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UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA

DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL

ENF 634 – CLONAGEM DE ESPÉCIES FLORESTAIS

TESTE CLONAL DE EUCALIPTO

Filipe Valadão do Prado Cacau – ES40261

Ricardo Fernandes Pena – ES61970

Trabalho apresentado ao Professor Aloísio Xavier, como

parte da avaliação da disciplina ENF 634 – Clonagem de

Espécies Florestais, referente ao primeiro semestre de

2016.

VIÇOSA, MG
JUNHO – 2016
ÍNDICE

Introdução................................................................................................................................... 3

Objetivo ...................................................................................................................................... 4

Revisão de Literatura ................................................................................................................. 5

Material e Métodos..................................................................................................................... 8

Resultados e Discussão .............................................................................................................. 9

Conclusões ............................................................................................................................... 10

Referências Bibliográficas ....................................................................................................... 10

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1. Introdução

A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, FAO, prevê

uma população mundial de, aproximadamente, 9,5 bilhões de habitantes em 2050, onde a

demanda por madeira para uso industrial e geração de energia, a partir do consumo per capita,

chegará a 5,2 bilhões de metros cúbicos por ano, um acréscimo de 40% nos próximos 35

anos, o que exigiria o plantio adicional de cerca de 210 milhões de hectares de eucalipto em

todo o mundo, considerando os níveis atuais de produtividade.

Em 2014, o Brasil manteve mais uma vez sua liderança no ranking global de

produtividade florestal, os plantios brasileiros de eucalipto atingiram uma produtividade

média de 39 m³/ha.ano. Historicamente, as empresas brasileiras do setor priorizaram a

manutenção de investimentos em pesquisas e desenvolvimento, buscando primordialmente o

melhoramento genético dos plantios aliado às técnicas de manejo florestal (IBÁ, 2015).

A silvicultura clonal por meio da seleção e propagação vegetativa de genótipos

selecionados de Eucalyptus tem permitido o estabelecimento de florestas clonais,

proporcionando maior uniformidade, melhor adaptação dos clones aos diferentes ambientes

de plantio, maior produção de madeira por unidade de área, racionalização das atividades

operacionais, redução na idade de corte e nos custos de colheita e transporte. Por essas razões,

o emprego da silvicultura clonal vem sendo cada vez mais utilizado, tornando-se estratégica

no desenvolvimento da produção florestal (GOMES, 1996; SILVA, 2001; SANTOS et al.,

2006).

Visando maximizar os ganhos possíveis, KIKUTI (1988) e LAMBERTH et al. (1994)

recomendaram que, em um programa de clonagem em escala comercial, seja imprescindível a

instalação de testes clonais, para que se possam selecionar efetivamente os melhores clones.

A simples seleção fenotípica das árvores superiores e a sua propagação vegetativa não

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garantem que o material selecionado propicie os ganhos esperados e a manutenção da

superioridade até a fase de colheita (FLAMPTON e FOSTER, 1993).

Segundo Xavier et al. (2013), as aplicações dos testes clonais na área florestal são

decorrentes do fato de que as árvores, uma vez clonadas, são resultado de fatores genéticos e

ambientais, que, em conjunto, expressam o comportamento daquele indivíduo propagado.

Segundo ZOBEL (1992), um maior número de clones no teste clonal aumenta a

probabilidade de se encontrar um clone ideal que se adapte a uma condição específica, bem

como maior segurança contra pragas e doenças. Porém quando se avalia grande número de

clones, existe um limitação quanto ao tamanho das parcelas, alto custo de implantação, baixa

disponibilidade de mudas no mercado e o aumento da área a ser controlada.

STORCK e UITDEWILLIGEN (1980), PATINÕ-VALERA (1996), OLIVEIRA e

ESTEFANEL (1995), SIMPLÍCIO et al. (1996) e VIANA (1999) salientam que um problema

que ainda existe é quanto à definição do número de indivíduos a ser considerado dentro de

cada parcela, a forma e o número de repetições das parcelas experimentais, visando a redução

do erro experimental.

Para o gênero Eucalyptus, tem-se utilizados parcelas experimentais de uma planta,

parcelas lineares de 5 a 10 plantas e parcelas quadrangulares de 4 a 100 plantas, além de

plantio piloto, como formas de buscar maior eficiência no processo seletivo de clones

(SILVA, 2001).

2. Objetivo

Avaliar o desempenho silvicultural de quatro clones de Eucalyptus sp. e um material

genético seminal de Eucalyptus urophylla plantados em um teste clonal utilizando dois tipos

de parcelas experimentais.

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3. Revisão de Literatura

O gênero Eucalyptus, originário da Austrália, Nova Guiné e Indonésia, além de uma

espécie no norte das Filipinas, pertencente à família Myrtaceae, inclui mais de 700 espécies

(ESALQ-USP, 2012).

O Eucalyptus foi introduzido no Brasil em 1904 com o objetivo de suprir as

necessidades de lenha, postes e dormentes das estradas de ferro na região Sudeste, devido ser

um gênero com espécies de rápido crescimento e bem adaptada às condições edáficas e

climáticas do Brasil (GOLFARI, 1975). Na década de 50, passou a ser usado como matéria

prima no abastecimento das fábricas de celulose e papel. Apresenta-se como uma espécie.

Durante o período dos incentivos fiscais, durante as décadas de o 60 e 70, eucalipto teve

expressivo crescimento através políticas econômicas do governo federal, perdurando até

meados de 1980, com o retirada dos incentivos. Esse período foi considerado um marco na

silvicultura brasileira, dado os efeitos positivos que gerou no setores onde era utilizado como

matéria-prima.

Atualmente no Brasil, de acordo o a IBÁ (2015), existem 7,74 milhões de hectares de

árvores plantadas para fins industriais, apesar de deter uma pequena parte da área de plantios

de árvores do mundo, contribui anualmente com 17% de toda a madeira colhida, em

decorrência da alta produtividade dos plantios de árvores no país.

Em nossas condições, a eucaliptocultura é intensiva, baseada, sobretudo em florestas

clonais constituídas de materiais elite e de elevada produtividade, chegando a atingir valores

da ordem de 45 a 60 m³/ha.ano, dependendo da região, do material genético e dos tratos

culturais realizados. Assim, as florestas clonais apresentam vantagens significativas em

produtividade, homogeneidade de plantio, uniformidade da matéria-prima e qualidade da

madeira (ALFENAS et al., 2004).

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Os programas de melhoramento genético em eucalipto exigem muito tempo, pois, por

serem perenes e de ciclo longo, o número de anos necessários para completar seu ciclo de

melhoramento é o principal obstáculo dos programas de seleção (MASSARO, 2008).

A expansão da eucaliptocultura nos últimos anos tem suprido a crescente demanda de

matéria-prima para a produção de celulose, papel, carvão vegetal, madeira serrada, postes,

mourões, entre outras. Os investimentos advindos, principalmente, do privados no país vem

contribuindo significativamente para o desenvolvimento dos programas de melhoramento

genético e da clonagem em escala comercial, garantindo a obtenção de ganhos genéticos

mediante a pronta multiplicação de matrizes superiores em cada geração de cruzamento

(SANTOS et al., 2006).

Na silvicultura clonal de Eucalyptus no Brasil, a seleção de árvores superiores, tem

sido realizada em áreas de plantios advindos de reflorestamento comerciais e em áreas de

testes de progênies. Qualquer que seja o plantio de origem seminal, normalmente, é dada

preferência a seleção em locais que apresentam condições similares às do futuro plantio

(XAVIER at al., 2013). Após a seleção, resgate e propagação das árvores que se destacaram

em campo, tratadas neste momento como clones, são executados os testes clonais.

O teste clonal consiste no estabelecimento de experimentos, visando à confirmação e,

ou, comparação de clones de árvores selecionadas em condições de campo, em delineamento

definido e em locais representativos, objetivando, comparar tipos de propágulos, avaliar o

desempenho clonal, estimar os parâmetros genéticos, estimar o efeito “C” (efeito-clonagem),

demonstrar a performance da futura floresta clonal a ser formada (SILVA et al., 2003;

XAVIER et al., 2013) e possibilitar a avaliação da resistência a diferentes doenças

(ALFENAS et al., 2004).

O teste clonal dos genótipos selecionados em testes de progênies ou em seleção

massal de plantios seminais confere a última etapa de um Programa de Melhoramento

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Genético Florestal, consistindo na base para definição de quais genótipos poderão ser

explorados comercialmente (SCARPINATI et al., 2009).

Sua instalação torna-se necessária, visto a possibilidade de seleção efetiva de clones

superiores e obtenção de informações prévias do desempenho destes, de grande relevância

para a previsão dos benefícios do emprego de um possível plantio clonal (XAVIER et al.,

2013).

A etapa de avaliação é a mais cara e demorada, quanto maior o número de clones

avaliados por parcela experimental, a probabilidade de se encontrar um clone ideal que se

adapte a uma condição específica aumenta, sendo maior a possibilidade de sucesso com a

seleção. Uma limitação, quando se avalia grande número de clones, tem sido o tamanho das

parcelas a serem empregadas, em razão do alto custo de implantação, da baixa disponibilidade

do número de mudas, das limitações de área, do aumento da área a ser controlada e das

avaliações periódicas (ANDRADE et al., 1997; SILVA, 2001).

Segundo Xavier et al. (2013), os principais tipos e formas de parcelas experimentais

utilizados na avaliação clonal, em especial para a cultura de Eucalyptus no Brasil, são:

Parcela de Planta Única: onde se permite o aumento no número das repetições sem

aumentar o tamanho do experimento. Pode ser utilizada nas etapas iniciais de avaliação

clonal, onde há grande número de clones para serem avaliados e porém com baixa

disponibilidade de mudas para todos os clones. Não é possível o uso de parcelas maiores.

Parcela Linear: é indicado o uso da parcela experimental com cinco a dez plantas em

linha. Essa técnica empregada devido à facilidade de instalação e mensuração na idade de

rotação.

Parcela Quadrada: é indicado o plantio de 9 a 25 mudas por parcela, para assim se

manter, ao menos, uma bordadura simples interna na parcela experimental (reduzindo os

efeitos da competição interespecíficas).

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Plantio Piloto: é utilizado no final da seleção clonal, após a avaliação dos clones em

parcelas menores e idades precoces, são selecionados os melhores clones, os quais são

inseridos e avaliados em parcelas maiores e em regiões semelhantes da área de plantio da

empresa.

O uso de bordadura externa é imprescindível para isolar ou atenuar efeitos externos

nas parcelas do teste clonal, esta deve conter no mínimo de duas fileiras de plantas, de um

material genético com desempenho conhecido.

De acordo com Silva et al. (2003) parcelas de cinco a dez plantas resultam boa

precisão experimental, sendo recomendadas, especialmente, em situação com restrições

quanto ao número de mudas disponíveis, teste de grande número de clones, avaliações de

cunho preliminar e em idade precoce. Entretanto, para conhecimento mais detalhados do

clone, para uso comercial, parcelas quadradas maiores e, ou, plantios piloto são os mais

indicados.

4. Material e Métodos

Os dados coletados para este trabalho são provenientes de um teste clonal estabelecido

em janeiro de 2007, no espaçamento 3x3 m, próximo à garagem central da Universidade

Federal de Viçosa, Viçosa – MG.

De acordo com a classificação de Köppen, o clima é “Cwb”, apresentando chuva mal

distribuída ao longo do ano, com verão chuvoso e inverno seco. O total pluviométrico anual

médio é 1.221 mm e a temperatura média anual é 19°C (VIANELLO e ALVES, 1991). O

relevo da região onde está inserida a área de estudo é forte ondulado, havendo predomínio de

Latossolo Vermelho-Amarelo no topo e nas encostas das elevações e Podzólico Vermelho-

Amarelo Câmbico nos terraços (REZENDE, 1971).

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O delineamento experimental utilizado foi em blocos ao acaso. O teste clonal - 1 foi

estabelecido em parcela quadrada de 16 plantas (4 x 4 plantas), com três repetições. No teste

clonal – 2 cada planta representou uma parcela e foram avaliadas oito repetições. Em toda a

área do experimento foi estabelecida bordadura externa dupla com semente de E. urophylla .

Os tratamentos consistiram de quatro clones de Eucalyptus (clone I-144 - Híbrido de E.

urophylla x E. grandis; Clone I-224 Híbrido de E. urophylla x E. grandis; Clone – 386

Híbrido de E. grandis x E. urophylla; Clone 911 - Híbrido de E. urophylla x E. grandis) e um

material de semente (E. urophylla - procedência: Acesita - APS/Itamarandiba/MG).

O crescimento das plantas foi avaliado aos 9,33 anos de idade. As medições do DAP

foram realizadas com auxílio de uma suta. Para altura total (Ht), os dados foram coletados por

meio de hipsômetro (Haga). O volume por planta foi estimado por meio de equação

volumétrica gerada a partir do modelo de Schumacher e Hall LnV = β0 + β1lnDAP + β2lnHt

+ e. Para o cálculo do Vha e do IMA foram considerados a idade de 9,33 anos e a

sobrevivência.

Os dados de DAP, Ht, (Vha), IMA e sobrevivência foram analisados estatisticamente

com auxílio do software Assistat®, versão beta 7.7, por meio da análise de variância (Teste

F). Quando encontradas diferenças significativas entre os tratamentos, a 5% de probabilidade,

as médias foram discriminadas pelo teste de Tukey.

5. Resultados e Discussão

Aos 112 meses após o plantio não foi observada diferença significativa (p>0,05)

entre os clones e o material de semente para a característica sobrevivência quando

comparados pelo teste F - tanto para a parcela quadrada completa (16 plantas), como para a

parcela quadra no interior (4 plantas) (Figura 1 e 2).

8
Sobrevivência de Clones e Semente em Parcela Quadrada
120.0
100.00 97.93
100.0 93.77 89.63
83.37
Sobrevivência (%)

80.0

60.0

40.0

20.0

0.0
I - 144 I - 244 386 911 Semente
Material Genético

Figura 1 - Média de sobrevivência de materiais genéticos de eucalipto em parcela quadrada


completa (16 plantas).

Sobrevivência de Clones e Semente em Parcela Quadrada


(Interna)
120.0
100.00 100.00
100.0 91.67 91.67 91.67
Sobrevivência (%)

80.0

60.0

40.0

20.0

0.0
I - 144 I - 244 386 911 Semente
Material Genético

Figura 2 - Média de sobrevivência de materiais genéticos de eucalipto em parcela quadrada


interna (4 plantas).

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Tabela 1 - Diâmetro (DAP), altura total (Ht), volume por hectare (Vha) e incremento médio
anual (IMA) de materiais genéticos de eucalipto aos 112 meses de idade, em parcela quadrada
(16 plantas) no espaçamento, 3,0 x 3,0 em Viçosa, MG.
Material Genético DAP (cm) Ht (m) Vha (m3/ha) IMA 9,33
21,46 a 35,23 a 491,42 a 52,56 a
Clone I - 144
20,58 a 30,40 ab 413,92 ab 44,35 ab
Clone I - 224
19,08 a 30,92 ab 299,13 b 32,05 b
Clone 386
20,43 a 33,67 a 377,51 ab 40,45 ab
Clone 911
19,05 a 26,13 b 322,86 b 34,59 b
Semente
As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si pelo teste F
(p>0,05).

Tabela 2 - Diâmetro (DAP), altura total (Ht), volume por hectare (Vha) e incremento médio
anual (IMA) de materiais genéticos de eucalipto aos 112 meses de idade, em parcela quadrada
(4 plantas) no espaçamento, 3,0 x 3,0 em Viçosa, MG.
Material Genético DAP (cm) Ht (m) Vha (m3/ha) IMA 9,33
20,91 a 34,00 a 457,98 a 49,09 a
Clone I - 144
19,36 a 30,08 a 400,92 a 42,97 a
Clone I - 224
18,63 a 31,70 a 338,36 a 36,27 a
Clone 386
20,39 a 34,28 a 390,84 a 41,89 a
Clone 911
20,87 a 26,06 a 342,86 a 36,76 a
Semente
As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si pelo teste F
(p>0,05).

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Tabela 3 - Diâmetro (DAP), altura total (Ht), volume por hectare (Vha) e incremento médio
anual (IMA) de materiais genéticos de eucalipto aos 112 meses de idade, em parcela de planta
única no espaçamento, 3,0 x 3,0 em Viçosa, MG.
Material Genético DAP (cm) Ht (m) Vha (m3/ha) IMA 9,33
22,19 a 41,37 a 617,95 a 66,21 a
Clone I - 144
21,53 ab 38,80 a 560,65 a 60,07 a
Clone I - 224
18,92 ab 32,60 a 404,68 a 43,36 a
Clone 386
17,66 ab 36,80 a 409,03 a 43,82 a
Clone 911
15,48 b 28,67 a 286,71 a 33,72 a
Semente
As médias seguidas pela mesma letra não diferem estatisticamente entre si pelo teste F
(p>0,05).

Tabela 4 – Ranking dos materiais genéticos de eucalipto, aos 112 meses de idade, para as
características Diâmetro (DAP), altura total (Ht), volume por hectare (Vha) e incremento
médio anual (IMA) para parcela quadrada completa, interna e parcela de planta única em
Viçosa, MG.

Material Parcela Quadrada Parcela Quadrada Parcela Planta Única


Genético (completa) (interna)
DAP Ht Vha IMA DAP Ht Vha IMA DAP Ht Vha IMA
I – 144 1º 1º 1º 1º 1º 2º 1º 1º 1º 1º 1º 1º
I – 224 2º 4º 2º 2º 4º 4º 2º 2º 2º 2º 2º 2º
386 4º 3º 5º 5º 5º 3º 5º 5º 3º 4º 4º 4º
911 3º 2º 3º 3º 3º 1º 3º 3º 4º 3º 3º 3º
Semente 5º 5º 4º 4º 2º 5º 4º 4º 5º 5º 5º 5º

6. Conclusões

7. Referências Bibliográficas

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ALFENAS, A. C.; ZAUZA, E. A. V.; MAFIA, R. G.; ASSIS, T. F. de. Clonagem e

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