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I aula 01 -

ver slides: 21, 22 (acho q slides de 2005)

Quanto maior e mais estreito o poço de potencial (baixo coeficiente de expansao termica) , maior será a
energia de ligação --> mais resistente e maior o Pf e Peb
Quanto maior a derivada em "Ro", e mais simetrica a curva e maior o poço de energia --> maior dureza
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menor variação na distancia inter-atomica

ligaçao ionica - forte, nao-direcional, atração eletrostatica entre ions


ligação covalente - , mt forte, mt direcional
ligação metalica -forte,nao direcional ateh 3 atomos de valencia (livres), apresentam msm probabilidade de
.................................associarem-se a atomos vizinhos

ligacao de van-der-walls (secundarias), fracas - flutuantes, induzidas, permanentes, simetrica


apesar que -pontes de hidrogenio (+ fortes (permanente(polar))) H-FON (mas
as ligaçoes internas sao covalentes, as inter-moleculares q sao secundarias (polar))

METAIS-
– Resistência mecânica de moderada a alta. – Moderada plasticidade – Opacos.
– Bons condutores elétricos e térmicos. . – Alta tenacidade ( nao se partem aplicando pressao alta)

CERAMICAS -
---combinação de elementos metálicos e não-metálicos (óxidos, carbetos e nitretos ).
– Caráter misto, iônico-covalente
• Tipos de materiais: Cerâmicas tradicionais.– de alto desempenho– Vidros e vitro-cerâmicas cimentos
• Propriedades gerais : – Isolantes térmicos e elétricos. – Refratários. Inércia química. – Corpos duros e frágeis.

POLIMEROS
compostos orgânicos– Carbono, hidrogênio, oxigênio e outros elementos, tais como nitrogênio, enxofre e cloro.
• Compostos de massas moleculares muito grandes (macro-moléculas).
• Tipos de materiais : – Termo-plásticos.– Termo-rígidos.– Elastômeros .
– Baixa densidade. Flexibilidade e facilidade de conformação.– Tenacidade. – Geralmente pouco resistentes a altas
temperaturas

COMPOSITOS - mistura de materiais buscando melhores caracteristicas de cada um

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AULA 2:
ver slides: 12, 14(miller), 16 , 17, e 25 a 27 de difraçao

FAZER DESENHOS DO cfc, ccc e hc, VENDO EXATAMENTE ONDE SE ENCOSTA, OS ATOMOS, PRA VER
DISTANCIA DE LADOS EM RELAÇÃO AO RAIO DO ATOMO

SOLIDOS:
cristalinos - periodicidade nos arranjos nas 3 dimensoes - de longo alcance
amorfos - ordenação de curto alcance

Índices de Miller: direções cristalográficas


• Direção cristalográfica: vetor que une dois pontos da rede cristalina.
• Procedimento para determinação dos índices de Miller de uma direção cristalográfica:
– transladar o “vetor direção” de maneira que ele passe pela origem do sistema de coordenadas.
– determinar a projeção do vetor em cada um dos três eixos de coordenadas. Essas projeções
devem ser medidas em termos dos parâmetros de rede (a,b,c)
– multiplicar ou dividir esses três números por um fator comum, tal que os três números
resultantes sejam os menores inteiros possíveis.
– representar a direção escrevendo os três números entre colchetes: [u v w].
Nota: uma família de direções, por exemplo [100], [1(barra)00], [010], [01(barra)0],
[001] e [001(barra)] é representada por <100>
barras em cima quer dizer Negativo

Determinação dos índices de Miller de um plano cristalográfico:


– determinar os interceptos do plano com os eixos do sistema de coordenadas em termos dos
parâmetros de rede a, b e c. Se o plano passar pela origem, transladar o plano para uma nova
posição no sistema de coordenadas.
– obter os recíprocos desses três interceptos. Se o plano for paralelo a um dos eixos, considera-se
o intercepto infinito e o seu recíproco zero.
– representar na forma ( h k l )
Nota: uma família de planos, como
por exemplo (1b1b1), (11b1b), (111b), (1b1b1), (11b1b), (1b11b), (1b1b1b) e (1b11) é
representada por {111}

Fator de empacotamento atomico - (volumetrico)


FEA = VAtomos/VCelulas

DENSIDADE ATOMICA PLANAR (area)


DP = Aatomos no plano/Aplano

DENSIDADE ATOMICA LINEAR (distancia)


DL = Latomos/Llinha

ESTRUTURAS:::

CCC - A relação entre o raio atômico, R, e a aresta do cubo, a, é dada por: a=4R/sqrt3
• 2 átomos por célula unitária
• número de coordenação =8.
• Exemplo de metais CCC: Fe-α, cromo, tungstênio, molibdênio.

CFC - A relação entre o raio atômico, R, e a aresta do cubo, a, é dada por: a=2R/sqrt2
• 4 por célula unitária
• número de coordenação = 12.
• Exemplo de metais CFC: cobre, alumínio, ouro, chumbo.
obs: esferas rigidas (A) (2, e somente 2, pontas opostas); e dois tipos de intersticios (B e C) , cada
um forma um triangulo.

HC - c/a = 1,633 (ideal). (sendo "c" a altura, e "a" o lado da base)


• 6 átomos por célula unitáriaé igual a 6.
• número de coordenação = 12.
• O FEA é igual a 0,74.
• Exemplo de metais HC: cádmio, cobalto, zinco.
obs: esferas rigidas (A, primeira camada), B e C sao intersticios(2ª e 3ª camadas)

POLIMORFISMO- solido apresenta mais de uma estrutura cristalina possivel(depende de T e P)


ALOTROPIA - polimorfismo em elemento puro, como o"Cdiamante" e o Cgrafite,

Materias monocristalinos - um cristal só, sem interrupçoes


policristalinos - mais cristais OU graos(de msm cristal) com orientaçoes espaciais diferentes

Difração de raios-X ocorre qnd onda encontra obstaculos q espalham a onda e o espaçamento
entre eles eh comparavel ao comprimento da onda
- construtivas e destrutivas (fisica de colegial)

no CFC de um exercicios ae....sendo "d" a distancia interplanar, e "a" o parametro da rede

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AULA 3:
ver slides: 11(fazer desenho), 18

Defeitos Puntiformes-

----Lacuna (“vacancy”): ausência de um átomo em um ponto do reticulado cristalino.


• Podem ser formadas durante a solidificação ou como resultado de vibrações atômicas.
• Existe uma concentração de equilíbrio de lacunas: NL= N exp( - QL/kT)
onde: N ≡ número total de posições atômicas (atomos)
NL ≡ número de lacunas
QL ≡ energia de ativação para formação de lacunas
k ≡ constante de Boltzmann
T ≡ temperatura absoluta
e temos: N = Avogadro*densidade/massa molar

---Auto-intersticial - o atomo da propria estrutura fica num intersticio desta, grande distorçao no
redor

--Impurezas instersticiais e substitucionais


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Solução sólida:(ligas) ocorre quando a adição de átomos do soluto não modifica a estrutura
cristalina nem provoca a formação de novas estruturas.
• Solução sólida substitucional: os átomos de soluto substituem uma parte dos átomos de
solvente no reticulado.
• Solução sólida intersticial: os átomos de soluto ocupam os interstícios existentes no
reticulado.

Defeitos em solidos ionicos:


A neutralidade elétrica tende a ser respeitada.
• Defeito de Schottky : lacuna aniônica + lacuna catiônica
• Defeito de Frenkel : cátion intersticial + lacuna catiônica
Exemplos de aplicação: – Resistências de fornos elétricos (condutividade elétrica de cerâmicas em alta
temperatura). – Sensores de gases. – Materiais com propriedades magnéticas interessantes.

Defeitos de Linha:(discordancias n terminam no interior de um cristal)


-Discordancia em-cunha - falta parte de uma linha
-Discordancia em helice - linha deslocada (descola varias outras junto)
vetor de Burgers (qnt deslocado está) U=0,5Gb
sendo U a energia por unidade de comprimento, G o modulo de cisalhamento, e b o
comprimento do vetor de Burgers

Defeitos bidimensionais:
Interface: contorno entre duas fases diferentes.
• Contornos de Grão: contornos entre dois cristais sólidos da mesma fase.
maior q 15º, de alto angulo / menor q 5º de pequeno angulo(subgraos)
• Superfície Externa: superfície entre o cristal e o meio que o circunda
• Contorno de Macla: de grão com simetria
A macla é um tipo de defeito cristalino que pode ocorrer durante a solidificação, deformação plástica,
recristalização ou crescimento de grão.
Tipos de macla: maclas de recozimento e maclas de deformação.
A maclação ocorre em um plano cristalográfico
• Falhas de Empilhamento: interrupção na seqüência de empilhamento, como no ABCABCABC....
do CFC.

Defeitos volumetricos: mt fortes(fabricação), como inclusões, poros, trincas, precipitados .

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AULA 4:
DIFUSAO:

aplicaçoes: Filtros para purificação de gases; • Homogeneização de ligas com segregação •


Modificação superficial de peças • Dopagem de semicondutores • Processadores de
microcomputadores (circuitos integrados) • Sinterização(junção de particulas a altas temperaturas)

Para ocorrer a movimentação de átomos são necessárias duas condições:


(1) deve existir um espaço livre adjacente ao átomo;
(2) o átomo deve possuir energia suficiente para quebrar as ligações químicas que o une a seus
átomos vizinhos e então causar uma distorção no reticulado cristalino durante seu
deslocamento. (costumam ser por lacunas (substitucionais) e instersticiais)

A extensão segundo a qual a difusão por lacunas pode ocorrer é função da concentração de
lacunas presente no metal. • A concentração de lacunas aumenta com a temperatura.
AUTODIFUSÃO - de atomos hospedeiros
INTERDIFUSÃO. - de impurezas substitucionais
--As intersticiais sao mais rapidas!

O Fluxo de Difusão é definido como sendo a massa (ou o número de átomos) M que se difunde por
unidade de tempo através de uma área unitária perpendicular
à direção do movimento da massa, J = M/At , em diferenciais , J = M/At

----Difusao em Estado Estacionario (grafico eh uma reta)


J nao varia com tempo nem posição, e dC/dX é cte, e aih igual a deltaC/deltaX=Ca-Cb/Xa-Xb
eaih a 1ª lei de Fick: J = - D dC/dX ; o sinal menos indica fluxo das altas para as baixas concentraçoes
(concentraão sao as driving forces), e D eh coeficiente de difusao em m²/s

---Difusao em Estado Nao-Estacionario


J e C variam em X com o tempo
2ªlei de Ficl: δC = δ (D dC)
dt dx δξ
ε, σε ∆ ν δεπενδερ δα χοµποσι⎜©ο (πορταντο, δα ποσι⎜©ο), τεµοσ
δC = D d²C
dt δξ″
−−−
σολιδο σεµι−ινφινιτο (semi-
infinitos) −−> α διφυσαο ν χηεγα να συπερφιχιε ενθντ αχοντεχε, υσα−σε γενεριχαµεντε θ υµ σολιδο
εη σεµι−ινφινιτο θνδ Λ>10σθρτ(∆τ)
Para t = 0, C = f(x,0) = C0 em 0 = x = 8.
Para t > 0, C = f(0,t) = CS.
Para t = 0, C = f(t,x) = C0 em x = 8.

Cs-Cx = erf(x/2sqrtDt)
Cs-Co
, podendo servir por ex. para cementação (carbonetação (Fe-C)) de chapas de aço p; endurecer
superficies

D=Do exp( - deltaGd ) e linearizando fica: lnD = lnDo - (deltaGd)(1)


RT R T
sendo Do uma constante, e R=8,31J/mol.K, e Gd a en. de ativação (Temp. aumenta)
qnt maior a tangente no grafico LnD por 1/T, mais a energia de ativação e menor o D, e mais dificil
de difundir

-tudo depende entao de: •Espécie que se difunde • Meio onde ocorre a difusão • Temperatura
-A movimentação de átomos pelos defeitos cristalinos é muito mais rápida que pelo volume

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AULA 05
slides12,14
ver exercicio 1b/c da lista 4

-Equilibrio: caracteristicas n mudam com o tempo se n for perturbado externamente


em termos termodinamicos, qnda energia livre de Gibbs eh minima (dG=dH - TdS)

O equilíbrio entre duas fases num sistema monocomponente chama-se equilíbrio univariante.

-sistema binario isomorfo: componentes totalm/ soluveis um no outro.


Se o ponto estiver numa região onde existem duas fases em equilíbrio, a determinação da composição das fases
presentes é possível traçando-se um segmento de reta horizontal que passa pelo ponto e atinge as duas linhas que
delimitam o campo de duas fases (linhas liquidus e solidus ). As composições das fases líquida e sólida são dadas
pelas intersecções deste segmento de reta e as respectivas linhas de contorno.

Regra da Alavanca (lembra do negocio contrario)


ou que Wb = Ca - Co
Ca - Cb

-sistemas meta-estaveis permanecem mt tempo fora do equilibro(lentos.sofrem pequenas mas uteis)

-solidificação em condiçoes de equilibrio, vai formando q nem no exercicio( liquido eh bola vazia, entra alguns alphazinhos,
aih vira linhas de alpha)
-em nao-equilibro-(em vez de ficarem apenas um tipo de alpha (com tanto de composição de tal componente), tem varios
alphas(com composiçoes diferentes) - (meta-estabilidade). pode acontecer -Segregação ¾zonamento (coring) ¾redução na
temperatura da linha solidus ¾diminuição das propriedades ¾Pode haver a necessidade de recozimento

P+F=C+N
P = número de fases presentes
• C = número de componentes do sistema
• N = número de variáveis além da composição
– p.ex., temperatura, pressão
• F = número de graus de liberdade – número de variáveis que pode ser alterado de forma independente sem alterar o
número de fases existente no sistema
eh um criterio para ver qnts fases coexistirao no equilibro, mas nao a quantidade destas

-qnd 3 fases estao em equilibro num sistema binario, F=0, equilibro invariante
temos assim: eutetica - L --> alpha + beta
eutetoide - gama --> alpha +beta

euteticas - pode se formas alpha monofasica no resfriamento, (do liquido pro alpha mais liquido (lado esquerdo do grafico
do exercicio)

---precipitação: qnd vai de alpha pra alpha + beta, essa linha e a linha de solubilidade...o beta começa a precipitar(antes
tava soluvel)(no ex3,o Pb é pouco soluvel em Sn,e o contrario nao)

-transformaçao eutetica - resfriamento passando por aquele ponto triplo (L-->alpha + beta), o desenho da bola fica com
listras de alpha e listras de beta (crescimento cooperativo)... se nao passasse no ponto ficaria com listras dos dois e pontos
do dendrito pro-eutetico(oq tava junto com o liquido antes) ( no exercicio essa transformação eh hipo-eutetica, forma alpha
primeiro(fase primaria - dendritas de alpha pro-euteticas) em q o liquido eutetico residual (71,9%Ag) se transforma em
micro-estrutura eutetica (92%Ag)

VER EXERCICIO 2b PRA NÃO CONFUNDIR

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Aula 6

Diagrama de Fases Fe-Fe3C (Ferro-Cementita)


Até 912ºC – CCC – ferrita α - Fe-α (atraida por ima até 770ºC)
De 912 a 1394 – CFC – austenita – Fe-γ
De 1394 a 1538 – CCC – Ferrita δ - Fe-δ
*Perlita: finas camads de Fe3C numa matriz de Fe-α

slides 5,6,7
Transformações de Fase:
-em maioria são heterogêneas, com formação de interfaces (separa fases produto e matriz)
- (nucleação e crescimento) costuma envolver formação de um núcleo da nova fase, que
assim cresce. Esta formação é difícil de acontecer pela alta energia na interface p/ núcleos
pequenos, sendo mais freqüentes interfaces de menor energia com orientações do novo
cristal coincidentes (direções de planos ou linhas de átomos) com a matriz.
-solubilidade de cada componente é diferente em cada fase em sistemas com mais de um
componente, tendo a transformação que ocorrer com difusão, movimentação de átomos Æ
depende então do tempo (não é instantânea)

---Cinética Global da tranformação


-curva com comportamento sigmoidal
-numa reação isotérmica temos: y = 1 – e^(-kt^n)
sendo y a fração transformada e t o tempo

-Taxa de Reação: medida geral/ p/ 50% da reação transformada (r=1/t0,5)


-maioria das transf. Isotérmicas varia com a Tº: r = Ae^(-Q/RT)
sendo A uma cte. e Q a ener. de ativação

Têmpera dos aços


---resfriamento brusco (em água ou óleo) do aço a partir do campo austenístico (CFC), formando uma fase
acicular (>0,6%pC) de não-equilibrio denominada Mastensita (TCC(que nem CCC, mas com altura
diferente(T de tetragonal))),sem difusão (por ser brusco). |
(td isso `Ædura e fragil,e aumenta dureza com teor de C
após solubilização total de β na matriz α, aquecendo-se)

Círculos são as posições


dos Fe e Xizes onde
podem ter C
--Tratamento por precipitação (fora do equilíbrio) – forma precipitados meta-estaveis (interfaces de baixa
denergia (coerentes e semicoerentes)) (aquecimento até uma Tºintermediaria, tendo entao partículas finamente
espessas de β na matriz α (envelhecimento))
-solubilidade diminuir diminuindo a Tº, formando solução solida supersaturada (n há tempo p/ precipitar
fase β)

Qnd materiais são solubilizados mas não envelhecidos, ou entao, solubilizado e envelhecido em temperatura
muito elevada ou por mt tempo (superenvelhecimento), pode acontecer amolecimento.

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Aula 7 - Comportamento mecanico dos Materiais


Deformaçoes elasticas - reversiveis (qnd tira a tensao)
Deformaçoes plasticas - irreversiveis

VER SLIDE 4
obs.: tensao e pressao sao analogas (N/m²)
tensoes por tração (alongamento ao longo do eixo de aplicação e contração nos outros),
compressao, cisalhamento e torção

-Tração simples (uniaxial) - perpendicular a superficie. assumiremos q a reação se distribuirá


homogeneamente no solido.

-tensao de engenharia - o• ⌠= F / A
-deformação de engenharia: delta l / l inicial

por tração:
COEFICIENTE DE POISSONν:ν= -(εx/ ε) = -(εy/ ε)onde εx=εy=(do-d)/do = ∆d/ do
.•MÓDULO DE ELASTICIDADE(MÓDULO DE YOUNGouMÓDULO DE
RIGIDEZ)σ= E.εEpolímeros~1 GPae Emetaise cerâmicas~50 -600 GPa
Cisalhamento simples (força aplicada paralela a superficie
TENSÃO DE ENGENHARIAτ

τ= F / Ao

•DEFORMAÇÃO γ

γ= tgθ

•MÓDULO DE CISALHAMENTO G

τ= G . γ

•Para materiais isotrópicos, no regime elástico, vale a relação:

E = 2G (1 + ν)
Para muitos metais: G ~0,4E

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VER SLIDE 8, 11
deformação elastica - pequeno espaçamento nos espaçoes e ligaçoes interatomicas
nos metais ocorrem ateh deformação de ateh 0,5%
-quando ultrapassam o limite de proporcionalidade (P ou E), passa a ser plastica, e a deformação n
eh mais linear ( lei de hooke)
-Tensao limite de escoamento (LE)- tensao minima p/ ter pequena deformação ja (existe pois eh
dificil determinar o de proporcionalidade)
-limite de resistencia (LRT) - ponto maximo, começa a quebrar
-tensao de ruptura - quebrou total!!

⌠= E.ε - modulo de elasticidade (lei de hooke), coeficiente angular na parte linear, e eh


proporcional a dF/dR no ponto r=r0 - tangente no grafico forçaXdistancia interatomica

LE, LRT e E representam habilidades do material de suportar cargas em diferentes


condições.•_εLE, εE, εLR, εP, a resiliênciae a tenacidade quantificam a habilidade do material em
se deformar.
tenacidade: quantidade de energia, por volume, que o material pode absorver antes da
ruptura. Quando a ruptura ocorre no regime elástico échamada de resiliência, no regime
plástico échamada de tenacidade.

Deformação Real: ∑R = ln lf/lo = ln(ε+1).


def de engenharia e def real coinscidem p/ deformaçoes pequenas
⌠R=F/A
TENSÃO DE ENGENHARIA σ é dada por σ=F/A0
σR=F*A0/A0*A=σ*A0/A.
materias solidos sao praticam/ incompressiveis, assim ⌠R=σ(ε+1)

ver slide 15, 16, 17, 19, 20


tenacidade = area sob a curva

-Limite de escoamento superior - em materiais polimericos parcialmente cristalinos:


corresponde ao inicio de formação de estricção, onde a tensao cai ateh o limite inferior,
devido a diminuição da seção resistente

Na região do pescoço, as cadeias


moleculares se orientam, o que
leva a um aumento localizado de
resistência. Em conseqüência, a
deformação plástica prossegue em
uma região vizinha à do pescoço
(de menor resistência), resultando
em um aumento do comprimento
do pescoço. A tensão de
escoamento aumenta devido ao
aumento da resistência do polímero
(alinhamento de cadeias).
Nos metais, a deformação plástica se concentra no pescoço logo após a sua formação,
levando rapidamente à ruptura.

-qnt maior a T°, mais embaixo a curva eh...! p/ T° mt pekena, quase n deforma...
O ensaio de dureza consiste na aplicação de uma cargaconhecida através de um penetradorde
geometria conhecida e na medição da áreada impressão produzida na superfície do corpo de
prova.
-a Dureza ( resistencia as deformaçoes localizadas) nao eh caracteristico do material (ao contrario
da tenacidade e limite de escoamento), depende do tipo de carga, penetrador, maquina, etc
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Aula 8 - discordancias e defeitos cristalinos
nos ceramicos - estruturas cristalinas mais complexas e e ligaçoes mais direcionais --
>discordancias imoveis
-movimentação de discordancias -->deformação
-dependem das propriedades mecanicas...composição, processamento, etc,mas afetam outras
propriedades tb

--Nos materias cristalinos a deformação plastica ocorre geralm/ pelas movimentação das
discordancias (VER SLIDE 4), ja nos materiais amorfos (sem ordenaçao espacial a longas
distancias) a deformaçao plastica consiste em escoamento viscoco

SLIDE 5, 6, 7

-movimentação mo 'plano de deslizamento' (de maior densidade atomica) --> conservativo


-movimentação perpendicular ao vetor de burgers --> nao-conservativo (escalada ou ascensao)

A movimentação das discordâncias se dá preferencialmente através de planos específicos e,


dentro desses planos, em direções específicas, ambos com a maior densidade atômica de um
dado reticulado cristalino, formando um "sistema de escorregamento" (fig.slide8)

SLIDE 9 e 12:
a maclação (do tipo contorno de grao espelhado) pode ocorrer em def. plasticas, importante em
metais HC e CCC

obs.:ductilidade é o contrario de fragil. é suportar deformação sem se quebrar

---ENDURECIMENTO EM METAIS

-por Encruamento: atraves da deformação plastica, as discordâncias movimentam-se, multiplicam-


se, interagem entre si formando “emaranhados”, passando a haver a necessidade de tensoes
crescente pra a deformação
%CW = 100%*(Ao-Af)/Ao , sendo estas as areas de seçao trasnversal

-por Refino de grao: contornos de grao sao obstaculos p/ movimentação de discordancias.


o limite de escoamento em função de "d" (tamanho do grao), é ⌠y = ⌠o +ky/sqrt(d)
qnt menor o grao mais duro eh
sendo ⌠o o coeficiente linear, e ky o coef. angular num grafico de limite de escoamento em função
de "d^(-1/2)"

-por Solução Solida: os campos de tensao gerado pelo soluto interagem com os campos de tensao
das discordancias, dificultando a movimentação destas

-por precipitação ou dispersao:


slide 19: PRECIPITADOS INCOERENTES: não existe continuidade entre os planos
cristalinos do precipitado e os da matriz, e as discordâncias terão que se curvar entre os
precipitados → MECANISMO DE OROWAN

Se os PRECIPITADOS forem COERENTES, as discordâncias em movimento


poderão cortá-los ou cisalhá-los, mas sao menos comuns q as incoerentes

---Recristalização
ver slide 22
apos recristalizar, vaificando mais ductil e menos tensionavel.
aumentando a T°, dps de uma certa T°, formam-se novos graos.
ver slide 23

---Em materias polimericos: estes apresentam prop. mecanicas pouco uniformes, estes quais
depende do tipo de ligaçao e ordenação entre cadeias polimericas, e nao no interior destas, Por
exemplo, a deformação plástica de polímeros de cadeia linear é devida ao “desdobramento”
irreversível das cadeias sob o efeito da tensão
aplicada.

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AULA 9 - Comportamento mecânico dos materias II


VER SLIDES: 4
Slides SUPER-IMPORTANTES = 6,7

-Comportamento elastico (reversivel): ⌠ = Ε∗ε, sendo E o modulo de elasticidade


-Comportamento viscoso (irreversivel): υ=⎜δψ/δτ σενδο ⎜ α ϖισχοσιδαδε (Πα.σ), δισσιπα ενεργια
−Comportamento Visco-Elástico: primeiramente elastico, dps visco-elastico, q estabiliza e, dps de solto, volta
rapidam/ a deformação elastica, e o resto volta aos poucos (e dissipa parte da energia)
-Comportamento Visco-plástico: primeiramente elastico, dps visco-elastico com visco-plastico, aih n forma
uma reta (ver slide 8, comparar com 7). qnd eh solto, tem a contração elastica duma vez normal, dps a visco-
elastica volta aos poucos tb, mas a plastica nao volta, tendo bastante dissipaçao de energia.

EFEITOS DA TEMPERATURA SOBRE A DEFORMAÇÃO PLASTICA


-Em baixas Tº e deformaçoes ---> deformação ε depende praticam/ só de tensao ⌠
-Em altas T° e baixas deformaçoes --> depende da tensao, tempo e da propria Tº
-ALTA TEMPERATURA (depende do material) --> Tº na qual efeitos difusivos (difusao,ascensao
de discordancias) começam a aparecer macroscopicamente
- uh=T/Tf ; sendo T a T° do material, e Tf a de fusao (em K). Em metais, se uh>0,4 -->Alta
temperatura.

slide 12.13:
FLUENCIA - ao passar da Alta Temperatura, os efeitos difusivos ficam mt significativos, ocorrendo
deformaçoes plasticas ateh em baixas Tº (comportamento visco-plastico)
-Estagio I (transiente) - taxa de deformaçaõ descrescente - encruamento
-Estagio II (estacionario) - dε/dt minima (quase cte)
-Estagio III (terciario) - dε/dt crescente - forma cavidades (cavitação), leva a ruptura
---qnt maior T° ou ⌠ --> menor t para quebrar e maior dε/dt
---Fatores que aumentam a resistencia --> maior complexidade das estruturas cristalinas, graos
maiores (contornos), mais precipitados

slide15: T° e dε/dt tem efeitos opostos sobre comportam/ mecanico


--qnt maior T° --> maior amplitude vibração e rotação (atomos ou macromoleculas), mais facil
discordancias deslizarem;;assim --> menos o ⌠e(ou Le) e maior o alongamento
slide 17: as def. plasticas requerem reorganização de atomos e/ou moleculas, q dependem do
tempo...delta⌠ proporcional a delta(dε/dt)^m; sendo m o expoente de sensibilidade a
deformação..........taxas de def. mt altas sao solicitaçoes severas p/ os materiais.

-Transição Dúctil-Frágil -- há uma Tc° de transição abrupta de alta fragilidade (T°baixa) p/ alta
ductilidade (T°alta). nao recomendado uso qnd houver possibilidade de utilização em T°s mais
baixas q a Tc°..mas permite comparar fragilidade de materiais em ensaios padronizados
--Ensaio de impacto - joga-se um peso de uma certa altura em queda livre sobre a amostra e,
qualitativam/, observa-se se quebra ou n quebra, trinca ou n, deforma ou n, podendo determinar a
Tc°. interessante p/ projetos em T°s subambientes

Fadiga - alem das solicitaçoes estaticas ou monotonicas (força cresce ou decresce


continuamente), ha as ciclicas (como molas e eixos), estas quais implicam fadiga dos materias, q
podem ocorrer ateh no regime elastico;

dar uma olhada no slide 24: lembrar: N=delta t/lambda: n°ciclos no intervalo delta t

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AULA 10 - MATERIAIS CERAMICOS


-com elementos metalicos e n-metalicos
-alto ponto de fusao
-geralmente isolantes eletricos, frageis e duros
-comumente estaveis a condiçoes ambientais severas
-há os tradicionais (louças, ceramicas estruturais), ha os vidros; abrasivos, cimentos e ceramicas
avançadas (aplicaçoes eletrica, termica, mecanica., optica, quimica, etc)

slide 5

Vidros: principal eh o de sílica... predominam SiO2. sólido nao-cristalino (ordenação atomica de


curto alcance). sao materiais conformados (moldados) a quente. qnd fundido tem alta viscosidade,
podendo ser deformado plasticamente sem se romper
--no resfriamento nao cristaliza, mas aumenta tanto a viscosidade q começa a apresentar
comportam/ mecanico de um solido
--nao existe T° de de fusao cristalina mas uma Tg° de transição vítrea
slide 10 - comparação entres solido amorfo e cristalino
--qnt maior o velô de resfriam/, menor a Tg°

SLIDE SUPER IMPORTANTE = 11 - colar figura


Ponto de deformação (Strain Point) – abaixo desta temperatura o vidro fica frágil: viscosidade ≈
3x1014 P.
• Ponto de recozimento (Annealing Point) – as tensões residuais podem ser eliminadas em até 15
min: viscosidade ≈ 1013 P.
• Ponto de amolecimento (Softening Point) – Máxima temperatura para evitar alterações
dimensionais significativas: viscosidade ≈ 4x107 P.
• Ponto de trabalho(Working Point)–O vidro pode ser facilm/ deformado: viscosidade ≈104P.
• Abaixo de uma viscosidade de ≈100 P – O vidro pode ser considerado um líquido.

slide 12 (metodos de conformação), 13

têmperas - eleva-se a uma temperatura de 650°C mais ou menos, e resfria-se rapidam/, criando
tensoes "internas"(tração) (na superficie eh compressao).
isso eleva a resistencia e dureza do material (assim como nos aços), e sao mais seguros
(estilhaços menos cortantes, como em carros)

-Ceramicas cristalinas:
-----para fabricar ceramicas cristalinas, em decorrencias da dificuldade de conformação pelo estado
liquido por causa do alto ponto de fusao, eh necessario obter plasticidade antes da "queima", com
misturas em pó um liquido (geralm/ agua)
-conformação por prensagem simples (azulejos e pisos), prensagem isostatica, extrusao (tubos,
tijos baianos), injeção (pequenas peças com formas complexas), colagem de barbotinas (pias,
sanitarios), torneamento (xicaras, pratos)

slide 17 (metodos de conformação)


- na secagem, perde-se massa e retrai (volume), pela perda de agua. qnd seco pode passar por
acabamentos finais, se preciso.

-Queima apos secagem(entre 900 e 1400°C) - aumento de densidade e resistencia mecanica, por
causa da eliminação de materia organica, decomposição e "formação de novas fases", sinterização
(eliminação da porosidade e densificação)

slide 20 - sinterizaçao - diminui quantidade de superficie por unidade de volume; transporte de


massa por difusao.

___-Ceramicas de alta tecnologia - crítico controle de impurezas; aplicaçoes em propriedades mais


especificas, como sensores de T° e gases, capacitores, magneticas, biologicas, etc

•ferramentas de corte – principais materiais: Al2O3, TiC, TiN


• materiais resistentes em temperaturas elevadas – principais materiais: SiC, Al2O3, Si3N4 – turbinas, turbo-
compressores e trocadores de calor
•sensores de gases – principais materiais: ZrO2(O2) , ZnO, SnO2, Fe2O3 (H2O)
•Próteses e implantes – principais materiais: Al2O3 (bio-inerte) e hidroxiapatita (bioativa) – ossos artificiais,
dentes e juntas

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AULA 11 - MATERIAIS POLIMÉRICOS


Slide 3
Moléculas dos polímeros: muitas unidades ou segmentos repetidos ligados
covalentemente entre si, que são chamadas meros.
• Monômero: um único mero.
• Polímero: macromolécula constituída por vários meros
Polimerização: reações intermoleculares pelas quais os monômeros são ligados à estrutura
molecular da cadeia. Podem ser por adição ou condensação.

Slide super importante!!!!! Slide 5 (por adição)


-Por adição (em cadeia) –
--Iniciação: forma-se um sítio reativo Æ um iniciador R (com um eletron livre) + mais um
monômero (CH2=CH2 por exemplo).(no ex.forma-se R-CH2-CH2-(com um eletron livre aqui))
--Propagação: com vários monômeros
Terminação: um radical R’ (com um eletron livre) liga-se e fecha

-Por condensação (pro etapas)


Exemplo de reação de hidroxila com carboxila ( formando aih um poliéster)

--
Este processo repete-se sucessivam/ produzindo-se uma molécula linear

Slide 7 (monômeros e polímeros mais comuns) (VER (n vi ainda))

___Um polímero é constituído de longas cadeias de tamanho não uniforme. Nele existe uma
quantidade (i) de cadeias com massas molares iguais (Mi).
Massa molar numérica media: Mn=somatório de xiMi, onde: xi, fração numérica do total de
moléculas que possuem massa Mi (massa molar da cadeia i)
Massa molar ponderada media: Mw=somatório de wiMi, onde: wi, fração em massa do total de
moléculas que possuem massa Mi (massa molar da cadeia i) (slide 8)
-Polidispersao: MWD = Mw/Mn ; sempre maior q 1. qnt menor mais próximos os tamanhos das
cadeias, qnt maior, mas variados.
- Grau de polimerização: nn=Mn/m ou nw=Mw/m ; sendo m a massa molar do mero; representa a
quantidade média de meros existentes numa molécula (tamanho médio da cadeia):

Dar uma olhadinha slide: 11, e 12se quiser, 17

HOMOPOLÍMERO: polímero derivado de apenas uma espécie de monômero.


COPOLÍMERO : de duas ou mais espécies
-Monômeros podem se distribuir aleatoriamente, alternadamente, em blocos, com ramificaçoes

--Grau de cristalinidade (%em peso) = pc(ps-pa)*100 ; sendo os p’s as densidades das partes
ps(pc-pa) cristalina, amorfa, e do polímero(ps)

POLIMEROS: termoplásticos e termofixos.


-Termoplasticos: podem ser conformados mecanicam/ varias vezes, desde que reaquecidos (facilm/
recicláveis)•Parcialm/ cristalinos(lineares) ou totalm/ amorfos(Lineares ou ramificados). Os
amorfos podem ser rígidos se abaixo da Tg, e macios se acima (T° de uso)
-Termofixos:•Podem ser conformados plasticam/ apenas em um estágio intermediário de sua
fabricação. •produto final duro e não amolece com o aumento da T°. •insolúveis e infusíveis e mais
inertes.
• Mais resistentes ao calor do que os termoplásticos. • Completam/ amorfos.• ligações cruzadas. São
termorigidos se abaixo da Tg e elastomeros se acima.

Slide 23,24
SLIDE SUPERIMPORTANTE: 20
Obs.: n existe polímeros 100% cristalinos
A T°de transição vítrea depende da flexibilidade das cadeias e da
possibilidade de sofrerem rotação.
Se T>Tg → alta mobilidade das cadeias
Se T<Tg → baixa mobilidade
Mais grupos atômicos grande ou ligações cruzadas diminuem flexibilidade → aumenta Tg
--Os 100% amorfos n possuem T°de fusão cristalina. Se a T° estiver mt acima da Tg°vitrea, fica
menos viscoso progressivam/ ateh chegar a T° de degradação

--Elastomeros: se tensionados, deformam-se podendo voltar ao


normal ao soltar. -tem baixo modulo de elasticidade. –amorfos ou
com baixa cristalinidade(obtida sob tensao). -alta mobilidade local
de trechos de cadeia (baixa energia de interação intermolecular) e
baixa mobilidade total das cadeias (ligações covalentes cruzadas entre cadeias ou reticuladas).
- vulcanização: reação (geralm/ com enxofre) q faz ligações cruzadas entre cadeias. As borrachas
n-vulcanizadas são mais macias, pegajosas e menos resistentes a abrasão. As vulcanizadas tem
maior modulo de elasticidade e + resistência a tração e a degradação oxidativa
Ex: Poliisopreno (borracha natural), polibutadieno, SBS,borrachas de silicone, borracha nitrílica, borracha cloropreno

-Processamento de polimeros: depende se é termoplástico ou termofixo; da T° na qual ele


amolece(se for termoplástico); da estabilidade química (resistência à degradação oxidativa e à
diminuição da massa molar das moléculas);da geometria e do tamanho do produto final. È feito em
T°altas (+de 100°C), acima da Tg ou Tf dependendo do q se usa, e sob pressão.
-Termofixos são feitos com preparação de um (pré)-polímero linear
líquido de baixa massa molar e dps faz-se a peça dura e rígida (curada, com
aquecim; e catalisadores, formando ligações cruzadas ou reticuladas),
geralmente em um molde que tem a forma da peça acabada.

AULA 12 - PROPRIEDADES ELÉTRICAS DOS MATERIAIS

-As propriedades elétricas dependem da configuração eletrônica, tipo de ligação química e os tipos
de estrutura e microestrutura. • A CORRENTE ELÉTRICA: movimento de portadores de carga
(elétrons, buracos eletrônicos, cátions e ânions) sob um campo elétrico externo.
-Lei de Ohm: U=RI
-Resistividade: ρ = R (A / L) ; sendo A a área da seção tranversal
R= ρ(L/A) do cilindro, e L o comprimento
Obs.: resistência eh propriedade do corpo, e resistividade eh do material
-Condutividade (facilidade de condução): σ = 1 / ρ
-Densidade da corrente: J = σ E (equivalente a U=RI)

ver slide 7 (condutores, semi-condutores, isolantes)

-O modelo dos elétrons livres: material tem um gás de elétrons num retículo cristalino de íons
pesados.De acordo com a forma funcional da lei de Ohm,mas erra nos valores da condutividade
elétrica, sendo necessário considerar a ondulatória dos elétrons e mecânica quântica.
-Bandas de energia eletrônica nos sólidos:
Longe de outros, cada átomo é independente, e tem os níveis de energia atômica e a configuração
eletrônica que teria se estivesse isolado. Qnd se aproximam, sentem elétrons e núcleo do outro, tal
que cada estado atômico distinto pode se dividir em uma série de estados eletrônicos proximam/
espaçados no sólido, formando a banda de energia eletronica. • A extensão da divisão depende da
separação interatômica começando pelas camadas + externas. Dentro de cada banda, os estados de
energia são discretos,mas diferença de energia entre os estados adjacentes é pequena.

slide super: 12 -Æ
A ENERGIA DE FERMI, Ef, vem do caráter
estatístico dos elétrons e do Princípio de Exclusão
de Pauli. Para metais a T = 0 K, Ef é definida
como a energia máxima dos estados
eletrônicos ocupados. Para semicondutores e
isolantes Ef tem um valor situado na faixa de
energias do poço de potencial. • Nos metais,
somente elétrons com energia maior que Ef podem
ser acelerados na presença de um campo elétrico.
Esses sao os elétrons livres, que participam da
condução • Em semicon-dutores e isolantes, os
buracos eletrônicos têm energia menor que Ef e tb
participam do processo de condução. • O processo
de condução se origina na mobilidade dos
PORTADORES DE CARGA.
• NOS METAIS: eh preciso pouca energia prum eletron pra mudar prum estado de energia
disponível e não-preenchido acima do Ef e tornar-se eletron livre
Condutividade: σ = n |e| µe ; sendo n o n° de elétrons por volume, |e| a carga 1,602x10-19 C e µe a
mobilidade destes.
• NOS SEMICONDUTORES E ISOLANTES: eh preciso que o eletron excite-se a ponto
de sair da banda de Valencia, passar o gap de energia e chegar à banda de condução. A largura da
barreira eh o qnt precisa de energia. Quando o elétrons consegue, geram-se entao um eletron livre e
um buraco eletronico

-Semicondutores intrínsecos: comportam/ elétrico depende basicam/ da estrutura eletrônica do


material puro. Condutividade elétrica pequena e varia muito com a T°(aumenta com esta). Dos
grupos III-V e II-VI tem ficado importantes no mercado.
-Semicondutores extrínsecos:comportam/ elétrico depende fortem/ do tipo e concentração dos
átomos de impurezas. Dopagem: adição de impurezas p/ moldar o comportamento elétrico.
Condutividade varia pouco com a T° e é controlado pela concentração de impurezas. São em
maioria no mercado, como o Si, o Ge e o Sn.

Slide 17
Nos semicondutores vale a relação: σ = n |e| µe + p |e| µb ; sendo b o n° de buracos eletrônicos e µb
a mobilidade destes. Note que µe>µb. ;
-Nos intrínsecos, n=p, portanto σ = n |e| (µe+ µb)
-Nos extrínsecos do tipo n: no ex. de dopagem do
Si (Valencia 4) com P (Val 5), um átomo deste q
substitui um daquele deixa um eletron sobrando
(livre)Æimpureza doadora. n>>p; σ ≈ n |e| µe

-Nos extrínsecos do tipo p: no ex. de dopagem do


Si (Valencia 4) com B (Val 3), um átomo deste q
substitui um daquele deixa um buraco eletrônico
Æimpureza receptora. p>>n; σ ≈ p |e| µb

obs.: sob ação de um campo elétrico externo,


elétrons se movem no sentido contrario ao do
campo, e buracos eletronicos no mesmo sentido.

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AULA 13 – Propriedades Magnéticas dos Materiais


Uso em Geradores elétricos, motores elétricos, transformadores elétricos, Rádios, Televisões,
Vídeos, Telefones, Computadores, Dispositivos de armazenamento de dados (discos rígidos, fitas
magnéticas etc), Cartões magnéticos, Alto-falantes....

CAMPOS MAGNÉTICOS B (do movimento INTERNO) representam gradientes de energia e são


produzidos por cargas elétricas em movimento.ou magnetos permanentes (“ímãs”, pelo movimento
dos elétrons (spin e orbital)).
Representação do campo mag. por LINHAS DE FORÇA. A tangente à linha de força fornece a
direção do campo naquele ponto. Maior a intensidade qnt maior o n° de linhas de força que
atravessam uma área unitária na direção perpendicular à definida pelas linhas de força. (acho q qnt
mais perto mais intenso).

-Em uma bobina (espiral) – (lembrar regra da mão direita). H = N I / L (A/m); sendo H a
intensidade do campo mag.; N o °de voltas; I a intensidade da corrente e L o comprimento
-Em um fio reto longo: H =I / 2πr ; sendo r a distancia do eixo até onde se quer definir o campo.

-A INDUÇÃO MAGNÉTICA ou DENSIDADE DO FLUXO MAGNÉ-TICO representa a


intensidade do campo no interior de um material sujeito a um campo magnético externo. No vácuo
vale Bo = µo H , (T ou Wb / m2= V / s-m2 (n°linhas por unidade de area), onde µo = 4 π x 10-7
H / m (ou Wb / A.m). é a permeabilidade magnética no vácuo. Num material e Bo = µ H (análoga a
lei de ohm J = σ E), e µr = µ/ µ0 é a permeabilidade relativa do material.

- A MAGNETIZAÇÃO M: como o material responde a um campo mag EXTERNO. Definido por


B = µo H + µo M = Bo + µo M ; M = χm H (sendo χm a SUSCEPTIBILIDADE MAGNÉTICA
do material); χm = µr – 1
A magnetização é definida como o momento
magnético dos dipolos por unidade de volume.
-
SLIDE 10 eh foda

-Momento mag. de uma espira de área A com


uma corrente I: mε = I A
-Imã com pólos de intensidade p sepados
por uma distancia d: mi = p d .
-uma espira de corrente e um ima podem
produzir campos mag. idênticos.
-Torque: τ = m ^ B
...Quando imerso em um campo magnético, um dipolo tende a se orientar na direção do campo
devido à ação do torque τ.

-O momento angular (orbital e spin) dos átomos geram dipolos microscópicos,


associando-se momentos mag. aos átomos, sendo estes como pequenos ímãs.
- Conforme origem dos dipolos e natureza da interação entre eles, os materiais são divididos
em diamagnéticos, paramagnéticos, ferromagnéticos, antiferromagnéticos, ferrimagnéticos.

• Ferromagnetismo
Tem momento magnético permanente (do momento angulas de spin) mesmo na ausência de um
campo externo e manifestam magnetizações muito grandes e permanentes, como Fe, Co, Ni na
forma elementar (metais de transição (orbital 3d não preenchido) ), algumas terras raras (orbital 4f
não preenchido), e em mts óxidos, carbonetos, nitretos etc.

-χm ≈ 106 ⇒ H << M ⇒ B ≈ µ0 M
- susceptibilidade mt elevada Æ amplificam fortemente os campos magnéticos externos.
-momento de Bohr (associado ao spin dum eletron): µb = 9,27x10-24 A / m2
- Os momentos mag. permanentes são pelos spins não cancelados (só elétrons desemparelhados
contribuem)
- Alinhamentos cooperativos de momentos de spin ocorrem em volumes grandes (em relação ao
volume atômico) dando origem aos domínios magnéticos.
- Forças de acoplamento entre os momentos de dipolos magnéticos
atômicos adjacentes são enfraquecidas pelo movimento térmico
dos átomosÆ se aumenta T° Æ diminui magnetização de saturação
(q tende a um valor máximo na T° de 0K.
-T° de Curie: T° em q a magnetização de saturação é nula (T° alta)
Apresentam comportamento paramagnético em T°maior q a de Curie.
Ferro 768
Cobalto 1120
Nickel 335
Fe3O4 585

--Domínios Magnéticos: onde momentos de dipolo magnético se encontram alinhados,


tendo mesmo sentido, magnetizados até sua magnetização de saturação.Escala micrométrica de
tamanho e, para um material policristalino, cada grão pode conter mais de um domínio.
-Os domínios adjacentes estão separados por “contornos de domínio” (ou paredes de dominio)
através dos quais a direção da magnetização varia gradualmente. Essas paredes.tem uma densidade
de energia, em J/m2. O “M” é a soma vetorial das magnetizações de todos os domínios, cada uma
ponderada de acordo com sua fração volumétrica.

Æ Curva obtida para B (ou M) em função do campo externo H,


para uma amostra inicialmente desmagnetizada, à medida que
a intensidade de H aumenta. À medida que um campo externo H
de magnitude crescente é aplicado, os domínios mudam de forma
e de tamanho mediante o movimento das paredes de domínio.

-Permeabilidade µ é a inclinação dessa curva (isto é, dB/dH).


Às vezes, a permeabilidade inicial µi (em H=0) é especificada como
uma propriedade do material. A magnetização atinge um valor
máximo, chamado a MAGNETIZAÇÃO DE SATURAÇÃO (Ms).

-No inicio: domínios orientados aleatoriamente: não existe campo


B (ou M) líquido.
-se H cresce Æ domínios na direção de H crescem as custas dos outros,
até que a amostra macroscópica se torne um único domínio
(mono-domínio), praticamente alinhado com H. A saturação é atingida
qnd esse domínio, por meio de rotação, fica orientado na direção de H.

slide 19
-

Æ Indução magnética (B) em função do campo magnético externo (H) para um material
ferromagnético saturado ciclicamente em um campo H positivo e negativo
(pontos S e S’). O CICLO DE HISTERESE é representado pela linha
sólida; a linha tracejada indica a curva de magnetização inicial.

-HISTERESE: Após saturação inicial (ponto S) o campo H reudz-se, a curva de


magnetização volta por outro caminho, onde B se defasa em relação a H, ou diminui
a uma taxa mais baixa. È gerado pela resistência à movimentação de pare-des de
domínio. REMANÊNCIA (Br):campo B residual qnd volta a H=0.
COERCIVIDADE (Hc): campo H necessário p/ reduzir o campo B
no interior da amostra a zero.
-Area dentro da curva: energia perdida em calor por unidade de volume pela mag-desmagnetização

-Materiais magneticam/ moles perdem pouca energia, são usados em núcleos de transformadores,
tem alta permeabilidade inicial e baixa coercividade.
-Quanto maior o tamanho de grão, menor a coercividade, mais “magra” é a histerese.
¾ 3γ ; Onde γ é a energia da parede de domínio, Js é a polarização de saturação
Hc ¾= A+ e d é o tamanho de grão
Jd
s

-Materiais magneticam; duros são ímãs permanentes, altas remanência, coercividade


,indução de saturação e perdas de energia por histerese.
- A energia necessária para desmagne-tizar um imã é dada pelo produto de energia
(BH)max medido no 2° quadrante do anel de histerese.
-Impedir a movimentação de paredes de domínio, aumenta a coercividade e a susceptibilidade.
-Anisotropia magnética:
o q influencia na forma das curvas de histerese? depende de:
-monocristalino ou policristalino
-orientação preferencial dos grãos em materiais policristalinos (como índices de Miller)
-presença de poros ou de partículas de uma segunda fase
-temperatura, tensões mecânicas
-Os índices de Miller das DIREÇÕES DE FÁCIL MAGNETIZAÇÃO do níquel e do ferro são,
respectivamente, [111] e [100].

AULA 14 – Propriedades Térmicas e Ópticas


---Ao mudar a T° Æ dilatação (em aquecimento);contração (no resfriamento);calor é absorvido ou
transmitido; transformações de fases.
---Capacidade térmica molar – calor necessário p/ aumentar em 1 grau K um mol = capacidade de
absorver calor do meio circundante: C=dQ/dT ; sendo C dado em J/mol*K. Usa=se mt o termo
calor especifico, dado em J/kg*K
A capacidade térmica molar pode ser medida a volume constante (Cv) e a pressão constante (Cp)
com: Cp> Cv (no entanto,esta diferença é pequena para a maioria dos materiais sólidos a
temperaturas iguais ou abaixo da temperatura ambiente).
---Em geral, conteúdo térmico e energia vibracional dos átomos sao diretamente relacionados. A
contribuição eletrônica para a capacidade térmica é, em geral, insignificante, a não ser para
temperaturas próximas a zero graus Kelvin.
---Energia vibracional (energia cinética mais potencial): série de ondas elásticas de comprimento de
onda mt pequeno e freqüências mt altas, q se propagam através do material com a velocidade do
som, é quantizada em “fônons” (análogo ao fóton da radiação magnética). O espalhamento dos
elétrons livres é devido às ondas vibracionais.
---Variação de comprimento: ∆l/lo = α∆T ; sendo α o coeficiente linear de expansão térmica (K-1)
(este qual representa a capacidade do material de dilatar-se)
---Gráfico de distância de equilíbrio (ponto médio das
flechas r) entre 2 átomos vizinhos.
(a)aumenta distancia qnd aumenta T°
(b)curva de em. potencial simétrica Æ n aumenta
distancia interatomica qnd T° aumenta
(c)en. ligação + alta e + simétrico Æ menor α
(d)baixa em. ligação e + assimétrica Æ maior α
-condução térmica: calor é transportado de regiões de alta T° temperatura p/ de baixa T°.
-condutividade térmica: capacidade de um material de conduzir calor.
; sendo “q” o fluxo de calor por unidade de tempo por unidade de área
perpendicular ao fluxo(w/m^2). k é a condutividade térmica (W/m-K) e dT/dx o
gradiente de T° (K/m). O sinal negativo quer dizer q o calor vai do lugar + quente pro + frio
Equação válida qnd o fluxo de calor é estacionario (não varia com o tempo)

- Condutividade térmica por elétrons(ke): Os eletrons livres nas regiões quentes ganham en. cinética e vao
p/ regiões + frias, e há colisões com fônons, transformando parte da en. cinética em energia vibracional p/
os átomos dessas regiões frias Æ aumenta T°. “mais elétrons livres = maior condutividade térmica.”
- Condutividade térmica por fônons(kq): por vibrações da rede atômica. Se dá na msm direção da en.
vibracional
-Condutividade térmica k = ke + kq
slide 11 p/ ter idéia de comparar materiais

• PARTE OPTICA:

---qq radiação eletromagnética no vácuo tem velo 3*10^8


-Em forma de onda: c=λv ;sendo c o velô de
propagação, λ comprim. onda, e v frequencia
-Em forma de fótons (pacotes de energia): E=hv=hc/λ ;
sendo h a constante de Planck = 6.63*10^-34 J-m e
E a energia de um fóton

-absorção de fótons na superfície de um metal (~1µm), acompanhada de excitação de elétrons,


q passam de níveis energéticos preenchidos p/ n preenchidos (de maior energia). Qnd voltam
pros níveis de menor energia, reemitem fótons. –Energia se conserva nessas transmissões,
5 a 10% é dissipado em calor, o resto é refletido.
-Metais brancos(Ag, Pt, AL, Zn):refletem +ou– msm n° de fótons com msm freqüência do feixe de lux
-Vermelhos e amarelos (Cu, Au): absorve fótons de λ(comprim. onda) menor e refletem os de λ maior
---qnt mais denso mais absorve -----qnt mais polido mais reflete

---Em não-metalicos, poucos fótons são absorvidos, por causa de um poço de energia separando bandas
preenchidas e n-preenchidas, sendo entao a maioria transmitidos. – os refletidos são q nem nos metais.
Em cerâmicos o poço eh mt grande. Para semicondutores eh pekeno e domina a refletividade.
--fotons da radiação visível tem energia entre 1,8 eV(vermelho) e 3,1eV (violeta)
-semicondutores q tem poço menor q 1,8 são opacos a luz mas tem aspecto metálico
-materias com poços entre 1,8 e 3,1 são transparentes à luz, mas coloridos (absorvem os de maior E)
-com poço maior q 3,1 são transparentes e incolores

-Em materiais isolantes,dielétricos transparentes podem ficar translúcidos ou opacos,pois espalha-se luz por
contornos de grão;partículas finas dispersas;porosidade;ou materiais com índice de refração anisotrópico
-Em polímeros, o espalhamento ocorre nas contornos entre parte amorfa e cristalina. Qnt + cristalino
(+denso) mais translúcido ou opaco. Os amorfos (menos denso) são total transparentes.

AULA 15 – CORROSÃO E DEGRADAÇÃO DOS MATERIAIS

--Fim dos materiais acontece por meio de: – Corrosão de metais e materiais cerâmicos e Degradação de
polímeros • Desgaste mecânico: Desgaste abrasivo, Erosão e Cavitação (.
-Se corrosão e desgaste mecânico são simultâneos (efeito sinérgico), aí é bem pior do q se acontecessem,
mas separados.

--Custos: Ctot = Cdc + Cdp + Cin ; Cdp maior costuma diminuiu Ctot.
-Cdc (corretivo): reparos e reposição de material
-Cdp (preventivo): revestimentos (pintura e outros), material resistente à corrosão, proteção catódica,
inibidores de corrosão, desumidificação de armazém, superdimensionamento.
-Cin (indireto): interrupção de produção, perda de materiais, perda de eficiência, contaminação.

IMPORTÂNCIA SOCIAL DADETERIORAÇÃO: • Acidentes: queda de pontes, explosão de caldeiras.


• Contaminação • Insalubridade: umidade causada por vazamentos. • Economia popular: produtos de
consumo de durabilidade comprometida pela deterioração.

--Como ocorre a corrosão e/ou degradação:


•Metais: Por processos eletroquímicos -corrosão: dissolução do material, com ou sem a formação de
produtos sólidos (óxidos, sulfetos, hidróxidos). Ou -oxidação: pela reação em atmosferas a alta T°.
•Cerâmicas (mt resistentes) (corrosão ou degradação por fases vítreas ou dissolução): só em T° elevadas
(com ácidos (como HF ou alcalinos + fortes) ou em ambientes mt agressivos.
• Polímeros: Degradação. Alguns solventes líquidos provocam dissolução ou expansão (qnd é absorvido
pelo polímero). Tb pode-se a alterar estrutura molecular pela exposição a radiações eletromagnéticas (luz,
raiosX,...) ou calor.
--Ver slide 11
-elétrons da reação anodica vão pra catodica
-metal que sofre corrosão assume um potencial (de eletrodo) de corrosão.
• Obs.: potencial de eletrodo = potencial medido com relação a um eletrodo de referência,
como o de hidrogênio, ou calomelano saturado (ECS) (eletrodo de referência secundário)
---Passivação: película fina (óxidos geralm/) (4nm) q protege o metal contra corrosão, como
o Al2O3 ou Cr2O3 ( é uma proteção anódica)
- Diagramas de Pourbaix: diagramas de fase isotérmicos: indicam as regiões de estabilidade das reações
eletroquímicas em função do potencial de eletrodo e do pH. •as retas correspondem às condições de
equilíbrio • Retas horizontais não envolvem reações dependentes de H+ ou OH(não dependem de pH).
• Retas verticais correspondem a reações não eletroquímicas (não dependem do potencial de eletrodo).
• Retas inclinadas correspondem a reações eletroquímicas que envolvem H+ ou OH.
---slide 15 importante! Slide 16, 17

Proteção catódica: - de tubulação subterrânea (anodos


de sacrifício (revestimento metálico anodico (Zn em
aço por ex.) – de tanque subterrâneo (corrente impressa)

Tipos:
• Corrosão generalizada(ocorrem aleatoriam/ , corrosão
igual na superficie como um todo: atmosférica e por líquidos
• Corrosão galvânica (entre 2 metais o menos nobre se fode!)
• Corrosão localizada: por pite ou em fresta
• Corrosão intergranular
?• Corrosão seletiva: Corrosão grafítica; Dezincificação
• Corrosão microbiológica
• Corrosão por correntes de fuga
• Corrosão filiforme
• Corrosão associada a tensões mecânicas: sob-tensão, Fadiga sob corrosão, Erosão-corrosão, Cavitação-corrosão
• Corrosão por atrito

-Por pite: em metais passivos na presença de íons Cl, q tira localm/ a película passiva, evitam a
repassivação, e forma um acido q vai fudendo pro interior (humm, vc queria um pite, não eh?)
-Por frestas: As condições estagnadas e o empobrecimento em oxigênio favorecem o enriquecimento
em íons cloreto, aí fica tipo por pite.
-inter-granular: nos contornos de grão. Possível desintegraçao por desprendimento dos grãos. (Nos aços,
forma-se carbonetos (precipitação) de Cr (sensitização (perde-se Cr nas regiões vizinhas))).
-Corrosão sob tensão (CST) : ação simultânea de tensões de tração (aplicadase/ou residuais) e meio
corrosivo (específico), formando trincas.
-Erosão-corrosão: ação simultânea de ataque eletroquímico e erosão. Erosão devido ao movimento do
fluido (qnt maior o velô, pior!). Ex. furos em canos.; ou por partículas sólidas ou liquidas contidas em
líquidos ou gases; ou jatos de líquidos ou gases (impingimento).
--Oxidação: metal em contato com uma atmosfera gasosa, sem ter eletrólito. Por ser semicondutor, o óxido
conduz tanto os elétrons como os íons. Qnt maior T° mais fode!

-proteção relativa de óxidos: Al2O3 > Cr2O3 > NiO > Cu2O > FeO
-Os óxidos são semicondutores: (i) do tipo p [lacunas catiônicas (NiO, Cu2O)]
(ii) do tipo n [cátions intersticiais (ZnO) ou lacunas aniônicas (Al2O3)]
-elementos de liga de diferentes valências afetam o n° de defeitos
no óxido, podendo ser + ou – protetor
-A cinética de oxidação de metais que formam óxidos não protetores
é normalmente linear.
-SLIDE 25 MT IMPORTANTE
-Em cerâmicos, nos vidros não tratados, em T° ambiente, gotas d’água que se condensam na superfície
podem correr (intemperismo).
-Em polímeros (físicoquímicam/): pode ocorrer por: – Inchamento seguido de dissolução do polímero, qnd
o polímero está em contato com um líquido, principalm/ orgânicos (querosene, desengraxante, ...). -Ruptura
(cisão) das ligações decorrente de radiação eletromagnética (p.ex. luz), calor, agentes químicos. Æ diminui
peso molecular, o q afeta negativam/ suas propriedades. – Ação do clima (intemperismo): combinação da
ação de agentes químicos (água, ácidos, ...) com radiação (luz) e variação de T°

-Abrasão: remoção de material por ter partículas mt duras entre duas superfícies em movimento ou
embebidas em uma ou nas duas superfícies em movimento. As partículas de alta dureza podem ter várias
origens: - produto do processamento de minérios (sílica, alumina, etc.), -fragmentos metálicos altamente
encruados removidos da superfícies em contato, - asperezas de usinagem de uma das superfícies.
-Cavitação: qnd escoa liquido em tubulações forma-se bolhas de vapor em regiões em q a pressão eh menor
q a do vapor q implodem