os
$lanos %nvisíveis.

1
J

Pref.cio

 com grande emo5o neste cora5o de defunto6 <ue bate igual3in>o a <uand
o est8vamos
na Terra6 <ue transmitimos da<ui estas lin>as sinuosas por nossas imperfei?es6 possibi
litadas pela
recep5o mediúnica do escrevente em carne e osso6 <ue 78 se >abituou @s nossas vib
ra?es e nos
abre a 7anela da casa mental para colocarmos nosso <uin>5o de idéias

*aramente nos manifestamos pela incorpora5o aos consulentes da Umba


nda6 por isso
somos um tanto descon>ecidos nos terreiros esmo assim6 vamos dar a nossa opi
ni5o
torto6de
masgal>o
<ue oferta brisa fresca embaixo da 8rvore <ue o sustenta com tronco firme

 bom <ue vocs ten>am cincia de <ue este preto vel>o n5o é um reum8
tico de coluna
vertebral curvada6 n5o fala errado e sabe ler Zuando assim nos manifestamos durante
as consultas6
é para c>egarmos aos esp4ritos dos simples6 <ue se inibem diante da superioridade dos
;santos; do
outro mundo6 ;s8bios; de palavras rebuscadas e arran7os verborr8gicos as n5o se e
<uivo<uem:
se c>ega um doutor erudito6 sabemos muito bem buscar o palavreado para nos comunic
armos

N5o sendo do nosso labor a psicografia6 submetemo-nos a um per4odo d


e adapta5o e
aprendi3ado para conseguir adaptar nossas vibra?es @s vibra?es do aparel>o <ue nos
emprestaria
o psi<uismo para conseguirmos nos expressar pela escrita !nganam-se a<ueles <u
e est5o desse
lado da vida vestidos com os paletBs de carne e osso6 se pensam <ue tudo é f8cil par
a os esp4ritos
despidos desses envoltBrios do lado de c8

Zuando o Haboclo Atlante - assim c>amamos carin>osamente *amat4s


no Astral da
Umbanda - nos propRs prefaciarmos esta obra6 comprometemo-nos6 conforme a sua
programa5o6
a um per4odo de treinamento em um determinado centro esp4rita6 de pendor univ
ersalista6 local
onde nos ensinariam a psicografar Ao mesmo tempo espreitar4amos o instrumento esc
revente <ue
oportunamente receberia o nosso pref8cio em sua residncia6 local onde por >8bito6 e
m >or8rios e
dias fixos6 ele se dedica a essa tarefa

Para nossa surpresa6 nosso maior desafio n5o foram os meandros técnicos <ue
envolvem os
c>acras6 o corpo etérico e o corpo astral de tessitura delicada das aparel>age
ns mediúnicas6
sensibili3adas antes de reencarnar para serem instrumentos da semeadura do Hrist
o6 no imenso
campo da caridade
,nfeli3mente6 tivemos enormes dificuldades de ser aceitos na roupage
m flu4dica6 ou
perispir4tica6 de preto vel>o Talve3 pelo nosso modo 7eitoso6 maneiro e gingado de co
mpositor de
roda de samba6 cale7ado nas dores cotidianas das almas >umanas6 entre danas6
cantos e sons
sincopados6 <ue animavam6 desoprimindo6 os negros moradores dos antigos morros c
ariocas6
cercaniasnas
dos bomios Arcos da Lapa do século passado

Os nossos inconscientes ressoam como cornetas enviando impulsos at


8vicos para o
consciente Observamos <ue no grupo de estudantes <ue est8vamos fre<=entando na c
rosta6 todos
brancos6 alfabeti3ados e cultos6 de classe média alta6 a maioria de pais catBlicos e se
m problemas

1
D

financeiros6 manifestava6 inconscientemente6 as disposi?es ocultas mais profun


das de seres
comprometidos no passado com os excessos da segrega5o contra as minorias étnicas
e religiosas6
<ue predominaram durante séculos de colonialismo "4amos a egrégora plúmbea
formada pelo
pensamento grupal como se fosse um potente campo de fora defensivo
6 uma mural>a
intranspon4vel Hompreendemos6 isentos de cr4ticas6 a necessidade de mudana da noss
a aparncia
espiritual Tivemos <ue alterar nossa estrutura molecular astralina6 adaptando-a para
a imagem e
vibra?es correspondentes @s de médico norte-americano expatriado da ,nglaterr
a6 referente a
nossa encarna5o nos idos da época escravagista desse portentoso !stados Unidos de >
o7e

LBgico <ue6 em essncia6 continu8vamos o mesmo esp4rito

Hontudo6 nessa forma de médico anglo-sax5o6 os medianeiros nos ;receberam;


nas aulas da
escola de médiuns do centro escol>ido6 liberando-nos do enérgico campo de fora
mental <ue nos
repelia uito
eguimos os aprendemos com essa experincia inesperada Afinal6 nBs mesmos pers
;crioulos; na América do Norte colonial6 sendo <ue para o clero ;crist5o; <ue segu4a
mos @ época6
era como se eles n5o tivessem alma6 assim como os 4ndios ;devassos e pecaminosos;6
podendo ser
escravi3ados e assassinados livremente6 por<ue estar4amos prestando aos céus u
m servio de
ani<uila5o dos ;fil>os do demRnio;

,sso feito6 os obst8culos transpostos6 igual @ cabra <ue n5o escorreg


a nas escarpas
montan>osas6 conclu4mos o treinamento Para nosso conforto6 sem <ue soubésse
mos
últimoantes6
dia denonosso est8gio com os l8pis6 repentinamente *amat4s apareceu6 e se mostr
ou como Pai
Fenedito a um médium <ue estava em condi?es de recepcion8-lo6 na inten5
o de dar uma
mensagem psicofRnica de incentivo e elevados conceitos ao grupo6 sendo também
rec>aado na
mesa mediúnica

Logo apBs esse fato6 aproximou-se de nBs6 enunciando6 diretamente e sem


floreios6 aos
demais esp4ritos circunstantes6 como é de sua propens5o natural: &'uitos dos m"diuns
dessa casa
que
ritos, seanseiam
prop(em a universalidade do interc#mbio medi)nico com os espí
ardorosamente ser envolvidos pela vibraão de um hindu de turbante, resplandec
ente de luz
rósea-dourada, como se o universo *osse *inalizado nesse símbolo do +riente. 
odavia, nos
rebatem vibratoriamente, com a *ora de uma raquetada de adestrado tenista
em *inal de
torneio, quando nos apresentamos como um preto velho mauritano da r
emota *rica.
erdadeiramente, as opini(es e preconceitos inconscientes e intemporais dos homens, d
e ordem
racial e de instruão intelectual, se trans*erem para o lado de c/. $re*erem
os cidadãos
*ormato e a ocor do dispens/vel vidro que embala o per*ume valioso, 0 essncia o
dorí*ica que
2enuinamente o anima e caracteriza como subst#ncia sublimada, tal como o espírito im
ortal&+

"alemo-nos das capacidades ps4<uicas do sensitivo escrevente6 em experi


ncia fora do
corpo f4sico6 para completar com sucesso o <ue nos foi pedido *egistramos <ue se n5
o fossem os
sBlidos laos de vidas passadas <ue nos unem6 ancestrais6 mesmo com todo
o programa de
treinamento elaborado por *amat4s6 n5o conseguir4amos terminar a contento
oproposto6
<ue nos por foi
um ;descompasso; entre vibra?es diferentes em c>o<ue na recep5
o mediúnica
,sso por<ue cada um de nBs tem a sua ;impress5o digital cBsmica;6 <u
e nos identifica
vibratoriamente durante as comunica?es entre os diversos planos de conscincia em <
ue o esp4rito
evolui +essa forma6 conseguimos6 sem maiores entraves6 nessa reuni5o de fol>as escrit
as6 contar a

&
'

nossa >istBria em breve relato descritivo das tarefas como ;negociador; da direita do
Hristo 7unto
@s organi3a?es trevos as comandadas pela ;m5o es<uerda; dos magos negros
.5o muitos os encarnados <ue ;descem; todas as noites para este lado da
vida6 fora dos
corpos f4sicos6 trRpegos6 atr8s dos pra3eres mundanos +urante o dia6 em est
ado de vig4lia6
influenciados pelas vol8teis imposi?es morais da sociedade6 os >omens se mant
m em falsas
posturas6 >ipBcritas6 pois ainda n5o intro7etadas no 4ntimo do ser *epresam6 <ua
l turbil>5o de
8guas revoltas <ue vem corredeira abaixo6 as disposi?es mais profundas do esp4
rito preso em
retifica5o no corpo

 dif4cil para nBs referendar o conceito comum6 amplamente aceito6 de <ue o


s obsessores
s5o os descarnados do além-túmulo6 tal o 4mpeto desenfreado com <ue os mo
rtais da crosta
obsediam os da<ui6 rumo @s esta?es pra3erosas das 3onas subcrostais6 para locupl
etarem-se nos
go3os

+urante o sono f4sico das popula?es metropolitanas6 como se as cidades fosse


m depBsitos-
dormitBrios de casulos inermes dos lascivos via7ores astrais6 na metade do planeta
em <ue o sol
n5o bate6 bil>?es de autRmatos6 em >ordas organi3adas de auto->ipnoti3ados6 aba
ndonam seus
envoltBrios grosseiros e adentram de cabea6 como mergul>adores ol4mpicos6
nos c>arcos
tenebrosos6 na busca louca do xtase sensBrio

,ronicamente6 <uando o solos fa3 despertar ao nascer do novo dia6 a o


utra metade da
popula5o terrena est8 adormecida6 realimentando esse ciclo planet8rio de
mergul>o nas
profunde3as da piscina dos pra3eres6 como se perpetuasse festa de sab8 coletiva O m
ovimento de
rota5o da Terra fa3 com <ue sempre numa metade do planeta se7a dia e na outra n
oite N5o por
outro motivo6 os despac>os e ofertas reali3adas nos escambos e negociatas com o
submundo do
plano astral s5o feitos apBs a meia-noite rande parte da >umanidade estando de
sdobrada pelo
processo natural de sono f4sico6 assume experincias extracorpBreas comandadas p
elos instintos
mais baixos do ser animal6 ficando @ merc dos assédios das .ombras6 pelo prB
prio desmando
moral <ue se locali3a em suas entran>as  como o encaixar preciso de peas em ma
<uinaria <ue
se movimenta ininterruptamente6 ou ma5 <ue é cortada ao meio6 sendo uma parte de
vorada pelas
larvas <ue despertam pelo est4mulo da escurid5o

)8 nos estendemos além da conta na elabora5o deste pe<ueno pref8cio *e


gistramos um
pouco de nossas tarefas como ;defunto;6 e afirmamos <ue também temos nossos
momentos de
la3er em comunidade6 <uando podemos locar alguns instrumentos musicais em samba
cadenciado
no astral6 <ue os ouvidos da Terra ainda n5o conseguem escutar

ZuedeOxal8 abenoe todos os fil>os Zue este amontoado de fol>as escritas co


m o t4tulo
;)ardim dos Orix8s; auxilie na capina interna dos inos e ervas danin>as de cada um6
mantendo o
terreno <ue abriga o esp4rito6 na sua evolu5o carnal6 adubado e florido Zue
as capacidades
an4micas dos esp4ritos6 acrisolados no ciclo das reencarna?es6 se7am motivo de
expans5o da
conscincia no camin>o dos ideais superiores representados em )esus6 fa3end
o com <ue se
minimi3e a a5o dos psicBlogos das sombras

Temos cobertura dos maiorais sidéreos e dos competentes tribunais de 7ust


ia do Astral
.uperior6 capitaneados por esp4ritos iluminados da rande Eraternidade Universal <ue
amparam o
Planeta A3ul na sua evolu5o

&
1

+a nossa parte6 este preto vel>o continuar8 atuando 7unto com a legi5o de guia
s espirituais6
socorristas6 guardi?es e sensitivos despidos dos paletBs de carne
Zue a )ustia aior se faa cada ve3 mais presente nas 3onas sofredora
s da subcrosta
planet8ria do Plano Astral6 onde nos movimentamos6 incansavelmente6 em nome
do Hristo6 da
meia-noite até o galo cantar ao alvorecer

.arav8 aos fil>os da Terra

Pai
3uirino G/H

1 - 3ota do m"dium - Este espírito que se denomina $ai 4uirino " um preto v
elho que atua
apoiando v/rios m"diuns desdobrados nas atividades de caridade da Umbanda e 5po
metria. 5
sua história se encontra narrada com maiores detalhes no capítulo &Correntes 5strais
Coletivas
de $ensamentos $arasitas&.

&
&

Prembulo de Ramat!s
Assim como ;desceis; seguidamente ao corpo carnal6 por determina5o evolut
iva das leis
cBsmicas <ue vos impulsionam @ ascens5o espiritual6 também muitos esp4ritos6 por li
vre vontade6
;mergul>am; das dimens?es mais rarefeitas do cosmo6 de configura?es <ue n5o conse
guimos
descrevervosno idioma terreno6 para os limites de um corpo moldado no plano astral6 n
o intento de
c>egar mais prBximos da<ueles <ue s5o ob7etos do seu amor !ntendei <ue cada faixa
vibratBria de
existncia do esp4rito ;veste-o; com o corpo sutil necess8rio ao interc9mbio com o
meio ambiente
<ue o cerca

Na maioria das ve3es a liberta5o dos ciclos evolutivos n5o nos re


mete @s alturas
contemplativas de xtase beatifico Ao contr8rio6 aumenta nossa determina5o inter
na de aux4lio
aos irm5os em
r é perene <ue est5o nos primeiros degraus da escada ascensional6 eis <ue o amo
nossos cora?es Zuem ama busca estar prBximo dos <ue s5o ob7etos do seu amor6 se7a
onde for no
universo imensur8vel

Na vossa atual estada terrena6 de nada adianta o xtase m4stico se negligencia


rdes a parte
material6 pois >8 <ue >aver e<uil4brio com o meio <ue vos abriga e <ue propicia o bu
rilamento do
esp4rito em infinito aprendi3ado Hontudo6 lembramos <ue o verdadeiro inicia
do nas coisas
espirituais n5o se prende aos fenRmenos <ue ;materiali3am; os poderes da divindade a
os ol>os dos
>omens6 pois sabe <ue isso exalta o ego e s5o empecil>os ao despertar do eu superior

Tende em mente <ue todos os deuses dos >omens s5o aspectos peculiares da
manifesta5o
de uma divindade maior6 um +eus único6 onipresente e imanente !ste +eus6 por sua
imanncia6
pode ser adorado em <uais<uer formas6 <ue assim se ;exteriori3ar8; ao crente por sua
fé6 pois em
tudo est86 tudo é e tudo ser8 por todo o sempre Zuando os >omens entenderem <ue a
s formas s5o
meros pontos de apoio @s suas agitadas mentes para c>egarem prBximo @ essnc
ia do Hriador6
amainar5o as guerras6 as diferenas e os sectarismos religiosos
Alme7amos contribuir com este livreto6 denominado ;)ardim dos Orix8s;6 para
vosso maior
entendimento <uanto a certos instrumentos utili3ados pela agia das .ombras6 <ue a
Umbanda e a
Apometria se ocupam em neutrali3ar6 bem como de alguns processos e recursos de <
ue ambas se
utili3am na liberta5o e na cura

A manipula5o maléfica6 pela magia negra6 dos corpos sutis <ue envolv
em a centel>a
espiritual na sua longa camin>ada rumo ao Pai6 retarda a sua libera5o no

percurso
reencontrodesse
divino  como se cascas grosseiras fossem cristali3adas6 impedindo momen
taneamente
a degusta5o do sumo da saborosa fruta celestial destinada @ reinser5o na unidad
e no Hriador6
sem perda da individualidade espiritual merecidamente con<uistada

Os trs corpos inferiores do >omem - f4sico6 etérico e astral - s5o os alv


os dos ata<ues
ps4<uicos das .ombras6 levados a efeito pelos rituais de magia negra das organi3a?e
s do umbral
inferior

&
(

O duplo etérico6 mediador entre os corpos f4sico e astral6 é como se fo


sse um tipo de
am8lgama entre essas duas dimens?es vibratBrias6 denso de energia animal n5o
materiali3ada6
verdadeiramente uma cBpia eteri3ada do corpo f4sico Por suas emana?es flu4dicas6
<uanto maistanto mais importante como condensador energético para os interesses
grosseiro6
nefastos <ue
podem ser satisfeitos pela posse desse ve4culo transitBrio !le n5o se desintegra imedi
atamente no
;post mortem;6 apBs o desenlace do corpo astral6 obtendo espécie de ;sob
revida; <uando
manipulado pelas >8beis e maldosas m5os dos magos negros e suas falanges trevosas

A Apometria6 como instrumento burilador de vossas capacidades ps4<uicas


e avali3adora
das experincias extracorpBreas6 se fundamenta na participa5o ativa dos sensitivos
com o plano
astral
uitos de vBs ainda n5o estais preparados para esse enfo<ue libertador Pa
ra os >omens
<ue esperam passivamente <ue os esp4ritos santificados faam tudo por eles e n
5o conseguem
buscar +eus dentro de si sem a ;bn5o; de um sacerdote6 padre6 pastor6 vener8vel
mestre6 c>efe
de terreiro ou ex4mio doutrinador6 inseridos e dependentes dos templos6 igre7as6 lo7as6
terreiros ou
centros materiali3ados na Terra6 para se religarem com o Pai6 é por demais ;ousa
da; a proposta
universalista da Apometria Na sua busca ativa do socorro @s criaturas6 reativa a
potencialidade
cBsmica de cada su7eito6 como se fossem iogues do Terceiro ilnio6 de m5os dadas6
trabal>ando
em prol do despertamento do Hristo interno de cada criatura6 acima das nomenclatura
s6 divis?es e
veleidades >umanas

Através dessa postura ativa >abitual6 gradativamente o n4vel de conscincia col


etivo ir8 se
ampliando6 cada ve3 mais se tornando percept4vel a vBs <ue6 em grande part
e6 o arra3oado
costumeiro dos intelectuais eruditos6 ao tratarem das coisas espirituais6 n5o é aco
mpan>ado da
experincia m4stica interna
.endo assim6 discernireis como se estabelecem as inseguranas pessoais e as in
stabilidades
nessas almas6 <ue precisam se amparar atr8s das opini?es concludentes e dogm8ticas d
as doutrinas
exclusivistas .uas mentes6 acostumadas @s observa?es exteriores6 n5o tm referncia
prBpria no
vasto campo interior do psi<uismo "ulgarmente6 s5o a<ueles seres <ue nunca
sentiram um
;arrepio; dos esp4ritos do lado de c86 mas est5o a dar palestras ou a diri
gir agrupamentos
mediúnicos N5o <ue ;sentir; os esp4ritos desencarnados se7a pré-re<uisito essenci
al paraelevadas6
tarefas essas pois em muitos >omens sem interesse pessoal se instala a intui5o su
perior6 <ue é
de inestim8vel valor iluminativo

Todavia6 no fundo da alma de muitos cidad5os6 n5o importam as percep?es e


xtraf4sicas e
os arroubos intuitivos da espiritualidade6 pois sentem-se superiores6 numa po
si5o de falsa
modéstia6 crendo <ue tudo sabem do Além por seu intelectualismo exacerbado Prefere
m6 no lugar
das cansativas6 solit8rias e silenciosas experincias ps4<uicas internas6 as ruido
sas aparncias
externas acompan>adas por platéias atentas6 estimuladoras do recon>ecimento elogio
so <ue atia
vaidades dissimuladas6 <uando n5o fornecem consulentes para seus consultBrios
improvisados
regiamente remunerados
A expans5o da conscincia n5o d8 saltos O inconsciente milenar c
onfunde vossos
comportamentos e pode vos pre7udicar o discernimento Homo num iceberg cu7a
maior parcela
est8 oculta pelo oceano: a parte vis4vel desse bloco de gelo é vossa conscincia atual e
a gigantesca

&

por5o submersa é o vosso inconsciente6 afundado nas experincias contraditBrias


e imorais do
passado remoto Hom regularidade6 acontece desse iceberg enorme se mover na dire5o
contr8ria @
do vento consciencial da superf4cie6 uma ve3 <ue as profundas correntes mar4ti
mas da mente
espiritual oce9nica s5o mais fortes e o levam atavicamente em outra dire5
o Nessa mera
exemplifica5o6 podeis concluir de vossas ilus?es costumeiras
Por tr8s da realidade <ue se expressa no universo de vossos sentidos6 >
8 uma unidade
sub7acente <ue vos tange <ual iceberg submerso no oceano cBsmico6 incen
tivando vossas
potencialidades divinas ainda latentes O con7unto da vida e das formas n5o pass
a de pe<uenas
express?es de uma realidade maior6 <ue n5o est8 ligada diretamente com nen>uma
das religi?es6
filosofias ou doutrinas da Terra6 mas em todas ao mesmo tempo6 pela fragmenta
5o transitBria
desse Todo: ;Tendo criado o Universo com um fragmento de im mesmo6
!u permaneo
indiviso;6 afirma a deidade no F>agavad ita

!ste livreto6 intitulado ;)ardim dos Orix8s;6 alme7a demonstrar a 7ustia das lei
s cBsmicas6
onde a semeadura sendo livre a col>eita é obrigatBria no terreno do esp4rito
6 <ue deve ser
arduamente arado para o embele3amento do 7ardim da vida imortal O ciclo das
reencarna?es
entre o plano f4sico e o astral é abenoado educand8rio das conscincias6 em <
ue a Umbanda
conforta e instrui com sua simplicidade e sabedoria milenarM e tra3 as curas e o alent
o através
magia dosdaOrix8s nos grupos de Apometria - como no relato de casos reais atendidos
 !nfim6 nas
ativas experincias extracorpBreas6 a evolu5o das capacidades ps4<uicas do
s sensitivos é
propiciada pela aplica5o dos procedimentos apométricos6 nas atividades de socorro
!ntretanto6 a tendncia dos >omens6 pelo esforo de estudo e aplica5o
cont4nua nos
trabal>os <ue lidam com os planos ocultos6 <ue por sua ve3 exigem muita
concentra5o e
disciplina6 é de aos poucos irem sentindo-se superiores aos demais mortais

A infla5o do ego significa <ue muito em breve o desa7uste espiritual se instalar86 pelo
crescimento
da erva danin>a do menospre3o arrogante aos irm5os de outras sendas n5o t5o esclareci
dos

Hombatei vossas recRnditas disposi?es de superioridade intelectual com a >um


ildade para
servir6 como o fi3eram )esus6 Erancisco de Assis6 a>atma and>i6 %élio Eernandino
de oraes6
Erancisco H9ndido /avier6 entre tantos outros iluminados

*ogamos a Oxal8 <ue6 embora nada >a7a de novo ou <ue se acrescente a


os compndios
dispon4veis6 os con>ecimentos contidos neste >umilde livreto n5o vos aumentem o dist
anciamento
intelectual e o desdém <ue muitos eruditos das coisas espiritualistas alimentam
pelas massas
ignorantes

Zue o Hristo interno desperte em vBs6 superando os automatismos da alma mile


nar em prol
da uni5o6 do altru4smo e da fraternidade6 <ue est5o acima de todas as vossas diferena
s6 e reforam
a igualdade do sentimento amoroso sem preocupa5o de credo6 raa6 cor ou condi5o
econRmica6
t5o comum em vossa sociedade e no inconsciente coletivo

Porto Alegre( 0 de Janeir


o de '884+

R
amat!s

&
2

Parte /
Instrumentos da Magia

&G

/J

<istria de Tertuliano
Tertuliano nasceu em fam4lia pobre6 de pe<uenos agricultores +esde pe<ueno
apresentou
esp4rito refrat8rio ao meio <ue o abrigou Ea3endo parte de uma prole extensa6 nunca f
oi de dividir
com os on3e irm5os <uais<uer utens4lios6 brin<uedos ou tarefas
Tendo <ue acordar de madrugada desde garoto para trabal>ar na roa6 cad
a ve3 <ue era
sacudido pelo pai - >omem austero <ue tra3ia sempre @ m5o a cinta ou a c>iba
ta como ;bom;
corretivo - revoltava-se e se negava a sair da cama6 principalmente nos dias de
frio intenso do
inverno sulino N5o poucas ve3es o patriarca 7ogou-o ao c>5o e com uma das pernas
retendo-o pela
cabea embaixo da bota o aoitava6 botando-o a trabal>ar com os pés descalos no
campo coberto
de grossa camada de orval>o matinal6 congelado pelas baixas temperaturas do pampa g
aúc>o
+essa maneira ele foi crescendo6 entre a rebeldia e surras do pai <ue sB l>e a
umentavam a

revolta
a para siN5o
<ue aceitava ter <ue trabal>ar da<uele modo e o fato de n5o ser rico Prometi
assim <ue tivesse idade sairia de casa e nunca mais voltaria
Por volta dos de3essete anos se alista nas foras armadas6 na Aeron8utic
a Tendo feito
!scola de Aprendi3es de .argento6 se aperfeioa em treinamentos internos6 c>egan
do em alguns
anos ao posto de primeiro-sargento6 resolvendo seguir carreira militar Hasa-se e tem
dois fil>os6
um casal
Por volta do nascimento do primeiro fil>o6 depara-se com ostensiva
mediunidade aflorada6
o <ue o leva a se interessar pelas coisas do Além +e inteligncia bril>ante6 rapidam

ente absorve
todos os con>ecimentos Yarde<uianos em pe<ueno centro esp4rita Torna-se ef
etivo médium
psicBgrafo6 receitando >omeopatia6 o <ue era >abitual pelos idos de 1D2'
Atormentava-o uma curiosidade inata <ue o deixava muito in<uieto Hom
ea a estudar
magia e se interessa pela Umbanda6 o <ue o leva a fre<=ent8-la concomitante c
om o trabal>o
esp4rita Percebendo seus;dons;mediúnicos e a facilidade de interc9mbio co
m os uias e
Protetores6 Haboclos e Pretos "el>os6 seguidos de curas fenomenais para a época6
comea a se
envaidecer com os seguidos elogios dos consulentes Um agrado a<ui6 um elogio a

col86 sente-se
onipotente6 indispens8vel *esolve trabal>ar com redu3idas pessoas na garagem da sua
residncia6
e comea a receber din>eiro pelos atendimentos e consultas
+iante da necessidade de resultados e da cobrana insistente dos consulentes <
ue pagavam
e <ueriam o servio feito6 acaba se entregando completamente @ magia negra6 com sac
rif4cios cada
ve3 maiores de animais6 perdendo-se inteiramente no completo desrespeito @s leis
cBsmicas6 ao
livre-arb4trio al>eio e ao merecimento individual de cada criatura
C8 muito os uias e Protetores se >aviam afastado6 n5o por falta de amor
pelo médium6
mas por completa incapacidade vibratBria para aproximarem-se do dedicado aparel>o
de outrora6
<ue estava c>afurdado num mar de lama pútrida6 nas mal>as de pesada organi3a
5o do umbral
inferior
! assim passaram-se os anos Tertuliano se aposentou das Eoras Ar
madas e nunca
conseguiu ser rico como tanto alme7ava !m completa perturba5o6 separado da espos
a e os fil>os
crescidos6 o mais vel>o 78 casado6 termina seus dias so3in>o6 em completa de
menta5o6 sem
dormir e muito magro Eica noites seguidas como se fosse um autRmato sem von
tade6 um robR
teleguiado6 e é visto altas >oras da madrugada abrindo buracos no cemitério da pe<uen
a cidade <ue

&
I

o abrigou6 ao lado da igre7a6 na praa principal Tertuliano reside @ frente desse te


mplo catBlico6
numa casa muito simples de madeira6 nas cercanias da regi5o metropolitana da
rande Porto
Alegre
Para espanto geral da pe<uena comunidade muito beata6 rola na terra ú
mida perto das
sepulturas6 e com ol>ar petrificado6 corta o pescoo de um cabrito6 tomando o sangue
<uente <ue
verte abundante Poucos dias apBs esta cena deprimente6 morre de fulminante inf
arto agudo do
mioc8rdio6 so3in>o6 magro e desnutrido6 completamente louco
Antes de sabermos o <ue ocorre com Tertuliano <uando acorda do lado de l86
é oportuno
identificarmos a sua encarna5o anterior6 em <ue foi um poderoso médico e rico
al<uimista na
!span>a do século /",,, Profundo con>ecedor das cincias ocultas6 utili3ou ao m8xi
mo o poder
al<u4mico para dominar e enri<uecer6 tendo fundado uma espécie de seita sat9nic
a6 em <ue as
longas orgias eram precedidas de rituais de magia negra com sacrif4cios de belas don3e
las em tenra
idade
Tendo sido o seu corpo astral sensibili3ado para ser médium de cu
ra nesta última
encarna5o6 no seio da Umbanda6 recaiu abruptamente em fortes condicionamentos a
rraigados6 e
num comportamento at8vico6 reativou a conduta de al<uimista da ,dade édia6 es
<uecendo dos
compromissos assumidos com os mestres c8rmicos e esp4ritos amorosos <ue o acomp
an>ariam na
caridade terrena6 <ue por sua ve3 muito o auxiliariam nos resgates dos desmandos do p
assado
"oltemos ao despertamento de Tertuliano6 agora no Plano Astral Acorda e
se v preso
num buraco enlameado6 fétido e com uma legi5o de ;>omens-lobo;6 seres
desgren>ados e raivosos
do umbral inferior a l>e baterem com correntes pontiagudas de ao <ue l>e dilacer
am as carnes
Eica assim n5o sabe por <uanto tempo N5o tendo mais foras6 se entrega num es
tado de torpor
@<uela dor dilacerante6 e n5o se espanta mais com seus ossos expostos6 os mús
culos e nervos
pendurados em pedaos como se tivesse virado animal es<uarte7ado e exposto num ma
tadouro6 e o
sangue <ue nunca cessa de 7orrar Num determinado instante6 sente forte dese7o se
xual6 e se l>e
aproxima l9nguida e sensual ;mul>er;6 mas <uando l>e c>ega perto do campo limita
do de vis5o6
percebe <ue no lugar da pele tem escamas cobertas de um tipo de musgo esverdeado p
ega7oso6 <ue
seus ol>os s5o vermel>os6 as pupilas como de felino6 as un>as estiletes cortantes
O ente ignBbil
dana a sua frente em gestos obscenos A<uele artificial do astral inferior6
<ue ele criou6
manipulando-o muitas ve3es para separar casais6 >ipnoti3a-o e o envolve sens

ualmente seN5o
podendo controlar pelo intenso >ipnotismo6 se entrega ao conluio sexual com
essa ;mul>er;
assombrosa6 <ue l>e suga as últimas energias vitais6 e sente <ue n5o tem mais v
ontade prBpria6
perdendo sua última gota de dignidade *oga a todos os demRnios e luc4feres <ue o
tirem de t5o
sinistro destino
,mediatamente6 em completa prostra5o e fra<ue3a6 v-se diante de um mag
o negro6 <ue
veste uma longa capa escarlate6 de tBrax e abdome encovados e de feitio rept4lico
6 de aparncia
geral comprida e delgada6 com o pescoo dilatado similar a uma cobra na7a enraivec

ida pronta
dar a
a investida mort4fera6 <ue se prop?e arreban>8-lo para as suas >ostes6 di3endo-
l>e <ue assim
como todos eles >aviam trabal>ado para ele en<uanto estava encarnado6 agora
era c>egado o
momento dele retribuir sendo escravo deles Haso n5o aceitasse esta situa5o6 <ue fic
asse a penar
no buraco em <ue se encontrava Honcorda com a proposta e a primeira miss5o
<ue l>e d5o é
atacar e destruir a sua ex-esposa6 o fil>o e a fil>a6 como prova da sua fidelidade
*eluta6 mas por
fim cede6 e completamente perdido de Bdio por tudo e por todos6 instala-se na
contraparte etérica
da residncia dos antigos parentes Leva-os verdadeiramente a um inferno de +ante
pelos fluidos
enfermios <ue exalava6 <ue n5o detal>aremos para o nosso relato n5o ficar
excessivamente
fúnebre

&
J

Zuando tudo parece <ue est8 c>egando ao fim6 e a compan>eira de déca


das est8 <uase
louca6 o fil>o sB pensa em suic4dio e a fil>a est8 gr8vida de pai descon>ecido6 a ex-
esposa - antiga
médium de Umbanda - num vislumbre de lucide36 v-se em <uadro ideopl8stic
o clarividente6
criado e inspirado por ;sua; preta vel>a6 um esp4rito protetor6 <ue orienta-a para
procurar a7uda
espiritual6 sob pena de todos sucumbirem *esolve determinadamente6 surpreendend
o-se com as
prBprias foras6 procurar a7uda num Terreiro de Umbanda
!m consulta reali3ada6 um Haboclo denominado Ogum .ete Lanas6 inc
orporado num
médium6 di3 <ue >8 um esp4rito familiar muito perturbado desestruturando a fam4
lia .olicita a
continuidade dos atendimentos6 fala da persistncia <ue os membros da fa
m4lia ter5o <ue
demonstrar6 e concomitante aos trabal>os >abituais da Umbanda6 encamin>a to
dos para uma
sess5o de desobsess5o6 em <ue6 na última <uinta-feira de cada ms6 s5o reali
3ados di8logos
fraternos com esp4ritos sofredores6 na<uele terreiro
Através do comando da falange espiritual desse Haboclo6 toda a organi3a
5o trevosa foi
retida e Tertuliano foi esclarecido e aceitou ir para um local de corre5o e estudo no
Astral sob a
égide da Umbanda .eus familiares encarnados tm novamente o bem-estar em suas
vidas
ApBs um longo per4odo de aprendi3ado e treinamento numa escola corretiva6 T
ertuliano foi
aprovado para trabal>ar no Plano !spiritual6 como auxiliar numa legi5o entre
as muitas <ue
comp?em a Umbanda Passou a ser denominado de Far8 Longo6 tendo este nome <ue
o identifica
impresso no uniforme <ue ocupa6 em vermel>o6 como um bordado lu3ente6 7unto
ao peito6 logo
acima do cora5o +i3-nos <ue é somente um identificador do tipo de tarefa6 pois
muitos outros
assim também s5o denominados6 o <ue caracteri3a a impessoalidade necess8ria @ r4gid
a disciplina
da falange de <ue fa3 parte6 <ue est8 sob as ordens do !xu uardi5o Pinga- Eogo
 Aceitou pelo
exerc4cio do seu arb4trio6 a escala de trabal>o <ue l>e apresentaram Co7e labuta como
instrumento
de combate @ magia negra e aos antigos comparsas do umbral inferior6 auxiliando
o uia "ovB
aria Honga6 do Orix8 orim8
Assim6 Tertuliano evolui no Astral6 sob a égide da Umbanda6 como u
m disciplinado
Auxiliar6 se fortalecendo para n5o fracassar na sua prBxima encarna5o6 pois novamen
te retomar8
como médium Atua no meio mais vil e raste7ante <ue existe6 no <ue podemos c>ama
r de sombra
da >umanidade6 <ue con>ece muito bem6 aplicando seus vastos con>ecimentos de ma
gia em prol
da 7ustia cBsmica6 semel>ante curando semel>ante6 o <ue est8 acima do bem ou
do mal como
entendemos precariamente ;

Obser&a@Kes do médium"

É oportuno lembrarmos que a Umbanda é constituída numa espécie de setená


rio mágico,
que é organizado por um contingente de seres, estruturalmente com posiçes de!inida
s de acordo
com as tare!as e o tipo de magia #omeçando com os $rixás, em n%mero de se
te, a Umbandaem (egies, estas por sua vez em )alanges, ambas com seus
&ierarquiza'se
#&e!es, todas
englobando um grande contingente de *uias e +rotetores
$s Exus ou Agentes ágicos, por sua vez, incluem os sete Exus *uardies, c&
amados Exus
#oroados, com o grau de #&e!e de (egi-o #ada um deles tem outros Exus que trabal
&am sob seu
comando, os c&amados Exus .atizados /porque t0m nomes pessoais1 ou #&e!es de )al
ange
A par desse n%cleo essencial, a Umbanda, ao longo de sua aç-o de caridade es
piritual, tem
abrigado incontável n%mero de espíritos &umanos desencarnados que se desligaram d
as !alanges
das 2ombras, em geral por intervenç-o dos pr3prios trabal&adores dessa egrégora 4a
is espíritos,
optando por receber instruç-o e auxílio em organizaçes especializadas do Astral,
preparam'se
&
D

para o árduo camin&o da reeducaç-o de sua consci0ncia, servindo como Auxiliares do


s #aboclos,
+retos 5el&os ou Exus, executando trabal&os por estes designados, como espécie de "e
stagiários"
Evoluindo constantemente, e de acordo com o es!orço e merecimento pr3prios, um Au
xiliar desses
poderá eventualmente, no !uturo, vir a trans!ormar'se em +rotetor, quando se
credenciar para tal,
num posto que vier a tornar'se vago pela "promoç-o" de um +rotetor a *uia
Esses Auxiliares trabal&am sob as ordens diretas de uma entidade ' #aboclo,
+reto 5el&o
ou +reta 5el&a ou Exu, e 6s vezes podem ser tomados por um deles, ou
con&ecidos por
denominaçes que na realidade pertencem 6quele que os comanda +or exemplo7 um
Auxiliar de
um Exu que é assimilado ou responde pelo nome de seu comandante, ou um
Auxiliar que é
con&ecido por um nome de +reto 5el&o 8o primeiro caso temos, nesta obra, o Auxilia
r que é &oje
4ertuliano, e no segundo caso do exemplo, +ai 9uirino
A todos esses trabal&adores, auxiliares do .em em diversos níveis evolutivos,
a Umbanda
o!erece guarida, a par de suas entidades "estruturais" /É interessante lembrar que
as entidades
ao nível de *uia n-o necessitam mais reencarnar ' a n-o ser em miss-o voluntária '
enquanto os
+rotetores ainda dever-o !az0'lo1
:mportante a!irmarmos que n-o trabal&amos diretamente, em termos de "i
ncorporaç-o"
com nen&um Exu srcinal ou genuíno con!orme &ierarquia estrati!icada no Astral 4
odos que se
mani!estam através da nossa mediunidade s-o Auxiliares e reencarnar-o
Utilizam, com
permiss-o dos maiorais da Umbanda, os nomes dos verdadeiros Agentes ágicos Est
es irm-os se
reportam ao comando de 5ov3 aria #onga, que !raternalmente vai orientand
o'os enquanto
ocupam as posiçes de auxiliares na caridade Executam programas evolutivos no
Astral sob a
égide da Umbanda #omo nos diz esta guia espiritual e +reta 5el&a amorosa7 "eu
!il&o, todos
n3s somos auxiliares da caridade $ importante é darmos oportunidade 6queles q
ue necessitam
ardentemente realizar obras para evoluir #omo as árvores dar-o bons !rutos se n-o
regarmos o
terreno ressecado pelo atrito dos desmandos pretéritos dessas almas de ;eus< A
semeadura de
=esus na 4erra é toda amor, e a Umbanda atua saciando os que t0m sede de (uz"
Ao leitor sequioso por apro!undamento nesta temática, em especial aos
umbandistas e
trabal&adores dos grupos de Apometria, sugerimos a leitura de um verdadeiro
clássico, um
de!initivo tratado sobre a Umbanda, o livro que se encontra em >? ediç-o, &
Umbanda, essa
6esconhecida&, de @oger )eraud, agora pela Editora do #on&ecimento

(
'

'J

Os Artificiais condensadores energéticos


na magia negra

$E!GU35 - 7olicitamos vossas considera(es para a nossa maior co


mpreensão
do que se8am os 5rti*iciais e de como são criados.
RAMATLS $ Os Artificiais6 espécie de formas-pensamentos densas
oriundas das
emana?es mentais dos >omens encarnados e desencarnados6 s5o import
antes a vossa
compreens5o pelos extensos malef4cios <ue causam .5o criados continuame
nte6 de forma
inconsciente6 pelos egos inferiores da grande massa da popula5o da Terra6 relacion
ados com os
sentimentos de vaidade6 ciúme6 inve7a6 sensualismo6 gula6 entre tantos outros negativos
1
O acúmulo dessas formas astral-mentais vos deixa ;encobertos; por uma
massa informe e
viscosa6 como se fossem agregados a prBpria aura6 <ue se ;alimentam; continuame
nte do fulcro
gerador <ue e a mente de cada um de vBs6 como se criassem vida prBpria6 <ual parasit
a <ue domina
completamente a planta <ue o alo7a
Zuando >8 o desligamento do Artificial >ospedado no invBlucro carnal apB
s a morte6 os
efeitos s5o intensos O pensamento6 <ue se apoderou da matéria pl8stica d
o plano astral6
rebaixando-a vibratoriamente para uma densidade capa3 de saciar as sensa?es d
e seu criador6
fortaleceu-se a tal ponto <ue a sua desintegra5o n5o é imediata6 em alguns ca
sos demorando
séculos Ocorre <ue tais energias condensadas de baixas vibra?es n5o ficam vagu
eando a esmo
pela imensid5o astral <ue envolve a Terra Por sintonia6 tendem a intensificar as idéias
idnticas as
<ue srcinalmente as criaram6 e ent5o tais ;entes; logo estar5o imantados em outros
>omens6 <ue
os fortificar5o ainda mais A par disso6 embora o Artificial n5o ten>a inteligncia prB
pria6 e como
se tivesse um dese7o instintivo de perpetuar sua existncia6 reagindo com a fora d
o seu prBprio
magnetismo6 <ue tende a intensificar os pensamentos similares <ue encontra em seu r
aio espacial
de a5o Homo a maior parte dos pensamentos continuamente emitidos e <ue envolvem
toda a aura
do planeta s5o de baixa moralidade6 dos mais sBrdidos interesses6 podeis concl
uir <u5o vasto
terreno adubado se encontra @ disposi5o dessas ervas danin>as6 formas-pensamentos
denominadas

Artificiais

1 + 6r. 9os" Lacerda de 5zevedo, introdutor da 5pometria, em seu p


rimeiro livro,
&'at"ria-Espírito - 3ovos :orizontes para a 'edicina&, Ed. do 5utor, escreve;
&5 ener2ia da mente pode ser pro8etada no espao atrav"s de estruturas
conhecidas
como *ormas-pensamento. Constituídas de um n)cleo de ener2ia com *orma mo
delada pela
mente que as pro8eta, elas podem pre8udicar ou bene*iciar as pessoas que visam,
con*orme a
vontade de quem as crie - consciente ou inconscientemente. $ro8etada, ela normal
mente
primeiroatuasobre o campo ou corpo mental de outros seres, dai passando para
os corpos ou
campos astral e et"rico, para en*im a2ir sobre o *ísico, 8/ convertida em aão psico
motora. 7e
lanada com emo(es, por"m, se revestir/ de massas ma2n"ticas tanto mais dens
as e turvas
quanto mais bai<as =e ne2ativas> *orem as *req?ncias vibratórias das emo(es@ ne
stes casos,

(
1

em que se inclui a 2eraão de *ormas-pensamento, a ener2ia mental emitida atin2ir/


primeiro e
diretamente o corpo astral da criatura visada, de onde passar/ para o et"rico e, em
se2uida, o
*ísico.&

Potencialmente mais nefastos do <ue os Artificiais <ue s5o criados inconscient


emente6 s5o
os Artificiais potenciali3ados conscientemente pela a5o m8gica dos magos negro
sorgani3a?es
l4deres dastrevosas Hriaturas de gigantesco poder mental6 con>ecem profundamente
as técnicas
do pensamento para fortalecer os Artificiais6 e utili3arem-nos em seus trabal>os6
como robRs <ue
levar5o a efeito as mais terr4veis tarefas Podem gui8-los a distancia como se o
Artificial estivesse
com toda a inteligncia da mente malévola <ue o domina Prolongam seg
uidamente suas
existncias6 vampiri3ando a vitalidade dos encarnados nos processos obsessivos plane
7ados pelos
psicBlogos das .ombras Outro processo <ue os mantém fortalecidos s5o as contin
uas oferendas
com
itiva sacrif4cios
Assim de animais e derramamento de sangue <uente6 eivado de vitalidade nutr
sendo6 s5o perigosos e duram ;infinitamente; se n5o forem destru4dos por esp4ritos ben
feitores <ue
con>ecem profundamente essas manipula?es energéticas6 propiciadas pela extrema
plasticidade
do plano astral
A engen>aria da magia negra e de extremo poder na arte de criar Artificia
is para o mal
"em desde os idos da vel>a Atl9ntida6 e infeli3mente essa situa5o persiste até os dia
s atuais6 em
<ue enormes falanges de Artificiais dominam completamente algumas agremia
?es terrenas
uitas das de
4ritos6 mas manifesta?es mediúnicas <ue ocorrem nesses locais n5o s5o de esp
Artificiais teleguiados pelos inteligentes e ardilosos magos6 sacerdotes do umbral infe
rior na arte
mais negra <ue ainda existe em vosso orbe6 pela similaridade de pensamentos des
ditosos com a
popula5o da crosta Eormando simbiose entre ela e as dimens?es de vida do
Plano Astral6 é
alei75o <ue gera imenso carma negativo6 <ue sB se atenuar8 com a 7usta imposi
5o das futuras
encarna?es corretivas6 <ue condu3ir5o ao inexor8vel crescimento moral da
s conscincias
envolvidas nessas a?es >ediondas

$E!GU35 - + &5rti*icial&, quando su2a a ener2ia vital, vam


piriza o que,
e<atamenteA 7e o desencarnado 8/ não tem mais corpo et"rico, podemos in*erir q
ue não tem
mais ectoplasma, então o que *oi su2adoAB
RAMATLS - Nem toda energia vital pode ser interpretada como ectoplasma
 esmo o
lao flu4dico <ue é o cord5o de prata - liga5o magnética do corpo astral com o duplo
etérico e com
o corpo f4sico - 78 estando ;cortado; apBs o desencarne6 n5o é incomum o esp4rito ;se
ntir; através
do corpo astral6 ainda <ue adormecido em entreposto socorrista do Além6 as sensa
?es do fardo
pesado <ue o alo7ou no seu estagio terreno Honsiderai <ue o per4odo <ue sucede ao d
esencarne de
>omens excessivamente apegados aos pra3eres mundanos ou a alguns desligamentos
traum8ticos
como vossos acidentes automobil4sticos6 e acompan>ado de intensa ;cristali3a5o
; ou fixa5o
mental do esp4rito +esligado do vaso carnal <ue 7a3 no plano f4sico6 entreta
nto é como se
perpetuasse as sensa?es e angústias6 como se nada tivesse acontecido6 muito menos
tendo no5o
da mudana de plano vibratBrio6 tendo talve3 a vaga impress5o de <ue o corpo som
8tico n5o fa3
mais parte da sua ;nova; vida !ssa situa5o leva a uma liga5o vibratBria com
o enredo ;post
mortem;6 puramente ps4<uica6 em <ue o d4namo gerador é a mente dese<
uilibrada6 ainda
sintoni3ada com as energias vitais prBprias da matéria <ue compun>a a sua veste f4sica

(
&

Por um processo de repercuss5o vibratBria6 o recém-desencarnado se liga


mentalmente com
as ;sensa?es; da desintegra5o do envoltBrio carnal enri7ecido e putrefato6 <u
e se encontra
submetido a uma espécie de fora descondensadora6 regida pela 5e Nature3a6 <ue tu
do modifica
e nada deixa se perder
Assim6 através dessa sintonia mental do desencarnado <ue se perpetua6 o Artificial pre
parado pela
mente malévola de experimentado mago negro ;suga; os restos de energia vital6 inclusi
ve do corpo
etérico ainda pu7ante de denso ectoplasma6 e <ue n5o se desintegra logo apBs
o desenlace do
esp4rito6 até podendo apresentar-se como um autRmato6 um casc5o a vaguear
c>umbado na crosta
por determinado tempo de vossa dimens5o
.e tivésseis ol>os de ver do lado de c86 poder4eis observar as c>us
mas de esp4ritos
dementados6 em total desalin>o existencial6 <ue vivem perdidos no tempo em cidadela
s medievais
plasmadas por seus pensamentos6 se digladiando entre si pela captura dos corpo
s etéricos dos
>omens imorais6 gulosos6 concupiscentes6 sexBlatras e drogados ,ntensifica-se tal
cen8rio infernal
<uando >8beis m5os dos engen>eiros das sombras conseguem apropriar-se
desses corpos
tempor8rios e densos6 manipulando-os para seus intentos mais odiosos e nefastos
!nt5o a pura
tecnologia do astral inferior e o mal milenar da Terra se associam para causar doenas
6 discBrdias6
conflitos e sofrimento6 criando terr4veis Artificiais <ue - embora devam inevitavelment
e um dia se
desintegrar pelo magnetismo planet8rio - tm suas energias vitais deletérias potenciali3
adas6 sendo
utili3ados em processos de imanta5o nos encarnados6 levados a efeito por ar<uitetos d
as .ombras
Os mais variados v4cios do corpo e da alma s5o transmitidos assim entre os dois pl

anos da
para vida6dor @<ueles encarnados <ue est5o em mesma faixa sintRnica6 fria e
causar
calculadamente
obsediados
!ssas ocorrncias dantescas das vampiri3a?es flu4dicas das energias vit
ais podem se
perpetuar no tempo6 criando imanta?es simbiBticas de dif4cil solu5o6 <ual parasita <
ue n5o pode
ser retirado das entran>as da planta <ue o alo7a !sp4rito e energia6 e como centel>a
provinda do
Pai6 do Todo HBsmico6 eterno e imortal6 se ;alimenta; do infinito manancial energéti
co existente
no universo

uitos esp4ritos <ue fi3eram escambo com o além-túmulo <uando encarnados6


explorando
os !sp4ritos da Nature3a6 escravi3ando os irm5os sofredores do lado de c8 em
contratos com
poderosos magos negros6 >o7e se encontram prisioneiros6 em funesto sono6 alo7ados e
m úmidas e
malc>eirosas cavernas do umbral inferior6 sendo verdadeiras usinas vivas de for
necimento de
energia para as organi3a?es trevosas Porém6 imortais <ue sois todos vo
s6 o manancial
intermin8vel de energia do rande Ar<uiteto do Universo em tudo se apresenta im
anente6 e vos
assiste na tra7etBria evolutiva6 mesmo em situa5o t5o deprimente como a
desses irm5os
aprisionados6 até <ue cesse o pagamento do último ceitil das d4vidas de outrora
e o manto da
caridade os encubra com suas falanges socorristas de resgate

$E!GU35 - icamos al2o surpresos. Então " possível se &capturar&


um corpo
et"rico de um rec"m-desencarnado e manipul/-lo para o malA 3ão e<istem espíritos
ben*eitores
que velam para que este mediador, usina de ener2ia entre o corpo astral e o co
rpo *ísico, se
desinte2re normalmente nos sítios da naturezaA
RAMATLS $ N5o sB é poss4vel capturar o corpo etérico de um desencarna
do6 como é
;costumeiro; fa3-lo com os dos encarnados <ue d5o ense7o a isso Lembrai-vos de
<ue todos vBs
;morreis; diariamente durante o sono f4sico Zuando estais em desprendimento not
urno6 em <ue
normalmente dever4eis descansar das ma3elas do dia6 muitos de vBs ;correis; para
os antros de

(
(

sexo6 bebidas e vicia?es em geral existentes na psicosfera da Terra .e >8 colRnias


espirituais e
entrepostos socorristas sob a égide da !spiritualidade .uperior6 também exist
em pal8cios e
fortale3as das .ombras na egrégora terr4cola6 alimentados pelas emana?es ment
ais de grande
parte da popula5o encarnada
!m persistente est8gio nas 3onas subcrostais en<uanto dormis6
inevitavelmente
estabelecereis afinidades <ue n5o respeitar5o vosso livre-arb4trio Zuantos de vos t
endes vossos
corpos etéricos prisioneiros durante o sono f4sico6 como usinas vivas fornecedoras de
ectoplasmaK
C8 os <ue rotineiramente s5o esperados assim <ue d5o o primeiro coc>ilo6 pa
ra servirem de
repastos vivos aos esp4ritos <ue n5o detm mais um corpo f4sico6 mas <ue ;cola
dos; no corpo
astral do encarnado desdobrado6 auferem todas as sensa?es como se encarnad
os estivessem
!mbora pro7etados em locais do astral inferior6 o lao mantido pelo cord5o de prata
com o corpo
f4sico6 <ue fica inerte em vosso dormitBrio6 fa3 com <ue participeis fisicamen
te de todas as
experincias de intenso pra3er sensBrio6 algo <ue e transmitido prontamente aos va
mpiri3adores6
saciando-os como se tivessem um corpo de carne
Zuanto ao corpo etérico dos desencarnados6 livre do magnetismo animal
do invBlucro
carnal e da liga5o do cord5o de prata6 em condi?es normais deveria se desi
ntegrar 7unto @
Nature3a6 voltando a 5e Terra como bom fil>o <ue retoma a casa - mas nem s
empre é o <ue
sucede  certo <ue existem esp4ritos <ue tm como tarefa 3elar pelos corpos etéricos
e f4sicos nas
tumbas mortu8rias6 pois sendo a maioria de vBs t5o presos na matéria6 vossos corpos et
éricos ficam
irremediavelmente unidos aos corpos f4sicos durante a decomposi5o cadavérica
!ssa situa5o
;anormal; apBs o desencarne6 devida a imoralidade dos terr4colas6 e <uando n5o >8
merecimento
de cobertura espiritual dessas falanges 3eladoras atuantes nos cemitérios6 causa verdad
eira corrida
louca no além-túmulo6 <uando >ordas insaci8veis se dirigem velo3es as mora
das sepulcrais6
disputando ferren>amente os restos mortais6 sugando-os com sofreguid5o como restos
de comida
7ogados entre animais fero3es e famintos Ainda >8 as organi3a?es especialistas n
a captura dos

restos <ue
ricos mortais6
l>es <ue imp?em disciplina e mando no aprisionamento dos corpos eté
servir5o para calculados recursos do mal
Agradecei ao Alto o amparo da !spiritualidade no desligamento de vossos
corpos astrais
apBs o desfalecimento geral das fun?es f4sicas Técnicos6 médicos e enferme
iros trabal>am
arduamente6 dia apos dia da Terra6 assistindo e ;salvando; mil>?es de ;mort
os; de ficarem
grudados nos despo7os carnais e sentirem a comic>5o dos vermes nas entran>as
Tendes ai um
exemplo de amor universal6 oculto6 silencioso6 ininterrupto6 desde eras remotas em vo
sso planeta6

aem >umanidade6
<ue poderosas energias de bn5os e perd5o s5o derramadas por toda
condu3idas por aria de Na3aré do Astral .uperior de vosso planeta6 auxiliando vibr
atoriamente6
através de potentes foras magnéticas <ue d5o apoio a essas falanges socorristas6 o d
esligamento
de centenas de mil>ares de seres <ue desencarnam diariamente em vosso orbe
$E!GU35 - Como se d/ 0 captura dos restos mortais, especi*icame
nte o duplo
et"rico, pelas or2aniza(es mal"volas, e qual a *inalidade dessas atividades especiali
zadas das
7ombrasA
RAMATLS $ O poder mental do esp4rito se intensifica no universo ast
ral A mente
dilatada pelo con>ecimento6 disciplina e concentra5o6 aprende rapidamente <ue o p
ensamento é
capa3 de ser criador Ao impulso de poderoso mago negro6 a matéria mental
se movimenta6
formando correntes vibratBrias <ue atuam na manuten5o de poderosos campos de for
as Assim6 a

(

cúpula dominadora das falanges do mal conserva6 nas auras das personalidades <ue l>
es caem nos
dom4nios6 permanente indu5o mental >ipnoti3adora
Todos os seres dispondo de oscila?es mentais prBprias6 em amplitu
de de onda e
fre<=ncia6 é comum6 com a matéria astralina altamente pl8stica6 a cria5o de c
en8rios <ue se
tornam pres4dios da<ueles <ue l>es caem no campo de influncia6 <ue nada m
ais s5o <ue as
afinidades6 inclina?es6 impulsos e simpatias de cada um levados ao extremo d
a loucura para
produ3ir a domina5o sem trégua
A uma simples vibra5o de vosso ser6 um mero pensamento6 mesmo o
mais secreto6
estabeleceis imediata faixa vibratBria de sintonia <ue provoca a imanta5o de out
ras mentes na
mesma onda fre<=encial !ntendei os processos de indu?es mentais coletivas e po
dereis aceitar
em vossa ra35o as turbas de esp4ritos sofredores6 dominados como se fossem robRs
Ademais6 o corpo astral6 liberto do pesado corpo carnal6 retorna a toda a sua po
tencialidade
sensitivaM todos os sentidos ;pairam; sobre toda a sua contextura sem a locali
3a5o sensorial
propiciada pelos Brg5os f4sicos de outrora  como se fossem ampliados todos os sent
idos em um
sB6 por todo o envoltBrio pl8stico <ue molda energeticamente a forma do corpo astral:
os sexBlatras
sB ;enxergam; os Brg5os genitais <ue buscam para o xtase fuga3 dos pra3eres
gigantescos e
insaci8veis6 os bbados correm atr8s dos canecos vivos e dos eflúvios do 8lcool6 os
glut?es est5o
fixos nas mesas de finas iguarias e n5o cessam de correr atr8s dos petiscos de car
nes suculentas
como cac>orros raivosos6 os viciados sorvem diuturnamente por todos os poros do
s seus corpos
flu4dicos os princ4pios ativos eteri3ados das drogas da Terra
Todos esses6 escravi3ados e >ipnoti3ados pelas poderosas indu?es mentai
s dos magos
negros e seus psicBlogos das trevas6 servem de soldados roboti3ados6 muitos co
m seus corpos
astrais em forma de animais6 faces e<=inas6 orel>as de lobos6 m5os em garras6 pelos de
ursos6 entre
outras >ipnoses grupais <ue deterioram a morfologia srcinal do corpo astral Assim6
controlados
mentalmente6 s5o separados por afinidades vibratBrias6 por eles mesmos
geradas e <ue6
paradoxalmente6 os mantm prisioneiros Os sexBlatras perseguir5o os corpos etéricos
e os restos
flu4dicos dos sensuais e libidinosos de outrora6 os beberr?es se ver5o <uais limal>as
de ferro em
volta de potente im5 alcoBlico
! ainda6 por afinidades e pelo magnetismo denso <ue os afina aos cor
pos f4sicos em
desintegra5o nas tumbas mortu8rias e aos corpos etéricos na maioria das ve3es ;cola
dos; a eles6
todos6 em louca corrida no além-túmulo6 como personagens de uma apresenta
5o teatral de
>omens travestidos em assustadoras peles de animais6 servem de escolta para prender
condenados
por seus prBprios atos insanos6 como instrumentos de domina5o do astral inferior O

s vitoriosos
nas capturas dos corpos inferiores ferren>amente disputados poder5o sorver alguns rest
os flu4dicos
e saciar provisoriamente seus tormentos6 método de meritocracia estabelecido nas
.ombras Os
<ue repetidas ve3es tiverem bom desempen>o6 v5o gradativamente subindo na >ie
rar<uia desse
exército dantesco

Obser&a@Kes do médium"

Bá pouco tempo, e ap3s começarmos a escrever o "=ardim dos $rixá


s", tivemos um
atendimento
mpo no grupo de Apometria para um casal que estava com um baixo ca
vibrat3rio
implantado por um tipo bem especí!ico e incomum de magia negra7 eles se apresenta
vam como se
estivessem com seus corpos astrais dentro de uma espécie de cápsula metálica
de bronze, no
!ormato de um caix-o mortuário Entre os dois, no meio do par, estava coloca
do por intenso
magnetismo um "cadáver", enrijecido, e imediatamente o #aboclo +er
' corroborando
in!ormaçes semel&antes que @amatís já &avia nos passado ' alertou'nos tratar'se
de um corpo

(
2

etérico "roubado" de um desencarnado 2implesmente o casal n-o podia !icar junto, e


sempre que
se aproximavam um do outro sentiam'se mal, tin&am tremores de !rio, arrepios, en
torpecimento
dos membros, e um sentimento muito ruim, como se !ossem morrer
+ara nossa surpresa, ap3s os amigos espirituais desintegrarem essa cápsula m
ortí!era e o
corpo etérico intruso, um dos médiuns se viu conduzido por um dos Exus que d
á cobertura ao
grupo até um local no umbral in!erior, em que um mago negro era especialista em
conservar os
corpos etéricos capturados em uma espécie de cCmara de res!riamento,
em que eram
armazenados por classi!icaç-o ou tipologia de morte, para posterior utilizaç
-o dentro dos
interesses ne!astos da organizaç-o malévola a que servia
Este ser !oi conduzido para o devido local do astral para ser esclarecido pos
teriormente
Ap3s os Exus removerem todos os espíritos que porventura ainda estive
ssem no local,
cristalizados no post'mortem e retidos nos duplos "res!riados", 5ov3 aria #onga,
com o auxílio
de uma legi-o de pretos vel&os, desmanc&ou todo esse "!rigorí!ico" de corpos etéricos
capturados
e manipulados pela terrível magia negra, numa verdadeira implos-o ectoplásmica
(ogo ap3s, começou uma c&uva de !inos cristais luminosos de água, amarela
dos como se
!ossem pingos dourados, !ormando'se uma enorme corredeira de cascata, em que
uma !alange de
caboclas, sereias e ondinas levou todos os restos queimados que ali estavam para
os locais da
natureza que os reabsorveriam, pelo magnetismo tel%rico pr3prio do planeta
)oi recomendado ao casal, juntos e de m-os dadas, um ban&o de cac&oeira
ou mar logo
ap3s o atendimento Uma semana ap3s !icamos sabendo que estavam plenamente recu
perados e a
vida conjugal normalizada
$E!GU35 - Concluímos que os ma2os ne2ros dão mais valia aos corpo
s et"ricos
capturados para a *ormaão de 5rti*iciais do que as Dmeras *ormas-pensamento.
7olicitamos
maiores coment/rios sobre a criaão ma2ística dos 5rti*iciais e o porque dessa &p
re*erncia&
pelos duplos et"ricos.
RAMATLS $ )8 nos "edas Livros ancestrais sagrados da ndia6 em <
ue se baseia o
CinduismoQ est8 escrito <ue a organi3a5o espiritual precede a f4sica A energia <
ue estrutura a
organi3a5o f4sica e indispens8vel e manipulada de forma inteligente6 sen5o >
averia o caos
Honcluindo <ue a fun5o fa3 o Brg5o6 o corpo etérico6 como mediador do corpo astral
com o corpo
f4sico6 serve como centro de produç-o !luídica6 e é uma cBpia fiel do corpo f4sico 
o mediador
entre o plano astral e o f4sico6 e <uando ;solto; do vaso carnal apBs o desencarne6 tant
o maior ser8
o tempo re<uerido para sua desintegra5o pelo magnetismo planet8rio <uanto maior t
en>a sido o
apego material do esp4rito <ue o animou
Zuanto maiores os desregramentos6 os v4cios e a imoralidade6 tanto mais vali
oso se torna
para as organi3a?es trevosas
!sses duplos etéricos densificados6 abundantes em fluidos pega7osos
oriundos das
sensa?es mais grosseiras propiciadas pelos desmandos dos >omens6 serve
m de potentes
condensadores energéticos para os magos negros !m processos prBprios d
e manipula5o
mag4stica6 em <ue os !sp4ritos da Nature3a obedecem-l>es ao comando mental6
potenciali3am as
energias desses corpos6 distorcendo o processo natural de desintegra5o atrav
és de intenso
magnetismo utili3ando indevidamente6 contrariando a nature3a e as energias elementais
dos <uatro
elementos planet8rios6 ar6 terra6 8gua e fogo Hom rituais prBprios <ue l>es
servem para a
concentra5o mental6 fixam os !sp4ritos da Nature3a no duplo como se fossem os s4tio
s vibratBrios
de <ue s5o srcin8rios ! algo <ue fa3 muito mal a esses irm5os da Nature3a6 po
is as vibra?es

(
G
contidas no Artificial <ue esta se formando6 ;>umani3adas;6 se mostram extremament
e deletérias
para eles6 por sua pure3a vibratBria "em-se >ipnoti3ados e escravi3ados ao
comando mental do
mago negro6 ao mesmo tempo dando ;vida; ao Artificial oriundo do antigo duplo
eterico6 agora
espécie de robR <ue intensifica6 por afinidade6 os fluidos enfermios e a conduta d
esregrada
encarnadosdos
<ue se encontram no seu raio de a5o
!m calculada analise psicolBgica dos encarnados <ue l>es sac alvo da
a5o funesta6
identificam a<ueles <ue sac afins com os Artificiais criados6 e com acurada técnica de
polari3a5o
de estimulo de memBria6 estabelecem uma resson9ncia de vida passada6 <ue
com impulso
eletromagnético ade<uado atua na rede neuronal e na mal>a sin8ptica6 advindo rapidam
ente <uadro
mBrbido de acentuado transtorno psicolBgico Eeito isso6 esta aberta @ condi5o vibr
atBria para a
sintonia com o Artificial6 <ue intensificar8 sobremaneira o dese<uil4brio f4sico e espiritu
al

$E!GU35 - 7olicitamos um e<emplo dessa aão mal"*ica.


RAMATLS $ Um encarnado foi alcoolista em existncia remota6 tendo d
esencarnado
de cirrose >ep8tica6 completamente embriagado6 em um beco escuro Na atualidade n
5o bebe e é
pe<ueno empres8rio6 de meia-idade6 em franco progresso profissional Cabita feli
3 uma bela e
confort8vel morada com a esposa e os trs fil>os adolescentes
+urante uma viagem de negBcios6 sai com grupo de clientes e se deix
aanimada
envolver
festa6emem <ue no meio de drin<ues e sorridentes mooilas6 se entrega aos pra3
eres de uma
noite6 o <ue considera <ue n5o trar8 maiores conse<=ncias
Numa outra viagem6 novamente recai nesse condicionamento festivo com
o maneira de
relaxar !m intensa ansiedade6 n5o pode mais esperar os per4odos de ausncia profissio
nal do lar6 e
se deixa encantar por uma 7ovem <ue acaba sendo sua amante .entindo <ue esta perd
endo o rumo
e o controle6 num lapso de conscincia6 sentindo-se culpado6 em vista dos val
ores morais 78
con<uistados pelo exemplo moral da esposa6 resolve terminar essa rela5o

an4mico6A em
partir
<uede ent5o inicia-se um processo de obsess5o entre vivos6 processo
a ex-amante diuturnamente se desdobra para assedi8-lo durante o desprendimento do
sono f4sico6
pois n5o admite perder a<uele <ue a sustentava financeiramente6 situa5o <ue a leva
novamente a
mercade7ar o prBprio corpo nas boates da cidade O local em <ue a 7ovem vende
seu corpo6 um
antro de pra3er6 tem em sua contraparte astral um castelo medieval plasmado
por poderosa
organi3a5o <ue domina a todos6 encarnados e desencarnados6 presos nos desmandos d
o sexo !la
estabelece a sintonia com adestrado mago negro do astral inferior6 <ue re
cebe a rapariga
desdobrada e escuta suas <ueixas6 pois 78 foram ardorosos amantes6 imantados em ritua
is de magia
negra de cun>o sexual6 numa outra encarna5o
uito em breve6 e através de inicia5o ritual4stica na subcrosta6 se utili3a
um Artificial
srcinado de um6 duplo etérico de falecido alcoolista por cirrose >ep8tica6 <ue
é devidamente
implantado no esposo invigilante6 ao mesmo tempo em <ue um psicBlogo das T
revas polari3a
resson9ncia de vida passada6 de seu desencarne traum8tico por cirrose >ep8tica .
em demora o
destacado pe<ueno negociante comea a beber sem cessar6 até o ponto de se v
er rapidamente
>ospitali3ado com o f4gado ;inexplicavelmente; transformado em pasta pega7osa

$E!GU35 - icamos condoídos do &nosso& doente no hospital. + enredo


narrado
nos apoquenta, pois estamos habituados a &escutar& histórias do 5l"m mais ame
nas. + que
poder/ ocorrer no des*echo desta novela terri*icante que nos dei<a um tanto estarrecido
sA

(
I

RAMATLS $ !m ve3 de ficarmos vos c>amando ininterruptamente ao


exerc4cio do
!vangel>o em elaborados textos do lado de c86 com apelos doutrin8rios6 poéticos
e de elevada
exemplifica5o6 afirmamos <ue a nossa 4ndole espiritual e comprometimento co
m os maiorais
sidéreos é mostrar-vos a rela5o de causalidade entre as leis cBsmicas e as ma3elas
resultantes de
vossos desmandos morais6 <ue continuam existindo no além-túmulo6 em imanta5o
com a crosta
As simbioses entre os planos dimensionais em <ue a vida n5o cessa6 e a lei de
causa e efeito
<ue perdura atemporal6 fiel instrumento do ferramenteiro do carma <ue a todos e
nvolve6 s5o de
nossa preferncia para vos levar a um processo de reflex5o profunda6 n
uma espécie de
c>amamento ao vosso despertar interno <uanto a responsabilidade de vo
ssos atos e as
conse<=ncias geradas nos diversos planos dimensionais
!ntendemos <ue a maioria de vBs n5o est8 preparada para corresponder
aos intensos e
repetidos apelos doutrin8rios6 algo cate<ui3adores e excessivamente compungido
s +iante da
multiplicidade de informa?es <ue o >omem >odierno tem a sua disposi5o6 cada ve3
mais soar5o
os c>amamentos @ vossa ra35o e conscincia para vos levar a plena compreens5
o de <ue sois
esp4ritos eternos e a ;salva5o; est8 dentro de cada individualidade milenar e imortal
6 pelos seus
atos e a?es6 o <ue est8 acima das religi?es6 doutrinas e seitas da Terra
Partindo da premissa de <ue n5o podeis interiori3ar algo <ue ainda n5o possu4s
6 preferimos
mostrar a ;dura; realidade além-túmulo da grande maioria dos <ue >abitam a cr
osta planet8ria
submetidos ao ciclo das vidas sucessivas6 e o interc9mbio entre os planos existenciai
s do esp4rito
;retido; na Terra  um método psicolBgico de levar os <ue simpati3am com n
ossos >umildes
escritos ao despertamento e @ indispens8vel reforma intima baseada nos seguros prec
eitos morais
do !vangel>o do Hristo6 contudo6 sem nos repetirmos em recorrentes ape
los evangélicos
doutrinadores !ssa nossa maneira de agir est8 plenamente de acordo com o nosso
compromisso
evolutivo convosco6 e <u5o irreal seria o plano espiritual se todos utili3assem uma me
sma cartil>a
como método de orienta5o educativa +eveis ter em mente <ue a cada um e dado u

m escopodentro
trabal>o de da grande obra do Pai6 rumo a esta5o angélica a <ue todos est5o desti
nados
Zuanto ao ;vosso; doente >ospitali3ado6 muitas seriam as possibilidades6 de ac
ordo com a
rela5o de causa e efeito <ue enreda todos os envolvidos em um mesmo carma coletiv
o A doena
nefasta6 a conduta culposa6 o descuido com a dedicada esposa6 tudo isso levou o adoe
ntado a uma
profunda reflex5o Aliado a um destrambel>amento dos nervos e deficincia >ep8tica6 s
e<=elas <ue
o deixaram inapto ao trabal>o6 viu-se prematuramente aposentado "endeu a em
presa6 <ue se

encontrava >8
contratado em boa condi5o financeira Homo tin>a arro7ado plano previdenci8rio
anos6 pode se dedicar com esmero @ educa5o dos fil>os6 e a ;aprender; a amar verda
deiramente a
esposa Homo resistiu a doena e a obsess5o mBrbida por intercess5o vibratBria da esp
osa6 esp4rito
morali3ado e com grande sentimento religioso e de amor ao prBximo6
<ue o assistiu
ininterruptamente no internamento >ospitalar e apBs a alta6 o Artificial acabou se
desintegrando
pela ;simples; mudana vibratBria do obsediado6 cessando sua interferncia destrutiva
Podeis concluir <ue a pure3a do amor em toda a sua simplicidade ;tudo; pode
transformar6
sendo a maior defesa da alma durante a sua existncia imortal6 situa5o <ue
independe das
religi?es e doutrinas terrenas6 muito menos da forma <ue veste o esp4rito no meio dime
nsional com
<ue ele se relaciona O amor é universal6 e é o combust4vel cBsmico <ue vos catapulta
r8 a unidade
com o Pai6 assim como fe3 )esus

$E!GU35 - $odeis nos dar maiores detalhes de como os ben*eitores


espirituais
atuam no socorro desses escravizados, soldados hipnotizados que a2em nas tumbas mort
u/riasA

(
J

RAMATLS $ !sse socorro se d8 por merecimento individual ou por interce


ss5o de um
esp4rito com mento diante dos tribunais divinos ,maginai um encarnado <ue se
encontra com
distúrbio >ep8tico sem causa aparente pela vossa medicina terrena !m franc
o e acentuado
processo de enfra<uecimento6 defronta-se com toda a sua fam4lia perturbada6
impedido das
atividades laborais e sem conseguir dormir6 <uase <ue em completo enlou<uecim
ento !m sua
busca de a7uda6 entra em atendimento espiritual num grupo de Apometria
A partir de ent5o6 >avendo o merecimento ou intercess5o6 abali3ado esp4
rito benfeitor6
Haboclo da vibratBria de Ogum <ue da cobertura ao grupo median4mico da
Terra6 autori3a
movimenta5o de esp4ritos especialistas no socorro e liberta5o de corpos etér
icos retidos e
transformados em destrutivos Artificiais Homo s5o energias extremamente densas e
enfermias6
selv8ticas6 <uase materiais6 necessitamos entrar na mesma faixa de fre<=n
cia6 eis <ue o
semel>ante cura o semel>ante Um médium e desdobrado pelos comandos verbais
do dirigente
encarnado6 em pausada contagem de pulsos magnéticos6 e um esp4rito <ue pod
eis denominar
Agente 8gico ou !xu e autori3ado a acoplar-se nos c>acras do corpo eterico
do medianeiro6
levando-o a experimentar uma catarse <ue libera a <uota de energia animal re
<uerida para o
trabal>o (

F &'at"ria " ener2ia condensada. 4uem condensa ener2ia " um condens


ador. Lo2o,
todos os corpos são condensadores. +s corpos dos seres vivos sã
o condensadores
bioeletroma2n"ticos. Essa ener2ia, presente em todos os corpos e aprisionada pelos
limites da
*orma, e<travasa continuamente, *ormando as &auras& dos minerais, ve2etais e seres h
umanos.
+ campo ma2n"tico, 0 super*ície dos corpos *ísicos, e rico de radia(es, ou se8
a, partículas
ma2n"ticas que se desa2re2am continuamente. isto que as criaturas humanas s
ão tamb"mcondensadas&, elas alimentam um campo radiativo em torno de si e qu
&ener2ias
e dei<a um
&rasto& ou uma pista de partículas radioativas por onde passam.& - =rech
o de palestra
pro*erida pelo dr. 5u2usto !. '. Garcia, presidente at" HHF da 7ociedade
Irasileira de
5pometria>.

O processo de socorro e desmantelamento ser8 levado a efeito por competente a


grupamento
<ue atua dando cobertura aos benfeitores espirituais nessas faixas vibratBrias ma
is baixas dos
cemitérios Hom uma bol>a ectopl8smica de propor?es ade<uadas6 toda a 8rea espaci
al dominada
pelo mago negro no astral inferior é envolvida e desfeita6 os esp4ritos >ipnoti3ados s5o
socorridos e
refeitos em suas formas astrais6 o Artificial manipulado <ue um dia foi um
corpo etérico é
desintegrado e retorna a nature3a
+eveis entender <ue a caridade se d8 em todos os recantos do cosmo e <u
e o Pai aior6
+eus6 a todos seus rebentos assiste6 e por sua imanncia6 também atua com todo o s
eu amor nas
.ombras6 dando a oportunidade de todos evolu4rem6 situa5o t5o bem exemplifica
da no Hristo-
)esus <uando adentrava as colRnias de leprosos - cavernas úmidas6 escuras e pútridas
- curando os
c>agados pelos supl4cios dessa doena <ue espantava os >omens doutos e sacerdotes da
época
$E!GU35 - $or que o espírito ben*eitor que autoriza o socorro por inte
rcessão e
por merecimento, como *oi demonstrado, " um Caboclo de +2umA $oderia ser outro es
pírito ou
outra *orma astral da entidade espiritualA

(
D

RAMATLS $ .em dúvida6 poderia ser outro esp4rito em forma astralina


diferente de
um Haboclo Na verdade isso é de somenos import9ncia no trabal>o assistencial
nos grupos de
Apometria C8 <ue se afirmar <ue as roupagens flu4dicas <ue os esp4ritos adotam est5
o de acordo
com as afinidades do agrupamento terreno e a maneira com <ue os trabal>os est5
o organi3ados
Obviamente6 isso é estabelecido antes do médium reencarnar Por isso vemos6 com tris
te3a6 muitos
medianeiros sentirem-se contrariados em seus ideais de passividade mediúnica e cont
ato flu4dico
com os mentores6 pois muitos ideali3am médicos6 sacerdotes eg4pcios6 filBso
fos gregos ou
instrutores orientais6 mas <uando se deparam com os ;simples; silv4colas ou os >u
mildes pretos
vel>os nas mesas mediúnicas6 os preconceitos ;falam; forte6 c>egando ao po
nto de muitos
recusarem peremptoriamente um mentor espiritual nessas formas astrais6 7ogando fora
abenoado
compromisso aceito e pedido no astral antes de reencarnarem
Hontudo6 na Umbanda6 os Haboclos de Ogum s5o os <ue tem autoridade no
Plano Astral
para liberar os trabal>os e as movimenta?es das falanges socorristas <uando se re<u
er a atua5o
caridosa dos Agentes 8gicos - !xus - mesmo <ue se7am as vibra?es de outros Ori
x8s OxBssi6
/angR6 etcQ as re<ueridas nos socorros ,sso n5o <uer di3er superioridade6 é somente
uma <uest5o
de organi3a5o e disciplina do lado de c86 78 <ue s5o muitos os esp4ritos operoso
s6 v8rios ainda
reencarnantes e em aprendi3ado corretivo6 o <ue re<uer autoridade e mando6 ma
s com amor e
>umildade

$E!GU35.. - 7ão &somente& os Caboclos de +2um que tm esta au


toridade de
comando dos a2entes m/2icos - E<usA
RAMATLS $ O simbolismo da imagem de .5o )orge vencendo o drag5o -
associado @
atua5o de Ogum e suas falanges - tem um sentido oculto
Homo é muito baixa a moralidade da popula5o >abitante da psicosfera t
err4cola6 ainda
prepondera na maioria o eu inferior6 com os instintos mais baixos6 simboli3ado pelo dr
ag5o <ue 7a3
dentro de cada um6 e deve ser dominado pela ;espada; - a vontade - do !u .upe
rior6 como .5o
)orge imobili3ando a besta ca4da
Os grandes ;embates; em vosso amparo s5o condu3idos pelas vibra?es
e falanges de
Ogum uitos esp4ritos <ue foram magos brancos desde os Templos da Lu3 da At
l9ntida atuam
em posi?es de comando dessas legi?es e tem autoridade con<uistada no organi3ad
o movimento
de Umbanda no Astral !sses esp4ritos ;especialistas; na Alta agia HBsmica e con>e
cedores das
conse<=ncias6 dentro das leis de causalidade6 da manipula5o de energias6
apresentam as
condi?es necess8rias para avaliar todas as faixas vibratBrias e as exigncias de interm
edia5o dos
Agentes 8gicos de cada Lin>a ou Orix86 de conformidade com as peculiaridades de
trabal>o de
cada uma6 para a cura e e<uil4brio dos consulentes e sofredores
,sso n5o significa <ue ;somente; os Haboclos de Ogum ten>am essas car
acter4sticas de
trabal>o ou <ue todos os Haboclos de Ogum assim procedam  poss4vel entidades <ue
atuam mais
diretamente sob outros orix8s atuarem nas sete lin>as da Umbanda6 como por exemplo
as <ue tem
o número sete no nome O numero sete é uma identifica5o sacerdotal e de >ierar<ui
a6 no Astral6
dentro do movimento de Umbanda6 em nomes <ue as caracteri3am vibratoriamente: H
aboclo .ete
Elec>as ou .ete Eol>as na lin>a de OxBssi6 Haboclo das .ete Pedreiras na lin
>a de /angR e
Haboclo das .ete !ncru3il>adas na lin>a de Oxal8


'

$E!GU35 - Em que consiste a &serventia&A


RAMATLS $ A serventia6 <ue denota <ualidade de servir a algo6 algu
ém ou a uma
causa6 n5o deve ser interpretada como servid5o ou subservincia
Homo as formas de apresenta5o de Haboclos6 Pretos "el>os e Hrianas na U
mbanda s5o
;ocupadas; por esp4ritos <ue vibram em certas fre<=ncias sutis6 ficam impedidos
de atuar em
determinados s4tios vibracionais ocupados pelos antros de magia negra6 sob pena d
e se imporem
pesados rebaixamentos vibratBrios <ue seriam motivo de sofrimento desn
ecess8rio6 pela
regularidade desse tipo de atua5o Para tanto6 se utili3am da ;serventia; dos agen
tes m8gicos -
!xus - como se fossem pares6 mas cada um na sua faixa de caridade6 se ;compl
ementando; no
ideal de amparo e socorro @<ueles <ue fa3em 7us diante dos tribunais cBsmicos ,sso n
5o <uer di3er
<ue n5o possam existir esp4ritos iluminados e libertos completamente do ciclo carnal
atuando por
amor a vBs como agentes m8gicos - !xus

$E!GU35 - $odeis nos dar um e<emplo de espírito iluminado que "


um a2ente
m/2ico - E<u entidade - que atua por amor nessa posiãoA %sto não contraria
o pro2rama
evolutivo desta conscincia espiritual no 2rande plano ascensional arquitetado pelo $ai
'aiorA
RAMATLS - .e o esp4rito <ue animou o corpo <ue personificou )esus aceit
ou se impor
imenso rebaixamento vibracional por amor ao vosso planeta e a coletividade espiritual
<ue estagia
nesta localidade cBsmica6 por <ue outros irm5os assim n5o podem igualmente procede
r6 diante do
princ4pio de <ue o Pai a todos trata com e<uanimidadeK
Zuando um esp4rito con<uista o passaporte cBsmico <ue o >abilita a agir e
decidir por si
mesmo <uanto a sua movimenta5o no infinito universal regido pela oniscincia do Hr
iador6 pode6
dentro do exerc4cio do seu livre-arb4trio6 optar por como e onde continuar8
evoluindo6 desde <ue
se7a de seu direito e merecimento6 mesmo <ue para isso se impon>a atuar em
locais de baixa
densidade vibracional em rela5o ao seu atual est8gio evolutivo Zuantos luminare
s e santos de
vossa CistBria n5o estiveram 7unto dos exércitos <ue comandavam as batal>as sangui
nolentas em
nome da mansuetude do Hordeiro6 por livre escol>aK
A ascens5o espiritual n5o é <ual carrasco <ue imp?e os p8ramos celestiais
retratados nas
abBbadas de vossas igre7as ou os planos id4licos de ar<uitetos ou engen>eiros si
derais Os <ue
est5o ;embaixo; n5o podem ;subir; sem merecimento mas os <ue est5o ;em cima; pod
em ;descer;
por amor6 o <ue é direito cBsmico inalien8vel con<uistadoM e todos6 indistintamente6 s5
o ;ol>ados;
com os mesmos critérios pelo Pai6 <ue é todo amor6 imanente na diversi
dade de planos
dimensionais em <ue estua a vida no cosmo
N5o daremos um exemplo de entidade espiritual <ue atue nos moldes de
scritos6 pois a
estar4amos distinguindo diante da necessidade de mencionarmos um nome Podemos
afirmar <ue
na lin>a vibratBria do orix8 Oxal8 é mais ;comum; encontrardes esp4ritos <ue 78 poder
iam estagiar
em paragens cBsmicas inimagin8veis a vBs6 atuando como !xus na Umbanda

$E!GU35 - 7olicitamos vossos esclarecimentos sobre como atuam e o q


ue *azem
estas entidades, a2entes m/2icos E<us - na vibraão de cada +ri</.
RAMATLS - As emana?es mentais dos encarnados e desencarnados
da Terra s5o
ainda de baixa vibra5o Os dese7os e pensamentos ocultos formam uma corrente
astral-mental


1

deletéria6 poluindo a psicosfera <ue envolve a 8rea ad7acente a crosta e in


undando toda a
contraparte etérica6 <ue e muito maior <ue a circunferncia planet8ria

ares; a Eundamentalmente6
cada e de um modo geral6 as vibra?es dos !xus ;complement
Orix8 agem dispersando e desfa3endo essas correntes astral-mentais negati
vas6 parasitas6
pega7osas6 enfermias6 obsediantes e manipuladas para os fins funestos dos magos ne
gros Assim
contribuem decisivamente para o e<uil4brio energético dos s4tios vibracionais ligado
s aos <uatro
elementos6 <ue d5o sustenta5o vital para <ue as energias condensadas <ue anima
m na forma o
vosso orbe se manten>am ;saud8veis;6 para <ue os esp4ritos continuem >abit
ando-o Podeis
concluir <ue as mentes s5o os motores propulsores das energias cBsmicas em todo o U
niversoNa Terra6 as condensa?es energéticas formadas pela comun>5o de pensam
entos seriam
nefastas se n5o >ouvesse a atua5o das vibra?es ditas !xus6 desfa3endo as c
orrentes astral-
mentais negativas6 <ue s5o plasmadas dia e noite sem trégua
N5o entraremos em maiores detal>amentos de cada Orix8 ou Lin>a vibrat
Bria6 fato <ue
exigiria um compndio espec4fico sobre o tema6 com o <ue6 pela exig=idade de
;tempo; para
levarmos a efeito as tarefas <ue re<uerem o interc9mbio mediúnico6 fugir4
amos ao nosso
compromisso neste momento com os maiorais sidéreos Todavia6 indicaremos6 de um
modo geral6
a atua5o das entidades ditas !xus <uando autori3adas dentro da lei de causa e e
feito6 e com o
merecimento con<uistado por a<ueles <ue est5o sendo amparados por suas falanges: d
esmanc>am
e neutrali3am trabal>os de magia negra6 desfa3em formas-pensamentos mBrbidas6
retm esp4ritos
das organi3a?es trevosas e desfa3em as >abita?es dessas cidadelasM removem esp4
ritos doentes
<ue est5o vampiri3ando encarnadosM retiram aparel>os parasitas6 reconfig
uram esp4ritos
deformados em seus corpos astraisM desintegram feitiarias6 amuletos6 talism5s e camp
os de foras
diversos <ue este7am vibrando etericamenteM atuam em todo campo da magia nec
ess8rio para o
restabelecimento e e<uil4brio existencial dos <ue est5o sendo socorridos

$E!GU35 - E correto &implodir& as cidadelas do umbral in*erior que ser


viram as
or2aniza(es mal"volasA 5l2uns 2rupos de 5pometria adotam essa terminolo2i
a. %sto nos
parece al2o violento.
RAMATLS $ uitas cidades <ue est5o plasmadas no Umbral inferior s5o >a
bitadas por
comunidades de esp4ritos dominados6 dementados e perdidos no tempo Os ma
gos negros de
grande poder mental ;constroem; bases6 centros de tecnologia6 laboratBrios de tortura
e pes<uisas6
com as mais variadas finalidades obsessivas e de domina5o coletiva C8 <ue se
lembrar <ue a
capacidade mental de manipula5o das energias cBsmicas para criar as formas no
mundo astral6
altamente pl8stico6 e ;desconectada; da condi5o evolutiva do esp4rito no terreno d
a moral e do
despertamento amoroso O con>ecimento n5o leva necessariamente a morali3a5o6 e si
m a pure3a
dos sentimentos burilados nos preceitos do Hristo Herto esta <ue as energias
sutis e de alta
fre<=ncia fogem ao poder mental dos engen>eiros das .ombras Por esse motivo n5o
encontrareis
o belo nesses endereos ;deca4dos;6 e sim o bi3arro6 o dantesco6 as forma
s pardacentas e
pestilenciais
,maginai um laboratBrio de um al<uimista do além-túmulo ex4mio em man
ipular fluidos
altamente destrutivos6 <ue s5o arma3enados em c8psulas6 tendo por finalidade serem i
mplantadas
nos cérebros e espin>as dorsais dos encarnados +eveis deixar essas constru?es6
laboratBrios e
bases dos magos negros a esmo no espao6 para <ue possam ser ocupadas por o
utros cientistas
diabBlicosK


&

Honsiderai ainda a baixa fre<=ncia vibratBria dessas ;constru?es;


plasmadas6 e
concluireis <ue muito poucas podem ser aproveitadas como entrepostos socorristas !f
etivamente6
é como se fossem ;implodidas; essas formas astrais ,sso n5o <uer di3er violn
cia  sB uma
<uest5o de denomina5o

$E!GU35 - 5*inal, como se dão estas &implos(es&A


RAMATLS $ Um médico terreno <uando vai fa3er uma incis5o em u
m Brg5o para
extirpar um nBdulo canceroso precisa reali3ar a devida assepsia em toda a regi5o f4sic
a envolvida6
sob pena de infec5o ApBs6 retira toda a forma5o anatRmica tecidual toma
da pelo tumor
cancer4geno6 sob pena de recidiva Assim agimos6 fa3endo a assepsia planet8ria6
removendo as
constru?es <ue est5o descontroladas e causando um mal maior a coletividade como
um todo O
ectoplasma dos medianeiros é o combust4vel para esses desmanc>es e os pretos vel>os
s5o ex4mios
nessas precisas opera?es cirúrgicas na regi5o subcrostal do orbe6 <ue se encontr
a enfermia e
rebelada contra o atual momento consciencial da coletividade !xistem
ainda esta?es
interplanet8rias com naves espaciais etéricas <ue tm todos os recursos tecnolBgic
os para pleno
sucesso dessas varreduras e tempestades energéticas6 <ue alteram tais for
mas enfermias
plasmadas por mentes doentias
$E!GU35 - Em uma de vossas respostas anteriores citastes o
&aprendizado
corretivo&. + que podemos entender por esta assertivaA %sto não se d/ some
nte quando o
espírito encarnaA
RAMATLS - Zuando6 por exemplo6 muitos de vossos sacerdotes
e abali3ados
doutrinadores das religi?es e doutrinas terrenas se encontram c>umbados no umbral inf
erior apBs o
desencarne6 ;presos; nas 3onas 8ridas subcrostais6 perambulando por anos e anos a pr
ocura de um
filete de 8gua barrenta <ue possa l>es saciar a sede enlou<uecedora6 encontram-se em
aprendi3ado
corretivo6 evoluindo6 como tudo no cosmo
Também é poss4vel continuardes evoluindo prestando servio socorrista para
as esta?es
>ospitalares6 na estada transitBria entre as reencarna?es Para tanto6 existem escol
as em <ue se
preparam os esp4ritos <ue labutar5o na batal>a intermin8vel do amparo socorrista
.endo assim6
muitos dos <ue se apresentam como enfermeiros6 médicos6 caboclos6 pretos vel>os
6 exus6 ainda
necessitam reencarnar6 e atenuam seus pesados carmas prestando a caridade entre
os planos de
vida6 abenoada oportunidade de aprendi3ado corretivo ante as leis de amor <ue rege
m a ascens5o
espiritual *efere-se a<ui aos Auxiliares6 mencionados em nota anteriorQ

$E!GU35 - 3o atendimento apom"trico, " habitual &enviar-se& o cor


po et"rico
para tratamento nos hospitais do astral que dão apoio aos 2rupos. J possível &remeter
& o corpo
et"rico a esses locais de vibra(es mais sutis e de *req?ncias mais altasA
RAMATLS $ Nos grupos de Apometria6 através de pulsos magnéticos6 o co
rpo etérico
dos encarnados se ;afasta; cerca de alguns cent4metros do corpo f4sico Hom esse desa
coplamento6
é como se o corpo etérico ficasse inclinado para um dos lados do medianeiro6
mas sem estar
completamente desdobrado !nt5o6 os trabal>os dos mentores nesse mediador denso s5
o reali3ados
na 8rea espacial 7ustaposta6 ou6 <uando muito6 circunscritos a pe<uena dist9ncia Na ve
rdade o fato


(
do duplo n5o ser remetido para ;cima;6 como entendeis6 n5o deve vos des
apontar6 pois é
perfeitamente poss4vel agirmos ;encapsulando; esse ve4culo inferior em espéc
ie de c9mara
vibratBria avanada do >ospital do astral6 a <ual pode ser c>amada6 para vosso ente
ndimento6 de
ala de atendimento a dist9ncia Ademais6 as vibra?es mais r8pidas6 rarefeitas e de alt
atranspassam
fre<=ncia naturalmente as mais lentas6 densas e de baixa fre<=ncia6 sendo o espa
o-tempo no
lado de c8 diverso do de vossa compreens5o terrena
A densidade <ue é peculiar ao duplo etérico e a afinidade com as energi
as telúricas do
planeta o imantam a superf4cie planet8ria Por similaridade vibratBria6 é poss4vel reali3a
r atividades
socorristas na contraparte etérica da subcrosta terrestre com o duplo etérico do médium
desdobrado
durante o sono f4sico6 por competente mentor6 guia ou protetor espiritual !le se
utili3ar8 desse
ve4culo inferior para a doa5o da <uota de energia animal re<uerida para as inser
?es nas 3onas
abissais6 espécie de combust4vel ectopl8smico espec4fico para as múltiplas finalidades
<ue re<uer
esse tipo de atividades !las s5o >abilmente levadas a efeito pelos pretos vel>os6
desmanc>ando
bases e laboratBrios6 recompondo membros e libertando esp4ritos >ipnoti3ados através d
os c>o<ues
flu4dicos animali3ados Nestes casos6 raramente >8 lembrana do médium6 pelo desenc
aixe entre o
corpo astral e o f4sico6 ficando o Brg5o cerebral e o corpo f4sico inertes6 conectados
ao princ4pio
espiritual somente através da liga5o flu4dica do cord5o de prata

$E!GU35 K E nos casos em que essas incurs(es umbralinas


nas re2i(es
subcrostais são levadas a e*eito durante os trabalhos dos 2rupos de 5pometria, o corp
o et"rico
tamb"m &desce& at" essas zonas abissaisA
RAMATLS $ N5o .e assim ocorresse >averia um desfalecimento
do aparel>o
mediúnico por um transe let8rgico Nesses casos e nas atividades de socorro desob
sessivo como
um todo6 em <ue os médiuns s5o conscientes6 >8 um desprendimento parcial do
corpo etérico6
ficando como <ue levemente desacoplado6 algo em torno de 1' cent4metros para um
dos lados do
corpo f4sico ,sso é o suficiente para grandes doa?es de energia animal O <ue ;des
ce; até essas
paragens degradantes6 devidamente amparado pelos guias <ue v5o acoplados nos
c>acras6 é o
corpo astral do aparel>o mediúnico Na verdade6 como o espao-tempo n5o é com
o percebeis6 é
como se >ouvesse um entrelaamento dimensional6 ficando o grupo em espécie
de c8psula de
segurana6 como uma esfera ou bol>a ectopl8smica6 <ue é inserida nessas comunidad
es <ue est5o
sendo removidas pela caridade socorrista

$E!GU35 - !ecentemente a erra se apro<imou de 'arte, movime


ntaão que
culminou na menor dist#ncia entre os dois planetas 8/ re2istrada na :istória. 7en
do 'arte o
astro que representa na Umbanda a re2ncia vibratória do +ri</ +2um,
quais vossos
coment/rios sobre essa rara apro<imaão planet/ria, lo2o na virada do milnioA
RAMATLS $ .oam as trombetas de Ogum no c>amamento dos obreiros par
a a lin>a de
frente da >igieni3a5o da psicosfera terr4cola amparada no mediunismo6 para instr
umentali3ar a
rande Eraternidade Franca Universal6 como canal de socorro no astral inferio
r e nas 3onas
abissais da Terra
N5o por acaso arte é a representa5o planet8ria do Orix8 Ogum Hom o alin>amento
astrolBgico
de )úpiter - Orix8 /angR6 previsto e plane7ado de >8 muito pelos Ar<uitetos .i
derais6 estareis
imensamente irradiados pelo magnetismo destes dois astros: pela ;fora; de Ogum6 ve
ncedora das


grandes demandas6 e de /angR6 a 7ustia cBsmica6 influncias vibratBrias em


vosso universo
material e nas sete faixas de fre<=ncia <ue formam o plano astral <ue envolve a Terra
Neste in4cio de Terceiro ilnio6 de Nova !ra6 em <ue a Umbanda est8 entrand
o na fase de
OxBssi6 Orix8 de Hura6 eis <ue sofreis uma intensifica5o das vibra?es de Ogum6 Orix
8 regente da
primeira fase da Umbanda no ilnio <ue findou6 e <ue representa ainda
a maioria das
manifesta?es mediúnicas nesta egrégora
Nas dimens?es supraf4sicas6 se intensificaram sobremaneira os resgates nas
comunidades
do Umbral inferior durante essa aproxima5o planet8ria6 e as entidades <uerem
autoridade de
comando6 muitas sendo esp4ritos ;ascensionados;6 em vossos conceitos6 est5o atuando
diretamente
na lin>a desse Orix8 na Umbanda Homo Haboclos de diversos nomes6 est5o
;pessoalmente;
enga7ados nesse movimento6 vestidos com as ;vel>as; aparncias de peles-vermel>as
atlantes6 >8
muito ;es<uecidas; no passado remoto6 neste momento importante de >igieni3a5o d
a psicosfera
terr4cola
Ea3-se necess8ria6 com a in7un5o magnética e astrolBgica da )ustia [ /angR
\ )úpiter - e
previamente autori3ada pelos tribunais divinos6 a intensifica5o das reten?es e
remo?es de
coletividades sofredoras sob o dom4nio cruel de magos negros6 <ue >8 muito ultrapassa
ram os seus
direitos cBsmicos e de livre-arb4trio6 em total desrespeito as comunidades
<ue dominam
odiosamente
 o momento de colocardes ;as m5os na massa; +e arregaardes as mangas
de obreiros e
ir para a lin>a de frente da batal>a da caridade6 instalada pelo mediunismo <ue d8 alen
to6 socorro e
al4vio aos sofredores6 aproximando-vos dos doentes do corpo e do esp4rito e
distanciando-vos um
pouco da retBrica costumeira e do excesso de estudo !ste é importante6 mas <uando e
m e<uil4brio
com vossa conduta pr8tica6 sen5o correis o risco de ficar <ual o pro7etista <ue n5o
sabe dirigir o
possante automotor <ue ele prBprio ideali3ou
Zuem puder6 <ue procure trabal>ar diretamente com todos e <uais<uer consulen
tes: passes6
magnetismo6 desobsess5o6 mesa6 terreiro6 Apometria6 xamanismo6 curadores6 ben3e
deiras pois

todosoosgrau
com recursos e ferramentas est5o sendo utili3ados pela !spiritualidade6 de acordo
evolutivo de cada ser6 nesse in4cio de Terceiro ilnio de intensa mudana
da conscincia
coletiva

Obser&a@Kes do médium"

"8o m0s de agosto de DF, a 4erra se aproximou de arte, para u


m encontro que
culminou na menor distancia entre os dois planetas já registrada na Bist3ria ;urant
e as nossas
vidas,
ma veznunca
que mais o +laneta 5ermel&o vai aparecer de modo t-o espetacular A pr3xi
arte se aproximará tanto da 4erra será no ano de DDGH AstrInomos a!irmar
am que arte
nunca se aproximou tanto da 4erra nos %ltimos J anos, com possibilidade de ess
e tempo ser
da ordem de até K anos
A data da maior aproximaç-o !oi no dia DH de agosto de DF, quando
arte estava a
F>K>LJGL mil&asM e !oi, depois da (ua, o astro mais bril&ante do céu noturno
8um modesto
instrumento de ampli!icaç-o 3tica de !ator de aumento HJ, arte apareceu do ta
man&o da (ua
c&eia vista a ol&o nuN"


2

7J

*st!mulos magnéticos transcranianos


no atendimento apométrico

$E!GU35- $edimos maiores elucida(es diante de vossa assertiva


&estímulos
ma2n"ticos adequados atuam na rede neuronal e na malha sin/ptica, advindo
rapidamente
quadro mórbido de acentuado transtorno psicoló2ico&.
RAMATLS $ A cincia da Terra 78 descobriu a estimula5o magnética t
ranscraniana
através de aparel>agens ade<uadas para esse fim em experincias de laboratBrio
Ainda <ue as
an8lises de vossos cientistas por en<uanto se7am especulativas6 78 conclu4ram <ue
é poss4vel se
excitar as células cerebrais alterando os est4mulos neuronais <ue formam pontos
espec4ficos da
mal>a sin8ptica Utili3ando pe<uenas bobinas em método n5o-invasivo6 enviam
através do cr9nio
pulsos magnéticos intensos e curtos a regi?es espec4ficas do cérebro6 indu3indo6 po
tenciali3ando
ou diminuindo6 ativando ou desativando6 de forma segura e indolor6 correntes
elétricas nos
circuitos neurais da rede elétrica das sinapses ! assim6 atenuando e até suprimin
do depress?es6
fadigas6 ansiedades e os mais diversos transtornos ps4<uicos
Os magos negros e cientistas do astral inferior muito utili3am essas técnic
as magnéticas
para causar doenas e os mais variados transtornos psicolBgicos nos encarnados
 poss4vel a polari3a5o ou ativa5o de um determinado est4mulo neuronal <u
e implanta um
circuito neural na rede sin8ptica do cérebro6 n5o sB para causar al4vio ou cura !
m demorado e
criterioso plane7amento6 ativam resson9ncia traum8tica de vida passada6 <
ue manipulada
magneticamente se transforma em fenRmeno an4mico auto-obsessivo de complexa
etiologia no
campo espiritual +ar-se-8 pela sintonia entre esse fulcro desa7ustado <ue re
ssoa da mente
inconsciente para o consciente do encarnado O atavismo ou condiciona
mento ps4<uico
dese<uilibrante é o ve4culo dessa a5o funesta

$E!GU35 - J possível utilizar-se a estimulaão ma2n"tica transcra


niana nos
2rupos de 5pometriaA
RAMATLS $ Honcretamente isso 78 ocorre6 pela aplica5o da técnica
denominada
;despolari3a5o dos est4mulos de memBria; Nem tudo é resson9ncia traum8tica de vid
as passadasM
mas os comportamentos at8vicos se repetem através da personalidade atual do encarn
ado  certo
<ue os ;repetentes; nas condutas dese<uilibrantes do psi<uismo s5o mais facilme
nte ating4veis
pelos magos negros !m determinados casos6 <uando ocorrem situa?es6 na vida
presente6 em
similitude com ocorrncias pregressas6 na mesma idade e momento cronolBgico de um
a existncia
anterior6 ativa-se naturalmente resson9ncia mBrbida na rede neural
O <ue podeis reali3ar é no sentido de expandir a aplica5o teraputica de
sse abenoado
procedimento denominado ;despolari3a5o de est4mulo de memBria;6 para outros tr
anstornos da
variada etiologia an4mica e at8vica6 como as depress?es6 ansiedades6
comportamentos
compulsivos6 déficit de aten5o6 dificuldades psicomotoras e cognitivas6 neurose
s !nfim6 na


G

enorme diversidade de perturba?es ps4<uicas com repercuss?es som8ticas e <ue nem


sempre s5o
geradas por resson9ncias de vidas passadas
$E!GU35 - 7olicitamos mais pormenores de situa(es que podem se
repetir na
vida presente de um encarnado em similitude com ocorrncias pre2ressas, em mes
ma idade e
momento cronoló2ico do passado, e que ativam naturalmente o trauma pre2resso.
RAMATLS $ No passado uma freira de (' anos6 desacostumada6 pela rotin
a fastidiosa
do enclausuramento religioso6 de longas camin>adas em escarpas 4ngremes e
montan>osas6
escorrega de um local alto na montan>a O <ue era um simples passeio de recrea5o e
ntre irm5s da
abadia se toma um acidente fat4dico para a abadessa6 <ue fica tetraplégica6
sofrendo dores
lancinantes por um longo per4odo6 acamada no convento No presente esse
mesmo esp4rito6
encarnado como simples dona de casa de (' anos6 em um dia de ver5o sai a passeio c
om a fam4lia
"isitam local de alta e magn4fica <ueda de 8gua nas montan>as da .erra do ar "isl
umbrando as
grandes pedras <ue cercam as 8rvores6 ativa inconscientemente resson9ncia de
vida passada6
polari3ando naturalmente um circuito neural de memBria na rede sin8ptica6 referente
ao acidente
pregresso
+e uma >ora para outra6 sem explica5o médica aparente6 inicia-se intensa e
insuport8vel dor de
cabea do pescoo para a nuca ] noite son>a <ue est8 ca4da no c>5o e imBvel6 sem
poder mexer
com as m5os e os pés radativamente6 a recorrncia desse <uadro tormentoso f
orma intensos
pensamentos parasitas e auto-obsess5o6 dese<uilibrando o psi<uismo da atual per
sonalidade6 a
ponto de perder6 v8rias ve3es por dia6 o controle motor dos braos e pernas6 como se f
osse alei7ada6
caindo abruptamente no c>5o ,ntercalam-se o passado e o presente no <uadr
o acidental de
antigamente6 ainda n5o superado pela revolta do esp4rito imortal esmo com a muda
na de corpo
f4sico6 trata-se do mesmo inconsciente espiritual *essoam da mente imortal as
lembranas tr8gicas
da <ueda fatal6 n5o superadas pelos anos de revolta e Bdio contra a providncia divin
a6 em <ue a
antiga freira ficou dependente da assistncia externa para todas as suas necessidades
de paral4tica
incapa3
Numa segunda exemplifica5o para vosso entendimento6 encontramos um
belo 7ovem
completando &2 anos6 solteiro e de promissora fam4lia de advogados ,nexpli
cadamente6 ao
completar essa idade6 sempre <ue uma moa l>e d8 oportunidade de aproxima5o para
um namoro6
gague7a e sente enlou<uecedora dor na garganta6 seguida de um ardor como
se l>e sa4ssem
formigas picantes por ela No passado remoto6 em <ue foi valente cavaleiro de um se
n>or feudal6
tra4a-o em suas viagens6 caindo nos braos reconfortantes da esposa solit8ri
a Tendo sido
prometido em casamento pelo seu pai para uma moa de fam4lia prBxima
6 é assassinado
brutalmente pelas costas através de profundo corte de espada Eica ca4do6 inerte6 7og
ado em uma
vala em cima de um formigueiro O seu bonito corpo de guerreiro nunca foi encontrad
o O esp4rito
tendo ficado imantado ao corpo atacado pelas formigas6 sentiu nas entran>as todas
as sensa?es
desse supl4cio Tentava em v5o pedir socorro para a ex-amante6 ac>ando-se ilusori
amente ainda
vivo Honseguindo se libertar pelo forte pensamento fixo nela6 aproxima-se da mes
ma em corpo
astral6 tomando conscincia6 através da sintonia de pensamentos6 de <ue foi ela a
mandante do
assassinato violento Eora secretamente plane7ado em del4rio de ciúmes para
<ue ele n5o
desposasse a sua irm56 cun>ada do rico bar5o e seu esposo via7ante6 como fora prome
tido entre as
fam4lias Na atualidade esse esp4rito6 encarnado no belo 7ovem6 futuro advogado de &
2 anos6 toda
ve3 <ue se aproxima de uma 7ovem atraente6 reativa as lembranas ocultas da
morte cruel e


I

sobrevm-l>e sensa?es como se estivesse ca4do com a garganta cortada6 comido


por formigas
selvagens
Os casos demonstrados s5o resson9ncias de vidas passadas Hontudo6 nem tod
o transtorno
caracteri3ado no vasto e complexo campo ps4<uico assim o é "ossos condicionament
os e >8bitos
do presente influenciam vossos atos volitivos6 na maioria das ve3es sem a interferncia
da conduta
at8vica do passado6 de outras encarna?es "ossas compuls?es e impulsos ne
gativos podem
perfeitamente ser ad<uiridos por influncia do meio social6 do grupo de estudo6 da fam4
lia e até dos
coleguin>as de bairro na inf9ncia6 como o s5o a preguia6 a indolncia6 a falta de >igie
ne pessoal6 a
maledicncia6 a intriga6 os valores deturpados <ue vos estimulam a serem os venced
ores entre as
coisas materiais da Terra6 e assim por diante
Os apelos do ego inferior s5o uma constante na existncia do ser Podem6 tra
n<=ilamente6
estabelecer circuitos nas redes neuronais das sinapses <ue n5o s5o relacionados co
m traumas do
passado remoto6 indu3indo a uma série de psicopatias e desvios comportamentais <ue6
ad<uiridos
na presente encarna5o6 igualmente denotam transtornos an4micos
Logicamente as negatividades ainda n5o lapidadas no esp4rito6 como disposi?e
s indolentes
do inconsciente milenar6 se n5o encontrarem entraves no meio <ue o cerca6 n
a fam4lia e na
sociedade6 modelam o comportamento da nova personalidade6 todavia s
em caracteri3ar
especificamente uma ;resson9ncia polari3ada; aos moldes descritos na Apometria
Assim sendo6 a técnica de estimula5o magnética se expande6 78 <ue sua aplica
5o pode se
dar como teraputica de largo espectro das amplas profunde3as do psi<uismo do esp4rit
o imortal

$E!GU35- Como saberemos a intensidade e a *req?ncia adequada


dos pulsos
ma2n"ticos e a re2ião do c"rebro em que est/ o circuito neuronal da malha si
n/ptica a ser
atin2idoA
RAMATLS $ A inten@o de se utiliFar campos eletromagnéticos para
alterar as
fun@Kes neurais remonta ao in4cio de vosso século passado )8 intentavam os ps
i<uiatras <ue
seguiram os passos de .igmund Ereud tratar depress5o e neuroses com dispositivo eletr
omagnético
para uso em consultBrio6 inclusive com registro de patente desse inven
to médico6 <ue
;coincidentemente;6 se parece muito com os modernos aparel>os de estimula
5o magnética
transcraniana
Ao contr8rio das limita?es f4sicas e de espao de vosso plano6 <ue re<uerem v8
rios exames
e demorado diagnBstico6 inclusive com mapeamento de imagem da rede sin8ptica cer
ebral para a
correta aplica5o da estimula5o6 do lado de c8 em <uest?es de segundos t
emos precisa e
seguramente todas essas informa?es ,sso é poss4vel pela avanada aparel>agem plas
m8tica <ue é
utili3ada6 oriunda de esta?es interplanet8rias <ue comp?em os >ospitais do astral6 e p
ela dilatada
capacidade mental dos esp4ritos médicos extraterrestres <ue trabal>am na egrégora t
err4cola6 <ue
ainda n5o conseguimos vos descrever em palavras terrenas ,sso de maneira alguma de
sautori3a ou
concorre com o acompan>amento médico terreno do consulente6 pois a terapia espirit
ual deve ser
sempre complementar
A intensidade e a fre<=ncia dos pulsos magnéticos <ue tm por alvo det
erminada 8rea
cerebral etérica s5o aplicadas com precis5o cirúrgica pelos técnicos do plano esp
iritual <ue os
;a7ustam; aos comandos de pulsos magnéticos levados a efeito pelo operador encarna
do do grupo
de Apometria O <ue deveis ter em mente6 além do ;estudar para mel>or servir
;6 é o amor6 a
caridade e a moral elevada do grupo de Apometria para <ue se estabelea6 por afinida
de6 a devida
cobertura da espiritualidade superior e dos mentores +o contr8rio6 poder5o se mostra
r funestas e


J

da mais terr4vel magia negra essas manipula?es magnéticas na regi5o etérica da


contraparte do
Brg5o f4sico6 em total desrespeito ao livre-arb4trio6 merecimento e encadeament
o c8rmico do
assistido

$E!GU35 - J &comum& a manipulaão de cen/rios ou as chama


das *ormas-
pensamentos arti*iciais pelos ben*eitores espirituaisA 3este caso, não bastaria o *luido c
ósmicoA
$or que a necessidade do ectoplasma dos m"diunsA
RAMATLS $ Nas atividades de caridade se fa3 necess8rio criar cen
8rios <ue s5o
condi3entes com as conscincias <ue est5o sendo socorridas: um p8roco se ver8 em fr
ente ao altar
da sua igre7aM o ;caboclo; do interior nordestino se apra3 numa mesa com farin>a de
mandioca e
fei75oM o esoterista ficar8 @ vontade 7unto a um mago astrBlogoM o umbandista aceita
a ben5o da
preta vel>a em ambiente de c9nticos e pontos riscadosM o esp4rita anseia o médico men
tor nimbado
de lu3 e a prele5o de cun>o evangélico doutrin8rio As formas de pensamento s5o ma
nipuladas de
acordo com a necessidade de cada um6 como se fosse uma pea teatral em <ue o cen8
rio é trocado
muitas ve3es !m esp4ritos mais densificados6 feridos6 deformados6 com sede e fome6 o
ectoplasma
dos médiuns serve para recompor membros6 plasmar instrumentos cirúrgicos6 8gua e a
limento t5o
;sBlidos; <ue s5o reais para esses socorridos como se encarnados estivessem

$E!GU35- Como " criado um quadro ideopl/stico clarividente e para que


serveA
RAMATLS - +iversamente dos cen8rios utili3ados para o socorro
6 os <uadros
ideopl8sticos clarividentes s5o criados para nos comunicarmos com os médiu
ns durante os
atendimentos socorristas .endo assim6 a vis5o de uma mata simboli3a er
vas astrais e é
potenciali3ada com os c9nticos de OxBssi Uma cac>oeira pode significar a cria5o d
e um campo
de fora de limpe3a de um determinado ambiente espacial6 como por exemplo a casa d
o consulente
<ue est8 sendo atendido Hom essa informa5o transmitida pelo médium6 o dirigente d
os trabal>os
inicia uma pausada contagem de pulsos magnéticos fortalecendo esse <uadro e o e
lemento 8gua
para as falanges de Haboclas ,aras e de am5e Oxum atuarem +e outra manei
ra6 um <uadro
visual de felicidade - uma casa no campo6 m5e e fil>a abraadas6 um aperto de m5o
entre irm5os6
um 7ardim florido  servem como painéis ;vivos; <ue s5o fixados através
da polari3a5o de
est4mulos de memBria no socorrido6 inclusive desencarnados
Honsiderai <ue necessitamos do ato volitivo do médium no trabal>o
socorrista Os
pensamentos do instrumento mediúnico <ue comandam a sua vontade s5o utili3ados p
elos guias e
benfeitores6 direcionados a determinados pontos focais6 espécie de cen8rios previamente
criados O
con7unto desses fatores - o ato volitivo do esp4rito do médium associado ao po
der mental dos
trabal>adores do lado de c8 - é potente plasmador das moléculas astrais <ue abundam6
como fluido
cBsmico6 na faixa vibratBria em <ue o socorro est8 se dando .endo assim6 conseguim
os canali3ar
com precis5o o ectoplasma @s formas de pensamento do grupo6 manifestadas no plan
o astral6 em
<ue nos apoiamos para c>egar até os <ue ser5o socorridos Obviamente o sensitivo <ue
se encontra
desdobrado ;v; o <uadro clarividente necess8rio para a tarefa <ue est8 sendo levada
a efeito6 mas
n5o ;enxerga;todas as atividades envolvidas6 sob pena de excessivo cansao mental6 p
elo aumento
gigantesco das conex?es cerebrais O cérebro6 Brg5o f4sico6 como se fosse um tra
nsformador de
voltagem6 em cada sensitivo tem uma carga <ue consegue suportar sem sofrer dano

D

$E!GU35 - $odeis nos dar al2uns e<emplos, para nosso melhor ent
endimento,
dos quadros ideopl/sticos criados pelos 2uias espirituais que in*luenciam o ato
volitivo do
m"dium clarividente, e como isso au<ilia os trabalhos socorristas no $lano astralA
RAMATLS - !sses <uadros ideopl8sticos criados pelas mentes
dos esp4ritos
desencarnados n5o influenciam sB o médium clarividente6 desde <ue >a7a o relato
dos cen8rios
visuali3ados
tornam um aos demais componentes do grupo Os painéis descritos pelo sensitivo se
s4mbolo para o apoio mental de todo o grupo6 <uando o dirigente encarnado o
s amplia pelas
contagens pausadas de pulsos magnéticos ,sso efetivamente aumenta e forta
lece a forma-
pensamento grupal <ue se cria na 8rea espacial <ue circunscreve a corrente mediúnic
a6 e <ue fica
interpenetrada vibratoriamente com a localidade do astral inferior onde ob7etiva
m interceder
Assim o grupo sustenta e doa energia animal para a atua5o do lado de c86
sem a <ual6 por
diferena de densidade dimensional6 ter4amos sérios obst8culos para c>egar
até as regi?es
umbralinas O <ue ocorre em algumas organi3a?es terrenas é se considerar6 erron
eamente6 <ue
toda a tarefa dos médiuns deve ser meramente mental +esconsiderar o seu complexo
fisiolBgico e
a energia condensada <ue o mantém é como colocar famintos sem abridores de lata e
m meio a um
depBsito de alimentos enlatados imposs4veis de abrir sB com as m5os dos esfomeados
O sensitivo enxerga para vibrar e doar energia: enxerga um tornado <ue vai d
esintegrando
as constru?es de uma cidadela abandonada <uando se <uer o seu ato de
vontade para os
desmanc>osM um local su7o e viscoso <uando se re<uer a limpe3a astralM esfarrapados
desnutridos
para serem alimentadosM soterrados em destroos para serem removidosM o laborat
Brio do mago
negro <ue precisa ser implodido com todas as suas aparel>agensM a base da organi3a
5o malévola
com todas as suas armas <ue igualmente ser8 desintegradaM uma esfera de lu3 amarela
girando em
intenso sentido anti->or8rio <ue deve ser seguida para o retorno ao corpo f4sico
- entre outras
formas-pensamentos plasmadas para despertar o ato volitivo dos médiuns

$E!GU35 - + 5rti*icial " uma *orma-pensamento que e<iste num


a dimensão
espao-tempo restrita, ou tem conscincia e livre-arbítrio de aão e vontadeA 5 )nica
alternativa
para um 5rti*icial " a &destruião& ou ele pode ser aproveitado nos trabalhos no bemA
RAMATLS - As formas de pensamento tendem a se desfa3er nos s4tios vi
bratBrios da
Nature3a <ue l>es s5o afins "ossas tempestades nada mais s5o <ue >igieni3a?es coleti
vas da aura
planet8ria levadas a efeito pelos esp4ritos <ue tm esta tarefa O Artificial é uma forma
-pensamento
ou corpo etérico se<=estrado e manipulado para o mal6 anomalia oriunda da mais
nefasta magia
negra N5o tem conscincia nem livre-arb4trio6 embora gere a5o e apresente ;
vontade;6 pela
poderosa indu5o mental do mago negro
As formas de pensamento e os <uadros ideopl8sticos <ue s5o costumeirame
nte utili3ados
nas atividades socorristas tm existncia restrita6 durante a atividade dos mentores espi
rituais .5o
imediatamente desfeitas apBs os labores de caridade <ue levamos a efeito Eugiri
a @ finalidade
dessas manipula?es energéticas se ficassem vagueando a esmo Fasta a polui5o do or
be existente
no plano f4sico C8 <ue se considerar <ue nas esta?es socorristas transit
Brias nas 3onas
subcrostais6 existem técnicos do lado de c8 especiali3ados na cria5o de formas-
pensamentos6 mas

2
'

circunscritas aos campos vibratBrios dessas localidades6 como as aparel>agens <ue s


5o utili3adas
estritamente nas salas de cirurgia de vossos >ospitais

$E!GU35 - +s E<us sendo a2entes universais da 8ustia c/rmica,


entendemos
que não atuam só no seio da Umbanda. $odeis &*alar-nos& al2o sobre o temaA
RAMATLS - +eveis entender <ue as leis da Nature3a <ue validam o interc
9mbio entre
as dimens?es espirituais e <ue tm na mediunidade importante ferramenta de tr
abal>o n5o se
encontram grampeadas @s doutrinas e religi?es da Terra6 muito menos @s v
ossas prec8rias
considera?es morais A espiritualidade como um todo abarca todos vBs6 e a cada
um é dado de
acordo com a sua capacidade de entendimento !vidente <ue a sinagoga6 a igre7a6 a lo7
a6 o centro6 o
terreiro ou o templo s5o meras denomina?es <ue locali3am os >omens em seus ideai
s espirituais
Nesse sentido6 o !xu da Umbanda é o mesmo em todos os lugares
Zuantos obsessores s5o deixados @ solta apBs a prele5o evangélica na mesa
mediúnica e
s5o retidos durante os trabal>os noturnos das falanges espirituais6 agora denominados g
uardi?esK !
a guarda a postos nas entradas das igre7as e centros6 o <ue éK ! o guardi5o do entrepo
sto socorrista
das 3onas abissais <ue mantém: retidos esp4ritos violentos e maldosos6 t5o bem descrit
os nas obras
mediúnicas de abali3ados esp4ritos - como André Lui3 - onde se formou6 como foi pre
parado6 <ual
o seu comprometimento c8rmico para atuar nessas paragens6 est8 so3in>o ou fa3
parte de uma
legi5oK A !spiritualidade6 entrelaada em prol do amor <ue liberta e socorre6 tolera os
>omens em
suas divis?es mes<uin>as e posturas sect8rias6 sabiamente aguardando o momento
em <ue cada
conscincia entender8 em amplo sentido a atua5o dos esp4ritos benfeitores <ue vos
auxiliam no
orbe
2
1

4J

Pagamento pelo benef!cio dos *sp!ritos


e o fracasso dos médiuns

$E!GU35 - E<istem pessoas que se não pa2arem para obter um b


ene*icio dos
espíritos, são de opinião que nada conse2uirão. 5*irmam que trabalhos &*ortes&
são pa2os.
4uais vossas considera(es a respeitoA
RAMATLS $ O imediatismo dos >omens leva-os a tudo obterem c
om o m4nimo
esforo .e n5o >ouvesse <uem pagasse na crosta planet8ria6 <ual escambo em ba
lc5o <ue tudo
resolve6 n5o existiria <uem recebesse do lado de c8
Observai em vosso orbe todas as guerras <ue 78 >ouve e verificareis <ue
por detr8s de
motivos religiosos e territoriais6 sempre se escondeu o interesse do gan>o6 <ue s
e acelera pela
imposi5o da fora
Zuando vos referis a trabal>os ;fortes;6 a<ueles mais vis4veis aos vosso
s ol>os6 como
arrumar namorada6 afastar o colega do emprego para garantir a t5o alme7ada promo5
o6 conseguir
emprego6 e toda sorte de satisfa?es do ego inferior e do sensBrio6 é certo <ue os ;trab
al>os; pagos
pelas baixas vibra?es6 <ue n5o consideram o merecimento cBsmico e o livre-
arb4trio de cada
cidad5o6 ser5o de valia para obten5o desses resultados mundanos6 <ue aparecem
rapidamente
.obe7am do lado de c8 legi?es e legi?es de ;despac>antes;6 verdadeiros agentes de neg
Bcios 8vidos
para desembaraar as ;amarra?es; come3in>as dos pobres e fr8geis encarnados 
a forma com
<ue conseguem manter suas cidadelas no astral inferior Através do pagamento6 das
vibra?es de
satisfa5o da<ueles <ue recebem a serventia de seus servios6 aliadas a toda sorte de
despac>os e
sacrif4cios animais6 é <ue alcanam o combust4vel do plano f4sico6 ^ denso6 para s
e fortalecerem
nas suas organi3a?es
!mbora essas liga?es vibratBrias6 simbiBticas6 com os frios agentes de
negBcios das
.ombras6 faam aparecer rapidamente os resultados6 estes n5o s5o perenes6 >ave
ndo sempre a
necessidade de reforos e outros trabal>os6 sob ameaa de ;tudo desandar; O
u se7a6 apBs o
primeiro pagamento6 v-se o consulente descuidado do esforo >ercúleo da
reforma 4ntima
constrangido a cada ve3 pagar com mais regularidade para <ue sua vida n5o se torne
um ;inferno
astral; Eica privado de manter em definitivo os benef4cios6 eis <ue a<ueles <
ue oferecem a
satisfa5o imediata sem maiores esforos6 também podem a <ual<uer momento tir8-la
num ;estalar
de dedos;6 e implantar o caos6 como se o feitio virasse contra o feiticeiro

$E!GU35- E os diretores que cobram pequenos valores pe


los trabalhos
espirituais, dizendo ser para a manutenão 2eral do centro, ale2ando que as sobras pe
cuni/rias
são para au<iliar os necessitadosA Certos diri2entes ainda *azem cursos para os
m"diuns, de
cromoterapia, bioener2ias, chacras, radiestesia, entre outros, re2iamente remunerados,
at" com
certi*icados, dizendo serem pr"-requisitos para o e<ercício medi)nico.
RAMATLS $ !stando vBs no plano material6 entendemos a necessidade das
benfeitorias
f4sicas para abrigar os trabal>os assistenciais as deveis desvincular as moedas re<ue
ridas para a

2
&

manuten5o do centro das atividades mediúnicas  7usto <ue os consulentes >abitu


ais6 poss4veis
futuros sBcios6 se7am sensibili3ados para a contribui5o mensal com a boa ordem da
casa6 sal5o e
poltronas limpas6 boa ilumina5o e asseio geral Nunca condicionados a
este ou a<uele
atendimento espiritual
O con>ecimento é mola v8lida para ampliar o discernimento <ue d8 seguran
a a todos os
médiuns Hontudo6 sendo inesgot8vel o campo de estudo e aprendi3ado6 alguns se
deixam levar
pela ansiedade e impacincia6 e algo vol8teis6 como pBlen <ue n5o se mantém no
ar nas man>5s
primaveris6 s5o levados pela brisa dos ;entendidos; ediunidade n5o recebe
t4tulos6 graus
inici8ticos6 certificados e distin?es >onor4ficas Zuando isso se d86 instalam-se
no grupo as
distin?es formali3adas6 e mesmo ocorrendo curas pela cobertura dos bons esp4ritos e
m respeito @
inocncia e @ fé dos adoentados <ue buscam amparo6 o resgate das d4vida
s pregressas do
medianeiro se paralisa6 condu3indo-o inevitavelmente ao bolor da vaidade .orratei
ramente esta
vai se enrai3ando6 sobrevém o enfado das responsabilidades exageradamente assumida
s pela 9nsia
inicial de mostrar capacidades mediúnicas6 advindo com o tempo a derrubada de muito
s médiuns
Os ;dons; mediúnicos <ue vos foram dados de graa gratuitamente devem ser
exercitados6
n5o cobrando dos atendidosM e muito menos deveis pagar para obter algo <ue n5o est8
em vBs Os
pré-re<uisitos para o interc9mbio com o Além s5o oriundos dos refol>os da alma6
<ue milenar e
anterior ao corpo f4sico6 anima a personalidade atual
O cérebro f4sico do ente n5o tendo vivenciado a anterioridade de todas as exp
erincias do
esp4rito imortal6 se;es<uece; facilmente do passado tenebroso6 e <uanto fo
i implorada a
sensibili3a5o do corpo astral pelos mestres c8rmicos para ;voltar; como instrument
o mediúnico
ao campo de batal>a da Terra Eoi condi5o plenamente aceita pelo ser reencarnante6
e concess5o
7usta para catapult8-lo novamente ao tril>o evolutivo

$E!GU35 - 'as h/ os que a*irmam que para determinados &trabal


hos& se *az
necess/ria a contrataão dessas entidades, &despachantes& do astral in*erior, dizendo
que esse
procedimento " 2arantia de se2urana para os m"diuns não receberem revides e ass"di
os dessas
or2aniza(es do bai<o umbral@ que as entidades contratadas darão cobertura e se
2urana. +
que tendes a dizer sobre estas assertivasA
RAMATLS $ Nen>um esp4rito esclarecido do Astral .uperior im
p?e <uais<uer
procedimentos descabidos como norma de segurana ao <uadro mediúnico6 muit
o menos para
prote5o dos revides do Umbral inferior6 sabedores <ue s5o de <ue as fortale3as das al
mas est5o no
interior de cada uma6 aliceradas no amor6 na >umildade e no desinteresse dos médiuns

*ealmente6 <uando o medo se vos instala nos cora?es6 decorrncia de voss
as conscincias
pesadas pela necessidade da reforma moral inacabada6 <ue ainda exige grandes esfor
os6 parece-
vos algo efica3 e imediata a negociata com o astral inferior6 <ue movimenta-se
rapidamente para
proteger-vos dos assédios <ue s5o propiciados pela vossa prBpria invigil9ncia
A4 se propicia
terreno fértil para eles6 profundos con>ecedores das artiman>as das trevas6 ;experts; d
a psicologia
>umana e dos cBdigos de conduta distorcidos <ue regem os acordos e os territBrios d
e atua5o de
cada organi3a5o trevosa da subcrosta terr4cola
Zuando observardes <ue uma agremia5o terrena6 <ue di3 praticar a caridade n
o campo do
mediunismo6 adotar condutas semel>antes @s mencionadas6 sacudi o pB de vossos pés
e continuai
na estrada buscando paragens em <ue as traas ainda n5o roeram o fino tecido da medi
unidade
.abei <ue para os ol>os da 7ustia divina6 todas as coisas s5o manifestas diante
dos céus N5o
mintais para vBs mesmos e n5o faais nada censur8vel por vossa conscinciaM

2
(

para saberdes o fim <ue est8 vos destinando no futuro observai os princ4pios por <ue
vos moveis
no agora
$E!GU35 - 9/ presenciamos al2uns diretores terrenos bai<arem normas
em seus

centros
nos desautorizando m"diuns que ainda comem carne de trabalhar, inclusive
passes,
ale2ando se2uirem vossos ensinamentos sobre a alimentaão carnívora e o ve2etarianis
mo para
8usti*icar estas medidas. 6eve-se proibir os m"diuns que são carnívoros de participar
ativamente
dos trabalhos medi)nicosA
RAMATLS - .em dúvida6 somos de opini5o <ue é contraproducente o médi
um sentar-
se @ mesa esp4rita ou apresentar-se @ corrente de Umbanda poucos minutos
depois de farto
ban<uete de cortes mal passados6 <uando n5o de miúdos6 f4gados6 moelas6 cora?es e i
ntestinos dos
irm5os menores do orbe6 finamente temperados
Nos trabal>os de orienta5o psicogr8fica dos mentores no centro esp4rita ou de
consulta na
casa de Umbanda com os pretos vel>os e caboclos6 guias e protetores6 os res4du
os metabBlicos
desses glut?es repercutir5o etericamente em suas auras6 tornando-as densas e pes
adas6 prBprias
para a sintoma com o astral inferior6 com esp4ritos sofredores6 sedentos desse tipo de ;a
limenta5o;
flu4dica Nesses casos6 entendemos ser de bom senso <ue os médiuns6 exauridos e
sonolentos de
tantas iguarias de baixas vibra?es6 evitem trabal>ar no estado lastim8vel em <ue se
apresentam6
pois somente dar5o ;trabal>o; aos benfeitores do lado de c86 <ue ter5o <ue isol8-los
das atividades
de caridade6 programadas para o dia
Acreditamos de bom alvitre6 dentro dos preceitos do Hristo6 de convivn
cia fraterna e
amorosa6 <ue se7am orientados pelos diretores terrenos para se absterem da alimenta5
o carn4vora6
se n5o continuadamente6 por falta de 9nimo e preparo6 ao menos no dia do trabal>o
mediúnico6 o
<ue fica distante de proibi?es definitivas
A mudana do milenar condicionamento alimentar arraigado no ser >u
mano deve ser
gradativa e sem traumas6 o <ue ali8s foi nossa sugest5o expl4cita em obra anteriorment
e ditada 1Q6
na <ual n5o preconi3amos proibi5o aos médiuns6 e sim descrevemos as dificuldades
naturais <ue
resultam no exerc4cio mediúnico pela ingest5o da carne !m singela compara5o6
é como se a
atividade mediúnica fosse a montan>a a ser escalada6 e o médium carn4voro decidisse
fa3-lo com
uma bola de ferro atada aos pés e um fardo de pedras suspenso @s costas

1 - &3ão su2erimos a violncia or2#nica para aqueles que ainda não s


uportariam essa
modi*icaão dr/stica@ para esses, aconselhamos 2radativas adapta(es do re2ime da carne de su
íno para
o da de boi, do de boi para o de ave e do de ave para o de pei<e e mariscos. 5pós disciplina
do e<ercício
em que a ima2inaão se hi2ieniza e a vontade elimina o dese8o ardente de in2erir os despo8os s
an2rentos,
temos certeza de que o or2anismo estar/ apto pra se a8ustar a um novo m"todo nutr
itivo de louvor
espiritual. 'as " claro que tudo isso pede por comear ...& - !amatís - isiolo2ia da 5lma, psi
co2ra*ado
por :ercílio 'aes, Ed. do Conhecimento.

O ideal é <ue >a7a6 por parte dos orientadores terrenos6 uma conscienti3a
5o fraterna e
racional6 condu3indo-vos a um esforo de iniciativa 4ntima6 sem imposi?es <ue d
esrespeitem o
livre-arb4trio e a conscincia de cada um de vBs6 para vos absterdes de saciar
a fome com os
tecidos musculares e Brg5os dos vossos irm5os menores do orbe
 oportuno lembrarmos <ue os fluidos pesados6 saturados de miasmas e bacilo
s ps4<uicos6
<ue abundam no processo digestivo e de metaboli3a5o org9nica das carnes bovinas
e de porcos6
entre outras6 criam um ambiente psicoastral opressivo para os bons esp4ritos
Nas atividades de socorro @s comunidades umbralinas densas6 apegadas sofr
egamente ao
sensBrio6 ao sexo6 @ comida6 @s drogas e a todos os excessos poss4veis de
<uando estavam

2

encarnados6 tais médiuns acabam servindo de ;iscas; para as turbas de dem


entados <ue se
acotovelam em volta de suas auras como se fossem enxame de moscas Temos <ue
proporcionar
retaguarda espiritual para esses médiuns n5o sa4rem servindo de ;repastos vivos; ap
Bs o término
das atividades mediúnicas6 socorrendo os esp4ritos destrambel>ados <ue l>es sugava
m os fluidos
etéricos malc>eirosos dos restos de carnes digeridas6 putrefatas nos intestinos do e<uipo
f4sico
!vidente <ue se todos na crosta planet8ria deixassem de comer carne6
de escorrerem
toneladas de sangue diariamente dos irm5os menores do orbe nos matadouros6
e cedessem a
volúpia por guerras sanguinolentas <ue enodoam e se esparramam pela superf4
cie terrena6 as
comunidades densas e igualmente sedentas desses fluidos pestilentos deixaria
m de existir6
cessando assim a necessidade de socorro repetido nos moldes descritos
+eveis pautar vossas condutas dentro dos mais elevados alicerces de
fraternidade e
toler9ncia t5o bem enunciados no exemplo de )esus !ste mestre nunca
desrespeitou as
conscincias6 embora ten>a contrariado muitos interesses com as suas orienta?es libert
adoras
Zue nossos singelos coment8rios reali3ados anteriormente em outra obra sobre
os v4cios do
8lcool6 do fumo e os malef4cios da alimenta5o carn4vora e as benesses do vegetarian
ismo sirvam
de esclarecimento e despertamento das conscincias6 mas n5o vos deixeis leva
r por atitudes
desrespeitosas entre irm5os de 7ornada evolutiva

Obser&a@Kes do médium"

Aos medianeiros que anseiam ampliar suas !aculdades e, aos obreiros


dos grupos de
Apometria, relatamos que nas lides apométricas tem se mostrado de inestimável v
alia o !ato de
termos abandonado a carne de nossa alimentaç-o, processo que !oi gradativo, sem n
unca termos
nos sentido privados de quaisquer atividades medi%nicas ais especi!ica
mente, estamos
vivenciando uma mel&ora signi!icativa nos desdobramentos, que culminou com a in
tensi!icaç-o,
regular, da percepç-o dos planos supra!ísicos Além de notarmos um aumento surpr
eendente da
lembrança dos !atos ocorridos !ora do corpo !ísico, principalmente no estado entre
a vigília e o
sono !ísico durante as madrugadas, sentimos que a sintonia e percepç-o medi%nica se
ampliaram
Entre outros motivos, como por exemplo os decorridos dos "amacis" e iniciaçes
na Umbanda,
com certeza isto também se potencializou pela sutilizaç-o do duplo etérico,
&aja visto que
cessamos de bombardeá'lo ininterruptamente com os !luidos densos e animalizado
s das carnes
vermel&as, entre outras

$E!GU35- $edimos vossas elucida(es sobre as principais causas dos *


racassos
dos m"diuns no seio da Umbanda. Em 2eral, como se d/ a recepão dos intermedi/rios
&caídos&
nas lides com o 5l"m, quando retornam 0 p/tria espiritualA
RAMATLS $ A Umbanda6 por n5o possuir uma codifica5o
doutrin8ria <ue
;padroni3e; seus rituais6 usos e costumes litúrgicos no interc9mbio mediúnico6 abriga
um grande
número de seguidores e adeptos Assim como vai esclarecendo6 confortando6
promovendo a
reforma 4ntima e evangeli3ando através das consultas individuais e assistncia espiritu
al do Plano
Astral .uperior6 dando alento a todos os necessitados independente das crenas i
ndividuais6 ao
mesmo tempo sofre os desmandos de alguns fil>os de fé umbandista <ue se deixam e
nvolver pelo
astral inferior e acabam praticando uma falsa Umbanda: com vaidade6 gan>o financeir
o6 oferendas
descabidas e sacrif4cios de animais

2
2

Os médiuns vaidosos s5o os mais visados pelos ata<ues das .ombras6 sempre
dispostos a
atender a<ueles <ue se encontram com o ego exaltado Pela caracter4stica das
manifesta?es
mediúnicas na Umbanda6 é exigido aos médiuns um esforo cont4nuo no sentido d
e manterem a
>umildade6 eis <ue n5o existe uia mais ;forte; do <ue outro6 pois os critéri
os <ue levam @
concreti3a5o dos pedidos dos consulentes independem do nome da entidade
<ue assiste o
medianeiro6 da sua >ierar<uia espiritual ou se est8 mais ou menos ;incorporado; n
o ;cavalo; O
<ue leva a brisa benfa3e7a para os <ue buscam a Umbanda para a cura6 o alento e
spiritual6 e até
algumas <uest?es <ue envolvam aux4lio das falanges benfeitoras no campo6 material6
é nada mais
<ue o merecimento6 associado ao respeito do livre-arb4trio de todas as criaturas
!ssa é a maior dificuldade dos médiuns: discernir as fronteiras tnues do <ue
intermediam
com o Astral - se é ade<uado dentro das leis de e<uil4brio e de causalidade <ue rege
m o carma de
todos os seres A ambi5o atiada pelo gan>o f8cil e seguidamente provocada pelo
s elogios dos
consulentes6 <ue procuram agradar os médiuns em troca de favores6 trabal>os mila
grosos e toda
sorte de a7uda <ue envolve as situa?es come3in>as da vida material6 é como a
ferrugem <ue
lentamente e sem maiores esforos corroi fina ourivesaria
A mais terr4vel combina5o para um médium fracassar6 além da vaidade e da
ambi5o do
gan>o f8cil6 é <uando ainda >8 a fra<ue3a do esp4rito pelo sexo .eguidamente
os >omens se
encontram cercados de borboletas batendo suas asas coloridas As mul>eres se vem t
respassadas
por ol>ares bril>antes e pensamentos libidinosos dos compan>eiros desatentos Zua
ndo n5o é o
irm5o ou irm5 de corrente mediúnica <ue se ;apaixona; perdidamente pelo outro di3

endo ser um de vida passada6 s5o os consulentes assediados <ue se mostram


;reencontro;
como potentes
;armas; para as organi3a?es das trevas <ue procuram infiltrar-se no grupo Zual<uer
desaten5o6
invigil9ncia6 fragilidade moment9nea6 é motivo de <uedas6 na maioria das ve3es
definitivas O
exerc4cio da mediunidade com as entidades de lu3 <ue labutam sob a égide da Umb
anda é ent5o
suspensoM n5o cessa o trote do cavalo6 somente muda o cavaleiro <ue o guia
A<uilo <ue é semeado é col>ido6 muitas ve3es multiplicado pela reperc
uss5o <ue um
desatino mediúnico causa aos seus familiares e dependentes  deveras triste

a situa5o dos
medianeiros <ue perderam o tril>o da caridade desinteressada <uando retomam para o
lado de c8
,maginai a sintonia estabeleci da pelo médium durante anos a fio de escambo mediúni
co na crosta
com as comunidades das trevasM estabelecem fort4ssimos laos de imanta
5o <ue v8rias
encarna?es sucessivas n5o dissolvem O médium de outrora <ue costumeiramente se
utili3ava de
escravos para a execu5o dos pedidos remunerados dos consulentes ou desresp
eitava o livre-
arb4trio al>eio em proveito prBprio ou de outros6 no momento em <ue se v dia
nte dos antigos
executantes do plano extraf4sico6 torna-se6 agora ele e t5o somente ele6 e
scravo dos <ue
antigamente l>e prestavam os servios mais sBrdidos do além-túmulo

$E!GU35 - 4uais vossas recomenda(es para que se mantenham as


condi(es
vibratórias e ener2"ticas 0 &altura& dos Guias e $rotetoresA $or que isso " tão di*ícil, e
m al2uns
casos quase impossível, e<i2indo um es*oro herc)leoA
RAMATLS $ A prBpria condi5o de existncia na carne vos torna fr8
gil diante dos
desafios da vida di8ria A necessidade do gan>o financeiro para o sustento6 a
competi5o6 o
estresse dos cidad5os6 os congestionamentos de vosso tr9nsito6 a polui5o do mei
o ambiente6 o
excesso de ru4do6 as drogas e os v4cios em geral6 a violncia cont4nua e ininterrup
ta6 tudo isto e
muito mais6 s5o fatores <ue tornam a existncia terrena um grande desafio
para o esp4rito
encarnado

2
G

Os médiuns6 por terem uma maior sensibilidade em rela5o aos plano


s supraf4sicos6
encontram potenciali3adas as suas agruras Afora as <ue.t?es existenciais ligadas @
matéria - um
fil>o fica doente inexplicavelmente6 faltam as moedas para os alimentos e o alugu
el da >umilde
casa6 o c>efe tirano persegue diuturnamente a esposa no trabal>o6 o automBvel c
om presta?es
vincendas é roubado em pleno dia6 entre outros tormentos - tendes <ue lidar co
m o mundo do
além-túmulo6 nada amig8vel6 pois advers8rios de outrora tudo fa3em para vos derrubar
+eveis ter em mente6 de forma cordial6 vossos defeitos e fragilidades6 n5
o pretendendo
parecer santos em convento A verdadeira inicia5o se d8 na lu3 do dia-a-dia6 no
redemoin>o do
mundo profano de vossa sociedade >odierna6 eivada de imoralidade6 concupiscnc
ia6 vaidade e
sensualismo exacerbado  <uadro <ue se agrava entre os medianeiros6 sendo el
es os maiores
obst8culos de si prBprios por suas fra<ue3as da alma e pelas resson9ncias de vidas
passadas <ue
ficam intensificadas no labor mediúnico O mecanismo de sintonia com o lado de c86
fundamental
para o socorro dos estropiados do astral inferior6 apBia-se em vossos defeitos e
reminiscncias
an4micas imorais - eis <ue semel>ante cura semel>ante Antes de alme7ardes a cont4nu
a assistncia
vibratBria dos uias e Protetores6 deveis6 gradativamente6 ir expurgando vossas nBdoa
s através do
trabal>o socorrista continuado6 ;purificando-vos; através do atrito implac8vel do
carma6 <ue com
suas ferramentas moldar8 a futura pea de ourivesaria para ocupar o cofre perene do !
u .uperior

$E!GU35 - $arece-nos que nos m"diuns umbandistas os


ass"dios são
ininterruptos, como se tivessem que estar sempre prontos para serem atacados
pelos ma2os
ne2ros e suas or2aniza(es a qualquer momento. %sso " verdadeiroA
RAMATLS $ Por atuarem diretamente no Umbral ,nferior6 situa5o <ue se
intensifica
neste in4cio de Terceiro ilnio6 pela necessidade urgente de >igieni3a5o da psicosfe
ra terr4cola6
os revides6 persegui?es e assédios das .ombras s5o costumeiros .endo assim6 fica a i
mpress5o de
<ue os aparel>os umbandistas s5o costumeiramente atacados6 situa5o <ue é verdadeira
6 o <ue n5o
<uer di3er <ue n5o >a7a prote5o aos abnegados trabal>adores <ue se entregam
@ passividade
mediúnica nos terreiros
As caracter4sticas de trabal>o dos médiuns da Umbanda exigem cont
4nua cobertura
vibratBria das falanges protetoras do lado de c8 Os ;confrontos; e ;dema
ndas; contra as
organi3a?es das trevas s5o costumeiras6 78 <ue a 7ustia divina se movimenta arduam
ente para as
remo?es de comunidades do além-túmulo cristali3adas no mal6 nesta Nova !ra Por
absoluta falta
de canais mediúnicos em outras egrégoras espiritualistas na Terra - tristemente
verificamos a
diminui5o e até a completa desativa5o de trabal>os desobsessivos e de man
ifesta5o6 pela
psicofonia6 de esp4ritos sofredores - cada ve3 mais os esp4ritos benfeitores do
Astral .uperior
utili3am os medianeiros da Umbanda e da Apometria Para a !spiritualidade6 ent
retanto6 vossa
nomenclatura pouco importa Preocupamo-nos com a tarefa a ser reali3ada6 assim
como procedia o
Hristo-)esus na sua estada entre vBs

$E!GU35 - + que " um m"dium ma2istaA :/ características especí*ic


as de sua
educaão medi)nica que se8a oportuno abordeis neste momento consciencial da c
oletividade
humanaA
RAMATLS $ Honsiderando <ue todos vBs sois esp4ritos milenares6
com pesada
bagagem sendo transportada pelo trem das encarna?es sucessivas6 obviamente o ser
com grande

2
I

envolvimento na pr8tica da magia negra em vidas passadas se v comprometido com


as energias
telúricas do planeta6 no campo do mediunismo assistencial O dito médium ma
gista tem seus
c>acras sensibili3ados6 como verdadeiros núcleos <ue vibram muito prBximo das
energias dos
<uatro elementos6 do ar6 da terra6 do fogo e da 8gua6 e <ue tm suas contra
partes nos s4tios
vibracionais prBprios da crosta terrestre6 ou se7a6 nas cac>oeiras6 matas6 mares6
rios6 campos6
bos<ues O seu tRnus flu4dico foi especialmente manipulado pelos técnicos do astral pa
ra <ue o seu
con7unto f4sico-etérico de encarnado sirva de complexo condensador energético6 <
ue através do
ectoplasma prBprio abundante e peculiar6 se7a instrumento dos amigos espirituais <
ue l>e dar5o
cobertura !les o acompan>ar5o como uias e Protetores6 potenciali3ando a capacidad
e mediúnica
do instrumento encarnado no amplo trabal>o de caridade contra a magia negra e as
organi3a?es
trevosas das 3onas abissais da Terra
!ste tipo de médium6 na sua grande maioria6 tem enormes prova?es
durante a sua
encarna5o Os esp4ritos <ue o assistir5o6 auxiliando-o no rea7ustamento c8r
mico6 s5o seus
compan>eiros ancestrais Todos evoluem nessa ligadura vibratBria <ue se forma e
ntre aparel>o
mediúnico e entidades do Astral Homo esse médium lidar8 com a magia6 ao contr8rio
dos médiuns
esp4ritas <ue atuam ;meramente; numa faixa mental6 ter8 <ue se recompor energetic
amente com
certa periodicidade6 pelo risco de esgotamento do seu sistema nervoso e f4sico Ea3-se
necess8rio o
contato regular com as foras da Nature3a6 os ban>os de ervas6 as defuma?es6 s
eguindo certos
par9metros em rela5o @s influncias astrolBgicas <ue presidem seu e<uil4brio
energético6 de
acordo com os Orix8s <ue o regem ,sso é necess8rio para <ue consiga desf
a3er talism5s e
amuletos <ue vibram etericamente no campo dos consulentes6 desmanc>ar trabal>os d
e feitiaria6
bem como atender todas as solicita?es de cura6 de orienta5o e aux4lio de ordem
>umana6 tudo
sendo reali3ado por meio dele prBprio6 médium6 como condensador e instrumento
dos uias e
Protetores6 dentro dos rituais prBprios da Umbanda

$E!GU35 - 4uanto 0 sensibilizaão e educaão do m"dium encarnado,


não são
su*icientes a moral e o Evan2elho do Cristo interiorizado para a percepão medi)nic
a com as
entidades Guias e $rotetoresA
RAMATLS $ .em dúvida o !vangel>o do Hristo é plano de viagem
seguro para o
navegador no mar revolto da mediunidade durante a vida carnal6 condu3indo-o a
portos serenos no
decurso da longa e tempestuosa travessia do ciclo reencarnatBrio
C8 <ue se considerar <ue a sensibili3a5o do esp4rito e sua educa5
o para o amor
incondicional re<uerem <ue se submeta o ego inferior @ ra35o fortificada pela moral cr
4stica6 sendo
<ue o maior desafio n5o é o con>ecimento e sim a interiori3a5o dos conteúdos
evangélicos no
modo de ser do esp4rito imortal
Homo a pr8tica mediúnica na Umbanda envolve sutis energias no campo
da magia dos
<uatro elementos planet8rios - ar6 terra6 fogo e 8gua - expande-se sua mec9nica
para fronteiras
além da moral e do !vangel>o6 pois re<uer comprometimento de vidas passadas e
sintonia entre
conscincias6 uma corpBrea6 e v8rias outras extracorpBreas Os c>acras de todos o
s corpos sutis
devem vibrar e estar alin>ados de tal maneira <ue manten>am o fluxo energético
>armRnico em
todo o complexo f4sico-etérico6 astral e mental6 na mesma faixa de sintoni
a dos esp4ritos
comunicantes6 <ue se ligar5o nesses núcleos durante o desacoplamento dos corpos6 e
m especial o
astral6 para a comunica5o mediúnica
Levando em conta o compromisso socorrista e a necessidade premente de >igie
ni3a5o das
3onas abissais do planeta6 os médiuns umbandistas atuam com mais desenvoltu
ra no Umbral

2
J

inferior6 ao mesmo tempo <ue se l>es imp?e enorme exigncia de elasticidade


mediúnica para
atuarem em v8rias fre<=ncias6 em grandes e baixas amplitudes de ondas eletromagnéti
cas6 desde o
preto vel>o <ue os influencia numa faixa mental até as catarses <ue liberam a <u
ota de energia
necess8ria para os socorros nas faixas <ue o trabal>o socorrista re<uer .endo assim6
é comum os
aparel>os <ue servem ao lado de c8 se ressentirem energeticamente de tempo em
tempo6 o <ue
7ustifica os ;amacis; e assentamentos vibratBrios reali3ados com ervas previament
e maceradas6
com certa regularidade6 para a perfeita renova5o sintRnica com os uias e Protetores
  como se
fosse providenciada uma intensifica5o das ondas de um r8dio emissor utili3ado
no envio de
relatos para a esta5o receptora6 a fim de mel>orar a <ualidade retransmissor
a do canal de
comunica5o com o lado de c8

$E!GU35 - 4ual o porqu das ervas utilizadas e das inicia(es 8unto 0


3atureza
realizadas na UmbandaA 5*inal, o que " um &amaci&A
RAMATLS $ As ervas utili3adas e as inicia?es 7unto aos locais vibrados
da Nature3a
da Terra tm por finalidade a renova5o energética6 o alin>amento dos c>acras e a a
de<ua5o do
fluxo vibratBrio destes6 nos diversos corpos sutis6 aos c>acras dos uias e Prot
etores de cada
médium6 <ue também os possuem6 tanto no corpo astral <uanto nos seus
corpos mentais
!videncie-se <ue >8 uma espécie de 7un5o nestes vBrtices vibratBrios6 entre
dimens?es de
fre<=ncias diferentes6 o <ue re<uer imenso rebaixamentos das entidades comunicante
s6 exigindo
da parte dos encarnados eleva5o moral e >armonia como maneira de aumentar o tRn
us vibratBrio
a ponto dos c>acras se ;encaixarem;
Os c>amados ;amacis; nada mais s5o do <ue o uso de ervas6 e
m <ue princ4pios
astralmagnéticos <ue as influenciam e <ue as ligam vibratoriamente com as energi
as dos <uatro
elementos planet8rios6 do ar6 da terra6 do fogo e da 8gua6 s5o adotados para a c
omplementa5o
energética dos médiuns N5o s5o <uais<uer ervas6 usadas aleatoriamente Zuando
assim ocorre6
prepondera somente a boa vontade dos diretores e a auto-sugest5o do médium6 como
uma espécie
de placebo medicamentoso !fetivamente6 os princ4pios <u4micos em reg
ncia vibratBria
astrolBgica afim n5o s5o liberados ade<uadamente6 tornando-se inBcuos nestes casos
os ;amacis;
 fundamental <ue as ervas este7am alin>adas vibratoriamente com a astrologia e co
m os Orix8s
<ue influenciam os médiuns6 para o efeito de se fortalecer a ligadura através dos c>acr
as durante as
manifesta?es dos uias e Protetores
Hlaro est8 <ue a ancestralidade e a prBpria sensibili3a5o do corpo astral do m
édium pelos
técnicos siderais antes de reencarnar s5o fundamentais para o sucesso das lides medi
an4micas no
seio da Umbanda6 <ue vai além do interc9mbio meramente mental6 sB pelo pensamento

2
D

NJ

Relato de caso $ I
2onsulente" %TJ(

'/ anos(
seo masculino(
solteiro(
catlico
<istria 2l!nica"
Apresenta depress5o continuada Hom dificuldade de conv4vio social6 inclu
sive com os
familiares6 mostra-se ausente e distante !mbora n5o se7a agressivo6 violento com os
outros6 sente
muito
dormir6Bdio dos parentes e dese7o de mat8-los .eguidamente est8 com vontade de
e durante
o sono vivencia est4mulos on4ricos Ultimamente seus son>os tm sido assustadores: v
-se pregado
pelas m5os e pés num tipo de estrado de madeira e algo se aproxima de sua
boca e o suga
sofregamente6 como se fosse um bei7o de filme de terror6 deixando-o muito fraco e
desanimado
Tem vis?es em estado de vig4lia6 durante o dia6 o <ue o est8 perturbando a ponto de
confundir a
realidade com as imagens <ue enxerga e escuta .ente-se culpado pelas coisas ruins
<ue fa36 pela
vida e pelo fato de existir Pensamento fixo6 monoidéia6 de se suicidar )8 teve trs
tentativas de
suic4dio recentes - afogamento no mar6 co<uetel de 8lcool com dia3epan e cortando os
pulsos !st8
fa3endo tratamento desobsessivo em um centro esp4rita tradicional6 tendo c>egado até
nosso grupo
para6 ao mesmo tempo6 ter atendimento apométrico6 por indica5o dessa outra casa

Diagnstico"
O consulente tem fortes laos de imanta5o de vidas passadas com comunidade
do Umbral
inferior perdida no tempo6 <ue lida com a magia negra >8 milnios Na
época 8urea das
civili3a?es aia e ,nca6 por mais de uma oportunidade foi sacerdote6 reali3an
do cultos com
sacrif4cios >umanos de crianas para perpetuar sua longevidade f4sica e dos <u
e o seguiam -
tomavam o sangue e comiam as v4sceras cruas em oferecimento a uma certa ;divind
ade; <ue em
troca l>es oferecia vida longeva na carne Pelo uso continuado da magia neg
ra em proveito
prBprio6 intensificou em si a altive36 o despotismo e o ego4smo Ao mesmo tem
po em <ue fe3
muitos inimigos nessas encarna?es6 intensificou liga?es odiosas com os desenca
rnados <ue o
serviram en<uanto estava imerso no corpo f4sico6 pois continuou sendo déspota no
per4odo entre
vidas6 em <ue pelo seu elevado poder mental6 escravi3ou muitos servidores no além-
túmulo Co7e
estando encarnado no meio de inimigos de outrora6 sente-se isolado e sem 9nimo6 pois
n5o detém o
poder de antigamente !nlaam-se em seu redor6 no plano f4sico e oculto6 vingadores
ferren>os <ue

G
'

alme7am o seu desencarne neste momento em <ue o seu passado de mago negro est8 a
dormecido e
temporariamente es<uecido nos profundos por?es do inconsciente

Atendimento( técnicas e procedimentos"


ApBs o desdobramento indu3ido do consulente6 constatou-se um bols5
o de esp4ritos
sofredores na sua residncia e dormitBrio: entidades com facas ferindo-o6 soterra
dos em centenas
escuraM mina de crianas sacrificadas dementadas c>orando a sua volta6 v8rios
pais e m5es
<uerendo mat8-lo para vingarem-se dos fil>os assassinados6 outros sacrificados com
muitas dores e
ferimentos
Todos foram socorridos através de campo de fora triangular e pontos cantado
s de Ogum
Ao mesmo tempo6 invocou-se o elemento fogo e as salamandras para o centro
do tri9ngulo e
entramos na faixa vibratBria de Obalua6 oitavo Orix8 da Umbanda6 ainda descon>ecid
o da maioria
dos umbandistas6 atuando em vibra?es de cura Neste momento6 os guias do astral <
ue d5o
ao apoio
grupo reali3aram a liberta5o do corpo etérico do consulente <ue se encontrava ;
se<=estrado;
por uma antiga e portentosa organi3a5o de magia negra da época dos aias e ,ncas6
<ue na falta
dos sacrif4cios de crianas >umanas para se nutrirem de fluidos animali3ados pr
opiciados pelo
sangue <uente derramado6 tiveram <ue se especiali3ar no ;se<=estro; de duplos etérico
s6 de recém-
mortos e de vivos sobre os <uais tm controle6 pela uni5o vibratBria em rituais inici8tic
os de magia
negra no passado remoto
Terminada a liberta5o do corpo etérico6 os guias ainda na vibra
5o de Obalua
interferiram na rede neuronal do consulente6 alterando a mal>a sin8ptica6 ao mesmo te
mpo fa3endo
uma reprograma5o nas suas idea?es e fluxo de pensamento através do corpo menta
l6 o <ue n5o
temos palavras em nosso vocabul8rio terreno para descrever a contento  como
se alin>assem
todos os corpos sutis6 e a via em <ue os pensamentos fluem desde a mRnada espiritu
al fosse uma
estrada com v8rios ped8gios c8rmicos até o destino de c>egada no plano denso e ma
terial6 sendo
liberadas as passagens6 os obst8culos e ru4dos até a repercuss5o vibratBria no cérebro f4
sico
Zuase ao término do atendimento6 com os c9nticos de OxBssi6 efetuou-se
despolari3a5o de
est4mulo de memBria ;desligando; o consulente da comunidade do umbral inferior em
<ue estava
sintoni3ado por traumas de vidas passadas Por fim6 protetores da lin>a de Oxal
86 do Oriente6
criaram intenso campo de fora em forma de cilindro esmeraldino em volta da aura6
;fixando; os
corpos sutis do consulente para <ue n5o se desdobrassem com tanta facilidade

Orienta@o"
Assistncia médica6 psi<ui8trica6 foi recomendada como imprescind4vel6 eis <ue
oapresenta
paciente descompasso neuro<u4mico6 o <ue é uma evidente somati3a5o da resso
n9ncia com o
passado e do desalin>o no fluxo de idea?es e pensamentos provindos dos corpos ma
is sutis e da
mente mon8dica6 espiritual6 extraf4sica +eve continuar com o atendimento desobsessiv
o no centro
esp4rita <ue fre<=enta6 assistindo palestras e tomando passes magnéticos Orientad
o a iniciar a
fre<=ncia em grupo de educa5o mediúnica

G
1

2oncluso e <istrico *spiritual"


Por um mecanismo de retorno6 o sacerdote-mago negro sacrificador de onte
m6 no >o7e é
ob7eto de vampiri3a5o da<ueles <ue o serviram A organi3a5o <ue ai
nda se mantém
vibratoriamente no astral inferior6 volta-se contra seus antigos asseclas6 servidores
e comparsas6
com a finalidade de perpetuar a sua existncia Homprova-se a sabedoria das leis de
causa e efeito
e a 7ustia do encadeamento c8rmico <ue une conscincias em blocos evolutivos:
o mandat8rio
poderoso de ontem v-se como instrumento do mal <ue ele mesmo a7udou a criar e
fortalecer Os
ritos e inicia?es <ue mexem com as energias da Nature3a e planet8rias no campo da
magia usada
para o mal marcam nos corpos sutis intensas les?es6 como se fossem nBdoas
vibratBrias <ue
reverberam intensamente ]s ve3es6 se re<uer v8rias encarna?es em <ue o pes
ado invBlucro
carnal nada mais ser8 <ue mero curativo <ue auxiliar8 na cicatri3a5o da
ferida purulenta
demarcada na contextura dos corpos sutis6 e <ue por v8rias oportunidades ter8 <ue ser
trocado para
o expurgo pútrido nos planos mais densos6 através dos pesados e transitBrios ve4cu
los etéricos e
f4sicos
O consulente6 afora resson9ncia com vidas passadas6 apresenta sensibilidade m
ediúnica A
auto-obsess5o6 transtorno an4mico <ue por sua ve3 antecede a forma5o de nú
cleo obsessivo
complexo6 com vampirismo flu4dico6 tende a desaparecer por completo6 se o consulente
persistir na
sua educa5o consciencial e imprescind4vel reforma 4ntima6 cessando o atual <uadro tor
mentoso O
<ue se reali3ou no atendimento do grupo de Umbanda e Apometria6 foi propiciar uma
trégua para
<ue o assistido consiga se fortalecer em seu abalado discernimento e possa decidir se
us camin>os
diante das op?es <ue ora se l>es apresentam
Homo tantos de nBs6 >o7e médiuns6 LT) tem compromisso com a mediun
idade de cura
através do exerc4cio da sua sensibilidade ps4<uica6 como maneira 7usta de se recompor
com as leis
cBsmicas e retomar @ tril>a da evolu5o6 inexor8vel a todos no universo

Obser&a@Kes do médium"
9uando estávamos recepcionando o pensamento de @amatís durante a e
laboraç-o do
segundo capítulo, !omos surpreendidos pelas in!ormaçes praticamente inéditas, ao m
enos para o
nosso escasso con&ecimento e pela aus0ncia de registro na literatura ocultista,
espiritualista,
esotérica e espírita que já tin&a nos c&egado em m-os, sobre os "seqOestros" de corp
os etéricos e
os ritos de magia negra envolvidos
8a Apometria já &avíamos tido alguns relatos super!iciais de colegas de o
utros grupos,
mas ainda n-o tín&amos presenciado nen&uma experi0ncia medi%nica nesse sentid
o, durante os
trabal&os
Homo somos médium consciente6 temos clara rememora5o dos pensame
ntos <ue nos
fluem através do cérebro f4sico provindos da mente deste mentor6 durante o at
o de escrever
Hon<uanto nos impon>amos enorme esforo para a<uietar e esva3iar o nosso agitado
psi<uismo e
conseguirmos sintoni3ar com esse esp4rito6 ameni3ando ao m8ximo a nossa interfer
ncia6 somos orientados por ele para rotineiramente colocarmos sob o crivo da ra
seguidamente
35o e do bom
senso tudo <ue vem do lado de l8 sob a c>ancela do nome-mantra *amat4s Pelo
ineditismo do
tema6 ficamos um pouco inseguros sobre a efic8cia e limpide3 da nossa recep5o medi
única

G
&

Alguns dias apBs a escrita desses conteúdos ;novos; destacou-se-nos perante os ol>os6
através da vis5o
astral - um tipo de clarividncia - como se aumentasse de taman>o e se tomasse d
e cores vivas e
luminosas6 um livro6 na prateleira de uma livraria a<ui de Porto Alegre: ;O Pl
ano Astral; do
con>ecido clarividente e teosofista H S Leadbeater *ditora PensamentoQ Para noss
a surpresa e
convencimento6 encontramos referncia sobre a magia negra utili3ada para manipu
lar os corpos
etéricos desligados dos invBlucros carnais Transcrevemos uma parte do texto em <uest5o:

to a uma;+epois
lentada morte do corpo f4sico o duplo etérico é abandonado e expos
desintegra5o !ste invBlucro etérico n5o vagueia da<ui para aliM conserva-se a um
a dist9ncia de
alguns metros do corpo f4sico em via de decomposi5o Homo é facilmente percept4vel
por <ual<uer
pessoa6 mesmo levemente sensitiva6 é ele a srcem das >istBrias correntes sobre espectros
e fantasmas
<ue aparecem nos cemitérios Zual<uer criatura psi<uicamente desenvolvida6 ao atrav
essar um dos
nossos cemitérios6 pode observar @s centenas essas formas a3uladas6 com aparnc
ia de vapores6
flutuando sobre as campas da<ueles <ue recentemente deixaram ! n5o se pode di3er <ue
o espet8culo
se7a muito agrad8vel6 visto elas se ac>arem6 como os seus duplicados f4sicos enterrad
os6 nos v8rios
graus de decomposi5o
Homo o invBlucro ou casca astral6 esta espécie de invBlucro é absolutamente
desprovida de
inteligncia e de conscincia6 e apenas pode ser tra3ida a uma espécie de simulacro d
e vida6 sempre
>edionda6 por um desses repugnantes ritos de uma das piores formas de magia negra6 de
<ue é mel>or
n5o falarmos;
O ;se<=estro; do corpo etérico de um encarnado n5o <uer di3er seu distanciame
nto do corpo
f4sico em estado de vig4lia6 o <ue n5o seria da nature3a6 pois se assim fosse >averia
a inconscincia
total e um estado de torpor let8rgico de sono profundo !m geral6 nessas situa?es6 o dupl
o etérico fica
desacoplado (' a ' em por forte magnetismo de baixa vibra5o indu3ido pelo mago negr
o e interposto
em campo vibratBrio numa espécie de encapsulamento6 numa 8rea espacial de no m8ximo
( a  metros
em tomo do corpo f4sico do encarnado ,sso é t5o verdadeiro <ue verificamos6 através da
clarividncia6
<ue <uando alguns dirigentes d5o os comandos de pulsos magnéticos condu3indo o corpo
etérico para
os >ospitais do astral6 ocorre algo simétrico: um rebaixamento vibratBrio da e<uipe d
e médicos <ue
vm até a 8rea do plano f4sico <ue envolve o encarnado6 como <ue encapsulando-o em
espécie de ala

socorrista avanada6 na mesma dist9ncia <ue citamos anteriormente6 sendo no m8ximo de


2 a G metros
Obviamente6 inicia?es no campo da magia negra fortalecem os laos de imanta5o entre
o iniciado de
outrora e o mago negro do Além de >o7e6 facilitando o intento nefasto das .ombras pela
similaridade
de vibra?es

Em relaç-o ao seqOestro do corpo etérico durante o sono !ísico, é como se experi


mentássemos
uma vida de "morto" ao dormir, e esse duplo "descesse", conduzido pelos técnicos especi
alizados dos
magos negros, até algumas paragens densas do Umbral in!erior e símiles do magnetism
o tel%rico da
crosta planetária, o su!iciente para ser sugado Acordamos cansados, sem energia, dores
no corpo em
geral, sem Cnimo  9uando acordamos de man&-, o corpo etérico está acoplado a
o complexo dos
demais corpos sutis
9uanto aos recém'desencarnados, de !ato, sabemos que a imoralidade e o a
pego 6s coisas
materiais e sens3rias da carne estabelecerá um maior prazo para que se desintegre
naturalmente,
podendo levar até em torno de > dias, mais ou menos $ que os magos negros !azem
é literalmente
seqOestrar estes casces astrais, restos !luídicos dos cemitérios em grosseiros !ormato
s &umanos, e

omanipulá'los
os ne!astosatravés de rituais adequados para l&es darem sobrevidas, produzind
Arti!iciais, muito especí!icos, que ser-o utilizados nos en!eitiçamentos contratados pelos o
bsessores de
aluguel de todas as proced0ncias, como nos esclarece @amatís no primeiro capítulo deste l
ivreto
A palavra seqOestrado quer dizer apreendido, presoM necessariamente n-o quer
dizer longe,
distante do local da apreens-o $bservem que um seqOestrado em sua casa pode ser mant
ido preso no
ban&eiro, mas continua em casa

G
(

Parte '

A epanso das capacidades ps!Buicas e


as eperi-ncias etracorpreas
G

/J

Aspectos ps!Buicos da eperi-ncia m!stica

$E!GU35 - $odeis *alar-nos al2o a respeito da di*iculdade vibratória dos


Guias e
$rotetores se apro<imarem dos m"diunsA Como " levado a e*eito no $lano E
spiritual esse
&casamento& *luídico, a que chamais de sensibilizaão do corpo astralA
RAMATLS $ A ;liga5o; de um médium com um esp4rito <ue l>e dar8 assi
stncia6 se7a
mentor6 protetor ou guia6 é constru4da durante v8rias encarna?es e per4odos entre vi
das6 <uando
estais desencarnados6 e também nas encarna?es sucessivas A ancestralidade
determina as
vibra?es afins <ue se aproximar5o num mesmo ideal evolutivo6 eis <ue
ambos6 esp4rito
desencarnado e encarnado6 evoluem  certo <ue o preparo e a vis5o do esp4rito libert
o da matéria
grosseira ficam ampliados6 mas n5o infal4veis6 pois a perfei5o absoluta sB existe
no Hosmo em
+eus
Zuando verificamos médiuns oradores se emocionarem diante das platéias >ipn
oti3adas ao
afirmarem <ue esse ou a<uele esp4rito continua em vosso planeta6 mesmo tend
o alcanado a
passagem de ida para outros planetas mais evolu4dos6 entendemos o amor <ue moveu t
ais esp4ritos6
irm5os de 7ornada6 na decis5o de permanecerem na Terra6 mas n5o entendem
os a exalta5o
gloriosa em <ue os >omens os colocam  Homo se n5o >ouvessem entidades
espirituais de orbes
ainda inimagin8veis a vBs6 <ue se imp?em imenso rebaixamento vibratBrio para vir d
ar consulta6
>umilde e anRnima6 plasmando corpos astrais de pretos vel>os ou caboclos n
os terreiros de
Umbanda6 ou para atuarem nos recRnditos do Umbral inferior através das esta
?es socorristas
intergal8ticas
,mportante entender-se <ue dificuldade vibratBria de aproxima5o com a
aparel>agem
mediúnica n5o <uer di3er distanciamento Urge6 no planeta6 <ue se intensifi<uem as i
nterven?es
>igieni3adoras nas baixas 3onas abismais da psicosfera Ora6 mesmo previsto
pelo Alto6 o
mentalismo do Terceiro ilnio6 <ue ora se inicia6 est8 muito longe de se concreti3ar
na Terra Os
>abitantes da crosta ainda precisam das energias telúricas6 dos c9nticos6 dos def
umadores6 das
flores6 das essncias arom8ticasM pela vossa >abitual desconcentra5o mental6 se fa3e
m relevantes
os pontos de fixa5o para os pensamentos e os condensadores energéticos
para a efetiva
manipula5o curativa das energias cBsmicas nos trabal>os mediúnicos assistenciais
 mais f8cil
desfragmentar algo ou condensarK ,maginai o tipo de energia necess8ria para a rec
omposi5o de
tecidos astrais de entidades estropiadas e reconstru5o de >ospitais e cidadelas no umbr
al:
buscar-se-8 ;combust4vel; nos raios das estrelas distantes ou nos s4tios vibracionais do
planeta6 do
ar6 da terra6 da 8gua e do fogoK
.endo assim6 o maior impedimento para a aproxima5o dos guias e protetor
es espirituais
n5o est8 na diferena vibratBria6 em especial dos c>acras do médium e do esp
4rito6 e sim no
envaidecimento da<ueles <ue se deixam elevar pelo excesso de con>ecimento6 d
espre3ando as
formas e o corpo em prol de um mentalismo desprovido de calor amoroso6 <ue o co
ntato regular
entre irm5os6 com os consulentes6 propicia

o médiumO ;casamento
se flu4dico; ocorre <uando a fre<=ncia vibratBria dos c>acras d
aproxima ao m8ximo das vibra?es da entidade comunicante Para entender a impo
rt9ncia desse
acoplamento dos vBrtices6 <ue ocorre na atua5o direta do corpo astral do esp4rito
sobre o corpo

G
2

etérico
ficidadesdodomédium6 o <ual se encontra algo solto6 afastado6 deveis entender as especi
transe mediúnico na Umbanda6 <ue é mais demorado e intenso O ;acasalamento; flu
4dico com o
uia é necess8rio para ambos6 e decorrente de profundas impress?es <ue est5o no inco
nsciente das
almas em <uest5o6 com afinidades ancestrais Os técnicos do astral6 antes do médium
reencarnar6
potenciali3aram energeticamente esses centros vibratBrios6 núcleos flu4dicos <ue
sustentar5o o
interc9mbio com os guias6 processo <ue demanda ampla prepara5o nas escolas do astr
al

$E!GU35 - $edimos maiores considera(es sobre al2uns aspectos psí


quicos da
e<perincia mística e as peculiaridades do transe na Umbanda.
RAMATLS $ Acreditamos <ue as caracter4sticas das comunica?es na
Umbanda 78
foram suficientemente analisadas em outra obra6 o <ue nunca é demais relembrar: ;
A iss5o do
!spiritismo;6 no cap4tulo sobre Umbanda
Na >istBria das religi?es6 em <uase todas se verificam semel>anas entre as
experincias
ps4<uicas6 ditas m4sticas ou dos santos As crenas >umanas est5o fundamentadas no p
si<uismo A
certe3a6 a confiana <ue antecede a fé6 sustentada pelo misticismo ps4<uico6 mata
m o medo e a
dúvida sobre a vida apBs a morte6 <ue somente a experincia pessoal pode oferecer6 f
ator comum
em todas as religiosidades e religi?es
 certo <ue o con>ecimento ad<uirido pelo estudo também oferece a confiana
e a certe3a
no <ue existe apBs a morte6 mas n5o se compara @ verdade <ue vem @ tona dos refo
l>os da alma
com a vivncia pessoal da experincia m4stica Neste sentido6 s5o muito fr8geis os arg
umentos dos
instrutores da Nova !ra6 de grande poder mental6 <uando confrontados com o transe
cat8rtico do
descon>ecido médium <ue trabal>a com o Pai "el>o ou o Haboclo no terreiro
C8 <ue se recon>ecer <ue a grande maioria dos terr4colas <ue di3em participar
e ser dessa
ou da<uela religi5o6 seita ou doutrina6 n5o o s5o verdadeiramente6 pois nada mais
fa3em do <ue
segui-,a socialmente como forma de estudo6 ascens5o e apreo no grupo Homo
transforma5o do
inconsciente <ue irrompe <ual represa <ue se solta6 a experincia m4stica <ue o
Além oferece
através do mediunismo com outras conscincias espirituais do cosmo6 torna
secund8rias e
irrelevantes as interpreta?es sect8rias6 diante da plena confiana da unidade <
ue impera na
!spiritualidade !ssa cogni5o leva a uma pa3 de esp4rito indescrit4vel os <ue e
xperimentam a
experincia m4stica continuadamente
Na Umbanda6 pelo tempo normalmente necess8rio aos atendimentos6 se exi
ge um transe
mediúnico longo6 aliado @ personifica5o dos esp4ritos guias ou protetores6 distintos
em absoluto
dos médiuns6 inclusive com nome prBprio6 modo peculiar de falar6 de agir e ser Hria-
se um bem-
estar de xtase aos encarnados As vibra?es mais elevadas e sutis dos esp4ritos
operantes nos
terreiros6 depois de algumas >oras de interc9mbio medi único6 repercutem vibrat
oriamente nos
medianeiros6 dando-l>es uma pa3 e >armonia compar8veis @s dos iniciados iogues apBs
décadas de
preparo  como se um rio6 revolto e fora de seu eixo6 encontrasse novamente o leito d
e va35o para
a devida corrente3a >armRnica

$E!GU35 - 7endo raríssima a inconscincia, como podemos


entender a
mani*estaão de uma outra entidade e<tracorpórea, que adota uma personalidade espec
i*ica do
passado remoto, tratando-se, na esma2adora maioria, de m"diuns conscientes, na
atualidade do
movimento umbandistaA

G
G

RAMATLS $ Um fil>o criado por um pai culto6 a<uin>oado e de refina


da educa5o6
n5o saber8
ada tipo dassentar @ mesa6 e de ol>os vendados identificar os tal>eres ade<uados para c
iguarias <ue ser5o servidas em farto ban<ueteK Podeis concluir por esse singelo exempl
o <ue assim
procede o médium com o benfeitor espiritual A conscincia é única e as personalidad
es afloram e
conseguem se manifestar pelos laos de ancestralidade entre ambas
esmo <ue a identifica5o com o ego6 e conse<=entemente com as personalid
ades vividas
pelos esp4ritos imortais6 se7am ilus?es diante da constata5o maior de <ue a conscinci
a do esp4rito
é una6 vBs ainda n5o tendes na Terra condi5o evolutiva para acesso integral ao
manancial de
informa?es
fragmenta5ocontidos nos registros da essncia espiritual eterna Ea3-se necess8ria a
em personalidades6 conscientemente diminuindo-se o ego atual para <ue um mais
antigo se aposse6
mas os registros b8sicos da programa5o evolutiva s5o os mesmos
+entro dos critérios rituais da Umbanda6 de firme3a e desenvolvimento
dos médiuns6
manipulando-se as energias necess8rias para a ;fixa5o; da entidade ancestral em
;seu; aparel>o
mediúnico6 ocorre um casamento flu4dico <uase perfeito6 como se duas mentes
ocupassem o
mesmo cérebro f4sico +urante o transe6 o medianeiro n5o perde a conscincia6 ma
s a diminui e
silencia o seu ego para o visitante ancestral se fa3er manifestar6 falar6 andar e gesticula
r com toda a
naturalidade6 como se o corpo f4sico fosse dele

Obser&a@Kes do médium"

Em algumas raras oportunidades somos conduzidos ao +lano Astral para laze


r e estudos
$s mentores ou Auxiliares espirituais nos levam a locais de vibraçes ben
!azejas, sutis e
revigorantes :maginem como se tivéssemos, literalmente, uma escora que nos
amparasse, na
maior parte das vezes sobre as nossas costas, ou como se estivéssemos sur!ando nu
m oceanoondas
enormes de mas onde a pranc&a é que conduz os movimentos e nos segura
!irmes Assim
procede o técnico auxiliar nas viagens astrais, pois !ica acoplado nos c&acr
as do sensitivo
desdobrado, sendo que na grande maioria dos casos basta estar com o c
orpo mental em
acoplamento com o corpo astral do encarnado 8essas ocasies, raramente
o sensitivo o
"enxerga", mas sente a sua presença pelo toque magnético prontamente recon&eci
do7 as cenas
astrais v-o se encadeando como num roteiro previamente ensaiado, e n-o tem
os d%vidas ou

,medos, muito ao contrário de quando estamos s3s, por invigilCncia dos pensamentos
em alguns
locais nada aprazíveis
9uando estamos assistidos por esses amigos espirituais nos locais de estudo,
observaç-o
ou lazer do +lano Astral, veri!icamos que o pensamento ou as ondas menta
is emitidas s-o
sonoras, ao menos para os sensitivos que t0m clariaudi0ncia e clarivid0ncia, pois os
pensamentos
nesta dimens-o de vida também s-o luz e cor, de acordo com a escala de !reqO0ncia
do emissor
9uanto 6 sonoridade dos pensamentos, em alguns locais do +lano Astral seus
&abitantes n-o
precisam
tos articular a !ala nos 3rg-os do corpo astral, pois os pensamen
dos antigos
interlocutores da 4erra ecoam sonoramente no meio de nossas cabeças :nclusiv
e, para nossa
surpresa, podemos "escutar" um pensamento em outro idioma que n-o seja o portug
u0s da atual
encarnaç-o, mesmo de um encarnado, desde que estejamos desdobrados, e
o entendemos
per!eitamente em nossa atual língua, desde que ten&amos em encarnaçes passa
das dominado
esse idioma
Essa experi0ncia sensorial, inusitada se comparada com o acan&ado psiquism
o de quando
estamos presos aos limites do corpo !ísico, nos !oi mostrada numa recente visita astr
al em +aris,

G
I

na )rança )omos conduzidos em desdobramento até as ruas de +aris num domin


go de man&-,
enxergamos per!eitamente suas praças, ca!és, museus, sobrados, inclusive
estivemos num
cruzamento de uma grande avenida pr3ximo aos #&amps Elisées (ogo !omos con
duzidos a um
antigo mosteiro de arquitetura lusitana, &oje patrimInio &ist3rico de +aris, que abriga
um museu
Antigamente, nos idos da :dade édia, creio que em seu início, tivemos uma encarna
ç-o !rancesa
como monge asceta
Ap3s a visita a esse mosteiro que muito nos marcou pelas lembranças que
a!loraram do
inconsciente, !omos conduzido 6 "@ua dos )idalgos", que está ligada conosco
em uma outra
viv0ncia terrena !rancesa ' em que éramos srcinalmente de nascimento portugu0s '
uma via da
cidade que abrigou as !amílias dos nobres emigrados alquimistas de +ortug
al, que !oram
perseguidos pela :nquisiç-o lusitana, mas que na )rança encontravam maior be
nevol0ncia do
clero, ao menos durante um certo tempo, pela e!ervesc0ncia do movimento :luminista n
este país
8o entanto, mesmo tendo emigrado de +ortugal para a )rança, !omos levado
s 6 !ogueira
pelos tribunais da :nquisiç-o, quando nos inquiriu mortalmente um cardeal i
taliano ligado
diretamente ao papado de @oma, con&ecido na época como "língua de aço" p
or sua mordaz

sorat3ria e erudiç-o
expoentes do 8os dias de &oje está encarnado no .rasil, sendo um do
movimento espírita organizado em nossa pátria verde'amarela, carreando p
ara as bases
doutrinárias do Espiritismo mil&ares e mil&ares de espíritos #ompensa, por um j
usto e!eito de
retorno causal das leis c3smicas, os desmandos da sua encarnaç-o como impor
tante juiz dos
tribunais da :nquisiç-o de outrora, quando levou 6s !ogueiras outros mil&ares
e mil&ares de
irm-os, na época julgados como "&ereges" por acreditarem na reencarnaç-o, na
preexist0ncia
das almas e na diversidade dos mundos &abitados As situaçes contrárias
servem para o
equilíbrio das nossas balanças cármicas, a saber7 o sacerdote e :nquisidor de alta &i
erarquia no
clero cat3lico &oje é versado tribuno espírita, e o rico alquimista &erege de ont
em ' n3s ' na
atualidade está na Umbanda comprometido a dar consulta a todos que o procu
ram agac&ado
como &umilde preto vel&o, também resgatando o que !ez com a magia negra em provei
to pr3prio e
em desagravo para com os seus semel&antes
Estas in!ormaçes, detal&adas, nos !oram passadas por um tipo
de psicometria
clarividente, ocasi-o em que o amigo espiritual @amatís nos alertou7
":sso é para compreenderes dentro de ti, por tua experi0ncia mística interna a
temporal, a
justiça e sabedoria das leis de causa e e!eito que regem os movimentos
ascensionais das
consci0ncias em in!inita evoluç-o E teres um pouco de entendimento pessoal
de teu carma,
enquanto és espírito endividado retido no ciclo carnal da estaç-o corretiva e transit3r
ia da 4erra,
e de momento sem direito ao passaporte de cidad-o c3smico universal antém
a &umildade,
liberando'te da c&ama da vaidade que ainda te arde no íntimo e que mantém ac
eso o braseiro
alimentado pelo excesso de con&ecimento meramente intelectual @edobra a vigilCnci

a nos
em quelocais
as labaredas bajuladoras e o crepitar da azá!ama elogiosa podem c&amuscar
o nascente e
titubeante Eu 2uperior, como acontece de maneira subliminar com muitos médiuns,
projetores e
espiritualistas sequiosos de notoriedade que recaem em seus atavismos milenares sem
o saberem"
Esta oportunidade, da visita na )rança, em que revimos vel&os locais que nos
abrigaram em
outras personalidades e roupagens terrenas, se deu na época presente, e toda vez que
o condutor
espiritual nos aproximava de um encarnado que transitava pelas ensolaradas
ruas de +aris

daquela man&- dominical, escutávamos o som dos seus pensamentos em !ranc0s e


entendíamos
per!eitamente, como se !osse em portugu0s, isso porque dominamos este idioma em vid
a passada
Ainda nos !oi mostrada, em determinado cruzamento de vias qu
ando estávamos
procurando a"@ua dos )idalgos", a vis-o astral tal como o espírito enxerga, em FK
graus, como

G
J

se o sentido da vis-o se disseminasse por todo o nosso corpo astral7 atrás, 6 !


rente, em cima,
embaixo, 6 esquerda, 6 direita, na &orizontal, na vertical

$E!GU35 - 5 e<perincia medi)nica com memória do ocorrido, se


m perda da
conscincia, não pode despertar o potencial anímicoA
RAMATLS $ .em dúvida ! isso é muito importante para <ue o esp4rito c
omunicante6
desencarnado e numa outra dimens5o de vida da <ue se encontra o médium6 se faa
entender no
plano f4sico !sse é o alicerce evolutivo do médium consciente6 <ue
através do seu
autocon>ecimento6 saber8 distinguir o <ue é seu da<uilo <ue é do ;seu; uia6
ameni3ando a
interferncia an4mica6 <ue por dese<uil4brio emocional6 de baixa auto-estima6
pode tornar-se
mistificadora nas comunica?es6 a4 sim consciente e indevida
A base dos con>ecimentos <ue afloram6 <ual fora centr4peta de um ciclone
6 ergue-se do
inconsciente mais profundo  como dar um comando em vossos >odiernos computad
ores
>ouver.eon5o
programa necess8rio instalado6 n5o adianta ao operador digitar corretamente6
solicitando
essa ou a<uela aplica5o6 <ue ficar8 sem respostas O médium tendo instalado o prog
rama6 <ue o
esp4rito guia con>ece como se o tivesse desenvolvido6 pois igualmente l>e é ancestral6
explorar8 os
comandos necess8rios para <ue a base instalada na memBria integral do aparel>o med
iúnico fi<ue
potenciali3ada animicamente6 dBcil6 sem ru4dos mistificadores6 para perfeita
utili3a5o do
solicitante externo

$E!GU35 - + que " &natureza anímica&A


RAMATLS $ Todos sois de nature3a an4mica: as vossas almas s5o pree
xistentes aos
atuais corpos grosseiros !s<ueceis facilmente <ue sois esp4ritos milenares6 <ue t
iveram v8rias
;vidas; sucessivas na carne6 muitas personalidades6 <ue est5o formando o enorme
manancial de
experincias <ue educa o esp4rito na sua ascese6 ar<uivado no inconsciente Ho
m certe3a6 sois
influenciados diariamente por esse arcabouo de impress?es Hompreendei cada ve3 ma
is a rela5o
de causalidade com as encarna?es passadas6 expandindo vossa conscincia !m s
e tratando de
mediunidade6 sendo a maioria dos médiuns da atualidade conscientes6 afirmamos: s
ois an4micos6
pois desde <ue n5o >a7a a inconscincia total nas manifesta?es mediúnicas6 é imposs4v
el >aver um
filtro totalmente fiel ao lado de l86 situa5o <ue passa longe de <uais<ue
r conota?es de
mistifica5o Na atualidade6 o plano espiritual se utili3a das vossas nature3as an4
micas para se
comunicar

Obser&a@Kes do médium"

A mediunidade com rememoraç-o, sem perda de mem3ria durante o seu exer


cício, é uma
oportunidade valiosa de crescimento consciencial durante uma encarnaç-o A grande
di!iculdade
é conviver com a d%vida, a incerteza, e o estigma de misti!icaç-o que in!elizmente ain
da existe, em
muitos locais, em relaç-o 6 exploraç-o de nossas potencialidades psíquicas e
anímicas :sso
ocorre principalmente durante o período de educaç-o medi%nica, situaç-o que tem ali
jado muitos
médiuns do exercício da mediunidade, pelo verdadeiro trauma de que se viram objeto
:nclusive as
projeçes
umas da consci0ncia e viagens astrais s-o classi!icadas de "anímicas" em alg
escolas,

G
D

com visível conotaç-o de misti!icaç-o, e os médiuns devem evitar exercícios que v


isem adestrar
essas capacidades do espírito por n-o serem "medi%nicas"

o toque#omo
e o somos médium consciente, com o tempo aprendemos a perceber
magnetismo pr3prio de cada entidade que nos auxilia regularmente 8este sentido, a
Umbanda é e
tem sido de !undamental importCncia, pois a prática regular da mediunidade de a
cordo com os
seus usos e costumes ritualísticos leva o médium a uma espécie de "casamento !lu
ídico" com as
entidades que l&e s-o compan&eiros ancestrais
É !reqOente, quando estamos !alando em p%blico, em especial nas palestras que
realizamos
semanalmente para os consulentes no "=andaia irim", um dos centros de Um
banda em que
trabal&amos, novas idéias serem repentinamente colocadas em nossa mente Ps vezes
elas v0m do
Eu 2uperior, do nosso enorme manancial inconsciente de experi0ncias de outras vi
das, como se
pequenos !ragmentos ou arquivos se soltassem para o nível consciencial, oportunid
ades em que
temos que "vestir" em palavras do nosso atual vocabulário esses estímu
los #om mais
regularidade s-o os espíritos ben!eitores que nos inspiram, alterando nossas ide
açes e !luxo
pensante, como se aquietássemos a nossa mente, e !icássemos teleguiados por uma me
nte exterior,
como mero observador de uma torrente de água que se precipita no leito do rio que
seria o nosso
cérebro !ísico #laro que quando se trata de assuntos que dominamos com maior prop
riedade pelo
estudo continuado e persistente das coisas espiritualistas, suas in!lu0ncias vibrat3rias
diminuem,
mas n-o cessam de todo, pois a inspiraç-o se !az costumeira nestas oportunidades
9uando estamos escrevendo, a in!luenciaç-o do lado de lá n-o é di!ere
nte de quando
usamos a palavra #ontudo, somos seguidamente levados para experi0ncias em d
esdobramento
com o corpo astral ou mental durante o sono !ísico, seja em atividades socorristas,
de estudo ou
de lazer
;izem'nos que isso é para mantermos a con!iança em alta e ao mes
mo tempo est-o
explorando nossas potencialidades anímicas conquistadas em vidas passadas
 É como se
tivéssemos duas vidas7 uma no mundo !ísico, cotidiano, em que para tudo depe
ndemos de um
esca!andro pesado e denso para nos deslocarM a outra seria no plano astr
al, em que n-o
precisamos articular com os 3rg-os da !ala para nos comunicar, pois o pensamento
é som, luz e
!orma ao mesmo tempo, e as distCncias s-o percorridas através de um impulso ment
al, em que a
leveza e o bem'estar s-o indescritíveis

s e n-oEssas
nos ocorr0ncias em desdobramento clarividente s-o cada vez mais regulare
sentimos cansados, pelo !ato destas experi0ncias !ora do corpo serem c
onduzidas pelos
orientadores espirituais com !inalidades de socorro e estudo, para que possamos rel
atar depois
Eles dosam as nossas lembranças e mem3ria do que vivenciamos no
plano astral, ou
eventualmente no mental, para que o nosso cérebro !ísico n-o !ique exaurido, o que
prejudicaria
nossas atividades no mundo material
É bom salientar que a mente n-o cansaM é o nosso envolt3rio carnal, cer
ebral, que n-o
suporta a plena atividade mental do espírito, por uma natural limitaç-o vibrat3ria, d
e !reqO0ncia
e densidade dimensional pr3pria deste veículo de mani!estaç-o $s espíritos ben!eito
res, estando
livres do corpo !ísico, n-o se cansam, n-o dormem, n-o comem, n-o sentem sede, poi
s as energias
que l&es s-o necessárias s-o absorvidas pelos "poros" do corpo sutil de que est-o se
utilizando no
momentoM é como se existisse uma espécie de !luido c3smico peculiar 6 dimens-o em
que cada um
está se mani!estando, seja astral, mental, b%dica 
@ecentemente tivemos uma experi0ncia muito grati!icante que nos !oi autorizad
a comentar
)omos conduzidos a um local do +lano Astral que é um tipo de templo suspenso no
ar, com uma
ab3bada de um azul'celeste de que n-o existe similar na 4erra, administrad
o pela *rande
)raternidade .ranca Universal Ao passarmos por esse imenso templo etéreo,
veri!icamos a

I
'

exist0ncia de várias salas contíguas e rapidamente !omos conduzidos ao interior de u


ma delas Ao
atravessarmos um p3rtico de entrada nos encontramos, surpreendidos, !rente a !rente
com estre
@amatís, em sua con!iguraç-o !luídica da encarnaç-o nos idos da antiga AtlCntida, q
ue também é
uma de suas apar0ncias astrais /Q1 de #aboclo na egrégora de UmbandaM com
pele vermel&o'
acobreada, ol&os verdes e nariz aquilino, muito alto, vestia t%nica branca com al
guns símbolos
astrol3gicos dourados bordados nas lateraisM nessa ocasi-o estava sem turbante
ou mitra, de
cabelos soltos, muito negros e compridos, caídos pelos ombros 2em delonga e com a
sua peculiar
objetividade nos admoestou amorosamente7
"@epetindo'nos mais uma vez, pedimos que n-o utilizes nem em pe
nsamento, para
designar'nos, a nomenclatura "mestre", excessivamente eletiva, pois assim !azend
o, é como se
!icássemos distantes das agruras do &omem comum, e tu, como instrumento escre
vente que ora
nos recepciona os pensamentos, !osses uma !erramenta especial e mel&or que as
demais, e bem
sabes n-o ser
8osso intento nesses tempos &odiernos é que resgateis em vosso interior os pr
ocedimentos
crísticos de =esus, que, nunca é demais lembrar, sempre esteve pr3ximo de vo
ssas iniciaçes
cotidianas 6 luz do dia, igualitariamente !orjando &á mil0nios os adeptos do, amor,
verdadeiros
iniciandos para a vida in!inita, dispensando as distinçes ou insígnias sacerd
otais Em sua
exist0ncia terrena, sempre espargiu !raternidade, solidariedade e alento aos que o
procuravam,
sem estar restrito aos ambientes iniciáticos, desde os tempos de estudo que antec
ederam a sua
pregaç-o evangélica $ #risto'=esus esteve continuamente pr3ximo dos simples e
pro!anos de
todas as comunidades sociais de antan&o, e ' paradoxalmente, para a acan&ada
percepç-o da
maioria de v3s ' longe dos ambientes !ec&ados dos "eleitos" aos céus paradisíacos,
mani!estando
a simplicidade e o amor que $ ligam em unidade c3smica com o #riador
20 bem'vindo 6 demonstraç-o que assistirás, despretensiosa, mas n
ecessária para
lembrar'te do que terás que escrever quando retomares ao inv3lucro !ísico que jaz
em tua cama
adormecido"

1 - icamos al2o surpreso pelo *ato de a *orma astral ou corpo de ilusão de Cab
oclo 5tlante,
usualmente utilizada nos terreiros por !amatís, estar sendo adotada tamb"m em um t
emplo da
Grande raternidade Iranca Universal, o que nos mostra quanto de envolvimento
pode estarcom a Umbanda desta pliade de espíritos das mais variadas para2ens có
havendo
smicas. :/
bom tempo, !amatís nos in*ormou que h/ cada vez mais *alta de canais medi)nicos
em outras
e2r"2oras para socorrer nos charcos trevosos do umbral in*erior, sendo este um dos m
otivos da
import#ncia da Umbanda e da 5pometria no atual momento planet/rio da erra.
E<iste uma
outra aparncia astral de caboclo, tamb"m na *ai<a vibratória do +ri</ +2um, que " re
*erente a
sua encarnaão ameríndia, descrita pormenorizadamente no livro &Evoluão no $lanet
a 5zul&
, Ed. do Conhecimento.
Este amigo espiritual, @amatís, é responsável pelo planejamento re
encarnat3rio e
engen&aria cármica de uma coletividade de espíritos ainda presos ao ciclo ca
rnal do nosso
+laneta Azul a qual tutela desde remotas eras Um daqueles compartimentos ou sala
s é ocupado
por um grupo de técnicos coordenados por ele, que t0m igualmente sob a sua respons
abilidade um
grande "bloco" de espíritos de psiquismo ainda oriental, muitos da antiga raça vermel
&a atlante e
srcinários da #onstelaç-o de 2írius
8essa oportunidade @amatís mostrou'nos, numa comparaç-o grosseira da
nossa parte,
mapas !luídicos de entrelaçamentos cármicos que mais parecem estudos cabalísticos, a
strol3gicos
ou os antigos al!arrábios dos navegadores medievais $ trabal&o de engen&ari
a que realiza

I
1

requer acesso 6 mem3ria integral destes espíritos, de maneira coletiva +laneja min
uciosamente
todos os entrelaçamentos que &averá na carne quando se encontrarem em grupos con
sangOíneos,
raciais, sociais, psicol3gicos, econImicos, de trabal&o, etc )oge'nos 6
capacidade de
compreens-o a pro!undidade desse tipo de atividade conduzi da por @amatís,
pois mil&es e
mil&es de experi0ncias, de encontros, de traumas, de alegrias, s-o comparadas
em grupos e
pelos liames que enlaçam os espíritos dentro da causalidade das leis c3smicas que,
por sua vez,
determinam o carma de cada individualidade que está inserida dentro de
um grupo ou
comunidade
+or %ltimo, esse irm-o espiritual, antevendo a nossa di!iculdade de entendime
nto quando
!Issemos descrever as peculiaridades de tal encontro e tare!as, novamente apropriad
os do corpo
!ísico e "presos" 6s limitaçes do cérebro, que reduzem a percepç-o sensitiva do cor
po astral de
quando estávamos desdobrados, mostrou'nos algo 6 clarivid0ncia que nos m
aravil&ou pela
limpidez visual7 o novo corpo !ísico a ser ocupado por um espírito que está reen
carnando pela
primeira vez no .rasil A sua !amília será de c&ineses que aqui já residem, de
elevada classe
econImica,
ente, já que o que propiciará uma preparaç-o intelectual e educaç-o esmeradas deste
está programado, na sua !ase adulta, ser uma líder !eminina de uma importan
te comunidade
budista de grande in!lu0ncia em nosso +aís Enxergamos em espécie de tela de plas
ma, num tipo
de &olograma em movimento, o !uturo corpo da nossa reencarnante, como se !osse ob
ra prima da
criaç-o7 desde beb0, passando ano a ano do seu crescimento, até a !ase adulta, visuali
zamos todas
as mudanças !ísicas que ocorreriam naquele veículo denso saudável e pe
r!eito, como se
estivéssemos 6 !rente de uma estaç-o moderna de computador da ind%stria autom
obilística que
está projetando um carro para !utura construç-o
9u-o bom é o +ai aior que propicia in!initamente o meio de express-
o na !orma ao
espírito imortal, na dimens-o do universo mani!estado que l&e é devida e
dentro do seu
merecimento e justiça, para que consigamos continuar evoluindo 23 podemos
agradecer a
oportunidade de termos presenciado algo t-o bonito, t-o maravil&oso
Ainda estendemos o nosso muito obrigado ao inestimável amor dos Espíritos d
a equipe de
@amatís por terem compartil&ado algo que muito nos emocionou, e deve ter dad
o um trabal&o
enorme a eles ajustarem a nossa sintonia, pela instabilidade vibracional comum ao
encarnado '
como um rádio sintonizando uma estaç-o em que a recepç-o oscila demais p
elo excesso de
inter!er0ncia estática e c&eia de ruídos do receptor

I
&

'J

Seo na eplora@o do Plano etraf!sico


$EGU35 - $edimos mais detalhes sobre o intercurso se<ual entre um enc
arnado e
um desencarnado, ou entre encarnados *ora do corpo *ísico. :/ certos pro8etores da co
nscincia
que a*irmam que o &parase<o&, ou se<o e<tra*ísico como eles denominam, " salutar e
recomp(e
as ener2ias como se *osse uma ducha /urica. 6evemos provocar estas e<perincias p
síquicasA
4ual vossa opiniãoA
RAMATLS $ Tudo <ue contraria a nature3a e n5o é espont9neo deve
ser visto com
apurado senso cr4tico e com o bom senso <ue re<uer o interc9mbio dimensional e a e
xplora5o de
vossas potencialidades ps4<uicas *etidos no ciclo carnal6 sois um p8ssaro mo
mentaneamente
impedido de alar vRos em determinadas altitudes6 e n5o somente o tempo6
mas as afei?es
tempor8rias6 as nBdoas da moral e os pra3eres animali3ados <ue saciam o e
go inferior vos
aprisionam aos sentidos6 <ue por sua ve3 reforam o cadeado <ue fec>a a cela
do c8rcere das
reencarna?es compulsBrias Hom a separa5o do esp4rito do escafandro carnal através
da pro7e5o
do corpo astral6 ;cria-se; a conscincia de uma personalidade individuali3ada e
separada <ue
procura se auto-afirmar em seus dese7os6 instintos e capric>os A ilus5o se instala
como se fosse o
verdadeiro !u atemporal .endo o ego preso ao tempo e ao espao6 intensa
mente ligado @
personalidade atual e distante da verdadeira individualidade espiritual6 ele se apresent
asercomo um @ finitude6 @ morte !m desdobramento ou pro7etado6 intensifica a
fadado
potencialidade
an4mica para compensar as limita?es e impedimentos naturais do meio f4sic
o e de car8ter
personificadas na atual encarna5o6 maneira inglBria de fugir do autocon>ecimento e
de buscar a
domina5o dos instintos inferiores para uma vida naturalmente saud8vel
Zuando os >omens se abrirem consciencialmente @ plenitude de suas
potencialidades
ps4<uicas perceber5o <ue 7a3 em cada um a prBpria divindade interior Hompreender5o
<ue o deus
interior é o mesmo +eus exterior Hontudo6 a interiori3a5o e o psi<uismo ampliado p
odem levar6
paradoxalmente6 a uma espécie de engessamento evolutivo do esp4rito6 como se verifi
ca na busca
do pra3er sensBrio fora do corpo f4sico6 derrubando a naturalidade do conluio sexual e
ntre os pares
encarnados <ue se atraem e se completam amorosamente Neste sentido6 o
F>agavad ita
comenta: ;Procure o >omem elevar o eu por meio do !u6 e n5o permita <ue se afunde
6 por<ue6 em
verdade6 o !u é amigo do eu e6 da mesma forma6 é seu inimigo;
Zuanto @s recomposi?es energéticas6 elas se d5o por afinidade: os porco
s arrastam os
focin>os na lama na busca de alimento6 ao contr8rio dos bei7a-flores <ue o alcan
am através do
néctarM o golfin>o <ue respira na superf4cie mar4tima n5o consegue se reprodu3ir nos
>abitats dos
proto3o8riosM as aves <ue se alimentam de carne em decomposi5o e c>ocam seus
ovos no sopé
das montan>as n5o sobreviveriam como a larva parasita cut9nea em meio de erup5o
eritematosa6
e assim6 envolvidos pela 5e Nature3a6 todos esses seres vivos6 instintivamente6 n
os meios <ue
l>es s5o afins6 sentem-se como se recebessem uma duc>a 8urica nas trocas energéticas
com o meio
ambiente Hontudo6 observai <ue somente o >omem6 egocentrista6 distorce a sua nature3
a

I
(

$E!GU35 - $odeis *alar-nos al2o sobre o se<o no plano astralA


+s espíritos
mantm relaão se<ual como entendemosA
RAMATLS $ .exo é fundamentalmente troca de energia Na camin>ada
evolutiva do
esp4rito imortal6 ocupais transitoriamente um corpo masculino ou feminino6 <ue durant
e o conluio
amoroso se completam energeticamente6 momentaneamente em un4ssono como se f
Rsseis um sB
esp4rito6 assexuado Ocorre <ue o sexo para vBs est8 associado meramente ao pra3er se
nsBrio_ fato
<ue associado ao car8ter pecaminoso das religi?es punitivas6 <ue ressoa em voss
o inconsciente
milenar6 fa3 com <ue o ato sexual se7a visto como algo impuro O amor é a mola <u
eenergias
mantémsexuais
as revitali3antes
.egundo vossos psicanalistas a sexualidade tem fases evolutivas6 sendo <ue
infeli3mente
classificam a fase adulta como f8tica6 como se o Brg5o f4sico fosse o centro de t
udo6 cegos <ue
est5o ao enorme manancial de energia supraf4sica envolvido na troca saud8vel e
embasada no
amor
Hom certe3a >8 sexo entre os esp4ritos6 inclusive pode ocorrer rela5o se
xual anRmala6
entre um encarnado desdobrado e uma entidade desencarnada
Homo tendes uma vis5o estandardi3ada do sexo6 ficais impedidos de perc
eber todas as
sutile3as <ue o envolvem Nesse sentido6 o <ue mais se aproxima de vossa compr
eens5o6 78 <ue
n5o conseguiremos definir em vosso vocabul8rio a troca de energias entre esp4rit
os nos planos
livres da forma6 é a vis5o dos >indus da Vundalini e dos sistemas de c>acras Os
c>acras sendo
núcleos energéticos6 espécie de mediadores vibratBrios relacionados com o
psi<uismo da
conscincia <ue os abriga6 constituem degraus de uma escala evolutiva <ue vai do ma
is instintivo
ao mais espiritual Podeis concluir <ue eles manifestam todo o espectro da evolu5o da
conscincia
e da mRnada espiritual6 do mais primitivo6 selvagem e instintivo6 ao mais sublime e >
armRnico do
esp4rito A energia vital da Vundalini6 <ue no seu princ4pio mais selv8tico se expressa
também na
forma sexual como entendeis na Terra6 vai gradativamente se transformando e se apr
opriando de
energias mais sutis6 em conformidade com as diversos est8gios evolutivos da conscinc
ia
Podeis concluir <ue estes centros v5o se ;desfa3endo; gradualmente6 se unindo
em um sB6
se tornando um grande coron8rio6 <uando ent5o se alcana o e<uil4brio plen
o das energias
cBsmicas <ue animam o esp4rito imortal6 muito prBximo do Hriador Podeis conceb-

las em p8lido
conceito como assexuadas6 pois n5o precisam mais se manifestar em uma ún
ica polaridade6
masculina ou feminina6 e nesse est8gio de expans5o consciencial6 é como se a existn
cia fRsse de
um cont4nuo xtase e arrebatamento 4ntimo de cada individualidade6 mas sentidos
coletivamente
entre esp4ritos irmanados na mais intensa energia do amor

$E!GU35 - &5 e<ploraão do plano e<tra*ísico nos proporciona descob


rirmos o
universo e acessarmos a verdadeira realidade por nós mesmos.& 4uais vossas co
nsidera(es
sobre esta a*irmativaA
RAMATLS $ .em dúvida6 toda experincia pessoal no vasto territBrio do p
si<uismo é
de fundamental import9ncia para o despertamento interno6 oriundo dos refol>os mais p
rofundos do
esp4rito e de suas potencialidades cBsmicas Leva a criatura6 inexoravelmente6 a um e
ntendimento
maior da espiritualidade e das dimens?es vibratBrias <ue envolvem a centel>a esp
iritual na sua

evolu5o no universo manifestado  roteiro seguro acima dos dogmas e sectar


ismos em <ue
alguns >omens se cristali3aram6 pelo avanta7ado intelecto e con>ecime
nto das coisas
espiritualistas
Hontudo6 muitas das realidades da verdadeira vida ainda n5o vos s5o p
ermitidas6 pelo
simples fato de serem imanifestas a vBs6 pela absoluta falta de percep5o <ue te
ndes de outras
dimens?es vibratBrias6 o <ue deve ser a<uisi5o gradual do esp4rito na sua lo
nga camin>ada
evolutiva
Neste sentido6 cada coisa vem acompan>ada do tempo necess8rio para <u
e a Nature3a6
como em tudo no universo6 faa a sua parte6 silenciosa6 <ual relo7oeiro a7ustando preci
osa pea <ue
dar8 precis5o @ ma<uinaria <ue movimentar8 os ponteiros da vida C8 um e<ui
l4brio cBsmico
universal <ue vos envolve: as flores n5o desabroc>am no invernoM as fol>as n5o caem
das 8rvores
no ver5oM a lua crescente n5o se torna repentinamente minguanteM o sol continua a bri
l>ar6 mesmo
sendo noite na metade de vosso planeta6 e v8rias das estrelas <ue enxergais
no firmamento
deixaram >8 muito de existir6 mas continuam a iluminar vossa abBbada celeste
pois ainda n5o
c>egou o momento na temporalidade <ue envolve vossa dimens5o evolutiva
de cessar sua
luminosidade na Terra
!m tudo est8 a manifesta5o do Hriador e o cosmo é todo >armonia .e
ndo assim6 n5o
explorareis o universo6 acessando a verdadeira realidade6 se n5o estive
rdes preparados
evolutivamente e n5o fordes a esta5o cBsmica a <ue tem direito o vosso e
sp4rito por suas
experincias
5o e outra e a<uisi?es em vidas passadas6 inclusive nos per4odos entre uma encarna
O <ue nos parece é <ue >8 maior interesse de alguns cidad5os em e
xplorar o plano
extraf4sico por mera curiosidade e instabilidade espiritual do <ue por <uais<uer compro
missos com
a caridade assistencial Por outro lado6 n5o podeis perceber a<uilo <ue ainda n5o tend
es em vBs6 o
<ue tem levado ao fracasso muitos curiosos com o lado de c8

$E!GU35 - 'as, a busca constante de aprimoramento espirituali


sta; cursos
<am#nicos, de bioener2ia, cabala, tarot, ma2ia das velas, con*raria dos ma2os,
encontro de
voadores, e, em especial, os semin/rios e treinamentos pa2os aos pro8etores astrais con
sa2rados
para se obter as capacidades pro8etivas e de desdobramento, não são perenes e não cap
acitam os
indivíduosA
RAMATLS $ A volatilidade e o anseio fuga3 <ue movimentam a maioria
ao encontro
das ;novidades;6 a ponto de pagarem como se estivessem fa3endo contrato d
e presta5o de
servios6 n5o vos avali3a como instrumentos aos ol>os do lado de c8 nem
vos fornece as
potencialidades inerentes ao psi<uismo espiritual O fato de contratardes um ex4mio pi
ntor <ue vos
recomendar8 as mel>ores tintas e técnicas n5o vos dar8 os talentos necess8rios pa
ra mane7ar os
pincéis <uando estiverdes so3in>os frente @ tela branca6 tendo <ue retratar fielment
e a paisagem
<ue vos cerca
Os verdadeiros adeptos e iniciados das coisas ocultas sabem da import9ncia d
o altru4smo
Tm a vontade de auxiliar a grande irmandade espiritual <ue os cerca com con>ecime
ntos b8sicos
para ir galgando os degraus <ue expandem as sensibilidades ps4<uicas6 ampliando os s
eus sentidos
a ponto de inseri-los conscientemente em ;novos; universos de percep5o ,nd
ubitavelmente6
nunca cobram6 nem obtm <ual<uer gan>o pessoal ou causam fenRmenos aos ol>os d
os curiosos6
<ue n5o se7am os necess8rios @ caridade6 <ue d8 oportunidade a inestim8vel satisfa5
o de auxiliar
desinteressadamente Os interesses ego4stas inevitavelmente levar5o o neBfito explorad
or astral ao

I
2

mais absoluto fracasso6 <uando n5o a experincias nada saud8veis para a sua evol
u5o6 <ue l>e
podem abalar o e<uil4brio ps4<uico
,nfeli3mente6 existe uma retBrica espiritualista ;ne` age; na atualidade <ue d8
a impress5o
de <ue tudo é muito f8cil6 e até um modismo com certos clic>s orientalistas <ue d5o
status6 como
se as potencialidades do esp4rito milenar lapidadas pelo ferramenteiro incans8
vel do tempo
pudessem ser apuradas em alguns encontros e cursos de final de semana regiamente r
emunerados6
ou pela leitura superficial de alguns preceitos das filosofias do Oriente

$E!GU35 - 4uanto a vossa a*irmativa; &%nteresses e2oístas ine


vitavelmente
levarão o neó*ito e<plorador astral ao mais absoluto *racasso, quando não a e<perinc
ias nada
saud/veis para a sua evoluão, que lhe podem abalar o equilíbrio psíquico&, podei
s *ornecer-
nos maiores elucida(esA

RAMATLS $ O fracasso decorrente dos interesses ego4stas se refere @s


explora?es
sem o amparo da !spiritualidade benfeitora <ue se norteia por ideais de altru4smo6 d
e caridade e
uni5o amorosa6 respeitando integralmente as capacidades sensitivas extr
a-sensoriais6 o
merecimento6 livre-arb4trio e o carma de cada trabal>ador <ue tem sob sua
responsabilidade
Obviamente6 se apresentam c>usmas de esp4ritos mal intencionados6 obsessores
de aluguel6
desocupados do além-túmulo e vampiri3adores para ;amparar; o encarnado <ue s
e pro7eta sem
preparo moral para o lado de c86 <ual soldado medieval na frente de batal>a s
em o cavalo6 a
armadura e a espada
O plano astral envolve toda a psicosfera da Terra6 sendo sub7acente e
concntrico ao
planeta e alcanando alguns <uilRmetros acima da crosta Tem subdivis?es vibratBrias
e cada uma
tem um grau de densidade <ue l>e é apropriado e afim com a condensa5o do
fluido cBsmico
,maginai as camadas de uma cebola interpenetradas6 em <ue cada por5o mais profund
a e prBxima
ao núcleo fosse transpassada pela camada imediatamente superior6 de modo <ue @ supe
rf4cie6 como
na Terra6 todas estivessem ao mesmo tempo existindo no mesmo espao6 embora com
densidades
diferentesM e as mais sutis se estendendo além das <ue s5o prBprias @ vida f4sica
.endo assim6 tudo de bom e de mau <ue encontreis na superf4cie terr4cola6 rel
acionado @s
vossas vidas na matéria6 se encontra no plano astral multiplicado6 e pelo fato do corpo
sutil <ue se
afina com esses s4tios vibratBrios ser a sede das emo?es6 <ue se associam com
as sensa?es6
podeis concluir <u5o f8cil é sairdes do corpo e ir para antros de pra3er inc
onceb4veis pelos
desregramentos ,sso <uando n5o se apresentam ;amparadores; das organi3
a?es trevosas
encamin>ados por um mago negro para vos auxiliar en<uanto tendes a sensibilida
de mediúnica
para servir de instrumento de satisfa5o dos pra3eres animalescos <ue somente u
m corpo f4sico
pode oferecer a esses irm5os das .ombras Hom certe3a as experincias de um canec
o ou repasto
vivo escravi3ado do além-túmulo n5o s5o nada saud8veis
Ademais6 o fato de explorardes vossas potencialidades ps4<uicas n5o significa a
diantamento
espiritual .e assim fosse6 inevitavelmente a grande popula5o encarnada n5o iria para
os c>arcos
trevosos do plano astral inferior satisfa3er as suas sensa?es grosseiras durante os desd
obramentos
pro7etivos <ue ocorrem naturalmente durante o sono f4sico
!ntre os cidad5os comuns6 uma parcela 4nfima morali3ada6 sem desenvolvimen
to ps4<uico
para as coisas extracorpBreas6 simplesmente flutua com o seu corpo astral acima
do invBlucro
carnal durante o sono fisiolBgico Na maioria dos casos6 pela imoralidade
avassaladora da
coletividade encarnada6 o ve4culo astral6 como <ue entorpecido6 semi-adormecido6
sintoni3a com
certas correntes astrais de pensamentos parasitas6 de outros encarnados em mesma faix
a mental6 se

dirigindo <ual robR autRmato para toda espécie de aventuras sensBrias Nessas ocasi?
es6 acorda o
incauto e entusiasmado ;explorador; extracorpBreo6 <ue recém findou um curso de fina
l de semana
com recon>ecido pro7etor espiritualista - pago antecipadamente através de co
mprova5o de
depBsito banc8rio - um tanto confuso pelos ;son>os; apra34veis6 cansado e sem energia
vital
Tudo no universo sendo energia6 no plano astral n5o é diferente6 e por s
ua plasticidade
natural6 o pensamento é mola propulsora <ue manipula essas foras muit
o prBximas da
contrapartida etérica planet8ria "isuali3ai uma criana mimada numa cidade de d
oces6 em <ue
todas as guloseimas pensadas instantaneamente estar5o a sua disposi5o6 podendo s
e lambu3ar @
vontade em sua avide3 insaci8vel sem reprimendas ou limites6 como se estivesse
em um sal5o
m8gico de conto de fadas c>ovendo confeitos6 e tereis a vis5o de como procedem o
s encarnados
despreparados moralmente <uando incursionam nas faixas vibratBrias supraf4sicas do pl
ano astral

I
I

7J
2orrentes astrais coleti&as de pensamentos parasita
s

$E!GU35 - o que são as correntes astrais de pensamentos parasitas e co

mo se d/ dos encarnados com essas emana(es mentaisA


a sintonia
RAMATLS $ As emana?es mentais emitidas se aglutinam por similarida
de Zuando
v8rias mentes ressoam num mesmo diapas5o6 se constroem as formas-
pensamentos grupais ou
correntes mentais coletivas6 muito usadas pelos magos de toda a >istBria p
ara interferirem
intencionalmente nos planos etérico e astral A import9ncia da disciplina mental6
dos s4mbolos
externos usados como pontos focais de apoio @s visuali3a?es grupais6 para f
ormarem essas

imagens
magia etéreo-astrais6 s5o fundamentos indispens8veis dos iniciados no ocultismo e na
Podeis entender isso como uma manipula5o energética6 mas <ue n5o disp
ensa a forma
para <ue a mente possa atuar6 pois o universo sutil6 abstrato6 imponder8vel6 n5o v
os é acess4vel
pela falta de capacidade perceptiva e de idea5o sem o suporte no mundo concreto
As formas-pensamentos constru4das pela popula5o encarnada e <ue sustentam
as correntes
mentais do plano astral inferior s5o espont9neas6 desconexas6 indisciplinadas e densas
Atraem-se
por similaridade de fre<=ncia vibratBria <ue as enfeixam numa mesma onda H>egam
ao ponto de

ad<uirir vida prBpria6 pela intensidade e amplitude gigantesca <ue atingem <uando a
coletividade
encarnada de vossas metrBpoles da crosta adormece embalada por interesses comuns de
sexo6 gula6
din>eiro6 vaidade e satisfa?es materialistas variadas Atraem para o seu fluxo magnéti
co6 como se
fosse corrente3a de um rio tempestuoso <ue arrasta as toras de madeira6 levas de semi-
adormecidos
anestesiados <ue se locupletar5o no sensBrio em localidades do Umbral inferior
<ue com eles
sintoni3am uitos s5o;puxados;para os castelos medievais de pra3er mantidos por o
rgani3a?es
trevosas feudais <ue tm suas contrapartidas f4sicas nas casas noturnas6 enfuma

adas boates
bares terrenose Homo se fossem bovinos em fileira adentrando o matadouro6 aguardam
o momento
de serem ;sacrificados; pelos capata3es - vassalos dos magos negros perdid
os no passado
Cipnoti3ados em espécie de transe6 <ual p8ssaro <ue n5o reage diante da serpente6 s5o
sugados em
sua vitalidade <ue est8 potenciali3ada pelo xtase coletivo semiconsciente <ue alc
anam nesses
cen8rios lúgubres e concupiscentes
No entanto6 como a sintonia se d8 inicialmente pelo pensamento6 <ue
se manter8 na
densidade e ;peso; espec4fico do corpo astral6 em faixa vibratBria semel>ante6 podeis
ir mudando
gradativamente vossa casa mental6 elevando vossa conscincia e alterando
vossos >8bitos
comportamentais6 e conse<=entemente sutili3ando vosso ve4culo astral A eleva5o
n5o significa
mudana de lugar no espao como entendeis6 mas transferncia do foco de conscinci
a6 das coisas
ligadas ao sensBrio do ego inferior6 para as concep?es espirituais dentro das leis de
causalidade
cBsmica6 <ue e<uilibram e >armoni3am  como se fRsseis vos tomando refrat8rios @s
vibra?es de
uma ordem de baixos fenRmenos ocultos <ue vos cercam6 sintoni3ando as de
categoria mais
elevada  necess8rio <ue essa reforma se concreti3e em vosso universo 4ntimo6 para
explorardes
com segurana o imponder8vel ao plano f4sico6 mas <ue vos cerca como se fosse un>a
@ carne

I
J

Obser&a@Kes do médium"

Existe um preto vel&o, de nome +ai 9uirino, que nos assiste regularmente e qu
e raramente
se mani!esta através da mecCnica de incorporaç-o nos terreiros, e por esse
motivo é pouco
con&ecido da maioria dos umbandistas
#ontudo, trabal&a arduamente no +lano Astral, sob a égide da Umbanda, c
omo auxiliar
extra!ísico de muitos médiuns, sendo "especialista" em incurses nas organizaçe
s das regies
umbralinas, onde atua como um tipo de guia "turístico"para grupos de medianeiros e
m visitaç-o
de estudo
4ambém realiza certos "desembaraços" em alguns trabal&os desobsessivos qu
e requerem
prévia conversaç-o no astral com os líderes trevosos Explica'nos +ai 9uirino7
RRA muitas coletividades de espíritos maldosos e seus magos negros n-o é dada
autorizaç-o
6s !alanges ben!eitoras da Umbanda para reter ou e!etuarem os desmanc&es delas, poi
s ainda n-o
é justa e de direito tal aç-o, sendo que um dos motivos para tanto é que deve
mos aguardar a
mudança moral dos encarnados que as mant0m "vivas" no Além
Em alguns atendimentos especí!icos a consulentes nos terreiros, se reque
r uma prévia
comunicaç-o aos magos negros, o que n-o quer dizer acordo ou concesses que de
srespeitem o
livre'arbítrio, o merecimento ou a justiça por que a Umbanda se orienta #ito os
resgates que s-o
!eitos nas zonas abissais que eles controlam7 os "diálogos" prévios !acilitam em muito
o disp0ndio
desnecessário de energia, já que 6s vezes, se tratando do livramento de um peque
no n%mero de
so!redores torturados, mostramos a esses c&e!es das 2ombras o merecimento dos cons
ulentes que
obtiveram autorizaç-o dos maiorais do Astral 2uperior para que &aja uma intercess-o
em socorro
desses espíritos presos, ou até de seus obsessores de aluguel #omo eles sabem que ne
sses casos a
resist0ncia resulta in3cua, permitem sem maiores embates as incurse
s médicas dos
agrupamentos do $riente e dos caboclos curadores de $x3ssi, situaç-o q
ue dispensa as
trabal&osas demandas que movimentariam as imensas !alanges e legies de espírito
s que atuam
nas vibraçes dos $rixás $gum e SangI"

8a sua pen%ltima estada terrena, +ai 9uirino, tendo sido um evangelizado


r !ranciscano
atuante nos pobres vilarejos cariocas na época e!ervescente ap3s o !im da esc
ravid-o, muito
auxiliou os negros doentes e maltrapil&os que deram início ao que resultou no cintur-
o de !avelas
que cercam
spíritos desdea capital carioca 4endo !ortes vínculos com esse bloco cármico de e
épocas que remontam 6 escravid-o do :mpério @omano, quando !oi implacável e
culto senador
escravocrata, em sua %ltima encarnaç-o, no século passado, veio como negro na cida
de do @io de
=aneiro 4endo nascido e crescido no berço do samba, da mais pura boemia e
malandragem
carioca dos arcos da vel&a (apa, desde criança mostrou'se um paci!icador, incapaz
de esmagar
uma mosca, e de grande intelig0ncia 9uando adulto, !oi con&ecido e perspic
az compositor,
escrevendo várias marc&as carnavalescas Através de um padre da comunidade
que realizava
missas regulares na !avela em que morava, teve contato com alto dirigente da
2ecretaria de
2egurança do Estado do @io, tendo sido recrutado para ser "ol&eiro" ' in!orma
nte do serviço
secreto do comando policial que combatia o trá!ico e a prostituiç-o Entre composiç
es e saraus
musicais na Escola de 2amba do morro, completamente inserido na comunid
ade, ajudou a
desarticular várias quadril&as de tra!icantes e cá!tens em todo o ex'Estado
da *uanabara,
comandadas por antigos generais e senadores romanos, encarnados numa minoria étn
ica e social
excluída do progresso no .rasil contemporCneo +or sua personalidade discreta e ap
aziguadora,
seu arguto senso de observaç-o e carisma incon!undível, nunca !oi descoberto, tendo
envel&ecido

I
D

calmamente como compositor musical !amoso, e secretamente se aposentado co


mo agente de
in!ormaç-o da polícia carioca 8unca se casou, mas !oi um inveterado namorador e
pai amoroso
com todos os seus vários !il&os, n-o deixando nen&um desassistido
Esse preto vel&o, +ai 9uirino, apresenta'se a nossa clarivid0ncia vestido todo
de branco,
tendo entre K'H anos, com um bril&ante colete amarelo'dourado sobre uma camisa
de alva seda
reluzente uito sorridente, simpaticíssimo, de aguda intelig0ncia, bem'
!alante, versátil
comunicador, aproximadamente Q,H m de altura, magro, de barba branca bem apar
ada e calvo
9uando se aproxima de n3s, camin&a num gingado matreiro, como se !osse um porta
'bandeira 6
!rente de uma escola de samba, e nos !ala ao ouvido pausadamente7 "5amos, vamos,
irm-ozin&o
vel&o, sai do corpo, te mexe, +ai 9uirino c&egou para te levar a passear
nos morros da
verdadeira vida", e dá uma sonora e gostosa gargal&ada
8a noite passada nos vimos conduzido por esse arguto Auxiliar a um sí
tio do Umbral
muito semel&ante, em sua geogra!ia astralina, 6s montan&as da 2erra do ar Era u
m vale de um
verde escuro, aba!ado, parecendo !loresta tropical de um odor sul!uroso que de
início nos !ez
arder um pouco o nariz, mas n-o a ponto de nos transtornar ostrou'nos vári
as construçes
para os visitantes encarnados desdobrados durante o sono !ísico se deleitarem
nos prazeres
sens3rios Entre sales de jogos, re!inados bares musicais com todo tipo
de alco3licos e
entorpecentes, restaurantes com as mais !inas iguarias que podemos conceber, boat
es e ruas de
diversi!icado meretrício, surpreenderam'nos as majestosas construçes &oteleiras d
esta estaç-o
de prazer umbralino
$ amigo, imediatamente "lendo" nossos pensamentos, levou'nos para conver
sar com um
"gerente" de um desses &otéis #om muita simpatia, !omos in!ormados que de moment
o n-o &avia
quartos disponíveis, e que para os cImodos mais simples &avia uma !ila de espera
de uma &ora
aproximadamente +erguntei o motivo de tanta procura e o "gerente" nos in!ormo
u que aquele
&orário da noite era o pico do movimento nessa cidadela, colInia de todos os pr
azeres carnais
para satis!azer os encarnados 2e aguardássemos um pouco, mais pr3ximo do aman&
ecer, muitos
visitantes já teriam despertado no corpo !ísico, diminuindo a ocupaç-o dos quart
os ;iante da
min&a !alta de entendimento do porqu0 dos &otéis e quartos, o gerente, muito amisto
so pelo !ato
de estarmos acompan&ados de +ai 9uirino, nos in!ormou, rindo maliciosamente, que
os visitantes
se &ospedavam, iam jogar e beber nos cassinos e boates, depois voltavam acompan&a
dos de belas
e sensuais mul&eres para terminarem o turismo noturno nas majestosas de
pend0ncias dos
con!ortáveis &otéis
#ontinuamos nosso "tour" in&a estupe!aç-o apenas tin&a começado +ai
9uirino nos
mostrou os outros &otéis e visitantes daquela estCncia "paradisíaca" do umbral
in!erior +ara
nossa completa surpresa, e pela limpidez clarividente que esse amigo nos
proporcionou,
enxergamos enormes grupos de agitados padres, monges, !reis, internos e ascetas
em geral, do
#atolicismo e outras religies da 4erra, projetados em seus corpos astrais, entregues
a ansiedade
alvoroçada diante da imin0ncia de se locupletarem nos prazeres terrenos +ai 9uirin
o nos disse7
"$ espírito n-o suporta um bloqueio abrupto de suas disposiçes mais íntimas"
8a sua simpatia, elegCncia e matreira espontaneidade, continuou o comentá
rio7 "uitos
religiosos s-o beatos para os crentes da 4erra, mas durante o desprendimento natural
provocado
pelo sono !ísico se mostram legítimos obsessores das operárias do sexo 2endo
elas mul&eres
sensuais e libidinosas do astral in!erior, endurecidas pelos so!rimentos e maus'
tratos, na sua
maioria s-o extremamente sinceras e !iéis aos seus ideais, embora tortuosos Ao

contrário da
&ipocrisia e dissimulaç-o costumeira dos que as procuram para satis!azer seus desejos
represados
por compromissos religiosos na carne, de que no universo astral !icam desobriga
dos, como se
estivessem em son&o prazeroso que ansiar-o repetir novamente" 9uando +ai 9uirino
estava nos
J
'

dando esta %ltima opini-o, !ranca e sem receio como é do seu comportamento, sobre o
assunto um
tanto espin&oso diante dos nossos atuais conceitos de moral, !icamos um pouco inse
guros diante
da sua exposiç-o @epentinamente o cenário a nossa volta começou a
se desvanecer
:mediatamente sentimos o magnetismo e o característico estilo de pensament
o de @amatís,
conciso, direto e sem rodeios, retumbando no meio de nossa cabeça7"8-o dev
es estabelecer
julgamentos, mesmo que detivesses a compet0ncia para tanto 4eu alcance moral
é débil pela
transitoriedade da atual personalidade que ocupas antém a isenç-o e imparcialidad
e de Cnimo,
como mero rep3rter observador, para conseguires terminar o programa de visitaç
-o em curso
com o amparo de +ai 9uirino Assim, serás auxiliado em tua mem3ria ao aco
rdar, condiç-o
essencial para um sensitivo escrevente e instrumento medi%nico consciente
@ecompe'te lembrando do legado de =esus esmo com sua autoridade
crística, ao invés
de estabelecer julgamentos pessoais e punitivos, con!ortava e esclarecia, alivia
ndo as almas
"pecadoras" de seus !ardos, colocando'se acima das idiossincrasias dos &omen
s +re!eriu, 6
compan&ia dos sacerdotes &ip3critas dos templos, o socorro e alento aos despos
suídos, nunca
recusando o amparo aos mundanos discriminados e prostitutas apedrejadas da época
pelos !alsos
e !rágeis valores morais dos poderosos" Es!orcei'me para manter o padr-o
vibracional 6 altura
de +ai 9uirino, sem in!luenciar'me t-o !acilmente pelo que estava vendo e ouvindo,
ao menos a
ponto de n-o obstruir a programaç-o dos amigos espirituais pelo meu retorno
antecipado ao
corpo !ísico
Em desdobramento clarividente com projeç-o do corpo astral 6s regies umb
ralinas ' 6s
vezes estamos desdobrados mas n-o estamos projetados, situaçes em que !icamos "!l
utuando"no
quarto em cima da cama ' é de suma importCncia n-o perdermos a se
renidade ou nos
assustarmos, pois rebaixamo'nos vibratoriamente Ps vezes isso ocorre, princi
palmente nas
primeiras experi0ncias extracorp3reas, oportunidades em que o nosso coraç-o !isiol3g
ico dispara
e aumenta a emiss-o de adrenalina excretada pelas glCndulas supra'renais, !azendo
com que &aja
um estrondo pelo repuxo violento do cord-o de prata que nos remete, co
mo se !Issemos
abruptamente empurrados, de volta ao corpo !ísico
#ontinuando nossa visitaç-o, nos encontrávamos curiosos sobre o m
otivo de tanta
simpatia e bom trato dos &abitantes do complexo &oteleiro de divers-o e deleite
mundano para
com os encarnados, e como as construçes eram mantidas, limpas e con!ortantes +ai
9uirino nos
esclareceu7
"As energias densas liberadas pelos prazeres intensos dos encarnados s-o o verda
deiro alvo de
todas estas construçes, na verdade um bem arquitetado centro vampirizador de !
luidos #omo
bem tratadas vacas leiteiras orden&adas em tantos litros diários de leite para o
desjejum dos
&3spedes de uma pousada rural, os visitantes ébrios de 0xtase sens3rio s-o suga
dos o bastante
para n-o !icarem completamente exauridos $ planejamento psicol3gico, su
b'reptício, dos
arquitetos das 2ombras, se !undamenta em criar depend0ncia psíquica das !racas per
sonalidades
encarnadas, que represadas por vários motivos em suas satis!açes animales
cas na carne,
encontram nestes antros os mais s3rdidos recursos para se entregarem selvagem
ente 9uanto
mais isso ocorre, mais se !ortalece a organizaç-o trevosa, pelos intensos laços vi
brat3rios que
recrudescem na simbiose entre os &abitantes encarnados da crosta e a coletividad
e que vive do
vampirismo nas baixas zonas umbralinas, satis!azendo'se mutuamente" 

Este epreto vel&o amigo, +ai 9uirino, nos diz que !oi !eliz na roupagem de
"malandro"
compositor carioca Em suas palavras7 "Essa !orma astral que adotamos é u
ma maneira de
continuarmos evoluindo e de prestarmos auxílio para o movimento astral de Umba
nda antes de
reencarnarmos novamente Ela nos !acilita o trCnsito nas zonas umbralinas, em que te
mos grande
desenvoltura nesses antros de prazeres, pois con&ecemos pessoalmente, dur
ante o passar

J
1

inexorável dos mil0nios, a maioria dos magos negros e líderes trevosos, sendo que
muitos !oram
sacerdotes gentios e generais na época do domínio imperial dos romanos no $riente
Eram ativos
!reqOentadores dos regalos anestesiantes nas elitizadas saunas mantidas pela
benevol0ncia
corrupta do poder do :mpério, do qual também !izemos parte, nos aproveitando
das benesses
como importante senador escravocrata, quando tivemos centenas de lindas escravas"
Explica'nos ainda +ai 9uirino7 "8essa época remota, a água era uma
preciosidade e os
banidos ' prostitutas, aleijados, b0bados e leprosos de uma !orma geral ' pelo p
oder religioso
estabelecido dos sacerdotes que dominavam =erusalém, eram proibidos de participar
dos rituais
judaicos, regulares, de puri!icaç-o, que ocorriam no interior dos templos, sendo
impedidos de
adentrarem as piscinas $ costume da época preconizava a puri!icaç-o pela ime
rs-o em água
sempre que os crentes tocassem o sangue, tivessem contato com um cadáver de
animal ou de
&omem, ou !ossem a um cemitério, entre outros motivos
#onseguimos como que uma autorizaç-o de trCnsito por essas cidadelas dos e
scravizados
dos prazeres sens3rios pelos juízes dos tribunais divinos do Astral 2uperior
+odemos nos movimentar livremente nestes sítios vibrat3rios #on&ecido que so
mos desde os
irm-os da m-o esquerda até os da m-o direita do #risto, vamos !azendo a
caridade, sendo
soldado das !alanges ben!eitoras da Umbanda nesses antros de perdiç-o 2em j
ulgamentos de
nossa parte, de acordo com a nossa índole espiritual, o que !icaria impossível para
consci0ncias
belicosas ou ainda garroteadas aos limitados julgamentos morais dos &omens e
das religies

terrenas#ontinuamos
punitivas evoluindo como de!unto, seguindo 6 risca o que nos é determina
do pelos que
t0m compet0ncia no +lano Astral 2uperior, que está em con!ormidade com o resg
ate de nossos
desvios do passado e o avanço do nosso programa cármico )ica a mensagem de que
podemos nos
mel&orar ap3s a passagem pelo sepulcro na 4erra e aper!eiçoar as condiç
es da pr3xima
encarnaç-o $ amor e o perd-o interiorizados pelas açes realizadas independ
em do palet3
pesado de nervos e carnes
A Umbanda dá in!initas oportunidades para os excluídos de outras religies

continuarem
evoluindo nos diversos subníveis vibrat3rios do +lano Astral, pois n-o os
manda para as
labaredas in!ernais, n-o os coloca dormindo no céu até o pr3ximo mergul&o na
carne e muito
menos discrimina nas suas !ormas astrais os espíritos que se dispem a trabal&ar ar
duamente na
lin&a de !rente da batal&a de justiça c3smica
As leis divinas s-o iguais e indistintas 4odos s-o bem'vindos no rumo do
+ai, que é todo
amor e justiça e a cada um dá a tare!a para a sua justa remiss-o, de acordo com as c
apacidades e
aquisiçes da alma $ :ncriado, que sempre existiu por todo o sempre, logo %nico et
erno em sua
per!eiç-o absoluta, é somente ;eus no Universo"
Exímio con&ecedor das maldades e técnicas dos magos negros, todo o
tempo em que
estivemos desdobrados com esse espírito nos amparando, seguiu'nos uma legi
-o de agentes
mágicos, de Exus .rasa 9uando estávamos retornando para o corpo !ísico, veri!ica
mos que iam
deixando, pela manipulaç-o do nosso ectoplasma, como se !Issemos uma bateria ou u
m tanque de
combustível, um lençol de pedras graníticas incandescentes na tril&a astral
que estávamos
seguindo Explicou'nos +ai 9uirino7 ":sso é para a sua segurança medi%nica7 com
o se trata de
localidade muito densa, quase que materializada, os espíritos que ali &abitam n
-o conseguem
volitarM andam como se estivessem presos ao solo pela !orça gravitacional, retidos n
as escarpas
montan&osas da regi-o !lorestal visitada +or esse motivo os Exus da nossa am
ada Umbanda
deixam na estrada que seguimos a manta incandescente de brasas, para que n-
o nos sigam e
localizem o seu endereço no plano !ísico para !uturos assédios e revides"

J
&

#oncluindo nossa viagem noturna, +ai 9uirino deu'nos um abraço !orte ao


nos deixar no
corpo !ísico, junto com todos aqueles Exus .rasa que o estavam acompan&and
o até o nosso
quarto, re!orçando os laços de !raternidade que nos unem, dizendo'nos ao ouvido7
"2empre que o
#aboclo Atlante precisar, este "n0go véio" vem te buscar a passeio"
2aiu do nosso quarto com uma sonora gargal&ada de sambista do astral, acom
pan&ada do
seu ponto cantado que !icou ecoando em nossos tímpanos como se !osse uma bateria
de escola de
samba7

;epois da meia'noite
até o galo cantar,
com +ai 9uirino
ninguém pode segurar
e&N, e&N, e&N 
a&N, a&N, a&N 

$E!GU35 - 'as não temos que e<pandir nossas capacidades psí


quicas para
descobrirmos por nós mesmos as verdades ocultas que nos cercam, atrav"s das resposta
s diretas
da alma, propiciadas pela e<perincia mística internaA
RAMATLS $ Hom certe3a ,sso n5o <uer di3er <ue a expans5o co
nsciencial ser8
extempor9nea Uma 8guia n5o é lanada ao seu primeiro vRo se n5o estiver com
todas as penas
devidamente crescidas No mais das ve3es6 a ;simples; experincia ps4<uica de pro7e
5o do corpo
astral <ue é o cidad5o se ver fora do corpo f4sico inerte na cama6 o primeiro vR
o do encarnado
condu3ido por seu protetor extraf4sico6 <ue muito o marca6 dando-l>e a certe3a da
existncia de
uma realidade extracorpBrea e da vida <ue permanece apBs a morte6 n5o é acess4vel
@ maioria de
vBs e se re<uer muitas encarna?es até o esp4rito c>egar a essa percep5o
Homo conceber <ue cursos pagos6 muito r8pidos e vol8teis comparados com a
vossa idade
sideral6 sem nen>um compromisso com a caridade espiritual6 e a <ue muit
os s5o levados
meramente pela curiosidade e instabilidade espiritual6 se7am fontes perenes <ue for
mar5o o mar
das capacidades ps4<uicas do esp4rito6 destinado a ter as potencialidades de um Hristo
- pois ;vBs
sois deuses;K
Nem )esus6 na sua evolu5o6 pulou degraus da longa ;escada de )acB;6 pela e<u
animidade e
7ustia das leis de causalidade do ,ncriado Hriador Zuantos desses <ue assim pro
cedem estar5o
ligados a grupos socorristas <ue trabal>am arduamente no Umbral inferior6 dando passi
vidade para
esp4ritos sofredores6 em ve3 de son>ar com as paisagens paradis4acas do Astral .uperi
orK Zuantos
<uerem socorrer os estropiados e dementes torturados <ue perambulam pela cros
ta planet8riaK
Zuem alme7a do fundo de seu cora5o6 antes de saber a forma e nome do seu guia e
spiritual para
contar aos <uatro ventos nas listas de vossa ,nternet6 unicamente se doar sem alarde6 a
dentrando os
antros trevosos das encostas abissais do Plano Astral inferior6 contribuindo ativa
mente para a
>igieni3a5o planet8riaK
$E!GU35 - 'as todo esse entusiasmo e maior disseminaão da
s t"cnicas e
conhecimentos pro8etivos, de desdobramento, que ocorrem na atualidade, não estão
de acordo

J
(

com nosso atual momento de conscincia coletivaA 5*inal, um dia não teremos que &e
<plorar o
universo& que nos cercaA
RAMATLS $ Os >omens se distanciam de suas capacidades divinas ineren
tes <uando
supervalori3am o ego e fortalecem as personalidades atuais e6 como se fragmentas
sem6 ignoram
suas individualidades imorredouras6 integrantes da totalidade cBsmica6 e s
e afastam das
potencialidades do Hriador !ssa oposi5o do ego avanta7ado e da personalidade enri7
ecida causa
angústia6 pelo medo da morte6 pela sensa5o de finitude <ue a maioria tem incon
sciente6 pois a
personalidade transitBria rebela-se e se amotina contra o plano da Honscincia Un
a6 de unidade
cBsmica sem a temporalidade6 impessoal6 e onde o eterno é absoluto por todo e sempre
O vosso atual momento de conscincia coletiva est8 muito longe de
vos condu3ir @
percep5o da realidade universal supraconsciente O >omem sB encontrar8 a plenit
ude espiritual
<uando encontrar a sua realidade interna de esp4rito infinito6 deixar de identificar-se
com o ego e
substituir a instabilidade existencial6 a ansiedade e a volatilidade exterior das coisas <ue
o cercam e
iludem6 e voltar-se para a liberta5o da sua centel>a espiritual escravi3ada pelo
ego4smo e pelo eu
inferior
Hlaro est8 <ue os exerc4cios estruturados6 <ue alme7am despertar as vivncias p
essoais e as
experincias m4sticas6 vos auxiliar5o na busca incessante do esp4rito na sua volta ao se
io universal6
da totalidade com o Hriador As filosofias antigas como o %en-Fudismo e a "edanta
mostram >8
milnios o camin>o para se ;curar; a dissocia5o entre a personalidade e a
individualidade
espiritual
Por sua ve36 os graus cada ve3 mais ampliados de percep5o ps4<uica e d
e expans5o da
conscincia vos levam a um entendimento maior do prBprio processo evolutivo6 dentr
o das vidas
sucessivas
Pelo natural es<uecimento da individualidade espiritual <uando encarna novame
nte6 >8 uma
tendncia natural de fortalecimento da atual personalidade6 situa5o <ue vos lev
a a recair em
condicionamentos arraigados <ue vos retm na camin>ada Nesse ir e vir6 c>egar8
um momento
em <ue o ego se ligar8 definitivamente ao esp4rito6 ;concluindo; <ue a profu
ndidade de sua
essncia espiritual6 a individualidade imortal <ue fa3 parte do todo cBsmico6 est8 além
dos limites
carnais de uma estada terrena O ser individual personificado em uma encarna5o
se liberta dos
seus medos e angústias6 se conectando definitivamente @ individualidade
espiritual6 sem
fragmentar-se6 e ad<uirindo a convic5o6 reforada pelas experincias conscientes
extracorpBreas6
de <ue a plenitude de sua divindade interior é a mesma do +eus exterior ,nteriori3
a o amor por
tudo e por todas as coisas manifestas @s suas percep?es cada ve3 mais ampliadas6 ini
ciando a sua
liberta5o do ciclo carnal
Nesse est8gio de vossa evolu5o6 tereis o amor e a divina compaix5o <ue vos u
ne a todas as
coisas6 estando aberta a primeira porta para o longo percurso <ue vos condu3ir86 >arm
oniosamente
e sem sobressaltos extempor9neos como tudo no cosmo6 @ ;explora5o do universo;

$E!GU35 - $or que *icamos muitas vezes alheados e um tanto


melancólicos
quando, após as e<perincias *ora do corpo *ísico nas re2i(es mais sutis do plano astr
al, somos
con*rontados com os obst/culos di/rios impostos pela vida de relaão encarnad
a, cheia de
provasA
RAMATLS $ .ois esp4rito milenar ,nconscientemente6 sentis saudade
das colRnias
espirituais >abitadas nos per4odos entre as encarna?es6 onde a fraternidade e o
altru4smo s5o
condutas comuns

J

Ademais6 <uando sois confrontados com as situa?es cotidianas6 co


mpetitivas6 <ue
valori3am o individualismo e o desta<ue pessoal em vossa sociedade6 reca4s em condic
ionamentos
arraigados do passado6 como os <ue outrora <ue vos levaram a recusar o profano
da vida di8ria
pelo sagrado das coisas divinas e ocultas6 ocasi?es em <ue muitos de vBs se
recol>eram aos
eremitérios6 ao interior dos templos e @ existncia contemplativa sem grandes contrarie
dades
Os verdadeiros iniciados s5o a<ueles <ue atingem a maturidade espiritual6 s
e7a onde for6
pois as grandes provas n5o est5o no isolamento contemplativo sem a?es pr
8ticas6 mas na
associa5o entre momentos de isolamento meditativo com os embates cotidianos do enc
arnado

$E!GU35 - 5s via2ens astrais para al"m dos limites &estreitos&


dos nossos
sentidos *ísicos devem ocorrer de*orma controlada e espont#nea, ou podemos induzi-
%asA 4uem
as controla, pode ser o próprio encarnado
RAMATLS $ .em dúvida pode o prBprio encarnado provocar as via
gens astrais e
sa4das conscientes do corpo f4sico6 como o fa3em os ;santos; iogues as considerai
<ue mesmo
os grandes m4sticos e s8bios tiveram os seus per4odos de aprendi3ado em <ue foram t
utelados por
um guru
Homo tudo <ue é natural no universo n5o d8 saltos extempor9neos6 em
se tratando de
médiuns <ue se desdobram6 conforme concreti3em as reformas 4ntimas necess8rias para
o despertar
do discernimento cr4stico6 de amor e altru4smo interno6 se ;apresentar8; - na verdade
nunca esteve
ausente - o mentor ou guia <ue os assistir8 nas viagens astrais Homo tudo evolui6 gr
adativamente
o neBfito vai ad<uirindo segurana e desenvoltura em desdobramento "agarosamente6
o seu guia
espiritual vai deixando-o cada ve3 mais @ vontade e ;sB; em suas incurs?es Hlaro
est8 <ue esse
distanciamento é aparente: o sensitivo estando em trabal>os de caridade sempre >aver
8 o amparo
espiritual6 eis <ue <uando vos reunis em nome do Hristo6 entre vBs !le estar8

ram, ao$E!GU35 - +s re2istros de casos de e<perincias e<tracorpóreas demonst


meio m"dico e cientí*ico, uma nova conscincia da realidade dos que vivenciaram em s
i o outro
lado da vida. Contudo, veri*icamos que são relatos de vivncias espont#neas - acidentes
, comas,
traumatismos, ocorrncias de quase-morte em 2eral, anestesiados... $or que não
h/ maiores
relatos de sensitivos, ao menos que tenhamos conhecimento, das via2ens astraisA
RAMATLS $ esmo nos casos de experincias fora do corpo i
ndu3i das por
traumatismos e acidentes6 prepondera a incredulidade de vossa cincia médica6
de ceticismo
<uanto aos relatos dos <ue estiveram clinicamente ;mortos;6 atribuindo-os a
alucina?es do Brg5o
cerebral sem oxigena5o
Os relatos das vivncias extracorpBreas s5o pouco difundidos pela desi
nforma5o da
maioria6 voltada para a ilus5o da matéria6 do corpo f4sico6 en<uanto as coisas
espirituais e as
capacidades ps4<uicas s5o deixadas no es<uecimento Os >omens n5o
s5o educados
espiritualmente nas escolas ou no lar Ao contr8rio6 s5o ameaados por um +eus de
barba branca
punitivo6 7ulgador implac8vel dos pecados mundanos6 levando os seres a
ter um pavor
desmesurado do mundo dos mortos
Os <ue 78 ad<uiriram a percep5o mais dilatada das dimens?es da verdadeira r
ealidade <ue
vos cerca se vem tol>idos6 mesmo nos locais ditos mais espirituali3ados6 em se
us relatos das

J
2

experincias m4sticas internas6 muitas classificadas de excesso de imagina5o A


conota5o do
animismo como mistifica5o atua como o 7ulgamento dos pecados de antan>o
pelas religi?es
punitivas6 levando-vos6 paradoxalmente6 a um estado de infantilidade espiritual6 ao
contr8rio da
consola5o <ue liberta o ser C8 <ue se rever os métodos de educa5o mediúnica6 abrin
do um le<ue
maior para a explora5o das capacidades ps4<uicas imanentes a cada ser6 c
omo fa3em os
instrutores iogues com os seus aprendi3es
A dilata5o do animismo nos grupos de Apometria6 compostos de médiuns <u
e tm a sua
auto-estima baseada no autocon>ecimento6 vos alivia do terr4vel estigma de mi
stifica5o <ue
infeli3mente ainda prepondera em muitas escolas de médiuns ditas do Honsolador envia
do
$E!GU35 - 5o estarmos .desdobrados durante o sono *ísico nossas ca
pacidades
psíquicas *icam muito aumentadas, como por e<emplo, eventualmente escutamos e ve
mos com
todo o &corpo astral&, como se *ssemos &todo& ouvidos e olhos. 4ual
a razão desta
*enomenolo2ia
rinciaA e porque não conse2uimos dormir novamente lo2o após este tipo de e<pe
RAMATLS - !ssas percep?es se referem ao corpo mental e n5o ao ve4c
ulo astral 
certo <ue ambos os corpos est5o desdobrados6 mas dissociados entre si <uando escutais
e enxergais
em toda @ regi5o espacial <ue vos envolve6 como se vossos ouvidos6 ol>os e mentes fi
3essem parte
de cada poro do ;ovo; mental6 <ue fica ampliado nessas ocasi?es6 parecendo uma mo
derna sonda
exploradora potenciali3ada pelos mentores para uma percep5o de (G' graus ao redor
!ssas vis?es
e audi?es se transferem para o corpo astral e c>egam até o f4sico por meio do c
ord5o de prata6
dando a impress5o de <ue enxergais e ouvis em todo o corpo carnal
!ssas experincias conscientes exigem muito de vosso Brg5o cerebral pois e
stimulam em
demasia as sinapses nervosasM vos sentis seguidamente sem sono6 como se um xtase
sensBrio se
vos instalasse no ser Os antigos m4sticos levavam anos de 8rduo treiname
nto6 de estudo6
concentrada medita5o e frugalidade no comer para suportarem fisicamente as inc
urs?es nessas
dimens?es vibratBrias do plano mental
Honcebeis uma voltagem ininterrupta de &''''' volts rebaixada por um
transformador
para &'''' c>egar assim até a vossa l9mpada cerebral de &'' voltsK

$E!GU35 - 5inda em relaão ao atendimento apom"trico, veri*ica


mos que "
habitual o acesso a conhecimentos e vivncias de vidas passadas, de *atos que
marcaram os
consulentes ou os m"diuns. 3o entanto, quando veri*icamos relatos de outros con*rades
via8ores
astrais, raramente veri*icamos esses &insi2hts&. az sentido essa observaãoA
RAMATLS - Ea3 sentido em parte Os procedimentos da Apometria c
ontemplam o obviamente6 pela egrégora coletiva <ue se forma6 as capacidades
trabal>o grupalM
sensitivas dos
médiuns ficam mais ampliadas Zuanto aos relatos individuais dos via7antes ou pro7et
ores astrais6
mesmo os <ue tm amparo da !spiritualidade benfeitora6 o tipo de atividade n5o
se compara @
din9mica apométrica !mbora em muitos casos se reali3em atividades grupais c
om sensitivos
desdobrados durante o sono f4sico6 por mais <ue se7am capa3es6 n5o se e<uiparam aos
trabal>os no
estado de vig4lia condu3idas pela técnica apométrica6 em <ue as foras mentais
e libera5o de
energias animali3adas se con7ugam conscientemente6 direcionadas para os ob7etivos dos
trabal>os
N5o considereis essas diferenas de incurs?es nos planos supraf4sicos com
o sendo uma
mel>or <ue a outra: o <ue determina as curas e o sucesso do empreendimen
to caridoso é o

J
G

merecimento de cada cidad5o dentro dos par9metros das 7ustas leis cBsmicas6 sen
do irrelevante
nesses casos a forma utili3ada com o fim de assistncia espiritual Zuantos de vBs soi
s curados no
passe sem o saberdesK il>ares s5o tratados durante o estado de sono pelas falange
s benfeitoras
<ue se movimentam muitas ve3es com uma ;simples; consulta no terreiro de Umban
da ou prece
sincera efetuada por um ente 7unto ao santo de fé em sua residncia
J
I

4J

Desdobramentos grupais na Apometria

$E!GU35 - o que " desdobramento m)ltiploA


RAMATLS $ !m alguns de vossos grupos de Apometria se conv
encionou essa
nomenclatura6 desdobramento múltiplo6 para designar a técnica de comando de pulsos
magnéticos
mediante contagem numérica para indu3ir o desdobramento dos corpos sutis
do consulente
associado @s manifesta?es cat8rticas dos sensitivos !stes sintoni3am determina
das situa?es
traum8ticas de vidas passadas do atendido6 relacionadas com ;personalidades; ou
trora vividas6
ar<uivadas e unificadas no grande oceano do inconsciente como gotas de c>uva
<ue ca4ram no
mar Os procedimentos descritos até a<ui est5o dentro do padr5o do atendime
nto apométrico
ideali3ado por seu arguto ;codificador;
Ocorre <ue pretenderam ;atuali3ar; a Apometria6 ;fragmentando; o inconsci
ente milenar
<ue 7a3 na mente espiritual6 com toda a sua bagagem de vivncias e experimenta?es6
pressupondo
<ue fosse poss4vel lig8-lo em ;pedaos; aos v8rios corpos sutis <ue vestem a centel>a
espiritual [
como se esse grande bloco único6 espécie de >olograma indivis4vel e inapag8ve
l6 pudesse ser
dividido por uma simples técnica matem8tica6 <ue produ3iria n4veis e subn4veis infinito
s
A ;divis5o; dos corpos desdobrados e dissociados em fragmentos de sete n4ve
is6 cada um
somando &1 ;personalidades;6 cada n4vel por sua ve3 se ;dividindo; em sete ;
subn4veis; <ue
totali3ariam 1I ;subpersonalidades;6 é de uma ;matematicidade; dispens8vel
aos ol>os da
!spiritualidade
Os v8rios corpos <ue permitem a rela5o do esp4rito com os plan
os do universo
manifestado n5o s5o pass4veis de divis5o nesses moldes6 de ;n4veis e .ubn4veis
; associados @
conscincia ou ao inconsciente como se fossem retal>os <ue se encontram ! mu
ito menos em
;personalidades;6 <ue s5o complexos de experincias e vivncias1

1 3ada disso deve ser con*undido com o *ato de que os corpos et"ric
o e astral são
*ormados por camadas de densidades distintas, como por e<emplo, a 2rosso modo
, " o corpo
*ísico composto de mat"ria sólida, líquida e 2asosa.

*eside a4 um tecnicismo atraente aos ol>os dos encarnados6 se<uiosos de novid


ades por sua
prBpria instabilidade espiritual Tal método6 um tanto ;milagroso;6 <ue tudo resolve e
m minutos6
adotado em grupos de ;apometria;6 geralmente com elevado número de atendimentos
na agenda6

acaba
s6 realando
amorosos e meramente a aplica5o da técnica6 em detrimento dos atos simple
fraternos
!sse despre3o subliminar ao simples e b8sico pelos intelectos avanta7ado
s6 alimenta a
desconcentra5o dos médiuns6 <uando n5o a vaidade6 a ponto de6 na maioria
das ve3es6 os
componentes do grupo n5o saberem ao certo o <ue est5o fa3endo diante da preponde
r9ncia dessa
numerologia adotada como conduta padr5o Tende a apresentar-se como ;infal4
vel; dona da
verdade frente aos desinformados consulentes ou @s ;simplBrias; sess?es desobsessivas
aos moldes

;antigos;

J
J
Podeis canali3ar uma personalidade transata de décadas de experincias em alg
uns minutos
de manifesta5o num sensitivo6 e <ue por sua ve3 estaria ligada ao corpo mental super
iorK +o lado
de c86 esses procedimentos parecem-nos de pedreiros <uerendo construir cBpia em
miniatura de
um mineral
de anos comgran4tico formado pelo magma vulc9nico mais profundo >8 mil>ares
ti7olin>os de pal>a prensada
As energias do esp4rito imortal nesse n4vel vibratBrio6 do corpo mental superio
r6 n5o est5o
divididas em n4veis nem subn4veis6 pois s5o únicas6 e nesse plano mental abstrato6 n5o
>8 traumas
ressonantes de vidas passadas C86 ao contr8rio6 uma irradia5o perene do !u
.uperior6 <ue
;impulsiona; a centel>a espiritual aos planos búdico e 8tmico6 <ual catapulta incan
s8vel <ue um
dia derrubar8 os imensos port?es <ue momentaneamente n5o permitem a entr
ada de muitos
esp4ritos nas paragens
certo angélicas
<ue instabilidades da alma podem se dar por ocorrncias traum8
ticas de vidas
passadas instaladas na mente milenarM estas podem interferir no fluxo de idea5o inco
nsciente <ue
7orra do corpo mental inferior mental concreto ou intelectoQ6 desestabili3ando
o corpo astral
através de emo?es em desalin>o Os pensamentos parasitas decorrentes6 por sua ve36
repercutem
vibratoriamente no corpo etérico6 destrambel>ando a rede nervosa6 dese<uilibrando
a fre<=ncia
dos c>acras e repercutindo no corpo denso pelo dese<uil4brio glandular6 causand
o as distonias
neuro<u4micas e as enfermidades
.endo assim6 os grupos de Apometria6 com o apoio dos esp4ritos benfeitores6
podem6 com
certa facilidade6 sintoni3ar com essas ocorrncias traum8ticas mediante
a técnica de
desdobramento indu3ido6 <ue amplia a sensibilidade pelo desacoplamento dos c
orpos etérico6
astral e mental inferior do consulente e dos médiuns ao mesmo tempo Podem6 inclusiv
e6 sintoni3ar
com mais de uma resson9ncia traum8tica de vida passada ao mesmo tempo6 <uando
os sensitivos
exteriori3am catarses múltiplas
.e entenderdes n4veis e subn4veis como se fossem personalidades e sub
personalidades
distintas do passado remoto6 ligadas vibratoriamente aos corpos sutis fragmentados6
<ue por sua
ve3 podem ser divididos novamente6 e assim sucessivamente6 iniciareis uma corrida
em <ue n5o
tereis condi5o de alcanar a lin>a de c>egada
.em dúvida6 o complexo etérico6 astral e mental inferior pode ser desdobrado
através dos
recursos abenoados da técnica <ue c>amais de Apometria6 facilitando a sintonia
dos médiuns
treinados +a4 a cairdes em fBrmulas matem8ticas como se estivésseis fa3endo um pic
adin>o para
;reprogramar n4veis e subn4veis de personalidades do passado remoto;6 alterando a rel
a5o causal
<ue estabelece as teias c8rmicas de cada individualidade única6 é exagero intelect
ual de alguns
aligeirados na autopista do Terceiro ilnio

Nota sobre o 2orpo Mental Superior"

No curso da e&olu@o nos mundos inferiores( a alma introduF em


seus &e!culos
Bualidades Bue so indese.&eis para o seu desen&ol&imento tais com
o o orgul=o(
irritabilidade e sensualidade+ *stas se mostram como &ibra@Kes nos &.rios corpos(
mas uma
&eF BueHSo &ibra@Kes inferiores do mundo astral$etérico$f!sico( no podem
reproduFir$se no
corpo causal Gmental superiorH Bue é formado eclusi&amente da matéria s
uperior dos
mundos mentais+ O corpo causal Gmental superiorH s pode ser afetado pelo cor
po astral e
pelo mental inferior atra&és de &ibra@Kes Bue representem boas Bualidades+ O efeito
pr.tico
disto é Bue o indi&iduo s pode construir na sua alma boas Bualidades atra&és dest
e &e!culo(
impressKes negati&as so descartadas( pois seu corpo causal Gmental superiorH
no possui

J
D

matéria similar na Bual possa epressar defeitos+ Nen=um mal pode ser arm
aFenado no
2orpo 2ausal GMental SuperiorH( o Bue é estocado nos &e!culos inferiores $ Astral(
*térico e
!sico
O corpo causal GMental SuperiorH é o &e!culo permanente da alma
nos mundos
superiores+ Na maior parte das pessoas ainda no est. completamente ati&o+
2onforme a
alma desen&ol&e suas Bualidades latentes atra&és do longo curso da e&olu@o(
a matéria
superior deste &eiculo é gradualmente traFida a a@oQ toda&ia é soment
e no =omem
aperfei@oado $ os adeptos iniciados $ Bue est. desen&ol&ida em sua mais plena capaci
dade+
3uando epresso no =omem Bue é capaF de pensamentos abstratos
e emo@Kes
altru!stas( a matéria do corpo causal GMental SuperiorH( desperta em resposta+ Se
mostram
ao obser&ador clari&idente em cores( ao in&és de serem( como antes G2orpo Mental I
nferiorH(
meramente um o&ide transparente( se transformando em uma esfera preenc=ida
dos mais
ador.&eis e delicados tons os Buais indicam o desen&ol&imento espiritual da alma+
*sta nota foi baseada em %eadbeater( 2+;+ $ A ,nose 2rist( p.g+
4( *ditora
Teosfica( /7+

$E!GU35 - 5 literatura teosó*ica disponível, baseada nas *iloso*ias orie


ntalistas,
especi*icamente no hinduísmo, a*irma que o corpo astral comp(e-se de sete estados de
mat"ria
astral, cada uma decompondo-se do mais 2rosseiro para o mais sutil. E
sses níveis de
condensaão do corpo astral não se associam a estados da conscincia que
o animou no
passadoA Lo2o, não poderiam ser desdobrados em esp"cies de subníveis de um a sete,
como se
*ossem personalidadesA
RAMATLS - O estado atual do corpo astral6 sendo um ve4culo tempor8rio
e su7eito @
transitoriedade da manifesta5o do esp4rito no plano astral6 relaciona-se ao momento
presente da
conscincia <ue o anima O >omem evolu4do espiritualmente ter8 um corpo astral be
m delineado6
plenamente
e emprestouformado6 como se fosse uma tela art4stica retratando fielmente o su7eito <u
temporariamente sua imagem para o pincel de >abilidoso artistaM o materialista tem ess
e envoltBrio
como se fosse uma caricatura mal desen>ada da sua personagem !ntre os dois extre
mos6 do ente
apegado ao sensBrio6 animalesco6 mes<uin>o e individualista6 e do indiv4duo frater
no6 amoroso6
altru4sta e desinteressado6 >8 muitos n4veis vibratBrios6 <ue determinam o est8gio de
densifica5o
do corpo astral
Hada n4vel de condensa5o do fluido cBsmico <ue comp?e as moléculas e 8to
mos do corpo
astral6 do mais denso ao mais sutil6 é regido pelas leis <ue estabelecem a ascens5o espi
ritual
Hom certe3a podeis6 pelas contagens de pulsos magnéticos associados @ for
a mental de
concentrado operador apométrico6 por sua ve3 potenciali3ada pelos esp4ritos do lado d
e c86 alterar
momentaneamente6 para baixo ou para cima6 a fre<=ncia e os n4veis de densific
a5o do corpo
astral desdobrado6 aumentando ou diminuindo a coes5o das moléculas supraf4sicas <ue
o formam
Nessas ocasi?es6 é normal aflorarem situa?es traum8ticas de vidas passadas6 facilitand
o a sintonia
dos sensitivos para vivenciarem em si a catarse dos tormentos pretéritos do consulen
te Todavia6
deveis entender esses procedimento. como mera técnica de apoio mental para vBs6 ass
im como os
magos brancos de outrora se guiavam por pontos de fixa5o de desen>os
geométricos <ue
facilitavam a concentra5o grupal e a cria5o de formas-pensamentos coletivas6
importantes para
interferncia no plano astral
!ntretanto6 incorreis em e<u4voco ao supor <ue os sete n4veis de condensa
5o do corpo
astral6 <ue est5o relacionados com os sete subplanos astrais6 se7am e<uivalentes a pe
rsonalidades
passadas os fragmentos do inconsciente6 ou ao <ue c>amais de n4veis de c
onscincia Tais

D
'

associa?es6 como técnica de apoio para os comandos verbais e contagens de pulsos m


agnéticos na
din9mica apométrica6 conf,ariam frontalmente a unicidade do inconsciente
Tende em mente <ue a conscincia6 destinada @ expans5o6 tem fluxos e refluxo
s O esp4rito
mantém as mesmas recorda?es e memBria <uando volta ao mundo dos mortos Hont
udo6 <uando
reencarna6 sobrevém o es<uecimento6 sendo a conscincia totalmente ;absorvida;
pelo único e
imut8vel inconsciente Nesse ir e vir6 cada ve3 <ue o ser retorna para o Além6
sua conscincia
tende a ser maior e mais expandida <ue a conscincia personificada na encarna5o ante
rior
.em exce5o6 a inexorabilidade das leis <ue regem a evolu5o determina
<ue a ascese
espiritual atingir8 a plenitude com uma conscincia una6 <uando o esp4rito n5o precis
ar8 mais do
inconsciente como subterfúgio para suportar6 pelo es<uecimento tempor8rio6 seus d
esmandos do sublimado pelo esforo prBprio o eu inferior <ue o amordaava comp
passado Ter8
ulsoriamente
na rede c8rmica das reencarna?es sucessivas
Hada n4vel de condensa5o ou faixa vibratBriaQ do corpo astral6 para ser
superado6 n5o
exige uma rela5o direta com somente uma personalidade No mais das ve3es se im
p?em v8rias6
centenas6 de encarna?es sucessivas para o esp4rito galgar um outro est8gio de sutili3a
5o do corpo
astral a ponto de alterar a faixa de fre<=ncia vibratBria <ue o locali3a no plano astral
N5o subestimeis a magnanimidade soberana do Hriador para com as
criaturas6 .uas
cria?es A Perfei5o Absoluta6 ao criar as múltiplas diferencia?es de perso
nalidade pelas
encarna?es sucessivas para a vida única e infinita dos seus fil>os - des
tinados a serem
individualidades espirituais em eterna evolu5o -6 precaveu-.e6 mantendo as
experincias transatas
como se fossem um bloco único ar<uivado no inconsciente6 <ue momentanea
mente mantém
desligada a conscincia6 devido aos desmandos do ego no passado remoto
A busca incessante da expans5o consciencial prossegue em cada enc
arna5o6 até a
con<uista perene6 inabal8vel e definitiva do discernimento cr4stico pel
o esp4rito6 <ue
conscientemente subverter8 o inconsciente6 dando seu grito de alforria do 7ugo carnal
Podeis concluir <ue a matem8tica proposta6 desdobrando cada n4vel em uma pe
rsonalidade
ou um subn4vel de conscincia <ue se abre de sete em sete6 sucessivamente6 tendend
o ao infinito
<uanto mais antigo o esp4rito6 é por demais simplBria .e assim fosse6 os magos neg
ros 78 teriam
instalado o caos na Terra6 transformando-a em verdadeiro e incrementado infe
rno de +ante
Eariam reprograma?es c8rmicas <uais ciganas a lerem a sorte nas praas públicas

$E!GU35 - %nsistimos, no atendimento apom"trico " certo desdobrar


mos cada
um dos níveis e respectivos subníveis para localizarmos a *onte do problemaA 5*in
al, são sete
corpos, tantos níveis e in*initos subníveis. amb"m com *req?ncia não sa
bemos se h/
processos obsessivos e<ternos nos transtornos anímicos do consulente, se e<iste apenas
um ente
obsessor ou mais de um, se " um espírito desencarnado, um encarnado desdob
rado, *orma-
pensamento arti*icial ou v/rias resson#ncias de vidas passadas, tudo ao mesmo te
mpo. + que
devemos *azerA

essado6 O6
mas MARIA 2ON,A - Os fil>os nos perdoem o mugido atrav
esta preta vel>a pede licena ao indiano6 mais con>ecido na nossa banda como o Hab
oclo Atlante6
para meter a col>er na cumbuca al>eia e reforar o ponto do caldo sen5o a coisa vai de
sandar
Os esp4ritos benfeitores6 guias e protetores6 por mais con>ecimento <ue ten>am6
n5o andam
com uma tabuada decorada na cac>ola .abe6 nBs estamos por a4 visitando seguida
mente muitos
grupos de Apometria da Terra6 pois temos compromisso com os <ue nos autori3am a
trabal>ar no

D
1

Plano Astral assistindo os fil>os nesses trabal>os "amos falar bonito6 diferente
do terreiro de
Umbanda6 <ue os fil>os ;apRmetras; entendem e apreciam
Temos visto muito ego avanta7ado6 muito excesso de técnica6 muito con>ecime
nto <ue n5o
<uer di3er sabedoria6 muita numerologia e fBrmulas da f4sica <u9ntica aprendidas
num
semanafimpreviamente
de pago6 <ue mais parece um cabal4stico pi<ueni<ue festivo contrata
do6 em <ue
cada um procura estalar os dedos mais alto <ue os outrosM e <uanto mais vasto o núme
ro de bols?es
de esp4ritos sofredores ;socorridos; e legi?es de magos ;retidos; ou ;doutrinados;6 mai
s pomposos
os posteriores relatos estat4sticos dos atendimentos coletivos Eeitos em
salas de >otéis
impregnadas de baixas vibra?es pelo excesso de imagina5o <ue compensa as carn
cias afetivas
dos fil>os6 e sem nen>um comprometimento com a egrégora necess8ria6 <ue im
anta os locais
consagrados
Nessesaocasos6
trabal>o
com>abitual
o cora5o entristecido6 verificamos uma banali3a5o das de
sobsess?es6
<ue n5o se tradu3em em simplicidade altru4sta6 mas num interesseiro e articula
do método de
atendimento6 muito similar6 mesmo sendo mais erudito na exposi5o verbal6 @ retBrica
das igre7as
salvacionistas6 movidos <ue s5o pela inten5o oculta de angariar din>eiro dos seus
divulgadores6
;instrutores; da Nova !ra
.5o tantos os n4veis6 subn4veis6 cord?es coloridos6 corpos6 subcorpos6 energia
das estrelas6
reprograma?es c8rmicas6 campos de foras de <ue sB os doutores da f4sic
a entendem os
fundamentos6 <ue muitos fil>os <ue alme7avam serem deuses poderosos no olimpo da
Apometria
est5o como centauros perdidos na floresta e n5o sabem mais o camin>o de v
olta @ tril>a da
simplicidade dos esp4ritos s8bios6 como )esus ou Erancisco de Assis O intelecto serena
do e o amor
aumentado s5o importantes para <ue se7am instrumentos mediúnicos dBceis e fiéis O
excesso de
racionali3a5o aumenta demais o animismo durante os atendimentos6 deixando vossa r
ede nervosa
como se numa tempestade c>eia de raios e escuras nuvens6 dificultando ao nosso
bar<uin>o do
lado de c8 c>egar nesse mar revolto das mentes encarnadas
Ce>6 >e>6 >e>6 saibam6 meus fil>os6 <uando uma vovB da nossa banda6 cale
7ada no atrito
dos terreiros da vida6 ainda por cima preta e mirongueira6 fala6 os burricos abaixam as
orel>as
"amos falar bonito para os fil>os doutos entenderem: as experincias do es
p4rito milenar
v5o sendo ar<uivadas numa espécie de >olograma6 em <ue as vivncias nas diversas
encarna?es
s5o espec4ficas ondas vibratBrias6 ;acondicionadas; em um mesmo enfeixamento
ondulatBrio6
como se estivessem sobrepostas em uma única escala de fre<=ncia6 sem
in4cio ou fim6
caracteri3ando a unidade atemporal <ue é o inconsciente O <ue fa3emos nos at
endimentos da
Apometria é potenciali3ar as ondula?es desse feixe <ue est5o distorcid
as e ressoando
negativamente por traumas do passado n5o superados6 direcionando-as para os
médiuns captarem
os est4mulos dese<uilibrantes <ue aparecem polari3ados6 impressos na rede sin8ptica6 o
casionando
a natural somati3a5o
as de nen>uma maneira isto descaracteri3a a unidade do inconsciente ou
divide-o em
;retal>os; ligados aos corpos sutis esfacelados6 como se fossem fatias de um bolo ui
to menos se
apaga a memBria perene ou se reprograma n4veis conscienciais outrora vivido
s <ue est5o a
influenciar a atual conscincia encarnada Zuando os fil>os se libertarem dos instintos
inferiores e
do ciclo carnal ter5o acesso a todos os registros dispon4veis nesse >olograma6 <ue na
da mais é do
<ue a mente espiritual destinada aos mundos isentos da forma6 percebi
da no universo
tridimensional limitado ao plano f4sico
Os fil>os devem se preocupar é com se entregar amorosamente @s catarses <u
e liberam os
consulentes dos sofrimentos6 usar mais os sentimentos e as emo?es do corpo astral
.e é forma-
pensamento6 esp4rito ou Artificial6 é de somenos import9ncia no ato do atendimento6

pois muitas

D
&
ve3es somente alguns esp4ritos especiali3ados nessas lides no Além - antigos magos e
al<uimistas
<ue >o7e trabal>am na faixa dos !xus - conseguem detectar essas pe<uenas diferenas

Obser&a@Kes do médium"

#omocertas
uidamente somos qual 2-o 4omé ' temos que ver para crer ', seg
"coincid0ncias" nos ocorrem, sendo @amatís &abilidoso em mandar esses recados "ca
suais" para
a manutenç-o da nossa con!iança, como bem nos orienta a respeito7 "53s médiuns s
ois instáveis
por vossa intrínseca natureza psíquica, algo buliçosa, potencializada antes de
reencarnarem
#omo um rádio que necessita seguidamente de ajustes na sintonia para n-o recepc
ionar muitas
estaçes emissoras em curto tempo, tendes seguidamente, para n-o !icardes com
os nervos em
cacos, as comprovaçes regulares do que recebeis mediunicamente do lado de c
á É como
!ossem se
coordenadas para vos mostrar que a localizaç-o do dial de !reqO0ncia ra
dio!Inica está
exata, vos dando segurança e convicç-o interna do rumo do vosso !rágil barco e
xistencial, que
está navegando transitoriamente no mar tempestuoso da mediunidade socorrista, r
oteiro aceito
para a vossa pr3pria bem'aventurança espiritual"
Ap3s escrevermos esta %ltima resposta, sintonizados com as vibraçes e o pen
samento de
5ov3 aria #onga, c&egou'nos, por e'mail, um artigo ' "$ #érebro Bolográ!ico" '
extraído por
um amigo do site do (aborat3rio Bolográ!ico da U)* ' Universidade )ederal de 
inas
sob a*erais,
responsabilidade do pro!essor (indsle ;aibert
$s conte%dos deste artigo corroboram as a!irmativas de 5ov3 aria #onga sob
re a mente se
comportar como uma espécie de &olograma
Em síntese, relaciona os resultados de várias pesquisas que apontam para a poss
ibilidade de o
cérebro &umano, com seu processo ainda indeci!rado de armazenar in!ormaçes, !unc
ionar como
se !osse um &olograma7
" Um dos maiores quebra'cabeças é a maneira pela qual o nosso cér
ebro armazena
in!ormaç-o 8en&uma relaç-o uma a uma !oi detectada entre uma determinada célula
cerebral
grupo deoucélulas e um pensamento particular ou mem3ria 2e !osse assim, isto ser
ia possível de
ser veri!icado, pela remoç-o de áreas selecionadas do cérebro e observaç-o da
perda de uma
característica particular aprendida =á "um dos !atos mais estabelecidos, ai
nda que mais
desconcertantes sobre os mecanismos do cérebro e a mem3ria é que grandes destrui
çes dentro
do sistema neural n-o prejudicam seriamente a sua !unç-o" (as&le e outros des
cobriram isto
pela primeira vez ao remover G a LLT das estruturas neurais, como o cortex visua
l, em vários
animais Eles observaram que, inacreditavelmente, resultava em nen&um
e!eito sobre o
recon&ecimento de uma característica visual previamente aprendida ;e algum
a maneira, a
in!ormaç-o estava armazenada em algum outro lugar
 (as&le postulou7 "a mem3ria é registrada onipresentemente através
do cérebro" 
"+ribram percebeu espantosas similaridades entre este conceito e a teo
ria &olográ!ica
convencional  8a verdade, @odiec demonstra "que as equaçes matemáticas
descrevendo o
processo &olográ!ico encaixam exatamente com o que o cérebro !az com a in!ormaç-o
"
:sto é mais que uma coincid0ncia<
 A &ip3tese &olográ!ica serve portanto n-o apenas como guia p
ara a experi0ncia
neuropsicol3gica, mas também como possível !erramenta no entendimento do
s mecanismos
envolvidos em problemas comportamentalmente derivados do estudo da mem3ria e da
percepç-o"
E, como )erguson notou, "a teoria de +ribram tem gan&o crescente apoio
e n-o tem sido
seriamente desa!iada" /gri!amos1

D
(

Endereçamos o leitor estudioso para o texto completo desse


artigo, no site
VVVebau!rngbrW&ololab

$E!GU35 - 'as, se " possível o contato com um 5rti*icial atrav"s da


catarse de
um sensitivo, ou com um tipo de *orma-pensamento densa e manipulada pelos ma2os
ne2ros, h/
riscos em pedir que um dos m"diuns d passividade nesses casos, sob pena de in*luen
ciaão, 8/
que estaremos me<endo com *oras poderosíssimas e que nada tememA
O6 MARIA 2ON,A $ Fom6 78 <ue esta preta est8 por a<ui
perto mesmo6
vamos continuar com a col>er na cumbuca desse Haboclo Atlante de Ogum6 <ue é ma
is con>ecido
da maioria dos fil>os como o indiano do turbante de pedra verde
.e >8 dúvidas do dirigente <uanto ao amparo espiritual diante das tarefas assis
tenciais <ue
se apresentam ao grupo6 >8 <ue se rever todo o método de trabal>o <ue o alicera Na
Umbanda >8
um aforismo popular <ue di3: ;8rvore de gal>o torto n5o d8 para ser toco de preto vel
>o; Ou se7a6
se os médiuns podem ficar influenciados apBs os trabal>os é <ue n5o est5o
preparados para
trabal>ar com Apometria ou outras tarefas de socorro .e assim est8 ocorrendo6 os
fil>os devem
rever a fé nas foras cr4sticas <ue se aglutinam <uando >8 um ou mais seres reunidos
em nome de
)esus para fa3er a caridade
"amos repetir um ditado <ue sempre di3emos aos ;cavalos; <ue est5o iniciand
o: no vasto
campo do socorro de Nosso .en>orM n5o ol>amos os dentes nem o plo dos
burricos <ue se
apresentar5o ao nosso arado6 pois o <ue nos importa é lavrar a terra para a boa seme
adura Eaam
como )esus fa3ia6 atendam a todos sem receios e ten>am amor e perd5o nos cora
?es <ue nada
atingir8 os fil>os

$E!GU35 - 5inda, supondo que saibamos que " uma *orma-


pensamento dessa
enver2adura, um 5rti*icial *ruto das artes da ma2ia usada para o mal, como elimin/-
lo, se *or
esse o correto procedimentoA $oderia ser tentada uma permuta, uma ne2ociaãoA 'as
que tipo
de ne2ociaãoA 4ue troca um ser como este aceitariaA
RAMATLS $ A catarse <ue se verifica com o médium6 <ue é acompan>ada
por intenso
campo magnético6 peculiar @ fora centr4peta dos corpos astrais e etérico desacopl
ados6 aliada @
libera5o de elevada <uota de energia animali3ada pela ativa5o dos c>acras6 reper
cute ao n4vel
glandular6 liberando >ormRnios e mediadores f4sio<u4micos6 fa3endo com <ue este
s a7am como
detonadores de cargas negativas6 sendo na maioria das ve3es o suficiente
para desintegrar
completamente esses morbos destrutivos con>ecidos como Artificiais
Todavia6 persistindo a existncia de algo t5o deletério6 podeis criar um campo de fora
triangular e
plasmar fogo em seu centro6 e concomitante @s contagens de pulsos magnéticos entoar
c9nticos da
lin>a de pretos vel>os6 <ue s5o ex4mios nesse tipo de desmanc>e O elemento fogo6
devidamente
plasmado pelos !sp4ritos da Nature3a con>ecidos como salamandras6 tem a
finalidade de
>igieni3ar6 desintegrar6 cauteri3ar6 enfim6 transmutar energias densas para a finalidade d
e cura N5o
se <ueima ou se c>amusca os esp4ritos obsessores ou socorridos6 mesmo na Umb
anda6 em <ue
utili3amos condensadores materiais como pontos de fixa5o para doa5o de energia6 c
omo o s5o a
pBlvora e o 8lcool6 pois a assistncia socorrista dos técnicos do astral fa3 com <
ue os trabal>os
desse tipo transcorram sem riscos Os <ue descon>ecem as possibilidades desse e
lemento fogo
est5o garroteados num modelo de trabal>o puramente mental de doutrina5o6 o <ue n5
o <uer di3er

D

<ue os esp4ritos benfeitores n5o se utili3em de campos de foras e dos


<uatro elementos
planet8rios6 pois s5o da Nature3a e independem das diferenas <ue alimentam o
s preconceitos
separatistas entre os >omens
!st5o fra<ue7ando os alicerces de <uem condu3 os trabal>os <uan
do se sup?e a
possibilidade de ;negocia5o; ,sso denota pretens5o6 pois <uem negocia sup?e-se
preparado para
tal6 e o con>ecimento da 7ustia cBsmica e o respeito ao livre-arb4trio n5o permitem
esse tipo de
negociata O 7ulgamento de tais casos cabe aos maiorais <ue tm competncia
ad<uirida nos
tribunais divinos do Além .e nem sabeis o <ue é 7usto para vBs6 como alme7ard
es negociar no
trabal>o de caridade em nome de uma outra conscincia6 <ue por sua ve3 est8
envolvida num
emaran>ado c8rmico de um bloco de esp4ritos ligados pelos desmandos no passadoK
"erificai os
procedimentos de )esus6 <ue nunca bargan>ou com os ;demRnios;6 e si
m desalo7ava-os
sumariamente6 aliviando a todos <ue o procuravam6 cabendo @s >ostes angélicas <ue o
cercavam o
devido encamin>amento de cada individualidade em conson9ncia com a lei c8rmica

$E!GU35- 3o caso de pacientes se2uidamente atendidos por i


ndicaão do
diri2ente de 2rupo apom"trico, que por sua vez " remunerado pelo tratamento dess
es mesmos
consulentes no seu consultório particular, não *ica comprometido o amparo
dos espíritos
ben*eitores 0 corrente medi)nicaA
RAMATLS - N5o6 pois a maioria dos médiuns se entrega gratuitamente
e de boa fé
Uma erva danin>a n5o compromete a bele3a do 7ardim florido Hontudo6 no mo
mento 7usto o
7ardineiro incans8vel estar8 a postos para ceifar as ra43es do mato rasteiro <ue ameaar
se espal>ar
O cidad5o <ue procede egoisticamente em proveito prBprio no trabal>o mediúnic
o6 e <ue tem
conscincia das leis de causa e efeito6 est8 criando para si algo nefasto para resolu5
o no futuro
esmo com as curas reali3adas pela entrega desinteressada do grupo6 n5o aufere nada
positivo no
sentido de <ue 78 est8 recebendo as benesses do vil metal dos >omens e a notorieda
de diante dos
pacientes <ue aumenta a clientela6 inflama a c>ama da vaidade e fa3 recrudescer o eu i
nferior

$E!GU35 - 5 5pometria, por seus desdobramentos coletivos cons


cientes, ao
contr/rio das e<perincias que ocorrem com o corpo astral pro8etado durante o sono *í
sico com
rememoraão parcial, se vale mais das impress(es do corpo mental no universo astralA
RAMATLS $ O <ue determina <ue se7am conscientes os desdobramentos co
letivos dos
grupos de Apometria é o fato do corpo etérico n5o estar desacoplado totalmente Zua
ndo dormis6
ocorre do corpo etérico se pro7etar fora do corpo f4sico6 fato dispens8vel dentro
das atividades
socorristas da Apometria
O corpo astral pode perfeitamente estar desdobrado sem entorpecimento
ou catalepsia
let8rgica e o sensitivo narrar todas as ocorrncias do Plano Astral6 consci
entemente6 pelo
magnetismo da egrégora grupal <ue se instala +a mesma maneira6 de acordo com a
sensibilidade
inerente a cada um6 existem médiuns <ue tm maior facilidade de pro7e5o em
corpo mental6
também narrando os cen8rios do lado de c86 contudo sem vivenciar em si a cata
rse emocional6
como ocorreria se estivesse com o corpo astral desdobrado
C8 se7a
médiuns6 <ue se considerar <ue os n4veis de conscincia e rememora5o dos
durante o sono f4sico6 no transe mediúnico ou nos desdobramentos indu3id
os pela técnica
apométrica6 s5o determinados pelas experincias de vidas passadas e pelos ;do
ns; <ue foram
D
2

potenciali3ados no corpo astral pela sensibili3a5o dos técnicos nessas lides6


antes do ser
reencarnar
Logo6 a maior ou menor facilidade de desacoplamento do duplo etérico6 <u
e por sua ve3
determina a <ualidade das lembranas6 desde as parciais até a conscincia total6 nada
mais é <ue
uma resultante dessa interven5o do lado de c86 antes da reencarna5o6 e de acordo co
m os futuros
compromissos do médium6 plenamente acordados com os esp4ritos <ue o assistir5o P
or isso6 n5o
adiantam muito os exerc4cios e os cursos r8pidos de pro7e5o astral6 pois se o ser n5
o tiver em si

essas potencialidades
Observai <ue elas n5o seasfar5o
<uando manifestar
trombetas soamde em
uma c>amamento
>ora para outra
nos refol>os
da alma6 essas
experincias comeam espontaneamente6 ine<u4vocas6 e num primeiro momento levam
o sensitivo
ao dese<uil4brio6 fato <ue o obriga6 pela dor e sofrimento6 a buscar rea7ustar-se através
da mudana
4ntima6 moralM essa forma de educa5o o credenciar8 com segurana @s incurs?es no va
sto universo
astral

$E!GU35 - 4uais os cuidados que devemos manter para termos


os veículos
in*eriores - corpo *ísico e duplo et"rico - &moldados& em condi(es de in*luenciar posit
ivamente
os desdobramentos dos corpos astral e mental com lucidez, sem perda total da co
nscincia, a
ponto de nos lembrarmos das &via2ens& nas dimens(es supra*ísicasA
RAMATLS - O corpo f4sico e o duplo etérico constituem os ve4culos
mais densos e
grosseiros de manifesta5o do esp4rito Zuanto mais vos servis desses intermedi8rios6
ao contr8rio
de servi-los6 estareis vos aprimorando .e vosso corpo f4sico for um barco @ deriva no
mar revolto
dos v4cios6 sensa?es e >8bitos rasteiros6 exageradamente valori3ados pela maioria
dos cidad5os
como o s5o a glutonaria6 o sexo6 as drogas e as bebidas alcoBlicas6 maior
es ser5o vossas
dificuldades para os desdobramentos conscientes
O duplo etérico6 sendo uma cBpia do corpo som8tico6 espécie de negati
vo fotogr8fico6
adensa-se proporcionalmente @ vida desregrada na carne6 aumentando o magnetism
o animal <ue
envolve os corpos inferiores
Zuanto aos vossos >8bitos6 o carnivorismo atua ;inflando; o corpo etérico6 si
milar a uma
silenciosa bomba de enc>er pneum8ticos6 deformando-o pela intumescncia past
osa6 de odor
desagrad8vel6 com intensas emana?es vol8teis pútridas e pega7osas Aumenta a
imanta5o ao
invBlucro f4sico6 pre7udicando6 <uando n5o impedindo totalmente6 os desdobrament
os do corpo
astral
O 8lcool é potente detonador desse ve4culo eteri3ado Por ser altamente vol8til6
<uando em
excesso repercute destrutivamente na tessitura do duplo etérico !ssa volatilidade é b
enfa3e7a em
pe<uenas concentra?es6 como as utili3adas nas dinami3a?es dos medicamentos >
omeop8ticos6
<ue s5o de inestim8vel valia para se atingir certas fun?es energi3antes latentes
na contraparte
etérica dos Brg5os f4sicos6 o <ue6 pela natural fora centr4peta <ue mantém os co
rpos inferiores
agregados6 rapidamente ocasionar8 efeito curativo no corpo f4sico Ocorre <ue vosso
s drin<ues e
bebidas espumosas geladas - cerve7as - s5o sorvidos avidamente aos litros6 para o ent
orpecimento
eufori3ante de vossos sentidos6 <ue alteram o psi<uismo .5o altamente pre7udiciais @s
fun?es do
duplo etérico6 e pela volatilidade natural dos alcoBlicos <ue ingeris com sofreguid5o6
nos estados
de embriagues os eflúvios oriundos desses compostos org9nicos fermentados6 ricos em
8tomos de
carbono saturados <ue oxidam rapidamente em contato com o metabolismo

corpBreo6 vos
enc>arcam destrutivamente6 ;desacoplando; violentamente o corpo astral  como se
este ficasse

D
G

desencaixado de vosso campo 8urico6 estabelecendo-se uma abertura para os


insaci8veis bebedores
do além-túmulo <ue ocupar5o essa 7anela vibratBria como se fRsseis verdadeiros
repastos vivos
Obviamente6 de nada adiantam os >8bitos saud8veis para a manuten5o dos ve4
culos f4sicos
se os vossos pensamentos est5o desalin>ados6 negativos6 rec>eados de ego4smo6 Bd
io e vaidade
Através das sinapses nervosas do cérebro <ue descem por impulsos elétricos pela med
ula espin>al
e suas ramifica?es por todo o corpo f4sico6 afetam as gl9ndulas endBcrinas6 desesta
bili3ando-as6
en<uanto os c>acras 78 estar5o desalin>ados em seus giros
N5o podeis fa3er nada no plano f4sico sem servir-vos do cérebro e do sistema
nervoso6 <ue
para estar >armoni3ados devem ser submetidos conscientemente @ vontade6 <
ue domina os
pensamentos rebeldes6 rec>eados de negatividade6 do ego !xtinguindo-os g
radativamente6
realimentando o ciclo pensante com otimismo6 confiana6 idéias positivas6 fraternas e a
ltru4stas6 de
elevado cun>o espiritual6 mudareis as somati3a?es negativas para positivas Hom i
sso advém a
calma6 a serenidade e o relaxamento ps4<uico fundamentais @ medita5o6 <ue abre o ca
nal da mente
com as idea?es do eu superior6 expandindo a conscincia .utili3a-se assim aos pou
cos o duplo
etérico pelo dom4nio do corpo f4sico6 <ue ser8 vosso servo e n5o mais o carrasco i
mpiedoso dos
instintos sensBrios descontrolados6 ampliando-se ent5o vossas percep?es do unive
rso sutil dos
planos astral e mental

$E!GU35 - 7olicitamos maiores in*orma(es sobre as repercuss(es et"ri


cas e as
a*inidades que atraímos do plano astral que di*icultam a e<pansão de nossas
capacidades
psíquicas e anímicas, necess/rias para nos desdobrarmos conscientemente nos tr
abalhos de
5pometria.
RAMATLS $ Os médiuns <ue se disp?em a ser instrumentos de socorr
o e cura nos
grupos de Apometria devem 3elar pela ;pure3a; dos seus ve4culos densos
- tendo-se por
pressuposto b8sico <ue 78 >a7am reali3ado a imprescind4vel evangeli3a5o indi
vidual <ue se
expressa em a?es pr8ticas na vida di8ria Por outro lado6 todo o esforo re<uerido p
ara os ideais
superiores de auxilio e amor ao prBximo serem interiori3ados6 num médium viciado e
m drogas ou
alcoolista é maior N5o <ue n5o se7a instrumento de socorro6 mas ter8 enorme
s dificuldades6
<uando n5oa completo impedimento6 de doar fluidos ade<uados para as curas espiritua
is levadas
efeito pelos técnicos do lado de c8 As suas emana?es ser5o pre7udiciais pelos efeitos
dos eflúvios
alcoBlicos6 como mencionamos anteriormente Zuando muito esse sensitivo6 se
for médium6
servir8 de ;isca; aos bebedores desencarnados6 sobrecarregando os demais membros
da corrente
mediúnica nos diversos trabal>os apométricos
Nesta !ra do entalismo6 parece-nos <ue muitos espiritualistas est5o
es<uecidos da
;pure3a; do corpo f4sico Ao contr8rio6 se preocupam exageradamente com
as purifica?es
espirituais6 algo compungidas e c>orosas !<uivocadamente entendem <ue tudo é men
tal no reino
espiritual6 desconsiderando a import9ncia dos corpos inferiores >armoni3ados !mpantu
rram-se de
finas iguarias sanguinolentas bem temperadas e re<uintados drin<ues6 afirmando
<ue isso é de
somenos import9ncia6 en<uanto sorvem um tabaco esfumaante !sse é um modelo d
istorcido de
valori3a5o do esp4rito6 <ue n5o valori3a a >armonia dos ve4culos f4sicos6 t5o
cultivada pelos
m4sticos e iogues de todos os tempos
Zuanto @s emana?es etéricas de baixa <ualidade6 ;vapori3adas; constantement
e em volta
de vossas auras6 atraem pelo metabolismo a <ue se afinam6 larvas6 vibri?es6 mi
asmas6 bacilos
ps4<uicos e formas-pensamentos pardacentas e pega7osas <ue vagueiam errantes !sses
>abitantes
nocivos do microcosmo astral6 microorganismos flutuantes @ procura de um >ospedeir
o6 criam no

D
I

éter espec4fico <ue cerca vosso campo 8urico6 decorrente do metabolismo e <uebras p
rotéicas <ue
vos mantm vivos na carne6 um tipo de limo viscoso6 malc>eiroso e p
utrefato Zuando
continuamente reforado pela conduta desregrada do esp4rito encarnado6 se fortalecem
os laos de
afinidade <ue atrair5o os desencarnados presos na crosta planet8ria pela busca de
senfreada das
satisfa?es <ue a ausncia do corpo f4sico os impede de saciar
Por exemplo6 os <ue se embriagam costumeiramente no plano f4sico6 s5o
cercados por
>ordas de ;mortos bbados; <ue se empurram para se fixarem em seus c>acras do d
uplo etérico6
<uais carrapatos em couro de bovino6 a fim de se verem saciados em sua sede enlou<
uecedora Ao
mesmo tempo6 por um mecanismo <ue se nutre dos dese<uil4brios6 robustec
em as formas-
pensamentos geradas pelos desencarnados ébrios6 sensuais6 concupiscente
s e viciados6
vampiri3adores errantes <ue enxameiam do lado de c8 @ volta dos bares e
boates terrenas6
aumentando os laos simbiBticos <ue os far5o cada ve3 mais dependentes da garrafa
,sso vale para todos6 mas é intensificado nos médiuns e sensitivos: <uant
o mais coisas
impuras ingeris6 tanto mais grosseiras as vossas percep?es6 pela escravid5o do c
orpo f4sico @s
sensa?es desregradas Homo podereis ad<uirir a sutile3a ps4<uica para explorar
as dimens?es
supraf4sicas se n5o dominais vossos ve4culos inferiores de manifesta5o do esp4ritoK
Uma criana
<ue ainda n5o d8 os primeiros passos no seu <uarto n5o conseguir8 andar de patinete
na ladeira do
<uarteir5o Antes de escrever os cen8rios e as experincias da alma o escritor d
eve aprender o
alfabeto6 as regras b8sicas de ortografia e da gram8tica O bar4tono n5o entoa o c9nti
co ma7estoso
<ue fascina sem antes saber se expressar no idioma srcinal das frases sonoras
magnificamente
compostas
!ntrai nos antros de perdi5o6 estendei as m5os @s prostitutas6 segurai os bbado
s em <ueda6
socorrei os drogados desfalecidos6 estai na lin>a de frente da caridade sem sucumbir6
assim como
fa3ia o Hristo-)esus6 mas plenamente consciente e auto-reali3ado pela frugalidade com
<ue tecia os
corpos inferiores <ue o serviram na sua miss5o >ercúlea na Terra

$E!GU35 - icamos al2o con*usos; todos os sensitivos não são m"diuns


A
RAMATLS - Nem todos os sensitivos s5o capa3es de dar precisas e in
<uestion8veis
comunica?es de um esp4rito desencarnado Podem sentir dores6 angústias6 medos6 pav
ores6 fobias
e os mais diversos sentimentos6 tanto de encarnados como desencarnados6 mas n5o c
>egam a ser
médiuns para servirem de instrumentos comunicantes dos esp4ritos desencarnados !
m verdade é
tnue a lin>a divisBria entre um e outro Fasta ao sensitivo se desdobrar e observar o
mundo astral6
descrevendo os cen8rios6 <ue tal tarefa 7_ pode ser mediúnica6 desde <ue >a7a um
esp4rito <ue o
est8 assessorando e potenciali3ando as suas percep?es as no sentido estrito da
mediunidade6
<ue é servir de instrumento para a comunica5o dos esp4ritos entre duas dimens?es vib
ratBrias6 n5o
podemos afirmar categoricamente <ue todos os sensitivos s5o médiuns Hontudo6 todos
os médiuns
evidentemente s5o sensitivos Ademais6 sendo todos vBs esp4ritos6 cada ve3 mais
tereis vossas
capacidades an4micas e ps4<uicas ampliadas6 se tornando irrelevante se sois vB
s6 um esp4rito
amigo6 encarnado ou desencarnado6 <ue est8 a se comunicar6 pois o <ue imp
orta s5o vossas
potencialidades cr4sticas despertadas

$E!GU35- !o2amos maiores detalhes sobre a *isiolo2ia das emana(es et


"ricas.

D
J

RAMATLS $ "ossa E4sica >8 muito 78 comprovou <ue as modifica?es <ue


sofre vosso
corpo f4sico s5o acompan>adas por campos eletromagnéticos Ora6 milenarmente
é<uando
sabidose <ue
estabelecem correntes magnéticas se cria um campo etérico6 <ue6 a grosso
modo6 para
vosso entendimento6 nada mais é <ue a repercuss5o do efeito f4sico em uma forma
material mais
sutil e rarefeita <ue a gasosa - o éter
!ssas emana?es caracteri3am uma ponte vibratBria com o plano astral O éter
tem mais de
um estado de condensa5o do fluido cBsmico universal >8 trs n4veis ou ;tipos
; de éter6 bem
con>ecidos dos ocultistasQ (Q6 sendo <ue as <ue vos cercam mais diretamente est5o
relacionadas
aos 8tomos do plano material e suas decomposi?es6 <ue geram as subst9ncias etérica
sdescargas
durante as
eletromagnéticas prBprias de vosso metabolismo animal .endo assim6 o dup
lo etérico é
o somatBrio dessas ;erup?es; energéticas e tem por finalidade ser intermedi8rio para
o f4sico das
energias cBsmicas <ue vos interpenetram fluidicamente através dos c>acras

7 $ Junto com os estados slido( l!Buido e gasoso da matéria( Bue os


precedem em
densidade( os Buatro tipos de Uter $ Uter I( Uter II( Uter III e Uter I Gtambém c
on=ecidos
como Uter 3u!mico( Uter de ida( Uter %uminoso e Uter RefletorH compKem os sete
n!&eis ou
estados de densidade do mundo material+ Os tr-s primeiros compKem o n!&el c=amad
o Denso
e os Buatro últimos o n!&el *térico+
Por a! se nota Bue n!&eis de densifica@o da substncia V energia( num
determinado
plano( no correspondem a subcorpos ou personalidades+ Temos no corpo f!sic
o denso
matéria de Buatro est.gios de agrega@o( e nem por isso ele deia de ser e func
ionar como
unidade indi&is!&el+ O mesmo ocorre com o corpo etérico( integrado por tr-s
est.gios de
freBW-ncia do Uter+ * assim sucede com os demais &e!culos( porBue O Bue est. e
m cima é
como o Bue est. em baio+

$E!GU35 - 3a din#mica do atendimento apom"trico, que &d


epende& dos
desdobramentos dos sensitivos para atuar no plano astral, observamos se2uidament
e que uns
m"diuns tm mais *acilidade em descrever os cen/rios e ima2ens astrais, outro
s em narrar
emo(es e sentimentos num emaranhado de dor e so*rimento, parecendo que brota
m de suas
entranhas tais percep(es. Uns raramente descrevem paisa2ens das dimens(es supra*ísic
as, mas
tm 2rande *acilidade para mani*estar as catarses, outros são mais &visuaisM; sem arr
oubos de
emotividade. 4uais os motivos destas di*erenasA
RAMATLS $ +eveis ter claro as ;fun?es; perceptivas dos vossos c
orpos astral e
mental C8 peculiaridades de um em rela5o ao outro no extenso universo das percep
?es do plano
astral6 dimens5o vibratBria <ue é utili3ada para a maioria dos atendimentos apométricos

O corpo astral6 onde se locali3a a sede das sensa?es6 é muito sens4vel
@s emo?es e
sentimentos Tem seus receptores nos c>acras inferiores: card4aco6 g8strico6 esplnico e
b8sico6 por
onde se d8 a sintonia para as catarses dos sensitivos
Ocorre <ue >8 duas formas peculiares de incurs5o no plano astral A costumeira
6 de maiores
riscos6 por<ue podeis ser mais facilmente ludibriados em vossas percep?es6
é <uando vos
encontrais desdobrados no corpo astral pro7etado no plano astral  oportuno esclarecer
novamente
<ue nem todo desdobramento é uma pro7e5oM podeis estar desdobrados em corpo ast
ral no plano
f4sico6 como nas situa?es em <ue vos enxergais fora do invBlucro carnal camin>a
ndo em vossa
residncia ou pairando acima da cama - ocorrncias nas <uais é como se fRsseis
translúcidos6 e

D
D
tocais os ob7etos materiais penetrando-os sem senti-,as ao tato ,sso n5o <uer di3er
<ue este7ais no
plano astral6 pois vossas percep?es est5o estreitas e fixas no mundo f4sic
o6 apegadas @s
<uestiúnculas di8rias Nesses casos6 pode >aver assédios dos desocupados pre
sos na crosta
planet8ria6 <ue n5o conseguem penetrar na dimens5o astralina por estarem sedentos das
emana?es
flu4dicas do amontoado de nervos e músculos de <uando estavam encarnados
Por outro lado6 <uando estais em desdobramento pro7etivo no plano astra
l utili3ando o
vosso corpo astral6 sois ludibriados com regularidade por vossas prBprias emo?es
deseducadasM
s5o formas-pensamentos e ideoplastias emitidas por seus adestrados >abitantes6
geralmente os <ue
se encontram contrariados com os visitantes ;intrusos; .endo assim6 nos grupos de Ap
ometria nos
apoiamos nesse ve4culo inferior6 o corpo astral dos médiuns6 com as suas capacida
des
para sensoriais
canali3ar emo?es e sentimentos dese<uilibrados dos esp4ritos sofredores6 <ue se >
armoni3am
apBs as catarses exaustoras <ue fluem pelo psi<uismo dos sensitivos
!ntretanto6 precisamos dos relatos descritivos de alguns cen8rios do plano
astral para a
cria5o das formas de pensamento grupais em <ue nos apoiamos para as curas
 Por isso nos
utili3amos dos corpos mentais dos médiuns desdobrados6 através dos c>acras superiore
s6 coron8rio
e frontal6 atuantes no plano astral - raramente conseguis entrar no plano mental P
odeis atuar na
dimens5o astralina com o corpo mental6 nunca com o corpo astral na dimens5o do p
lano simples
por mental6 blo<ueio da fre<=ncia vibracional mais alta6 <ue interpenetra a mais
baixa6 mas o
contr8rio n5o Nesses casos6 a clarividncia das imagens astrais e dos painéis pict
Bricos criados
pelos técnicos socorristas s5o percebidos com maior clare3a e ;imunes; @s armadil>as
dos magos
negros <ue buscam confundir e atrapal>ar .5o importantes essas imagens criadas do l
ado de c8 e
percebidas pelo agrupamento terreno formando as egrégoras6 fundamentais
para a correta
utili3a5o das energias doadas necess8rias @s curas6 e <ue s5o potenciali3adas pe
los c9nticos e
contagens
Os pausadas comuns
corpos sutis na Apometria
inferiores s5o desdobrados e pro7etados no plano astral6 sendo i
nstrumentos
para as catarses <ue liberam os esp4ritos sofredores e consulentes aflitos em transtorn
os an4micos
obsessivos
+adas as especificidades individuais de cada sensitivo6 em uns nos apoia
mos em seus
corpos astrais6 em outros em seus corpos mentais O gado vive nos gramados verde7an
tes da crosta
planet8ria6 os peixes nadam nas 8guas profundas6 as min>ocas raste7am no interior esc
uro do solo6
as aves planam nos ares acima das montan>as6 no mundo f4sico cada ser vivo >ab
itando o meio
<ue l>e é afim para a vida Assim6 nos planos supraf4sicos6 os >omens sintoni3am co
m vibra?es
ade<uadas ao seu alcance ps4<uico e de acordo com as percep?es desenvolvidas ao l
ongo da sua
existncia espiritual Os galiformes n5o sobem em bananeiras6 os primatas n5o c>o
cam ovos6 os
felinos n5o andam saltitando nas 8rvores de gal>o em gal>o e os >umanos
n5o cacare7am
acocorados em poleiros Podeis concluir <ue as conex?es da cadeia evolutiva6 p
sicobiof4sica e
espiritual da Terra6 em toda a sua plenitude e esferas dimensionais6 fogem @ co
mpreens5o dos
cidad5os comuns pela superficialidade temporal com <ue observam as coisas da Nature
3a HBsmica
<ue rege os movimentos ascensionais da sua espécie

$E!GU35 - 7olicitamos vossos coment/rios quanto 0s características


do corpo
astral desdobrado durante o sono *ísico. 7ão as mesmas que ocorrem durante o atendi
mento no
2rupo de 5pometriaA
RAMATLS $ O desdobramento do corpo astral durante o sono f4si
co difere dos
provocados na Apometria6 embora as suas ;fun?es; permaneam as mesmas

1
''

Zuando o corpo astral se desdobra com a indu5o magnética reali3ada pelas c


ontagens de
pulsos na din9mica apométrica6 o sensitivo n5o entra num estado let8rgico como é o
atingido no
per4odo em <ue dormis N5o es<ueais <ue o corpo etérico é o mediador entre o

s corpos
denso f4sico<uanto mais afastado do fardo carnal o duplo etérico6 tanto maior o esta
e astral:
do let8rgico
,sso n5o <uer di3er maior ou menor lembrana da experincia ocorrida em desdobra
mento6 o <ue
est8 diretamente relacionado com a dilata5o do corpo mental e a sutili3a5o do
corpo etérico
como transmissor das impress?es6 como se ;afrouxasse; a fora atrativa de magnetismo
animal <ue
o retém imantado ao escafandro de carne
Nos atendimentos dos grupos de Apometria o corpo etérico fica levemente
desacoplado6
facilitando a doa5o de energia animal sem os estados catalépticos ou os
desfalecimentos
sonambúlicos +urante o sono fisiolBgico6 e com mais facilidade nos indiv4duos espiri
tuali3ados e
de vida frugal6 ocorre um leve distanciamento do duplo etéreo6 e durante o final da
madrugada se
intensifica esse ;afrouxamento;6 como se fosse uma 7anela vibratBria Zuando os c
orpos astral e
mental retomam das suas viagens supraf4sicas6 esse ve4culo intermedi8rio etérico
desencaixado6
como se estivesse suavemente pendido para um dos lados6 num 9ngulo de até u
ns nove graus6
propicia a percep5o sensorial das ocorrncias astrais !sse ;desencaixe; favorece a re
memora5o
pelo estado semidesperto do Brg5o cerebral <ue se encontra entre a vig4lia e o
sono profundo6
precisamente no instante do acoplamento do corpo astral ao corpo f4sico ,maginai um
;insig>t; de
alta voltagem nas sinapses nervosas no exato momento do encaixe dos corpos
 de bom alvitre <ue os sensitivos escrevam suas impress?es6 registra
ndo os pontos
principais imediatamente6 se estiverem despertos6 sob pena de rememora5o difu
sa6 esparsa e
truncada apBs voltarem a dormir e acordarem novamente mais tarde6 nas prim
eiras >oras da
man>5

$E!GU35 - $odeis *alar-nos mais da import#ncia d


o 2estual
simbólico e dos pontos cantados com palavras que são mantras,
durante
os desdobramentos dos sensitivos nos 2rupos de 5pometriaA
RAMATLS $ !m Apometria se atua ativamente na manipula5o das energia
s cBsmicas6
como agiam antigamente os vel>os magos brancos de todas as fraternidades inici
8ticas ocultas6
desde os idos da nossa saudosa Atl9ntida Homo n5o sois meramente mental6 necessita
is de pontos
de apoio para fixa5o de vossos pensamentos para aglutinar as energias ;solt
as; no cosmo6
condensando-as nas formas <ue visuali3ais durante os trabal>os +a4 a import9nc
ia do gestual
simbBlico6 através do estalar de dedos e contagens6 <ue auxiliam os sensitivos nas c
oncentra?es
mentais exigidas para a aglutina5o das energias cBsmicas6 <ue pairam livre
s em todas as
dimens?es vibratBrias <ue vos envolvem
Aliando a esses recursos os c9nticos <ue s5o poderosos mantras6 criam-
se as formas-
pensamentos grupais para socorro ,sso é potenciali3ado pelo fato dos médiuns s
e encontrarem
desdobrados6 na maioria com seus duplos etéricos levemente desacoplados do invBluc
ro carnal6 o
<ue estabelece enorme usina grupal de doa5o de energia animali3ada6 funda
mental para as
recomposi?es de membros esfacelados6 os enxertos ectopl8smicos e a desintegra5o d
e morbos e
transplantes de Brg5os etéricos doentes
Tende convic5o de <ue a densidade de vossos fluidos6 escorados nas forma
s imaginadas
por vBs coletivamente6 dentro do manancial de recursos da Apometria6 é potente m
odificador da
coes5o molecular etérica de tecidos doentes6 condi5o fundamental para <ue consigam
os atuar em

1
'1

dimens?es vibratBrias t5o prBximas @s da matéria Alia-se @ plasticidade natural do


plano astral a
atua5o das mentes desencarnadas dos benfeitores espirituais6 <ue ampliam as ondas
mentais dos
encarnados para as curas nas regi?es visadas

$E!GU35 - 7e2uidamente escutamos críticas de al2uns irmãos que estão


tendo os
primeiros contatos com a 5pometria pelo *ato de estalarmos os dedos e batermos palm
as, como
se isso *osse al2o esp)rio, um cacoete dispens/vel da Umbanda. :/ *undamento em se
estalar os
dedos e bater palmas nos atendimentos apom"tricosA
RAMATLS - ,nfeli3mente6 a maioria de vBs considera o ato de estalar os
dedos ou de
bater palmas reprov8veis6 de m4nima import9ncia diante do mentalismo da Nova !ra6
<uando n5o
s5o de opini5o <ue é um tipo de maneirismo obsedioso6 de ;bengala; ou ;escora; ps
icolBgica de
médiuns deseducados6 sendo <ue alguns espiritualistas 3elosos da pure3a doutrin8ri
a cerceiam e
impedem as manifesta?es mediúnicas nesses moldes Agravando o <uadro das
interpreta?es
sectaristas6 n5o menos e<uivocados6 seguem uns poucos irm5os estalando os dedos por
mimetismo6
como camale?es <ue se adaptam ao meio descon>ecido e selv8tico6 sem sabere
m ao certo os
motivos desses suaves estalidos sonoros Alguns dirigentes apressados adotam as n
ovidades <ue
c>egam sem maiores aprofundamentos6 tornando os atendimentos nos grupos de
Apometria um
cen8rio de estrondosas apoteoses cabal4sticas
Nem tanto l8 nem tanto c8 A verdade é <ue vossas m5os6 como vosso
s pés6 possuem
terminais nervosos6 <ue se comunicam com cada um dos g9nglios e plexos nerv
osos do corpo
f4sico e com os c>acras do complexo etérico-astral6 como demonstramos a seguir:
dedo polegar -
c>acra esplnico regi5o do baoQM indicador - card4aco cora5oQM médio - cor
on8rio alto da
cabeaQM anular - genésico ou b8sico base da colunaQM m4nimo - lar4ngeo gargan
taQM na regi5o
<uase central da m5o6 c>acra do plexo solar estRmagoQM prBximo ao onte de "nus
regi5o mais
carnuda logo abaixo do polegar - c>acra frontal testaQ !ssas termina?es nervosas das
palmas das
m5os s5o >8 muito con>ecidas da Zuiromancia e das filosofias orientais
O estalo dos dedos se d8 sobre o onte de "nus e dentre as inúmeras fun?e
s con>ecidas
disso6 est8 a retomada de rota5o e fre<=ncia do corpo astral6 ;compensando-o;
em rela5o @s
vibra?es do duplo etérico6 aumentando a exsuda5o de energial animal - ect
oplasma - pela
acelera5o dos c>acras Hom isso se descarregam densas energias 8uricas negat
ivas6 além do
estabelecimento de certas condi?es ps4<uicas ativadoras de faculdades propiciatBrias

@ magia e @no Plano Astral .5o fundamentadas nas condensa?es do fluido cBsmi
intercess5o
co universal6
imprescind4veis para a din9mica apométrica6 e muito potenciali3adas pela sincronici
dade entre o
estalar de dedos e as contagens pausadas de pulsos magnéticos
)8 <uando bateis palmas6 sendo vossas m5os pBlos eletromagnéticos6 a es
<uerda -Q e a
direita Q6 <uando as duas m5os ou pBlos se tocam é como se formassem um curto-
circuito6 saindo
fa4scas etéricas de vossas palmas Zuando os pretos vel>os em suas manifesta?es ba
tem palmas6
durante os atendimentos na Apometria6 é como se essas fa4scas fossem ;

detonadores; ;bombas;
verdadeiras de ectopl8smicas <ue desmanc>am as constru?es astrais6
laboratBrios e
amuletos dos magos negros
;ApRmetras; e Umbandistas6 uni-vos Hontinuai estalando os dedos e bat
endo palmas6
sabedores do <ue estais fa3endo6 despreocupados6 conscientes e seguros de <ue
as cr4ticas se
perder5o como pBlen ao vento

1
'&

$E!GU35 - 4uanto 0s curas pelo pensamento dos sensitivos desdob


rados que os
direcionam para a /rea en*ermia, do corpo *ísico e et"rico do encarnado ou para o corp
o astral do
desencarnado, podeis nos dar maiores detalhes de como isso ocorreA
RAMATLS $ Os esp4ritos benfeitores n5o conseguem interceder diretamente na m
atéria densa
pela sutile3a de suas vibra?es Precisamos de ve4culos intermedi8rios <ue libere
m as energias
condensadas necess8rias para interferirmos nesses meios densos Através de vossas mentes
6 <ue atuam
do plano f4sico para os mais sutis6 conseguimos interferir do mais rarefeito para o m
ais sBlido6 pois
estamos lidando com meios de diferente coes5o molecular astral e etérica6 emb
ora o principio
mantenedor se7a único em sua fonte6 a energia <ue provém do infinito reservatBrio cBsmico

rosseiramente exemplificando6 é mais f8cil para um muum6 esse peixe <ue
vive em 8guas
pouco oxigenadas6 resistindo na lama coberta de fol>as pútridas @s diversas esta?es6 vir
sem grande
esforo até @ superf4cie da lagoa6 do <ue um bei7a-flor imergir nas suas profunde3as
lodosas,maginai a barragem de um rio represado6 <ue se gradua automaticamente nas
comportas @s
foras <ue impulsionam as 8guas pelas turbinas6 gerando a energia necess8ria para acende
r desde uma
l9mpada até a ilumina5o de uma metrBpole de mil>?es de >abitantes Assim
s5o os médiuns
desdobrados6 <ue pelas suas foras mentais propiciam as correntes etéreo-astrais n
ecess8rias para
movimentarmos as energias no mundo da forma prBximo da dimens5o vibratBria do Plano
Astral

$E!GU35 - Em relaão aos corpos b)dico e /tmico, temos in*ormaão de


que al2uns
2rupos de 5pometria os canalizam para mani*esta(es nos sensitivos, os &rep
ro2ramam& e
realinham os níveis destes veículos. + que podeis nos dizerA
RAMATLS $ A nature3a intr4nseca dessas elevadas dimens?es vibratBrias6 do pl
ano búdico e
8tmico6 se <uiser transmiti-,a6 se mostrar8 um exerc4cio de palavras inúteis6 por ab
soluta falta de
e<uivalncia em vosso atual vocabul8rio6 e n5o <ueremos nos repetir diante dos ensinamen
tos contidos
nos compndios dispon4veis6 lavrados pelos ocultistas6 m4sticos e santos da >istBria terrena
Zuanto ao <ue alguns ;apRmetras; est5o ;fa3endo; cOm esses corpos6 sB temos a
di3er <ue é
um exerc4cio de imagina5o fantasiosa6 fruto da 8rvore do ego avanta7ado pel
o con>ecimento
meramente intelectual6 alicerado num método de trabal>o técnico-milagreiro Pelo simples
fato de <ue
esses cBdigos da cria5o n5o est5o ainda abertos ao con>ecimento em vosso plano existe
ncial6 e pelo
atual est8gio evolutivo da >umanidade n5o é permitido <ue se7am descritos pelos mai
orais sidéreos6
muito menos pelos >omens Tudo o mais <ue vos for dito ser8 um exerc4cio de retBrica dis
pens8vel <ue
sB vos far8 perder o centro6 <ue é a simplicidade amorosa e desinteressada dos <ue dese7
am servir ao
prBximo
As verdades do .er .upremo sB ser5o plenamente con>ecidas <uando tiverdes

condi?es de
subir os degraus da escada <ue leva a !le Os >omens limitados n5o conseguem ainda co
mpreender o
Absoluto6 o ,ncriado !stais ainda presos @ forma6 aos fenRmenos ilusBrios6 ante
a grande3a do
,ncausado6 o .em Princ4pio Tende a certe3a de <ue um dia tereis a compreens5o des
sas dimens?es
vibratBrias superiores
Ao perguntar a )esus o <ue era a verdade6 Pilatos n5o se movia pelo interesse sin
cero6 despido
da vaidade intelectual O +ivino estre6 ao calar-se6 corroborou os grand
es profetas <ue
permaneceram silenciosos <uando <uestionados sobre os segredos do cosmo pelos curiosos
incautos A
pomposidade intelectual sem dese7o altru4sta com <ue alguns >omens procedem por s
ua arrog9ncia
va3ia6 nas lides da ;Apometria;6 denota falta de convic5o sobre os valores espirituais al
icerados na
>umildade <ue moveu )esus ao ficar calado diante de Pilatos

1
'
(

NJ
Assédios ps!Buicos entre encarnados
fora do corpo f!sico

$E!GU35 - Certa vez, na corrente medi)nica, *omos *ulminados pel

o olhar de
uma m"dium contrariada com a nossa presena. N noite nos vimos perse2uidos por es
sa pessoa
encarnada desdobrada, que tentava nos a2redir e matar. icamos tão
en*raquecidos
ener2eticamente que tivemos que recorrer 0 3atureza para nos re*azermos. Um ass"dio
psíquico
de um encarnado *ora do corpo *ísico " possível ocorrer, ou *oi e<cesso de nossa i
ma2inaão,
um tanto impression/velA
RAMATLS - Os médiuns <ue lidam com a magia6 <ue manipulam ener
gias telúricas
relacionadas
as @s enormes com os <uatro elementos planet8rios6 ar6 terra6 fogo e 8gua6 aliad
<uantidades de ectoplasma <ue envolvem as curas espirituais nos terreiros6 acabam des
envolvendo
intenso poder mental pelas seguidas concentra?es <ue envolvem os trabal>os na
Umbanda As
repulsas6 os Bdios6 ciúmes e avers?es inexplicadas6 inconscientes6 plasmam formas-
pensamentos
selv8ticas6 <ue tran<=ilamente podem se comportar como verdadeiros enfeitiamentos6
a ponto de
;atacarem; os alvos visados
Afora essas peculiaridades das emana?es mentais6 é perfeitamente comum a
o encarnado
se desdobrardae6 fora do corpo f4sico6 tentar executar os mais sBrdidos intentos6 ac
ompan>ado
egrégora criada pela plasticidade do Plano Astral6 como personagem <ue vo
lta ao cen8rio
reconstru4do do set de filmagem
No caso espec4fico6 vossa sensibilidade ps4<uica6 altamente impression
8vel para ser
instrumento do lado de c86 também o é em face dos esp4ritos encarnados As me
ntes emissoras
independem do envoltBrio carnal
Num momento em <ue se encontravam vossos corpos inferiores levemente
desprendidos
durante os atendimentos6 foram abalados por um petardo mental de baixas vibra?
es6 o <ue
levou vos
a fixar-vos mentalmente na irm5 enciumada6 a ponto dessa liga5o se ;m
ateriali3ar; no
Plano Astral durante o sono f4sico  ocorrncia em <ue o esp4rito
assediante se v
momentaneamente tomado de fúria incontrol8vel6 relacionada com resson9ncia de
vida passada
traumati3ante <ue existe entre ambos Homo se trata de médium adestrada no ca
mpo da magia6
efetivamente fostes envolvido em espécie de enfeitiamento mental <ue vos baixou
as vibra?es
dos c>acras6 advindo o desfalecimento mBrbido

$E!GU35 - $edimos maiores considera(es vossas, pois entendem


os que os
ass"dios entre encarnados desdobrados são pouco elucidados. %sto pode ocorrer com tod
os nósA
RAMATLS $ A tipologia dos assédios entre encarnados fora do corpo f4sic
o é ampla e
costumeira6 ocorrendo todas as noites durante o sono f4sico em grande parte d
os cidad5os O
encarnado adormecido assume ;personalidade; <ue o liga6 pelos laos inconscientes
do passado6
aos seus automatismos comportamentais e aos liames imorais contra outros e
ncarnados As

1
'

obsess?es entre encarnados6 ordinariamente6 demonstram <ue muitas ve3es n5o basta
a aparncia
social perante a coletividade se o ente n5o interiori3ou o comportamento evangélico no
s recRnditos
da alma
Por outro lado6 em médiuns <ue n5o aprofundaram o processo de autocon>eci
mento6 esses
ata<ues ps4<uicos se mostram mais tem4veis6 pois existem >ordas de esp4ritos d
esocupados no
além-túmulo 8vidos de prestar servios desditosos para aparel>os deseducados6
aos <uais se
vinculam como se invadissem uma constru5o abandonada
+essa forma6 os pensamentos de Bdio6 concupiscncia6 ciúme6 inve7a6 <uando
con7ugados
com o ato de vontade do medianeiro6 estabelecem condi?es mentais para
a atua5o no
desprendimento em corpo astral6 <ue imediatamente se pro7eta ao ob7etivo estabelecido
pela mente
do sensitivo ,sso feito6 os dese7os irrompidos de vingana6 sexo6 comida e bebidas6 s5
o facilmente
reali3ados através dos ;son>os; real4sticos dos cidad5os: a vi3in>a sensual se torna d
Bcil presa6 o
c>efe déspota do escritBrio é sadicamente estrangulado6 as drogas6 bebidas e finas igua
rias sobram
em mesas bem postas6 a colega concorrente @ promo5o é enforcada6 o carro novo d
o cun>ado é
todo amassado6 e assim6 sucessivamente6 v5o os >omens dando va35o aos se
us sentimentos
represados pela capa >ipBcrita de <ue se vestem nas suas vidas di8rias

$E!GU35 - Então nunca estamos se2uros, pois al"m dos desencarna


dos temos
que nos cuidar dos encarnados, incursionando por aí *ora do corpo *ísicoA
RAMATLS - A mente é potente d4namo e os pensamentos s5o ener
gia6 formando
matéria etéreo-astral Além dos encarnados fora do corpo f4sico e dos dese
ncarnados6 n5o
es<ueais das formas-pensamentos <ue pairam na crosta planet8ria6 todos compond
o a or<uestra
das fra<ue3as psicolBgicasM frustra?es6 medos6 traumas6 contrariedades6 ins9nias6 ir
rita?es6 e o
maior dos adubos <ue fortalecem as movimenta?es dos seres6 a busca dos go3os sensB
rios
!mbora a grande massa da popula5o n5o domine conscientemente as sa4
das do corpo
f4sico6 isso n5o <uer di3er <ue n5o efetuem excurs?es em desdobramento Por esse mot
ivo o acesso
ao con>ecimento antigamente era classificado em graus inici8ticos nas fraternidades f
ec>adas Os
ocultistas do passado exigiam provas da capacidade moral e do entendimento das li?
es recebidas
pelo futuro adepto6 no transcurso do seu aprendi3ado como neBfito Os magos brancos
avaliavam a
educa5o dentro das leis de causa e efeito antes de revelarem os segredos ocultos no
vasto campo
fenomnico do mundo astral e dos desdobramentos dos corpos inferiores .abiam <ue
descortinado
o véu para o profano despreparado moralmente6 corriam o risco de o instru
mentar para os
desmandos por sua incapacidade de educa5o dos sentimentos ,mpun
>a-se con>ecer
profundamente o perfil psicolBgico dos futuros via7ores astrais6 aprendi3es da magia c
Bsmica Na
atualidade6 a informa5o se ad<uire em cursos e simpBsios de fim de se
mana regiamente
remunerados6 em <ue os instrutores n5o avaliam nem se preocupam com as ferrament
as <ue est5o
passando6 muito menos com a continuidade da assistncia6 como fa3iam os gur
us de outrora6
dedicados ao 8spero labor de preparo moral e psicolBgico dos neBfitos
A segurana ser8 encontrada em vossa vigil9ncia mental6 nos bons sen
timentos e no
!vangel>o praticado Ademais6 essas incurs?es entre encarnados <ue se visitam na cros
ta durante o
desprendimento natural imposto pelo sono f4sico6 s5o a primeira porta para a entrada
nas regi?es
umbralinas inferiores6 sendo <ue no mais das ve3es6 para vossa surpresa6 s5o os
>abitantes da
superf4cie planet8ria <ue obsediam os viventes das cidadelas da subcrosta
Assim6 como
demonstrado no cap4tulo ;Horrentes Astrais de Pensamentos Parasitas;6 sois arrastados
<ual fol>a
ao vento para paragens <ue vos satisfar5o na busca desenfreada dos go3os carnais
 A facilidade

1
'2

com <ue entrais nesses antros de perdi5o sensorial animalesca é inversamente


proporcional @
dificuldade <ue encontrareis para vos desligardes dos compan>eiros das .ombras6 <ue
tudo far5o
para n5o perderem seus preciosos repastos vivos

+E@*U84A ' #remos que as ressonCncias de vidas passadas s-o !atores


inconscientes
que predispem aos assédios psíquicos entre encarnados !ora do corpo !ísico
9uais vossas
consideraçes a respeito<

*AAT. - .em dúvida6 as reverbera?es do inconsciente para o consciente ex


istencial do
esp4rito influenciam seus automatismos de comportamento no corpo f4sico6 e mais
intensamente

ofora dessa
sono paravestimenta grosseira Um exemplo é o de um pai <ue assedia a fil>a durante
concreti3a5o de intercurso sexual6 sendo <ue em existncia pregressa foram amantes6
aflorando a
atra5o do atual progenitor6 sem causa aparente6 na adolescncia da 7ovem Out
ro6 o caso de
mul>er <ue foi feiticeira vudu na América Hentral6 e >o7e é pobre negra da periferia ur
bana6 saindo
@ noite do corpo f4sico e assumindo a personalidade da poderosa sacerdotisa de outro
ra6 atacando
seus inimigos encarnados do presente como se fossem bone<uin>os espetados com agul
>as
O presente e o passado se misturam A mente6 liberta das grades retifica
tivas
f4sico6do
se corpo
amotina6 assumindo comportamento rebelde em corpo astral No atavismo <
ue é prBprio
aos >omens6 podeis verificar <ue o ser é único6 atemporal As reminiscncias late7antes
do passado6
<uando n5o amainadas pela profunda mudana do esp4rito transformado moralmente p
ela conduta
evangélica6 estabelecem fortes in7un?es <ue acabam se transformando em a
?es6 no vasto
territBrio do psi<uismo6 <ue derrubam as mural>as impostas no presente6 buscando as
satisfa?es
dos dese7os irrefreados

1
'
G

0J

Relato de caso $ ' 'V/8V'887


2onsulente" P<22(
48 anos(
seo feminino(
solteira(
umbandista+

<istria cl!nica"
Apresenta insRnia >8  meses6 o <ue a est8 deixando completamente exausta N
esse per4odo
comeou a sofrer de constipa5o6 sem causa aparente e com diagnBstico médico inc
oncluso6 n5o
definitivo6 mesmo apBs ter feito v8rios exames N5o tem apetite6 pois apresenta
p9nico sB de
pensar em comer e n5o conseguir fa3er as necessidades fisiolBgicas - a cor das fe3e
spreta
é anormal6
!stado geral de emagrecimento e fra<ue3a6 tendo desmaiado duas ve3es na sem
ana anterior
ao atendimento Apresenta sensibilidade mediúnica n5o educada Ultimament
e pensa com
fre<=ncia em desistir da vida6 sendo <ue nos últimos dias est8 ; como <ue seg
urando-se num
último fio de vida e a vontade de suicidar-se é muito forte; !stado geral de
perturba5o e confus5o
mental Ea3 tratamento medicamentoso para dormir6 caso contr8rio passa as noites inso
nes

Diagnstico"
Hom o desdobramento indu3ido através de contagem de pulsos magnéticos pe
lo dirigente
do grupo6 constatou-se <ue a consulente se desdobra todas as noites e foge para um
cemitério da
cidade <ue tem contraparte no astral inferior numa organi3a5o especialista na
vampiri3a5o
flu4dica de cad8veres e corpos etéricos Tendo a concep5o inconsciente de <ue os mor
tos dormem
para sempre6 fica como <ue um ;3umbi; ao dispor de um bols5o de esp4ritos sofredore
s <ue atuam
nas tumbas mortu8rias6 <ue l>e sugam as energias vitais No seu plexo solar est5o
cravadas
ponteiras sete
de ao6 formando intenso campo de fora implantado através de ritual de
magia negra6
<ue pre7udica o intestino e o processo digestivo6 visando o seu desencarne por
um método de
inani5o e fra<ue3a geral <ue a condu3am a se matar

Atendimento( técnicas e procedimentos"

No comeo do atendimento6 durante a limpe3a energética da consu


lente6 esta foi
impregnada com lu3 4ndigo e princ4pio ativo etérico do medicamento .ulp
>ur ('H6 para
potenciali3ar o expurgo energético e f4sico das toxinas apresentadas  capturado todo
o bols5o de
esp4ritos sofredores <ue estavam perdidos no cemitério e escravi3ados pela organi3
a5o6 através
1
'I

dos !xus <ue d5o apoio ao grupo e da mobili3a5o de falange socorrista <ue atu
a neste tipo de
socorro nas tumbas mortu8rias Ao mesmo tempo6 retiram as ponteiras de ao e desfa3
em o campo
de fora enfermio <ue estava locali3ado sobre o plexo solar Os pretos vel>os m
obili3am ervas
astrais e fa3em uma >igieni3a5o etérica de todo o intestino da consulente Hom o ele
mento fogo6
criam espécie de am8lgama dessas plantas com o ectoplasma dos médiuns6 e colocam
sobre todo o
corpo astral da atendida Hom o apoio dos !sp4ritos da Nature3a <ue aceleram a
velocidade dos
8tomos astrais6 afrouxando a coes5o molecular etérica6 é colocado um ;enxerto;
de um tipo de
prBtese ectoplasm8tica6 <ue encaixa perfeitamente6 como um molde espec4fico6 no
con7unto de
Brg5os do aparel>o digestivo do duplo etéreo pre7udicados ,sso ocorria pelo
baixo campo
vibratBrio implantado por processo de magia negra durante o sono f4sico da consulente
Por último6
médico extraterrestre do astral procedeu @ fixa5o vibratBria desses Brg5os novos - par
a n5o >aver
re7ei5o6 como se fosse uma cirurgia de transplante na Terra Ainda foram alin>ados
os c>acras e
feita uma despolari3a5o de memBria da consulente6 78 <ue apresentava resson
9ncia de vida
passada Tudo isso foi feito com o apoio dos c9nticos dos Orix8s da Umbanda6 conc
omitante aos
comandos verbais apropriados da técnica apométrica

Orienta@o"

Procurar psicBlogo terreno para trabal>ar a auto-estima e aceita5o


da vida atual
*ecomendado persistir na educa5o mediúnica6 <ue apenas est8 sendo inicia
da Ler textos
espiritualistas <ue a levem @ compreens5o das leis de causa e efeito <
ue delineiam as
reencarna?es

2oncluso e <istrico *spiritual"

"8rios transtornos an4micos6 fa3endo com <ue a conclus5o do caso se7a um tant
o complexa
Tendo sido muito bonita em existncia pretérita6 bela6 sensual e dominadora6
teve todas as
facilidades e mimos de uma propriet8ria de casa de facilidades6 algo como um pr
ost4bulo atual6
mas com todo o luxo6 poder e ri<ue3a encontrados em Paris6 na Erana da ,dad
e édia Co7e6
sendo de estereBtipo f4sico <ue n5o atrai os ol>ares masculinos6 v-se envolta em
correntes mentais
parasitas auto-indu3idas <ue a levam a procurar inconscientemente morrer6 num
franco desa7uste
reencarnatBrio6 pois conscientemente n5o aceita ser feia6 pobre e descasada6 gerando u
m processo
de auto-obsess5o6 mBrbida resson9ncia de vidas passadas6 em sintoma com c
omunidade de
esp4ritos dementados perdidos no passado remoto6 em mesma faixa de pensame
nto ,sso tudo
ocasionou estigma c8rmico com núcleo obsessivo na fam4lia !m sua casa6 m5
e e fil>a est5o
transtornadas Eoi reali3ada despolari3a5o de est4mulo de memBria

Re&iso $ 87V//V'887"

!m revis5o apométrica6 constatou-se <ue o intestino est8 funcionando no


rmalmente6 a
consulente sente-se mel>or ]s ve3es ainda fica desanimada6 sobretudo no final de
semana <uando
se sente sB O relacionamento do núcleo familiar visivelmente mel>orou !st8 c
omeando sua
educa5o mediúnica na Umbanda e di3 <ue tem conseguido manter elevada a sua auto-
estima

1
'J

Obser&a@Kes do médium"

8este atendimento, !oi percebido um quadro ideoplástico de uma vid


a passada da
consulente em que ela se apresentava como uma sacerdotisa entre vários &omens e
mul&eres que
dançavam em volta de uma !ogueira sob um céu de lua c&eia, vestidos de preto e ro
xo, acabando
este ritual numa !esta de sabat&, tipo de orgia sexual onde num 0xtase coletivo canaliz
avam toda a
quota de energia liberada para se !ortalecerem como !eiticeiras Ao mesmo t
empo, &ouve a
mani!estaç-o de entidades so!redoras cristalizadas nos desmandos sexuais gargal&a
ndo alto em
poses sensuais Através dos cCnticos ' pontos ' de am-e $xum, !oram todas recol&id
as em mal&a
magnética e encamin&adas para uma estaç-o transit3ria, corretiva e de socorro so
b a égide da
Umbanda, no Umbral in!erior )oi realizada uma nova despolarizaç-o de estimulo d
e mem3ria,
que !oi auxiliada pelas ciganas que d-o apoio ao grupo quando precisamos lidar com
este tipo de
repercuss-o vibrat3ria envolvendo iniciaçes com rituais de magia negra de cun&o sex
ual
É importante deixar claro que o atendimento num grupo de Apometria n-o é
milagroso e
por si n-o resolve o transtorno de ninguém A característica do *rupo ironga,
que trabal&a
todas as segundas 6 noite na Entidade Espírita Assistencial #asa do =ardim e do qu
al extraímos
os relatos de casos para compartil&ar com os leitores neste livreto, é de um a dois
atendimentos
por sess-o, no máximo $ consulente deve procurar a cura permanente através da re!
orma íntima,
mudança moral, evangelizaç-o, dentro da religi-o e religiosidade que cada um
adota, pois a
nossa característica é o universalismo e entendemos que muitas estradas levam 6 mora
da do +ai
$ que a Espiritualidade realiza através do grupo de Apometria e Umband
a ' que n-o é
indispensável, já que os espíritos guias t0m outros recursos para a cura, com
o por exemplo
atuarem com os médiuns desdobrados durante o sono !ísico sem ao menos term
os consci0ncia
disso ' é dar um auxílio para que cada individualidade obten&a uma "pausa" em seus

so!rimentos
e consiga, através do mérito pessoal, persistir na sua camin&ada evolutiva 9uand
o ocorrem as
curas de!initivas é unicamente por merecimento individual e por atuaç-o do plano e
spiritual, do
qual nos colocamos como meros instrumentos É nossa responsabilidade mantermos a
&umildade
e a convicç-o de que sem a cobertura espiritual superior as enormes possibilidades
propiciadas
pela Umbanda e pela técnica apométrica se tornariam a mais ne!asta magia negra
:sso tem o agravante de sermos sabedores ' como somos ' dos nossos pesado
s desmandos
em vidas passadas na manipulaç-o das energias c3smicas no campo da magia, o

que deve
levar nos
a manter a vigilCncia redobrada e cortarmos na raiz quaisquer sinais
de vaidade e
onipot0ncia Estamos convictos de que bastam os pensamentos in!eriores e a aus0
ncia de amor
para nos tornarmos terríveis "magos negros apImetras" e instrumentos medi%nicos d
as sombras
8ada mais ocorre do que estarmos resgatando tudo de mal que já !izemos em outras
exist0ncias,
através da dádiva da mediunidade redentora, que quando exercida no modelo universa
l do #risto,
é motivo de !elicidade e equilíbrio existencial para os medianeiros

1
'
D

Parte 7
Demais relatos de casos
11'

/J

Relato de caso $ 7 /V//V'887

2onsulente" ?<2(
4 anos(
seo feminino(
casada(
catlica+

<istria 2l!nica"

Apresenta enxa<ueca cronificada desde os &G anos uita insRnia6 d


or nas costas6
irritabilidade  comum escutar vo3es e ter premoni5o Tem facilidade de vis5o astral
6 um tipo de
psicometria <ue ;enxerga; ocorrncias do futuro Na anamnese inicial6 constatou-se
uma rela5o
causal com um fato ocorrido @ época em <ue iniciaram as dores de cabea: teve um p
esadelo
sua m5e6comdesencarnada desde <ue tin>a seis anos - viu-a sob seus pés na c
ama6 em estado
lastim8vel e de extremo sofrimento6 apertando-l>e os dedos6 numa paisagem de
cemitério6 como se
estivesse @ frente da tumba mortu8ria
Diagnstico"

ApBs o desdobramento dos corpos da consulente6 um dos médiuns sintoni


3ou com uma
encarna5o passada sua6 em <ue era uma gr5-mestra em espécie de lo7a ou
fraternidade negra da
!uropa medieval *eali3avam sess?es mediúnicas dirigidas por ela <ue tin>a
m a finalidade
evocativa de tra3er desencarnados ricos para as manifesta?es sonambúlica
s em médium
inconsciente ,sto feito6 interrogavam o ;morto; para saber onde >avia 7Bias e ri<ue3as
escondidas
ou enterradas Pes<uisavam os registros de Bbito6 onde obtin>am os dados
dos falecidos
milion8rios para as sess?es de magia negra

Atendimento( técnicas e procedimentos"

A consulente apresentava um <uadro ideopl8stico recorrente6 em <ue se ;enxer


gava; como
rica feiticeira Tendo resson9ncia vibratBria com o passado6 foi reali3ada des
polari3a5o do
estimulo de memBria No momento da catarse do sensitivo <ue liberava a atendida d
o transtorno
an4mico e o dirigente procedia aos comandos de pulsos magnéticos sobre o cr
9nio dela para
desfa3er o est4mulo neuronal da rede sin8ptica6 um dos pretos vel>os <ue assi
ste o grupo se
manifesta6 pede um pedao de papel e desen>a o pBrtico de entrada de um cemitério6
mostrando @

1
11

consulente e perguntando se ela sabia o <ue era a<uele desen>o A consulente relatou
<ue apBs o
desencarne da m5e6 <uando tin>a seis anos6 rabiscava compulsivamente a<uele desen>
o6 até <uase
a sua adolescncia6 se vendo em son>o @ frente do portal da morada dos mortos

Orienta@o"

!duca5o mediúnica e evangeli3a5o !ncamin>ada para escola de


médiuns
Oportunamente ficamos sabendo <ue a dor de cabea crRnica tin>a desaparecido

2oncluso e <istrico *spiritual"


Transtorno an4mico auto-obsessivo6 s4ndrome de resson9ncia vibratBria com
o passado e
mediunidade deseducada ou reprimida
Tendo sido l4der no campo da alta magia negra usada para enri<uecimento
pessoal6 recai
por automatismo inconsciente em conduta mental <ue se confunde com o passado: n5

o sendo
nesta rica
encarna5o6 tendo perdido a m5e muito nova e trabal>ando no comércio6 ao
mesmo tempo
contraiu matrimRnio com >omem de poucas posses6 por volta de &G anos - a m
esma idade no
passado remoto em <ue iniciou os rituais invocativos dos mortos para descobrir ri<ue3
as deixadas
e es<uecidas na Terra  .obrevém est4mulo neuronal na rede sin8ptica6 <ue se polari3a
ao natural e
sincronicamente com o fato gerador pregresso6 abrindo exageradamente o c>acra f
rontal - da4 a
enxa<ueca6 as vis?es e audi?es N5o se detectou esp4ritos sofredores ou obsessore
s externos no

campo vibratBrio da nossa irm56 o <ue confirma <ue nBs mesmos somos com fre<=nc
ia os nossos
algo3es !sp4ritos <ue somos6 continuamente mudamos de  envoltBrio6 o <ue
n5o significa
sublimar a essncia <ue nos move na vida atemporal

1
1
&
'J

Relato de caso $ 4 '4V//V'887

2onsulente" TC(
8 anos(
seo feminino(
di&orciada(
esp!rita+

<istria 2l!nica"

Honforme nos comunica6 78 teve atendimento apométrico anterior em outro a


grupamento6
ocasi5o em <ue se afastou bols5o de esp4ritos sofredores e se retirou aparel>o parasit
a <ue estava
implantado no seu útero6 provocando uma menstrua5o ininterrupta Tendo
mel>orado dos
sintomas iniciais <ue a trouxeram ao primeiro atendimento6 retoma com ;novas;
<ueixas: n5o
consegue ler6 pouca concentra5o6 muito cansao6 sem energia e sensa5o de fra<u
e3a6 medo de
sofrer6 sem vida afetiva com o sexo oposto >8 mais de 1' anos Tem asma e bron<ui
te desde <ue
nasceu6 apresentando bronco-espasmo e perda da vo3 em situa?es de press5o
N5o consegue
exercer satisfatoriamente suas atividades profissionais de advogada6 n5o dan
do conta dos
processos <ue precisa analisar Ainda apresenta p9nico com a possibilidade dos
fil>os serem
violentamente assaltados

Diagnstico"

+esdobrados os corpos pela contagem pausada6 dois sensitivos


do grupo6
concomitantemente6 exteriori3am a mesma catarse6 ambas relacionadas com ocorr
ncia de uma
vida passada da consulente: foi uma freira importante na época 8urea da ,n<ui
si5o6 em <ue
assessorava importante cardeal in<uisidor6 dando o parecer nos processos do ;.anto; O
f4cio !ram
tantos os réus <ue n5o conseguia dar conta dos pareceres6 negligenciando esta parte6 o
<ue a levou
a estabelecer enunciados culposos6 indevidamente e sem escrúpulos6 contra mui
tas mul>eres6
principalmente as casadas com fil>os6 pois tin>a muito ciúme e Bdio das mul>eres p
rofanas pelo
fato de serem m5es6 e ela6 uma dedicada religiosa6 n5o poder conceber um fil>o6 assim
como aria
a )esus Tendo v8rios amantes no clero6 praticou incont8veis abortos

Atendimento( técnicas e procedimentos"

1
1(

Tendo <ue atuar como advogada criminalista6 recai em condicionamento do pas


sado6 como
se fosse a freira negligente de outrora Homo a 7ustia é lenta e tem enorm
e <uantidade de
processos6 n5o consegue analis8-los6 ocasi?es em <ue perde a concentra5o mental
!st8 envolta
numa forma de pensamento densa6 sentada numa mesa medieval dentro de uma barrac
a de lona - a
,n<uisi5o armava circos com ar<uibancadas para os ;7ulgamentos; sum8rios A
presenta >o7e
dificuldade de lidar com press5o e >or8rios incertos de trabal>o Atavicamente6 isso e
st8 ligado @
situa5o em <ue tin>a os >or8rios r4gidos da casta religiosa ,nconscientemente6 tend
o sido freira
abortadora6 na atualidade tem p9nico diante do repetitivo pensamento de perder viole
ntamente os
fil>os e terror 8 <ual<uer compromisso mais sério com o sexo oposto

Orienta@o"

)8 sendo médium esp4rita >8 mais de 12 anos6 foi-l>e recomendado trabal>ar


com crianas e
7ovens na evangeli3a5o Por ora6 se pediu <ue evitasse os trabal>os de recep
5o de esp4ritos
sofredores na mesa mediúnica6 pela falta de autocon>ecimento <ue apresenta e as
instabilidades
emocionais Orientou-se para <ue procure um psicBlogo6 de preferncia reencarna
cionista6 para
auxili8-la na compreens5o das suas tens?es e inseguranas pessoais Ainda6 foi
solicitada <ue entre
em um grupo de reciclagem mediúnica no seu centro esp4rita6 pois apresenta difi
culdade de se
desligar das manifesta?es em <ue d8 passividade nas tarefas do pronto-socorro
espiritual

2oncluso e <istrico *spiritual"

Outro caso de transtorno an4mico auto-obsessivo com s4ndrome de resson9n

cia vibratBria
com o passado e pensamentos parasitas recorrentes N5o >8 mediunidade deseducada o
u reprimida6
mas despreparo para lidar com as emo?es e sentimentos em situa5o de press5o6
como as <ue
ocorrem na sua profiss5o e na vida cotidiana de todos nBs Eoi reali3ada de
spolari3a5o do
estimulo de memBria captado em sincronia pelos dois médiuns Homo se trat
ou de segundo
atendimento em curto espao de tempo6 n5o se verificou sintonia com esp4ritos desenc
arnados em
sofrimento ou com inten5o de assédio *eforamos <ue a cura permanente é s
ustentada pela
mudana interior embasada na conduta evangélica6 <ue suavi3a os automatismos da al
ma devedora
na busca da sua reden5o espiritual

1
1

7J

Relato de caso $  /V/'V'887


2onsulente" ,,<(
4 anos(
seo masculino(
casado(
esp!rita+

<istria 2l!nica"

O consulente6 morador de NiterBi6 !stado do *io de )aneiro6 veio para Por


to Alegre por
causa do anivers8rio da m5e !stando separado6 continua morando com a ex-esposa6
carioca6 com
<uem tem trs fil>os A sogra6 muito contrariada com sua permanncia ;intrusa;6 mora
no andar de
baixo da casa de dois andares em <ue todos residem ais ou menos em torno de
' dias atr8s6
logo apBs a sua c>egada ao *.6 comeou a escutar uma vo3 <ue l>e d8 ordens6 e ao
mesmo tempo
iniciaram as alucina?es visuais Teve um surto psicBtico6 ficando muito violento6 o <u

eseus
obrigou os gaúc>os a internarem-no no Cospital !sp4rita da capital
familiares
Eoi diagnosticado como bipolar6 com deficincia de l4tio nos receptores neuro<
u4micos do
sistema nervoso !st8 tomando os medicamentos correspondentes para ativa5o do
metabolismo
cerebral indicado para as confus?es mentais6 fadiga e perturba?es cérebro-vasculares
decorrentes
desta patologia6 ocasionada6 ao nosso ver6 por grave disfun5o ps4<uico-espiritual
Acabou fugindo da 8rea de interna5o >ospitalar e ficou vagueando sem rumo
por mais de
sete dias6 camin>ando noite e dia Eoi encontrado em Haxias do .ul
H>egou a nosso grupo por indica5o de um centro esp4rita <ue a fa

m4lia fre<=enta
ostrou-se de ol>ar esga3eado6 muito nervoso6 agitado esmo nesta situa5o de
sofrimento6 n5o
demonstrou apatia ou >umildade6 dando claros sinais de arrog9ncia ,nflex4vel em suas
opini?es6 78
teve dois enfartos !stando acompan>ado da m5e6 despertou-nos a aten5o6 embora
ten>a 2 anos6
o fato de ser tratado pela progenitora como um adolescente

Diagnstico"

Assim <ue o dirigente inicia as contagens de pulsos para desdobrar C6 i

mediatamente
comeam manifesta?es nos médiuns Apresentou-se uma entidade di3endo <ue <ue
ria se deitar6
sentindo-se fracaM doamos energia6 e foi levada a um 7ardim verde6 sendo e
ncamin>ada aos
socorristas do astral Ao ;lado; do consulente6 foi detectado um >ipnoti3ador dese
ncarnado <ue
repetia6 insistentemente6 com a m5o dentro do seu cr9nio6 a frase ;A fora de satan8s;
- um tipo de
bombardeamento mental6 pois o atendido foi magneti3ador circense em vidas passadas
6 de grande

1
12

poder mental Cavia um microc>ip no seu >ipocampo6 precisamente na face in


ferior do lobo
temporal6 <ue mais parecia uma aran>a mec9nica Ao mesmo tempo6 muitos esp4ritos e
sfarrapados
;pisoteavam; o consulente em cena de batal>a campestre6 sendo <ue uma das entidade
s pisava em
uma mina <ue explodia6 como se fosse um filme <ue voltava atr8s e mostrava novam
ente a cena6
numa repeti5o enlou<uecedora O aparel>o parasita foi retirado6 e os esp4ritos sofredo
res da cena
ideopl8stica foram todos socorridos
Para nossa surpresa6 uma das entidades - !xus - <ue d8 apoio ao grupo6 se m
anifesta e di3
<ue a sua sogra no *io de )aneiro fe3 trabal>o de magia negra num terreiro6 muito b
em pago Eoi
utili3ado no desmanc>o do despac>o6 <ue vibrava no espao etérico circunscrito aproxi
madamente
a um metro em volta do atendido6 somente o fogo etérico6 <ue teve como condensad
or energético
um campo de fora triangular plasmado com uma c>ama ao centro Ao mesmo te
mpo os pretos
vel>os recol>eram em rede magnética todos os obsessores de aluguel <ue tin>am sido
contratados
e os encamin>aram para os devidos locais do plano astral

Atendimento( técnicas e procedimentos"

O consulente tendo sido importante magneti3ador circense na ,dade édia6 mui


to ba7ulado
e poderoso6 se v no momento presente desempregado e dependente financeiramente d
a ex-esposa
.ua sogra6 advers8ria de antigamente6 concorrente em angariar curiosos na feno
menologia do

6magnetismo6
contratando popular na !uropa de antan>o6 vinga-se6 <uerendo v-lo pelas costas
terr4vel organi3a5o do astral inferior para destruir o genro6 para <ue ele enlou<ue
a e n5o volte
mais para o *io de )aneiro Eoi reali3ada despolari3a5o dos est4mulos de memBri
a referentes @
resson9ncia com o passado entre ambos6 genro e sogra Zuando se estava
reali3ando este
procedimento operacional da Apometria6 um dos médiuns espontaneamente sintoni3a c
om a sogra6
<ue foi tra3ida desdobrada pelos mentores do grupo ApBs breve conversa5o fraterna e
xplicando o
e<u4voco em <ue estava incorrendo6 o dirigente igualmente despolari3ou a resso
n9ncia com o
passado através dos pulsos magnéticos sobre o cr9nio do sensitivo <ue estava exterior
i3ando essa
irm5 encarnada6 <ue se encontrava acoplada em corpo astral ao corpo etérico do media
neiro

Orienta@o"

Eoi orientado ao consulente continuar com o apoio psicolBgico médico e n5o in


terromper o
tratamento espiritual no centro esp4rita <ue estava fre<=entando em busca da sua e
vangeli3a5o
Pediu-se
esposa n5o <ueerarepensasse sua vida6 e até <ue ponto sua ;separa5o; da atual
influenciada por uma competi5o entre ambos6 para ver <uem tin>a mais poder Tend
o uma m5e
autorit8ria e protetora6 ser8 <ue isto n5o interferia no seu relacionamento pess
oal no 9mbito
familiarK

2oncluso e <istrico *spiritual"

O atendido tendo fortes laos <ue o ligam com o magnetismo fenom


nico6 de baixa
vibra5o6dese viu num momento existencial com muitas dúvidas na vida presente6 em se
tratando
relacionamento familiar6 com fil>os <ue amava e esposa de dif4cil trato6 ao menos na
sua opini5o
A sogra6 recaindo em condicionamento do passado6 em <ue foram ferren>os inimi
gos en<uanto

1
1G

tin>am sido empres8rios circenses concorrentes6 paga um trabal>o de magia negra para
se ver livre
do estorvo do genro !fetivamente a ;encomenda; encontrou o destinat8rio6 a p
onto de <uase
enlou<uec-lo em definitivo A brec>a vibratBria com o passado foi aproveita
da pelo mago
contratado6 <ue numa fria psicologia das .ombras6 explorou a resson9ncia entre ambos
ligada com
o trauma pregresso6 potenciali3ando-a com a implanta5o de aparel>o parasita
em localidade
especifica da ma<uinaria cerebral *apidamente6 o consulente se viu c
om sua mente
destrambel>ada6 tanto <ue teve <ue ser internado
ApBs <uin3e dias do atendimento6 tivemos not4cia de <ue C t
in>a mel>orado
significativamente6 e continuava o apoio espiritual assistindo palestras no centro es
p4rita de sua
simpatia Avaliava seriamente a possibilidade de reconcilia5o com a esposa6 <ue tudo i
ndicava era
iminente6 e pensava em sugerir a ela fa3erem psicoterapia de casal

1
1
I
Aneo

A sabedoria milenar dos corpos espirituais

"A montan&a da 2abedoria, com o pico da :luminaç-o, !ica além da planície do


#on&ecimento
Antes dela, o pCntano da :gnorCncia A grande massa da &umanidade !ica
presa aí, por
descon&ecer o segredo da passagem 23 se pode passar volitando o pCntano ' e
raros querem
abandonar 6 margem o peso do $rgul&o 23 o coraç-o &umilde tem asas"
S
=i$%ing

Lendo certas not4cias sobre trabal>os apométricos circulantes por a46 lembrei da
imagem do
s8bio .>i-ling e de um santo remédio para atenuar o <ue ele poderia c>amar
de s4ndrome do
atoleiro na ausncia de asas Uma pe<uena a7uda <ue6 em doses certas6 se n5o c
ura totalmente6
diminui em muito a<uele peso constrangedor <ue ele refere Nada muito exBtico: a po
5o paliativa
c>ama-se Leituras I/sicas
 impressionante o número de viventes <ue se atola em 8guas rasas sB po
r es<uecer6 ou
subestimar6 o valor <ue tem esse c&azin&o de letras para diminuir a<uela sensa5o
incRmoda de
peso nas idéias
Pois uma limpe3a b8sica nas idéias devia ser6 para todo mundo <ue se p?e a
lidar com os
corpos dos >umanos para mel>or8-los - caso da Apometria - o estudo dos conceitos
b8sicos sobre
esses famosos ve4culos do >omem Antes de sair reinventando a roda - em formato <ua
drado
+esde <ue o mundo é mundo - ou6 v8 l86 desde as !scolas de .abedoria da ve
l>a Atl9ntida
1Q o <ue 78 d8 muito tempoQ - e em todas as escolas esotéricas do mundo6 se apren
deu <ue o ser
>umano se comp?e de uma dualidade: uma por5o divina6 imortal - e outra mortal e ;i
mperfeita;
N5o é outro o simbolismo do centauro n5o fossem os gregos >erdeiros da sabedori
a atlante6 em
sua inici8tica mitologiaQ Todas as religi?es se constru4ram - com maior ou menor in
genuidade -
sobre esse dualismoM e algumas6 com a r4gida discrimina5o !sp4rito é o bom \ atéri
a é lixo6 <ue
deu no <ue deu na ,dade édia
1 - E nos edas hindus, no velho E2ito, no ibet, entre os Essnios, na Escola
$ita2órica
e nos 'ist"rios da Gr"cia, no Cristianismo primitivo, e depois na !osaCruz, na eoso*
ia, e nas
demais tradi(es anti2as e modernas.

as6 espanando o pB e as teias de aran>a6 se v <ue6 por baixo6 encontra-se


uma verdade
b8sica6 avali3ada por todas as !scolas ,nici8ticas do passado e do presente: o
ser >umano se
comp?e de uma duplicidade <ue se costuma c>amar - pelas últimas de3enas de mil
nios - de !u
.uperior e ,nferior Horrentes contempor9neas tm adotado as denomina?es - muito di
d8ticas - de
,ndividualidade e Personalidade6 para esses dois componentes do >omem
Nada de misterioso ou dif4cil Apenas6 a<ui entram na >istBria os tais famoso
s Horpos ou
"e4culos do >omem - sete6 divididos entre esses dois n4veis6 o do Eu 7uperior
ou Eu !eal6 a
,ndividualidade - e o Eu %n*erior ou Personalidade a nature3a dos sete corpos6
aensinada
propBsito6 é nos mesmos termos6 desde os primBrdios da civili3a5o do planetaQ
sempre
! o <ue ensinaram6 desde sempre6 os .8bios e os estresK
Zue a Hentel>a +ivina - nBs - também c>amada Rnada6 sendo da mes
ma nature3a do
,manifesto6 o Absoluto6 n5o pode ;descer; para os Planos do universo manife
stado seteQ6 e

1
1J

;mergul>ar na corrente da evolu5o; a famosa ;Zueda do Comem;Q Por isso6


pro7eta um !u
.uperior - a ,ndividualidade6 <ue possui todos os atributos da sua per*eião - extens5o
<ue é dessa
+ivina Hentel>a !sse Eu 7uperior inclui tr-s ve4culos - os corpos superiores - <u
e possuem as
divinas <ualidades de "ontade \ Amor-.abedoria \ A5o
!sses trs corpos de per*eião6 reflexos da perfei5o da Rnada6 s5o con
>ecidos como
Atma-Fudd>i-anas no OrienteM ou Horpo 0tmico6 Horpo Fúdico e Horpo
Hausal ental
Abstrato\ental .uperiorQ na nomenclatura mais familiar ao Ocidente !les s5o o Co
mem *eal6
nosso o
!u ,nterno de Lu3 e Fele3a perfeitas sem necessidade de reto<uesQ
!ssa é a ;por5o superior; do centauro6 <ue as religi?es costumam simplificar c
>amando de
alma ou espírito imortal ignorando sua constitui5o tr4pliceQ as o <ue importa
é o conceito
claro <ue acompan>a esse con7unto dos trs corpos - o Tern8rio .uperior Trata-se da
parte divina
do >omem6 repositBrio de seus ilimitados poderes6 da divina sabedoria e do perfeito
amor &Q A
nossa meta evolutiva - da4 o aforismo oriental: ;Tornai-vos a<uilo <ue sois;6 inexp
lic8vel sem a
c>ave do con>ecimento oculto

 - anto que, ao trans*erir para esses corpos, em de*initivo, a sua conscinci


a - ao *im
do lon2o =p(e lon2o nissoB> tra8eto na 7enda da 7abedoria, o homem torna-se um
'estre, um
:omem $er*eito, unido 0 Conscincia 6ivina. J o &espírito puro& que Oardec mencio
nou. J a
criatura que assumiu a própria per*eião latente, tornando-se o ser divino que sempre
*oi. &3ão
ouvistes que *oi dito Mós seis deusesMA&, disse 9esus, citando a 7abedoria 'ilenar.

O importante é salientar bem a natureza divina, portanto irretoc/vel6 desses tr


s corpos -

8tmico6 búdico
os deuses; em e causal6 <ue comp?em o nosso Eu !eal o 7el*6 de )ungQ;.om
nossa ,ndividualidade - atma-budd>i-manas
.er8 preciso mais para caracteri3ar a perfei5o desse territBrio superior de nosso
serK !sse é
o nosso +eus ,nterno6 a nossa Alma ,mortal6 a divina Psic>é6 cu7a face !ros n5o podia
enxergar na
escurid5o da matériaQ A itologia rega também é boa para clarear as idéias
*esumindo: o <ue 78 é6 por defini5o6 perfeito6 n5o precisa ser aperfeio
ado  de um
primarismo constrangedor6 n5o é mesmoK as a dura experincia nos ensina <ue
o Bbvio6 ai de
nBs6 nem sempre é ululante 

as n5o
rsonalidade6 o es<ueamos a ;por5o inferior; do centauro - o !u ,nferior6 a Pe
!go - ou Zuatern8rio ,nferior6 constitu4do dos corpos ental Honcreto6 Astral6 !t
érico e E4sico
+enso
!sses <uatro ve4culos transitBrios e perfect!&eis - insistamos nesse termo:
per*ectíveis P
passíveis de aper*eioamento - s5o os instrumentos <ue nosso !u .uperior utili3a par
a atuar nos
trs ;mundos da ilus5o; mental6 astral e f4sicoQ6 ali construindo a amplia5o cons
ciencial <ue o
>abilitar8 a ;retomar; ao n4vel divino
.omente a<ui6 nesses <uatro ve4culos ;inferiores; 6 podem registrar-se a

s tempor8rias de nosso camin>o evolutivo .5o os ;cadernos escolares; on


;imperfei?es;
de rabiscamos6
primeiro em garranc>os assustadores6 depois em letra mais capric>ada6 as li?es do c
urso ;Homo
Tomar-se +ivino; <ue estamos fa3endo6 nas escolas planet8rias deste universo
Zuando nossa conscincia ;desceu; do n4vel divino6 e mergul>ou nos planos inf
eriores para
evoluir6 sendo portanto ;expulsa do para4so; - <ue era a conscincia enfocada ao
n4vel de atma-
budd>i-manas - foi delimitada uma barreira impeditiva de seu retomo imediato Tal é o
simbolismo
do ;an7o com uma espada flame7ante; colocado como ;sentinela ao redor do )ar
dim do den;
vide neseQ6 para garantir <ue Ad5o e !va n5o pudessem retomar pulan
do o muro .B
poderemos retomar pela porta da frente - depois de6 em evos incont8veis6 termos aba
ndonado em

1
1D

definitivo a nossa ;parte de baixo do centauro; - os <uatro ve4culos6 repitamos6 per*ectí


veis c>eios
de rabiscos feitos desde o )ardim da ,nf9ncia da evolu5oQ

SintetiFando"
*# S#P*RIOR $ Indi&idualidade
Horpo 0tmico
Horpo Fúdico
Horpo Hausal ental .uperior6 ental AbstratoQ

*# IN*RIOR $ Personalidade
Horpo ental ,nferior ou HoncretoQ
Horpo Astral
Horpo !térico
Horpo E4sico

A esta altura6 n5o é preciso di3er sobre <ual con7unto de ve4culos a Apometria 
e n5o sB ela6
como toda e <ual<uer interven5o teraputica6 do curandeiro mais singelo ao mais
s8bio médico
extraterrestreQ pode6 por defini5o6 atuar .B o <ue pode adoecer precisa de médico
Pode-se limpar o copo su7o - e a46 escol>er 8gua6 8lcool6 detergente6 ar co
mprimido6 até
ultra-som e laser - mas <uerer escovar o raio de sol <ue o atravessa6 é de matar
!m nossos veículos in*eriores se imprimem nossos e<u4vocos - os rabisc
os das li?es
milenares No Horpo ental intelectoQ se acumulam os res4duos dos pensam
entos;maus; -
formando ;excrescncias;6 vBrtices dese<uilibrados6 ;abscessos; estagnados idéias fixa
sQ e demais
deformidades plasmadas na matéria mental desse corpo No corpo astral6 ficam a
s pegadas das
emo?es indese78veis6 rai3 de patologias do corpo e da mente !m decorrncia6 o
Horpo !térico
deforma e enferma os seus Brg5os e sistemas ! o pobre Horpo E4sico é <ue segura to
das6 além de
suportar as agress?es diretas do plano f4sico
Todos esses ve4culos - em especial o ental6 sede das energias modeladoras m
ais potentes6
capa3 de alterar a forma e estrutura dos demais - a mente <ue adoece e cura6 enfim -
constituem o
campo de atua5o teraputica da Apometria ! 78 é de bom taman>o6 n5o ac>amK
Zuanto aos corpos superiores - 0tmico6 Fúdico e Hausal - nem pensar
O An7o de !spada Elame7ante é uma boa imagem para recordar ao nosso poss4v
el del4rio de
interven5o nesses ve4culos <ue >8 uma fronteira6 um nec plus ultra <ue imped
e a entrada de
estran>os ao expediente nesse TerritBrio +ivino
Para comear6 o acesso a esses ve4culos6 ou simplesmente a sua vis5o6 é e
xclusivamente
poss4vel @<ueles cu7a conscincia 78 atingiu esses n4veis e neles funciona -
o <ue significa6
literalmente6 os !sp4ritos Libertos de Harma6 a<ueles <ue 78 deixaram a roda das encar
na?es - <ue
costumam ser c>amados de estres de .abedoria na tradi5o esotérica
timo para nBs <ue o Plano +ivino ten>a colocado essa ;v8lvula de segurana
; impedindo
a entrada de afoitos n5o-iluminados ao recesso de nosso mundo interno mais
elevado6 n5oK

1
&'

.omente um ser cu7a conscincia é perfeito amor e perfeita sabedoria6 sintoni


3ado 78 com a
Honscincia HBsmica6 tem permiss5o e possibilidade para debruar-se sobre seus
irm5os e ler em
suas auras do !u *eal o n4vel evolutivo <ue 78 atingiram - o <ue costuma ser
o ob7etivo dos
estres ao fa3er isso  bom <ue se saliente: ler6 ou analisar - nunca ;tratar de;6 ;in
tervir em;6 o
<ue seria um absurdo completo
Zue estran>a pretens5o - ou descabida afoite3a poderia nos levar a fantasiar <u
e se possa -
e6 antes de mais nada6 <ue se necessite - intervir nos corpos superiores do ser >umanoK
(Q
( - Zuem estiver agoniado para tratar imperfei?es6 pode se dirigir aos
<uatro corpos da
Personalidade - e n5o vai ac>ar tempo6 numa vida6 de descobrir todas as patologias <ue eles s
5o capa3es de
conter
Para se concluir com uma idéia mais clara dos ve4culos superiores e sua real na
ture3a6 a <ue
é ensinada em todas as Tradi?es milenares6 indi<uemos sucintamente algumas
caracter4sticas
deles

2ORPO 2A#SA%
O 2orpo 2ausal6 ou anas .uperior Horpo ental .uperiorQ6 é constru4do
6 através das
existncias multimilenares6 com um material especial ZualK A essncia de tudo o
<ue de mais
puro e belo o >omem enviar para sua conscincia - e s isso
Hada ve3 <ue vibramos um pensamento ou sentimento elevado6 uma c
or definida se
acrescenta @ subst9ncia desse ve4culo a seu aspecto6 no ser evolu4do6 é de uma b
ele3a celestial6
pois se constitui de nuances bril>antes e radiosas de cores delicadas
"amos a uma fonte ob7etiva6 autori3ada e altamente recomend8vel para <u
em n5o dese7e
reinventar rodas <uadradas - a obra ;O 2orpo 2ausal e o *go;6 de Art>ur ! P
o`ell !ditora
PensamentoQ:
;!mbora6 no curso de sua evolu5o nos mundos inferiores6 o >omem - co
m fre<=ncia -
introdu3a em seus ve4culos <ualidades indese78veis e inteiramente imprBprias para sua
vida como

!go6  ;Podemos


nen>uma pensar
delas pode
em ser expressa
todas no corpo causal;
as experincias do >omem como passando at
ravés de uma
peneira ou crivo .B o <ue é bom passar86 e o <ue é mau ser8 deixado6 re7e
itado Nisso - o
verdadeiro mecanismo pelo <ual o corpo causal é constru4do - est5o n5o sB a esperan
a do >omem6
mas a certe3a do seu triunfo final
!mbora nen>um mal possa ser arma3enado no Horpo Hausal6 ele6 contudo6 é e
stocado nos
ve4culos inferiores;

O Horpo Hausal é a fonte de nossa conex5o com a ente +ivina6 portanto o <u

e canali3ada<uilo
lampe7os os <ue se c>ama de %ntuião $ura: o con>ecimento real e instant9neo6
global6 sem
passar pelos laboriosos processos do intelecto: o famoso .exto .entido <ue a !ra de
A<u8rio ver8
desenvolver-se "e7a detal>es em ;A *rande 2íntese; Pietro UbaldiQ
 um ve4culo a <ue raras pessoas tm acesso consciente:
;No presente est8gio da evolu5o >umana6 raramente o anas .uperior
se manifesta
Lampe7os ocasionais dele s5o o <ue nBs c>amamos de gnio verdadeiro  para
um >omem ainda
ligado ao corpo f4sico mover-se com integral conscincia no corpo mental6 se7a o
inferior ou o
superior6
entemente6é preciso
a <ue ele se7a um Adepto ou um de seus disc4pulos ;,niciados pres
maior parte das pessoas mal é consciente no Horpo Hausal; Art>ur Po`ell6 idem6 p1'
(Q

1
&1

Honclus5o: nada <ue se7a dese<uil4brio6 desarmonia6 e muito menos traumas6 les?es ou
patologias6
pode alo7ar-se nesse corpo luminosoM nada <ue se7a imperfeito  uma <uest5o
técnica6 vibratBria
Nada <ue n5o se7a de sua prBpria fre<=ncia divina tem acesso a esse n4vel do
nosso !u *eal
feli3mente6 n5oKQ Nem nossas piores ;atola?es; nos p9ntanos evolutivos pode
macular essa
bele3a divina de nosso eu angélico O m8ximo <ue podemos conseguir é cessar6 por al
gum tempo6
de enviar os ;materiais de constru5o; prBprios

2ORPO )9DI2O
!sse é o nosso n4vel divino de Amor-.abedoria  o n4vel da ,lumina5o
 Alcan8-lo é
tornar-se um Fuda  iluminado .idart>a autama foi um FudaQ
Uma ligeira conex5o com esse supremo n4vel de conscincia provoca o
samadhi - a
indescrit4vel expans5o de conscincia <ue leva o ser a conectar-se com o Hora5o
+ivino6 com a
Unidade !ssencial de todas as vidas Q !ssa experincia6 muito rara6 sB pode ser o
btida por um
+isc4pulo pela interven5o direta de um estre de .abedoria alguém <ue 78 op
era na radiosa
realidade desse n4vel de conscincia
smica; da - obra
A <uem dese7ar ter um vislumbre6 sugerimos o cap4tulo ;A Honscincia HB
;Autobiografia de um ,ogue Hontempor9neo;6 de .`ami Parama>ansa ogananda
C8 uma larga diferena entre a <ualidade da conscincia ao n4vel causal an
as .uperiorQ
e a conscincia búdica
;Homo o elemento predominante no corpo causal é o con>ecimento
e a sabedoria
def,nitiva6 assim o elemento predominante na conscincia do corpo búdico é a beatitu
de e o amor
A serenidade da sabedoria caracteri3a o primeiro6 ao passo <ue a mais terna co
mpaix5o emana
incessantemente do outro ;O Horpo Hausal;6 p &(1Q

O Fúdico é O plano do sentimento da unidadeM um n4vel de conscincia eleva


d4ssimo6 <ue
pressup?e inicia?es para ser alcanado N5o é assim ;no mais; <ue se atinge .ua l
u36 uma ve3
atingida pela conscincia6 torna a criatura um manancial de compaix5o ilimitada
e de autntica
.abedoria - a .abedoria do Hora5o

;N5o ser8 preciso di3er <ue toda a descri5o da conscincia búdica


é6 necess8ria e
essencialmente6 defectiva  imposs4vel6 em palavras f4sicas6 dar mais do <ue um mer
o ind4cio do
<ue é a conscincia superior6 por<ue o cérebro f4sico é incapa3 de apreender a realidad
e; Po`ell6
idem6 p &&DQ

!le corresponde ao Hristo em nBs6 e <uando ele desperta inteiramente no


>omem6 numa
inicia5o superior6 é como um ;segundo nascimento;: o ,niciado é a<uele no <ual o H
risto ,nterno
- a conscincia búdica - nasceu
Honclus5o: podemos até *alar do Horpo Fúdico6 ter va2as no(es de su
a maravil>osa
nature3a e son>ar com o dia em <ue c>egaremos a seu n4vel de conscincia - reali3a
ndo o Hristo
,nterno em nBs

1
&&

Agora6 pensar em atingi-lo6 ou - mais absurdo ainda - intervir nele a Pura L


u3 Hr4sticaQ
com nosso limitado instrumento do intelecto6 é t5o inútil <uanto digno de pieda
de6 tanto pelo
absurdo técnico <ue isso representa6 <uanto pela cegueira consciencial
Tentar escovar o raio de sol 

2ORPO YTMI2O
 o <ue expressa o aspecto ;vontade; da Rnada +ele pouco pode ser dito o
u con>ecido
ao n4vel em <ue nos encontramos  a<uele <ue constitui a por5o superior do <ue c>a
mamos o !u
*eal6 o !u .uperior
el>or respeitar o indi34vel A<ueles <ue podem ter acesso a esse n4vel d

e conscincia6
exatamente s5o os <ue nada dir5o dele Os <ue sabem6 n5o falamM os <ue falam6 n5o s
abem - é um
vel>o aforismo do Hon>ecimento .uperior
Honclus5o: de tudo <ue foi dito - e <ue corresponde simplesmente @ .abedoria
ilenar <ue
em todas as eras e latitudes foi ensinada - se conclui <ue:
1 Para fa3er interven5o apométrica ou de <ual<uer outra espécieQ num Horp
o Hausal ou
Fúdico6 é simples: basta formar um grupo de Apometria com .idart>a autama6
Erancisco de
Assis6 ApolRnio de Tana6 *amaYris>na6 Pit8goras
& .B <ue6 composto esse grupo6 acabaria n5o reali3ando Apometria algum

a6 pois adoLu3
emanada Horpo Hausal e do Horpo Fúdico <ue intentassem ;tratar; acabaria se fun
dindo com a
deles prBprios
( Os demais componentes da >umanidade - terapeutas6 apRmetras6 es
piritualistas de
<ual<uer mati3 - nBs6 enfim6 simples seres >umanos6 aspirantes a Aspirantes de
+isc4pulos da
.abedoria6 resguardados do rid4culo de pretender tais interven?es t5o impo
ss4veis <uanto
desnecess8rias6 continuaremos a tratar com a >umildade poss4vel e a eficincia <ue pu
dermos6 dos
<uatro corpos <ue a misericBrdia do Alto nos permite acessar ental Honcreto6 Astr

al6 !térico e
E4sicoQ
Para compensar6 inclusive6 os milnios passados em <ue nos ocupamos de
dese<uilibrar6
adoecer6 e macular esses corpos6 nossos e al>eios eralmente por orgul>o6 9
nsia de poder6
pretens5o e avide3 de proveito prBprio
,nda bem <ue os nossos Horpos Hausais6 Fúdicos e 0tmicos nada tiveram a ver
com isso
'aril"a
de Castro
1
&(

)I)%IO,RAIA
F!.ANT6 Annie O <omem e seus 2orpos .P: Pensamento6 1DIJ

),NA*A)A+A.A6 H undamentos de Teosofia .P: Pensamento6 s\d

POS!LL6 Art>ur O 2orpo 2ausal e o *go .P: Pensamento6 s\d


O 2orpo Mental .P: Pensamento6 1DJ2

*AAT. \ C aes O *&angel=o Z %uF do 2osmo Ja '' Limeira:


Hon>ecimento6 &''(
1&