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Solucionário apostila Fís III - Jayme

Felipe Gabriel

Cap 1
1) ?
2) Pois a partir delas não é possível descobrir diretamente os principais parâmetros
da onda, como amplitude e frequência, sendo necessário uma análise matemática.
No caso de ondas harmônicas, é possível rapidamente descobrir estes somente
com uma análise rápida da equação. (?)
3)
a) Pela equação de onda temos:

𝑦 = 𝐴𝑐𝑜𝑠(𝑘(𝑥 − 𝑣𝑡)) = 5 cos(0.02𝑥 − 3.00𝜋𝑡) →

→ 𝐴 = 5𝑚; 𝑘 = 0.02 𝑚−1 ; 𝑣 = 150 𝑚/𝑠;


E ainda:
𝜔 = 𝑘𝑣 → 𝜔 = 3.00𝜋 𝑠 −1
𝜔
𝑓= → 𝑓 = 1.50 𝑠 −1
2𝜋
b) Temos que
𝑑𝑦 𝑑𝑦
= 15𝜋 sen(0.02𝑥 − 3.00𝜋𝑡) → 𝑚𝑎𝑥 ( ) = 15𝜋 𝑚/𝑠
𝑑𝑡 𝑑𝑡
c) Substituindo valores em y:
𝑦(2,5) = 5 cos(0.02 ∙ 2 − 3.00𝜋 ∙ 5) = −4.996
4) Pela regra da cadeia temos
𝑑𝑦
𝑑𝑦 𝑣𝑦 (𝑥, 𝑡)
(𝑥, 𝑡) = 𝑑𝑡 =
𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑣
𝑑𝑡
Cap 2
1)
a) Temos que
1
𝑠𝑒𝑛𝑎 ∙ 𝑐𝑜𝑠𝑏 = (𝑠𝑒𝑛(𝑎 + 𝑏) + 𝑠𝑒𝑛(𝑎 − 𝑏))
2
Assim, na fórmula dada temos
1
𝑦(𝑥, 𝑡) = 2𝑦0 ∙ (𝑠𝑒𝑛(𝑘𝑥 + 𝜔𝑡) + 𝑠𝑒𝑛(𝑘𝑥 − 𝜔𝑡)) = 𝑦1 (𝑥, 𝑡) + 𝑦2 (𝑥, 𝑡)
2
Onde
𝑦1 (𝑥, 𝑡) = 𝑦0 𝑠𝑒𝑛(𝑘𝑥 − 𝜔𝑡) (1)
𝑦2 (𝑥, 𝑡) = 𝑦0 𝑠𝑒𝑛(𝑘𝑥 + 𝜔𝑡) (2)
Logo 𝑦 é superposição de duas ondas de amplitude 𝑦0 .
b) Não, pelas equações (1) e (2) temos 𝑦1 (𝑥, 𝑡) indo para direita (lado positivo
do eixo) e 𝑦2 (𝑥, 𝑡) indo para esquerda (lado negativo do eixo)
c) Derivando a equação da onda
𝑑𝑦(𝑥, 𝑡)
= 𝑦0 𝜔(−𝑐𝑜𝑠(𝑘𝑥 − 𝜔𝑡) + 𝑐𝑜𝑠(𝑘𝑥 + 𝜔𝑡))
𝑑𝑡
Assim
3𝜆 5
𝑑𝑦 ( 2 , ) 3𝜆 5 3𝜆 5
4𝑓
= 𝑦0 𝜔 (−𝑐𝑜𝑠 (𝑘 − 𝜔 ) + 𝑐𝑜𝑠 (𝑘 + 𝜔 ))
𝑑𝑡 2 4𝑓 2 4𝑓
3 5 3 5
= 𝑦0 𝜔 (− cos (2𝜋 − 2𝜋 ) + cos (2𝜋 + 2𝜋 ))
2 4 2 4
= 𝑦0 𝜔(− cos(−2𝜋) + cos(8𝜋)) = 0
d) Temos
𝜔
= 𝑣 = 2 𝑚⁄𝑠
𝑘
𝜇 = 2 𝑔⁄𝑐𝑚 = 0.2 𝑘𝑔⁄𝑚
Assim

𝑇
𝑣 = √ → 𝑇 = 𝑣 2 𝜇 = 0.8𝑁
𝜇
2) Vamos achar a tração em um pequeno arco da corda

Pela figura temos:


2𝑇𝑠𝑒𝑛𝜃 = 𝐹𝑟 = 𝐹𝑐𝑝 = ∆𝑚𝜔2 𝑅 = 2𝜃𝑅𝜇𝜔²𝑅

Logo

𝜃𝜇(𝜔𝑅)² 𝑇
𝑇 = lim = 𝜇(𝜔𝑅)² → 𝑣 = √ = 𝜔𝑅
𝜃→0 𝑠𝑒𝑛𝜃 𝜇

3)
a) Na junção (𝑥 = 0) temos, analisando o deslocamento
𝑦𝑖 (0, 𝑡) + 𝑦𝑟 (0, 𝑡) = 𝑦𝑡 (0, 𝑡) → 𝐴𝑠𝑒𝑛(−𝜔𝑡) + 𝐵𝑠𝑒𝑛(𝜔𝑡) = 𝐶𝑠𝑒𝑛(−𝜔𝑡) → 𝐴 = 𝐵 + 𝐶
b) Na junção temos também, analisando a inclinação
𝑑𝑦𝑖 (0, 𝑡) 𝑑𝑦𝑟 (0, 𝑡) 𝑑𝑦𝑡 (0, 𝑡)
+ = → 𝑘1 𝐴𝑐𝑜𝑠(−𝜔𝑡) + 𝑘1 𝐵𝑐𝑜𝑠(𝜔𝑡) = 𝑘2 𝐶𝑐𝑜𝑠(−𝜔𝑡)
𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥
E chegamos ao sistema
𝐶 𝐵
+ =1 𝐶 2𝑘1
𝐴 𝐴
𝑘2 𝐶 𝐵 → =
𝐴 𝑘1 + 𝑘2
− =1
{𝑘1 𝐴 𝐴
2𝜋
4) Temos 𝑘𝐿 = 𝑛𝜋, mas 𝑘 = >0→𝑛>0
𝜆
5) Analisando a corda num intervalo que dista 𝑥 da extremidade de rotação e de
comprimento 𝑑𝑥 temos
𝜕𝑇
𝑇(𝑥 + 𝑑𝑥) − 𝑇(𝑥) = 𝐹 → 𝐹 = 𝑑𝑥
𝜕𝑥
Mas pela 2ª Lei de Newton
𝐹 = −𝑑𝑚𝜔2 𝑥 = −𝜇𝜔²𝑥𝑑𝑥
Logo
𝑥
𝜕𝑇 𝜇𝜔2 (𝑅 2 − 𝑥²)
𝑑𝑥 = −𝜇𝜔 𝑥𝑑𝑥 → 𝑇(𝑥) − 𝑇(𝑅) = − ∫ 𝜇𝜔2 𝑥𝑑𝑥 =
2
𝜕𝑥 𝑅 2
E assim

𝑇(𝑥) (𝑅 2 − 𝑥²)
𝑣(𝑥) = √ = 𝜔√
𝜇 2

Como
𝑅
𝑑𝑥 𝑑𝑥 𝑑𝑥 √2 𝑅 𝑑𝑥 𝜋
=𝑣→ = 𝑑𝑡 → 𝑡 = ∫ = ∫ =
𝑑𝑡 𝑣 0 𝑣 𝜔 0 √𝑅 2 − 𝑥 2 𝜔√2
Note que não depende do comprimento da corda!
6)
a) Como uma das extremidades é aberta temos no modo fundamental
𝑣
4𝑙 = 𝜆 ∨ 𝑣 = 𝜆𝑓 → 𝑓 =
4𝑙
b) Dado que a frequência de vibrações é igual para o fio e para a coluna de ar
temos

𝑇 2 𝑣 2 𝑚 𝑚𝑣 2 𝑠
𝑣 = 𝜆𝑓𝑖𝑜 𝑓 = √ → 𝑇 = (𝜆𝑓𝑖𝑜 𝑓) 𝜇 = (2𝑠 ∙ ) =
𝜇 4𝑙 𝑠 4𝑙 2

7) Vamos definir alguns parâmetros já que a questão não definiu nada :P


𝑃0 = 𝑝𝑟𝑒𝑠𝑠ã𝑜 𝑎𝑡𝑚𝑜𝑠𝑓é𝑟𝑖𝑐𝑎
{ 0 𝑎𝑚𝑝𝑙𝑖𝑡𝑢𝑑𝑒 𝑑𝑜 𝑑𝑒𝑠𝑙𝑜𝑐𝑎𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜
𝜉 =
𝜌0 = 𝑑𝑒𝑛𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑖𝑐𝑖𝑎𝑙
E seja a extremidade aberta em x=L e fechada em x=0
Como o tubo entra em ressonância com a frequência emitida, a equação de
deslocamento é dada por
𝜉(𝑥, 𝑡) = 𝜉0 sen(𝑘𝑥 + 𝛿1 )cos(𝜔𝑡 + 𝛿2 )
Temos as seguintes condições de contorno
𝜉(0, 𝑡) = 0 → 𝛿1 = 0
2𝜋𝑓
𝑘𝑣 = 𝜔 = 2𝜋𝑓 → 𝑘 =
𝑣
E assim
2𝜋𝑓
𝜉(𝑥, 𝑡) = 𝜉0 sen( 𝑥)cos(2𝜋𝑓𝑡 + 𝛿)
𝑣
Agora, para achar as equações de pressão e densidade temos
𝜕 2𝑢 1 𝜕 2𝑢 𝜕𝑃
= → 𝑣2 = → Δ𝑃 = 𝑣 2 Δ𝜌
𝜕𝑥 2 𝜕𝑃 𝜕𝑡 2 𝜕𝜌
𝜕𝜌
𝜕𝜉 𝜕𝜉 𝜕𝜉
𝜌 = 𝜌0 (1 − ) → Δ𝜌 = −𝜌0 𝑒 Δ𝑃 = −𝑣 2 𝜌0
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑥
E chegamos a
2𝜋𝑓
Δ𝑃 = 𝑃 − 𝑃0 = −2𝜋𝑓𝑣𝜌0 𝜉0 cos( 𝑥)cos(2𝜋𝑓𝑡 + 𝛿)
𝑣
2𝜋𝑓𝜌0 𝜉0 2𝜋𝑓
Δ𝜌 = − cos( 𝑥)cos(2𝜋𝑓𝑡 + 𝛿)
𝑣 𝑣
Ainda podemos achar qual modo normal estamos falando fazendo:
4𝐿 𝑣 1 2𝑓𝐿
𝜆= = →𝑛= +
2𝑛 − 1 𝑓 2 𝑣
Temos ainda
𝜕𝜉 𝜕𝜉
𝑃𝑜𝑡𝑖𝑛𝑠𝑡 = 𝐹 = 𝐴Δ𝑃 =
𝜕𝑡 𝜕𝑡
2𝜋𝑓 2𝜋𝑓
= 𝐴 (−2𝜋𝑓𝑣𝜌0 𝜉0 cos ( 𝑥) cos(2𝜋𝑓𝑡 + 𝛿)) (−2𝜋𝑓𝜉0 sen ( 𝑥) sen(2𝜋𝑓𝑡 + 𝛿))
𝑣 𝑣
4𝜋𝑓
= 𝐴𝑣𝜌0 𝜋 2 𝑓 2 𝜉02 𝑠𝑒𝑛 ( 𝑥) 𝑠𝑒𝑛(4𝜋𝑓𝑡 + 2𝛿)
𝑣

8) *Correção do professor:
𝑔𝑡 2
1º Caso) 𝑣(0) = 𝑣0 → 𝑦 = 𝑣0 𝑡 + 2

𝑔𝑡 2
𝑦 = 𝑣0 𝑡 + 𝑒 𝑣 = 𝑣0 + 𝑔𝑡 → 𝑣 = √𝑣02 + 2𝑔𝑦 (1)
2
𝑙
𝑇(𝑦) = 𝑔 ∫ 𝜇(𝑦̅)𝑑𝑦̅ (2)
𝑦

𝑇(𝑦)
𝑣(𝑦) = √ → 𝑇(𝑦) = 𝑣(𝑦)2 𝜇(𝑦) (3)
𝜇(𝑦)

Note que a sinal da equação (2) vem da definição do positivo no eixo!


Substituindo (1) e (2) em (3)
𝑙
𝑔 (∫ 𝜇(𝑦̅)𝑑𝑦̅) = (𝑣02 + 2𝑔𝑦)𝜇(𝑦)
𝑦

Derivando
𝑑𝜇 3𝑔𝑑𝑦
−𝑔𝜇(𝑦) = (𝑣02 + 2𝑔𝑦)𝜇 ′ (𝑦) + 2𝑔𝜇(𝑦) → =− 2
𝜇 𝑣0 + 2𝑔𝑦
E assim
𝜇(𝑦) 𝑦
𝑑𝜇 3𝑔𝑑𝑦 𝜇(𝑦) 3 𝑣02 + 2𝑔𝑦
∫ = −∫ 2 → ln ( ) = − ln( 2 )
𝜇(𝑙) 𝜇 𝑙 𝑣0 + 2𝑔𝑦 𝜇(𝑙) 2 𝑣0 + 2𝑔𝑙

Dado que:

𝑇(𝑙) 𝑚𝑔
𝑣(𝑙) = √ → (𝑣02 + 2𝑔𝑙) =
𝜇(𝑙) 𝜇(𝑙)

Chegamos a
1
(𝑣02 + 2𝑔𝑙)2
𝜇(𝑙) = 𝑚𝑔 3
(𝑣02 + 2𝑔𝑦)2
2º Caso) 𝑣(𝑙) = 𝑣0 , análogo! Basta alterar a eq horária
a) Somando as equações
𝑦(𝑥, 𝑡) = 𝑦1 (𝑥, 𝑡) + 𝑦2 (𝑥, 𝑡) = 0.05 cos(𝜋𝑥 − 4𝜋𝑡) + 0.05 cos(𝜋𝑥 + 4𝜋𝑡)
= 0.05(2 cos(𝜋𝑥) cos(4𝜋𝑡)) = 0.1 cos(𝜋𝑥) cos(4𝜋𝑡)
b) Para um x fixo, a função depende de 𝑡 pelo fator cos(4𝜋𝑡), logo
2𝜋 1
𝑇= = 𝑠 → 𝑓 = 2𝐻𝑧
4𝜋 2
c) Queremos um x tal que
𝜋
𝑦(𝑥, 𝑡) = 0 ∀𝑡 → cos(𝜋𝑥) = 0 → 𝜋𝑥 = + 𝑘𝜋, 𝑘 ∈ ℕ → min(𝑥) = 0.5𝑚
2
d) Temos pela equação anterior
𝑥 = 0.5 + 𝑘 → ∆𝑥 = 𝑥𝑖+1 − 𝑥𝑖 = 1.0𝑚
e) Derivando a expressão da onda
𝑑𝑦(𝑥, 𝑡)
= −0.4𝜋 cos(𝜋𝑥) 𝑠𝑒𝑛(4𝜋𝑡)
𝑑𝑡
Nos pontos de antinodo temos
𝑑𝑦(𝑥, 𝑡)
|cos(𝜋𝑥)| = 1 → | | = 0.4𝜋|𝑠𝑒𝑛(4𝜋𝑡)| ≤ 0.4𝜋 𝑚/𝑠
𝑑𝑡

Cap 3
1) Tome 𝑃(0) como origem, vamos achar 𝑃(𝑡) e 𝐶(𝑡) usar que
𝑃(𝑡) − 𝐶(𝑡) > 0 ∀𝑡 > 0
Primeiramente, dado que 𝑃 está em MRUV temos
𝑎𝑡 2
𝑃(𝑡) =
2
Tome um instante 𝑡 > 0 qualquer, teremos que
𝐶(𝑡) = 𝑣𝑡𝑐𝑜𝑠𝛽 − (ℎ + 𝑣𝑡𝑠𝑒𝑛𝛽) cotg(𝜃 + 𝛽)
= 𝑡(𝑣𝑐𝑜𝑠𝛽 − 𝑣𝑠𝑒𝑛𝛽 cotg(𝜃 + 𝛽)) − ℎ𝑐𝑜𝑡𝑔(𝜃 + 𝛽)
Fazendo 𝑃(𝑡) − 𝐶(𝑡) > 0 temos
𝑎𝑡 2
− 𝑡(𝑣𝑐𝑜𝑠𝛽 − 𝑣𝑠𝑒𝑛𝛽 cotg(𝜃 + 𝛽)) + ℎ𝑐𝑜𝑡𝑔(𝜃 + 𝛽) > 0 → ∆< 0
2
Calculando
(𝑣𝑐𝑜𝑠𝛽 − 𝑣𝑠𝑒𝑛𝛽 cotg(𝜃 + 𝛽))2 − 2ℎ𝑐𝑜𝑡𝑔(𝜃 + 𝛽)𝑎 < 0 →
𝑣 2 (𝑐𝑜𝑠𝛽 − 𝑠𝑒𝑛𝛽 cotg(𝜃 + 𝛽))² 𝑣 2 𝑠𝑒𝑛2 𝜃
𝑎> =
2ℎ 𝑐𝑜𝑡𝑔(𝜃 + 𝛽) ℎ 𝑠𝑒𝑛(2𝜃 + 2𝛽)

Onde 𝑣𝑠𝑒𝑛𝜃 = 𝑣𝑠
2)
a) [Aproximação] Para o observador temos novamente
𝜆 = 𝑣𝑠 𝑇𝑜𝑏𝑠
Mas se analisarmos duas frentes de ondas seguidas em um tempo t temos:

𝜆 = 𝑣𝑓 𝑇𝑓 + 𝑣𝑠 (𝑡 − 𝑇𝑓 ) − 𝑣𝑠 𝑡 = (𝑣𝑓 − 𝑣𝑠 )𝑇𝑓

Igualando as expressões

𝑣𝑠 (𝑣𝑓 − 𝑣𝑠 ) 1
= → 𝑓𝑜𝑏𝑠 = 𝑓𝑓 𝑣
𝑓𝑜𝑏𝑠 𝑓𝑓 𝑓
𝑣𝑠 − 1
b) [Afastamento] Para o observador
𝜆 = 𝑣𝑠 𝑇𝑜𝑏𝑠
(Note que este 𝜆 é diferente do anterior) Analisando novamente duas frentes de
ondas seguidas em um instante 𝑡

𝜆 = 𝑣𝑠 𝑡 + 𝑣𝑓 𝑇𝑓 − 𝑣𝑠 (𝑡 − 𝑇𝑓 ) = (𝑣𝑓 + 𝑣𝑠 )𝑇𝑓

Igualando as expressões

𝑣𝑠 (𝑣𝑓 + 𝑣𝑠 ) 1
= → 𝑓𝑜𝑏𝑠 = 𝑓𝑓 𝑣
𝑓𝑜𝑏𝑠 𝑓𝑓 𝑓
𝑣𝑠 + 1
3) Primeiro vamos mostrar que a fase se mantem constante
Sabemos que
⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡
𝛿=𝑘
Tomemos a origem do nosso sistema no ponto de incidência, supondo o raio
incidente vindo do lado esquerdo do eixo temos

𝛿1 = ⃗⃗⃗⃗
𝑘1 ∙ ⃗⃗⃗𝑟1 − 𝜔𝑡1 = −𝑘𝑟1 − 𝜔𝑡1
{
𝛿2 = 𝑘⃗⃗⃗⃗2 ∙ ⃗⃗⃗
𝑟2 − 𝜔𝑡2 = 𝑘𝑟2 − 𝜔𝑡2
Analisando o tempo temos
𝑟1 + 𝑟2
∆𝑡 = 𝑡2 − 𝑡1 =
𝑣
Substituindo na segunda fase e usando que 𝜔 = 𝑘𝑣
𝑟1 + 𝑟2 𝜔 𝜔
𝛿2 = 𝑘𝑟2 − 𝜔 (𝑡1 + ) = 𝑘𝑟2 − 𝑟2 − 𝑟1 − 𝜔𝑡1 = −𝑘𝑟1 − 𝜔𝑡1 = 𝛿1
𝑣 𝑣 𝑣
Agora que provamos que a fase se mantem constante, vamos usar isso para deduzir
a lei da reflexão. Tome agora uma origem a esquerda do ponto de incidência, definamos

𝛼 = ⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗1
𝑟1 ^𝑘

𝛽 = ⃗⃗⃗ ⃗⃗⃗⃗2
𝑟2 ^𝑘
𝜃1 = â𝑛𝑔𝑢𝑙𝑜 𝑑𝑒 𝑖𝑛𝑐𝑖𝑑ê𝑛𝑐𝑖𝑎
𝜃2 = â𝑛𝑔𝑢𝑙𝑜 𝑑𝑒 𝑟𝑒𝑓𝑙𝑒𝑥ã𝑜
Assim, igualando as expressões para as fases temos
⃗⃗⃗⃗ 𝑟1 − 𝜔𝑡1 = ⃗⃗⃗⃗
𝑘1 ∙ ⃗⃗⃗ 𝑘2 ∙ ⃗⃗⃗
𝑟2 − 𝜔𝑡2 → 𝑘𝑟1 𝑐𝑜𝑠𝛼 − 𝜔𝑡1 = 𝑘𝑟2 𝑐𝑜𝑠𝛽 − 𝜔𝑡2
Aproximando os pontos 1 e 2 para o ponto de incidência do raio temos
𝜋
𝛼→ − 𝜃1
2
𝜋
𝛽 → − 𝜃2
2
𝑟1 ≅ 𝑟2
𝑡1 ≅ 𝑡2

Donde vem
𝑠𝑒𝑛𝜃1 = 𝑠𝑒𝑛𝜃2 → 𝜃1 = 𝜃2
𝜋
Pois ambos estão entre 0 e 2
𝜋
4) Veja que o produto 𝑛(𝑦)𝑠𝑒𝑛 ( 2 − 𝜃) é constante (onde 𝜃 é o ângulo que a
tangente a curva naquele ponto faz com a horizontal), basta analisar a curva para
uma altura 𝑦 e para uma altura 𝑦 + 𝑑𝑦 tomando dy pequeno. Sendo assi
𝑛(𝑦)𝑐𝑜𝑠𝜃 = 𝑛(0)𝑐𝑜𝑠0 → 𝑛(𝑦)𝑐𝑜𝑠𝜃 = 𝑛0
Substituindo a expressão de 𝑛(𝑦)
1
𝑛0 √1 + 4𝑎𝑦𝑐𝑜𝑠𝜃 = 𝑛0 → 𝑐𝑜𝑠𝜃 =
√1 + 4𝑎𝑦
Mas
𝑑𝑦 1
𝑡𝑔𝜃 = → 𝑐𝑜𝑠𝜃 =
𝑑𝑥 √1 + 𝑦 ′2
Substituindo na expressão anterior, e usando que 𝑦 ≥ 0 e 𝑎 > 0
𝑦 1 𝑥
𝑦 ′2 = 4𝑎𝑦 → 𝑦 ′ = 2√𝑎𝑦 → ∫ 𝑦 −2 𝑑𝑦 = 2√𝑎 ∫ 𝑑𝑥 → 2√𝑦 = 2√𝑎𝑥 → 𝑦 = 𝑎𝑥²
0 0

Cap 4
1) (?) Como temos uma onda esférica, sua equação é dada por
⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡)
𝜉(𝑟, 𝑡) = 𝜉(𝑟)𝑠𝑒𝑛(𝑘
Onde
𝜂0
𝜉(𝑟) =
𝑟
Inicialmente, para 𝑟 = 10𝑐𝑚:
𝜂0
𝜉(0,1) = 5 ∙ 10−5 = → 𝜂0 = 5 ∙ 10−6
0,1
Temos que
1 1 𝑃 1
𝑑𝑃𝑜𝑡 = 𝑣𝜌0 𝜔2 𝜉²(𝑟)𝑑𝐴 → 𝑃𝑜𝑡 = 𝑣𝜌0 𝜔2 𝜉²(𝑟)𝐴 → 𝐼(𝑟) = = 𝑣𝜌0 𝜔2 𝜉²(𝑟)
2 2 𝐴 2
Para 𝐼(𝑟) = 𝐼0 temos
1
1 1 𝜂0 2 1 𝜂02 2
𝑣𝜌0 𝜔2 𝜉 2 (𝑟) = 𝐼0 → 𝑣𝜌0 𝜔2 ( ) = 𝐼0 → 𝑟 = ( 𝑣𝜌0 𝜔2 ) = 138,242𝑘𝑚
2 2 𝑟 2 𝐼0
3) A onda na corda pode ser expressa pela seguinte equação
𝑁

𝑦(𝑥, 𝑡) = ∑ 𝑦𝑖 cos(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡)
𝑖=1

Além disso, a potência é dada por


𝜕𝑦 𝜕𝑦
𝑃𝑜𝑡 = 𝐹𝑣 = −𝑇
𝜕𝑥 𝜕𝑡
𝜕𝑦
Usando que 𝐹 = −𝑇 𝜕𝑥 , (orientação)

Temos que
𝑁
𝜕𝑦
= ∑ −𝑦𝑖 𝑘𝑖 sen(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡)
𝜕𝑥
𝑖=1
𝑁
𝜕𝑦
= ∑ 𝑦𝑖 𝜔𝑖 sen(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡)
𝜕𝑡
𝑖=1

Assim
𝑁 𝑁

𝑃𝑜𝑡 = −𝑇 (∑ −𝑦𝑖 𝑘𝑖 sen(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡)) (∑ 𝑦𝑖 𝜔𝑖 sen(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡))


𝑖=1 𝑖=1
𝑁 𝑁

= 𝑇 ∑ ∑ 𝑦𝑗 𝑘𝑗 𝑦𝑖 𝜔𝑖 sen(𝑘𝑗 𝑥 − 𝜔𝑗 𝑡) sen(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡)
𝑗=1 𝑖=1

E então
𝑁 𝑁 𝑁
𝑇
𝑃𝑜𝑡 = 𝑇 ∑ ∑ ̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅̅
̅̅̅̅̅ 𝑦𝑗 𝑘𝑗 𝑦𝑖 𝜔𝑖 sen(𝑘𝑗 𝑥 − 𝜔𝑗 𝑡) sen(𝑘𝑖 𝑥 − 𝜔𝑖 𝑡) = ∑ 𝑦𝑖2 𝑘𝑖 𝜔𝑖
2
𝑗=1 𝑖=1 𝑖=1

4) Vamos definir
𝜉𝑖 (𝑥, 𝑡) = 𝐴𝑠𝑒𝑛(𝑘1 𝑥 − 𝜔𝑡)
{ 𝜉𝑟 (𝑥, 𝑡) = 𝐵𝑠𝑒𝑛(𝑘1 𝑥 + 𝜔𝑡)
𝜉𝑡 (𝑥, 𝑡) = 𝐶𝑠𝑒𝑛(𝑘2 𝑥 − 𝜔𝑡)

𝜇𝑝
Onde 𝑘𝑝 = 𝜔√ 𝑇 para 𝑝 = {1,2}

Para garantir a continuidade no ponto 𝑥 = 0 temos que ter


𝜉𝑖 (0, 𝑡) + 𝜉𝑟 (0, 𝑡) = 𝜉𝑡 (0, 𝑡)
𝜕𝜉𝑖 (0, 𝑡) 𝜕𝜉𝑟 (0, 𝑡) 𝜕𝜉𝑡 (0, 𝑡)
+ =
𝜕𝑥 𝜕𝑥 𝜕𝑥
Aonde chegamos ao seguinte sistema
𝐴−𝐵 =𝐶
𝐴𝑠𝑒𝑛(−𝜔𝑡) + 𝐵𝑠𝑒𝑛(𝜔𝑡) = 𝐶𝑠𝑒𝑛(−𝜔𝑡) 𝑘2
{ →{
𝑘1 𝐴𝑐𝑜𝑠(−𝜔𝑡) + 𝑘1 𝐵𝑐𝑜𝑠(𝜔𝑡) = 𝑘2 𝐶𝑐𝑜𝑠(−𝜔𝑡) 𝐴+𝐵 = 𝐶
𝑘1
E assim, para as respostas das letras (a) e (b):
2𝑘1 𝑘2 − 𝑘1
𝐶= 𝐴𝑒𝐵 = 𝐴
𝑘1 + 𝑘2 𝑘1 + 𝑘2
Para as letras (c) e (d) temos que
𝜕𝜉 𝜕𝜉
|𝑃𝑜𝑡| = |𝑇 |
𝜕𝑥 𝜕𝑡
Para uma onda da forma
𝜉(𝑥, 𝑡) = 𝜉0 𝑠𝑒𝑛(𝑘𝑥 ± 𝜔𝑡)
Teremos
1
|𝑃𝑜𝑡| = 𝑇𝜉02 𝑘𝜔cos2 (𝑘𝑥 ± 𝜔𝑡) → ̅̅̅̅̅̅̅
| 𝑃𝑜𝑡| = 𝑇𝜉02 𝑘𝜔
2
Sendo assim
1
𝑃𝑜𝑡𝑖 = 𝑇A²𝜔𝑘1
2
2
1 1 𝑘2 − 𝑘1
𝑃𝑜𝑡𝑟 = 𝑇B²𝜔𝑘1 = 𝑇A2 𝜔𝑘1 ( )
2 2 𝑘1 + 𝑘2
2
1 1 2𝑘1
𝑃𝑜𝑡𝑡 = 𝑇C 2 𝜔𝑘2 = 𝑇A2 𝜔𝑘2 ( )
2 2 𝑘1 + 𝑘2
E então
2 2
1 𝑘2 − 𝑘1 2𝑘1
𝑃𝑜𝑡𝑟 + 𝑃𝑜𝑡𝑡 = 𝑇A2 𝜔 (𝑘1 ( ) + 𝑘2 ( ) )
2 𝑘1 + 𝑘2 𝑘1 + 𝑘2
1 (𝑘2 − 𝑘1 )2 + 4𝑘1 𝑘2 1
= 𝑇A2 𝜔𝑘1 = 𝑇A2 𝜔𝑘1 = 𝑃𝑜𝑡𝑖
2 (𝑘1 + 𝑘2 )² 2

Cap 5
1)
a) Temos que
𝜋 𝜋
cos (𝜃 − ) = 𝑠𝑒𝑛𝜃 𝑒 cos (𝜃 + ) = 𝑠𝑒𝑛(−𝜃) = −𝑠𝑒𝑛𝜃
2 2
Assim
⃗⃗⃗⃗
𝐸1 = 𝐸0 cos(𝜔𝑡 − 𝑘𝑧) 𝑥̂ + 𝐸0 sen(𝜔𝑡 − 𝑘𝑧) 𝑦̂
⃗⃗⃗⃗
𝐸2 = 𝐸0 cos(𝜔𝑡 − 𝑘𝑧) 𝑥̂ − 𝐸0 sen(𝜔𝑡 − 𝑘𝑧) 𝑦̂
E conclui-se que ambas estão polarizadas circularmente!

b) Teremos

𝐸⃗ = 2𝐸0 cos(𝜔𝑡 − 𝑘𝑧) 𝑥̂

Que está linearmente polarizada

c) Para a intensidade de uma onda plana, temos

1 1
𝐼 = |𝑆|, 𝑜𝑛𝑑𝑒 𝑆 = 𝐸⃗ × 𝐵
⃗ → |𝑆| = |𝐸⃗ ||𝐵
⃗|
𝜇0 𝜇0

E ainda

𝑘̂ 1
⃗ =
𝐵 × 𝐸⃗ → |𝐵
⃗ | = |𝐸⃗ |
𝑐 𝑐

E então chegamos

1 2 𝜖0 𝜖0
𝐼= |𝐸⃗ | = 4√ 𝐸02 cos²(𝜔𝑡 − 𝑘𝑧) → 𝐼 ̅ = 2√ 𝐸02
𝜇0 𝑐 𝜇0 𝜇0

2)
a) Temos

𝐸⃗ = ⃗⃗⃗⃗ ⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡) = ⃗⃗⃗⃗


𝐸0 sen(𝑘 𝐸0 sen(𝑘𝑥 𝑥 + 𝑘𝑦 𝑦 + 𝑘𝑧 𝑧 − 𝜔𝑡)

De onde tiramos

⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡) = 𝑘
∇ ∙ 𝐸⃗ = (𝑘𝑥 𝐸0𝑥 + 𝑘𝑦 𝐸0𝑦 + 𝑘𝑧 𝐸0𝑧 ) cos(𝑘 ⃗ ∙ ⃗⃗⃗⃗ ⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡)
𝐸0 cos(𝑘

Analogamente

⃗ ∙ ⃗⃗⃗⃗
⃗ =𝑘
∇∙𝐵 ⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡)
𝐵0 cos(𝑘

b) Pelas equações de Maxwell temos

∇ ∙ 𝐸⃗ = 0 𝑒 ∇ ∙ 𝐵
⃗ =0

⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡) varia com o espaço e tempo, devemos ter


Como o fator cos(𝑘

⃗ ∙ ⃗⃗⃗⃗
𝑘 ⃗ ∙ ⃗⃗⃗⃗
𝐸0 = 0 𝑒 𝑘 𝐵0 = 0
De onde concluímos que os vetores 𝐸⃗ e 𝐵 ⃗!
⃗ são perpendiculares a 𝑘

c) Temos

∇ × 𝐸⃗ = ∇ × (𝐸 ⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡)) = 𝑘
⃗⃗⃗⃗0 sen(𝑘 ⃗ × ⃗⃗⃗⃗ ⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡)
𝐸0 cos(𝑘

d) Pela lei de Faraday Henry temos


𝜕𝐵
∇ × 𝐸⃗ = −
𝜕𝑡

Mas


𝜕𝐵
⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡)
⃗⃗⃗⃗0 cos(𝑘
= −𝜔𝐵
𝜕𝑡

Igualando as expressões

1
⃗ × ⃗⃗⃗⃗
𝑘 ⃗ = 𝑘̂ × 𝐸⃗
⃗⃗⃗⃗0 → 𝐵
𝐸0 = 𝜔𝐵
𝑐

E assim concluímos que os vetores 𝐸⃗ , 𝐵 ⃗ formam um triedro!


⃗ e𝑘

3)
a) Temos que

1
𝐼 = |𝑆| = 𝐸𝐵
𝜇0

Mas

𝐸
𝐵=
𝑐

O que implica

1 2 𝑐 𝜇0
𝐼= 𝐸 = 𝐵 2 → 𝐸 = √𝜇0 𝑐𝐼 𝑒 𝐵 = √ 𝐼
𝜇0 𝑐 𝜇0 𝑐

b) Sim, o sol é uma fonte de ondas eletromagnéticas esféricas. Logo a equação


de um campo elétrico onda gerada por este é da forma

1
𝐸⃗ = ⃗⃗⃗⃗
𝐸0 (𝑟) sen(𝑘 𝐸0 (𝑟) = ⃗⃗⃗
⃗ ∙ 𝑟 − 𝜔𝑡) , 𝑜𝑛𝑑𝑒 ⃗⃗⃗⃗ 𝐸′
𝑟

Sendo assim, a intensidade depende de 𝑟 da seguinte forma

1 2 𝐸 ′2 1
𝐼= 𝐸 =
𝜇0 𝑐 𝜇0 𝑐 𝑟 2
Cap 6
1) Veja que a diferença de fase do caminho percorrido pela onda gerada nas duas
fontes é dada por (onde 𝜃 é ângulo que o eixo y faz com a reta que une a fonte
que está em (0, 𝑚𝜆) ao ponto analisado)

𝛿 ∆𝑟 2𝜋 𝑚𝜆 𝑚𝜆 2𝑚𝜋(1 − 𝑐𝑜𝑠𝜃) 𝜃
= →𝛿= ( − )= = 2𝑚𝜋𝑡𝑔 ( )
2𝜋 𝜆 𝜆 𝑠𝑒𝑛𝜃 𝑡𝑔𝜃 𝑠𝑒𝑛𝜃 2

A interferência construtiva só ocorre para

𝛿 = 2𝑛𝜋, 𝑛 ∈ ℤ

Logo

𝜃 𝜃 𝑛
2𝑚𝜋𝑡𝑔 ( ) = 2𝑛𝜋 → 𝑡𝑔 ( ) =
2 2 𝑚
𝜋 𝜋 𝜋
Mas 0 < 𝜃 < (eixo positivo), 2 < 𝜃 < 𝜋 (eixo negativo) e 𝜃 = para a origem,
2 2
assim para o eixo positivo temos
𝑛
0< <1→0<𝑛<𝑚
𝑚

Logo o número de interferências construtivas no eixo x positivo é 𝑚 − 1, pela


simetria no eixo x negativo também temos 𝑚 − 1, mais a origem temos um nº total
de interferências construtivas de 2𝑚 − 1

2)
a) Inicialmente temos 𝑁 = 6 e 𝜆 = 7.5 ∙ 10−7 𝑚, temos que os mínimos
ocorrem para

𝑎𝑠𝑒𝑛𝜃 𝑛′ ′
= , 𝑛 = 1,2, … , 𝑁 − 1, 𝑁 + 1, … ,2𝑁 − 1,2𝑁 + 1, …
𝜆 𝑁
𝑎 2 𝜆
No segundo mínimo, 𝑛′ = 2 → 𝜆 = 6 → 𝑎 = 3 = 2.5 ∙ 10−7 𝑚
𝜋
b) Veja que para 𝜃 = temos o segundo mínimo, logo houve um máximo
2
secundário além do máximo principal em 𝜃 = 0. Assim temos
c) Para os mínimos devemos ter, como foi dito

𝑎𝑠𝑒𝑛𝜃 𝑛′ 𝑛′ 3 𝑛′
= → 𝑠𝑒𝑛𝜃 = =
𝜆 𝑁 6 2

Logo 𝑛′ = −2, −1,1,2

Para 𝜃 ∈ [0, 𝜋] temos 𝑠𝑒𝑛𝜃 > 0 → 𝑛′ = 1 𝑜𝑢 2 →

1 𝜋 𝜋 5𝜋
𝑠𝑒𝑛𝜃 = 𝑜𝑢 1 → 𝜃 = ; ;
2 6 2 6

Que concorda com o gráfico da letra (b)

3)
2𝜆
a) Neste caso temos 𝑁 = 6 e 𝑎 = , assim
3

2𝜋𝑎𝑠𝑒𝑛𝜃 4𝜋𝑠𝑒𝑛𝜃
𝛿= =
𝜆 3

Dado que

𝑁𝛿 2
𝑠𝑒𝑛 ( 2 )
𝐼 = 𝐼0 ( )
𝛿
𝑠𝑒𝑛 (2)

Temos mínimos para quando

𝑁𝛿 𝑛′
= 𝑛 𝜋 → ⋯ → 𝑠𝑒𝑛𝜃 = → |𝑛′ | = 1,2,3,4

2 4
𝐼 𝑎𝑠𝑒𝑛𝜃
Podíamos verificar tal fato graficamente, dado que o gráfico 𝐼 × ( )éo
0 𝜆
𝜋 𝜋
representado na figura 6.8 do livro. Temos em 𝜃 = um mínimo, e de 0 a 2
2
existem dois máximos além do principal, assim o gráfico polar é
Com as fontes no eixo vertical

b) Sejam 𝛼 e 𝛽 os ângulos das situações mencionadas, respectivamente. Logo


1 3 𝜋
𝑠𝑒𝑛𝛼 = 4 e 𝑠𝑒𝑛𝛽 = 4 pois a função seno é crescente em (0, 2 ),
geometricamente vemos que a distancia é dada por

𝐷 = 1,5(𝑡𝑔𝛽 − 𝑡𝑔𝛼) = 1,3135𝑚

4) Os mínimos só ocorrem para

𝑁 2𝜋𝑎𝑠𝑒𝑛𝜃 𝜆 𝑛′ 𝑛′
= 𝑛′ 𝜋 → 𝑠𝑒𝑛𝜃 = → −1 < <1
2 𝜆 𝑎𝑁 40𝑁

E assim

−40𝑁 < 𝑛′ < 40𝑁

O que implica que a quantidade de mínimos é

(2(40𝑁) − 1) − 40 − 39 = 80𝑁 − 80 = 80(𝑁 − 1)

Como temos 1281 máximos, temos 1280 mínimos (pois cada mínimo está entre
dois máximos), assim 80(𝑁 − 1) = 1280 → 𝑁 = 17

Só temos máximos principais para quando

𝛿 𝑎𝜋𝑠𝑒𝑛𝜃 𝑛 𝑛
= 𝑛𝜋 → = 𝑛𝜋 → 𝑠𝑒𝑛𝜃 = → −1 < <1
2 𝜆 40 40

E assim temos (2 ∙ 40 + 1) = 81 máximos principais e 1200 secundários

Cap 7
Vide Alonso II 23.2 e 23.4

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