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“Para o desenvolvimento de uma Escola Inclusiva- Desafios e Práticas”
“Para o desenvolvimento de uma Escola
Inclusiva- Desafios e Práticas”

Decreto Lei n.º 54/2018, de 6 de julho

Paula Cristina Faustino Silva

(Adaptado a partir do material enviado pela DGE)

Objetivos:

• Contextualizar o normativo legal da Educação Inclusiva • Aplicar o Desenho Universal para a Aprendizagem • Avaliar de acordo com uma intervenção Multinível • Organizar uma equipa multidisciplinar

Multinível • Organizar uma equipa multidisciplinar Conteúdos: • Enquadramento legal da educação inclusiva

Conteúdos:

• Enquadramento legal da educação inclusiva • Desenho Universal da Aprendizagem • Intervenção Multinível

Contextualização da Educação Inclusiva

OPORTUNIDADE OPORTUNIDADE
OPORTUNIDADE
OPORTUNIDADE
PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO
PARTICIPAÇÃO
PARTICIPAÇÃO
CONDIÇÃO CONDIÇÃO
CONDIÇÃO
CONDIÇÃO
PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO CONDIÇÃO CONDIÇÃO Acesso e presença nos contextos (Lei n.º 85/2009, de 27
PARTICIPAÇÃO PARTICIPAÇÃO CONDIÇÃO CONDIÇÃO Acesso e presença nos contextos (Lei n.º 85/2009, de 27

Acesso e presença nos contextos

(Lei n.º 85/2009, de 27 agosto, alterada pela Lei n.º65/2015, de 3 de julho))

Não basta aceder é preciso participar

Não basta aceder é preciso criar condições para participar

Impacto nas práticas educativas

Trabalho colaborativo Desenho Universal para Intervenção Eliminação Constituição Parcerias de equipas a
Trabalho
colaborativo
Desenho
Universal para
Intervenção
Eliminação
Constituição
Parcerias
de equipas
a multinível
de barreiras
multidisci-
Aprendizagem
plinares
Organização e
gestão de
recursos
Centros de
Apoio à
Aprendizagem
e gestão de recursos Centros de Apoio à Aprendizagem Abordagem centrada na interação pessoa ambiente

Abordagem

centrada na

interação

pessoa

ambiente

Mudanças mais significativas

Abandona os sistemas de categorização de alunos, incluindo a “categoria” necessidades educativas especiais.

Abandona o modelo de legislação especial para alunos especiais.

Estabelece um continuum de respostas para todos os alunos.

Coloca o enfoque nas respostas educativas e não em categorias de alunos.

O q ue se pretende?

§Educação acessível para TODOS os alunos

§Abordagem de ensino e de aprendizagem flexível, sem alterar o nível de desafio para os alunos

§Identificação e remoção de barreiras dos métodos de ensino e materiais curriculares e maximização da aprendizagem para todos os alunos

Eliminar barreiras

§Como garantir que todos os alunos têm iguais oportunidades de aprendizagem?

§Como é que os professores podem cumprir os objetivos educativos e atender em simultâneo às necessidades de cada aluno?

§Que objetivos, metodologias, materiais e avaliação permitem a inclusão, participação e aprendizagem de todos?

§   Que objetivos, metodologias, materiais e avaliação permitem a inclusão, participação e aprendizagem de todos?

Desenho Universal para a Aprendizagem

Contributos…

Princípio de desenho universal (movimento arquitetónico) ACESSIBILIDADE PARA TODOS

“Considere as necessidades da maior diversidade de utilizadores

desde o início” ( Ron Mace, Arquiteto)

§Acesso pleno projetado desde o início §Maior relação custo-benefício em comparação com adaptações posteriores §Estética e funcionalidade

Direitos civis Tecnologia Neurociência
Direitos civis
Tecnologia
Neurociência

Desenho Universal para a Aprendizagem

Contributos…

Neurociência ao serviço da aprendizagem §Redes cerebrais envolvidas na aprendizagem §Abordagem educativa que atenda e valorize a diversidade na sala de aula

Tecnologia ao serviço da educação §Ambiente educativo flexível §Maximizar oportunidades de aprendizagem para todos

Direitos civis Tecnologia Neurociência
Direitos civis
Tecnologia
Neurociência

Desenho Universal para a Aprendizagem

REDE DE RECONHECIMENTO o QUÊ da aprendizagem

REDE DE RECONHECIMENTO o QUÊ da aprendizagem Como recolhemos fatos e categorizamos o que vemos, ouvimos

Como recolhemos fatos e categorizamos o que vemos, ouvimos e lemos. Identificação de letras, palavras ou estilo do autor são tarefas de reconhecimento.

Diferentes formas de apresentação da informação e dos conteúdos

PRINCÍPIO 1 Proporcionar múltiplos meios de representação

REDE ESTRATÉGICA o COMO da aprendizagem

representação REDE ESTRATÉGICA o COMO da aprendizagem Tarefas de planeamento e execução. Como organizamos e

Tarefas de planeamento e execução. Como organizamos e expressamos ideias. Escrever um texto ou resolver um problema de matemática são tarefas estratégicas.

Diferenciação da forma como os alunos expressão o que sabem

REDE AFETIVA o PORQUÊ da aprendizagem

o que sabem REDE AFETIVA o PORQUÊ da aprendizagem Como alunos se envolvem e mantêm motivados.

Como alunos se envolvem e mantêm motivados. Como são desafiados ou interessados. Ligado a dimensões afetivas.

Estimulação do interesse e motivação para aprender

PRINCÍPIO 2 Proporcionar múltiplos meios de ação e de expressão

2 Proporcionar múltiplos meios de ação e de expressão PRINCÍPIO 3 Proporcionar múltiplos meios de envolvimento

PRINCÍPIO 3 Proporcionar múltiplos meios de envolvimento

2 Proporcionar múltiplos meios de ação e de expressão PRINCÍPIO 3 Proporcionar múltiplos meios de envolvimento
2 Proporcionar múltiplos meios de ação e de expressão PRINCÍPIO 3 Proporcionar múltiplos meios de envolvimento

Desenho Universal para a Aprendizagem

REDE DE RECONHECIMENTO o QUÊ da aprendizagem

REDE DE RECONHECIMENTO o QUÊ da aprendizagem Rede de reconhecimento O modo como a informação é

Rede de reconhecimento

O modo como a informação é apresentada aos alunos.

O tipo de apresentação de abordagem única coloca barreiras à aprendizagem de muitos alunos, o DUA apoia tanto várias abordagens como abordagens flexíveis de apresentação do conteúdo.

Tornar a informação acessível é o primeiro passo para apoiar os alunos na aquisição de conhecimentos.

conteúdo. Tornar a informação acessível é o primeiro passo para apoiar os alunos na aquisição de

Desenho Universal para a Aprendizagem

REDE ESTRATÉGICA o COMO da aprendizagem

a Aprendizagem REDE ESTRATÉGICA o COMO da aprendizagem Rede estratégica Modo como os alunos demonstram os

Rede estratégica Modo como os alunos demonstram os conhecimentos e as competências.

As oportunidades para os alunos expressarem a sua aprendizagem são essenciais para os professores monitorizarem até que ponto os alunos estão a entender e a adquirir conhecimentos e capacidades dos conteúdos

monitorizarem até que ponto os alunos estão a entender e a adquirir conhecimentos e capacidades dos

Desenho Universal para a Aprendizagem

REDE AFETIVA o PORQUÊ da aprendizagem

a Aprendizagem REDE AFETIVA o PORQUÊ da aprendizagem Rede afetiva O modo como os alunos se

Rede afetiva

O modo como os alunos se envolvem e se motivam

a Aprendizagem REDE AFETIVA o PORQUÊ da aprendizagem Rede afetiva O modo como os alunos se

Desenho Universal para a Aprendizagem em sala de aula

Qual é o objetivo educativo?

Quais são as barreiras em sala de aula que poderão interferir com a diversidade de alunos e a consecução dos objetivos delineados?

em sala de aula que poderão interferir com a diversidade de alunos e a consecução dos

Implementação

Elementos críticos

Objetivos claros Planificação intencional que considere a diversidade Métodos e materiais Monitorização do
Objetivos
claros
Planificação
intencional
que considere
a diversidade
Métodos e
materiais
Monitorização
do progresso
flexíveis

(UDL-IRN, 2011)

Aplicação dos princípios DUA à planificação de aulas

I. Áreas curriculares, objetivos, conteúdos, aprendizagens esperadas Identificar relação entre conhecimentos prévios dos alunos e as aprendizagens esperadas Meios para motivar os alunos para as atividades a desenvolver

II. Recursos/materiais a usar para motivar os alunos para a aprendizagem, para facilitar a compreensão dos conteúdos e para promover a participação ativa dos alunos

III. Estratégias e atividades a desenvolver na aula Modalidades de trabalho a privilegiar na aula Formas de comunicação Processos de apresentação/explicitação dos conteúdos Natureza das atividades

IV . Balanço da aula a realizar com os alunos, critérios de avaliação das aprendizagens esperadas

( Adapt. Nunes & Madureira, 2015)

a realizar com os alunos, critérios de avaliação das aprendizagens esperadas ( Adapt. Nunes & Madureira,

INTERVENÇÃO MULTINÍVEL

INTERVENÇÃO MULTINÍVEL

Características essenciais

Contínuo de intervenções

Tipo, intensidade, frequência da intervenção determinada pela responsividade dos alunos

Tomada de decisão com base nos dados

Monitorização sistemática

Práticas teoricamente e empiricamente fundamentadas

Trabalho colaborativo

e.g., Brown-Chidsey & Steege, 2010; Erchul , 2011; Turse & Albrecht, 2015;

Implementação

Condições de partida – O que fazer ?

§Apoio dos órgãos de gestão §Organização e formação da equipa §Realização de reuniões regulares §Identificar e definir os níveis de suporte §Determinar mecanismos de avaliação e de intervenção §Definir mecanismos de monitorização

de suporte §   Determinar mecanismos de avaliação e de intervenção §   Definir mecanismos de

Implementação

Condições de partida – O que fazer ?

§Atribuição de papéis e responsabilidades de forma clara §Definição clara de cada nível de suporte §Definição de formas e materiais a utilizar nas avaliações, intervenções e monitorização §Informação para pais e encarregados de educação §Banco de materiais de apoio

e monitorização §   Informação para pais e encarregados de educação §   Banco de materiais

Implementação

Condições de partida - Questões

§Como determinar que uma criança muda de nível de suporte? Durante quanto tempo? Qual o ponto de corte? §Quem vai prestar o apoio? Que tipo de intervenção? §Como e quem vai formar os profissionais envolvidos? §Quem é responsável por selecionar as intervenções baseadas em evidência? Formação? Tempo? §Como aplicar o Response to intervention (RTI)?

em evidência? Formação? Tempo? §   Como aplicar o Response to intervention (RTI)? Turse & Albrecht,

Turse & Albrecht, 2015

Que fazer para saber que medidas necessitam os alunos?

Modelo de atuação designado por “Response to Intervention” (RTI)

designado por “Response to Intervention ” (RTI) Método preventivo do insucesso escolar para todos os alunos
designado por “Response to Intervention ” (RTI) Método preventivo do insucesso escolar para todos os alunos

Método preventivo do insucesso escolar para todos os alunos

Método de identificação e intervenção para os alunos com dificuldades de aprendizagem e problemas de comportamento

Método de identificação e intervenção para os alunos com dificuldades de aprendizagem e problemas de comportamento

Que fazer para saber que medidas necessitam os alunos?

Partindo da turma, realizando um despiste universal

alunos? Partindo da turma, realizando um despiste universal Determinadas as competências de cada um Ponto de
alunos? Partindo da turma, realizando um despiste universal Determinadas as competências de cada um Ponto de

Determinadas as competências de cada um

Ponto de partida para uma intervenção multinível

um despiste universal Determinadas as competências de cada um Ponto de partida para uma intervenção multinível

Que fazer para saber que medidas necessitam os alunos?

É necessário estabelecer metas, intervir, avaliar, monitorizar

estabelecer metas, intervir, avaliar, monitorizar Tendo em consideração os três níveis de apoio previstos

Tendo em consideração os três níveis de apoio previstos numa intervenção multinível

três níveis de apoio previstos numa intervenção multinível De acordo com o normativo: Universais Seletivas Adicionais

De acordo com o normativo:

Universais

Seletivas

Adicionais

três níveis de apoio previstos numa intervenção multinível De acordo com o normativo: Universais Seletivas Adicionais

Enquadramento

Dos princípios às práticas Medidas Medidas Adicionais adicionais Medidas Seletivas Medidas seletivas Medidas
Dos princípios às práticas
Medidas
Medidas
Adicionais
adicionais
Medidas Seletivas
Medidas
seletivas
Medidas Universais
Medidas
universais

Intervenção multinível no acesso ao currículo

Intervenção preventiva e atempada Contínuo de intervenções Enfoque na dimensão pedagógica e curricular

(vs. enfoque em dimensões clínicas ou nosológicas)

Avaliação para aprendizagem

(vs. Avaliação da aprendizagem)

Reorganização organizacional e funcional

nosológicas) Avaliação para aprendizagem (vs. Avaliação da aprendizagem) Reorganização organizacional e funcional

Como se organizam as medidas em níveis diferentes?

No primeiro nível, a intervenção é universal e dirigida a todas as crianças , com caráter preventivo e proativo , podendo não ser , contudo, suficiente para todos.

O segundo nível reporta-se a uma intervenção com caráter "mais individualizado e mais frequente".

O terceiro e último nível aplica-se apenas às crianças (muito poucas) referenciadas como estando em alto risco que necessitam de uma intervenção ainda mais intensiva e individualizada, sendo verificado quando esta apresenta, nas dimensões avaliadas no despiste universal, um desempenho muito abaixo do resto do grupo .

quando esta apresenta, nas dimensões avaliadas no despiste universal, um desempenho muito abaixo do resto do

Como se organizam as medidas em níveis diferentes?

Com esta intervenção não estamos a impedir o aparecimento de dificuldades no processo de aprendizagem, estamos, sim, a fazer uma identificação precoce , com vista a uma intervenção atempada, prevenindo o acumular de dificuldades, evitando o confronto com os insucessos, tão responsáveis pelo “desistir” da escola por parte de algumas crianças.

evitando o confronto com os insucessos, tão responsáveis pelo “desistir” da escola por parte de algumas

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Adicionais
Adicionais

Alunos que apresentem dificuldades acentuadas e persistentes ao nível da comunicação, in te ração, cognição ou aprendizagem, que exigem recursos adicionais significativos

Seletivas
Seletivas

D i r i g e m - s e

a l u n o s q u e

evidenciam necessidades de suporte à aprendizagem que não foram supridas em resultado da aplicação das medidas universais

a

Universais

Dirigem-se a todos os alunos e têm como objetivo promover a participação e o sucesso escolar

a Universais •   Dirigem-se a todos os alunos e têm como objetivo promover a participação

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão §   A frequência do ano de escolaridade

§A frequência do ano de escolaridade por disciplinas §As adaptações curriculares significativas §O plano Individual de transição §O desenvolvimento de metodologias e estratégias de ensino estruturado §O desenvolvimento de competências de autonomia pessoal e social

Medidas adicionais

Artigo 10.º, DL54/2018

pessoal e social Medidas adicionais Artigo 10.º, DL54/2018 §   Os percursos curriculares diferenciados §  

§Os percursos curriculares diferenciados §As adaptações curriculares não significativas §O apoio psicopedagógico §A antecipação e o reforço das aprendizagens §O apoio tutorial

Medidas seletivas

Artigo 9.º, DL54/2018

§Diferenciação pedagógica §As acomodações curriculares §O enriquecimento curricular §A promoção do comportamento pro-social §A intervenção com foco académico ou comportamental em pequenos grupos §(Entre outras)

foco académico ou comportamental em pequenos grupos §   (Entre outras) Medidas Universais Artigo 8.º, DL54/2018

Medidas Universais

Artigo 8.º, DL54/2018

foco académico ou comportamental em pequenos grupos §   (Entre outras) Medidas Universais Artigo 8.º, DL54/2018

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão Acomodações curriculares “P ermitem o acesso ao currículo

Acomodações curriculares

“Permitem o acesso ao currículo e às atividades de aprendizagem na sala de aula através da diversificação e da combinação adequada de vários métodos e estratégias de ensino , da utilização de diferentes modalidades e instrumentos de avaliação , da adaptação de materiais e recursos educativos e da remoção de barreiras na organização do espaço e do equipamento , planeadas para responder aos diferentes estilos de aprendizagem de cada aluno, promovendo o sucesso educativo.”

Alínea a), artigo 2.º, DL54/2018

Medidas

adicionais

Medidas seletivas
Medidas
seletivas
o sucesso educativo.” Alínea a), artigo 2.º, DL54/2018 Medidas adicionais Medidas seletivas Medidas Universais
Medidas Universais
Medidas
Universais
o sucesso educativo.” Alínea a), artigo 2.º, DL54/2018 Medidas adicionais Medidas seletivas Medidas Universais

Exemplos de Acomodações

Disponibilizar notas fotocopiadas (ou um guia de estudo) a alunos com dificuldades na coordenação oculo-manual,

evitando que tenham de copiar do quadro. Utilizar organizadores gráficos.

Organizar o espaço de sala de aula de forma a não conter estímulos que possam ser distrativos para os alunos.

Apresentar sugestões para a gestão do tempo, por exemplo, através da colocação de post-its na mesa.

Usar materiais visuais e concretos nas aulas.

Usar tecnologia assistiva quando possível/necessário.

Dar instruções claras aos alunos, uma de cada vez, não sobrecarregando os alunos com muitas informações ao

mesmo tempo. Colocar na sala de aula pistas visuais que induzam a comportamentos apropriados.

Disponibilizar tempo extra para o processamento de informação.

Utilizar um tamanho de letra superior sempre que adequado.

Disponibilizar suportes auditivos para limitar a quantidade de texto que o aluno deve ler.

Manter a proximidade ao aluno.

Colocar “lembretes” na mesa do aluno, como por exemplo, listas de vocabulário, alfabeto, …

Proporcionar o uso de espaços alternativos para trabalhar tarefas específicas.

Dar feedback contínuo.

Prestar atenção à iluminação do espaço da sala de aula.

Permitir que o aluno dê respostas orais em vez de utilizar a escrita para demonstrar a compreensão de conceitos.

Permitir que o aluno disponha de mais tempo na concretização das tarefas.

(Traduzido e adaptado de: https://www.thoughtco.com/accommodations-to-support-student-success-3110984)

das tarefas. (Traduzido e adaptado de: https://www.thoughtco.com/accommodations-to-support-student-success-3110984)

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Adaptações curriculares não significativas

à inclusão Adaptações curriculares não significativas Medidas “Não comprometem as aprendizagens previstas nos

Medidas

“Não comprometem as aprendizagens previstas nos documentos curriculares, podendo incluir adaptações ao nível dos objetivos e dos conteúdos, através da alteração na sua priorização ou sequenciação, ou na introdução de objetivos específicos de nível intermédio que permitam atingir os objetivos globais e as aprendizagens essenciais, de modo a desenvolver as competências previstas no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória.”

Alínea b), artigo 2.º, DL54/2018

adicionais

Medidas seletivas
Medidas
seletivas
Medidas Universais
Medidas
Universais
da Escolaridade Obrigatória.” Alínea b), artigo 2.º, DL54/2018 adicionais Medidas seletivas Medidas Universais

Medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Adaptações curriculares significativas

e à inclusão Adaptações curriculares significativas “Têm impacto nas aprendizagens previstas nos documentos

“Têm impacto nas aprendizagens previstas nos documentos curriculares, requerendo a introdução de outras a p re n d i zage n s s u b s t i t u t i va s e estabelecendo objetivos globais ao nível dos conhecimentos a adquirir e das competências a desenvolver, de modo a potenciar a autonomia, o de se n v o l v ime n t o pe s s oa l e o relacionamento interpessoal .”

Alínea c), artigo 2.º, DL54/2018

Medidas

adicionais

Medidas seletivas
Medidas
seletivas
interpessoal .” Alínea c), artigo 2.º, DL54/2018 Medidas adicionais Medidas seletivas Medidas Universais

Medidas

Universais

interpessoal .” Alínea c), artigo 2.º, DL54/2018 Medidas adicionais Medidas seletivas Medidas Universais

Adaptações ao processo de avaliação

(Artigo28.º, DL54/2018)

Diversificação dos instrumentos de recolha de informação, tais como inquéritos, entrevistas, registos vídeo ou
Diversificação dos
instrumentos de recolha
de informação, tais
como inquéritos,
entrevistas, registos
vídeo ou áudio
O tempo suplementar para realização da prova
O tempo suplementar
para realização da prova
Os enunciados em formatos acessíveis, nomeadamente, braille, tabelas e mapas em relevo, Daisy, digital
Os enunciados em
formatos acessíveis,
nomeadamente, braille,
tabelas e mapas em
relevo, Daisy, digital
A transcrição das respostas
A transcrição das
respostas
As pausas vigiadas
As pausas vigiadas
A interpretação em LGP
A interpretação em LGP
A leitura de enunciados
A leitura de enunciados
O código de identificação de cores nos enunciados
O código de
identificação de cores
nos enunciados
O código de identificação de cores nos enunciados A utilização de produtos de apoio A utilização
A utilização de produtos de apoio
A utilização de produtos
de apoio
A utilização de sala separada
A utilização de sala
separada

Adaptações ao processo de avaliação

(Artigo28.º, DL54/2018)

ADAPTAÇÕES AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO INTERNA
ADAPTAÇÕES AO PROCESSO
DE AVALIAÇÃO INTERNA
COMPETÊNCIA DA ESCOLA
COMPETÊNCIA DA ESCOLA
processo de avaliação (Artigo28.º, DL54/2018) ADAPTAÇÕES AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO INTERNA COMPETÊNCIA DA ESCOLA

Adaptações ao processo de avaliação

(Artigo28.º, DL54/2018)

ADAPTAÇÕES AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO EXTERNA
ADAPTAÇÕES AO PROCESSO
DE AVALIAÇÃO EXTERNA
COMPETÊNCIA DA ESCOLA (ENSINO BÁSICO) FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO PROCESSO DO ALUNO COMUNICADAS AO JNE
COMPETÊNCIA DA ESCOLA
(ENSINO BÁSICO)
FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO
PROCESSO DO ALUNO
COMUNICADAS AO JNE
EXTERNA COMPETÊNCIA DA ESCOLA (ENSINO BÁSICO) FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO PROCESSO DO ALUNO COMUNICADAS AO JNE

Adaptações ao processo de avaliação

(Artigo28.º, DL54/2018)

ADAPTAÇÕES AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO EXTERNA
ADAPTAÇÕES AO
PROCESSO DE
AVALIAÇÃO EXTERNA
COMPETÊNCIA DA ESCOLA (ENSINO SECUNDÁRIO) FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO PROCESSO DO ALUNO COMUNICADAS AO JNE
COMPETÊNCIA DA ESCOLA
(ENSINO SECUNDÁRIO)
FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO
PROCESSO DO ALUNO
COMUNICADAS AO JNE
a) A utilização de produtos de apoio; b) A saída da sala durante a realização
a) A utilização de produtos de apoio;
b) A saída da sala durante a realização da prova/
exame;
c) A adaptação do espaço ou do material;
d) A presença de intérprete de língua gestual
portuguesa;
e) A consulta de dicionário de língua portuguesa;
f) A realização de provas adaptadas.
língua gestual portuguesa; e) A consulta de dicionário de língua portuguesa; f) A realização de provas

Adaptações ao processo de avaliação

(Artigo28.º, DL54/2018)

ADAPTAÇÕES AO PROCESSO DE AVALIAÇÃO EXTERNA
ADAPTAÇÕES AO
PROCESSO DE
AVALIAÇÃO EXTERNA
REQUERER AUTRIZAÇÃO AO JNE (ENSINO SECUNDÁRIO) FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO PROCESSO DO ALUNO
REQUERER AUTRIZAÇÃO AO JNE
(ENSINO SECUNDÁRIO)
FUNDAMENTADAS E CONSTAR DO
PROCESSO DO ALUNO
a) A realização de exame de português língua segunda (PL2); b) O acompanhamento por um
a) A realização de exame de português língua segunda (PL2);
b) O acompanhamento por um docente;
c) A utilização de instrumentos de apoio à aplicação de
critérios de classificação de provas, para alunos com dislexia,
conforme previsto no Regulamento das provas de avaliação
externa;
d) A utilização de tempo suplementar.
dislexia, conforme previsto no Regulamento das provas de avaliação externa; d) A utilização de tempo suplementar.

Progressão e Certificação

Progressão •   A progressão dos alunos abrangidos por medidas universais e seletivas de suporte
Progressão
•   A progressão dos alunos abrangidos por medidas universais e seletivas
de suporte à aprendizagem e à inclusão realiza-se nos termos definidos
na lei.
•   A progressão dos alunos abrangidos por medidas adicionais de suporte e
à aprendizagem realiza-se nos termos definidos no relatório técnico
pedagógico e no programa educativo individual.
(Artigo 29.º, DL54/2018)
Certificação
(Artigo 30.º, DL54/2018)
•   Todos os alunos têm, no final do seu percurso escolar, direito a um
certificado de conclusão da escolaridade obrigatória.
•   No caso dos alunos que seguiram o percurso escolar com adaptações
curriculares significativas , do certificado deve constar o ciclo de ensino
concluído e a informação curricular relevante do programa educativo
individual, bem como as áreas e as experiências desenvolvidas ao longo
da implementação do plano individual de transição.
Como desencadear o processo da avaliação à intervenção?
Como desencadear o processo da avaliação à intervenção?
Como desencadear o processo
da avaliação à intervenção?
Como desencadear o processo da avaliação à intervenção?

Avaliação

Como? Diagnóstica Formativa Sumativa Autoavaliação Heteroavaliação
Como?
Diagnóstica
Formativa
Sumativa
Autoavaliação
Heteroavaliação
Para quê? Conhecimentos Competências/ Habilidades Atitudes, comportamento e valores
Para quê?
Conhecimentos
Competências/
Habilidades
Atitudes, comportamento
e valores
Heteroavaliação Para quê? Conhecimentos Competências/ Habilidades Atitudes, comportamento e valores

Mobilização de medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

A avaliação tem como objetivo: •   Identificar as necessidades educativas do aluno •  
A avaliação tem como objetivo: •   Identificar as necessidades educativas do aluno •  
A avaliação tem como objetivo:

A avaliação tem como objetivo:

A avaliação tem como objetivo: •   Identificar as necessidades educativas do aluno •   Determinar
A avaliação tem como objetivo: •   Identificar as necessidades educativas do aluno •   Determinar
•   Identificar as necessidades educativas do aluno •   Determinar as medidas de suporte

Identificar as necessidades educativas do aluno • Determinar as medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão • Elaborar os respetivos documentos • Apoiar a mobilização das medidas definidas

e à inclusão •   Elaborar os respetivos documentos •   Apoiar a mobilização das medidas

Mobilização de medidas de suporte à aprendizagem e à

inclusão (Artigo 20.º, DL54/2018)

IDENTIFICAÇÃO - A identificação é feita aos órgãos de administração e gestão da escola por
IDENTIFICAÇÃO - A identificação é feita aos órgãos de administração e gestão da
escola por iniciativa dos pais ou encarregados de educação, dos serviços de
intervenção precoce, dos docentes ou de outros técnicos ou serviços que
intervêm com a criança ou aluno.
DETERMINAÇÃO DAS MEDIDAS DE SUPORTE - A determinação das medidas de suporte à aprendizagem e
DETERMINAÇÃO DAS MEDIDAS DE SUPORTE - A determinação das medidas de
suporte à aprendizagem e inclusão é feita pela equipa multidisciplinar a partir da
análise da informação disponível
Medidas Universais
Medidas Universais
Medidas Seletivas
Medidas Seletivas
Medidas Adicionais
Medidas Adicionais
multidisciplinar a partir da análise da informação disponível Medidas Universais Medidas Seletivas Medidas Adicionais
Mobilização das medidas (Artigo 20.º e 21º, DL54/2018) Medidas Universais Medidas Seletivas Medidas Adicionais 10
Mobilização das medidas (Artigo 20.º e 21º, DL54/2018)
Medidas Universais
Medidas Seletivas
Medidas Adicionais
10 dias úteis
30 dias úteis
30 dias úteis
O diretor devolve o processo
ao educador de infância, PTT
ou DT, para comunicação da
decisão aos pais ou EE e
para efeitos de mobilização
das medidas
A equipa multidisciplinar
elabora o RTP, ouvidos os
pais ou EE
A equipa multidisciplinar
elabora o RTP e o PEI,
ouvidos os pais ou EE.
5 dias úteis
5 dias úteis
O RTP é submetido à
aprovação dos pais e EE dos
alunos
O RTP e se aplicável, o PEI,
são submetido à aprovação
dos pais e EE dos alunos
10 dias úteis
10 dias úteis
O RTP é homologado pelo
diretor, depois de ouvido
o CP
O RTP e se aplicável, o PEI
são homologados pelo
diretor, depois de ouvido
o CP

Relatório Técnico-Pedagógico

 

P RAZOS A TER EM CONTA NO PROCESSO DE ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO TÉCNICO - PEDAGÓGICO

 

Ações

 

P

RAZOS

O

diretor da escola solicita à equipa multidisciplinar a elaboração do

 

relatório técnico- pedagógico, e quando aplicável, o PEI; após a

identificação da necessidade de medidas de apoio à aprendizagem e à

3

DIAS ÚTEIS

 

inclusão

 

Conclusão do relatório técnico- pedagógico, e quando aplicável, o PEI, após a identificação das medidas de suporte

30

DIAS ÚTEIS

O

relatório técnico-pedagógico, e quando aplicável, o PEI, é submetido

 

à aprovação dos pais ou encarregados de educação, datado e assinado

5

DIAS ÚTEIS

por estes e, sempre que possível, pelo próprio aluno

 

Homologação do relatório técnico-pedagógico, e quando aplicável, o PEI, pelo diretor da escola, ouvido o Conselho Pedagógico

10

DIAS ÚTEIS

e quando aplicável, o PEI, pelo diretor da escola, ouvido o Conselho Pedagógico 10 DIAS ÚTEIS

Relatório Técnico-Pedagógico Artigo 21.º e 22.º DL54/2018)

ELEMENTOS A INCLUIR NO RELATÓRIO TÉCNICO – PEDAGÓGICO

Identificação do aluno

A identificação dos fatores que facilitam e que dificultam o progresso e o desenvolvimento das aprendizagens do aluno, nomeadamente fatores da escola, do contexto e individuais do aluno

Identificação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão a mobilizar

Operacionalização de cada medida, incluindo objetivos, metas e indicadores de resultados

Identificação do(s) responsável(eis) pela implementação das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão

Procedimentos de avaliação da eficácia de cada medida de suporte à aprendizagem e à inclusão e, quando existente do PEI

Momentos intercalares de avaliação da eficácia das medidas de suporte à aprendizagem e à inclusão (quando proposta implementação plurianual de medidas)

Procedimentos de articulação com os recursos específicos de apoio à inclusão definidos no artigo

11.º

Concordância expressa dos pais/encarregado de educação

de apoio à inclusão definidos no artigo 11.º Concordância expressa dos pais/encarregado de educação

Programa Educativo Individual (Artigo 24.º, DL54/2018)

O PROGRAMA EDUCATIVO INDIVIDUAL INTEGRA:

Identificação do aluno

Identificação e formas de operacionalização das adaptações curriculares significativas

Outras medidas de suporte à inclusão

Identificação das competências e as aprendizagens a desenvolver pelos alunos, tendo como referência o Perfil dos alunos à saída da escolaridade obrigatória e as Aprendizagens essenciais

Identificação das estratégias de ensino a adotar

Identificação das adaptações no processo de avaliação

Identificação dos produtos de apoio necessários e descrição sumária das vantagens da sua utilização no acesso ao currículo e no aumento dos níveis de participação nos diversos contextos de aprendizagem.

Indicação de estratégias para a transição entre ciclos de educação e ensino

Distribuição horária das atividades previstas *

*O Programa Educativo Individual deve abranger o total de horas letivas do aluno, de acordo com o respetivo nível de educação ou de ensino.

Individual deve abranger o total de horas letivas do aluno, de acordo com o respetivo nível
O que é uma Equipa Multidisciplinar da Educação Inclusiva?
O que é uma Equipa Multidisciplinar da Educação Inclusiva?
O que é uma Equipa Multidisciplinar da Educação Inclusiva?
O que é uma Equipa Multidisciplinar
da Educação Inclusiva?
O que é uma Equipa Multidisciplinar da Educação Inclusiva?

Recursos específicos de apoio à aprendizagem e à

inclusão (Artigo 11.º, DL 54/2018)

Recursos humanos específicos •   Docentes de educação especial •   Técnicos especializados •  
Recursos humanos
específicos
•   Docentes de educação
especial
•   Técnicos
especializados
•   Assistentes
operacionais
Recursos organizacionais específicos •   Equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva (EMAEI) •
Recursos organizacionais
específicos
•   Equipa multidisciplinar
de apoio à educação
inclusiva (EMAEI)
•   Centro de apoio à
aprendizagem (CAA)
•   Escolas de referência
(visão, bilingue, IP, )
•   CR TIC
Recursos específicos existentes na comunidade •   Equipas locais de intervenção precoce. •   Equipas
Recursos específicos
existentes na comunidade
•   Equipas locais de
intervenção precoce.
•   Equipas locais de saúde
escolar dos
agrupamentos e centros
de saúde e unidades
locais de saúde.
•   CPCJ
•   CRI
•   Instituições da
comunidade
•   Estabelecimentos de
educação especial com
acordo de cooperação
com o ME
  Instituições da comunidade •   Estabelecimentos de educação especial com acordo de cooperação com o
Docente de Educação Especial: que papel?
Docente de Educação Especial:
que papel?
Docente de Educação Especial: que papel?

Docente de Educação Especial

§O docente de educação especial constitui-se como parte ativa das equipas educativas na definição de estratégias e acompanhamento da diversificação curricular.

§Recurso humano específico de apoio à aprendizagem e à inclusão.

§Integra a equipa multidisciplinar de apoio à educação inclusiva.

§Medidas adicionais de suporte à aprendizagem que requerem a intervenção de recursos especializados, deve convocar-se a intervenção do docente de educação especial enquanto dinamizador, articulador e especialista em diferenciação dos meios e materiais de aprendizagem, implementadas preferencialmente em contexto de sala de aula.

em diferenciação dos meios e materiais de aprendizagem, implementadas preferencialmente em contexto de sala de aula

Papel do Docente de Educação Especial

§Assume um papel essencial nos processos de ensino, aprendizagem e avaliação flexíveis.

§Contribui para a promoção de competências sociais e emocionais.

§Envolve os alunos ativamente na construção da sua aprendizagem.

§Promove as competências previstas no perfil do aluno, nomeadamente, a capacidade de resolução de problemas, o relacionamento interpessoal, os pensamentos crítico e criativo, a cidadania.

a capacidade de resolução de problemas, o relacionamento interpessoal, os pensamentos crítico e criativo, a cidadania.
Técnicos Especializados: que papel?
Técnicos Especializados: que
papel?
Técnicos Especializados: que papel?

Técnicos

Especializados

§Recursos humanos específicos de apoio à aprendizagem e à inclusão §Integram a EMAEI §Função de consultoria colaborativa a apoio aos docentes

Terapeutas da fala Terapeutas ocupacionais Abordagem biopsicossocial do aluno Fisioterapeut Formadores as
Terapeutas
da fala
Terapeutas
ocupacionais
Abordagem
biopsicossocial
do aluno
Fisioterapeut
Formadores
as
Técnicos de
serviço
Psicólogos
social
Abordagem biopsicossocial do aluno Fisioterapeut Formadores as Técnicos de serviço Psicólogos social
Assistentes operacionais: que papel?
Assistentes operacionais: que
papel?
Assistentes operacionais: que papel?

Assistentes Operacionais

§Recurso humano específico de apoio à aprendizagem e à inclusão.

§Papel fundamental na efetivação de um clima inclusivo nas escolas.

§Elementos variáveis da EMAEI.

§Articulação com docentes dos alunos e com os encarregados de educação. §§Facilitar a inclusão e estimular a interação dos alunos com problemáticas junto dos seus pares no recreio.

§Capacidade de trabalho colaborativo e gestão de conflitos.

§Acompanhamento dos alunos na realização de atividades de vida diária (ex.:

autonomia pessoal e social).

§   Acompanhamento dos alunos na realização de atividades de vida diária (ex.: autonomia pessoal e

Equipa de Apoio à Educação inclusiva (Artigo 12.º, DL54/2018)

Elementos permanentes •   Um membro da equipa do diretor •   Um docente de
Elementos permanentes
•   Um membro da equipa do
diretor
•   Um docente de educação
especial
•   Três membros do conselho
pedagógico com funções de
coordenação pedagógica de
diferentes níveis de educação e
ensino
•   Psicólogo (técnico especializado)
•   Coordenador da Equipa é
designado pelo diretor, ouvidos
os elementos permanentes
Elementos variáveis •   Pais/Encarregados de educação •   O educador, o professor titular de
Elementos variáveis
•   Pais/Encarregados de educação
•   O educador, o professor titular
de turma ou o diretor de turma
do aluno, consoante o caso
•   Outros docentes do aluno, bem
como técnicos do CRI que
prestam apoio à escola ou outros
•   Assistentes operacionais
•   Estes elementos são
identificados pelo coordenador
da equipa, em função de cada
caso.
operacionais •   Estes elementos são identificados pelo coordenador da equipa, em função de cada caso.
EMAEI: que competências?
EMAEI: que competências?
EMAEI: que competências?
Avaliação compreensiva do aluno Recolher evidências e dados significativos Análise dos dados de avaliação
Avaliação compreensiva do aluno
Recolher evidências e dados
significativos
Análise dos dados de avaliação
compreensiva do aluno

Conduzir o processo de avaliação de necessidades educativas

PAIS/ EE

dos dados de avaliação compreensiva do aluno Conduzir o processo de avaliação de necessidades educativas PAIS/

Identificar medidas de suporte a mobilizar para responder a necessidades educativas

Análise dos dados de avaliação compreensiva do aluno Identificação da necessidade de medidas de suporte
Análise dos dados de avaliação
compreensiva do aluno
Identificação da necessidade de medidas
de suporte à aprendizagem e à inclusão
Mobilização de medidas -universais,
seletivas ou adicionais

PAIS/ EE

PAIS/ EE

suporte à aprendizagem e à inclusão Mobilização de medidas -universais, seletivas ou adicionais PAIS/ EE PAIS/

Acompanhar e monitorizar a aplicação de medidas de suporte à aprendizagem

Instrumentos de avaliação e monitorização Autoavaliação Sistematização da avaliação Definição de papeis
Instrumentos de avaliação e
monitorização
Autoavaliação
Sistematização da avaliação
Definição de papeis
Instrumentos de avaliação e monitorização Autoavaliação Sistematização da avaliação Definição de papeis

Prestar aconselhamento aos docentes na implementação de práticas pedagógicas inclusivas

Seleção das estratégias mais adequadas e enquadradas numa perspetiva de desenho universal. Avaliação
Seleção das estratégias
mais adequadas e
enquadradas numa
perspetiva de desenho
universal.
Avaliação sistemática
das práticas, das
atitudes e dos
contextos.
Trabalho colaborativo
(TC)
Atenção a fatores
potenciadores da
aprendizagem e do TC
das atitudes e dos contextos. Trabalho colaborativo (TC) Atenção a fatores potenciadores da aprendizagem e do

Outras competências

Elaborar o RTP

Elaborar o PEI / PIT

Propor ao diretor da escola ingresso antecipado ou o adiamento de matrícula

Sensibilizar a comunidade educativa para a educação inclusiva

Acompanhar os centros de apoio à aprendizagem (CAA)

Sensibilizar a comunidade educativa para a educação inclusiva Acompanhar os centros de apoio à aprendizagem (CAA)

Centros de Apoio à Aprendizagem (Artigo 13.º, DL54/2018)

Promover a qualidade da participação dos alunos nos vários contextos de aprendizagem. Apoiar os docentes
Promover a
qualidade da
participação
dos alunos nos
vários
contextos de
aprendizagem.
Apoiar os
docentes da
turma a que os
alunos
pertencem.
Desenvolver
metodologias
de intervenção
interdisciplinar
es que
facilitem
aprendizagem,
autonomia e
adaptação.
Promover a
criação de
ambientes
estruturados,
ricos em
comunicação e
interação,
fomentadores
da
aprendizagem.
Apoiar a
organização do
processo de
transição para
a vida pós-
escolar.
Apoiar a criação
de recursos de
aprendizagem e
instrumentos de
avaliação para
as diversas
componentes do
currículo.
Recurso organizacional – continuum das respostas educativas

Centros de Apoio à Aprendizagem

CARÁCTER TRANSITÓRIO…

Complementar o trabalho realizado em contexto de sala de aula, para o desenvolvimento de competências específicas a serem generalizadas para os contextos de vida dos alunos, assumindo sempre um carácter transitório.

CONHECIMENTO ESPECIALIZADO…

O objeto preferencial da ação dos CAA diz respeito à operacionalização de medidas que requerem conhecimentos especializados.

Acolhem as unidades especializadas

respeito à operacionalização de medidas que requerem conhecimentos especializados. Acolhem as unidades especializadas
respeito à operacionalização de medidas que requerem conhecimentos especializados. Acolhem as unidades especializadas

Normas transitórias: regime de transição para alunos com a extinta medida Currículo Específico Individual

O que é necessário fazer?

Reavaliação pela equipa multidisciplinar para identificação das medidas de suporte à aprendizagem e inclusão e elaboração dos respetivos documentos e mobilizar as medidas definidas.

PIT
PIT

3 anos antes do limite da escolaridade obrigatória (só para alunos com ACS)

RTP
RTP
PEI
PEI

Unicamente para alunos com adaptações curriculares significativas (ACS)

obrigatória (só para alunos com ACS) RTP PEI Unicamente para alunos com adaptações curriculares significativas (ACS)

O que avaliar?

O que avaliar? O que avaliar Fatores que facilitam e que dificultam o progresso e o

O que avaliar

Fatores que facilitam e que dificultam o progresso e o desenvolvimento do aluno, nomeadamente fatores da escola, do contexto e individuais do aluno.

o progresso e o desenvolvimento do aluno, nomeadamente fatores da escola , do contexto e individuais

Referentes para a avaliação

Quais os referentes para a avaliação

para a avaliação Quais os referentes para a avaliação Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade

Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA) Aprendizagens Essenciais (AE)

referentes para a avaliação Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória (PA) Aprendizagens Essenciais (AE)

Plano Curricular

Privilegiar o contexto turma

Adequar os conteúdos das disciplinas ao perfil do aluno

Áreas curriculares específicas definidas no normativo

Artigo 2.º, alínea d) e artigo 23.º treino de visão , o sistema braille, a orientação e a mobilidade, as tecnologias específicas de informação e comunicação e as atividades da vida diária

a orientação e a mobilidade, as tecnologias específicas de informação e comunicação e as atividades da

Para o Desenvolvimento de uma Escola Inclusiva Desafios e Práticas

Para o Desenvolvimento de uma Escola Inclusiva Desafios e Práticas FIM

FIM

Para o Desenvolvimento de uma Escola Inclusiva Desafios e Práticas FIM
Para o Desenvolvimento de uma Escola Inclusiva Desafios e Práticas FIM