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Técnico de

Enfermagem
Módulo IV
Enfermagem em UTI

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TÉCNICO EM ENFERMAGEM
Enfermagem em UTI

SUMÁRIO

INTRODUÇÃO ................................................................................................................................... 3
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM - JUSTIFICATIVA ................................................................ 3
ASPIRAÇÃO TRAQUEAL ................................................................................................................ 3
SONDAGEM VESICAL ..................................................................................................................... 4
MONITORIZAÇÃO CARDÍACA ...................................................................................................... 4
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM PÓS IAM ................................................................................ 5
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SUBMETIDOS A CATETERISMO
CARDÍACO ......................................................................................................................................... 6
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SUBMETIDOS A CIRURGIAS
CARDIOVASCULARES .................................................................................................................... 6
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE DURANTE O DESMAME DO
RESPIRADOR ..................................................................................................................................... 7
CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA NEFROLÓGICA ....................................... 7
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SUBMETIDOS A DIÁLISE
EXTRACORPÓREA ........................................................................................................................... 8
ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTES SUBMETIDOS A DIÁLISE
PERITONEAL ..................................................................................................................................... 8
CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM O PACIENTE QUEIMADO............................................. 9
ESCALA DE COMA DE GLASGOW ............................................................................................. 10
BIBLIOGRAGIA ............................................................................................................................... 10

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TÉCNICO EM ENFERMAGEM
Enfermagem em UTI

INTRODUÇÃO

A assistência de Enfermagem aos pacientes internados em UTI visa contribuir com o processo de
reabilitação e cura, atendendo suas necessidades humanas básicas.
Considerando o potencial de instabilidade clínica do paciente e terapia intensiva, a vigilância
contínua e a aplicação de cuidados básicos são fundamentais para a concretização de uma
assistência de Enfermagem com qualidade.
Logo abaixo, citaremos os cuidados gerais que uma equipe de enfermagem deve ter com os
pacientes internados:

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM – JUSTIFICATIVA

Controle de Sinais Vitais: Deve ser verificado 2/2 hs, pois os pacientes de UTI podem apresentar
alterações freqüentes dos parâmetros vitais.
Monitorização cardíaca: Deve ser realizada continuamente. A monitorização cardíaca permite
observar as alterações do ritmo.
Balanço hídrico: Registrar ganhos e perdas 2/2 hs. Permite controlar e adequar o aporte hídrico de
acordo com a afecção, evitando hipervolemia ou desidratação.
Cuidados c/ sonda vesical: Manter sistema fechado, controlar débito e realizar higiene íntima no
mínimo 2x ao dia.
Cuidados c/ paciente em ventilação mecânica: Efetuar higiene oral, aspirar secreções, controlar
pressão e parâmetros do ventilador.
Cuidados c/ a integridade da pele: Efetuar mudança de decúbito, proteger proeminências ósseas,
efetuar massagem de conforto, utilizar colchões especiais.
Agora, para melhor entendimento, citaremos alguns procedimentos básicos realizados pela equipe
de Enfermagem na UTI.

ASPIRAÇÃO TRAQUEAL
É a retirada de secreções endotraqueais via tubo endotraqueal ou traqueostomia.

Material:
ü Par de luvas estéreis ;
ü Um pacote de gaze ;
ü Seringa de 10 ml;
ü 10 ml de AD ou SF;
ü sonda de aspiração;
ü equipamento de proteção individual;
ü ambu com O2;
ü aspirador elétrico

Procedimento:
Ø lavar as mãos
Ø orientar paciente quanto ao procedimento
Ø reunir o material

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Ø conectar a sonda de aspiração ao aspirador, mantendo a extremidade da sonda estéril


Ø utilizar seringa com AD para fluidificar a secreção
Ø aspirar continuamente por um período de no máximo 15 segundos
Ø repetir a operação se necessário
Ø lavar as mãos
Ø anotar o procedimento no prontuário

SONDAGEM VESICAL
Introdução de uma sonda com o objetivo de esvaziar a bexiga e/ou controlar o débito urinário.

Material:
ü sonda de Foley estéril;
ü um coletor de urina;
ü seringa de 20 ml;
ü 5 ml de anestésico gel;
ü 20 ml de AD;
ü luvas estéreis;
ü um pacote de gaze;
ü anti-séptico

Procedimento masculino:
Ø preparar material necessário
Ø orientar paciente quanto ao procedimento
Ø lavar as mãos
Ø colocar paciente em decúbito dorsal com as pernas esticadas e afastadas
Ø tracionar o prepúcio, expondo a glande e realizar anti-sepsia com gaze e anti-séptico
local
Ø introduzir a sonda lentamente até o fim, observando o refluxo de urina
Ø insuflar o balão com o volume de AD recomendado
Ø tracionar levemente a sonda até sentir resistência
Ø conectar o coletor de urina
Ø fixar a sonda
Ø organizar a unidade
Ø lavar as mãos
Ø anotar procedimento no prontuário (aspecto, quantidade, etc)

Procedimento feminino: a diferença entre o procedimento masculino e feminino, limita-se ao


posicionamento. Na mulher, a posição adotada é: deitada dorsalmente, com as pernas afastadas e
semifletidas.

MONITORIZAÇÃO CARDÍACA
Acompanhamento contínuo da Freqüência e do Ritmo cardíacos através do traçado e do sinal
sonoro.

Material:
ü três ou cinco eletrodos descartáveis;

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ü monitor cardíaco;
ü pasta condutora.

Procedimento:
Ø lavar as mãos
Ø orientar paciente quanto ao procedimento
Ø remover sujidade e/ou pêlos do local
Ø colocar os eletrodos adequados ao cabo
Ø conectar o cabo-monitor aos eletrodos
Ø ligar o aparelho
Ø selecionar a derivação
Ø manter o alarme sonoro
Ø lavar as mãos

Cuidados de Enfermagem na Assistência Cardiocirulatória:


As principais complicações que podem ocorrer no IAM são arritmias, insuficiência cardíaca
congestiva, edema agudo de pulmão, choque cardiogênico, ruptura cardíaca, tromboembolismo e
parada cardíaca.

ASSISTÊNCIAS DE ENFERMAGEM PÓS IAM

Assistência de Enfermagem – Justificativa:


Detectar precocemente alterações do padrão respiratório, sudorese intensa, inquietação, fadiga,
fraqueza muscular: Prevenir complicações e atender prontamente.
Observar alterações de freqüência cardíaca presença de arritmias: Ocorre com maior freqüência nos
pacientes com ICC.
Realizar exame físico de 4/4 horas, observando presença de estertores pulmonares, ritmo cardíaco:
Detectar precocemente desenvolvimento de insuficiência cardíaca direita ou esquerda.

Na ocorrência de edema agudo de pulmão:


ü elevar a cabeceira do leito;
ü administrar oxigênio;
A posição sentada facilita a movimentação diafragmática e diminui a pressão venosa e trabalho
respiratório.
Observar e comunicar achados clínicos e alterações nos SSVV: Pode ocorrer redução no transporte
de oxigênio para os tecidos.
Deixar o desfibrilador preparado: Intervir rapidamente se necessário.
Ajudar o paciente a realizar exercícios passivos nos membros em intervalos regulares: Prevenir a
estase venosa e as complicações tromboembólicas.
Observar a presença de hematomas: Detectar sinais de sangramento e prevenir complicações.
Orientar o paciente a relatar suas queixas: Observar alterações do pulso.
Controlar nível de consciência e utilizar a escola de Glasgow 2/2hs: Detectar precocemente
ocorrências de acidentes vasculares cerebrais.

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ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SUBMETIDOS A


CATETERISMO CARDÍACO

Assistência de Enfermagem – Justificativa:

Pré-exame
Observar jejum de 6 horas: Evitar náuseas e vômitos durante o exame e possível broncoaspiração.
Investigar história de alergia: Prevenir reações alérgicas devido à hipersensibilidade ao contraste
e/ou medicamentos
Orientar o paciente quanto ao procedimento: Minimizar seu grau de ansiedade

Pós-exame
Manter o membro cateterizado em extensão: Evitar o aumento de pressão local.
Manter o curativo compressivo, observando a presença de sangramentos: Evitar a formação de
hematomas.
Verificar o pulso e observar perfusão periférica: Assegurar que o fluxo arterial não está sendo
obstruído.
Orientar paciente quanto ao repouso do membro cateterizado: Prevenir a isquemia por meio da
manutenção da circulação periférica com movimentos ativos
Verificar se há alguma queixa: Detectar precocemente qualquer complicação

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SUBMETIDOS A


CIRURGIAS CARDIOVASCULARES

A assistência de Enfermagem no pós-operatório de pacientes submetidos a cirurgias cardíacas,


apesar das diferentes patologias, tem os mesmos princípios terapêuticos.
O tratamento e os cuidados iniciais estão relacionados com a correção de anormalidades decorrentes
da circulação extracorpórea, do ato cirúrgico e da anestesia, exigindo uma avaliação de
Enfermagem pós-operatório intensiva baseada nos seguintes cuidados:
Assistência de Enfermagem - Justificativa
Preparar o leito para a admissão do paciente e preparar todo equipamento necessário: Oferecer um
atendimento seguro e tranqüilo, evitando desperdício de tempo.
Garantir boa ventilação pulmonar através da permeabilidade das vias aéreas, fixação da cânula:
Proporcionar assistência respiratória.
Manter monitorização contínua: Obter informações fundamentais e observar alterações.
Avaliar estado neurológico, conforme escola de Glasgow: Detectar possíveis alterações
neurológicas provocadas por baixo débito cardíaco.

Observar a presença de arritmias: Devido a possibilidade da Cuidados de Enfermagem aos


pacientes com traqueostomia
Assistência de Enfermagem - Justificativa
Manter o cuff da cânula sempre insuflado.

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Realizar o curativo do orifício da traqueostomia, mantendo o local sempre protegido com gaze: A
infecção do orifício externo pode provocar infecção pulmonar.
Manter a cânula bem posicionada e fixada: Evitar deslocamento de cânula e oferecer conforto ao
paciente.
Aspirar secreção sempre que necessário: Preservar permeabilidade das vias aéreas.
Manter a nebulização contínua: Evitar ressecamento das mucosas e fluidificar as secreções.
Evitar acúmulo de água na extensão do sistema de nebulização: O líquido acumulado no sistema
pode ser aspirado pelo paciente, podendo causar um quadro de broncoaspiração.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTE DURANTE O


DESMAME DO RESPIRADOR

Os critérios de desmame estão continuamente sendo revistos e vão desde parâmetros clínicos até
técnicas sofisticadas que demandam instrumentais apropriados.
Alguns pacientes mesmo preenchendo todos os critérios de desmame, falham ao serem retirados do
ventilador. Outros, porém, que aparentemente não teriam condições para iniciar o protocolo de
desmame, como os que extubam acidentalmente, apresentam boa evolução.
O desmame de um respirador contribui para a diminuição de eventos adversos, como a re-
intubação.

Assistência de Enfermagem – Justificativa:


Certificar-se que o paciente está consciente: Garantir o início do desmame
Verificar os parâmetros de oxigenação: Importantes para assegurar boa oxigenação
Orientar o paciente quanto ao início do desmame, alertando-o de que ele deverá manter a respiração
espontânea: Evitar dependência psicológica
Iniciar o desmame no período matutino: Aproveitar o período de maior alerta

Para extubação:
ü manter cabeceira elevada
ü monitorizar
ü aspirar traquéia
ü orienta-lo p/ tossir
ü instalar cateter de oxigênio
Promover a desobstrução das vias aéreas
Após a extubação observar a FR, saturação, tosse excessiva: Observar sinais de fadiga

CUIDADOS DE ENFERMAGEM NA ASSISTÊNCIA NEFROLÓGICA


A taxa de mortalidade em portadores de Insuficiência renal aguda em UTI atinge 80%. Cabe à
equipe de Enfermagem observar e atuar frente a complicações decorrentes de alterações volêmicas,
eletrolíticas e de acúmulo de compostos nitrogenados, na tentativa de reduzir a morbimortalidade
deste grupo de pacientes. Por outro lado, a equipe de Enfermagem de uma UTI deve estar
devidamente capacitada para atuar nas diversas modalidades de métodos dialíticos atualmente
empregados, tais como a diálise extracorpórea e diálise peritoneal.

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TÉCNICO EM ENFERMAGEM
Enfermagem em UTI

Logo abaixo, citaremos os cuidados básicos com pacientes com afecções renais de modo geral.
Depois citaremos os cuidados necessários a pacientes que necessitam das diferentes diálises.
Assistência de Enfermagem - Justificativa
Controlar PA, pulso, PVC e FR de 2/2 horas: Detectar prontamente alterações hemodinâmicas.
Avaliar o nível de consciência de 22/ horas: A confusão mental pode ser sinal de uremia e/ou
hipoxemia por acúmulo de líquido.
Controlar o peso: Constatar possível retenção de líquido.
Acompanhar os exames laboratoriais:
Identificar precocemente alterações.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AOS PACIENTES SUBMETIDOS A


DIÁLISE EXTRACORPÓREA

Assistência de Enfermagem – Justificativa:


Montar o sistema dialítico: Utilizar técnica asséptica.
Observar a permeabilidade da via de acesso: Identificar precocemente diminuição do fluxo ou
obstruções, prevenindo coagulação de todo o sistema com perda sanguínea.
Manter condição asséptica: Prevenir infecções.
Realizar monitorização de: volume, PVC, PA: Identificar qualquer alteração durante o
procedimento.
Pesar antes e depois de cada seção de diálise: Controlar a perda hídrica.
Desinfectar a máquina de diálise concorrente após o uso, e terminal, a cada 7 dias: Prevenir
contaminação e deterioração do equipamento.

ASSISTÊNCIA DE ENFERMAGEM AO PACIENTES SUBMETIDOS A


DIÁLISE PERITONEAL

Assistência de Enfermagem – Justificativa:


Promover treinamento do paciente e seus familiares de forma adequada: Evitar distorções de
técnicas e promoção do auto-cuidado.
Preservar o posicionamento do cateter peritoneal: Evitar traumatismos.
Observar sinais de infecção no local:
Detectar precocemente qualquer tipo de infecção.
Verificar as características do banho drenado: Avaliar e detectar qualquer alteração.
Avaliar o aparecimento de dor abdominal: Pode ser o primeiro sintoma de peritonite Detectar perda
sanguínea.
Identificar presença de hemorragias: Detectar perda sanguínea.
Puncionar 2 acessos venosos calibrosos: Necessário para a infusão de líquidos em grande
quantidade e de maneira rápida.
Instalar monitor cardíaco: Avaliar FC e promover controle rigoroso.

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Controlar eliminações e infusões: Calcular ganhos e perdas.

D. Avaliação Neurológica
Assistência de Enfermagem - Justificativa
Avaliar nível de consciência: Detectar alteração no nível de consciência.
Avaliar diâmetro pupilar, simetria e reação à luz: Qualquer alteração pode ser sinal de lesão
cerebral.
Avaliar a escala de Glasgow: Detectar precocemente as alterações cerebrais.

E. Exposição completa do paciente


Assistência de Enfermagem - Justificativa
Retirar a roupa do paciente por completo: Avaliação total do paciente.
Examinar a cabeça, região cervical e tórax.
Examinar abdome e pelve: Detectar sinais de edema – hemorragia.
Examinar MMSS e MMII: Detectar possíveis ferimentos e/ou fraturas.
Reavaliar SSVV.
Preparar pacientes para a realização de exame.
Assistir ao paciente politraumatizado requer conhecimento técnico e científico. A equipe de
Enfermagem é responsável por manter a assistência sistematizada, reconhecendo as necessidades
individuais de cada paciente, baseadas no comprometimento e na complexidade do trauma.
A assistência de Enfermagem inicia-se na triagem e definição de prioridades estabelecidas na sala
de emergência e termina após a completa reabilitação e alta do paciente. Durante todo o processo, a
responsabilidade da equipe é fixar prioridades de cuidados, reconhecer alterações no quadro clínico,
avaliar e registrar as respostas ao tratamento.
O trauma é uma situação inesperada, que gera alterações na estrutura familiar e social do paciente.
Compete à enfermagem favorecer e motivar a participação da família no tratamento, visando a
reabilitação precoce.

CUIDADOS DE ENFERMAGEM COM O PACIENTE QUEIMADO

O paciente vítima de queimadura, independente do tipo de agente causador, é considerado um


paciente politraumatizado. O atendimento ao queimado sempre compreenderá os cuidados e
controles gerais da assistência de enfermagem ao politraumatizado.
Assistência de Enfermagem - Justificativa
Garantir oxigenação e ventilação adequadas: O paciente queimado apresenta troca gasosa
prejudicada.
Manter reposição volêmica: Apresenta déficit de volume circulante.
Monitorizar SSVV: Ocorre a depressão dos sistemas do corpo.
Avaliar queimaduras: Facilita intervenção.
Manter sonda vesical: Controla diurese – perdas de líquido.
Manter paciente aquecido: O paciente apresenta quadro de hipotermia.
Manter área do corpo queimada protegida: Evitar infecções.

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Preparar paciente para possível remoção: Deixa-lo tranqüilo e aquecido, mantendo-o sob total
monitoramento.

Anexo
A seguir, apresenta-se a escala de coma de Glasgow, que será muito utilizada no estudo de algumas
afecções da UTI.

ESCALA DE COMA DE GLASGOW

Abertura ocular
* Espontânea 4
* Ao comando verbal 3
* À dor 2
* Ausente 1

Resposta motora
* Obedece a comandos 6
* Localização à dor 5
* Flexão inespecífica (retirada) 4
* Flexão hipertônica 3
* Extensão hipertônica 2
* Sem resposta 1

Resposta verbal
* Orientado e conversando 5
* Desorientado e conversando 4
* Palavras inapropriadas 3
* Sons incompreensíveis 2
* Sem resposta 1

Para interpretar e classificar um paciente seguindo a escala, basta apenas somar as notas obtidas nas
três etapas pesquisadas e observar o resultado:
ü Leve: 13 a 15 pontos
ü Moderado: 9 a 12 pontos
ü Severo: 6 a 8 pontos

BIBLIOGRAGIA

KNOBEL, E. Condutas no Paciente Grave. 2ª ed. São Paulo: Atheneu, 1999.


LANE, J.C. Reanimação Cardiorrespiratória Cerebral. Rio de janeiro: Medsi, 1993.
MAYOR, E.R.C. Manual de Procedimentos e Assistência de Enfermagem. São Paulo: Atheneu,
2000.

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