Você está na página 1de 40

3 DIAS de imersão e networking em

INOVAÇÃO, TECNOLOGIA E
DESENVOLVIMENTO PESSOAL
Ilustrações por: Freepik.com

AS DEFINIÇÕES DE CARREIRA
FORAM ATUALIZADAS
COM SUCESSO!
HyperXP, o seu acesso a novos CONHECIMENTOS,
EXPERIÊNCIAS, FERRAMENTAS e PESSOAS,
que alavancarão a sua carreira.

Hypers da Missão #1
ÍNDICE
Página 4 HyperXP Missão #1 em números

Página 6 A primeira missão a gente nunca esquece!

Página 7 Os anfitriões da missão

Página 8 Dores que a missão resolve

Página 9 Metodologia HyperXP

Página 10 Empresas e entidades HyperXP Missão #1

Página 11 O que dizem os Hypers Missão #1

Página 15 Top Conteúdos HyperXP Missão #1


Foto por: Freepik.com

MISSÃO #1

4
E APENAS
30 VAGAS ...

N ÃO M E DE IXE DE FOR A DA PRÓXI M A !

ht tp: //hyp er xp.com.br


Ilustrações por: Freepik.com

5
A MISSÃO #1:
Você está prestes a descobrir tudo o que aconteceu no HyperXP
Missão #1, entre 31 de janeiro e 2 de fevereiro de 2019, em São Paulo.

Os participantes viveram experiências que mudaram seus mindsets. CEOs,


Heads de RH e headhunters falaram de suas trajetórias, de acertos e erros, de
crises e oportunidades. E abriram o jogo sobre como identificam e promovem
profissionais de grande potencial e constroem times de alta performance.

Resumindo, uma experiência de conhecimento e networking


na potência máxima!

A turma voltou para casa cheia de insights para planejar suas carreiras
e repensar a profissão ou a empresa. E já surgiram as mais diferentes
parcerias e iniciativas entre os participantes. Já tem gente mudando
de emprego e empreendendo!

Estamos muito orgulhosos da primeira turma de Hypers!

Agora, queremos saber de você: pronto para pivotar a carreira?


Seja um Hyper você também.

#HYPERXP #VEMJUNTO

QU E RO S E R U M H Y PE R !

ht tp: //hyp er xp.com.br

6
OS ANFITRIÕES
DA MISSÃO:
Foto: Gestão RH

JOÃO MARCELO FURLAN DANIEL SCOTT MARCELO NÓBREGA


Autor do best-seller “Flaps! Fundador da 55 Leads. Diretor de RH da Arcos
Liderança AdaptÁgil”. Fundador Conselheiro na Skala Consulting. Dorados, autor do livro
da Enora Leaders. Membro do Mestre em Administração “Você está contratado!”,
Conselho da ABRH-SP e CEA pela FGV. Possui mais de professor convidado da FGV
Insper. Mestre em Marketing 150 mil seguidores nas e investidor-anjo de HR Techs.
e Vendas. suas redes sociais. Escolhido o RH Mais Influente
da América Latina e Top
Voice do LinkedIn 2018.

7
TESTE RÁPIDO PARA VER SE
O MUNDO HYPER É A SUA PRAIA:
VOCÊ SE PEGA COM DÚVIDAS COMO ESTAS?

Como construir uma rede de


relacionamentos ampla e poderosa?

O que fazer para ser notado


no mundo da hipercompetição?

Como expor suas habilidades e aumentar


suas chances na carreira e negócios?

Como se relacionar profissionalmente,


sem parecer interesseiro?

Se respondeu ‘SIM’ para qualquer


uma das perguntas, recomendamos
fortemente a leitura deste ebook!

#HYPERXP #VEMJUNTO
Ilustrações por: Freepik.com

8
APRENDIZADO
HYPERXP:
METODOLOGIA
Adultos aprendem fazendo. O #HyperXP foi desenhado para que
as atividades estejam alinhadas com a abordagem 70:20:10.

ABORDAGE M 70 : 2 0 :1 0

· Autoestudo e leituras
· Treinamento presencial
· Workshops
EDUCAÇÃO E TREINAMENTO
· Seminários online
Conhecimento técnico e comportamental

· Autoconhecimento
· Gestão de Desempenho
FEEDBACK DE OUTROS
· Plano de Desenvolvimento
Provocar o autoconhecimento para o
· Mentoring e Coaching
desenvolvimento de novas habilidades
· Networking
e comportamentos

ALAVANCA

EXPERIÊNCIA ON-THE-JOB
· Projetos Especiais
Atividades do dia a dia que proporcionem
· Equipes Multifuncionais
o desenvolvimento de novas habilidades,
conhecimento do negócio, competências · Interação com a Liderança

comportamentais e melhoria de performance · Condução de apresentações


· Atuação como facilitador
· Resolução de Conflitos
· Plataformas gamificadas

“Adaptado de Morgan McCall, Robert W. Eichinger and Michael M. Lombardo at the Center for Creative Leadership”

9
HYPERXP | MISSÃO #1
E MPRE SA S E E NTIDADE S

10
O QUE DIZEM
OS HYPERS
MISSÃO #1
Ilustrações por: Freepik.com

11
O QUE DIZEM OS HYPERS

LEANDRO PIAZZA
Gestor executivo da UNISUL

“ Estou sempre em busca de capacitações


que tragam impacto para minha carreira.
Por atuar na gestão de uma grande
universidade tenho a sorte de participar
de muitos eventos. A dinâmica do HyperXP
e a oportunidade de networking
são comparáveis a muitas missões
internacionais que participei.”

LUCAS HANSEL
CEO Gorila App

“ Participar do HiperXP foi sensacional!


Foi uma forma de começar o ano com tudo!
Networking de altíssima qualidade, conteúdos
incríveis e profissionais maravilhosos. A convivência
tornou o grupo unido e fiz amizades para a vida!
Inclusive gerei negócios durante e após o evento.
Meu sentimento é de total gratidão por ter
vivenciado a primeira missão.”

REBECA NEVARES
Gerente Comercial e de Gente e Gestão da
Ativa Investimentos

“ O HyperXP agregou muito valor à minha


carreira. Visitar empresas que estão passando
pela transformação digital e ouvir CEOs
e diretores falarem sobre a importância
das pessoas para o negócio foi o ponto mais
reflexivo de mudança de mindset. Além disso,
conhecer as pessoas que participaram com
uma bagagem profissional tão rica, foi sem
dúvida uma experiência que levarei para vida! ”

12
O QUE DIZEM OS HYPERS

EDUARDO ZANINI
Mentor de carreira e negócios

“ O HyperXP foi um evento transformador,


em que pudemos acompanhar o que há de
mais moderno em termos de inovação, modelos
de gestão, novas tecnologias e cultura. E tudo
totalmente centrado em pessoas. Foi uma
experiência rica, com muito networking e
parceria entre o grupo de participantes. Foi
uma experiência fantástica, preparada com
muito empenho. Recomendo fortemente.”

ADRIANO ALMEIDA
Chefe de TI

“ Vou falar sobre o que o HyperXP não é.


Não é um treinamento. Não é um encontro para
trocar cartões. Não é um evento que tem hora
para começar e hora para acabar. HyperXP é uma
experiência com pessoas focadas em te entregar
conteúdo do mais alto nível, com visitas a empresas
com o que há de mais novo no mercado, muito
networking com gente selecionada a dedo e com
um propósito maior de revolucionar o ensino no
Brasil. E o HyperXP não acabou! Ainda recebemos
conteúdos, desafios e interagimos através de uma
plataforma e de grupos com mentores e amigos
que fizemos. Agradeço a oportunidade e mais
que recomendo. HyperXP #vemjunto.”

13
O QUE DIZEM OS HYPERS

ROBERTO MACHADO
Mentoria para líderes de negócios

“ Quem procura viver experiências importantes


para a carreira e ainda vitaminar o networking deve
participar do #hyperXP! Além da oportunidade de
ficar numa imersão disruptiva nas melhores empresas
do planeta, você dá umas boas passadas à frente
no que diz respeito a conhecimento em tecnologia,
negócios, inovações, pessoas, desenvolvimento pessoal.
É uma chance de entrar em contato com seus ideais,
reprogramar seu mindset - com brilho nos olhos! -
e correr para o abraço no sucesso.”

CRISTIANE CRUCELLI
CFO e Senior Controller

“ Fazer parte de um evento com um formato tão


inovador quanto o HyperXP foi extremamente
enriquecedor. Agregou experiências e conhecimento
sobre outras áreas de atuação, além de permitir o
contato com hubs de inovação, tecnologias, visitas a
empresas exponenciais e contato direto com CEOs
que estão revolucionando seus negócios. Tudo isso em
um ambiente de networking extremamente seleto
e qualificado. Após esse evento, minha presença no
LinkedIn se tornou mais visível e consegui escolher
entre duas ofertas de trabalho bastante relevantes.”

14
MISSÃO #1
Nas próximas páginas, vamos revelar para você tudo o que
aconteceu nas PALESTRAS, DEBATES E PITCHES DA MISSÃO #1
DO HYPERXP – São Paulo, um encontro de PROFISSIONAIS
ALTAMENTE QUALIFICADOS que, ao compartilharem suas
experiências e aprendizados, desenvolveram uma MENTORIA
DE APOIO e apontaram novos rumos para os Hypers presentes.

Toda vez que você vir esse ícone,


fique ligado! É uma dica de ouro
do palestrante.
Ilustrações por: Freepik.com

15
O QUE TOCA SEU CORAÇÃO?
A TRAJETÓRIA DO HOMEM QUE EM
17 ANOS FOI DE ESTAGIÁRIO A CEO
Rodrigo Galvão – CEO da Oracle Brasil

Foto: Gestão RH
O tema de Rodrigo Galvão foi “Como a Oracle está se transformando em uma empresa ágil”.
Mas “O que faz seu coração bater?” traduz muito bem o que vimos.

E, como a Oracle foi uma das empresas visitadas pelos Hypers, deixou um recado especial:

‘O combustível da transformação é a conexão com pessoas de diferentes origens para aumentar


suas perspectivas e visão. Por isso, sempre que recebo um convite, encaro como oportunidade de
aprendizado e troca! Hoje foi o dia de uma galera muito especial da HyperXP. Que energia positiva!
Falamos um pouco sobre como transformar o mundo e como as mudanças devem ser primeiro
culturais, colocando as pessoas no centro. Obrigado por terem vindo conhecer nossa casa,
foi um super prazer receber vocês aqui na Oracle’.

Rodrigo Galvão, quase duas décadas de Oracle, passou por quase todos os setores da companhia,
até galgar o topo. Ele sabe qual o propósito a ser alcançado. E nunca sozinho, sempre com o apoio
de outras pessoas, junto de seu networking. Parceria é a palavra-chave.

“Propósito vem de dentro, é o que aproxima e leva as pessoas a formarem um conjunto.


É preciso estar sempre muito atento às oportunidades e saber ler o que está à sua frente.
Um propósito sempre vem de um contexto, de uma necessidade, uma oportunidade.”

E se a transformação está em todos os contextos, ela está na nossa cabeça, começa nas pessoas.
Isso quer dizer que, apesar das mudanças tecnológicas, as pessoas continuam sendo o centro.

“Transformar o mundo empoderando as pessoas por meio da inovação. Isso é o que estamos fazendo.
Satisfação do cliente, mais empreendedorismo, mais educação, mais pessoas e mais inclusão. Estamos
nas universidades, nas escolas, gerando conhecimento, gerando inclusão. Uma oportunidade de
mercado. Geramos entropia, trabalhamos de forma diferenciada”, explica Galvão, sobre sua
função dentro da Oracle e o que espera do mercado e de quem está à sua volta”.

16
COMO CONSTRUIR
UMA CARREIRA DIGITAL?
Paulo Cesar do Nascimento – Head da Samsung Pay do Brasil

Foto: Gestão RH
Para a construção de uma carreira digital é preciso saber para onde você quer ir, e não de onde você
vem. Nós criamos nossas possibilidades. ‘Qualquer que seja o setor que você trabalha ou quer trabalhar
é necessário manter a curiosidade em alta’.

O head, que nasceu no interior do Ceará e veio trabalhar em São Paulo há décadas, explica que
curiosidade é fundamental para o desenvolvimento interno e externo de qualquer profissional.
“Depois de trabalhar como gesseiro numa pequena empresa em Santo Amaro, tive a oportunidade
de ingressar numa companhia de tecnologia. Aí comecei a estudar o sistema e a rede que operava.
Sozinho, para entender o que estava fazendo.”

E foi essa curiosidade pessoal que lhe abriu as portas para ampliar a carreira. PC foi chamado para
atender os clientes dessa empresa, para fazer o trabalho que um grupo desempenhava sem sucesso.

“A curiosidade é o que nos leva a aprender novas coisas, novas línguas. E aqui, não falo
de idiomas, e sim de dominar a língua do teu cliente, do fornecedor, da tua equipe.
Porque no momento em que você deixa de estar curioso, sua carreira acaba.”

Paulo César, entretanto, chama a atenção para outro ponto fundamental na carreira digital, seja em que
área do conhecimento profissional for aplicar. É preciso colocar a vida acima de todos os propósitos que
se tenha. O preço de qualquer coisa é a quantidade de vida que damos em troca, diz o ex-presidente do
Uruguai, José Mujica. Tempo, portanto, não é dinheiro. É mais do que isso. É vida. Use com sabedoria.

17
TRANSFORMAÇÃO DIGITAL E
NOVOS MODELOS DE NEGÓCIOS
Mário Almeida – Integrante do Comitê de Gestão
do LIDE Futuro, membro do Comitê de Inovação
em Serviços da Anpei e cofundador da ABStartups

Foto: Gestão RH
Os mercados mundial e brasileiro apresentam novo ciclo de oportunidades nesta era digital.
“As oportunidades estão aí, para serem valorizadas e utilizadas em novos negócios. Para identificá-las
é preciso agilidade. Os assuntos são fluidos, se misturam com muita rapidez. A rapidez com que
vivemos hoje promove microrrevoluções a cada cinco anos”.

A oportunidade de negócio consiste em ser estratégico para as empresas.

Mas como?

“Um contador, por exemplo, profissão que parece estar se despedindo, precisa ser reinventada.
Um contador estratégico, que oferecerá novos produtos, já que hoje existem aplicativos e outros
produtos que já fazem o trabalho diário do ‘contador à moda antiga’. O contador do futuro deverá
ter outro perfil de entrega.”

Os dados, o bom manejo de dados, deve ser o propósito dos novos modelos de negócio nesta
era digital. Almeida cita o case do Hospital Albert Einstein, que desenvolveu software próprio
com fornecedores e consegue hoje trabalhar muito bem seu sistema de suprimentos, além de
ter em mãos importante banco de dados. Esse software nasceu dentro do próprio hospital.

“O Albert Einstein tem uma coisa que é única em tecnologia. É disso que vão sair novos negócios.
Criaram esse driver. Não precisa chamar a Microsoft para fazer um software para mim. Eu mesmo
posso fazer.”

Apesar de estar tudo atrelado às novas tecnologias, não se deve negligenciar o fator humano
nesses novos negócios da era digital. Cada pessoa vai ganhar dinheiro de forma autônoma.
Cada um com seu talento.

18
DESAFIOS DE LIDERANÇA
EM UMA NOVA ERA
José Augusto Figueiredo – Presidente da Lee Hecht
Harrison no Brasil e Vice-presidente para a América Latina

Foto: Gestão RH
Sobreviver à crise mundial atual pode representar altíssimo custo para a evolução e concretização do
projeto de carreira de longo prazo. Tomar uma decisão equivocada pode criar distância intransponível
para alcançar seu propósito maior. Para enfrentar esses desafios é preciso fazer uma leitura adequada
do cenário, adotar uma postura correta diante de obstáculos para que se aprenda cada vez mais.
E assim abrir novas perspectivas e oportunidades.

Este é o principal desafio da liderança nesta revolução digital 4.0.

O especialista não crê que a evolução digital e tecnológica será a vilã dos empregos, fazendo com
que postos de trabalho desapareçam. Como base para tal afirmação estão as estatísticas que mostram
que houve crescimento do emprego nos Estados Unidos nos últimos 125 anos. Só houve problema
durante as duas crises, de 1929 e na guerra. Fora isso o mercado sempre soube reagir. As pessoas
sempre vão migrar de uma área para outra. Se adaptar.

“E um ponto essencial: administrar suas vulnerabilidades. Saber lidar e esconder seu pânico é
uma habilidade importante. A vulnerabilidade é o ponto que nos separa da desconexão com tudo.”

O profissional deve saber fazer exercício de autoconhecimento para então desenhar um novo
plano de carreira.

Mas para ajudar no planejamento da carreira sob a ótica da inovação, com um novo mindset,
é fundamental saber utilizar e ter novos conhecimentos. A nova dinâmica organizacional leva
em conta os componentes individuais e do empreendedor dentro da organização. Dinâmica essa
que pode evoluir ou estacionar, de acordo com a performance e postura da pessoa.

“Os analfabetos digitais do século 21 não serão aqueles que não sabem ler e escrever,
mas aqueles que não sabem aprender, desaprender e reaprender.”

E esta disposição para aprender, se reinventar, é a marca e o caminho a ser seguido. Planejamento
e gestão de carreira demandam a chamada “visão de helicóptero”, girar de forma contínua,
para todos os lados. De modo a permitir um olhar mais abrangente, acima do momentâneo
e para além da temporalidade.

19
GYMPASS –
UMA STARTUP BRASILEIRA DE
CRESCIMENTO EXPONENCIAL
Leandro Caldeira - CEO da Gympass
Luiz Massad - Diretor de RH da Gympass para América Latina

Foto: Gestão RH
Leandro Caldeira, esse engenheiro mecânico formado pela Universidade Estadual de Campinas
e com MBA em marketing e finanças pela Northwestern University – Kellog School of Management,
nos Estados Unidos, tem duplo desafio: fazer evoluir o negócio (Gympass) e estimular as pessoas
a praticarem exercícios físicos, foco de seu empreendedorismo.

Entusiasta do esporte, acredita que a atividade física é pilar fundamental para o bem-estar
e qualidade de vida das pessoas. E que as empresas têm papel importante na promoção
e facilitação do acesso à atividade física, em escala, para todos.

“Como em outros segmentos da economia, as pessoas querem e já utilizam um jeito mais inteligente
de consumir música (Spotify), de hospedagem (Airbnb), de ver filmes (Netflix). Essas empresas deram
um jeito para atender a esta demanda reprimida. Então, procuramos um modelo para consumo e
facilitação dos exercícios físicos. A Gympass é uma plataforma de descoberta. Que nos ajuda
a encontrar uma atividade física para chamar de sua. Um modelo de negócio inovador.”

Estatísticas demonstram que as empresas que adotaram o aplicativo reduziram os índices


de faltas e afastamentos, assim como os gastos com planos de saúde.

Tudo isso parece um modelo de negócio simples, mas que enfrenta desafios diariamente.
E que também preza por alguns pilares em seu modelo de gestão. Um negócio justo e ágil; com
comunicação eficiente e de confiança. “Nossa cultura é de alta performance. Todas as descobertas
que fazemos no modelo de negócio é compartilhada com a rede, em outros estados e países.”
Dentro da empresa, o espírito inovador é o guia para todos os colaboradores. “A cultura do dono
da empresa é aplicada. Mas também utilizamos as ações sugeridas pelos funcionários. Assim, todo
mundo pensa o que é certo para o todo da empresa, e não somente para sua área de atuação. Usamos
a meritocracia. Se a pessoa que se integrou está alinhada com a cultura da Gympass vai crescer.

Nosso modelo de negócio é estar no azul e ter um RH feroz. Queremos trabalhar com
pessoas mais do que especiais. Pessoas especiais dão lastro para a expansão da Gympass”,
explica o diretor de RH Luiz Massad.

20
COMO AS GRANDES EMPRESAS
FAZEM GESTÃO DE TALENTOS
M arcelo Nobrega - Diretor de RH da Arcos Dorados, autor do livro “ Você
está contratado!”, professor convidado da FGV e investidor-anjo de HR Techs.
Escolhido o RH Mais Influente da América Latina e Top Voice do LinkedIn 2018.
Fernanda Ballura – Executiva sênior de desenvolvimento de pessoas, com
passagem em Arcos Dourados, Alpargatas e Suzano Papel e Celulose.

Foto: Gestão RH
O título remete imediatamente a uma outra questão das mais importantes nesta jornada,
alerta Marcelo Nóbrega: como a gente se prepara para estar em evidência?

“Ora, se você quer fazer sucesso, alcançar seus propósitos, precisa ser proativo e conseguir
mostrar o que você realmente é, o que faz de melhor e o que consegue agregar de melhor
à empresa que escolheu para participar. É preciso olhar para si mesmo.”

Marcelo e a especialista em desenvolvimento de pessoas, Fernanda Ballura concordam que os papéis


organizacionais exigem um pipeline de liderança. A base para avaliação é o chamado Plano de
Desenvolvimento Individual (PDI), cuja metodologia é o modelo de aprendizagem 70/20/10.

O 70 corresponde a 70% de aprendizado próprio com experiências próprias. O percentual é


proveniente de sua vivência profissional, seus desafios, sua rotina e as suas responsabilidades.

Já o 20 responde a 20% de aprendizado com os outros. Reflete o grau de interação do colaborador


com os colegas de trabalho, a observação de como os parceiros executam suas tarefas, os feedbacks
recebidos e as dúvidas que surgem em todos esses processos.

Nesse contexto se enquadra o coaching, uma metodologia abastecida de ferramentas capazes de


melhorar o desempenho do profissional. Isso porque proporciona o alinhamento de competências,
a avaliação dos pontos de melhoria e a comunicação eficaz com os demais parceiros dentro da
corporação. Além, é claro, da definição de metas e desenvolvimento da produtividade e da alta
performance.

Já os 10% restantes estão atrelados ao aprendizado adquirido por meio de treinamentos,


participação em congressos, seminários, cursos, workshops, leituras e certificações.

Fique esperto: o mundo ultraconectado de hoje exige velocidade de ação. E só aqueles


que conseguirem se adaptar às novas movimentações conseguirão êxito.

21
BIG DATA E PEOPLE ANALYTICS
Olivier Devaux – Gerente de novos negócios
Serasa Experian DataLab

Foto: Gestão RH
A grande maioria das pessoas entende que Serasa é uma empresa que cuida de certificados digitais
para pessoas jurídicas e físicas. Ou que controla uma lista de devedores no comércio.

Será que é isso mesmo? Sim, e muito mais. E o tal ‘muito mais’ inclui um trabalho sensacional com
captação e estudo de dados. Pode-se dizer que algo inimaginável para o cidadão comum.

A cidade de São Paulo abriga o DataLab da Serasa, um dos mais importantes laboratórios da
companhia em todo mundo. Foi aberto em 2016, logo depois dos Labs de São Diego (2010) e Londres
(2014). A cidade de Singapura recebeu a estrutura no ano passado.

A equipe paulista do Lab Serasa está à procura de novos dados, sempre. De posse dessas informações
desenvolve novos protótipos de negócios e testa novas plataformas.

“Muito importante é fazer teste no mercado, para ver se existe potencial de negócio”,
explica o especialista.

O trabalho do Serasa DataLab está focado em quatro áreas de pesquisa: Alt Data (dados alternativos);
Conversational tech – smart environment (ambiente inteligente); nextgen credit (geração de crédito); e
project (fazer projetos em paralelo a esses outros itens). “É um desafio, precisa de sinergia”, destaca o
gerente de novos negócios, ao apontar que o trabalho leva em conta a segurança e também
o sigilo das informações das pessoas.
O Serasa DataLab enxerga no mercado brasileiro um futuro muito promissor, com mais equipamentos
tecnológicos no cotidiano das pessoas. Assim, seus estudos e planejamento levam em conta a existência
do uso de mais equipamentos eletrônicos tecnológicos pelos cidadãos, que deverão estar cada vez mais
interconectados de maneira mais harmoniosa.

“O futuro é feito de equipamentos cada vez mais conectados, que deverão ser mais convenientes para
utilização pessoal no dia a dia. Nos últimos seis meses, por exemplo, apareceram, em São Paulo e outras
cidades do país, vários equipamentos desse tipo, como as bicicletas e patinetes para alugar. E vão surgir
cada vez mais tipos e formas variadas. A interação com a máquina será mais fácil. Estes equipamentos,
estes devices, fornecem uma infinidade de dados que pode ser utilizada em novos negócios.”

22
INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL
E CULTURA DE INOVAÇÃO
Eduardo Horai – Head of Solutions Architeture na
Amazon Web Services (AWS) Latin America

Foto: Gestão RH
Missão dada é missão cumprida, diz a máxima. Na Amazon, na AWS, este propósito vai um pouco além:
fazer com que as inovações ocorram em todos os níveis.

A cultura dentro da AWS é trabalhar com colaboradores que incorporem este espírito e sejam capazes
de acompanhar o desenvolver dos projetos, focados nos objetivos básicos definidos pelo
CEO da Amazon.com, Jeff Bezos.

Uma das premissas mais importantes dentro da corporação, defendida pelo seu fundador,
é manter obsessivamente o foco no cliente, procurar inovar e melhorar cada vez mais.
E, além disso, aceitar possíveis falhas que possam aparecer, corrigi-las e aproveitar
o feedback disso para avançar.

A cultura de inovação da AWS e da própria Amazon é o costumer obsession, o long term thinking
e aceitar as falhas.

E mais: a cultura Amazon acredita que, quando o colaborador escreve, coloca no papel o que está
pensando, o que quer que o cliente saiba, pensa mais.

“É muito melhor. Muito diferente você escrever (no máximo seis páginas) com os detalhes do produto
e o que ele vai impactar na vida do cliente, do que apresentar um power-point com lâminas coloridas,
com movimento, bonito visualmente, mas que não contém as informações necessários para cumprir
nosso propósito que é a obsessão pelo cliente. A discussão fica muito mais profunda”.

Esse processo de criação e discussão é chamada de cultura de builders, construtores de liderança.


“Cada um de nós é um líder em nossa missão”.

23
ASSUSTA FALAR
EM INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL?
VOCÊ SABE ONDE ELA É EMPREGADA?
COMO PODE SER USADA NO DIA A DIA?
Cláudia Charro – Amazon Inteligência Artificial, Solutions Architeture

Foto: Gestão RH
Inteligência artificial não é mágica, não é feitiçaria. Nem coisa de outro mundo. É tecnologia,
presente no nosso cotidiano. Em todos os momentos, e em todos os lugares.

E numa empresa, onde está?

Está na machine learning. Mas pode chamar de inteligência analítica.

A Amazon, AWS, tem o mais amplo e profundo conjunto de serviços de machine learning e inteligência
artificial para os negócios de qualquer desenvolvedor. São serviços de Inteligência Artificial
pré-treinados para visão de computador, linguagem, recomendações e previsão.

Atualmente, as empresas estão sendo forçadas a analisar seus dados mais profundamente
para aumentar sua eficiência e competitividade. E é aí que entra a tecnologia do machine
learning, para cooperar na evolução de inteligência analítica.

“Hoje em dia, machine learning é muito acessível. Por exemplo, o deep learning, que é a capacidade
de você avaliar uma imagem em muitas tomadas. São gerados dados contidos nessa imagem, para
compor uma base de dados de interesse à corporação que utiliza a ferramenta”, explica Cláudia Charro,
arquiteta de soluções.

Muitos dos recursos tecnológicos hoje existentes só funcionam ou são viáveis devido à IA. Exemplo
é o combate a fraudes em sistemas de pagamento através de cartão de crédito, a tradução de textos
em diversas linguagens, a conversão de texto em voz e de voz em texto, ou a criação de um banco
de dados baseado no que você compra ou tem pedido no e-commerce, nos produtos consumidos.

E apesar de os conceitos de IA e ML existirem há muito tempo, somente agora podemos observar


o uso dessas tecnologias em larga escala. Muita gente fica espantada com a utilidade delas e se
impressiona como as empresas que as utilizam. Imagine então quando estiverem aperfeiçoadas
e muito mais treinadas...

24
O PROFISSIONAL DO FUTURO
Milton Beck – Diretor geral do LinkedIn
para a América Latina

Foto: Gestão RH
Executivo com mais de 20 anos de experiência em vendas e amplo histórico de superação de metas,
Milton Beck é um engenheiro mecânico formado pela Poli-USP, com pós-graduação em Business
e Marketing Administration pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Sempre focado na qualidade e
no resultado, planejador estratégico de vendas e experiente negociador, consegue ler as necessidades
do mercado de forma rápida e eficiente. Especialista na construção de um profissional com perfil
e habilidades que o mercado exige hoje, Beck é certeiro:

“É preciso definir como eu quero ser visto para que as pessoas então me vejam”. O LinkedIn,
afirma, pode conectar profissionais para serem mais produtivos e bem sucedidos.

Hoje, as empresas passaram a ser mais rigorosas na seleção e reforçaram o uso de tecnologia. Enquanto
que as pessoas precisam perceber a necessidade de buscar novos conhecimentos e de ampliar suas
redes de contatos. Este contexto favoreceu o crescimento do LinkedIn, hoje com mãos de 580 milhões
de pessoas conectadas em todo mundo, presente em 25 países.

Por que as pessoas usam o LinkedIn?

Para construir sua carreira. Para manter-se informado. E para criar networking com o mundo
profissional. Tudo junto e misturado.

“Não adianta partir com tudo, escrever, postar tudo para aparecer na rede. É preciso
mostrar conhecimento, conteúdo. Também não se pode conectar com qualquer pessoa.
Avalie o que é importante para a seu networking. Conecte-se com quem vale a pena, para
evitar poluir seu feed”, ensina.

Para as empresas saberem quem é você, é necessário estar conectado. E ter networking eficiente e
coerente com seus propósitos. Se você está na rede, claramente é potencial candidato a uma nova
oportunidade, a qualquer momento. Está provado cientificamente. Pesquisa Jobvite, nos Estados
Unidos, revela que 78% das companhias norte americanas já contrataram funcionários por meio
de redes de networking.

25
O FUTURO DO TRABALHO – QUAL
O DESTINO DAS NOVAS CARREIRAS
E AS HABILIDADES A SEREM EXIGIDAS
Julia Curan – Consultora da WGSN Mindset, líder global
em previsão de tendências de estilo de vida

Foto: Gestão RH
A onipresença da tecnologia e o despertar dos valores humanos no mundo do trabalho marca o mundo
corporativo de hoje. Em todo canto do planeta. E no Brasil cada vez mais. O futuro do trabalho é
muito humano. De forma consciente ou não. É isso que revela estudo lançado pela WGSN Mindset em
novembro de 2018.

As principais competências do futuro do trabalho são criatividade, colaboração,


transparência, comportamento, mindfulness, capacidade de experimentar, inteligência
artificial, segundo a consultoria inglesa à qual Julia está ligada.

O profissional do futuro deverá ter muita criatividade, aprendizagem socioemocional, conexão com o
mercado, skill based learning, aprendizagem contínua para se manter atualizado, sempre.

O modelo de carreira terá como base o freelancing, o telecommuting – trabalho em qualquer lugar -, e
terá on-demand mindset.

O ambiente de trabalho valorizará o conceito sem limites e sem barreiras. Com excelência da
transparência, diversidade e flexibilidade.

O reconhecimento financeiro também mudará. Vai além do ato de remunerar e formato de ser
remunerado atualmente. Salários deverão ser pagos em criptomoedas, em moedas sociais, através de
transações peer-to-peer (de pessoa para pessoa). Algo muito semelhante ao antigo escambo.

E as novas profissões? Segundo a pesquisa WGSN, terão o mindset phygital, que mistura o físico e o
digital. E deverá ter uma “disputa” entre hard skills e soft skills.

Mas, sobretudo, a carreira do futuro vai valorizar duas características humanas insubstituíveis: a empatia
e a colaboração.

Futuro mais humano impossível!

26
MINDFULLNESS + EMPATIA
– DESIGN THINKING
João Marcelo Furlan – Autor do best-seller “Flaps! Liderança AdaptÁgil”.
Fundador da Enora Leaders. Membro do Conselho da ABRH-SP
e CEA Insper. Mestre em Marketing e Vendas

Foto: Gestão RH
O que você ama fazer profissionalmente?

O que te destaca profissionalmente?

O que você faz e os outros estão dispostos a pagar?

Três questões que são a base para você descobrir, perceber, entender, e reaprender, que vão
construir o papel do novo líder e o valor humano na profissão do futuro.

Aí você vem com a dúvida: mas e o componente humano?

O componente humano seria uma quarta pergunta que também precisa ser feita:

Do que o mundo precisa? Essa a gente adianta: empatia. Alguém duvida?

Para alcançar, entender e colocar em prática as respostas para essas questões você vai precisar
se autoavaliar e ter muita concentração. Nessa etapa, desenvolver o mindfullness é o primeiro passo.

Mas o que é e para que serve mindfullness?

Trata-se de um estado emocional, controlado. Um estado de total atenção e mente aberta


frequentemente. Pode ser traduzido como consciência plena.

“O problema é que, quando você acha que sabe e conhece as coisas, acaba deixando
de prestar a atenção necessária. E sem prestar a atenção, deixa as coisas passarem.
Perde oportunidades.

Não existe uma fórmula mágica que preveja o triunfo de um negócio. Mas, um bom caminho é ter
um propósito e não menosprezar a intuição. Isso ajuda a construir um espírito de união e fraternidade
e fazer com que sua vida e carreira tenham alto protagonismo no seu mundo.

27
COLABORAÇÃO E
COMPARTILHAMENTO – NETWORKING 4.0
Marc Tawil – Jornalista, radialista e escritor. Head da Tawil
Comunicação. Comentarista da Rádio Globo SP. Top Voice LinkedIn

Como se relacionar em meio às transformações digitais


e saber acompanhar as mudanças que estão ocorrendo
é uma situação que você, se ainda não se questionou
sobre, está perdendo tempo. A necessidade de
imprimir uma marca pessoal, sólida e com visibilidade
é fundamental.

Mas, antes de tudo, é preciso integrar-se a um


networking eficiente, colocar em prática toda a sua
empatia, seu lado humano, o espírito motivador e o
incentivo à liberdade. E ter coerência entre o discurso
e o dia a dia.

Devido à constante mudança entre as relações pessoais


e de trabalho nesta era digital, é necessário manter
contatos profissionais mais humanizados, duráveis,
genuínos e eficazes. Você tem que ter ou ser uma causa que agregue. Ninguém é o que parece. A gente
vive num mundo de percepções. A pessoa que tem confiança em si ganha a confiança dos outros.

“Nesta era da Revolução Industrial 4.0, enquanto as máquinas pensam e agem sozinhas, como
as pessoas estão se relacionando? Como têm se posicionado em plena Transformação Digital? O
Networking 4.0 é uma nova perspectiva acerca das relações na vida pessoal e no mundo do trabalho.
São abordagens que, sozinhas ou em conjunto, transformam a maneira como nos comportamos,
interagimos, impactamos pessoas e colhemos frutos”.

Seu nome é sua grife. Sua rede de conexões deve ter algum significado para você. Mas também um
impacto no que você for fazer. Sempre deve haver uma entrega genuína de valor. Destaque-se pelo seu
próprio conteúdo. E ao se posicionar nas redes sociais, pratique aquilo que você posta.

Dicas para agregar valor ao ‘novo profissional’:

1 ) Seja sua própria marca. Empresas não querem contratar os mesmos profissionais
de sempre. Querem alguém que mexa no caldo.

2 ) Conduza. Você precisa dar o primeiro passo.

3 ) Conecte. Crie pontes, e não muros. Conectar não significa só se conectar digitalmente.
Faça as coisas para ser lembrado pelo que fez.

4 ) Crie valor. Entregue o seu melhor. Esteja presente e devolva o que esperam de você.
Crie e valorize sua reputação. Lembre-se que a reputação sempre chega antes
do que você fisicamente. Trabalhe seu posicionamento.

5 ) Diversidade. A gente não fala sempre para as mesmas pessoas. Tenha isso em mente,
analise e diversifique seu modo de olhar e de se comunicar. O networking é para isso.

6 ) Esteja presente. O networking não pode ser usado apenas quando você precisa
das pessoas da sua rede.

28
ESPÍRITO EMPREENDEDOR
DO MESTRE CERVEJEIRO
Gustavo Barreira – Sócio da cervejaria artesanal Leuven

Foto: Gestão RH
Logo depois de formado, em 2000, pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (USP), Gustavo
Barreira ingressou no City Bank. Desenvolveu uma carreira exitosa, fez sucesso, liderou. Mas faltava
alguma coisa.

Então, em 2015, começou a desenvolver um projeto de cerveja artesanal, sua paixão. Mesmo diante de
todas as dificuldades, o negócio começou a crescer neste “mercado de tubarões”, que é o da cerveja
nacional, com multinacionais à frente das marcas líderes. Hoje, são cerca de 800 cervejarias em todo
Brasil.

“Sempre busquei uma rota própria. Montei um portfólio e me dispus a fazer aquilo de forma bem feita”.

Desde então, nasceu e cresce uma cervejaria artesanal em Piracicaba (SP), que já atingiu a marca de
300 sócios, por meio de um crowdfunding, e R$ 4,5 milhões de investimentos captados pela internet.
“Digo sempre, como falou Ethan Mollick, o valor de um crowdfunding não é dinheiro, é comunidade”.

A empresa, Leuven, já fez três rodadas de financiamento coletivo, na busca por recursos para
investimentos. Assim, a marca se transformou na companhia com maior volume levantado a partir
desse tipo de serviço no Brasil.

Essa startup da cerveja se destaca nas captações via financiamento coletivo porque os futuros
associados acreditam na marca, no projeto e no desenvolvimento do negócio. Mais ainda.
Além de olhar para o potencial de retorno financeiro, os investidores também demonstram
estar interessados em causas na quais acreditam e em produtos dos quais são fãs.

E como uma startup que não é do segmento tecnológico tem capacidade de apresentar
novidades e inovar?

A Leuven, por exemplo, possui um aplicativo com recursos de realidade aumentada que permite
ao consumidor interagir com o rótulo das garrafas. Basta baixar o app e focar o rótulo com a câmera.
As figuras medievais, que inspiraram a criação da marca, se movimentam na tela do celular.
Pura inovação digital.

29
O FUTURO DA MOBILIDADE
URBANA SUSTENTÁVEL
Gabriel Arcon – CEO da E-Moving Mobilidade Urbana

Foto: Gestão RH
O primeiro problema que um morador de grande centro urbano enfrenta, logo de manhã, é o trânsito.
Não tem escapatória. Sair de casa para chegar ao trabalho é sempre um problema. Faça chuva, faça
sol. Engarrafamentos intermináveis, milhões de veículos, pessoas nervosas, ineficiência do transporte
público.

Arcon, que trabalhava em uma empresa do ramo imobiliário, morava a apenas cinco quilômetros entre
sua residência e o escritório. Mas ficava parado uma hora nos engarrafamentos, que gerava muito
estresse. Cansou.

Em 2014, resolveu empreender para ajudar a minimizar o problema da mobilidade urbana. Mas de um
jeito sustentável. Nasceu a E-Moving, modal eficiente de transporte público que utiliza bikes elétricas.

Foi desenvolvido um modelo de e-bikes que se ajustam ao deslocamento no trajeto casa-trabalho. Essa
startup é a única empresa brasileira que faz aluguel de bicicletas elétricas. E não pensa pequeno: quer
ser o melhor modal de transporte público de curta e média distância.

“Cada carro a menos na rua e cada cliente satisfeito é uma vitória de toda a cidade”.

A E-Moving foi criada junto com o amigo e publicitário Kleber Piedade. Fizeram um plano de negócio,
obtiveram recursos para investimento e compraram dez bicicletas. Em fevereiro de 2015, começaram
a ir atrás dos primeiros usuários.

O negócio pivotou no meio caminho. Mas seguiu dentro da proposta original, de ser um meio de
transporte mais rápido, mais econômico e mais saudável.

Hoje, a E-Moving fabrica suas próprias bikes elétricas. Além de ter cliente pessoas físicas, também
trabalham com empresas. Os RHs das empresas passam a oferecer a bike elétrica como alternativa
ao vale transporte. E há economia também com estacionamento.

A startup de Arcon vai cumprindo sua missão, que é devolver tempo e dar qualidade
de vida para seus clientes através da mobilidade urbana sustentável.

30
EMPLOYEE EXPERIENCE
Frederico Lacerda – CEO da PIN People

Foto: Gestão RH
A gestão de pessoas passa por uma revolução, assim como as carreiras e as profissões. Com o objetivo
de se tornar mais estratégico, o profissional de RH utiliza mais de dados para avaliar os colaboradores
de uma companhia do que de sua intuição para tomar as decisões. Contudo, a experiência do
colaborador é o que importa.

Com base nessa premissa, foi fundada a Pin People, startup que utiliza a inteligência artificial para criar
soluções de RH.

Nenhuma empresa conseguirá atrair e reter talentos sem utilizar alguma ferramenta
tecnológica que possibilite saber o que está acontecendo com seus colaboradores,
em tempo real. Automatizar, coletar dados e dar feedback. Tudo em tempo real.

A startup já impactou desde sua fundação, em janeiro de 2014, mais de 80 mil colaboradores
em várias companhias, que passaram a usar seus algoritmos.

É a visibilidade em tempo real sobre a experiência e saúde das organizações empresariais. Será
possível descobrir o que impulsiona o engajamento, a produtividade e a performance das pessoas.
Assim como saber exatamente o que priorizar com base no impacto de cada variável na experiência
dos colaboradores.

A Pin People já lançou duas soluções focadas no mapeamento da cultura organizacional corporativa
e na análise cultural com candidatos. Boa parte dos benefícios é obtida em um programa de aceleração,
como a utilização de metodologias e o acesso a uma ampla rede de contatos.

“O RH é uma indústria carente de soluções digitais, principalmente ao se tratar de softwares de


inteligência e analytics. Na área de People Analytics ainda não há nenhum grande player consolidado,
apesar de startups estarem aparecendo”.

31
GAMIFICAÇÃO PARA
TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIOS
Daniel Sgambatti – Founder & CEO na Kludo

Foto: Gestão RH
Kludo é uma ferramenta para acelerar a jornada de transformação digital nas empresas. Entrega uma
experiência de usuário que promove o aumento do engajamento, redução de custos e aumento da
produtividade de colaboradores através de games para treinamento de equipes nas mais diversas
empresas.

A prática da gamificação consiste na aplicação de dinâmicas de jogos com o objetivo de despertar a


curiosidade dos usuários e aumentar o engajamento da equipe. Facilita a jornada de informação digital.
Muda o mindset.

Pesquisas apontam que a prática da gamificação melhora o comprometimento completo


dos times de colaboradores e uma redução no tempo médio investido nas capacitações dos
empregados em torno de 25%.

“Nosso produto é capaz de aumentar o engajamento no consumo de conteúdo e a retenção desse


conteúdo”.

A Kludo substitui pelo método game os processos de treinamento de funcionários, as antigas e


demoradas apresentações em formato de slides, PowerPoint, com conteúdo complexo e palestras
intermináveis. É mais eficaz e fácil de aplicar.

A plataforma criada pela Kludo é focada em apresentar jogos como solução para engajar participantes
de treinamentos e outros processos que necessitam demonstrar informação e conteúdo para os
usuários. Os jogos funcionam como ferramentas de autoria, em que o próprio usuário – o colaborador
da empresa – pode construir seu conteúdo por meio de templates disponíveis, acrescentar textos,
imagens e vídeos.

Estudo da Universidade de Munique, na Alemanha, identificou que a gamificação pode ativar gatilhos
de motivação, o que favorece as empresas. E ampliar seu poder de ajuda, se empregada com outras
ferramentas motivacionais.

32
COMO ESTABELECER
SUA MARCA PESSOAL
Deize Andrade – Personal branding

Foto: Gestão RH
A gente faz o que a vida oferece. Mas há um meio de fazer mais e melhor. Gerenciar a sua marca
pessoal ajuda a planejar e acelerar o crescimento da sua carreira. E é especialmente útil nos momentos
de transição. É preciso falar o que se faz de melhor, mas também assumir nossas vulnerabilidades.

A marca pessoal é a impressão que a gente deixa. Nossa marca está na cabeça dos outros.

Desenvolver a marca pessoal leva a desenhar uma estratégia para transmitir, de maneira autêntica e
responsável, as mensagens que farão você ser conhecido pelos seus talentos e qualidades.

Engenheira química, Deize desenvolveu carreira longa no mundo de aromas. Até que um dia, ao ler a
dedicatória do filho no trabalho de conclusão de curso na universidade, ficou impactada com o óbvio. O
rapaz escreveu que Deize era a pessoa que ele conhecia que mais sabia extrair o melhor dos outros. “Aí
entendi que sempre havia feito isso. E mais: era isso o que me movia e o que eu queria fazer par sempre
e para mais pessoas”, conta.

Hoje, ela aplica esse talento na gestão de imagem e marca pessoal. O processo ajuda a encurtar
caminhos de crescimento, explorando o potencial de cada um, identificando e reduzindo obstáculos,
inspirando a tomada de ações que levem a atingir resultados e a criar relações mais positivas em todos
os níveis.

Tudo o que a gente faz deixa uma marca.

Explore, descubra, identifique suas competências, seus talentos e habilidades e desenhe a


estratégia para ter visibilidade nos mercados e plataformas que lhe interessam, aumentando as
suas chances de ser escolhido para as oportunidades que você deseja.

Projete seus talentos e competências utilizando a sua imagem como ferramenta de comunicação.
Comunique o seu melhor por meio de sua aparência, comportamento e comunicação.

E tenha sempre como meta, como propósito, onde quer chegar. E também qual legado quer deixar.

Afinal, gente foi feita para brilhar!

33
COMO USAR O LINKEDIN
Carolina Dostal – Consultora, especialista em LinkedIn

Carolina aprendeu as coisas na marra. E ensina de forma


curta e eficiente o caminho das pedras.

Quer melhorar sua empregabilidade e aumentar sua rede


de contatos? Turbine seu perfil no LinkedIn.

Saber usar e turbinar seu perfil na plataforma LinkedIn


é o mais importante passo para avançar no mundo
corporativo. Em todo planeta, o LinkedIn tem mais de 580
milhões de usuários. O Brasil é o quarto país em usuários,
com mais de 37 milhões de profissionais inscritos.

“No LinkedIn não tem memes, vídeos engraçados ou


gifs de gatinho. Em compensação, não existe rede social
mais apropriada para colocar um talento em contato
com profissionais que podem abrir seus horizontes de
oportunidade”.

Você precisa definir um plano de carreira, objetivos e iniciar o caminho de divulgação.

Qual seu objetivo principal? Ser visto e gerar negócios.

E qual é o seu público-alvo? Pergunta fundamental a se fazer. Há público para todo mundo. Você
precisa definir seu alvo para concentrar esforços nesse segmento.

Depois é preciso criar conteúdo relevante, que atenda o interesse do público eleito.

Também é preciso definir como é que você vai se vender para esse público.

Tudo com muito cuidado, para não parecer oportunista.

Cada um deve atuar no seu segmento. Não tente forçar aparência para ser uma coisa que você não
domina, que você não é.

Curta, comente, compartilhe.

Existem três pontos fundamentais que nunca devem ser esquecidos na rede social:

1 ) Start socially. Estude a página do perfil do seu cliente. Pegue a pessoa pelo emocional.

2 ) Quick pitch. Fale logo o que quer. Conciso e preciso.

3 ) Call to action. Termine dizendo o que você espera que aconteça. Defina os
próximos passos, nem que seja a disponibilidade de uma próxima conversa.

34
COMO CRIAR UMA COMUNIDADE
A PARTIR DAS REDES SOCIAIS
Daniel Scott – Anfitrião no Hyper XP. Fundador da 55 Leads.
Conselheiro na Skala Consulting. Mestre em Administração pela FGV

Foto: Gestão RH
Os homens pré-históricos se diferenciavam de acordo com a capacidade que tinham de conviver em
grupos. Quanto maior a capacidade cognitiva, maior era o grupo deles.

Hoje, 150 é o número de amigos que a gente consegue ter. Num casamento, estudos mostram, por
exemplo, são 148 os convites distribuídos, em média. E o número de pessoas que a gente consegue
conviver é 150.

Traçando um paralelo com o mundo digital atual, a gente convive cotidianamente de forma mais
intensa com uma média de cinco pessoas. Já no clique social esse número varia de 12 a 15.

Enquanto que no círculo de amizade, no social, o aro se expande para 50 pessoas, num limite que
chega a 150.

E mesmo assim, o ser humano necessita ter mais amizades. “Essa necessidade de ter mais amigos
no grupo faz o ser humano evoluir. Mas há limites de pessoas com quem a gente consegue conviver”.
Diante desse “impasse”, o consultor cita a teoria do superconectar, por meio da qual você faz
networking e cria relacionamentos.

“A ideia é criar um espaço ao se conectar com outros profissionais. Gerar oportunidades a partir disso.
Promover mudança de mindset na vida é começar a executar seus projetos”, alerta.

“As habilidades que um profissional possui precisam ser divulgadas de forma coerente
e eficaz para a seu networking. Mas nem todo mundo consegue fazer essa comunicação
de forma correta. Porque o que você faz no cotidiano é tão óbvio que você acha que
as pessoas já sabem. Mas não. Não é bem assim.”

35
HABILIDADES E COMPETÊNCIAS
NO MUNDO MODERNO
Edna Bedani – Psicóloga, Mestre em administração. Gerente geral de
ensino do Hospital A.C. Camargo. Vice-presidente da ABRH-SP

O segredo do sucesso é o ser humano. Mesmo com toda


essa tecnologia disponível ao nosso redor. Mas para obter
sucesso e crescimento o profissional precisa desenvolver
múltiplas habilidades, tanto na área comportamental
quanto na técnica. Juntas, essas habilidades devem
ter como base valores e atitudes que permitam que
a pessoa lide adequadamente com suas inseguranças.

“É preciso buscar competência o tempo todo.


Mostrar que a gente não sabe nada e aprender
sempre.”

Esse é o grande desafio. Passar por uma transformação


individual para que se possa desenvolver as competências
necessárias à realização de suas atividades de forma
efetiva, dentro e fora do ambiente de trabalho.

Vai aqui uma lista de competências e modelos para o profissional do novo século obter êxito
em sua caminhada:

1) Capacidade de ter empatia. Compreender a razão do outro, o que ele sente, o que ele está vivendo.
“Junto com a empatia vem a capacidade de negociação. Uma coisa ligada à outra”.

2) Capacidade de resolução de problemas complexos. “Avalie e compare como você cria e recria
as soluções diariamente”.

3) Inteligência emocional. “Sua habilidade de lidar com suas emoções. Precisa reconhecer
vulnerabilidades, problemas, defeitos”.

4) Bom senso na tomada de decisão. “Como fazer gestão de pessoas, ter olhos para as pessoas ao nosso lado”.

5) Criatividade. “Qual a sua capacidade para ter novas ideias e soluções?”

6) Pensamento crítico, positivo, com conteúdo. “Saber criticar sem julgar, sem ofender”.

7) Orientação para servir. “Ter e demonstrar interesse genuíno para ajudar os outros”.

8) Flexibilidade intuitiva. “Não ser senhor da razão. Sempre há outra forma de conhecimento”.

Portanto, quem não se desafia, não se transforma.

Quando um profissional consegue aproveitar as situações adversas que aparecem diante dele
e fazer delas uma possibilidade de aprendizado e desenvolvimento, ele só tem a ganhar.

Ele estará preparado para lidar com as mudanças e galgar o desenvolvimento, favorecendo
o crescimento próprio e também o organizacional.

36
O FIM DA CARREIRA?
DESENVOLVA A ANTICARREIRA
Joseph Teperman – Headhunter. Sócio-fundador da INNITI -
consultoria de serviços de executive search, liderança e governança
Foto: Gestão RH

Você sabe dizer qual é o futuro do mercado de trabalho, analisando sob o prisma do impacto das
novas tecnologias?

Sempre imaginamos que a tecnologia é uma máquina de destruir emprego, mas não faltará
emprego para aqueles profissionais que se reinventam.

Surgirão novas atividades profissionais, atreladas à tecnologia. Tais como designer virtual, tutor de
curiosidade, detox digital, gestor de morte digital, técnico de neuroimplante, conselheiro de
aposentadorias, compositor de experiências, personal health/coach, instalador de inteligência
artificial em residências.

Não há motivo de medo, desde que exista disposição para se reinventar, estudar.

O profissional do futuro ‘é’ – verbo no presente, portanto, já está valendo - aquele capaz de aprender
a desaprender e, então, reaprender novamente.

Todas as profissões sofrerão transformações nos próximos anos e será preciso aprender a lidar com isso.
“O lado bom das máquinas substituírem nossas atividades operacionais é que sobrará espaço para
sermos mais humanos. Para mim, essa é a principal qualificação para o futuro: saber ser o humano
por trás das máquinas”.

Você quer mesmo ter uma carreira?

“Carreira vem do latim e significa caminho estreito. Invista na anticarreira. Para um executivo,
por exemplo, é investir em startups, dar aulas em faculdades, participar de um conselho,
ser mentor, se envolver em alguma atividade cidadã. Isso nada mais é do que participar, de
alguma forma, da economia compartilhada, a crowd economy. Assim você consegue ampliar
seu portfólio de competências, expandir networking e descobrir novos talentos.”

A anticarreira cria antídotos para evitar o vazio profissional e o fim de uma carreira. Quer se
manter ativo no futuro? Crie a sua própria anticarreira. Lifelong learning. É isso que precisamos.

37
QUEM FEZ O HYPERXP
COM A GENTE:

EMPRESAS VISITADAS

PATROCÍNIO E APOIO

38
PREPARADO
E, ENTÃO,
PARA EMBARCAR NO
HYPERXP ?

QU E RO E M BA RC A R N A M I S SÃO # 2

ht tp: //hyp er xp.com.br

#HYPERXP #MISSÃO2 #VEMJUNTO

39
#VEMJUNTO

Você também pode gostar