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Félix Valentín Bugueño Miranda Laura Campos de Borba

Organizadores

MANUAL DE 1ª edição
MANUAL DE
1ª edição

(META)LEXICOGRAFIA

Goiânia - Goiás Editora Espaço Acadêmico - 2019 -

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Félix Valentín Bugueño Miranda
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Laura Campos de Borba (português)
Paula Rosinski Gonçales (português)
Renata Martins da Silva (português)
Fabiana Raquel Iaronka (português)
Gabriela Duarte Ferreira (referências bibliográficas)
Capa: Laura Campos de Borba
Editoração: Franco Jr.
CIP - Brasil - Catalogação na Fonte
M294
Manual de (meta)lexicografia [livro eletrônico / Organizadores Félix Valentín Bu-
gueño Miranda e Laura Campos de Borba. – 1ª ed. – Goiânia : Editora Espaço
Acadêmico, 2019.
157 p. ; ePUB
Bibliografia
ISBN: 978-65-80274-00-0
1. Lexicografia. 2. Metalexicografia. I. Miranda, Félix Valentín Bugueño (org.).
II. Borba, Laura Campos (org.).
CDU 81’374
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Impresso no Brasil | Printed in Brazil

2019

PRÓLOGO

A classe de texto que o leitor tem nas suas mãos exige que se explique brevemente o teor do conteúdo deste li- vro. A Lexicografia tem uma tradição de centenas de anos. A sua fundamentação teórica, no entanto, não ultrapassa quatro décadas. Este Manual almeja responder questões relativas à área da Metalexicografia por meio do estabelecimento de dois objetivos centrais: refletir o estado da arte da teoria metalexicográfica e orientar a escolha, consulta, compila- ção e avaliação de dicionários. O Manual está estruturado em quatro partes. Na primeira, define-se com mais detalhes o escopo adotado e apre- sentam-se os princípios teóricos básicos relativos à concepção de um dicionário e à sua classificação. Na segunda, discorre-se acerca da estruturação de um dicionário e propõe-se uma classificação de obras lexicográficas. Na ter- ceira parte, são oferecidos panoramas das tradições lexicográficas em língua alemã, francesa, inglesa, espanhola e portuguesa (Brasil). Na quarta parte, há capítulos monográficos referentes à definição, à norma e o dicionário, à Le- xicografia Acadêmica na Alemanha, à Lexicografia Histórica, à Lexicografia de Corpus, à Lexicografia Bilíngue e à Lexicografia Pedagógica.

Félix Valentín Bugueño Miranda Laura Campos de Borba

5

SUMÁRIO

Parte I:

INTRODUÇÃO

9

1.

O ESCOPO DO MANUAL DE METALEXICOGRAFIA

 

Félix Valentín Bugueño Miranda

11

2.

PRINCÍPIOS TEÓRICOS BÁSICOS DO MANUAL

 

Félix Valentín Bugueño Miranda

Parte II:

FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA DO MANUAL

14

3.

A ESTRUTURAÇÃO DE UM DICIONÁRIO

 

Félix Valentín Bugueño Miranda

30

4.

SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DE OBRAS LEXICOGRÁFICAS

Félix Valentín Bugueño Miranda

Parte III: PANORAMAS DAS TRADIÇÕES LEXICOGRÁFICAS

38

5.

PANORAMA DA LEXICOGRAFIA ALEMÃ

 

Félix Valentín Bugueño Miranda

51

6.

PANORAMA DA LEXICOGRAFIA FRANCESA

 

Félix Valentín Bugueño Miranda

69

7.

ESBOÇO DE UM PANORAMA DA LEXICOGRAFIA EM LÍNGUA INGLESA com especial atenção ao estudante de inglês como língua estrangeira

 

Félix Valentín Bugueño Miranda

78

8.

PANORAMA DA LEXICOGRAFIA HISPÂNICA

 

Laura Campos de Borba

94

9.

PANORAMA DA LEXICOGRAFIA BRASILEIRA

Félix Valentín Bugueño Miranda

6

Parte IV: CAPÍTULOS MONOGRÁFICOS

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10. A LEXICOGRAFIA NA ALEMANHA

Thomas Städtler

113

11. A NORMATIZAÇÃO NO USO DA LÍNGUA FRANCESA E O BON USAGE

Jutta Langenbacher-Liebgott

120

12. A DEFINIÇÃO

Virginia Sita Farias

124

13. LINGUÍSTICA DE CORPUS E LEXICOGRAFIA DE CORPUS COM EXEMPLOS DO FRANCÊS ANTIGO E MEDIEVAL

Sabine Tittel

132

14. A LEXICOGRAFIA HISTÓRICA

Stephen Dörr

136

15. O DICIONÁRIO BILÍNGUE

Isabel Cristina Tedesco Selistre

140

16. LEXICOGRAFIA PEDAGÓGICA: EXISTE?

Laura Campos de Borba

Félix Valentín Bugueño Miranda

145

BIBLIOGRAFIA

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Parte I

INTRODUÇÃO

1

O ESCOPO DO MANUAL DE METALEXICOGRAFIA

FÉLIX VALENTÍN BUGUEÑO MIRANDA

(Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Brasil)

Os dicionários são objetos de consulta linguística curiosos. Para a consulta de um dicionário que fornece o sig- nificado das palavras, não se requer mais conhecimento que dominar a progressão do alfabeto. Sob outra perspecti- va, para compilar um dicionário, não se necessita mais habilidade do que saber ler e escrever. Pense-se, por exemplo, que, para outras obras de consulta linguística, tais como gramáticas e livros para o ensino de língua (tanto materna como estrangeira), é preciso um conhecimento técnico de várias áreas das ciências da linguagem e de outras disci- plinas colaterais (como as ciências da educação, no caso dos livros para o ensino de línguas). Os dicionários, no entanto, estão condicionados também por outros dois fatores. Em primeiro lugar, são instru- mentos heurísticos, isto é, são instrumentos concebidos para servir de “base” para a resolução de tarefas nas quais a linguagem cumpre um papel fundamental. Isso se aplica tanto quando em um manual de instruções de uma máquina de lavar roupa não se entende uma expressão como quando um indivíduo precisa escrever um texto e não sabe a for- ma ortograficamente canônica de uma palavra. Em segundo lugar, e seguindo as palavras de um lexicógrafo alemão, existem comunidades linguísticas (que podem corresponder a um país ou a mais de um país) que contam com “pai- sagens lexicográficas”, enquanto outras não. Dito em outros termos, existem comunidades onde seus membros (lei- gos e estudiosos) dão uma importância central ao valor heurístico do dicionário, enquanto, em outras comunidades, esse valor ainda não é reconhecido. Como consequência disso, nas comunidades que contam com uma “paisagem lexicográfica”, seus membros podem solicitar “me diz quem tu és e qual é a tarefa que tu queres resolver que eu te direi que dicionário tu precisas”. Em outras palavras, há comunidades para as quais o dicionário é um livro a mais na prateleira, ao mesmo tempo em que para outras é um livro em posição de destaque na estante. Assim, o dicionário é um livro que parece familiar, mas, ao mesmo tempo, pode passar perfeitamente despercebido. O texto que o/a leitor/a tem nas suas mãos corresponde a um gênero chamado manual. Segundo Hou (2001, s. v.) 1 , manual é um “livro que orienta a execução ou aperfeiçoamento de determinada tarefa”. Destarte, o objetivo do presente livro é orientar os usuários de dicionários para que aprendam a escolher obras lexicográficas segundo as su- as necessidades, além de aprender também a interpretar as informações contidas em diversos dicionários. Para tanto, cada capítulo está dividido em duas partes. Na primeira, oferece-se uma doutrina lexicográfica, isto é, expõem-se as considerações teóricas em relação a um determinado tópico. Na segunda parte, em contrapartida, são aplicadas tais considerações teóricas na análise de uma ou de várias obras lexicográficas. A análise está especialmente pensada pa- ra professores e alunos, que são dois potenciais usuários primários de obras dicionarísticas. Na medida do possível, estendemos as considerações a outros possíveis usuários, tais como os tradutores. O objetivo deste livro é, pois, duplo. Por um lado, a literatura sobre lexicografia é ainda escassa em língua por- tuguesa e, o que é mais preocupante, não acompanha os avanços da teoria lexicográfica, especialmente a de cunho

1 Neste livro, serão seguidas algumas convenções próprias do âmbito dos estudos lexicográficos. As obras dicionarísticas, por exemplo, são citadas por siglas. Hou é a redução do nome Houaiss, que corresponde ao Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (2009). Entre parênteses, indica-se o ano de edição, e, em seguida, aparece, às vezes, a expressão latina “s.v.” (s ub v oce), que significa “baixo à entrada” e que indica sob qual verbete está localizado o segmento transcrito. Neste caso concreto, a definição se encontra no verbete manual. Na seção de referências bibliográficas do manual, o leitor encontrará a resolução para as siglas.

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europeu 2 . Com o presente manual, almeja-se poder difundir, no meio brasileiro, parte da doutrina mais recente. Por outro lado, o manual persegue também um objetivo que poderíamos chamar de “didático-pedagógico”, na medida em que oferece um panorama das diferentes classes de obras lexicográficas (não somente em língua portuguesa) e constitui, ao mesmo tempo, um guia de uso das mesmas. Na parte final, há capítulos monográficos atinentes a aspectos pontuais da (meta)lexicografia. Esses capítulos dizem respeito a questões centrais do fazer lexicográfico. Uma delas é a definição, um tópico de suma importância, considerando que uma das razões básicas para procurar informação em um dicionário é saber o que as palavras sig- nificam. Não menos importante é a relação entre norma e dicionário, pois a dimensão normativa é intrínseca à obra le- xicográfica e esse aspecto está particularmente desenvolvido na tradição linguística francesa. Há também um capítulo dedicado à Lexicografia Acadêmica na Alemanha pelo fato de que as pesquisas meta- lexicográficas estão altamente desenvolvidas nesse país. Destacam-se pela abrangência ímpar de línguas e varieda- des de línguas descritas lexicograficamente. Uma área pouco conhecida entre os estudos lexicográficos é a Lexicografia Histórica, que apresenta uma série de desafios que transcendem a dimensão diacrônica das línguas. Sem dúvida alguma, no estado atual das pesquisas lexicográficas, não há como prescindir do uso de corpora, o que torna a Lexicografia de Corpus um tópico imprescindível em um manual de Metalexicografia. A Lexicografia nasceu como o confronto entre duas línguas, mas, curiosamente, é difícil obter visões de con- junto sobre o desenvolvimento atual da Lexicografia Bilíngue. O capítulo referente a essa área dos dicionários alme- ja oferecer uma síntese crítica. Finalmente, assume-se, implicitamente, que existe uma estreita relação entre determinados dicionários e seu emprego para fins de ensino-aprendizagem de línguas. O capítulo sobre Lexicografia Pedagógica questiona se essa relação é verdadeira. É interessante acrescentar que, em alguns dos capítulos do Manual, há atividades práticas que visam auxiliar a compreensão dos aspectos teóricos apresentados e a aplicação destes à realidade do consulente.

2 Uma exceção nesse panorama é Welker (2006), que, por experiência linguística direta, constitui um bom veículo de propagação da tradição de estudos lexicográ- ficos em língua alemã.

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2

PRINCÍPIOS TEÓRICOS BÁSICOS DO MANUAL

FÉLIX VALENTÍN BUGUEÑO MIRANDA

(Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Brasil)

2.1

Axiomática 1 básica

2.1.1

Distinção entre: 1) língua-objeto; 2) metalinguagem de primeiro nível; e 3) metalinguagem de segundo nível 2

Para fins de investigação (meta)lexicográfica, é necessário estabelecer uma diferença entre a linguagem como “atividade”, “saber” e “produto” (cf. Humboldt (1836)) 3 . A língua-objeto corresponde ao seu uso (=atividade) pelos falantes de qualquer comunidade linguística; a metalinguagem de primeiro nível corresponde à linguagem quando ela se converte em “objeto de dizer” dela mesma (cf. Jakobson (1979, p. 247)); e a metalinguagem de segundo nível corresponde à metodologia da linguística. Um manual de lexicografia trabalha com a metalinguagem de primeiro e segundo níveis. A obra lexicográfica, por sua vez, espelha, na sua concepção, a metalinguagem de segundo nível, mas trabalha com a língua-objeto e a metalinguagem de primeiro nível.

2.1.2 Princípio da exaustividade

Todo fato (meta)lexicográfico deve ser analisado, comentado e descrito exaustivamente. Esse princípio, que corresponde ao âmbito metodológico, possui como limitação intrínseca a irredutibilidade dos objetos sobre os quais se aplica (dificuldade ontológica). Assim, por exemplo, adota-se, para fins descritivos, a necessidade de se trabalhar com taxonomias. No entanto, a própria teoria metalexicográfica reconhece que uma taxonomia de obras lexicográ- ficas de caráter universal não é possível. No âmbito das paráfrases explanatórias, por outro lado, detecta-se também que há unidades linguísticas (“palavras”) que não respondem bem a nenhum modelo de descrição parafrástica.

2.1.3 Princípio da imanência linguística

A doutrina exposta no manual obedece ao princípio da imanência linguística. Isso significa dizer que se prescin- de de qualquer abordagem da linguagem que transcenda a compreensão da linguagem per se. Dito de outra maneira, prescinde-se de teorias ligadas à enunciação ou ao discurso (cf. Dubois et al. (1999, s.v. discourse) e Maingueneau (2000, s.v. discurso)), embora não se possa desconhecer o mérito que tais perspectivas têm para uma compreensão

1 Para o conceito de “axioma”, cf. Blackburn (1997, s.v. axioma).

2 Para essa distinção, cf. Baldinger (1977, p. 92).

3 Corresponde a Coseriu (1992, p. 254) o mérito de salientar a importância dessa tripla distinção. Entre as críticas que se fazem (por desconhecimento, sem dúvi- da) aos dicionários (particularmente aos dicionários de orientação semasiológica) está a de não serem capazes de esclarecer o “sentido”. Além de haver nesses casos um grave erro terminológico (que será esclarecido mais adiante), os críticos esquecem que o dicionário pode espelhar a linguagem no nível histórico como atividade, mas não no nível individual como produto.

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complementar da linguagem. Por outro lado, reconhece-se também que há aspectos da descrição lexicográfica, tais como o viés extensional das paráfrases explanatórias, nas quais os “sistemas de crenças” (ideologia) de uma comu- nidade levam a operar com magnitudes conceituais “transcendentes” a uma compreensão da linguagem per se.

2.1.4 Princípio da propriedade na descrição da linguagem

Este princípio trata dos âmbitos que são pertinentes à (meta)lexicografia. No plano da teoria sobre o dicionário, por exemplo, a variedade de genótipos lexicográficos está atrelada à tradição e presença do instrumento lexicográfi- co em uma dada comunidade, como é o caso das tradições alemã e francesa. Isso leva a considerar necessariamente a história linguística externa dessas duas tradições no marco de uma teoria metalexicográfica.

2.2 Fundamentos para uma teoria metalexicográfica integral

Axioma básico: toda obra lexicográfica deve ser produto da interseção de três parâmetros 4 : a) uma taxonomia, b) uma definição de perfil de usuário e c) uma função. Na prática, os parâmetros b) e c) resultam recursivos, pois se integram na formulação de uma taxonomia. En- tretanto, b) e c) condicionam, independentemente da sua presença em uma taxonomia, muitas das decisões atinentes à definição dos componentes canônicos de um dicionário (v. abaixo).

Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários

Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação
Figura 1. Parâmetros de constituição de dicionários Fonte: Elaboração própria. 4 Uma primeira aplicação

Fonte: Elaboração própria.

4 Uma primeira aplicação sistemática desses parâmetros se encontra em Bugueño Miranda e Farias (2009, p. 37).

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BIBLIOGRAFIA

Na bibliografia, discrimina-se entre as obras dicionarísticas citadas (Corpus Glossariorum) e as referências a trabalhos teóricos (Referências Bibliográficas)

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