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17/04/2019

RESOLUÇÃO DE QUESTÕES
DIREITO URBANÍSTICO
1º SEM 2019

Professor Luiz Antônio

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1.- (MINISTÉRIO PÚBLICO/MG – 2011) A Constituição


Federal de 1988 foi a primeira, no Brasil, a cuidar da política
urbana, estabelecendo como seu objetivo ordenar o pleno
desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o
bem-estar de seus habitantes. Analise as proposições a seguir:
I. A competência exclusiva para a execução da política
urbana é do Poder Público Municipal.
II. Compete exclusivamente à União instituir diretrizes para o
desenvolvimento urbano.
III. O plano diretor, instrumento básico da política de
desenvolvimento e expansão urbana, deverá ser aprovado
pela Câmara Municipal, e é obrigatório para cidades com
mais de vinte e cinco mil habitantes.

IV. É facultado ao Poder Público municipal, mediante lei


específica para área incluída no plano diretor, exigir, nos
termos da lei federal, do proprietário do solo urbano não
edificado, subutilizado ou não utilizado, que promova seu
adequado aproveitamento, sob pena, sucessivamente, de
instituição de imposto sobre a propriedade predial e territorial
urbana progressivo no tempo; parcelamento ou edificação
compulsórios; desapropriação com pagamento mediante
prévia e justa indenização em dinheiro.
V. A propriedade urbana cumpre sua função social quando
atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade
expressas no plano diretor.

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Estão CORRETAS as opções:

a) Todas.
b) II, III e V.
c) I, II e V.
d) I, III e IV.

2.- (MINISTÉRIO PÚBLICO/MT – 2012 - UFMT) Quanto à


discriminação constitucional das competências urbanísticas,
a Constituição Federal de 1988:
a) elenca como competência comum da União, dos Estados,
do Distrito Federal e dos Municípios a defesa permanente
contra calamidades públicas, especialmente as secas e as
inundações.
b) Atribui competência privativa à União para instituir regiões
metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões
constituídas por Municípios limítrofes, para o planejamento, a
organização e a execução de funções públicas de interesse
comum.

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c) atribui competência privativa à União para legislar sobre


responsabilidade por dano a bens e direitos de valor
artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico.

d) estabelece como competência privativa dos Estados e do


Distrito Federal a criação, organização ou supressão de
distritos.

e) fixa a competência comum da União, dos Estados, do


Distrito Federal e dos Municípios para promover a
construção de moradias e a melhoria das condições
habitacionais e de saneamento básico.

3.- (Procurador do Município/SJCampos-2012-VUNESP)


Com base nos instrumentos de política urbana, assinale a
alternativa correta:

a) a Política de Desenvolvimento Urbano é executada pelo


Poder Público Municipal, conforme diretrizes fixadas em lei,
e tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das
funções da cidade e garantir o bem estar de seus habitantes.

b) o Plano Diretor, aprovado pela Câmara Municipal, para as


cidades com mais de quinze mil habitantes, é instrumento
básico da política de desenvolvimento e de expansão
urbana.
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c) a propriedade urbana cumpre sua função social quando


atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade
estabelecida na Lei de Diretrizes e Bases.

d) os imóveis públicos são passíveis de usucapião.

e) a desapropriação de imóveis urbanos é feita com


indenização em título da dívida pública.

4.- (MINISTÉRIO PÚBLICO/ES – 2010 - CESPE) A cidade


representa a expansão criativa do homem, pois resulta da
ação humana como agente modificador da natureza para a
criação e ampliação do espaço urbano. Acerca desse
assunto, assinale a opção correta:

a) o estudo de impacto ambiental, apesar de constituir


instrumento da Política Nacional de Meio Ambiente, só pode
ser empregado no meio natural.

b) a matéria urbanística não foi abordada, nem de modo


indireto, pelo legislador constituinte; só existe
regulamentação do tema nos planos diretores estaduais.
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c) a competência para ordenar o pleno desenvolvimento das


funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus
habitantes é do município.

d) o Estatuto da Cidade não disciplina o planejamento


municipal, pois isso deve ser feito pelo plano diretor.

e) no ordenamento brasileiro, não há previsão de usucapião


especial de imóvel urbano.

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5.- (MAGISTRATURA/PR – 2017 - CESPE) No que se refere


à incidência do direito ambiental sobre o meio urbano,
assinale a opção correta:

a) As áreas urbanas são regidas pelo Estatuto da Cidade,


não se lhes aplicando o Código Florestal.
b) Apenas imóveis incluídos no plano diretor podem sofrer
desapropriação-sanção pelo descumprimento de sua função
social.
c) A usucapião especial de imóvel urbano poderá ser
reconhecida judicialmente em relação a imóvel público.
d) O zoneamento ambiental não é aplicável no planejamento
municipal.
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6.- São instrumentos de política urbana previstos


expressamente na Constituição Federal:

I. usucapião especial individual urbana.


II. usucapião especial coletiva urbana.
III. plano diretor.
IV. estudo de impacto ambiental.
V. imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana
progressivo no tempo.
VI. direito de preempção.

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Estão CORRETAS as opções:

a) Todas.
b) I, II, III e V.
c) I, III, IV e V.
d) II, III, IV e V.
e) nenhuma

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7. Analise as seguintes assertivas:

I. compete à União “elaborar e executar planos nacionais e


regionais de ordenação do território e de desenvolvimento
econômico e social”.

II. compete à União “planejar e promover a defesa


permanente contra as calamidades públicas, especialmente
as secas e as inundações”.

III. Compete à União “instituir diretrizes para o


desenvolvimento urbano, inclusive habitação, saneamento
básico e transportes urbanos”.
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IV. Compete à União, Estados, DF e Municípios, de forma


concorrente, “promover programas de construção de
moradias e a melhoria das condições habitacionais e de
saneamento básico”.

Estão CORRETAS as opções:

a) Todas.
b) I, II e III, somente.
c) I, II e IV, somente.
d) II, III e IV, somente.
e) nenhuma

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8.- Os Estados:
a) poderão, mediante decreto, instituir regiões
metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões.
b) poderão, mediante lei ordinária, instituir regiões
metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões.
c) poderão, mediante legislação conjunta a ser formulada
com os Municípios limítrofes, instituir regiões metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões.
d) poderão, mediante lei complementar, instituir regiões
metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregiões.
e) Não poderão instituir regiões metropolitanas,
aglomerações urbanas e microrregiões, papel destinado à
União.
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9.- São princípios a serem observados na tutela urbanística:


I – indisponibilidade das normas de proteção urbanística.
II – intervenção estatal obrigatória.
III – coesão das normas urbanísticas .
IV – conformação da propriedade urbana.
V – cooperação, integração e compartilhamento.

Estão corretas:
a) apenas duas assertivas
b) apenas três assertivas
c) apenas quatro assertivas
d) todas estão corretas
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•Processo
•AgRg nos EDcl no REsp 1186995 / SP
Relator(a)
•Ministro BENEDITO GONÇALVES
•Órgão Julgador
•T1 - PRIMEIRA TURMA
•Data do Julgamento
•02/12/2014
•Data da Publicação/Fonte
•DJe 10/12/2014

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PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AGRAVO REGIMENTAL NOS


EMBARGOS DECLARATÓRIOS NO RECURSO ESPECIAL. AÇÃO CIVIL
PÚBLICA. PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE E A DIREITO INDIVIDUAL
HOMOGÊNEO. DIREITO À VIDA E À MORADIA. LEGITIMIDADE ATIVA
DO MINISTÉRIO PÚBLICO. PEDIDO JURIDICAMENTE POSSÍVEL.
DEFICIÊNCIA NA FUNDAMENTAÇÃO RECURSAL. AUSÊNCIA DE
PREQUESTIONAMENTO. NÃO OPOSIÇÃO DE EMBARGOS DE
DECLARATÓRIOS NO TRIBUNAL A QUO. SÚMULA N. 211/STJ. NÃO
CABIMENTO DO APELO NOBRE PELA ALÍNEA "C" DO PERMISSIVO
CONSTITUCIONAL. NÃO INDICAÇÃO DO DISPOSITIVO
INFRACONSTITUCIONAL SOBRE O QUAL TERIA OCORRIDO A
DIVERGÊNCIA JURISPRUDENCIAL. SÚMULA N. 284/STF.

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4. O Ministério Público do Estado de São Paulo ostenta legitimidade


ativa. Nesse sentido, convém assinalar que ação civil pública foi
ajuizada com duas vertentes, quais sejam: (i) a proteção do meio
ambiente e a recomposição do dano causado pela ocupação
irregular e (ii) a tutela de direitos individuais homogêneos daquele
grupo de pessoas que estão vivendo em área de encosta, correndo
com sério risco de vida. Portanto, conclui-se que o objeto da ação
civil pública, além da questão ambiental em si, pretende
resguardar direitos indisponíveis, como, v. g., o direito à moradia e
à própria vida. Essa é a exegese do art. 1º da Lei n. 7.347/85,
norteado pelo do art. 129, III, da Constituição Federal.
Precedentes: REsp 1.120.253/PE, Relator Ministro Mauro Campbell
Marques, Segunda Turma, DJe 28/10/2009; REsp 950.473/MG,
Relator Ministro Herman Benjamin, Segunda turma, julgado em
25/08/2009, DJe 27/04/2011; e REsp 404.759/SP, Relator Ministro
Humberto Gomes de Barros, Primeira Turma, DJ 17/2/2003.
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5. O pedido formulado pelo Parquet é juridicamente possível, na


medida em que "[...] pode ser albergada pelo sistema jurídico
brasileiro, tanto no que pertine ao aspecto processual, quanto no
que afeta à pretensão material, já que está havendo ocupação
permitida pela Municipalidade em área íngreme, na qual ocorre
desmatamento degradante ao meio ambiente urbano, criando
risco de desabamento e agressão física às pessoas do local,
inexistindo, em verdade, outro remédio que pudesse ser agitado
pelo Parquet para a defesa dos bens e direitos cuja proteção é
pretendida" (fl. 1.516).
6. Agravo regimental não provido.

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•Processo
•REsp 1257975 / MG
•Relator(a)
•Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES (1141)
•Órgão Julgador
•T2 - SEGUNDA TURMA
•Data do Julgamento
•06/09/2011
•Data da Publicação/Fonte
•DJe 14/09/2011
RDDP vol. 105 p. 138

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ADMINISTRATIVO. RECURSO ESPECIAL. AÇÃO CIVIL


PÚBLICA. ORDEM URBANA. REGRA DA
INAFASTABILIDADE DA JURISDIÇÃO. LESÃO
CARACTERIZADA (AINDA QUE ÍNFIMA). 1. Trata-se, na
origem, de ação civil pública ajuizada por Ministério Público
estadual com o objetivo de, a considerar a existência e
continuidade das irregularidades apontadas na ordem
urbana, obrigar municipalidade a promover fiscalização
efetiva do comércio, respeitando o código de postura local e
as leis cabíveis. 2. A instância ordinária entendeu que "[não
obstante a possibilidade de eventuais excessos, conforme
demonstrado pela documentação fotográfica de fls. 18/40-TJ,
mero descompasso do poder Público em proteger à devida
fiscalização de posturas municipais não configura motivo
hábil a submeter a conduta ao controle do poder Judiciário".24

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3. Nas razões recursais, sustenta a parte recorrente ter havido


violação ao art. 68 do Código de Trânsito Brasileiro, ao
argumento de que, embora o acórdão de origem tenha
reconhecido haver ofensa ao código de posturas local em
razão da falta de fiscalização de agentes municipais,
entendeu que não cabia ao Judiciário se imiscuir na esfera
executiva a fim de promover o melhor ordenamento da
cidade. 4. No ordenamento jurídico brasileiro, vige a regra da
inafastabilidade do controle jurisdicional, na forma como
positivado no art. 5º, inc. XXXV, da Constituição da República
vigente.

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5. Dessa forma, se, mesmo quando estiver presente apenas


ameaça de lesão, já seria cabível a provocação de
manifestação do Judiciário (e, aí, pela procedência ou
improcedência do pedido), não se pode excluir o provimento
jurisdicional nos casos em que, como afirmado no acórdão,
esteja configurada a lesão - ainda que de pequena monta.
6. Não há, portanto, como agasalhar a tese do acórdão da
origem no sentido de que, em caso de pequenas lesões, não
compete ao Judiciário se imiscuir em questões de
ordenamento do solo urbano.
7. Recurso especial provido.

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•Processo
•REsp 1109778 / SC
RECURSO ESPECIAL
2008/0282805-2
•Relator(a)
•Ministro HERMAN BENJAMIN (1132)
•Órgão Julgador
•T2 - SEGUNDA TURMA
•Data do Julgamento
•10/11/2009
•Data da Publicação/Fonte
•DJe 04/05/2011
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PROCESSUAL CIVIL E ADMINISTRATIVO. AUSÊNCIA DE


PREQUESTIONAMENTO. SÚMULA 211/STJ. MATA
ATLÂNTICA. DECRETO 750/1993. LIMITAÇÃO
ADMINISTRATIVA. PRESCRIÇÃO QÜINQÜENAL. ART.
1.228, CAPUT E PARÁGRAFO ÚNICO, DO CÓDIGO CIVIL
DE 2002.
5. Assegurada no Código Civil de 2002 (art. 1.228, caput), a
faculdade de "usar, gozar e dispor da coisa", núcleo
econômico do direito de propriedade, está condicionada à
estrita observância, pelo proprietário atual, da obrigação
propter rem de proteger a flora, a fauna, as belezas naturais,
o equilíbrio ecológico e o patrimônio histórico e artístico, bem
como evitar a poluição do ar e das águas (parágrafo único do
referido artigo).
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6. Os recursos naturais do Bioma Mata Atlântica podem ser


explorados, desde que respeitadas as prescrições da
legislação, necessárias à salvaguarda da vegetação nativa,
na qual se encontram várias espécies da flora e fauna
ameaçadas de extinção.
7. Nos regimes jurídicos contemporâneos, os imóveis - rurais
ou urbanos - transportam finalidades múltiplas (privadas e
públicas, inclusive ecológicas), o que faz com que sua
utilidade econômica não se esgote em um único uso, no
melhor uso e, muito menos, no mais lucrativo uso. A ordem
constitucional-legal brasileira não garante ao proprietário e
ao empresário o máximo retorno financeiro possível dos
bens privados e das atividades exercidas.

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8. Exigências de sustentabilidade ecológica na ocupação e


utilização de bens econômicos privados não evidenciam
apossamento, esvaziamento ou injustificada intervenção pública.
Prescrever que indivíduos cumpram certas cautelas ambientais na
exploração de seus pertences não é atitude discriminatória,
tampouco rompe com o princípio da isonomia, mormente porque
ninguém é confiscado do que não lhe cabe no título ou senhorio. 9.
Se o proprietário ou possuidor sujeita-se à função social e à função
ecológica da propriedade, despropositado alegar perda indevida
daquilo que, no regime constitucional e legal vigente, nunca deteve,
isto é, a possibilidade de utilização completa, absoluta, ao estilo da
terra arrasada, da coisa e de suas virtudes naturais. Ao revés, quem
assim proceder estará se apoderando ilicitamente (uso nocivo ou
anormal da propriedade) de atributos públicos do patrimônio privado
(serviços e processos ecológicos essenciais), que são "bem de uso
comum do povo", nos termos do art. 225, caput, da CF de 1988.
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•Processo
•REsp 1366331 / RS
2012/0125512-2
•Relator(a)
•Ministro HUMBERTO MARTINS (1130)
•Órgão Julgador
•T2 - SEGUNDA TURMA
•Data do Julgamento
•16/12/2014
•Data da Publicação/Fonte
•DJe 19/12/2014
RSTJ vol. 239 p. 427
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ADMINISTRATIVO. PROCESSO CIVIL. AÇÃO CIVIL PÚBLICA.


REDE DE ESGOTO. VIOLAÇÃO AO ART. 45 DA LEI N.
11.445/2007. OCORRÊNCIA. DISCRICIONARIEDADE DA
ADMINISTRAÇÃO. RESERVA DO POSSÍVEL. MÍNIMO
EXISTENCIAL.
1. Cuida-se de ação civil pública ajuizada pelo Ministério
Público do Estado do Rio Grande do Sul objetivando o
cumprimento de obrigação de fazer consistente na instalação
de rede de tratamento de esgoto, mediante prévio projeto
técnico, e de responsabilidade por danos causados ao meio
ambiente e à saúde pública.
2. Caso em que o Poder Executivo local manifestou
anteriormente o escopo de regularizar o sistema de
encanamento da cidade. A câmara municipal, entretanto,
rejeitou a proposta. 32

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3. O juízo de primeiro grau, cujo entendimento foi confirmado


pelo Tribunal de origem, deu parcial procedência à ação civil
pública - limitando a condenação à canalização em poucos
pontos da cidade e limpeza dos esgotos a céu aberto. A
medida é insuficiente e paliativa, poluindo o meio ambiente.
4. O recorrente defende que é necessária elaboração de
projeto técnico de encanamento de esgotos que abarque
outras áreas carentes da cidade.
5. O acórdão recorrido deu interpretação equivocada ao art.
45 da Lei n. 11.445/2007. No caso descrito, não pode haver
discricionariedade do Poder Público na implementação das
obras de saneamento básico. A não observância de tal política
pública fere aos princípios da dignidade da pessoa humana,
da saúde e do meio ambiente equilibrado.
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6. Mera alegação de ausência de previsão orçamentária não


afasta a obrigação de garantir o mínimo existencial. O
município não provou a inexequibilidade dos pedidos da
ação civil pública.
7. Utilizando-se da técnica hermenêutica da ponderação de
valores, nota-se que, no caso em comento, a tutela do
mínimo existencial prevalece sobre a reserva do possível. Só
não prevaleceria, ressalta-se, no caso de o ente público
provar a absoluta inexequibilidade do direito social pleiteado
por insuficiência de caixa - o que não se verifica nos autos.
Recurso especial provido.

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GABARITO

1–C
2–E
3–A
4–C
5- B
6–C
7–C
8–B
9–D

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