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ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP

2- ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS – ATP

CADA ARQUIVO EM ATP É COMPOSTO POR UM CONJUNTO DE DECLARAÇÕES. ESTES


CONJUNTOS DE DADOS SÃO NORMALMENTE CONHECIDOS COMO “CASOS EM ATP”.

AS DECLARAÇÕES, QUE COMPÕEM OS “CASOS EM ATP” SÃO DIVIDIDAS EM CLASSES


ESPECÍFICAS DE ACORDO COM A SUA FUNÇÃO. ESTAS CLASSES SÃO ORDENADAS E
APRESENTADAS DE FORMA AGRUPADA OBEDECENDO UMA ORDEM E LÓGICA PRÉ-DETERMINADA
PELO CRIADOR DO PROGRAMA, PRINCIPALMENTE NO QUE DIZ RESPEITO AO ARQUIVO DE
LISTAGEM, QUE É FORNECIDO PELO “COMPILADOR DO ATP”.

2.1- ORDENAÇÃO DAS CLASSES DE DECLARAÇÕES DE UM CASO EM ATP

A ORDEM DE APRESENTAÇÃO DAS DECLARAÇÕES PARA O “COMPILADOR DO ATP” E


UTILIZADA NA PRINCIPAL FONTE DE DADOS DO PROGRAMA ATP, OU SEJA, O MANUAL ATP
RULE BOOK. A ORDEM DE APRESENTAÇÃO DAS DECLARAÇÕES É APRESENTADA A SEGUIR:

1- DECLARAÇÕES QUE INICIAM UM NOVO CASO:- ESTE CONJUNTO DE DECLARAÇÕES É INICIADA


PELA DECLARAÇÃO “BEGIN NEW DATA CASE” E SEGUIDA DE DECLARAÇÕES ESPECIAIS
PARA A EXECUÇÃO DE DIVERSAS FUNÇÕES ESPECÍFICAS, SE NECESSÁRIOS, E FINALMENTE AS
DECLARAÇÕES GERAIS “MISCELLANEOUS CARDS” E SUAS RESPECTIVAS EXTENSÕES.

2- DECLARAÇÕES QUE DEFINEM OS MODELOS TACS:- OS MODELOS TACS SIMULAM UM


SISTEMA DE CONTROLE INCLUINDO BLOCOS COM FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA, COMO POR
EXEMPLO, INTEGRADORES E TODOS OS TIPOS DE BLOCOS UTILIZADOS NOS SISTEMAS QUE
UTILIZAM A TECNOLOGIA ANALÓGICA.

3- DECLARAÇÕES RELATIVAS AOS RAMOS DOS SISTEMAS OU SUB -SISTEMAS:- OS RAMOS


PREVISTOS NO PROGRAMA ATP SÃO DE NATUREZA LINEAR, NÃO LINEAR,
TRANSFORMADORES E LINHAS DE TRANSMISSÃO (CABOS). ESTE GRUPO É TERMINADO POR
UMA DECLARAÇÃO EM BRANCO.

4- DECLARAÇÕES QUE REPRESENTAM CHAVES DE SISTEMAS (DISJUNTORES), DIODOS E


TIRISTORES:- ESTE CONJUNTO DE DECLARAÇÕES É TERMINADO POR UMA DECLARAÇÃO EM
BRANCO.

5- DECLARAÇÕES QUE REPRESENTAM AS FONTES DO SISTEMA:- NESTA PARTE DO CONJUNTO


SÃO LISTADAS AS DECLARAÇÕES QUE REPRESENTAM AS FONTES DE TENSÃO, CORRENTE E
MÁQUINAS ROTATIVAS. ESTE CONJUNTO DE DECLARAÇÕES É TERMINADO POR UMA
DECLARAÇÃO EM BRANCO.

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6- DECLARAÇÕES PARA CONTROLAR OS DADOS NECESSÁRIOS PARA UTILIZAR AS ROTINAS


INTERNAS PARA CÁLCULO DE FLUXO DE POTÊNCIA:- ESTE CONJUNTO DE DECLARAÇÕES É
UTILIZADO EM CONJUNTO COM A DECLARAÇÃO INICIAL ESPECIAL “FIX SOURCES”.

7- DECLARAÇÕES PARA CANCELAR OS CÁLCULOS DAS CONDIÇÕES INICIAIS:- ESTAS


DECLARAÇÕES CANCELAM AS CONDIÇÕES INICIAIS CALCULADAS INTERNAMENTE PELO ATP.

8- DECLARAÇÕES QUE ESPECIFICAM AS VARIÁVEIS DE SAÍDA:- ESTE CONJUNTO DE


DECLARAÇÕES É TERMINADO POR UMA DECLARAÇÃO EM BRANCO CASO O CONJUNTO SEJA
UTILIZADA PARA ESPECIFICAR UM CONJUNTO SELETIVO DE VARIÁVEIS. NO ENTANTO, CASO
TODAS AS VARIÁVEIS DE SAÍDA SÃO CONSIDERADAS COMO NECESSÁRIAS ISTO PODE SER
CONSEGUIDO ATRAVÉS DA INSCRIÇÃO DO NÚMERO “1” NA COLUNA “2”. ESTA INSTRUÇÃO
IMPLICA NA DISPENSA DO USO DA DECLARAÇÃO EM BRANCO.

DECLARAÇÕES UTILIZADAS PARA MODELAR FONTES DE NÚMERO 1 – 10:- ESTAS


DECLARAÇÕES, USUALMENTE, PONTO A PONTO, DESCREVEM OS VALORES DE CADA UMA DAS
FONTES. NÃO É USUAL MAS PODEM SER SUBSTITUÍDAS POR FUNÇÕES CONTÍNUA QUE
REQUEREM A UTILIZAÇÃO DE UMA DECLARAÇÃO COMPLEMENTAR DENOMINADA ANALYTIC
SOURCES USAGE. É NECESSÁRIO UMA DECLARAÇÃO PARA CADA INTERVALO DE
INTEGRAÇÃO, TERMINADA POR UMA DECLARAÇÃO COM A INSCRIÇÃO “9999”.

9- DECLARAÇÕES QUE ESPECIFICAM AS VARIÁVEIS DE PLOTAGEM:- ESTE CONJUNTO DE


DECLARAÇÕES É TERMINADO POR UMA DECLARAÇÃO EM BRANCO CASO O CONJUNTO SEJA
UTILIZADA PARA ESPECIFICAR UM CONJUNTO SELETIVO DE VARIÁVEIS A SEREM PLOTADAS.

2.2 – REGRAS UTILIZADAS PARA DESCREVER UM SISTEMA ELÉTRICO

OS SISTEMAS ELÉTRICOS DE POTÊNCIA MODELADOS NOS PROGRAMAS ATP SÃO


DESCRITOS POR MEIO DE NÓS NÃO ATERRADOS. A CADA NÓ, PONTO DE CONEXÃO DO SISTEMA,
É ATRIBUÍDO UM NOME DOTADO DE SEIS CARACTERES ALFA – NUMÉRICOS. SOMENTE
SEQÜÊNCIAS DE CARACTERES IDENTICOS SÃO RECONHECIDAS, OU SEJA, “.ALPHA” É
DIFERENTE DE “ALPHA.”. A SEQÜÊNCIA DE SEIS CARACTERES EM BRANCO É RECONHECIDA
COMO TERRA OU PONTO DE REFERÊNCIA DE TENSÃO. EXISTEM OUTRAS SEQÜÊNCIAS DE
CARACTERES QUE DEVEM SER EVITADAS, SÃO ELAS: “TYP-16”, “HEIGHT”, “MARGIN”,
“SMOOTH”, “TARGET”, “NAME “, “BRANCH”, “NONLIN”, “NAME: “, “COPY “, ESTES
NOMES EM INGLÊS SÃO NORMES OU UTILIZADOS INTERNAMENTE NO PROGRAMA ATP OU NO SEU
ARQUIVO/ROTINA DE STARTUP.

O CIRCUITO E SEUS NÓS SÃO INTRODUZIDOS AUTOMATICAMENTE, COM BASE NOS


DIAGRAMAS DOS CIRCUITOS E OU SISTEMAS A SEREM SIMULADOS. OS RAMOS SÃO DEFINIDOS
POR SUAS CARACTERÍSTICAS PRÓPRIAS E PELOS NOMES DE SEUS NÓS INICIAL E FINAL. AS
TENSÕES NOS NÓS PARA A TERRA SÃO VALORES CALCULADOS DIRETAMENTE PELO PROGRAMA
ATP. UMA VEZ QUE OS ELEMENTOS DISTRIBUÍDOS TAIS COMO LINHAS E CABOS SÃO

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CUIDADOSAMENTE MODELADOS, INCLUSIVE COM A MODELAGEM DOS EFEITOS DOS RETORNOS
PELA TERRA, É INTERESSANTE OBSERVAR QUE OS POTENCIAIS DOSPONTOS DE TERRA NÃO SÃO
CONSTANTES. AS TENSÕES NOS RAMOS SÃO COMPUTADAS COMO A DIFERENÇA ENTRE OS
POTENCIAIS DOS NÓS INICIAL E FINAL DO RAMO. OS DADOS DE SAÍDA DOS PROGRAMAS ATP
CONSISTEM DE UMA MISTURA ADEQUADA DE TENSÕES DE NÓS E RAMOS E OS VALORES
ASSOCIADOS DE CORRENTE. É COMUM CRIAR NÓS E RAMOS ARTIFICIAIS, COM IMPEDÂNCIAS
MUITO ELEVADAS DA ORDEM DE 1.0E+09 [OHMS] OU MAIS PARA SE OBTER DADOS DE
INTERESSE.

CASO SE UTILIZE UM EDITOR DE TEXTO PARA A INTRODUÇÃO DESTES DADOS OS


MESMOS DEVEM CUIDADOSAMENTE REPRESENTAR OS CAMPOS LIMITES DISTRIBUÍDOS AO LONGO
DE UMA DECLARAÇÃO COM 80 COLUNAS,EM FORMATO FORTRAN.

EXISTE UMA ROTINA ESPECÍFICA, DE FATO UMA INTERFACE GRÁFICA PARA A


INTRODUÇÃO DE DADOS NO PROGRAMA ATP. ESTA ROTINA É CONHECIDA COMO ATPDRAW.
NO ENTANTO, AO LONGO DESTE TEXTO NÃO SE PRETENDE FAZER MENÇÕES EXPLICITAS AOS
PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS COM A INTERFACE GRÁFICA ATPDRAW. É CONVENIENTE
RESSALTAR QUE ESTA ROTINA USUALMENTE APRESENTA BOA EFICÁCIA PARA INICIANTES. POR
OUTRO LADO, É DE DIFÍCIL DOCUMENTAÇÃO INTERNA UMA VEZ QUE A INSERÇÃO DE UM
CONJUNTO DETALHADO DE COMENTÁRIOS NÃO SE FAZ DE MODO DIRETO BEM COMO, EXISTE UMA
CERTA DIFICULDADE EM SE TRABALHAR COM MODELOS SIMPLIFICADOS.

A ORDEM DE APRESENTAÇÃO, DE FATO A ORDEM DE ENTRADA DE DADOS, PODE,


DENTRO DE LIMITES, SER MUDADA QUANDO DA ELABORAÇÃO DO ARQUIVO DE DADOS,
CONFORME ABORDADO A SEGUIR ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE DECLARAÇÕES ESPECÍFICAS
PRECEDIDAS PELO CARACTÉR “/”.

ATRAVÉS DA UTILIZAÇÃO DE DECLARAÇÕES ESPECÍFICAS $DISABLE E $ENABLE,


É POSSÍVEL HABILITAR OU DESABILITAR PARTES DO CONJUNTO DE DADOS. DESTE MODO, À
PARTIR DA DECLARAÇÃO $DISABLE, TODAS DECLARAÇÕES SUBSEQÜENTES SÃO DESPREZADAS
E, PORTANTO NÃO SÃO COMPUTADAS NA FORMAÇÃO DO CONJUNTO FINAL DE DADOS. APÓS A
LEITURA DA DECLARAÇÃO $ENABLE OS DADOS SUBSEQÜENTES PASSAM A SER COMPUTADOS.

2.3 – INTERFACE ENTRE OS SISTEMAS DE CONTROLE E OS SISTEMAS ELÉTRICOS

A ROTINA TACS, DESCRITO EM DETALHES NO MANUAL ATP RULE BOOK,


SEÇÃO III, PERMITE DESCREVER OS SISTEMAS DE CONTROLE NA FORMA DE BLOCOS DE SISTEMA
QUE PODEM ASSUMIR VÁRIAS FORMAS, OU SEJA, FUNÇÕES DE TRANSFERÊNCIA, SOMADORES,
OPERAÇÕES ALGÉBRICAS TAIS COMO MULTIPLICAÇÃO,DIVISÃO ENTRE OUTRAS, OPERAÇÕES
LÓGICAS, ETÇ. AS SAÍDAS DE CADA UM DOS BLOCOS DO SISTEMA DE CONTROLE SÃO
IDENTIFICADAS POR VARIÁVEIS COM ATÉ SEIS CARACTERES ALFA – NUMÉRICOS QUE IDENTIFICAM
O SINAL SOB ANÁLISE.

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OS BLOCOS INDIVIDUAIS DE CONTROLE PODEM SER CONECTADOS DE MODO
RAZOAVELMENTE ARBITRÁRIO, FORMANDO UM SISTEMA COMPLETO DE CONTROLE, CONFORME
MOSTRADO NA FIGURA 2.1.

FIGURA 2.1 – CONEXÕES ENTRE UM SISTEMA ELÉTRICO E A ROTINA TACS.

É INTERESSANTE NOTAR QUE OS MESMOS NOMES PARA OS NÓS DO SISTEMA


ELÉTRICO E A ROTINA DE CONTROLE PODEM SER UTILIZADOS UMA VEZ QUE A SOLUÇÃO DO
SISTEMA ELÉTRICO E A ROTINA TACS SÃO INDEPENDENTES. DE FATO, ESTE USO DUPLO É DE
FATO RECOMENDADO QUANDO DE QUANTIDADES DE INTERFACE QUE SÃO IDÊNTICAS, DE MODO A
RELEMBRAR OS USUÁRIOS DAS CONEXÕES EXISTENTES.

É TAMBÉM INTERESSANTE MOSTRAR QUE OS SISTEMAS DE CONTROLE SÃO


UNIDIRECIONAIS. OS SINAIS DE CONTROLE PARA OS SISTEMAS DE CONTROLE PODEM SER
FONTES INTERNAS OU AINDA DEFINIDAS PELO SISTEMA ELÉTRICO. DE MODO SIMÉTRICO
ALGUMAS VARIÁVEIS DE CONTROLE PODEM SER ENVIADAS AO SISTEMA DE POTÊNCIA, COMO POR
EXEMPLO AS CONDIÇÕES DE UMA CHAVE OU O VALOR DE TENSÃO DE ALIMENTAÇÃO DE CAMPO
DE UMA MÁQUINA SÍNCRONA. VARIÁVEIS DESTE TIPO QUE PASSAM ATRAVÉS DAS FRONTEIRAS
ENTRE OS SISTEMASA ELÉTRICOS E A ROTINA TACS SÃO DENOMINADAS COMO VARIÁVEIS OU
QUANTIDADES DE INTERFACE.

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2.4 – MODULAÇÃO DOS DADOS – DECLARAÇÃO $INCLUDE.

ALGUNS
CONJUNTOS DE DADOS, OU SEJA, DECLARAÇÕES PODEM SER AGRUPADOS
EM ARQUIVOS ESPECÍFICOS E INCLUÍDOS NO PONTO ADEQUADO ATRAVÉS DA DECLARAÇÃO
$INCLUDE, CUJO FORMATO É MOSTRADO A SEGUIR:

$INCLUDE, FILE _ NAME, ARG_1, ARG_2, ……., ARG_N

A
DECLARAÇÃO $INCLUDE DEVE INICIAR NA COLUNA 1 E OS DEMAIS ARGUMENTOS
SÃO EM FORMATO LIVRE. SOMENTE UMA LINHA É PERMITIDA PARA ESTA DECLARAÇÃO,NÃO
SENDO POSSÍVEL CONTINUAR COM A MESMA EM LINHAS SUBSEQÜENTES.

O PRIMEIRO ARGUMENTO INDICA A LOCALIZAÇÃO DO ARQUIVO NO SISTEMA DE


ARMAZENAMENTO DE DADOS DO COMPUTADOR. OS ARGUMENTOS SUBSEQÜENTES SÃO
OPCIONAIS E DEVEM SER UTILIZADOS SOMENTE QUANDO O ARQUIVO REFERENCIADO PELO
PRIMEIRO ARGUMENTO ASSIM O EXIGIR. FINALMENTE, AS DECLARAÇÕES $INCLUDE PODEM
FORMAR CICLOS INDEFINIDOS, UM SEJA, CADA CONJUNTO DE PROECEDIMENTOS CHAMADOS
PODE CONTER OUTRAS DECLARAÇÕES DE MESMA NATUREZA.

A FIGURA 2.2
MOSTRA UM DIAGRAMA ESQUEMÁTICO DE UMA PONTE RETIFICADORA
COM 6 PULSOS E A DECLARAÇÃO $INCLUDE RESPONSÁVEL POR SUA INTRODUÇÃO EM UM
DETERMINADO PONTO DE UM ARQUIVO, OU SEJA, SISTEMA DE DADOS ATP.

FIGURA 2.2 – PONTE RETIFICADORA COM 6 PULSOS E A DECLARAÇÃO $INCLUDE.

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$INCLUDE, BRIDGE32, ACNOD_, _MINUS, _PLUS, _FIRE, ___MID

O ARQUIVO DE REFERÊNCIA ONDE SE ENCONTRAM AS DECLARAÇÕES RESPONSÁVEIS


PELO “EQUACIONAMENTO” DA PONTE É O ARQUIVO BRIDGE32. O ARGUMENTO ACNOD
POSSUE 5 CARACTERES AJUSTADOS A ESQUERDA DE UM CAMPO DE 6 CARACTERES, LOGO UMA
VEZ QUE SE CONSIDERA UMA MODELAGEM TRIFÁSICA OS CARACTERES DESCRITIVOS DAS FASES
“A, B E C” SÃO INCLUÍDOS AUTOMATICAMENTE. OS ARGUMENTOS MINUS E PLUS SÃO
AJUSTADOS À DIREITA, PORTANTO NÃO REQUEREM ADAPTAÇÕES. NO ENTANTO, O ARGUMENTO
FIRE, TAMBÉM AJUSTADO A DIREITA É RELACIONADO COM A ROTINA DE CONTROLE, OU SEJA,
COM O MÓDULO TACS.

ESTAS POSSIBILIDADES DEVEM SER PROGRAMADAS PELO USUÁRIO.

2.5 – ESTRUTURA GERAL DE UM ARQUIVO ATP

CONFORME COMENTADO, OS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP SÃO DIVIDIDOS


BASICAMENTE EM 10 PARTES OU SEÇÕES, RELATIVAS ÀS FUNÇÕES ESPECÍFICAS DE CONTROLE,
SIMULAÇÃO, ENTRADA E OU SAÍDAS DE DADOS ENTRE OUTROS.

TODOS OS ARQUIVOS EM ATP TEM POR FUNÇÃO INICIAR OS PROCEDIMENTOS DE


COMPILAÇÃO, DADOS GERAIS E EXTENSÃO. ESTE PRIMEIRO GRUPO DE DADOS TEM POR INÍCIO A
DECLARAÇÃO, OU “CARTÃO”.

BEGIN NEW DATA CASE

A SEGUIR SÃO ACRESCENTADOS DECLARAÇÕES OU “CARTÕES” COM REQUISIÇÕES


ESPECIAIS, CASO NECESSÁRIO, OU SEJA:

ABSOLUTE TACS DIMENSIONS


ABSOLUTE U.M. DIMENSIONS
ACCESS MODULE BCTRAN
ALTERNATE DIAGNOSTIC PRINTOUT
ANALYTIC SOURCES USAGE
AUTO NAME
AVERAGE OUTPUT
BEGIN NEW DATA CASE
BEGIN PEAK VALUE RESEARCH
BLANK CARD
CABLE CONSTANTS

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CHANGE PRINTOUT FREQUENCY
CHANGE SWITCH
CUSTOM PLOT FILE
DATA BASE MODULE
DIAGNOSTIC
DISK PLOT DATA
FILE REQUEST
FIX SOURCE
FREQUENCY SCAN
HYSTERESIS
JMARTI
KILL CODES
LINE CONSTANTS
LINEAR BIAS USAGE
MISCELLANEOUS DATA CARDS
MODE VOLTAGE OUTPUT
NETWORK EQUIVALENT
OBSERVE PARALLEL MONTE CARLO
OLD TO NEW ZNO
OMIT BASE CASE
PEAK VOLTAGE MONITOR
POSTPROCESS PLOT FILE
POWER FREQUENCY
PRINTED NUMBER WIDTH
RELATIVE TACS DIMENSIONS
REPLOT
SATURATION
SEMLYN SETUP
START AGAIN
STEP ZERO COUPLE
TACS WARN LIMIT
TIME STEP LOOP
USER SUPPLIED SWITCH TIMES
XFORMER
ZINC OXIDE
ZNO FITTER

ALGUMAS DAS FUNÇÕES ESPECIAIS ACIMA TEM POR NOME A FUNÇÃO QUE ELA
EXECUTA, POR EXEMPLO, XFORMER, CABLE CONSTANTS, LINE CONSTANTS, NETWORK
EQUIVALENT ENTRE OUTRAS AS DEMAIS SÃO MELHOR DESCRITAS NO MANUAL DO USUÁRIO DO
ATP.

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DESCRIÇÃO DE ALGUMAS DECLARAÇÕES (CARTÕES) ESPECIAIS

A SEGUIR SÃO APRESENTADAS ALGUMAS DECLARAÇÕES ÚTEIS PARA A MAIORIA DAS


SIMULAÇÕES EM ATP. DEPENDENDO DA NECESSIDADE DE MAIORESDETALHES SOBRE ESTAS
DECLARAÇÕES OU OUTRAS QUE NÃO FORAM DISCUTIDAS É RECOMENDÁVEL A LEITURA MAIS
CUIDADOSA DO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP SEÇÃO II.

- ANALITIC SOURCES USAGE

AS FONTES DOS TIPOS 1 – 10 (AS FONTES SÃO UMA DAS CONDIÇÕES DE CONTORNO
EM QUALQUER PROGRAMA DE ATP. EXISTEM FONTES INTERNAS AO PROGRAMA QUE POSSUEM
FORMAS PRÉ – DEFINIDAS E SEU CÓDIGO DE ENTRADA NAS COLUNAS 1 – 2 SÃO SUPERIORES À
11) SÃO RESERVADAS PARA FUNÇÕES DIRETAMENTE DEFINIDAS PELO USUÁRIO, POR EXEMPLO:
FORMAS DUPLA EXPONENCIAL; TENSÕES VÁRIÁVEIS COM O TEMPO, TENSÕES COM FORMA
HARMÔNICA, ENTRE OUTRAS).

AS FORMAS DAS FONTES DEVEM SER DEFINIDAS ATRAVÉS DE DECLARAÇÕES


FORTRAN DENTRO DE UMA SUBROTINA ESPECÍFICA SUBROUTINE ANALYTIC.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

A N A L Y T I C S O U R C E S U S A G E

NÃO É NECESSÁRIO INCLUIR NESTES CASOS NOVAS DECLARAÇÕES EM SEQÜÊNCIA.

- AVERAGE OUTPUT

OS SUCESSIVOS VALORES DAS VARÁVEIS DE SAÍDA DO ATP SÃO TOMADOS COMO


UM VALOR PONDERADO, ANTES DE IMPRESSOS E PLOTADOS CASO SEJA UTILIZADA A SEGUINTE
DECLARAÇÃO.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

A V E R A G E O U T P U T

OS
CÁLCULOS INTERNOS AO PROGRAMA ATP NÃO SÃO AFETADOS POR ESTE
PROCEDIMENTO, SOMENTE OS VALORES ENCAMINHADOS PARA A ROTINA DE PLOTAGEM ATRAVÉS
DA INTERFACE LUNIT 4 SÃO AFETADAS. A IDÉIA POR TRÁS DO TERMO “VALOR PONDERADO” É
EXPRESSA PELA EQUAÇÃO 2.1.

ValorAtual − ValorAnterior
VPonderado = (2.1)
2

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NOS CASOS ONDE A FUNÇÃO RESPOSTA OBSERVADA (RESULTADO DO PROGRAMA


ATP) É CONTINUA O EFEITO DA DECLARAÇÃO AVERAGE OUTPUT É PRATICAMENTE NULO E
PORTANTO DEVE SER EVITADO. UMA VEZ QUE O PROGRAMA ATP TRABALHA COM REGRAS DE
INTEGRAÇÃO TRAPEZOIDAIS EXISTEM CASOS ONDE O RESULTADO É OSCILATÓRIO (EM TORNO DA
SOLUÇÃO CORRETA). NESTES CASOS, ESTA APLICAÇÃO PODE SER DE ALGUMA VALIA.

- BLANK CARD

A DECLARAÇÃO BLANK É UTILIZADA PARA DECLARAR O FIM DE UMA SEÇÃO DE


DADOS OU O FINAL DO CONJUNTO DE DECLARAÇÕES QUE COMPÕEM O PROGRAMA ATP.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

B L A N K

- CABLE CONSTANTS

O CÁLCULO DOS PARÂMETROS DE UM CABO COAXIAL MULTI FÁSICO É REALIZADO


POR UMA ROTINA SEPARADA QUE É ACIONADA PELA DECLARAÇÃO CABLE CONSTANTS.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

C A B L E C O N S T A N T S

PARA
OBTER MAIORES DETALHES SOBRE A ROTINA CABLE CONSTANTS É
CONVENIENTE SE REPORTAR AO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XXIII.

- EQUIVALENTES R – L DE UM SISTEMA

O
CÁLCULO DOS PARÂMETROS EQUIVALENTES DE UM SISTEMA (REDUÇÃO À UM
EQUIVALENTE) É REALIZADA POR UMA ROTINA SEPARADA DENOMINADA NETEQV QUE É
ACIONADA PELA DECLARAÇÃO NETWORK EQUIVALENT.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

C IOFBND
N E T W O R K E Q U I V A L E N T E 8 . 0

O
PARÂMETRO IOFBND, INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 33 – 40, COM FORMATO
E8.0 É OPCIONAL E NORMALMENTE, ESTE CAMPO É DEIXADO EM BRANCO. CASO INSERIDO, ELE
DEFINE O NÚMERO DE BARRAS QUE DEVEM SER CONSIDERADO.

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PARA OBTER MAIORES DETALHES SOBRE A ROTINA NETWORK EQUIVALENTS É
CONVENIENTE SE REPORTAR AO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XXIV.

- IMPEDÂNCIAS HARMÔNICAS

O
CÁLCULO DA IMPEDÂNCIA HARMÔNICA DE UM SISTEMA OU DE UM EQUIVALENTE DE
SISTEMA É REALIZADA POR UMA ROTINA SEPARADA QUE É ACIONADA PELA DECLARAÇÃO
FREQUENCY SCAN.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8

C FMINFS DLEFFS FMAXFS


F R E Q U E N C Y S C A N E8.0 E8.0 E8.0

5 6 7 8

9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

NDP
I8

O
PARÂMETRO FMINFS, INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 25 – 32, COM FORMATO
E8.0 REPRESENTA A FREQÜÊNCIA INICIAL DE CÁLCULO [HERTZ], O PARÂMETRO DLEFFS,
INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 33 – 40, COM FORMATO E8.0 REPRESENTA O INCREMENTO DE
FREQÜÊNCIA ENTRE AS SOLUÇÕES DE SUCESSIVAS, EM BRANCO O INCREMENTO DE FREQÜÊNCIA
É LOGARÍTMICO, O PARÂMETRO FMAXFS, INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 41 – 48, COM
FORMATO E8.0 REPRESENTA A FREQÜÊNCIA FINAL DE CÁLCULO EM [HERTZ], O PARÂMETRO
NDP, INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 49 – 56, COM FORMATO I8, É UTILIZADO PARA
ESPAÇAMENTOS GEOMÉTRICOS OU LOGARÍTMICOS É RELATIVO AO NÚMERO DE PONTOS POR
DÉCADA.

- REPRESENTAÇÃO EM FREQÜÊNCIA DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO

DE MODO A REPRESENTAR OS PARÂMETROS DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO


DEPENDENTES COM A FREQÜÊNCIA E UMA MATRIZ DE TRANSFORMAÇÃO É NECESSÁRIO
RECORRER À UMA ROTINA EM SEPARADO, CUJOS PARÂMETROS PRINCIPAIS E MODO DE
UTILIZAÇÃO SÃO MELHORES DESCRITOS NO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XVII. A
TRANSFERÊNCIA PARA ESTA ROTINA DE SUPORTE É CONSEGUIDA PELA SEGUINTE DECLARAÇÃO:

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

C PDTO
J M A R T I S E T U P E8.0

PARÂMETRO PDTO, INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 33 – 40, COM FORMATO E8.0


TEM O MESMO SIGNIFICADO DOS PARÂMETROS RELATIVOS À DEPENDÊNCIA COM A FREQÜÊNCIA
MOSTRADO QUANDO DA MODELAGEM DE LINHAS DE TRANSMISSÃO.

MANUEL L. B. MARTINEZ 10
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- PARÂMETROS DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO

O CÁLCULO DOS PARÂMETROS DAS LINHAS DE TRANSMISSÃO SÃO OBTIDOS


ATRAVÉS DE UMA ROTINA EM SEPARADO, CUJOS PARÂMETROS PRINCIPAIS E MODO DE
UTILIZAÇÃO SÃO MELHORES DESCRITOS NO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XXI. A
TRANSFERÊNCIA PARA ESTA ROTINA DE SUPORTE É CONSEGUIDA PELA SEGUINTE DECLARAÇÃO:

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

L I N E C O N S T A N T S

- OMISSÃO DO CASO BASE EM SIMULAÇÕES ESTATÍSTICAS

AS
SIMULAÇÕES ESTATÍSTICAS IMPLICAM NA SOLUÇÃO DE UM CASO BASE. ESTA
SIMULAÇÃO ADICIONAL PODE SER SUPRIMIDA COM O AUXÍLIO DA SEGUINTE REQUISIÇÃO:

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

O M I T B A S E C A S E

- OBTER OS VALORES MÁXIMOS DE TENSÃO

A OBTENÇÃO DO VALOR MÁXIMO DE TENSÃO E CORRENTE, INDEPENDETEMENTE DO


PONTO ONDE OS MESMOS OCORREM NO SISTEMA PODE SER CONSEGUIDA COM O USO DA
SEGUINTE DECLARAÇÃO

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

C MAXVLT
P E A K V O L T A G E M O N I T O R I8

A
VARIÁVEL MAXVLT, INSERIDA ENTRE AS COLUNAS 33 E 40, COM FORMATO I8,
DESCREVE O TIPO DE RESULTADO QUE É MONITORADO:

1- SOMENTE PARA MONITORAR OS VALORES DE TENSÃO ENTRE OS NÓS E A TERRA


2- SOMENTE PARA MONITORAR AS TENSÕES NOS RAMOS LINERARES
3- PARA MONITORAR AS TENSÕES ENTRE OS NÓS E TERRA E NOS RAMOS LINEARES

MANUEL L. B. MARTINEZ 11
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
- CONVERTER UMA CARACTERÍSTICA V X I PARA A FORMA B X H

O CÁLCULO DOS PARÂMETROS DAS CARACTERÍSTICAS DE MAGNETIZAÇÃO PARA O


USO NA MODELAGEM DE REATORES NÃO LINEARES TIPO 92 OU TIPO 98 É UM PROCESSO NÃO
USUAL. CASO O USUÁRIO DISPONHA DAS CARACTERÍSTICAS TENSÃO VERSUS CORRENTE EM
VALORES RMS, A ROTINA SATURA QUE É ACIONADA PELA DECLARAÇÃO SATURATION PODE
SER UTILIZADA.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

S A T U R A T I O N

PARA OBTER MAIORES DETALHES SOBRE A ROTINA SATURATION É CONVENIENTE


SE REPORTAR AO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XIX-G.

- CÁLCULO DE MATRIZES REPRESENTATIVAS DE TRANSFORMADORES

O CÁLCULO DE MATRIZES QUE REPRESENTAM TRANSFORMADORES IMPLICA NA


UTILIZAÇÃO DE ROTINAS SEPARADAS ACIONADAS PELAS DECLARAÇÕES XFORMER OU
BCTRAN.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

X F O R M E R

A
DIFERENÇA BÁSICA ENTRA ESTAS DUAS ROTINAS É QUE A SUBROTINA XFORMER
FORNECE UM MODELO LINEAR PARA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS, BASEADO NOS
RESULTADOS DOS ENSAIOS À VAZIO E DE CURTO CIRCUITO. NESTE MODELO AS PERDAS DEVIDO
À EXCITAÇÃO NÃO SÃO LEVADAS EM CONTA. AS CAPACITÂNCIAS PARASITAS NÃO SÃO
CONSIDERADAS E O MODELO PERDE FIDELIDADE PARA BAIXAS FREQÜÊNCIAS. JÁ A SUBROTINA
BCTRAN MODELA TRANSFORMADORES MONOFÁSICOS E TRIFÁSICOS, PODE CONSIDERAR AS
PERDAS EM VAZIO E AO CONTRÁRIO DO MODELO XFORMER O MODELO BCTRAN TAMBÉM É
VÁLIDO PARA BAIXAS FREQÜÊNCIAS.

PARA
OBTER MAIORES DETALHES SOBRE A ROTINA XFORMER E BCTRAN É
CONVENIENTE SE REPORTAR AO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XIX-A E XIX-C,
RESPECTIVAMENTE.

- MODELOS EXPONENCIAIS PARA PÁRA-RAIOS À ÓXIDO METÁLICO

O CÁLCULO DOS PARÂMETROS EXPONENCIAIS PARA PÁRA-RAIOS À ÓXIDO


METÁLICO IMPLICA NA UTILIZAÇÃO DE UMA ROTINA DENOMINADA ARRDAT QUE É ACIONADA
PELA DECLARAÇÃO ZNO FITTER.

MANUEL L. B. MARTINEZ 12
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

Z N O F I T T E R

PARA OBTER MAIORES DETALHES SOBRE A ROTINA ARRDAT É CONVENIENTE SE


REPORTAR AO MANUAL DO USUÁRIO DO ATP – SEÇÃO XIX-I.

APÓS ESTAS DECLARAÇÕES ESPECIAIS, POR EXEMPLO “AVERAGE OUTPUT”,


SEGUEM AS DECLARAÇÕES DENOMINADAS “MISCELLANEOUS DATA CARDS”.

TODA SIMULAÇÃO EM ATP REQUER PELO MENOS DUAS DECLARAÇÕES


MISCELLANEOUS, CONFORME MOSTRADO A SEGUIR:

- PRIMEIRA DECLARAÇÃO MISCELLANEOUS:-

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8

C DELTAT TMAX XOPT COPT EPSILN TOLMAT


E8.0 E8.0 E8.0 E8.0 E8.0 E8.0

DELTAT – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 1 E 8, EM FORMATO E8.0 – INTERVALO DE


INTEGRAÇÃO EM SEGUNDOS.

TMAX – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 9 E 16, EM FORMATO E8.0 TEMPO MÁXIMO DA


SIMULAÇÃO EM SEGUNDOS.

XOPT - INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 17 E 24, EM FORMATO E 8.0, INDICA SE O PROGRAMA


ATP TRABALHA COM VALORES DE INDUTÂNCIA [MILI – HENRIES], [XOPT = 0] OU NA
FORMA DE REATÂNCIA [OHMS - NA FREQÜÊNCIA BASE DA SIMULAÇÃO], [XOPT > 0].

COPT - INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 25 E 32, EM FORMATO E 8.0, INDICA SE O PROGRAMA


ATP TRABALHA COM VALORES DE CAPACITÂNCIA [MICRO – FARADS], [XOPT = 0]
OU NA FORMA DE REATÂNCIA CAPACITIVA [MICRO - MHOS - NA FREQÜÊNCIA BASE DA
SIMULAÇÃO], [XOPT > 0].

EPSILN -INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 33 E 40, EM FORMATO E 8.0, É UTILIZADO PARA


INDICAR SE A PARTE REAL DAS MATRIZES DE IMPEDÂNCIAS FORMADAS PELO
PROGRAMA ATP SÃO SINGULARES. É COMUM TRABALHAR COM O VALOR 1.0E-8.

TOLMAT -INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 41 E 48, EM FORMATO E 8.0, É UTILIZADO PARA


INDICAR SE A PARTE REAL DAS MATRIZES DE ADMITÂNCIAS FORMADAS PELO
PROGRAMA ATP SÃO SINGULARES. É COMUM TRABALHAR COM O VALOR 1.0E-8.

MANUEL L. B. MARTINEZ 13
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
- SEGUNDA DECLARAÇÃO MISCELLANEOUS:-

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8

C IOUT IPLOT IDOUBL KSSOUT MAXOUT IPUN


I8 I8 I8 I8 I8 I8

5 6 7 8

9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

MENSAV ICAT NEREG IPRSUP


I8 I8 I8 I8

IOUT – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 1 E 8, EM FORMATO I8 – FORNECE O INTERVALO DE


IMPRESSÃO DOS RESULTADOS. O VALOR BRANCO OU ZERO É ASSUMIDO COMO
SENDO UNITÁRIO. UMA REGRA ÚTIL PARA DEFINIR ESSE VALOR É UTILIZAR A
EQUAÇÃO 2.2. NESTE CASO 10 VALORES SÃO IMPRESSOS:

TMax
IOUT ≈ (2.2)
10 * DELTAT
IPLOT - INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 9 E 16, EM FORMATO I8 – FORNECE O INTERVALO DE
PLOTAGEM DOS RESULTADOS. O VALOR BRANCO OU ZERO É ASSUMIDO COMO
SENDO UNITÁRIO. UMA REGRA ÚTIL PARA DEFINIR ESSE VALOR É UTILIZAR A
EQUAÇÃO 2.3. NESTE CASO 4000 PONTOS SÃO PLOTADOS:

TMax
IPLOT ≈ (2.3)
4000 * DELTAT
IDOUBL - INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 17 E 24, EM FORMATO I8 – FORNECE UMA TABELA
QUE MOSTRA TODAS AS CONEXÕES ESTABELECIDAS ENTRE OS NÓS QUE COMPÕEM O
SISTEMA. O VALOR ZERO OU BRANCO SUPRIME A IMPRESSÃO DESTA TABELA.

KSSOUT - INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 25 E 32, EM FORMATO I8 – CONTROLA A


IMPRESSÃO DA SOLUÇÃO INICIAL EM REGIME PERMANENTE, SEGUNDO OS SEGUINTES
CÓDIGOS.

0- NENHUMA SOLUÇÃO É IMPRESSA.


1- IMPRIME A SOLUÇÃO COMPLETA, OU SEJA, FLUXO ATRAVÉS DOS RAMOS E CHAVES, E
POTÊNCIAS INJETADAS FONTES.
2- IMPRIME O FLUXO ATRAVÉS DAS CHAVES E AS POTÊNCIAS INJETADAS PELAS FONTES.
3- IMPRIME O FLUXO ATRAVÉS DAS CHAVES, AS POTÊNCIAS INJETADAS PELAS FONTES BEM
COMO OS FLUXOS ATRAVÉS DOS RAMOS IDENTIFICADOS PELO DADO DA SUA COLUNA 80.

MAXOUT-INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 33 E 40, EM FORMATO I8 – FORNECE UMA TABELA


QUE MOSTRA OS PONTOS DE MÁXIMO E MÍNIMO DAS VARIÁVEIS. O VALOR ZERO OU
BRANCO SUPRIME A IMPRESSÃO DESTA TABELA.

MANUEL L. B. MARTINEZ 14
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
IPUN- INSERIDOENTRE AS COLUNAS 41 E 48, EM FORMATO I8 – É UTILIZADO PARA
REQUERER UMA DECLARAÇÃO EXTRA QUE CONTROLA A FREQÜÊNCIA DOS DADOS DE
IMPRESSÃO. O VALOR –1 HABILITA ESTA DECLARAÇÃO.

MEMSAV-INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 49 E 56, EM FORMATO I8 – É UTILIZADO PARA


CONTROLAR A IMPRESSÃO DOS RESULTADOS DO PROGRAMA NO FINAL DA
SIMULAÇÃO PARA POSTERIOR UTILIZAÇÃO COM O AUXÍLIO DA DECLARAÇÃO START
AGAIN. O VALOR 1 HABILITA ESTA POSSIBILIDADE.

ICAT- INSERIDOENTRE AS COLUNAS 57 E 64, EM FORMATO I8 – É UTILIZADO PARA


CONTROLAR A PLOTAGEM DOS RESULTADOS DO PROGRAMA NO FINAL DA
SIMULAÇÃO. O VALOR 1 HABILITA ESTA POSSIBILIDADE.

NENERG- INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 65 E 72, EM FORMATO I8 – É UTILIZADO PARA


CONTROLAR SE A SIMULAÇÃO É DE CARÁCTER DETERMINÍSTICO, CAMPO BRANCO,
OU SEJA, NÃO PREENCHIDO, ESTATÍSTICO, CAMPO PREENCHIDO COM O VALOR DO
NÚMERO DE ENERGIZAÇÕES ESTATÍSTICAS A SER REALIZADO E SISTEMÁTICA, CAMPO
PREENCHIDO COM UM VALOR NEGATIVO RELATIVO AO NÚMERO DE ENERGIZAÇÕES
SISTEMÁTICAS A SER REALIZADO.

IPRSUP- INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 73 E 80, EM FORMATO I8 – É NORMALMENTE


DEIXADO EM BRANCO

- DECLARAÇÕES MISCELLANEOUS COMPLEMENTARES:-

AS SIMULAÇÕES DE CARÁCTER ESTATÍSTICO E SISTEMÁTICA EXIGEM A INCLUSÃO DE


DECLARAÇÕES MISCELLANEOUS COMPLEMENTARES, CONFORME A SEGUIR.

- MISCELLANEOUS DATA CARDS PARA SIMULAÇÕES ESTATÍSTICAS:-

NO
CASO DE SIMULAÇÕES ESTATÍSTICAS É NECESSÁRIO UTILIZAR A SEGUINTE
DECLARAÇÃO MISCELLANEOUS COMPLEMENTAR.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8

C ISW ITEST IDIST IMAX IDICE KSTOUT


I8 I8 I8 I8 I8 I8

5 6 7 8

9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0

KNTRPT NSEED
I8 I8

ISW – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 1 E 8, EM FORMATO I8 – DETERMINA SE DEVEM SER


IMPRESSOS TODOS OS TEMPOS DE ABERTURA E FECHAMENTO DAS CHAVES PARA
CADA UMA DAS ENERGIZAÇÕES. O VALOR BRANCO OU ZERO SUPRIME A IMPRESSÃO
ENQUANTO QUE O UNITÁRIO A HABILITA.

MANUEL L. B. MARTINEZ 15
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
ITEST – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 9E 16, EM FORMATO I8 – DETERMINA SE UM VALOR
ALEATÓRIO EXTRA DEVE SER ADICIONADO AOS TEMPOS ALEATÓRIOS DE
FECHAMENTO, ABERTURA DAS CHAVES SEGUNDO A SEGUINTE REGRA.

0- PERMITE ESTA OPERAÇÃO PARA TODAS AS MANOBRAS.


1- NÃO PERMITE ESTA OPERAÇÃO.
2- PERMITE ESTA OPERAÇÃO SOMENTE PARA AS MONOBRAS DE FECHAMENTO DE CHAVES.
3- PERMITE ESTA OPERAÇÃO SOMENTE PARA AS MONOBRAS DE ABERTURA DE CHAVES.

IDIST– INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 17 E 24, EM FORMATO I8 – PERMITE A ESCOLHA


ENTRE OS DOIS TIPOS DE “DADOS - SORTEIO” EXISTENTES NO PROGRAMA ATP. O
VALOR BRANCO OU NULO IMPLICA NA ESCOLHA DE UMA DISTRIBUIÇÃO NORMAL OU
GAUSSIANA. JÁ O VALOR UNITÁRIO IMPLICA NA UTILIZAÇÃO DE UMA DISTRIBUIÇÃO
UNIFORME.

IMAX– INSERIDOENTRE AS COLUNAS 25 E 32, EM FORMATO I8 – É NORMALMENTE


DEIXADO EM BRANCO. DEVE ASSUMIR O VALOR 1 SE O USUÁRIO DESEJA A
IMPRESSÃO ADICIONAL DOS VALORES EXTREMOS EM CADA ENERGIZAÇÃO.

IDICE– INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 33E 40, EM FORMATO I8 – PERMITE DETERMINAR SE


O RELÓGIO ALEATÓRIO DOS COMPUTADORES SEJAM UTILIZADOS NA DETERMINAÇÃO
DOS TEMPOS ALEATÓRIOS. O VALOR BRANCO OU NULO IMPLICA NA UTILIZAÇÃO
DESTA CARACTERÍSTICA.

KSTOUT–INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 41 E 48, EM FORMATO I8 – PERMITE DETERMINAR SE


CADA NOVA ENERGIZAÇÃO DEVE TER COMO COMPLEMENTO OS DADOS LISTADOS
INICIALMENTE. COMO A QUANTIDADE DE DADOS E A LISTAGEM NESTE CASO ASSUME
PROPORÇÕES ELEVADAS ESTA OPÇÃO DEVE SER CUIDADOSAMENTE ESCOLHIDA. O
VALOR BRANCO IMPLICA NA NÃO UTILIZAÇÃO DESTA CARACTERÍSTICA.

KNTRPT– INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 49 E 56, EM FORMATO I8 – É NORMALMENTE


DEIXADO EM BRANCO.

NSEED– INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 73 E 80, EM FORMATO I8 – PERMITE DEFINIR SE AS


SIMULAÇÕES DE MONTE CARLO SÃO REPETITIVAS OU NÃO. QUANDO ESTE CAMPO É
DEIXADO EM BRANCO AS SIMULAÇÕES NÃO SÃO REPETITIVAS.

- MISCELLANEOUS DATA CARDS PARA SIMULAÇÕES SISTEMÁTICAS:-

NO CASO DE SIMULAÇÕES SISTEMÁTICAS É NECESSÁRIO UTILIZAR A SEGUINTE


DECLARAÇÃO MISCELLANEOUS COMPLEMENTAR.

1 2 3 4

1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 1 2 3 4 5 6 7 8

C ISW ITEST IMAX KSTOUT


I8 I8 I8 I8

MANUEL L. B. MARTINEZ 16
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
ISW – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 1 E 8, EM FORMATO I8 – DETERMINA SE DEVEM SER
IMPRESSOS TODOS OS TEMPOS DE ABERTURA E FECHAMENTO DAS CHAVES PARA
CADA UMA DAS ENERGIZAÇÕES. O VALOR BRANCO OU ZERO SUPRIME A IMPRESSÃO
ENQUANTO QUE O UNITÁRIO A HABILITA.

ITEST – INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 9 E 16, EM FORMATO I8 – CONTROLA SE OS TEMPOS


DE FECHAMENTO DEVEM SER MÍNIMOS OU MÉDIOS. O VALOR BRANCO OU ZERO
DETERMINA A UTILIZAÇÃO DOS VALORES MÉDIOS.

IMAX– INSERIDOENTRE AS COLUNAS 25 E 32, EM FORMATO I8 – É NORMALMENTE


DEIXADO EM BRANCO. DEVE ASSUMIR O VALOR 1 SE O USUÁRIO DESEJA A
IMPRESSÃO ADICIONAL DOS VALORES EXTREMOS EM CADA ENERGIZAÇÃO.

KSTOUT–INSERIDO ENTRE AS COLUNAS 41 E 48, EM FORMATO I8 – PERMITE DETERMINAR SE


CADA NOVA ENERGIZAÇÃO DEVE TER COMO COMPLEMENTO OS DADOS LISTADOS
INICIALMENTE. COMO A QUANTIDADE DE DADOS E A LISTAGEM NESTE CASO ASSUME
PROPORÇÕES ELEVADAS ESTA OPÇÃO DEVE SER CUIDADOSAMENTE ESCOLHIDA. O
VALOR BRANCO IMPLICA NA NÃO UTILIZAÇÃO DESTA CARACTERÍSTICA.

ESTRUTURAÇÃO GERAL DE UM BANCO DE DADOS PARA


SIMULAÇÕES EM UM PROGRAMA ATP

C COMENTÁRIOS GERAIS
C
C CONFIGURAÇÃO BASE
C
C ESTUDO DE CHAVEAMENTO DE BANCO
C
C SISTEMA MODELADO POR EQUIVALENTE - MODELO 51
C
C CURTO CIRCUITO MONOFÁSICO
C
C ==============================================================================
C ATUALIZAÇÕES
C ==============================================================================
C
C CONSTRUÇÃO INICIAL DO BANCO -> 06-01-2001
C
C -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
C
BEGIN NEW DATA CASE
C
C REQUISIÇÕES ESPECIAIS
C
AVERAGE OUTPUT
C

MANUEL L. B. MARTINEZ 17
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
C CARTÕES MISCELLANEOUS
C
C DELTAT TMAX XOPT COPT EPSLIN TOLMAT TSTART
DATA
C IOUT IPLOT IDOUBL KSSOUT MAXOUT IPUN MEMSAV ICAT NENERG IPRSUP
DATA
BLANK BRANCH
BLANK SWITCH
BLANK SOURCE
BLANK OUTPUT
C
C ESTRUTURA DO CIRCUITO
C
C ==============================================================================
C
C E Q U I V A L E N T E DE C U R TO C I R C U I T O
C
C -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
C
C IK3F = 5.145 KA Z+ = Z- = J 15.4578 (OHMS) = 41.0031 (mH)
C
C IK1F = 6.037 KA Z0 = J 8.6769 (OHMS) = 23.0163 (mH)
C
/BRANCH
C
C -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
C
C EQUIVALENTE DE CURTO CIRCUITO EM 138 KV X/R = 20 VALOR FICTÍCIO
C
C [BUS1][BUS2][BUS3][BUS4][ R ][L -mH]
DATA
C
C -----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
C
C CAPACITANCIAS PARASITAS
C
C BARRAMENTO 138KV - LADO FONTE - 138 KV
C
C CAP. PARASITA = 2000 PF
C
C [BUS1][BUS2][BUS3][BUS4][ R ][L-mH][CmmF]
DATA
C
/SOURCE
C
C ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
C
C FONTES EQUIVALENTES

MANUEL L. B. MARTINEZ 18
ESTRUTURA DOS ARQUIVOS DE DADOS EM ATP
C
C EQUIVALENTE DO SISTEMA 138 KV
C
C [BUS1][ AMPLITUDE][ FREQ.][ FASE]
DATA
C
/SWITCH
C ==============================================================================
C
C C H A V E PARA S I M U L A R - C U R T O C I R C U I T O
C
C ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
C
C [BUS1][BUS2][ TCLOSE ][ TOPEN ]
DATA
C
/OUTPUT
C ==============================================================================
C
C VARIAVEIS DE PLOTAGEM
C
C [BUS1][BUS2][BUS3]
DATA
BLANK
BLANK

MANUEL L. B. MARTINEZ 19