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Luiz Roberto Dante

Livre-docente em Educação Matemática


pela Universidade Estadual Paulista
(Unesp - Rio Claro, SP)
Doutor em Psicologia da Educação: Ensino
da Matemática pela Pontifícia Universidade Católica
de São Paulo (PUC-SP)
Mestre em Matemática pela Universidade
de São Paulo (USP)
Pesquisador em ensino e aprendizagem
da Matemática pela Unesp - Rio Claro, SP
Ex-professor na rede estadual de Ensino
Fundamental e Médio

Autor de vários livros, entre os quais: Formulação


e resolução de problemas de Matemática - Teoria e
prática; Didática da Matemática na pré-escola; Projeto
Ápis - Matemática (12 ao 52 ano); Projeto Teláris -
Matemática (6 2 ao 92 ano); Coleção Matemática -
Contexto & Aplicações (Ensino Médio, três volumes);
todos por esta editora.

Voazé um
nome criado a partir
da palavra "voar" mais
o sufixo "az" e expressa a
ideia de alguém capaz de voar
- o aluno alçando voo rumo
ao conhecimento e à
aprendizagem.

ea
editora ática
ea
editora ática
Gerente Editorial e de Conteúdos Didáticos: Elizabeth Soares
Responsável Editorial: Cármen Matricardi
Editores: Alterson Cação;
Felipe Fatichi, Luiz Cesar e Marcela Pontes (Estagiários)
Colaborador: João Paulo Fordeloni
Gerente de Arte e Criação: Marisa lniesta Martin
Supervisor de Arte: Sérgio Yutaka Suwaki
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e André Vitale (Produçãodeane)
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Equipe de Revisão: Ana Carolina Nitto, Ana Curei, Ana Paula Chabaribery,
Célia da Silva Carvalho, Claudia Virgílio, Gloria Cunha,
Maiza Prande Bernardello, Patrícia Travanca, Rosângela Muricy,
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Equipe de Iconografia: Josiane Camacho Laurentino (Pesquisa)
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6• andar e andar intermediário ala "A"
Freguesia do ó - CEP 02909-900 - São Paulo - SP
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Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP)


(Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Dante, Luiz Roberto


Projeto VOA2 Matemática / Luiz Roberto Dante. -
1. ed. - São Paulo: Atica, 2012. - (Coleção Projeto
VOA2)

1. Matemática (Ensino Médio) 1. Título. li. Série.

12--06030 CDD-510.7

lndice para catálogo sistemático:


1. Matemática: Ensino Médio 510.7

2012
ISBN 978 85 08 15924 6 (AL)
ISBN 978 85 08 15925 3 (PR)
Cód. da obra CL 738169
1• edição
1• impressão

Impressão e acabamento:

Uma Publicação . Abril EDUCAÇÃO


-
APRESENTAÇAO

Prezado aluno,

Neste Caderno de Revisão e Exercícios, procuramos criar


uma proposta de síntese que se baseia em analisar os
conceitos básicos da Matemática e dar ênfase às suas
principais funções, leis e particularidades, indicando um
suplemento de revisão em forma de tabela.
Acreditamos que, com isso, estamos tornando as
principais ideias e conceitos acessíveis num formato de
visualização rápida e clara, podendo fornecer um caminho
a mais para recordá-los e fixá-los.
Os exercícios são extraídos do Enem e dos principais
exames para o ingresso em universidades do país,
coletando assim a diversidade tanto em dificuldade
como em conteúdo. Nesse aspecto tivemos o cuidado
de organizar, sempre que possível, os exercícios em nível
de dificuldade, iniciando com os fáceis e aumentando a
dificuldade gradativamente.
Esperamos que com este caderno a revisão e a fixação
dos principais conteúdos possam ser simples e objetivas.
Siga a orientação de seu professor e desfrute deste novo
material.
As sugestões e críticas que visem aprimorar este material
serão sempre bem-vindas.

Luiz Roberto Dante


SUMÁRIO
REVISÃO DO ENSINO FUNDAMENTAL
CONJUNTOS E CONJUNTOS NUMÉRICOS
FUNÇÕES :
FUNÇÃO AFIM
FUNÇÃO QUADRÃTICA :
FUNÇÃO MODULAR •
FUNÇÃO EXPONENCIAL
LOGARITMO E FUNÇÃO LOGARÍTMICA •
PROGRESSÕES :
GEOMETRIA EUCLIDIANA PLANA •
TRIGONOMETRIA NO TRIÂNGULO RETÂNGULO
RESOLUÇÃO DE TRIÂNGULOS QUAISQUER
CONCEITOS TRIGONOMÉTRICOS BÁSICOS ,,
TRANSFORMAÇÕES E RELAÇÕES TRIGONOMÉTRICAS
FUNÇÕES TRIGONOMÉTRICAS
MATRIZES :
DETERMINANTES •
SISTEMAS LINEARES •
ANÁLISE COMBINATÓRIA •
TRIÂNGULO DE PASCAL E BINÔMIO DE NEWTON
PROBABILIDADE
MATEMÁTICA RNANCEIRA
GEOMETRIA ESPACIAL - UMA INTRODUÇÃO INTUITIVA
POLIEDROS: PRISMAS E PIRÂMIDES ,,
CORPOS REDONDOS: CILINDRO, CONE E ESFERA
ESTATÍSTICA
PONTO E RETA :,
CIRCUNFERÊNCIA
SECÇÕES CÔNICAS •
NÚMEROS COMPLEXOS
POLINÔMIOS
RESPOSTAS
SIGNIFICADO DAS SIGLAS
REYISÃO DO ENSINO F.UND~ MENTAI!

Assunto Resumo
Produtos notáveis
(a + b)(a - b) = a 2 - b2
(a + b)2 = a 2 + 2ab + b2
(a - b)2 = a 2 - 2ab + b2
(a + b + c)2 = a 2 + b2 + c2 + 2ab + 2ac + 2bc
(a + b)3 = a 3 + 3a2 b + 3ab2 + b3
(a - b)3 = a 3 - 3a2 b + 3ab2 - b3

Fatoração de
expressões algébricas Fator comum em evidência

ax + ay + az = a(x + y + z)

Agrupamento

ax + ay + bx + by = a(x + y) + b(x + y) = (x + y)(a + b)

Diferença de quadrados

a2 - b2 = (a + b)(a - b)

Trinômio quadrado perfeito

a 2 + 2ab + b2 = (a + b)2
a2 - 2ab + b2 = (a - b)2

Trinômio do 2º grau

ax2 + bx + e = a(x - x1 )(x - x)


em que x1 e x 2 são raízes do trinômio.

Cubos

a 3 + b3 = (a + b)(a2 - ab + b2 )
a3 - b3 = (a - b)(a 2 + ab + b2 )
a 3 + 3a2 b + 3ab2 + b3 = (a + b)3
a3 - 3a2 b + 3ab2 - b3 = (a - b)3

Raízes da equação de
-b + ~ b -4ac
2
2º grau
ax + bx +e= O:::::} x = - - - ~ - - - -
2
2a

Revisão do Ensino Fundamental •


Exercícios

1 (Enem) Para cada indivíduo, a sua inscrição no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) é composto de um número de 9
algarismos e outro número de 2 algarismos, na forma d:1.d2 , em que os dígitos d:1. e d2 são denominados dígitos verifica-
dores. Os dígitos verificadores são calculados, a partir da esquerda, da seguinte maneira: os 9 primeiros algarismos são
multiplicados pela sequência 10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2 (o primeiro por 10, o segundo por 9, e assim sucessivamente);
em seguida, calcula-se o resto r da divisão da soma dos resultados das multiplicações por 11, e se esse resto r for O
ou 1, d:1. é zero, caso contrário, d1 = (11 - r). O dígito d2 é calculado pela mesma regra, na qual os números a serem
multiplicados pela sequência dada são contados a partir do segundo algarismo, sendo d:1. o último algarismo, isto é, d2 é
zero se o restos da divisão por 11 das somas das multiplicações for O ou 1, caso contrário, d2 = (11 - s).
Suponha que João tenha perdido seus documentos, inclusive o cartão de CPF, e, ao dar queixa da perda na delegacia,
não conseguisse lembrar quais eram os dígitos verificadores, recordando-se apenas que os nove primeiros algarismos
eram 123.456. 789. Neste caso, os dígitos verificadores d:1. e d2 esquecidos são, respectivamente:
a)Oe9. b)1e4. c)1e7. d)9e1. e)Oe1.

Admitindo que o número do CPF do João seja 123.456. 789- d1d2, Dividindo-se 210 por 11, obtém-se resto 1; assim, d1 = O.
temos, de acordo com o enunciado, que: 2 · 10 + 3 · 9 + 4 · 8 + 5 · 7 + 6 · 6 + 7 · 5 + 8 · 4 + 9 · 3 +
1 · 10 + 2 · 9 + 3 · 8 + 4 · 7 + 5 · 6 + 6 · 5 + 7 · 4 + 8 · 3 + + O • 2 = 20 + 27 + 32 + 35 + 36 + 35 + 32 + 27 + O = 244
+ 9 · 2 = 10 + 18 + 24 + 28 + 30 + 30 + 28+ 24 + 18 = 210
244 r1
ilo
100 19
r1 24 22
2
1 Dividindo-se 244 por 11, obtém-se resto 2; assim, d2 = 11- 2 = 9 .
Portanto, os dígitos verificadores d1 e d2 são, respectivamente, Oe 9.
Resposta: alternativa a.

2 (UFG-GO) Problemas matemáticos encontrados em diversas tábuas Atendendo à instrução dada, temos:
da Antiga Babilônia, sobretudo as registradas no texto cuneiforme 1) 2ab
intitulado Plimpton 322 (por volta de 1800 a.C.), mostram que essa li} d2 = a2 + b2
civilização já conhecia o Teorema de Pitágoras e o utilizava para estu- Ili} d2 - 2ab = a2 + b2 - 2ab = (a - b)2
dar os lados a e b de um retângulo, a sua área, A, e sua diagonal, d.
IV} J (a-b)2 =~
2 2
V} ~ ~ + ab =) a2 - 2ab : b2 + 4ab

= f a2 +2ab+b 2 = ~ (a+ b) 2 = ~
a
v
4 4 2
a- ba+ b
VI) - 2- + -2- = a
Uma instrução encontrada nesse texto cuneiforme é a seguinte:
1) Multiplique a área por dois.
Resposta: alternativa a.
li) Eleve ao quadrado a diagonal.
Ili) Subtraia, do valor encontrado em li, o encontrado em 1.
IV) Extraia a raiz quadrada desse resultado e divida-o por dois.
V) Ache a quarta parte do valor encontrado em 111, adicione a área
e extraia a raiz quadrada do resultado.
VI) Some o valor encontrado em IV com o encontrado em V.
Efetuando o processo descrito acima, encontra-se uma expressão
que pode ser escrita, em função de a e b, como:
a) a.
b) ab.
c) a2 + b2 •
3a-b
d) 2

e) .J6ab-a 2 -b2 •

• revisão&exercicios
1
3 (Uece) Para valores diferentes de -1, O e 1, a expressão 6 (UFT-TO) Se F = , então o
1-
1
1-
( a~-1)·(
2
~ - l+a )·(1- ª ) é iguala:
a+ 1 1-a 4 1
1-
1- __!__
a) 1-4a. e) a -1. 5
valor de Fé:
b) 1- 4a-1 . d) a-1 -1.
a) 1 . b) 0,75. e) 2. d) 1,25. e) 2 ,25.

1 1
( _a12 -1). (a+
~ - ~ ) . (1-~) =
1 1-a 4 F=
1 1
1- 1-
1- 1 1- 1
= (1-a 2). [ (1-a)2-(1+a)2 ]. ( ~ ) = 1
---ar-
(1+a){1-a) 4 1-
1- _l_
1--1_
4

= (1 ~/). ( 1~4:2 ). ( 4;a) =-+·(4 -a)= 1


5
1
5

1- 1 1- 1
=1-___!_=1-4a- 1 1- 1 1--1_
a 1
Resposta: alternativa b. 1- 2-
4 4
1 1 1 5
= - - = - = 125
1 - -1_ 1 - _l_ 4 4 '
1+ 4 5 5
Resposta: alternativa d.

4 (PUC-MG) Se a e b são números reais inteiros positivos 7 (PUC-RJ) O produto (x + 1)(x2 - x + 1) é igual a :
tais que a - b = 7 e a2 b - ab 2 = 210, o valor de ab é: a) x3 - 1. d) x3 - 3x2 + 3x - 1.
a) 7. b) 10. e) 30. d) 37. b) x3 + 3x2 - 3x + 1. e) x2 + 2.
a b - ab = 210 => ab(a - b} = 210 => ab · 7 = 210 =>
2 2 e) x3 + 1.
=> ab = 210 : 7 => ab = 30
(x + 1}(x2 - x + 1} = x3 + l3 = x3 + 1
Resposta: alternativa e.
Resposta: alternativa e.

5 (UFPB) Se x é um número real não nulo, a = 2x + 2- x, 8 (ESPM- SP) Sabendo-se que x + y - 1 = 7 e que
b = 2x - 2 - • e e = 4• - 4 - x, então o valor da expressão 2 ªb x = 4y, o valor da expressão x 2 + y- 2 é igual a:
e a) 49. b) 47. e) 45. d) 43. e) 4 1 .
é iguala:
a) 4•. b) -2' . e) -2. d) 2. e) 4.
X =4y =>~ =4 =>xy- 1 =4
y
2ab 2 · (2x+ r x}· (2x- r x) = 2 . [(2 x)2 _ (2-x)2] Portanto, sabendo que a 2 + b2 =(a + b) 2- 2ab, obtemos:
-------
e x2 + y- 2 = (x + y- 1)2- 2xy- 1 = 72 - 2 · 4 = 49 - 8 = 41
Resposta: alternativa e.

Resposta: alternativa d.

Revisão do Ensino Fundamental •


9 (Ufam) Se x - _!__ = 3 , então o valor de 11 (Unit-SE) Se x é um número real estritamente positivo,
X
a expressão ~x 2 + x-2 + 2 - 2 é equivalente a:
x2 - _!_ + x3 + _!_ é:
X3 X 2
a) x2 - 1. d) (x + 1)2
a) 27. d) 11. X

b) 47. e) 63.
b) (x -1}2 e) (x - 1) 2 - ~ •
X
e) 36.
e) x2 -1 .
Temos que: X
2
• (x _ _!_) = 3 2 ::::} x -2 · x . .!. + _!_ = 9::::} x + _!_ - 2 = 9::::}
2 2
x x x2 x2 ~x 2 + x-2 + 2 - 2 = ~x 2 + 2 + x\ -2=

::::} x2 +_!_ =11

3
x2

• (x-_!_) =3 3 ::::}x 3 -3·x 2 ._!_+3·x·-1- - -1-=27::::}


=~(x+ !J -2=x++-2=
x2 +1-2x
X

x 2 x
3 x x = x2 -2x+1 = (x-1) 2
::::} x3- _l_ -3 ·X+ 3 ._!_ =27::::} X X
x3 X Resposta: alternativa b.

::::} x3- -1- - 3 · (x _ _!_) = 27::::} x3 - - 1- - 3 · 3 = 27::::}


x3 x x3
1
::::}X 3 --=36
x3
Assim:
x2 __1_+ x3 +-1- =x2 +-1-+ x3 __1_=11 +36 =47
x3 x2 x2 x3
Resposta: alternativa b.

10 (Unifor-CE) Se a e b são números reais, tais que 12 (Uece) Considerando os números a = 5 +/~ e
1 ª 3 + b3 ª 3 - b3 5 - ..j3
lal ,.,,, lbl e ab = 2 , o valor da expressão a +b
a- b
é: b= 2 , o valor de a2 - b2 é:

a) 2. b) 1. e) O. d) -1. e) -2. a) 5J3 . b) 2-J3. e) ~. d) 3


2 4
ª3 + b3
---- --- =
a+ b
ª3 _ b3
a- b ª 2 _ b2 = ( 5 \ .J3" J_( J 5 - 2.J3"

= ~ - (a 2 - ab + b2) _ ~ · (a 2 + ab + b2) = 25 + 10,,/3 + 3 25 - 10,,/3 + 3


~ ~ 4 4
= a 2- ab + b2 - a 2 - ab - b2 = - 2ab 28 + 10,,/3 28 - 10,,/3
4 4
Como ab =½,temos:
= 28' + 10,,/3 - 28' + 10,,/3 = 20,,/3 = 5.J3"
- 2ab = - 2 ·.!. = - 1 4 4
2
Resposta: alternativa a.
Resposta: alternativa d.

O revisão&exercicios
13 (UFMG) Sejam x e y números reais e não nulos tais que 15 (UFF-RJ) Calcule o valor numérico de ~ sendo
2
M
---;- + _Y_ = - 2. Então, é correto afirmar que: ~ª2 a2
b2 + 2 , a = 0,998 e b = 1.
y X M = -2 +V+

a) x 2 - y = O. c) x 2 + y = O.
2 2 ~ 4 4 2 2 2
M= _2 + a + b + 2 ::::} M = _ 2 + a + b + ab
b) X+ y 2 = 0. d) X -y 2 = 0. ~
V 7 ª~2 ::}
::::} M = -2 +
a2 - 2ab + b2
::::} x2 + 2y2x + y4 = O::::} (x + y2)2 = O ::::} x + y2 = O ab
Resposta: alternativa b.
::::} M = (a - b)2 _!_ = ab
ab M (a - b) 2
Como a = 0,998 e b = 1, temos:
1 0,998 · 1 1 o, 998
-=----::::}-=----::::} -=---::::}
1 0,998
M (0,998 - 1)2 M (-0,002)2 M 0,000004
::::} ~ = 249500
Resposta: 249 500.

14 (UFG-GO) Em um estádio, são colocados à venda in- 16 (UFC-CE) O valor exato de


gressos para arquibancada e cadeira. Em um jogo de fu-
~32 + 1oJf + ~32 - 10Jf é:
tebol, o público total que pagou ingresso foi de 5 7 1 5 pes-
a) 12. b) 11. c) 1 0. d) 9 . e) 8.
soas. Desse total , 40% pagaram meia-entrada, sendo que
2 . .
3 dos que compraram ingresso para arquibancada paga- Sendo k = .J32 + 1M + .J32 - 10Jf, temos:
.
ram me1a-€ntra da e 1 dos que compraram .ingresso para
6 k2 = (.J32 + 1oJ7 + .J32 - 1oJ7 ) 2 =
cadeira pagou meia-entrada. Considerando que o preço do
ingresso de arquibancada era R$ 20,00 e o de cadeira, = (·h2 + 1oJ7 f + 2 · .J32 + 1oJ7 · .J32 - 10Jf +
R$ 30,00, calcule o valor total arrecadado com a venda de + (-}32 - 1oJ7 )2 =
ingressos para esse jogo.
= 32 +;Wef;' + zj(32 + 1oJ7)(32 -1oJ7) + 32 + ;Wef;' =
Sejam a e e, respectivamente, as quantidades de ingressos vendidos
de arquibancada e cadeira. = 64 + zj(32) 2 - (1M)2 = 64 + 2.J1024 - 700 =
Sabemos que o número de pagantes de meia-entrada foi 40% de = 64 + 2v'324 = 64 + 2 · 18 = 64 + 36 = 100
5 715, ou seja, 0,4 · 5 715 = 2 286.
Assim, temos o seguinte sistema: Se k2 = 100, então k = 10.

la+ b = 5 715
2 + e 2 286 ::::}
3 6
a =
{ª + e = 5 715
4a+c=13716
::::} a = 2 667 e e = 3 048
Resposta: alternativa e.

Portanto, o valor total arrecadado foi:


l. 2 667 ·10+ ..!_. 2667 ·20 + ..!_ . 3 048 ·15 + ~- 3 048 ·30 =
3 3 6 6
= 17 780 + 17 780 + 7 620 + 76 200 = 119 380
Resposta: R$ 119 380,00.

Revisão do Ensino Fundamental •


17 (Unifor-CE) Sejam a, b e X números reais tais que 19 (IFCE) Se x + y = 2 e x2 + y2 = 3 , então x3 = y3 vale:
a) 4. b) 5. e) 6. d) 7. e) 8.
x =(ª -1 - b-1r1 ( 2
·a -
b2)
. Se b > 1, então:
a +ab
2
(X+ y)2 (x2 + y2)
(x+y)2=x2+2xy+y2 <=> xy= ~
a) X< -1. e) ½<X<2. e) X=- -1 . Portanto:
2
1 x3 + y3 = (x + Y). (x2 + Y2 - xy) =
b) 2 < X< 1. d) X< 1.
=(x+y)· [x2+y2- (x+y)2~(x2+ y2) ]=

22 3
=2{3- ; ) =2{3-+ )=2{ 6 ; 1 )=2·%=5
Resposta: alternativa b.

b-a
J
(-ab- ·(a-b}
áb 1
=>X= ~ - - ~ ~ - - = > X = - - · (a - b} · - =>
a b - a á

=>X = - b . .{b---êfí =>X = - b


~
Como b > 1, então -b < -1. Logo, X< -1.
Resposta: alternativa a.

18 (Cefet-CE) Sabendo-se que p + q = 4 e pq = 5, então 20 (FGV-SP) Sendo x um número positivo tal que
o valor de E = p3 + q3 + p2 q + pq2 é: 1 = 14 , o va lor de x 3 + --:-::r-
1 e- :
x2 + ~
a) 24. b) 26. e) 30. d) 34. e) 36. X X
a) 52. b) 54. e) 56. d) 58. e) 60.
(P + q)3 = p3 + 3p2q + 3pq2 + q3 =
2

= p3 + p2q + 2p2q + pq2 + 2pq2 + q3 = ( 1 2 1 1 2 1


x+- ) =x +2·x·-+~=x + ~+2
X X X X
= PJ + q3 + p2q + pq2 + 2pq. (P + q)
Assim:
E= PJ + q3 + p2q + pq2 = (P + q)3 _ 2pq. (P + q) =
Assim, como x2 + }2 = 14, obtemos: (x ++ J = 14 + 2 = 16 e,

= 4 3 - 2 · 5 · 4 = 64 - 40 = 24 portanto, x + .!_ = 4.
X
Resposta: alternativa a. Temos que:
3 3
( x + _!_) = x + 3 · x2 · .!_ + 3 · x · _!_ + _!_ =
x x x2 x3

= x3 + _!_
3
+ 3·(x + _!_)
x X

Assim: 4 3 = x3 + ~ + 3 ·4 e, consequentemente,
X

64=x +1-3 . 3
3 +12 , ouseJa, x + 3
1 =5.
2
X X
Resposta: alternativa a.

• revisão&exercicios
21 (UFG-GO) Todos os funcionários de uma empresa irão 24 (Epcar-MG) Sabendo que
contribuir igualmente para fazer um bolão da Mega Sena, y = (2 010)2 X 2 000 - 2 000 x (1 990) 2 , o valor de
cujo valor é R$ 2 700,00. Na hora de recolher o dinheiro
para fazer o bolão, dois funcionários da empresa desisti- 1~ 7 éiguala:
ram de participar e, com isso, a cota que cada participante
deveria pagar sofreu um aumento de R$ 8,00, para manter a) 8. b) 16. c) 20. d) 32.
o valor total do bolão. Dessa forma, calcule o número total
de funcionários dessa empresa. y = (2 010) 2 ·2 000-2 000 · (1990) 2 =
Seja n o número de funcionários da empresa. Assim, se todos os = 2 000 · [(2 010) 2 - (1990) 2] =
funcionários participassem do bolão, cada um pagaria 2 700 . = 2 000 · [(2 010 + 1990) · (2 010 -1990)] =
n
Como 2 funcionários desistiram de participar, a cota de cada =2 000 · 4 000 ·20 = 16 - 10 7
Portanto:
participante passou a ser 2 700 .
n-2 y - 16·107 =16
Assim: 107- 107
Resposta: alternativa b.
2700 = 2700 +8 =}
n-2 n
=} 2700n = 2700·(n-2)+8·n(n-2) =}
n· (n - 2) n· (n - 2)
=} 2 700n = 2 700n - 5400 + 8n 2 - 16n =}
=} 8n 2 - 16n - 5400 =O=} n 2 - 2n - 675 =O=}
=} n = 27 ou n = -25 (não serve)

Resposta: 27 funcionários.

22 (UEL-PR) Para todo x real, a expressão 25 (UFRGS-RS) O quadrado do número


3x + 3 x+1 + 3 x+2 + 3 x+3 + 3 x+4 + 3 x+S é equivalente a:
a) 3 5x+ts_ c) 6·3x. e) 364·3x.
J2 + .J3 + J2 - .J3 é:
a) 4. b) 5. c) 6. d) 7 . e) 8.
b) 5 · 3 x_ d) 243x.

3' + 3x• l + 3 x•2 + 3 ,,3 + 3 ,,4 + 3 ,,5 =


(J2+,JJ +J2-,!J r=

= 2 + ,/3 + 2·Ji+K -J2 - ,!J + 2 - ,/J =


= 3' + 3' ·3 1 + 3' · 3 2+ 3' · 3 3 + 3' · 3 4 + 3' ·3 5 =
= 3' ·(1 +3 1 +3 2 +3 3 +3 4 +3 5) =
= 4+ 2· J( 2 + ,/3) · (2 - ,/3) = 4+ 2·~ = 6

3' ·(1 + 3 + 9 + 27 + 81 + 243) = 364 · 3' Resposta: alternativa e.

Resposta: alternativa e.

x- 2 _ y- 2
23 (ESPM-SP) O valor da expressão algébrica - - -- 26 (Unicamp- SP) Sejam a e b números reais inteiros e seja
.! + .! N(a, b) a soma do quadrado da diferença entre a e b com o
X y dobro do produto de a por b.
para x = 1,6 e y = 6,25 é:
a) Calcule N(3, 9).
a) 0,0654. c) 4,56. e) 456.
b) Calcule N(a, 3a) e diga qual é o algarismo final de
b) 0,465. d) 54,6.
N(a, 3a) para qualquer a E "11.. .

1 1 Y2 _ x2 (y + X)(y - X)
-2
X -y
-2 7 - l2 y
xV X a) N(a, b) = (a - b)2 + 2ab = a2 - 2ab + b2 + 2ab = a2 + b2
y+x x+y
.!.. + .!.. xy
N(3, 9) = 32 + 92 = 9 + 81 = 90
X y xy Resposta: 90.
b) N(a, 3a) = a2 + (3a)2 = a2 + 9a 2 = 10a2
= .(x.*1}(y - X) • __A_ = y - X = 0 465 Como N(a, 3a) é múltiplo de 10, então o algarismo fi nal de
x2y2 .(x.*1} xy ,
N(a, 3a), para qualquer a E "11.., é sempre zero.
Resposta: alternativa b. Resposta: 10a2 ; O.

Revisão do Ensino Fundamental •


CONJUNTOS E CONJUNTOS NUMÉRICOS

Assunto Resumo
Conjuntos
Número de subconjuntos de um conjunto A com n elementos: p(A) = 2"

Operações
União (u) Intersecção (r'I)

Notação: A u 8 Notação: A n 8

Diferença (-) Notação: A - B

Notação: A - B Notação: B - A

Complementar em relação ao universo

Notação: A ou Ae ou [~

Número de
elementos n(A u B) = n(A) + n(B) - n(A n B)
da união
Conjuntos
numéricos

Nc Z cQc ~

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Conjunto vazio
Conjunto que não possui elementos.
Notação: 0 ou { }

Conjunto unitário
Conjunto que possui um único elemento.

Conjunto universo Conjunto formado por todos os elementos com os quais estamos trabalhando em um
determinado assunto.
Notação: U

Subconjuntos Se todos os elementos de um conjunto A também forem elementos de um conjunto B,


dizemos que o conjunto A é um subconjunto de B.

Relação de Se A é subconjunto de B, então A está contido em B.


inclusão Notação: e (contido) e ex. (não contido)

Relação de Se x é elemento de B, então x pertence a B.


pertinência Notação: E (pertence) e (t'.:(não pertence)

Intervalos reais
a b
a) ..~>--- ------<:>--- - - - - -, >-- - - ----:
(a, b) = ]a, b[ = {x E IR I a < x < b}

a b
b) ...~1----------<- - - - - - -- - - - - - ~
[a, b] = {X E IR I a ,,:; x ,,:; b}

a b
c) -~,___ _____,_ _ _ _ _ _------<,,__------~

[a, b) = [a, b[ = {x E IR I a ,,:; x < b}

a b
d)-~---~- - - - -- - - - - - - - :
(a, b] = ]a, b] = {x E IR I a < x ,,:; b}

b
e) ..._- - - - - - - - - - -- - - - - -·~
(-oo, b] = ]-oo, b] = {X E IR I X ,,:; b}

b
f) ---- - - - - - - - - - ---0-- - - - · -
(- oo, b) = ]- oo, b[= {X E IR IX < b}

a
g) ...- - - - - <- - - - - - - - - -----
[a, + oo) = [a, + oo[ = {x E IR I x ;;a, a}

a
h)----------<:>--- - - - - - - - - --
(a, + oo) = ]a, + oo[ = {X E IR I X> a}

i) - - - - - - - - - - - - - ------
(- 00, + oo) = ]-oo, +oo[ = IR

Conjuntos e conjuntos numéricos •


Exercícios
1 (UFS-SE) Considere os conjuntos 4 (UFMG) Considere o conjunto de números racionais
A = { X E IR 11 < X ~ 3 ou 4 ~ X ~ 6}
B = {x E IR 11 ~X < 5 e X ,;,f 3}
M= {2..., 2..., -
9 7
5 -, ~}- Sejam x o menor elemento de
11 7
Me y o maior elemento de M. Então, é correto afirmar que:
C={xEIRl2<x~4}
para analisar as afirmações que se seguem. c) x = 73 ey = 74 .
0-0) B =:> C 5 5
d) X= 1 i e y = g·
1-1)AuB=[1,6]
2-2) A n c = )2, 3) -4
3-3) B - C = { X E IR l 1 ~ X ~ 2 ou 4 < X < 5}
95 -3 5
= 0,5; 7 = 0,4285 ... ; 11 = 0,45; 7 = 0,5714 .. ,

4-4) Se A é o complementar de A em relação ao universo IR, Portanto, x =-ª-- e y = ..!.


- 5 - 7 7
entao 3 E A. Resposta: alternativa e.

A
6

B
3 5
e
2 4

Analisando as afirmações, temos:


0-0) Falsa, B 1J e, pois 3 fl B.
1-1) Verdadeira.A U B = [1,6].
2-2) Falsa.A n e = 12, 3] u {4}.
3-3) Verdadeira, B - C = [1, 2] u ]4, 5[.
4-4) Falsa, pois f E A.

2 (Uece) Se P = {1, 2, 5, 7, 8}, então o número de elemen- 5 (UEG-GO) Dividir um número por 0 ,0025 equivale a mul-
tiplicá-lo por:
tos do conjunto W = {(x, y) E P 2 I x < y} é:
a) 250. c) 400.
a) 8. c) 10.
b) 500. d) 350.
b) 9. d) 11.
Sendo x um número qualquer, temos:
W = {(x, y) E P2 1 x < y}, sendo P = {1, 2, 5, 7, 8).
X X =X. 10 000 =X. 400
Logo, W = {(1 , 2), (1, 5), (1, 7), (1 , 8), (2, 5), (2, 7), (2, 8), (5, 7),
0,0025 25 25
(5, 8), (7, 8)). 10000
Portanto, n(W) = 10.
Resposta: alternativa e.
Resposta: alternativa e.

3 (Uece) Os subconjuntos X , Y e Z do conjunto dos núme- 6 (UFRJ) Se x = )3 -


,Js - )3
+ ,Js , mostre que x é in-
ros inteiros positivos são constituídos pelos múltiplos de 6, teiro e negativo. (Sugestão: calcule x 2 .)
10 e 15, respectivamente. O conjunto X n Y n Zé consti-
tuído pelos múltiplos inteiros positivos de: x = ~3 - ./8 - )3 - ./8 =>
a) 30. b) 31. c) 60. d) 62.
=:>X 2 = 3-./8 - 2 · ~ ·)3 +.JB +3 +.JB =
Para pertencer à intersecção dos três conjuntos, é necessário que
os números sejam múltiplos comuns a 6, 10 e 15, isto é, sejam = 6-2·)(3-./8)·(3+./8) = 6-2 · ~9-8 = 4=:> x2 = 4
múltiplos de 30. Como )3 - ./8 < )3 + ./8 , temos que:
Resposta: alternativa a.
X = )3 - .J8 - )3 + .J8 < 0
Portanto, x = - 2 é um número inteiro negativo.

• revisão&exercicios
7 (ITA-SP) Considere as seguintes afirmações sobre o con- 9 (UEPG-PR) Indica-se por n(X) o número de elementos do
junto U = {O, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 , 9}: conjunto X. Se A e B são conjuntos tais que n(A) = 20,
1) 0 E U e n(U) = 10. n(B - A) = 15 e n(A n
B) = 8 , assinale o que for correto.
li) 0 e U e n(U) = 10.
a) n(A - B) = 12 d) n(A U B) - n(A B) = 27 n
b) n(B) = 23 e) n(A) - n(B) = n(A - B)
Ili) 5 EU e {5} e U.
c) n(A U B) = 35
IV) {O, 1, 2, 5} n {5} = 5.
Utilizando diagramas para representar os dados da questão, temos:
Pode-se dizer, então, que é (são) verdadeira(s):
a) apenas I e Ili. d) apenas IV.
A B
b) apenas li e IV. e) todas as afirmações.
c) apenas li e Ili.

1) Falsa, pois 0 e U.
li) Verdadeira.
Ili) Verdadeira.
Assim:
a} Verdadeiro.
CID
IV} Falsa, pois {O, 1, 2, 5) n {5} = {5}. b} Verdadeiro (n(B} = 8 + 15 = 23}.
Logo, apenas li e Ili são verdadeiras. c} Verdadeiro (n(A U B} = 12 + 8 + 15 = 35).
Resposta: altenativa e. d} Verdadeiro (n(A u B} - n(A n B} = 35 - 8 = 27).
e} Falso (n(A) - n(B} = 20 - 23 = -3 =i' n(A - B).
Resposta: a,b,c,d.

8 (UFC-CE) Um banco de sangue catalogou 60 doadores 10 (UFC-CE) Em uma classe com 55 alunos , 5 alunos fo-
assim distribuídos: ram reprovados em Português e em Matemática, 1 0 a lunos
• 29 com sangue tipo O; foram a provados em Matemática e reprovados em Portu-
• 30 com f ator Rh negativo; guês, 30 alunos foram reprovados em M atemática e apro-
• 14 com fator Rh positivo e tipo sanguíneo diferente de O. vados em Português. Então , o número de alunos aprovados
nas duas disciplinas foi de:
Determine quantos doadores possuem tipo sanguíneo dife-
rente de O e fator Rh negativo. a) 10 alunos. d) 16 a lunos.
b) 12 alunos. e) 18 a lunos.
Temos 29 doadores tipo O, 14 Rh- Total c) 14 alunos.
doadores Rh+, mas não do tipo o 29 Sejam P e M, respectivamente, os conjuntos dos aprovados em
O, 30 com fator Rh- , num total Português e Matemática, e seja x o número de alunos aprovados nas
não O 14
de 60 doadores. duas disciplinas.
Total 30 60
Assim, utilizando diagramas, temos:

Rh- Total
• Se dos 60 doadores 29 são do
~ M
tipo O, então 31 não são do tipo O. o 29
• Se dos 60 doadores 30 são não O 14 31
Rh- , então 30 são Rh+. ~ 5
Total 30 30 60
Então:
• Se dos 31 doadores que não Rh- Total 30 + X + 10 + 5 = 55 ~ 45 + X = 55 ~ X = 10
são do tipo O, 14 são Rh+,
então 17 são Rh - .
o 16 13 29 Resposta: alternativa a.

• Podemos concluir também não O 14 @ 31


que, dos 29 doadores do tipo Total 30 30 60
O, temos 16 Rh+ e 13 Rh- .
Resposta: 17 doadores.

Conjuntos e conjuntos numéricos •


11 (UFG-GO) Sejam conjuntos A= {2n; n E Z} e 14 (ESPM-SP) Numa empresa multinacional, sabe-se que
B = {2n -1; n E Z}. Sobre esses conjuntos, pode-se afirmar: 60% dos funcionários falam inglês, 45% falam espanhol e
l)A n B = 0 30% deles não falam nenhuma dessas línguas. Se exata-
ll)A é o conjunto dos números pares. mente 49 funcionários falam inglês e espanhol, podemos
concluir que o número de funcionários dessa empresa é
Ili) B u A= 'li.
igual a:
Está correto o que se afirma em:
a) 180. b) 140. c) 210. d) 165. e) 127.
a) 1 e 11, apenas. d) 111, apenas.
b) 11, apenas. e) 1, li e li. Representando a situação dada por diagramas e sendo x o número
c) li e 111, apenas. de funcionários da empresa, temos:

A = {2n, n E 'li.} = {... , -4, -2, O, 2, 4, ... } = conjunto dos Inglês Espanhol
números inteiros pares.
B = {2n - 1, n E 'li.} = {..., -5, -3, -1, 1, 3, 5, ... } = conjunto
dos números inteiros ímpares.
Analisando as afirmações, temos:
I} Verdadeira. Ili} Verdadeira.
Assim:
li} Verdadeira.
Resposta: alternativa e. 0,6x - 49 + 49 + 0,45x - 49 + 0,3x = x => 1,35x - x = 49 =>
=} 0,35X = 49 =}X=~=} X = 140
0,35
Resposta: alternativa b.

12 (PUC-RJ) Sejam x e y números tais que os conjuntos 15 (UFPE) Numa pesquisa de mercado, foram entrevista-
{1, 4, 5} e {x, y, 1} sejam iguais. Então, podemos afirmar que: dos consumidores sobre suas preferências em relação aos
a) x = 4 e y = 5. d) x +y = 9. produtos A e B. Os resultados da pesquisa indicaram que:
~X~~ ~X<~ • 310 pessoas compram o produto A;
c) y ~ 4. • 220 pessoas compram o produto B;
• 110 pessoas compram os produtos A e B;
Se {1, 4, 5) = {x, y, 1), temos duas possibilidades:
•x=4ey=5 • 510 pessoas não compram nenhum dos dois produtos.
•x = 5ey = 4 Indique o número de consumidores entrevistados, dividido
Portanto, só podemos afirmar que x + y = 9. por 10.
Resposta: alternativa d. Número de pessoas entrevistadas =
= 200 + 110 + 110 + 510 = 930
Dividi ndo-se por 10, temos:
930 : 10 = 93
510
Resposta: 93 consumidores.

13 (UfaljPSS) No universo 1\1, sejam A o conjunto dos 16 (Vunesp) Um estudo de grupos sanguíneos huma-
números pares, B o conjunto dos números múltiplos de nos realizado com 1000 pessoas (sendo 600 homens e
3 e C o conjunto dos números múltiplos de 5. Determi- 400 mulheres) constatou que 4 70 pessoas tinham o antí-
ne os 10 menores números que pertencem ao conjunto geno A, 230 pessoas tinham o antígeno B e 450 pessoas
B - (A u C). não tinham nenhum dos dois. Determine o número de pes-
A = {O, 2, 4, 6, 8, 10, ...} soas que têm os antígenos A e B simultaneamente.
B = {O, 3, 6, 9, 12, 15, ... }
450
C = {O, 5, 10, 15, 20, 25, ... } B
B - (A U C} = conjunto dos múltiplos de 3, excluindo-se os
números pares e os múltiplos de 5 = u
= {3, 9, 21, 27, 33, 39, 51, 57, 63, 69).
1000 - 450 = 550
Resposta: {3, 9, 21, 27, 33, 39, 51, 57, 63, 69).
470 + 230 - 550 = 150 pessoas
Resposta: 150 pessoas.

• revisão&exercicios
17 (UFT-TO) Foi aplicado um teste contendo três questões para um grupo de 80 alunos. O gráfico abaixo representa a
porcentagem de acerto dos alunos por questão.

Acertos 70%
60%
40%

1-' 2-' 3-' Questões

Suponha que 52 alunos acertaram pelo menos duas questões e 8 alunos não acertaram nenhuma. O número de alunos
que acertaram as três questões é:
a) 44. b) 40. c) 12. d) 20. e) 30.
Como: Assim, obtemos:
70% de 80 = 0,70 · 80 = 56,
60% de 80 = 0,6 · 80 = 48 e
40% de 80 = 0,4 · 80 = 32,
temos, utilizando o gráfico dado, que: acertaram a 1ª questão
56 alunos, a 2ª questão 48 alunos e a 3ª questão 32 alunos.
lx + y + z + w = 52 (1)
56 - x- '/ - i + i + '/ + i + w+ 48 -
-w+8= 80 (li)
x - y - w + 32 - x - z -

Da equação (li) temos 144 - x - x - y - z - w = 80, ou seja,


Assim, representando por diagramas as condições dadas, temos:
144 - X - (X + y + Z + W) = 80.
Da equação (1), vem:
1ª 2ª 144 - X - 52 = 80 =} 144 - X - 52 = 80 =} X = 12
Resposta: alternativa e.

18 (UnB-DF) Dois números positivos, a e b, têm produto 19 (Unifor-CE) Na figura abaixo tem-se uma escalar
igual a 525. Sabendo que a divisão de a por x tem quocien- linear onde aparecem destacados os números ../3 - ../2,
te 4 e resto 1 e que a divisão de b por x + 1 tem também Xe ../3 +../2.
quociente 4 e resto 1, calcule o valor de a + b.

Como:
a ~ e b 1x+1 1 t 1

1 14 1 4 X

Temos que: Se a distância entre ../3 - .J2 e ../3 + .J2 é igual a 15u,
a = 4x + 1 e b = 4(x + 1) + 1 = 4x + 5 então o número X é:
Assim: a) 5../3 - ../2. d) .J3 - 5.J2
5
a· b = 525 => (4x + 1) · (4x + 5) = 525 =>
b) 5../3 - 5.J2. e) 5../3 - 5.J2
=> 16x2 + 20x + 4x + 5 - 525 = O=> 16x2 + 24x - 520 = O=> 5
5../3 - .J2
=> 2x 2 + 3x - 65 = O=> x = 5 ou x = - 246 (não serve) c)
5
Logo:
a = 4x + 1 => a = 4· 5 + 1 = 21 Pelo enunciado, temos:
b = 4x + 5 => b = 4 · 5 + 5 = 25 (.J3 + .J2) - (.J3 - ./2) = 15u =>
2./2
Portanto, a + b = 21 + 25 = 46. => .J3 + .J2 - .J3 + .J2 = 15u => 2../2 = 15u => u = ili
Resposta: 46.
Como X = .J3 - .J2 + 6u, temos:

X = .J3 - .J2 + 6 • 2../2 => X = .J3 - .J2 + 4./2 =>


15 5
5.J3 - 5../2 + 4.J2 5.J3 - .J2
=> X = 5 => X = 5
Resposta: alternativa e.

Conjuntos e conjuntos numéricos •


Assunto Resumo
Funções Dados dois conjuntos não vazios A e B, uma função de A em B é uma associação
de cada elemento x E A a um único elemento y E B.

Usamos a notação: f: A~ B ou A ~ B, que se lê: fé uma função de A em B.

Domínio, imagem e
contradomínio
• A: domínio de f: D(f)
X
•y • B: contradomínio de f: CD(f)
• O conjunto dos y obtidos é a imagem de f: lm(f)
A
y = f(x) B

y
5 ------

image m ~ ~ gráfico de f

D(f) = {X E ~ 1 2,;;; X,;;; 4} = [2, 4]

lm(f) = {y E ~ l 1 ,;;; y ,;;; 5} = [1, 5]


------- -------
'
X

o 4

Função injetiva f: A ~ B tal que x1 *x 2 em A ::::} f(x1 ) * f(x) em B.


Função sobrejetiva f: A ~ B tal que lm(f) = B.

Função bijetiva f: A ~ B tal que fé injetiva e sobrejetiva simultaneamente.

Função composta Dadas as funções f: A ~ B e g: B ~ C, denominamos função composta de g e f a


função g O f: A ~ C, que é definida por (g O f)(x) = g(f(x)), x E A.

Função inversa Dada uma função f: A ~ B, bijetiva, denomina-se função inversa de f a função
g: B ~ A tal que, se f(a) = b, g(b) = a, com a E A e b E B.
y
A B

o 2 3 4

Só existe função inversa de uma função bijetiva.

Função par f: A ~ B tal que f(-x) = f(x)

Função ímpar f: A ~ B tal que f(-x) = -f(x)

Função crescente f: A ~ B tal que x1 < x2 em A ::::} f(x1 ) < f(x2 ) em B

Função decrescente f: A ~ B tal que x1 < x2 em A ::::} f(x1 ) > f(x2 ) em B

• revisão&exercicios
Exercícios
1 (UFT-TO) Cada um dos gráficos representa uma função y = f(x) tal que f: D1 --+ [-3, 4]; D1 e [-3, 4]. Qual deles repre-
senta uma função bijetora no seu domínio?

a)
-------
4
y
---------,
b)
:------4 ----71
y c) d)
------ -4
2 __ / : '''
' : ''
'' X
'' X : X '
:-3 4: -3 4:
'' ''
'' ''
---------·' --------- ·'
Analisando as alternativas, temos que:
a} f não é sobrejetora, pois lm(f} = (0, 4] =F [-3, 4]. Logo, f não é bijetora.
b} f não é sobrejetora, pois lm(f} = (-3, 1( U (2, 4] # (-3, 4]. Logo, f não é bijetora.
c} f não é injetora, pois existem x,_ e~ pertencentes a D,, com x, # \,tais que f(x,} = f(,s)= 4. Logo, f não é bijetora.
d} fé injetora e sobrejetora. Logo, fé bijetora.
Resposta: alternativa d.

2 (Unit-SE) Seja f a função de A em IR definida por 4 (UFC-CE) Sejam as funções f , g: IR --+ IR. Se g é função
f(x) = 1 - 2x. Se o conjunto imagem de f é o intervalo inversa de f, então f(g(2)) + g(f(3)) é igual a:
[ -3, 11[, o conjunto A é:
a) 5. b) 6. c) ~
a) ] - 5 , 2]. c) ] - 5 , 1]. e) [1, 5[. 3·
b) [-2, 5[. d) [1, -5[. Como g é a inversa de f, analisando o
diagrama ao lado, temos:
Se a imagem de fé o intervalo [-3, 11(. temos:
f(g(2}) + g(f(3}) = 2 + 3 = 5
1 - 2X = - 3 =} X = 2
Podemos resolver diretamente, pois
1 - 2X = 11 =} X = -5
como g é a inversa de f, então g
Logo, o conjunto A, domínio de f, é A = ] - 5, 2].
f(g(x}) = x e g(f(x}) = x. Logo:
Resposta: alternativa a. f(g(2}) + g(f(3}} = 2 + 3 = 5
Resposta: alternativa a.

= x3 + (a + 3)x2 - 5x + b
3 (UFMG) O gráfico da função f(x) 5 (Uece) Seja f: IR --+ IR a função tal que f(1) = 4 e
contém os pontos (-1, O) e (2 , O). Assim sendo, o valor f(x + 1) = 4 · f(x) para todo x rea l. Nestas condições , f(10)
de f(O) é: é igual a:
a) 1. b) -6. c) -1. d) 6 . a) r º.
1 b) 4 - 10 . c) 2 1º. d) 4 10 .
A função f(x) = x3 + (a + 3}x2 - 5x + b passa pelos pontos Para a função f: IR--+ IR tal que f(1) = 4 e f(x + 1) = 4 · f(x),
(-1, O) e (2, O}. Logo: temos:
f(2) = f(1 + 1) = 4 · f(1) = 4 · 4 = 42
f(-1)=0 {a+b=-7
{ f(3) = f(2 + 1) = 4 . f(2) = 4 . 42 = 4 3
f(2) = O =} 4a + b = -10 f(4) = f(3 + 1) = 4. f(3) = 4 . 43 = 4 4
Resolvendo o sistema, temos a = - 1 e b = - 6. f(5) = f(4 + 1) = 4 · f(4) = 4 · 44 = 4 5
Então: Podemos verificar que f(n) = 4n, então f(10) = 4 10 •
f(O) = 03 + (a + 3) · 02 - 5 · O + b =} f(O) = b =} f(O} = -6 Resposta: alternativa d.
Resposta: alternativa b.

Funções.
6 (Unirio-RJ) Sob pressão constante, conclui-se que 7 (Enem) Embora o Índice de Massa Corporal (IMC) seja
o volume V, em litros, de um gás e a temperatura em amplamente utilizado, existem ainda inúmeras restrições
graus Celsius estão relacionados por meio da equação teóricas ao uso e às faixas de normalidade preconizadas. O
Recíproco do Índice Ponderai (RIP), de acordo com o mode-
V = V0 + ~~~ , onde V 0 denota o volume do gás a O ºC.
lo alométrico, possui uma melhor fundamentação matemá-
Assim, a expressão que define a temperatura como função tica, já que a massa é uma variável de dimensões cúbicas,
volume Vé: e a altura, uma variável de dimensões lineares. As fórmulas
que determinam esses índices são:
a) T = [V - 2~03 ]v0 .
d) T= V-273V0 .
Vo IMC = massa (kg) RIP = altura (cm)
[altura (m)]2 ~massa (kg)
V-V0 (V-V)
b) T=---''- e) T = 273 · 0
Se uma menina, com 64 kg de massa, apresenta IMC igual
273V0 Vo
a 25 kg/m2 , então ela possui RIP igual a:
273V-V0 1 1
c) T=----"-- a) 0,4 cm/kg 3 . d) 20 cm/kg 3 .
Vo
1 1

VT b) 2,5 cm/kg 3 . e) 40 cm/kg 3 .


V = V0 + 2; 3 =} 273V = 273V0 + V0T =} 273V - 273V0 = V0T =}
1
c) 8 cm/kg 3 .
=} 273(V - V0 ) = V0T =} T = 273~ - Vo)
o Sendo h a medida, em metros, da altu ra da menina, temos que:
Resposta: alternativa e. 64 64 8
25 = - - =} 25h 2 = 64 =} h2 = - =} h = - = 1 60
h2 25 5 '
Como 1,60 m corresponde a 160 cm, obtemos:
___!§Q_ = 160 =40
W4 4
1
Assim, a menina possui RIP igual a 40 cm/kg 3 .

Resposta: alternativa e.

8 (UFMT) A figura abaixo apresenta o gráfico de uma funcão y = f(x).


y
3
------- ----------------------

2 ----------~---o

X
2 6
2

-2 ---------------------------------

A partir das informações contidas no gráfico, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) f(x) é uma função injetora. ( ) f(x) = 2, para todo 2 ,,;; x ,,;; 4.

) O domínio de f(x) é o intervalo ) - 2, 3). ) f(x) ~ O, para V x E J


[ - ~,O U [1, 5) .
Assinale a sequência correta.
a) F, F, F, V b) F, V, V, F c) V, F, V, V d) V, V, V, F e) F, V, F, F
Analisando as afirmativas, temos que: (F), pois f(4) =ft 2.
(F), pois existem x1 e "2 pertencentes ao domínio de f, com x1 =ft x2, (V).
tais que f(x1) = f(~)= 2. Assim, a sequência correta é F, F, F, V.
(F), pois o domínio de f(x) é o intervalo [-%, 6 [. Resposta: alternativa a.

• revisão&exercicios
X· (X -1)
9 (Ufes) Dada a função f(x) = 2 , pode-se afir- 11 (Uneb-BA) Considerando a função real f (x) = 1..,
x
assi-
mar que, para todo x e;,f -2 ex e;,f O, f(x + 2) é igual a: nale com V as afirmativas verdadeiras e com F as falsas:
) x = O pertence ao conjunto imagem f.
f(x) + f(2) (x + 2) + f(x)
a)
X
d)
X
) Se x é um número real não nulo, então f- 1 (x) = 1...
X

b)
f(x + 1)
e) {x + 2} • f {x + 1} ) Existe um único número real x tal que f (f) = f(x).
X• (X+ 2) X
A alternativa que indica a sequência correta , de cima para
c) f(x) baixo, é a:
X• (X+ 2) 01) V F F. 03) FV V. 05) vvv.
X• (X - 1) 02) FV F. 04) V FV.
Se f(x) = 2 , então:
(F) lm(f) = {y E IR I y °* 0)
f(X + 2 ) = (X + 2) • (X + 2 - 1) ::::} 1
2 (V) f- 1(x) = -,
X
com x *O
::::} f(x + 2) = (x + 2). (x + 1)
2
CD
(F) f (x1) = 11 = x e f(x) = x1
Verificamos que:
X
f(x + l) = (x + 1) · (x + 1 - 1) ::::} Portanto:
2 t(+)= f(x) ::::} x = -¼::::} x2 = 1 ::::} x = ± 1, pois x é real.
::::} f(x + 1) = (X + 1) · x ::::} (X + 1) = f(x + 1) @
2 2 X Logo, existem dois valores de x que satisfazem a equação.
Resposta: alternativa 02.
Substituindo® em CD, temos:
f(x + 2 ) = (x + 2) · (x + 1) ::::} f(x + 2 ) = (x + 2) · f(x + 1)
2 X
Resposta: alternativa e.

10 (Enem) Uma pousada oferece pacotes promocionais para 12 (Fuvest-SP) Sejam f(x) = 2x - 9 e g(x) = x2 + 5x + 3.
atrair casais a se hospedarem por até oito dias. A hospeda- A soma dos va lores absolutos das raízes da equação
gem seria em apartamento de luxo e , nos três primeiros dias, f(g(x)) = g(x)é igual a:
a diária custaria R$ 150,00, preço da diária fora da promoção. a)4. b) 5. c)6. d)7. e)8.
Nos três dias seguintes, seria aplicada uma redução no valor
da diária, cuja taxa média de variação, a cada dia, seria de Temos que:
R$ 20,00. Nos dois dias restantes, seria mantido o preço do f(g(x)) = f(x2 + 5x + 3) = 2 · ( x2 + 5x + 3) - 9=
sexto dia. Nessas condições, um modelo para a promoção
= 2x 2 + 10x + 6 - 9 = +10x -3
2x2
idealizada é apresentado no gráfico a seguir, no qual o valor
Assim:
da diária é função do tempo medido em número de dias.
f(g(x)) = g(x) ::::} 2x 2 + 10x - 3 = x 2 + 5x + 3 ::::} x 2 + 5x - 6 = O
Valor da diária
à = 25 - 4 ·1 · (- 6) = 49
150 t---------
-5±7
X= OU X = 1
- - - ::::} X = - 6
2
Portanto, a soma procurada é:
Tempo l-61+111 = 7
o 2 3 4 5 6 7
Resposta: alternativa d.
De acordo com os dados e com o modelo, comparando o
preço que um casal pagaria pe la hospedage m por sete dias
fora da promoção, um casal que adquirir o pacote promocio-
nal por oito dias fará uma economia de:
a) R$ 90,00. c) R$ 130,00. e) R$ 170,00.
b) R$ 110,00. d) R$ 150,00.
De acordo com o enunciado e o gráfico, temos, comparando os preços, que:
• fora da promoção, por 7 dias: 7 · 150 = 1 050
• com o pacote promocional, por 8 dias: 3 · 150 + 130 + 110 + 3 · 90 =
= 450 + 130 + 110 + 270 = 960
• 1 050 - 960 = 90
Portanto, um casal que adquirir o pacote promocional por 8 dias fará
uma economia de R$ 90,00.
Resposta: alternativa a.
Funções.
(156x + 156-x)
13 (IME-RJ) Dada a função f(x) = 2 , de- 16 (IME-RJ) Seja f: IR~ R onde IR é o conjunto dos núme-

monstre que f(x + y) + f(x - y) = 2f(x) · f(y). f(4) =5


ros reais, tal que { . O valor de f(-4) é:
f(x + 4) = f(x) · f(4)
• f(x + y) + f(x - y) =
4 1 1 1 4
156x+y + 156-x-y 156'-y + 156-x+y a) -5. b) -4. c) - 5 d) 5 e) 5
2 + 2
156x+y + 156-x-y + 156x- y + 156-x +y CD Temos que:
=------
2
------ 1
f(O + 4) = f(O) · f(4)::::} f(4) = f(O) · f(4)::::} 5 = f(O) · 5::::}
::::} f(O) = 1
• 2f(x) . f(y) = '1. . ( 156' ~ 156-x ) . ( 156Y ~ 156-y ) =
Assim:
= 156x+y + 156' - y + 156-x+y + 156-x- y @ f(O) = f(-4 + 4) = f(-4) · f(4)::::} 1 = f(-4) · 5::::} f(-4) =
1
2 5
Como CD = ® ,temos que f(x + y) + f(x - y) = 2f(x) · f(y). Resposta: alternativa d.

14 (ITA-SP) Mostre que toda função f: IR - {O} IR, satisfa- 17 (UFV-MG) Seja f a função real tal que f(2x - 9) = x,
zendo f(xy) = f(x) + f(y) em todo seu domínio, é par. para todo x real. A igualdade f(c) = f- 1(c) se verifica para
e igual a :
Se fé par, f(xy) = f( - xy) ::::} f(xy) - f( - xy) = O
a) 9. b) 1. c) 5. d) 3. e) 7.
Demonstração:
f(2x - 9} = x ::::} f- 1(x} = 2x - 9 ::::} f- 1(c} = 2c - 9
f(xy) - f(-xy) = f(x) + f(y) - [f(-x) + f(y)] =
= f(x) + f{Y} - f(-x) - f{Y} = f(x) - f( -x) = O, pois para uma Por outro lado, se c = 2x - 9, então x = c ; 9 . Logo:
função par, temos f(x} = f(-x}. c+9
f(2x - 9} = x ::::}f(c) = - 2 -

Portanto:
c+ 9
f(c} = f- 1(c} ::::} 2c - 9 = - 2- ::::} 4c - 18 = c + 9 ::::}

::::} 3c = 27::::} c = 9
Resposta: alternativa a.

15 (PUC-PR) Sejam f(x) = x2 - 2x e g(x) = x - 1 duas funções 18 (ITA-SP) Seja D = IR - {1} e f: D ~ D uma função dada
definidas em R Qual dos gráficos melhor representa f(g(x))? X+
por f(x) = - - l- . Cons1'd ere as af'1rmaçoes:
-
x- 1
a) y d) y
1) fé injetiva e sobrejetiva .
li) fé injetiva, mas não sobrejetiva.
lll)f(x) +f(;) = O, para todo x E D, x ~ O.
X X
IV) f(x) · f(-x) = 1, para todo x E D.
Então, são verdadeiras:
y a) apenas I e Ili. d) apenas 1, Ili e IV.
y
b) e)
b) apenas I e IV. e) apenas li, Ili e IV.
c) apenas li e Ili.
• Seja a, b E D; então, se f é injetiva, temos:
X X f(a} = f(b) ::::} a = b
Assim: a + 1 b + 1
f(a} = f(b} ::::} ~ = ~ ::::}

y ::::} ab - a + b - 1 = ab - b + a - 1 ::::} a = b
c)
• lm(f} = IR- {1} = D. Logo, lm(f ) = contradomínio.
Então, fé sobrejetiva.
X
Concluímos, portanto, que fé injetiva e sobrejetiva. Logo, a
afirmação I é verdadeira e a afirmação li é falsa.
_!_ + 1 ~
f(g(x)) = f(x - 1) = (x - 1) 2 · (x - 1) =
2 - • f(x> + f (
1)
x x+1 x x +1
= x-1 + - 1- - = x-1 +
x
T=x =
= x2 - 2x + 1 - 2x + 2 ::::} f(g(x)) = x2 - 4x + 3 - - 1 --
X X
É um gráfico de uma função do 2 2 grau, com raízes 1 e 3 e
concavidade voltada para cima. O gráfico que melhor representa = ~ +~=~-~=O
x-1 1-x x-1 x -1
f(g(x)) é o da alternativa a.
A afirmação Ili é verdadeira.
Resposta: alternativa a.
• Para x = -1 não podemos calcula r f(x) · f(- x), pois
f(-1) · f(-(-1)) = f(-1) · f(1) e 1 f/. D. Logo, a alternativa IV é fa lsa.
• revisão&exercicios Resposta: alternativa a.
5x-3
19 (Ufam) Dada a função f: IR ~ IR definida por f(x) = 6 21 (ITA-SP) Sejam f, g: IR ~ IR tais que fé par e g é ímpar.
Das seguintes afirmações:
Então f- 1 ( - ; ) é igual a:
1) f . g é ímpar li) f O g é par Ili) g O fé ímpar
é (são) verdadeira(s):
a) _§_. b) 6 c) 12 e)9
-.
5 5 5 5 a) apenas 1. c) apenas Ili. e) todas.
b) apenas li. d) apenas I e li.
Temos que:
5x-3 Como fé par, f(-x) = f(x), pa ra todo x E IR, e como g é ímpar,
y=-6- g(-x) = -g(x), para todo x E IR.

x = 5Y; 3 ::::} 6x = 5y - 3 ::::} 5y = 6x + 3 ::::} y = 6x: 3 ::::}


Assim:
• (f · g)(-x) = f (-x) · g(-x) = f (x) · [-g(x)] = -[f (x) · g(x)] =
6x +3 = - [(f · g) (x)], para todo x E IR, e, portanto, f · g é ímpar. Logo, a
::::} f- 1 (X)= - - -
5 afirmação I é verdadeira .
Assim: ( 3) •(f og)(-x)=f(g(-x))=f(-g(x))=f(g(x)), pa ra todox E IR,
6· - - +3 -9+3 e, portanto, f O g é par. Logo, a afirmação li é verdadeira.
f- 1 (-¾) = ;
5
6
5 •(gof)(-x) = g(f(-x)) = g(f(x)) = (g of)(x), para todo x E IR,
e, portanto, g O fé par. Logo, a afirmação Ili é falsa.
Resposta: alternativa b.
Resposta: alternativa d.

20 (Ufal) Os tamanhos de chapéus masculinos na Ingla- 22 (UFG-GO) A distância que um automóvel percorre até
terra, França e Estados Unidos são diferentes. A função parar, após ter os freios acionados, depende de inúmeros

f(x) =
(x- 1) converte os tamanhos franceses para os
fatores. Essa distância em metros pode ser calculada a pro-
8 . d amente pe1a expressao
- D = V2
x,ma 250 µ , onde V e' a ve-
ingleses, e a função g(x) = Bx converte os tamanhos norte-
-americanos para os franceses. Qual das funções a seguir locidade em km/h no momento inicial da frenagem e µ é
converte o tamanho x dos norte-americanos para o tama- um coeficiente adimensional que depende das característi-
nho h(x) dos ingleses? cas dos pneus e do asfalto.
1 Considere que o tempo de reação de um condutor é de um
a) h(x) = x - 8 d) h(x) = ~ segundo, do instante em que vê um obstáculo até acionar
8
os freios. Com base nessas informações, e considerando
x- 1 µ = 0,8, qual é a distância aproximada percorrida por um
b) h(x) = e) h(x) = 8x + 1
8 automóvel do instante em que o condutor vê um obstáculo
x+1 até parar completamente, se estiver trafegando com veloci-
c) h(x) = dade constante de 90 km/h?
8
a) 25,0 m c) 65,5 m e) 105,5 m
A função h que converte o tamanho x dos norte-americanos para o
b) 40,5 m d) 72 ,0 m
tamanho h(x) dos ingleses é dada pela função composta h = f º g.
Assim, temos que:
8x -1 1 Sabemos que:
h(x) = f(g(x)) = f(8x) = - - = x - -
8 8 V = 90 km = 90 000 m = 25 .!!!.
Resposta: alternativa a. h 3 600 s s
Assim, em 1 segundo (tempo de reação do condutor), o ca rro
percorreu 25 m.
Do momento da frenagem até parar completamente, temos que:
90 2 8100
D= 250 · 0,8 = 200 = 40,5 m
Portanto, a distância procurada é:
25 + 40,5 = 65,5
Resposta: alternativa e.

Funções.
23 (UFBA) O gráfico representa uma projeção do valor de Analisando as alternativas, temos que:
mercado, v(t), de um imóvel, em função do tempo t, contado a) Verdadeira, pois para t = 10 o gráfico atinge seu ponto máximo.
a partir da data de conclusão de sua construção, conside- b) Falsa, pois para t = 25 o valor do imóvel será menor do que o
rada como a data inicial t = O. O valor v(t) é expresso em inicial.
milhares de reais, e o tempo t, em anos. c) Verdadeira, pois existe um valor de t que corresponde a:
v(t) = 37,5 = 37,5% de 100
v(t) d) Verdadeira, pois v(20) = v(O) = 100.
(t - 10) 2
200
e) Verdadeira, pois sendo v (t) = 200 · 2 ~ . temos:
100 2
- (30-10) 1 1
v(30)=200·2 100 =200·r4 =200·-=100·-
16 8

o 10 20

Com base nesse gráfico, sobre o valor de mercado projeta-


do v(t), pode-se afirmar:
a) Aos dez anos de construído, o imóvel terá valor máximo.
b) No vigésimo quinto ano de construído, o imóvel terá um
valor maior que o inicial.
c) Em alguma data, o valor do imóvel corresponderá a
37 ,5% do seu valor inicial.
d) Ao completar vinte anos de construído, o imóvel voltará
a ter o mesmo valor inicial.

e) Se v (t) = 200 · 2- (t ~~g> 2


, então, ao completar trin-
ta anos de construído, o valor do imóvel será igual a um
oitavo do seu valor inicial.

24 (UEL-PR) Seja h(x) = [f º g](x) · [g º f] (x), onde 25 (UFPR) Dadas as funções f: ~ ~ ~ e g: ~ ~ ~ defini-
1 das por f(x) = ax + b e g(x) = x2 , considere as seguintes
f(x) = (x+0,5) · (x-0,5)eg(x) = ~ - - -
x2 + 0 ,25 afirmativas:
Qual o valor de h(0,5)? J) (g O f)(1) = (a + b)2.
a) 15 c) 16 e)_ 15 li) (f O g)(-x) = (f O g)(x), para qualquer x E R
4
Ili) (g O f)(x) = (f O g)(x), para qualquer x E R
b) 1: d)-!
Assinale a alternativa correta:
a) Somente a afirmativa I é verdadeira.
Temos que:
f(0,5) = (0,5 + 0,5) · (0,5 - 0,5) = 1 · O = O b) Somente as afirmativas li e Ili são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas I e li são verdadeiras.
(05) - 1 1 = - 1- = 2
g ' - (0,5) 2 + 0,25 0,25 + 0,25 0,5 d) Somente as afirmativas I e Ili são verdadeiras .
Assim: e) As afirmativas 1, li e Ili são verdadeiras.
h(0,5) = [f og](0,5) · [g of](0, 5) = f (g(0, 5)) · g(f (0, 5)) = Analisando as afirmativas, temos que:
= f(2) · g(0) = (2 + 0,5) · (2 - 0,5) · l • (g 0 f)(1) = g(f (1)) = g(a + b) = (a + b) 2
2
O + 0,25
Logo, a afirmação I é verdadeira.
= (2 5)·(15)· - 1 - = 3 75 · 4 = 15 • (f º g)(- x) = f (g(- x)) = f ( (- x) 2 } = f (x) 2 = f (g(x)) =
' ' 0,25 '
Resposta: alternativa a. = (f º g)(x), para qualquer x E~.
Logo, a afirmação li é verdadeira.
• (g of)(x)=g(f(x))=g(ax + b)=(ax + b) 2 e
(f og)(x) =f (g(x)) = f (x)2 = ax 2 + b
Logo, a afirmação Ili é falsa.
Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Função afim Uma função f: IR ~ IR chama-se função afim quando existem dois números reais a e b
tal que f(x) = ax + b, para todo x E IR.

Tipos especiais • Se a = O, f(x) = b é função constante. • Se b = O, f(x) = ax é função linear.


y y

X X

Gráfico da Geometricamente, b é a ordenada do ponto onde a reta, que é o gráfico da função


função afim f(x) = ax + b, intersecta o eixo Oy, pois para x = O temos f(O) = a · O + b = b.
y

o x, x,

P1(X1, Y1) e P2(x2' Y2)


a = ti..y = Y2 - Y1
t,..x X2 - X1

O número a chama-se taxa de variação ou coeficiente angular.

Função afim
• a > O ~ função crescente •a < O ~ função decrescente
crescente,
y r é o zero da função y
decrescente e
zero da função r é o zero da f unção
X

X
o

x = r => f(x) = O x = r => f(x) = O


x > r => f(x) > O x > r => f(x) < O
x < r => f(x) < O x < r => f(x) > O

Função afim •
Exercícios
1 (Ufes) O banco Mutreta & Cambalacho cobra uma tarifa 4 (Ufam) A função f, definida por f(x) -3x + m, está
para manutenção de conta (TMC) da seguinte forma: uma representada abaixo:
taxa de R$ 10,00 mensais e mais uma taxa de R$ 0,15
y
por cheque emitido. O banco Dakah Tom Malah cobra de
TMC uma taxa de R$ 20,00 mensais e mais uma taxa de
R$ 0,12 por cheque emitido. O sr. Zé Doular é correntista
dos dois bancos e emite, mensalmente, 20 cheques de
cada banco. A soma das TMCs, em reais, pagas mensal- 2 --------
mente por ele aos bancos é:
a) 10,15. d) 35,40.
X
b) 20,12. e) 50,27.
o
c) 30,27.
Pelo enunciado, temos as seguintes tarifas para manutenção de conta Então o valor de f(2)+f(-1) é:
(TMC}: f(O)
f(x} = 0,15x + 10 {f(20} = 0,15 · 20 + 10 = 13 7 5
{
g(x} = 0,12x + 20 ::::} g(20} = 0,12 · 20 + 20 = 22,4
a) -1. b) O. c) 1. d)5 . e) - 7 ·
Portanto: Pelo gráfico da função, temos que:
f(20} + g(20} = 13 + 22,4 = 35,4 f(1) = 2::::}-3 · 1 +m = 2::::} m = 5
Resposta: alternativa d.
Assim, f(x} = -3x + 5.
Logo, o valor procurado é:
f(2) +f(-1) = (-3 -2 + 5) + [(-3) · (-1) + 5]
f(O) -3-0+5
- 6+ 5+ 3+ 5 _ 7
5 5
Resposta: alternativa d.

2 (PUC-MG) Para se tornar rentável, uma granja deve 5 (UFC-CE) Uma cidade é servida por duas empresas de
enviar para o abate x frangos por dia, de modo que seja telefonia . A empresa X cobra , por mês, uma assinatura de
satisfeita a desigualdade 1,5 + 80 ~ 2,5x - 20. Nessas R$ 35,00 mais R$ 0,50 por minuto utilizado. A empresa Y
condições, pode-se afirmar que o menor valor de x é: cobra, por mês, uma assinatura de R$ 26,00 mais R$ 0,65
a) 100. b) 200. c) 300. d) 400. por minuto utilizado. A partir de quantos minutos de utiliza-
ção o plano da empresa X passa a ser mais vantajoso para
1,5x + 80 ~ 2,5x - 20::::} -x ~ -100::::} x ;;;,, 100 os clientes do que o plano da empresa Y?
Resposta: alternativa a.
Sendo no número de minutos, o custo tota l é:
Plano X: X(n} = 0,50n + 35
Plano Y: Y(n} = 0,65n + 26
X(n} < Y(n} ::::} 0,50n + 35 < 0,65n + 26 ::::} - 0,15n < - 9 ::::}
::::} 0,15n > 9::::} n > 60
Resposta: 60 minutos.

3 (Uece)Sef: IR~ !R éafunçãodada porf(x) = 100x - 5 , 6 (EEM- SP) Uma empresa produz trufas de chocolate , cujo
5 5
custo de fabricação pode ser dividido em duas partes: uma ,
então o valor de f(l0 - t(l0 ) é :
} -
independente da quantia vendida , de R$ 1 500 ,00 men-
10- 5 - 10 5 sais; outra, dependente da quantia fabricada , de R$ 0 ,50
a) 10- 1 . b) 1. c) 10. d) 102 • por unidade.
Escreva a(s) expressão(ões) que permita(m) determinar o
f(10 - 5} - f(105) 100 . 10-5 - 5 - (100 . 105 - 5)
10- 5 - 105 10- 5 - 10 5 número de trufas que devem ser vendidas num mês para
que a empresa não tenha prejuízo nesse mês, sabendo-se
100 · 10-5 - ,5 - 100 · 105 + ,5 100 · ~ que o preço de venda de cada unidade é de R$ 1 ,50.
10- 5 - 105 ~ = 100
Custo: C(x) = 0,50x + 1500
Resposta: alternativa d. Receita: R(x) = 1,50x
Lucro: L(x) = R(x) - C(x) = x - 1500
A expressão necessária é L(x), que não deve ser menor que O:
X - 1500 ;;?Je 0.
Resposta: x - 1500 ;;;,, O.

• revisão&exercicios
7 (UFPE) Um provedor de acesso à internet oferece dois 9 (Unemat-MT) Dado o gráfico da figura abaixo:
planos para seus assinantes:
Plano A - Assinatura mensal de R$ 8,00 mais R$ 0,03 por
cada minuto de conexão durante o mês.
Plano B - Assinatura mensal de R$ 10,00 mais R$ 0,02
por cada minuto de conexão durante o mês.
Acima de quantos minutos de conexão por mês é mais eco-
nômico optar pelo plano B?
a) 160 b) 180 ~ 200 d) 220 e) 240
X
Podemos expressar os gastos, nos planos apresentados, por:
• Plano A: y = 8 + 0,03x
• Plano B: y = 10 + 0,02x y=4-x
onde y é o preço a ser pago por x minutos de conexão.
Para que o plano B seja mais econômico, devemos ter: Seja o ponto P intersecção das duas retas, seu par ordena-
10 + 0,02x < 8 + 0,03x =} 2 < 0,01x =} x > 200 do será dado por:
Resposta: alternativa e.
a) P(1, 3). c) P(2, 3). e) P(2, 4).

b) P(2, 2). d) p(+.2}


Para obtermos as coordenadas do ponto P devemos fazer:
x = 4 - X=} 2X = 4 =} X= 2
y=x=}y=2
Portanto, o ponto Pé dado por (2, 2).
Resposta: alternativa b.

8 (UFG-GO) Para fazer traduções de textos para o inglês, 10 (UFG-GO) Duas empresas financeiras, E1 e E2 , operam
um tradutor A cobra um valor inicial de R$ 16,00 mais emprestando um capital C , a ser pago numa única par-
R$ O, 78 por linha traduzida e um outro tradutor, B, cobra cela após um mês. A empresa E1 cobra uma taxa fixa de
um valor inicial de R$ 28,00 mais R$ 0,48 por linha tra- R$ 60,00 mais 4% de juros sobre o capital emprestado,
duzida. A quantidade mínima de linhas de um texto a ser enquanto a empresa E2 cobra uma taxa fixa de R$ 150,00
traduzido para o inglês, de modo que o custo seja menor se mais juros de 3% sobre o capital emprestado. Dessa forma :
for realizado pelo tradutor B, é: a) determine as expressões que representam o valor a ser
a) 16. b) 28. c) 41. d) 48. e) 78. pago em função do capital emprestado, nas duas empre-
sas, e esboce os respectivos gráficos;
Podemos expressar os custos por:
• Tradutor A: y = 16 + 0,78x b) calcule o valor de C, de modo que o valor a ser pago seja
• Tradutor B: y = 28 + 0,48x o mesmo nas duas empresas.
onde y é o valor a ser pago por x linhas traduzidas.
Para que o custo do tradutor B seja menor, devemos ter: a) Os valores pagos nas duas empresas são dados por:
28 + 0,48x < 16 + 0,78x =} 12 < 0,3x =} 40 < x • em E1: y = 1,04C + 60
Assim, a quantidade mínima de linhas traduzidas é 41. • em E2 : y = 1,03C + 150
Resposta: alternativa e. y
E,
E,

b) Para que os valores pagos nas duas empresas sejam iguais,


devemos ter:
1,04C + 60 = 1,03C + 150 =} 0,01C = 90 =} C = 9 000
Resposta: R$ 9 000,00.

Função afim •
11 (Vunesp) A unidade usual de medida para a energia 13 (UFSM-RS) Em relação ao gráfico da questão anterior,
contida nos alimentos é a quilocaloria (kcal). Uma fór- considerando 2007 como x = 1, 2008 como x = 2 e assim
mula aproximada para o consumo diário de energia (em sucessivamente, a função afim y = ax + b que melhor ex-
kcal) para meninos entre 15 e 18 anos é dada pela função pressa a evolução das notas em Matemática do grupo li é:
f(h) = 17h, onde h indica a altura em cm, e, para meninas 5 145 2 145
nessa mesma faixa de idade, pela função g(h) = (15,3)h. a) y = - x + - - . d) y=-x+--.
2 2 5 2
Paulo, usando a fórmula para meninos, calculou seu con-
sumo diário de energia e obteve 2 975 kcal. Sabendo-se b) y = -~x + 145 . e) y = -5x - 145.
que Paulo é 5 cm mais alto que sua namorada Carla (e que 2 2
ambos têm idade entre 15 e 18 anos), o consumo diário de
c) y=-±..x_ 145.
energia para Carla, de acordo com a fórmula, em kcal, é: 5 5
a) 2 501. b) 2 601. c) 2 770. d) 2 875. e) 2 970.
Temos que:
Temos que: • para x = 1, y = 70
2975
f(h) = 17h::::} 2 975 = 17h::::} ~ = h::::} h = 175 • para x = 3, y = 65
Assim, obtemos o sistema:
Assim, a altura de Paulo é 175 cm.
Logo, Carla tem 170 cm de altura. a·1+b=70 ::::}{-a-b=-70
{
Então: a · 3 + b = 65 3a + b = 65
g(h) = (15,3)h::::} g(170) = (15,3) · 170 = 2 601
2a = - 5 ::::} a = _ .§.
Portanto, o consumo diário de energia para Carla é 2 601 kcal. 2
Resposta: alternativa b.
a + b = 70 ::::} _ .§. + b = 70 ::::} b = 70 + .§.::::} b = 145
2 2 2
5 145
Portanto, y = --x + - - .
2 2
Resposta: alternativa b.

12 (UFSM-RS) O gráfico a seguir mostra a evolução das 14 (UEL-PR) Os produtos farmacêuticos devem especifi-
notas em Matemática de dois grupos de estudantes, deno- car as dosagens recomendadas para uso de adultos e de
minados grupo I e grupo li. crianças. As fórmulas a seguir são utilizadas para modificar
a dosagem de uso dos adultos para a dosagem de uso por
Nota crianças (y).
90
Fórmula A: y = ( 2~ }t + 1) · a
85

~: -~oi Fórmula B: y = ( 211 } ·a

Onde a denota a dosagem de adulto em miligramas e t a


: : ~~~ grupoll idade da criança em anos .
60 : ' '
Assinale a alternativa que apresenta a idade da criança
Ano
na qual as duas fórmulas especificam a mesma dosagem.
2007 2008 2009 2010
a) 2 anos. c) 7 anos. e) 10 anos.
b) 6 anos. d) 8 anos.
Analisando o gráfico e considerando o período de 2007 a
2010, é possível afirmar: Para que as fórmulas especifiquem a mesma dosagem, devemos ter:
a) Os dois grupos melhoraram as notas. 1- · t · a ~
- 1- · (t + 1) · a = - __!_±__!_ = _ t_ ::::}
b) A nota do grupo 1, em 2008, foi 80. 24 21 24 21
c) A nota do grupo I aumentou de 2008 a 2009 e diminuiu ::::} 21 · (t + 1) = 24t::::} 21t + 21 = 24t::::} 21 = 3t::::} t = 7
de 2009 a 2010.
Assim, quando a idade da criança é 7 anos temos que as duas
d) A nota do grupo li não sofreu alteração.
fórmulas especificam a mesma dosagem.
e) A nota do grupo I aumentou, enquanto a nota do grupo li Resposta: alternativa e.
diminuiu.

A nota do grupo I aumentou, pois a reta correspondente tem


coeficiente angular positivo, enquanto a nota do grupo li diminuiu,
pois a reta correspondente tem coeficiente angular negativo.
Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
15 (ESPM-SP) O gráfico abaixo mostra o número de pes- 16 (Enem) O gráfico mostra o 750
soas comprovadamente infectadas pelo vírus H1N1 numa número de favelas no município
certa cidade do Brasil, entre os meses de maio e setembro do Rio de Janeiro entre 1980 e
de 2009. Na hipótese de um crescimento linear desse sur- 2004, considerando que a va-
to, representado pela reta r, pode-se prever que o número riação nesse número entre os 372

de pessoas infectadas em dezembro de 2009 será igual a: anos considerados é linear.


a) 30. d) 44. Se o padrão na variação do pe-
Pessoas Infectadas pelo H1 N1
b) 36. e) 48. ríodo 2004/2010 se mantiver
22 ,,-'r
c) 40. nos próximos 6 anos, e saben-
1980 1992 2004
• ......20f ---.--
18 do que o número de favelas em
1;...... :
... .. 1
2010 é 968, então o número Favela tem Memória. Época.

-
.-
8

''
_,, ,
1

de favelas em 2016 será:


a) menor que 1150.
N°621, 12abr.2010 (adaptado) .

'
b) 218 unidades maior que em 2004. y
M A c) maior que 1150 e menor que 1200. ~
d) 177 unidades maior que 2010. 7 5 ~! :
Como o gráfico dado é representado por uma reta, temos que
e) maior que 1200. : ' '
y = ax + b, onde y é o numero de pessoas infectadas no mês x.
'
Sendo janeiro (x = 1), ... , maio (x = 5), ... , dezembro (x = 12), obtemos: '
• para x = 5 e y = 8: 8 = a · 5 + b De acordo com o enunciado, temos: 2004 2010 2016
• para x = 6 e y = 12: 12 = a · 6 + b Assim, de 2004 a 2010 a taxa de variação é dada por:
Assim, obtemos o sistema: 968 - 750 218
a= -----
5a+b=8 {-5a-b=-8 2010-2004 6
{ Como o padrão na variação do período 2004/2010 será mantido nos
6a + b = 12 => 6a + b = 12
próximos 6 anos, obtemos:
a=4
y - 968 = ~ => y - 968 = 218 =>
y-968
6a + b = 12 => 6 · 4 + b = 12 => b = - 12 2016 - 2010 6 6
Portanto, y = 4x - 12. Em dezembro (x = 12), então: => y = 1186
y = 4 · 12 - 12 = 36 Portanto, o número de favelas em 2016 será 1 186.
Resposta: alternativa b. Resposta: alternativa e.

17 (Enem) Um experimento consiste em colocar certa quantidade de bolas de vidro idênticas em


um copo com água até certo nível da água, conforme ilustrado na figura a seguir. Como resultado
do experimento, concluiu-se que o nível da água é função do número de bolas de vidro que são
colocadas dentro do copo.
O quadro a seguir mostra alguns resultados do experimento realizado.

Número de bolas (x) Nível de água (y)

5 6,35 cm

10 6,70 cm

15 7,05 cm

Disponível em: www.penta.ufrgs.br.


Acesso em: 13 jan. 2009 (adaptado).

Qual a expressão algébrica que permite calcular o nível da água (y) em função do número de bolas (x)?
a) y = 30x c) y = 1,27x e) y = 0,07x +6
b) y = 25x + 20,2 d) y = 0,7x

De acordo com o enunciado, temos que y = ax + b. Resolvendo o sistema obtido, temos:


Assim, utilizando alguns resultados dados pela tabela apresentada, 10a + b = 6,70 => {-10a - b = -6,70
obtemos o seguinte sistema de equações: {
15a + b = 7,05 15a + b = 7,05
6,70 =a· 10 + b
{ 5a = 0,35 =>a= 0,07
7,05 =a· 15 + b
10 · 0,07 + b = 6,70 => b = 6,70 - 0,7 = 6
Portanto, a expressão algébrica procurada é y = 0,07x + 6.
Resposta: alternativa e.

Função afim •
18 (UEPB) O domínio da função real 19 (FGV-SP) O gráfico de uma função polinomial do primeiro
f(x) = .j(x - 1)(2 - x) 5 é dado por: grau passa pelos pontos de coordenadas (x, y) dados abaixo.

a) D(f) =R d) D(f) = )1, 2[. X y


b) D(f) = ~+- e) D(f) = ]-oo < 1) U [2, +oo[. o 5
m 8
c) D(f) = [1, 2).
6 14
Devemos ter: (x -1) · (2 - x)5 ;;:. O. 7 k
• Como o expoente de f(x) = (2- x)5 é ímpar, o sinal é o mesmo
de 2 - X. Podemos concluir que o valor de k + m é:
a) 15,5. c) 17,5. e) 19,5.
zero da função: 2 - x =O::::} x = 2 b) 16,5. d) 18,5.
{
a= -1 < O""7 função decrescente
Sendo f(x} = ax + b a expressão que define a função dada, temos:
• f(O) = 5 ::::} a · O + b = 5 ::::} b = 5
+~ X
• • f(6} = 14 ::::} a · 6 + b = 14 9 3
6a + b = 14::::} 6a + 5 = 14 ::::} 6a = 9 ::::} a= 6 ::::} a= 2
• g(x} = x - 1 (a = 1; função crescente} . 3
Assim, f(x} = 2 x + 5.
zero da função: x - 1 = O ::::} x = 1

/+ X

De f(m} = 8, temos:
3 3
-·m + 5 = 8 ::::} -·m = 3 ::::} m = 2
2 2
Temos que:
2 De f(7} = K, temos:
3
f(x) + + ·7 + 5=K ::::}K=10,5 + 5::::} K =15,5
2
g(x) + + Portanto, K + m = 15,5 + 2 = 17,5.
Resposta: alternativa e.
f(x) · g(x) +
2
Assim, D(f} = [1, 2].
Resposta: alternativa e.

20 (UEL-PR) Um consumidor adquiriu um aparelho de telefonia celular que possibilita utilizar os serviços das operadoras de
telefonia Me N. A operadora M cobra um valor fixo de R$ 0 ,06 quando iniciada a ligação e mais R$ 0 ,115 por minuto da mesma
ligação. De modo análogo, a operadora N cobra um valor fixo de R$ 0,08 e mais R$ 0,11 por minuto na ligação.
Considere as afirmativas a seguir:
1) O custo de uma ligação de exatos 4 minutos é o mesmo, qualquer que seja a operadora.
li) O custo da ligação pela operadora M será menor do que o custo da ligação pela operadora N, independentemente do
tempo de duração da ligação.
Ili) Uma ligação de 24 minutos efetuada pela operadora M custará R$ 0,10 a mais do que se efetuada pela operadora N.
IV) O custo da ligação pela operadora N será menor do que o custo da ligação pela operadora M , independentemente do
tempo de duração da ligação.
Assinale a alternativa que contém todas as afirmativas corretas.
a) 1e li. b) 1e Ili. c) Ili e IV. d) 1, li e IV. e) li , Ili e IV.

Os valores cobrados pelas operadoras são dados por:


• em M: y = 0,06 + 0,115x
• em N: y = 0,08 + 0,11x
onde y é o valor cobrado por uma ligação de x minutos.
Analisando as afirmativas, temos que:
I} Éverdadeira, pois para uma ligação de exatos 4 minutos temos os seguintes custos:
• em M: y = 0,06 + 0,115 · 4 = 0,52
• em N: y = 0,08 + 0,11 · 4 = 0,52
li) Éfalsa, pois para que o custo da operadora M seja menor do que o custo da operadora N, devemos ter:
0,06 + 0,115 •X < 0,08 + 0,11 • X:::} 0,005 ·X < 0,02 :::}X < 4
Ili) Éverdadeira, pois em uma ligação de 24 minutos temos os seguintes custos:
• em M: y = 0,06 + 0,115 · 24 = 2,82
• em N: y = 0,08 + 0,11 · 24 = 2,72
IV) Éfalsa, pois para que o custo da operadora N seja menor do que o custo da operadora M, devemos ter:
0,08 + 0,11 •X < 0,06 + 0,115 •X::::} 0,02 < 0,005 •X::::} 4 < X
Assim, são corretas apenas as afirmativas I e Ili.
Resposta: alternativa b.

• revisão&exercicios
21 (UFMS) Numa grande loja de eletrodoméstico, cada funcionário tem seu salário mensal calculado somando-se ao valor
do salário-base fixo de R$ 600,00 uma comissão de 4% sobre o total das suas vendas no mês.
Para premiar seus funcionários, o empregador resolveu oferecer a eles três opções de aumento:
• Opção 1: aumento de 25% apenas sobre o valor do salário-base fixo.
• Opção 2: aumento de 25% apenas sobre a porcentagem da comissão.
• Opção 3: aumento de 15% sobre o valor do salário-base fixo e um aumento de 15% sobre a porcentagem de comissão.
Analisando as três opções, é correto afirmar que:
a) todas as três opções determinam um mesmo salário para o funcionário, independentemente do total de vendas mensal.
b) a opção 1 determina um salário menor, em relação às outras opções, para qualquer total de vendas mensal acima de
R$ 10 000,00.
c) a opção 3 determina um salário maior, em relação às outras opções, para qualquer total de vendas mensal acima de
R$ 15 000,00.
d) a opção 2 determina um salário menor, em relação às outras opções, para qualquer total de vendas mensal abaixo de
R$ 15 000,00.
e) as opções 1 e 2 determinam um mesmo salário para funcionário, independentemente do total de vendas mensal.

Temos que o salário mensal de cada funcionário é dado por y = 600 + 0,04 · x, onde x é o total de suas vendas no mês.
Opções de aumento:
1: y = 600 · 1,25 + 0,04 ·X= 750 + 0,04 · X
2: y = 600 + 1,25 · 0,04 ·X = 600 + 0,05 · X
3: y = 600 · 1,15 + 1,15 · 0,04 · X= 690 + 0,046 · X
Como:
• 600 + 0,05 · X< 750 + 0,04 · X=} 0,01 · X< 150 =} X< 15 QQQ
• 600 + 0,05 • X< 690 + 0,046 • X=} 0,004 • X< 90 =} X< 22 500
Temos que a opção 2 determina um salário menor, em relação às outras opções, para qualquer total de vendas mensal abaixo de R$ 15 000,00.
Resposta: alternativa d.

22 (Uesc-BA) Como o gráfico está contido numa reta, temos que a função afim
correspondente é dada por y = ax + b.
Preço (R$)
Pelas informações gráficas, obtemos o sistema :
a·14 +b = 60 =>{- 14a - b = - 60
{
a · 20 + b = 72 20a + b = 72
72
6a = 12 => a = 2
14a + b = 60 => 14 · 2 + b = 60 => b = 60 - 28 => b = 32
60
Assim, y = 2x + 32.
Portanto, para x = 35, temos:
y =2· 35 + 32 = 70 + 32 = 102
Metros
Ou seja, a pessoa deverá pagar R$ 102,00.
14 20 Resposta: alternativa 02.

O valor total cobrado por uma empresa de TV a cabo para


instalar um equipamento em uma residência inclui uma
parte fixa correspondente à visita do técnico e outra va-
riável, correspondente à quantidade de fio requerida pelo
serviço. O gráfico representa o valor do serviço efetuado
em função da metragem de fio usada no serviço.
Se uma pessoa contratar os serviços dessa empresa e
durante a instalação do equipamento forem utilizados
35 metros de fio, essa pessoa deverá pagar, pelo serviço,
a quantia de:
01) R$ 98,00. 04) R$ 108,00.
02) R$ 102,00. 05) R$ 110,00.
03) R$ 105,00.

Função afim •
23 (UFPB) Em uma certa cidade, acontece anualmente 24 (Unicamp-SP) Três planos de telefonia celular são apre-
uma corrida, como parte dos eventos comemorativos pela sentados na tabela abaixo:
sua emancipação política. Em 2000, o comitê organizador
da corrida permitiu a participação de 1500 pessoas e, em Plano Custo fixo mensal Custo adicional por minuto
2005, a participação de 1800 pessoas. Devido às condi-
A R$ 35,00 R$ 0,50
ções de infraestrutura da cidade, o comitê decidiu limitar o
número de participantes na corrida. Nesse sentido, estu- B R$ 20,00 R$ 0 ,80
dos feitos concluíram que o número máximo n(t) de partici-
pantes, no ano t, seria dado pela função afim n(t) = at + b, e o R$1,20
onde a e b são constantes. Com base nessas informações,
conclui-se que, no ano de 2010, o número máximo de par- a) Qual é o plano mais vantajoso para alguém que utiliza
ticipantes na corrida será de: 25 minutos por mês?
a) 1900. c) 2300. e) 2700. b) A partir de quantos minutos de uso mensal o plano A é
b) 2100. d) 2 500. mais vantajoso que os outros?

Temos o seguinte sistema: Sendo x o número de minutos, o custo total é:

{
n(2000) = 1500 =} {ª ·
2000 + b = 1500 =}
Plano A: A(x) = 35 + 0,50x
Plano B: B(x) = 20 + 0,80x
n(2005) = 1800 a· 2005 + b = 1800 Plano C: C(x) = O + 1,20x = 1,20x
-2000a- b = -1500 a) Para x = 25, temos:
{ A(25) = 35 + 0,50 · 25 = 4 7,5 (R$ 4 7,50)
=} 2005a + b = 1800
B(25) = 20 + 0,80 · 25 = 40 (R$ 40,00)
5a = 300 =} a = 60 C(25) = 1,20 · 25 = 30 (R$ 30,00)

!
2000a + b = 1 500 =} 2 000 · 60 + b = 1 500 =} Resposta: plano C.
=} b = 1 500 - 120 000 =} b = -118 500 A(x) < B(x) =} 35 + 0,50x < 20 + 0,80x =}
=} -0,30X < -15 =}X> 50
Assim, n(t) = 601 - 118 500. b)
Portanto, no ano de 2010, o número máximo de participantes será: A(x) < C(x) =} 35 + 0,50x < 1,20x =} -0, 70x < -35 =}
n(2 010) = 60 · 2010 - 118 500 = 120 600 - 118 500 = 2100 =}X > 50
Resposta: alternativa b. Resposta: a partir de 50 minutos.

25 (Unir-RO) Duas empresas, A e B, locadoras de veículos Como os gráficos estão contidos em retas, temos que os va lores a
de passeio, apresentam o valor da locação de um mesmo serem pagos nas empresas são dados:
carro pelos gráficos abaixo. Considere y o valor pago, em • em A, por y = ax + b;
reais, pela locação desse veículo e x a quantidade de qui- • em B, por y = ex + d.
lômetros rodados. Utilizando as informações dadas nos gráficos, obtemos os sistemas:
•Em A:
Empresa A Empresa B
a · O+ b = 30 =} b = 30
{
y(reais) y (reais)
(500,250) a· 300 + b = 165
9
a· 300 + b = 165 =} a· 300 + 30 = 165 =} a = 20
(300,165)

Portanto, em A, y = - 9- x + 30.
20
50 • Em B:
e · O+ d = 50 =} d = 50
{
e · 500 + d = 250
30 1 e· 500 +d = 250 =} e· 500 + 50 = 250 =} 500c = 200 =}
x(km) X (km)
200 2
O 100 200 300 O 100 200 300 400 500 =} e = 500 =} e = 5

A partir dessas informações, é correto afirmar:


a) A empresa A cobra 0,50 centavos por quilômetro rodado
Portanto, em B, y = f x + 50.
Logo, para rodar 400 km, temos que os va lores cobrados pelas
de uma taxa fixa de 50 reais. empresas são iguais, pois:
b) A empresa B cobra somente a quilometragem rodada.
c) Para rodar 400 km, o valor cobrado pela empresa A é •Em A: y= ; 0 ·400+30=180 + 30=210
igual ao cobrado pela B.
d) Para rodar uma distância de 300 km é mais vantajoso • Em B: y = l · 400 + 50 = 160 + 50 = 210
alugar o carro da empresa B. 5
e) Para rodar uma distância de 500 km é mais vantajoso Resposta: alternativa e.
alugar o carro da empresa A.

• revisão&exercicios
26 (UEPA) O ponto P(x0 , y0 ) é a intersecção das retas desenhadas abaixo.
y

O valor da coordenada x0 é:
13 9
a) ~ - b) ~ - c) d)~- e)
3 6 5 7 4

As retas desenhadas podem ser entendidas como gráficos de funções afins: Assim, as funções afins são dadas por: y = - 1- x + 1 e
• y = ax + b, para a reta azul. 2 2
y=--x+4 .
• y = ex + b, para a reta vermelha. 3
Utilizando as informações gráficas, temos: Obtemos a coordenada "o fazendo:
•{a · O+b = 1 => b = 1 1 2
a·(-2)+b=O
2 x + 1 = - 3 x + 4 => 3x + 6 = - 4x + 24 => 7x = 18 =>
1 18
- 2a + b = O=> - 2a + 1 = O=> 1 = 2a => a = - =}X=-7-
2
Resposta: alternativa d.
•{c·O+d=4=>d=4
c · 6+d = O
2
6c +d = O=> 6c +4 = 0 => 6c = -4 => e = - 3

27 (UFPA) Em uma viagem terrestre, um motorista verifica que, ao passar pelo quilômetro 300 da rodovia , o tanque
de seu carro contém 45 litros de combustível e que, ao passar pelo quilômetro 396, o marcador de combustível assi-
nala 37 litros. Como o motorista realiza o trajeto em velocidade aproximadamente constante, o nível de combustível
varia linearmente em função da sua localização na rodovia, podendo, portanto, ser modelado por uma função do tipo
C(x) = ax + b, sendo C(x) o nível de combustível quando o automóvel se encontra no quilômetro x da rodovia. Baseado nes-
sas informações, é correto afirmar que, com o combustível que possui, o automóvel chegará, no máximo, até o quilômetro:
a) 800. b) 840. c) 890. d) 950. e) 99.
Temos que:
• C(300) = 45 => a· 300 + b = 45
• C(396) = 37 => a·396 + b = 37
Assim, obtemos o sistema:
300a + b = 45 => {-300a - b = -45
{
396a + b = 37 396a + b = 37
96a = -8 => a = _j!_ => a = _ _!_
96 12
300a + b = 45 => 300 · (- 1~) + b = 45 => - 25 + b = 45 => b = 70

Portanto, C(x) = - / 2 x + 70.

Para que C(x) = O, devemos ter:


_ _!_X + 70 = 0 =} - _!_ X= - 70 =} X= 840
12 12
Logo, o automóvel chegará, no máximo, até o quilômetro 840.
Resposta: alternativa b.

Função afim •
28 (Vunesp) Duas pequenas fábricas de calçados, A e B, 31 (Fuvest-SP) A função que representa o valor a ser
têm fabricado, respectivamente, 3000 e 1000 pares de pago após um desconto de 3% sobre o valor x de uma
sapatos por mês. Se, a partir de janeiro, a fábrica A au- mercadoria é:
mentar sucessivamente a produção em 70 pares por mês a) f(x) = x - 3. d) f(x) = -3x.
e a fábrica B aumentar sucessivamente a produção em b) f(x) = 0,97x. e) f(x) = 1,03x.
290 pares por mês, a produção da fábrica B superará a
c) f(x) = 1,3x.
produção de A a partir de:
a) março. c) julho. e) novembro. f(X) = X
b) maio. d) setembro. Após o desconto de 3%, temos:
3 97
Sendo x o número de meses, a produção será: f(x) = x - 100 x = 100 x - 0,97x
Fábrica A: A(x) = 70x + 3 000 Resposta: alternativa b.
Fábrica B: B(x) = 290x + 1100
B(x) > A(x)::::} 290x + 1100 > 70x + 3 000::::} 220x > 1900::::}
=}X > 8,64
Portanto, 8 meses após janeiro, a produção da fábrica B superará a
produção da fábrica A, ou seja, em setembro.
Resposta: alternativa d.

29 (UEG- GO) Em uma fábrica, o custo de produção de 32 (Vunesp) Carlos trabalha como disc-jóquei (dj) e cobra
500 unidades de camisetas é de R$ 2 700,00, enquanto o taxa fixa de R$ 100,00, mais R$ 20,00 por hora , para ani-
custo para produzir 1 000 unidades é de R$ 3 000,00. Sa- mar uma festa. Daniel, na mesma função, cobra uma taxa
bendo que o custo das camisetas é dado em função do nú- fixa de R$ 55,00, mais R$ 35,00 por hora . O tempo má-
mero produzido através da expressão c(x) = qx + b, em que ximo de duração de uma festa para que a contratação de
x é a quantidade produzida e b é o custo fixo, determine: Daniel não fique mais cara que a de Carlos, é:
a) os valores de b e de q; a) 6 horas. c) 4 horas. e) 2 horas.
b) o custo de produção de 800 camisetas. b) 5 horas. d) 3 horas.

a) De acordo com o enunciado, temos que: Pelo enunciado, temos:


2 700 = q · 500 + b 3 Carlos: C(t} = 20t + 100
{ {
3 000 = q · 1 000 + b ::::} q = 5 e b = 2 400 Daniel: D(t) = 35t + 55

3
Para que a contratação de Daniel não fiq ue mais cara que a de Carlos,
Resposta: b = 2400 e g = 5. é necessário que:
D(t} ~ C(t} ::::} 35t + 55 ~ 20t + 100 ::::} 15t ~ 45 ::::} t ~ 3
3 3
b) c(x) = 5x+ 2400 ::::} c(800) = 5 · 800 + 2400 = 2880 Resposta: alternativa d.

Resposta: R$ 2 880,00.

30 (Fatec-SP) Se uma função do primeiro grau é tal que 33 (UFC-CE) O conjunto solução, nos números reais , da
f(100) = 180 e f( - 50) = 480, então é verdade que:
inequação ~ > -1 é igual a:
a) f( - 100) = 280. d) f(150) = 850. 1+x
b) f(O) = 380. e) f(200) = 1 560. a) {x E IR; x > - 1}. d) {x E IR ; x > 2}.
c) f(120) = 820. b) {x E IR; x > O}. e) {x E IR; x > 3}.
c) {x E IR; x > 1}.
Se fé do 12 grau, então f(x) = ax + b. Logo:
f(100) = 780 {780 = a · 100 + b 1-x > -l::::} 1-x +l > O::::} 1-x+l+x > O=}
{
f(-50) = 480::::} 480 =a· (-50) + b::::} ª = 2 e b = 580 1+x 1+x 1 +X
Portanto, f(x) = 2x + 580. ::::}-2- > 0
1+x
Então:
Logo:
f(120) = 2 · 120 + 580 = 240 + 580 = 820
1 + x > 0 ::::} X> - 1
Resposta: alternativa e.
Resposta: alternativa a.

• revisão&exercicios
34 (UFPB/PSS) Considere a função invertível f: IR -t IR de- 36 (UFMG) Em 2000, a porcentagem de indivíduos bran-
finida por f(x) = 2x + b, onde b é uma função constante. cos na população dos Estados Unidos era de 70% e outras
Sendo 1-1 a sua inversa, qual o valor de b, sabendo que o etnias - latinos, negros, asiáticos e outros - constituíam
gráfico de 1-1 passa pelo ponto A(1, -2)? os 30% restantes. Projeções do órgão do governo norte-
a) -2 d) 3 -americano encarregado do censo indicam que, em 2020, a
b)-1 e)5 porcentagem de brancos deverá ser de 62%. Admite-se que
essas porcentagens variam linearmente com o tempo. Com
c) 2
base nessas informações, é correto afirmar que os brancos
f(x) = 2x + b ::::} y = 2x + b serão minoria na população norte-americana a partir de:
Então, para a função inversa r- 1, temos: a) 2050. c) 2070.
X= 2y + b ::::} 2y = X - b ::::} y = .!_ X - E_ ::::} f- 1(X) = .!_ X - E_ b) 2060. d) 2040.
2 2 2 2
Se ,-1 passa por A(1, -2), temos: Como as porcentagens variam linearmente com o tempo, temos:
1 b 1 b P(t) = a · t + b. Sendo P a popu lação de brancos, temos:
f- 1(1) = 2 . 1 - 2 ::::} -2 = 2 - 2 ::::} b = 5
{
P(2000) = 70% ::::}{ª · 2000 + b = 0,70 ::::}
Resposta: alternativa e. P(2020) = 62% a· 2020 + b = 0,62
::::} a= -0,004 e b = 8,7
Portanto, P(t) = -0,004t + 8,7.
Os brancos serão minoria quando a sua população fo r menor de
50%, ou seja:
P(t) < 50% ::::} -0,004t + 8,7 < 0,5 ::::} -0,0041 < -8,2 ::::}
::::} 0,0041 > 8,2 ::::} t > 2050
Resposta: alternativa a.

35 (Unicamp-SP) O custo de uma corrida de táxi é consti- 37 (FGV-SP) Os gastos de consumo (C) de uma família e
tuído por um valor inicial Q0 , fixo, mais um valor que varia sua renda (x) são tais que C = 2 000 + 0 ,8x. Podemos
proporcionalmente à distância D percorrida nessa corrida. então afirmar que:
Sabe-se que, em uma corrida na qual foram percorridos a) se a renda aumenta em 500, o consumo aumenta em
3,6 km, a quantia cobrada foi de R$ 8,25, e que em outra 500.
corrida, de 2,8 km, a quantia cobrada foi de R$ 7,25. b) se a renda diminui em 500, o consumo diminui em 500.
a) Calcule o valor inicial Q0 . c) se a renda aumenta em 1000, o consumo aumenta em
b) Se, em um dia de trabalho, um taxista arrecadou 800.
R$ 75,00 em 10 corridas, quantos quilômetros seu car- d) se a renda diminui em 1000, o consumo diminui em
ro percorreu naquele dia? 2 800.
Pelo enunciado, temos C(D) = a · D + Q0, sendo D = distância e) se a renda dobra, o consumo dobra.
percorrida. Então: e, = 2 000 + 0,8x -t renda : x
C(3,6) = 8,25 {8,25 = 3,6a + Q0 renda: x + 1 000 -t C2 = 2 000 + 0,8(1 000 + x) =
{ ::::} ::::} Q = 3 75 e
C(2,8) = 7,25 7,25 = 2,8a + Q0 ° ' = 2000 + 800 + 0,8x
Logo, C2 = C1 + 800.
a = ~ = 125 Resposta: alternativa e.
4 '
Portanto, C(D) = 1,25D + 3,75.
a) Q0 = 3,75
Resposta: R$ 3,75.
b) Em média, o preço por corrida foi de R$ ;~,OO = R$ 7,50. Logo:

7,50 = 1,25D + 3,75::::} D= 3 km


Portanto, em 10 corridas percorreu 3 km · 10 = 30 km.
Resposta: 30 km.

Função afim •
38 (Unifor-CE) Seja { x E IR I x,,,; +} o conjunto solução
39 (PUC-SP) Um grupo de amigos "criou" uma nova uni-
dade de medida para temperaturas: o grau Patota. Esta-
beleceram, então, uma correspondência entre as medidas
da inequação 3(x -1)- 3(2 - x),,,; k(x ++),na qual x de temperaturas em graus Celsius (ºC), já conhecida, e em
graus Patota (ºP), mostrada abaixo:
é uma variável real. Nessas condições, a constante k é
igual a: ºC ºP
a) -2. b) -1. c) O. d) 1. e) 2. 20 40
3(X - 1) - 3(2 - X) ,,,; k ( X + ½) : : } 60 48

k k Lembrando que a água ferve a 100 ºC, então, na unidade


::::}3x-3-6+3x,,,;kx+ 2 ::::}6x-9,,,;kx+ 2 ::::} Patota ela ferverá a:
k 18 + k a) 96º. b) 88º. c) 78º. d) 64º. e) 56º.
::::} 6x - kx ,,,; 9 + 2 ::::} (6 - k)x ,,,; - 2- ::::}
Comparando as escalas, temos:
::::} X,,,; 18 + k . _1_ ::::} X,,,; 18 + k
ºC ºP
2 6- k 12 - 2K
Como x,,,; %,então: 60
---------------------------
(
48
p

18 + k = 1
12 - 2k 2
::::} 36 + 2k =
Resposta: alternativa e.
60 - 10k ::::} 12k = 24 ::::} k = 2
,J
+-- - - - - +
~
e - 20 P - 40 c - 20 P - 40
60 - 20 = 48 - 40 ::::} ~ = - 8 - ::::}

::::} c - 20 = 5 · (P - 40) ::::} c = 5P - 200 + 20 ::::}


::::} C = 5P - 180
Para C = 100º, temos:
100 = 5P - 180 ::::} 5P = 280 ::::} P = 56
Resposta: alternativa e.

y
40 (Uerj) No gráfico ao lado, x representa a quantidade de batatas, em quilogramas, vendidas
na barraca do Custódio, em um dia de feira, e y representa o valor, em reais, arrecadado com 90 , ,
72 - - - - - - - - ., '
essa venda. A partir das 12 horas, o movimento diminui e o preço do quilograma de batatas ; ,
; '
também diminui. ;
;

;
a) Calcule a redução percentual do preço do quilograma das batatas a partir das 12 horas. ;
;
b) Se o preço não diminuísse, teria sido arrecadado um valor V na venda de 80 kg. Determine o ; X

percentual de V que corresponde à perda causada pela redução do preço. o 60 80

a) Antes das 12 horas, o preço do quilograma de batata era de ;~ =~ = 1,20. Depois das 12 horas, o preço do quilograma passou a ser
90 - 72 = o 90.
80-60 '
A redução do preço percentual foi de:
1,20 - 0,90 _ 0,30 _ _ 0
1,20 - 1,20 - 0,25 - 25 ¾,
Resposta: 25%.

b) Se o preço não tivesse diminuído, para 80 kg de batata teríamos:


V
80 = 1,2 ::::} V = 96
Como os 80 kg de batata foram vendidos por R$ 90,00, temos o seguinte percentual relativo à perda:
96 - 90 _ 6 _ _ 0
96 - 96 - 0,0625 - 6,25 ¾,
Resposta: 6,25%.

• revisão&exercicios
41 (UFSC) Dois líquidos diferentes encontram-se em reci- 43 (Unicamp-SP) A troposfera, que é a primeira camada
pientes idênticos e têm taxas de evaporação constantes. O da atmosfera, estende-se do nível do mar até a altitude de
líquido I encontra-se inicialmente em um nível de 100 mm e 40 000 pés; nela, a temperatura diminui 2 ºCacada aumento
evapora-se completamente no quadragésimo dia. O líquido de 1000 pés na altitude. Suponha que em um ponto A, si-
11, inicialmente com nível 80 mm, evapora-se completamen- tuado ao nível do mar, a temperatura seja 20 ºC. Pergunta-se:
te no quadragésimo oitavo dia. Determine, antes da evapo- a) Em que altitude, acima do ponto A, a temperatura é de O ºC?
ração completa de ambos, ao final de qual dia os líquidos b) Qual é a temperatura a 35000 pés acima do mesmo
terão o mesmo nível (em mm) nesses mesmos recipientes. ponto A?
Para o líquido 1, temos: a) A temperatura de um ponto a x pés (0 ,,:;; x ,,:;; 40 000) de altitude
f(t) = 100- d ·t::::}f(40) = 100- d ·40::::}0 = 100-40d::::}
100 acima do ponto A é dada por T(x) = 20 - 2 · 1 ; 00 (em ºC). Logo:
::::} 40d = 100 ::::} d = 40 ::::} d = 25
X
T(x) = 0 ::::} 20 - 2 • l OOO = 0 ::::} X = 10 000
Logo, f(t) = 100 - %t,

Para o líquido li, temos: Resposta: 10000 pés.

g(t} = 80 - d· t::::} f(48} = 80 - d· 48::::} O= 80 - 48d::::} b} T(35 000} = 20 - 2 · 35 OOO = -50 ºC


1000
::::}48d=80::::}d= 80 =~ Resposta: - 50 ºC.
48 3
Logo, g(t} = 80 - ~ t.
3
Para terem o mesmo nível nesses recipientes, temos que:
5 5
f(t} = g(t} ::::} 100 - 2 t = 80 - 3 t ::::} 600 - 15t = 480 - 10t::::}

::::} -15t + 10t = 480 - 600::::} - 5t = -120 ::::} t = 24


Resposta: após 24 dias.

42 (UEL-PR) Um camponês adquire um moinho ao preço 44 (FGV-SP) Uma pequena empresa fabrica camisas de um
de R$ 860,00. Com o passar do tempo, ocorre uma depre- único modelo e as vende por R$ 80,00 a unidade. Devido
ciação linear no preço desse equipamento. Considere que, ao aluguel e a outras despesas fixas que não dependem da
em 6 anos, o preço do moinho será de R$ 500,00. Com quantidade produzida, a empresa tem um custo fixo anual de
base nessas informações é correto afirmar que: R$ 96000,00. Além do custo fixo, a empresa tem de arcar
a) Em três anos, o moinho valerá 50% do preço da compra. com custos que dependem da quantidade produzida , chama-
b) Em nove anos, o preço do moinho será múltiplo de 9. dos custos variáveis, tais como matéria-prima , por exemplo; o
c) É necessário um investimento maior que R$ 450,00 custo variável por camisa é R$ 40,00. Em 2009, a empresa
para comprar esse equipamento após sete anos. lucrou R$ 60 000,00. Para dobrar o lucro em 2010, em rela-
d) Serão necessários dez anos para que o valor desse ção ao lucro de 2009, a quantidade vendida em 2010 terá
equipamento seja inferior a R$ 200,00. de ser x% maior que a de 2009. O valor mais próximo de x é:
e) O moinho terá o valor de venda ainda que tenham decor- a) 120. b) 100. c) 80. d) 60. e) 40.
rido treze anos.
f(t} = 860 - dt ::::} f(6} = 860 - d · 6 ::::} 500 = 860 - 6d ::::} Temos que o custo anual total para produzir n camisas é dado por
::::} 6d = 360 ::::} d = 60 C = 96 000 + 40 · n e a venda de n camisas produz a receita dada
Logo, f(t} = 860 - 60t. por R = 80 · n. Assim, com a produção e a venda de n camisas,
Analisando as afirmações, temos: temos que o lucro é obtido por:
a} Falsa, pois em 3 anos o moinho valerá: f(3} = 860 - 60 · 3 = L = 80 · n - (96 000 + 40 · n) = 40 · n - 96 000
= 860 - 180 = 680, e R$ 680,00 não é 50% de R$ 860,00. Como em 2009 o lucro foi de R$ 60 000,00, temos que:
b) Falsa, pois em 9 anos o moinho valerá: f(9) = 860 - 60 · 9 = 60 000 = 40 · n - 96 000 ::::} 156 000 = 40 · n::::} n = 3 900
= 860 - 540 = 320, e R$ 320,00 não é múltiplo de 9. Ou seja, em 2009 foram produzidas e vendidas 3 900 camisas.
c) Falsa, pois em 7 anos o moinho valerá: f(7) = 860 - 60 · 7 = Para que, em 2010, o lucro seja de R$ 120 000,00, devemos ter:
= 860 - 420 = 440, e R$ 440,00 é um valor menor que 120 000 = 40 · n -96 000::::} 216 000 = 40 · n::::} n = 5 400
R$ 450,00. Ou seja, para dobrar o lucro em 2010, em relação ao lucro de 2009,
d) Falsa, pois em 10 anos o moinho valerá: f(10) = 860 - 60 · 10 = a quantidade de camisas produzidas e vendidas deverá ser 5 400.
= 860 - 600 = 260, e R$ 260,00 é um valor superior a Como 54 oo = 1,38, concluímos que a quantidade produzida
R$ 200,00. 3900
e) Verdadeira, pois em 13 anos o moinho valerá f(13) = 860 - 60 · 13 = e vendida em 2010 deverá ser, aproximadamente, 38% maior que a
= 860 - 780 = 80 e, portanto, o moinho ainda terá valor de venda. de 2009. Logo, x = 38.
Resposta: alternativa e. Resposta: alternativa e.

Função afim •
Assunto Resumo
Função quadrática Uma função f: IR --+ IR chama-se quadrática quando existem números reais a, b e c,
com a #- O, tal que f(x) = ax2 + bx + c para todo x E IR.

f: IR --t IR
x --+ ax2 + bx + c
Zeros da
função quadrática -b ± ~b 2 - 4ac (fórmula que fornece as raízes da equação do 2Q grau
X=--~----
2a
ax2 + bx + c = O)

Observações:

1ª) O número i1 = b2 - 4ac é chamado discriminante da função quadrática


f(x) = ax2 + bx + c.

2ª) Quando i1 > O, a função f(x) = ax2 + bx + c tem dois zeros reais diferentes.
Quando i1 = O, a função f(x) = ax2 + bx + c tem um zero duplo.
Quando i1 < O, a função f(x) = ax2 + bx + c não tem zeros reais.

Relações entre
coeficientes e . . d
Ex1stin . , -b + .Jb 2 - 4ac e x"= __
-b - __._
.Jb 2 - 4ac
___ _
o zeros reais ta 1 que x = 2ª
raízes da equação 2a
obtemos:
quadrática b
ax2 + bx + c = O S = x' + x" =
a
(a #- O}
P = x' · x" = e
a

Gráfico da
y
função quadrática Y'-' eixo de simetria

1 Y'-'parábola
(O,c) :
/

\cx~O): X

o ~ (x': o)
: V (vért ice)

O gráfico da função quadrática é uma parábola.

Vértice
O vértice de uma parábola dada por f(x) = ax2 + bx + e, a #- O, é o ponto

v(-Ja .-!)·
b
X = --
v 2a
L1
yV = -4a
- = f(x V)

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Forma canônica
b ~
f(x)=a(x-x)2+Yv,emque xv=- 2 a e Yv =f(xv)=- 4 a ·

Forma fatorada
ax2 + bx + e = a(x - x')(x - x") = a(x2 - Sx + P)

Concavidade da
parábola a>O a<O
y y

o
V X

o
í\ X

Máximos e mínimos

Valor máximo: a < O Valor mínimo: a > O

y y

Yv

o
X
,.U
o x.
X

Número de zeros
e concavidade A< O A= O A>O

y y y

a>O

o
u X

o x' = x"
X

o
X

y y y
X x' =x" X

n
o o
X
a<O o

Função quadrática •
Exercícios
1 (UVA-RJ) Se a função f: ~ --+ A definida por 4 (Unip-SP) Seja A o conjunto solução da inequação
f(x) = x 2 - 4x + 6 é sobrejetora, então: x2 - 5x + 4 < O e N = {O, 1, 2, 3, ... } o conjunto dos núme-
a) A= {Y E [ij I Y ;a. 2}. ros naturais. Determine o conjunto A N. n
b) A={YE[ijly>2}. x2 - 5x + 4 < O
c) A={YE~ly:,;;;2}. à = 25 - 4(1)(4) = 9
d) A= {y E~ 1y < 2}. X = 5 ± 3 ~ X1 = 4 e X' = 1
2
f: ~ --+ A, sendo f(x) = x2 - 4x + 6
X

\, = _ _E_= - (-4) = 2 ~4
y
2a 2·1
y =-_!_=_(-8) =2 A = {X E ~ 1 1 < X< 4)
V 4a 4" 1 Resposta: {2, 3).
Como fé sobrejetora, então:
X CD = lm ~ A = lm ~
o 2 ~ A = {y E ~ 1 y ;a. 2)
Resposta: alternativa a.

2 (PUC-SP) Sendo f(x) = x2 - 3x + 8, calcule o conjunto 5 (Ufal) Determine o menor número inteiro tal que
solução da inequação f(x) > 2f(1). x2 - 4x - 5 < O.
x2 - 3x + 8 > 2(1 - 3 + 8) ~ x2 - 3x + 8 > 12 ~ à = 16 - 4(1)( - 5) = 36
~ x2 - 3x - 4 > O
x = 4 ± 6 ~ x' = 5 e x" = -1
à= 9 - 4(1)(-4) = 25 2
X= 3 ± 5 ~ X' = 4 e X' = - 1
X
2 •
-1 ~
+\ /+ X
' Resposta: O.
~ 4

Resposta: S = {x E~ 1 x < -1 ou x > 4).

3 (Faap-SP) Resolva a inequação 6 (UFT- TO) Seja a um número real e f: J- oo, oo[ --+ [a , oo[
(2x - 5)(x - 4) - 7 ;a. (x - 2)(x - 3). uma função definida porf(x) = m2x2 + 4mx + 1, com m ~ O.
O valor de a para que a função f seja sobrejetora é:
2x2 - 8x - 5x + 20 - 7 ;a. x2 - 3x - 2x + 6 ~ x2 - 8x + 7 ;a. O
a) -4. b) -3. c) 3. d) O. e) 2.
à = 64 - 4(1)(7) = 36
x = 8 ± 6 ~ x' = 7 e x" = 1 Para que a função f seja sobrejetora, devemos ter lm(f) = [a, 00 [.

2 Temos, para m -=/= O, que:

+\ 1~
/+7
X
'
_
• Y,-- 4a - -
t!.. _ (4m) 2 - 4 · m2 • 1 _
4m 2
12m 2 _
--~--3

• m2 >O
Resposta: S = {X E ~ 1x :,;;; 1 ou x ;a. 7). Assim, lm(f) = {YE~ 1y ;a. - 3} = [- 3, 00 [.
Portanto, a = -3.
Resposta: alternativa b.

• revisão&exercicios
7 (Ufam) Um goleiro chuta a bola cuja trajetória descreve a 9 (Uece) A idade de Paulo, em anos, é um número inteiro par
parábola y = -4x2 + 24x, onde x e y são medidas em metros. que satisfaz à desigualdade x2 - 32x + 252 < O. O número
que representa a idade de Paulo pertence ao conjunto:
y
a) {12, 13, 14}. c) {18, 19, 20}.
b) {15, 16, 17}. d) {21, 22, 23}.
,
,I ' Resolvendo a inequação x2 - 32x + 252 < O em IR, temos:
, ' \
\ a=1 > 0
I
\
I
I \ !.i = (-32) 2 - 4 · 1 · 252 = 1 024 -1 008 = 16
I \
\
32 +4
\
x2 - 32x + 252 =O::::} x = - ::::} x = 18 ou x = 14
I \
\
2
I
\ X Dispositivo prático:

+\14~
/+ X

Nestas condições a altura máxima, em metros, atingida
pela bola é: Portanto, em IR, o conjunto solução da inequação é
a) 36. b) 34. c) 30. d) 28. e) 24. S = { XE IR l 14 <X< 18} .
A altura máxima atingida pela bola ocorre no vértice da parábola, Assim, o número procurado é 16 e, consequentemente, pertence ao
e seu valor é dado por: conjunto {15, 16, 17).
Resposta: alternativa b.
_ t.i _ 24 2 - 4 · (- 4)·0 - 576 = 36
yV - - - 4-a - - - - 4-. -( -~4-) ~ -
-16
Assim, a altura máxima procurada é 36 m.
Resposta: alternativa a.

8 (UFG-GO) A temperatura (medida em graus Celsius) 10 (UEMS)


na cidade de Gramado, no período de 24 horas, satisfaz y

à seguinte função quadrática: f(t) = - - 1 - t2 + ...±_t + 6,


30 5
em que t é o tempo (medido em horas) a partir de t = O.
Considerando o exposto, calcule:
a) a temperatura atingida às três horas da manhã;
b) a hora na qual a temperatura atinge o valor máximo;
c) o valor máximo da temperatura.

a} f(3) = - -1- · 3 2 + ....!.. 3 + 6 = - -3- + ____g_ + 6 = X


30 5 10 5 -4 - 3 - 2 - 1 2 3
- 3 + 24 + 60 = ~= 81
10 10 ' As informações apresentadas no gráfico estão expressas
em linguagem matemática por:
Resposta: 8,1 ºC.
a) f(x) é crescente.
b} A temperatura atingirá valor máximo no tempo t,, correspondente à b) Se x E [O, 2], então 1 ,s;:; f(x) ,s;:; 7.
abscissa do vértice da parábola correspondente, isto é: c) f(x) < O.
b -4 -4 30 d) f(x) é decrescente.
tv= - 2a ::::}tv = 5 = - 5- · -2 =12
e) f(x) é uma função de primeiro grau.
~ Pelo gráfico, temos:
• se x = O, então y = 1.
Resposta: 12 horas. • se x = 2, então y = 7.
1 2 4 Portanto, se x E [O, 2], então y = f(x) E [1, 7] .
c) f(tv) = f(12)=-3()· 12 + 5 ·12+6=
Assim, se x E [O, 2], então 1 ,s;:; f(x) ,s;:; 7.
Resposta: alternativa b.
= - ~ + ~ + 6 = -48+96+60 = 108 =108
10 5 10 10 '
Resposta: 10,8 º C.

Função quadrática •
11 (UEPG-PR) Em relação à função real de variável real 13 (UFSM-RS) Durante um passeio noturno de barco, di-
definida por f(x) = kx2 - 2kx + k - 1, assinale o que for versão preferida de um grupo de jovens, surgiu uma situa-
correto. ção de perigo, em que houve necessidade de disparar um
a) Se k < O, a função não tem raízes reais. sinalizador para avisar o restante do grupo que ficara no
b) Para qualquer valor real de k a função é quadrática. acampamento. A função que descreve o movimento do si-
nal luminoso é dada por h(t) = 30t - 3t2 , onde h é a altura
c) Se k > O, a parábola representativa da função tem con-
do sinal em metros e t, o tempo decorrido em segundos ,
cavidade voltada para baixo.
desde o disparo até o momento em que o sinalizador cai
d) Se k = -1, a função tem ponto de mínimo.
na água. Assim, a altura máxima atingida pelo sinalizador e
e) Se k = 2, a função tem valor máximo em x = -1. o tempo decorrido até cair na água são, respectivamente:
Temos que: a) 75 me 10 s. d) 74 me 5 s.
~ =(-2k) 2 -4. k ·(k -1) = 4k 2 -4k 2 + 4k =4k b) 75 m e 5 s. e) 70 m e 5 s.
c) 74 me 10 s.
Assim, para k < O, obtemos~ < O.
Portanto, para k < O, a função não tem raízes reais. Obtemos a altura máxima atingida pelo sinalizador determinando a
Logo, a alternativa a é a correta. ordenada do vértice da parábola correspondente à função dada.
A alternativa b não é correta, pois para k = O a função não é O vértice da parábola é dado por V(t,, h(t,)); então:
quadrática. -b -30
A alternativa e não é correta, pois se k > O a concavidade da t, = 2a => t , = 2 . (-3) = 5
parábola representativa da função é voltada para cima.
h(tJ = h(5) = 30 · 5 - 3 · 5 2 = 150 - 75 = 75
A alternativa d não é correta, pois se k = -1 a função não tem
ponto de mínimo. Portanto, a altura máxima atingida é 75 m.
A alternativa e não é correta, pois se k = 2 a função não tem valor Para determinarmos o tempo até o sina lizador cair na água, devemos
máximo. fazer:
Resposta: alternativa a. 30t - 3t2 =O=> 3t · (10- t) =O=> t = Oou t = 10
Logo, em 10 segundos o sinalizador cai na água.
Resposta: alternativa a.

12 (Furg-RS) Um número muito grande de pessoas pro- 14 (Ufpel-RS) Uma parábola passa pelos pontos A(O , 5),
curou, no fim de semana, o Hospital Universitário "Dr. Mi- 8(2, - 3) e C(3, - 4). A soma das coordenadas do vértice é:
guel Riet Corrêa Júnior", da Furg, em busca de informações a) 2. b) -2. c) 1. d) -1.
e atendimento relativo à gripe A (H1N1). A direção do HU
solicita primeiramente atendimento nos postos de saúde. Seja f(x) = ax2 + bx + c a lei da função quadrática correspondente
Assim, somente as pessoas realmente doentes serão en- à parábola.
caminhadas pelos médicos dos postos ao hospital. (Jornal Assim:
Agora, 21 jul. 2009, p. 5.) •f(O) = 5 => a· 02 + b·O + c = 5 => c = 5
Um vírus se espalha em uma cidade com determinada rapi- •f(2) = - 3 => a·2 2 + b·2 + c = - 3 => 4a + 2b + 5 = - 3 =>
dez. Em geral, essa rapidez é diretamente proporcional ao => 4a + 2b = - 8
número de pessoas infectadas e, também, ao número de
• f(3) = - 4 => a· 3 2 + b · 3 + c = - 4 => 9a + 3b + 5 = - 4 =>
pessoas não infectadas. Sendo R a rapidez de propagação
desse vírus e x o número de pessoas infectadas, tem-se =>9a+ 3b= -9
R(x) = 2x(250 000 - x). A máxima rapidez de propagação .
Resolvendo o sistema {4a+2b = -8 , temos:
do vírus ocorrerá quando o número de pessoas infectadas 9a + 3b = - 9
for igual a: 12a + 6b = - 24
a) 312 000. c) 62 500. e) 125 000. {
-18a-6b = 18
b) 31250. d) 250 000.
- 6a =- 6 => a = 1
Temos que R(x) = - 2x2 + 500 OOOx. 4a + 2b = - 8=>4·1 + 2b = - 8=>2 b = - 12=>b = - 6
A máxima rapidez de propagação do vírus ocorrerá quando o número
de pessoas infectadas for igual ao valor da abscissa do vértice da Portanto, f (x) = 1 · x2 - 6x + 5.
parábola correspondente. As coordenadas do vértice da parábola são dadas por:
Assim, o valor procurado é dado por: X = -b = -(-6) =3
V 2a 2
b -500000
X = - - => X = - ~ ~- = 125000
V 2a V 2 •(- 2) Yv = f(x,) = f(3) = 1·3 2 - 6 · 3 + 5 = - 4
Resposta: alternativa e. Logo, a soma procurada é 3 + (-4) = -1.
Resposta: alternativa d.

• revisão&exercicios
15 (UFBA) Uma empresa observou que a quantidade Q, 17 (UFPA) O faturamento de uma empresa na venda de cer-
em toneladas, de carne que ela exporta em uma semana é to produto pode ser modelado por uma função quadrática
dada por Q(x) = ax2 + bx + c, sendo a, b e e constantes, ex do tipo F(p) = a · p2 + b · p + c, sendo p preço de venda
o preço do produto, em reais, por quilograma, praticado na praticado. A figura abaixo apresenta os faturamentos obti-
referida semana, sendo 3 ~ x ~ 8. Sabe-se que, para o pre- dos em função do preço e o gráfico da função quadrática
ço de R$ 3,00, a quantidade é de 7 ,5 toneladas, que para que se aproxima desse faturamento.
R$ 4,00, a quantidade é máxima e que, para R$ 8,00, a
F(p)
quantidade é zero.
Com base nessas informações, pode-se afirmar: ;
.....
... - .... ....,
01) A quantidade Q(x) diminui à medida que o preço x aumenta. I
I '
• \
I \
02) Para o preço de R$ 5,00, a quantidade é de 7 ,5 toneladas. I
I •

04) A constante _E_ é igual a -8. I


I

a I
\
\
08) Existe um único preço x, 3 ~ x ~ 8, tal que Q(x) = 3,5. I 1
1
16) Para cada preço x, 3 ~ x ~ 8, tem-se Q(x) = -x2 + 8x. I
I
1
I \
Pelas informações dadas, Q(x) \

podemos esboçar o gráfico eixo de


p
ao lado. Analisando as máx simetria
7,5 ..............•..
afirmações, temos: Sobre os coeficientes da função quadrática, é correto afir-
01} Falsa, pois para 3 ~ x ~ 4, mar que:
à medida que x aumenta, Q(x}
/./·111 a) a > O, b < O, c > O. d) a < O, b < O, c = O.
aumenta também. 35 b) a < O, b > O, c < O. e) a < O, b > O, c = O.
02} Verdadeira, pela simetria. • / 111 c) a > O, b < O, c > O.
04} Verdadeira, pois a abscissa X

do vértice da parábola o 3 4 5 8 Pelo gráfico, temos que:


correspondente é dada por: • a < O, pois a concavidade da parábola está voltada para baixo.
- b -b b • b > O, pois a parábola intercepta o eixo y no ramo crescente.
X=- = 4 =} - - = 8 => - = -8 • c = O, pois a parábola intercepta o eixo y em (0, 0).
v 2a a a
08} Verdadeira, pois existe um único preço x, 3 ~ x ~ 8, tal que Q(x} = 3,5. Resposta: alternativa e.
16} Falsa, pois para x = 3, usando a lei Q(x} = -x2 + 8, temos
Q(3} = -32 + 8 · 3 = 15 7,5. *
16 (lbmec-RJ) A soma dos quadrados dos núme- 18 (UFBA) Sabendo que os gráficos das funções quadrá-
ros naturais que pertencem ao conjunto solução de ticas f(x) = x2 - 4x + 3 e g(x) = - x2 - bx + c se intersec-
(3 - x) · {x 2 - 1) tam em um ponto do eixo x e em um ponto do eixo y,
- - - - - - - ;e, O é igual a:
x+2 determine o valor de b4 c.
a) 13. b) 14. c) 15. d) 19. e) 20. Como os gráficos de f e g se intersectam em um ponto do eixo y, ou
seja, num ponto de abscissa x = O, temos que f(O) = g(O).
(3 - x)·(x 2 - 1)
Resolvendo - - - ~ - ~ ;e, O em IR, temos: Mas: f(O) = 02 - 4 · O + 3 = 3. Assim, esse ponto é dado por
x+2 (0, 3); e, consequentemente:
• f(X} = 3 - X
X g(O) = 3 => -0 2 - b ·O+ c = 3 => c = 3
a= - 1< O + ""- •
3~ - Como os gráficos de f e g se intersectam em um ponto do eixo x, ou
raiz: x = 3
seja, num ponto de ordenada y = O, temos:
• g(x) = x 2 - 1
a= l > O
+\
-1~1
/ + ..
X
f(x) = O=> x2 - 4x + 3 = O
raízes: x = - 1 ex = 1 ~ = 16 - 4·1·3 = 4
• h(X) = X+ 2
/ +
4±2

-r, X = - - =} X= 3 OU X = 1
X
a= l > O • 2
raiz: x = - 2
Considerando o ponto (3, 0), obtemos:
Quadro de resolução: g(3) = O=> - 3 2 - b · 3 + 3 = O=> - 6 = 3b => - 2 = b
-2 - 1 3
f (x) + + + + Considerando o ponto (1, O), obtemos:
g(x) ' g(l) =o=} -1 2 - b · 1 + 3 =o=} 2 = b
+ ' + '' + +
- ' '' Em qualquer uma das possibilidades, concluímos que:
h(x) ' + + + +
' b4 • c = 16 · 3 = 48
f(x) · g(x) - ' + '' + Resposta: 48.
hM ~ ~ 3
Assim, o conjunto solução é dado por
S ={x EIR. l-2 < x ~ -1ou 1:,;;; x:,;;; 3}.
Os números naturais pertencentes ao conjunto S são 1, 2 e 3. Logo, a
soma pedida é: 12 + 22 + 32 = 14.
Resposta: alternativa b.

Função quadrática •
19 (Enem) Um posto de combustível vende 10 000 litros 22 (PUCC-SP) Um projétil de origem 0(0, O), segundo um
de álcool por dia a R$ 1,50 cada litro. Seu proprietário per- referencial dado, percorre uma trajetória parabólica que
cebeu que, para cada centavo de desconto que concedia atinge sua altura máxima no ponto (2 , 4). Escreva a equa-
por litro, eram vendidos 100 litros a mais por dia. Por exem- ção dessa trajetória.
plo, no dia em que o preço do álcool foi R$ 1,48, foram
vendidos 10 200 litros. Considerando x o valor, em centa-
hmáx = (2, 4} y

vos, do desconto dado no preço de cada litro, e V o valor,


h0 =O
\=2 4
em R$, arrecadado por dia com a venda do álcool, então a
Yv = 4
expressão que relaciona V e x é:
h(x) = ax2 + bx + c
a) V= 10 000 + 50x - x2 • d) V= 15 000 + 50x - x2 • h(O) =O::::} c = O
b) V = 10 000 + 50x + x2 • e) V = 15 000 - 50x + x2 • b b
c) V= 15 000 - 50x - x2 • "v = -2a::::} -2a = 2::::}

A partir do enunciado, temos: = -4a


::::} b CD (Q, O) 2
X

h(2) = 4
V= (1,50 - 1~0 } (10 000 + 100 · x) =
4 = 22a + 2b + O::::} 4 = 4a + 2b ::::} 2a + b = 2 CD
= 15 000 - 100x + 150x - x2 = 15 000 + 50x - x2 Substituindo CD em CD, vem:
Portanto, a expressão procurada é V = 15 000 + 50x - x 2• 2a - 4a = 2::::} -2a = 2::::} a= -1
Resposta: alternativa d. b = -4a = -4( -1) = 4
Resposta: h(x) = - x2 + 4x.

20 (UEG-GO) A equação da reta que representa o eixo do 23 (FEI-SP) Ache os valores reais de p para os quais a
gráfico da função quadrática dada por f(x) = x2 + 6x + 12 é: funçãof(x) = (P -1)x 2 + (2p - 2)x + p + 1 é positiva , qual-
a) x = -3. c) y = -3. quer que seja x.
b) X = 6. d) y = 6.
a = p - 1 > 0 ::::} p > 1 CD
Temos que a abscissa do vértice da parábola correspondente ao
íl = (2p - 2'f - 4(p - 1)(p + 1) = 4p2 - 8p + 4 - 4(p2 - 1) =
gráfico da função é dada por:
XV =
b -6
- 2a::::} XV = 2T::::} XV = - 3
= W - 8p + 4 - W + 4 = - 8p + 8 < O::::} - 8p < - 8 ::::}

Assim, a equação da reta que representa o eixo de simetria é


::::} p > 1 CD
X = - 3. Resposta: {p E IR Ip> 1).
Resposta: alternativa a.

21 (UFC- CE) Sejam [O, 2] e [a, b] intervalos fecha- 24 (PUG-RS) Se x e y são números reais tais que x - y = 2,
dos de números reais, f: [O, 2] ~ IR e g: IR ~ [a, b] então o valor mínimo de z = x2 + y2 é:
funções definidas por f(x) = x2 + 1 e g(x) = x + 1. Se a a) - 1. b) O. c) 1. d) 2. e) 4.
função composta g O f é sobrejetiva, calcule a soma dos
extremos [a, b].
{
X- y= 2 {y = X - 2
f: [O, 2] ~ IR , sendo f(x) = x2 + 1 z = x2 + Y2 =} z = x2 + Y2
g: IR ~ [a, b], sendo g(x) = x + 1 Então:
g O f(x) = g[f(x)] = g[x2 + 1] = x2 + 1 + 1 = x2 + 2 z = x2 + (x - 2)2 ::::} z = x2 + x2 - 4x + 4 ::::} z = 2x2 - 4x + 4
Como g O fé sobrejetiva, temos: O valor mínimo dez é z,:
a = g O f(O) = 02 + 2 = 2
z = - ~ = _ (- 16) = ~ = 2
b = g o f(2) = 22 + 2 = 6 V 4a 4 •2 8
Logo: Resposta: alternativa d.
a+b=2+6=8
Resposta: 8.

• revisão&exercicios
25 (FGV-SP) Determine os valores reais de x para os quais 27 (lnsper-SP) Uma função do 2Q grau fé tal que, para todo
(x2 - 8x + 12)(x2 - 5x) < O. x E IR, tem-se f(x) = f(1- x). Assim, o gráfico de fé uma
parábola cujo vértice é um ponto de abscissa:
(D f(x) = x2 - 8x + 12 ::::} raízes: x' = 2 e x" = 6
a) _!_ c) 1. e) 4.

+\ , _/ + X
- - - - - < 2 ~ 6 , __ _ _.,.,
b) _!_ d) 2 .
2 .

® g(x) = x 2 - 5x ::::} raízes: x' = O e x' = 5 Como f(x) = f(1 - x), para todo x E IR, temos que os pontos da
parábola de abscissas x e 1 - x são simétricos em relação ao eixo
+\
---~/+ X
• de simetria dessa parábola.
Assim, a abscissa x, do vértice é dada por:

Quadro de resolução: X = X+ (1- X) = _!_


V 2 2
o 2 5 6
Resposta: alternativa b.
f(x) + + +

g(x) + + +

f(x) • g(x) + + +
o 2 6
Resposta: S = {x E IR I O < x < 2 ou 5 < x < 6).

2-
26 (EEM-SP) Resolva a inequação (x + 4) < - - - em IR. 28 (UFRJ) Cíntia, Paulo e Paula leram a seguinte informa-
x+1 ção numa revista:
X + 4 + _ 2_ < O::::} (X + 4}(X + 1} + 2 < O::::} "Conhece-se, há mais de um século, uma fórmula para ex-
x+ 1 x+ 1 pressar o peso ideal do corpo humano adulto em função
::::} x + x + 4x + 4 + 2
2
< 0 ::::} x2 + 5x + 6 < 0 a -150 _
da altura: P = (a -100) - k , onde P e o peso , em
x+1 x+1
quilos, a é a altura, em centímetros, k = 4 , para homens, e
(Dt(x} = x2 + 5x + 6 ::::} raízes: x' = -2 ex' = -3 k = 2 , para mulheres."
a) Cíntia, que pesa 54 quilos, fez rapidamente as contas com
+ \ , _/ +
- - - -= ---<3~ ,_2___.,.,X k = 2 e constatou que, segundo a fórmula , estava 3 quilos
abaixo do seu peso ideal. Calcule a altura de Cíntia.

® g(x} = x + 1::::} raiz: x = -1 b) Paulo e Paula têm a mesma altura e ficaram felizes em
saber que estavam ambos exatamente com seu peso
- ~ X ideal, segundo a informação da revista. Sabendo que
• Paulo pesa 2 quilos a mais do que Paula , determine o
peso de cada um deles.
Quadro de resolução:
a} O peso ideal de Cíntia é 57 kg. Então, fazendo P = 57 e k = 2
-3 -2 -1
na fórmula, temos:
a - 150
f(x) + + + 57 = (a - 100} - 2 ::::} 114 = 2a - 200 - a + 150 ::::}
::::} a = 164 cm ou 1,64 m
g (x) +
Resposta: 1,64 m.
a - 150
f(x) b} PPau10 = PPau1a + 2::::} (a - 100) - 4
+ +
g(x)

-3 -2 -1
= (a - 100) - ª - 2150 + 2::::} a = 158
Portanto:
Resposta: S = {x E IR I x< -3 ou -2 < x < -1). º
PPaulo = (158 - 100} - 158 -4 15 = 58 - 2 = 56 kg

PPaula = PPaulo - 2 = 56 - 2 = 54 kg
Resposta: Paulo: 56 kg; Paula: 54 kg.

Função quadrática •
29 (UEL-PR) Um terreno retangular tem 84 m de perímetro. O gráfico que descreve a área y do terreno com função de um
lado x é:
a) c) y
e)
40 y
400 400
30 300
300
20 200
200
10 100
100
X
X X
o 20 40 60 80
10 20 30 40 10 20 30 40

b) d)
0 Y 10 20 30 40 X y
40
-100 30

-200 20

- 300

.______I·
10
X
-400
o 10 20 30 40

Perímetro = 84 ~ 2x + 2y = 84 ~ x + y = 42 ~ y = 42 - x
A,etãni,,la =X· Y ~ A,etãni,,lo =X · (42 - X)~
~ A,.tãni,,1a = -x2 + 42x ~ y = -x2 + 42x
Essa função do 2~ grau tem como gráfico uma parábola com a
concavidade voltada para baixo (a = -1) e de raízes O e 42.
Resposta: alternativa a.

30 (UFPR) O lucro diário L é a receita gerada R menos o custo de produção C. Suponha que, em certa fábrica , a receita
gerada e o custo de produção sejam dados, em reais, pelas funções R(x) = 60x - x2 e C(x) = 10(x + 40), sendo x o número
de itens produzidos no dia. Sabendo que a fábrica tem capacidade de produzir até 50 itens por dia, considere as seguintes
afirmativas:
1) O número mínimo de itens x que devem ser produzidos por dia, para que a fábrica não tenha prejuízo , é 10.
li) A função lucro L(x) é crescente no intervalo [O, 25].
Ili) Para que a fábrica tenha maior lucro possível , deve produzir 30 itens por dia.
IV) Se a fábrica produzir 50 itens num único dia, terá prejuízo.
Assinale a alternativa correta.
a) Somente as afirmativas li e IV são verdadeiras.
b) Somente as afirmativas 1, Ili e IV são verdadeiras.
c) Somente as afirmativas 1, li e IV são verdadeiras. L(x)
V(25,225)
d) Somente as afirmativas I e li são verdadeiras. 225
e) Somente as afirmativas li e Ili são verdadeiras.

Pelo enunciado, temos que L(x} = R(x} - C(x};


R(x} = 60x - x2 e C(x} = 10(x + 40). Então:
L(x} = R(x} - C(x) ~ L(x} = 60x - x2 - 10(x + 40} ~
~ L(x} = 60x - x2 - 10x - 400 ~ L(x} = -x2 + 50x - 400 X

Fazendo o gráfico dessa função, temos:


• zeros da função:
-x2 + 50x - 400 = O~ x' = 40 ex" = 10 Analisando as afirmativas através da observação do gráfico, temos:
• vértice da parábola: 1) Verdadeira.
b 50 li) Verdadeira.
\ = - 2a = - 2(- 1) = 25 Ili) Falsa: deve produzir 25 itens por dia.
IV} Verdadeira.
à 900
Yv=- 4a = Resposta: alternativa e.
4 ·(-l} =225

• revisão&exercicios
31 (FGV-SP) Sejam f e g funções quadráticas, com f(x) = ax2 + bx + c. Sabe-se que o gráfico de g é simétrico ao de f em
relação ao eixo y, como mostra a figura:

Os pontos P e Q localizam-se nos maiores zeros das funções f e g, e o ponto R é o interceptor de f e g com o eixo y.
Portanto, a área do triângulo PQR, em função dos parâmetros a, b e e da função f, é:
(a - b)c b) (a+ b)c ) _ abc d) - ~ c2
ª) 2 · 2 c 2 · 2a ·
e)--.
2a
Sendo f(x) = ax2 + bx + c (a =f:. 0), temos: Então:
y R

p
L x1 +x"
Q

X b
_ (x ' + x") • c _ - - · c _ b·e
A
l>PRQ
-~-------ª-
2 2
- - -2a-
Resposta: alternativa d.

32 (Unifesp) A porcentagem p de bactérias em uma certa 33 (Ufscar-SP) A figura representa, em sistemas coordena-
cultura sempre decresce em função do número t de segun- dos com a mesma escala, os gráficos das funções reais f e
dos em que ela fica exposta à radiação ultravioleta, segun- g, com f(x) = x2 e g(x) = x.
do a relação p(t) = 100 - 15t + 0,5t2 •
f(x) g(x)
a) Considerando que p deve ser uma função decrescente
variando de O a 100, determine a variação correspon- g(x) = X
dente do tempo t (domínio da função).
b) A cultura não é segura para ser usada se tiver mais de
28% de bactérias. Obtenha o tempo mínimo de exposi-
ção que resulta em uma cultura segura.
--- .' --------------------
k2
X
a) p(t) = 100 - 15t + 0,5t2, sendo O ,s; p(t) ,s; 100
o k 2k o k2 4k2
Os zeros dessa função são:
0,5t2 - 15t + 100 = o =} t2 - 30t + 200 = o =}
=} t' = 20 e t'' = 10 Sabendo que a região poligonal T demarca um trapézio de
.. p(t)
' área igual a 120, o número real k é:
Fazendo um esboço do 100'
gráfico, temos: a) 0,5. b) 1. c) .J2. d) 1,5. e) 2.
,
,, A1rape·oo = (B + b) . h =} 120 = (B + b) . h =} (B + b) · h = 240
,, t(s) 2 2
O 10 ', , ' 20 De acordo com o gráfico de g(x), temos:
B = f(2k) = (2k)2 = 4k2
Logo, se O ,s; p(t) ,s; 100, então O ,s; t ,s; 10. b = f(k) = k2
Resposta: D = {t E IR I O ,s; t ,s; 10). h = 4k2 - k2 = 3k2
b) 100 - 15t + 0,5t2 ,s; 28 =} 0,5t2 - 15t + 72 ,s; O=}
Portanto:
=} t 2 - 30t + 144 ,s; o
(B + b)h = 240 =} (4k2 + k2 ) • 3k2 = 240 =} k = ±2
+\ /+ t
- - - - - - - - - - - - - - - - - - · 6 ,s;; t ,;;;; 24
Como k é positivo, então k = 2.
Resposta: alternativa e.
6~ 4

Resposta: 6 s.

Função quadrática •
34 (Enem) Nos processos industriais, como na indústria de Temos, para O ,,:;; t < 100, que 20 ,,:;; T(t) < 160.
cerâmica, é necessário o uso de fornos capazes de produzir Assim, como a peça é colocada no forno quando a temperatura dele
elevadas temperaturas e, em muitas situações, o tempo de
for 48ºC, o tempo decorrido desde que o forno foi ligado até nesse
elevação dessa temperatura deve ser controlado, para garan-
tir a qualidade do produto final e a economia no processo. Em instante é dado por:
uma indústria de cerâmica, o forno é programado para elevar 7
a temperatura ao longo do tempo de acordo com a função 48 = 5 t + 20 ~ 240 = 7t + 100 ~ 140 = 7t ~ t = 20

T(t) = j+
2
125 t
t + 20, para O ,,:;; t

2 - -
16
< 100

5 - t + 320, para t;;;. 100


Ou seja, 20 minutos.
Como a peça deve ser retirada quando o fo rn o estiver a 200 º C,
temos que esse instante é dado por:

em que T é o valor da temperatura atingida pelo forno em 1~5 t2 - 1: t + 320 = 200 ~ 21 2 - 4001 + 40 000 = 25 000 ~
graus Celsius, e t é o tempo, em minutos, decorrido desde
o instante em que o forno é ligado. ~ 2t 2 -400t + 15 000 =O~ 12 - 200t + 7 500 =O~
Uma peça deve ser colocada nesse forno quando a tempe- => t = 150 ou t = 50 (não serve)
ratura for 48 ºC e retirada quando a temperatura for 200 ºC.
Logo, o forno atingirá 200ºC no instante t = 150 minutos.
O tempo de permanência dessa peça no forno é, em minu-
Como 150 - 20 = 130, concluímos que o tempo de permanência
tos, igual a:
dessa peça no forno é de 130 minutos.
a) 100. b) 108. c) 128. d) 130. e) 150. Resposta: alternativa d.

35 (Vunesp) O gráfico representa uma função f que descre- a) O segmento de reta que representa a parte negativa do gráfico
ve, aproximadamente, o movimento (em função do tempo anterior ao salto do golfinho pertence à reta f(t) = at + b, que
t em segundos) por um certo período, de um golfinho que passa pelos pontos (0, -4) e (1, -2). Logo:
salta e retorna à água , tendo o eixo das abscissas coinci-
dente com a superfície da água. {
f(1) = - 2
f(O) = -4

=>
+b= - 2
b = -4
=> a=2

Altura (metros) Portanto, f(t} = 2t - 4.


O golfinho saiu da água no instante em que f(t) = O. Então:
0 = 2t - 4 => t = 2s
Resposta: 2 s.

Tempo (seg undos) 3 2


b)f(t) = -4t + 6t - 9
o
Fazendo f(t) = O, obtemos os zeros da fu nção:

-2 _ i t 2 + 6t - 9 = o =} - 312 + 241 - 36 = o =}
4
=> t2 - 8t + 12 = O=> t ' = 6 se t" = 2 s
Portanto, o golfinho ficou fora da água du rante 4 s.
-4 A altura máxima atingida é o valor de Yv na função
f(t) = -¾ t2 + 6t - 9. Assim:

a) Sabendo que a parte negativa do gráfico de fé constituí- y = -~= - 9 = 3m


da por segmentos de reta, determine a expressão mate- V 4a 4·(-¾)
mática de f nos instantes anteriores à saída do golfinho
Resposta: 4 s; 3 m.
da água. Em que instante o golfinho saiu da água?
b) A parte positiva do gráfico de fé formada por parte de
3
uma parábola, dada por f(t) = - 4 t 2 + 6t - 9. Deter-
mine quantos segundos o golfinho ficou fora da água e a
altura máxima, em metros, atingida no salto.

• revisão&exercicios
36 (UnB-DF) Os bancos A e B oferecem, cada um, duas opções 1) Verdadeiro.
de investimentos: X e V. Designado por D uma quantia a ser in- Existe p E ]O, 1] tal que:
vestida, então pD e qD - em que O ,,:;; p, q ,,:;; 1 e p + q = 1 - re- fA(p) = faCp)::::} 0,3p2 - 0,6p + 0,4 = 0,5p2 - 0,5p + 0,25::::}
presentam as quantias a serem investidas nas opções X e V, 2 - = -0,1 0,4
± .Jo,1"3
respectivamente. Tendo em vista o risco de perdas resultantes ::::}0,2p + 0,1p- 0,15- 0::::} P
de incertezas do mercado financeiro, um analista de investi- - O 1 + .Jo,1"3
mentos propôs, para cada banco, uma função f(x), definida por Como p E ]O, 11, então p = ' ~4 ' .
O< x ,,:;; 1, tal que f(p) mede o risco de investir a quantia pD na opção
2) Falso.
X e f(q) mede o risco de se investir a quantia qD na opção V. Nessa
Vamos tomar como exemplo p = 1.
situação, o risco total do investimento, i.e., o risco de se investir a
fP) = 0,3 · 12 - 0,6 · 1 + 0,4::::} fP) = 0,1
quantia D, é calculado pela soma f(p) + f(q). Segundo o analista,
fs<l) = 0,5 · 12 - 0,5 · 1 + 0,25::::} f8(1) = 0,25
quanto menor for o valor de f(p) + f(q), menor será o risco.
Portanto, fP) < fs<l),
O quadro abaixo apresenta as funções de risco f(x) para cada banco.
3) Verdadeiro.
Banco f(x) O risco total é:
f(p) + f(q) = f(p) + f(1 - p) =
A 0,3x' - 0,6x + 0,40 = 0,3p2 - 0,6p + 0,40 + 0,3(1 - p)2 - 0,6(1 - p) + 0,40 =
= 0,6p2 - 0,6p + 0,5
B 0,Sx2 - 0,Sx + 0,25

4) Verdadeiro.
De acordo com as informações acima, julgue os itens que se seguem. Seja R8(p) o risco tota l em B. Então:
1) Para os bancos A e B, existe um valor p para o qual os riscos de R8(P) = f(p) + f(1 - p) =
se investir a quantia pD na opção X de cada banco são iguais. = 0,5p2 - 0,5p + 0,25 + 0,5(1 - p)2 - 0,5(1 - p) + 0,25::::}
2) Os investimentos na opção X realizados no banco A estão sujei- ::::} R8(P) = P2 - p + 0,5
tos a maiores riscos que aqueles realizados na mesma opção no O ponto Pv do vértice da pa rábola R8(p) é:
banco B.
p = -(-1) =l
3) No banco A, o risco total de um investimento em que se aplica pD V 2 • (1) 2
na opção X e (1 - p)D na opção V igual a 0,6p2 - 0,6p + 0,5. 1 1
4) No banco B, para que determinada quantia sofra o menor risco
Logo, p = 2 eq = 2.
total possível, metade deve ser investida na opção X e a outra
metade, na opção V.

37 (Fuvest-SP) Seja f(x)= ax2 + (1 - a)x + 1, onde a é um 38 (FGV-SP) O gráfico de uma função quadrática f(x) tem
número real diferente de zero. Determine os valores de a as seguintes características:
para os quais as raízes da equação f(x) = O são reais e o • O vértice é o ponto (4, -1).
número x = 3 pertence ao intervalo fechado compreendido • Intercepta o eixo das abscissas no ponto (5 , O).
entre as raízes. O ponto de intersecção do gráfico com o eixo das ordenadas é:
Se f(x) = ax2 + (1 - a}x + 1, então f(3} = 6a + 4. a) (O, 14). d) (O , 17).
Logo, temos duas soluções possíveis: b) (O, 15). e) (O , 18).
1ª) y c) (O, 16).

x
l a> O
6a + 4 ~O=> a ~ -¾ (impossível)
Como o gráfico intercepta o eixo das abscissas no ponto (5, 0)
temos que 5 é uma das raízes da função; e como a abscissa do
vértice é x, =4, podemos concluir, utilizando o eixo de simetria,
que a outra raiz da função é 3. Usando a forma fato rada, temos
que f (x) = a· (x - 3) · (x - 5) e, como f (4) = - 1, obtemos:
- 1 = a·(4 - 3)·(4 - 5) ::::} - 1 = a·l·(- 1)::::} a = 1
2ª) y Assim, f (x) = 1 · (x - 3) · (x - 5) e, portanto:
f (O) = 1 · (O - 3) · (O - 5) = 15.
Logo, o ponto procurado é dado por (O, 15).
Resposta: alternativa b.

2
Resposta: - 3 ,,:;; a ,,:;; O(a E ~}.

Função quadrática •
Assunto Resumo
Módulo de um O módulo ou valor absoluto de um número real r, que representamos por lrl,
número real é igual a r se r ;;a O e igual a -r se r < O.
1ri = r, se r ;;a O
e
lrl = -r, ser< O
Observação: Para todo x E IR, temos Jx2 = 1x1.
Propriedades 1ª) Para todo r E IR, temos lrl = 1-r\.

2ª) Para todo x E R temos lx2 1 = \x2 1 = x2 .

Função modular Denomina-se função modular a função f, de IR em R tal que f(x) = \xi,
ou seja :
x, para x ;;a O
f(x) = {
-x, para x < O

Gráfico da
y
função modular
"' 1"-
1/
1/
I/
1"- - e- e- -2 ~- --
['. 1/j D(f) = IR
!
I" . , .IL
! ['. ,_v.,_~ I 1
lm(f) = IR+
1- " V ' i X

- 12 - 1 o 2

Exercícios
1 (Cesesp- PE) A e B são subconjuntos definidos por 2 (FGV- SP) A soma dos valores inteiros de x que satisfa-
A= {x E~ 1 lx -1.j > 4} e B = {x E~ 1 lx + 21 < 3}. Deter- zem simultaneamente as desigualdades
mine AnB. lx - 51 < 3 e lx - 41 ? 1 é:
•A = {x E ~I lx - 11 > 4} a) 25. b) 13. e) 16. d) 18. e) 21.
X - 1 > 4 OU X - 1 < -4 =} X > 5 OU X < -3 CD lx - 51 < 3 =} - 3 < x - 5 < 3 =}
• B = {X E ~ 1 1X + 21 < 3} =} -3 + 5 < X - 5 + 5 < 3 + 5 =} 2 < X < 8
- 3 < X + 2 < 3 =} - 5 < X< 1
2 8
Quadro de resolução:
A 5
® 1X - 41 ? 1 =} X - 4 ? 1 OU X - 4 ,;::; -1 =} X ? 5 OU X,;::; 3
3

AnB
B

-
-5i
----0,- -0----- - - - ----..
Fazendo a intersecção de CD e@, temos:
-5 -3 1
2 8,
Resposta: {x E ~ l - 5 < x < - 3). '
''
3 5

1n 11
2 3 5 8

Como x E 'li.., então S = {3, 5, 6, 7).


A soma dos valores de Sé: 3 + 5 + 6 + 7 = 21 .
Resposta: alternativa e.
• revisão&exercicios
3 (PUC-MG) O gráfico da função f(x) = lxl + 2 é constituído por: 6 (UFSC) Em cada item a seguir, f(x) e g(x) representam leis
a) duas semirretas de mesma origem. de formação de funções reais f e g, respectivamente. O do-
b) duas retas concorrentes. mínio de f deve ser considerado como o conjunto de todos
os valores de x para os quais f(x) é real. Da mesma forma,
c) duas retas paralelas.
no caso de g considera-se o seu domínio todos os valores
d) uma única reta que passa pelo ponto (O, 2).
de x para os quais g(x) é real.
Verifique a seguir o(s) caso(s) em que f e g são iguais e
f(x) = 1x 1 +2 = {x + 2, se x ;;,, O
assinale a(s) proposição(ões) correta(s).
-x + 2, sex < O
y
01) f (x) = h x-1
e g (x) = ) x
x- 1

2
02) f (X) = .jx2 e g (X) = X
04) f(x) = ..Jx e g(x) = _ 1 _
o
X
X ..Jx
08) f (X)= (.Jx/ e g(x) = X
Resposta: alternativa a.
16) f (x) = .,/x2 e g (x) = lxl
01) Verdadeira.
02) Falsa, pois, se f(x) = g(x), então g(x) = 1x 1-
04) Verdadeira.
08) Falsa, pois, se f(x) = g(x), então g(x) = 1x 1-
16) Verdadeira.

4 (UFPB) Para todos x, y E IR, é verdade que: 7 (Unifor-CE) Seja f a função de IR em IR definida por
f (x) = lx -11 -1. Os números reais que satisfazem a sen-
a) J(xy)2 = xy. tença f(x) < O pertencem ao intervalo:
b) v'fxf+lYI = Jxf + M· a) )2 , + oo[. d) ]O , 2[.
b) )- oo, O[. e) ]1, 3[.
c) Jx2 + Y2 = lxl + IYl-
c) )- 1, 1[.
2
d) J(x-y) =lxl-lYI·
f(X) < 0 ~ 1X - 11 - 1 < Ü ~ 1X - 11 < 1 ~
e) J(x - Y)2 = lx - YI . ~ - 1 < X- 1 < 1 ~ - 1 + 1 < X - 1 + 1 < 1 + 1 ~
~ O< x < 2
Resposta: alternativa e.
Resposta: alternativa d.

8 (UFPI) Sobre o domínio da função f: D e IR ~ IR, definida


5 (Ufam) Seja a função f: IR* em IR dada por f(x) = -11__
X pela lei f(x) = ~3 - lx + 21 , pode-se afirmar que:
Então, a lm(f) é igual a: a) contém somente seis números inteiros.
a) {x E IR; x > O}. d) {- 1, 1}. b) possui dois inteiros positivos.
b) IR. e) {x E IR; x < O}. c) é um intervalo de comprimento igual a seis unidades.
c) IR* . d) não possui números racionais.
e) é um conjunto finito.
x, se x > O lxl {1, se x > O
Como lxl = { , temos que f(x) = - = · Para obtermos o domínio da fu nção f, devemos fazer:
-x, sex < O x -1, sex < O
Então, lm(f) = {-1, 1). 3 -lx + 21 ;;. O~ 3 ;;,, lx + 21 ~ -3 ,s; x + 2 ,s; 3 ~
Resposta: alternativa d. ~ - 3 - 2 ,s; X ,s; 3 - 2 ~ - 5 ,s; X ,s; 1

Assim, o domínio de fé dado por D(f) = [-5, 1], que é um intervalo


de comprimento de seis unidades.
Resposta: alternativa e.

Função modular •
9 (UFG-GO) Uma empresa de ônibus observou que os 12 (PUC-PR) Sendo x e y números reais, quais das afirma-
tempos de viagem de seus ônibus entre Goiânia e São ções são sempre verdadeiras?
Paulo, em condições normais, satisfazem à desigualdade 1) Sex > y, então-x>-y.
lt -121,,:;; 2, em que t é o tempo (medido em horas).
li) Se lxl = -x, então x < O.
Com base no exposto, responda:
a) Os tempos t = 9, t = 12 e t = 14 horas são tempos Ili) Se O < x < y, então_!_>_!_ ,
possíveis de viagens no trajeto Goiânia-São Paulo? X y
b) Quais são o menor e o maior tempo de viagem possíveis IV) Se x 2 ;;,,, 9 , então x ;;,,, 3.
entre as duas cidades?
V) x 2 - 2x + y2 > O.
a) lt -121,,:;; 2::::} - 2,,:;; t -12,,:;; 2::::} -2 + 12,,:;; t,,:;; 2 + 12::::} a) Somente I e li. d) Todas.
::::}10,,:;;t,,:;;14 b) Somente li e IV. e) Somente I e Ili.
Resposta: t = 12 e t = 14. c) Somente li e Ili.
b) Como 10 ,,:;; t ,,:;; 14, temos que o menor e o maior tempo de viagem 1) Falsa, pois, se x > y, então -x < -y.
possíveis são, respectivamente, t = 10 horas e t = 14 horas. li) Verdadeira.
Resposta: 10 horas e 14 horas. Ili) Verdadeira.
IV) Falsa, pois, se x2 ? 9, então x,,:;; -3 ou x? 3.
V) Falsa, pois, por exemplo, se x = 1 e y = -1, então:
(1)2 - 2 · (1) + (-1) 2 > O::::} O> O (absurdo)
Resposta: alternativa e.

10 (EEM-SP) No plano cartesiano, esboce o gráfico, no in- 13 (UFPE) Sejam x e y números reais tais que x > y e
tervalo -1,,:;; x,,:;; 1, da função f (x) = x · lxl. = O. Analise a veracidade das afirmações abaixo .
x(x - y)
( )x = O ( )x- y < O ( ) lx - YI > O
x E [ - 1, O] ::::} f(x) = xixi = x( - x) = - x2 ( )y < O ( ) lxl > IYI
x E [0,1] ::::} f(x) = xlxl = x·x = x2
(V)
X y y (V) Se x = O e O > y, então y < O.
-1 -1 1 .., _- - (F) Se x > y, então x - y > O.
1

1 ' (F) lxl > IYl,Porexemplo,se3 > -7, então:


1 1
1
1 X 131 > 1-71::::} 3 > 7 (absurdo)
2 4
- 11 (V) lxl ? O para qualquer x rea l.
o o
1 1 - - - --1
2 4
1 1

11 (Fuvest- SP) Resolva a inequação x lxl > x. 14 (Mack- SP) A soma dos va lores de x que satisfazem a
igualdade lx 2 - x- 21 = 2x + 2 é :
Se x ? O, então:
x·x > x ::::}x2 - x > O a) 1. b) 3. c) -2 . d) 2. e) -3.

l
+ + 1x2 - x - 21 = 2x + 2 ::::}
O 1
X< 0 OU X > 1 x2 - x - 2 = 2x +2 ::::} x2 - 3x - 4 = O::::}

Como x ? O, então x > 1. ::::} X = - 1 OU X = 4


::::}

Se x < O, então: x2 - x - 2 = - 2x - 2 ::::} x2 + x = O ::::}


x( - x) > x ::::} - x2 - x > O::::} x2 +x< O ::::} X =- 1 OU X = 0
+ + Condição de existência:
-1 O 2x + 2 ? O::::} 2x ? -2::::} x ? -1
-1 < x < O Todas as raízes satisfazem a condição de existência.
Como x < O, então -1 < x < O. Logo, S = {-1, O, 4).
Resposta: s = {X E IR 1 -1 < X< oou X> 1). Resposta: alternativa b.

• revisão&exercicios
15 (PUC-RS) Considerando a função f definida por f(x) = x2 - 1, a representação gráfica da função g dada por
g(x) = 1-f(x)I - 2 é:
a) y
b) c) d) y
e)
4 4

2
X X X 0 X X
4 -4 2 4 -4 -2 o 2 4 4 -4 4

-2 -2 -2
-4 -4 -4

O esboço do gráfico de f(x) = x2 - 1 é: O esboço do gráfico de g(x) = 1-f(x) 1 é: O esboço do gráfico de h(x) = g(x) - 2 é:

*
X

Resposta: alternativa a.

16 (EEM-SP) Determine os valores reais de x para os 17 (Ufam) O número de raízes da aplicação f: IR ~ IR defi-
1
quais < lx - < 2. 11 nida por f(x) = lx -11 2 - 6 lx - 11+ 8 é:
1 < lx - 11 < 2 a) 4. b) 3. c) 2. d) 1 . e) 5.
~

0© Para determinarmos as raízes da aplicação, devemos resolver a


equação lx -11 2 - 6lx -11 + 8 = O.
0 1X - 11 > 1 =} X - 1 > 1 OU X- 1 < - 1 =} X > 2 OU X< Ü
Fazendo lx - 11= y, y ~ O, temos:
© IX - 11 < 2 =} - 2 < X - 1 < 2 =} - 1 < X< 3 y 2 - 6y + 8 = O

Quadro de resolução: 11 = 36 - 4·1·8 = 4

2:
6±2
Oj y= - 2- =} y = 4 ou y = 2
li
- 1: • y = 4 ~ lx - 11 = 4 =} X - 1 = 4 OU X - 1 = - 4 =} X= 5 OU X= - 3
3!
s 2 3 • y = 2 ~ lx - 11= 2 =} X - 1 = 2 OU X - 1 = - 2 =} X= 3 OU X= -1
- 1 o
Resposta: S = {x E IR 1 -1 < x < O ou 2 < x < 3). Assim, o número de raízes da equação lx - 11 2 - 6lx - 11+ 8 = O é 4.
Resposta: alternativa a.

Função modular •
18 (UFT-TO) Resolva a equação lx - 21 + lx + 11 - 5x = O, no conjunto dos números reais. O intervalo que contém a
solução desta equação é:

a)[+. :J. b)[+. ;]. c) [--½-,-¼-]. d) [-+.+J. e) [ - : .-+J.


Temos que:
X- 2, se x - 2;;;. O {X - 2, se x ;;;. 2 lx-21 =x -2
•lx-21- { - •x;;;.2~ {
- -(x-2), sex-2<0 - -x+2, sex<2 lx +11 =x +1
x + 1, se x + 1;;;. O {x + 1, se x;;;. -1 Resolvendo a equação dada, pa ra x;;;. 2, obtemos:
-~+~- { -
- -(x+1), sex+1<0- -x-1, sex<-1
Assim:
x - 2 + x + 1- 5x =O::::} - 3x = 1::::} x = --½- (não serve,
porque x deve ser maior que 2 ou igual a 2)
•X< -1 ~ {lx - 21 = - X+ 2
lx +11 = -x-1 Portanto, o conjunto solução da equação é dado por S = { : } .
Resolvendo a equação dada, para x < -1, obtemos: Logo, Se { ~ ,: }.
1
-x + 2 - x -1- 5x = O::::} - 7x = -1 ::::} x = - (não serve, Resposta: alternativa a.
7
porque x deve ser menor que - 1}
IX - 21 = - X+ 2
• - 1~x < 2~ {
lx +11 = X +1
Resolvendo a equação dada, para -1 ~ x < 2, obtemos:

-x + 2 + x + 1 - 5x = O::::} - 5x = - 3 ::::} x = -3
5

( serve, pois -1 ~ : < 2)

19 (UEMS) A melhor representação gráfica da função f(x) = lxl + lx - 11 é:


a) y b) y
c) y d) y e) y

X X X X X
o o o

Temos que: x< O O~ x < l

~
x, se x ;;;. Q x - 1, se x ;;;. 1 X y = -2x+ 1
{ e X 1- {
lxl = -x, se x < O 1 - 1- -x+1, sex < 1 -1 3
Assim: -2 5 tt1jj
• X < Q ::::} {IXI = - X
lx - 11= - x + 1
f(x) = -x +(-x +1) = -2x +1 Gráfico de f(x) = lxl + lx - 11:

•O ~ x < 1::::} {llxl = 1xl _ 1


x- - -x +
f(x)=x+(-x+1)=1
• X ;;,. 1::::} {IXI = X
lx-11 = x-1
f(x) = x+ (x - 1) = 2x - 1

l
Então: X
-2 -1 O
-2x + 1, se x < O
f (x) = 1, se O~ x < 1
Resposta: alternativa e.
2x -1, se x ;;;. 1

• revisão&exercicios
20 (UEG-GO) Dada a função f(x) = IX - 11 + 1, x E [-1, 2]: 21 (ITA-SP) O produto das raízes reais da equação
a) esboce o gráfico da função f; lx2 - 3x + 21 = l2x - 31 é igual a:
b) calcule a área da região delimitada pelo gráfico da função a) -5. b) -1. c) 1. d) 2. e) 5.
f, pelo eixo das abscissas e pelas retas x = -1 ex= 2.
Temos que:
a) Temos que:
x -1, se x?: 1 lx 2 - 3x + 21 = l2x - 31 ~ x2 - 3x + 2 = 2x -3 ou
lx - 11- {
- - x + 1, se x < 1 x2 - 3x + 2 = -(2x - 3)
Assim, para x E [-1, 2], temos: Assim:

(-x+1)+1, se -1~x < 1 • x2 - 3x + 2 = 2x -3 ~ x2 - 5x + 5 = O


f~)= { ~
(x-1)+1, se 1~x~2 à = 25 - 4 · 1 · 5 = 5

-x + 2, se - 1 ~ x < 1 5±F 5+F 5-..J5


X= ~X= OU X =
~f (x)= { 2 2 2
x, se 1 ~ x ~ 2
• x2 - 3x + 2 = -2x + 3 ~ x2 - x -1 = O
1~x~2
à=1-4 · 1·(-1)=5

~
X y = -x+2 y=x
-1 3 1 1±J5 1+J5 1-J5
X= 2 ~ X= 2 OU X = 2
o 2 1 2
Portanto, o produto das raízes é iguaI a:
1

Gráfico de f(x): b) A área A procurada é dada pela 5 +J5 . 5 - J5. 1 +J5 . 1 - j f 25 - 5 1- 5


soma das áreas de duas regiões 2 2 2 2 4 4
y
limitadas por trapézios. 20 -4
Assim: = 4 --4-= 5·(-1)=-5
---- 3
A= (3+1)·2 + (2+1)·1 = Resposta: alternativa a.

2 ---------- , 2 2
3
= 4 + - = 55
1 ---- 2 '

~---+-~------x Resposta: 5,5 unidades de área.


-1 O 2

22 (UFMG) Considere a função f(x) = xlx - 11 .


Assinale a alternativa em que o gráfico dessa função está correto.

a) Y c) y d)

X
X
X

y
Temos que:
1- x, se 1 - x ;;,, O {1 - x, se 1 ;;,, x
~-~ - { -
- -(1-x),se 1-x < O- -1+x,se 1 < x ~f
Assim:
X
x·(1-x),se x ~ 1 {-x 2 +x,se x ~ 1
f(x) = { =
x·(-1+x),se x > 1 x2 -x, se x > 1
Obteremos o gráfico de f(x) a partir dos gráficos das funções
quadráticas, de mesmas raízes e concavidades opostas, conforme o
gráfico ao lado.
Resposta: alternativa b.

Função modular •
23 (Uesc-BA) Para fazer um estudo sobre certo polinômio P(x), um estudante recorreu 9 y 1

ao gráfico da função polinomial y = P(x), gerado por um software matemático. Na figura,


é possível visualizar-se a parte da curva obtida para valores de x, de -5 até 2, 7. f \ -7
n

I
O número de raízes da equação IP(x)I = 1, no intervalo [-5; 2, 7], é igual a: 6
5
a) 2. c) 4. e) 6. 1

b) 3. d) 5. 1 3 1

1
2-P
A partir do gráfico dado, podemos esboçar o gráfico de y = IP (x)I fazendo a reflexão da parte do
gráfico de y = P(x) cujas imagens são negativas e mantendo a parte do gráfico de y = P(x) cujas
=F -5-4-3- ,D-1
1
,-
I
o /1 2 3
X

\ 7'
imagens são positivas ou nulas, conforme o gráfico: \ r2
y
µ =3
...
9
8
7
6
5
4

y=l
X

O número de raízes da equação IP(X)I = 1, no intervalo [-5, 2,7] , é dado pelo número de pontos de intersecção entre os pa rágrafos de
y = IP(x)I ey = 1,para xE[-5; 2,7].
Assim, o número procurado é 5.
Resposta: alternativa d.

24 (Udesc) A alternativa que representa o gráfico da função f(x) = lx + 1J + 2 é:


a) y c) y e) y
4

- - - - )

_J X
' o X
' 1 -3 -2 -1
'
X

-3 -2 -1 o 1 2

y
b) y d) y
4

3
---------2
2 2

X
X X

-1 O 1 2 3 4 -3 -2 -1 O
-4 -3 -2 -1 O 1 2 3
Obtemos o gráfico de f(x), fazendo uma translação
Faremos primeiro o gráfico de y = lx + 11. do gráfico anterior, duas unidades pa ra cima,
Temos que: conforme o gráfico:
x + 1, se x + 1;;,, O {x + 1, se x ;;,, -1
x+1- { -
1 1- -(x+1),sex+1 < 0- -x-1,sex < -1

X;;,, -1 x< - 1 '' /

'' /
, _ - - 1- - - - 2 /
X y = x+l y = -x-1
: '' 1 1 / /
-1 o o 'i;.-- ; -- / 'Í
o 1 2
1
'
'
'
1
/
/
X

-3 -2 -1 o
Resposta: altern ativa a.
• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Potenciação Propriedades

1ª) aº= 1 (para a # O)


1
2ª) a-n = bi-) n
(para a # O) 6ª) (a · b)" = a" · am

3ª) a" · am = a" + m


a"--a n- m
4 ª) -
am

Potência de expoente racional


n
a"'= efan
Notação científica
x está em notação científica se x = ex· 10", com 1 ~ex~ 10

Função exponencial Dado um número real a (a> O e a# 1), denominamos função exponencial
de base a uma função f de IR em IR* definida por f(x) = a• ou y = a•.

Gráficos da função
a> 1 O< a < 1
exponencial y y

(O, 1)
-
LJ f(x)=a•

X
f(x)

~
= a•

.___
'º·'' X
o o

Equação exponencial a•= aY<=:>x = y

Inequação exponencial x > y, se a > 1


a•> aY ::::} {
x < y, se O < a < 1

Exercícios
1 (UFC- CE) Dentre as alternativas a seguir, marque aquela 2 (Vunesp) Calcule o valor de m, sabendo que
que contém o maior número. m = 0,00001 · (0,01) 2 • 100 .
a) J~5 ·6 d) ~5J6 0,001

10- 5(10- 2)2 . 103


b) ~6 :ef5 e) ~6J5 m= 10-
10- s · 10 - 4 • 10 3
10-
c) ~5 ef6 = 10- = 0,001
3

Resposta: 0,001.
a) -J~5 · 6 = Wo
b) -Jf#5 = ../~6 3 • 5 = ~1 080

e) -J5W = ..f~5 3 • 6 = WSO


d) ~5-16 = ~-J5 2 • 6 = t'f5o

e) ~6'/5 = ~-J6 2 • 5 = .t'f8o


Resposta: alternativa b.
Função exponencial •
3 (Enem) A população mundial está ficando mais velha, os índices
de natalidade diminuíram e a expectativa de vida aumentou. No 35
gráfico ao lado, são apresentados dados obtidos por pesquisa rea- 30
lizada pela Organização das Nações Unidas (ONU), a respeito da
quantidade de pessoas com 60 anos ou mais em todo o mundo. Os 25
números da coluna da direita representam as faixas percentuais.
20
Por exemplo, em 1950 havia 95 milhões de pessoas com 60 anos
ou mais nos países desenvolvidos, número entre 10% e 15% da 15
população total nos países desenvolvidos. ~,, - / Países em
10
Suponha que o modelo exponencial y = 363e 0 •03X, em que x = O _,, ' ' desenvolvimento
corresponde ao ano 2000, x = 1 corresponde ao ano 2001, e as-
5
sim sucessivamente, e que y é a população em milhões de ha- ESTIMATIVAS
bitantes no ano x, seja usado para estimar essa população com o
60 anos ou mais de idade nos países em desenvolvimento entre 1950 70 90 2010 30 50
2010 e 2050. Desse modo, considerando e°-3 = 1,35, estima-se
Fonte: Perspectivas da População Mundial, ONU, 2009.
que a população com 60 anos ou mais estará, em 2030, entre:
Disponível em: www.economist.com. Acesso em: 9 jul. 2009 (adapt ado).
a) 490 e 510 milhões. d) 810 e 860 milhões.
b) 550 e 620 milhões. e) 870 e 910 milhões.
c) 780 e 800 milhões.

Usando o modelo exponencial dado no enunciado, temos que a população citada para o ano de 2030, x = 30, é dada por:
y = 363 · eº-03 ·30 = 363 · e°-9 = 363 · (eº.3/ = 363 · (1,35)3 =893
Portanto, estima-se que a população, nos países em desenvolvimento, com 60 anos ou mais, em 2030, será de, aproximadamente, 893 milhões
de habitantes.
Resposta: alternativa e.

4 (Fuvest-SP) Sendo x = (2 2 ) 3 , y = 2 32 e z = 2 23, calcule 6 (Ufal) Transforme numa só potência a expressão


X· y · Z. 1
[(_12)3]6.
X• y · Z = 2 6 • 28 • 2 9 = 2 23
Resposta: 2 23 •
[G½)1½ = 2¼
1
Resposta: 2 4 .

7 (Uece) Calcule o valor da expressão

a· b-2 • a-4 • b8 • a2 • b-2 a-1 • b4 12[(i½f2 _ (3½f2] = 1212- 1 - 3- 11= 12[½-½J =


3 2 1 1
a- • b • a • b- • a- • b = ~ - a.b = a · b3 =
= 10- 3(10- 2)3 = 10- 3 . 10- 6 = 10- 9 = 12[ ¾-¾J = 12 · ¼= 2
Resposta: 10-9 _ Resposta: 2.

• revisão&exercicios
8 (UnB-DF) Escreva na forma de potência a expressão 12 (Vunesp) Seja a, O< a < 1, um número real dado. Re-

~~- solva a inequação exponencial a 2' + 1 >( +;- 3

2
a2x+ 1 > a-x+ 3 ::::} 2X + 1 <-X+ 3::::} 3x < 2::::} X< -
3
(±x)½ = ---y
X½ = X½-¾ = Xto- X

xs x5 2
3
1
Resposta: x10.
Resposta: S = {x E~ 1 x< f }·

2
9 (UFMG) Qual é o valor de 4(0,5) 4 + J0,25 + 8-3 ? 13 (PUC-RJ) Determine uma das soluções da equação
x2 1
10 - 4 = 1000 .
4(210 ) 4
+ o' 5 + (2 3) -4 = 4(!2 )
4
+ _!_ + 2- 2 =
2
10 x
2- 4 1
= - - ::::} 10
x2 - 4
= 10- 3 ::::} x2 - 4 = - 3 ::::} x2 = 1 ::::}
1 1 1 1 1 1 1000
=A'·-+-+-=-+-+-= 1
~ 2 4 4 2 4
Resposta: 1. Resposta: S = {-1, 1).

10 (FCMSC-SP) Calcule o valor de ~ 343 · 10-3 14 (UEG-GO) Certa substância radioativa desintegra-se de
0,125 modo que, decorrido o tempo t , em anos, a quantidade ain-
da não desintegrada da substância é S = S 0 • 251, em r º·
que S0 representa a quantidade de substância que havia no
início. Qual o valor de t para que a metade da quantidade
inicial desintegre-se?
Resposta: !.__ .
5
s = so . 2-0,251::::} -S2 0
= so . 2-0,251::::} -21 = 2-0,251::::}

1
::::} 2- 1 = 2 - 0,251 ::::} 0,25t = 1 ::::} t = 0,25 ::::} t = 4
Resposta: t = 4 anos.

11 (FEI- SP) Resolva a equação (0,25)' = 16. 15 (UEA- AM) l- 2\ J-


2
3
é igual a:

(¼r = 42 ::::} 4-x= 42 ::::} - X= 2 ::::} X= - 2 a) - 9. b) - 6. c)


1
9. d) 6 . e) 9.

Resposta: S = {-2).
l- r3 2\
2

= (-27)+ = ~ (-27)2 = ffe72 = ~ =


=~(32)3 =32 =9

Resposta: alternativa e.

Função exponencial •
16 (UFC-CE) O expoente do número 3 na decomposição 19 (Mack-SP) Calcule o valor da expressão
por fatores primos positivos do número natural 1063 - 1061 2n+4 + 2n +2 + 2n-1
é iguala: 2n-2 + 2n-1
a) 6. b) 5. c) 4. d) 3. e) 2.
Decompondo em fatores primos o número natural dado, temos:
2" · 24 + 2" . 22 + 2" . r 1 2'1(24 + 22 + TI)
1063 -10 61 = 10 61 · (10 2 -1) = 10 61 · 99 = (2. 5)61 · 3 2· 11 =
2" · r 2 + 2" · r 1 t,r + r
2 1)

41
=261.561.32 .11 16 + 4 + _!_ 2 41 lf 82
Assim, o expoente do número 3 nessa decomposição é 2. !+! =-ª._ = - r · 3 = 3
Resposta: alternativa e. 4 2 4
82
Resposta: 3 .

17 (Unemat-MT) Sejam x, m e n números reais tais que 20 (Mack-SP) Se 2' = a e 2Y= b, com x e y reais , deter-
xm = 5 e 5" = x, o produto de m e n vale: mine o valor de (0,25t 3' + Y em função de a e b.
a) 1. b) 5. c) 10. d) 25. e) 50.
(1~~r3x +y = (¼fx +y = (2-2)-3x +y = 26x - 2y = 26x. 2- 2y =
{
Xm = 5 => ( 5")m = 5 => 5 n·m = 5 => m·n = 1
5"=x = (2')6 . (2Y)-2 = a6 . b-2
Resposta: a6 • b- 2 .
Resposta: alternativa a.

(O 2) 5x+y = 5
18 (UFMS) Seja a função exponencial real dada por 21 (ESPM-SP) O valor de y no sistema { ' é
-x (0,5) 2x- y = 2
f(x) = 8 2 , então o conjunto de todas as soluções da ine- igual a:
quação f(x) < 0,25 é o intervalo:
a) -5. C) -- 2 .
a) ]! '+ oo[. d) ]-oo, ~[- 2
3
5

b) -2 .
b) ]-oo, ![- e)]~ .![- 7
d)-.
5

j(+
c) ]~' + oo[.

f(x) < 0,25 =} 8 -


3x
X

4
=> - - < -2 => -3x < -4 => x < -
X

< 0,25 =} (2 3 )-2 < r 2 =} 2


3x
2 < r 2 =} {
(0.2)5x+y = 5
(0,5)2x - y = 2 =} ( +r-y r +y = 5
=2 =}
{5- s, - y = 5
r 2x+y =2 =}

2 3
=> {- 5x - y = 5
Assim, o conjunto solução da inequação proposta é o intervalo
- 2x + y = 2
]f,+oo[. - 2
- 7X= 2 =} X= - -
Resposta: alternativa e. 7

- 5x - y = 1 => - 5· ( - - 72- ) - y = - 1 => - 10


7- - y = 1 =>
10 -3 3
=}-y=1--=} -y=--=>y=-
7 7 7
Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
22 (UFRGS-RS) A distância que a luz percorre em um ano,
25 (Mack-SP) Considere a equação 2 x2 · 4 x- 2 = 20;-_ 1 ,
chamada ano-luz, é de aproximadamente 38 · 4 5 • 5 12 quilô-
metros. A notação científica desse número é: a E IR , cujas raízes têm soma e produto iguais. O valor de
a) 9,5 · 1010 . d) 95 · 1012 .
a é:
b) 0,95 · 1012 • e) 9,5 · 1014.
a) -3. b) -2. c) 1. d) -1. e) 3.
c) 9,5 · 1012 .
Temos que: 2 1 2
2x .4x - 2= 2 ax-l ~2x · (22)x- 2 =2 - ax+ l~
38 · 4 5 • 512 = 2 · 19 · (2 2 )5. 512 = 19. 2 · 210 • 512 = 19 · 2 11 • 511 • 5 = ~2x2 ·22x-4=2-ax+1~2x2+2x- 4 =2-ax + l~
= 19 · 5·(2 · 5)11 =95·1011 =9,5·10· 1011 =9,5· 1012 ~ x2 + 2x - 4 = -ax + 1 ~ x2 + (2 + a)x - 5 = O
Como as raízes têm soma e produto iguais, então:
Resposta: alternativa e.
-(2 + a) = -5 ~ 2 + a = 5 ~ a = 3
Resposta: alternativa e.

23 (Ufam) Seja et o menor número que é solução da equação . bx +e


26 (Fuvest-SP) SeJa f(x) = a + 2 , em que a, b e e
5 ,2-2 ( 1 - J-2x . Então, Ja
são números reais. A imagem de fé a semirreta ]-1, oc[ e
--- = - é um número: o gráfico de f intercepta os eixos coordenados nos pontos
125 25
a) par. c) não real. e) irracional. (1, O) e (o,- !).Entã o, o produto abc vale:
b) primo. d) divisível por 5. a) 4. b) 2. c) O. d) -2. e) -4
Como o conjunto imagem de fé ]-1, 00 [ , temos que a= -1.
x2 - 2 - 2x 2 2
-3
5125 =(215) ~5x - 2 .5- 3=(5- 2)- 2x ~5' - 5 =54x~ Temos, também, que f(O) = - - e f(1) = O.
. 4
Assim:
~ x2 - 5 = 4x ~ x2 - 4x - 5 = O ~ x = 5 ou x = -1 e - 1 + 2b·O+c = 2 ~ 2' = - 1- ~ 2º = T 2 ~ C= - 2
Se et é o menor número solução da equação, então et = - 1. Logo, 4 4
..Jii = .,Ff <l IR. • - 1 + 2b·l - 2 = 0 ~ 2b - 2 = 1 = 2° ~ b - 2 = o ~ b = 2
Resposta: alternativa e. Logo, a·b·c=(-1)·2·(-2)=4.
Resposta: alternativa a.

2' 22- x
24 (PUC-SP) Escreva a expressão 27 (Ufop-MG) Se 3 -_ 3_ = 1, então determine
(2n - 1 + 2" + 2 n+1)(3n - 1 + 3n + 3 n+1)
~ - - - - -~ ~~ - - - -~ , em que n E Z em quanto vale 4 2 x2 .
6 " + 6" +
-

sua forma mais simples. 2x 22- x 3


- - - - = - ~ 2' - 22- x = 3 ~ 2' - 22 • 2- x - 3 = O~
3 3 3
c2" - r 1 + 2" + 2" · 2 1)(3" · 3- 1 + 3" + 3" · 3 1)
6" + 6". 6 1 ~ 2' - _i_ -3 = 0
2x
2"cr 1 + 1 + 2) · 3"(3- 1 + 1 + 3)
Fazendo 2' = y, temos:
6"(1 + 6)
4
y - - - 3 = O~ y2 - 4 - 3y = O ~ y2 - 3y - 4 = O
2" .2-. 3" _Q_ y
2"(~ +3)·3"(~ +4)
2 3 il = 25
7 · 6" 7 · 6"
3± 5
~. 2_ . Q_ y = - - ~ y = 4ouy = - 1
2
2 3 7. 13 1
· - = -
13
7 ·~ 2 3 7 6 Mas:
13 2' = 4 ~ 2' = 22 ~ X = 2
2' = y ~ {
Resposta: 6 . 2' = - 1 (não convém)
Logo:
X

4 2 - x2 = 4 - 4 = O
Resposta: O.

Função exponencial •
28 (PUC-SP) Na função exponencial y = 22x- 4, determine 30 (FGV-SP) Seja a um número maior que 1. Nessas
os valores de x para os quais 1 < y < 32. condições, qual é o conjunto solução da inequação
ax3-1,,:;; a x2-1?
1< 2x2 - 4x <32::::}2º< 2x2 - 4x <2 5 ::::}0<x2 -4x<5
~
1 li x3 - 1 ,,:;; x2 - 1 ::::} x3 - x2 ,,:;; O ::::} x2(x - 1) ,,:;; O
(D x2 - 4x > O::::} x(x - 4) > O (Dx2 =0::::}x=O
x' = O ex"= 4

0~4
X
1 .\.L o
X
'
© x2 - 4x - 5 < O @x-1=0::::}x=1

~
li= 36
X
4+6 •
X= - - - ::::} X' = 5 e X' = -1
2
Quadro de resolução:
o
X

' + + +

Quadro de resolução: +

s +

- 1(
o

s Resposta: S = {x E ~lx,;; 1).


-1 o 4 5

Resposta: s = {X E~ 1 -1 < X< o ou 4 < X< 5).

29 (Vunesp) Uma substância se decompõe aproximada- 31 (FGV-SP) A posição de um objeto A num eixo numerado
mente segundo a lei Q(t) = K · T 0 •51, em que K é uma cons- 1 - 7 · r o,5t, onde t e- o tempo em
e' d escrita
. pe 1a 1e1.
8 8
tante, t indica o tempo (em minutos) e Q(t) indica a quanti-
dade de substância (em gramas) no instante t. segundos. No mesmo eixo, move-se o objeto B, de acordo
com a lei 2-1. Os objetos A e B se encontrarão num certo
Q
instante tAB. O valor de tAB' em segundos, é um divisor de:
2048 a) 28. b) 26. c) 24. d) 22. e) 20.

De acordo com o enunciado, os obj etos se encontrarão qua ndo:


_!__ .I_ . 2- 0,st = 2-t ::::} 1 - 7. r 0,5t = 8. r ' ::::}
8 8 g g

::::} 8 • 2- t + 7 • 2- 0,St = 1::::} 8 "2-t + 7 " 2 =1


t
512
Fazendo y = 2 - 2 , temos:

o a 8y2 + 7y - 1 = O::::} y = -1 (não convém) ou y = ½


Então:
Considerando os dados desse processo de decomposição 1 -~ t
y = - ::::} 2 2 = 2- 3 ::::} - - = - 3 ::::} t = 6 s
mostrado no gráfico, determine os valores de K e de a. 8 2
6 é divisor de 24.
Q(t) = K· 2- o,s, ::::} 2 048 = K· 2° ::::} K = 2 048 Resposta: alternativa e.
29
512 = 2 048 . 2- 0,sa::::} 2- 0,sa = 11 ::::} 2- 0,sa = 2- 2::::}
2
::::} -0,5a = -2::::} a = 4
Resposta: K = 2 048 e a = 4.

• revisão&exercicios
32 (Ufam) Sendo a e b raízes distintas da equação 34 (UFPA) A quantidade x de nicotina no sangue diminuiu
kt
2 · 4x + 4 2 = 3 · 2x+ 2 • Então, a5 + b5 : com o tempo t de acordo com a função x = x0 • e2 . Se a
a) 64. b) 33. c) 32. d) 31. e) O. quantidade inicial x0 se reduz à metade em 2 horas, em
Temos que: 5 horas existirá no sangue:
2 · 4x + 4 2 = 3 • 2x+ 2 <=> 2 · (2 2) ' + 16 = 3 • 2x • 22 <=> a) 17,4% de x0 . d) 20,3% de X 0 .
b) 17,7% de X0 • e) 20,6% de x0 .
<=> 2 • (2x}2 -12 • 2x + 16 = O c) 20,0% de x0 .
Sendo 2x = y, obtemos:
Temos, em 2 horas:
2y 2 -12y + 16 =o::::} y2 - 6y + 8 = o X ~ 1 k
- 0 =x ·e 2 :::}-=e
.i = 36 - 4 · 1 · 8 = 4 2 ° 2
6±2 Assim, em 5 horas, teremos:
y=-2-::::}y=4 ou y=2

Assim: x=x 0 ·e ~ =x
2 0 ·(ek) ~ ::::}X=x
2 0 •
(1)+
2 =x 0 •
1
~ =

• y = 4 ::::} 2' = 4 = 22 ::::} X = 2


•y=2::::}2'=2::::}X=1
=x - -1- = x ·
º 4JF O
l·JF
4JF ·JF =x ·
O
JF
8
-x - ~ -
- 0 8 -
Como a e b são as raízes da equação, concluímos que: =X 0 ·0,177=17,7% de x 0
ª5 + b5 = 25 + 15 = 15 + 25 = 33
Resposta: alternativa b. Resposta: alternativa b.

33 (Ufam) Influenza A (H1N1) é uma doença respiratória 35 (Uece) Sejam a e b números reais, com a > O. A interse-
causada pelo vírus A. O vírus sofre mutações e a transmis- ção do gráfico da função f: IR ~ IR, definida por f(x) = ax + b,
são ocorre de pessoa a pessoa, principalmente por meio com os eixos coordenados são os pontos P e Q. Se as
de tosse, espirro ou de secreções respiratórias de pessoas coordenadas não nulas de P e Q são os números 2 e - 3,
infectadas. Supondo que a quantidade de pessoas infecta- então o valor de f(3) é :
das atualmente pelo vírus A seja P0 e cresce 2% ao ano, a a) O. b) 4. c) 8. d) 12.
quantidade de pessoas daqui a n anos será:
Para obtermos o ponto de interseção do gráfico de f com o eixo y,
a) P0 (1,02) 0 - 1 •
devemos ter x = O, ou seja:
b) P0 (1,02)". y = f(O) = aº+ b = 1 + b
c) Pº (n)1,02. Como a > O; a' > O, para todo x real. Então, o gráfico de f
d) P0 + (n - 1) X 1,02. interceptará o eixo x se b < O.
e) P0 + (n - 1) X 0 ,02. Assim:
b + 1 = - 3 ::::} b = - 4
Temos que:
Logo, f (x) = a' - 4.
• atualmente, a quantidade de pessoas infectadas é P0 ;
Sabendo que a coordenada não nula do ponto de interseção do
• daqui a 1 ano, essa quantidade será:
gráfico de f com o eixo x é 2, obtemos:
P0 + 0,02 · P0 = P0 • (1,02);
O= a2 -4 ::::} a2 = 4 ::::} a = 2
• daqui a 2 anos, será:
Portanto, f (x) = 2' - 4 e, consequentemente:
[P0 • (1,02)] + 0,02 · [P0 • (1,02)] = [P0 • (1,02)] · (1 + 0,02) = P0 • (1,02}2; f(x) = 2 3 -4 = 4
• e, assim por diante, ou seja, daqui a n anos, a quantidade de Resposta: alternativa b.
pessoas infectadas será: P0 • (1,02)".
Resposta: alternativa b.

Função exponencial •
36 (Ufal) A população de uma ilha está decrescendo 3% a Temos, a partir de hoje, que:
cada ano, em relação ao ano anterior. Hoje, a população da • daqui a 1 ano, a população será, em milhões de habitantes, igual a:
ilha é de 1,2 milhão de habitantes. Seja P(t) a população da 1,2 - 0,03 · 1,2 = 1,2 · (1- 0,03) = 1,2 · 0,97
ilha, em milhões de habitantes, passando t anos, contados • daqui a 2 anos, será:
a partir de hoje. (1,2 · 0,97)- 0,03 · (1,2 · 0,97) = (1,2 · 0,97) · (1- 0,03) =
Considerando estas informações, assinale a alternativa in- = 1,2 • (0,97)2
correta, referente a P(t). • e, assim por diante, ou seja, daqui a t anos, será:
Dados: use aproximadamente 0,9720 = 0,54; P(t) = 1,2 · (0,97)1
0,97 40 = 0,30; 0,97 6 º = 0,16; 0,97 80 = 0,09 e Assim, analisando as alternativas, temos que:
0,97 100 = 0,05. a) Verdadeira,
a) P(t) = 1,2 · 0,971 b)Verdadeira,
c) Verdadeira, pois:
b) O gráfico de P, em função do tempo, em ano, é:
P(t + 40) = 1,2 • (0,97r 40 = 1,2 · (0,97f · (0,97) 40 :::
1,2
::: 1,2 · (0,97}1 · 0,30 = 0,3 · P(t)
1,0 d)Verdadeira, pois:

0,8
P(100) = 1,2 · (0,97)1°0 ::: 1,2 · 0,05 = 0,06 milhões de habitantes=
= 60 000 habitantes
0,6
e) Falsa, pois:
0,4 P(t + 20)- P(t) = 1,2 · (0,97)'+ 20 -1,2 · (0,97)' =
0,2 = 1,2 · (0,97)1 • (0,97) 20 - 1,2 · (0,97)' =

O 20 40 60 80 100 = 1,2 · (0,97)1 -[(0,97) 20 - 1]::: 1,2 · (0,97)' · [0,54 - 1] =


= 1,2 · (0,97)' · (-0,46) = - 0,46 · P(t)
c) P(t + 40) = 0,3P(t).
Resposta: alternativa e.
d) Passados 100 anos, a partir de hoje, a população da ilha
será de 60 mil habitantes.
e) P(t + 20) = 0,64P(t).

37 (UEPG-PR) Em relação à função de IR em IR definida por 38 (UF~O) A teoria da cronologia do carbono, utilizada para
f(x) = 3x + 2, assinale o que for correto. determinar a idade de fósseis, baseia-se no fato de que o isó-
a) f(f(O)) = 29 topo do carbono 14 (C-14) é produzido na atmosfera pela ação
b) Sua imagem é o conjunto ]2, +ao[. de radiações cósmicas no nitrogênio e que a quantidade de
C-14 na atmosfera é a mesma que está presente nos organis-
c) f(a + b) = f(a) + f(b)
mos vivos. Quando um organismo morre, a absorção de C-14,
d) A função é decrescente.
através da respiração ou alimentação, cessa, e a quantidade
e) f(x + 1) - f(x) = 2 · 3x de C-14 presente no fóssil é dada pela função C(t) = c0 • 10k',
Analisando as possibilidades, temos: onde t é dado em anos a partir da morte do organismo, c0
a) Verdadeira, pois: f (f (O)) = f (3° + 2) = f (3) = 3 3 + 2 = 29. é a quantidade de C-14 para todo t = O e k é uma constan-
b) Verdadeira, pois, como o conjunto imagem de y = 3' é ]O, + 00 [ ,
te. Sabe-se que 5 600 anos após a morte, a quantidade de
o conjunto imagem da função fé ]2, + 00 [ . C-14 presente no organismo é a metade da quantidade inicial
c) Falsa; pois, por exemplo: (quando t = O).
f(1 + 2) = 3 1 +2 + 2 ~ (3 1 + 2) + (3 2 + 2) No momento em que um fóssil foi descoberto, a quanti-
d) Falsa, pois a função fé crescente.
e) Verdadeira, pois:
dade de C-14 medida foi de ; 2 .Tendo em vista estas
informações, calcule a idade do fóssil no momento em que
f(x + 1)-f(x) = (3' +1 +2)-(3' + 2) = 3' · 31 +2-3' -2 = 2 · 3'
ele foi descoberto.
Resposta: a, b, e.
C(5 600) = ~ => e · lOk · 5 600 = ~ => lOk. 5500 = _1_
2 O 2 2
Determinamos t, para que C(t) = ~; .
Assim:
Co · 10k · t = _s_ => 1ok ·t = _1_ => 10k· t = (....!...)s
32 32 2

Como -½- = 1ok ·550º, obtemos:

10k ·t = (10k· SWOf = 10k ·2ªººº => k . t = k . 28 000 => t = 28 000


Resposta: 28 000 anos.

• revisão&exercicios
39 (Vunesp) O acidente do reator nuclear de Chernobyl, 41 (UFU-MG) Na elaboração de políticas públicas que este-
em 1986, lançou na atmosfera grande quantidade de :sr jam em conformidade com a legislação urbanística de uso
radioativo, cuja meia-vida é de 28 anos. Supondo ser este e ocupação do solo em regiões metropolitanas , é funda-
isótopo a única contaminação radioativa e sabendo que o mental o conhecimento de leis descritivas do crescimento
local poderá ser considerado seguro quando a quantidade populacional urbano.
1 Suponha que a lei dada pela função p (t) = 0 ,5 · (2kt) ex-
de :sr se reduzir, por desintegração, a 16 da quan-
presse um modelo representativo da população de uma ci-
tidade inicialmente presente, o local poderá ser habitado dade (em milhões de habitantes) ao longo do tempo t (em
novamente a partir do ano de: anos), contados a partir de 1970, isto é, t = O corresponde
a) 2014. c) 2266. e) 3000. ao ano de 1970, sendo k uma constante real.
b) 2098. d) 2986. Sabendo que a população dessa cidade em 2000 era de
1 milhão de habitantes:
A função que relaciona a quantidade de ~~Sr presente em função do a) extraia do texto dado uma relação de forma a obter o
t

tempo é N(t) = N0 · ( ½) 28 . Segundo o enunciado, quando


valor de k.
b) segundo o modelo de evolução populacional dado, des-
creva e execute um plano de resolução que possibilite
N(t} = 1~ N0, o local poderá ser novamente habitado. Então: estimar em qual ano a população desta cidade atingirá
t t t 16 milhões de habitantes.
1~ No= No· (½t => 1~ = (½t (½f (½t=> = => a} Temos que t = 30 corresponde ao ano de 2000. Então:
=> 4 = _t_ => t = 112 1 = (0,5). (2k· 3º) => 2 = 2 30k => 30k = 1 => k = 310
28
Ou seja, em 1986 + 112 = 2 098 o local poderá ser habitado.
Resposta: alternativa b. Resposta: k = 310 .

b} Vamos determinar t, para que p(t) = 16.

16 = (0,5)·(2 3~ ')=> 32 = 2 3~ => 2 5 = 2 310 => t = 150

Portanto, o ano procurado é 2120.


Resposta: 2120.

40 (UEG-GO) As desintegrações radioativas podem ser 42 (Udesc) O conjunto solução da inequação


consideradas, em termos de cinética química, como exem-
plos de reações de primeira ordem. Um modelo matemá-
[~(2' - 2 ) y+>4' é:
3

tico usado para estudar a decomposição de um isótopo a) s = {x E IR 1-1 < X < 6}.
radioativo é m(t) = m0 • 2 - kt, onde m0 é a massa inicial,
b) S = {x E IR I X < - 6 OU X > 1} .
m(t) é a massa em cada instante (t) e k é uma constante
de proporcionalidade característica de cada elemento. Uma c) s = {x E IR I X < - 1 ou X > 6} .
determinada amostra, no início do processo de observa- d) S = {x E IR 1 - 6 < x < 1} .
ção, possuía massa de 4 · 106 g e , após 10 minutos, essa
massa caiu pela metade. O tempo necessário para que a e) S = {X E IR IX < - .J6 OU X > .Je} .
quantidade inicial da amostra se reduza a /g: g é de:
[~(2'- 2) r3 > 4 ' =>(l-i2- r 3 > (22)'=>
a) 2 horas e 10 minutos. c) 1 hora e 56 minutos.
b) 2 horas e 20 minutos. d) 1 hora e 48 minutos. (x - 2)· (x+ 3) (x - 2) . (x + 3)
=> 2 3 > 2 2' => ~-~~~- > 2x =>
m(lO) = ~ => m · Tk-10 = ~ => T rnk = T1 => 3
2 ° 2 => x2 + 3x - 2x - 6 > 6x => x2 - 5x - 6 > O
1
=> - lOk = -1 => k = - f (x) = x 2 - 5x - 6
10 - t

Assim, a função é dada por m(t) = 4 · 10 6 ·1010. a= 1> 0


106 .:l = 25 - 4 · 1 · (-6) = 49
Determinemos t, para que m(t) = 2 048 .
Raízes de f: x = -1 e x = 6.
Então: Dispositivo prático:
-t 106 -t 1
4·10 6 ·1010 =---=>1010 = - - - - = >
2048 4·2048
-t
Como devemos ter f (x) > O, então o conjunto solução da inequação
=>1010 = 1 = - 1- = T 13 => ---=-!_ = -13=> t =130 é dado por S = { x E IRlx < - 1 ou x > 6}.
22. 211 213 10 Resposta: alternativa e.
Portanto, o tempo procurado é 130 minutos, ou seja, 2 horas e 10 minutos.
Resposta: alternativa a.

Função exponencial •
43 (UEL-PR) Considere as afirmativas a seguir:
1) J3+2'12 = .j2 +1 Ili) J3+J5 =_L_+__!_
2 2
li) J2 + '12 = ~ 2+ l~ + ~ 2 -/~ IV) J1 + ~ é mais uma das soluções de (x2 - 1)3 = 2.

Assinale a alternativa correta.


a) Somente as afirmativas I e IV são corretas. d) Somente as afirmativas 1, li e Ili são corretas.
b) Somente as afirmativas li e Ili são corretas. e) Somente as afirmativas 1, li e IV são corretas.
c) Somente as afirmativas Ili e IV são corretas.

Analisando as afirmativas, temos que:


1) Correta, pois + J3 2--12
e .J2 + 1 são positivos e seus =2+2·~=2+2·~~ =2+2· ~ =
quadrados são iguais.
(--12 +1) 2 =2+2.J2 +1=3+2.J2 =2+2· - 1 - · .J2 =2+ .J2
.J2 .J2
(J3+M f =3+2"'2 Ili) Errada, pois ( J3 + .j5 ) 2
= 3 + .j5 e
li) Correta, pois J2 + 2"'2 e ~
são positivos e seus quadrados são iguais.
2 + .J2
2
( ~+ 1
2 2
J- 5 +2 ·
4
.J5 .
2
1 + 1 _ 5+1 +
2 4 4

(J2 + 2.J2 f = 2 +.J2 + - .J5- -_ 3 + - .J5- -_ 3 + .Js , ouseja,


2 2 2 2

(~ 2+2.J2 +~ 2~.J2 J (J3+.J5 f ~( ~ ++J


2 + .J2
- - - +2
~ 2 + .J2 .
) 2 - .J2 2 - .J2
+ ---
IV) Correta, pois (x 2 - 1) 3 = 2 => x2 - 1 = ifF => x2 = 1 + ifF
2 2 2 2 e uma das soluções dessa equação é J1+ if2 .
2 + "'2 + 2 - "'2 ~ 2 +"'2 2 - "'2 Assim, somente as afirmativas 1, li e IV são verdadeiras.
- - - - - - + 2· - - - · - - -
2 2 2 Resposta: alternativa e.

44 (UFRN) No programa de rádio hora nacional, o locutor informa:


"Atenção, senhores ouvintes. Acabamos de receber uma notificação da defesa civil do País alertando para a chegada de um
furacão de grandes proporções nas próximas 24 horas. Pede-se que mantenham a calma, uma vez que os órgãos do governo
já estão tomando todas as providências cabíveis".
Para atender às solicitações que seguem, suponha que o número de pessoas que tenha acesso a essa informação, quando
transcorridas t horas após a divulgação da notícia, seja dado pela expressão
f(t) = ___P_~Pt~ , sendo t ?e O e P a população do País.
1 + 9 (2- 3 )
a) Calcule o percentual da população que tomou conhecimento da notícia no instante de sua divulgação.
b) Calcule em quantas horas 90% da população tem acesso à notícia, considerando que, em 1 hora após a notícia, 50%
da população do país já conhecia a informação.

a) Obtemos a população que tomou conhecimento da notícia no


instante de sua divulgação, fazendo t = O, isto é: Determinamos t, para que f (t) = ___g_Q_ · P = _ 9 _ · P.
100 10
P P 1 10 Assim:
f(O) = ( __P_:ll ) - 1+9 = 10 · P = 100 · P = 10%de P
1+ 9 2 3
Resposta: 10% de P.

b) Sabemos que f(1) = 1~00 · P = f, então:

p p p
-=-----=-----=} =} 9 +9 ·9 .9-t =10 =} 9 2 - t =o=} t =2
2 1+9(2- p/ ) 1+9(2-f ) Portanto, em 2 horas 90% da população tem acesso à notícia.
p p
Resposta: 2 horas.
1 p
=> - = - - --,-p- => 1 +9 ·2 3 = 2 => 9·2 3 = 1 =>
2
1+9·2 3
p
-- 1
=>2 3 =-
9

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Logaritmo de um Dados os números reais positivos a e b, com a c;i,- O, se
número b = aº, então o expoente c chama-se logaritmo de b na base a, ou seja:

log,, b = c {::} aº = b, com a e b positivos e a c;i,- 1

Nessa equivalência, temos:

Forma logarftmlca Forma exponencial


log.b = e a c =b
e: logaritmo b: potência
[ a: base do logaritmo [ a: base da potência
b: logaritmando e: expoente

Condição de b>O
existência log b existe quando e somente quando { .
ª a>Oea c;i,- 1

Consequências Considerando as condições de existência, temos:


da definição de
1ª) Ioga 1 = O 4ª) Ioga an = N
logaritmo
2ª) Ioga a = 1 5ª) Ioga X = Ioga y {::} X = y
3ª) 8 1oga N =N

Propriedades Considerando as condições de existência, temos:

1ª) log,_ (M · N) = log,_ M + log,_ N 3ª) Ioga MN = N · Ioga M

2ª) log,, ~ = Ioga M - log,, N 4ª) logb N = log ª N (mudança de base)


N Ioga b

Função logarítmica
Dado um número real a (a > O e a c;i,- 1), denomina-se função logarítmica de base a
uma função f de lffi! em lffi definida por f(x) = logª x ou y = logª x.
Observação: A função logarítmica é a inversa da função exponencial.

Gráficos da função
logarítmica
y
( ,~,~.·
a> l y O< a < l

X \ (1 ,0) X

o (1 ,0) o

\ ,~,,,.,
Equação logarítmica
Ioga X = Ioga y {::} X = y

Inequação
logarítmica log,, x > log,, Y {::}{x > y, se a > 1
x < y, se O < a <1

Logaritmo e função logarítmica •


Exercícios
1 (UFC-CE) Calcule o valor de [5 log 10 (5 log10 100)]2 • 4 (Mack-SP) Se log10 m = 2 - log10 4 , determine o valor de
m (lembrar: 2 = log10 102 ).
[5 log10 (5 · 2)]2 = [5 log10 1012 = [5 · 112 = 25
Resposta: 25. • condição de existência: m > O
• 10f½0 m = log10 102 - log10 4 ::::} log10 m = log10 ( l~O) : : }
::::}m = 25
• verificação: m > O::::} 25 > O(V)
S = {25)
Resposta: 25.

2 (Fuvest-SP) Determine o valor de - (- 2 )2 - Fv 5 (FEI-SP) Qual é o logaritmo decimal de 11~/3 200 , dado
(-3 + 5) - log 2 4 log 2 = 0,301?

-4 - (-3) = -4 + 3 = -=-!_ = 1 1 1
1- 2 -1 -1 log cy3 200 = log (32 · 102 ) 10 = log (2 5 • 10 2) 10 =
Resposta: 1.
! ! 1 1
= log 2 2 + log 10 5 = 2 · 0,301 + 5 = 0,1505 + 0,2 = 0,3505
Resposta: 0,3505.

3 (Mack-SP) Dados log 4 = 0 ,60206 e log 6 = O, 77815, 6 (UFMG) Dados log 2 = 0 ,301 e log 3 = 0,4 77 , calcule

calcule log t~! 6 000216· 0,64 .


log ~ a 2b quando a = 2 e b = 3.

1 2 1

( 3 2)! ( 3)! log~22 ·3 =log(22 ·3)3 =1og2 3 + log3 3 =


6 . 10 . 64 . 10- 5 6 . 10 . 4 5
log 63 = log 63 = 2 1
= 3 · 0,301 + 3 · 0,477 = 0,201 + 0,159 = 0,360
1 3 2 1
= log (43 · 6- 2 • 10)5 = log 4s + log 6 - 5 + log 105 = Resposta: 0,360.

= ¾·0,60206 - ¾·0,77815 + ½=
= 0,36124 - 0,31126 + 0,2 = 0,24998
Resposta: 0,24998.

• revisão&exercicios
10 (Unemat-MT) Se log 2 (a + b) = 2 e (a - b) = 4, então,
7 (UFT-TO) Considere a equação log2 x · log2 x - 3 log2 x = O, log 2 (a 2 - b 2) é igual a:
x > O no conjunto dos números reais. A soma dos valores 1
de x que satisfazem esta equação é: a) 2 . b) 2. c) 4. d) 6. e) 8.
2
a) O. b) 2. c) 8. d) 9. e) 3·
Pelas condições dadas, temos que:
log 2 x · log 2 x - 3 log 2 x = O~ log 2 x · (log 2 x - 3) = O~ log 2 (a 2 - b2) = log 2 [(a+ b) · (a - b)] = log 2 (a+ b) + log 2 (a - b) =
~log 2 x = O ou log 2 x-3 = O~log 2 x = O ou
= 2 + log 2 4 = 2 + 2 = 4
log 2 X = 3 ~ X = 1 OU =3X
Resposta: alternativa e.
Logo, a soma dos valores de x que satisfaz a equação considerada é 9.
Resposta: alternativa d.

8 (Uepa) Os números reais positivos m, n são tais que 11 (Uece) Seu é o número real positivo e diferente de 1, tal
log5 m + 21og 5 Jn = 2. O valor m · n é:
que logu 7 =--½-,então log ...!... 117 649 é igual a:
a) 5 2. b) 2 5 . c) 54. d) 5 3 . e) 5. u

Temos, com m e n reais positivos, que: a) 2. b) 3. c) 1 d) 1


log 5 m + 2 log 5 .Jn = 2 ~ log 5 m + log5 (.Jn/ = 2 ~ 2 3

~ log 5 m + log 5 n = 2 ~ log5 (m · n) = 2 ~ m · n = 52


Resposta: alternativa a.
Sabemos que 117 649 = 76 .
Assim, como log" 7 = -+, obtemos:

log
+117649 = 1og U- 1
7 6 = -1·6· 1og 7 = -6·(--1-) = 2
LI 3

Resposta: alternativa a.

9 (Enem) A Escala de Magnitude de Momento (abreviada 12 (Uepa) O pH de uma solução química mede a acidez da
como MMS e denotada com M), introduzida em 1979 por
Thomas Haks e Hiroo Kanamori, substituiu a Escala de mesma e é definido como pH = log ( [ H\] ) , onde [ H+],
Richter para medir magnitude dos terremotos em termos
representa a concentração de íons H+.
de energia liberada. Menos conhecida pelo público, a MMS
Devido às secas registradas na região nordeste do país, a
é, no entanto, a escala usada para estimar as magnitudes
escassez de água tornou-se uma calamidade pública em
de todos os grandes terremotos da atualidade. Assim como
algumas cidades. Como atendimentos de urgência , cami-
a escala Richter, a MMS é uma escala logarítmica. Mw e M0
nhões pipas distribuíram águas retiradas diretamente de
se relacionam pela fórmula Mw = - 10, 7 + -½- log 10 (M 0 ) , açudes entre as famílias atingidas, como pH baixíssimo,
tornando-se vulneráveis à contaminação com determinadas
onde M0 é o momento sísmico (usualmente estimado a par-
bactérias prejudiciais à saúde humana. Numa amostra des-
tir dos registros de movimento da superfície, através dos
sas águas foi detectado que [H+] = 2,5 · 10- 9 •
sismogramas), cuja unidade é o dina · cm.
De acordo com o texto acima , e considerando
O terremoto de Kobe, acontecido no dia 17 de janeiro de
log 5 = 0 ,70, o pH dessa água foi de:
1995, foi um dos terremotos que causaram maior impac-
to no Japão e na comunidade científica internacional. Teve a) 9,70. b) 9,68. c) 9 ,23. d) 8,87. e) 8 ,60.
magnitude Mw = 7 ,3.
Mostrando que é possível determinar a medida por meio de Temos que o pH procurado é dado por:
conhecimentos matemáticos, qual foi o momento sísmico
M0 do terremoto Kobe (em dina · cm)? log ( 2,5 .\0- 9 ) = log ( 25 · 10~1 • 10- 9 ) =
a) 1 0 - 5,10 b) 10 - 0 ,13 c) 1012,00 d) 1021,s5 e) 1021,00
1
= log ( 52. 10- 10 ) = log (5- • 10 ) = log 5- + log 10 =
2 10 2 10
Do enunciado temos que Mw = 7,3.
Assim:
= -2 log 5 + 10 = -2(0,70) + 10 = -1,4 + 10 = 8,60
2 2
7,3 = -10, 7 + 3 · log10 (M 0 ) ~ 18 = 3 · log10 (M 0 ) ~ Resposta: alternativa e.

~ 27 = log 10 (M 0 ) = M0 = 1027
Portanto, o momento sísmico do terremoto de Kobe foi,
em dina · cm, de 1027·ºº.
Resposta: alternativa e.

Logaritmo e função logarítmica •


13 (Ufal) A fórmula para medir a intensidade de um dado 16 (UFC-CE) Suponha que o nível sonoro 13 e a intensidade
terremoto na escala Richter é R = 10~0 ( T} com 10 sen-
1 de um som estejam relacionados pela equação logarítmi-
ca 13 = 120 + 10 · log 10 1, em que 13 é medido em decibéis
do a intensidade de uma abalo quase imperceptível e I a e I em watts por metros quadrados. Seja 11 a intensidade
intensidade de um terremoto dada em termos de um múl- sonora de 80 decibéis em um cruzamento de duas aveni-
tiplo de 10 . Se um sismógrafo detecta um terremoto com das movimentadas e 12 a intensidade correspondente ao ní-
intensidade 1 = 32 0001 0 , qual a intensidade do terremoto vel sonoro de 60 decibéis do interior de um automóvel com
na escala Richter? Indique o valor mais próximo. Dado: use ar-condicionado. A razão l é igual a:
a aproximação 10~0 2 = 0,30. 12
a) 3,0 b) 3,5 c) 4,0 d) 4,5 e) 5,0 a) _1_ c) 10. e) 1 000.
10 .
A intensidade do terremoto da escala Richter é dada por:
b) 1. d) 100.
ººº'º )
R = log 10 ( 32 10 (
= log 10 32 · 10 3) = log 10 32 + log 10 103= • 80 = 120 + 10 log10 11 ::::} log10 11 = -4::::} 11 = 10- 4
• 60 = 120 + 10 log10 12 ::::} log10 12 = -6::::} 12 = 10- s
= log 10 25 + log 10 10 3 = 5 · log 10 2 + 3 = 5 · (0,30) + 3 =
=1,5+3=4,5 • ~ = 10-4 = 102 = 100
12 10-6
Resposta: alternativa d.
Resposta: alternativa d.

log (_!Q_)
14 (UEL-PR) O valor de 10 ../6 é: 17 (Ufop-MG) Resolva a equação 3' + 3' + 1 =8 sabendo
que log 2 = 0,3010 e log 3 = 0,4771.
a) J6. d) 1 0 ~ .
10 3x + 3x· 3 1 = 8 ::::} 3'(1 + 3) = 8 ::::} 3x = 2 ::::} log 3x = log 2 ::::}

b) 5J6 . e) 1000Jf.o. ::::}x·log3=1og2::::}x= log 2 = 0, 3 010 =06309


log 3 0,4771 '
3
c) 100. Resposta: S = {0,6309).

10 1og(; )= ___!Q__ = ___!Q_. '1'6 = 10'1'6 = 5'1'6


'1'6 '1'6 '1'6 6 3
Resposta: alternativa b.

15 (Unicamp- SP) Calcule o valor da expressão 18 (Vunesp) Se a equação x2 - bx + 100 = O tem duas
logn (1ogn ~efn ), em que n é um número inteiro, n ;;e. 2. raízes r e s, r > O e s > O, prove que
Ao fazer o cálculo, você verá que esse valor é um número log10 (r · s)' + log10 (r · s)• = 2b.
que não depende de n.
-(-b)
r + s = -1- = b
log,, (10g, n fJ= log,, ( n\) = log,, (n- 2) = -2 100
r · s = - 1- = 100
Resposta: -2.
log10 (r · s)' + log10 (r · s)' = r · log10 100 + s · log10 100 =
= r · 10~ 0 102 + s · log10 102 = 2 r + 2s = 2(r + s) = 2b

• revisão&exercicios
19 (PUC-SP) A representação 21 (Fuvest-SP) A intensidade I de um terremoto, medida
na escala Richter, é um número que varia de 1 = O até

+
y
1 = 8,9 para o maior terremoto conhecido. 1 é dado pela
4
fórmula 1= log 10 -f-, o
na qual E é a energia liberada

no terremoto em quilowatt-hora e E0 = 7 · 10-3 kWh.


a) Qual a energia liberada num terremoto de intensidade 8
na escala Richter?
-4 -2 b) Aumentando de uma unidade a intensidade do terremo-
to, por quanto fica multiplicada a energia liberada?

-4
a) 8 = f· 1og10 ( 7 . ~0 _3 } => 1og10 ( 7 . ~0 _3 } = 12 =>

=> 1012 = E => E = 1012 · 7 · 10-3 => E = 7 · 109


7 . 10-3
é da função dada pory = f(x) = logª (x). O valor de logª (a 3 + 8) Resposta: 7 · 109 kwh.
é:
a) 2. b) 4. c) 6. d) 8. e) 10. b) 9 = 32 . log10 ( 7 E'
. 10-3
) (
=> log10 7 . 10-3 =
E' )
227 =>

Pelo gráfico, temos que: E' 3!... E... B.


=> -
7 .- -
10-3
= 10 2 => E' = 7 · 10- 3 • 10 2 = 7 · 10 2 kWh
f( 4) = 2 => log. 4 = 2 => a2 = 4 21
Como a > O e a e/= 1, concluímos que a = 2. E' 7 . 10T 21 -9 3
Assim: -
E
= - - - = 10 2
7 . 109
= 10 2 = J1o3 = 10Jfo
log. (a 3 + 8) = log 2 (2 3 + 8) = log 2 16 = 4 Resposta: por 1oJio.
Resposta: alternativa b.

20 (UFC-CE) Se log7 875 = a, então lo~5 245 é igual a: 22 (Vunesp) Suponha que uma represa de área igual a
128 km2 tenha sido infestada por uma vegetação aquática.
a) a+2 d) a+ 7
Suponha também que, por ocasião de um estudo sobre o
a+7 a +2 ·
problema, a área tomada pela vegetação fosse de 8 km 2 e
b) a+2 e) a+5 que esse estudo tivesse concluído que a taxa de aumen-
a+5 a+7 to da área cumulativamente infestada era de 50% ao ano.
a+5 Nessas condições:
c)
a+2 a) Qual seria a área infestada n anos depois do estudo,
caso não se tomasse nenhuma providência?
a -1 b) Com as mesmas hipóteses, em quantos anos a vegeta-
log7 875 = log7 53 • 7 = 3 log1 5 + 1 = a => log, 5 = - 3-
ção tomaria conta de toda a represa? (Use os valores
2+ a- 1 aproximados log10 2 = 0,30 e log10 3 = 0,48.)
10 245 = log 7 7 · 5 = 2 + log 7 5 = 3 a) A = 128 km 2 Tempo Área (km')
~ 5 log 7 35 1 + log 7 5 1+ a- 1 A0 = 8 km 2 Início 8
3
Após 1 ano 8 · 1,5
6+a-1 3 a+5
Aárea infestada Após 2 anos (8 · 1,5)1,5 = 8 · 1,52
3 3+a- 1 a+2
Resposta: alternativa e.
seria (8 · 1,5") km2.
Após n anos 8 · 1,5"
Resposta: (8 · 1,5") km 2 •

b) 128 = 8 . 1,5" =} 2 7 = 23 • 1,5" =} 1,5" = 24 =}


4 log 2 log 2
=> n = log1,s 2 = 4 . log 1 5 = 4 . - ( 3} =
' log -
2
= 4. log2 = 4. 0,30 = 4 . 0,30 =
log3 - log2 0,48 - 0,30 0,18
5 20
=4· 3 = 3 = 6,6
Resposta: aproximadamente 6,6 anos.

Logaritmo e função logarítmica •


23 (Ufop-MG) Resolva o sistema de equações 24 (Mack-SP) Quais os valores reais de x que verificam a
=2
g-x · 8 · T 4 equação log...!... (x2 - 8) ~ O?
{ 2
log 10 (x + y + 2) = O
• Condição de existência: x2 - 8 >O
Condição de existência: x + y + 2 >O
x' = 2.J'i e x" = -M
T3x. 231. T4 = 2 ::::} { 2-3x+3y-4 = 21 ::::}
{
10° = X + y + 2 X+ y + 2 = 1 \ J X

::::} {-3x + 3y = 5 ::::}


X+ y = -1
{4 + 3y = 5
)X + 3y = -3 • log 1 (x2 - 8) e,;;; O::::} x2 - 8 ~ 1 ::::} x2 -
CD
9 ~ O
2
6y=2::::}y=½
x'=3et' =-3
1 1 4
X+ 3 = -1::::} X= -1 - 3 = -3
+~ /2 X

Verificação: x + y + 2 > O::::} -¾ ½ + + 2 > O::::} 1 > O(V) ~3 ©


Resposta: S = {(-¾, ½)}. • Quadro de resolução:

- 2-.J2 2-.J2

s
-3 3

Resposta: S = {x E [ij I x e,;;; -3 ou x ~ 3).

25 (Faap--SP) Resolva a equação logx 2 · log x 2 = log x 2.


- -
16 64

X X • Verificação:
• Condição de existência: x > O, x =f. 1, 16 =f. 1 e 64 =f. 1 X X
para x = 8 ~ x > O, x =f. 1, 16 =f. 1 e 64 =f. 1 ::::}
log 2 lo"~
-~·

'
X

log , ( 1~)
= ~ ~ -

log, (~)
X L- ::::}
::::} 8 > O, 8 =f. 1, ½ =f. 1 e ½ =f. 1 (V)
X X
para x = 4 ~ x > O, x =f. 1, 16 =f. 1 e 64 =f. 1 ::::}
log, 2 1
::::} log, x - log, 2 4 = log, x - log, 2 6 ::::} 1 1
::::} 4 > O, 4 =f. 1, 4 =f. 1 e 16 =f. 1 (V)
log, 2 1
::::} 1 - 4 • log, 2 1 - 6 · log, 2 Resposta: S = {4, 8).

Fazendo log, 2 = y, temos:

_y_ = _y_ ::::}


1 - 4y 1 - 6y
::::} y(1 - 6y) = 1 - 4y ::::} y - 6y2 - 1 + 4y = O::::}
::::} - 6y2 + 5y - 1 = o
á=1
-5 ± 1 1 1
Y = - - - ::::} y' = - e y" = -

l
-12 3 2
1 1
log, 2 = 3 ::::} X3 = 2 ::::} X = 2 3 = 8
log, 2 = y ::::} 1
1 - 2
log 2 = - ::::} X2 = 2 ::::} X = 2 = 4
X 2

• revisão&exercicios
26 (EEM-SP) Qual é o conjunto solução da inequação log 1 (x -1) - log 1 (x + 1) < log 1 (x - 2) + 1?
2 2 2
• Condição de existência: x - 1 > O, x + 1 > O e © 2x + 2 = O::::} 2x = -2 ::::} x = -1
x - 2 >O::::} x > 1,x > -1 ex> 2

• log.!. (x - 1) - log.!. (x + 1) < (½)::::} ---------e;(~ :

~
log.!. (x - 2) + log.!.
2 2 2 2

::::} log½(: ~ ~ )<log½( x ; 2 ) ::::} : ~ ! > x ; 2 ::::} • Quadro de sinais:


-1 o 3
::::} X - 1 _ X - 2 > O::::} 2(X - 1) - (X - 2)(X + 1) >O::::}
+
X+ 1 2 2(X + 1)
li + + +
2x - 2 - (x 2 - x - 2) 2x - j. - x 2 + x + j.
::::} 2x+2 >O::::} 2x+2 >O::::}
1 + +
::::} -x 2 + 3x > 0
2x + 2
" -1

• Quadro de resolução:
(D -x2 + 3x = O::::} x2 - 3x =O::::} x(x - 3) = O::::}
x>2
::::} x' = O ex"= 3 2
..!..
li -1 o
~ 3 X 3/
-; ~- • s
2 3

Resposta: S = {x E [ij 12 < x< 3).

27 (Faap-SP) Determine os valores de a para que a equação 28 (UFRN) Se lo~ x + log5 y = 3 , com x e y inteiros maio-
x2- 2x - lo!½_0 a = O admita raízes reais. res que 1 , então:
a) x · y = 15. c) x · y = 25.
• Li ;;,, O ::::} 4 - 4(1)( - log10 a) ;;,, O ::::}
b) X + y = 20. d) X + y = 30.
::::} 4 + 4 · log10 a ;;,, O ::::} 4 · 10~0 a ;;,, - 4 ::::}

::::} log10 a ;;,, -1 ::::} log10 a ;;,, 10~0 10


-1
::::} a ;;,, _!_
10
IOf½ X + IOf½ y = 3 ::::} logs (xy) = 3 ::::} xy = 5 3 ::::}

::::} xy = 125 (x > 1 e y > 1)


• Condição de existência: a > O
Analisando a alternativa d, temos:
• Quadro de resolução: xy = 125 ::::} x(30 - x) = 125 ::::}
1
{
a > 10 X+ y = 30
x' = 25 ::::} y = 5
a> O {
o ::::} x2 - 30x + 125 = O ::::} i ' = 5 ::::} Y = 25
s 1 Resposta: alternativa d.
10

Resposta: S = {a E [ij I a;;,, 1~ }·

Logaritmo e função logarítmica •


29 (Ufal) Considere que uma determinada xícara de café contém cerca de 100 mg de cafeína. O nível Q de cafeína no
corpo decresce a uma taxa de 19% por hora, a partir do instante em que o café foi tomado. Classifique cada afirmativa em
verdadeira ou falsa:
0-0) Ao fim de t horas, a quantidade de cafeína restante no organismo é tal que Q(t) = -100 · (1, 19) 1 •
1-1) A função Q(t) é crescente se O < t < 1, e decrescente se t;;;. 1, tem horas.
2-2) Depois de 2 horas, a quantidade de cafeína remanescente no corpo é 65,61 mg.
3-3) O tempo para que o nível de cafeína no corpo atinja 72,9 mg é de 1 hora e meia.
4-4) Se log 2 = 0 ,30 e log 9 = 0,95, então a meia-vida da cafeína no corpo é de 3 horas.

0-0) Falsa.
A função é Q(t) = 100 · 0,811.
1-1) Falsa.
A função é decrescente.
2-2) Verdadeira.
Q(2) = 100 · 0,81 2 = 65,61 mg
3-3) Verdadeira.

Q(t) = 72,9 => 72,9 = 100 · 0,81' => 1729 ( 81 )' 36


000 = 100 => W =
(
4
W
3 )' => log ( W
3
6
) w
= log ( 3
4
)' =>

6·046 - 3·1
=> 6 log 3 - 3 log 10 = t · [4 log 3 - 2 log 10] => t = 4 . 0: 46 _ 2 . 1 => t = 1,5 h

4-4) Verdadeira. ,
1 = (W
Q(t) = 50 => 50 = 100 · (0,81)'=> 2 9
2
J => log (½} = log (W9 2
)' => log 1 - log2 = 2t · (log9 - log10)=>

O - 0,3
=> 2t = 0,95 - 1 => 2t = 6 => t = 3h

30 (UnB-DF) A disseminação de uma doença infecciosa em 31 (Fac. Med. ABC-SP) Qual é o numero de soluções reais
uma determinada população de 30 000 frangos em uma da equação log 10 (x + 1) + log 10 (x + 3) = log 10 3?
. d d . I _ p 11 480
granJa po e ser escrita pe a equaçao (t) = 1 + 34 _ 1 , • condição de existência: x + 1 > O e x + 3 > O
em que t é o número de dias decorridos desde a detecção • log10 (x + 1)(x + 3) = log10 3 => x2 + 4x + 3 = 3 =>
da doença, que é definido como o momento do apareci- => x2 + 4x = O=> x(x + 4) = O=> x' = O ex" = - 4
mento dos primeiros casos (t = O) e P(t) é a quantidade • verificação:
total de frangos infectados após t dias. Com base nessas
para x =O~ x + 1 > Oex+ 3 > O=> 1 > O e 3 > O (V)
informações, julgue os itens a seguir:
para x = -4 ~ x + 1 > O ex + 3 > O=> -3 > O e -1 > O(F)
1) A quantidade de frangos infectados no momento em que
Logo, S = {O}.
a doença foi detectada é superior a 150.
Resposta: uma solução real.
2) Caso a doença não seja controlada, toda a população de
frangos da granja será infectada.
3) 4100 frangos serão infectados decorridos 2 + log3 5
dias do momento da detecção da doença.
4) O número de frangos infectados somente no terceiro dia
é inferior a 1200.

1) Errado.
P(O) = 11 480 = 11 480 = 140
1 + 34 82
2) Errado.
t ~ O=> P(t) ~ 11480
3) Correto.
11480 11480 =4100
P(2 + lo~ 5) = 1 + 34 - (2 +1og,s> 1+32 - log3 5

4) Errado.
• P(3) = 11 480 = 2870
1 + 31

• P(2) = 11 4802 = 1148


1+3
Logo, P(3) - P(2) = 1 722.

• revisão&exercicios
1
32 (Fuvest-SP) Se x é um número real, x > 2 e 34 (Ufam) Considere a equação em x, a' - 1 = b ' , onde a
lo~ (x - 2) - log4 x = 1, então o valor de x é: e b são números reais positivos, tais que ln b = 6 ln a> O
(ln = logaritmo natural).
a) 4 - 2 .J3 . d) 4 + 2 .J3 . A soma das soluções da equação é:
b) 4 - .J3. e) 2 + 4.J3. a) 3. b) -2. c) 1. d) -6. e) 6.
c) 2 + 2 .J3.
Temos que:
1
Se x > 2, então: lnax-i =ln b'::::} (x-1) · ln a= - 1- · ln b
1 X
lo~ (x - 2) - log4 x = 1 ::::} lo~ (x - 2) - 2 lo~ x = 1 ::::}
e como ln b = 6 ln a > O, obtemos:
1 6
.Jl )
2
(x-1)1na=-·61na::::} x-1 =-::::} x -x -6 =O
::::} lo~ ( X = 1 ::::} X:;/ = 2 ::::} X - 2 = 2.Jx ::::} X X
~=1-4·1·(6)=25
::::} (x - 2)2 = (2.Jx) 2 ::::} x2 - 4x + 4 = 4x::::} 1+5
x=---::::}X=3 OU X=-2
2
Assim, a soma das soluções da equação considerada é 3 + (-2) = 1.
x' - 8+4.J3 =4+N3 Resposta: alternativa e.
::::}X2 - 8 x + 4 = Q < - 2

8 - 4.J3
~ x" = (não serve)
2
Logo, x = 4 + 2.JJ.
Resposta: alternativa d.

33 (FGV-SP) O conjunto solução da equação 35 (Ufam) Na figura a seguir a curva representa o gráfico
da função f(x) = log3 x.
x · (1og 2 7' + log 2 ; ) + log 2 21• = O, sendo lo~ N o loga-
y
ritmo do número N na base 2, é:
a) 0. d) {O, -2}. B
b) {O}. e) {O, 2}.
c) {1}.

x · [1og 2 7' + log 2 ( f )] + log 2 (21 x) = O ::::}


------------------------------------------ ~' A
'
::::} x lo~ 7x + x lo~ (f) + lo~ (3 · 7)' =O::::} X

3 6 9 12 15 18 21 24 27

::::} log2 7'2 + lo~ 7' - lo~ 3x + lo~ 3x + lo~ 7' = o ::::}
A área do triângulo ABC é igual a:
::::} log2 7'2 + 2 · lo~ 7' = O ::::} x2 · lo~ 7 + 2x · lo~ 7 = O ::::} a) 25 unidades de área. d) 21 unidades de área.

::::} 10~ 7(x2 + 2 x) = 0 < lo~ 7 = O (absurdo!)


x2 + 2x = O::::} x = O ou~ = - 2
b) 24 unidades de área.
c) 23 unidades de área.
e) 20 unidades de área.

S = {O, -2) 1 Sabemos que lo~ 3 = 1 e lo~ 27 = 3.


Assim, pelo gráfico, temos que os pontos A, B e C são dados,
Resposta: alternativa d. respectivamente, por: (27, 1), (27, 3) e (3, 1).
Portanto, a área do triângulo ABC é igua l a:
( 27 - 3) · ( 3 - l) = 24 unidades de área
2
Resposta: alternativa b.

Logaritmo e função logarítmica •


36 (Unir-RO) Considere as funções f e g dadas por 37 (UFPB) Uma amostra contendo 1012 bactérias é sub-
f(x) = log2 x , para todo x real positivo e g(x) = __ x_ , para metida a um choque térmico. Estudos experimentais
x+1 mostram que, t segundos após o início do choque, mor-
todo x natural diferente de zero. O valor de x que torna ver- rem x bactérias e que as variáveis t e x relacionam-
dadeira a igualdade f(x) = f(g(1)) + f(g(2)) + f(g(3)) + f(g(4)) + 12
+ ... + f(g(98)) + f(g(99)) é: -se de acordo com a expressão t = 50 ln ( 1010
12 _ x )
.
a) 10-3 • b) 10-4 _ c) 10-2 • d) 10-s. e) 10-1 •
Com base nessas informações, é correto afirmar que o
tempo necessário para que morram 20% das bactérias ini-
f(x) =f(g(1)) +f(g(2)) +f (g(3)) + ... +f(g(98)) +f (g(99))::::}

+)+ { ~
cialmente presentes na amostra é:

::::} f (x) = { )+ { ! )+ ··· + { :: )+ { 19090 ) ::::}


(Use ln 2 = 0,7 e ln 5 = 1,6.)
a) 6 s. b) 7 s. c) 8 s. d) 9 s. e) 10 s.
1 2 3 98
::::} log2x = log 22 + log23 + log2 4 + ... + log2 99 + Sabemos que 20% de 1012 = 0,2 · 1012 .
Assim, o tempo procurado é dado por:
99 ::::} log2x -_ log2
+ log2 100 (17 ·7i · 7t · ... · ~
;lB · ~ ) ::::}
100
t = 50 ln ( 1012 - 10
12 12
0,2 · 1012 ) = 50 ln ( 0,810· 1012 )
::::} log 2x = log 2 1~0 ::::} log2x=log 210- 2::::} x = 10- 2 1 10 5
= 501ncDf =50 ln-8- =50 ln 4 = 50 ·(ln5-ln4) =
Resposta: alternativa e.
= 50·(1n5 - ln22) = 50 · (1n5 - 2 ln2) = 50 ·(1,6 - 2· 0,7) =
= 50 ·(1,6-1,4) = 50 ·0,2 = 10
Resposta: alternativa e.

38 (UFG-GO) A fórmula a seguir é frequentemente utilizada na modelagem do crescimento de animais (fórmula de Gompertz):
P(t) = A. 10(- s-10- Kt)
Nessa fórmula, P(t) será o peso do animal (massa corporal) em kg quando ele estiver com idade t, sendo a idade dada em
meses. Os valores das constantes A, B e k dependem da espécie e do animal.
Para aplicar esse modelo ao crescimento de certa raça de bovinos, usa-se B = 1,1 e k = 0,04. Considerando que o peso
ao nascer, P(O), de um determinado animal é de 40 kg, qual será, aproximadamente, a idade, em meses, que esse animal
terá quando atingir 250 kg de peso? Use log 2 = 0,30, log 3 = 0,48 e log 11 = 1,04.

(- 11-10- 0-04 - 0) 40
P(O) = 40 ::::} 40 = A·10 , ::::} 40 = A-10- 1,1::::} A = -
10--
11
1,1 = A = 40 ·10 ·

Assim, o tempo aproximado para o animal atingir 250 kg é dado por:


11 (-1,1 10-0,04t) 1,1 (1 -10-0,04t) 250 25 1,1 (1- 10- 0,04t) 25
40 . 10 · · 10 = 250 ::::} 10 = 40 = 4 ::::} log 10 = log 4 ::::}
::::} 1,1 · (1 - 10- 0·04') = log 25 - log 4::::} 1,1 · (1 - 10- 0-04') = log 52 - log 4 = 2 · log 5 - 2 · log 2 = 2 · (10g 12 °- log 2) =

= 2 · (log 10 - log 2 - log 2) = 2 · (1 - O 3 - O 3) = 2 · O 4 = o 8 ::::} 1 - 10- o.04, = ~ = _J!_ ::::} ~ = 10- 0-º4' ::::}
' ' ' ' 1,1 11 11

::::} log 131 = log 10- o,04, ::::} log 3 - log 11 = -0,04t::::} 0,48-1,04 = -0,04t::::} -0,56 = -0,04t::::} t = 14

Resposta: aproximadamente 14 meses.

• revisão&exercicios
39 (UFMS) Dado o sistema a seguir, e considerando log 40 (UFMS) Resolvendo, no conjunto dos reais, a equação
o logaritmo na base 10, assinale a(s) afirmação(ões) exponencial dada por: 23x · 3 4x = O, 012 , e considerando,
correta(s). se necessário, que log 2 = 0,30 e log 3 = 0,47 (onde
3(8y-x) = 0,111111 ... log 2 e log 3 são, respectivamente, os logaritmos de 2 e 3
{ na base 10), temos que o valor de x encontrado é tal que:
logx - logy =1
3 5
01) log (x - 9y) =O 08) (x · y) = 10 a) - 4 < X< - 7 . d) X> - 53 .
02) log (x + 9y) = 1
04) (x + 1) = 10
16) (x + y) = 10
b)
5
-T<x<-3.
2
e) x<- !.
2 3
Temos, para x > O e y > O, que: c) - 3 < x<-5 .
3(8y- x) = 0,11... j3(8y -x) =-¼- 13(8y- x) = 3-2
{ 23x • 3 4x = 0, 012 => (2 3 • 3 4 }' = 12 '10-3 =>

log x - log y = 1
=>
log f = 1
=>
log Y=1 X =>
=> (23 • 3 4 ) ' = 2 2 · 3 · 10-3 => log(2 3 • 3 4 )' = log (2 2 · 3 · 10-3) =>

=> X l
8X - X = - 2
y=10
=>
{8y - X= - 2
x=10y
=>
{8y - X = - 2
-10y+x=O
-2y = -2 => y = 1
=> x · log (2 3 • 3 4 ) = log (2 2 · 3 · 10-3 ) =>

=> x · (log2 3 + log3 4 ) = log2 2 + log 3 + log 10-3 =>

=> x · (3 · log 2 + 4 · log 3) => 2 · log 2 + log 3 + (-3) =>

8y - x = - 2 => 8·1 - x = - 2 => 10 = x => X · (3 ·0,30 + 4 · 0,47) = 2 · 0,30 + 0,47 + (- 3) =>

Assim, analisando as afirmativas, temos que: => X· (0,90 + 1,88) = 0,60 + 0,47 - 3 => X· 2, 78 = - 1,93 =>
01} Verdadeira, pois log (x - 9y} = log (10 - 9 · 1} = log 1 = 10. =>X= - l,93 =-0 69
02} Falsa, pois log (x + 9y} = log (10 + 9 · 1} = log 19 # 1. 2,78 '
04} Falsa, pois (x + y} = (10 + 1} = 11 # 10.
08} Verdadeira, pois (x · y} = (10 · 1} = 10.
16} Verdadeira, pois (x + y} = (10 : 1} = 10.
Assim, o valor de x encontrado
Resposta: alternativa b.
é ta l que -+ < x< -f.

41 (UFG-GO) Dados dois números reais positivos a e n, com n # 1, o número y tal que n1 = a é denominado logaritmo de
a na base n, e é representado por logn a. Faça o que se pede:
a) Faça um esboço do gráfico da função f(x) = log 1 2x, com x > O.
2

b) Mostre que log 2 (-½-) = log ~ 2.

a} Façamos, primeiro, uma tabela: y

X 2x Y= f(x) = log 1 (2x)


2
2 3 4 X
1 1
- - 1
4 2
- 2 -------
1
-
2
1 o - 3 --------------

1 2 -1
b} Temos que:
2 4 - 2
4 8 - 3 • log 2 ( ~) = log 2 1 - log 2 2 = O - 1 = - 1

• log i 2= log2 2 = _1_ = -1


T log _!_ -l
2 2

Portanto, log2 ( ~ ) = log+2 .

Logaritmo e função logarítmica •


42 (Uerj) Considere a equação: (log 2 x)2 - log~ x = O, com 44 (ESPM-SP) Sendo log 2 =a e log 3 = b, o valor do
x > O. Um aluno apresentou o seguinte desenvolvimento log9 160 é igual a:
para a solução dessa equação:
(log 2 x) 2 = logç<2 x::::} (log 2 x)2 = 3(1og 2 x)::::}
a) 4a +b d) 4b +2
2 a
::::} (log 2 x) = 3 ::::} x = 2 3 ::::} x= 8
b) 4a +1 e)~
S = {8} 2b 3b .
O conjunto solução encontrado pelo aluno está incompleto.
Resolva a equação e determine corretamente o seu con-
c) 2a + 3b
junto solução.
2

log 160 log (2 5 • 5) 5 log 2 + log 5


(1og 2 x)2 - log;/2 x =O::::} (1og 2 x}2 - log .1. x =O::::} log9 160 = log 9
2• log 32 2 log 3

::::} ( log 2 x)2 - 3 · log2 x = O::::} log 2 x · ( log 2 x - 3) = O::::}


S log 2 + log (~ ) = 5 log 2 + log 10 - log 2
::::} log 2 x = O ou log2 x - 3 = O::::}
2 log 3 2 log 3
::::} log2 X ou log2 X = 3 ::::} X = 1 ou X = 8
5a+1-a 4a+1
---
Resposta: S = {1, 8). 2b 2b
Resposta: alternativa b.

43 (Fuvest-SP) O número real a é o menor dentre os valo- 45 (Mack-SP) Considerando a solução (x, y) do sistema
res de x que satisfazem a equação
log 2 ( 2a 3+ 4 )
r,, r,, _ log x + log y = 5
2 log 2 (1 + vL x)- log 2 (v2 x) = 3 . Entao, { 4 2 , com x '1'= 1, o valor de log,
log 2 x - log 4 y = O
é iguala:
a)_!_ b)2.
1
c) 1. d)~ e) 2.
a) 1. b) 4 . c) -1. d) -½- e) -
1
4
4 ' 2 .

Temos, para x > O e y > O, que:


Estabelecendo a condição de existência, temos: x > O.
Temos, também, que: log 4 x + log2 y = 5 ::::} {log 22 + log2 Y = 5 ::::}
{

l
log2 x - log 4 y = O log2 x - log 22 y = O


2 log2 (1 + .J2x) - log2 (.J2x) = 3 ::::}
::::} 2 log2 (1 + .J2x) = log 2 (.J2x) + log 2 8 ::::} log 2 x + log 2 y = 5
::::} log2 (1+.J2x}2 = log 2 (8 · .J2x) ::::} (1+.J2x) 2 = 8· .J2x ::::} ::::} 1 ::::}
::::} 1 + 2 · .J2x+ 2x 2 = 8.J2x ::::} 2x2 -6.J2x+1 = 0 ::::}
log 2 x - 2 · log 2 y = O
::::} x =

x=
3 .J2
2 -
3'/2 + 4 (sat1s

4
2
.f

(sat1s
. -

. f az a con d"1çao
. • .
az a cond1çao de ex1stenc1a) ou

- de ex1stenc1a
. • . ).
::::}
!J__ · log2 x + log2 y = 5
2
2 · log2 x - log 2 y = O

~
2 • log 2 x = 5::::} log 2 x = 2 ::::} x = 4
Assim, a=
3.J2 -4 e, portanto:
2 1 1

log 2 ( 2 ª; 4 ) = log 2 ( 3$ ; 4 + 4 ) = log 2 .J2 = log 2 2-½ = + 2 · log2 x + log2y = 5::::} 2 · log 2 4 + log 2 y = 5
::::} 21 ·2 + log 2y = 5::::} log 2 y = 4::::} y = 16
::::}

Resposta: alternativa b.
Portanto:

logx( f )= log 4 ( 1~ )= log 4 -¼- = log 4 4-i = -1

Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
46 (Fuvest-SP) Tendo em vista as aproximações 49 (PUC-SP) Uma calculadora eletrônica possui teclas das
log10 2 = 0,30, log10 3 = 0,48, então o maior número intei- quatro operações fundamentais e as teclas 10', log10 e
ro n, satisfazendo 10" ,,:;; 12418 , é igual a: log_,. Como se pode obter o valor de e usando as funções
a) 424. b) 437. c) 443. d) 451. e) 460. da calculadora?

~ _ l _
10",,:;; 12418 ::::} log 10 10",,:;; log 10 12418 ::::} n,,:;; 418 · log10 (22 · 3)::::} e = 10k>g!D . = 10 loge 10 = 10 log, 10
::::} n,,:;; 418 · (2 log10 2 + log10 3)::::} n ,,:;; 418 · (2 · 0,30 + 0,48)::::}
::::} n,,:;; 418 · 1,08::::} n,,:;; 451,44

Assim, o maior inteiro n procurado é 451.


Resposta: alternativa d.

47 (UFRGS-RS) Aproximando log 2 por 0,301, verificamos 50 (Ufpel-RS) Tendo-se a e b como números reais po-
que o número 1610 está entre: 1
sitivos, e sendo b =/= 1, se log 2 a + = 6 , então
a) 109 e 1010• d) 1012 e 1013 . logb 2
a · b é igual a:
b) 101 º e 1011 . e) 1013 e 1014 .
a) 12. b) 16. c) 32. d) 64.
c) 1011 e 1012 •
Seja n = 1610 • Assim: log 2 a + - -1- = 6 ::::} log 2 a + - -1~ - = 6 ::::}
logb2 log 2 2
log n = log 16 10 = 10 · log 16 = 10 · log 2 4 = 10 · 4 · log 2 = log 2 b
= 40 · 0,301 = 12,04::::} n = 10 12·04 log b
::::} log 2a+ - -2- = 6 ::::} log 2 a + log 2b = 6 ::::}
Portanto, < n<
1012 1013. log 22
Resposta: alternativa d. ::::} log 2(a· b) = 6 ::::} a· b = 6 2 ::::} a· b = 64

Resposta: alternativa d.

48 (FGV-SP) Em um certo país com população A (em mi- 51 (UFPR) Uma determinada substância radioativa desin-
lhões de habitantes), é notificada pela tevê a implantação tegra-se com o tempo, segundo a função M(t) = M 0 • e-k·t
de um novo plano econômico pelo governo. O número de sendo M0 a massa inicial , k uma constante característica
pessoas que já sabiam da notícia após t ;,,, O hora é dado da substância e t o tempo dado em anos. Sabendo que a
por f(t) = ___
A___ A_t__ quantidade inicial de 100 g dessa substância radioativa
diminui para 50 g em 28 anos, calcule quanto tempo será
1 +4e 2
necessário para que 100 g dessa substância se reduzam a
Sabe-se também que, decorrida 1 hora da divulgação do 25 g. (Considere log2 2 = 0,7 .)
plano, 50% da população já estava ciente da notícia. a) 56 anos c) 72 anos e) 64 anos
a) Qual a porcentagem da população que tomou conheci- b) 48 anos d) 42 anos
mento do plano no instante em que foi notificado?
b) Qual a população do país? M(28) = 50 ::::} 100. e- k·28 = 50 ::::} e- 28k = __2Q_ ::::} e- 28k _1_ ::::}
c) Após quanto tempo 80% da população estava ciente do 100 2
plano? ::::} log, e- 28k = log, T 1::::} - 28k = - log, 2 ::::} - 28k = - O, 7 ::::}
(Dados do problema: ln 3 = 1,09; ln 2 = 0,69.)
A A ::::} k = ~ ::::} k = - 7- ::::} k = - 1-
a}f(O} = 1 + 4 eº = = 20% de A 28 280 40
5 _ _!_t
Resposta: 20%. Assim, M(t} = 100 · e 40 .
A A A
Para que M(t) = 25, devemos ter:
b} f(1} = - = A ::::} 1 + 4e 2 = 2 ::::}
2 1 + 4e- 2 · 1

~ 1 -~
::::} e 2 = 4 ::::} ln e 2 = ln 2- 2 ::::}
-t

::::} - ~ = -2 · ln2 = -2 · 0,69 = -1,38::::}A = 2,76 ::::} log, T 2 = log, e40 ::::} - 2 · log, 2 = - 4~ ::::}

Resposta: 2,76 milhões de habitantes.


::::} - 2 · 0,7 = ;~ ::::} t = 56
c}
00°
--A = A
Á
::::} 1 + 4e- 2
At
= -5 ::::}
~ 1 + 4e- 21 4 Portanto, o tempo necessário procurado será 56 anos.
Resposta: alternativa a.
- ~ t 1 _ 2,76 !
::::} e 2 = 16 ::::} e 2 = 2- 4 ::::} ln e- 1,3at = ln 2- 4::::}
::::} -1,38t = -4 · 0,69 ::::}t = 2
Resposta: 2 h.
Logaritmo e função logarítmica •
52 (UFPB) O movimento de uma bola de golfe é influen- 53 (Unicamp-SP) A função L(x) = aeb• fornece o nível de
ciado tanto pela força gravitacional como também pela iluminação, em luxes, de um objeto situado a x metros de
resistência do ar. Essa força retardadora atua no sentido uma lâmpada.
oposto ao da velocidade da bola. Em um estudo realizado a) Calcule os valores numéricos das constantes a e b, sa-
durante uma partida de golfe, observou-se que, quando foi bendo que um objeto a 1 metro de distância da lâmpada
considerada a força de resistência do ar, a distância hori- recebe 60 luxes e que um objeto a 2 metros de distância
zontal d(t), em metros, percorrida por uma bola em função recebe 30 luxes.
do tempo t, em segundos, a partir do instante em que a b) Considerando que um objeto recebe 15 luxes, calcule a
bola foi lançada (t = O), era dada por d(t) = 50(1 - e- 0 ,1t). distância entre a lâmpada e esse objeto.
Use ln 2 = 0,7.
A partir dessas informações, conclui-se que, para que a a) jL(1) = 60 ::::} a · eb = 60 ::::} a = :~
bola percorra uma distância na horizontal de 25 m, o tempo
gasto, a partir do instante do lançamento, é de: 1º..
L(2) = 30 ::::} a • e2b = 30 ::::} a = e2b
a) 5,0 s. d) 8 ,5 s.
b) 6,6 s. e) 10 s.
c) 7,0 s.

Para que a bola percorra uma distância horizontal de 25 m, devemos ter: ::::} b = -ln 2
25 = 50 · (1-e-0·11 )::::} ~ = 1-e-0·11 ::::} ....!... = 1-e-0·11 ::::} Portanto:
50 2
a- 60 - ~ = 60 ::::} a = 120
::::} e-º·11 =....!... ::::} ln e- º· 11 = ln ....!...::::} ln e- º·11 = ln 2- 1::::} - eb - eln2- 1 1
2 2 2
::::} -0,1t = -ln2::::} -0,1t =-0,7 ::::}t =7 Resposta: a = 120 e b = -ln 2.
Portanto, o tempo gasto procurado é 7 s. b) L(x) = 15::::} a · eb' = 15::::} 120 · e- , in2 = 15::::}
Resposta: alternativa e. ln2- x 15 1 3
:::} e = - ::::} 2-' = - ::::} 2-' = 2- ::::} X = 3
120 8
Resposta: 3 m.

54 (Vunesp) A função a seguir expressa, em função do tempo t (em População (em milhões de hab.)
anos), aproximadamente, a população, em milhões de habitantes,
de um pequeno país, a partir de 1950 (t = O). Um esboço do gráfico
dessa função, para O ~ t ~ 80 , é dado na figura. 17 --------------------

a) De acordo com esse modelo matemático, calcule em que ano a


15 ---------
população atingiu 12 milhões de habitantes. (Use as aproxima-
ções log3 2 = 0 ,6 e lo~ 5 = 1 ,4.)
b) Determine aproximadamente quantos habitantes tinha o país em
1950. Com base no gráfico, para O ~ t ~ 80, admitindo que
10
p(80) = 17,dê o conjunto solução da inequação p(t) ~ 15e respon-
9
da.justificando sua resposta, para quais valores de k a equação
t (em anos)
p(t) = k tem soluções reais.
O 32 80

8
p(t)=9+ - - ~ ~-
1 + 12. 3 (- 0,l)t

8 8 8
a) p(t) = 12 ::::} 9 + 1 + 12 . 3 - 0.11 = 12 ::::} b) • p(O) = 9 + 1 + 12 . 3 0 = 9 + 13 = 9,61
Logo, havia 9,61 milhões de habitantes aproximada mente.
::::} 8 = 3 ::::} ~ = 1 + 12. 3- o,tt ::::}
1 + 12 . 3-0,lt 3 • Observando o gráfico, temos que:
::::} ~ - 1 = 12. 3- 0,11 ::::} ~ = 12. 3- 0,lt ::::} 2 = 3- 0,11 ::::} p(t) ~ 15--+ 32 ~ t ~ 80
3 3 36 Logo, S = {t E IR 1 32 ~ t ~ 80).
::::} lo~ ( : 6 ) = lo~ 3- o, 11 ::::} lo~ 5 - lo~ 36 = -0,1t::::} • De acordo com o gráfico, a equação p(t) = k tem sol uções reais
para p(O) ~ k ~ p(80) <=> 9,61 ~ k ~ 17, aproximada mente,
::::} 1,4 - lo~ (22 • 32 ) = -0,1t::::} em milhões de habitantes.
::::} 1,4 - 2 lo~ 2 - 2 lo~3 = - 0,lt ::::} Resposta: 9,61 milhões de habitantes;
::::} 1,4- 2 · 0,6 - 2 = -0,lt::::} -1,8 = -0,lt::::}t = 18 S = {t E !RI 32 ~ t ~ 80); 9,61 ~ k ~ 17.
Logo, em 1968.
Resposta: 1968.

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Progressão Razão
aritmética { PA} r = a n - a n-1
Termo geral

ª" = a1 + (n - 1)r ou
ª" = aP + (n - p)r

Três termos consecutivos na PA (... , a, b, c, ... )

2b = a+ e

Notação especial de PA de três termos

PA (X - r, X, X + r)

Equidistância de termos

Soma dos n primeiros termos


S = (a1 + ª2)n
n 2
Observação: S1 = a1 e Sn - Sn _ 1 = a"
Progressão Razão
geométrica {PG} q=~
ªn - 1

Termo geral
an = a1 q" - 1 ou an = a pq" - P

Três termos consecutivos na PG (... , a, b, c, ... )

b2 = ac
Notação especial de PG de três termos

PG ( ~, x, xq)
Equidistância de termos

Soma dos n primeiros termos


q" -1
S = a·--
" 1 q-1

Limite da soma (para lql < 1)


s =~
= 1-q

Progressões.
Exercícios
1 (UFRRJ) Numa sala de aula, cada um dos 100 alunos re- 3 (UFRR) Um trem partiu da primeira estação com 100
cebe um número que faz parte de uma sequência que está (cem) passageiros, a cada estação entraram outros 12
em progressão aritmética. Sabendo que a soma de todos (doze) passageiros e ninguém saiu. Ao sair de que esta-
os números é 15 050 e que a diferença entre o 462 e o 12 ção o trem estava com 268 (duzentos e sessenta e oito)
é de 135, determine o 1002 número. passageiros?
a) 16ª estação d) 17ª estação
De acordo com o enunciado, temos que:
b) 14ll estação e) 13ª estação
• a46 - a, = 135 ::::} a, + 45r - a, = 135 ::::}
::::} 45r = 135::::} r = 3 c) 15ll estação
• a,+ a2 + a3 + ... + a100 -- 15 050 ::::} (a, + ª100) = 15 050::::} Na primeira estação o trem tinha 100 passageiros, na 2§ estação tinha
2
112 passageiros, na~ tinha 124 passageiros, e assim por diante.
::::} a, + a100 = 301 ::::} a, + a, + 99r = 301 ::::}
Então, as quantidades acumuladas de passageiros determinam a
::::} 2a, + 99 · 3 = 301 ::::} a, = 2 sequência (100, 112, 124, ... ) que é uma progressão aritmética onde
Logo: o primeiro termo e a razão são, respectivamente, dados por:
ª100 = 2 + 99 . 3 ::::} ª100 = 299
a1 = 100 e r = 12.
Resposta: 299. Determinamos o valor de n para que an = 268.
Assim:
an = a1 + (n - 1)·r ::::} 268 = 100 + (n - 1) · 12 ::::}
180
::::} 268 -100 = 12n -12::::} 180 = 12n::::} n = ~::::} n = 15

Portanto, ao sair da 15ll estação o trem estava com 268 passagei ros.
Resposta: alternativa e.

2 (UFMG) Uma criação de coelhos foi iniciada há exatamen- 4 (UPE) Em uma progressão geométrica estritamente cres-
te um ano e, durante esse período, o número de coelhos cente, com razão igual ao triplo do primeiro termo , na qual
duplicou a cada quatro meses. Hoje, parte dessa criação o quarto termo é igual a 16875, é correto afirmar que:
deverá ser vendida para se ficar com a quantidade inicial de a) o terceiro termo é igual a nove vezes o primeiro termo.
coelhos. Para que isso ocorra, a porcentagem da população b) a soma dos três primeiros termos é igual a 241 vezes o
atual dessa criação de coelhos a ser vendida é: primeiro termo.
a) 75%. b) 80%. c) 83,33%. d) 87,5%. c) o segundo termo é igual a 9 vezes o quadrado do primei-
ro termo.
X 4 meses 2X 4 meses 4X 4 meses
8x d) a soma do primeiro e do terceiro termo é igual a 25 ve-
Deve vender 7x. Então: zes o segundo termo.
~: = 0,875 ::::} X = 87,5% e) os termos também estão em progressão aritmética.

Resposta: alternativa d.
Pelo enunciado, temos a PG (a 1, a2 , ... ) , na qual a4 = 16 875 e a
razão é dada por q = 3 · ar
Assim:
a4 = a,· q3 ::::} 16 875 = a,· (3 · ai}3 ::::} 16 875 = a1 • 27 · a~ ::::}
::::} 625 = at

Como a PG é crescente, concluímos que a = 5.


Temos, então, a PG (5, 75, 1125, 16875, ...).
Analisando as afirmativas, temos que:
a) Falsa, pois 1125 -=f:. 9 · 5.
b) Verdadeira, pois 5 + 75 + 1125 = 1205 = 241 · 5.
c) Falsa, pois 75 -=f:. 9 · 5.
d) Falsa, pois 5 + 1125 -=f:. 25 · 75.
e) Falsa, pois a sequência não é uma PA.
Resposta: alternativa b.

• revisão&exercicios
5 (Unemat-MT) Dada uma PA cujo a1 é quádruplo de sua 8 (FGV-SP) A soma do 4 2 e do 8 2 termos de uma PA é 20
razão e a20 é igual a 69, sua razão será: e o 312 termo é igual ao dobro do 162 termo. Determine o
a) 2. b) 6. c) 4. d) 5. e) 3. 12 termo dessa PA.

Temos, na PA (a 1, a2, ... ), de razão r, que a1 = 4r e a20 = 69.


{
a4 + a8 = 20 {ª +
1 3 r + a1 + 7r = 20
Assim: a31 = 2a 16 => a1 + 30r = 2(a 1 + 15r) =>
a20 = a1 + 19r = 4r + 19r = 69 => 23r = 69 => r = 3
Resposta: alternativa e.
=> {2a 1 + 10r = 20
a 1 + 30r = 2a 1 + 30r
=> {ª +
1 5r = 10
a1 = O
O + 5r = 10 => r = 2
PA (0, 2, 4, 6, ... )
Resposta: O.

6 (Vunesp) Considere as sequências (O.) e (t.), n = 1, 2, 3, ..., 9 (Faap--SP) Quantos números inteiros compreendidos entre
cujos termos gerais são, respectivamente, 1 e 5000 são divisíveis por 3 e por 7 ao mesmo tempo?
n(n +1) Devemos encontrar os múltiplos de 21entre1e5000.
On = n (n + 1) e tn = 2 . Demonstre que, para todo
PA (21, 42, ... , 4 998}
n ? 1 , t2n = º" + n 2
• a1 = 21; a. = 4998; r = 21
a.= a 1 + (n - 1}r => 4 998 = 21 + (n - 1)21 =>
t = 2n(2n + 1} = 2n2 +n= n2 + n2 +n= n2 + n(n + 1} = => 4 977 = (n - 1)21 => n - 1 = 237 => n = 238
"2n 2 Resposta: 238.
= On + n2

7 (FCMSCSP) Numa progressão aritmética de 7 termos, a 10 (UFSC) Uma função f é definida recursivamente como
soma dos dois primeiros é 14 e a dos dois últimos é 54.
Calcule a razão e o último termo dessa PA. f (n + 1) = 5f (n) + 2 . Sendo f(1 ) = 5 , o va lor de f(1 0 1 ) é:
5

{
a1 + a2 = 14 {ª + + r = 14
1 a1
a) 45. b) 50. c) 55. d) 60. e) 65.

a6 + a7 = 54 => a1 + 5r + a1 + 6r = 54 => 25
f(1) = 5 = -5
2a +r= 14 { ~ - r = - 14
{
=> 2a: + 11r = 54 => 7a;': 11r = 54 f(2) =
5 · f(l}
5
+2
=5
27

10r = 40 => r = 4 5 · f(2) +2 29


f(3) = 5 =5
2a 1+ 4 = 14 => 2a 1 = 10 => a1 = 5
, formam a PA ( 25 27 29 )
a7 = a1 + 6r = 5 + 6 · 4 = 29 Esses numeros 5 , 5 , 5 , ... .
Resposta: r = 4 e a7 = 29.
f(101) = a101; a1 = 525 ; r = 527 - 525 = 52 ; n = 101
a
101
= a
1
+ 100r => a10 1 = ~
5
+ 100 · ±..
5
= 225
5
= 45
Logo, f(101) = 45.
Resposta: alternativa a.

Progressões.
11 (Fuvest-SP) Resolva a equação 14 (UFPE) Suponha que o preço de um automóvel se des-
log 2 x + log2 x2 + log2 x 3 + ... + log2 x1 ºº = 15150. valorize 10% ao ano nos seus cinco primeiros anos de uso.
Se esse automóvel novo custou R$ 10 000,00, qual será o
lo~ x + lo~ x2 + lo~ x3 + ... + lo~ x100 = 15150 ::::} seu valor em reais após os cincos anos de uso?
::::} lo~ x + 2 · lo~ x + 3 · lo~ x + ... + 100 · lo~ x = 15150::::} a) 5 550,00 d) 5 904,90
::::} lo~ x(1 + 2 + 3 + ... + 100) = 15150 b) 5 804,00 e) 5 745,20
soma de uma PA c) 6 204,30
S = (a1 + aa)n ::::} S = (1 + 100)100 = 101 . 50 = 5050
ª1 = 10000
n 2 100 2
Então:
q = 0,9
ª6 = 10000 · 0,95 = 10000 · 0,590490 = 5904,90
(lo~ X)· 5050 = 15150::::} lo~ x = 3::::} x = 23 = 8
Resposta: alternativa d.
Resposta: S = {8}.

12 (UEG-GO) Sabendo que o lado, a diagonal e a área de um 15 (UFSC) Na progressão geométrica


quadrado estão em progressão aritmética, calcule a medida
do lado do quadrado. (10, 2, 1-· 2
2 5 , .. Jqual é a posição do termo 6 ~5 ?
Seja e o lado do quadrado, então PA (C, e-.fI, C2}. 2 1 2
Logo: ª1 = 10; q = 10 = 5 ; ª" = 625
e-.fI = e+ e2 ::::} e-.fI = e (1 + C) ::::} 1 + e = 2-.fI ::::}
2 2 _2_ = 10(__!_J - t::::}_2_=_1_0_::::} 625 = 5"·5- 1 ::::}

::::}f=2-J2-1 625 5 625 5" · 5-l 2 10

Resposta: C = 2-.fI - 1. 5°
::::} 50 625
= 2 ::::} 5" = $ô 21
· 625 ::::} 5" = 52. 54::::} n = 6

Resposta: 6• posição.

13 (UFC-CE) Seja P0 , P2n e P30 os produtos dos n, 2n e 16 (UFC-CE) Considere a função real de variável
3n primeiros termos, respectivamente, de uma progressão real definida por f(x) = 2-x. Calcule o valor de
geométrica cujo primeiro termo a1 e razão q são números f(O)- f(1) + f(2)- f(3) + f(4) - f(5) + ...
reais não nulos. Então, o quociente P3n depende:
pn · p2n f(O} + f(2} + f(4} + ... - (f(1) + f(3} + f(5} ... } =
a) apenas de n.
b) apenas de a1 e n.
- 1 _!_ _!_ -(__!_ + ! + _1 + )
c) apenas de q e n. - ~~ 2 8 3 2 "'
d) de q, a1 e n.
e) nem de q, nem de a1 , nem de n. CD ®
3n(3n - 1) CDa 1 = 1, q = ¼
P
____Jrr__ ,ª. . 31.-_", ·q_
= __n. (n ~~-~~~
2_
pn. p2n a;. q -
2n(2n-
1)
2- . a~"· q -2-
1) -
lim S = - ª-1- = _ l_ = __!_ = i
n --->oo n 1- q 1 _ _l l 3
3n(3n- 1) n(n - 1) 2n(2n- 1) 4 4
= a:n - n- 2n. q_ 2_ _ _ 2___2_ =
1 1
0 -"-(9n - 3- n+ 1- 4n + 2)
= a1·q 2
-"-<4n)
= q2 = q2n
2 ®ª 1 = 2 'q =4
1 1
Resposta: alternativa e.
lim sn=_.1_ = 2 _ ! .i = l
n--, oo _ _!_1 3 - 2 3 3
4 4

CD-®¾-¾=¾

Resposta: l.
3

• revisão&exercicios
17 (FGV-SP) Os números 1, 3, 6, 10, 15, ... são chamados de números triangulares, nomenclatura esta justificada pela
sequência de triângulos .


3 6 10 15

a) Determine uma expressão algébrica para o enésimo número triangular.


b) Prove que o quadrado de todo número inteiro maior que 1 é a soma de dois números triangulares consecutivos.

a} n = 1 ~ a = 1 = ..!...:..±. b} n(n + 1} + (n + 1}(n + 2} = n2 + n + n2 + 3n + 2


1 2 2 2 2
2·3 2n 2 + 4n + 2
n = 2~a = 3 = - - - - - - - = n2 + 2n + 1 = (n + 1)2, n E N*
2 2 2
3·4
n = 3~a = 6 = - -
3 2
4·5
n=4~a =10=--
4 2
etc.

Resposta: a. = n(n + l} ,n E N*.


2

18 (UFRRJ) Uma forte chuva começa a cair na UFRRJ for- 19 (Ufam) Dada a progressão aritmética 2 , 5 , 8 , 11. Então
mando uma goteira no teto de uma das salas de aula. Uma a soma dos termos da PA desde o 21" até o 41" termo,
primeira gota cai e 30 segundos depois cai uma segunda inclusive, é igual a:
gota. A chuva se intensifica de tal forma que uma tercei- a) 1954. d) 1656.
ra gota cai 15 segundos após a queda da segunda gota. b) 1666. e) 1931.
Assim, o intervalo de tempo entre duas quedas de duas
c) 1932.
gotas consecutivas reduz-se à metade na medida em que a
chuva aumenta de intensidade. Se a situação se mantiver, O primeiro termo e a razão da PA dada são, respectivamente,
em quanto tempo, aproximadamente, desde a queda da pri- a1 = 2er = 3.
meira gota, a goteira se transformará em um fio contínuo Assim, o 21º e o 41º termos da PA são dados por:
de água? • a21 = a1 + 20r = 2 + 20 · 3 = 62
• a41 = a1 + 40r = 2 + 40 · 3 = 122
Temos uma progressão geométrica em que o primeiro termo é igual
Do 21A até o 41A (inclusive) são 21 termos da PA. Então, a soma
a 30 e a razão é½· Para que ocorra um fio contínuo de água, o desses 21 termos pode ser dada por:
intervalo de tempo entre uma gota e outra deve ser o menor possível. (62 + 122)·21 = 184 · 21 = 92·21 = 1932
Assim, vamos calcular o limite da soma infinita dessa PG. 2 2
Resposta: alternativa e.
lim S =~ = ~ = 60
n ->~ n 1-q 1- _!_
2
Portanto, após 60 segundos o fio de água será contínuo.
Resposta: 60 segundos.

Progressões.
20 (UEA-AM) A soma de todos os números ímpares maio- 22 (UFG-GO) Preparando-se para as vendas de Natal, uma
res que 20 e menores que 80 é igual a: loja adquiriu 120000 eletrodomésticos para serem todos
a) 1300. d) 1400. vendidos em 20 dias, no período que antecede o festejo.
b) 1500. e) 1700. Para isso, o gerente da loja estabeleceu a meta de aumen-
tar as vendas, dia após dia, de modo que as quantidades
c) 1600.
vendidas ao final de cada um dos dias, do 1Q ao 20Q dia,
Os números ímpares maiores que 20 e menores que 80 formam a estejam em progressão aritmética. Ao final do décimo dia
progressão aritmética (21, 23, 25, ... , 79) na qual o primeiro termo e de venda, o gerente percebeu que estava atingindo a meta
a razão são dadas, respectivamente, por a1 = 21 e r = 2.
Determinamos o valor de n para que a, = 79.
estabelecida, pois -½- do total de eletrodomésticos adqui-
Assim: ridos já tinham sido vendidos.
a, = a1 + (n -1) · r::::} 79 = 21 + (n -1) • 2::::} Com base nestas informações, calcule a quantidade de ele-
trodomésticos que foram vendidos ao final do primeiro dia
::::} 79- 21 = 2n -2::::} 60 = 2n::::} n = ~::::} n = 30 de venda.
2
Então, a soma procurada é dada por:
Seja a1 a quantidade vendida no 1Q dia, a2 a quantidade vendida no
S = (a1 +a30)·30 = (21+79)·30 =100·15=1500 2º dia, e assim por diante, até a20 a quantidade vendida no vigésimo
30 2 2
Resposta: alternativa b. dia, formando a PA ( a1, a2, ... , a20) de razão r.
Assim, devemos ter:
S20 = (a 1+ª~0)· 20 (a1+ a1 + 9r) · 5 = 40000 ~ 2a 1+ 9r = 8000
Resolvendo o sistema:
2a, + 19r = 12 000 ::::} { 2a 1+ 19r = 12 000
{
2a 1+9r =8 000 -2a 1- 9r = -8 000
10r = 4 000::::} r = 400

2a, + 9r = 8 000 ~ 2a, + 9 · 400 = 8 000 ~ 2a 1 = 4 400 ~ a1 = 2 200


Portanto, a quantidade vendida ao fi nal do primeiro dia foi de
2200 unidades.
Resposta: 2200 unidades.

21 (UFC-CE) A progressão geométrica infinita (a 1, a2' ... , ª"' ...) 23 (UEG-GO) Para um show musical, foram vendidos
6200 ingressos para pessoas que serão dispostas em
tem razão q = ~ e a 1 = 1. Determine o menor inteiro po- filas a partir do palco. A primeira fila será formada por
sitivo n tal que S", a soma dos n primeiros termos da progres- 120 pessoas, a segunda por 140, a terceira por 160 e,
nas filas seguintes, esse número será aumentado em 20.
8191
são, satisfaz a desigualdade Sn > 4096 O número total dessas filas é:
a) 25. b) 23. c) 20. d) 17.

S = a,· (q" -1) =


1. ~(_!_J-
~ 2
1] ( 1 1- 1
_ ~=
Pelo enunciado, temos que as quantidades de pessoas na fi las
formam uma progressão aritmética de razão r = 20 e primeiro termo
n q- 1 _!_ -1 _ _!_ a, = 120.
2 2 Assim, temos a PA (120, 140, 160, ... , a"), onde:
= (T"-1) ·(-2) = 2-2 · T" = 2-2 1- n a, = a1+ (n -1) · r = 120 + (n -1) · 20 = 120 + 20n - 20 =

Determinamos n, para que S, > !~!! . = 20n + 100


Determinamos n, para que S, = 6 200.
Assim: Então:
( a, + ; ,) · n = 6 200 ::::} (120 + 20; + 100) · n = 6 200 ::::}
2 _ 21- n> 8191 2 _ 8191 > 2 1- n
4 096 ::::} 4 096 ::::}
20n 2 + 220n
8192 - 8191 21- n 1 21- n r12 21 - n ::::} 2 = 6200 ::::} 10n2 + 110n = 6200 ~
::::} 4 096 > ::::} 4 096 > ::::} > ::::}
::::}n 2 +11n-6200=0::::}n=20 ou n =-31(nãoserve)
::::} -12 > 1 - n ::::} n > 13
Portanto, o número total de filas é 20.
Portanto, o menor inteiro positivo que satisfaz a desigualdade é n = 14. Resposta: alternativa e.
Resposta: 14.

• revisão&exercicios
24 (FGV-SP) A soma dos 100 primeiros termos de uma 26 (Udesc) Sejam x, y, z números reais tais que a sequên-
progressão aritmética é 100, e a soma dos 100 termos se-
guintes dessa progressão é 200. A diferença entre o segun-
do e o primeiro termo dessa progressão, nessa ordem, é:
cia (x, 1, y, !, z) forma, nessa ordem, uma progressão

aritmética, então o valor da soma x + y + zé:


a) 10-4 _ d) 10-1 •
3
b) 10-3 _ e) 1. a) - 8 . d) 2.
c) 10-2 •
21
Temos, na PA ( a1 + a1 + ...) de razão r, que: b) --y·
• (a 1 +arno)·lOO =(a1 +a 1 +99r)·50=100::::} 15
2
c) --y·
::::}2a 1 +99r =2
Como 1, y, + são termos consecutivos da PA, temos que:
• (ªrn1 + ª 200 ) • lOO (a 1 + 100r + a1 + 199r) · 50 = 200::::}
2
1+__!_ 5
::::} 2a 1 + 299r = 4
y=--4-::::}y=-4-=2._
Resolvendo o sistema: 2 2 8
Assim, a razão da PA é dada por:
2a 1 +99r=2 {-2a 1 - 99r=-2
{
2a 1+ 299r = 4::::} 2a 1 + 299r = 4 r=-2...-1=-~
8 8
200r = 2 ::::} r = - 1 - = 10- 2 Então:
100
Logo, a diferença procurada é dada por: •x = 1 - ( - f ) = 1 + f = 181
ª2 - ª1 = (a1 + r)- ª1 = r = 10-2
Resposta: alternativa e. •z=+ + ( - f ) = - +
Portanto, concluímos que:

x+y + z = _!_!_+2-+(--1
8 8 8
-J =~
8
Resposta: alternativa e.

25 (ESPM-SP) As progressões aritméticas (2, 9 , 16, ... , k) 27 (UEL-PR) A solução logarítmica


e (382,370, 358, ... , k) são finitas e têm o mesmo número log 3 x + log 3 x 2 + ... + log 3 x 49 + log 3 x 50 = 200 é:
de termos. O valor de k é igual a: a) x = 1. d) x = log 3 2550.
a) 156. b) 170. c) 135. d) 142. e) 128.
b) x = 3 . e) x = log 3 1275.
Pelo enunciado, temos que as progressões aritméticas têm o mesmo C) X= 9 .
número n de termos.
Assim: Temos, para x > O, que:
• na PA (2, 9, 16, ..., k} de razão r = 7 temos: log 3 x + log 3 x2 + ... + log 3 x49 + log 3 x 50 = 2 550 ::::}
k = 2+(n-1)·7 ::::} k = 7n-5 ::::} log 3(x · x 2 · ... · x 49 · x 50 ) = 2 550 ::::}
• na PA (382, 370, 358, ... , k} de razão r = - 12 temos:
::::} log 3(x 1+ 2+... +49+5º) = 2 550
k = 382 +(n - 1) · (- 12) ::::} k = - 12n +394
Então: Como a sequência (1, 2, ... , 49, 50) é uma PA, temos que:
7n -5 = -12n + 394 ::::} 19n = 399 ::::} n = 21
Portanto, k = 7 · 21 - 5 = 142. 1 + 2 + ... +49+50 = (l + 5 i)· 50 = 51 · 25 = 1275

Resposta: alternativa d. Então:


log3 ( x1 +2+ ... +49+5o) = log3 x121s = 2 550 ::::}

2 550
::::} 1275 · log 3 x = 2 550 ::::} log 3 x = 1275 ::::} log 3 x = 2 ::::}

::::}X=9
Portanto, a solução da equação é x = 9.
Resposta: alternativa e.

Progressões.
28 (UEL-PR) Pontes de treliças são formadas por estruturas
de barras, geralmente em forma triangular, com o objetivo
de melhor suportar cargas concentradas, conforme a figura
ao lado.
Nas figuras a seguir, há uma sequência com 1, 2 e 3 setores
triangulares com as respectivas quantidades de barras do
mesmo comprimento.

1 setor triangular 2 setores triangulares 3 setores triangulares

3 barras 5 barras 7 barras

Observando nas figuras que o número de barras é função do número de setores triangulares, qual é o número N de barras
para n setores triangulares?
a) N = 3 + 2"- 1 , para n ? 1 c) N = 3n 2 + 2n, para n ? 1 e) N = 1 + 2n, para n ? 1
b) N = 3n, para n ? 1 d) N = 3 + 2(n 2 -1), para n ? 1

Observando-se que a cada nova figura há duas barras a mais que a anterior, temos que:
• na ia figura, para 1 setor triangular há 3 barras;
• na 2•, para 2 setores triangulares há 3 + 2 = 5 barras;
• na 3• figura, para 3 setores triangulares há 5 + 2 = 7 barras.
Assim, as quantidades de barras das figuras formam a PA (3, 5, 7, ... , a,, ...), tal que o primeiro termo é a1 = 3, a razão é r = 2 e a, é a
quantidade de barras da figura com n setores triangulares.
Então:
a, = a1 + (n - 1) · r = 3 + (n - 1) · 2 = 3 + 2n - 2 = 1 + 2n
Portanto, o número N de barras para n setores triangulares é: N = 1 + 2n, para n ? 1.
Resposta: alternativa e.

29 (Fuvest-SP) Seja A o conjunto dos 1993 primeiros nú- 30 (ITA-SP) Quantos números inteiros existem de 1000 a
meros inteiros estritamente positivos. 10 000 que não são divisíveis nem por 5 nem por 7?
a) Quantos múltiplos inteiros de 15 pertencem ao conjunto A?
De 1000 a 10000 existem 10 000 - 999 = 9 001 números.
b) Quantos números de A não são múltiplos inteiros nem
• Divisíveis por 5:
de 3 nem de 5?
10000 = 1000 + (n - 1)5 => 9000 = (n - 1)5 =>
=> n - 1 = 1800 => n = 1 801
a) PA (15, 30, ... , 1980)
a1 = 15; r = 15; a, = 1980 • Divisíveis por 7:
1980 = 15 + (n 1 - 1)15 => 1980 - ,15 = 15n1 - ,15 => 1 ººº Ll-- ª1 = 1 001
a, = 9 996
=> n1 = 132 6 J142
Resposta: 132 múltiplos. 10000l,Z.._
b) múltiplos de 3 ~ PA (3, 6, ... , 1992) 4 11428
a1 = 3; r = 3; a, = 1992 9996 = 1001 + (n - 1)7 => 8995 = (n - 1)7 =>
1992 = 3 + (n2 - 1)3 => 1992 - ;t = 3n 2 - ;t => => n - 1 = 1285 => n = 1286
=> n2 = 664 • Divisíveis por 5 e 7 (ou por 35):
múltiplos de 5 ~ PA (5, 10, ... , 1990)
a1 = 5; r = 5; a11 = 1990 120ºººr;}--5
28
ª1 = 1015
1990 = 5 + (n3 - 1)5 => 1990 - %= 5n3 - %=>
10000~5
=> n3 = 398 a,=9975
Temos que: 25 285
9975 = 1015 + (n - 1)35 => 8960 = (n - 1)35 =>
n = 1993 - n2 - n3 + n1 = 1993 - 664 - 398 + 132 = 1063
=> n - 1 = 256 => n = 25 7
Resposta: 1063 números.
•Total= 9001 - (1801 + 1 286 - 257) =
= 9001 - 2830 = 6171
Resposta: 6171 números inteiros.

• revisão&exercicios
31 (Ufes) Três polígonos têm o número de seus lados em 32 (Vunesp) Sejam a, b e e três números reais estritamente
progressão aritmética de razão 3. Se a soma dos ângulos positivos e tais que a < b + c. Se a, b e e formam, nessa
internos nos três polígonos vale 3240°, então o número de ordem, uma progressão geométrica de razão q, prove que:
diagonais do polígono de maior número de lados é:
a) 77. c) 65. e) 35. a) q2 + q -1 > O; b) q > - l + J5
2
b) 44. d) 54.
a) PG (a, b, c) => PG (a, aq, aq 2)
a < aq + aq2 => aq2 + aq - a > O=> q2 + q - 1 > O
i i i
(x - r, x, x + r): número de lados
b) q2 + q - 1 > o
li= 5
S0 = (n - 2)180º, em que n é o número de lados do polígono.
q = -1 ± -J5 => q' = -1 + -J5 e
12 -+S 1 = (x - r - 2)180º 2 2
2q-+ s2 = (X - 2)180º q" = -l - -J5 (não convém)
2
3q-+ S3 = (x + r - 2)180º

S = (X - r - 2)180° + (X - 2)180° + (X+ r - 2)180° => +\


€_,"- _
--_-1___ k/+~s
X

=} 3240° = 180º(X - / - 2 + X - 2 +X+/ - 2) =} --2- ~ - - - 2 -

=> 18 = 3x - 6 => 3x = 24 => x = 8


Polígonos: (8 - r, 8, 8 + r) lados - 1 + -J5
Logo,q > - - -
2
r = 3 -+ 5, 8, 11 lados
d = 11(11 - 3} = 11 · 8 = 44
2 2
Resposta: alternativa b.

33 (Fuvest-SP) 500 moedas são distribuídas entre três pessoas, A, B e C, sentadas em círculo , da seguinte maneira: A
recebe uma moeda, B duas, C três, A quatro, B cinco, C seis, A sete, e assim por diante, até que não haja mais moedas
suficientes para continuar o processo. A pessoa seguinte, então, receberá as moedas restantes.
a) Quantas foram as moedas restantes e quem as recebeu? (Deixe explícito como você obteve a resposta.)
b) Quantas moedas recebeu cada uma das três pessoas?

a} Seja no maior número de moedas que uma pessoa recebe antes da pessoa A. Efetuando a soma 1 + 2 + 3 + ... + 31, temos a soma de
conclusão do processo descrito no problema. Então, n é o maior
uma PA, (l + 31 >31 = 496. Logo, concluímos que B recebeu as
inteiro positivo que satisfaz 1 + 2 + 3 + 4 + ... + n :ss; 500. 2
A soma à esquerda representa a soma dos n primeiros elementos de 500 - 496 = 4 moedas restantes.
uma PA de razão 1. Assim, temos:
Resposta: A pessoa B recebeu 4 moedas.
(1 + n}n
2 :ss; 500 => n2 + n - 1 000 :ss; O=>
b} Utilizando a soma de uma PA, podemos determina r quantas moe-
-1 - .J4 001 e< e< -1 + .J4 001 das cada uma das pessoas recebeu.
=> - - - - - ~ n ~ - - - - - ApessoaArecebeu 1 + 4 + 7 + ... + 31 = (l + 31 >11 = 176
2 2 2
moedas (o valor 11 é o número de elementos da sequência SA, em
Como - l + .J4õfü = 31,1, temos que n deve ser 31. que 31 = 1 + (n - 1)3 e, portanto, n = 11).
2
A pessoa B recebeu 2 + 5 + 8 + ... + 29 + 4 =
Consideremos as sequências SA, S8 e Se, formadas pelos números de
moedas recebidas por A, B e C, respectivamente, até que uma das = <2 + 29>10 + 4 = 159 moedas (o valor 10 é o número de
pessoas receba 31 moedas: 2
SA = {1, 4, 7, ... , am} elementos da sequência S8 , em que 29 =2 + (n - 1)3 e, portan-
S 8 = (2, 5, 8, ... , a0 } to, n = 10}.
se = (3, 6, 9, ... , a.} A pessoa C recebeu 500 - 176 - 159 = 165 moedas.
Devemos observar que as sequências acima são constituídas de Resposta: A pessoa A recebeu 176 moedas, a pessoa B recebeu
números naturais estritamente positivos que, quando divididos por 159 moedas e a pessoa C recebeu 165 moedas.
3, têm resto 1, 2 ou O, respectivamente. Assim, quando dividimos
31 por 3 temos resto 1; dessa forma as 31 moedas distribuídas
imediatamente antes de se interromper o processo vão para a

Progressões.
34 (UFBA) Sabendo-se que o vértice da parábola de equação y = a 1 x2 + a1 x + a 3 é o ponto de intersecção das curvas de
equações y = log 1 (2x - 4) e y = -2 e que a1 , a 2 e a3 são elementos da progressão geométrica a 1 , a 2 , a 3 , ... , calcule a 6 .
2
Obtemos o ponto de intersecção das curvas fazendo
log 1 (2x -4) = -2. Logo, q = -6; consequentemente, a2 = a1· q = -6a 1e
T a3 = a1· q2 = 36a 1.

+r: :}
Assim:
A ordenada do vértice da parábola é dada por:
2x - 4 = ( 2x - 4 = 4 ::::} 2x = 8 ::::} 2x = 23 ::::} X = 3
y= -(a~-4 · a1·a 3 ) = -(36a~-4·a 1 ·36a 1)
Então o ponto de intersecção das curvas é dado por (3, -2). 4a 1 4a 1

Assim, o ponto V(3, -2) é o vértice da parábola de equação = - (36a~ -144an = 108a~ = 27a
4a 1 4a 1 1
y = a/ + ªl = a3, com a1-:t O.
Então:
Temos que a abscissa do vértice da parábola é dada por
-2
X =~ 27a =-2::::}a = - -
1 1 27
V 2a1
Então: Portanto:
a =a ·q 5 =--=3._·(-5) 5 = --=3._ · (-7 776) = 576
~ = 3 ::::}~= - 6 6 1 27 27
2a1 ª1
Resposta: 576.
Como (a 1, a2, a3, ...) é uma PG, temos que sua razão é dada por
q=-2.
a
ª1

35 (Uerj) Um soldado fez n séries de flexões de braço, cada uma delas com 20 repetições. No entanto, como consequência
das alterações da contração muscular devidas ao acúmulo de ácido lático, o tempo de duração de cada série , a partir da
segunda, foi sempre 28% maior do que o tempo gasto para fazer a série imediatamente anterior. A primeira foi realizada
em 25 segundos e a última em 1 minuto e 40 segundos. Considerando log 2 = O, 3, a soma do número de repetições
realizadas nas n séries é igual a:
a) 100. b) 120. c) 140. d) 160.

Temos que:
• na 1• série o tempo gasto foi de 25 segundos;
• na 2• série o tempo gasto foi: 25 + 0,28 · 25 = 25 + (1 + 0,28) = 25 · 1,28;
• na 3• série o tempo gasto foi: (25 · 1,28) + 0,28 · (25 · 1,28) = (25 · 1,28) · (1 + 0,28) = 25 · (1,25) 2
e assim por diante, formando a progressão geométrica (ai' a2, ••• , an) de razão q = 1,28 e a1= 25.
Assim, o tempo gasto na enésima série é dado por:
ª" = a,. qn - l = 25. (1,28)n- l
Então, como 1 minuto e 40 segundos corresponde a 100 segundos, temos:

25·(1,28)" - 1 = 100 ::::} (1,28)" - 1 = 4 ::::} log(1,28)n-1 = log4 ::::} (n-1)·1og ~~~ = log4 ::::} (n-1) · (log2 7 - log 100) = log2 2 ::::}

::::} (n - 1) ·(7 · log2 - log 100) =2 log2::::} (n - 1)· (7 · 0,3 - 2) =2 · 0,3::::} (n - 1) · (0,1) = 0,6::::} n - 1 = ~ ::::} n - 1 = 6::::} n = 7
0,1

Portanto, o número de séries foi 7 e, consequentemente, o número total de repetições realizadas é igual a: 7 · 20 = 140.
Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Ângulo Figura plana formada por duas semirretas de mesma origem.

Ângulo raso: ângulo de medida 180º.

Ângulo reto: ângulo de medida 90º.

Ângulo agudo: ângulo cuja medida está entre Oº e 90º.

Ângulo obtuso: ângulo cuja medida está entre 90º e 180º.

Ângulos congruentes: ângulos que têm a mesma medida (símbolo: ~).

Ângulos complementares: par de ângulos cuja soma das medidas é 90º.

Ângulos suplementares: par de ângulos cuja soma das medidas é 180º.

Ângulos adjacentes: ângulos que possuem um lado comum , cujas regiões


determinadas por eles não têm mais pontos comuns.

Ângulos formados por duas retas paralelas cortadas por uma transversal
r e s: retas paralelas

t: reta transversal
r ~ â e ê: ângulos opostos pelo vértice

~
â e ê: ângulos correspondentes

s e
f â e g: ângulos alternos externos

ê e ê: ângulos alternos internos


~ t
ê e Í: ângulos colaterais internos
âe h: ângulos colaterais externos
Triângulo Polígono que tem três lados (consequentemente tem três vértices e três ângulos internos).

Classificação de triângulos

Quanto aos ângulos Quanto aos lados

• Acutângulo: possui três ângulos agudos. • Equilátero: t rês lados de mesma medida

• Retângulo: possui dois ângulos agudos e um reto. • Isósceles: dois lados de mesma medida.

• Obtusâng ulo: possui dois ângulos agudos e um • Escaleno: três lados de medidas
obtuso. diferentes entre si.

Propriedades dos Equilátero Retângulo


triângulos

lsósce/esü

Os ângulos da base têm a


6
Os três ângulos internos
têm a mesma medida,
b

r.i
a

e
Teorema de Pitágoras
mesma medida. igual a 60º. (a2 = b2 + c2).

Geometria euclidiana plana •


Assunto Resumo
Triângulo Soma dos ângulos internos

a + ~+ 6 = 180°

a 8

Ângulo externo

e =a + ~

Congruência de triângulos

1º caso: LAL 3º caso: LLL

2º caso: ALA 4º caso: LAA

Desigualdade triangular

• Ao maior ângulo opõe-se o maior lado e, reciprocamente, ao maior lado opõe-se o


maior ângulo.
• A medida de cada lado de um triângulo deve ser menor do que a soma das
medidas dos outros dois lados.
Quadrilátero Polígono de quatro lados e, portanto, de quatro vértices e quatro ângulos internos.

Quadrilátero qualquer

• Soma dos ângulos internos: 360º.


• Duas diagonais.

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Quadrilátero Paralelogramo

Quadrilátero formado por dois pares


de lados paralelos.
Propriedades
~
/ _ 7
1ª) Em todo paralelogramo, dois ângulos opostos são congruentes e dois ângulos
não opostos são suplementares (soma das medidas: 180º).

2ª) Em todo paralelogramo, os lados opostos são congruentes.


3ª) Em todo paralelogramo, as diagonais cortam-se ao meio.

Retângulo

Quadrilátero cujos quatro lados são congruentes.


Propriedades

1 ª) Todo losango é paralelogramo.


2ª) As diagonais são perpendiculares.
3ª) As diagonais são bissetrizes dos ângulos internos.

Losango

Quadrilátero cujos quatro lados são congruentes.


Propriedades

1 ª) Todo losango é paralelogramo.

2ª) As diagonais são perpendiculares.


3ª) As diagonais são bissetrizes dos ângulos internos.

Quadrado

Quadrilátero cujos quatro lados são congruentes e os


quatro ângulos são retos.
Propriedade

Todo quadrado é paralelogramo, retângulo e losango.


D
Trapézio

Quadrilátero que tem apenas um par de


lados paralelos: base maior e base menor. /
Trapézio retângulo

Todo trapézio que tem dois ângulos retos. Nele, um


dos lados que não é base é perpendicular às duas bases.

Trapézio Isósceles

Todo trapézio que tem dois lados não


paralelos congruentes. L
Geometria euclidiana plana •
Assunto Resumo
Polígonos Diagonais
convexos d= n(n-3)
2

Soma dos ângulos Internos


si= (n - 2) · 180º

Soma dos ângulos externos


Se = 360°

Polígonos Ângulo Interno


regulares a. = ~ = (n - 2) · 180º
' n n

Ângulo externo S 360º


a = --e- = - - -
ae +a.= 180º e n n
,

Pontos notáveis de
um triângulo Definição Ponto notável

Segmento que tem corno extremidades Baricentro: encontro das medianas


Mediana um vértice do triângulo e o ponto do triângulo; centro de gravidade
médio do lado oposto a esse vértice. (ponto de equ ilíbrio) do triângulo.

Segment o que tem urna extremidade


lncentro: encont ro das bissetrizes
em um vértice do triângulo, divide
internas ao triângulo; centro da
Bissetriz o ângulo ao meio e tem a outra
circunferênc ia inscrita no triângu lo,
extremidade no lado oposto a esse
pois equidista dos três lados.
vértice.

Segment o com urna extremidade em Ortocentro : ponto de encont ro


um vértice e a outra extremidade no das retas que contêm as alt uras ,
Altura
lado oposto ou no seu prolongamento podendo pertencer ao exterior do
formando com ele ângulos retos. triângulo.

Circuncentro: ponto de encontro das


Reta que passa pelo ponto médio mediatrizes dos lados do triângulo;
Mediatriz de um lado do triângulo e é centro da circunferência circunscrita
perpendicular a ele. ao triângulo, pois equidista dos t rês
vértices .

Teorema de Tales
I \ r
a \e
s
~ =~ ou a b
b \d b d e d
t
I \
r I I s li t

Teorema da A
bissetriz de um
ângulo interno e
e \)
um triângulo

X y
B
s e
AS: bissetriz

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Semelhança de
triângulos

e z

~=E..=~
X y Z
=k (razão de semelhança)

Casos de semelhança
12 caso: AA
A D

2º caso: LLL
A

~=~=~ } MBC ~ L'-.DEF


DE EF DF

3 2 caso: LAL

AB BC}
9E ~ EF L'-.ABC ~ L'-.DEF
B== E

Teorema fundamental da semelhança


A

r / / BC ~ L'-.ADE ~ MBC

s~---------~c

Relações métricas A
nos triângulos Teorema de Pitágoras: a2 = b 2 + c2
retângulos b 2 = an
c 2 = am
Relações métricas:
h 2 = mn
ah = bc

Geometria euclidiana plana •


Assunto Resumo
Circunferência Figura geométrica formada por todos os pontos de um plano equidistante de um
dado ponto desse plano, chamado centro.

Posições relativas entre reta e circunferência

Tangentes (um único Secantes ( dois Externas (nenhum


ponto comum) pontos comuns) ponto comum)

dc,t = raio d G,S < raio dG,U > ra io

Posições relativas entre duas circunferências


São dadas em função do número de pontos comuns às circunferências.
Chamando de 0 1 e 0 2 os centros de r1 e r2 os respectivos raios, sendo r1 > r2 ,
obteremos:

Distância entre os
Pontos
Posição relativa centros em função Figura
comuns
dos raios

2 Secantes r1 - r2 < d < r1 + r2


ffi
1
Tangentes internas d = r1 - r2
@ 2

Tangentes externas d = r1 + r2

~ 2

Internas concêntricas d= O
(G)
o Internas não
concêntricas
d < r1 - r2
@
Externas d > r1 + r2
G)-Q o,

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Ângulos em uma Ângulo central
circunferência

a=x

Ângulo Inscrito

X
a. = -
2

180°

Ângulo de segmento

B
.
o
a. = -
X
2

Relações métricas Cruzamento de duas cordas


na circunferência

PA · PB = PC · PD

Dois segmentos secantes a partir de um mesmo ponto

p
PA · PB = PC · PD

Segmento secante e segmento tangente a partir de um mesmo ponto

(PA)2 = PB · PC

Geometria euclidiana plana •


Assunto Resumo
Polígonos Apótema
regulares na
É um segmento com uma extremidade no centro da circunferência circunscrita e
circunferência
outra no ponto médio de um de seus lados.
Se desenharmos uma circunferência inscrita ao polígono regular, o apótema
coincidirá com seu raio.
Quadrado inscrito
A

' r
---------+--------- B
o. ',~4
r'
''

Hexágono inscrito

Triângulo equilátero inscrito


A

Comprimento da
circunferência

C = 2'lTR

Áreas Área da região quadrada

e A= f2

• revisão&exercicios
Assunto Resumo
Áreas Área da região retangular

A= bh

Área da região limitada por um paralelogramo

A= bh
:::::1:::-
-z ' - - - -_ , ;
b

Área da região triangular

Área da região triangular sendo conhecidos os três lados (fórmula de Heron)

a b

p = a+b+c
2 (semiperímetro)
e
A= ,Jp(p - a)(p - b)(p - e)

Área da região limitada por um triângulo equilátero

e
Área de uma região triangular sendo conhecidos dois lados e o ângulo entre eles

a 1
A= - ab sen u
2
a
b

Área da região limitada por um trapézio


~ - -b - -~ ---- ---- y

h
A= (B+b)h
2
B

Geometria euclidiana plana •


Assunto Resumo
Áreas Área da região limitada por um losango

D·d
A=--
2

Área da região limitada por um hexágono

A= 3C2 f f
2

Área da região limitada por um polígono regular


e
e
n: lados
p: semiperímetro
e
'' A= nfa
'' 2
'' A = pa
e '

apótema

Área do círculo

A = 'lTR2

Área do setor circular

A setor _ ª graus = ª rad = __e_


~- 360º 2'lT 2'lTR

• revisão&exercicios
Exercícios
1 (Fuvest-SP) Os pontos A, B e C pertencem a uma circun- 4 (FGV-SP) Considere as retas r, s, t, u, todas num mesmo
ferência À e AC é o lado do polígono regular inscrito em À. plano, com r // u.
A

• e

Sabendo que o ângulo ABC mede 18°, podemos concluir


que o número de lados do polígono é igual a:
O valor em graus de (2x + 3y) é:
a) 5. b) 6. c) 7. d) 10. e) 12.
a) 64°. b) 500°. c) 520°. d) 660°. e) 580°.
AOC = 36° y = X= 180° - 20° - 60° = 100°
n = 360º :36ª = 10 2x + 3y = 5x = 500º
Resposta: alternativa d. Resposta: alternativa b.

2 (UFS-SE) A medida do suplemento de um ângulo é o 5 (UFRN) A diferença entre os ângulos agudos de um


triplo da medida do ângulo. Nessas condições: triângulo retângulo é 50°. Qual é a medida do menor ângulo
a) o maior desses ângulos mede 140°. desse triângulo?
b) o maior desses ângulos mede 135°. a) 10° b) 20° c) 25° d) 40° e) 70°
c) o maior desses ângulos mede 120°. X+ y = 90°
d) o maior desses ângulos mede 50°. { => X= 70° e y = 20º
y = 50°
X -
e) o maior desses ângulos mede 40°. Resposta: alternativa b.
180° - X= 3x => X= 45°
3x = 135º
Resposta: alternativa b.

3 (Fuvest- SP) A sombra de um poste vertical, projetada 6 (Uece) Se as medidas, em graus, dos ângulos internos
pelo sol sobre um chão plano, mede 12 m. Nesse mesmo de um triângulo são respectivamente 3x, x + 15 e 75 - x,
instante, a sombra de um bastão vertical de 1 m de altura então este triângulo é:
mede 0,6 m. A altura do poste é: a) escaleno.
a) 6 m. b) 7,2 m. c) 12 m. d) 20 m. e) 72 m. b) retângulo, e não isósceles.
X 12 c) retângulo e isósceles.
1 = 0,6 => X= 20
d) isósceles, e não retângulo.
Logo, a altura do poste é de 20 m.
Resposta: alternativa d. 3x + x + 15 + 75 - x = 180 => 3x = 90 => x = 30
Assim, as medidas dos ângulos internos do triângulo são: 90°, 45° e 45°.
Logo, o triângulo considerado é retângulo e isósceles.
Resposta: alternativa e.

Geometria euclidiana plana •


7 (Unicamp-SP) A figura mostra um segmento AD dividido 9 (FGV-SP) Na figura abaixo, o triângulo AHC é retângulo
em três partes: AB = 2 cm, BC = 3 cm e CD = 5 cm. em H e sé a reta suporte da bissetriz do ângulo CAH.
H

B
s --
----!>_

D'

O segmento AD' mede 13 cm e as retas BB' e CC' são pa-


ralelas a DD'. Determine o comprimento do segmento AB'.
a) 2,6 b) 2,7 c) 2,8 d) 2,9 e) 3,0 Se c = 30° e b = 110°, então:
a) x = 15°. c) x = 20°. e) X= 5°.
AB' 13
- - - - = } A B ' =26 b) X = 30°. d) X = 10°.
2 2+3+5 '
Resposta: alternativa a. H

X + 30° = 40° =} X = 10°


Resposta: alternativa d.

8 (Unir-RO) No triângulo abaixo, as medidas estão indica- 10 (UFMS) Um ângulo interno de um polígono regular mede
das em metros. 160°; então, qual é o número de diagonais desse polígono?
A medida ai de cada um dos ângu los internos do polígono regu lar de
' s. '
n lados e dado por ai = - ' , onde S. e a soma das medidas dos
n '
ângulos internos desse polígono.
x+7 5 Assim:
(n-2)·180º
160º = ~~ ~- - =} 160º · n = 180º · n - 360º =}
n
=} 360º = 20º · n =} n = 18
Então, o número d de diagonais desse polígono regular é dado por:
2x d= n · (n - 3) =} d = 18 · (18 - 3) =} d = 135
2 2
De acordo com essas indicações, a hipotenusa mede: Resposta: 135 diagonais.
a) 13 m. b) 6 m. c) 9 m. d) 10 m. e) 12 m.
Pelo teorema de Pitágoras, temos:
(x + 7) 2 = (2x) 2 + 5 2 =} x 2 + 14x + 14 = 4x 2 + 25 =}
=} 3x 2 - 14x - 24 = O
a= 196-4. 3 ·(-24) = 196 +288 =484
14±22 -8 _
x= 6 =}X=6 ou x = - 6 -(naoserve)
Assim, x + 7 = 13.
Portanto, a hipotenusa mede 13 m.
Resposta: alternativa a.

• revisão&exercicios
11 (Uneb-BA) Na figura a seguir são dados : = -½-, 13 (PUC-MG) A menor distância de um ponto a uma cir-
cunferência é 3 m, e o segmento da tangente à circunfe-
BE= 8 cm e ED = 6 cm. O comprimento de AC, em cm, é: rência é 5 m. O raio da circunferência, em metros, mede:

a) 10. b) 12. c) 16. d) 18. e) 20. a)_§_ 8 9 14 17


2
b) 3· c) 4· d) -5-· e)~.

e 5
3x B

o 3 p

1 => EC = 3AE
3 (r + 3)2 = r2 + 52 => r2 + 6r + 9 = r2 + 25 => 6r = 16 =>
Sabemos que, por uma propriedade, AE · EC = BE · ED. 16 8
=>r=6=3
Então:
Resposta: alternativa b.
x · 3x = 8 · 6 => 3x2 = 48 => x2 = 16 => x = 4 (positivo, pois
representa medida de segmento}
Assim:
AC = AE + EC = 4 + 12 = 16
Resposta: alternativa e.

12 (Ufam) Um carro de corrida percorre várias vezes uma 14 (Enem) A loja Telas & Molduras cobra 20 reais por me-
pista de 2 km de raio até parar por falta de gasolina. Se, tro quadrado de tela, 15 reais por metro linear de moldura,
no início da corrida, o carro continha 100 litros de gasolina mais uma taxa fixa de entrega de 10 reais. Uma artista
e consome 1 litro de gasolina para cada 9 quilômetros per- plástica precisa encomendar telas e molduras a essa loja,
corridos, então o número de voltas completas percorridas suficientes para 8 quadros retangulares (25 cm X 50 cm).
pelo carro foi: Em seguida fez outra encomenda , mas agora para 8 quadros
Obs.: Considerando-se 'lT = 3 ,1416. retangulares (50 cm x 100 cm). O valor da segunda enco-
a) 55. b) 63. c) 81. d) 95. menda será:
a) o dobro do valor da primeira encomenda , porque a altura
Como o raio da pista circular mede 2 km, temos que cada volta e a largura dos quadros dobra m.
completa corresponde a (2'7T · 2} km. O carro consome 1 litro de
b) maior que o valor da primeira , mas não o dobro.
gasolina para cada 8 quilômetros percorridos; assim, os 100 litros de
c) a metade do valor da primeira encomenda , porque a al-
gasolina permitem percorrer 800 km.
tura e a largura dos quadros dobraram.
Então, o número de voltas percorridas é dado por:
d) menos que o valor da primeira encomenda , mas não a
800 _ 200 _ 200 = 63,66
4'7T 'lT 3,1416 metade.
Portanto, o número de voltas completas percorridas pelo carro foi 63. e) igual ao valor da primeira encomenda , porque o custo de
Resposta: alternativa b. entrega será o mesmo.
Analisando os valores cobrados pelas encomendas, temos:
• na 1ª encomenda:
o,
8 • (0,25 · 0,50) · 20 + 8 · (2 · 75) · 15 + 10 =
=8 · 0,125·20 +8·1,5 · 15 + 10 =20 + 180 + 10 = 210
Assim, na 1ª encomenda o valor cobrado é R$ 210,00.
• na 2ª encomenda:
8 • (0,50 · 1) · 20 + 8 · (2 · 1,5) · 15 + 10 =
= 8 · 0,5 · 20 + 8 · 3 · 15 + 10 = 80 + 360 + 10 = 450
Assim, o valor cobrado da 2ª encomenda é R$ 450,00.
Portanto, o valor da 2ª encomenda será maior que o va lor da 1ª encomenda,
mas não o dobro.
Resposta: alternativa b.

Geometria euclidiana plana •


15 (UFGD-MS) Se uma bola de basquete, com circunferên- 17 (Enem) O jornal de certa cidade publicou em uma pá-
cia máxima de 78 cm, for centralizada no aro de uma cesta gina inteira a seguinte divulgação de seu caderno de clas-
com 45 cm de diâmetro, de quanto será a folga x entre a sificados:
bola e o aro em toda a volta? (Considere: '7T = 3,14) 26mm
~

95% 400mm
Pessoas que consultam
nossos classificados

a) 16,29 b) 20 c) 5,04 d) 10,08 e) 1,17 260mm

Para que a propaganda seja bem fidedigna à porcentagem


da área que aparece na divulgação, a medida do lado do
Seja d a medida, em centímetros, do diâmetro da circunferência triângulo que representa 4% deve ser de, aproximadamente:
máxima da bola. Assim:
a) 1 mm. c) 17 mm. e) 167 mm.
78
'7T • d = 78 => d = - - b) 10 mm. d) 160 mm.
'IT
Então:
2x = 45 - ~ => 2x = 45 - 24,84 => 2x = 20,16 => x = 10,08 A área da página inteira é dada, em mm 2, por:
3,14 260 · 400 = 104 000
Portanto, em centímetros, o valor aproximado de x é de 10,08. Pelo enunciado, devemos ter:
Resposta: alternativa d. 4
4% de 104 000 = 26 · x => 100 · 104 000 = 26x =>

=} 4 160 = 26X =} X = 160


Portanto, a medida procurada é 160 mm .
Resposta: alternativa d.

16 (Fuvest-SP) O triângulo ABC está inscrito em uma cir- 18 (FEI-SP) Uma chapa metálica de formato triangular
cunferência de raio 5 cm. Sabe-se que A e B são extremi- (triângulo retângulo) tem inicialmente suas medidas indi-
dades de um diâmetro e que a corda BC mede 6 cm. Então, cadas e deverá sofrer um corte reto (paralelo ao lado que
a área do triângulo ABC, em cm 2, vale: corresponde à hipotenusa do triângulo retângulo) represen-
tado pela linha tracejada, de modo que sua área seja redu-
a) 24. c) 5%
2 . e) 2./3. zida à metade. Quais serão as novas medidas x e y?

b) 12. d) 6.J2.

40cm
y

60cm

a) x = 30 cm, y = 20 cm
AC2 = 102 - 62 => AC = 8
b) x = 40 cm, y = 30 cm
A = 8 . 6 = 24
2 c) x = 30,./2 cm, y = 20,./2 cm
Logo, a área do triângulo ABC é 24 cm2 •
d) x = 20,./2 cm, y = 30,./2 cm
Resposta: alternativa a.
e) x = 90,./2 cm, y = 60,./2 cm

( 6x0 ½=>
)2 = x = .J1800 = 30.fi.

(J0 )2 ½=> y
= = .J8oo = 20.fi.

Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
19 (Mack-SP) Na figura, se MN // AC, a medida de a é: 22 (Unicamp-SP) Em uma fotografia aérea, um trecho reti-
líneo de uma estrada que mede 12,5 km aparece medindo
5 cm e, na mesma fotografia, uma área queimada aparece
com 9 cm2 • Calcule:
a) o comprimento que corresponde a 1 cm na mesma foto-
M N grafia;
a
b) a área da superfície queimada.
X 1
A e a) 12,5 5 ::::} X = 2,5
a) 28°. b) 30°. c) 32°. d) 34°. e) 36°. Resposta: 2,5 km.

4a = a + 90° ::::} a = 30°


Resposta: alternativa b. b) ( 125
0,05
2
ºº)
= _A_ :::}A= 56250000
0,0009
56250000 m2 ~ 56,25 km2
Resposta: 56,25 km 2 •

20 (Unicamp-SP) Alguns jornais calculam o número de 23 (FGV-SP) Uma pizzaria vende pizzas com preços promo-
pessoas em atos públicos considerando que cada metro cionais às suas áreas. Se a pizza média tiver raio igual a
quadrado é ocupado por 4 pessoas. Qual é a estimativa 80% do raio da gigante, seu preço será:
do número de pessoas presentes numa praça de 4 000 m2 a) 59% do preço da grande.
que tenha ficado lotada para um comício, segundo essa b) 64% do preço da grande.
avaliação?
c) 69% do preço da grande.
4 000 · 4 = 16 000 d) 74% do preço da grande.
Resposta: 16 000 pessoas. e) 80% do preço da grande.

pmé<foa = (0,~r)2 = 0,64


pgrande r
Resposta: alternativa b.

21. (FEI-SP) Na figura, x mede: 24 (Mack-SP) Na figura abaixo, MNPQ é um losango. Se


MT = 12 e MS = 6, quanto mede cada lado do losango?
M

Q
X

17 T L-- - - - - - - -~ - - - - -~ s
p

a) 3. d) 3 + 2-12._. 6 - X 6
15 x 12 ::::} 6x = 72 - 12x ::::} x = 4
b) 2-12._. e) Nra.
15 Resposta: 4.
c) Faltam dados para calcular x.

X 5 5 1 8 = 21º..
8 15 = 3 :::} X = 3 15
Resposta: alternativa b.

Geometria euclidiana plana •


25 (UFT-TO) Considerando a circunferência da figura com 27 (Enem) A rampa de um hospital tem na sua parte mais
centro no ponto O e o diâmetro igual a 4 cm: elevada uma altura de 2,2 metros. Um paciente ao cami-
nhar sobre a rampa percebe que se deslocou 3,2 metros e
alcançou uma altura de 0,8 metro. A distância em metros
que o paciente ainda deve caminhar para atingir o ponto
mais alto da rampa é:
a) 1,16 metros. d) 5,6 metros.
--------------fl------------ b) 3,0 metros. e) 7,04 metros.
c) 5,4 metros.
Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos:
e

pode-se afirmar que o valor da área da região hachurada é: E x 2,2


a) (Ja7r - 4) cm 2 d) (7r - 1) cm2 3,2
0,8
b) 27r cm 2 e) (47r - 2) cm2
. .
c) (27r - 4) cm 2
A D B

Como os diâmetros tracejados na figura são perpendiculares, eles Os triângulos: ADE e ABC são semelhantes.
dividem a circunferência em 4 arcos congruentes. Assim:
Assim, a área da região hachurada é dada por: ~ = ~ =} _Q&_ = 3 •2 =} 0 8 · (3 2 + X) = 2 2 · 3 2 =}
BC AC 2,2 3,2 + x ' ' ' '
2{ 22 -
'IT~ \ 2 )=2·(7r-2)=27r-4 4,48
=> 2,56 + 0,8x = 7,04 =>0,8x = 4,48 => x = ~ = 5,6
Portanto, o valor da área hachurada é (27r - 4) cm 2 •
Portanto, a distância que o paciente ainda deve camin har para ati ngir
Resposta: alternativa e. o ponto mais alto da rampa é 5,6 metros.
Resposta: alternativa d.

26 (UFPR) A soma das áreas dos três quadrados abaixo é 28 (Cesgranrio-RJ) Uma folha quadrada de papel ABCD é
igual a 83 cm2 • dobrada de modo que o vértice C coincide com o ponto M,
médio de AB.

4cm
í 2cm º ~ - - - - ~( D

[· A B
M= C B

M
Qual a área do maior quadrado?
a) 36 cm 2 b) 20 cm 2 c) 49 cm2 d) 42 cm 2 e) 64 cm 2 Se o lado de ABCD é 1, o comprimento de BP é:
A soma das áreas dos três quadrados é dada por: a) 0,300. c) 0,375. e) 0,500.
b) 0 ,325. d) 0,450.
x2 + (x + 2) 2 + (x + 2 - 4) 2 = 83 =>
=> x2 + x2 +4x +4 +x 2 -4x +4 = 83 => 3x2 = 75 => x = BP
(1 - x) 2 = x2 + (0,5)2 => 1 - 2x + x2 = x2 + 0,25 => x = 0,375
=} X2 = 25 =} X= 5 Resposta: alternativa e.
Logo, o lado do quadrado maior mede 7 cm e, consequentemente,
sua área mede 49 cm 2 •
Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
29 (UEL-PR) Embora o desenho a seguir pareça represen- 31 (Fuvest-SP) No retângulo a seguir, o valor, em graus, de
tar uma figura em três dimensões, ele foi feito no plano a+ 13 é:
usando-se apenas losangos congruentes entre si.

Os ângulos internos desses losangos medem:


a) 30° e 150°. c) 36° e 144°. e) 60° e 120°.
b) 36° e 72°. d) 45° e 135°.
a) 50. b) 90. c) 120. d) 130. e) 220.
X+ y = 180° 180° - a + 90° + 180° - 13 + 40° = 360° => a + 13 = 130°
3y =360º => y = 120º Resposta: alternativa d.
X= 60°
Resposta: alternativa e.

30 (UEL-PR) Na figura a seguir, as medidas x, y e z são 32 (Fuvest-SP) As retas t e s são paralelas.


diretamente proporcionais aos números 5, 20 e 25, res-
pectivamente.
X

140°

A medida do ângulo x, em graus, é:


O suplemento do ângulo de medida x tem medida igual a: a) 30. b) 90. c) 50. d) 60. e) 70.
a) 144º. b) 128º. c) 116º. d) 82º. e) 54º.
X + 90° + 140° + 180° - 120° = 360 =} X = 70°
X 360 _ 36º Resposta: alternativa e.
5 50 =} X-

180° - 36° = 144 °


Resposta: alternativa a.

Geometria euclidiana plana •


33 (UFRGS-RS) Na figura 1, BC é paralelo a DE e, na figura 2, • i:::.ABC - i:::.ADE:
GH é paralelo a IJ . 1 a
1+b = x+a ::::} x + a = a + ab ::::} x = ab
• i:::.FGH - i:::.FU:
a b a
- - ::::} ab + by = ab + a ::::} y = -b
a+y b+1
Resposta: alternativa a.

1 +b b +1
Figura 1 Figura 2

Então, x e y valem, respectivamente:

a) abe +· c)
a
b
e ab. e) a
b
e -1 .
b
b) ab e ___Q__ d) b e ab.
a a

34 (UFPB) Duas vilas da zona rural de um município localizam-se na Rio s


mesma margem de um trecho retilíneo de um rio. Devido a problemas Aµ~ - - - - -•- - --·~B
de abastecimento de água, os moradores fizeram várias reivindica-
1 km : 4km
ções à prefeitura, solicitando a construção de uma estação de bombea- •
mento de água para sanar esses problemas. Um desenho do projeto, R,
proposto pela prefeitura para a construção da estação, está mostrado
4km
na figura ao lado. No projeto, estão destacados:
• Os pontos R1 e R2 , representando os reservatórios de água de cada
vila, e as distâncias desses reservatórios ao rio.
• Os pontos A e B, localizados na margem do rio, respectivamente,
mais próximos dos reservatórios R1 e R2 . R,
• O ponto S, localizado na margem do rio, entre os pontos A e B, onde deverá ser construída a estação de bombeamento.
Com base nesses dados, para que a estação de bombeamento fique a uma mesma distância dos dois reservatórios de
água das vilas, a distância entre os pontos A e S deverá ser de:
a) 3 775 m. b) 3 825 m . c) 3 875 m. d) 3 925 m. e) 3 975 m.

Esquematizando a situação dada, temos a figura: Aplicando o teorema de Pitágoras, obtemos:


• no triângulo R,AS: y2 = 12 + x2 ;
• no triângulo R1BS: y2 = 4 2 + (4 - x)2.
Logo:
1 + x2 = 4 2 + (4 - x) 2 ::::} 1 + x2 = 16 + 16 - 8x + x2 ::::}

31
::::} 1 = 32 + 8x ::::} 8x = 31 ::::} x = - 8- ::::} x = 3,875
Mas, 3,875 km ~ 3 875 m.
Portanto, a distância procurada deverá ser 3 875 m.
Resposta: alternativa e.

R,

• revisão&exercicios
35 (UFT-TO) Um polígono convexo de 6 lados tem as me- 37 (UFT-TO} Na figura abaixo  = 30°, a =
e e
3
didas de seus ângulos internos formando uma progressão e
~= - .
aritmética de razão igual 6°. Logo, podemos afirmar que 3
B
seu menor ângulo mede:
a) 90°. b) 105°. c) 115°. d) 118°. e) 120°.

A soma das medidas dos ângulos internos do polígono é igual a:


S. = (6 - 2) · 180° = 720°
A~sim, como as medidas dos ângulos internos formam uma PA de
razão r = 6°, obtemos:
(a1 +as)·6 = (a 1 + a1 + 5r) · 3 = 720°::::}
2
No triângulo BDC, o ângulo é:
::::} (2a 1 + 30°} • 3 = 720° ::::} a} 90°. b} 130°. c) 150°. d} 120°.
::::} 6a 1 + 90º = 720° ::::} 6a 1 = 630° ::::}
No triângulo ABC, temos:
::::} ª1 = 105° A+ s+ ê= 180º::::} 30º + s+ ê = 180º::::} s+ ê= 150º
Portanto, a medida procurada é 105°.
Assim:
Resposta: alternativa b.
a+~+ Ô = 180°::::} !_ + ê + Ô = 180°::::}
3 3
::::} s+ê + Ô = 180° ::::} 150 º + Ô = 180º ::::} Ô = 130°
3 3
Resposta: alternativa b.

36 (UFGD-MS) Três pontos A, B e C são vértices de um 38 (ITA-SP) Seja ABC um triângulo cujos catetos AB e BC
triângulo equilátero de 30 m de lado. Deseja-se encontrar medem 8 cm e 6 cm, respectivamente. Se D é um ponto
um ponto O que seja ao mesmo tempo equidistante de A, sobre AB e o triângulo ADC é isósceles, a medida do seg-
B e C. Portanto, o ponto O deverá estar a: mento AD, em cm, é igual a:
a) 5J3 m do ponto A. d) 15.J3 m do ponto A.
a) _l__ b) ~ c) ~ - d) ~ - e) ~
b) 10.J3 m do ponto B. e) 7,5.J3 m do ponto A. 4 6" 4 4 2·
c) 30..}2 m do ponto C. Esquematizando a situação dada, temos a figura a seguir, onde AD = x.

Deseja-se encontrar o ponto O, centro da A e


circunferência circunscrita ao triângulo ABC.
Como o triângulo ABC é equilátero, temos que
O também é ponto de encontro das medianas
e das alturas do triângulo ABC.
Assim, utilizando a figura, temos:
30 2 = 152 + AH 2 ::::} 900 - 225 = AH2 ::::} B 8- x D X A
C"'----f---'--L---+--~ B
::::} AH2 = 675 ::::} AH = 15/J H 8
Sabemos que AO = 2 · OH. Então: Como AD < AB < AC, o l',.ADC é isósceles com AD "F DC.
AH = AO + OH ::::} fü/3 = 2 · OH + OH ::::} 15/J = 3 · OH ::::} No L,.CBD, que é retângulo, temos, pelo teorema de Pitágoras:
::::} OH = 5J3 x2 = 6 2 + (8 - x) 2 ::::} x2 = 36 + 64 - 16x + x2 ::::}
Logo:
OC = OB = AO = 2 · 5J3 = 10.J3 ::::} 16x = 100::::} X= l100
6 = -25
4-
Portanto, O deverá estar a 10.J3 m do ponto B.
Portanto, a medi"d a do segmento AD e' - 25
4- cm .
Resposta: alternativa b.
Resposta: alternativa d.

Geometria euclidiana plana •


39 (Vunesp) Uma bola de tênis é sacada de uma altura de 41 (UFPR) Um telhado inclinado reto foi construído sobre
21 dm, com alta velocidade inicial, e passa rente à rede, a três suportes verticais de aço, colocados nos ponto A, B e
uma altura de 9 dm. Desprezando-se os efeitos do atrito da C, como mostra a figura a seguir. Os suportes nas extremi-
bola com o ar e do seu movimento parabólico, considere a dades A e C medem, respectivamente, 4 metros e 6 metros
trajetória descrita pela bola como sendo retilínea e contida de altura.
num plano ortogonal à rede. Se a bola foi sacada a uma
distância de 120 dm da rede, a que distância da mesma,
em metros, ela atingirá o outro lado da quadra?

Esquematizando a situação dada, temos a figura a seguir, onde A é


o ponto inicial da bola, o segmento BD representa a rede e C é o
ponto onde a bola atinge o outro lado da quadra. A B e
A
A altura do suporte em B é, então, de:
a) 4,2 metros. c) 5 metros. e) 5,5 metros.
" ~ .e
E 120 D X
b) 4,5 metros. d) 5,2 metros.
Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos:

.r:49:1,
E
Assim, temos que 6CDB ~ 6CEA. Então:
9 x ::::} 21x = 9 · (120 + x) ::::} 21x = 1 080 + 9x ::::}
21 120 + X
::::} 12X = 1 080 ::::} X = l 080 = 90
12 A 12 B 8 e
90 dm ~ 9 m
Resposta: 9 m. Nessa figura traçamos DF // AC.
Como 6FHG cv 6 FED, temos:
__g_= ~ ::::}__g_ ·2 = X::::} X= 12
20 2 20 '
Como BH = 4 + x, concluímos que BH = 5,2.
Portanto, a altura do suporte em B é de 5,2 metros.
Resposta: alternativa d.

40 (UFPR) Uma corda de 3,9 m de comprimento conecta 42 (PUC-MG) Na figura , AB é perpendicular ao diâmetro
um ponto na base de um bloco de madeira a uma polia EC do círculo de centro O, CD = 4 cm e ED = 9 cm.
localizada no alto de uma elevação, conforme o esquema
abaixo. Observe que o ponto mais alto dessa polia está
1,5 m acima do plano que esse bloco desliza. Caso a corda
seja puxada 1,4 m na direção indicada a seguir, a distância
x que o bloco deslizará será de: E
B ·c o

A medida da corda AB, em centímetros, é:


D 4

a) 8. c) 12. e) 2/7.
b) 10. d) 12jf.3.

X
CD = 4 cm; ED = 9 cm; CE = 13 cm
13
a) 1,0 m. b) 1 ,3 m. c) 1,6 m. d) 1,9 m. e) 2 ,1 m. OA = r = - 2-
Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos: 13 5
OD = 2 - 4= 2
C

~
1 , 5 ~
CD = 3,9 - 1,4 = 2,5

,.,
AD = x

( 1; r +r
=( +x2=) x2=
AB = 2x = 2 · 6 = 12
159; 25
2 144
=) X = - - =) X = -
4
12
2
=) X= 6

Resposta: alternativa e.
A y D x B
z

Aplicando o teorema de Pitágoras no 6 DAC, temos:


(2,5)2 = (1,5)2 + y2 ::::} 6,25 - 2,25 = y2 ::::} y2 = 4 ::::} y = 2
Aplicando o teorema de Pitágoras no 6BAC, temos:
(3,9) 2 = (1,5) 2 + z2::::} 15,21 - 2,25 = z2 ::::} z2 = 12,96::::} z = 3,6
Como x = z - y, concluímos que x = 3,6 - 2 = 1,6.
Portanto, a distância procurada será de 1,6 m.
Resposta: alternativa e.

O revisão&exercicios
43 (Udesc) No paralelogramo ABCD, conforme mostra a fi- 45 (Mack-SP) Na figura, O é o centro da circunferência,
gura a seguir, o segmento CE é a bissetriz do ângulo DCE. AB = a, AC = b e 0A = x.
A 2 E B

D
5

y e
Sabendo que AE = 2 e AD = 5, então o valor do perímetro
5

CD e

O valor de x, em função de a e b, é:
do paralelogramo ABCD é:
a)~ d)~-~
a) 26. b) 16. c) 20. d) 22. e) 24. 2 . 2b 2 .

• DeE = EeB pois CE é bissetriz de DeB. b) a - b. e) impossível de ser calcula-


• DeE = BÊC pois são alternos internos. do por falta de dados.
Assim, EeB = BÊC. Logo, o i::,.ECB é isóceles. c) 2Ja 2 - b2 .

Então, x = 5.
Como ABCD é um paralelogramo, temos que y = x + 2 e, Da figura, destacamos o triângu lo o
consequentemente, y = 7. retângulo OAB:
Portanto, o perímetro do paralelogramo ABCD é igual a: A hipotenusa desse triângulo x+ b
5 + 7 + 5 + 7 = 24. corresponde ao raio da X

Resposta: alternativa e. circunferência. Logo, é igual a


- -
OA + AC = x + b. Então:
A B
(X + b)2 = X2 + a2 =}
=> x2 + 2bx + b2 = x2 + a2 =>
ª 2 _ b2 ª2 b
=> 2bx = a2 - b2 => x = - - -
2b 2b 2
Resposta: alternativa d.

44 (Unifor-CE) Duas circunferências de raios R e r, com R > r, 46 (Uece) Se E1 e E2 são duas circunferências concêntricas
são tangentes externas (como mostra a figura a seguir). cujas medidas dos raios são, respectivamente, 3 me 5 m,
e se uma reta tangente a E1 intercepta E 2 nos pontos X e
Y, então a medida, em metros, do segmento de reta XY é:
a) 4. b) 6. c) 8. d) 10.

Q Esquematizando a situação dada pela figura a segui r, temos:


XM = MY = a

Então, podemos afirmar que o comprimento do segmento


PQ é:
a) R2 c) 2r 2
R2+r R- r

b) (R + r)(R - r). d) ~ .
R- r
Da figura, destacamos os triângulos:

Aplicando o teorema de Pitágoras no l::,.QMY, obtemos:


52 = 3 2 + a2 => 25 = 9 + a2 => 16 = a2 => a = 4
Logo, XY = 2a = 8.
Portanto, a medida do segmento XY é 8 m.
Resposta: alternativa e.
Da sua semelhança, temos:
R + 2r + PQ
-R = ------==-~ =}
r r + PQ
=> Rf + R • PQ = Rf + 2r2 + r • PQ
2r 2
=> (R - r} • PQ = 2r2=> PQ =
R- r
R Resposta: alternativa e.

Geometria euclidiana plana O


47 (UFF-RJ) Seja MNPQ um quadrado de lado igual a 49 (Fuvest-SP) No papel quadriculado da figura, adota-se
2 cm. Considere C o círculo que contém os vértices P e Q como unidade de comprimento o lado do quadrado pintado.
do quadrado e o ponto médio do lado MN (ponto T). Deter- DE é paralelo a BC. Para que a área do t..ADE seja a meta-
mine o raio do círculo C. de da área do t..ABC, a medida de AD, na unidade adotada ,
e é:
a) 4J2. c) 3,/3. e)~
2
b) 4. d)~
3 .

8
-=k
AD 64
2 = k2 => ~ = 2 => AD = -J32 = 4-fi
M ._____:::,-..........::::...,___.
AD
T
Resposta: alternativa a.
Seja R o raio do círculo.
e

2R

M 1 T 1
Aplicando uma relação métrica no t..PTC, temos:
1 5 5
12 = 2(2R - 2} => 2R - 2 = - => 2R = - => R = -
2 2 4
5
Resposta: 4 cm.

48 (FGV-SP) Na figura abaixo, AD é perpendicular a AB, 50 (PUC-SP) Um mapa é feito em uma escala de 1 cm
AÕB = 30°, AeB = 60° e DC = 10 cm. Calcule a área do para cada 200 km. O município onde se encontra a capital
triângulo DCB. de certo estado está representado , nesse mapa , por um
B losango que tem um ângulo de 120° e cuja diagonal menor
mede 0 ,2 cm. Determine a área desse município.

d = 0,2 · 200 = 40 km
D = 2d · tg 60º = 8M km

A = 40 . Bo.J3 160M
2
Resposta: 1 60M km 2 •
AB ..J3 .../3,(10 + AC}
tg 30º = - - - => AB
10 + AC = 3 = 3

tg 60º = :~ = ..J3 => AB = Ac..J3

.13(10 + AC} = AC.13 => 3AC = AC + 10 => AC = 5


3
AB = AC.13 = 5.13 5._/3 · 15 5._/3 · 5
ALICCB = ALIAflD - ALIN!/,', => ALICCB = 2 2

Resposta: 25'/3 cm 2 •

O revisão&exercicios
51 (Vunesp) Certos registros históricos babilônicos indi- 52 (Unicamp-SP) Um fio de 48 cm de comprimento é cor-
cam o uso de uma regra para o cálculo da área do círculo tado em duas partes para formar dois quadrados, de modo
equivalente à fórmula (em notação atual) A = ~~ , em
que a área de um deles seja quatro vezes a área do outro.
a) Qual deve ser o comprimento de cada uma das partes
que C representa o comprimento da circunferência corres- do fio?
pondente. Determine o valor de 'li" oculto nesses registros. b) Qual será a área de cada um dos quadrados formados?
(2'11"r) 2
2
'll"r = - -
12
~ 12'11"r2 = 4'11"2 r2 ~ 'li" = 3 a) ( ¾J2 = 4( 484- x) ~ x = 4(2 304 -
2 96x + x2) ~
Resposta: 3.
~ 3x2 - 384x + 9216 =O~ x2 - 128x + 3072 =O~
~ x' = 96 (não convém) ex" = 32
Resposta: 32 cm e 16 cm.
b) A1 = 8 2 = 64
A2 = 4 2 = 16
Resposta: 64 cm2 e 16 cm 2 .

1_ _ _ _ _ _2c_ _ _ _ __
53 (Enem) O governo cedeu terrenos para que famílias construíssem suas residên- B e
cias com a condição de que, no mínimo, 94% da área do terreno fosse mantida
como área de preservação ambiental. Ao receber o terreno retangular ABCD, em que
BC e
AB = - 2 - , Antônio demarcou uma área quadrada no vértice A, para a construção de e
5
AB
sua residência, de acordo com o desenho, no qual AE = - 5 - é lado do quadrado.
Nesse caso, a área definida com Antônio atingiria exatamente o limite determinado
9
A E D
pela condição se ele:
a) duplicasse a medida do lado do quadrado.
b) triplicasse a medida do lado do quadrado.
c) triplicasse a área do quadrado.
d) ampliasse a medida do lado do quadrado em 4%.
e) ampliasse a área do quadrado em 4%.

A área do terreno retangular ABCD é dada por:


e· 2e = 2e2
Assim, a área máxima que a região onde a residência de Antônio será construída pode assumir é dada por:
6% de 2€2 = 0,06 · 2e2 = o,12e2 f2
Como a área da região demarcada para a construção da casa de Antônio é dada por 25
= 0,04€2 , concluímos que a situação-limite é
atingida quando multiplicamos essa área por 3.
Portanto, a área definida por Antônio atingiria exatamente o limite determinado se ele triplicasse a área do quad rado.
Resposta: alternativa e.

Geometria euclidiana plana O


54 (Unicamp-SP) Um triângulo escaleno ABC tem área 56 (ITA-SP) Considere um losango ABCD cujo perímetro
igual a 96 m2 • Sejam Me N os pontos médios dos lados mede 100 cm e cuja maior diagonal mede 40 cm. Calcule a
AB e AC, respectivamente. Qual é a área do quadrilátero área, em cm 2 , do círculo inscrito neste losango.
BMNC?
Seja R o raio do círculo.
B

96 -- 22 => At.AMN -- 24
-A--
t.AMN
ABMNC = 96 - ALAMN = 96 - 24 = 72
Resposta: 72 m2 •

e
No 6A0B, temos:
25R = 20 · 15 => R = 12
Aci'n:ulo = 1tR2 = 1t · 122 = 1441t
Resposta: 1441t cm2 •

55 (UFV-MG) De um piso quadrado de 34 cm de lado 57 (Fuvest-SP) Na figura, ABCD e CDE são triângulos retân-
recortam-se pequenos triângulos retângulos isósceles gulos, AB = 1 , BC = .J3
e BE = 2DE.
de cateto x, de modo a obter um piso em forma de octó-
gono regular, conforme ilustra a figura abaixo. Considere
J2 = 1,4.
a) Determine o valor de x.
b) Calcule a área de um dos triângulos recortados.
c) Calcule a área do octógono.
X x--./2 X

X X

34cm x--./2

X X

X x--.f2 X
Logo, a medida de AE é:

a) x + x./2 + x= 34 => x{2 + .J2) = 34 => a) _.L.


2 .
c) J7 e) J13
2 .
2
=> X = 34 . (2 - .J2} => X = 34(2 - .J2} =>
(2 + .J2) (2 - .J2) 4- 2 b) -4-. d)_Ff--.
=> X = 17(2 - .J2} => X = 10,2 Os triângulos DCE e BCA são semelhantes.
Resposta: 10,2 cm. Então:
-J3 - 2x = ~ => ,J3 - 2x = 2x => ,J3 = 4x => x = ,J3
b) A = ~ =~ = (l0, 2>2 => A = 52 02 2 1 4
t. 2 2 2 t. '
Aplicando o teorema de Pitágoras no 6 AEB, temos:
Resposta: 52,02 cm •
2

(AE)2 = (2x)2 + 12 => (AE)2 = 4x2 + 1 => (AE)2 = 4 · l.._ + 1 =>


C} Aoctógono = Aquadrado - 4Atriâni,,lo => Aoctógono = 342 - 4 • 52,02 => 16
=> (AE) 2 = ~ + 1 => AE = ./7
=> Aoctógono = 947,92 4 2
Resposta: alternativa e.

O
Resposta: 947,92 cm2 •

revisão&exercicios
58 (UFRRJ) Considere a região mais escura, no interior do 60 (Unemat-MT) No triângulo equilátero ABC, os pontos Me
semicírculo de centro O, limitada por semicircunferências, N são, respectivamente, pontos médios dos lados AB e AC.
conforme mostra a figura a seguir. O segmento MN mede 6 cm.
A

X X

X X

s~-----~c
Se a área dessa região é 24'11" cm 2 e AM = MN = NB, então
A área do triângulo ABC mede:
a medida AB, em centímetros, é:
a) 18..J3 cm 2• c) 30.,/2 cm 2. e) 36..J3 cm 2•
a) 9. b) 12. c) 16. d) 18. e) 24.
b) 24../2 cm 2• d) 30..J3 cm 2•
AO = OB ::::} AM + MO = ON + NB
Assim, como AM = NB, obtemos MO = ON = r. O L.AMN e o L.ABC são semelhantes, pois eles têm o ângulo Aem comum.
Sendo P o ponto médio de AM, temos AP = PM = r, pois AM = MN.
Então:
Então, a área da região mais escura é dada por:
'1T • (2r) 2 '1T • r2
AM AN 1
24'11" = - ~ ~ - - - ::::}48 = 4r2 - r2 ::::}3r2 = 48::::} AB AC 2
2 2
::::} r2 = 16::::} r = 4 Assim:
Logo,AB = 2 ·AO = 2 · (4 + 4 + 4) = 24, ou seja, a medida
~ = _!._ ::::} - 6 - = _!._ ::::} AB = 12
pedida é 24 cm. AB 2 AB 2
Resposta: alternativa e. Então, a área, A, do L.ABC é dada por:
A= 122 • .J3 = 144J3 = 36.J3
4 4
Portanto, a área pedida mede 36.J3 cm 2 .
Resposta: alternativa e.

59 (UFPB) Para estimular a prática de atletismo entre os 61 (UEL-PR) Sabendo-se que o terreno de um sítio é com-
jovens, a prefeitura de uma cidade lançou um projeto de posto de um setor circular, de uma região retangular e de
construção de ambientes destinados à prática de espor- outra triangular, com medidas indicadas na figura abaixo,
tes. O projeto contempla a construção de uma pista de qual é a área aproximada do terreno?
atletismo com 10 m de largura em torno de um campo de
futebol retangular medindo 100 m X 50 m. A construção
será feita da seguinte maneira: duas partes da pista serão
paralelas às laterais do campo; as outras duas partes es-
tarão, cada uma, entre duas semicircunferências, conforme
a figura a seguir.
100m

] região
" retangular
região
campo de futebol triang ular

10m

A partir desses dados, é correto afirmar que a pista de a) 38,25 km 2 c) 56 ,37 km 2 e) 60 ,35 km 2
atletismo terá uma área de: (Use '1T = 3,14.) b) 4 5 ,33 km 2 d) 58 ,78 km 2
a) 2 184 m 2 • c) 3 948 m 2 • e) 4 846 m 2 • A região triangular corresponde a um triângulo retângu lo que tem um
b) 3 884 m 2 • d) 4 284 m 2 • dos ângulos agudos medindo 45°. Logo, esse triângu lo é isósceles e
seus lados congruentes medem 7 km.
A área,A, do terreno é dada por:
Temos que:
A = área da região triangular + área da região retangula r + área do
• a área total das partes laterais ao campo é dada por:
7 .7 '1T • 4 2 • 45.
2 · (10 · 100) = 2 000 setor circular = - 2 - + 7 · 4 + 360 ,
• a área total das partes internas às semicircunferências é dada por:
'1T • 352 - '1T • 252 = '1T • ( 352 + 252 ) = 600 '1T = 1 884 24,5 + 28 + 2'TT = 52,5 + 6,28 = 58, 78
Assim, a área total da pista é dada por: Portanto, a área do terreno é, aproximadamente, igual a 58,78 km 2 •
2 000 + 1 884 = 3 884 Resposta: alternativa d.
Portanto, a pista de atletismo terá área total de 3 884 m2 •
Resposta: alternativa b.
Geometria euclidiana plana O
62 (UFG-GO) As "Regras Oficiais de Voleibol", aprova-
das pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), de-
finem que a quadra para a prática desse esporte deve
ser retangular, medindo 18 m de comprimento por 9
Linha de fundo
m de largura. A rede, colocada verticalmente sobre a do campo adversário
linha central da quadra, deve ter uma altura de 2,43 m
para jogos profissionais masculinos. Em cada campo
da quadra há uma linha de ataque, desenhada a 3 m de
distância da linha central, marcando a zona de frente,
conforme a figura ao lado.
18m
Durante um jogo profissional masculino, um jogador fez
um ponto do seguinte modo: estando sobre a linha de ataque de seu campo, saltou verticalmente batendo na bola no ponto
H, fazendo-a descrever uma trajetória retilínea, passando rente ao topo da rede, no ponto R, tocando a quadra exatamente
num ponto B, pertencendo à linha de fundo do campo adversário.
Segundo as condições descritas, calcule a altura, AH, que o jogador alcançou para conseguir fazer o ponto.

Esquematizando a figura dada, temos a figura: Como AC 11 DE temos, utilizando o teorema de Tales:
H
AD _ CE AD _ 3 _ 1
DB - DB =} DB - 9 - 3
Como L ABH rv L DBR, vem:
~ =~ =} ~ = AD + DB = ~ + ~=}
RD DB RD DB DB DB

=} ~ = __!_ + 1 =} AH = 2 43 · ~ = 3 24
B E C 2,43 3 ' 3 '
Estamos considerando o LABC, formado pelo segmento BC que Resposta: 3,24 m.
é paralelo à linha lateral da quadra, pelo segmento AC que está
contido na linha de ataque e pelo segmento AB. O segmento DE
está contido na linha central.

63 (UFMG) Uma folha de papel quadrada, ABCD, que mede 12 cm de lado, é do- A..----------,
brada na reta r, como mostra a figura . Feita essa dobra, o ponto D sobrepõe-se
ao ponto N, e o ponto A, ao ponto médio M, do lado BC. É correto afirmar que, X
,' E
nessas condições, o segmento CE mede:
a) 7,2 cm. b) 7,5 cm. c) 8,0 cm. d) 9,0 cm .
12 - X
AP = PM = x; PB = 12 - x; BM = MC = 6; PrvlB = MÊC e B~M = CME.
Como LECM rv LMBP, temos: B
6 M
e
6
~ = --
6- =} CE = ----ª_L
6 12- X 12- X
Aplicando o teorema de Pitágoras no L MBP, temos:

x2 = 6 2 + (12 - x) 2 =} x2 = 36 + 144 - 24x + x2 =}

=} 24X = 180 =} X = º
18 =
24
~
2
Logo:
CE = _ _ 3_6 __ 36 = 36 · ~ = 8
15 24-15 9
12- -
2 2
Portanto, é correto afirmar que o segmento CE mede 8,0 cm.
Resposta: alternativa e.

O revisão&exercicios
64 (Unifor-CE) Na figura ao lado têm-se um quadrado ABCD e uma circunferência de H
centro O, que se intersectam nos pontos A, B e E. Se o lado do quadrado mede 10 cm,
então o raio da circunferência mede, em centímetros:
a) 5. b) 6,25. c) 6,5. d) 6, 75. e) 7.

Pela figura:
EH = BC + x::::} 2r = 10 + x::::} 4r2 = (10 + x)2
No .6.ABF, temos:
BP = AB2 + AP::::} 4r2 = 100 + (10 - x)2 ::::} 4r2 = 100 + 100 - 20x + x2 ::::}

::::} (10 + x}2 = 200 - 20x + x2 ::::}


2 5 5
::::} 100 + 20x + i. 2 = 200 - 20x + X2 ::::} AO'x = 10b'::::} x = 2

2r = 10 + i2 = 25 ::::} r = ~ cm = 6,25 cm
2 4
Resposta: alternativa b.

65 (UFRJ) Na figura ao lado, B 66 (UFG-GO/adaptado) Con-


o círculo de raio 1 cm rola sidere uma circunferência de
da posição I para a posição raio R e quatro circunferências
F, sempre tangenciando o de raio r, todas tangentes en-
cateto AC do triângulo re- tre si, conforme a figura ao
tângulo ABC. , '. ;' F lado. Obtenha uma expressão
Na posição I o círculo tam- ,: - \ : que relacione os raios r e R.
bém tangencia AB, e na po- A C
sição F ele é tangenciado a BC. Os lados do triângulo valem
AB = 6 cm, AC = 8 cm e BC = 10 cm. Determine a distân-
cia percorrida pelo centro do círculo.

Como L.ABO - L.EFO, temos:

e _ R_ = ~ CD
R- r 2r
Os triângulos ABC e MBN são semelhantes.
AB2 = R2 + R2 ::::} AB = R.J2 ®
Portanto:
Substituindo® em CD, temos:
MN = BM = 6 - 1 ::::} MN = ~::::} MN = ±..Q_ cm
R R.J2 2
AC BA 6 8 6 3 - - = - - ::::}2rR = R .J2 - rR.J2 ::::}
R- r 2r
Os triângulos FTN e ABC são semelhantes, assim:
::::} 2rR = R(.J2 R - rm ::::} 2r + r.J2 = .J2 R::::}
~ = ..!.. ::::} FN = i cm
10 6 3 ::::} R = 2r + r.J2 .J2 2.J2 r + 2r
Logo, podemos calcular o segmento IF: .J2 ·T2= 2 ::::}
°
IF = MN - (MI+ FN)::::} IF = 23 -(1 + t) = ::::} R = r(.J2 + 1)

= 20 _ .-ª_ = Q = 4 Resposta: R = r( .J2 + 1).


3 3
Resposta: 4 cm.
3
Geometria euclidiana plana O
67 (Uerj) Um atleta faz seu treinamento de corrida em uma pista circular que tem
400 metros de diâmetro. Nessa pista, há seis cones de marcação indicados pelas letras
A, B, C, D, E e F, que dividem a circunferência em seis arcos, cada um medindo 60 graus.
Observe o esquema ao lado.
O atleta partiu do ponto correspondente ao cone A em direção a cada um dos outros cones,
sempre correndo em linha reta e retornando ao cone A. Assim, seu percurso correspondeu
a ABACADAEAFA. Considerando ..J:3
= 1,7, o total de metros percorridos pelo atleta nesse
treino foi igual a:
a) 1 480. b) 2 960. c) 3 080. d) 3 120.

Temos:
• AD = 400 m, pois AD é diâmetro;
• AF = AB = 200 m, pois são lados de um hexágono regular inscrito na circunferência e têm a mesma medida do raio.
Como ED = 200 m, pois é lado do mesmo hexágono, e AÊD é reto, pois AD é diâmetro, obtemos, aplicando o teorema de Pitágoras no L.AED:
4002 = 2002 + (AE)2 =} 160 000 = 40 000 + (AE)2 =} AE = ,J120 000 = ~2 2 • 3 · 104 = 2 · 102 • ../3 = 200../3 =}
=} AE = 200 · 1,7 = 340
Ou seja, AE = 340 m.
Temos, também, que AC = AE = 340 m.
Portanto, a distância total, em metros, percorrida pelo atleta é igual a:
d = 200 + 200 + 340 + 340 + 400 + 400 + 340 + 340 + 200 + 200 = 2 960
Resposta: alternativa b.

68 (UEL-PR) Uma pista de corrida de 400 m é construída por 69 (ITA-SP) Duas circunferências concêntricas , C1 e C2 ,
trechos retos e semicirculares, conforme a figura a seguir: têm raios de 6 cm e 6/F cm , respectivamente. Seja AB
uma corda de C2 , tangente à C1 . A área da menor região
delimitada pela corda AB e pelo arco AB mede, em cm 2 :
a) 9('TT - 3). c) 18('TT - 2). e) 16('TT + 3).
b) 18('TT + 3). d) 18('TT + 2).

Suponha que dois atletas, nas curvas, sempre se mante-


nham na parte mais interna de suas raias, de modo a per-
correrem a menor distância nas curvas, e que a distância
medida a partir da parte interna da raia 1 até a parte interna
da raia 8 seja de 8 m. Para que ambos percorram 400 m,
quantos metros o atleta da raia mais externa deve partir à
B
frente do atleta da raia mais interna? (Dado: '7T = 3,14.)
a) 10,00 m c) 32,46 m e) 100,48 m {&J2) 2 = X2 + 62 =} X = 6
b) 25,12 m d) 50,24 m X 6
tg o.= - = - = 1 =}o.= 45°
Como os trechos retos têm o mesmo comprimento, a diferença na 6 6
largada se deve ao trecho circular (dois trechos semicirculares). AÔB =90°
Assim, nas partes semicirculares, o atleta da raia 1 percorre 'TT{&J2} 2 6.J2 · 6.J2 36'TT 72
(2'TT · 36,70) metros, enquanto que o da raia 8 percorre
A = A,etJJr - Af::,AfJíJ = 4 2 = -2- - 2 =

[2'TT · (36,70 + 8)] metros. Então: = 181t - 36 = 18(1t - 2)


2'TT • (36,70 + 8) = 2'TT • 37,70 + 16'TT = 2'TT • 36,70 + 50,24 Resposta: alternativa e.
Logo o atleta da raia mais externa deve partir 50,24 m à frente do
atleta da raia mais interna.
Resposta: alternativa d.

O revisão&exercicios
70 (Fuvest-SP) As circunferências C1 e C2 estão centradas em 0 1 e 0 2 , têm raios r1 = 3 e r2 = 12, respectivamente, e
tangenciam-se externamente. Uma reta t é tangente a C1 no ponto P1 , tangente a C2 no ponto P2 e intercepta a reta ~
no ponto Q. Sendo assim, determine:
a) o comprimento P1 P2 ; b) a área do quadrilátero 0 1 0 2 P2 P1 ; c) a área do triângulo Q0 2 P2 .
a) Esquematizando a situação dada pela figura a seguir e traçando Ol 11 Pl2, temos:
c2

t
Aplicando o teorema de Pitágoras no LOiP0 2, temos:
152 = 92 + ( OiP )2=} 152 = 81 +( PiP2 )2=} 225 - 81 = (Pl)2=} 144 = (PiPY =} PiP2 = 12
Resposta: 12.

b) O quadrilátero 0Plf1 é um trapézio retângulo cuja altura é PiP2 ; logo, sua área é igual a:
(12 + 3) ·12 = 90
2
Resposta: 90.

c) Como o LQPp 1 e o LQP20 2 são semelhantes, temos:

QP1 =---ª---- =} 12QP1 = 3(QP1 + 12} =} 12QP1 = 3QP1 + 36 =} 9QP1 = 36 =} QP1 = 4


QP1 + 12 12
Então, a área do triângulo QOf2 é igual a:
(12 + 4)·12 = 96
2
Resposta: 96.

71 (ITA-SP) Seja ABCD um quadrado e E um ponto sobre AB. Considere as áreas do quadrado ABCD, do trapézio BEDC e
do triângulo ADE. Sabendo qual estas áreas definem, na ordem em que estão apresentadas, uma progressão aritmética
cuja a soma é 200 cm 2 , a medida do segmento AE, em cm, é igual a:

a)~ b) 5. c) 20 d) 25 e) 10.
3 3 3

Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos:


~_ _ _l_O_ _ _~ C

10 10

A X E 10 - x B

Área do quadrado ABCD + área do trapézio BEDC + área do triângulo ADE = 2 · (área do quadrado ABCD) = 200 =} área do quadrado ABCD = 100
Assim, o lado do quadrado mede 10 cm.
(10 - X+ 10) · 10 10 • X )
Temos, também, que ( 100, 2 , - 2- é uma PA. Então:

2 . (lO - x + 10) • lO = 100 + ~ =} 200 - 10x = 100 + 5x =} 100 = 15x =} x = JQ2._ = ~


2 2 15 3
Portanto, a medida do segmento AE é ~ cm.
3
Resposta: alternativa e.

Geometria euclidiana plana O


il'RIGONOMETRI~ NO il'RIÂNGULO RETÂNGUL •

Assunto Resumo
Trigonometria no Teorema de Pitágoras
triângulo retângulo a2 = b2 + c2
Razões trigonométricas
e
cos ct =
a
b
tga =
a e
b
b
sena=
a a
e

Ângulos notáveis

30º 45° 60º

sen
1 J2 -J3
2 2 2

cos -J3 J2 1
2 2 2

tg
-J3 1 -J3
3

Ângulos complementares

Se a + 13 = 90º (ou seja, complementares), então sen a = cos 13 e


sen 13 = cos a.

Exercícios
1 (Cesesp-PE) Do alto de uma torre de 50 m de altura, 50
localizada numa ilha, avista-se a praia sob ângulo de 45º tg 45° = - = 1 =} X = 50 m
X
em relação ao plano horizontal. Para transportar material
50 · 0,20 = 10,00
da praia até a ilha, um barqueiro cobra R$ 0,20 por metro
Resposta: R$ 10,00.
navegado. Quanto ele recebe em cada transporte que faz?

,
, ,,
, ,,
, ,,
, ,,
, ,, 50m
,,
,,
,
, ,,

~/ ~\45º _________ -- _
X

• revisão&exercicios
2 (Unit-SE) Do topo de um mastro vertical é esticado um 4 (UEA-AM) Pretende-se obter a altura aproximada de uma
fio de arame até o plano do chão, conforme mostra a figura árvore.
a seguir:

arame
h
16,4 m 30º
mastro 27m

Com base nos dados apresentados na figura, podemos afir-


mar que a altura h da árvore, em metros, é:

Se o fio tem 16,4 m de comprimento, a altura do mastro, a)_E._ c) 27/f e) 27J3.


2 . 2
em metros, é:
a) 7,2. b) 7,6. c) 7,8. d) 8,2. e) 8,8. b) 9J3. d) 27.}2.
Seja h a altura do mastro. Então:
h 1 tg30º= - h- F
= - h- h =27 · =9../3 F
cos 60º = 16, 4 ==> h = 2 · 16,4 ==> h = 8,2 m 27 3 27 3
Resposta: alternativa d. Portanto, podemos afirmar que a altura da árvore é de 9.)3 m.
Resposta: alternativa b.

3 (UFSC) Uma escada com 10 m de comprimento foi apoia- 5 (Ufop-MG) Sabendo que em um triângulo retângulo os
da em uma parede que é perpendicular ao solo. Sabendo ângulos agudos são â e~ , a hipotenusa mede 5 cm e
que o pé da escada está afastado 6 m da base da parede, sen 13 = 2 · sen a, encontre as medidas dos catetos.
determine a altura, em metros, alcançada pela escada.

y
6

h2 + 36 = 100 ==> h2 = 64 ==> h = 8 sen ~ = 2 · sen â ==> f = 2· f ==> y = 2x

Resposta: 8 m. x2 + y2 = x2 + 4x2 = 25 ==> 5x2 = 25 ==> x = ../5


y = 2../5
Resposta: ../5 cm e 2../5 cm .

Trigonometria no triângulo retângulo •


6 (Enem) Para determinar a distância de um barco até a praia, um navegante utilizou o seguinte procedimento: a partir de
um ponto A, mediu o ângulo visual a fazendo mira em um ponto fixo P da praia. Mantendo o barco no mesmo sentido, ele
seguiu até um ponto B, de modo que fosse possível ver o mesmo ponto P da praia, no entanto sob um ângulo visual 2a.
A figura ilustra essa situação:
p

Trajetória

A=--~---~
8~
2
-=- --- ~ • dobarco

Suponha que o navegante tenha medido o ângulo a = 30° e, ao chegar ao ponto B, verificou que o barco havia percorrido
a distância AB = 2 000 m. Com base nesses dados e mantendo a mesma trajetória, a menor distância do barco até o
ponto fixo P será:

a) 1000 m. b) 1000J3 m. c) 2000 .Jf m. d) 2 000 m. e) 2 OOOJ3 m.

Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos: No l:,.PBC obtemos:


p O- PC ~- PC
sen 60 - """"i3"P => 2 - 2 000 =>

=> PC = 2000· f = 1000,/3

Portanto, mantendo a trajetória, a menor distância do barco até o


ponto Pé o comprimento do segmento PC, ou seja, 1 000,/3 m.
2000 Resposta: alternativa b.
O triângulo ABP é isósceles, com AB = BP; assim: BP = 2 000 m.

7 (Fuvest-SP) Calcule a medida x indicada na figura abaixo: 8 (Unicamp-SP) Para medir a largura AC de um rio, um
homem usou o seguinte procedimento: marcou um ponto
c B de onde podia ver na margem oposta o coqueiro C, de
modo que o ângulo Al3C fosse de 60º; determinou o ponto
D no prolongamento de CA, de forma que o ângulo Cl3D
fosse 90º. Medindo AD = 40 m, calculou a largura do rio .
Determine essa largura e explique o raciocínio.

l:,.BCD é isósceles ~ CD = 100

100
Resposta: 50ff.
X
sen 60º = - - = -
2
.J3
=> x = 5M
----
'
'
~
'- ,, ,,
/
/

'-./

' ,,,''- ,,
/

.r
/
/
/
,r,'-- 'r..._
'
/
40 m

R.,
----
'/

'
'/
/
/
/
/
/
/'\..

/'-.

'' /
/

/
/'
/'/

'
/'/'

' /'' r',


...
"\.

,
..,.
r
/._ ' - 'r.._
, r, ,r ''-' '-/
'-./ ' ' ~
~~,

.r .r '-

~--------
' .r, ' /
/
' '
' .r
'
e
No l:,.ABD, temos:

sen 30° = 40 => _!_ = ~ => BD = 80


BD 2 BD
No l:,.BCD, temos:

sen 30º = ~ => _!_ = ~ => 40 + e= 160 => e= 120


4o + e 2 4o + e
Resposta: 120 m.

• revisão&exercicios
9 (Mack-SP) Calcule a medida do segmento AB na figura 11 (Vunesp) Um obelisco de 12 m de altura projeta , num
abaixo, sabendo que BCDE é um retângulo: certo momento, uma sombra de 4 ,8 m de extensão. Calcu-
le a distância máxima que uma pessoa de 1 ,80 m de altura
A
poderá se afastar do centro da base do obelisco, ao longo
da sombra , para, em pé, continuar totalmente na sombra.

1
12m

1 1--------------d

12 1,8
- =- e=, 12X = 8 64 e=, X = 0 72
4,8 X ' '
d= 4,8 - 0,72 = 4,08
tg 60º = 50 = .J3 =, y = 5o.J3 Resposta: 4,08 m.
y 3

sen 60º = -
y
X
=- -.J3
2
X
= ---
50.J3
=- 2x = 50 =- x = 25
3
AB = 25 + 50 = 75
Resposta: 75.

10 (Unicamp-SP) Caminhando em linha reta ao longo de 12 (UEM-PR) Para obter a altura CD de uma torre, um mate-
uma praia, um banhista vai de um ponto A a um ponto B, mático, utilizando um aparelho, estabeleceu a horizontal AB
cobrindo a distância AB = 1 200 m. Quando em A, ele avista e determinou as medidas dos ângulos a = 30º e [3 = 60º e a
um navio parado em N, de tal maneira que o ângulo NÂB é medida do segmento BC = 5 m, conforme especificado na fi-
de 60º; quando em B, verifica que o ângulo NÊ3A é de 45º. gura. Nessas condições, qual é a altura da torre , em metros?
a) Faça um figura ilustrativa da situação descrita.
D
b) Calcule a que distância da praia se encontra o navio.
a} N

e
b} tg 60º = d = .J3 =1 1 20o.J3 - d.J3 = d =,
1200 - d
5
• L.ABC·tg30º = - =, -
.J3 = - 5 =1 AB = 5J3
=- 1 20o.J3 = d.J3 + d = d(.J3 + 1) =1 . AB 3 AB
BD BD
_ 1 20o.J3 . .J3 - 1 _ 120o.J3(.J3 - 1) _ • L.ABD: tg 60° = 5J3 =, .J3 = 5J3 =, BD = 15
=,d- .J3+1 .J3-1 - 3-1 -
Resposta: 15 m.
= (1800 - 60o.J3) m= 600(3 -.J3) m = 761 m
Resposta: aproximadamente 761 m.

Trigonometria no triângulo retângulo •


13 (UFRN) A figura ao lado é formada por três triângulos retângulos. As medidas dos catetos do E
primeiro triângulo são iguais a 1. Nos demais triângulos, um dos catetos é igual à hipotenusa
do triângulo anterior e o outro cateto tem medida igual a 1. Considerando os ângulos a, 13 e 'Y
na figura ao lado, atenda às seguintes solicitações:
a) Calcule a tg a, tg 13 e tg 'Y·
b) Calcule os valores de a e 'Y·
c) Justifique por que 105° < a + 13 + 'Y < 120°.

a) .6.ABC: tg a =1 b) tg a = 1 ::::} a = 45°

.6.ACD: tg 13 =
1 .J'I
.J2 · .J2 =
.J'I
2 tg'Y = i ::::}y= 30° .

Resposta: 45 ° e 30° .
.6.ADE: tg "Y = _l_ · .J3 = .J3
.J3 .J3 3
c) Do item a concluímos que 30° < 13 < 45°.
Resposta: 1· .J'I · .J3 Logo:
' 2 ' 3
75° + 30º < 75° + 13 < 45° + 75° ::::}
::::} 105° < 45° + 30º + 13 < 120º ::::}
::::} 105° < a + 13 + 'Y < 120°

14 (UFRRJ) Milena, diante da configuração representada a 15 (Unifor-CE) Na figura abaixo tem-se um observador O,
seguir, pede ajuda aos vestibulandos para calcular o com- que vê o topo de um prédio sob o ângulo de 45°. A partir
primento da sombra x do poste; mas, para isso, ela informa desse ponto, afastando-se do prédio 8 m, ele atinge o pon-
que o sen a = 0 ,6. Calcule o comprimento da sombra x. to A, de onde passa a ver o topo do mesmo prédio sob um

ângulo 0 tal que tg 0 = f.


DO
DO
DO
10m

~~~--------_4::[_-~,O--------~l>.._,_A
Ol '
A altura do prédio, em metros, é:

X
a) 10J3. c) 48. e) 24.
b) 30J3. d) 20J3.
3
sen a = 0,6 ::::} sen a = 5 Mas: B

10m
5
3

Ol X

4 10 3 10
tga = x::::} 4 = x::::} 8+x

3 Seja x a altura do prédio. Então, no .6.ABC, temos:


tg a = - ::::} X= 13,34 X 6 X
4 tg 0 = - - ::::} - = - - ::::} 48 + 6x = 7x ::::} x = 48
8+ x 7 8+ x
Resposta: Aproximadamente 13,34 m. Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
16 (Unifesp) Os triângulos que aparecem na figura da es- 18 (Uepa) Na Amazônia, está sendo construído um obser-
querda são retângulos e os catetos OA1 , A1 A2 , A2 ~ , ~A4 , vatório no alto de uma torre, com a finalidade de compreen-
A4A5 , ••• , ¾A10 têm comprimento igual a 1. der e modelar as trocas gasosas que ocorrem na atmosfera.
Um engenheiro de 1,80 m de altura, responsável pela exe-
cução do projeto, observa o topo dessa torre segundo um
ângulo de 30º. Se o engenheiro está posicionado a 120 m
de distância da torre, então a altura dessa torre é, em me-
tros, de: (dado J3= 1,73).

a) 86. b) 83. c) 71. d) 44. e) 32.


o Admitindo que a esquematização a segui r represente a situação
a) Calcule os comprimentos das hipotenusas OA2 , OA3 , OA4 dada, temos que:
e OA10 •
e
b) Denotando por 6n o ângulo (AnÕAn+ 1 ), conforme a figura
da direita, descreva os elementos a1 , a2 , a3 e a9 da se-
quência (a1 , a 2 , a 3 , ... , a 8 , a 9 ), sendo an = sen (6").
a} • (OA2} 2 = 12 + i2 =} OA2 = ..Jf
• (OA/ = 12 + (OA/ =} OA3 = ..J3
1,80m
• (OA4} 2 = 12 + (OA3}2 =} OA4 = .Jlf = 2
D E
• (OAI0}2 = 12 + (0Ag}2 =} OAIO = .JfO
Resposta: .J2; .J3; 2; .JIQ. º _ CB
tg 30 - - - =} - - -
.J3 _ CB
- - =}
_ .J3 _
CB - 120 · - - - 40.J3
120 3 120 3
b} Como an = sen (6"}, então:
1
Usando a informação .J3 = 1,73, obtemos:
• a3 = sen 63 = -2 CB = 40 · 1,73 = 69,2
Assim, a altura da torre é dada por:
• a = sen 6 = -
..J3 1 .Jio
• a = sen 6 = - - = - - CE = CB + BE = 69,2 + 1,80 = 71
2 2 3 9 9 .Jfo 10
Portanto, a altura da torre é de 71 m.
.J2 .J3 1 .Jio
Resposta: 2 ; 3 ; 2 ; 10. Resposta: alternativa e.

17 (Ufam) Um prédio projeta uma sombra de 52 m, confor- 19 (UEL-PR) Um indivíduo em férias na praia observa , a par-
me a figura a seguir. tir da posição P1 , um barco ancorado no horizonte norte na

o posição B. Nessa posição P1 , o ângulo de visão do barco, em


relação à praia, é de 90º, como mostrado na figura abaixo.

Ele corre aproximadamente 1 000 metros na direção oeste e


observa novamente o barco a partir da posição P2 . Nesse novo
Sabendo que cosa = __±_, a altura H do prédio, em metros, é:
5 ponto de observação P2 , o ângulo de visão do barco, em relação
a) 31,2. b) 38,6. c) 39,0. d) 40,0. e) 41,6. à praia, é de 45º. Qual é a distância P2 B, aproximadamente?
a) 1 000 metros d) 1 714 metros
16 9
cos a + sen a = 1 =} - - + sen a = 1 =} sen a = - -
2 2 2 2 b) 1 014 metros e) 2 414 metros
25 25 c) 1414 metros
Como Oº < a < 90°, temos que sena=-ª-. Temos, no .LP/1B, que:
, 5
Temos, tambem, que: _ -Pl, '2 _ 1 000
3 cos 45 º - -=}~---=}

H sena 5 3 3 P2B 2 P2B


tg <X = 52 = cos a = 4 = 4 =} H= 4 . 52 = 39 =} p B = 2 · 1 000 = 2 · 1 000 · .fl"" = 1 OOO '2
5 2 F 2 V'
Portanto, a altura do prédio é de 39 m.
Usando )2 = 1,414, obtemos P2B = 1 414.
Resposta: alternativa e.
Portanto, a distância procurada é, aproximadamente, 1 414 m.
Resposta: alternativa e.

Trigonometria no triângulo retângulo •


20 (UFG-GO) Uma empresa de engenharia deseja construir uma estrada ligando os pontos A e B, que estão situados em
lados opostos de uma reserva florestal, como mostra a figura a seguir.
A e D

A empresa optou por construir dois trechos retilíneos, denotados pelos segmentos AC e CB, ambos com o mesmo compri-
mento. Considerando que a distância de A até B, em linha reta, é igual ao dobro da distância de B a D, o ângulo a, formado
pelos dois trechos retilíneos da estrada, mede:
a) 110º. b) 120º. c) 130º. d) 140º. e) 150º.
Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos:

No L.ADB: sen (DÂB) = _ x_ = _!_ =} DÂB = 30°


2x 2
Como o L.BCA é isósceles, temos que:
a + 2 · 30º = 18D° =} a = 120º
Resposta: alternativa b.

21 (UFPB) Em parques infantis, é comum encontrar um brinquedo chamado escorregador, constituído de uma superfície
plana inclinada e lisa (rampa), por onde as crianças deslizam, e de uma escada que dá acesso à rampa. No parque de
certa praça, há um escorregador, apoiado em um piso plano e horizontal, cuja escada tem 2 m de comprimento e forma um
ângulo de 45º com o piso; e a rampa forma um ângulo de 30º com o piso, conforme ilustrado na figura a seguir.

De acordo com essas informações, é correto afirmar que o comprimento (L) da rampa é de:
a) ,J2 m. b) 2,J2 m. c) 3,J2 m. d) 4,J2 m. e) 5,J2 m.

Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos que:

2m~

B
~ C D

• no L.BCA: sen 45° = _!!_ =}


2
L2
= _!!_ =} h = ,J2
2
h 1 h
• no L.ACD: sen 30° = - =} - = - =} L = 2h
L 2 L
Assim, concluímos que L = 2,J2.
Portanto, o comprimento da rampa é de 2,J2 m.
Resposta: alternativa b.

• revisão&exercicios
22 (UFMS) Dois projéteis são lançados em linha reta de um mesmo ponto no solo, um para a direita, numa direção que
forma 30° com a horizontal, e o outro para a esquerda, com trajetória formando 45° com a horizontal. Sabendo-se que os
dois têm velocidades iguais a 80 metros por minuto, qual é a diferença, em centímetros, entre as alturas , em relação ao
solo, atingidas pelos projéteis 7,5 segundos após os lançamentos?
(Use J2 = 1,41 e .J3 = 1,73.)

a) 320 cm b) 205 cm c) 114 cm d) 73 cm e) 41 cm

Supondo que as velocidades sejam constantes, temos: Usando a informação ,J2 = 1,41, temos:
AB = 5 · 1,41 = 7,05
80 metros = 80 . _1_ ~ = _i__ ~
minuto 60 s 3 s Assim, a diferença entre as alturas (a maior "menos" a menor) citadas
é dada por: 7,05 - 5 = 2,05, ou seja, a diferença entre as alturas é
. em 7,5 segundos, obtemos 7,5 · - 4 = 10; ou seJa,
Assim, . em 7,5 s de 2,05 m.
os projéteis percorrem 10 m. 3 Como 2,05 m = 205 cm, concluímos que a medida procurada é
Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos que: 205 cm.
Resposta: alternativa b.

~~
~"
10m

B C E

AB 12 AB
• no MBC: sen 45º = - - => ~ = - - => AB =
10 2 10
5J2
0 DE 1 DE
• no L::,.CDE: sen 30 = - - => - = - - => DE = 5
10 2 10

23 (UFG-GO) Um avião em procedimento de pouso encontrava-se a 700 m de altitude no momento em que a linha que liga
o trem de pouso ao ponto de toque formava um ângulo 0 com a pista de pouso, conforme a ilustração a seguir.

Ponto de toque

e
p

Pista de pouso

Para a aterrissagem, o piloto programou o ponto de toque do trem de pouso com solo para 300 m após a cabeceira da
pista, indicada por C na figura. Sabendo que sen 0 = 0,28 e que o ponto Pé a projeção vertical do trem de pouso no solo,
a distância, em metros, do ponto P ao ponto C corresponde a:
a) 1 700. b) 2 100. c) 2 200. d) 2 500. e) 2 700.

Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos: Como Oº < 0 < 90º, temos cos 0 = 0,96.
A Assim:
~a= sena =0,28 = ~ = - 7-
cos 0 0,96 96 24
,oom~ No L::,.APB, temos:
700 7
~0= ---= - =} 24 · 700 = 7 · (300 + PC) =}
P e 300m B 300 + PC 24
Sabemos que: => 16 800 = 7 ·PC+ 2100 =} 7 ·PC= 14 700 => PC= 2100
cos 2 0 + sen 2 0 = 1 =} cos 2 0 + (0,28) 2 = 1 =} Portanto, a distância do ponto P ao ponto C corresponde a 2 100 m.
Resposta: alternativa b.
=} COS 2 0 = 1- 0,0784 =} COS 2 0 = 0,9216

Trigonometria no triângulo retângulo •


24 (Fatec-SP) No sistema cartesiano ortogonal xOy, considere a circunferência de centro y
O e pontos A(2, O) e Q(,./3, O).
Sabendo-se que P é um ponto dessa circunferência e que a reta Ai é tangente à circun-
ferência no ponto A, tal que Ai é paralela a PQ , então a medida do segmento AT é:

a) 2,./3
3 . c)~. e) 2,./3. X

b) ,J3. d) 5?.

• No .6.0QP: cos 6 = OQ =
OP
L2 : : } 6 = 30º
• No .6.0AT: tg 6 = tg 30º = ~ = ~::::} L = ~::::} AT = ~
OA 2 2 2 3

Então, a medida do segmento AT é 2f .


Resposta: alternativa a.

25 (Unesp-SP) Dois edifícios, X e Y, estão um em frente ao outro, num terreno


plano. Um observador, no pé do edifício X (ponto P), mede um ângulo a em rela-
ção ao topo do edifício Y (ponto Q). Depois disso, no topo do edifício X , num ponto
R, de forma que RPTS formem um retângulo e QT seja perpendicular a PT, esse
observador mede um ângulo 13 em relação ao ponto Q no edifício Y.
Sabendo que a altura do edifício X é 10 m e que 3 tg a = 4 tg 13, a altura h do edifício
h
Y, em metros, é:
a) 40 c) 30. e) 50.
3 .

b) 50 d) 40. p
4 . T

• No .6.PfQ: tg a = _ h_
Pf
h-10
• No .6.RSQ: tg 13 = RS
Como RS = Pf e 3 tg a = 4 tg 13, obtemos:
3 • _ h_ = 4 • h - 10 ::::} 3h = 4h - 40 ::::} h = 40
Pf Pf
Portanto, a altura do edifício Y é h = 40 m.
Resposta: alternativa d.

• revisão&exercicios
26 (Udesc) Sobre um plano inclinado deverá ser construída 27 (Fuvest-SP) Na figura a seguir, a retas passa pelo pon-
uma escadaria. to P e pelo centro da circunferência de raio R, interceptan-
X do-a no ponto Q, entre P e o centro. Além disso, a reta t
passa por P, é tangente à circunferência e forma um ângulo
a com a reta s.

s
280'8 cm

Sabendo que cada degrau da escada deverá ter uma


altura de 20 cm e que a base do plano inclinado mede
280.J:3 cm, conforme mostra a figura, então a escada Se PQ = 2R, então cos a vale:
deverá ter:
a) 10 degraus. c) 14 degraus. e) 16 degraus.
J2
a) -6-. d) 2J2

+.
3
b) 28 degraus. d) 54 degraus.
b) e)~
No L ABC, temos: 5

tg 30º = -32._ =} ___lI___ = -32._ =} X= 3 · 20 = 20_J3 c) J2


2 .
X 3 X _J3
Aplicando o teorema de Pitágoras no L OPT, temos:
Então, o número de degraus da escadaria é igual a: 280 -J3
20-J3
= 14.
(3R) 2 = R2 + (PT) 2 => 8R 2 = (PT) 2 =>PT= 2R-fF
Portanto, a escada deverá ter 14 degraus. Assim, ainda no LOPT, obtemos:
Resposta: alternativa e.
cosa = ~ = 2-fF
3R 3
Resposta: alternativa d.

28 (Unicentro-PR) O circuito "Sol, Serra, História e Mar", através da centenária ferrovia Curitiba-Paranaguá , que atravessa a
serra do Mar, passa por inúmeros viadutos e túneis, atingindo uma altitude de 955 m, e oferece ricos e belos espetáculos
naturais, como a cachoeira do Véu da Noiva, o pico do Marumbi, o monumento a N. S. do Cadeado, além de uma visão
deslumbrante da serra.
e

1
h

A 1
Da estação do monumento a N. S. do Cadeado, uma pessoa, deitada ao nível do solo, observa o alto de uma torre sob um
ângulo de 30º. Ao se deslocar 50 metros em direção à torre, passa a observá-la sob um ângulo de 60º. Nessas condições,
pode-se afirmar que a altura h da torre, em metros, é:
a) 25. b) 25.J:3. c) 75. d) 75,/3. e) 75 + 25 _E_
2 .

O LADC é isósceles, com AD= DC.


Assim, como AD = 50 m, obtemos que DC = 50 m.
No LDBC, temos que:
sen60º =-h-=>_}J__=_h_=> h=2"- '3""
DC 2 50 ""V
Portanto, a altura da torre é h = 25-J3.
Resposta: alternativa b.

Trigonometria no triângulo retângulo •


29 (UFPE) Na ilustração a seguir, temos dois retângulos congruentes com base medindo 12 cm e altura 5 cm. Qual o inteiro
mais próximo da distância, em centímetros, do ponto A até a horizontal? Dado: use aproximação = 1,73. J3
A

• No i::,,ABC, temos: Assim:


sen60 º = -5- = >.j3 5 > A C =10
AC
--=-=
2
--
AC .j3 CE=+-(12 - } ) = 6- i}-
tg 60° = - 5- => .j3 = - 5- => BC = - 5 - Como AE = AC + CE, temos:
BC BC .j3
• No l::,,CED, temos: ___!Q__ + 6 - _5_ = 10.j3 + 6 - 5.j3 =
AE =
sen 30º = ~ => _!_=~=>CE=_!_· CD .j3 2.j3 3 6
CD 2 CD 2
= 20.J3 +36- 5.j3 = 15.J3 + 36 = 15 · 1,73 + 36
Então, como BD = 12 cm e BD = BC + CD, obtemos: 6 6 3 10 '3
12 = - 5 - + CD => CD = 12- - 5 - Portanto, o inteiro mais próximo da distâ ncia, em cm , do ponto A até
.j3 .J3 a horizontal é 10.
Resposta: 10 cm.

30 (Ufla-MG) Um aparelho é construído para medir alturas e consiste de um esquadro com uma régua de 10 cm e outra
régua deslizante que permite medir tangentes do ângulo visada a, conforme o esquema da figura 1. Uma pessoa, utiliza ndo
o aparelho a 1 ,5 m do solo, toma duas medidas, com distância entre elas de 10 m, conforme esquema da figura 2.
Sendo €1 = 30 cm e €2 = 20 cm , calcule a altura da árvore.

e
figura 1
~ I•
fig ura 2
10m • I

Seja x a altura da árvore. Então:

10 ~ 10 ~
• i::,,ABC:
X - 1,5 1 X - 1,5
20 30 tga = - - - => - = - - - => y = ~ - 3
y 2 y
1
tg a = -
2 • i::,,ABD:
A
tg f3 = X - 1,5 =} _!_ = X- 1,5 =} y + 10 = 3x - 4 5
y + 10 3 y + 10 '
Logo:
2x - 3 + 10 = 3x - 4,5 => - x = -11,5 => x = 11,5 m
Resposta: 11,5 m.

• revisão&exercicios
31 (UFG-GO) Em um jogo de sinuca, uma bola é lançada do ponto O para atingir o ponto C, passando pelos pontos A e B,
seguindo a trajetória indicada na figura a seguir.

X y y

''
'' Nessas condições, calcule:
'
~ i a) o ângulo 13 em função do ângulo 0;
1,2m
',, ·ª~-
' - ,'
\ 1 ,'

,_-- - --..._,
b) o valor de x indicado na figura.
\, e.: ,,,
',...f-..'
\ •,'
B

2,0m

a}• i::,.OAD: « + 0 = 90º =} « = 90º - 0 X


b} • i::,.ADO: tg 0 = Q,8
• i::,.ABC: 13 + 2a. = 180º =}
=} 13 + 180º - 20 = 180º =} 13 = 20
• l::,.BHC: tg 0 = / 2
Resposta: 13 = 20.
•x+2y = 2
Então:
X y
O,B = 1,2 =} y = 1,5x
Logo:
x + 2y = 2 =} x + 3x = 2 =} 4x = 2 =} x = 0,5
Resposta: 0,5 m.

32 (UFRN) A figura a seguir representa uma torre de altura H equilibrada por dois cabos de comprimentos L1 e L2 , fixados
nos pontos C e D, respectivamente.
A

L, L,
H

Entre os pontos B e C passa um rio, dificultando a medição das distâncias entre os pontos. Apenas com as medidas dos
ângulos C e D e a distância entre B e D, um engenheiro calculou a quantidade de cabo (L1 + L) que usou para fixar a torre.
O valor encontrado, usando J3
= 1 ,73 e BD = 10 m, é:
a) 54,6 m. b) 44,8 m. c) 62,5 m. d) 48,6 m.
Temos que: Assim, obtemos:
• no i::,.ACB: sen30 º = -
L1
H
=} -
1
2
= -
L1
H
=} L1 = 2H L1 + L2 = 2 · (10,,/3) + 2 . (1Jj3) = 20,,/3 + 20

Usando a informação ,J3 = 1, 73, concluímos que:


• no i::,.ABD: sen 60º = __!!_ =} _E_ = __!!_ =} L2 = ~
L2 2 L2 ,J3 L1 + L2 = 20 · 1,73 + 20 = 54,6
Portanto, o valor procurado é 54,6 m.
• no i::,.ABD: tg 60º = BHD =} ,J3 = BHD =} ,J3 = 1~ =} Resposta: alternativa a.

=} H = 10,,/3

Trigonometria no triângulo retângulo •


RESOLUÇ,ÃO DE il'RIÂNGULOS QUAISQUER

Assunto Resumo
Lei dos cossenos

x2 = a2 + b2 - 2ab · cos a

Lei dos senos

a b __c__ =2R
sena sen 13 sen e

Exercícios
1 (Mack- SP) Determine qual é o triângulo retângulo cujos dados estão compatíveis.

a) b) e)

3 3 6

a) cos 30° = ¾~ 0,866 = 0,5 (F)


b)tg60° = .J3 ~ .J3 = .J3 (F)
3 3
e) cos 60° = ¾~ 0,5 = 0,5 01)
d)tg45º = ½~ 1 =0,677 (F)

e) tg 60º = ¾~ 1,732 = 2 (F)


Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
2 (Vunesp) Duas rodovias A e B se cruzam formando um 3 (Ufep) Uma ponte deve ser construída sobre um rio, unin-
ângulo de 45°. Um posto de gasolina se encontra na rodovia do os pontos A e B, como ilustrado na figura a seguir. Para
A, a 4 km do cruzamento. Pelo posto passa uma rodovia re- calcular o comprimento de AB , escolhe-se um ponto C, na
tilínea C, perpendicular à rodovia B. A distância do posto de mesma margem em que B está, e medem-se os ângulos
gasolina à rodovia B, indo através de C, em quilômetros, é: cêA = 57° e AÕ3 = 59°. Sabendo que BC mede 30 m, in-
a) J;" . b) f . J;"
c) d) .J2. e) 2J2.
dique, em metros, a distância AB. (Dado: use as aproxima-
ções sen 59° = 0,87 e sen 64º = 0,90.)

A
sen 45° = !_::::}
p 4
./2 h
::::}-=-::::}h=2..!2
4km
2 4
B

e
Resposta: alternativa e.

med(BÂC) = 180º - 57º - 59º = 64 º


Aplicando a lei dos senos, temos:
~ = ~ ::::} ~ = ~ ::::} AB = 29
sen 64º sen 59º 0,90 0,87
Resposta: 29 m.

4 (Uepa) Três cidades A, B e C precisam ser interligadas Usando a lei dos senos, temos:
para que seus moradores possam comercializar os produ- AC AB AC 100
- - - = - - - ::::} - - - = - - ::::}
tos por eles produzidos. Já existem duas estradas, em li- sen 60° sen 45° __E_ }r_
nha reta , que ligam as cidades A a B e B a C, sendo que
2 2
as prefeituras das cidades A e C desejam construir uma
nova estrada para ligá-las. A figura abaixo mostra um levan- ::::} AC= 100 · - 2 - · -12_ = 10
J2 2
°F =
J2
100-K
2
= 50./6
tamento topográfico feito por uma empresa de engenharia.
B Portanto, a distância pedida é de 50./6 km.
Resposta: alternativa e.

e
Sabendo-se que as medidas determinadas pela empre-
sa de engenharia foram AB = 100 km; m(ABC) = 60º e
m(BÂC) = 75º, a distância entre as cidades A e C que
deve ser considerada para a construção de uma estrada,
em linha ret a, para ligar estas cidades é:
a) 100-]6 km. d) 50..J3 km.
b) 100..J3 km. e) 50-]6 km.
c) 75..J3 km.

Resolução de triângulos quaisquer •


5 (UFPA) Após o naufrágio, um sobrevivente se vê na situação de ter que atra-
vessar um rio de águas calmas. Prudente, decide só atravessá-lo depois de ter
estimado a largura do rio. Improvisou então uma trena métrica e um transferidor
rústico e, para calcular a distância entre duas árvores, digamos uma árvore A,
situada na margem em que se encontrava, e uma árvore B, situada na margem
oposta, percebeu da seguinte forma:
• postando-se ao lado da árvore A e usando o transferidor construído, aferiu o
ângulo entre a visada para a árvore B e para uma árvore C, situada na mesma
margem em que se encontrava, obtendo o valor 105°;
• caminhou até a árvore C e, usando a trena métrica, estimou em 300 metros a
distância entre esta e a árvore A;
• estando então junto à árvore C, mediu o ângulo entre as visadas para a árvore A e a árvore B, obtendo o valor 30°.
Após os procedimentos descritos, as informações obtidas foram reunidas e foi estimada corretamente a distância entre a
árvore A e a árvore B, obtendo o valor de, aproximadamente:
a) 105 metros. b) 175 metros. c) 189 metros. d) 212 metros. e) 250 metros.
(Considerar ,J2 = 1,41 e .J3 = 1,73.)

Usando a lei dos senos, temos:


AB AC =>~ = 300 => AB = 300· - 2 _ . _!_= 300 = 300/F = 150/F = 212
sen 30° sen45º 1 jF jF 2 jF 2
2 2
Portanto, a distância procurada é, aproximadamente, de 212 m.
Resposta: alternativa d.

6 (USF-SE) Se os raios solares formam um ângulo a com o 7 (PUCC-SP) A figura a seguir é um corte vertical de uma
solo, qual é, aproximadamente, o comprimento da sombra peça usada em certo tipo de máquina. No corte aparecem
de um edifício com 10 m de altura? dois círculos, com raios de 3 cm e 4 cm, um suporte verti-
a) 16,6 m b) 15,5 m c) 14,4 m d) 13,3 m e) 12,2 m cal e um apoio horizontal.

-4cm
(oado:sena= : .)

24cm
D O
D O suporte
DO
DO X
DO 10m
DO
D O
O< apoio
y
/
3 10 3 50
sen a = - => - = - => x = -
5 X 5 3 A partir das medidas indicadas na figura, conclui-se que a
2_ 102+ y2 =} -2500
X - 9- =
100+ y 2=> Y2 = -1600
9 - =}
altura do suporte é:
a) 7 cm. b) 11 cm. c) 12 cm. d) 14 cm. e) 16 cm.
=> y = 40 = 13 3
3 '
Resposta: alternativa d. 4

24cm

30°
r: H
~~ - - - - - - - -H
3

sen 30° = h + 4 => ..!. = h + 4 => h + 4 = 12 => h = 8 cm


24 2 24
H = h + 3 => H = 8 + 3 => H = 11
Logo, a altura do suporte é 11 cm.

GD
Resposta: alternativa b.

revisão&exercicios
8 (UFPB) A prefeitura de certa cidade vai construir, sobre um rio que corta essa
cidade, uma ponte que deve ser reta e ligará dois pontos, A e B, localizados nas
margens opostas do rio. Para medir a distância entre esses pontos, um topó-
grafo localizou um terceiro ponto, C, distante 200 m do ponto A e na mesma
margem do rio onde se encontra o ponto A. Usando um teodolito (instrumento de
precisão para medir ângulos horizontais e ângulos verticais, muito empregado
em trabalhos topográficos), o topógrafo observou que os ângulos AêB e BÂC
mediam, respectivamente, 30° e 105°, conforme ilustrado na figura ao lado.
Com base nessas informações, é correto afirmar que a distância, em metros,
do ponto A ao ponto B é de:
a) 200-J'i. c) 150-J'i. e) 50-J'i.
b) 180-J'i. d) 100-J'i.

Usando a lei dos senos, temos:


AB AC =} AB _ 200 =} AB _ 200 . 2 . 1 _ 200 _ 200,)2 =100,}2
sen30º sen45º 1 }r_ J2 2 J2 2
2 2
Portanto, a distância pedida é de 100,)2 m.
Resposta: alternativa d.

9 (UFSM-RS) A figura ao lado apresenta o delta do rio Jacuí, situado na região


metropolitana de Porto Alegre. Nele se encontra o parque estadual Delta do
Jacuí, importante parque de preservação ambiental. Sua proximidade com a
região metropolitana torna-o suscetível aos impactos ambientais causados pela
atividade humana.
A distância do ponto B ao ponto C é de 8 km, o ângulo  mede 45º e o ângulo ê
mede 75º. Uma maneira de estimar quanto do delta do Jacuíestá sob influência
do meio urbano é dada pela distância do ponto A ao ponto C. Essa distância,
em km, é:

a)~. c) 8-J'i + ../3. e)~-


3 3
b) 4.J6. d) 8(-J'i + ~)-

Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos: Usando a lei dos senos, temos:
e --AC - = - -
BC - =} - -
AC - = -8- =}
sen60º sen45º --12.._
}r_
B 2 2

=}AC=8·-2- · - 1 r . . _ = ~ = ~ = 4~
J2 2 J2 2
Portanto, a distância pedida é de 4 ~ km.
Resposta: alternativa b.

Resolução de triângulos quaisquer •


10 (ITA-SP) Um navio, navegando em linha reta, passa su- 11 (Unifor-CE) Em um paralelogramo ABCD, os lados
cessivamente pelos pontos A, B e C. O comandante, quan- A8 e AD medem, respectivamente, 4 cm e 7 cm, e Oé o ân-
do o navio está em A, observa um farol L e calcula o ângulo gulo agudo formado por esses lados. Se a diagonal maior
LÂC = 30°. Após navegar 4 milhas até B, verifica o ângulo mede -193 cm, então o ângulo Oé tal que:
Lec = 75°. Quantas milhas separam o farol do ponto B?

a) 4 c) 8 e) 1
a) tg 0 = 2. d) sen 0 = 4.
b) 2../2 d) ../2
3
b) tg 0 = 1. e) cos 0 = -4-
2 1
c) cos 0 = 2 .
Pelo enunciado, temos:

fli,,.
L Pelo enunciado, temos:
B

'193 cm __ __ _

A B
'-------v-----'
e 4cm --
4milhas -º-,, -
Pela propriedade do ângulo externo, sabemos que: A 7cm D

ALB + 30º = 75º ::::} ALB = 45º Aplicando a lei dos cossenos no triâ ngu lo ADC, temos:
Pela lei dos senos, temos:
(-J§3°)2 = 7 2 + 4 2 - 2 . 7 . 4 . cos (180º - 0) =>
LB 4 LB 4 4
- - - = - - - => - = - - => LB = 2 => LB = 2.J2
,,, => 93 = 49 + 16 - 56 cos (180º - 0) =>
sen 30º sen 45º _!_ .J2 vL
2 28
2 => 56 cos (180º - 0) = 65 - 93 => cos (180º - 0) = -56 =>
Resposta: alternativa b.
=} cos (180º - 0) = -21
Como cos 0 = -cos (180º - 0), temos:

cos 0 = -(-+) => cos 0 = ½


Resposta: alternativa e.

Temos os seguintes triângulos:


12 (UnB-DF) Um observador, situado no ponto A, distante
30 m do ponto B, vê um edifício sob um ângulo de 30°, C D
conforme a figura. Baseado nos dados da figura, determine
a altura do edifício em metros e divida por .J2. h~
(Dados: AB = 30 m; med(CÂD)= 30°; med(CÂB) = 75°; C A
med(ABC) = 60°; med(DêA) = 90°.)

Aplicando a lei dos senos no triângulo ABC, temos:

~ = ~ => ~ = _lQ_ => .J2 . AC = 3O.J3 =>


sen 60° sen 45° -
.J3 -
.J2 2 2
2 2

B
=> AC = 3 °ff => AC = 15J6
No triângulo ACD, temos:

tg30º = :c => ~ = 1~ => 3h = 15JI8 => h = 5JI8 =>

=> h = 15.J2
Como pedido no enunciado:
A
_ h_ = 15.J2 = 15
.J'I .J'I
a) 10 m b) 11 m c) 12 m d) 14 m e) 15 m Portanto, a altura do edifício é 15 m.
Resposta: alternativa e.

• revisão&exercicios
13 (Vunesp) Para calcular a distância entre duas árvores situadas nas mar-
gens opostas de um rio, nos pontos A e B, um observador que se encontra
junto a A afasta-se 20 m da margem, na direção da reta AB, até o ponto C
e depois caminha em linha reta até o ponto D, a 40 m de C, do qual ainda
pode ver as árvores.
Tendo verificado que os ângulos ots e BÔC medem, respectivamente, cer-
ca de 15° e 120°, que valor ele encontrou para a distância entre as árvores,
se usou a aproximação ,j6 = 2,4?

Aplicando a lei dos senos, temos:


40 20+x
---=---::::}--=--::::} 40 20 + x
sen 45° sen 120° ../2 ../3
- -

1. 1.
::::} ../2x + 2M = 4o../3 ::::} ../2x = 40../3 - 20../2 ::::}
4o../3 - 20.J'f · ../2 40"'6 - 40
=} X= .J2 ../2 ::::} X= 2

e = 40("'6 - 1) = 20(.J6 - 1) = 28
2
Resposta: Aproximadamente 28 m.

14 (Unir-RO) Qual é o perímetro de um triângulo cujos ângulos internos medem 45º , 60º e 75º, inscrito em uma circunfe-
rência de raio 1?
a) ~ (3../2 + 2.j3 + $) c) 2.J2 + 3'/3 + ../6 e) ½("'2 + '13) + $
b) !(5J2 + $) + .j3 d) .J2 + .J3 + .J6

Esquematizando a situação dada pela figura a seguir, temos: Aplicando a lei dos cossenos no L ABC, obtemos:
(AC)2 = (AB)2 + (BC)2 - 2 · AB · BC· cos 60º ::::}
::::} 3 = (AB)2 + 2 - 2 · (AB) · ./2 · _!_ ::::}
2
::::} (AB)2 - ./2 · (AB) - 1 = O::::}
::::} AB = .[F + .JfC ou AB = .[F - .JfC (não serve)
A 2 2
Logo, o perímetro procurado é igual a:
.j2 + ~ + ..fi +.JJ = .j2 + ~ +2./2 + 2..J3 =
2 2

Aplicando a lei dos senos, temos:


= 3.,P + 2f + J6 = +·(3.,P 213 + + J6)

Resposta: alternativa a.
• BC =2R::::}BC=2·1·L=.j2
sen 45° 2

• AC
sen 60°
=2R::::}AC=2·1·_E__=F
2

Resolução de triângulos quaisquer •


15 (UFPE) Na ilustração ao lado, a casa situada no ponto B deve ser ligada com
um cabo subterrâneo de energia elétrica, saindo do ponto A. Para calcular a
distância, são medidos a distância e os ângulos a partir de dois pontos, O e P,
situados na margem oposta do rio, sendo O, A e B colineares. Se O~A = 30°,
PÕA= 30°, A~B = 45° e OP = (3 + .J3) km, calcule AB em hectômetros. B

Aplicando a lei dos senos no MBC, temos: No L.OPB observamos que m(C>PB) = m(Plb) = 75°; assim, esse
OP OA 3+.J3 OA triângulo é isósceles, com OP = OB . Então, OB = (3 + J3} km.
sen 120 = sen 30° ::::} sen 120º = -1-
Como OB =AO+ AB, obtemos:
2
Como sen 120° = sen (180° - 120°) = sen 60° = Jf , (3 + F) = 1+ .J3 + AB ::::} AB = 2
Sabemos que 2 km = 20 hm.
concluímos que:
Portanto, a distância AB é igual a 21 hm .
3+.j3 Resposta: 21 hm.
J3
2
3+'3 3 3'3
--=="'~u = 1 + - - = 1 +-"'-u = 1 +
J3 J3 3
J3

4 cm
16 (UFGD-MS) Em um triângulo, os lados são 4 , 5 e 17 (UFPR) A figura ao lado mos- D e
.J6'f; então o valor do maior ângulo é: tra um quadrado ABCD no qual 1 cm
os segmentos BC e EC medem 45° E
a) 135º. b) 90°. c) 60º . d) 150°. e) 120º.
4 cm e 1 cm , respectivamente. 4 cm 3 cm
Sabemos que, em um triângulo, o maior lado se opõe ao maior a) Calcule o perímetro do triângu-
ângulo.
lo de vértices A, E e C .
Assim, podemos esquematizar a situação dada pela figura a seguir,
b) Calcule o seno e o cosseno do
onde 0 é a medida do maior ângulo. A B
ângulo a. 4 cm
A

Aplicando o teorema de Pitágoras no L.ABE, temos:


(AE)2 = (AB)2 + (BE)2 ::::} (AE)2 = 4 2 + 3 2 = 25 ::::} AE = 5
e Como AC é diagonal do quadrado, obtemos AC = 4.JF.
a) O perímetro do L.AEC é dado por:
AE + EC + AC = 5 + 1 + 4.J'F =6+ 4.J'F
Aplicando a lei dos cossenos no MBC, temos:
(.J61 2 ) = 4 2 + 52 - 2 . 4. 5. cos 0 ::::}