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“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria, Prov 9:10

Aluno:

Disciplina: Processo Penal

Data:

/

/2016

Turma: CFO Exercícios

1 - No sistema inquisitivo:

A)não há regras de igualdade e liberdade processuais. C)a confissão é elemento suficiente para a condenação.

INQUÉRITO POLICIAL

B)o processo será secreto. D)Todas as alternativas estão corretas.

2 - No sistema acusatório:

A) a confissão é elemento suficiente para a condenação.

B) em regra, o processo será público.

C) o acusador e o acusado não se encontram no mesmo pé de igualdade, tendo em vista que não há direito ao contraditório.

D) as funções de acusar, defender e julgar não são atribuídas a pessoas distintas.

3 - Pelo princípio do estado de inocência, adotado no Brasil:

A) a pessoa só pode ser considerada culpada após a sentença condenatória.

B) não se admite a prisão provisória.

C) a restrição à liberdade do acusado antes da sentença definitiva só deve ser admitida a título de medida cautelar, de necessidade ou

conveniência, segundo estabelece a lei processual.

D) cabe ao réu o dever de provar a sua inocência.

4 - No processo penal:

A)

vigora o princípio da verdade formal.

B) vigora o princípio da verdade real.

C)

vigora o princípio da verdade real, de forma absoluta.

D) vigora o princípio da verdade formal, de forma absoluta.

5 - Nas ações penais públicas incondicionadas, em regra, vigoram os princípios abaixo, EXCETO:

A)

da obrigatoriedade.

B) da indesistibilidade.

C)

da disponibilidade.

D) Todas as alternativas estão corretas.

6 - Pelo princípio do impulso oficial:

A) cabe ao juiz prover a regularidade e ordem do processo.

B) o juiz, de ofício, pode instaurar a ação penal quando for pública incondicionada.

C) o juiz pode paralisar o processo pela inércia das partes.

D) é um princípio absoluto.

7 - Pelo princípio do favor rei:

A) num conflito entre o jus puniendi do Estado e o jus libertatis do acusado, deve prevalecer a vontade de punição da sociedade.

B) num conflito entre o jus puniendi do Estado e o jus libertatis do acusado, deve prevalecer a vontade do Estado.

C) num conflito entre o jus puniendi do Estado e o jus libertatis do acusado, o réu deve ser condenado, tendo a pena diminuída da metade.

D) num conflito entre o jus puniendi do Estado e o jus libertatis do acusado, deve prevalecer o benefício ao réu.

8 - Nos juizados especiais criminais, não vigora oprincípio:

A) da oralidade.

B) da simplicidade.

C) da informalidade.

9 - Do princípio do contraditório decorrem:

D) Todas as alternativas estão incorretas.

A)

a igualdade processual e a liberdade processual.

B) a desigualdade processual e a liberdade processual.

C)

a igualdade processual e a rigorosidade processual.

D) Nenhuma das alternativas está correta.

10

- O princípio da obrigatoriedade:

A)

deve ser observado tanto na ação penal pública como na ação penal privada.

B)

impõe que a autoridade policial instaure o inquérito policial quando da ocorrência de crime que se apure mediante ação penal pública.

C)

não vincula o Ministério Público a promover a ação quando da ocorrência de crime que se apure mediante ação penal pública.

D)

Nenhuma das alternativas está correta.

11

- No inquérito policial, o destinatário:

A)

mediato é o juiz e o imediato é o MP ou o ofendido.

B) imediato é o juiz e o mediato é o MP ou o ofendido.

C)

imediato é o juiz e o mediato sempre será o Ministério Público. D) mediato é o juiz e o imediato sempre será o ofendido.

12

- O inquérito policial:

A)

é indispensável para a propositura da ação penal.

B)

pode ser arquivado pela autoridade policial quando este achar oportuno.

C)

pode ser instaurado de ofício por portaria ou auto de prisão em flagrante.

D)

Todas as alternativas estão corretas.

13

- Assinale a alternativa CORRETA.

A)

O Ministério Público poderá requerer sempre a devolução do inquérito à autoridade policial.

B)

O Ministério Público não poderá requerer a devolução do inquérito à autoridade policial, senão para novas diligências, prescindíveis ao

oferecimento da denúncia.

C) O Ministério Público não poderá requerer a devolução do inquérito à autoridade policial, senão para novas diligências, imprescindíveis ao

oferecimento da denúncia.

D)

Nenhuma das alternativas está correta.

14 - Sobre o inquérito policial é CORRETO afirmar que:

A) nos crimes cuja ação penal é pública condicionada à representação, desnecessária a formulação desta para que o procedimento inquisitório

se instaure.

B) independentemente de estar o indiciado preso ou solto, pode a autoridade policial requerer ao juiz prorrogação do prazo para conclusão do

inquérito, com a devolução dos autos para ulteriores diligências.

C) depois do arquivamento do inquérito, por falta de base para a denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se tiver

notícia de outras provas.

D) pode a autoridade policial, em qualquer instante do procedimento inquisitório, verificando a atipicidade do fato ou a ocorrên cia de

quaisquer excludentes de ilicitude, determinar seu arquivamento.

15

- A prova pericial colhida no inquérito policial:

A)

tem força probatória relativa, pois não foi viabilizado o contraditório.

B)

tem força probatória igual das provas colhidas em juízo.

C)

não é admitida, uma vez que se trata de uma prova prejudicial ao réu.

D)

é admitida, porém deve ser repetida em juízo para que tenha valor probatório.

16

- O inquérito policial, na ação penal de iniciativa privada:

A)

não poderá ser instaurado.

B)

tem início mediante requerimento do ofendido ou de seu representante legal.

C)

somente poderá ser instaurado se houver prisão em flagrante delito.

D)

Nenhuma da alternativas está correta.

17

- O vício do inquérito policial:

A)

influencia a ação penal, tornando-a nula.

B)

pode acarretar a ineficácia do ato em si, da prisão em flagrante, por exemplo.

C)

não acarreta nem mesmo a ineficácia do ato em si, tendo em vista que se trata apenas de um mero procedimento administrativo.

D)

Todas as alternativas estão corretas.

18

- O inquérito policial nos crimes de ação pública poderá seriniciado:

A)

mediante requisição da autoridade judiciária.

B)

mediante requisição do Ministério Público.

C)

de ofício.

D)

Todas as alternativas estão corretas.

19

- O inquérito policial deverá terminar:

A)

no prazo de 05 dias, se o indiciado estiver preso, ou no prazo de 20 dias, quando estiver solto.

B)

no prazo de 10 dias, se o indiciado estiver preso, ou no prazo de 25 dias, quando estiver solto.

C)

no prazo de 10 dias, se o indiciado estiver preso, ou no prazo de 30 dias, quando estiver solto.

D)

no prazo de 15 dias, se o indiciado estiver preso, ou no prazo de 60 dias, quando estiver solto.

20

- Incumbirá ainda à autoridade policial, no inquérito policial:

A)

fornecer às autoridades judiciárias as informações necessárias à instrução e julgamento dos processos.

B)

realizar as diligências requisitadas pelo juiz ou pelo Ministério Público.

C)

cumprir os mandados de prisão expedidos pelas autoridades judiciárias.

D)

Todas as alternativas estão corretas.

AÇÃO PENAL

1 - Quanto à titularidade da ação, é incorreto afirmar que:

A) o titular da ação penal pública condicionada à representação é a vítima ou o seu representante legal.

B) o titular da ação penal pública incondicionada é o Ministério Público.

C) o titular da ação penal privada é a vítima ou o seu representante legal.

D) uma vez inerte o Ministério Público, a vítima ou o seu representante legal terá legitimidade para ajuizar a ação penal privada subsidiária

da pública.

2 - A representação é:

A)

irretratável após oferecida a denúncia pelo Ministério Público.

B) retratável a qualquer tempo.

C)

irretratável após recebida a denúncia pelo Juiz.

D) irretratável a qualquer tempo.

3 - O prazo para o oferecimento da denúncia é:

A) de 5 dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial, para réu preso, e de 10 dias para

réu solto ou afiançado.

B) de 10 dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial, para réu preso, e de 15 dias para

réu solto ou afiançado.

C) de 5 dias, contado da data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial, para réu preso, e de 15 dias para

réu solto ou afiançado.

D) de 5 dias, contado do dia em que a Autoridade Policial lavrou o relatório, finalizando o Inquérito Policial, para réu preso, e de 15 dias para

réu solto ou afiançado.

4 - Na ação penal pública condicionada à representação:

A) se, na hipótese de coautoria, a vítima oferecer representação somente em relação a um dos criminosos, haverá renúncia em relação a ele,

que se estenderá ao outro.

B) ao ser oferecida a representação, a titularidade da ação, que antes era da vítima, passa a ser do Ministério Público.

D)

Nenhuma alternativa está correta.

5 - O prazo de 6 meses para o oferecimento da representação é contado:

A) do dia em que foi praticada a ação ou omissão.

B) do dia em que a vítima soube quem é o autor do delito.

C) do dia em que se consumou o delito.

D) Nenhuma das alternativas anteriores está correta.

6 - A inobservância do prazo para o oferecimento da denúncia, pelo Ministério Público, na ação penal pública incondicionada:

I - autoriza a propositura da ação penal privada subsidiária dapública; II - acarreta a perempção; III - pode acarretar a perda de vencimentos do Promotor.

A) Apenas a afirmativa I é falsa.

B) As afirmativas II e III são falsas.

C) Apenas a afirmativa III é falsa.

D) Todas as alternativas são falsas.

7 - Assinale a incorreta. Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

A) quando o querelante deixar de comparecer, sem motivo justificado, a qualquer ato do processo a que deva estar presente.

B) quando, falecendo o querelante, ou sobrevindo sua incapacidade, não comparecer em juízo, para prosseguir no processo, dentro do prazo

de 60 (sessenta) dias, qualquer das pessoas a quem couber fazê-lo.

C) quando, sendo o querelante pessoa jurídica, se extinguir sem deixar sucessor.

D) quando, iniciada a ação, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 60 (sessenta) dias seguidos.

8 - Assinale a correta.

A) A representação vincula o Ministério Público a oferecer a denúncia

B) A requisição vincula o Ministério Público a oferecer a denúncia.

C) A queixa-crime vincula o Ministério Público a oferecer a denúncia.

D) Todas as alternativas anteriores estão incorretas.

9

- Na ação penal privada, o Ministério Público:

a)

não poderá aditar a queixa e nem intervir nos atos subsequentes do processo.

b)

não poderá aditar a queixa, mas poderá intervir nos atos subsequentes do processo.

c)

poderá aditar a queixa, mas não intervir nos atos subsequentes do processo.

d)

poderá aditar a queixa e intervir nos atos subsequentes do processo.

10

- Na ação penal privada, o Ministério Público poderá aditar a queixa oferecida pelo ofendido:

a)

apenas se esta apresentar vícios formais.

b)

para incluir novo réu ao processo.

c)

para pedir a absolvição do réu.

d)

Todas as alternativas estão corretas.

11

- Em regra, o prazo para o oferecimento da representação é:

A) decadencial de 3 meses.

B) prescricional de 6 meses.

C) decadencial de 6 meses.

D) prescricional de 3 meses.

12

- Morrendo a vítima, o direito de representação:

a)

se extingue.

b)

somente poderá ser exercido pelo cônjuge da vítima.

c)

somente poderá ser exercido pelos ascendentes ou descendentes da vítima.

d)

poderá ser exercido pelo cônjuge, ascendentes, descendentes ou irmãos da vítima.

13

- A representação:

a)

exige forma especial, devendo ser escrita.

b)

não exige forma especial, podendo ser escrita ou oral.

c)

não exige forma especial, podendo ser escrita ou oral, mas se feita oralmente necessita ser reduzida a termo.

d)

Nenhuma das alternativas anteriores está correta.

14

- Nos crimes de ação pública condicionada, o inquérito policial somente será iniciado:

A)

mediante queixa-crime. B) mediante representação do ofendido.

C)

de ofício pela autoridade policial. D) Nenhuma alternativa está correta.

15

- O prazo para o oferecimento da representação é decadencial, portanto:

A)

não se suspende, não se interrompe e não se prorroga.

B)

se suspende, se interrompe e se prorroga.

C)

não se suspende, não se interrompe, mas se prorroga.

D)

não se suspende, mas se interrompe e se prorroga.

16

- A representação poderá ser recebida:

A)

somente pela autoridade policial.

B) somente pelo Ministério Público.

C)

somente pelo juiz.

D) pela autoridade policial, pelo Ministério Público ou pelo juiz.

17

- Na ação pública condicionada à representação, o juiz:

A)

deve, após o recebimento da representação, remeter este instrumento à autoridade policial, para que instaure o inquérito.

B)

não deve tomar nenhuma providência, em razão de não ser titular da consequente ação penal.

C)

pode requisitar inquérito policial, desde que o faça no prazo de seis meses, contados do dia da ocorrência.

D)

pode requisitar de ofício a instauração de inquérito policial.

18

- Na ação penal pública incondicionada, o processo se inicia:

A)

com o oferecimento da denúncia. B) com o recebimento da denúncia.

C)

com a citação válida do réu.

D) com o interrogatório do réu.

19

- Na ação penal pública condicionada, a representação da vítima:

a)

pode ser suprida pelo testemunho de pessoa que assistiu ao crime.

b)

maior de 18 anos pode ser suprida pela representação oferecida pelo seu representante legal.

c)

é condição de procedibilidade.

d)

menor de 18 anos é válida se provado que sua vontade é contrária a de seu representante legal.

20

- A denúncia:

a)

poderá ser escrita ou verbal.

b)

vincula o juiz quanto a classificação dada ao fato criminoso.

c)

deve descrever o fato criminoso para que o réu possa se defender.

d)

Nenhuma alternativa está correta.

PROVAS

1

- A prova produzida no processo pode ser utilizada:

a)

somente pelo juiz.

b)

somente pela parte que produziu a prova.

c)

somente pelas partes, tanto pela que produziu a prova, quanto pela parte adversária.

d)

tanto pelo juiz quanto pelas partes.

2

- Independem de prova:

a)

os fatos notórios, os fatos que contêm uma presunção legal absoluta, os fatos impossíveis e os fatos irrelevantes.

b)

somente os fatos notórios.

c)

somente os fatos irrelevantes.

d)

as circunstâncias objetivas e subjetivas.

3 - O sistema de apreciação de provas adotado pelo Código de Processo Penal foi:

A)

o da certeza moral do juiz.

B) o da livre convicção.

C)

o da certeza moral do legislador.

D) o sistema religioso.

4 - Assinale a alternativa CORRETA.

A)

O silêncio do acusado importará confissão.

B) A confissão será indivisível e retratável.

C)

A confissão será divisível e irretratável.

D) O silêncio do acusado não importará confissão.

5 - Estão dispensados do dever de depor, exceto:

A) pai do acusado.

B) irmão do acusado.

C) filho adotivo do acusado. D) padrinho do acusado.

6 - Em Processo Penal é INCORRETO afirmar que:

A) os fatos incontroversos não podem ser objeto de prova, pois são aqueles admitidos pelas partes.

B) os fatos notórios independem de prova.

C) em regra, o ônus da prova caberá a quem alegar o fato.

D) o juiz poderá ordenar diligências para sanear eventuais dúvidas.

7 - Analise as alternativas abaixo e escolha a respostaCORRETA.

I - Prova não plena tem uma probabilidade de procedência da alegação, sendo suficiente para medidas preliminares.

II - Prova real é a que exprime o conhecimento subjetivo e pessoal de alguém, por exemplo, interrogatório, depoimentos etc.

III - Prova indireta é aquela que por si demonstra o fato alegado.

A) Nenhuma alternativa está correta.

B) Apenas a alternativa I está correta.

C) Apenas a alternativa II está correta.

D) Apenas a alternativa III está correta.

8

- A busca é meio de prova:

a)

ilícita, pois é um constrangimento.

b)

que não pode ocorrer durante o inquérito policial.

c)

de natureza acautelatória, pois procura evitar o perecimento das coisas.

d)

que não pode ser determinado de ofício pelo juiz.

9-

Os documentos públicos são meio de prova que:

a)

possuem presunção "juris tantum".

b)

são expedidos na forma prescrita em lei.

c)

precisam ser emanados de funcionário público no exercício da função.

10

- Sobre acareação não é possível afirmar que:

a)

pode ocorrer na instrução criminal e no inquérito policial.

b)

é necessário que as pessoas acareadas não tenham prestado suas declarações.

c)

pode ocorrer entre acusados.

d)

pode ocorrer entre testemunha e acusado.

11

- O exame de corpo de delito é obrigatório nos seguintes crimes:

A)

homicídio, lesões corporais e desacato.

B) homicídio, falsificação e calúnia.

C)

homicídio, estupro e lesões corporais.

D) homicídio, calúnia e estupro.

12

- O ofendido de um delito:

a)

pode ser parte como querelado, se for caso de ação privada.

b)

pode participar do processo como assistente, se for caso de açãopública.

c)

não poderá ser objeto de prova no exame de corpo de delito.

d)

não poderá ser ouvido durante a instrução.

13

- Ao ofendido será perguntado sobre a infração, circunstâncias e autoria do crime. Sobre o ofendido, escolha a alternativa

INCORRETA.

a) não tem o compromisso de dizer a verdade.

b) se der declarações falsas, pode vir a responder criminalmente.

c) se deixar de comparecer em juízo, quando intimado, não poderá ser conduzido coercitivamente à autoridade, pois não precisa

dizer a verdade.

d) se deixar de comparecer em juízo, quando intimado, poderá responder pelo crime de desobediência.

14- Analise as alternativas e escolha a resposta CORRETA.

I - No processo comum, a acusação e a defesa podem arrolar, cada uma, até oito testemunhas. II - No plenário do Júri, a acusação e a defesa podem arrolar, cada uma, até dez testemunhas.

III

- Não poderá o juiz indeferir a oitiva de testemunha tempestivamente arrolada sem a desistência da parte interessada.

a)

Todas as alternativas estão corretas.

b)

As alternativas I e II estão corretas.

c)

As alternativas II e III estão corretas.

d)

As alternativas I e III estão corretas.

15-

Assinale a alternativa CORRETA.

A) Na prova direta, a representação do fato a provar se faz através da construção lógica.

B) Indício é a circunstância conhecida e provada que, tendo relação com o fato, autoriza a conclusão da existência de outra ou outras

circunstâncias.

C)

Indícios não possuem o mesmo valor probatório das provas diretas.

D)

A prova indiciária não admite contra-indícios, sendo sempre suficiente para condenação.

16

- Silvana confessa, perante o juiz de Direito, a prática de crime contra o patrimônio de Yolanda, o que é desmentido pelas

testemunhas do fato. Pode o Magistrado condenar Silvana apenas com base em sua confissão judicial?

a) Sim, pois a confissão, no âmbito do Processo Penal, constitui a rainha das provas, possuindo valor pleno.

b) Não, tendo em vista que a confissão, no âmbito do Processo Penal, não se reveste de valor pleno, tendo que ser corroborada por

outros elementos de prova.

c)

Não, pois considerando-se que o depoimento das testemunhas tem maior valor probante que a confissão.

d)

Sim, desde que Silvana confesse o crime espontaneamente.

17

- A recusa do acusado em se manifestar quando de seu interrogatório judicial pode ser recebida pelo juiz como prova capaz de

gerar o reconhecimento do crime a ele imputado ou:

a)

o direito ao silêncio só é admitido na fase policial.

b)

o direito ao silêncio é prerrogativa constitucional e jamais poderá ser utilizado contra o réu.

c)

o juiz deve consignar as perguntas a ele destinadas, aplicando-lhe a pena de confissão tácita.

d)

o réu pode se calar diante do juiz, fato que será utilizado contra ele.

18

- Assinale a alternativa CORRETA.

a)

Os peritos devem ser sempre assistidos por profissionais técnicos escolhidos pelas partes (assistentes técnicos).

b)

Não havendo peritos oficiais, o exame será realizado por duas pessoas idôneas, portadoras de diploma de curso superior, escolhidas, de

preferência, entre as que tiverem habilitação técnica relacionada à natureza do exame.

c) Os peritos oficiais devem desempenhar seus cargos sob a supervisão do Ministério Público, instituição esta que exerce a

Corregedoria Permanente.

d) A prova produzida por eles não pode ser contestada em hipótese alguma, diante do compromisso de bem e fielmente desempenhar o

encargo.

19 João, testemunha de crime contra a dignidade sexual, por ser tímido e envergonhado, traz seu depoimento por escrito e entrega ao

juiz no momento de sua oitiva. Na hipótese:

a) desde que a testemunha assine embaixo do subscrito por ela, declarando solenemente em audiência que aquilo corresponde à verdade, é

aceitável tal depoimento.

b) o depoimento deverá ser prestado oralmente, não sendo permitido à testemunha trazê-lo por escrito, não sendo vedada a breve

consulta a apontamentos.

c)

o juiz somente poderá aceitar tal depoimento se notar realmente ser impossível deduzi-lo verbalmente.

d)

levando-se em consideração o princípio da celeridade processual, é possível tal procedimento sempre que o juiz autorizar.

20-

Assinale a alternativa CORRETA.

a)

Menor de 18 anos deve estar acompanhado de seus genitores quando de sua oitiva no processo penal.

b)

c)

d)

Só o maior de 18 anos pode servir de testemunha.

O juramento de dizer a verdade não será realizado pelos menores de 14 anos e aos deficientes mentais.

Só poderá ser aceito o testemunho do maior de 16 anos e menor de 18 anos.

PRISÃO

1-

trâmites de forma regular e o Ministério Público decidiu denunciar o indiciado. O oficial de justiça procurou em todos os endereços constantes nos autos, mas a citação pessoal ou por hora certa foram impossíveis. Assim, o juiz decidiu pela citação por edital. Marcela, irmã de Felipe, ao passar pelo fórum leu a citação por edital e procurou um advogado para tomar ciência das consequências de tal citação, pois ela também não sabe do paradeiro do irmão.

Felipe foi reconhecido em sede policial por meio de fotografia como o autor de um crime de roubo. O inquérito policial seguiu seus

Diante da situação descrita, acerca da orientação a ser dada pelo advogado, assinale a afirmativa correta.

a) Felipe deve comparecer em juízo, sob pena de ser processado e condenado sem que seja dada oportunidade para a sua defesa.

b) Se Felipe não comparecer e não constituir advogado, o processo e o curso do prazo prescricional ficarão suspensos, sendo decretada a

sua prisão preventiva de forma automática.

c) Se Felipe não comparecer e não constituir advogado, o processo e o curso do prazo prescricional ficarão suspensos, sendo determinada

a produção antecipada de provas de forma automática, diante do risco do desaparecimento das provas pelo decurso do tempo.

d) Se Felipe não comparecer e não constituir advogado, o processo e o curso do prazo prescricional ficarão suspensos e, se for urgente, o

juiz determinará a produção antecipada de provas, podendo decretar a prisão preventiva se presentes os requisitos expressos no artigo 312, do CPP.

2 - A prisão preventiva:

a) poderá ser decretada pelo juiz somente após o recebimento da denúncia e durante o curso do processo penal.

b) poderá ser decretada pela autoridade policial durante a investigação policial.

c) não poderá ser decretada se o juiz verificar, pelas provas constantes dos autos, que o agente praticou o crime em situação de legítima

defesa.

d) poderá ser decretada em se tratando de crimes hediondos, ainda que não haja provas da existência do crime e indícios suficientes de

autoria.

e) poderá ser decreta em substituição à prisão em flagrante por crime hediondo, não sendo necessário, nessa situação, ser motivada sua

decisão.

3 - Nos termos do art. 313 do Código Processual Penal, será admitida a decretação da prisão preventiva:

I - Nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 5 (cinco) anos.

II - Se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com

deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência.

III - Quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la,

devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação, salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da

medida.

IV - Nos crimes culposos punidos compena superior a 8 (oito)anos.

Assinale a opção que contempla apenas as assertivas verdadeiras.

A) I e II.

B) II e III.

C) III e IV.

D) I e III.

E) II e IV.

4 - Assinale a alternativa INCORRETA:

a) Toda e qualquer medida cautelar positivada no Código de Processo Penal deve ajustar-se à gravidade do crime, às circunstâncias do

fato e às condições pessoais do indiciado ou acusado.

b) A decretação de uma prisão preventiva impõe ao juiz analisar se não é suficiente e igualmente eficaz a imposição, ao indiciado ou

acusado, de medida cautelar alternativa.

c) A fiança é uma das cautelares alternativas que podem ser impostas ao acusado mesmo estando ele em liberdade.

d) A decretação da prisão preventiva contra autor de violência doméstica contra a mulher objetiva garantir a execução das medidas

cautelares protetivas de urgência e se condiciona a que o crime praticado seja punido com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos.

e) Quebrada a fiança, caberá ao juiz, antes de decretar a prisão preventiva, analisar se é possível e adequado, para os fins cautelares, impor

ao acusado outra medida alternativa à cautela extrema.

5 - Segundo o Código de Processo Penal, a prisão preventiva:

a)

depende de requerimento doMinistério Público ou de representação da autoridade policial.

b)

não pode ser decretada por conveniência da instrução criminal.

c)

será admitida, entre outras hipóteses, quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa.

d)

não pode ser decretada no curso do processo penal,mas apenas nas fases investigatórias.

e)

não requer, em regra, a prova da existência do crime.

6

- Sobre prisão, medidas cautelares e liberdade provisória, assinale a alternativa correta:

I - O juiz, ao receber o auto de prisão em flagrante, poderá, sem a ouvida do Ministério Público, conceder liberdade provisória sem fiança ao agente preso em flagrante delito.

II - Na fixação das medidas cautelares alternativas à prisão o juiz deverá escolher apenas uma delas, não sendo possível a cumulação

para se evitar bis in idem.

III - A prisão preventiva é cabível apenas nos crimes dolosos punidos com pena de reclusão máxima superior a 4 (quatro) anos.

IV - A imposição de medida cautelar demanda a comprovação da necessidade e adequação da medida à gravidade do crime, circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ouacusado.

a) Somente as proposições I e IV estão corretas.

b)

Somente as proposições II e III estão corretas.

c)

Somente as proposições I e III estão corretas.

d)

Somente as proposições III e IV estão corretas.

e)

Todas as proposições estão corretas.

7

- Numa ação penal, a prisão preventiva do acusado foi decretada para garantia da ordem pública. Posteriormente, verificando que

o réu tinha residência e emprego certos e bons antecedentes, o juiz revogou a prisão. No curso da instrução, testemunhas arroladas

pela acusação passaram a receber ameaças do acusado. Nesse caso, o juiz:

a)

poderá, de novo, decretar a prisão preventiva deste por conveniência da instrução criminal.

b)

não poderá voltar a decretar a prisão preventiva, porque a prisão anterior foi revogada.

c)

só poderá voltar a decretar a prisão preventiva se os motivos da revogação tiverem se alterado.

d)

poderá decretar a prisão temporária do acusado até a realização da audiência de instrução.

e)

só poderá decretar novamente a prisão preventiva se tratar de crime da competência do Tribunal do Júri.

8

- É correto afirmar:

a) A prisão em flagrante não é cabível nas infrações de menor potencial ofensivo, se o autor do fato assumir o compromisso de

comparecer ao juizado especial criminal, e nos crimes de homicídio e lesão corporal culposos, se o agente prestar imediato e integral socorro à vítima.

b) A prisão preventiva não pode ser decretada de ofício pelo juiz no inquérito policial, não é admissível em crimes culposos e pode ser

substituída pela liberdade provisória se demonstrado por prova idônea que o indiciado ou acusado é maior de 80 anos de idade.

c) A fiança não pode ser concedida sem a prévia oitiva do Ministério Público, pode ser prestada após a sentença condenatória e cassada no

curso do processo se a inovação na classificação do delito a tornar incabível.

d) A prisão temporária pode ser decretada pelo juiz de ofício ou em face de representação da autoridade policial ou requerimento do

Ministério Público, caso em que prevê a lei o prazo de 48 (quarenta e oito) horas para a prolação da decisão.

e) O comparecimento periódico em juízo, a suspensão do exercício de função pública ou de atividade de natureza econômica ou

financeira, a internação provisória e a fiança incluem-se entre as medidas cautelares diversas da prisão.

9 - A prisão preventiva:

a) poderá ser decretada pelo juiz de ofício, mesmo que não haja requerimento a respeito do Ministério Público ou do querelante, nem

representação da autoridade policial.

b)

não poderá ser decretada, nos casos em que a lei a autoriza, se o acusado se apresentar espontaneamente à autoridade.

c)

poderá ser decretada nos crimes culposos, quando o juiz se convencer da periculosidade do acusado.

d)

decretada pelo juiz só pode ser revogada na sentença ou pela superior instância.

e)

não poderá ser decretada para garantia da ordem econômica, mas somente da ordem pública.

10

- A Lei 12.403, de 4 de maio de 2011, que alterou dispositivos do Código de Processo Penal relativos à prisão processual, fiança,

liberdade provisória e demais medidas cautelares, provocou significativas mudanças naquilo que podemos denominar processo penal cautelar. A respeito dessas mudanças e sobre a nova sistemática das medidas cautelares no Código de Processo Penal, é correto afirmar que:

A) apesar dos avanços no que se refere às medidas cautelares pessoais aflitivas, o legislador deixou de positivar no Código de Processo Penal

o princípio da homogeneidade das prisões cautelares;

B) para o cumprimento de mandado de prisão em território diverso do da autoridade judiciária que o expediu, é imprescindível o prévio

registro do mandado a ser cumprido em banco de dados mantido pelo Conselho Nacional de Justiça. Caso não haja esse registro, o mandado não poderá ser cumprido, tendo em vista a presunção de incerteza quanto à autenticidade deste;

C) havendo prisão em flagrante, a prisão e o local onde o preso se encontra serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao

Ministério Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada e, em até 24 horas, será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão

em flagrante e, caso o autuado não informe o nome de seu advogado, cópia integral para a Defensoria Pública;

D) genericamente, é admitida a prisão preventiva decretada, de ofício, pelo juiz, ainda que no curso do inquérito policial, nos crimes dolosos

punidos com reclusão.

GABARITO PROCESSO PENAL

INQUERITO

1 - letra D. No sistema inquisitivo, "inexistem regras de igualdade e liberdade processuais, o processo é normalmente escrito e secreto e se desenvolve em fases por impulso oficial, a confissão é elemento suficiente para a condenação, permitindo-se, inclusive, a tortura".

b) as partes acusadora e

acusada, em decorrência do contraditório, encontram-se no mesmo pé de igualdade; c) o processo é público, fiscalizável pelo olho do povo; excepcionalmente permite- se uma publicidade restrita ou especial; d) as funções de acusar, defender e julgar são atribuídas a pessoas

distintas e, logicamente, não é dado ao juiz iniciar o processo; (

3 - letra C. "Pelo princípio do estado de inocência, o acusado é inocente até que seja declarado culpado por uma sentença transitada em

julgado (art. 5º, LVII, da CF); A prisão provisória é admitida pela CF quando prevê os institutos processuais da prisão em flagrante e por

mandado judicial (art. 5º, LXI, da CF), da liberdade provisória com ou sem fiança (art. 5º, LXVI); O réu não tem o dever de provar sua inocência, cabe ao acusador comprovar a sua culpa".

4 - letra B. "Com o princípio da verdade real se procura estabelecer que o "jus puniendi" somente seja exercido contra aquele que praticou a infração penal e nos exatos limites de sua culpa numa investigação que não encontra limites na forma ou na iniciativa das

No processo penal brasileiro, o princípio da verdade real não vige em toda sua inteireza. Não se permite que, após

uma absolvição transitada em julgado seja ela rescindida, mesmo quando surjam provas concludentes contra o agente. A transação é permitida, por exemplo, nas ações privadas com o perdão do ofendido".

5 - letra C. O princípio da disponibilidade vige na ação penal privada. Tal princípio consiste ao titular do direito de agir a faculdade de propor, ou não, e de prosseguir até o final, ou não, a ação, segundo sua conveniência, o que não se verifica na ação penal pública incondicionada.

6 - letra A. O direito de ação penal, ou seja, de invocar a tutela jurisdicional- penal do Estado, cabe à parte ofendida. Assim, cabe ao

Ministério Público, representante do Estado-Administração, propor a ação penal pública (art. 24,CPP) e ao ofendido ou seu representante

2

- letra B. "(

)

apontam-se como traços profundamente marcantes do sistema acusatório: a) o contraditório (

);

partes.

(

)

legal a ação privada (arts. 29 e 30, CPP). Embora a iniciativa na produção das provas pertença às partes, cabe ao juiz prover a regularidade e ordem do processo (art. 251, CPP). Com o impulso oficial impede-se a paralisação do procedimento pela inércia ou omissão das partes, caminhando-se para a resolução do litígio de

forma definitiva. Esse princípio não é absoluto, pois se admite o encerramento do processo sem a solução do conflito em certos casos (extinção

da punibilidade etc).

7 - letra D. Pelo princípio do favor rei (ou favor inocentiae, ou favor libertatis), em um conflito entre o jus puniendi do Estado e o jus libertatis do acusado, deve a balança inclinar-se a favor desse último (in dubio pro reo).

8

- letra D. Conforme o art. 2º, da Lei nº 9.099/95: "O processo orientar-se-á pelos critérios da oralidade, simplicidade, informalidade,

(

)".

Portanto, todas as alternativas estão incorretas.

9

- letra A. "Do princípio do contraditório decorre a igualdade processual entre o acusador e o acusado, que se encontram num mesmo

plano, e a liberdade processual, que consiste na faculdade que tem o acusado de nomear o advogado que bem entender, de apresentar as

provas que lhe convenham etc".

10 - letra B. "O princípio da obrigatoriedade obriga a autoridade policial a instaurar inquérito e o órgão do Ministério Público a

promover a ação penal quando da ocorrência de crime que se apure mediante ação penal pública (arts. 5º, 6º e 24, CPP)".

11 - letra A. " O destinatário imediato do inquérito policial é o Ministério Público (nos crimes de ação penal pública) ou o ofendido (nos

crimes de ação penal privada), que com ele formam a sua opinio delicti para a propositura da denúncia ou queixa. Seu destinatário mediato é o juiz, que nele também pode encontrar fundamentos para julgar".

12 - letra C. O inquérito policial não é indispensável para o oferecimento da denúncia ou da queixa. O Ministério Público pode dispensar o

inquéritoquando tiver os elementos necessários para o oferecimento da peça acusatória.

O inquérito policial pode ser instaurado: de ofício por portaria ou auto de prisão em flagrante; por requisição do MP ou do Juiz; por

requerimento da vítima ou de quem tiver qualidade para representá-lo (art. 5º, incisos I e II, do CPP).

Conforme art. 17, do CPP: "A autoridade policial não poderá mandar arquivar autos de inquérito".

13 - letra C. Determina o art. 16, do CPP:"O Ministério Público não poderá requerer a devolução do inquérito à autoridade policial,

senão para novas diligências, imprescindíveis ao oferecimento da denúncia".

14 - letra C. Segundo art. 18, do CPP: "Depois de ordenado o arquivamento do inquérito pela autoridade judiciária, por falta de base para a

denúncia, a autoridade policial poderá proceder a novas pesquisas, se de outras provas tiver notícia".

15 - letra B. "Como instrução provisória, de caráter inquisitivo, o inquérito policial tem valor informativo para instauração da competente

ação penal. Entretanto nele se realizam certas provas periciais que, embora praticadas sem a participação do indiciado, contêm em si maior

dose de veracidade, visto que nelas preponderam fatores de ordem técnica (

16 - letra B. Dispõe o art. 5º, § 5º, do CPP: "Nos crimes de ação privada, a autoridade policial somente poderá proceder a inquérito a

requerimento de quem tenha qualidade para intentá-la", ou seja, o ofendido ou seu representante legal.

17 - letra B. Sendo o inquérito mero procedimento informativo, os seus possíveis vícios não afetam a ação penal a que deu origem. A

desobediência das formalidades legais pode acarretar a ineficácia do ato em si (prisão em flagrante, por exemplo), mas não influi na ação penal.

18 - letra D. Estabelece o art. 5, incisos I e II, do CPP: "Nos crimes de ação pública o inquérito policial será iniciado: I - de ofício; II -

mediante requisição da autoridade judiciária ou do MP, ou a requerimento do ofendido ou de quem tiver qualidade para representá-lo".

19 - letra C. O inquérito policial deverá terminar no prazo de 10 dias, se o indiciado estiver preso, ou no prazo de 30 dias, quando estiver

solto,conforme estabelece o art. 10, do CPP.

20 - letra D. Dispõe o art. 13, do CPP: "Incumbirá ainda à autoridade policial:

)".

I - fornecer às autoridades judiciárias as informações necessárias à instrução e julgamento dos processos; II - realizar as diligências requisitadas pelo juiz ou pelo Ministério Público;

III - cumprir os mandados de prisão expedidos pelas autoridades judiciárias; IV - representar acerca da prisão preventiva".

AÇÃO PENAL

1 - letra A. O titular da ação penal pública condicionada à representação é o Ministério Público, e não a vítima ou seu representante legal. A representação da vítima ou do seu representante legal é condição especial de procedibilidade da ação penal, sem a qual o Ministério Público não está autorizado a iniciar a ação.

2 - letra A. Antes do oferecimento da denúncia a representação é retratável, porém, após o seu oferecimento, a mesma se torna

irretratável. Conforme estabelece o art.25 do CPP: "A representação será irretratável, depois de oferecida a denúncia."

3 - letra C. Determina o art. 46, do CPP: "O prazo para oferecimento da denúncia, estando o réu preso, será de 5 (cinco) dias, contado da

data em que o órgão do Ministério Público receber os autos do inquérito policial, e de 15 (quinze) dias, se o réu estiver solto ou afiançado. No último caso, se houver devolução do inquérito à autoridade policial (art. 16), contar-se-á o prazo da data em que o órgão do Ministério

Público receber novamente os autos."

4 - letra A. Em razão do princípio da indivisibilidade da ação, se a vítima renunciar em relação a um dos autores, a mesma se estenderá ao

outro. Assim como versa o artigo 49, do CPP: "A renúncia ao exercício do direito de queixa, em relação a um dos autores do crime, a todos se

estenderá."

5 - letra B. Estabelece o art. 38, CPP: "Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de queixa ou

de representação, se não o exercer dentro do prazo de 6 (seis) meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime, (

6 - letra B. Dispõe o art. 29, do CPP: "Será admitida ação privada nos crimes de ação pública, se esta não for intentada no prazo legal."

)."

Embora o art. 801, do CPP, estabeleça que: "Findos os respectivos prazos, os juízes e os órgãos do Ministério Público, responsáveis pelo retardamento, perderão tantos dias de vencimentos quantos forem os excedidos. Na contagem do tempo de serviço, para o efeito de promoção e aposentadoria, a perda será do dobro dos dias excedidos.", na prática, tal dispositivo não é aplicado, por ser inconstitucional, haja vista que a Constituição Federal garante aos magistrados e aos membros do Ministério Público irredutibilidade de vencimentos.

7 - letra D. Segundo o art. 60, CPP: "Nos casos em que somente se procede mediante queixa, considerar-se-á perempta a ação penal:

I - quando, iniciada esta, o querelante deixar de promover o andamento do processo durante 30 (trinta) dias seguidos."

8 - letra D. A representação e a requisição não vinculam o Ministério Público a oferecer a denúncia, pois são condições especiais de

procedibilidade da ação penal pública condicionada. Havendo queixa-crime, não há que se falar em denúncia, pois a queixa-crime é a

peça inicial da ação penal privada, assim como a denúncia o é na ação penal pública.

9 - letra D. Estabelece o art. 45, do CPP: "A queixa, ainda quando a ação penal for privativa do ofendido, poderá ser aditada pelo

Ministério Público,a quem caberá intervir em todos os termos subsequentes do processo."

10

- letra A. O Ministério Público pode aditar a queixa oferecida pelo ofendido apenas para corrigir vícios formais. Não poderá, entretanto,

aditá-la para incluir novo réu ao processo. Nesse caso poderá querer que o querelante se pronuncie a respeito de determinado agente, como fiscalizador do princípio da indivisibilidade.

11 - letra C. Determina o art. 38, do CPP: "Salvo disposição em contrário, o ofendido, ou seu representante legal, decairá no direito de

queixa ou de representação, se não o exercer dentro do prazo de 6 (seis) meses, contado do dia em que vier a saber quem é o autor do crime,

ou, no caso do art. 29, do dia em que se esgotar o prazo para o oferecimento da denúncia."

12 - letra D. Segundo o art. 24, § 1º, do CPP: "No caso de morte doofendido ou quando declarado ausente por decisão judicial, o direito

de representação passará ao cônjuge, ascendente, descendente ou irmão." O companheiro também poderá exercer tal direito.

13 - letra C. A representação pode ser feita oralmente ou por escrito, quando deverá ser reduzida a termo (Art. 39, §1º, CPP).

"Art. 39 CPP. O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial. §1°.A representação feita oralmente ou por escrito, sem assinatura devidamente autenticada do ofendido, de seu representante legal ou procurador, será reduzida a termo, perante o juiz ou autoridade policial, presente o órgão do Ministério Público, quando a este houver sido dirigida."

14 - letra B. Necessária a representação do ofendido, conforme versa o artigo art. 24, do CPP: "Nos crimes de ação pública, esta será

promovida por denúncia do Ministério Público, mas dependerá, quando a lei o exigir, de requisição do Ministro da Justiça, ou de representação do ofendido ou dequem tiver qualidade para representá-lo."

15 - letra A. O prazo decadencial não se suspende, não se interrompe e não se prorroga.

É o decurso do prazo sem que o titular da queixa ou representação exerça tais direitos. É causa extintiva da punibilidade, conforme estabelece

o art. 107, do CP, e art. 38, do CPP.

16 - letra D. De acordo com o art. 39, caput, do CPP: "O direito de representação poderá ser exercido, pessoalmente ou por procurador

com poderes especiais, mediante declaração, escrita ou oral, feita ao juiz, ao órgão do Ministério Público, ou à autoridade policial."

17 - letra A. Conforme o art 39, §4º, do CPP: "A representação, quando feita ao juiz ou perante este reduzida a termo, será remetida à

autoridade policial para que esta proceda a inquérito."

18 - letra B. Segundo o pronunciamento do STJ e do STF, o processo inicia-se com o recebimento da denúncia.

Importante destacar que há divergência doutrinária no que se refere ao início da ação penal, sendo favoráveis ao oferecimento da denúncia

como termo inicial da ação Mirabete (Código de Processo Penal Interpretado, 2001, p. 169), Guilherme de Souza Nucci (Código de Processo Penal Comentado, 2002,p. 99) e Tourinho Filho (Código de Processo Penal Comentado, 1999, p. 75).

19 - letra C. A representação da vítima nos processos de ação penal pública condicionada é condição de procedibilidade, sem ela, o

Ministério Público não pode oferecer denúncia. A representação é exercida pelo representante da vítima, quando esta for menor de 18 anos. Colidindo suas vontades, o juiz nomeará um curador especial. De acordo com o Código Civil, o direito de representação passa a ser exclusivo da vítima a partir dos 18 anos de idade.

20 letra C - A denúncia deve descrever o fato criminoso para que o réupossa sustentar sua defesa, conforme prevê o artigo 41, do CPP:"A

denúncia ou queixa conterá a exposição do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias, a qualificação do acusado ou esclarecimentos

pelos quais se possa identificá-lo, a classificação do crime e, quando necessário, o rol das testemunhas."

PROVAS

1 - letra D. Segundo o principio da comunhão dos meios de prova, as partes e o juiz poderão utilizar as provas produzidas no processo.

2 - A resposta certa é a letra A. Independem de prova: os fatos notórios, os fatos que contêm uma presunção legal absoluta, os fatos

impossíveis e os fatos irrelevantes, que podem ser definidos, respectivamente: aqueles conhecidos por todos; aqueles que não comportam prova em sentido contrário; aqueles que causam aversão a espírito de uma pessoa informada; e aqueles que não se referem à solução da causa.

3 - A resposta certa é a letra B. O sistema de apreciação de provas adotado pelo Código de Processo Penal foi o sistema da livre convicção

ou da verdade real ou do livre convencimento. Por esse sistema, o juiz forma sua convicção pela livre apreciação das provas produzidas no processo (art. 157 do CPP).

4 - A resposta certa é a letra D. No Brasil, não se admite o silencio do acusado como confissão (art. 198 do CPP).

5 - A resposta certa é a letra D. Determina o art. 206 do CPP: "A testemunha não poderá eximir-se da obrigação de depor. Poderão,

entretanto, recusar-se a fazê-lo o ascendente ou descendente, o afim em linha reta, o cônjuge, ainda que desquitado, o irmão e o pai, a mãe, ou

o filho adotivo do acusado (

6 - A resposta certa é a letra A. Ao contrário do que ocorre em Processo Civil, o fato incontroverso, aquele admitido pelas partes, também é

objeto de prova, pois se deve obedecer ao princípio da investigação oficial e da verdade material.

7 - A resposta certa é a letra B. As alternativas II e III estão incorretas, pois as provas reais consistem em uma coisa ou bem exterior e

distinto do indivíduo (armas, pegadas etc) e as provas indiretas comprovam um fato por outro (álibi).

8 - A resposta certa é a letra C. A busca é meio de prova admitido para prevenir o perecimento de coisas ou pessoas. Pode ocorrer durante o

inquérito policial, na instrução criminal e, até mesmo, durante a execução. Pode ser determinada de ofício ou requerida por qualquer parte.

9 - A resposta certa é a letra D. Por emanarem de funcionário público no exercício da função, os documentos públicos possuem em s eu favor a presunção "juris tantum", ou seja, são considerados verdadeiros até que se prove o contrário.

10 - A resposta certa é a letra B. A acareação pode ocorrer tanto na instrução criminal como no inquérito policial, entre acusados, entre

acusados e testemunha, entre testemunhas, entre acusados e a pessoa ofendida e entre pessoas ofendidas. No entanto, é necessário que as pessoas acareadas já tenham prestado suas declarações, pois a acareação visa convencer o juiz sobre a verdade de um fato em q ue as

declarações dessas pessoas foram divergentes.

por exemplo, homicídio, lesões corporais e estupro, é

necessário que se faça exame de corpo de delito para que se comprove os vestígios materiais deixados por ele.

11 - A resposta certa é a letra C. Nas infrações que deixam vestígios, como,

)".

Logo, o padrinho do acusado não está desobrigado de depor.

12 - A resposta certa é a letra B. O ofendido de um delito pode ser parte como querelante, se for caso de ação privada. Caso a ação seja

pública, o ofendido poderá participar do processo como assistente, se for caso de ação pública. Poderá ser objeto de prova no exame de corpo

de delito. Qualquer parte poderá pedir para que se ouça o ofendido durante o curso do processo, na instrução.

13 - A resposta certa é a letra C. Apesar de não ter o compromisso de dizer a verdade, o ofendido está obrigado a comparecer em juízo,

quando intimado, podendo a autoridade mandar que seja conduzido coercitivamente como, também, processá-lo por desobediência.

14 - A resposta certa é a letra D. No Tribunal do Júri, a acusação e a defesa podem arrolar, cada uma, até cinco testemunhas (art. 422 do

CPP).

15 - A resposta certa é a letra B. Na prova direta, o fato é revelado sem a necessidade de qualquer processo construtivo. Na prova indireta, a

representação do fato a provar se faz através da construção lógica. Indício é a circunstância conhecida e provada que, tendo relação com o fato, autoriza a conclusão da existência de outra ou outras circunstâncias (art. 239 do CPP). Indícios possuem o mesmo valor probatório das provas diretas, pois não há hierarquia entre as provas. A prova indiciária pode ser invalidada por contra- indícios. Indícios isolados não são suficientes para fundamentar uma decisão condenatória.

16 - A resposta certa é a letra B. A confissão deve ser corroborada com o restante da prova, pois, apesar de seu significativo valor, não

constitui prova absoluta, motivo pelo qual a confissão deverá ser apreciada segundo o critério da persuasão racional do juiz.

17 - A resposta certa é a letra B. O direito de permanecer calado é assegurado pela Constituição e não pode acarretar qualquer agravo ao

réu. O ônus da prova é da acusação.

18 - A resposta certa é a letra B. Dispõe o art. 159, § 1°, do CPP: "Na falta de perito oficial, o exame será realizado por 2 (duas) pessoas

idôneas, portadoras de diploma de curso superior preferencialmente na área específica, dentre as que tiverem habilitação técnica relacionada

com a natureza do exame".

19 - A resposta certa é a letra B. Estabelece o art. 204 do CPP: "O depoimento será prestado oralmente, não sendo permitido à test emunha

trazê-lo por escrito. Parágrafo único. Não será vedada à testemunha, entretanto, breve consulta a apontamentos".

20 - A resposta certa é a letra C. Determina o art. 208 do CPP: "Não se deferirá o compromisso a que se alude o art. 203 aos doentes e

deficientes mentais e aos menores de 14 (quatorze) anos, nem às pessoas a que se refere o art. 206".

21

PRISÃO

1 - Resposta: Alternativa correta : letra D Segundo o CPP: Art. 366. Se o acusado, citado por edital, não comparecer, nem constituir advogado, ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional, podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e, se for o caso, decretar prisão preventiva, nos termos do disposto no art. 312. Art. 312. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficientede autoria. Parágrafo único. A prisão preventiva também poderá ser decretada em caso de descumprimento de qualquer das obrigações impostas por

força

de outras medidas cautelares (art. 282, § 4 o ).

2 - Resposta.

a) errada: Art. 311. Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz, d e

ofício, se no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade

policial.

b) errada: Somente o juiz pode decretar a prisão preventiva. A autoridade policial somente poderá representar para que o juiz faça,

conforme artigo colacionado anteriormente.

c) correta: Art. 314. A prisão preventiva em nenhum caso será decretada se o juiz verificar pelas provas constantes dos autos ter o agente

praticado o fato nas condições previstas nos incisos I, II e III do caput do art. 23 do Decreto-Lei n o 2.848,

de

de

7

de

dezembro

1940

d) errada: pelo mesmo fundamento da assetiva anterior.

-

Código

Penal.

e) errada: sempre deverá ser motivada.

3 - Resposta: Letra B Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

I - nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;

II - se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado, ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64

III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para

garantir a execução das medidas protetivas de urgência; (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011). Parágrafo único. Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação, salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida. (Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011).

4 - Resposta: Letra D

No caso em que o crime praticado seja punido com pena privativa de liberdade máxima superior a quatro anos, essa é condição de crime

DOLOSO, como podemos verificar da redação do artigo 313 do CPP.

Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva:

I - nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;

II - se tiver sido condenado por outro crime doloso, em sentença transitada em julgado, ressalvado o disposto no inciso I do caput do art. 64

o Decreto-Lei n o 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código Penal; III - se o crime envolver violência doméstica e familiar contra a mulher, criança, adolescente, idoso, enfermo ou pessoa com deficiência, para garantir a execução das medidas protetivas de urgência;

Parágrafo único. Também será admitida a prisão preventiva quando houver dúvida sobre a identidade civil da pessoa ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente em liberdade após a identificação, salvo se outra hipótese recomendar a manutenção da medida.

decretada

representação da autoridade policial.

Letra B INCORRETA Artigo 312: A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por

, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por

pelo

juiz,

de ofício, se no curso da ação penal

ou por pelo juiz, de ofício, se no curso da ação penal conveniência da instrução criminal

conveniência da instrução criminal

identidade civil da pessoa

, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente

de autoria. Letra C CORRETA Artigo 313, parágrafo único: Também será admitida a prisão preventiva

ou quando esta não fornecer elementos suficientes para esclarecê-la, devendo o preso ser colocado imediatamente

da medida. Letra D

INCORRETA Artigo 311:

de ofício, se no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da autoridade policial. Letra E INCORRETA Artigo 312: A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da

, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz,

em liberdade após a identificação, salvo se outra

quando houver dúvida sobre a

hipótese

recomendar

a

manutenção

Em qualquer fase

da investigação policial ou

do processo penal

ordem econômica, por conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal,

crime
crime

e indício suficiente de autoria.

quando houver prova da existência do

6 - Resposta: A

I - CERTA: CPP, Art. 310. Ao receber o auto de prisão em flagrante, o juiz deverá fundamentadamente: (Redação dada pela Lei nº 12.403,

II - ERRADA : CPP, Art. 282 ( 12.403, de2011).

III - ERRADA: CPP, Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação da prisão preventiva: (Redação dada pela

Lei nº 12.403, de 2011). I - nos crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos; (pode ser pena

de reclusão ou detenção)

IV - CERTA : CPP, Art. 282. As medidas cautelares previstas neste Título deverão ser aplicadas observando - se a: (Redação dada pela Lei

§ 1 o As medidas cautelares poderão ser aplicadas isolada ou cumulativamente. (Incluído pela Lei nº

)

III - conceder liberdade provisória, com ou sem fiança. (Incluído pela Lei nº 12.403, de 2011).

)

)

II - adequação da medida à gravidade do crime, circunstâncias do fato e condições pessoais do indiciado ou acusado.

7 - Resposta: A CPP: Art. 312. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública, da ordem econômica, por conveniência da instrução

criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do

autoria. Art. 316. O juiz poderá revogar a prisão preventiva se, no correr do processo, verificar a falta de motivo para que subsista, bem como de novo decretá-la, se sobrevierem razões que a justifiquem.

8 - Resposta: Letra E Art. 319 do CPP. São medidas cautelares diversas da prisão:

crime

e

indício suficiente

de

I

-

comparecimento periódico em juízo

, no prazo e nas condições fixadas pelo juiz, para informar e justificar atividades;

II - proibição de acesso ou frequência a determinados lugares quando, por circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado permanecer distante desses locais para evitar o risco de novas infrações;

III - proibição de manter contato com pessoa determinada quando, por circunstâncias relacionadas ao fato, deva o indiciado ou acusado dela

permanecer distante;

IV - proibição de ausentar-se da Comarca quando a permanência seja conveniente ou necessária para a investigação ou instrução;

V - recolhimento domiciliar no período noturno e nos dias de folga quando o investigado ou acusado tenha residência e trabalho fixos;

VI -

suspensão do exercício de função pública

ou de

utilização para a prática de infrações penais;

atividade de natureza econômica ou financeira

quando houver justo receio de sua

VII - i nternação provisória

do acusado nas hipóteses de crimes praticados com violência ou grave ameaça, quando os peritos concluírem

ser inimputável ou semi-imputável (art. 26 do Código Penal) e houver risco de reiteração;

VIII -

, nas infrações que a admitem, para assegurar o comparecimento a atos do processo, evitar a obstrução do seu andamento ou emdo Código Penal) e houver risco de reiteração ; VIII - caso de resistência injustificada à

caso de resistência injustificada à ordem judicial;

IX - monitoração eletrônica.

9 - Resposta: A

A) CORRETA - Art. 311. Em qualquer fase da investigação policial ou do processo penal, caberá a prisão preventiva decretada pelo juiz,

no curso da ação penal, ou a requerimento do Ministério Público, do querelante ou do assistente, ou por representação da

autoridadepolicial.

B) ERRADA - a apresentação espontânea do acusado à autoridade impedirá a decretação da sua prisão em flagrante, mas não impedirá a

ocorrência da prisão preventiva.

nos

crimes dolosos punidos com pena privativa de liberdade máxima superior a 4 (quatro) anos;

D) ERRADA - Art. 316. O juiz poderá revogar a prisão preventiva se, no correr d o processo, verificar a falta de motivo para que

de ofício, se

C) ERRADA - Art. 313. Nos termos do art. 312 deste Código, será admitida a decretação

da

prisão

preventiva:

I

-

subsista, bem como de novo decretá-la, se sobrevierem razões que a justifiquem.

E) ERRADA - Art. 312. A prisão preventiva poderá ser decretada como garantia da ordem pública , da ordem econômica , por

conveniência da instrução criminal, ou para assegurar a aplicação da lei penal, quando houver prova da existência do crime e indício suficiente de autoria. 10 - Resposta: Letra C:

CPP: Art. 306. A prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente, ao Ministério

Público e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).

§ 1o Em até 24 (vinte e quatro) horas após a realização da prisão, será encaminhado ao juiz competente o auto de prisão em flagrante e, caso o autuado não informe o nome de seu advogado, cópia integral para a Defensoria Pública. (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).

§ 2o No mesmo prazo, será entregue ao preso, mediante recibo, a nota de culpa, assinada pela autoridade, com o motivo da prisão, o nome do condutor e os das testemunhas. (Redação dada pela Lei nº 12.403, de 2011).