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Fresamento

Introdução D2

APLICAÇÕES
Início D3

Fresamento de materiais diferentes D 32

Fresamento de cantos a 90 graus D 42

Faceamento D 54

Perfil e tornofresamento D 66

Fresamento de canais e roscas D 84

Métodos dedicados D 100

Solução de problemas D 128

PRODUTOS
Fresas para cantos a 90 graus D 134
CoroMill® 490, CoroMill® 390, CoroMill® 290, CoroMill® 690,
Fresa Coromant Long Edge para acabamento, CoroMill® 790, CoroMill® Century

Fresas para faceamento e mergulho 10° – 75° D 146


CoroMill® 170, Fresas CoroMill® 345, CoroMill® 245, CoroMill® 365, AUTO, CoroMill® 360,
T-Max 45, CoroMill® 210, Coromant Plunge

Fresas com pastilhas redondas D 163


CoroMill® 200, CoroMill®300

Fresas Ball Nose D 166


CoroMill® 216, CoroMill® 216F para acabamento

Fresas para canais, rasgos, roscas, fresas de disco/facear


CoroMill® 327, CoroMill® 328, CoroMill® 329, T-Max Q-Cutter, CoroMill® 331 D 168

Fresas inteiriças de metal duro e com cabeças intercambiáveis


CoroMill® 325, CoroMill® Plura, CoroMill® 316 D 180

Oferta ampliada D 190

Informações sobre as classes D 192

Recomendações de avanço D 196

D1
A
Torneamento geral Fresamento – introdução

B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D
Fresamento

Introdução
Furação

F Quando as primeiras fresas CoroMill foram introduzidas no início


dos anos 90, foi estabelecido um novo padrão no mercado em Tendências
termos de produtividade, precisão e confiabilidade. Desde então,
Máquinas e métodos de usinagem
a família CoroMill cresceu e desenvolveu-se de modo impres-
Mandrilamento

sionante. A abrangente e atual gama de soluções de fresamento • Aumento da flexibilidade com centros de usinagem de
atende todas as necessidades e tendências de usinagem. 5 eixos e máquinas multitarefa
• Máquinas menores, menos estáveis - técnicas de fre-
Tecnologias exclusivas e inovadoras foram sempre a base para samento leve e rápido – profundidade de corte menor
todos os conceitos CoroMill e os mais recentes desenvolvimen- • Menos máquinas/set-ups para concluir uma peça
G tos não são exceção, por exemplo, os inteligentes desenhos de
• Ferramentas com comprimentos mais longos
pastilhas e tip seat que são pré-requisitos para um desempenho
Sistemas de Fixação/

incomparável das fresas, como CoroMill 345, CoroMill 490, Peças e materiais
CoroMill 690, etc. O novo sistema de acoplamento com cabeça • Materiais mais fortes, mais leves e mais resistentes à
intercambiável (EH), que permite a versatilidade da gama de corrosão
Máquinas

fresas de topo CoroMill 316, é outro exemplo de inovação, desen- • Peças com paredes finas
volvida pela Sandvik Coromant. • Fundição e forjamento próximo ao formato final
Juntamente com uma gama de geometrias e classes de pas-
H tilhas, há sempre disponível uma solução CoroMill apropriada,
independente do material da peça e das condições de usinagem.
Materiais

I
Informações/

D2
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Início
Métodos de fresamento
Fresamento é o método de usinagem mais flexível, podendo usinar quase qualquer
formato. O lado negativo desta flexibilidade é que muitas variáveis são incorporadas
B
ao processo, tornando-o um desafio quanto à otimização. Este capítulo identifica
estas variáveis e ajuda a escolher o melhor método e as melhores ferramentas,

Corte e Canais
dependendo da aplicação.
A Introdução oferece uma visão geral dos produtos de fresamento, tipos de máqui-
na, definições de variáveis e recomendações gerais, veja as páginas D 3 – D 31.
As recomendações de fresamento do ponto de vista de material da peça são dadas
no Fresamento de materiais diferentes, veja as páginas D 32 – D 41. Elas respon- C
dem questões como: Devo usar fluido de corte ao fresar titânio? Que tipo de fresa
é mais adequado para alumínio? As pastilhas de cerâmica podem ser usadas em
ferro fundido? etc.

Rosqueamento
O fresamento costumava ser dividido em faceamento, fresamento de cantos a 90
graus, canais e perfis, mas com o desenvolvimento de máquinas e softwares, o
número de métodos cresceu e o tornofresamento, o fresamento de rosca, usinagem
em rampa circular e o fresamento trocoidal, entre outros, são muito comuns nas
operações atuais. Neste capítulo, o fresamento foi dividido nas áreas a seguir: D
• Faceamento, veja página D 54.
• Fresamento de cantos a 90 graus, veja página D 42.
• Tornofresamento e perfil, veja a página D 66.

Fresamento
• Fresamento de roscas e canais, veja a página D 84.
• Métodos dedicados, veja a página D 100.
A última seção explica métodos como usinagem em rampa, mergulho, trocoidal, etc.
E

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Escolha do método=Três diferentes áreas devem ser consideradas para determinar o melhor método e as melhores
soluções em ferramenta.

H
Materiais

P M K
N S H

1. C
 aracterísticas da peça de 2. Material da peça, formato e quantidade 3. Parâmetros da máquina
fresamento I
Informações/

D3
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Considerações iniciais

1. A configuração fresada
B O fresamento evoluiu para um método que usina uma ampla
variedade de operações.
Além de todas as aplicações convencionais, o fresamento
Corte e Canais

é uma forte alternativa para fazer furos, roscas, cavidades


e superfícies que costumavam ser torneadas, furadas ou
rosqueadas com macho
Estas configurações a serem fresadas devem ser cuidadosa-
mente consideradas . Elas podem ser profundas, neces-
C sitando de uma ferramenta longa ou conter interrupções e
inclusões.
Rosqueamento

2. A peça
Fresamento

As superfícies da peça podem ser exigentes, com cascas fun­


didas ou forjadas.
Nos casos de rigidez ruim, causada por seções finas ou fi­xa­
E ção fraca, ferramentas dedicadas e estratégias devem ser
usadas.
O material da peça e sua usinabilidade também devem ser
analisados para estabelecer os dados de corte ideais.
Furação

P M K
F N S H
Mandrilamento

3. A máquina
A máquina é muito importante para a escolha do método de
fresamento. Faceamento/fresamento de cantos a 90 graus
G ou canais podem ser realizados em máquinas de 3 eixos,
Sistemas de Fixação/

enquanto o fresamento de perfis 3D requer máquinas de 4 ou


5 eixos.
Os atuais centros de torneamento oferecem capacidades de
Máquinas

fresamento devido às ferramentas acionadas e os centros de


usinagem geralmente possuem capacidade para torneamento.
Os desenvolvimentos CAM significam que máquinas de 5
eixos são cada vez mais comuns. Eles oferecem aumento da
H flexibilidade, mas a estabilidade pode ser uma limitação.
Para mais informações sobre as máquinas de fresamento,
veja a página D 10.
Materiais

I
Informações/

D4
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Escolha do método – exemplo
Faceamento

Corte e Canais
Ângulo de posição Ângulo de posição Ângulo de posição
a 45° a 90° a 10°

C
CoroMill® 345 CoroMill® 490 CoroMill® 210

Rosqueamento
Vantagens Vantagens Vantagens
+ Alta produtividade + Fresa versátil que pode ser usada para + Alta produtividade
+ Otimizado para faceamento muitas outras operações + Avanço extremamente alto
+ Baixas forças de axiais – favorável para + Direção axial da força de corte – favorável
Desvantagens peças de parede fina para estabilidade do fuso
– Profundidade de corte moderada + Profundidade de corte relativamente grande
com relação ao tamanho da pastilha Desvantagens
– Baixa profundidade de corte D

Fresamento
Alta produtividade Versátil Alta produtividade
A escolha básica Produção mista Solucionador de problemas E

Abertura de uma cavidade/bolsão

Furação
F
Furação + Fresamento circular Furação + fresamento em mergulho Usinagem em rampa circular

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/

Vantagens Vantagens Vantagens


+ Alta remoção de material para furos não + Solucionador de problemas em aplicações + Menos ferramentas – não precisa de broca
redondos com longo balanço + Flexível – produz uma ampla variedade de
+ Primeira escolha em peças estruturais de + Programação simples adequada para tamanhos
Máquinas

titânio para o setor aeroespacial máquinas mais antigas/máquina de fusos + Não requer fluido de corte – bom para
múltiplos máquinas abertas
Desvantagens + Adequado para todos os conceitos e con­fi­
– Requer uma máquina estável gu­ra­ções de máquina
– Escoamento dos cavacos – máquina hori-
zontal Desvantagens
H
– Requer programação cuidadosa – Menos produtivo para cavidades grandes
Materiais

Solucionador de problemas
A escolha básica para bolsões A escolha básica para cavidades 3D
Longos balanços
I
Informações/

D5
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Visão geral da aplicação - fresamento

Fresamento de cantos a 90 graus


veja a página D 42
B
Corte e Canais

C
Faceamento
veja a página D 54
Rosqueamento

Alto avanço
D
Wiper

Perfil e tornofresamento
Fresamento

veja a página D 66

Tornofresamento
Furação

Desbaste a acabamento de superfícies côncavas e convexas

F Fresamento de canais e roscas


veja a página D 84
Mandrilamento

Fresamento de Fresamento de Fresamento de roscas


G canais radiais canais axiais
Sistemas de Fixação/

Métodos dedicados
veja a página D 100
Máquinas

Fresamento em
Fresamento
mergulho
circular
H
Fresamento de chanfro

Ângulos fechados
Materiais

Retoque

Usinagem em rampa circular e


I linear
Informações/

D6
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Visão geral do produto – fresamento

Fresas para cantos a 90 graus


CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 490
B

Corte e Canais
Página D 183 D 187 D 136 D 134

CoroMill® 690 CoroMill® 790 CoroMill® Century CoroMill® 290

S N N C

Rosqueamento
Página D 140 D 143 D 144 D 139

Fresas com um ângulo de posição de 90˚ são muito versáteis e •A


 s fresas de metal duro, CoroMill Plura e CoroMill 316, com ca-
o tipo mais comum de fresa. Fresas de facear cantos a 90 graus, beças intercambiáveis, abrangem a gama de menor diâmetro.
fresas de topo e fresas Long Edge fazem parte deste grupo. D
• CoroMill 690 é uma fresa Long Edge dedicada para fresamento
• CoroMill 490 é a primeira escolha em fresas de facear cantos a de titânio.
90 graus de uso geral.
•C
 oroMill 790 é a fresa, usada principalmente para alumínio, com
•A
 CoroMill 390 é um conceito de fresas de topo, fresas de facear a melhor capacidade de usinagem em rampa.

Fresamento
cantos a 90 graus e fresas Long Edge com boa capacidade para
usinagem em rampa. Ferramentas antivibratórias e uma grande •O
 utras fresas neste grupo são a fresa Coromant Long Edge de
variedade de pastilhas de ponta estão disponíveis para opera- acabamento e a Sandvik Auto-FS para faceamento de acabamen-
ções dedicadas. to.

Furação
Fresas para faceamento e mergulho 10° – 75°
CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 210 CoroMill® 245
Alto avanço Alto avanço F

Mandrilamento
Página D 183 D 187 D 160 D 150

CoroMill® 345 CoroMill® 360 CoroMill® 365 Auto D 154


T-Max 45 D 158
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Página D 148 D 157 D 152

Esta ampla variedade de fresas é usada principalmente para ope- • CoroMill 360 é a fresa para usinagem pesada.
ra­ções de faceamento, mas fresas com ângulos de posição muito H
pequenos e adequados para fresamento em mergulho também • CoroMill 210 e as versões correspondentes da CoroMill 316 e
pertencem a este grupo. CoroMill Plura são bem adaptadas para uso com técnicas de
faceamento com alto avanço. Estas fresas são excelentes para
• CoroMill 345 é o conceito básico para faceamento geral e a ope­ra­ções de usinagem em rampa e a CoroMill 210 também
CoroMill 245 a escolha complementar. pode ser usada para fresamento em mergulho.
Materiais

• CoroMill 365 é usada principalmente para ferro fundido.

➤ I
Informações/

D7
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução


Pastilha redonda e fresas de raio grande
CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 200 CoroMill® 300
B Raio grande Raio grande
Corte e Canais

Página D 182 D 186 D 163 D 164

Fresas com pastilhas redondas são muito versáteis e são usadas para faceamento exigente assim como para operações de perfilamento,
C além de possuírem excelente capacidade para usinagem em rampa.
• A CoroMill 300 para corte leve é a primeira escolha. Também disponível com desenho de fresa toroidal como uma alternativa para as
fresas Ball Nose.
• CoroMill 200 é a escolha tenaz para aplicações mais exigentes.
Rosqueamento

• CoroMill Plura e CoroMill 316 com raio grande podem ser consideradas como fresas com pastilhas redondas.

D
Fresas Ball Nose
CoroMill® Plura CoroMill® 316 Fresa CoroMill® Ball
Fresamento

Nose

E
Página D 182 D 186 D 166 D 167

As fresas Ball Nose são usadas principalmente para fresamento de perfis de formatos 3D (superfícies esculpidas).
Furação

• Desenhos de fresa Ball Nose da CoroMill Plura e CoroMill 316 são adequados para operações de desbaste ou de acabamento.
• A fresa com pastilha intercambiável CoroMill 216 é uma fresa para desbaste e semidesbaste, enquanto que a CoroMill 216F é dedicada
para operações de acabamento.

F
Mandrilamento

Fresas para canais, rasgos, roscas, fresas de disco/facear


G CoroMill® Plura CoroMill® 327 CoroMill® CoroMill®
CoroMill® 328 329 331
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Página D 95 D 168 D 170 D 172

H Estas fresas são desenvolvidas principalmente para fresamento de ranhuras fundas ou rasas. Quando a ranhura é produzida em um per-
curso helicoidal, eles podem formar uma rosca.
• CoroMill 327 e 328 possuem desenhos de pastilha otimizados para rosqueamento e canais circlip, respectivamente.
• A CoroCutter é para fresamento de rasgos e canais rasos em geral. A fresa Q-Cutter é uma ferramenta complementar para canais que
pode exceder o alcance da CoroCutter.
Materiais

• CoroMill 331 é um conceito abrangente para todos os tipos de operações de faceamento e fresamento de disco, incluindo faceamento
reverso.

I
Informações/

D8
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Manutenção de ferramenta
Verifique os assentos da pastilha regularmente para assegurar que não foram
danificados durante a usinagem ou manuseio. Certifique-se de que os assentos da
pastilha estejam sem poeira ou cavacos de metais de usinagem.
Substitua parafusos e arruelas gastos ou danificados . Use um torquímetro para B
garantir o aperto correto do parafuso.
Para obter melhor desempenho, recomendamos limpar e lubrificar com óleo todas

Corte e Canais
as partes macho e fêmea pelo menos uma vez por ano. O lubrificante deve ser
aplicado quando necessário na rosca do parafuso, bem como na face da cabeça do
parafuso.

Torquímetro

Rosqueamento
Para obter melhor desempenho das ferramentas para mandrilar, um torquímetro deve ser usado para obter
o aperto correto da ferramenta e da pastilha montadas.
Se o torque for muito alto, ele afetará o desempenho da ferramenta negativamente e fará com que a pas-
tilha, a arruela e o parafuso quebrem.
D
O torque muito baixo causará o movimento da pastilha, além de vibrações e prejudicará o resultado do
corte. Veja o Catálogo principal para obter o torque correto.

Fresamento
E

Precauções de segurança – pontos de perigo


• Os cavacos são muito quentes com arestas vivas e não devem ser removidos manualmente. Os cavacos podem provocar

Furação
queimaduras na pele ou ferimentos nos olhos.
• Certifique-se de que a pastilha e a peça estejam apertadas e seguras em seus suportes para evitar que se soltem durante
o uso. O balanço demasiado pode resultar em vibrações e na quebra da ferramenta.
• Use as proteções adequadas, tanto individuais quanto da máquina, para coletar as partículas de forma segura como cava-
F
cos ou elementos de corte que podem se desprender durante a usinagem.
• Certifique-se de que a máquina tenha o torque e a potência necessários para as operações de fresamento de desbaste,

Mandrilamento
profundidades de corte maiores ou diâmetros grandes.

G
Sistemas de Fixação/

Aviso! Rotação máx. do fuso


Com RPMs elevadas, o peso da pastilha e dos elementos de A fixação correta da pastilha é obtida apertando o parafuso
Máquinas

fi­xa­ção aumentam, o que pode afetar a disposição de fixa­ de 16 mm usando um torque de 2 Nm, e a pastilha de 22
ção. Recomenda-se que toda fabricação em alta velocidade mm com 5 Nm.
ocorra apenas com um set-up de máquina bem protegido.
Nota: Uma pastilha de 19 gramas pesa 350 kg a 37,500
Antes de montar a pastilha, certifique-se de que ela e seu rpm. H
apoio estejam em perfeita condição e livre de rebarbas ou
de qualquer partículas, que possam afetar seriamente a
disposição de fixação.
Materiais

I
Informações/

D9
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Máquinas para fresamento


Configuração de máquina-ferramenta – número de eixos
Antigamente, as máquinas podiam ser divididas em quatro categorias – hori-
zontal ou vertical e torneamento ou fresamento.
B Atualmente, as máquinas desenvolvem-se em todas as direções. Os centros
de torneamento atuais oferecem capacidades de fresamento devido a fe­rra­
men­tas acionadas e os centros de usinagem geralmente possuem capacidade
Corte e Canais

para torneamento - máquinas para tornofresamento ou fresotorneamento.


Os desenvolvimentos CAM significam que máquinas de cinco eixos são cada
vez mais comuns. Os resultados destas tendências criam novas exigências e
oportunidades para ferramentas:
Centro de usinagem vertical com quinto eixo A.
• Aumento da flexibilidade
C • Menos máquinas/set-ups para concluir uma peça
• Redução da estabilidade
• Ferramentas com comprimentos mais longos
Rosqueamento

• Profundidade de corte mais curta

Centro de usinagem vertical com quinto eixo B.


Fresamento

Orientação do fuso – horizontal ou vertical?


Horizontal:
• Favorável para fresamento de peças grandes.
E • Facilita o escoamento dos cavacos no desbaste de cavidades e evita
recortes.
• Menos massa para acelerar/desacelerar.
• Geralmente, quatro eixos oferecem acesso a três lados.
• Tecnologia de pallet ergonômica e econômica.
Furação

• Tipo mais comum de máquina para uso de fresas de facear e de disco.


Centros de usinagem verticais pequenos
• Envelope total pequeno, requer pouco espaço na fábrica. Centro de usinagem horizontal com 5 eixos
F • Apropriada para alta velocidade/avanço – leve e rápido.
Centros de usinagem verticais grandes
Mandrilamento

• Oferece melhor estabilidade quando a peça está apoiada na mesa.


• Adequado para peças grandes e pesadas.
• Tipo portal para peças muito grandes.
• Pode trabalhar com set-ups de peças mais longas e pesadas.

G
Sistemas de Fixação/

Máquinas multitarefas com 5 eixos


Máquinas

Estabilidade
A condição e a estabilidade da máquina afetam a qualidade da superfície
H e também podem afetar a vida útil da ferramenta. Desgaste excessivo nos
rolamentos de fuso ou mecanismo de avanço pode resultar em uma estrutura
de superfície insatisfatória.
A estabilidade de todo o set-up da ferramenta é de maior importância. Fatores
Materiais

como balanço da ferramenta, acoplamento Coromant Capto, adaptadores de


ajuste, etc. devem ser considerados.

I Máquinas verticais e horizontais com 3 eixos.


Informações/

D 10
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Potência e torque
Torque
Basicamente, os requisitos de potência em fresamento variam juntamente com:
• quantidade de metal a ser removido
• espessura média de cavacos
• geometria da fresa B
• velocidade de corte.
Potência
Quanto maior a taxa de remoção de metal (Q cm³/min), maior a potência requerida.

Corte e Canais
As baixas velocidades do fuso para desbaste de materiais exóticos são significati- Velocidade do fuso
vas na disponibilidade de potência e torque suficientes.
Uma máquina com torque e potência insuficientes produzirá espessura de cavacos
flutuante, que por sua vez causa desempenho instável.
A maioria dos centros de usinagem modernos possuem fusos de acionamento C
direto. A capacidade cada vez maior da velocidade do fuso resulta em:
• Torque mais baixo com rpm mais alto

Rosqueamento
• Potência mais baixa com rpm mais baixo
Portanto, as máquinas com capacidade de alto rpm possuem limitações para des-
baste com fresas de diâmetro grande, as quais requerem rpm baixo e potência alta.
As estratégias de usinagem precisam ser adaptadas. Isto explica a tendência para
usinagem leve e rápida – que usa um diâmetro da fresa menor, menor profundidade D
de corte, ap/ae, e altos avanços por dente, fz.
Máquinas para peças que requeiram potência alta com rpm baixo podem ser
equipadas para produzir com desempenho ideal tanto para desbaste quanto para

Fresamento
acabamento.

Furação
Tamanhos do fuso
Fusos ISO 30, 40, 50 e 60 possuem vantagens e limitações
naturais integradas .
F
Desbaste pesado requer um fuso grande, enquanto que o
fresamento com alta velocidade requer menor torque, fazendo
com que um fuso menor seja mais adequado.

Mandrilamento
O tamanho do fuso definirá o diâmetro máximo da fresa e a
profundidade de corte que a máquina é capaz de manusear.
Embora haja exceções, devido às variações nas condições da
máquina-ferramenta, uma regra geral para seleção do tama-
nho da fresa é: G
Sistemas de Fixação/

ISO 60 – “fresas grandes”.


ISO 50/Coromat Capto tamanho C8 – Dc 160 mm.
ISO 40/Coromat Capto tamanho C6 – Dc 100 mm.
Máquinas

ISO 30/Coromat Capto tamanho C4 – Dc 50 mm.


Peças que requerem fresas Long Edge precisam, no mínimo,
de um fuso ISO 50 ou Coromant Capto tamanho C8.
H
O acoplamento da ferramenta integrado ao fuso oferece a
melhor estabilidade.
Em trens de fresa e outras máquinas-ferramentas grandes, as
fresas podem ser montadas diretamente na ponta do fuso,
Materiais

oferecendo estabilidade extrema e o menor balanço possível.


Fresadora portal grande para usinagem pesada.

I
Informações/

D 11
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Definições de fresamento

A fresa
B
Ângulo de posição – Kr (graus)
O ângulo da aresta de corte principal (kr) da fresa é o fator dominante que afeta a
Corte e Canais

direção da força de corte e a espessura de cavacos, veja a página D 18.

Diâmetro da fresa – Dc (mm)


C O diâmetro da fresa (Dc) é medido acima do ponto PK, onde a aresta de corte princi-
pal encontra a fase paralela.
Dc é o diâmetro que na maioria dos casos aparece no código para pedido, exceto
Rosqueamento

pela CoroMill 300, onde D3 é usado.


O diâmetro mais importante a ser considerado é (Dcap) – o diâmetro de corte efetivo
na profundidade de corte real (ap) – usado para cálculo da velocidade de corte real
(ve), veja a página D 76.
D3 é o maior diâmetro da pastilha, para algumas fresas é igual a Dc.
D
Fresamento

Profundidade de corte – ap (mm)


A profundidade de corte (ap) é a diferença entre o raio do furo
E não usinado e o usinado. Máxima ap é limitada principalmente
pelo tamanho da pastilha e a potência da máquina.
Outro fator crítico em operações de desbaste é o torque e em
operações de acabamento é a vibração.
Furação

F
Mandrilamento

Largura de corte – ae (mm)


A largura radial da fresa (ae) envolvida no corte. Especialmente crítica no passo
lateral da operação de mergulho e no fresamento de cantos, havendo ocorrência de
vibrações sobretudo se for usada máxima ae.
G
Sistemas de Fixação/

Imersão radial – ae / Dc
Imersão radial (ae / Dc) é a largura de corte em relação ao diâmetro da fresa.
Máquinas

H Número de arestas de corte efetivas na ferramenta – zc


Para determinar o avanço da mesa (vf) e a produtividade. Geralmente tem uma
influência crítica sobre o escoamento dos cavacos e a estabilidade operacional.
zc < zn
Materiais

O número total de arestas de corte efetivas na ferramenta – zn

I zc = zn / 2
Informações/

D 12
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Passo - u (mm)
Distância entre as arestas de corte efetivas (u).
Para um diâmetro de corte Sandvik Coromant específico, é possível escolher entre
passos diferentes: largo (-L), fino (-M), extra fino (- H). Um X adicionado ao código, de-
nota uma versão da fresa cujo passo é ligeiramente mais fino do que seu desenho
básico.
B

Corte e Canais
Passo diferencial
Indica um espaço irregular entre os dentes de uma fresa. É um modo muito efetivo de
minimizar tendência a vibrações. Para mais informações sobre passo, veja a página D
17. C

Rosqueamento
A pastilha para fresamento
Geometria da pastilha

L M H
γ γ γ D
β β β

Fresamento
Geometria
Parâmetro L M H
Resistência da aresta E
Forças de corte
Consumo de potência Baixa Média Alta

Espessura máx. de cavacos


Calor gerado

Furação
Um estudo mais detalhado da geometria da aresta de corte revela dois ângulos importantes da pastilha:
• ângulo de saída (γ)
• ângulo da aresta de corte (β) F
A macro geometria é desenvolvida para trabalho sob condições leves, médias ou pesadas.
• Geometria L (Leve) possui uma aresta mais positiva porém mais fraca (grande γ pequeno β)

Mandrilamento
• Geometria H (Pesada) possui uma aresta mais forte porém menos positiva (pequena γ, grande β)
A macro geometria afeta muitos parâmetros no processo de corte. Uma pastilha com uma aresta de corte
robusta pode trabalhar com cargas maiores, porém também gera forças de corte mais altas, consome
mais potência e gera mais calor.
G
Geometrias de material otimizado são designadas com a letra de classificação ISO. Por exemplo, geome-
Sistemas de Fixação/

trias para ferro fundido: KL, KM, KH.


Máquinas

Fase paralela Raio (Rbo)


Desenho de canto de pastilha Raio de canto (r) (bs1) Fase Wiper (bs2)
Materiais

A parte mais importante da aresta de corte para produzir a su- bs1


perfície é a fase paralela bs1 ou, quando aplicável, uma fase r
Wiper convexa bs2, ou raio de canto rε.
I
Informações/

D 13
Índice

MTG09 Milling D1-D21.indd 13 2009-12-09 14:30:18


A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

O processo de fresamento
Velocidade de corte – vc (m/min)
Indica a velocidade da superfície no diâmetro e forma um valor básico para cálculo
dos dados de corte.
B
As velocidades de corte recomendadas para todos os materiais e para valores di­fe­
ren­tes hex estão disponíveis no Catálogo principal.
Corte e Canais

Aresta de corte efetiva ou real


Indica a velocidade da superfície no diâmetro efetivo (Dcap).
C Este valor é necessário para determinar os dados de corte reais na profundidade de vc =
Dcap × π × n
1000
corte efetiva (ap). Este valor é particularmente importante ao usar fresas com pasti­
lhas redondas, fresas de topo Ball Nose e todas as fresas com raio de canto maior,
Rosqueamento

assim como fresas com um ângulo de posição menor do que 90 graus.

D
Velocidade do fuso – n (rpm)
O número de rotações que a ferramenta para fresamento faz por minuto no fuso.
Este é um valor orientado à máquina, calculado a partir do valor de velocidade de
Fresamento

corte recomendada para uma operação.

E
Avanço por dente – fz (mm/dente)
Um valor básico para cálculo dos dados de corte, como o
avanço da mesa. Também é calculado levando em conta a
espessura de cavacos máxima (hex) e o ângulo de posição.
Furação

Recomendado (fz) para a maioria das fresas CoroMill estão


disponíveis na página D 196 e no Catálogo principal. Para a
CoroMill Plura, o tipo de material usinado também é levado
F em conta.
Mandrilamento

vf
fz =
G n × zc
Sistemas de Fixação/

Avanço por rotação – fn (mm/rot)


Valor auxiliar que indica a distância percorrida pela ferramenta durante uma rotação
Máquinas

completa
É usado especificamente para cálculos de avanço e geralmente para determinar a
capacidade de acabamento de uma fresa.
H

Avanço por minuto – vƒ (mm/min)


O avanço da mesa, avanço da máquina ou velocidade do avanço em mm/min.
Materiais

Representa o movimento da ferramenta com relação à peça, dependendo do avanço


por dente (fz) e do número de dentes da fresa (zn).

I
Informações/

D 14
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Espessura máxima do cavaco hex (mm)
Este valor é um resultado do envolvimento da fresa e como ela está relacionada a
(fz), (ae) e (kr).
A espessura dos cavacos é um fator importante ao decidir o avanço por dente, para
garantir que o avanço da mesa mais produtivo seja empregado. Veja a página D 20. B

Corte e Canais
Espessura média de cavacos - hm (mm)
Um valor útil para determinar a força de corte específica, usada para cálculos de
potência líquida.

Rosqueamento
Taxa de remoção de metal – Q (cm³/min)
O volume de metal removido em mm cúbicos por minuto. É estabelecido usando os
valores para profundidade de corte, largura e avanço.

D
Força específica de corte - kct (N/mm²)
Um fator usado para cálculos de potência. A força específica de corte relativa à

Fresamento
resistência do material ao cortar com um valor de espessura específica de cavacos.
Para mais informações, veja Materiais, Capítulo H.

E
Potência* Pc e eficiência nmt
ap × ae × vf × kc
Valores orientados para máquina-ferramenta, que ajudam no cálculo de potência Pc =
ηmt × 60 × 106
líquida para garantir que a máquina possa suportar a fresa e a operação.

Furação
Para mais fórmulas e cálcu-
Tempo de usinagem – Tc (min)
los, veja Informações/Índice,
Comprimento da usinagem (lm) dividido pelo avanço da mesa (vf). Capítulo I.
F

Mandrilamento
Expressões usadas no guia
As definições usadas são as mais comuns no mercado. Quando há múltiplas expressões para descrever a
mesma função, a nomenclatura Sandvik Coromant é usada. G
Sistemas de Fixação/

Usinagem com altas velocidades Fresamento Waterline (Linha d'água)


A designação HSM (High Speed Machining) não é usada neste guia. Fresamento em um nível z constante.
Máquinas

HSM refere-se aos tópicos abordados separadamente em seções


diferentes. Fresamento a ponto
Um corte radial raso com pastilha redonda ou com fresas Ball Nose
Usinagem em rampa linear onde a área de corte é distanciada do centro da ferramenta.
Um movimento reto simultâneo em direções de avanço axial e radial
. Recorte H
Uma configuração com cristas que ocorrem ao produzir superfícies
Fresamento circular esculpidas.
Um percurso da ferramenta circular em um nível z constante (inter-
polação circular).
Usinagem em rampa circular
Materiais

Um percurso da ferramenta de usinagem em rampa circular (interpo-


lação helicoidal).

I
Informações/

D 15
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Definição - Produtividade em fresamento


Produtividade em fresamento, quando definida como taxa de remoção de metal, Q
cm³/min, pode ser otimizada de várias formas diferentes. A escolha da ferramenta
certa para a aplicação é importante, mas a escolha dos parâmetros de corte é
igualmente crítica.
B
Os sete exemplos abaixo exibem como os dados de corte podem ser aumentados
acima das recomendações normais e podem contribuir para uma produtividade mais
alta:
Corte e Canais

1 2 3 4 5 6 7
Fresamento Fresamento de
Faceamento Faceamento Faceamento Faceamento Faceamento
C Aplicação
periférico perfis
Pequeno ângulo Usinagem
Alumínio Pequena ae/Dc Acabamento Wiper Ferros fundidos
de posição pesada
vc Alta Alta Alta
Rosqueamento

n Alta Alta
fz Alto Alto Alto Alto
Parâmetros z Alta
de corte
vf Alta Alta Alta Alta Alta Alta Alta
ap Pequena Pequena Pequena
D ae Pequena Pequena Alta

Q = vf x ap x ae/1000 (cm³/min), onde vf = fz x n x zn (mm/min)


Fresamento

1. Faceamento – Velocidade de corte alta, vc 4. Faceamento com ângulo de posição pequeno e alto avanço,
Na usinagem de alumínio e, algumas vezes, na usinagem fz
de ferro fundido com pastilhas de CBN ou com pastilhas Fresas com ângulos de posição muito pequenos permitem
de cerâmica, as velocidades de corte de mais de 1000 m/ um aumento significativo no avanço, fz, devido ao efeito de
E min podem ser usadas, resultando em um avanço da mesa afinamento dos cavacos quando ap é pequena. Para mais
muito alto, vf. Além disso, este tipo de usinagem pode ser informações, veja a página D 20.
chamado de Usinagem com Altas Velocidades (HSM).
5. Fresamento pesado – profundidade de corte grande – usi-
2. Fresamento periférico – Velocidade de corte alta, vc, e nagem pesada
avanço, fz Em aplicações de usinagem pesada, são usadas fresas
Furação

Quando a fresa possui uma pequena profundidade de corte grandes com diâmetros grandes. A velocidade de corte é
radial, ae, o tempo no corte por rot. é curto, consequente- normal, porém ap e fz elevados, combinada com um grande
mente a temperatura da aresta de corte será baixa. Isto ae, torna-a muito produtiva. Para mais informações, veja a
F significa que a Velocidade de corte pode ser elevada acima página D 62.
das recomendações normais. Também o avanço, fz, pode
6. Acabamento com pastilhas Wiper
ser aumentado, porque a espessura máxima de cavacos,
Em uma operação de acabamento com uma fresa de facear
Mandrilamento

hex, será baixa. O avanço será limitado pela exigência do


grande, o avanço, fz, normalmente precisa ser mantido
acabamento superficial. Para mais informações, veja a
baixo. No entanto, ao usar as pastilhas Wiper na fresa, o
página D 50.
avanço pode ser elevado 2 a 3 vezes, sem sacrificar a quali-
3. Fresamento de perfis – Velocidade do fuso alta, n dade da superfície. Para mais informações, veja a página D
Esta técnica de fresamento é geralmente chamada de 64.
G Usinagem com altas velocidades (HSM) e é típica para ope­
7. Faceamento – fresa de passo extrafino
ra­ções de acabamento ou de superacabamento com uma
Sistemas de Fixação/

No fresamento de materiais com cavacos curtos, como fer-


fresa Ball Nose. Para mais informações, veja a página D 76.
ros fundidos cinzentos, uma fresa de facear com um passo
extrafino pode ser usada, resultando em alto avanço da
Máquinas

mesa. Além disso, em materiais HRSA onde a velocidade


de corte usada é normalmente baixa, um passo extrafino
resulta em um alto avanço da mesa.

H
Materiais

Técnica "Leve e rápida" : Métodos 2, 3 e 4 são baseados em profundidade de corte pequena, ae, e/ou ap, o que gera força de
corte baixa e calor, tornando possível aumentar a velocidade e/ou o avanço.
I
Informações/

D 16
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Orientações gerais
Passo e o número de arestas de corte
Ao escolher o número mais apropriado de arestas de corte No entanto, o aumento do número de dentes altera o dese­nho
efetivas, zc, para a operação, é essencial também considerar da ferramenta. Distâncias mais curtas entre as aresta da fer- B
o passo (distância entre as arestas de corte). Todas as fresas ramenta significa que há menos espaço para escoamento dos
CoroMill estão disponíveis em versões de passo uniformes. cavacos e, na maioria dos casos, a fresa deve ser espaçada
uniformemente.

Corte e Canais
Dependendo do tamanho e do número de dentes, algumas
fresas também estão disponíveis em uma versão de passo O consumo de potência é geralmente um fator que limita o
diferencial (espaçamento irregular dos dentes em torno da número possível de dentes envolvidos no corte.
fresa).
Sandvik Coromant oferece três passos para fresas para otimi-
Fresas de passo diferencial são vantajosas porque inter- zar a aplicação em particular:
rompem vibrações harmônicas e, portanto, aumentam a esta-
C
Largo –L
bilidade, especialmente útil com grande ae e longo balanço.
Fino –M
O passo afeta principalmente:

Rosqueamento
Extra fino –H
• Produtividade As fresas de passo fino, -M e -H, são usadas quando a esta-
• Estabilidade bilidade é boa e para aplicações de baixa ae. Isto garante que
• Consumo de potência mais do que um dente esteja sempre envolvido no corte.
• Material da peça apropriado
D
Ao aumentar o número de arestas de corte, o avanço da mesa
pode ser aumentado, enquanto retém a mesma velocidade de
corte e avanço por dente, sem gerar mais calor na aresta de
corte.

Fresamento
E

Furação
Passo largo –L Passo fino –M Passo extrafino –H F
Fresas com passo diferencial com Fresas com passo uniforme ou diferen­ Fresas com passo uniforme com
número reduzido de dentes. cial, dependendo do conceito, com número máximo de pastilhas.

Mandrilamento
• Primeira escolha para operações ins­ número médio de arestas. • Primeira escolha para alta produtivi-
táveis devido a força de corte baixa • Primeira escolha para desbaste em dade com baixo ae (mais de um dente
• Potência limitada condições estáveis em contato)
• Ferramenta longa • Boa produtividade • Desbaste e acabamento em materiais
• Operações de usinagem de canais em • Bom espaço de cavacos para des- ISO K
cheio baste em materiais ISO P, M e S. • Desbaste em materiais ISO S em G
combinação com pastilhas redondas.
Sistemas de Fixação/

• Materiais com cavacos longos ISO N


(grande bolsão de cavacos).
Máquinas

Nota: Um X adicionado ao código, descreve


Materiais

uma versão da fresa com um passo ligei-


ramente mais fino do que seu desenho
básico.
I
Informações/

D 17
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Ângulo de posição
Este é o ângulo entre a aresta principal de corte da pastilha e a superfície da peça .
Espessura de cavacos, forças de corte e vida útil da ferramenta são todas especialmente afetadas pelo
ângulo de posição.
B Os ângulos de posição mais comuns são 90°, 45°, 10° e os eliminados pelas pastilhas redondas, como
fresas que usam pastilhas Ball Nose em profundidades de corte menores.
• Redução do ângulo de posição, kr, em arestas retas diminui a espessura de cavacos, hex, para uma de-
Corte e Canais

terminada faixa de avanço, fz. Este efeito de afinamento dos cavacos espalha a quantidade de material
sobre uma grande parte da aresta de corte.
• Ângulos de posição pequenos oferecem uma posição mais gradual no corte, reduzindo a pressão radial
e protegendo a aresta de corte.
C • Forças axiais mais altas na diminuição dos ângulos de posição aumentarão a pressão na peça.
Rosqueamento

Fresas a 90 graus
• A principal área de aplicação é o fresamento de cantos a 90 graus.
D • Gera principalmente forças radiais na direção do avanço.
• A superfície que está sendo usinada não será exposta à pressão axial alta, o que é uma
vantagem para o fresamento de peças com uma estrutura fraca ou paredes finas e em
casos de fixações instáveis.
Fresamento

Programa de fresas: CoroMill 290, CoroMill 390, CoroMill 490, CoroMill 590, CoroMill 690,
CoroMill 790, CoroMill Plura e Auto-FS – e para fins especiais, as fresas de facear e de
disco e de canais: CoroMill 331, CoroMill 327/328 e a fresa T-Max Q-Cutter.

E
Furação

F
Mandrilamento

Fresas a 45 graus
• Escolha geral para faceamento.
• Gera forças de corte radiais e axiais bem equilibradas.
G • Entrada suave no corte.
Sistemas de Fixação/

• Baixa tendência à vibrações ao fazer o fresamento com longos balanços ou com sistemas
de fixação e acoplamentos menores/mais fracos .
• Apropriada especialmente para fresamento de peças em materiais com cavacos curtos
Máquinas

que lascam com facilidade se forças radiais excessivas atuarem na quantidade gradual-
mente reduzida do material deixado no fim de um corte.
• Formação de cavacos mais finos permite alta produtividade em muitas aplicações, devido
à oportunidade para avanço da mesa mais alto enquanto mantém uma carga de aresta de
H corte moderada.
Programa de fresas: Programa CoroMill 245, CoroMill 345, T-Max 45 e programa Sandvik Auto.
Materiais

I
Informações/

D 18
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Fresas 60° a 75°
• Fresas de facear para fins especiais que oferecem maior profundidade de corte,
comparadas às fresas de faceamento de escolha geral.
• Forças axiais mais baixas comparadas à fresas para faceamento a 45° .
• Melhor resistência da aresta, se comparado à fresas 90°.
B
Programa de fresas: CoroMill 360, CoroMill 365, Auto AF.

Corte e Canais
C

Rosqueamento
Fresas a 10 graus
• Fresas para altos avanços e para fresamento em mergulho.
• Os cavacos finos gerados permitem avanços por dente muito altos, fz, com pequena pro- D
fundidade de corte e, consequentemente, para avanços extremos da mesa, vf.
• A força de corte axial dominante é direcionada no sentido do fuso e o estabiliza. Isto é
favorável para montagens longas e fracas, pois limita as tendências a vibrações.

Fresamento
• Para fresamento em mergulho de cavidades ou sempre que usar uma fresa com extensão.
• Efetivo na usinagem de furos usando três eixos.
Programa de fresas: Fresas de alto avanço CoroMill 210, CoroMill 316 e CoroMill Plura.
E

Furação
F

Mandrilamento
Pastilhas redondas ou fresas com um raio de canto grande
• Fresas eficientes para desbaste e uso geral.
• O raio de canto oferece uma aresta de corte muito robusta.
• Capacidade de alta taxa de avanço da mesa devido a cavacos mais finos gerados ao longo da
G
Sistemas de Fixação/

aresta de corte.
• O efeito de afinamento de cavacos torna estas fresas adequadas para usinagem de ligas de
titânio e ligas resistentes ao calor.
Máquinas

• Dependendo das variações de profundidade de corte, ap, o ângulo de posição muda de zero
até 90°, alterando a direção da força de corte ao longo do raio da aresta e, consequentemente,
resultando em pressão durante a operação.
Programa de fresas: CoroMill 200, CoroMill 300 e – com profundidades de corte menores – fresas H
com pastilha de raio CoroMill 390 ; fresas Ball Nose CoroMill 216 e CoroMill 216F. Além disso, as
fresas inteiriças de metal duro CoroMill Plura e CoroMill 316 estão disponíveis nas versões Ball
Nose com um raio de canto grande.
Materiais

I
Informações/

D 19
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Espessura máxima de cavacos


A espessura máxima de cavacos é o parâmetro mais importante para obter um pro­
cesso de fresamento produtivo e confiável.
O corte efetivo somente acontecerá quando ele for mantido a um valor que corres­
B ponda corretamente à fresa em uso.
• Um cavaco fino com um valor de hex muito baixo, é a causa mais comum para
desempenho insatisfatório, resultando em baixa produtividade. Isto pode afetar
Corte e Canais

negativamente a vida útil da ferramenta e a formação de cavacos.


• Um valor muito alto sobrecarregará a aresta de corte, o que pode levar à quebras.

C
Rosqueamento

O afinamento dos cavacos permite aumento do avanço


O avanço por dente pode ser aumentado nas três situações a seguir devido ao
efeito de afinamento dos cavacos quando:

D 1. Usar fresas de aresta reta com ângulo de posição menor do que 90°.
2. Usar pastilhas redondas ou pastilhas de raio grande com profundidades de corte
menores, ap.
3. Fresamento periférico com largura radial pequena, ae/De.
Fresamento

E 1. Pastilha de aresta reta


Para pastilhas de aresta reta, a espessura de cavacos, hex, é igual a fz quando o
ân­gulo de posição for 90 graus. A medida em que o ângulo de posição, kr, diminui,
fz pode ser aumentado.
Furação

Exemplo:
Se a espessura máxima de cavacos, hex, for 0.1 e o ângulo de posição, kr, for 45°,
a recomendação de avanço, fz, é 1.4 x 0.1 = 0.14 mm/dente.
F
Mandrilamento

Ângulo de posição Fator de modificação fz (mm/dente)

kr hex (mm)
Mín. início máx
G 0.1 0.15 0.2
90° 1.0 0.10 0.15 0.20
Sistemas de Fixação/

75° 1.0 0.10 0.16 0.21


65° 1.1 0.11 0.17 0.22
45° 1.4 0.14 0.21 0.28
Máquinas

10° 5.8 0.58 0.86 1.15

H
k=90° kr 45° kr 10°

hex = fz x sin kr
Materiais

I
Informações/

D 20
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
2. Fresas com pastilhas redondas e de raio
• O melhor desempenho é obtido quando o ângulo de posição, kr, permanece
<60°
abaixo de 60°, ao usar fresas com pastilhas redondas, ou fresas Ball Nose com
profundidade de corte limitada. Isto significa que a profundidade de corte não <25% iC
deve exceder 25% x diâmetro da pastilha, iC.
• Para profundidades de corte maiores, é melhor usar pastilhas quadradas com um
B
kr constante de 45°.
(0.5 iC - ap)
•A
 espessura do cavaco hex, varia com pastilhas redondas e depende do ângulo de coskr =

Corte e Canais
0.5 iC
posição. Com baixa relação ap/iC , o avanço pode ser aumentado consideravel-
mente para aumentar a espessura de cavacos até o nível desejado.
•A
 s pastilhas redondas possuem uma capacidade de espessura de cavacos máxi-
ma mais alta do que as soluções de aresta reta, devido ao formato mais robusto
da pastilha e ao comprimento de corte mais longo. C

Rosqueamento
hex × iC
fz =
2 × √ ap × iC − ap²
D
Exemplo: Pastilha CoroMill 300 geometria E-PL

Fresamento
Espessura máx. de cavacos
hex (mm) Avanço por dente, fz (mm)

ap (mm)

iC Mín. início máx 0.5 1 1.5 2 2.5 3 3.5 4


8 0.1 0.15 0.2 0.31 0.23 0.19 0.17 E
10 0.1 0.2 0.25 0.46 0.33 0.28 0.25 0.23
12 0.1 0.2 0.25 0.50 0.36 0.30 0.27 0.25 0.23
16 0.1 0.2 0.25 0.57 0.41 0.34 0.30 0.28 0.26 0.24 0.23

Furação
3. Fresamento periférico
O valor hex varia dependendo do diâmetro da fresa e da largura fresada, da imersão F
radial da fresa, ae/Dc.
Quando for menor do que 50%, a espessura mínima de cavacos é reduzida com

Mandrilamento
relação ao fz.
O avanço pode ser aumentado pela modificação do valor na tabela abaixo de­pen­den­
do da proporção, ae/Dc.
Exemplo:
Dc 20 mm – ae = 2 mm, ae/Dc = 10% G
hex = 0.1 mm, fz = 0.17 mm/dente.
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Largura do corte em proporção


Fator de modificação fz (mm/dente)
ao diâmetro
ae/Dc hex (mm)
H
Mín. Início Máx.
0.1 0.15 0.2
50-100% 1.0 0.10 0.15 0.20
Materiais

25% 1.16 0.12 0.17 0.23


20% 1.25 0.13 0.19 0.25
15% 1.4 0.14 0.21 0.28
10% 1.66 0.17 0.25 0.33
5% 2.3 0.23 0.34 0.46
I
Informações/

D 21
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Formação de cavacos através da posição da fresa


A carga na aresta de corte
Toda vez que um dente da fresa entra no corte, ele está sujeito à carga de choque. O tipo correto de contato
entre a aresta e o material na entrada e também na saída de um corte deve ser levado em consideração para
B um fresamento bem-sucedido.

Fresamento concordante
Corte e Canais

No fresamento concordante, a ferramenta de corte é avançada com a direção da ro-


tação.
• F resamento concordante é sempre preferível quando a máquina-ferramenta, o disposi-
tivo de fixação e a peças permitem.
C • No fresamento concordante periférico, a espessura dos cavacos diminuirá no início
do corte, gradualmente atingindo zero no final do corte. Isto evita que a aresta se
esfregue ou queime contra a superfície antes do contato no corte.
Rosqueamento

• Uma espessura grande de cavacos é vantajosa e as forças de corte tendem a puxar a


peça para dentro da fresa, fixando a aresta de corte no corte.
Exceções onde o fresamento discordante é preferível:
• No entanto, a medida em a fresa tende a ser puxada para dentro da peça, a máquina
D precisa lidar com o jogo de avanço da mesa eliminando a folga.
• Se a ferramenta é puxada para dentro da peça, o avanço é involuntariamente aumen-
tado, o que pode levar à espessura de cavacos excessiva e quebra da aresta.
• O fresamento discordante pode ser vantajoso quando ocorrerem grandes variações na
Fresamento

folga.
Nota: Ao usar pastilhas de cerâmica em ligas resistentes ao calor, o fresamento discor­
dante é recomendado, porque as cerâmicas são sensíveis ao impacto na entrada da
peça.
E
Furação

Fresamento discordante
No fresamento discordante (fresamento convencional), a direção do avanço da ferra-
menta de corte é oposto à sua rotação.
F
•A  espessura de cavacos começa no zero e aumenta no final do corte. As forças de
corte tendem a empurrar a fresa e a peça para longe uma da outra.
• ­A alta tensão de tração, causada quando a aresta deixa a peça, geralmente resultará
Mandrilamento

em rápida falha da aresta.


• A aresta de corte precisa ser forçada dentro do corte, criando um efeito de esfrega-
mento ou de queima devido ao atrito, altas temperaturas e, geralmente, contato com
a superfície endurecida pelo trabalho causado pela aresta anterior. Tudo isto reduz a
vida útil da ferramenta.
G • As forças, principalmente as radiais, tendem a levantar a peça da mesa.
Sistemas de Fixação/

• Cavacos espessos na saída do corte reduzirão a vida útil da ferramenta.


• A grande espessura e a alta temperatura na saída fazem, algumas vezes, com que
os cavacos grudem ou soldem na aresta de corte, o que os carregará no início do
Máquinas

próximo corte ou causará um microlascamento da aresta momentâneo.


Fixações da peça
O sentido de avanço da ferramenta gera exigências diferentes na fixação da peça.
H Durante o fresamento discordante, ele deve resistir às forças de elevação. Durante o
fresamento concordante, ele deve resistir às forças de compressão.
Materiais

I
Informações/

D 22
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Formação de cavacos através da posição da fresa
A aresta de corte, em direção radial, entra em contato com a peça em três fases diferentes:
1. Entrada no corte
2. Arco de contato no corte
3. Saída do corte B

Corte e Canais
C

Rosqueamento
ϕ = +30°
ϕ = –30° ϕ = 0°

Fresamento
1. Entrada no corte
• Das três áreas de corte, a menos sensível ao usar pastilhas de metal duro.
• O metal duro lida bem com as tensões de compressão no impacto da entrada, produzindo cavacos mais E
espessos.

Furação
F

Mandrilamento
ϕ = –30° ϕ = 0° ϕ = +30°
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

2. Saída do corte
H
• A saída da peça é a mais sensível das três áreas de corte.
• Um cavaco espesso geralmente causará uma redução drástica na vida útil da ferramenta ao usar pas­ti­
lhas de metal duro. O cavaco não tem apoio no final do ponto de corte e tenta curvar-se, gerando uma
força de tração no metal duro que pode criar uma quebra na aresta.
Materiais

I
Informações/

D 23
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

3. Arco de largura fresada no corte


•O  maior arco de contato possível é 180° (ae = 100% Dc) na
abertura de canais.
• Para o fresamento de acabamento, o arco pode ser muito
pequeno.
B • As especificações de classe são bem diferentes, de­pen­den­
do do percentual de imersão radial, ae/Dc.
• Quanto maior o arco de contato, maior o calor transferido
Corte e Canais

para a aresta de corte.


• Com um arco de contato grande, classes com cobertura
CVD fornecem uma barreira melhor.
• Com um arco de contato pequeno, a espessura de cavacos
é normalmente menor e a aresta mais viva nas classes com Grande (máx.) arco Arco de contato pequeno
C cobertura PVD gera menos calor e forças de corte reduzidas. de contato
• T empo de corte mais curto
• Tempo de corte mais longo e menos calor => maior vc
• Forças radiais altas. • Cavaco mais fino => maior
Rosqueamento

• Maior calor gerado fz


• Classes com cobertura • Maior vc e fz pode ser
CVD aplicado.
• Arestas vivas
• Classes com cobertura PVD
D
Fresamento

E
Furação

F
Resumo das posições da fresa
Mandrilamento

• Evite cavacos espessos na saída.


• Não posicione a fresa simetricamente à linha de centro.
• Ao mover a fresa para longe do centro (para a esquerda)
obtém-se forças de corte mais constantes e em sentido
favorável, minimizando as tendência a vibrações.
G
• O diâmetro da fresa Dc, deve ser 20-50% maior do que a
Sistemas de Fixação/

largura de corte, ae.


• A potência disponível do fuso também deve ser consi­
derada, porque ela influencia a escolha do passo.
Máquinas

H
• Fresa Dc deve ser +20-50% • A fresa na linha de centro
maior do que ae pode gerar vibrações
• Posicione a fresa longe do
centro (para a esquerda) para
obter um cavaco mais espesso
Materiais

na entrada.

I
Informações/

D 24
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Entrada na peça
Quando a fresa é programada para entrar na peça em linha reta, serão
produzidos cavacos espessos na saída, até que a aresta tenha contato
total. Isto pode reduzir dramaticamente a vida útil da ferramenta, espe-
cialmente em aços mais duros, titânio e ligas resistentes ao calor.
B
Além disso, do ponto de vista de vibrações, é essencial entrar na peça
suavemente.

Corte e Canais
Há dois modos de solucionar o problema:
1. Avanço menor
Reduza o avanço para 50% até que a fresa tenha contato total.
2. Entrada por rolagem
Programe uma entrada em corte por rolagem em movimento no sentido C
horário (sentido anti-horário não solucionará o problema de espessura Cavacos espessos na saída do corte até que a
de cavacos). Ao fazer a rolagem para dentro do corte, a espessura de fresa tenha contato total.

Rosqueamento
cavacos na saída é sempre zero, permitindo altos avanços e vida
útil mais longa da ferramenta.

Fresamento
E

Mantenha a fresa constantemente em contato.


Mudanças bruscas na direção de corte causarão o mesmo

Furação
problema da entrada em linha reta na peça.
•D  eve-se sempre rolar em torno dos cantos como uma etapa
chave para oferecer um processo otimizado e seguro.
• Largura de corte ae, deve ser 70% de Dc para garantir F
abrangência máxima do canto.
• Mantenha a fresa constantemente em contato.

Mandrilamento
No faceamento, mudanças bruscas na direção da fresa geram cava-
• Contorne interrupções e furos, quando possível. cos mais espessos na saída.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

No fresamento periférico, role ao redor dos cantos externos.

H
Materiais

Mantenha a fresa constantemente


em contato.
Contorne furos e interrupções.
I
Informações/

D 25
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Fresamento em cantos
Considerações
O problema
A usinagem dentro de cantos requer considerações cuidadosas quanto ao
arco apropriado do contato da fresa e também quanto à faixa de avanço apro-
B priada.
•A  o avançar a fresa nos cantos internos, o arco de contato radial aumentará
e exigirá ainda mais da aresta de corte. ae 90% Dc
ae 20% Dc
Corte e Canais

• Geralmente, o processo torna-se instável, criando vibrações e um processo


inseguro.
• Forças de corte instáveis geralmente criam marcas no canto.
• Há também o risco de microlascamento ou quebra total das arestas da Raio de canto = 50% x Dc
ferramenta .
C Fresamento de canto tradicional

Solução – limitar o arco de contato


Rosqueamento

Solução no. 1
O uso de um raio programado (fresamento circular) para reduzir o arco de
­contato e o corte radial reduzirá as tendências a vibrações, o que permitirá
maior profundidade de corte e maiores faixas de avanço.
• F aça o fresamento de um raio de contato maior do que o indicado no de­se­
D nho. Isto, algumas vezes, pode ser favorável, pois permite o uso de fresa
ae 20% Dc
de maior diâmetro no desbaste, o que mantém a produtividade alta. ae 55% Dc
• Alternadamente, use uma fresa de menor Dc para fazer o fresamento dese-
jado do raio de canto.
Fresamento

Desbaste Raio de canto = 75% x Dc

Um raio programado de 50% de Dc é ideal.


Frese um maior raio de peça.

E Acabamento
Para acabamento, nem sempre é possível ter um raio tão grande; no entanto, Solução no. 2
o diâmetro da fresa não deve ser maior do que 1.5 x o raio da peça (ex. raio
de canto 10 mm = máx 15 mm).
Furação

ae 20% Dc
ae 40% Dc
F
Raio de canto = 100% x Dc
Mandrilamento

Use uma fresa menor

G
Programação
Sistemas de Fixação/

Linha de centro ou avanço periférico


Máquinas

Uma máquina é projetada ou para avanço pela linha de centro,


vf, (sem compensação de raio) ou avanço periférico, vfm (com
compensação de raio)

H Se a máquina requer um avanço pela linha de centro e, ao


invés disto, está programado avanço periférico (em máquinas
sem compensação de raio), o valor fz se tornará alto, com
subsequente risco da pastilha quebrar.
Materiais

I Linha de centro vf, ou avanço periférico vfm.


Informações/

D 26
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Programação de avanço na linha de centro
Os códigos NC gerados programarão o centro da fresa ao
invés do fresamento periférico.
Para um corte em linha reta (G1), o avanço na parede da peça,
vfm, é o mesmo do avanço programado, vf, enquanto que o
avanço periférico ao redor do raio (G2) será maior do que o
B
avanço central da ferramenta. Portanto o avanço da mesa vf,
precisa ser reduzido para manter o avanço por dente, fz.

Corte e Canais
Um fator de redução é encontrado na tabela e depende:
• Do diâmetro de corte para o raio da peça – Dc/radm Sem redução do avanço pela linha de centro, fz aumentará
• Imersão radial – ae/Dc nos cantos.

Rosqueamento
D

Com redução de avanço na linha de


Redução do avanço na linha de centro centro,

Fresamento
Valor do fator de redução em cantos (k)

ae/Dc E
Dc/radm 0.05 0.15 0.25 0.35 0.45 0.55 0.65 0.75 0.85 0.95
2.00 0.22 0.34 0.40 0.45 0.48 0.53 0.60 0.67 0.75 0.86
1.80 0.30 0.34 0.42 0.46 0.50 0.53 0.60 0.67 0.75 0.86
1.60 0.44 0.42 0.44 0.49 0.53 0.56 0.60 0.67 0.75 0.86

Furação
1.40 0.55 0.54 0.54 0.52 0.56 0.59 0.62 0.67 0.75 0.86
vf reduzido = k × vf
1.20 0.63 0.64 0.64 0.64 0.62 0.65 0.63 0.71 0.75 0.86
1.00 0.71 0.72 0.72 0.73 0.74 0.62 0.77 0.79 0.83 0.86
F
0.80 0.78 0.79 0.79 0.80 0.82 0.83 0.85 0.87 0.89 0.94
0.60 0.84 0.85 0.86 0.86 0.87 0.88 0.90 0.91 0.93 0.96

Mandrilamento
0.40 0.90 0.90 0.91 0.92 0.92 0.93 0.94 0.95 0.96 0.98
0.20 0.95 0.96 0.96 0.96 0.96 0.97 0.97 0.98 0.98 0.99

G
Sistemas de Fixação/

Redução do avanço antes do canto


A redução do avanço antes de atingir o canto é especialmente essencial no fresa-
mento com altas velocidades.
Máquinas

Como a fresa ainda está avançando reto na direção do fim da linha G1, o arco de
contato começa a aumentar. Portanto, o avanço tem que ser reduzido antes do
canto ser atingido, por exemplo, dentro da faixa de 50% x Dc.
H
Um controle de máquina com uma função look ahead gerenciará as mudanças na
faixa de avanço automaticamente.
Materiais

Reduza o avanço a uma distância: Em = 50%


Dc I
Informações/

D 27
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Fresamento com ou sem fluido de corte


A operação de fresamento é um processo inerentemente intermitente. Isto faz com
que temperaturas geradas na aresta de corte flutuem constantemente entre os
vários níveis de quente (~1000°C) e frio.
B O efeito do fluido de corte
•A  s variações de temperatura são exageradas quando a aresta de corte entra e sai
do corte.
Corte e Canais

• A aresta de corte está então sujeita a choques térmicos e tensões cíclicas que
podem resultar em trinca e, no pior caso, podem levar ao final prematuro da vida
útil efetiva da ferramenta.
• Quanto mais quente a área de corte, mais inapropriado se torna o uso do fluido de
corte. Em operações de acabamento, a aplicação de fluido não reduzirá a vida útil
C da ferramenta tanto quanto no desbaste, devido ao nível reduzido de calor gerado.
Rosqueamento

Trincas térmicas na aresta de corte

D
O fresamento sem refrigeração aumenta a vida útil da aresta de corte
•N  o fresamento sem refrigeração, as variações de temperatura acontecem, porém,
permanecem dentro do escopo do projeto para a classe de metal duro.
Fresamento

• As operações de fresamento de desbaste devem sempre ser feitas sem re­fri­ge­ra­
ção.

Exceções quando o fluido de corte pode ser justificado


•A  cabamento de aços inoxidáveis e de alumínios: • Fresamento de peças com paredes finas
Furação

– para evitar a abrasão de partículas de metais na textura – para evitar distorção geométrica.
da superfície.
• Sistemas de microlubrificação, por exemplo, ar comprimido
• F resamento de liga resistente ao calor com baixas veloci- com uma pequena quantidade de óleo especial pode ser
F dades de corte: aplicado para auxiliar o escoamento dos cavacos em cavi-
– para lubrificar e resfriar a peça. dades profundas.
• F resamento em ferros fundidos:
Mandrilamento

– para amortecer e evitar poeira, por motivos ambientais, de


saúde e de qualidade da peça.

G
Sistemas de Fixação/

Ar comprimido Névoa de óleo Fluido de corte


+++ ++ + (-)
Máquinas

Em sistemas de microlubrificação Refrigeração abundante Fluxo externo


a quantidade de “névoa de óleo”
Materiais

é de apenas alguns ml de óleo


Se o fresamento tiver que ser feito com refrigeração, o fluido de
por hora e é escoada pelo siste-
corte deve ser aplicado em abundância.
mas normal de ventilação filtrada.

I
Informações/

D 28
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
Geração de superfície
Superfície gerada axialmente Raio de canto (r) Fase paralela (bs1)

A superfície faceada é gerada pela face paralela, bs. Depen­


den­do da tolerância axial e do batimento radial da fresa,
a pastilha com a posição mais baixa criará o acabamento B
superficial.
Para gerar uma boa superfície, é importante garantir que o

Corte e Canais
avanço por rotação (fn = fz x zn) seja menor do que 80% de bs.
Fresas de passo extrafino aumentam o avanço por rotação.
Quanto maior o diâmetro da fresa, maior fn, exigindo um maior bs.
Raio (Rbo)
Fase paralela (bs1)
Assim que o avanço por rotação exceder a largura desta fase, Fase Wiper (bs2)
o batimento axial da fresa afetará o perfil da superfície. C
Para um melhor acabamento superficial use:
• Pastilhas Wiper ou pastilhas para fresamento com bs pelo

Rosqueamento
menos 25% maior do que fn
• Pastilhas de cermet para acabamento espelhado
• Fluido de corte para evitar a abrasão.
Pastilhas redondas ou pastilhas com um raio de canto grande,
embora extremamente produtivas, não oferecerão uma super- D
fície de boa qualidade. Quanto maior o diâmetro da fresa, pior
o acabamento superficial.
Para mais informações sobre as fresamento de acabamento

Fresamento
usando pastilhas Wiper, veja Faceamento, página D 64.

Furação
Superfície gerada radialmente
Ao usar uma fresa de topo, fresa para cantos a 90 graus ou
uma fresa de facear e de disco, gera-se uma superfície radial.
Para mais informações, veja Fresamento de cantos a 90
F
graus, usinagem de borda, página D 51.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/

Geração de superfície esculpida


Máquinas

Ao usar uma fresa Ball Nose, gera-se uma superfície e


­ scul­pida.
Para mais informações, veja Fresamento de perfis, página D 78.

H
Materiais

I
Informações/

D 29
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Introdução

Como reduzir vibrações?


Podem surgir vibrações devido às limitações na ferramenta de
corte, na ferramenta de fixação, na máquina, na peça ou no
Balanço mais longo
dispositivo de fixação. Redução da estabilidade da ferramenta

B A ferramenta de corte
•P  ara faceamento, a direção das forças de corte deve ser
considerada:
Corte e Canais

–C  om uma fresa de kr 90°, as forças predominantes


enfocam na direção radial. Isto cria deflexão da fresa
com longos balanços; no entanto, a força axial pequena
é vantajosa ao fazer o fresamento de peças de paredes
finas/sensíveis à vibrações.
C – F resas com kr 45° geram forças axiais e radiais distribuí-
das uniformemente.
–A  s fresas com pastilhas redondas direcionam a maioria
Rosqueamento

das forças para cima do fuso, especialmente em peque-


nas profundidades de corte. Além disso, a CoroMill 210
com kr 10° transmite as forças principalmente no fuso, o
que reduz as vibrações geradas devido ao longo balanço
da ferramenta .
D • Escolha o menor diâmetro possível para a operação Redução da estabilidade da peça
• Dc deve ser 20-50% maior do que ae
• Escolha um passo largo e/ou uma fresa para passo diferen-
cial.
Com longos balanços da ferramenta, use um ângulo de posição
Fresamento

• Uma fresa com baixo peso é vantajosa, por exemplo, a ­pequeno = alta força de corte axial. Com peças de paredes finas e ins­
CoroMill Century com corpo em alumínio. táveis, use um ângulo de posição grande = baixa força de corte axial.

E
Furação

A ferramenta para fixação


O sistema Coromant Capto® de ferramenta de fixação modular permite
F que as ferramentas sejam montadas no comprimento requerido, man-
tendo alta estabilidade e o batimento radial mínimo.
• Mantenha a montagem da ferramenta o mais rígida e curta possível.
Mandrilamento

• Escolha o maior tamanho/diâmetro possível para o adaptador.


• Use os adaptadores Coromant Capto com fresas extragrandes para
evitar adaptadores de redução, veja a figura.
• Para fresas pequenas, use um adaptador cônico, se possível.
G • Em operações onde o passe final esteja profundo na peça, mude para Fresas extragrandes
permitem o maior
Use sempre o menor tamanho
possível para a ferramenta.
ferramentas com extensão em posições pré-determinadas, veja a figura.
Sistemas de Fixação/

tamanho possível de Aumente o comprimento grada-


Adapte os dados de corte para cada comprimento de ferramenta acoplamento. tivamente.
• Para velocidades do fuso acima de 20 000 rpm, use ferramentas e
fixação balanceadas.
Máquinas

Fresas Silent Tools antivibratórias


Materiais

Para balanços da ferramenta maiores do que quatro vezes o diâmetro da ferra-


menta, a tendência a vibrações pode se tornar mais aparente e as fresas Silent
Tools antivibratórias podem melhorar significativamente a produtividade. Para mais
I informações, consulte Sistema de fixação, Capítulo G.
Informações/

D 30
Índice
Fresamento – Introdução A

Torneamento geral
A aresta de corte
Para minimizar a força de corte:
• Escolha uma geometria de corte leve, -L, com uma aresta de corte e uma classe
com cobertura fina.
• Reduza as forças de corte usando pastilhas com raio de canto pequeno e fases
paralelas pequenas. B
Algumas vezes, aumentar o amortecimento de um sistema pode reduzir a t­endência
a vibrações:

Corte e Canais
• Use uma geometria da aresta de corte mais negativa e uma aresta de corte ligei-
ramente gasta.

C
Dados de corte e programação do percurso da ferramenta
• Posicione sempre a fresa deslocada do centro em relação à superfície fresada.

Rosqueamento
• Com fresas Long Edge com kr a 90 graus, ou fresas de topo use baixa imersão radial – máx ae =
25% Dc e alto corte axial – máx ap = 100% De.
• Em faceamento, use uma profundidade de corte pequena, ap, e alto avanço, fz, com pastilhas
redondas ou com fresas de altos avanços com ângulo de posição pequeno.
• Evite vibrações em cantos programando um grande percurso de raio, veja Fresamento em D
cantos, página D 26.
• Se a espessura de cavacos ficar muito fina, a aresta de corte esfregará ao invés de cortar,
causando vibrações. Nesses casos, o avanço por dente deve ser aumentado.

Fresamento
E

A máquina-ferramenta
A condição da máquina pode ter grande influência sobre a tendência a vibrações.

Furação
Desgaste excessivo no rolamento do fuso ou mecanismo de avanço resultará em
propriedades de usinagem insatisfatórias.
• Escolha as estratégias de usinagem e orientações de força de corte que
aproveitem ao máximo a estabilidade da máquina. F
Cada fuso de máquina possui áreas naturais com tendência à vibrações. As áreas
de corte estáveis são descritas como pontos de estabilidade e aumentam à medida

Mandrilamento
que a rpm aumenta.
Para fixações fracas, o • Mesmo aumentos pequenos como 50 rpm, podem alterar um processo de corte
sentido do avanço deve de instável, com vibrações, para estável.
ser em direção à mesa

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Peça e suas fixações Passe 2 Passe 1


Peças de fresamento com paredes/base finas e/ou quando a fixação é fraca. Passe 3 Passe 4
• A fixação deve ser rente à mesa da máquina. Passe 6 Passe 5
•O  timize o percurso da ferramenta e o sentido de avanço na direção do apoio mais Passe 7 Passe 8 H
forte da máquina/fixação para obter condições de corte mais estáveis.
• Evite a usinagem em direções onde o apoio da peça seja insuficiente.
• F resamento discordante pode reduzir as tendência a vibrações quando a fixação
Sobremetal para acabamento
e/ou a peça são fracas em uma direção específica.
Materiais

Observe que a primeira etapa deve ser feita


na metade da profundidade da segunda,
terceira, etc. Para informações mais detalha-
das, veja Fresamento de cantos a 90 graus,
página D 52. I
Informações/

D 31
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de aços

P Fresamento de aços
A usinabilidade do aço difere dependendo dos elementos
B de liga, do tratamento térmico e do processo de fabricação
(forjado, fundido, etc.)
Para informações mais detalhadas sobre os materiais e as
Corte e Canais

classificações, veja Materiais, Capítulo H.


Recomendações dos dados de corte, veja o catálogo Principal.
Pontos principais
• Em aços com baixo teor de carbono e macios, os pontos
C principais são a formação da aresta postiça e de rebarbas
na peça.
• Em aços duros, o posicionamento da fresa é mais impor-
tante para evitar lascamento da aresta.
Rosqueamento

Fresas e pastilhas apropriadas


• A maioria das fresas CoroMill é apropriada para usinagem
de aços com uma ampla gama de classes de pastilha e de
geometrias. Velocidade de corte vc
D • Observe que a CoroMill Century (com corpo em aço) e a m/min
CoroMill 790, originalmente desenvolvidas para alumínio, 400
também desempenham muito bem no acabamento de aços
com classes GC1010 e GC1030. 350
Fresamento

• As únicas ferramentas que não são apropriadas para aços


são as fresas AUTO dedicadas para ferros fundidos cinzen- 300
tos. GC4220
• Geometrias PL, PM, PH e WL, WM, WH 250 GC1030
E • A série GC4200 de classes com cobertura MT-CVD são a GC4220
escolha básica. No entanto, para fresas de diâmetro menor, 200 GC4230
GC4230
abaixo de Dc 32 mm e para fresas para cantos a 90 graus, GC4220
GC4240
k=90°, a classe GC1030 é a primeira escolha. 150 GC1030
GC4230
• Em aços duros, use GC1030 e GC1010.
GC4240
Furação

100 GC1030

50
F
0
60 – 240 241 – 330 > 330
Mandrilamento

Recomendações de velocidade de corte e de


classe referentes à dureza do material.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Dicas de aplicação
Todas as recomendações fornecidas na Introdução são válidas para o fresamento
H de aços
As recomendações, como posicionamento da fresa para evitar uma espessura de
cavacos grande na saída e sempre operar sem fluido de corte, devem sempre ser
consideradas, especialmente em operações de desbaste.
Materiais

I
Informações/

D 32
Índice
Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de aços A

Torneamento geral
Orientação de classe – faceamento
Resistência ao desgaste/dureza
Condições
sem refrige­ Condições de produtividade máxima.
ração Resistência ao desgaste aprimorada
Desempenho (Deformação plástica)
Alta vc e fz. B

Corte e Canais
Condições
com e sem
refrigeração Primeira escolha em condições médias

Segurança
Condições
com e sem
da aresta de C
corte
refrigeração Tenacidade da pastilha
Baixa vc e fz.

Rosqueamento
Tenacidade
Segurança da aresta de corte com dados de Escolha previsível em condições difíceis. Grande Dc.
corte baixos. Materiais abrasivos. Aços com
baixo teor de carbono. Desgaste de aderên-
cia. Aresta postiça. Pequeno Dc. D
Orientação da classe – fresa de topo CoroMill® 490, CoroMill® 390,
Resistência ao
CoroMill® 316 desgaste/dureza

Fresamento
Produtividade máxima para craterizações
e resistência à deformação plástica são
­mecanismos de desgaste cruciais .
E
Escolha produtiva, grande contatos e
dados de corte elevados.

Furação
Primeira escolha em condições
médias a boas

F
Primeira escolha em con-
dições difíceis.

Mandrilamento
Tenacidade
CoroMill® Plura
Resistência ao desgaste/dureza

G
Sistemas de Fixação/

Acabamento em aços endurecidos, por exemplo aplicações em D&M


Máquinas

Fresamento de topo, acabamento, semiacabamento e desbaste gerais em


todos os grupos ISO H
Materiais

Desbaste em condições difíceis, comportamento de aresta difícil

Tenacidade I
Informações/

D 33
Índice

MTG09 Milling D22-D41.indd 33 2009-12-09 14:41:31


A
Torneamento geral Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de aços inoxidáveis

M Fresamento de aços inoxidáveis


A usinabilidade de aços inoxidáveis difere dependendo dos
B elementos de liga, do tratamento térmico e do processo de
fabricação (forjado, fundido, etc.)
Para informações mais detalhadas sobre os materiais e
Corte e Canais

as classificações, veja Materiais, Capítulo H. Para reco-


mendações dos dados de corte, veja o catálogo Principal.

C
Ferríticos/martensíticos
Rosqueamento

Classificação do material: P5.x


Os aços inoxidáveis martensíticos recozidos e os ferríticos
têm usinabilidade comparável com os aços baixa-liga e, por
isso, é possível utilizar as recomendações para usinagem
D geral para o fresamento de aços.
Fresamento

Aços inoxidáveis austeníticos e duplex


Classificação do material: M1.x, M2.x e M3.x Lascamento na aresta de corte Formação de rebarba e
acabamento superficial insatis-
Pontos principais fatório
E • Os critérios dominantes quanto a desgaste no fresamento
de aços inoxidáveis austeníticos e duplex são: lascamento
nas arestas devido à trincas térmicas, desgaste tipo entalhe
e aresta postiça/abrasão.
• Na peça, os pontos principais são problemas com formação
Furação

de rebarba e acabamento superficial.


Fresas e pastilhas apropriadas
F • A maioria das fresas CoroMill podem ser usadas em aços
inoxidáveis austeníticos e duplex simplesmente escolhendo
Trincas térmicas devido ao fluido de corte
uma geometria da pastilha e classe dedicadas.
• No faceamento, a CoroMill 245 e CoroMill 300 são mais
Mandrilamento

apropriadas do que a CoroMill 345 e a CoroMill 200, devido


Velocidade de corte vc
à geometria de fresa mais positiva. m/min
• Use fresas com pastilhas redondas ou com pequenos 300
­ângulos de posição para minimizar o desgaste por entalhe.
• Use geometrias de pastilha positivas (-ML, -WL).
G 250
GC1030
• GC2030 (PVD) é a primeira escolha.
Sistemas de Fixação/

• GC2040 (MT-CVD) é a classe complementar para condições 200 GC2030


difíceis e aços inoxidáveis fundidos, onde domina o des- GC1030
gaste abrasivo. 150 GC2040
GC2030
Máquinas

• GC1030 (PVD) é a escolha universal para produção mista


(ISO P, M e S) 100 GC2040
• Se aparecerem trincas térmicas, mude para um classe mais
dura/mais resistente ao desgaste, por exemplo, de GC2040
H para GC2030.
50

• Para CoroMill Plura, a classe GC1630 é a escolha básica 0


e a GC1640 é a escolha complementar em uma exigência Auste­ Duplex
níticos
maior quanto à tenacidade e quando é necessário o forneci-
Materiais

mento de refrigeração interna.

I
Informações/

D 34
Índice
Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de aços inoxidáveis A

Torneamento geral
Dicas de aplicação
Desbaste
• Use velocidades de corte altas (vc = 150-250 m/min) para evitar aresta postiça.
• Em desbaste, sempre trabalhe sem refrigeração, ou sem fluido de corte, para
minimizar problemas com trincas térmicas. B
Acabamento
• Em acabamento, algumas vezes é necessário fluido de corte ou, de preferência,

Corte e Canais
névoa de refrigeração/lubrificação mínima para melhorar o acabamento superfi-
cial. Há menos problemas com trincas térmicas no fresamento de acabamento,
porque o calor gerado na área de corte é menor.
• Com uma classe de cermet, CT530, acabamento superficial suficiente pode ser
obtido sem fluido de corte. C
• Um avanço, fz, muito baixo pode causar maior desgaste da pastilha porque a
aresta está cortando na zona de risco de deformação da dureza.

Rosqueamento
D

Fresamento
Fresas CoroMill® com pastilhas intercambiáveis
Resistência ao desgaste/dureza

Furação
Primeira escolha

Mandrilamento
Escolha tenaz

Tenacidade

CoroMill® Plura G
Sistemas de Fixação/

Resistência ao desgaste/dureza

Para acabamento
Máquinas

H
Primeira escolha
Materiais

Escolha tenaz

Tenacidade I
Informações/

D 35
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de ferros fundidos

K Fresamento de ferros fundidos


Os ferros fundidos podem ser divididos em ferros fundidos
B maleáveis, vermiculares (CGI), cinzentos, nodulares (NCI) e
ferros fundidos austemperados (ADI).
Para informações mais detalhadas sobre os materiais e
Corte e Canais

as classificações, veja Materiais, Capítulo H. Para reco-


mendações dos dados de corte, veja o catálogo Principal.

C Ferros fundidos cinzentos


Classificação do material: K2.x
Pontos principais
Rosqueamento

• Os critérios dominantes de desgaste no fresamento de fer-


ros fundidos cinzentos são desgaste abrasivo, de flanco e
trincas térmicas.
• Na peça, problemas com microlascamento no lado de saída
D da fresa da peça e acabamento superficial são os pontos
principais.
Fresas e pastilhas apropriadas
Há vários conceitos de fresas que foram ser desenvolvidos
Fresamento

principalmente para fresamento de ferros fundidos cinzentos:


• Fresa CoroMill 365 para faceamento. Desgaste típico da pastilha Microlascamento da peça
• Fresa AUTO R para desbaste.
E • Fresa ajustável AUTO-AF para acabamento
• Fresa não ajustável AUTO-FS para acabamento. Cassetes
CoroMill 245 estão disponíveis para corpos de fresa AUTO-
AF como alternativa.
• Pastilhas Wiper, veja a página D64, estão disponíveis para
todos os conceitos de fresa acima.
Furação

• A maioria das outras fresas CoroMill pode ser usada em


ferro fundido cinzento simplesmente escolhendo uma geo­
me­tria da pastilha e classe dedicadas.
F • CoroMill 345 é uma boa escolha para produção mista de
aços e ferros fundidos.
• Use as geometrias K -KL, -KM, -KH e -KW (Wiper).
Mandrilamento

• Recomendações de classe para fresas com pastilha in­


tercambiável, veja Dicas de aplicação abaixo.
• Para fresas de topo inteiriças de metal duro CoroMill Plura,
a escolha básica é a classe GC1620 e para a CoroMill 316
a classe GC1030.
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Dicas de aplicação
Desbaste
H • De preferência, trabalhe sem refrigeração, ou sem fluido de corte, para minimizar problemas com trincas térmi-
cas. Use pasti­lhas de metal duro com coberturas espessas. A GC3040 é a primeira escolha e a GC3220 uma
otimização para altas velocidades.

• Se o microlascamento da peça for um problema


Materiais

– verifique o desgaste de flanco


– reduza o avanço, fz, para reduzir a espessura de cavacos.
– use uma geometria mais positiva, -KL
I ➤
Informações/

D 36
Índice
Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de ferros fundidos A

Torneamento geral

•S
 e o fluido de corte tiver que ser usado para evitar pó, etc. escolha classes para fresamento com refrigeração. K20W é a
escolha básica e K15W e GC3040 são classes complementares.

•M
 etal duro com cobertura é sempre a primeira escolha, porém, também é possível usar cerâmicas (CC6190). Observe que B
a velocidade de corte, vc, deve ser muito alta, acima de 800 m/min. A formação de rebarbas na peça limita a velocidade
de corte. Não deve ser usada refrigeração.

Corte e Canais
Acabamento
• Use pastilhas de metal duro com cobertura, ou alternativamente, uma classe de metal duro sem cobertura, por exemplo,
GC3220 em condições sem refrigeração e K15 W em condições com refrigeração.
• Nitreto Cúbico de Boro (CB50) pode ser usado para acabamento com altas velocidades em ferros fundidos cinzentos. Não
deve ser usado fluido de corte. C

Ferros fundidos nodulares

Rosqueamento
Classificação do material: K3.x
Ferros fundidos nodulares ferríticos e ferríticos/perlíticos
A usinabilidade dos ferros fundidos nodulares ferríticos é muito semelhante à de aços baixa-liga. Portanto, as recomendações
de fresamento fornecidas para materiais ISO P devem ser usadas considerando a seleção de ferramentas, geometrias de pas- D
tilha e classes. A classe de primeira escolha é GC1020.
Ferros fundidos nodulares perlíticos
Por ser mais abrasivo, são recomendadas classes ISO K .

Fresamento
Ferro vermicular (CGI - Compacted Graphite Iron) Velocidade de corte vc
m/min E
Classificação do material: K4.x
900
GC6190
Teor perlítico menor que 90%
CB50
Este tipo de CGI, o qual geralmente possui uma estrutura perlítica de cerca de 600
80%, é mais comumente usado no fresamento. Peças típicas são blocos de mo-

Furação
tor, cabeçotes e coletores de escapamento.
250
As recomendações de fresa são as mesmas para ferros fundidos cinzentos; no GC3220
entanto, geometrias de pastilha mais vivas, mais positivas, devem ser se­le­cio­ 200 K20W GC1020 F
na­das, por exemplo –KX e –KL para fresas AUTO-R, para minimizar a formação GC1020
GC3040 K20D
de rebarba na peça. 150 K20W
K20W

Mandrilamento
A primeira escolha em classe é GC1020. GC3040
100 GC1020
GC1020 é a escolha básica para condições com e sem refrigeração. Uma
alternativa para condições sem refrigeração é a K20D e para condições com 0
refrigeração é a K20W. GCI NCI CGI ADI

Fresamento circular pode ser um método alternativo muito bom para mandrila- G
mento convencional de cilindro em CGI.
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Ferro dúctil austemperado (ADI - Austempered Ductile Iron)


Classificação do material: K5.x
O desbaste é normalmente feito em condições não endurecidas e pode ser comparado ao fresamento de aços alta-liga. H
A operação de acabamento, no entanto, é realizada no material endurecido, o qual é muito abrasivo. Isto pode ser comparado
ao fresamento de aços duros, ISO H. São preferíveis classes com alta resistência ao desgaste abrasivo. A GC1020 é a primeira
escolha para condições com ou sem refrigeração, a classe complementar para materiais endurecidos ADI é a GC1010.
Materiais

Comparado ao NCI (Nodular Cast Iron - Ferro Fundido Nodular) a vida útil da ferramenta em ADI é reduzida em aprox. 40% e as
forças de corte são aprox. 40% maiores.

I
Informações/

D 37
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de alumínio

N Fresamento de alumínio
A usinabilidade do alumínio difere principalmente dependendo
B do teor de Si. O tipo mais comum é o hipoeutético, com teor
de Si abaixo de 13%.
O grupo de material ISO N inclui não apenas alumínio, mas
Corte e Canais

também ligas à base de magnésio, cobre e zinco. Para in-


formações mais detalhadas sobre os materiais e as classifi-
cações, veja Materiais, Capítulo H. Para recomendações dos
dados de corte, veja o catálogo Principal.
C
Rosqueamento

Alumínio com teor de Si abaixo de 13%


CoroMill 790 dedicada para alumínio.
Classificação do material: N1.1-3
D Pontos principais
• Os critérios de desgaste dominantes são aresta postiça/
abrasão nas arestas, levando à formação de rebarbas e
problemas no acabamento superficial.
Fresamento

• Em alumínio fundido, a inclusão de areia também pode ser


um problema.
• Boa formação e bom escoamento de cavacos são vitais
para evitar marcas de arranhões na superfície da peça .
E Conceitos sobre fresas adequadas CoroMill Century para faceamento de Pastilha com ponta
alumínio. de PCD, CoroMill
Fresas desenvolvidas principalmente para fresamento de Century
alumínio são:
• CoroMill Century • Quando o teor de Si for acima de aprox. 8%, as pastilhas
• CoroMill 790 PCD (CD10) normalmente oferecem melhores eficiências de
Furação

• CoroMill Plura R216.32, R216.33 e R216.42 custo na usinagem.


A maioria das outras fresas CoroMill pode ser usada em
alumínio simplesmente escolhendo uma geometria da pastilha
F e classe dedicadas.
Escolha geometrias de pastilha positivas com arestas vivas
• Use classes de metal duro sem cobertura (H13A, H10)
Mandrilamento

quando o teor de Si for abaixo de 8%

G Dicas de aplicação Velocidade de corte vc


m/min
Sistemas de Fixação/

•D  iferente da maioria das outras aplicações de fresamento, o fluido de corte deve sempre
4000
ser usado em alumínio para evitar a abrasão nas arestas da pastilha e para melhorar o
acabamento superficial.
3000 CD10
• Uma velocidade de corte mais alta geralmente melhora o desempenho e não afeta negativa-
Máquinas

mente a vida útil da ferramenta.


2000
• Recomenda-se um valor de hex de 0.10-0.20 mm. Valores muito baixos podem levar à H10
­formação de rebarbas. H13A
1000
H Aviso! Certifique-se de que o rpm máximo para a fresa não seja excedido!
• Devido aos altos avanços da mesa, uma máquina com a função look ahead deve ser usada 0
para evitar erros dimensionais. SiC < 8% SiC > 8%
• A vida útil da ferramenta é sempre mais limitada pela formação de rebarbas ou pelo
acabamento superficial na peça. O desgaste na pastilha é difícil de ser usado como critério
Materiais

para a vida útil da ferramenta.

I
Informações/

D 38
Índice

MTG09 Milling D22-D41.indd 38 2010-01-27 10:47:10


Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de titânio e HRSA A

Torneamento geral
S Fresamento de titânio e HRSA
Superligas resistentes ao calor (HRSA) se enquadram em três
grupos de materiais; ligas à base de níquel, ferro e cobalto.
B
Titânio pode ser puro ou com liga. A usinabilidade de HRSA
e do titânio é insatisfatória, principalmente em condições

Corte e Canais
envelhecidas, que impõe exigências particulares sobre as
ferramentas de corte. Para informações mais detalhadas, veja
Materiais, Capítulo H e o guia de aplicação ”Superligas resist-
entes ao calor”, código C-2920:24, ou ”Usinagem de titânio”,
código C-2920:22.
C

Rosqueamento
Recomendações gerais:
válidas para HRSA e ligas de titânio D
Pontos principais
• Fresamento de HRSA e titânio geralmente requer máquinas
com alta rigidez, potência alta e torque com rpm baixo.

Fresamento
• Os tipos de desgaste mais comuns são desgaste tipo en-
talhe e lascamento da aresta. Use fresas com pastilhas redondas para minimizar o desgaste tipo
• Alta produção de calor limita a velocidade de corte. entalhe

Conceitos indicados de fresas e pastilhas E


• Use fresas com pastilhas redondas (CoroMill 300, CoroMill
200) sempre que possível para aumentar o efeito de afina-
mento de cavacos.
• A fresa CoroMill 690 Long Edge é otimizada para usinagem

Furação
de titânio. Para profundidades de corte abaixo de 5 mm,
o ângulo de posição deve ser menor que 45°. Na prática,
recomenda-se uma pastilha redonda de saída positiva.
• A precisão da fresa nas direções radial e axial é essencial F
para manter a carga constante no dente e uma operação
suave, além de prevenir falha prematura dos dentes in­di­vi­
duais da fresa.

Mandrilamento
• A geometria da aresta de corte deve sempre ser positiva
Permanência no corte ae 30 % de Dc
com um arredondamento otimizado da aresta, para evitar a
aderência de cavacos no ponto, onde a aresta sai do corte.
• O número de dentes em corte durante o ciclo de fresamento
deve ser o mais alto possível. Isto oferecerá boa produtivi- G
dade, se houver estabilidade. Use fresas de passo extrafino. vc
Sistemas de Fixação/

ae

fz
Máquinas

ap

z
H
= Vida útil da ferramenta

=R
 edução da vida útil da ferramenta a medida que o
Materiais

parâmetro de corte aumenta

Alterações causam impactos diferentes na vida útil da ferramenta; a


velocidade de corte, vc, possui o maior impacto, seguida por ae, etc.
I
Informações/

D 39
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de titânio e HRSA

Fluido de corte
Diferente do fresamento na maioria dos outros materiais, recomenda-se, nesse
caso, sempre usar refrigeração para auxiliar na remoção de cavacos, para controlar
o calor na aresta de corte e evitar recorte de cavacos. É preferível sempre refri­ CoroMill 690
geração sob alta pressão (70 bars) aplicada através do fuso/ferramentas ao invés
B de refrigeração externa e baixa pressão.
Exceção: O fluido de corte não deve ser aplicado no fresamento com pastilhas de
cerâmica devido ao térmico.
Corte e Canais

A refrigeração interna é vantajosa quando


usar pastilhas de metal duro

C Desgaste da pastilha/ferramenta
As duas causas mais comuns de falha da ferramenta e acabamento superficial
insatisfatório são:
Rosqueamento

• Desgaste excessivo de flanco e microlascamento da aresta.


• Desgaste tipo entalhe
• A melhor prática é indexar as arestas de corte a intervalos frequentes para ga- Desgaste típico da pastilha
rantir um processo confiável.
D • O desgaste de flanco ao redor da aresta de corte não deve exceder 0.2 mm para
uma fresa com um ângulo de posição de 90 graus, como a CoroMill 490 ou um Velocidade de corte vc
máximo de 0.3 mm para pastilhas redondas. m/min
100
Fresamento

Recomendações de geometria e classe: 50 GC1030


• GC2040 para desbaste e condições difíceis GC2040 GC1030
GC2040
• GC1030 para semidesbaste e acabamento 0
ISO S ISO S
E • Use geometrias positivas, como -ML e -PL Titânio HRSA
• GC1620 é a escolha básica para fresas inteiriças de metal duro CoroMill Plura
Furação

F
Fresas com pastilhas de cerâmica para desbaste HRSA
• O fresamento com pastilhas de cerâmica geralmente ocorre de 20 a 30 vezes a
Mandrilamento

velocidade com pastilhas de metal duro, embora com faixas de avanço menores
(~0.1 mm/dente), o que resulta em altos ganhos de produtividade. Devido ao
corte intermitente, trata-se de uma operação mais fria do que o torneamento. Por
este motivo, velocidades de 700-1000 m/min durante o fresamento são adapta-
das, comparado a 200-300 m/min para torneamento.
G • As cerâmicas possuem alta tendência ao desgaste tipo entalhe, por este motivo
Sistemas de Fixação/

as pastilhas redondas são as mais usadas para garantir um baixo ângulo de


posição.
• Nunca use refrigeração.
Fresa com pastilha de cerâmica para HRSA.
Máquinas

• As cerâmicas têm efeito negativo na integridade e topografia da superfície e, por-


tanto, não são usadas em usinagem próxima ao formato final da peça. Nota:

• A aplicação principal para a classe CC6060 (cerâmica Sialon) é a fresamento de •P


 astilhas cerâmicas NÃO são recomenda-
fundidos para motores, em Inconel 718, equipamento de perfuração de petróleo, das em titânio
H nos dois casos devido às altas taxas de remoção de metal. •N
 ÃO deve ser usada refrigeração com
• O desgaste de flanco máximo ao usar pastilhas de cerâmica em HRSA é 0.6 mm. pastilhas de cerâmica.
• Programa de fresas - Entre em contato com seu representante Sandvik Coromant
local para fazer seu pedido.
Materiais

I
Informações/

D 40
Índice
Fresamento de materiais diferentes - Fresamento de aços duros A

Torneamento geral
H Fresamento de aços duros
Este grupo de materiais contém aços endurecidos e tem-
perados com dureza de >45 – 65 HRC. Para informações
B
mais detalhadas sobre os materiais e as classificações, veja
Materiais, Capítulo H. Para recomendações dos dados de

Corte e Canais
corte, veja o catálogo Principal.
Os componentes típicos em fresamento são:
• Elementos em aço-ferramenta para matrizes de estamparia.
• Moldes plásticos
• Matrizes de forjamento C
• Matrizes para fundições
• Bombas de fornecimento de combustível

Rosqueamento
Pontos principais
• Desgaste abrasivo de flanco na pastilha.
• Microlascamento da peça .

Fresamento
Conceitos sobre fresas adequadas
•A  maioria das fresas CoroMill pode ser usada em aço
endurecido simplesmente escolhendo uma geometria da
pastilha e classe dedicadas. E
• Use geometrias de pastilha positivas com arestas vivas.
Isto reduzirá as forças de corte e produzirá uma ação de Matriz de estamparia
corte mais suave.
• A classe GC1010 é otimizada para aços duros.

Furação
• A classe GC1030 é uma escolha complementar para Carcaça de en-
grenagem
condições instáveis, por exemplo o desbaste de materiais
soldados.
• Para acabamento com CoroMill Plura, escolha a classe F
GC1610.
A classe CBN, CB50, pode ser usada em operações de

Mandrilamento
acabamento.
A classe GC1010 é otimizada para aços
duros.

G
Dicas de aplicação
Sistemas de Fixação/

• Opere sem refrigeração, evite fluido de corte.


• Fresamento trocoidal (veja a página D 121) é um método ade­
Máquinas

qua­do, o qual permite altas faixas de avanço em combinação


com força de corte baixa, gerando baixa temperatura na aresta
de corte e na peça, o que é benéfico para a produtividade, vida
útil da ferramenta e tolerâncias da peça.
• A estratégia de usinagem para operar "leve porém rápido" deve
H
também ser aplicada em faceamento, por exemplo, profun-
didade de corte pequena, ae e ap. Use uma fresa de passo
extrafino e velocidades de corte relativamente altas.
Materiais

Fresamento trocoidal
I
Informações/

D 41
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de cantos a 90 graus – visão geral da aplicação

Fresamento de cantos a 90 graus


Visão geral da aplicação
B

Fresamento de cantos a 90
Corte e Canais

graus/faceamento
Escolha de ferramentas D 44

C
Como aplicar D 46
Rosqueamento

D
Fresamento

E
Furação

F
Mandrilamento

Usinagem de borda
G
Escolha de ferramentas D 50
Sistemas de Fixação/

Como aplicar D 50
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 42
Índice
Fresamento de cantos a 90 graus – visão geral da aplicação A

Torneamento geral
Fresamento de cantos a 90 graus
Escolha de ferramentas D 45
B
Como aplicar D 48

Corte e Canais
C

Rosqueamento
D

Fresamento
E

Furação
F

Posicionado profundo

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Fresamento
Solução de problemas D 128
I
Informações/

D 43
Índice
A
Torneamento geral Faceamento de cantos a 90 graus – escolha de ferramentas

Faceamento de cantos a 90 graus


O fresamento de canto a 90 graus gera duas faces simulta-
B neamente, o que requer o fresamento periférico combinado
com o faceamento.
Obter um canto a 90 graus real é um dos requisitos mais
Corte e Canais

importantes.
O fresamento de cantos a 90 graus pode ser realizado por
fresas tradicionais para cantos a 90 graus e também por
meio do uso de fresas de topo, fresas Long Edge e fresas de
C facear e de disco. Devido às diversas opções, é fundamental
considerar cuidadosamente as especificações da operação
para fazer a escolha ideal.
Rosqueamento

Escolha de ferramentas
Fresamento

Faceamento de cantos a 90 graus


CoroMill® 490 CoroMill® 390 CoroMill® 290 CoroMill® Century CoroMill® 331
E
Furação

Diâ. da fresa (Dc), mm 20 – 80 40 – 200 40 – 250 40 – 200 80 – 315

F Profundidade de corte máx.


5.5 15.7 10.7 10 10.6
(ap), mm

Canto a 90 graus real +++ ++ + + ++


Mandrilamento

Material
P M K P M K P K P M K
N S H N S H N N S H

G Fresas para cantos a 90 graus


Sistemas de Fixação/

As fresas de facear cantos a 90 graus com desenhos tradi- ·A


 CoroMill Century é a primeira escolha em fresas para
cionais, geralmente, podem fazer o fresamento de cantos acabamento de alumínio em alta velocidade, mas também é
rasos a 90 graus "real". adequada para fresamento de outros materiais.
Máquinas

· A primeira escolha para fresas é a CoroMill 490 para cortes ·M


 uitas fresas de facear cantos a 90 graus são universais e
leves e precisos. Esta fresa oferece a precisão para fresa- podem ser usadas de forma bem sucedida para usinar furos.
mento de cantos a 90 graus mais profundos usando passes Elas oferecem uma boa alternativa para as fresas de facear
repetidos com alturas de cristas muito limitadas. para fresamento de superfícies com deflexão axial ou para
H fresamento próximo às faces verticais.
·A
 linha de fresas CoroMill 390 oferece uma ampla gama de
pastilhas, especialmente uma série completa de pastilhas ·A
 fresa de facear e de disco CoroMill 331 é uma fresa de ca-
com raios de cantos que contribuem para seu sucesso como nais que também pode ser usada com sucesso no fresamen-
uma fresa de uso geral. Ela também é a primeira escolha to de cantos a 90 graus largos e rasos. Ela também pode ser
Materiais

para fresamento de cantos a 90 graus em usinagem pesada. empregada para algumas operações de fresamento com fins
específicos, como o faceamento reverso.

I
Informações/

D 44
Índice
Faceamento de cantos a 90 graus – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Fresamento de cantos a 90 graus – fresas de topo
CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 490 CoroMill® 390 CoroMill® 390 CoroMill® 790
antivibratória

Corte e Canais
Diâ. da fresa (Dc), mm 10 – 20 10 – 25 20 – 80 12 – 40 20 – 40 25 – 100

Profundidade de corte máx.


38 11 5.5 15.7 10 12 / 18
(ap), mm
C
Canto a 90 graus real +++ +++ +++ ++ ++ ++

P M K P M K P M K P M K P M K

Rosqueamento
Material
N S H N S N S H N S H N S H N

Fresas de topo
As pastilhas indexáveis e as fresas inteiriças de metal duro
oferecem boas soluções para cantos a 90 graus que precisam
·A
 CoroMill 790 é a fresa de primeira escolha para fresamen-
to de materiais não ferrosos.
D
ser acessíveis.
·A
 s fresas inteiriças de metal duro CoroMill Plura estão
· A primeira escolha para fresamento universal é a CoroMill disponíveis em um grande número de versões para a maioria

Fresamento
390. Uma versão antivibratória permite a usinagem eficiente das condições de fresamento.
das superfícies mais profundas.

E
Fresamento de cantos a 90 graus – fresas Long Edge

Fresa Long Edge Fresa Long Edge Fresa Long Edge


CoroMill® 390 CoroMill® 690 Coromant

Furação
para acabamento

Mandrilamento
Diâ. da fresa (Dc), mm 32 – 200 50 – 100 50 – 80

Profundidade de corte máx.


85 112 150
(ap), mm

Canto a 90 graus efetivo +++


G
Sistemas de Fixação/

P M K P M K
Material
N S H S N S H
Máquinas

Fresas Long Edge


Geralmente as fresas Long Edge são usadas para fresamento ·E
 ntre as fresas deste tipo, a fresa Long Edge Sandvik
de cantos a 90 graus mais profundos. Coromant de corte leve para acabamento produz um H
acabamento superficial superior.
· A primeira escolha para desbaste geral é a CoroMill 390; em
condições estáveis, ela é capaz de remover metais pesados.
·A
 CoroMill 690 é a primeira escolha para o fresamento do Nota: Todas as fresas acima podem realizar operações de
Materiais

titânio. usinagem de borda e fresamento de ressaltos a 90 graus.

I
Informações/

D 45
Índice
A
Torneamento geral Faceamento de cantos a 90 graus – como aplicar

Como aplicar

Lista de verificação e dicas de aplicação


B
• O fresamento concordante é sempre a primeira escolha e especialmente impor-
tante para o fresamento de cantos a 90 graus devido ao ângulo de posição reto.
Corte e Canais

• A usinagem dever ser realizada de maneira que direcione as forças de corte


na direção dos pontos de apoio do dispositivo de fixação na medida do pos-
sível. Contudo, o fresamento discordante pode ser uma alternativa favorável em
alguns casos.

C •A
 seleção do passo da fresa depende da estabilidade de todo o sistema, incluin-
do: a máquina-ferramenta, peça e sua fixação, bem como o material da peça.
•E
 m máquinas ISO 40 e menores, são recomendadas as fresas de passo largo
Rosqueamento

devido à estabilidade limitada.


•A
 s fresas de passo largo também são recomendadas para usinagem de peças
montadas na parte superior de dispositivos de fixação tipo cubo. Para mais in-
formações sobre a rigidez da peça e estabilidade de montagem, veja Introdução,
página D 31.
D
•O
 posicionamento da fresa na peça é extremamente importante e deve receber
atenção extra.
•Q
 uando Dc/ae >10, o avanço, fz, deve ser ajustados de acordo com o valor de
Fresamento

hex para alcançar um bom resultado e evitar a quebra da aresta.


• Se a profundidade do canto a 90 graus for menor que 75% do comprimento da
aresta de corte, a qualidade da superfície vertical, geralmente, não precisa de
acabamento extra.
E
• Escolha uma classe de pastilha de metal duro mais tenaz para o faceamento.
•S
 e forem usadas as fresas CoroMill Long Edge e as condições forem desfa-
voráveis, pode ser necessária uma classe mais tenaz.
• Quando mais profundo for o corte, mais importante é a escolha de uma veloci-
Furação

dade de corte mais baixa para evitar vibrações.


• Quando ocorrerem vibrações, diminua vc e aumente fz, verifique o valor recomen-
F dado de hex novamente!
• Certifique-se de que a máquina tenha potência suficiente disponível para os
dados de corte escolhidos. Veja o capítulo I para mais informações sobre como
Mandrilamento

calculá-los.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 46
Índice
Faceamento de cantos a 90 graus – como aplicar A

Torneamento geral
Sistema de fixação
• Preste atenção especial aos requisitos de potência, quando fizer cortes B
grandes, especialmente, com fresas Long Edge.
•A
 montagem da ferramenta tem enorme influência no resultado do fresamento

Corte e Canais
com fresas menores de 50 mm.
•Q
 uanto maior for a profundidade de corte, o tamanho e a estabilidade do
acoplamento tornam-se ainda mais importante: pois as forças radiais são
consideráveis quando são usadas fresas de facear cantos a 90 graus, especial-
mente as fresas Long Edge. C
•O
 s acoplamentos Coromant Capto fornecem estabilidade ótima e menor de-
flexão para todos os tipos de fresas – especialmente importante com ferramen-

Rosqueamento
tas longas ou ampliadas.
• Para mais informações sobre adaptadores ampliados e antivibratórios, Silent
Tools, veja Introdução, página D 30 e Fresamento de perfis, página D 71.

Fresamento
Entrada em corte por rolagem
• As entradas suaves no corte são essenciais para evitar vibrações e maior vida
E
útil da ferramenta, especialmente durante o fresamento de cantos a 90 graus.
•P
 rograme a fresa para rolar para dentro do corte; sempre gere uma espessura
de cavacos igual a zero na saída: isso garantirá maior avanço e vida útil da ferra-
menta mais longa.

Furação
•E
 ste método é mais adequado para aplicações em que você esteja realizando
o fresamento de cantos externos, pois evita mudanças drásticas no corte. Para
mais informações sobre entrada em corte por rolagem, veja Introdução, página F
D 25.
• Mantenha a fresa em contato em um corte contínuo.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 47
Índice
A
Torneamento geral Faceamento de cantos a 90 graus – como aplicar

Como aplicar
Fresamento de cantos a 90 graus rasos
Essa operação bastante comum geralmente é realizada por fresas de facear cantos
B a 90 graus e fresas de topo. Um corte raso permite oferece um corte radial maior.
Frequentemente, essas fresas podem substituir as fresas de facear, especialmente
quando a pressão axial na peça for uma limitação e quando houver necessidade de
Corte e Canais

acessibilidade próxima às faces verticais ou seções de fixação.


• As opções de fresas para cantos a 90 graus extragrandes fornecem acessibili-
dade ótima no fresamento de cantos a 90 graus localizados no fundo.
• Sob condições estáveis, uma versão extra robusta da fresa para cantos a 90
C graus CoroMill 390 é capaz de taxas de remoção mais pesadas. Esta versão tam-
bém trabalha de forma confiável em condições severas, como o fresamento com
interrupções.
Rosqueamento

D
Fresamento de cantos a 90 graus profundos
Use passes repetidos com fresas de facear cantos a 90 graus e fresas de
Fresamento

topo
Para minimizar erros na superfície, como ressaltos e arestas de transição entre os
passes, é fundamental usar uma fresa de alta precisão que seja capaz de produzir
E cantos a 90 graus reais.
Se a profundidade do canto a 90 graus for menor que 75% do comprimento da
aresta de corte, a qualidade da superfície vertical, geralmente, não precisa de
acabamento extra.
Furação

Use um passe único com uma fresa Long Edge


F A fresa Long Edge é uma boa solução para aplicações de
fresamento de cantos a 90 graus mais profundos, maiores e,
geralmente, mais difícies:
Mandrilamento

• Maior capacidade de remoção de metal.


• Geralmente usada para o fresamento em desbaste, pois a
textura da superfície resultante é caracterizada pelo fresa-
mento lateral com faixas de avanço altas.

G Essas fresas são exigentes quanto a:


Sistemas de Fixação/

• Estabilidade
• Condição do fuso
• Escoamento dos cavacos
Máquinas

• Sistema de fixação
As fresas Long Edge mais curtas são adequadas para:
• Potência.
• Cantos a 90 graus radialmente grandes, mas rasos.
Como as forças radiais são consideráveis, uma aplicação de • Usinagem de canais em cheio com profundidade igual ao
H fresamento lateral se torna difícil. diâmetro, podendo limitar a máquina.
Versões mais longas destinam-se a:
• Fresamento de cantos a 90 graus com profundidade radial
moderada.
Materiais

• Usinagem de borda em máquinas potentes e estáveis.

I
Informações/

D 48
Índice
Faceamento de cantos a 90 graus – como aplicar A

Torneamento geral
Fresamento de cantos a 90 graus localizados no fundo

 s opções de fresas para cantos a 90 graus extragrandes fornecem acessibilidade ótima no fresamento
•A
de cantos a 90 graus localizados no fundo. Para os cantos a 90 graus que estiverem localizados em
profundidades maiores, use extensões com o acoplamento Coromant Capto. B
 s fresas Long Edge também estão disponíveis em versões extragrandes para serem usadas em cantos
•A
a 90 graus mais profundos. Porém, as profundidades radiais de corte são mais limitadas.

Corte e Canais
C

Rosqueamento
D

Fresamento
E
Fresamento de cantos a 90 graus usando fresas de facear e de disco

As fresas de facear e de disco também são usadas para fresamento de cantos a 90 graus, especialmente
se a configuração for estreita, mas radialmente ampla.

Furação
Com frequência, essas fresas são a única solução possível para faceamento reverso de faces e cantos a
90 graus ocultos.
F

Mandrilamento
Direita Esquerda

R331.52 L331.52
G
Sistemas de Fixação/

R331.52 L331.52
Máquinas

R331.52 L331.52 H

L331.52 R331.52
Materiais

A escolha certa de uma fresa CoroMill 331 para faceamento e faceamento reversos em fusos versão direita e es-
querda.
I
Informações/

D 49
Índice
A
Torneamento geral Usinagem de borda – escolha de ferramentas

Usinagem de borda - fresamento periférico


A usinagem de borda é de fato uma operação de fresamento
B lateral aplicada com passes da ferramenta em contornos.
O lateral e a usinagem de borda são opções de fresamento
periférico.
Corte e Canais

Escolha de ferramentas
 s arestas finas geralmente são produzidas por fresas de
•A
topo, enquanto bordas mais profundas ou espessas são
C geradas por fresas de topo que usam passes repetidos para
fresamento de cantos a 90 graus ou por fresas Long Edge
em um passe único.
Rosqueamento

 s cantos a 90 graus com profundidade duas vezes maior


•O
que o diâmetro são usinados de forma eficiente usando
as fresas Long Edge ou as fresas inteiriças de metal duro
CoroMill Plura. Para cantos a 90 graus profundos ou bordas
de peças espessas. Recomenda-se uma profundidade radial
D de corte de 0.5 vezes o diâmetro.
 s fresas de facear e de disco também podem ser usadas
•A
para usinagem de borda e fresamento periférico.
Fresamento

 ma hélice maior garante uma quantidade suficiente de


•U
dentes em corte e uma ação de corte suave para usinagem
de borda em pequenas profundidades de corte radial.
 ma fresa com passo fino ou extrafino é especialmente
•U
E adequada para a usinagem de borda. Isto também é válido
ao fresar bordas mais finas ou ressaltos a 90 graus rasos
usando fresas de topo a 90 graus.
Furação

F
Mandrilamento

Como aplicar
G
Listas de verificação e dicas de aplicação
Sistemas de Fixação/

 m fator crítico no fresamento periférico é atingir um avanço por dente adequa-


•U
do, fz.
Máquinas

 valor do avanço, fz, deve compensar a largura fresada da fresa o que influen-
•O
cia a espessura dos cavacos, veja Introdução, página D 20.
• Avanço por dente, fz, deve ser multiplicado pelo fator de modificação.
H
• Isto propiciará uma faixa de avanço maior com um arco de largura fresada
menor e, ao mesmo tempo, garantirá que a espessura dos cavacos seja grande
o suficiente.
 ntretanto, o fator de modificação pode não ser totalmente aplicável sempre:
•E
Materiais

a textura da superfície e as tendências a deflexão podem limitar a faixa de


avanço.

I
Informações/

D 50
Índice
Usinagem de borda – como aplicar A

Torneamento geral
Textura da superfícies – gerada radialmente

Como mencionado, a textura da superfícies e as tendências


fz2
a deflexão podem limitar a faixa de avanço, especialmente, h=
4×D
quando a profundidade radial do corte é menor. B
Quando usar a lateral de uma fresa de topo para fresar um
perfil, uma série de "cristas" será gerada. A altura da crista, -
h, é determinada por:

Corte e Canais
• Diâmetro da fresa, Dc
• Avanço por dente, fz
• Indicador do batimento radial, TIR.
C
As fresas com pastilhas intercambiáveis sempre terão um
TIR maior que as fresas inteiriças de metal duro. Além disso,
Quando não houver batimento radial da fresa, a altura da crista, h,

Rosqueamento
quanto maior o diâmetro da fresa, maior o número de dentes, será igualmente alta e pode ser calculada por meio da fórmula:
o que aumenta a distância entre o ponto alto e o baixo da
crista.

Para melhor acabamento superficial:


• Use CoroMill Plura ou CoroMill 316 inteiriças de metal duro. D
• Use um madril de arraste de alta precisão (CoroGrip ou
HydroGrip) com acoplamento Coromant Capto.
• Use o balanço mais curto possível.

Fresamento
Recomendações de avanço (desconsidere hex):
• Fresas com pastilhas intercambiáveis, valor inicial fz = 0.15
mm/dente
• Fresas inteiriças de metal duro, valor inicial fz = 0.10 mm/
E
dente

Nota: A pior qualidade da superfície é alcançada se apenas

Furação
uma aresta de corte gerar a superfície, devido ao batimento
radial ruim da fresa.
Quando houver um batimento radial na fresa, o avanço por dente, fz, e,
consequentemente, a altura da crista, h, variará de acordo com o TIR.
F

Mandrilamento
G
Profundidade do perfil/altura da crista
Sistemas de Fixação/

Rt = h
Máquinas

fz2
Rt =
4×D

H
Para mais informações sobre o tamanho da fresa, a
largura fresada e a posição relativos às peças, a for-
mação de cavacos e a entrada em corte por rolagem, veja
Introdução, página D 22.
Materiais

Para informações sobre a usinagem de borda axial usando fz fz batimento radial


as fresas de facear, veja Faceamento, página D 59.
I
Superfícies com e sem batimento radial.
Informações/

D 51
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de cantos a 90 graus – como aplicar

Fresamento de cantos a 90 graus de paredes


­finas e flexíveis
• As estratégias de usinagem para seções de paredes finas
B irão variar de acordo com a altura e a espessura da parede.
•E
 m todos os casos, o número de passes será determinado
pelas dimensões da parede e a profundidade de corte axial.
Corte e Canais

• Considere a estabilidade da fresa e da parede.


•U
 se as técnicas de alta velocidade (HSM) ou seja, pequena
ap/ae e alta vc, facilita o fresamento de paredes finas, pois
reduz o tempo de contato da ferramenta e, consequente-
C mente, o impulso e a deflexão.
• Deve ser aplicado o fresamento concordante.
Rosqueamento

• Métodos iguais são usados para o fresamento de alumínio


e do titânio.

D
Fresamento

Relação altura e espessura pequena <15:1:


• Usine um lado da parede em passes sem sobreposição.
E • Repita no lado oposto.
• Deixe sobremetal em ambos os lados para o acabamento
subsequente.
Furação

Relação altura e espessura moderada <30:1


Fresamento "Waterline" (Linha d'água):
F • Alterne os lados, usinando nas profundidades fornecidas,
sem passes sobrepostos.
Mandrilamento

Alternativamente
Fresamento com apoio escalonado:
•U
 ma abordagem semelhante, mas com sobreposição entre
G passes nos lados opostos da parede: isto fornece maior
apoio no ponto que está sendo usinado. O primeiro passe
Sistemas de Fixação/

deve estar em uma profundidade de corte reduzida, ap/2.


•E
 m ambos os casos, deixe um sobremetal nos dois lados
para o acabamento subsequente de 0.2 – 1.0 mm.
Máquinas

Os passes devem ser feitos em zigue-zague.


Materiais

I
Informações/

D 52
Índice
Fresamento de cantos a 90 graus – como aplicar A

Torneamento geral
Relação altura e espessura muito grande >30:1

Além de alternar os lados da parede durante a usinagem,


aproxime a espessura da parede desejada em estágios, us-
ando uma rotina "árvore de natal". B
 seção mais fina é sempre suportada pelas seções mais
•A
grossas abaixo dela à medida em que é usinada. Passe 2 Passe 1

Corte e Canais
• Abaixe a parede progressivamente.
Passe 3 Passe 4

Passe 6 Passe 5

>30:1

Rosqueamento
Paredes finas Waterline (Linha d'água) Apoio escalonado

D
Passe 2 Passe 1 Passe 1
Passe 4 Passe 1 Passe 2
Passe 3
Passe 3 Passe 4 Passe 4

Fresamento
Passe 5 Passe 2
Passe 6 Passe 5
Passe 5 Passe 6
Passe 6 Passe 3
Passe 7 Passe 8 Passe 7
Passe 8
<15:1 Passe 9 E
<30:1
Sobremetal para
acabamento Sobremetal para
acabamento Sobremetal para
acabamento

Furação
Fresamento de cantos a 90 graus com base de parede fina F
Usinagem de bases finas:
 se a usinagem em rampa circular no centro da área da base até a profundidade
•U

Mandrilamento
necessária.
• F aça o fresamento no sentido externo em uma usinagem em rampa circular a
partir desse ponto.

Se isso envolver o fresamento de uma superfície cujo lado oposto já tenha sido
G
Sistemas de Fixação/

usinado:
• Use uma ferramenta com um número mínimo de cortes.
Máquinas

• Aplique a menor pressão de contato possível deste lado.

Se a peça tiver um furo no centro da base:


H
• Deixe um apoio no local quando usinar o primeiro lado.
• Usine o segundo lado.
• Remova o apoio depois de concluir ambos os lados.
Materiais

I
Informações/

D 53
Índice
A
Torneamento geral Faceamento – visão geral da aplicação

Faceamento
Visão geral da aplicação
B
Corte e Canais

Faceamento geral
Escolha de ferramentas D 57

C
Como aplicar D 58
Rosqueamento

D
Fresamento

Fresamento em usinagem
Furação

pesada
F Escolha de ferramentas D 62

Como aplicar D 63
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 54
Índice
Faceamento – visão geral da aplicação A

Torneamento geral
B
Fresamento com
altos avanços

Corte e Canais
Escolha de ferramentas D 60

Como aplicar D 61
C

Rosqueamento
D

Acabamento com pastilhas Wiper

Fresamento
Escolha de ferramentas D 64

Como aplicar D 65
E

Furação
Fresas otimizadas para o material F

Mandrilamento
K Veja a página D 36. N Veja a página D 38.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Fresamento
Solução de problemas D 128
I
Informações/

D 55
Índice
A
Torneamento geral Faceamento – escolha de ferramentas

Faceamento
O faceamento é a operação mais comum no fresamento e
B pode ser realizado usando uma ampla gama de diferentes
ferramentas. As fresas com um ângulo de posição de 45º
são usadas com mais frequência, mas as fresas com pasti­
Corte e Canais

lhas redondas, as fresas para cantos a 90 graus e as fresas


de facear e de disco também são usadas em determinadas
condições.

C
Rosqueamento

Visão geral das fresas de facear


D O diagrama abaixo mostra a principal área de aplicação para diferentes conceitos da fresas, em termos de
profundidade de corte, ap, e o avanço por dente, fz.

ap
Fresamento

CoroMill 390 LE
CoroMill 690

CoroMill 245 Fresas para usinagem


CoroMill 345 pesada
CoroMill 360
Furação

CoroMill 390
CoroMill 490
F Fresas redondas
CoroMill 200
CoroMill 300
Mandrilamento

CoroMill 210

Fresas a 45 graus

Fresas a 90 graus
G
Sistemas de Fixação/

fz
Máquinas

H
Materiais

I Direção das forças de corte gerada por diferentes ângulos de posição.


Informações/

D 56
Índice
Faceamento geral – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Faceamento geral
Escolha de ferramentas
B

Corte e Canais
Fresas a 45 graus CoroMill® 245 CoroMill® 345 Sandvik AUTO

• Primeira escolha para uso geral


• Reduz vibrações em balanços longos
• O efeito de afinamento dos cavacos
permite aumento da produtividade C
Profundidade de corte máx.
6/10 6 6
(ap), mm

Rosqueamento
Diâ. da fresa (Dc), mm 32 – 250 40 – 250 80 – 500

Material
P M K P M K K
N S H S H
D

Fresas a 90 graus CoroMill® 490 CoroMill® 290 CoroMill® 390

Fresamento
• Peças com paredes finas
• Peças com fixação fraca
• Onde o ângulo 90° é necessário
E
Profundidade de corte máx.
5.5 10.7 10/15.7
(ap), mm
12 – 42/
Diâ. da fresa (Dc), mm 20 – 80 40 – 250

Furação
400 – 200

Material
P M K P K P M K
N S H N S H
F

Mandrilamento
Fresas com pastilhas CoroMill® 200 CoroMill® 300

redondas
• Fresa para uso geral
• A mais robusta aresta de corte G
Sistemas de Fixação/

• Muitas arestas por pastilha


• Especialmente adequada para ligas
Profundidade de corte máx.
resistentes ao calor, ISO S. 10 7/8
(ap), mm
• Ação de corte suave
Máquinas

10 – 42/
Diâ. da fresa (Dc), mm 25 – 160
25 – 125

Material
P M K P M K
N S H N S H H

Fresas de 60°– 65°


Materiais

Veja a página D 152.

Fresas de 10 graus
Veja a página D 60.
I
Informações/

D 57
Índice
A
Torneamento geral Faceamento geral – como aplicar

Como aplicar

Listas de verificação e dicas de aplicação


B
• Considere a estabilidade da máquina-ferramenta, o tamanho e o tipo (vertical ou
horizontal) do fuso e a potência disponível.
Corte e Canais

• Use uma fresa com diâmetro que seja de 20 a 50% maior que a peça.

C •C
 onsidere a espessura máxima de cavacos quando posicionar a fresa para avanço
otimizado.
Rosqueamento

•P
 osicione a fresa um pouco fora do centro para produzir cavacos mais finos na
saída.

•P
 rograme a fresa para rolar para dentro do corte e reduza o avanço para obter uma
entrada suave.
Fresamento

Entrada em corte
por rolagem
E
•A
 plique o fresamento concordante para formação de cavacos favorável, ou seja,
cavacos grossos a finos.

• Evite entradas e saídas através da programação do percurso da ferramenta.


Furação

F
•S
 e possível, deve-se evitar entradas e saídas frequentes da peça. Isso pode
criar tensão prejudicial na aresta de corte ou causar tendências de paradas
Mandrilamento

e trepidação. Recomenda-se que você programe um percurso de ferramen-


tas que mantenha a fresa em total contato ao invés de realizar passes pa-
ralelos. Quando mudar a direção, inclua um percurso radial pequeno da fer-
ramenta para manter a fresa em movimento e constantemente em contato.

G Mantenha a fresa cons-


tantemente em contato.
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Faceamento intermitente de superfícies com interrupções


• Se possível, evite o fresamento em interrupções (furos ou canais). Tais cortes
H intermitentes exigem muito das arestas de corte, pois causam diversas entra-
das e saídas.
• Como alternativa, reduza a faixa de avanço recomendada em 50% na área da
peça que contém as interrupções.
Materiais

Evite o fresamento em interrupções.


I ➤
Informações/

D 58
Índice
Faceamento geral – como aplicar A

Torneamento geral

Faceamento de seções flexíveis e com paredes finas
• Considere a direção das principais forças de corte em relação à estabilidade da
peça e da fixação. B
• Quando usinar peças axialmente fracas, use uma fresa para cantos a 90 graus,
pois ela conduz a maior parte das forças de corte em uma direção axial.
• Como alternativa, use uma fresa de facear de corte leve.

Corte e Canais
• Evite profundidades de cortes axiais que sejam menores que 0.5–2 mm para
minimizar as forças axiais.
• Use uma fresa de passo largo para obter o menor número possível de arestas de
corte.
• Use arestas vivas positivas (-L) para minimizar as forças de corte. C

Rosqueamento
As dicas resumidas acima são descritas com mais detalhes na Introdução, veja as páginas D 20–D 31.

D
Usinagem de borda de seções finas usando fresas de facear
• A fresa deve ser posicionada fora do centro para operações de faceamento nas arestas de seções

Fresamento
finas. O corte torna-se mais suave e as forças de corte são direcionadas de forma mais uniforme pela
parede o que reduz o risco de vibrações.
• Para essas operações, selecione um passo da fresa que mantenha mais de uma pastilha no corte o
tempo todo.
• Use a geometria de pastilha mais leve possível (leve em vez de média, ou média em vez de pesada). E
• Escolha o menor raio da pastilha e a fase paralela mais curta para reduzir o risco de vibrações em
peças com paredes finas.
• Use dados de corte baixos, profundidade de corte pequena, ap, e avanço/dente, fz.

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Para mais informações sobre o tamanho da fresa, o contato e a posição em relação às peças, além da formação dos
cavacos, veja Introdução, página D 22 - D 25.
I
Informações/

D 59
Índice
A
Torneamento geral Fresamento com altos avanços – escolha de ferramentas

Fresamento com altos avanços


O faceamento com um avanço muito alto por dente (até 4
B mm/dente) é possível quando usar fresas que tenham peque-
nos ângulos de posição ou quando usar fresas com pasti-
lhas redondas, devido ao efeito de afinamento dos cavacos.
Corte e Canais

Embora a profundidade de corte seja limitada a menos de 2


mm, o avanço extremo torna-se um método de fresamento
altamente produtivo.
Os conceitos de fresas específicas são dedicados para fre-
samento com altos avanços extremos em pequenas profun-
C didades de corte axiais. Um ângulo de posição pequeno é o
pré-requisito necessário para aplicar um alto avanço, leve e
rápido.
Rosqueamento

D Escolha de ferramentas
CoroMill® 210 CoroMill® 316 CoroMill® Plura CoroMill® 200 CoroMill® 300
Fresamento

E
Fresas para altos avanços Fresas com pastilhas redondas

Profundidade de corte máx.


1.2 – 2 1.3 1.3 10 7/8
(ap), mm
Furação

10 – 42/
Diâ. da fresa (Dc), mm 25 – 160 10 – 25 4 – 20 25 – 160
25 – 125

F Material
P M K P M K P M K P M K P M K
N S H N S N S H N S H N S H
Mandrilamento

CoroMill® 210 Nota: Não exceda a máxima ap recomendada para CoroMill


• A mais produtiva fresa de facear com altos avanços com um 210, CoroMill Plura e CoroMill 316. Para fresas com raio
ângulo de posição de 10° que propicia avanço muito alto por e pastilhas redondas, o valor de ap deve ser mantido bem
G dente, fz. abaixo do valor máximo recomendado para permitir o fresa-
mento com altos avanços.
Sistemas de Fixação/

CoroMill® Plura e CoroMill® 316


• Mais que o dobro de faixas de avanço se comparada às CoroMill® 200 e CoroMill® 300
fresas de topo convencionais em pequenas profundidades • Fresas com pastilhas redondas.
Máquinas

de corte, ap. • Aumento do efeito de afinamento dos cavacos com corte


• F erramentas de alta precisão otimizadas para usinagem com axial reduzido.
alta velocidade de aço endurecido. • Ação de corte suave.
H • Do desbaste ao semiacabamento de contornos e confi-
gurações assimétricas em faixas de avanço extremas.
• Fresas de uso geral para condições difíceis ou leves.
Materiais

I
Informações/

D 60
Índice
Fresamento com altos avanços – como aplicar A

Torneamento geral
Como aplicar

Fresas com um pequeno ângulo de posição


A espessura máxima de cavacos é drasticamente reduzida B
com um ângulo de posição pequeno. Isto permite que faixas
de avanço extremamente altas sejam usadas sem sobrecar-
regar as pastilhas.

Corte e Canais
Para CoroMill 210:
• Isso é real apesar das profundidades de corte limitadas
permitidas pelo ângulo de posição de dez graus; máximo de
2.0 mm com a pastilha de 14 mm e 1.2 mm com a pastilha
de 9 mm. C
• Em condições muito favoráveis, pode ser usado um avanço
por dente, fz, de até 4 mm/dente e podem ser alcançados CoroMill

Rosqueamento
valores de taxa de remoção de metal (Q) de até 1400 cm³/ 210
min.
Nota: Evite usinar sempre contra um canto a 90 graus porque
o efeito positivo de um ângulo de aproximação baixo será
perdido, ou seja, a profundidade de corte aumentará drastica- iC Dimensões, mm
mente.
Material
não usi-
D
nado
Como sempre, a faixa de avanço deve ser reduzida e adaptada
de acordo com as condições específicas e evitar vibrações iC R b ap x
que possam danificar as pastilhas.

Fresamento
9 2.5 7.05 1.2 0.79
14 3.5 12.0 2.0 1.48

Quando usar a CoroMill 210 em aplicações com altos


avanços, os mesmos dados de corte podem ser programados E
iguais aos que seriam usados para uma fresa de pastilha
redonda com raio de pastilha R, veja a tabela.

Furação
Fresas com pastilhas redondas
Quando usar técnicas de fresamento com altos avanços e uma fresa com pastilha
redonda, como a CoroMill 200 ou CoroMill 300, a profundidade de corte deve ser F
mantida baixa (máx. 10% do diâmetro da pastilha, iC) caso contrário, o efeito de
afinamento de cavacos é reduzido e o avanço deve ser diminuído, veja a ilustração.

Mandrilamento
Nota: Quando usar fresas com pastilhas redondas, é importante reduzir o avanço
quando se aproximar de uma parede/canto a 90 graus devido à profundidade de
corte aumentar de repente.

G
A espessura de cavacos, hex, varia com as
Sistemas de Fixação/

pastilhas redondas e depende da profundi-


dade de corte, ap.
Máquinas

Pastilhas robustas para desbaste geral


•O
 melhor desempenho é alcançado quando a profundidade de corte for menor que
25% x diâmetro da pastilha, iC.
H
Materiais

Em pastilhas redondas, a carga de cavacos e


o ângulo de posição variam com a profundi-
dade de corte. I
Informações/

D 61
Índice
A
Torneamento geral Faceamento em usinagem pesada – escolha de ferramentas

Faceamento em usinagem pesada


Essas aplicações incluem o fresamento em desbaste de
B blanks laminados a quente ou forjados, fundidos e estrutu-
ras soldadas em grandes fresadoras portais e fresadoras
potentes, ou centros de usinagem.
Corte e Canais

Grandes quantidades de material devem ser removidas, geran-


do altas temperaturas e altas forças de corte que impõem
exigências específicas das pastilhas de fresamento:
• Cargas pesadas na aresta na profundidade de corte
máxima.
C
• Desgaste em cantos por casca abrasiva quando a profundi-
dade de corte for próxima de zero.
Rosqueamento

Um ângulo de posição de 60º é ótimo para uma fresa de usi-


nagem pesada. Este desenho fornece:
• Boa capacidade de profundidade de corte, forças de corte
relativamente homogêneas e um efeito de afinamento de
cavacos que propicia altas faixas de avanço.
D • A folga axial do desenho permite que a pastilha tenha uma
fase paralela significativa, gerando bom acabamento da
superfície.
Fresamento

Escolha de ferramentas
E
CoroMill® 360 CoroMill® 245-18 T-Max 45 CoroMill® 390-18 CoroMill® 300-20
Furação

F Ângulo de posição (kr), mm 60° 45° 45° 90°


Pastilhas redon-
das
Profundidade de corte máx.
13 / 18 10 12 15.7 10
(ap), mm
Mandrilamento

Diâ. da fresa (Dc), mm 160 – 500 32 – 250 100 – 400 40 – 200 66 – 200

Material
P M K P M K P M K P M K P M K
S N S H H N S H S H
G
Sistemas de Fixação/

CoroMill® 360 CoroMill® 245, pastilha tamanho 18


• Projetada para um manuseio eficaz da ferramenta, o que re- • Uma fresa de facear em usinagem média com capacidade
sulta em tempo de máquina parada mais curto e indexação para cortes mais leves.
Máquinas

rápida e segura das pastilhas na máquina. • Capaz de profundidades de corte de 6 a 8 mm dentro de


• A capacidade de profundidade de corte de até 18 mm para uma faixa de avanço de 0.2 a 0.6 mm.
boa remoção de metal e usinagem de superfícies ondula- • Primeira escolha de fresa de facear para condições difíceis
das, desiguais.
H • Alta produtividade – faixas de avanço de 0.4 – 0.7 mm por
em grandes centros de usinagem.
• Pode ser usada com pastilhas Wiper para fresamento de
dente. superfícies com bom acabamento.
• Fase paralela significativa para bons resultados de semi-
acabamento.
Materiais

• Canto robusto da pastilha para resistir à casca superficial


abrasiva, com profundidades de corte pequenas.
• Resistência da fresa para segurança em cortes muito exi-
gentes.
I
Informações/

D 62
Índice
Faceamento em usinagem pesada – como aplicar A

Torneamento geral
CoroMill® 390-18 T-Max 45
Primeira escolha para fresamento e faceamento de cantos a Uma fresa de facear a 45° de alta performance, inicialmente
90 graus na usinagem média. desenhada para lidar com condições exigentes em geral e
operações que envolvam longo balanço do fuso em que o
CoroMill® 300, tamanho da pastilha 20
avanço por pastilha é limitado pelas tendências às vibrações.
Uma fresa para carga média com arestas robustas, para con-
dições difíceis, como o fresamento em cascas e interrupções. • A capacidade de profundidade de corte de até 12 mm e a B
A geometria da pastilha redonda proporciona uma ação de faixa de avanço de até 0.5 mm propiciam remoção de metal
corte suave. eficiente.

Corte e Canais
Oito arestas de corte podem ser utilizados em condições • As pastilhas espessas com 2 mm de fase paralela ou Wiper,
favoráveis. que podem ser axialmente ajustadas, tornam essa fresa
A profundidade de corte máxima é de 10 mm. A espessura de uma ferramenta de desbaste confiável; embora também
cavacos máxima recomendada varia bastante até 0.55 mm seja capaz de fazer o fresamento de acabamento.
por dente, dependendo da geometria da pastilha e da profun- • A fixação da pastilha com mecanismo tipo mola para fácil
didade de corte. Para informações completas, veja a página D manuseio e rápida indexação da pastilha. C
164.

Rosqueamento
D
Como aplicar

Fresamento
Listas de verificação e dicas de aplicação
Entrada no corte
Devido às condições difícies comuns no fresamento de usinagem pesada, frequentemente, a E
entrada no corte é crítica; recomenda-se que ele seja feito progressivamente.
• Se possível, programe o percurso da ferramenta para rolar para dentro no corte.
• Caso contrário, reduza o avanço até que a fresa tenha contato total.

Furação
Posição e tamanho da fresa
No fresamento em usinagem pesada, onde frequentemente muitos passes devem ser realiza-
dos para fazer o fresamento de uma superfície grande, é importante seguir as recomendações
sobre: F
• Posição da fresa e contato
• Tamanho da fresa em relação à capacidade da máquina

Mandrilamento
• Percurso da ferramenta para evitar saídas desfavoráveis
Para recomendações, veja Introdução, página D 22.

G
Sistemas de Fixação/

Esteja atento às altas temperaturas


Máquinas

O exigente fresamento em usinagem pesada gera altas temperaturas. Quando são usadas mesas magnéticas para fixar a
peça, os volumes grandes de cavacos que são produzidos frequentemente serão retidos ao redor da fresa. As con-
sequências incluem escoamento de cavacos parcial ou interrompido e recorte de cavacos que são prejudiciais à vida útil da
ferramenta. Para evitar isso, mantenha a área de trabalho livre de cavacos. H
Evite que os cantos vulneráveis das pastilhas esfreguem na casca abrasiva e irregular aumentando a profundidade de corte,
de modo que o ponto de contato superficial mude para a área mais robusta da aresta principal de corte da pastilha.
Nota: Ao montar as pastilhas intercambiáveis na fresa, use luvas para evitar acidente ou queimaduras devido ao calor.
Materiais

I
Informações/

D 63
Índice
A
Torneamento geral Acabamento com pastilhas Wiper – escolha de ferramentas

Acabamento com pastilhas Wiper


O excelente acabamento superficial pode ser alcançado com
B pastilhas standard combinadas com uma ou mais pastilhas
Wiper. As pastilhas Wiper trabalham de maneira mais eficiente
com alto avanço por rotação, fn, em fresas de diâmetros
Corte e Canais

maiores com passo extrafino e facilidade de ajuste.


O avanço por rotação pode ser aumentado aprox. quatro vezes
enquanto ainda mantém boa qualidade superficial. As pasti-
lhas Wiper podem ser usadas no fresamento da maioria dos
materiais para produzir superfícies com boa textura – mesmo
C sob condições desfavoráveis.
Rosqueamento

D Escolha de ferramentas
CoroMill® 345 CoroMill® 245 CoroMill® 365 CoroMill® Century AUTO-AF AUTO-FS
Fresamento

E
Ângulo de posição (kr), mm 45° 45° 65° 90° 75° 90°

Profundidade de corte máx.


6 10 6 10 1 8.1
(ap), mm
Furação

Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 250 32 – 250 40 – 250 40 – 200 80 – 500 125 – 500

F Acabamento superficial (Ra) < 1.0 < 1.0 < 1.0 < 1.0 < 1.0 < 1.0

Material
P K P M K P K P M K K K
N S H N S H
Mandrilamento

CoroMill® 245 CoroMill® Century


Uma ampla gama de pastilhas Wiper estão disponíveis para Um sistema de ajuste altamente preciso permite o uso
acabamento da maioria dos materiais. Fresas com diâmetros de Wipers em mais de um assento de pastilha em fresas
maiores de desenho de cassete são mais fáceis de ajustar maiores e em todos os assentos de pastilhas em fresas
G axialmente. menores, o que propicia produtividade máxima ao mesmo
Sistemas de Fixação/

tempo em que mantém o ótimo acabamento superficial. As


CoroMill® 345
classes de pastilhas disponíveis cobrem o acabamento da
Está disponível uma pastilha Wiper com duas arestas Wiper Wiper em muitos materiais.
versão direita e duas versão esquerda de 5 mm de compri-
Máquinas

mento. AUTO-AF
Todos os tamanhos de fresas têm cassetes ajustáveis com
CoroMill® 365
assentos de pastilhas adequados para Wipers tipo L ou tipo F
Duas pastilhas Wiper estão disponíveis com uma aresta Wiper mais longa. As fresas com diâmetros
H • Uma com duas arestas de versão esquerda e duas versão maiores têm desenho Cap.
direita
• Uma com aresta extralonga e com uma aresta versão direita AUTO-FS
e uma esquerda. As fresas com diâmetro grande têm desenho Cap e são
ajustáveis axialmente por meio do uso de calços. Há dispo­ní­
Materiais

As versões de fresa Cap com diâmetro grande são ajustáveis vel uma pastilha Wiper com quatro arestas.
axialmente por meio do uso de calços.

I
Informações/

D 64
Índice
Acabamento com pastilhas Wiper – como aplicar A

Torneamento geral
Como aplicar

Acabamento espelhado com altos avanços


•Q
 uando fn excede 80% do comprimento da fase paralela, Rugosidade superficial
B
bs, em pastilhas standard, uma aresta Wiper melhorará a
superfície.

Corte e Canais
•Q
 uando o avanço por rotação, fn, aumenta em fresas de
Pastilhas stan­ Com uma pas-
diâmetros grandes com um número maior de pastilhas, tilha Wiper
dard somente
o uso de pastilhas Wiper torna-se fundamental para manter
o acabamento superficial.
•O
 batimento axial da fresa, que depende da inclinação do C
fuso, do tamanho da fresa, da montagem e da precisão de
seu ajuste, influencia a ondulação da superfície usinada. A Avanço
fn = avanço /rotação fn
fase Wiper saliente compensará isto e produzirá uma su-

Rosqueamento
perfície lisa. Um avanço por rotação limitado a 60% da fase fn1 ≤ 0.8 x bs1 fn2 ≤ 0.6 x bs2
Wiper irá garantir isso.
•U
 ma fase Wiper projeta-se abaixo das pastilhas de fresa-
mento em aproximadamente 0.05 mm, quando montada em
fresas com assentos fixos da pastilha. Para fresas CoroMill bs1 bs2
D
com desenho de cassete, a aresta Wiper pode ser ajustada
a esta posição com maior precisão. A projeção sujeita as
pastilhas Wiper a cargas maiores que as pastilhas conven- bs1
cionais, o que pode levar à vibrações. Portanto, as Wipers

Fresamento
devem ser usadas para usinagem leve em profundidades de
cortes moderadas e em números limitados.
•A
 profundidade de corte deve ser leve para limitar as forças
axiais e reduzir o risco de vibrações. Em acabamento, a pro- E
fundidade de corte axial recomendada é de 0.8 – 1.0 mm.
•É
 necessário cuidado extra quando montar uma pastilha
Wiper para posicionar corretamente sua aresta longa.

Furação
F
Exemplo:
• A largura da fase paralela, bs, na pastilha é de 1.5 mm.
• Há 10 pastilhas na fresa e o avanço por dente, fz, é de 0.3 mm. O avanço por

Mandrilamento
rotação, fn, será de 3 mm, ou seja, duas vezes o comprimento da fase paralela.
• Para assegurar um bom acabamento superficial, o avanço por rotação deve ser no
máximo 80% de 1.5 mm = 1.2 mm.
• Uma pastilha Wiper correspondente terá uma fase paralela com uma largura de
aprox. 8 mm. G
• Resultado: O avanço por rotação pode ser aumentado de 1.2 mm a 60% de 8
Sistemas de Fixação/

mm = 4.8 mm. Nota: Outras limitações, como a potência da máquina, devem ser
levadas em consideração.
Máquinas

Dicas adicionais para obter um "acabamento espelhado"


• Use alta velocidade de corte e/ou pastilhas de cermet para obter uma superfície
brilhante. H
• Use o fluido de corte ou névoa de óleo para materiais ISO M e S.
• As pastilhas com cobertura PVD e arestas vivas e um ap de 0.5 – 0.8 mm
produzem melhor acabamento superficial.
Materiais

I
Informações/

D 65
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de perfis – visão geral da aplicação

Fresamento de perfis
Visão geral da aplicação
B
Corte e Canais

Fresamento de perfis
Escolha de ferramentas D 68

C
Como aplicar D 70
Rosqueamento

D
Fresamento

E
Furação

F
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 66
Índice
Fresamento de perfis – visão geral da aplicação A

Torneamento geral
Tornofresamento
Escolha de ferramentas D 81
B
Como aplicar D 82

Corte e Canais
C

Rosqueamento
D

Fresamento
E

Furação
Fresamento de lâmina: Perfilamento e tornofresamento F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Fresamento
Solução de problemas D 128
I
Informações/

D 67
Índice
A
Torneamento geral Perfilamento – escolha de ferramentas

Fresamento de perfis
O fresamento de perfis envolve o fresamento com múltiplos
B eixos de formatos côncavos e convexos em duas ou três
dimensões.
Quanto maior a peça e mais complicada a configuração da
Corte e Canais

máquina, maior é a importância do planejamento do processo.


O processo de usinagem deve ser dividido em pelo menos
três tipos de operação:
• Desbaste/semidesbaste
C • Semiacabamento
• Acabamento.
Rosqueamento

Algumas vezes, é necessário o superacabamento, frequen-


temente realizado usando técnicas de usinagem com alta
velocidade (HSM). O fresamento do sobremetal restante,
também chamado de fresamento de retoque, está incluído
nas operações de semiacabamento e acabamento.
D
Para melhor precisão e produtividade, recomenda-se realizar
o desbaste e o acabamento em máquinas separadas e usar
ferramentas de corte dedicadas para cada operação.
Fresamento

A operação de acabamento deve ser executada em uma


máquina-ferramenta de 4/5 eixos com software e técnicas de
programação avançados. Isto pode reduzir significativamente, ou
até mesmo eliminar totalmente, o demorado trabalho manual de
E acabamento final. O resultado final será um produto com melhor
precisão geométrica e uma maior qualidade superficial.

Escolha de ferramentas
Furação

F Fresas para desbaste e semidesbaste


Mandrilamento

CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 216

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Desenho VFD BNE Raio de BNE BNE


raio de canto
canto

H
Diâm. da fresa (Dc), mm 4 – 20 1 – 20 10 – 25 10 – 50

Profundidade de corte máx.


38 13 44.6
(ap), mm

P M K P M K P M K
Materiais

Material
N S H N S N S H

VFD = Profundidade variável do canal


I BNE = Fresa de topo Ball Nose
Informações/

D 68
Índice
Perfilamento – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Fresas para desbaste e semidesbaste B

Corte e Canais
CoroMill® 390 CoroMill® 300 CoroMill® 200 CoroMill® 790

Rosqueamento
Desenho Raio Toroidal Redonda Redonda Raio

Diâm. da fresa (Dc), mm 12 – 200 10 – 42 25 – 125 25 – 160 25 – 54 40 – 100

Profundidade de corte máx.


D
12 – 42 40 – 200 7/8 10 12/18
(ap), mm

Material
P M K P M K P M K
N S H N S H N S H N

Fresamento
E
Fresas para acabamento e superacabamento

Furação
CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 216F CoroMill® 790

Mandrilamento
Desenho VFD BNE Raio de BNE BNE Raio
raio de canto
canto
G
Sistemas de Fixação/

Diâm. da fresa (Dc), mm 4 – 20 1 – 20 10 – 25 8 – 32 25 – 54 40 – 100

Profundidade de corte máx.


38 13 4.8 12/18
(ap), mm
Máquinas

Material
P M K P M K P M K P M K
N S H N S N S H N S H
BNE = Fresa de topo Ball Nose H
Materiais

I
Informações/

D 69
Índice
A
Torneamento geral Perfilamento – como aplicar

Como aplicar

Lista de verificação e dicas de aplicação


B
O perfil da peça deve ser estudado cuidadosamente para selecionar as ferramentas certas e encontrar o mé-
todo de usinagem mais adequado:
Corte e Canais

• Defina o raio mínimo e a profundidade máxima da cavidade.


• Estime a quantidade de material a ser removido.
• Considere o set-up da ferramenta e a fixação da peça para evitar vibrações, veja a
página D 30.
C • Toda a usinagem deve ser realizada em máquinas dedicadas para obter boa pre-
cisão geométrica no perfil.
• Usando máquinas-ferramentas precisas e para as operações de acabamento e su-
Rosqueamento

peracabamento, a necessidade do demorado polimento manual pode ser reduzida


ou eliminada em alguns casos.
• Pode ser necessária alguma programação avançada para que se obtenha maior
economia.
•U  se a fresa de topo CoroMill Plura com a técnica de alta velocidade (HSM) para
D usinar próximo ao perfil final e alcançar o melhor acabamento possível, veja a página
D 75.
• O desbaste e o semiacabamento de peças grandes, como regra geral, são feitos
de forma mais eficiente com métodos e ferramentas convencionais. Uma exceção
Fresamento

é o alumínio, para o qual as altas velocidades de corte também são usadas para
desbaste.

Vibrações – métodos para reduzi-las


E
As vibrações são um obstáculo no fresamento de perfis profundos usando balanços
longos. Os métodos comuns de superar esse problema são reduzir a profundidade de
corte, a velocidade ou o avanço.
• Use ferramentas modulares rígidas com boa precisão de batimento radial.
Furação

• Ferramentas modulares aumentam a flexibilidade e o número de combinações pos-


síveis.
• Use ferramentas antivibratórias ou barras de extensão quando o comprimento total
F da ferramenta, da linha de calibração até o ponto mais baixo da aresta de corte,
exceder 4 a 5 vezes o diâmetro na linha de calibração.
• Use extensões feitas de metal pesado caso a resistência à flexão deva ser radical-
Mandrilamento

mente aumentada.
• Use ferramentas de fixação e de corte balanceadas para fusos com velocidade
acima de 20,000 rpm.
• Escolha o maior diâmetro possível nas extensões e adaptadores em relação ao
diâmetro da fresa.
G • 1 mm de diferença radial entre a ferramenta de fixação e de corte é suficiente. Use
fresas extragrandes.
Sistemas de Fixação/

• O fresamento em mergulho é um método alternativo para fresamento com ferra-


mentas longas, veja Métodos dedicados, página D 116.
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 70
Índice
Perfilamento – como aplicar A

Torneamento geral
Aumente o comprimento da ferramenta gradual-
mente
Para manter a produtividade máxima em operações de desbaste, em que o passe
final está localizado no fundo da peça, é importante trabalhar com uma série de B
extensões para a fresa.
• Inicie com a extensão mais curta, pois as mais longas limitam a produtividade

Corte e Canais
e tendem a gerar vibrações.
•M
 ude para ferramentas longas nas posições pré-determinadas no programa. A
geometria da cavidade determina o ponto de troca.
•A
 dapte os dados de corte para cada comprimento da ferramenta para manter a
produtividade máxima. C

Rosqueamento
Abertura de uma peça sólida
• Ao abrir uma cavidade, é importante escolher um método •O
 uso de fresas com pastilha redonda (CoroMill 300 ou
que minimize ap, e também deixe uma seção constante para CoroMill 200) irá gerar transições suaves entre os passes D
operação de perfilamento. e deixará menos sobremetal em quantidades mais ho-
mogêneas para a operação de perfilamento, resultando em
•A
 s fresas de topo/para facear cantos a 90 graus ou as
uma melhor qualidade da peça.
fresas Long Edge deixarão uma seção em degraus que

Fresamento
deve ser removida. Isto gera variação nas forças de corte e •U
 ma terceira alternativa é usar uma fresa com alto avanço
deflexão da ferramenta. O resultado é uma seção desigual (CoroMill 210) para abrir a cavidade. Isso resultará em uma
para acabamento o que influenciará a precisão da geometria seção pequena e homogênea devido à pequena profundi-
do formato final. dade de corte, ou seja, pequenos degraus.
E
Para mais informações, veja a página D 102. Métodos de
abertura e alargamento de um furo.

Furação
Fresa de cantos a 90 graus Fresa com pastilha redonda Fresa com alto avanço
F
–S
 obremetal remanescente maior e + Sobremetal remanascente menor + Sobremetal remanascente menor
desigual

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 71
Índice
A
Torneamento geral Perfilamento – como aplicar

Percursos de ferramentas para usinagem em contorno ou fresamento em cópia?

O método tradicional e mais fácil para programar os percur- • Tempo de usinagem consideravelmente menor.
sos da ferramenta para uma cavidade é usar a técnica de
• Melhor utilização da máquina e da ferramenta.
B fresamento em cópia normal com muitas entradas e saídas
no material. Porém, isso significa que software, máquinas e • Melhor qualidade da geometria da forma usinada.
ferramentas de corte poderosos podem ser usados de maneira
• Acabamento e trabalho de polimento manual mais rápidos.
muito limitada.
Corte e Canais

O trabalho de programação inicial é mais difícil e levará mais


É essencial uma abordagem flexível para escolher métodos,
tempo; porém, isso é rapidamente compensado porque o
percursos de ferramentas, sistemas de ferramentas e fresa-
custo da máquina por hora, normalmente, é o triplo de uma
mento.
estação de trabalho.
Ao invés de usar técnicas de programação limitadas para
C "cortar" o material em um valor Z constante, é altamente
vantajoso usar percursos das ferramentas de usinagem em
contorno combinados com fresamento concordante. Os re-
Rosqueamento

sultados incluem:

D
Fresamento em contorno Fresamento em cópia
Fresamento

Favorável Comum

E
Furação

+ Controle da velocidade de corte - ve


− Carga pesada no ponto central da pastilha
+ Habilitação para HSM
F + Altas faixas de avanço
− Faixas de avanço reduzidas
− Vida útil da ferramenta reduzida
+ Produtividade
− Impacto mecânico
Mandrilamento

+ Vida útil da ferramenta mais longa


− Erros de conformação
+ Segurança
− Tempo de corte e programas mais longo

G
Sistemas de Fixação/

Função look ahead


Máquinas

Tanto para o fresamento em contorno quanto em cópia, reco-


H menda-se usar uma máquina com software que tenha funções
look ahead para evitar desvios no percurso da ferramenta.
Materiais

I
Informações/

D 72
Índice
Perfilamento – como aplicar A

Torneamento geral
Fresamento em contorno

• Use um tipo de fresamento em contorno para o percurso da


ferramenta, como o "fresamento Waterline (Linha d'água)",
pois é o melhor método para garantir o fresamento concord-
ante.
B
•O
 fresamento em contorno com a periferia da fresa, geral-
mente, resulta em maior produtividade, pois mais dentes

Corte e Canais
estão efetivamente no corte em um diâmetro maior da
ferramenta.
•S
 e a velocidade do fuso for limitada na máquina, o fresa-
mento em contorno ajudará a manter e controlar a veloci-
dade de corte. C
•O
 fresamento em contorno também gera menos trocas
rápidas na direção e carga de trabalho. No fresamento com

Rosqueamento
alta velocidade e avanço, bem como em materiais endureci-
dos, isto é de especial importância porque a aresta de corte
e o processo são mais vulneráveis a qualquer mudança que
possa gerar vibrações ou diferenças na deflexão.
•P
 ara boa vida útil da ferramenta, mantenha a mesma no D
corte continuamente o máximo possível.
Nota! Evite cortar com o centro da ferramenta, onde a veloci-
dade de corte é zero.

Fresamento
E

Furação
Estratégia do percurso da ferramenta
F
Z – fresamento em contorno constante, dois eixos. Fresamento em contorno helicoidal, três – cinco eixos.
Desbaste ao acabamento Acabamento

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Constante Z de fresamento Waterline (Linha d'água) Fresamento em contorno em um percurso de ferramenta na


usinagem em rampa

• Comum quando a função de ressalto máximo controlado por • Mudanças de direção suaves H
CAM está disponível
• Boa precisão da forma e bom acabamento superficial
• Retração e contato suave
• Altura de ressalto controlada
• Fácil programação
• Contato constante
Materiais

• Ampla escolha de ferramentas


• Programas curtos
• Ferramenta curta

I
Informações/

D 73
Índice
A
Torneamento geral Perfilamento – como aplicar

Fresamento em cópia

Com frequência, um percurso da ferramenta de fresamento •U


 se um controle da velocidade de avanço com uma função
em cópia é uma combinação de fresamento concordante e look ahead. Caso contrário, a desaceleração não será rápida
B discordante e requer entradas e saídas prejudiciais ao corte. o suficiente para evitar danos ao centro da ferramenta.
Cada entrada e saída provoca deflexão da ferramenta, dei- •H
 averá um contato maior quando a fresa alcançar a parede,
xando uma marca elevada na superfície. com risco de deflexão, vibrações ou quebra da ferramenta.
Corte e Canais

As forças de corte e a deflexão da ferramenta diminuirão e •Q


 uando usar fresas de topo Ball Nose, a área mais crítica é
haverá leves recessos de materiais na área de saída. o centro da ferramenta, pois a velocidade de corte é zero.
Evite usar a área do centro da ferramenta e aplique o fresa-
Conclusões:
mento a ponto, inclinando o fuso ou a peça para melhorar as
• O fresamento em cópia ao longo de paredes com inclinação condições.
C acentuada deve ser evitado tanto quanto possível. No fre-
•É
 um pouco melhor para o processo de corte realizar a cópia
samento em mergulho, a espessura de cavacos é maior e a
ascendente ao longo de paredes com inclinação, pois a
velocidade de corte deve ser mais baixa.
espessura de cavacos atinge seu máximo em uma veloci-
Rosqueamento

•H
 á o risco de microlascamento da aresta no centro da ferra- dade de corte mais favorável.
menta, especialmente quando a fresa atingir a área inferior.

D
Fresamento

E
Furação

F
Risco de entalhe Cópia ascendente: No fundo da cavidade: Cópia descendente:
Espessura máxima de cava- Risco de microlascamento no centro da fer- Espessura de cavacos
Mandrilamento

cos na vc recomendada. ramenta. Erros comuns na forma, especial- grande em vc muito baixa.
D&M 04 Application technology mente quando usar a técnica de usinagem
em alta velocidade.
Tool path strategy
7. Copy milling
G
 Surface errors
Sistemas de Fixação/

 Unfavourable
method
100 %
 Reversing
100 %up
Máquinas

and down milling


 Alternating 50
deflection/ 100 %
20° forces %
cutting
45° 40 % 60 %
 Frequent accelerations and 45°
H decelerations limits level of
90°
productivity
 Shortens tool life
CoroMill  Requires more manual labour
Redução do avanço para evitar a redução da vida útil da ferramenta
Materiais

A reversão entre o fresamento concordante e discordante irá expor a ferramenta à deflexão e


forças
216-R de 216-FcortePlura alternadas. Plura Reduzindo300 200 a faixa
390 de avanço nas partes críticas do percurso da ferra-
menta, o risco de microlascamento da aresta é reduzido e um processo de corte mais seguro
Please note, click on any of the icons above to access the relevant product family.
com vida útil mais longa da ferramenta é alcançado.
I
Informações/

D 74
Índice
Perfilamento – como aplicar A

Torneamento geral
B

Desbaste

Corte e Canais
Semiacabamento

Rosqueamento
Acabamento e superacabamento
D

Fresamento
O sobremetal constante permite o fresamento próximo do perfil final

Um sobremetal constante é um critério verdadeiramente •A


 melhor qualidade no acabamento é alcançada quando as
básico para a produtividade e constante em perfilamento, operações anteriores deixam uma quantidade constante e E
especialmente quando usar velocidades altas. mínima de sobremetal possível.
• Para alcançar a produtividade máxima nessas operações, •O
 objetivo deve ser sempre chegar o mais próximo possível
comuns na fabricação de moldes e matrizes, é importante das necessidades especificadas para o formato final.
adaptar o tamanho das fresas para as operações específi-
• Processo de corte seguro.

Furação
cas.
•O
 objetivo principal é criar um sobremetal uniformemente
distribuído, para obter poucas mudanças na carga de traba- Benefícios com sobremetal constante
lho e direção para cada ferramenta usada. F
•A
 lgumas operações de semiacabamento e quase todas
Geralmente, é melhor reduzir em escala o tamanho das de acabamento podem ser parcialmente realizadas com
diferentes fresas, em ordem decrescente, especialmente em supervisão humana e até mesmo sem supervisão em alguns

Mandrilamento
desbaste leve e semiacabamento, ao invés de usar somente casos.
um diâmetro durante toda a operação.
•O
 impacto nas guias, fusos de esferas e nos rolamentos do
fuso será menos negativo.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 75
Índice
A
Torneamento geral Perfilamento – como aplicar

Velocidade de corte real

Se usar o valor do diâmetro nominal da ferramenta ao calcular a velocidade de corte


π × n × Dcap
de uma fresa Ball Nose ou com pastilha redonda, a velocidade de corte real, vc, será vc = m/min
1000
B muito mais baixa, se a profundidade de corte, ap, for rasa. O avanço da mesa e a
produtividade serão seriamente prejudicados.
Baseie o cálculo da velocidade de corte no diâmetro verdadeiro ou efetivo de corte,
Dcap.
Corte e Canais

Fresa de topo para cantos a 90


Fresa Ball Nose Fresa com pastilha redonda
graus
C Dc = 6 mm Dc = 6 mm

vc = 250 m/min
vc = 250 m/min
Rosqueamento

n = 13 262 rpm
n = 36 942 rpm

Dc = Dcap = 6 mm Dcap = D3 - iC + √ iC² - (iC - 2 × ap )²


D Dcap = 2.15 mm

Dcap = 2 × √ ap × (Dc - ap)


Fresamento

Fresamento por pontos – fresa inclinada


E • Quando usar uma fresa de topo Ball Nose, a área mais crítica da aresta de corte
é o centro da ferramenta, onde a velocidade de corte é próxima a zero, o que é
prejudicial ao processo de corte. O escoamento de cavacos no centro da ferra-
menta é crítico devido ao espaço estreito na aresta transversal.
•P
 ortanto, recomenda-se a inclinação do fuso ou da peça em 10 a 15 graus, o que
Furação

move a zona de corte para fora do centro da ferramenta.


- A velocidade de corte mínima será mais alta.
- Vida útil da ferramenta mais longa e melhor formação de cavacos.
F
- Melhor acabamento superficial.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/

CoroMill® Plura e CoroMill® 316 - fresas com corte central


Máquinas

Parte central, z = 2

H
Materiais

Parte periférica, z = 4 Z=2 Z=4

Para garantir quatro arestas de corte efetivas, a fresa deve estar inclinada em aprox. 10-15 graus.
I
Informações/

D 76
Índice
Perfilamento – como aplicar A

Torneamento geral
Corte raso

Permite velocidade de corte mais alta, vc, e maior avanço/


dente, fz
Quando usar uma fresa com pastilha redonda ou Ball Nose B
em uma profundidade de corte mais baixa, a velocidade de
corte, vc, pode ser aumentada devido ao tempo de contato da
aresta de corte. O tempo para propagação do calor na zona de

Corte e Canais
corte diminui, ou seja, as temperaturas da aresta de corte e
da peça são mantidas baixas.
Além disso, o avanço/dente, fz, pode ser aumentado, devido
ao efeito de afinamento dos cavacos, veja Introdução, página Corte raso
D 20. C

Rosqueamento
Exemplo de corte raso:
Fresa não inclinada versus inclinada

Este exemplo mostra as possibilidades para aumentar a D


velocidade de corte quando ae/ap for menor e também as
vantagens de usar uma fresa inclinada.
Fresa Ball Nose CoroMill Plura

Fresamento
Dc = 10 mm, classe GC 1610.
Material: Aço, 400HB
Recomendações de dados de corte para corte profundo ap -
Dc/2 :
vc = 170 m/min
fz = 0.08 mm/rot = hex
E

Furação
Operação Fresa não inclinada Fresa inclinada (10°)

• Semiacabamento ap = 2 mm Dc = 10 mm Dc = 10 mm
Dcap = 8 mm Dcap = 8.9 mm
A velocidade de corte pode ser aumentada ainda mais F
em aprox. 75% devido ao corte raso e o pouco tempo de vc = 300 m/min
contato: vc = 300 m/min
n = 11 940 rpm n = 10 700 rpm

Mandrilamento
vc = 300 m/min
hex = 0.08 mm hex = 0.08 mm
Avanço por dente, fz, é o mesmo para fresa inclinada e fz = 0.12 mm/dente fz = 0.12 mm/dente
não inclinada, mas o número efetivo de arestas, zc, difere zc = 2 zc = 4
próximo ao centro conforme descrito na página anterior. fn = 0.24 mm/r fn = 0.48 mm/r

vf = 2 860 mm/min vf = 5 100 mm/min


G
Sistemas de Fixação/

• Superacabamento ae = 0.1 mm Uma fresa não inclinada não Dc = 10 mm


é recomendada para super- Dcap = 4.4 mm
A velocidade de corte pode ser aumentada de acordo com acabamentos
Máquinas

um fator 3-5 devido ao tempo de contato extremamente vc = 850 m/min


curto: n = 61 100 rpm
vc = 5 x 170 = 850 m/min
hex = 0.02 mm
Nota: Em superacabamento, uma fresa de dois dentes zn fz = 0.12 mm/dente H
= 2, deve ser usada para minimizar o batimento radial. zc = 2
Com esta ap extremamente pequena, o fz será limitado fn = 0.24 mm/r
pelas exigências de acabamento superficial. Portanto, hex
deve ser desconsiderado. Uma boa regra geral em super- vf = 14 600 mm/min
acabamentos é usar aprox. o mesmo fz que ae.
Materiais

fz 0.12 mm/rot

I
Informações/

D 77
Índice
A
Torneamento geral Perfilamento – como aplicar

Criação de superfícies esculpidas

Uma fresa Ball Nose ou uma aresta de corte com raio formará
uma superfície com uma determinada altura de crista, h,
B dependendo de:
• Largura, ae, do corte
• Avanço por dente, fz.
Corte e Canais

Outros importantes fatores são a profundidade de corte, ap,


que influencia as forças de corte e o indicador do batimento
radial da ferramenta – TIR. Para melhores resultados:
•U se os mandris HydroGrip de alta precisão com acoplamen-
C to Coromant Capto.
• Minimize o balanço da ferramenta.
Rosqueamento

D
O fresamento concordante com uma fresa inclinada aprox. 10° em
duas direções garante um bom acabamento superficial e um desem-
penho confiável.
Fresamento

Desbaste e semidesbaste Acabamento e superacabamento


E Se o avanço por dente for muito menor que a largura e a É mais benéfico obter uma textura suave e simétrica da super-
profundidade de corte, a superfície gerada terá uma altura de fície em todas as direções para que ela possa ser facilmente
crista muito menor na direção de avanço. polida posteriormente, independente do método de polimento
selecionado.
Isto é obtido quando fz ≈ ae.
Furação

Use sempre uma fresa de dois dentes inclinada, em ope­­ra­


ções de superacabamento para obter a melhor textura da
superfície.
F
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Semidesbaste com fz muito menor que ae. Superacabamento com uma fresa inclinada e fz igual a ae.
Informações/

D 78
Índice
CoroMill® 300
CoroMill® Plura

CoroMill® 300 toroidal


CoroMill® 316

CoroMill® 216
CoroMill® 390

D 79
Fresamento de perfis

I
Informações/ Materiais Sistemas de Fixação/ Mandrilamento Furação Fresamento Rosqueamento Corte e Canais Torneamento geral
F
E
C
A

H
G
D

Índice Máquinas
A
Torneamento geral Tornofresamento – escolha de ferramentas

Tornofresamento
O tornofresamento é definido como o fresamento de uma
B superfície curva enquanto a peça gira ao redor do seu ponto
central.
Formatos ou formas excêntricos que diferem consideravel-
Corte e Canais

mente daqueles que os métodos convencionais de fresamento


ou torneamento produzem podem ser com frequência torno-
fresados. O método propicia alta remoção de metal com ótimo
controle de cavacos.
C •U
 ma superfície cilíndrica pode ser produzida somente
quando houver o avanço radial da fresa durante a rotação.
•M
 ovendo simultaneamente a fresa em duas direções, é
Rosqueamento

possível produzir superfícies excêntricas, p. ex.: cames em


eixos.
•O
 movimento em mais de 2 eixos requer uma ferramenta
com recursos de usinagem em rampa.
D • Para usinar um formato cônico, são necessários 5 eixos.
•O
 tornofresamento de perfis complexos, ex. pás de turbinas,
requer o movimento simultâneo em 5 (ou 4) eixos, 2 ou 3
para a peça e 1 ou 2 para a ferramenta.
Fresamento

•É
 possível produzir peças, como pás de turbinas, avançando
a fresa em mais de 2 eixos enquanto a peça é simultanea-
mente rotacionada.
E

Escolha do método
Furação

Tornofresamento de face – 4/5 eixos Tornofresamento periférico – 3/4 eixos


F Método principal para usinagem externa Mesmo princípio para usinagem em rampa/fresamento circu-
lar, mas com rotação da peça.
Usado principalmente para detalhes internos.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H + Extensões curtas de ferramentas + Usinagem interna


+ Diâmetros menores da ferramenta/torque baixo + Superfície cilíndrica
+ Peças externas/mais delgadas + Canais estreitos
+ Perfilamento + Fresamento de roscas
Materiais

− Não uma superfície cilíndrica natural + Circularidade


− Interna. − Perfilamento
− Diâmetros maiores/torque alto
I − Longos balanços.
Informações/

D 80
Índice
Tornofresamento – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Escolha de ferramentas

Fresas para tornofresamento em desbaste B

Fresa de topo a 90° Long Edge Fresas de facear a Alto avanço Pastilha redonda

Corte e Canais
CoroMill® 390 CoroMill® 390LE 45° CoroMill® 210 CoroMill® 300
CoroMill® 245

Rosqueamento
Profundidade de corte –
(ap)
++ +++ ++ – +

Largura de corte – (ae) ++ ++ ++ – +++

Avanço da mesa – (vf) ++ + ++ +++ +++ D


Remoção de metal – Q
(cm3/min.)
+ +++ ++ + +++

Corte no fundo + – – – +++

Fresamento
Potência/estabilidade ++ – ++ + +++

Acabamento superficial +++ + +++ – ++


E
Materiais difíceis + + ++ ++ +++

Desbaste ao acabamento +++ + +++ – ++

Furação
Fresas para tornofresamento em acabamento
F
Fresa de topo inteiriça Fresa de topo com pastilha Fresa de facear com pas- Pastilha redonda
a 90° intercambiável a 90° tilha intercambiável a 90° CoroMill® 300

Mandrilamento
CoroMill® Plura CoroMill® 390 CoroMill® Century

G
Sistemas de Fixação/

Planicidade da superfície +++ +++ +++ +

Número de Wipers 4 1 1 para cheio 0


Máquinas

Avanço por dente – + +(*+++) ++


Remoção de metal – Q
(cm3/min.)
– + +(*+++) ++ H
Contra cantos a 90 graus +++ +++ +++ –

Materiais difíceis + + + +++


Materiais

Perfis estreitos +++ + + –

* Somente quando cortar axialmente e totalmente carregada com Wipers.


I
Informações/

D 81
Índice
A
Torneamento geral Tornofresamento – como aplicar

Como aplicar
Posição da fresa ao usar pastilhas redondas
B
Em tornofresamento de face, uma pastilha Wiper é usada Posição da fresa
para gerar o contato em linha reta entre a fresa e a super-
fície usinada a fim de criar a parte cilíndrica da peça. Como a Largura de corte
Corte e Canais

superfície fresada é convexa, a fase da Wiper deve ser plana e


não saliente. Para cobrir toda a largura da fresa, a ferramenta
deve ser usada com pelo menos dois deslocamentos, primeiro
Ew1 durante a primeira rotação da peça e movida para Ew2 para
um segundo corte.
C
Rosqueamento

1 = Primeiro corte
2 = Segundo corte

D
Fresamento

Posição da fresa - pastilhas redondas/não Wiper


Para produzir uma superfície o mais plana possível, uma fresa
E de diâmetro pequeno com uma largura de corte, ae, menor
que 40% do diâmetro efetivo da fresa, Dc, é ideal.
Porém, ae precisa ser aumentada para obter a melhor produ-
tividade. Isto pode ser feito aumentando:
Furação

• Diâmetro da fresa
• Relação de contato radial - ae/Dc.

F Para obter uma altura de crista aceitável, a fresa precisa ser


deslocada a partir do centro. A quantidade de deslocamen-
tos depende de ae, e é obtida no diagrama para o respectivo
ae/Dc.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 82
Índice
Tornofresamento – como aplicar A

Torneamento geral
Deslocamento e largura de corte
Para fazer o fresamento de uma superfície que é maior que o
diâmetro da fresa, é necessário permanecer na posição inicial B
e mover a fresa na direção axial até o comprimento desejado,
que não é, porém, maior que 80% da aez1 por rotação. Se for

Corte e Canais
necessário um canto a 90 graus, a fresa deve se mover para a
segunda posição, Ew2.

C
Largura da Wiper Largura de corte

Rosqueamento
D

Fresamento
Princípio de penetração
A fresa deve ser avançada na direção radial. A velocidade de rotação da peça deve corresponder ao
avanço/dente recomendado para a pastilha. A fresa deve avançar axialmente. E

Furação
vf/2

vf/2 vf
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Programação
Informações detalhadas sobre a programação de tornofresamento são fornecidas no guia de aplicação
Tornofresamento, C-2920:26. Entre em contato com seu representante local Sandvik Coromant para mais
informações. H
Materiais

I
Informações/

D 83
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de roscas e canais – visão geral da aplicação

Fresamento de roscas e canais


Visão geral da aplicação
B
Corte e Canais

Faceamento e fresamento de disco

C Escolha de ferramentas D 87

Como aplicar D 88
Rosqueamento

D
Fresamento

E
Furação

F
Mandrilamento

Fresamento de roscas
Escolha de ferramentas D 95

G
Como aplicar D 97
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 84
Índice
Fresamento de roscas e canais – visão geral da aplicação A

Torneamento geral
B

Corte e Canais
Fresamento de topo de canais
Escolha de ferramentas D 91 C
Como aplicar D 92

Rosqueamento
D

Fresamento
E

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Fresamento
Solução de problemas D 128
I
Informações/

D 85
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de canais – comparação de conceitos de fresas

Fresamento de canais
O fresamento de canais é uma operação em que as fresas de
B facear e de disco geralmente são mais recomendadas que as
fresas de topo.
• Os canais ou rasgos podem ser curtos ou longos, fechados
Corte e Canais

ou abertos, retos ou não, profundos ou rasos, largos ou


estreitos.
• Geralmente, a seleção de ferramentas é determinada pela
largura e profundidade do canal e, até certo ponto, compri-
mento.
C
• O tipo de máquina disponível e a frequência de operação de-
terminam se deve ser usada uma fresa de topo, Long Edge
ou de facear e de disco.
Rosqueamento

• As fresas de facear e de disco oferecem o método mais


eficiente para o fresamento de grandes volumes de canais
longos e profundos, especialmente, quando são usadas
máquinas de fresamento horizontal. O crescimento de
fresadoras verticais e centros de usinagem, entretanto,
D significa que as fresas de topo e Long Edge também são
usadas com frequência em uma variedade de operações de
fresamento de canais.
Fresamento

E
Comparações de conceitos de fresa
Faceamento e fresamento lateral Fresamento de topo
Furação

F
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/

+ Canais abertos + Canais fechados


Máquinas

+ Canais profundos + Canais rasos


+ Largura/tolerâncias ajustáveis + Canais não lineares
+ Fresamento com trem de fresas + Versatilidade – métodos adicionais:
+ Corte • Fresamento trocoidal de canais para materiais difíceis (aços
H + Grande gama de produtos para larguras/profundidades diferentes duros, HRSA, etc.)
• Fresamento em mergulho como um solucionador de problemas
– Canais fechados para balanços longos da ferramenta.
– Somente usinagem de canais lineares • Operações de semiacabamento/acabamento extras podem ser
– Escoamento dos cavacos adicionadas facilmente
• Uma fresa de topo pode ser usada para outras operações que
não sejam o fresamento de canais
Materiais

– Canais profundos
– Altas forças
– Sensível às vibrações se houver deflexão
I
Informações/

D 86
Índice
Faceamento e fresamento de disco – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Faceamento e fresamento lateral
As fresas de facear e de disco podem lidar com canais longos,
profundos e abertos de maneira mais eficiente e fornecer
B
melhor estabilidade e produtividade para este tipo de fresa-
mento. Elas também são incorporadas a um “trem de fresas”

Corte e Canais
para usinar mais de uma superfície no mesmo plano e ao
mesmo tempo.

Rosqueamento
Escolha de ferramentas D

Fresas de disco

Fresamento
CoroMill® 331 CoroMill® 329 T-Max Q-cutter CoroMill® 327 CoroMill® 328

Largura de corte máx. (ap),

Furação
10/26.5 2.5 – 4 6.1 5.15 5.15
mm
Profundidade de corte
34.0/114.5 18 119 6.5 5.0
máx. (ar), mm
40 – 125/
F
Diâm. da fresa (Dc), mm 125 – 160 80 – 315 9.7 – 27.7 39 – 80
80 – 315
P M K P M K P M K P M K P M K

Mandrilamento
Material
N S H N S H N S H N S H N S H

G
Sistemas de Fixação/

CoroMill® 331 CoroMill® 327


Fresa multifunção com capacidade de alta precisão. A fresa Usinagem de canais internos e chanframento em furos com
mais produtiva para produção de canais e para cortes. Os ca- mais de 10 mm de diâmetro. Raio completo para anéis de
Máquinas

nais largos podem ser produzidos por diversas fresas CoroMill vedação standard e canais circlip e chanframento.
montadas juntas em um trem de fresas.
CoroMill® 328
CoroMill® 329 Usinagem geral de canais, usinagem de canais circlip e
Ferramenta versátil para produzir canais precisos, canais com chanframento em furos com mais de 39 mm de diâmetro. H
fundo plano e para cortes. Usinagem geral de canais externa e internamente.
Fresa T-Max® Q
Fresa complementar para canais estreitos e canais com fundo
Materiais

plano. Escolha básica para corte.

I
Informações/

D 87
Índice
A
Torneamento geral Faceamento e fresamento de disco – como aplicar

Como aplicar

Lista de verificação e dicas de aplicação


B
•E
 scolha o tamanho da fresa, passo e posição de forma que pelo menos uma aresta esteja em
corte o tempo todo.
Corte e Canais

• Verifique a espessura de cavacos para obter um avanço por dente ideal.

• Reduza o avanço na entrada devido à formação de cavacos espessos na saída.

C • Em fresamento exigente, verifique as especificações para potência e torque.

• F usos rígidos e balanços são muito importantes em aplicações em que os fusos têm uma
Rosqueamento

extremidade livre. O dispositivo de fixação e o apoio do fuso devem ser fortes para lidar com
as forças de corte no fresamento discordante.

Fresamento concordante
• Método de primeira escolha.
D • Use um apoio firme na direção de forças de corte tangenciais para evitar que elas forcem a
peça contra a mesa. O sentido de avanço corresponde às forças de corte, o que significa que
a rigidez e a eliminação de folgas também são importantes, pois a fresa tem a tendência de
inclinar.
Fresamento

Fresamento discordante:
• Alternativa para aplicações em que os problemas surgem devido à rigidez insuficiente ou quan-
E do trabalhar com materiais exóticos.
• Resolve problemas gerados por montagens fracas e entupimento de cavacos em canais mais
profundos.
Furação

Volante:
• Bom complemento para montagens fracas fracos e quando potência e torque forem baixos.
• Posicione o volante o mais próximo possível da ferramenta.
F • Reforçar a montagem da peça é sempre um bom investimento.
Mandrilamento

Fresamento de canais abertos usando fresas de facear e de disco


Cálculo de avanço por dente
G Um fator crítico no fresamento periférico usando fresas
Sistemas de Fixação/

de facear e de disco, como a CoroMill 331, é alcançar um


avanço por dente adequado, fz. Valores insuficientes causam
sérias desvantagens, por isso, deve-se tomar cuidados extras
quando for calculá-lo.
Máquinas

O avanço por dente, fz, deve ser reduzido para canais mais
profundos e aumentado para canais mais rasos para manter a
espessura máxima de cavacos recomendada.
H
Para informações sobre como otimizar o avanço, veja
Introdução, Espessura máxima de cavacos, fresamento pe­ri­fé­
ri­co, página D 20.
Materiais

I ➤
Informações/

D 88
Índice
Faceamento e fresamento de disco – como aplicar A

Torneamento geral

Exemplo:
Ao usinar canais em cheio com uma CoroMill 331 com pastilha de tamanho 05 e geometria ae/Dc (%) fz (mm/dente)
PL, a espessura máxima de cavacos deve ser de 0.10 mm o que é igual: 25 0.12
Nota: Como duas pastilhas trabalham juntas para cortar a largura do canal cheio, o avanço é 10 0.17 B
calculado usando a metade do número de pastilhas zn. 5 0.23

Corte e Canais
Profundidade de corte
Em geral, uma CoroMill 331 usinará canais a uma profundidade ae de 4 x largura ap. Para
canais mais profundos, uma fresa especial pode ser pedida, veja a página D 190. Se for
necessário usinar canais mais profundos, o avanço por dente deve ser diminuído. Se o canal C
for mais raso, aumente o avanço.
Nota: A profundidade de um canal pode ser limitada pelo diâmetro do nariz do fuso, pela

Rosqueamento
resistência à deformação das chavetas de acionamento e pela capacidade dos bolsões de
cavacos.

Volante – nas máquinas horizontais D


Apenas poucos dentes ficam em contato de uma vez em operações de
faceamento e fresamento lateral, o que pode gerar vibrações torsionais

Fresamento
pesadas devido à usinagem intermitente. Isto é prejudicial ao resultado da
usinagem e à produtividade.
• Geralmente, utilizar um volante é uma boa solução para reduzir essas
vibrações.
• Os problemas causados por potência, torque e estabilidade insuficientes E
na máquina, frequentemente, são resolvidos com o uso correto de volan-
tes.
• O volante é mais necessário em uma máquina pequena com baixa potên-
cia ou em uma máquina com grande desgaste do que em uma máquina

Furação
maior, mais estável e potente.
• Posicione o volante o mais próximo possível da ferramenta.
• Usar um volante resulta em usinagem mais suave, o que leva a uma
redução do ruído e das vibrações e prolonga a vida útil da ferramenta. F
• Além do fresamento discordante, um volante pode ser adequado à árvore
em que a fresa é instalada.

Mandrilamento
• A fim de melhorar ainda mais a estabilidade durante o faceamento e
fresamento lateral use o maior volante que a aplicação permitir.
• Combinar um número de discos de aço ao carbono, todos com um furo
no centro e com um rasgo de chaveta para montagem no eixo-árvore,
ainda é o melhor método de se fazer um volante.
• O efeito do peso de um volante aumenta na medida em que seu diâmetro G
aumenta. Isto significa que, se as circunstâncias permitirem um diâmetro
Sistemas de Fixação/

maior, o peso do volante pode ser reduzido.


• O peso do volante pode, se necessário e o espaço permitir, ser distribuí-
do entre vários volantes.
Máquinas

• A velocidade mais alta do fuso e um corte maior reduz a necessidade de


um volante.
• Use o menor diâmetro de fresa possível – a velocidade do fuso pode ser
aumentada para uma velocidade de corte específica. H
Materiais

I
Informações/

D 89
Índice
A
Torneamento geral Faceamento e fresamento de disco – como aplicar

Fresamento com trem de fresas usando fresas montadas em um padrão alternado

As fresas CoroMill 331, CoroMill 329, T-Max Q-Cutter e CoroMill 328 que têm mon-
tagem em furos com chavetas podem ser organizadas em um padrão alternado para
B fresar mais de um canal ao mesmo tempo.
Deslocar as fresas em meio passo em relação umas às outras ajuda a evitar vi-
brações. Isso também reduz a necessidade de volantes.
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D Uma das chavetas é deslocada da linha de centro em meio passo.

Fresamento de rasgos e canais estreitos e rasos


Fresamento

As fresas CoroMill 327/328 têm pastilhas com múltiplas


arestas que estão disponíveis para se adaptarem à maioria
E dos canais pequenos.
As aplicações comuns incluem a usinagem dos canais circlip
internos e anéis de vedação, além de pequenos canais retos
e circulares externos, especialmente em peças que não po-
dem ser rotacionadas.
Furação

F
Usinagem de canais internos
• Uma entrada suave deve ser programada quando usar o fresamento circular.
Mandrilamento

• Considere a relação entre o diâmetro da fresa e do furo, Dc/Dw. Quanto menor a


relação, maior será o contato.

G
Recomendações de velocidade de corte e espessura de cavacos para
Sistemas de Fixação/

CoroMill® 327
vc, m/min:
Máquinas

P 200 (150-400)
M 100 (80-160)

H K 250 (200-400)

hex, mm:
0.04 (0.01 – 0.07)
Materiais

Os dados de corte adequados para a CoroMill 328 são reco-


mendados em Informações/Índice, capítulo I.

I
Informações/

D 90
Índice
Frezowanie walcowo-czołowe rowków A

Frezowanie rowków frezami palcowymi

Toczenie ogólne
Frezowanie walcowo-czołowe służy dla krótszych, płytszych
wybrań, zwłaszcza zamkniętych rowków i kieszeni oraz do
B

Przecinanie i toczenie
frezowania rowków wpustowych.
Frezy walcowo-czołowe to jedyne narzędzia mogące frezować
zamknięte (nieprzelotowe) rowki, które są:
• Proste, zakrzywione lub ustawione pod kątem

rowków
• Kieszenie szersze niż średnica narzędzia.
Cięższe operacje frezowania rowków często są przeprowadzane
z użyciem frezów o długiej krawędzi. C

Toczenie gwintów
Wybór narzędzi D

Frezowanie walcowo-czołowe i frezy z długą krawędzią skrawającą

Frezowanie
CoroMill® 690 CoroMill® 390 CoroMill® 490 CoroMill® 316 CoroMill® Plura

Wiercenie
Maksymalna głębokość
112 15.7/85 5.5 11 38
skrawania (ap), mm

Średnica frezu (Dc), mm 50 – 84 12 – 42/32 – 200 20 – 80 10 – 25 2 – 20


F
Zagłębianie skośne* Nie Tak Nie Tak Tak

Materiał
S P M K P M K P M K P M K
N S H S H N S N S H

Wytaczanie
*) Z
 agłębianie skośne jest odpowiednią metodą dla zamkniętych rowków, patrz Metody dedykowane, strona D
104.

G
Mocowanie narzędzi /
obrabiarki

H
Materiały

I
Informacje/Indeks

D 91

MTG09 Milling D80-D99.indd 91 2009-12-09 14:57:57


A
Torneamento geral Fresamento de topo de canais – como aplicar

Como aplicar

Lista de verificação e dicas de aplicação


B
• Use fresas de topo de corte leve com uma vida útil longa e previsível, montada em man-
dris de alta performance.
Corte e Canais

• Diminua a distância do mandril da ferramenta até a aresta de corte para obter o balanço
mais curto possível.
C
• Para balanços longos da ferramenta, faça cortes rasos com avanços maiores.
Rosqueamento

•C
 onsidere o avanço por aresta para produzir a espessura de cavacos satisfatória. Use
fresas de passo largo para evitar cavacos finos que podem causar vibrações, superfícies
ruins e formação de rebarbas.
D
•U
 se a maior ferramenta possível para obter a melhor relação diâmetro/comprimento para
estabilidade.
Fresamento

•U
 se o fresamento concordante sempre que possível para obter a ação de corte mais
favorável.
E
•C
 ertifique-se de escoar os cavacos para fora do canal. Use ar comprimido para evitar o
entupimento de cavacos.
Furação

• Use o acoplamento Coromant Capto para melhor estabilidade e apoio do lado do fuso.

F
Para informações sobre como melhorar o canal ou bolsão fresado no formato e na qualidade
Mandrilamento

desejados, veja Métodos dedicados, página D 120.

G
Usinagem de canais usando fresas de topo
Sistemas de Fixação/

A usinagem de canais ou rasgos, frequentemente chamada de usinagem de canais


em cheio, envolve três faces usinadas:
Máquinas

•O
 s canais fechados em ambas as extremidades são bolsões que precisam de fre-
sas de topo que possam trabalhar na direção axial. Para mais informações sobre
a abertura de bolsões, veja a página D 115.
H • A usinagem de canais em cheio com uma fresa de topo é uma operação exigente.
Geralmente, a profundidade de corte axial deve ser reduzida cerca de 70% do
comprimento da aresta. A rigidez da máquina e o escoamento de cavacos também
devem ser considerados quando determinar o melhor método para a operação.
Materiais

•A
 s fresas de topo são sensíveis aos efeitos das forças de corte. A deflexão e
as vibrações podem ser fatores de limitação, especialmente com altas taxas de
remoção e com longos balanços.

I
Informações/

D 92
Índice
Fresamento de topo de canais – como aplicar A

Torneamento geral
Canal de rasgo de chaveta

Esta operação requer algumas orientações importantes, além


das recomendações gerais para fresamento de superfícies
retas e usinagem de canais. B
Devido à direção das forças de corte e da tendência da fer-
ramenta a flexionar-se, um canal fresado em uma única etapa
não terá uma forma perfeitamente quadrada.

Corte e Canais
É possível obter precisão e produtividade melhores se a ope-
ração empregar uma fresa de topo de tamanho menor e for
dividida em duas etapas:
1. Fresamento do rasgo de chaveta – desbaste de canais em C
cheio.
2. Fresamento lateral – acabamento geral do canal usando o
fresamento discordante para criar cantos quadrados reais.

Rosqueamento
Em operações de acabamento, a profundidade de corte radial
deve ser mantida baixa para evitar a deflexão da fresa, o que
é a principal causa de acabamento superficial ruim e/ou des-
vio de um canto a 90° real.
D

Fresamento do rasgo de chaveta em duas etapas.

Fresamento
E
Métodos para abrir um canal ou bolsão em um blank sólido
Ao preparar-se para o fresamento de canais em cheio longos e estreitos, a usi-
nagem em rampa linear é o método mais comum, depois da furação, para a aber-

Furação
tura de um bolsão.
Para canais rasos, o fresamento pica-pau também pode ser uma alternativa. Uma
usinagem em rampa circular é usada para fresar canais e bolsões mais amplos.
Para mais informações, veja Métodos dedicados, página D 102.
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 93
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de topo de canais – como aplicar

Comparação de três diferentes métodos


Fresamento de canais convencionais Fresamento trocoidal Fresamento em mergulho

B
Corte e Canais

C
+P  odem ser usadas máquinas de 3 eixos + Gera baixas forças de corte radiais - menor +U  m solucionador de problemas em apli-
convencionais sensibilidade às vibrações cações sensíveis às vibrações:
Rosqueamento

+ Altas taxas de remoção sob condições + Deflexão mínima durante o fresamento de • com longos balanços de ferramentas
estáveis canais profundos • em abertura de canais profundos
+ Programação simples + Um método produtivo para: • com máquinas ou montagens mais
+ Ampla escolha de ferramentas • usinagem de aços duros e HRSA (ISO fracas
– Gera altas forças de corte radiais H e S) – Baixa produtividade sob condições estáveis
– Sensível às vibrações – canais profundos • aplicações sensíveis às vibrações – Requer uma operação de fresamento de
D precisam de passes repetidos + A largura do canal deve ser no máximo 70%
do diâmetro da fresa, Dc
retoque/acabamento
– O corte final pode obstruir o escoamento
+ Bom escoamento de cavacos de cavacos
+ Baixa geração de calor – Escolha limitada de ferramentas
– É necessária maior programação
Fresamento

E
Para mais informações, veja Métodos dedica- Para mais informações, veja Métodos dedica-
dos, página D 121. dos, página D 116.
Furação

Abertura de canais em desbaste com fresas Long Edge


• Geralmente, as fresas com grande capacidade de remoção de metal são usadas para usinagem em
F desbaste.
• As versões mais curtas podem produzir canais que tenham uma profundidade igual ao diâmetro, em
fresadoras estáveis e potentes.
• Use fusos ISO 50 estáveis, pois essas fresas acomodam forças radiais consideráveis com mais facili-
Mandrilamento

dade.
• Verifique as especificações de potência e torque porque são fatores de limitação para resultados ide-
ais.
• Considere o passo ideal para cada tipo de operação.
G
Sistemas de Fixação/

Passo: L M H
Máquinas

Fresamento de cantos a 90 graus: Profundo ap /ae Médio ap /ae Moderado ap /ae


H Fresamento de canais: Moderado ap Limitado –

vc m/min: ➡


Materiais

As versões mais longas são destinadas principalmente às operações de usinagem


de borda, veja Fresamento de cantos a 90 graus, página D 50.
I
Informações/

D 94
Índice
Fresamento de roscas – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Fresamento de roscas
O fresamento de roscas em peças não rotativas é uma boa
alternativa para rosqueamento com macho e também pode
B
ser uma alternativa para o torneamento de roscas.
Com as fresas CoroMill para usinagem de roscas, é possível

Corte e Canais
criar roscas muito próximas a um canto a 90 graus ou no
fundo de um furo.
O corte interrompido em fresamento fornece bom controle de
cavacos em materiais de cavacos longos.
C

Rosqueamento
Escolha de ferramentas D

As fresas de topo CoroMill Plura, bem como a CoroMill 327 e a CoroMill 328, ofe­re­

Fresamento
cem geometrias otimizadas para o fresamento de roscas.

CoroMill® Plura CoroMill® 327 CoroMill® 328 E

Furação
Passo, mm 0.7 – 3 1 – 4.5 1.5 – 6
F
Diâm. da fresa (Dc), mm 3.2 – 19 11.7 – 21.7 39 – 80

P M K P M K P M K

Mandrilamento
Material
N S H N S H N S H

Informações gerais
G
• Selecione a ferramenta mais curta sempre que possível.
Sistemas de Fixação/

• As informações de pedido indicam o menor tamanho de rosca interna que cada ferramenta pode produz-
ir. A mesma fresa para rosqueamento pode ser usada para roscas maiores do mesmo passo. Para mais
informações, veja o catálogo principal.
Máquinas

H
Materiais

Para informações sobre roscas standard e torneamento de roscas vs. fresamento de roscas, veja Rosqueamento, capítulo C.
Para recomendações sobre pré-furação, veja Informações/Índice, capítulo I, Diagramas de roscas.
I
Informações/

D 95
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de roscas – escolha de ferramentas

Uso de fresas CoroMill® para rosqueamento


Vantagens
• Mesma ferramenta para roscas versão direita e esquerda.
• Mesma ferramenta para uma ampla gama de diâmetros da rosca sem limite
B máximo para o tamanho do furo.
• Rosca com perfil completo também próximo do fundo de furos cegos.
• Pode ser ajustada para tolerâncias específicas.
Corte e Canais

• Solução recomendada para necessidades de longo alcance e evitar vibrações.


• Bom controle de cavacos.
• O bom escoamento de cavacos fornece desempenho seguro.
• Propicia resultados positivos em materiais endurecidos e quando a usinabilidade
e a formação de cavacos forem ruins.
C • A refrigeração interna facilita o rosqueamento em materiais difíceis de usinar.
• No caso de quebra das ferramentas, é fácil remover a fresa sem danificar a peça.
Rosqueamento

Desvantagens
• As fresas para usinagem de roscas sempre produzirão marcas de avanço.
Dependendo do passo, o tamanho do furo e a imersão radial, a rosca desviará do
perfil perfeito.
• Forças de corte relativamente altas com a CoroMill Plura podem causar deflexão
D da ferramenta e roscas cônicas/levemente distorcidas.
• O passo é individual para cada CoroMill Plura.
Fresamento

E
Furação

Rosqueamento de ponta única com CoroMill® 327 e CoroMill® 328


F • Mesma pastilha para passos diferentes.
• Forças de corte baixas fazem dessas fresas uma boa escolha alternativa para ro-
scas grandes e médias internas e para quando a estabilidade for ruim – por exem-
Mandrilamento

plo no fresamento de roscas com exigência de longos balanços da ferramenta e/


ou em peças com paredes finas.
• Consome pouca potência.
• Primeira escolha para criar roscas externas maiores em peças assimétricas.
• Para lotes pequenos e produção mista.
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Rosqueamento de pontas múltiplas com CoroMill® Plura
• Usina uma rosca em apenas um único passe de 360°.
• Para seleção de ferramentas, dados de corte e programação, veja o guia CoroMill
PluraGuide.
Materiais

I
Informações/

D 96
Índice
Fresamento de rosca – como aplicar A

Torneamento geral
Como aplicar
Geral
• Sempre engaje e retraia a CoroMill Plura, a CoroMill 327 e a CoroMill 328 se­guin­do
um percurso suave da ferramenta.
B
• O fresamento concordante é recomendado.

Corte e Canais
•A
 o fresar roscas em aços endurecidos ou em outros materiais difíceis de usinar,
pode ser necessário separar a operação em vários passes reduzindo ae ou fz.

Rosqueamento
Roscas versão direita
Todas as fresas são inicialmente posicionadas o mais próximo
possível ao fundo do furo e então movidas para cima no sen-
tido anti-horário.
D
Passo

Roscas versão esquerda

Fresamento
O fresamento de uma rosca versão esquerda segue no sen-
tido oposto, de cima para baixo, mas também em um percurso
anti-horário.
E

Passo

Furação
O fresamento concor-
dante é recomendado.

Mandrilamento
Desvio do perfil da rosca
• As fresas para usinagem de roscas irão gerar um erro
pequeno e insignificante no perfil da rosca. G
• Isso depende da relação entre o diâmetro da rosca e o
Sistemas de Fixação/

diâmetro de corte, bem como do passo.


• Uma boa regra é que a relação entre o diâmetro da rosca e
o diâmetro de corte não deve ser menor que 1.5.
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 97
Índice
A
Torneamento geral Fresamento de rosca – como aplicar

Rosqueamento externo
– CoroMill® 327 e CoroMill® 328
Todas as pastilhas para rosqueamento são usadas principalmente para o rosquea-
mento interno. Porém, todas as pastilhas de perfil parcial (perfil v) também podem
B ser usadas para rosqueamento externo.
Nota: Preste atenção na profundidade da rosca.
Exemplo:
Corte e Canais

CoroMill 327 com código para pedido 327R12-22 100VM-TH.


Recomendação:
• Passo 1 a 2 mm (mínimo 1, máximo 2)
• ar máximo de 1.2 mm
C
Conclusão:
• Para rosqueamento interno, o passo 2 é suficiente, pois ar é 1.2 mm (ar máximo
de 1.2 mm).
Rosqueamento

• Para rosqueamento externo, o passo 2 não é suficiente, pois ar é 1.4 mm (ar


máximo de 1.2 mm).
• Use passos de 2.5 a 3.5 para usinar as roscas.

D
Fresamento

Exigências da máquina-ferramenta
E
•O  fresamento de rosca requer uma máquina-ferramenta capaz de movimentos
simultâneos nos eixos X, Y e Z.
• Os eixos X e Y determinam o diâmetro da rosca, enquanto o eixo Z controlará o
passo.
Furação

• O fresamento de roscas é preferivelmente realizado sem refrigeração.


• Sistemas de microlubrificação diferentes, que usam ar comprimido juntamente
com pequenas quantidades de tipos especiais de óleo, podem ser empregados
F para auxiliar no escoamento de cavacos.
Mandrilamento

G Programação
Sistemas de Fixação/

Geral
O diâmetro de corte de cada ferramenta deve ser cuidadosamente considerado
quando programar a operação.
Máquinas

• A programação com correção do raio permite o fácil ajuste das tolerâncias das
roscas.
• No caso de se produzir uma rosca com tolerância muito estreita, a compensação
H pode ser aplicada por um pequeno ajuste (redução) do valor de correção do raio.
Materiais

I
Informações/

D 98
Índice
Fresamento de rosca – como aplicar A

Torneamento geral
CoroMill® Plura
A CoroMill Plura tem um valor de programação individual do
raio (RPRG) marcado na haste da ferramenta.
• O valor RPRG indica o diâmetro exato de passo de cada
fresa e a correção de raio necessária para a melhor qualida-
da rosca.
B
• O valor RPRG é normalmente inserido na memória de offset
da ferramenta.

Corte e Canais
• Usar o RPRG evitará que a primeira rosca seja muito grande
desde que as condições operacionais sejam boas.

C
Valor de programação do raio da ferramenta.

Rosqueamento
D
Recomendações de dados de corte

Fresamento
• Em aplicações internas, a periferia da ferramenta rotacio-
nará mais rapidamente que na linha de centro.
• A programação da faixa de avanço (mm/min) na maioria das
fresadoras é baseada na linha de centro do fuso. Este fato
deve ser considerado nos cálculos para o fresamento de
roscas a fim de evitar a redução da vida útil da ferramenta,
E
vibrações ou quebra completa.
• As fresas CoroMill Plura para usinagem de roscas têm uma
área de contato superficial maior que as fresas de topo com
comprimento igual e, geralmente, uma relação diâmetro-

Furação
comprimento menos favorável.
• A mesma velocidade de corte usada para as fresas de topo
convencionais pode ser usada para as fresas para usinagem
de roscas. F
• Para cortes rasos, a faixa de avanço não deve exceder 0.15
para produzir uma boa superfície da rosca. vfm × (Dm – Dcap)
vf =

Mandrilamento
Dm

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 99
Índice
A
Torneamento geral Métodos dedicados − visão geral da aplicação

Métodos dedicados
Visão geral da aplicação
B

Fresamento pica-pau
Corte e Canais

Escolha de ferramentas D 119


Usinagem em rampa
linear Como aplicar D 119
C
Escolha de ferramentas D 106
Rosqueamento

Como aplicar D 108

D
Fresamento

E
Furação

Usinagem em rampa
F circular
Fresamento circular
Mandrilamento

Escolha de ferramentas D 106

Como aplicar D 110

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Fresamento circular
Escolha de ferramentas D 126
Materiais

Como aplicar D 127

I
Informações/

D 100
Índice
Métodos dedicados − visão geral da aplicação A

Torneamento geral
Bolsões fechados
Escolha de ferramentas D 125 B
Como aplicar D 125

Corte e Canais
C

Fresamento em

Rosqueamento
mergulho
Escolha de ferramentas D 116

Fresamento de D
Como aplicar D 117
cavidades

Fresamento
Como aplicar D 115

Furação
F

Métodos de Mandrilamento
G
retoque
Sistemas de Fixação/

Escolha de ferramentas D 120


Máquinas

Como aplicar D 121

H
Materiais

Fresamento
Problemas e soluções D 128
I
Informações/

D 101
Índice
A
Torneamento geral Métodos dedicados – visão geral

Visão geral - furos e cavidades


Criação de aberturas em uma peça sólida
B
Corte e Canais

Usinagem em rampa linear Fresamento pica-pau


Rosqueamento

Abertura de um canal
A usinagem em rampa linear (2 eixos simultaneamente) deve ser sempre a escolha recomendada em comparação com o fresa-
mento pica-pau.
D O fresamento pica-pau é um método alternativo, mas frequentemente produz cavacos longos e gera forças de cortes indese-
jáveis na fresa.
Fresamento

E
Furação

Furação Usinagem em rampa circular Usinagem em rampa de uma cavidade

F Abertura de um furo ou cavidade


A furação é o método tradicional mais rápido para usinar •Q  uando é necessário usinar uma gama variada de tamanhos
furos, mas a quebra de cavacos pode ser um desafio em de furos.
Mandrilamento

alguns materiais, além da falta de flexibilidade para produzir • Espaço limitado no magazine da ferramenta para armazenar
diâmetros variados e formatos não arredondados. muitas brocas de tamanhos diferentes.
A usinagem em rampa circular (3 eixos simultaneamente) é o • Produção de furos cegos quando um fundo plano é
método menos produtivo comparado com a furação, mas pode necessário
G ser uma boa alternativa no caso de: • Peças com paredes finas e não rígidas.
• Cortes interrompidos
Sistemas de Fixação/

• Furos com diâmetros grandes quando a potência da má-


quina é limitada. • Materiais difíceis de furar devido à quebra e ao escoamento
de cavacos.
• Produção em série menor. Uma regra geral para diâmetros
• Nenhum fluido de corte disponível.
Máquinas

maiores do que 25 mm: o fresamento é mais eficiente em


termos de custo até uma série com aprox. 500 furos. • Cavidades/bolsões (“furos não arredondados”).

H
Materiais

I
Informações/

D 102
Índice
Métodos dedicados – visão geral A

Torneamento geral
Alargamento de furo ou cavidade

Corte e Canais
Mandrilamento Usinagem em rampa circular Fresamento circular
C
Alargamento do furo
Normalmente, o mandrilamento é o método mais rápido pelos mesmos motivos que a furação, mas, em alguns casos, o fresa-

Rosqueamento
mento é uma boa alternativa, veja a página anterior. Dois métodos alternativos de fresamento podem ser usados: Usinagem em
rampa circular (3 eixos) ou fresamento circular (2 eixos). A usinagem em rampa circular deve ser recomendada quando o furo
for mais profundo do que ap máx, ou em aplicações sensíveis a vibrações. Além disso, a circularidade/concentricidade do furo
é melhor se a usinagem em rampa for aplicada, especialmente em longos balanços. A circularidade será melhor se a peça for
rotacionada ao invés de movimentar a fresa em um percurso circular, tanto em operações de fresamento quanto na usinagem
em rampa circular. D

Alargamento de uma cavidade

Fresamento
O fresamento de cantos a 90 graus interno e o fresamento
em mergulho requerem um furo inicial e devem ser compara-
dos à usinagem em rampa de uma cavidade diretamente em
um bloco sólido, veja a página anterior.
•A  usinagem em rampa (3 eixos) tem uma vantagem porque E
necessita de apenas uma ferramenta e pode produzir
formatos 3D, sendo adequada para o fresamento de perfis.
Se aplicada com técnicas de alto avanço (leve e rápido), as
forças de corte serão direcionadas de maneira favorável a

Furação
fim de reduzir os problemas com vibrações. Fresamento de cantos a Fresamento em mergulho
90 graus interno
• Com frequência, o fresamento em mergulho resolve os pro­
blemas com longos balanços e/ou cavidades profundas.
• O fresamento de cantos a 90 graus internos requer mais F
programação do que o fresamento em mergulho, porém, é
mais rápido.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Mergulho em cantos Técnica de retoque – Retoque em cantos Trocoidal


leve e rápido H

Fresamento de retoque (sobremetal restante)


Quando o desbaste de uma cavidade é concluído, o sobremetal sobra, especialmente nos cantos. O fresamento em mergulho
Materiais

com uma fresa menor é um método para aproximar-se ao máximo do formato acabado. O retoque (leve e rápido) é outra técnica
frequentemente usada no fresamento de cantos. O fresamento trocoidal é um tipo de técnica de retoque, usado também para o
fresamento de canais, bolsões etc.
I
Informações/

D 103
Índice
A
Torneamento geral Usinagem em rampa linear (2 eixos) / fresamento circular (2 eixos) / usinagem em rampa circular (3 eixos)

Usinagem em rampa linear (2 eixos)


A usinagem em rampa linear é usada geralmente como uma
B forma eficiente para trabalhar na peça quando usinar canais/
bolsões/cavidades fechados, além de eliminar a necessidade
do uso de uma broca.
Corte e Canais

A usinagem em rampa linear é definida como avanço simultâ-


neo na direação axial (Z) e em uma direção radial (X ou Y), por
exemplo: usinagem em rampa de dois eixos.
A usinagem em rampa circular é sempre preferida em relação
C à usinagem em rampa linear (usinagem de canais em cheio),
porque o corte radial é reduzido e permite o fresamento con-
cordante simples e um melhor escoamento de cavacos.
Rosqueamento

Uma rotação no sentido anti-horário garante o fresamento


concordante.
Usinagem em rampa linear para a abertura de um canal fechado.

D
Fresamento

Fresamento circular (2 eixos)


Furação

F O fresamento circular é um método alternativo ao uso tradi-


cional das ferramentas de mandrilar. O fresamento circular
pode ser realizado pela movimentação da maior parte das
Mandrilamento

fresas a 90 graus em um percurso da ferramenta circular.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 104
Índice
Usinagem em rampa linear (2 eixos) / fresamento circular (2 eixos) / usinagem em rampa circular (3 eixos) A

Torneamento geral
Usinagem em rampa linear (3 eixos)
O avanço da fresa em um percurso para usinagem em rampa
circular, com o movimento simultâneo nas direções X , Y e
B
Z, é frequentemente aplicado para abrir uma cavidade ou um
bolsão. É um método alternativo para a usinagem de furos em

Corte e Canais
relação à furação e ao mandrilamento, veja a comparação na
página D 102.

Rosqueamento
Usinagem em rampa circular em uma peça sólida.
P = passo (mm/rot)

Fresamento
Usinagem em rampa circular para alargar um furo
E

Furação
Usinagem em rampa circular - fresas que são a primeira escolha
Diâmetro do furo F
20 22 24 26 28 30 32 34 36 38 40 42 44 46 48 50 52 54 56 58 60

Mandrilamento
Fundo plano CoroMill® Plura/CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 210

P Furo passante
CoroMill®
Plura/
CoroMill® 390 CoroMill® 210
CoroMill®
316

Fundo plano CoroMill® Plura/CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 300


G
M CoroMill®
Sistemas de Fixação/

Plura/
Furo passante CoroMill® 300
CoroMill®
316

Fundo plano CoroMill® Plura/CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 210


Máquinas

K Furo passante
CoroMill®
Plura/
CoroMill® 390 CoroMill® 210
CoroMill®
316

Fundo plano CoroMill® Plura/CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 790


H
N Furo passante
CoroMill®
Plura/
CoroMill® 390 CoroMill® 790
CoroMill®
316
Materiais

Fundo plano CoroMill® Plura/CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 300

S Furo passante
CoroMill®
Plura/
CoroMill® 390 CoroMill® 210
CoroMill®
316 I
Informações/

D 105
Índice
A
Torneamento geral Métodos dedicados – escolha de ferramentas

Escolha de ferramentas
As fresas que realizam usinagem em rampa linear também podem executar a usi-
nagem em rampa circular.
B Nota: Ao usinar um furo cego, o Dm mínimo será maior se for necessário um perfil de
fundo plano. Pode ser calculado usando a fórmula especificada na página D 111.
Corte e Canais

Usinagem em rampa
CoroMill® Plura CoroMill® 316 linear
Fresa de topo com raio de
VFD, Hélice 50°
canto
C Circular Linear Circular Linear
Máx. profundi-
< ap ap < 0.55 x Dc
dade do furo
Rosqueamento

Qualidade do
H7 H7 Máx.
furo
Furo passante ap = 0.9 x Dc Furo passante ap = 0.55 x Dc
Dc alt. D3 Usinagem em rampa
(mm) Dm P Dm P circular
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
D
4 4.8 0.26 6.7 30.6
6 7.2 0.43 6.7 46.0
8 9.6 0.53 6.7 61.3
Fresamento

10 12 0.66 6.7 76.6 12 0.78 10 31.2


profundidade
12 14.4 1.39 10 61.2 14.4 0.89 10 37.4
do furo
16 19.2 1.77 10 81.7 19.2 1.1 10 49.9
20 24 2.21 10 102.1 24 1.37 10 62.4

E 25 30 1.65 10 78.0

P = passo
Furação

CoroMill® 390 CoroMill® 790


Tamanho da pastilha 11 e 18* Tamanho da pastilha 17 com Tamanho da pastilha 16 com Tamanho da pastilha 22 com
re = 0.8 mm re = 0.8 mm re = 0.8 mm re = 0.8 mm
F Circular Linear Circular Linear Circular Linear Circular Linear
Máx. profundi-
< l3** < l3** < l3** < l3**
dade do furo
Mandrilamento

Qualidade do
H9 Máx. H9 Máx. H7 Máx. H7 Máx.
furo
ap = 10/15
Furo passante Furo passante ap = 15 mm Furo passante ap = 12 mm Furo passante ap = 18 mm
mm
Dc alt. D3
(mm) Dm P Dm P Dm P Dm P
mín. mm/r a° lm mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
G 12 14 0.4 6.0 99
Sistemas de Fixação/

16 20 2.0 10.5 54
20 24 2.0 5.5 104
25 39 3.0 5.0 114 33 6.0 15.5 59 28.8 4.3 19 45.7
Máquinas

32 53 3.3 3.6 159 47 4.5 6.7 135 42.8 8.1 13 66


36 61 2.7 2.6 220 50.8 9.3 11 78
40 78* 7.0* 6.8* 132* 63 4.0 3.9 231 58.8 10.2 9 89 51 11.5 18 74
44 86* 6.5* 6.0* 149* 60.8 10.8 8 101 59 13.7 16 84
H 50 98* 6.0* 5.5* 163* 83 1.0 2.8 323 78.8 11.6 7 118 71 15.7 13 100
54 106* 4.5* 5.0* 179* 86.8 11.9 6 130 79 11.7 12 111
63 124* 4.0* 4.0* 225* 109 1.6 2.1 430 97 18 9 134
66 130* 3.5* 3.7* 243* 103 18 9 141
80 158* 3.0* 3.1* 290* 143 1.6 1.6 565 131 18 7 176
Materiais

I * Pastilhas no tamanho 18 têm geometrias -xMR dedicadas para usinagem em rampa


Informações/

D 106
Índice
Métodos dedicados – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
CoroMill® 210 CoroMill® 300 B
Tamanho da pastilha 09 Tamanho da pastilha 14 Tamanho da pastilha 08 Tamanho da pastilha 10

Corte e Canais
Circular Linear Circular Linear Circular Linear Circular Linear
Máx. profundi-
< l3** < l3** < l3** < l3**
dade do furo
Qualidade do
H13 Máx. H13 Máx. H13 Máx. H13 Máx.
furo
Furo passante ap = 1.2 mm Furo passante ap = 2.0 mm Furo passante ap = 4 mm Furo passante ap = 5 mm C
Dc alt. D3
(mm) Dm P Dm P Dm P Dm P
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm

Rosqueamento
25 32 1.2 14.5 4.6 36.4 2 8.0 28.5 32.4 2.5 13.5 20.8
32 46 1.2 8 8.5 50.4 2 5.0 45.7 46.4 2.5 7.5 38.0
35 52 1.2 7 9.7 56.4 2 4.0 57.2
36 54 1.2 7 9.7
40 66.4 2 3.5 65.4 52.4 2.5 6.5 43.9 D
42 66 1.2 5 13.7 70.4 2 3.0 76.3 62.4 2.5 5.0 57.2
50 82 1.2 3.5 19.6 86.4 2 2.5 91.6 66.4 2.5 4.5 63.5
52 86 1.2 3.3 20.8 76 2 5.8 19.6 90.4 2 2.0 114.5

Fresamento
63 108 1.2 2.6 26.4 98 2 3.8 30.1 112.4 2 1.5 152.8
66 114 1.2 2.4 28.6 104 2 3.2 35.7 118.4 2 1.5 152.8
80 132 2 2.4 47.7 146.4 2 1.0 229.2

Furação
CoroMill® 300
Tamanho da pastilha 12 Tamanho da pastilha 16 Tamanho da pastilha 20

Circular Linear Circular Linear Circular Linear F


Máx. profundi-
< l3** < l3** < l3**
dade do furo

Mandrilamento
Qualidade do
H13 Máx. H13 Máx. H13 Máx.
furo
Furo passante ap = 6 mm Furo passante ap = 8 mm Furo passante ap = 10 mm
Dc alt. D3
(mm) Dm P Dm P Dm P
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm

32 42.6 3 12.0 28.2


G
Sistemas de Fixação/

34 46.6 3 11.5 29.5


35 48.6 3 10.5 32.4
40 58.6 3 8.0 42.7
Máquinas

42 62.6 3 7.5 45.6


50 78.6 3 5.5 62.3
52 82.6 3 5.0 68.6 75.6 4 7.0 65.2
63 104.6 3 3.5 98.1 97.6 4 5.0 91.4
66 110.6 3 3.5 98.1 103.6 4 4.5 101.6 96 5 9.4 60.5 H
80 138.6 3 2.5 137.4 131.6 4 3.5 130.8 124 5 6.7 85.2
100 171.6 4 2.5 183.2 164 5 4.8 119.2
125 221.6 4 1.5 305.5 124 5 3.5 163.5
Materiais

I
Informações/

D 107
Índice
A
Torneamento geral Métodos dedicados – escolha de ferramentas

CoroMill® 200
Tamanho da pastilha 10 Tamanho da pastilha 12 Tamanho da pastilha 16 Tamanho da pastilha 20

Circular Linear Circular Linear Circular Linear Circular Linear

B Máx. profundi-
dade do furo
< l3** < l3** < l3** < l3**
Qualidade do
H13 Máx. H13 Máx. H13 Máx. H13 Máx.
furo
Corte e Canais

Furo passante ap = 5 mm Furo passante ap = 6 mm Furo passante ap = 8 mm Furo passante ap = 10 mm


Dc alt. D3
(mm) Dm P Dm P Dm P Dm P
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm
mín. mm/r a° lm

25 32 2.5 13 22
C 32 42 3 13 26
40 58 3 9.5 32 50 4 13 35
50 78 3 6.5 49 70 4 11 35 62 5 13 43
Rosqueamento

63 104 3 4.5 68 96 4 7 48 88 5 11 45
80 138 3 3.5 98 130 4 5 70 122 5 7 67
100 178 3 2.5 137 170 4 3.5 102 162 5 5 95
125 220 4 2.5 131 212 5 3.5 127
160 282 5 2.5 191

D
Fresamento

E
Como aplicar
Usinagem em rampa com 2 eixos - linear
Furação

Um processo de corte exigente


Há três processos de corte que ocorrem simultaneamente durante a operação de
F usinagem em rampa:
1) Corte periférico com a pastilha guia.
2) Corte do fundo com a pastilha guia.
Mandrilamento

3) Corte do fundo com a pastilha guia.


As forças de corte são axiais e radiais.
Há tensão adicional na ferramenta devido à usinagem de canais em cheio, que
significa ae=Dc, criando de forças radiais grandes e longos cavacos.
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 108
Índice
Métodos dedicados – como aplicar A

Torneamento geral
Recomendações para a usinagem
• Reduza o avanço em 75% do normal.
• Quando o fresamento de canais é executado diretamente depois da usinagem em rampa, é importante
continuar com um avanço mais baixo para uma distância que corresponda ao diâmetro da fresa até que
a pastilha guia saia do corte.
• Use a refrigeração interna para ajudar no escoamento dos cavacos. B
• Reduza o raio na ferramenta para diminuir a área de contato.
• A usinagem em rampa linear deve ser limitada a canais estreitos, com menos de 30 mm de largura, se

Corte e Canais
o acesso para a usinagem em rampa helicoidal for limitado.

Usinagem em rampa progressiva C


Ao realizar a usinagem em rampa em vários passes para
produzir um canal profundo, é possível aumentar a produtivi-

Rosqueamento
dade com facilidade executando essa usinagem em ambos
os sentidos (usinagem em rampa progressiva), ao invés da
usinagem em rampa em somente um sentido (usinagem em
rampa em passe único).
Nota: Ao avançar a fresa no ângulo máximo para usinagem D
em rampa, eleve a distância h antes de alterar a direção. Isso
Usinagem em rampa de passe único. evita danos à parte central do corpo da fresa.

Fresamento
Correção do percurso da ferramenta:
E
h = Tang a (Dc - (2 x iW))

Furação
F

Mandrilamento
Usinagem em rampa progressiva no ângulo máximo para usinagem
em rampa.

O raio da pastilha afeta o ângulo máximo para usinagem em rampa


Exemplo CoroMill® 790
G
As curvas no diagrama são válidas para os raios mínimo e máximo. Para os raios intermediários, use interpo-
Sistemas de Fixação/

lação.

(a) Ângulo para usinagem em rampa


Máquinas

30°
rε = 0.5 mm
25°
rε = 6.35 mm
20° H
15°
rε = 0.5 mm = Tamanho da pastilha 22 mm
10°
rε = 5.0 mm
= Tamanho da pastilha 16 mm
Materiais

  5°

  0°
20 30 40 50 60 70 80 90 100 110 120 130

Diâmetro da ferramenta Dc mm I
Informações/

D 109
Índice
A
Torneamento geral Métodos dedicados – como aplicar

Usinagem em rampa circular – usinagem de furos


A usinagem em rampa circular (também denominada interpolação helicoidal, interpo-
lação espiral, furação orbital etc.) é uma alternativa para a furação.
É um movimento simultâneo em um percurso circular (X e Y) junto com um avanço
B axial (Z) em um passo definido.
Comparada com a usinagem em rampa linear (usinagem de canais em cheio), a
interpolação helicoidal é um processo muito mais suave porque o corte radial é
Corte e Canais

reduzido e ele permite o fresamento concordante puro, além de oferecer um melhor


escoamento de cavacos.
Uma rotação no sentido anti-horário garante o fresamento concordante.

C
Rosqueamento

D Considerações sobre o processo


Há três considerações essenciais sobre a usinagem em rampa circular: Se não forem aplicadas correta-
mente, ocorrerão problemas.
1. Escolha do diâmetro da fresa de acordo com o tamanho do furo
Fresamento

2. Passo por rotação


3. Faixa de avanço

E
1. Escolha do diâmetro da fresa de acordo com o tamanho do furo
Furação

F
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

A escolha do tamanho da fresa é muito O diâmetro da fresa é muito pequeno Se a fresa for muito grande, a pastilha
H importante quando utilizar fresas que e deixará um núcleo no meio, como na não inscreve a linha de centro do furo e
não sejam fresas de centro. trepanação. Isso é aceitável para cortes um pip será formado, provocando distúr-
grandes ("furos manuais"), mas o nú- bios no fundo da fresa.
O diâmetro da fresa garante que a pas-
cleo precisa ser apoiado para não cair.
tilha execute o corte acima da linha de
centro do furo.
Materiais

I
Informações/

D 110
Índice
Métodos dedicados – como aplicar A

Torneamento geral
Diâmetro máximo do furo
•O diâmetro máximo do furo, Dm, que pode ser produzido em
uma espiral contínua é 2 x D3.
• Essa é a usinagem de um rasgo em cheio e restará uma sa­
liência (pip) no centro do furo cego.
• A saliência (pip) é removida com o avanço em direção ao B
centro para um fundo plano.

Corte e Canais
C

Rosqueamento
Diâmetro máx. do furo. Dm
Máx. Dm = D3 x 2 D
Dm
Mín. D3 =
2

Fresamento
Diâmetro mínimo com fundo plano
E
•P ara garantir que não fique nenhuma saliência (pip) no fundo de um furo cego, o tamanho do raio da
pastilha precisa ser considerado.
• Se a fresa for muito grande, a saliência (pip) não pode ser removida pelo avanço em direção ao centro.

Furação
• Para a CoroMill 390, o comprimento da fase plana, bs, também precisa ser adicionado ao tamanho do raio.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

CoroMill® 390 – CoroMill® 300 –


diâmetro mín. do furo Dm diâmetro mín. do furo Dm
Materiais

Dm Dm
Máx. D3 = + (re + bs) Máx. D3 = + 0.5 iC
2 2
Mín. Dm = (D3 – (re + bs )) x 2 Mín. Dm = (D3 – 0.5 iC) x 2
I
Informações/

D 111
Índice

MTG09 Milling D100-D115.indd 111 2009-12-09 15:05:23


A
Torneamento geral Métodos dedicados – como aplicar

Diâmetro mínimo com furo passante


•O  diâmetro mínimo que evita a colisão do corpo da fresa devido ao corte
não central.
• b é a passada máxima permitida para o mergulho e é o mesmo para a
sobreposição máxima.
B • Para pastilhas redondas, b deve ser calculado como
b = 0.8 x iC.
• A saliência (pip) não pode ser removida.
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D b
Fresamento

CoroMill® 390 – CoroMill® 300 –


diâmetro mín. do furo Dm diâmetro mín. do furo Dm
Dm Dm
Máx. D3 = +b Máx. D3 = + 0.8 iC
2 2
E Mín. Dm = (D3 – b) x 2 Mín. Dm = (D3 – 0.8 iC) x 2

2. Passo
Furação

O passo nunca pode ser maior do que a máxima ap para o conceito da fresa e
depende do diâmetro do furo, do diâmetro da fresa e do ângulo para usinagem em
rampa.
F
Mandrilamento

3. Faixa de avanço
G
O valor de avanço sempre depende do valor hex- que corresponde à faixa de avanço
Sistemas de Fixação/

periférico. vfm. No entanto, muitas máquinas requerem um avanço central para a fer­
ramenta. vf, que deve ser calculado da forma adequada:
Máquinas

H Dvf
fz = hex vfm = n × fz × zc vf = × vfm
Dm

Dvf = percurso da fresa programado


Materiais

Faixa de avanço programado:


vfm = quando usar a compensação de raio
I vf = quando usar o avanço central da ferramenta
Informações/

D 112
Índice

MTG09 Milling D100-D115.indd 112 2009-12-09 15:05:23


Métodos dedicados – como aplicar A

Torneamento geral
Alargamento de um furo existente
O alargamento de um furo existente pode ser realizado por meio de usinagem em
rampa circular ou fresamento circular.
Usinagem em rampa circular – 3 eixos
• Usinagem em rampa constante. B
• Sem entrada nem saídas.
• Fresa constantemente engajada.

Corte e Canais
• Ação da usinagem em rampa – corte no fundo
Primeira escolha:
• Profundidade do furo é maior do que a máxima ap
para a ferramenta.
• Melhor concentricidade e circularidade do furo. C
• Em aplicações sensíveis a vibrações.
Dvf = Dm – Dc

Rosqueamento
D
Fresamento circular – 2 eixos
• z constante.
• Entrada e saída para cada nível.

Fresamento
• A entrada em corte por rolagem deve ser
programada.
• A tolerância do furo não é tão boa quanto a
helicoidal.
• Marcas do escalonamento em cada passe. E
Primeira escolha:
• Programe o percurso da ferramenta com mais de
360 graus para evitar as marcas de escalonamento.
Dvf = Dm – Dc

Furação
• Somente um passe é necessário.
– Fresa com alta capacidade de ap (CoroMill Dvf
Plura, fresa CoroMill 390 Long Edge). Dvf1 =
2
– Furo raso. F
• Capacidade de usinagem em rampa deficiente ou
inexistente – Long Edge sem suporte axial.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

Entrada no corte – A entrada em corte por rolagem garante ca-


vacos finos na saída. Baixo ângulo de largura fresada – reduz
as vibrações e garante alta produtividade.
I
Informações/

D 113
Índice
A
Torneamento geral Métodos dedicados – como aplicar

Cálculo do avanço
O avanço precisa ser reduzido devido a:
• Aumento de ae referente ao corte reto que reduz o efeito de afinamento dos
cavacos.
• O avanço periférico é maior que o avanço do centro da ferramenta.
B • Calcule o avanço com base em Dvf.
Corte e Canais

hex Dvf
fz = vfm = n × fz × zc vf = × vfm
sin ß Dm

C
Rosqueamento

D
Usinagem em rampa/Fresamento circular externo
Comparada com a usinagem em rampa/fresamento circular interno:
Fresamento

• O avanço do centro da ferramenta, vf, aumenta em vez de reduzir.


• A profundidade radial, ae, torna-se muito menor com o fresamento externo, por-
tanto, uma velocidade de corte mais elevada pode ser usada.
E • hex é calculada da mesma forma que para a usinagem de borda.
• A técnica de programação é muito semelhante ao fresamento interno de furos.
Para mais informações sobre os cálculos e fórmulas, veja Informação/Índice,
Capítulo I.
Furação

F Rampa circular externa (3 eixos)


Mandrilamento

vfm × (Dm + Dcap) Dw - Dm


vf = ae eff =
Dm 2
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Fresamento circular externo (2 eixos).
Materiais

I
Informações/

D 114
Índice
Métodos dedicados – como aplicar A

Torneamento geral
Abertura/alargamento de uma cavidade ou bolsão
Há duas estratégias bem definidas:
1. Usinagem em rampa circular (3 eixos) – pequena ap
Use uma fresa com um ângulo de posição pequeno: a CoroMill 210 ou a CoroMill B
316 correspondente ou a fresa de alto avanço CoroMill Plura. Uma fresa com pas-
tilha redonda pode ser outra alternativa. Para mais informações, veja Fresamento
com altos avanços, página D 60.

Corte e Canais
A técnica “leve e rápida” proporciona uma excelente taxa de remoção de metal
e é a primeira escolha para máquinas menos estáveis (de acordo com ISO 40) e
quando a cavidade tem um formato perfilado, por exemplo: moldes e matrizes.
Nota: Evite a usinagem contra um canto a 90 graus porque o efeito de um ângulo
de aproximação baixo será perdido, por exemplo: a profundidade de corte aumenta C
significativamente.
Parâmetros de corte:

Rosqueamento
• Diâmetro máximo da fresa = 1.5 x raio de canto da peça
• Usinagem em rampa circular até a profundidade – sentido
anti-horário
• Entrada em corte por rolagem
• Corte radial – máx. ae = 70 x Dc D
• Corte axial para fresa com pastilha redonda 25% iC
• Raio no percurso da ferramenta no canto = Dc
• Reduza o avanço no canto, veja página D 26.

Fresamento
Usinagem em rampa com percurso
da ferramenta no sentido anti-horário.
E
2. Fresamento circular (2 eixos) – grande ap
Faça um furo usando uma broca e, depois, mude para uma fresa de topo para can-
tos a 90 graus ou uma fresa Long Edge. Uma área de aplicação típica é a usinagem

Furação
de estruturas na indústria aeroespacial – usinagem de titânio.
Dicas de aplicação
Garanta um bom escoamento de cavacos para evitar recorte/entupimento dos F
cavacos:
• Fuso horizontal (ISO 50) é preferido.

Mandrilamento
• Refrigeração em alta pressão ou ar comprimido com ferramenta com refrigeração
interna.
• Dc não deve ser maior do que 75% do diâm. do furo. Use um corte axial grande –
máximo ap = 2 x Dc.
O furo usinado deve ser penetrado em um percurso circular:
• Controle o contato radial, máximo ae = 30% de Dc. G
Sistemas de Fixação/

Controle o contato radial para reduzir as vibrações nos cantos e maximizar a produ-
tividade:
• Use o maior raio possível nos cantos, programação em forma espiral.
Máquinas

• Use o maior Dc possível e complete o fresamento de retoque separadamente


para que não seja maior do que 1.5 x o raio de canto.

H
Materiais

Raio de canto Programação em


pequeno forma espiral
I
Informações/

D 115
Índice
A
Torneamento geral Fresamento em mergulho – escolha de ferramentas

Fresamento em mergulho
No fresamento em mergulho, o corte é realizado na extremi-
B dade da ferramenta e não na periferia, o que é mais vantajoso
devido à mudança no sentido das forças de corte de predomi-
nantemente radial para axial. Em geral, o fresamento em mer-
Corte e Canais

gulho é um método alternativo quando o fresamento lateral


não for possível devido às vibrações. Por exemplo:
• Quando o balanço da ferramenta for 4x maior Dc
• Quando a estabilidade for ruim
C • Para semiacabamento de cantos
• Para materiais difíceis de cortar como o titânio.
Ele também pode ser uma alternativa quando a potência ou o
Rosqueamento

torque da máquina forem uma limitação.


Nota: O fresamento em mergulho em condições favoráveis
não é a primeira escolha devido à menor taxa de remoção de
metal.

D
Fresamento

E
Escolha de ferramentas
A seleção da fresa é determinada principalmente pelo diâ- Furação em mergulho
metro. As fresas Coromant R215 e CoroMill 210 são dedica- Furação em mergulho com ferramentas para furação pode ser
das para mergulho. mais eficiente até aprox. Dc = 35 mm, veja Furação,
­capítulo E.
Furação

F Tamanho da Avanço por Faixa de diâm.


Conceito Aplicação pastilha (mm) dente (mm) fz Passo máx. b da fresa (mm) Dc

Primeira escolha para desbaste 09 0.1 8 25 – 66


Mandrilamento

CoroMill® 210
com balanço longo 14 0.15 13 52 – 160

Fresa Coromant®
Usinagem pesada – diâmetro
R215 25 0.15 22 80 – 160
grande com balanço longo
para mergulho
G
Sistemas de Fixação/

Raios de canto pequenos e


CoroMill® Plura – 0.05 100% Dc 1 – 25
profundos
Máquinas

Raios de canto pequenos e


CoroMill® 316 – 0.05 100% Dc 10 – 25
profundos

H 11 5.5 12 – 80
CoroMill® 390 0.15
17 8.5 25 – 125

CoroMill® 490 08 0.15 2 mm 20 – 125


Materiais

Abertura de canais em materiais


CoroMill® 300 5 ~ 20 0.15 80% iC 10 – 200
I difíceis
Informações/

D 116
Índice
Furação em mergulho – como aplicar A

Torneamento geral
Como aplicar

Processo de corte
O fresamento em mergulho varia consideravelmente do B
fresamento tradicional. Ele usa a extremidade da ferramenta
para cortar ao invés da periferia, o que muda positivamente o

Corte e Canais
sentido das forças de corte de predominantemente radial para
axial. Ele pode ser comparado a uma operação de mandrila-
mento com cortes interrompidos.
O consumo de potência e o ruído são baixos.

Rosqueamento
Fresamento em mergulho = Fresamento tradicional. Forças
mandrilamento interrompido. radiais principalmente.
Forças de corte axiais.

D
ae

Fresamento
s

Furação
Dicas gerais
• A máquina horizontal facilita o escoamento de cavacos.
• Inicie o fresamento por baixo e suba. F
• Use fluido de corte ou ar comprimido para facilitar o escoa-
mento de cavacos.

Mandrilamento
• Em comparação aos métodos tradicionais, o fresamento em
mergulho requer um avanço por dente menor.
• Certifique-se para que mais de um dente esteja em contato.
• Use fresas de passo extrafino.
• Use a máxima ae – dependendo do tamanho da pastilha.
• Use s = 0.75 x Dc quando mover lateralmente. G
Sistemas de Fixação/

• Diminua gradualmente a profundidade do mergulho para


minimizar as vibrações. = avanço programado da mesa
• Use um "programa em forma de gancho" para evitar um = avanço rápido
Máquinas

recorte no curso de retorno. Avance 1 mm distante da


Evite recortes no curso de retorno e diminua gradualmente a profundi-
parece no final do corte. dade do mergulho.
Nota: Não é recomendado um ciclo de furação devido ao
recorte que pode causar vibrações durante a retração.
• Procure sempre deixar sobremetal constante para uma ope­ D3 x ae x vf x kc
H
ra­ção de acabamento subsequente. Pc =
60 × 106

Materiais

s x ae x vf x kc
Pc =
60 × 106

Cálculo do consumo de potência.
I
Informações/

D 117
Índice
A
Torneamento geral Furação em mergulho – como aplicar

Canais
• O fresamento em mergulho é uma técnica eficiente para a usinagem de canais
profundos e fechados.
• O escoamento de cavacos torna-se essencial. Um set-up horizontal e o uso de
fluido de corte ou ar comprimido ajudará nesse processo.
B • Recomenda-se uma broca para canais profundos e estreitos, pois ela fornece me-
lhor escoamento de cavacos e a mais alta taxa de passos, veja capítulo E.
Corte e Canais

Cavidades/bolsões
Rosqueamento

• O escoamento de cavacos é crítico assim como na abertura de canais fechados.


• Use uma montagem horizontal e fluido de corte ou ar comprimido.
• O escoamento de cavacos pode ser ainda melhor usinando o furo inicial o maior
possível. 1.5 x Dc é recomendado.
D • Reduza o avanço nas duas primeiras etapas de mergulho.
• Mova lateralmente e tente evitar a usinagem de canais em cheio.
Fresamento

Cantos
O fresamento em mergulho do sobremetal restante (fresamento de retoque) após
Furação

uma operação de desbaste em cantos a 90 graus pode ser vantajoso.


As fresas de topo CoroMill Plura, CoroMill 390 ou a broca para mergulho Coromant
U (veja Furação, capítulo E) são adequadas. A broca permite cortes de até 75% do
F diâmetro da fresa, o que pode ser vantajoso em cantos estreitos.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/

Usinagem de cantos
Máquinas

Dc = 12.7 mm

Raio inicial =
H 16 mm
Materiais

Raio final = 6 mm

I
Informações/

D 118
Índice
Fresamento pica-pau – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Fresamento pica-pau
O fresamento pica-pau é uma alternativa para a usinagem em
rampa para aberturas em materiais sólidos.
B
Todavia, ele precisa de potência excessiva, produz cavacos
longos e coloca forças de corte indesejáveis na fresa e, por-

Corte e Canais
tanto, deve ser usado somente quando:
• A máquina não tiver o recurso de usinagem em rampa
• Houver a necessidade de produzir canais fechados curtos.

Rosqueamento
Escolha de ferramentas D

CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 390 CoroMill® 790

Fresamento
E
Profundidade máx. da 11: 1.0 mm 16: 1.1 mm
0.9 x Dc 0.55 x Dc
broca 17: 1.5 mm 22: 1.2 mm

Diâm. da fresa (Dc), mm 2 − 25 10 − 25 12 − 40 25 − 100

Furação
Corte central (furação) Sim Sim Não Não

Material
P M K P M K P M K P M K F
N S H N S H N S H N S H

Mandrilamento
Como aplicar
G
Corte central - fresas de topo para furação (fresa de topo)
Sistemas de Fixação/

A profundidade de furação de uma fresa de topo com corte central é


limitada pelo comprimento do canal de cavacos e também pela capa-
Máquinas

cidade de escoamento dos mesmos. Para canais mais profundos, use


um ciclo pica-pau. Quando furar, use um baixo avanço: aprox. 50% do
avanço recomendado para o fresamento.

Fresa de topo com corte não central


CoroMill 390 e 790 são fresas de topo com corte não central que
Materiais

podem ser usadas para um ciclo de fresamento pica-pau. Observe que


a profundidade de furação é muito limitada. Use uma fresa de passo
largo para um máximo espaço para cavacos.
Profundidade máx.
de furação I
Informações/

D 119
Índice
A
Torneamento geral Métodos de retoque – escolha de ferramentas

Métodos de fresamento de retque


Esses métodos de fresamento foram originalmente desenvolvi-
B dos para o desbaste e o semidesbaste de materiais difíceis,
como aços duros, ISO H e materiais HRSA, além de ISO S,
mas também podem ser usados em outros materiais, espe-
Corte e Canais

cialmente em aplicações sensíveis às vibrações.


As técnicas são baseadas em uma profundidade de corte
radial pequena, ae, que:
•G  era uma baixa de força de corte radial que exige menos
C estabilidade e permite uma profundidade de corte maior, ap.
• O que significa que somente um dente por vez está em
corte, minimizando a tendência a vibrações.
Rosqueamento

• Reduz o calor na zona de corte devido ao tempo de contato


curto, possibilitando o uso de velocidades de corte mais
altas.
• Gera um espessura de cavacos pequena, hex, mas um alto
avanço, fz.
D Ele pode ser dividido em:
• fresamento trocoidal – usado principalmente para usinagem
de canais.
• retoque – usado para semidesbaste de cantos.
Fresamento

Os dois métodos de retoque são comprovadamente muito


seguros e produtivos.

Escolha de ferramentas
Furação

CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroMill® 490 CoroMill® 390 Fresa Long Edge Fresa Long Edge
F CoroMill® 390 CoroMill® 690
Mandrilamento

Máx. profundidade de corte


7.0 − 54.0 5.5 − 13.0 5.5 15.7 71.0 112.0
(ap), mm

G Diâm. da fresa (Dc), mm 2 − 25 10 − 25 20 − 66 12 − 40 32 − 200 50 − 100


Sistemas de Fixação/

Material
P M K P M K P M K P M K P M K S
N S H N S H N S H N S H
Máquinas

Comentários:
• A ferramenta usada com mais frequência para as operações de retoque é a
H CoroMill Plura.
• CoroMill 316, CoroMill 490 ou CoroMill 390 são alternativas quando a profundi-
dade de corte for menor.
• A técnica de retoque também pode ser usada com fresas Long Edge que com-
binam pequena ae com grande ap.
Materiais

I
Informações/

D 120
Índice
Métodos de retoque – como aplicar A

Torneamento geral
Como aplicar

Corte e Canais
O retoque usa velocidade de corte mais alta, vc, e um corte axial maior, ap, mas so-
mente com contatos radiais pequenos, ae, e o avanço por dente, fz. Isso é possível
C
devido a:

Rosqueamento
Fator Efeito Benefícios
• Espessura fina de cavacos • Força de corte menor/ •C ortes axiais mais pro-
• Arco de contato pequeno deflexão fundos
• Temperatura reduzida na • Velocidades mais altas
zona de corte
D

Fresamento
Fresamento trocoidal E
Área de aplicação
Um excelente método para abertura de canais quando as vibrações são um pro-
blema; também é adequado para o fresamento em desbaste de cavidades confina-
das, canais e bolsões.

Furação
Definição
O fresamento trocoidal pode ser definido como fresamento circular que inclui movi-
F
mentos simultâneos para frente. A fresa remove "fatias" repetidas de materiais em
uma sequência de percursos espirais contínuos da ferramenta no sentido radial.

Mandrilamento
Isso precisa de programação especializada e recursos de máquina-ferramenta.
A ferramenta é programada rolagem na na entrada e saída do corte, com passos
radiais, w, mantidos baixos, o que significa que:
• O arco de contato controlado gera baixas forças de corte habilitando altas profun- G
didades de corte axiais.
Sistemas de Fixação/

• Todo o comprimento da aresta de corte é utilizado, garantindo que o calor e o


desgaste sejam uniformes e se espalhem, propiciando vida útil da ferramenta
mais longa que no fresamento tradicional de canais.
Máquinas

• Devido ao arco de contato pequeno, são utilizadas ferramentas multicortes o que


permite altos avanços da mesa com vida útil segura da ferramenta.
• O corte radial máximo, ae, não deve exceder 20% do diâmetro da fresa.
H
ap ≤ 2 x Dc
ae = pequena
Materiais

vf = alta
vc = a
 té 10 vezes maior que os méto-
dos convencionais
I
Informações/

D 121
Índice
A
Torneamento geral Métodos de retoque – como aplicar

Para larguras de canais menores que 2 x Dc


máx
A ferramenta é programada em um percurso espiral contínuo que avança no
sentido radial para formar um canal ou um perfil. O avanço é constante com
variação contínua do corte radial. 50% do tempo da ferramenta é fora do
corte.
B Considerações
1) O corte radial muda constantemente e, em grandes imersões, é maior que
o passo programado, w.
Corte e Canais

2) É importante manter o diâmetro da fresa em uma largura de canal abaixo


de 70%, e o passo radial, w, abaixo de 10% de Dc.
3) O avanço é constante, porém, o avanço central da ferramenta, vf, difere do
C avanço periférico, vfm. Quando o avanço for programado com base no centro
da ferramenta, deve-se calcular o avanço periférico.
Rosqueamento

D
Parâmetros de corte vfm = n × fz × zn
• Diâm. máx. da fresa Dc = 70% da largura do canal
• Passo w = máx. 10% Dc
Fresamento

• Corte radial máx. ae = 20% Dc Dvf = Dm – Dc


• Corte axial ap = até 2 x Dc
• Avanço por dente inicial fz = 0.1 mm Dvf
vf = × vfm
E Calcule o avanço programado vf Dm

Casos de usinagem usando o fresamento trocoidal


1 – Canal estreito – Inconel 718 (44HRC)
Furação

Número de canais/peça 24
F Largura 12 mm
12

8
Comprimento 25 mm
Mandrilamento

Profundidade 16 mm 0.8

Vida útil da ferramenta 10 canais

Tempo/canal 1'35"

G Ferramenta – R216.24-08050-EAK 19P 1620


Sistemas de Fixação/

Diâm. central da fer-


Profundidade de corte ap 16 mm Dvf 4 mm
ramenta
Diâm. da fresa Dc 8 mm Passo w 0.67 mm
Máquinas

Número de dentes zn 4 Avanço por dente fz 0.09 mm

Velocidade de corte vc 75 m/min Avanço periférico vfm 1047 mm/min


Avanço central da
H Velocidade do fuso n 2984 m/min
ferramenta
vf 349 mm/min

O fresamento trocoidal proporciona um processo muito mais seguro quando com-


Materiais

parado à abertura trocoidal de canais ou fresamento em mergulho, com vida útil


mais longa da ferramenta e custos reduzidos, pois uma ferramenta de 8 mm substi-
tui uma ferramenta de 12 mm.
I
Informações/

D 122
Índice
Métodos de retoque – como aplicar A

Torneamento geral
Para canais mais largos que 2 x Dc
Um percurso espiral contínuo, como os programados para canais estreitos em que
50% do tempo é gasto com a ferramenta fora do corte, pode ser otimizado à medida
em que o canal se torna mais largo:
1. Entrada por rolagem – raio programado (radm) = 50% de Dc. B
2. G1 com ae = 0.1 x Dc.
3. Saída por rolagem – raio programado (radm) = 50% de Dc.
4. Movimento rápido para a próxima posição inicial.

Corte e Canais
5. Repetir o ciclo.

Parâmetros de corte C
• Profundidade radial
– CoroMill Plura ae = 10% Dc Largura

Rosqueamento
– CoroMill 390/490 ae = 20% Dc do
canal
• Corte axial ap = até 2 x Dc
• Avanço por dente inicial fz = 0.1 mm
• Avanço do raio radfv = 0.5 x G1

D
2 – Canal largo – Ressalto
Ø8
Número de canais/peça 8

Fresamento
Largura 45 mm 45
15
10 rad
Profundidade 16 mm

Espessura 4 mm E

Ferramenta 1 – CoroMill 390 – Ø 16 mm Ferramenta 2 – CoroMill Plura – Ø 12 mm

Furação
R390-016A16-11H R216.24-12050AK26P
R390-11T308M-PL 1620
1030 F
a) Aço inoxidável – 316

Mandrilamento
Ferramenta Diâmetro, Dc mm zn vc n fz vf ap ae Q
Tempo
m/min m/mim rpm mm/z mm mm cm³/min min+seg

CoroMill 390 16 2 200 3978 0.15 1194 5 2 11.9 0'25''

CoroMill Plura 12 4 170 4509 0.06 1082 5 1 5.4 1'00''


G
b) HRSA – Inconel 718 (44 HRC)
Sistemas de Fixação/

Ferramenta Diâmetro, Dc mm zn vc n fz vf ap ae Q
Tempo
m/min m/mim rpm mm/z mm mm cm³/min min+seg
Máquinas

CoroMill 390 16 2 30 597 0.10 119 5 2 1.2 2'45''

CoroMill Plura 12 4 75 1989 0.08 637 5 1 3.2 1'15''

H
CoroMill® 390 vs CoroMill® Plura
• Aço inoxidável – a CoroMill 390 oferece o tempo mais rápido – 140% mais rápido que a CoroMill Plura.
Em aço inoxidável, a CoroMill 390 trabalhou sem "obstrução" ou entupimento nos canais, o que permitiu um corte radial mais
rápido, ae, e avanço por dente mais alto, fz, que a CoroMill Plura.
Materiais

• HRSA – CoroMill Plura foi 120% mais rápida que a CoroMill 390.
No HRSA mais duro, o dente extra e o maior ângulo de hélice da CoroMill Plura produziu uma operação muito mais suave.

I
Informações/

D 123
Índice
A
Torneamento geral Métodos de retoque – como aplicar

Retoque – fresamento de cantos


Área de aplicação
O retoque é uma técnica de semidesbaste usada no fresamento de cantos onde a
ferramenta maior usada na operação anterior não consegue chegar.
B Definição
Diferentemente do fresamento trocoidal, não é necessária nenhuma rolagem ao
entrar e sair do corte pois o corte radial vai de zero no máximo até o meio e cai a
Corte e Canais

zero novamente.
Múltiplos passes removem o material sucessivamente, garantindo imersão radial/
ângulo de contato baixos e consistentes, além de forças de corte baixas.
Considerações:
C
Redução da faixa de avanço nos cantos:
• Como com todos os raios de contorno, quando programar com um avanço central
da ferramenta, vf, a faixa de avanço precisa ser relativamente reduzida para o
Rosqueamento

avanço periférico da ferramenta, vfm, manter um avanço por dente constante.


• A profundidade de corte pode tornar-se muito alta para suportar o mesmo alto
avanço que com o corte em linha reta, dependendo da relação do diâmetro da
fresa com o raio de canto.
D • Todavia, a relação entre o diâmetro do percurso da fresa programado, Dvf, e o Retoque Convencional
diâmetro do furo, Dm, aumenta constantente na direção do raio do canto acabado;
o que significa que o avanço precisa diminuir continuamente a cada passe.
• O processo torna-se mais instável e ocorrem vibrações.
• Uma máquina-ferramenta com boa estabilidade de dinâmica e controle de redução vfm = n × fz × zn
Fresamento

de avanço central da ferramenta é essencial para o fresamento bem sucedido de


cantos internos.
Dvf = Dm – Dc

E Dvf
vf = × vfm
Dm
Furação

Dvf e vf continuamente diminuídos para cada passe Ângulo de canto


F radw radw radw
radm radw (20 mm) (20 mm)
raio fin. radm radm
ae máx radm
ae tot (6 mm) (6 mm)
Mandrilamento

θ ae máx
θ θ

Dc Dc
w

G
Dvf
Sistemas de Fixação/

Dvf w
ae tot

w = Passo radial
Máquinas

radm = raio final da peça ae tot = 5.8 mm ae tot = 14 mm


radw = raio inicial da peça

H Parâmetros de corte
Valores típicos para uma CoroMill Plura R216.24-xxx50-xxK xxP
• Diâmetro máximo da fresa Dc = 1.75 x radm
• Passo radial w = 10% Dc
• Corte axial alto ap = até 2 x Dc Para o mesmo raio inicial e final, o número de passes necessário irá
• Avanço por dente inicial fz = 0.1 mm variar de acordo com o ângulo do canto.
Materiais

• Velocidade de corte – aprox. 3-6 vezes a recomendação normal. Para cantos com ângulos menores que 60˚, o fresamento em mer-
gulho usando a CoroMill 390 ou uma broca para mergulho pode ser
uma boa solução, veja a página D 118.

I
Informações/

D 124
Índice
Bolsões/ângulos fechados – escolha de ferramentas A

Torneamento geral
Ângulos/bolsões fechados
Os ângulos fechados, menores que 90 graus, são uma
característica de peça comum em bolsões e cavidades. É
B
necessária uma máquina com 4 ou 5 eixos para usinar um
ângulo fechado.

Corte e Canais
4 eixos:
Se somente um lado do bolsão tiver um ângulo fechado e a
forma do fundo for plana.
5 eixos:
Se houver um canto com ângulos fechados em ambos os C
lados. Se houver um raio no perfil do fundo.

Rosqueamento
Escolha de ferramentas D

CoroMill® Plura

Fresamento
E
Máx. profundidade de corte
10.0 – 45.0
(ap), mm

Diâm. da fresa (Dc), mm 3.8 – 15.18

Furação
Material
P M K
N S H O fresamento de um rotor é um exemplo
de aplicação de fresamento de ângulos
fechados. F

Como aplicar

Mandrilamento
Recomendação para usinagem
1. Antes de usinar o raio, o fresamento de cantos da parede deve ser realizado com G
uma fresa de topo quadrada para melhor estabilidade.
Sistemas de Fixação/

2. O raio é usinado com uma fresa de topo Ball Nose.


Máquinas

H
Materiais

Use uma fresa de topo quadrada para obter A usinagem final do raio deve ser realizada
melhor estabilidade quando usinar a parede com uma fresa de topo Ball Nose cônica.
periférica. I
Informações/

D 125
Índice
A
Torneamento geral Chanframento – escolha de ferramentas

Chanframento
Chanfros, cortes em V, saídas para retífica, preparação para
B solda e operações de rebarbação juntamente com as arestas
da peça são as operações mais comuns. Dependendo do tipo
de máquina e set-up, essas operações podem ser realizadas
Corte e Canais

de diversas maneiras. É possível usar uma fresa pequena de


facear, uma fresa Long Edge, uma fresa de topo ou fresas de
chanfrar dedicadas.

C
Rosqueamento

D Escolha de ferramentas
Fresas de chanfrar dedicadas
Fresamento

CoroMill® Plura CoroMill® 316 CoroTurn® XS CoroMill® 327 CoroMill® 328 U-Max

Ângulo de posição (graus) 30, 45, 60 15, 30, 45, 60 30 45, 60 60 45, 60
Furação

Profundidade máx. do
7.4 6.5 0.6 1.7 1.8 7.9
chanfro

F Diâmetro mín. do furo de


chanfro reverso (mm)
– – 6 12 40 27

Material
P M K P M K P M P M K P M K P M K
Mandrilamento

N S H N S N S N S H N S H N S H

G Fresas complementares para chanframento


Sistemas de Fixação/

Em máquinas de 4 e 5 eixos, em que o fuso ou a peça podem ser inclinados, uma


va­rie­da­de de ferramentas pode ser usada para chanframento e rebarbação como:
• F resas de topo a 90 graus como CoroMill Plura, CoroMill 316, CoroMill 390,
Máquinas

CoroMill 490, CoroMill 790


• Fresas de facear a 45 graus como CoroMill 245 e CoroMill 345
• Para chanfros grandes, podem ser usadas as fresas Long Edge.
H
Materiais

I
Informações/

D 126
Índice
Chanframento – como aplicar A

Torneamento geral
Como aplicar

Dados de corte
Normalmente a profundidade de corte, ap, e a largura de corte, ae, são pequenas B
em relação ao diâmetro da fresa. Isto significa que devem ser usadas as reco-
mendações de velocidade de corte mais alta para largura fresada pequena. O

Corte e Canais
avanço por dente, fz, também pode ser consideravelmente aumentado, veja a página
D 21. As exigências de acabamento superficial limitam o fz.

Rosqueamento
D
Chanframento de um furo
Com a CoroMill 327, a CoroMill 328 e o CoroTurn XS, é possível chanfrar o furo após

Fresamento
terminar a operação de rosqueamento usando a mesma ferramenta e a mesma
pastilha.
Isso é realizado usando um percurso de fresamento circular, veja a sequência de
programação abaixo. E

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Ponto zero
para o raio e o
1. P
 osicione a fresa centralmente sobre o 3. Interpole em 360°
comprimento
furo usinado por broca, com a rotação da
4. Retroceda o avanço do centro do furo da ferramenta.
fresa, e mova axialmente à profundidade
da flange (Z = altura da flange – tamanho
do chanfro).
5. Retraia a fresa H
2. A
 vance a fresa para entrar em contato
com a compensação do raio (Y = raio do
furo).
Materiais

Nota: Para ajustar o tamanho do chanfro, altere a posição Z (não ajuste o diâmetro, pois isso
pode causar efeito de esfregamento no furo).
I
Informações/

D 127
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – solução de problemas

Solução de problemas

B Desgaste da ferramenta
Olhe a aresta, analise o desgaste e otimize os dados de corte com base em sua conclusão.
Corte e Canais

Causa Solução
C Desgaste de flanco
Desgaste rápido resultando em acabamento superficial • Reduza a velocidade de corte, vc
ruim ou fora da tolerância. • Selecione uma classe mais resistente ao desgaste
• Aumente o avanço, fz
Rosqueamento

• Velocidade de corte muito alta


• Resistência ao desgaste insuficiente
• Avanço, fz, muito baixo

D Desgaste excessivo reduzindo a vida útil da ferramenta. • Aumente o avanço, fz


• Fresamento concordante
• Vibrações • Faça o escoamento de cavacos adequadamente usando
• Recorte de cavacos ar comprimido
• Formação de rebarbas na peça • Verifique os dados de corte recomendados
Fresamento

• Acabamento superficial ruim


• Geração de calor
• Ruído excessivo

E
Desgaste desigual danificando o canto. • Reduza o batimento radial para menos de 0.02 mm
• Verifique o mandril e a pinça
• Batimento radial da ferramenta • Minimize o balanço da ferramenta
• Vibrações • Reduza os dentes em corte
• Vida útil da ferramenta mais curta • Aumente o diâmetro da ferramenta
• Acabamento superficial insatisfatório • Para CoroMill Plura e CoroMill 316, selecione uma
Furação

• Alto nível de ruído geometria com maior ângulo de hélice (gp ≥45°)
• Forças radiais muito altas • Divida a profundidade de corte axial, ap, em mais de um
passe
• Reduza o avanço, fz
F • Reduza a velocidade de corte, vc
• HSM requer passes rasos
• Melhore a fixação da ferramenta e da peça
Mandrilamento

Craterização
Desgaste excessivo causando o enfraquecimento da • Selecione uma uma classe com cobertura Al2O3
aresta. A quebra da aresta de corte na borda resulta em • Selecione uma geometria de pastilha positiva
G acabamento superficial ruim. • Primeiro, reduza a velocidade para obter uma tem­pe­ra­
tu­ra mais baixa, depois reduza o avanço
Sistemas de Fixação/

• Desgaste por difusão devido às temperaturas de corte


muito altas na saída do corte.
Máquinas

Deformação plástica
Deformação plástica da aresta, depressão ou impressão •S elecione uma classe mais resistente ao desgaste
H do flanco, levando a controle de cavacos ruim, acabamen- (mais dura).
to superficial ruim e quebra da pastilha. • Reduza a velocidade de corte, vc
• Reduza o avanço, fz
• Pressão e temperatura de corte muito altas.
Materiais

I
Informações/

D 128
Índice
Fresamento – solução de problemas A

Torneamento geral
Causa Solução
Lascamento
A parte da aresta de corte que não está em uso é da­ni­fi­ • Selecione uma classe mais tenaz
ca­da pelo martelamento de cavacos. A face de topo e o • Selecione uma pastilha com uma aresta de corte mais B
apoio da pastilha podem ser danificados, resultando em robusta
textura superficial ruim e desgaste excessivo de flanco. • Aumente a velocidade de corte, vc
• Selecione uma geometria positiva

Corte e Canais
• Os cavacos são desviados contra a aresta de corte. • Reduza o avanço no início do corte
• Melhore a estabilidade

Pequenas fraturas na aresta de corte (microlascamento) • Selecione uma classe mais tenaz
causando um acabamento superficial ruim e desgaste de • Selecione uma pastilha com uma geometria mais C
flanco excessivo. robusta
• Aumente a velocidade de corte, vc, ou selecione uma
• Classe muito quebradiça geometria positiva

Rosqueamento
• Geometria da pastilha muito fraca • Reduza o avanço no início do corte
• Aresta postiça

Desgaste tipo entalhe D


Desgaste tipo entalhe resultando em um acabamento • Reduza a velocidade de corte, vc
superficial ruim e risco de quebra da aresta • Selecione uma classe mais tenaz
• Aumente a velocidade de corte, vc
• Materiais endurecidos

Fresamento
• Cascas

Trincas térmicas
Pequenas trincas perpendiculares à aresta de corte •S  elecione uma classe mais tenaz com melhor resistên-
E
causando microlascamento e acabamento superficial cia a choques térmicos
ruim. • O fluido de corte deve ser aplicado em abundância
ou não ser aplicado, para mais informações, veja
Trincas térmicas resultantes de variações de temperatura Introdução, página D 28.
causadas por:

Furação
• Usinagem intermitente
• Variação no fornecimento de fluido de corte

Aresta postiça (BUE - Built Up Edge) F


A aresta postiça causa um acabamento superficial ruim • Aumente a velocidade de corte
e microlascamento da aresta de corte quando a aresta • Mude para uma geometria de pastilha mais adequada

Mandrilamento
postiça é removida.
• Temperatura da zona de corte muito baixa.
• Material muito pastoso, como aços com baixo teor de
carbono, aços inoxidáveis e alumínio.

G
Sistemas de Fixação/

O material da peça é soldado à aresta de corte devido a: • Aumente a velocidade de corte, vc


• Aumente o avanço, fz
• Baixa velocidade de corte, vc • Selecione uma geometria positiva
• Baixo avanço, fz • Use névoa de óleo ou fluido de corte
• Geometria de corte negativa
Máquinas

• Acabamento superficial ruim

H
Materiais

I
Informações/

D 129
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – solução de problemas

Causa Solução
Vibrações
(veja também Introdução, página D 30)

B • Dispositivo de fixação fraco • Verifique o sentido das forças de corte e apoie bem ou melhore a fixação
• Diminua as forças de corte reduzindo a profundidade de corte, ap
• Selecione uma fresa com passo largo e diferenciado com uma ação de corte
mais positiva
Corte e Canais

• Selecione uma geometria L com raio de canto pequeno e fase paralela


pequena
• Selecione uma pastilha sem cobertura de finos grãos ou com cobertura
mais fina
• Evite usinar onde a peça tiver pouco apoio em relação às forças de corte

C
Rosqueamento

• Peça fraca axialmente •C  onsidere um fresa de cantos a 90 graus (ângulo de posição a 90 graus)
com geometria positiva
• Selecione uma pastilha com geometria L
• Diminua a força de corte axial – profundidade de corte menor, raio de canto
e fase paralela menores
• Selecione uma fresa de passo largo com passo diferencial
D • Verifique o desgaste da ferramenta
• Verifique o batimento radial do porta-ferramenta
• Melhore a fixação da ferramenta
Fresamento

• Balanço da ferramenta muito longo • Minimize o balanço


• Use fresas de passo largo com passo diferencial
E • Equilibre as forças de corte radial e axial – fresa com ângulo de posição de
45 graus, com raio de canto grande ou com pastilha redonda
• Aumente o avanço por dente
• Use uma pastilha com geometria de corte leve – L/M
• Reduza a profundidade de corte axial, ap
• Use o fresamento discordante no acabamento
• Use fresas extragrandes e adaptadores para acoplamento Coromant Capto
Furação

• Para CoroMill Plura e CoroMill 316, tente usar uma ferramenta com menos
dentes e/ou um ângulo de hélice maior

F
Mandrilamento

• Fresamento de cantos a 90 graus • Selecione uma fresa com o menor diâmetro possível
com fuso fraco • Selecione uma pastilha e uma fresa positiva e corte leve
• Tente o fresamento discordande
• Verifique a deflexão do fuso para ver se é aceitável para a máquina
G
Sistemas de Fixação/

• Avanço irregular da mesa • Tente o fresamento discordande


• Aperte o mecanismo de avanço da máquina: ajuste o parafuso de avanço
Máquinas

nas máquinas CNC. Ajuste o parafuso de trava ou substitua o fuso de es-


feras nas máquinas convencionais.

H • Dados de corte • Reduza a velocidade de corte, vc


• Aumente o avanço, fz
• Altere a profundidade de corte, ap

• Estabilidade ruim • Reduza o balanço


• Melhore a estabilidade
Materiais

• Vibrações em cantos • Programe o raio de canto com faixa de avanço reduzida

I
Informações/

D 130
Índice
Fresamento – solução de problemas A

Torneamento geral
Causa Solução
Entupimento de cavacos
Obstáculo comum ao usinar canais •M  elhore o escoamento de cavacos usando fluido de corte ou ar comprimido
em cheio – especialmente em mate- em abundância e bem direcionados
riais com cavacos longos • Reduza o avanço, fz B
• Divida os cortes profundos em vários passes
• Danos no canto da pastilha • Tente o fresamento discordante na abertura de canais profundos
• Lascamento e quebra da aresta • Use fresas de passo largo
• Recorte de cavacos

Corte e Canais
• Use a CoroMill Plura e a CoroMill 316 com duas ou três arestas de corte no
máximo e/ou um ângulo de hélice maior

C
Recorte de cavacos

Rosqueamento
Aparece na usinagem de canais em •E scoe os cavacos de forma eficiente com ar comprimido ou fluxo de fluido de
cheio e no fresamento de bolsões – corte abundante – de preferência, refrigeração interna
especialmente em titânio. Também • Mude a posição da fresa e a estratégia de percurso da ferramenta
comum no fresamento de cavidades • Reduza o avanço, fz
profundas e bolsões em máquinas • Divida os cortes profundos em vários passes
verticais.
• Quebras da aresta de corte D
• Prejudica a vida útil e a segurança
da ferramenta
• Entupimento de cavacos

Fresamento
Acabamento superficial insatisfatório
E
• Avanço por rotação excessivo •A juste a fresa axialmente ou classifique as pastilhas. Verifique a altura com
um relógio comparador
• Verifique o batimento radial do fuso e as superfícies de montagem da fresa
• Diminua o avanço por rotação para no máx. 70% da largura da fase paralela
• Use pastilhas Wiper, se possível (operações de acabamento)

Furação
• Vibrações • Veja a seção “Vibrações”
F
• Formação de aresta postiça • Aumente a velocidade de corte, vc, para elevar a temperatura de usinagem
• Interrompa o fornecimento de fluido de corte
• Use pastilhas com arestas de corte vivas com face de saída suave

Mandrilamento
• Use pastilhas com geometria positiva
• Experimente uma classe de cermet com dados de corte mais altos

•C
 orte oposto (com as "costas" da
fresa)
• Verifique a inclinação do fuso (deve ser de aprox. 0.10 mm/1000 mm)
• O TIR do batimento axial do fuso não deve exceder 7 mícrons durante o
G
Sistemas de Fixação/

acabamento
• Reduza as forças de corte radiais (diminua a profundidade de corte, ap)
• Selecione uma fresa com diâmetro menor
• Verifique o paralelismo nas fases paralelas e na pastilha Wiper usada (não
Máquinas

deve estar apoiada na parte de trás ou na parte da frente)


• Certifique-se de que a fresa não esteja oscilando – ajuste as superfícies de
montagem

H
• Lascamento da peça • Diminua o avanço. fz
• Selecione uma fresa de passo fino ou extrafino
• Reposicione a fresa para ter um cavaco mais fino na saída
• Selecione um ângulo de posição mais adequado (45 graus) e uma geometria
Materiais

de corte mais leve


• Selecione uma pastilha com aresta viva
• Monitore o desgaste do flanco de modo a evitar desgaste excessivo

I
Informações/

D 131
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – solução de problemas

Causa Solução
Formação de rebarbas
• Materiais específicos – HRSA/aços • Use raio grande proporcionando um ângulo de posição da pastilha mais
inoxidáveis baixo
B • Desgaste tipo entalhe • Mantenha a profundidade de corte abaixo do raio
• CoroMill 300 – máximo ap = 0.25 x iC
• Pastilhas com raio para CoroMill 390 – máx.
• ap = 0.5 x raio
Corte e Canais

Potência da máquina
C Preste atenção na curva de potência • Mude de passo fino para largo, ou seja, reduza os dentes
dos centros de usinagem, pois a má- • Uma fresa positiva tem uma potência mais eficiente do que uma negativa
quina pode perder eficiência se a rpm • Reduza a velocidade de corte antes do avanço da mesa
for muito baixa. • Use uma fresa menor e dê vários passes
Rosqueamento

• Reduza a profundidade de corte, ap


Os requisitos de potência no fresa-
mento variam com:
• Quantidade de metal a remover
• Espessura média de cavacos
• Geometria da pastilha
D • Velocidade de corte.
Para mais informações sobre potência
e torque, veja Introdução, página
D 11.
Fresamento

E
Furação

F
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 132
Índice
Produtos – fresamento
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 490

CoroMill® 490

A primeira escolha em fresamento de cantos a 90 graus de − F resamento de cantos a 90 graus rasos e passes
corte leve repetitivos com alta precisão
B
− Faceamento raso com baixa pressão axial
Corte e Canais

− Fresamento de peças próximo do formato final

C −A
 alternativa econômica para a CoroMill 390 quando
a usinagem em rampa e os raios de canto não forem
necessários
Rosqueamento

D
Cilíndrica/Weldon Acoplamento Coromant Capto®/ Árvore
HSK
Fresamento

E
Tamanho da pastilha 08 mm

Diâm. da fresa (Dc), mm 20 – 40 20 – 84 / 20 – 80 40 – 125


Furação

Máx. profundidade de corte (ap),


mm 5.5 (passes repetitivos ≤ 4)

F Material
P M K P M K P M K
H H H
Mandrilamento

Geometrias da pastilha

ISO L M H
G P M-PL M-PM M-PH

M
Sistemas de Fixação/

E-ML E-MM

K M-KL M-KM M-KH

N
Máquinas

S
H M-PL M-PM

H
Aplicações
Fresamento de cantos a 90 graus
repetidos Usinagem de borda/contornos Faceamento
Materiais

D 48 D 50 D 54

I Paredes finas Fresamento de canais Fresamento circular


D 52 D 84 D 113
Informações/

D 134
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 134 2009-12-09 15:21:51


Fresamento – CoroMill® 490 A

Torneamento geral
Tecnologia Wiper para precisão mais elevada no fresamento periférico
B
A CoroMill 490 é desenhada com as arestas da pastilha leve­
mente salientes para compensar a deflexão que pode ocorrer
durante a operação e as pequenas variações na precisão de

Corte e Canais
manufatura da ferramenta.
Devido a essa geometria, a distorção angular durante a usi-
nagem de borda ou fresamento de cantos é minimizada e os
degraus perceptíveis entre os passes repetidos são evitados.
Para obter esse benefício, máxima ap de 3-4 mm não deve ser C
excedida.

Rosqueamento
Desempenho para produtividade mais elevada em máquinas pequenas D
O desempenho de corte leve proporciona uma utilização otimizada
de máquinas-ferramenta menos potentes. Esse recurso também
facilita o uso da fresa em montagens de ferramentas longas.

Fresamento
E

Furação
Hastes extra pequenas para uso em porta-ferramentas pequenos
As hastes extra pequenas para fresas com diâmetros maiores,
usando pastilhas de 8 mm, permitem o encaixe em porta- F
ferramentas menores.

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Fresas extra grandes para acessibilidade


H
As versões extra grandes da CoroMill 490 proporcionam maior
folga e maior acessibilidade para peças fixadas próximas do
dispositivo de fixação.
Materiais

I
Informações/

D 135
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 390

CoroMill® 390

Versatilidade no fresamento de cantos a 90 graus e abertura de


canais – profundos ou rasos, leves ou pesados
B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

Cortes leves e perfilamento Pastilhas de 11 mm


Fresamento

-11
• Cortes leves e perfilamento •G
 eralmente é a primeira escolha
para fresas com diâmetros de até
• Operações de semidesbaste e acabamento 80 mm e ap até 5-6 mm. Permite mm
E •A
 mpla faixa de raios da pastilha e pastilhas convencionais o uso de fresas de passo fino com
para corte leve. elevados avanços da mesa.

• T amanhos das pastilhas -11 e -17 com arestas de corte


mais leves.
Furação

• Pastilha Wiper -11 para tornofresamento em acabamento


Pastilhas de 17 mm
• Ferramentas antivibratórias Silent Tools -17
•P
 rimeira escolha para ap maior
F •M
 ais eficientes em centros de usinagem e máquinas-ferrra- do que 5-6 mm e quando um
menta multitarefas com fusos ISO 40 desempenho de corte leve for mm
necessário.
Mandrilamento

G
Sistemas de Fixação/

Cortes amplos e pesados Pastilhas de 18 mm


-18
•U
 ma solução de aresta de corte
Máquinas

• Operações de desbaste e semiacabamento.


tenaz para aplicações que reque­
• Ampla faixa de raios das pastilhas rem força extra e segurança mm

•A
 pastilha -18 possui uma aresta mais tenaz para elevada, especialmente em altos
H aplicações mais pesadas e avanços mais elevados. avanços. Mais adequadas para
fresas para cantos a 90 graus
• T amanho da pastilha -18 para tornofresamento em montadas em árvore e fresas Long
desbaste. Edge.
• Pastilhas dedicadas para usinagem em rampa.
Materiais

• Mais efetiva em fusos rígidos ISO 50 e similares

I
Informações/

D 136
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 136 2009-12-09 15:21:53


Fresamento – CoroMill® 390 A

Torneamento geral
Fresas de topo e fresas para cantos a 90 graus

Cilíndrica Antivibratória Acoplamento Coromant


Capto®

Corte e Canais
Diâm da fresa (Dc), mm Cilíndrica/Weldon Cilíndrica
16 – 80 40 – 84
12 – 40 20 – 32
Acoplamento roscado Coromant Capto
16 – 42 20 – 40
C
Tamanho da pastilha, mm -11 -17 -11 -11 -18

Máx. profundidade de corte


10 15.7 10 10 15.4/15.7

Rosqueamento
(ap), mm

Fresas de facear cantos a 90 Fresas Long Edge


graus

Árvore
Acoplamento Coromant
Capto® Cilíndrica Árvore
D

Fresamento
E
Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 80 40 – 125 50 – 200 32 – 66 44 – 100 32 – 40 40 – 54 44 – 200

Tamanho da pastilha, mm -11 -17 -18 -11 -18 -11 -11 -18

Máx. profundidade de corte


10 15.7 15.4/15.7 36 – 45 43 – 71 36 – 45 36 – 54 43 – 71

Furação
(ap), mm

Geometrias da pastilha Opções standard de raios da pastilha


F
CoroMill® 390-11 e CoroMill® 390-17

Mandrilamento
Pastilha
ISO L M H TW *) PCD mm

P M/E-PL M-PM M-PH E-PLW

M E-ML M/E-MM M-MH

K M-KL M-KM M-KH


mm
G
Sistemas de Fixação/

N E-NL E-KM E-PLW E-P4-NL, E-P6-NL

S E-ML E-MM E-PLW


mm
H
Máquinas

M/E-PL M-PM E-PLW

CoroMill® 390-18
Usinagem
ISO L M TW *) em rampa H
P H-PL -PM H-PTW -PMR

M H-ML -MM H-PTW -MMR

K H-KL -KM H-KTW -KMR Os raios de canto intermediários são ofe­


Materiais

recidos como Tailor Made em escalonamen­


N H-PL H-PTW
tos de 0.1 mm para os tamanhos de
S H-ML M-MM H-PTW pastilhas -11 e -17.
H H-PL M-PM H-PTW *) TW = Wiper para tornofresamento I
Informações/

D 137
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 137 2009-12-09 15:21:54


A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 390

Fresas CoroMill® 390 para aplicações dedicadas

• Fresas extra grandes proporcionam maior folga e maior acessi-


bilidade para cantos a 90 graus e para peças fixadas próximas
B do dispositivo de fixação.
• F resas com adaptadores e acoplamentos Coromant Capto inte-
grados proporcionam rigidez ideal para uso em montagens de
Corte e Canais

ferramentas longas.
• F erramentas Silent Tools antivibratórias aumentam a remoção
de metal e melhoram o acabamento superficial se ferramentas
mais delgadas forem utilizadas.

C • T ornofresamento, desbaste e acabamento, usando uma ou mais


pastilhas Wiper dedicadas e estão disponíveis nos tamanhos
11 e 18 e com raios 0.8 e 1.6.
Rosqueamento

D
Fresamento

E Profundidade de corte máxima para operações diferentes


Tamanho da pastilha Pastilha -11 Pastilha -17 Pastilha -18

Diâmetro da fresa (Dc), mm 12 16 20 25 32 40–80 25 32 40 50 63–125 40–200


Furação

Fresamento de cantos a 90 graus, máx. (ap), mm 9.0 9.5 9.4 9.3 9.2 5.9 15.2 15.1 15.0 14.9 9.6 15.7

Fresamento em mergulho, máx. (ae), mm 5.5 8.5 1.1


F
Fresamento pica-pau, máx. (ap), mm 1.0 1.5 Não recomendado
Mandrilamento

Aplicações
G
Fresa de topo e fresa para cantos a 90 graus
Sistemas de Fixação/

Principais áreas de aplicação: Áreas de aplicação complementares


Máquinas

Fresamento de cantos a Fresamento de cantos a


90 graus repetidos 90 graus Faceamento geral Fresamento pica-pau
D 48 D 44 D 57 D 119

H Usinagem em
rampa Tornofresamento
Fresamento em
mergulho
Fresamento de
canais
D 104 D 80 D 116 D 86

Fresa Long Edge


Materiais

Principais áreas de aplicação: Áreas de aplicação complementares

Fresamento de cantos a Usinagem de borda/con- Usinagem em rampa


I 90 graus profundos tornos Fresamento de canais circular
D 48 D 50 D 86 D 105
Informações/

D 138
Índice
Fresamento – CoroMill® 290 A

Torneamento geral
CoroMill® 290

Uso geral/fresa de facear cantos a 90 graus − Uma fresa básica para aplicações ISO K
− Economia com quatro arestas B
Elevada segurança

Corte e Canais
− Assentos das pastilhas protegidos por calço
− Arestas de corte robustas

Rosqueamento
D

Fresamento
Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 80 50 – 250
E
Máx. profundidade de corte
(ap), mm 10.7 10.7

P K *) P K *)
Material

Furação
*) A gama de classes inclui as pastilhas de CBN e de cerâmica.

F
Geometrias da pastilha

Mandrilamento
Pastilhas
ISO L M H Cerâmicas
CBN

P M-PL M-PM M-PH

M
K M-KL M-KM M-KH 20E 08E G
N
Sistemas de Fixação/

S
H
Máquinas

Aplicações H
Principais áreas de aplicação: Áreas de aplicação complementares:

Fresamento de cantos a 90 graus Faceamento Fresamento de canais


Materiais

D 44 D 54 D 86

Faceamento de paredes finas


D 52
Usinagem em rampa circular
D 105
I
Informações/

D 139
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 139 2009-12-09 15:21:56


A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 690

CoroMill® 690

A fresa para o perfilamento de titânio com alta produtividade − F ornecimento de fluido de corte individual para os
alojamentos das pastilhas
B −P
 ressão e fluxo completamente controlados através
de furos roscados, tanto por meio de olhais ou plu-
gues roscados
Corte e Canais

−A
 lta pressão de fluido facilita a remoção de cavacos e
reduz as temperaturas elevadas na área de corte
−U
 m fluxo de fluido abundante evita o recorte dos cava-
cos e proporciona uma vida útil longa para o corpo da
fresa, particularmente nos alojamentos das pastilhas
C frontais
−B
 om desempenho do fresamento em mergulho e da
usinagem em rampa
Rosqueamento

−A
 parte inferior da pastilha é projetada para um
posiciona­mento rígido, a fim de permitir um fluxo de
cavacos contínuo
−P
 ara mais informações sobre fresas com passos –L,
–M e –H, veja Introdução, página D 17.

D
Acoplamento Coromant Capto®/HSK Árvore
Fresamento

E
Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 66 63 – 84 100

Tamanho da pastilha (iC), mm 10 14 14


Furação

Máx. profundidade de corte


53 – 105 61 – 84 61
(ap), mm
F Material S S
Mandrilamento

Geometrias da pastilha

ISO L
G P
Sistemas de Fixação/

M
K
N
Máquinas

S -SL

H
H

Aplicações
Materiais

I Fresamento de cantos a 90 graus Usinagem de borda/contornos Fresamento de canais


D 42 D 50 D 86
Informações/

D 140
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 140 2009-12-09 15:21:57


Fresamento – CoroMill® 690 A

Torneamento geral
CoroMill® 690, projetada para fresamento em titânio

Corte e Canais
C

Rosqueamento
Devido à resistência do titânio às altas temperaturas, o resfria- A CoroMill 690 possui refrigeração interna para cada alojamen-
mento obtido por meio do fluido de corte é essencial durante to de pastilha, tanto na periferia quanto na extremidade da
a usinagem a fim de evitar o superaquecimento da aresta de fresa eliminando esses problemas. A refrigeração interna em D
corte e da face da ferramenta. todos os alojamentos das pastilhas na fresa Long Edge requer,
no entanto, capacidade para altos volumes e alta pressão da
Durante o processo de corte, os cavacos tendem a grudar na
bomba.
aresta de corte e frequentemente são recortados, provocando

Fresamento
o lascamento da aresta e a redução da sua vida útil.

Opcionalmente, os furos nos alojamentos da pastilha para a

Furação
CoroMill 690 podem ser fechados com os plugues roscados
se não houver necessidade de fluido naquele alojamento em
determinado momento. Dessa forma, o número de furos para
fornecimento de fluido é irrestrito, permitindo a vazão máxima F
onde for necessário.
Como alternativa, os olhais podem ser montados para reduzir

Mandrilamento
o tamanho do furo. Isso reduz a vazão da bomba necessária
para aumentar a pressão em cada olhal, proporcionando um
processo de operação mais previsível e uma vida mais longa
para a ferramenta.
Se a máquina tem capacidade para fornecer fluido com alta G
pressão (HPC, 70-100 bar), é vantajoso aplicá-lo juntamente
Sistemas de Fixação/

com os olhais. O resfriamento melhorado da aresta de corte


proporcionará a segurança necessária para aumentar a veloci-
dade de corte.
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 141
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Fresa Long Edge Coromant para acabamento

Fresa Coromant Long Edge para acabamento


−P
 roporciona economia da pastilha intercambiável junto
com um bom acabamento superficial e precisão que
B fica próximo à capacidade de produção das fresas
Long Edge soldadas e inteiriças de metal duro
−P
 astilhas retificadas com alta precisão e tolerâncias
estreitas do corpo da fresa garantem desempenho
Corte e Canais

consistente e qualidade da peça


−P
 astilhas para corte leve reduzem as exigências de
potência
− Restrições apenas para as operações de acabamento
C −A
 sobreposição das pastilhas reduz pela metade a
efetividade da altura de crista (zn = zn/2)
Rosqueamento

D
Fresamento

Geometrias da pastilha

E Diâm. da fresa (Dc), mm 50/80 ISO L


18 19 extre­
Máx. profundidade de corte 100/150 lateral mi­dade
(ap), mm
P -PL -PL2
Máx. (ae, mm) 1.5 – 2.0
M -ML -ML2
Furação

Recomendada (ae) 0.2 – 0.5 K -PL -PL2

Faixa de avanço, (fz), N -AL -2


F mm/dente
0.13 – 0.15
S -ML -ML2

Acabamento superficial, (ra) 0.6 – 1.2 H -ML -ML2


Mandrilamento

P M K
Material
N S H

G Qualidade superficial com fresas Long Edge e pastilha intercambiável


Sistemas de Fixação/

Fresa Sandvik Coromant para acabamento Fresa convencional


Máquinas

Não há a criação de escalonamentos vivos ou cristas percep-


tíveis quando os passes são repetidos, desde que o avanço e
H máx. ae não sejam excedidos.
Altura de crista máxima 0.03 – -0.04 mm.
Materiais

Aplicações
Fresamento de cantos a 90 graus
I Usinagem de borda/contornos profundos Usinagem em rampa circular
D 50 D 48 D 105
Informações/

D 142
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 142 2009-12-09 15:22:03


Fresamento – CoroMill® 790 A

Torneamento geral
CoroMill® 790

Fresa de cantos a 90 graus básica para materiais não-ferrosos −G


 era cantos a 90 graus retos com um mínimo de
ressalto e cristas muito baixas com a repetição dos
passes B
−U
 sinagem em rampa efetiva para semiacabamento e
desbaste

Corte e Canais
−U
 ma ferramenta “poderosa" com capacidade para
altas taxas de remoção de metal por kW
Tamanho da
−S
 egurança contra altas forças radiais geradas com
pastilha, 16 mm
velocidades muito elevadas
−P
 osicionamento seguro e preciso das arestas de
mm corte elimina o efeito das tolerâncias da pastilha e o C
Tamanho da pastilha, batimento radial resultante
22 mm −B
 olsão de pastilha aberto para fluxo de cavacos

Rosqueamento
contínuo em cortes pesados
− Alta capacidade para usinagem em rampa
mm

D
Acoplamento Tipo HSK A/C Cilíndrica Árvore
Coromant Capto®

Fresamento
E
Diâm. da fresa (Dc), mm 25 – 54 40 – 100 25 – 50 50 25 – 40 50
Tamanho da pastilha -16 -22 -16 -22 -16 -16
Máx. profundidade de corte (ap), mm

Furação
• Desbaste 12/15 18 12/15 18 12/15 12/15
• Acabamento (2/3 do desbaste) 8 12 8 12 8 8

Avanço máx. (fz), mm/dente F


• Desbaste 0.2 0.3 0.2 0.3 0.2 0.2
0.15 0.15 0.15 0.15 --- ---

Mandrilamento
• Acabamento

Acabamento superficial radial (Ra) 0.5 0.5 0.5 0.5 0.5 0.5

Material Geometrias da pastilha P M K N S H


• Desbaste L -NL
M -NM
G
Sistemas de Fixação/

• Acabamento L -PL -PL -PL -NL -PL -PL

Recomendações da pastilha
Máquinas

• Pastilhas de 22 mm para taxas extremas de remoção de metal e pastilhas de 16 mm para máquinas menores.
• Classe da pastilha H13A para alumínio e GC1010/GC1030 para fresamento de acabamento para todos os outros materiais.

H
Aplicações

Fresamento de cantos a 90 graus Fresamento de canais


Materiais

D 44 D 86

Fresamento circular Usinagem em rampa linear I


D 113 D 104
Informações/

D 143
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 143 2009-12-09 15:22:04


A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® Century

CoroMill® Century

Fresas de facear de corte leve para acabamento com alta velocidade − Corpos em aço e alumínio

B − F áceis ajustes macro e micro para superfícies de alta


precisão
−E
 scoamento de cavacos intensificado através do fluxo
de fluido acelerado
Corte e Canais

C
Interfaces serrilhadas para cassete e pastilha Opções de pastilha Wiper para:
Rosqueamento

− Desempenho seguro Faceamento


−R
 edução do batimento radial e Tornofresamento
do efeito das tolerâncias

D
Acoplamento HSK Árvore Cassete com desenho em árvore
Coromant Capto®
Corpo em aço Corpo em aço Corpo em alumínio Corpo em aço Corpo em
Fresamento

alumínio

Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 125 40 – 80 50 – 200 160 – 500


Furação

Máx. profundidade de corte


(ap), mm
• Metal duro 2 / 10 2 / 10 2 / 10
F • PCD 2/5 2/5 2/5
• CB 1.2 1.2 1.2
Material
Mandrilamento

• Primeira escolha K N N K N N
• Complementar P M S H P M S H

Ajuste de precisão, mm
G
Sistemas de Fixação/

• Micro 0.1 0.1 0.1

• Macro − − 1.0
Máquinas

Acabamento superficial (Ra) <1 <1 <1

Geometrias da pastilha
H ISO L W *) TW *)
Aplicações
P -PL -PW -PTW

M -PL
Materiais

Faceamento geral K -KL -KW -KTW


D 57
N -NL -NW

I
*) W = Wiper
S -PL
Fresamento de cantos a 90 graus
D 44 TW = Wiper para tornofresamento H -KL (CBN) -KW (CBN)
Informações/

D 144
Índice

MTG09 Milling D133-D147.indd 144 2009-12-09 15:22:06


Fresamento – CoroMill® Century A

Torneamento geral
Montagem e ajuste da pastilha

1 2 3
Máx.
0.25N B

Corte e Canais
Todas as fresas; faixa de micro ajuste Equipamento de medição. Fique atento.
0.1 mm.
Nota: Todos os procedimentos de medição As arestas das pastilhas para o corte de
Versões com cassete: faixa de macro em que as arestas das pastilhas são colo­ alumínio são muito vivas e frágeis. As C
ajuste 1.0 mm. cadas em contato direto com a ponta de um arestas PCD de diamante policristalino são
relógio comparador representam um risco sensíveis especialmente ao manuseio não
A posição axial das pastilhas é microme­ inerente de danos às pastilhas. qualificado.
tricamente ajustada com facilidade em am-

Rosqueamento
bos os tipos de fresas com alta precisão. O ajuste óptico por meio da projeção da A pressão de contato aceitável máxima entre
aresta de corte é recomendado. o ponto de contato e a aresta não deve
Na versões com cassete, um ajuste macro exceder 0.25 Nm. A qualidade é assegurada
também pode ser realizado. Nota: A fresa CoroMill Century com pastil- por medidores lineares aferidos.
has montadas deve ser sempre protegida
por uma capa (C) quando não estiver sendo
usada. D

Fresamento
A
4 5 6

Lubrifique os parafusos da pastilha (A) com Monte as pastilhas. Determine a pastilha mais alta

Furação
Molykote.
Certifique-se de que a geometria de canto Eleve a posição dessa pastilha em
Certifique-se de que os serrilhados nos aloja- correta foi selecionada. Aperte o parafuso da aproximadamente cinco mícrons, girando o
mentos das pastilhas estejam limpos e sem pastilha com o torque recomendado, veja o parafuso de ajuste (B) cuidadosamente no
danos. Os serrilhados devem estar sempre Catálogo principal. sentido horário. F
secos.
Use o equipamento de medição para verificar A fase paralela das pastilhas Wiper deve ser
a posição da fase paralela de cada pastilha. ajustada em um nível 0.05 mm abaixo da
posição zero das pastilhas convencionais.

Mandrilamento
7 Nota: Sempre use novos parafusos de pasti­
lhas ao trocar as pastilhas PCD. A fase paralela das pastilhas Wiper deve ser
ajustada em um nível 0.03 - 0.05 mm abaixo
da posição zero das pastilhas convencionais.

G
Sistemas de Fixação/

Indicador zero neste nível. Versão com cassete da fresa de facear CoroMill® Century
Máquinas

Ajuste a posição de todas as outras pasti­ O ajuste macro dos cassetes pode ser realizado juntamente com o ajuste micro das pastilhas.
lhas neste nível zero da mesma forma como Isso geralmente segue o procedimento descrito acima.
indicado acima.
Nota: Se a posição zero for excedida, retorne
para um nível de aproximadamente cinco
mícrons abaixo de zero e repita o ajuste.
H
Afrouxe os parafusos para
a cunha e ajuste a altura
do cassete.
Materiais

I
Informações/

D 145
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 170

CoroMill® 170

Fresamento em desbaste de engrenagens com precisão − F resa de alto desempenho para desbaste de
engrenagens
B
−P
 recisão e confiabilidade para desbaste de
engrenagens internas e externas
Corte e Canais

− Produtividade de classes de alto desempenho

−P
 erfil de desbaste próximo ao perfil final da
C engrenagem

− Corte da raiz limpo, sem desvios


Rosqueamento

Programa
Fresamento

O programa standard abrange:

E Pastilhas
•C
 lasses GC1030 e GC4240
•D
 uas geometrias de pastilhas
•6
 pastilhas da raiz
Furação

•1
 pastilha de flanco
•1
 calço
F
Fresas
Mandrilamento

• Programa para módulo faixa 12-22

Produtos especiais disponíveis para mais:

G •D
 iâmetros
• T amanhos e geometrias da pastilha
Sistemas de Fixação/

•P
 erfis de engrenagem
•M
 ódulos
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 146
Índice
Fresamento – CoroMill® 170 A

Torneamento geral
Aplicações
• Módulo faixa 12-22
B
• Desbaste de engrenagens internas e externas
• Anéis giratórios

Corte e Canais
• Planetárias

C
Características técnicas
•G
 era perfis de rodas de engrenagens de acordo com DIN

Rosqueamento
867 e tolerância de acordo com DIN 3972-4
• F ixação segura da pastilha
• T ip seats da pastilha e corpo da fresa de alta precisão
•C
 lasses de pastilhas de alto desempenho selecionadas D
• F ormato da fresa desenvolvido para a melhor qualidade de
desbaste do perfil da engrenagem com tolerância pequena
e uniforme

Fresamento
E

Furação
F

Mandrilamento
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 147
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 345

CoroMill® 345

Fresa de facear de alto desempenho e de custo efetivo para peque- −P


 astilhas dupla face representam economia graças às
nas a médias profundidades de corte nos materiais ISO P, M e K oito arestas positivas
B −P
 astilha Wiper com duas arestas Wiper na versão
esquerda e duas na versão direita em comprimentos
de 5 mm
Corte e Canais

−G
 eometria de aresta progressiva proporciona uma
máx. ap 6 mm ação de corte leve e suave em pequenas profundi-
dades de corte e resistência tenaz com profundidades
de corte maiores
− F resas menores com fluido de corte em cada aloja-
C mento de pastilha
− Quatro passos de fresa como standard
−P
 ara uso ideal em fresadoras pequenas e de baixa
Rosqueamento

potência, bem como em centros de usinagem grandes


e máquinas multitarefas

D
Acoplamento Árvore Cilíndrica
Coromant Capto®
Fresamento

E
Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 100 40 – 250 40 – 50

Máx. profundidade de corte


(ap), mm 6 6 6
Furação

Material
P M K P M K P M K
S H S H S H
F
Nota: A CoroMill 365 é a primeira escolha para o fresamento de ferros fundidos na indústria auto­
motiva.
Mandrilamento

Geometrias da pastilha

ISO L M H Wiper

G P E-PL, M-PL M-PM M-PH -W


Sistemas de Fixação/

M E-PL

K M-KL M-KM M-KH -W

N
Máquinas

S E-PL

H E-PL, M-PL M-PM


H
Aplicações

Faceamento geral Chanframento Fresamento com longo balanço


Materiais

D 57 D 126 D 30

I Fresamento intermitente
D 58
Informações/

D 148
Índice
Fresamento – CoroMill® 345 A

Torneamento geral
Pastilha de alta segurança e calço para faceamento previsível

Geometria da pastilha desenhada para uso mais seguro de oito arestas.


• No caso de profundidades de corte grandes, o martelamento de cavacos danifi-
cará a aresta subsequente indexada na posição para corte. B
A geometria da pastilha CoroMill 345 protege contra esse efeito, permitindo que
mais arestas sejam completamente utilizadas.

Corte e Canais
Calço desenhado para a proteção do alojamento da pastilha e total apoio da
mesma
• Assegura vida mais longa para o corpo da fresa. C
• Uso seguro de pastilhas positivas com geometria avançada.

Rosqueamento
Instrução de montagem:
O calço deve ser montado com as duas setas de indicação direcionadas para cada
lado do alojamento da pastilha.

Passo da fresa

Fresamento
Ampla escolha de passos da fresa
melhora a utilização e a produtividade
da máquina.
E
Passo diferencial Todas as fresas de Passo normal.
passo H estão dis­
poníveis com passos
normais. Fresas

Furação
maiores do que 160
mm também estão
disponíveis em uma
versão de passo
diferencial.
F

Mandrilamento
Ação de corte positiva
Com característica de uma inclinação axial mais positiva em profundidades de corte
pequenas, a CoroMill 345 oferece uma ação de corte suave com baixa pressão axial na
peça. Conforme a profundidade de corte aumenta, uma parte mais vertical da aresta de G
corte é engajada, proporcionando à pastilha uma estrutura mais substancial para alta
Sistemas de Fixação/

segurança, especialmente em cortes mais difíceis.


Máquinas

Refrigeração interna
A refrigeração interna em cada alojamento de pastilha, a fim de se obter o melhor
desempenho na usinagem de peças em materiais exigentes garantirá:
H
• – Bom escoamento de cavacos
• Um processo de fresamento seguro
• Desempenho previsível
• Bom acabamento superficial.
Materiais

Nota: Os parafusos para a refrigeração interna devem ser pedidos separadamente.

I
Informações/

D 149
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 245

CoroMill® 245

As fresas de facear de corte leve para desbaste pesado e − Desbaste, semiacabamento e acabamento
acabamento espelhado
B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D
Árvore Cilíndrica
Fresamento

E
Tamanho da pastilha (iC), mm Diâm. da fresa (Dc), mm

12 50 – 250 32 – 80
Furação

18 80 – 250

F Máx. profundidade de corte ( ap), mm 6 / 10 6

P M K P M K
Material
N S H N S H
Mandrilamento

*) O programa de classes inclui as pastilhas de CBN e de cerâmica.

G
Geometrias da pastilha
Sistemas de Fixação/

Pastilhas Pastilhas Pastilhas


ISO L M H Wiper
de cerâmica de CBN PCD
Máquinas

P E-PL, M-PL M-PM M-PH E-W

M E-ML K-MM, M-MM E-W

H K E-KL, M-KL M-KM M-KH E-W -E -E

N E-AL E-W -E

S E-ML, E-PL, M-PL M-PM, K-MM, M-KM E-W

H E-PL, M-PL M-PM M-PH, M-KH E-W -E -E


Materiais

I
Informações/

D 150
Índice
Fresamento – CoroMill® 245 A

Torneamento geral
CoroMill® 245-12 CoroMill® 245-18
Primeira escolha em ISO N Primeira escolha em todas
para fresas de facear a 45°. as áreas de aplicação ISO Até 10 mm B
Até 6 mm
Complemento para ISO P, M para profundidades de corte
eK maiores (> 6 mm) para fresas

Corte e Canais
Primeira escolha para facea- de facear de 45°.
mento com pastilhas de Adequada para máquinas
cerâmica. maiores.
Primeira escolha com mate- Disponível com solução de
riais avançados (PCD e CBN) cassete.
para conceitos em 45°. C

Rosqueamento
Pastilhas Wiper para todas as versões CoroMill® 245
Fresas de facear com bolsão fixo:
Opções de pastilhas Wiper de 12 e 18 mm para combinar com D
as pastilhas para fresamento com retífica de precisão para
tornofresamento e faceamento de acabamento espelhado.
Fresas de facear ajustáveis com cassetes intercambiáveis:

Fresamento
Facilidades para ajuste de 1.0 mm permitem o uso de Opção Wiper
pastilhas Wiper 18 mm junto com as pastilhas econômicas
prensadas direto.
Para o ajuste, siga o mesmo procedimento conforme descrito E
para a fresa de facear CoroMill Century, veja página D 145.

Furação
F

Mandrilamento
Ajuste em 1.0 mm

CoroMill® 245 - Fresa de facear com cassetes intercambiáveis


G
• Diâm. da fresa 160-500 mm para tamanho de pastilha – 18.
Sistemas de Fixação/

• Máximo ap 10 mm
Máquinas

Aplicações
H
Faceamento geral Chanframento Usinagem com longo balanço
D 57 D 126 D 30
Faceamento para acabamento
Materiais

espelhado Usinagem intermitente exigente Tornofresamento


D 65 D 58 D 80

Para dicas sobre aplicações de faceamento, veja página D 58. I


Informações/

D 151
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 365

CoroMill® 365

Economia no fresamento de ferros fundidos e aços −P


 astilhas multiarestas proporcionam produção com
custos reduzidos
B
−P
 rocesso de fresamento previsível e confiável com
pastilhas espessas e robustas, mas pastilhas de
corte leve
Corte e Canais

−A
 lternativas de pastilhas Wiper otimizadas para fresas
menores e maiores

C − Pastilhas fixadas por parafuso ou cunha

−P
 ara desbaste até semiacabamento tanto em
produção em série quanto em aplicações em que a
Rosqueamento

65°
alta taxa de remoção de metal é crítica

6 mm

D
Acoplamento Árvore Árvore Árvore
Coromant Capto®
Fresamento

Diâm. da fresa (Dc), mm 40 – 60 50 – 160 80 – 250 250 - 500 *)

Máx. profundidade de corte


Furação

6 6 6 6
(ap), mm

Fixação Parafuso Parafuso/Cunha Parafuso/Cunha Cunha *)


F P K P K P K P K Árvore 315 - 500
Material Desenho Cap 250- 500
H H H H Árvore CIS 160 - 500
Mandrilamento

Geometrias da pastilha

G ISO L M W *)
P
Sistemas de Fixação/

-PL -PM -PW4, -PW8

K -KL -KM -KW4, -KW8

H -PL -PM *) W = Wiper


Máquinas

Aplicações
Materiais

I Faceamento Usinagem intermitente exigente


D 57 D 58
Informações/

D 152
Índice
Fresamento – CoroMill® 365 A

Torneamento geral
Pastilhas para fresamento
Pastilhas de custo efetivo com oito arestas de corte efetivas.
B
Disponibilidade de desenho na versão direita ou esquerda.

Corte e Canais
Tecnologia Wiper para qualidade superficial melhorada
Duas pastilhas Wiper opcionais com desenho neutro estão
disponíveis para acabamento.
• Pastilhas com comprimento Wiper de 4 mm têm duas ares­
C
tas na versão direita e duas arestas na versão esquerda.
• Pastilhas com comprimento Wiper de 8 mm têm uma aresta

Rosqueamento
na versão direita e uma aresta na versão esquerda.

bs 2 bs 1
Para gerar uma boa superfície, é importante garantir que D
o avanço por rotação (fn = fz x zn) seja menor do que 80%
do comprimento Wiper (bs 2). Basicamente, quanto maior o
diâ­metro da fresa, maior o fn, que demanda, por sua vez, um
maior bs.

Fresamento
Duas opções para a mesma fresa de facear oferecem desempenho ótimo para o fresamento de ferros fundidos ou
E
aços.
Pastilhas fixadas por cunha − Pastilhas fixadas por parafuso
• F resas com diâmetro maior e com passos mais finos para a • Fresas com diâmetro menor.

Furação
alta densidade das pastilhas. • Principalmente para o fresamento de materiais ISO P.
• A versão Cap da fresa no diâmetro 250-500 mm pode ser
cotada.
• Para o fresamento de materiais com cavacos curtos com F
menos necessidade de um bolsão de cavacos grande.
• Fixação extrarrígida das pastilhas.

Mandrilamento
Montagem da pastilha
• Limpe o assento da pastilha cuidadosamente antes de iniciar. G
• Coloque o polegar (1) e, em seguida, o dedo indicador (2) sobre a pastilha e
Sistemas de Fixação/

empurre-a no assento.
•C
 ertifique-se para que haja contato nos três pontos de apoio no assento da
Máquinas

pastilha.
• Aperte o parafuso (3) com um torque de 6 Nm.

H
•R
 osqueie o parafuso (4) no corpo da fresa girando quatro voltas com a
chave Allen
•C
 oloque a cunha sobre o parafuso e gire até que a cunha fique alinhada
com o corpo da fresa.
Materiais

•E
 m princípio, o mesmo procedimento deve ser usado para a montagem das
pastilhas com fixação por parafuso.

I
Informações/

D 153
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Sandvik AUTO

Sandvik AUTO

Fresas para desbaste e acabamento


B
Corte e Canais

C
Rosqueamento

D
Auto Desbaste Auto-AF Auto-FS
Fresamento

E
Ângulo de posição (Kr), mm 45° 75° 90°

Saída Negativo Positivo Negativo


Furação

Diâm. da fresa (Dc), mm 125 – 500 80 – 500 125 – 500

Máx. profundidade de corte


6.0 1.0 8.1
F (ap), mm

Material
P K P K P K
N S H N S H N S H
Mandrilamento

Auto Desbaste Auto-AF Auto-FS


• Fresa de facear com passo extrafino, • F resa de facear ajustável para aca­ • F resa de facear com bolsão fixo
desenvolvida principalmente para o ba­men­to de peças de ferro fundido dese­nhada para aplicações em ferros
G desbaste e o semiacabamento de que exigem acabamentos com alta fundidos, em cantos a 90 graus e
peças de ferro fundido. qualidade superficial. que demandam acabamentos super­
Sistemas de Fixação/

• Ajuste fácil de alta precisão dentro de ficiais de precisão com altas faixas de
±0.002 mm. avanço.
Máquinas

H
Aplicações
Auto Desbaste Auto-AF/-FS
Materiais

Faceamento em desbaste Faceamento em acabamento


D 57 D 64

I Usinagem intermitente
D 58
Informações/

D 154
Índice
Fresamento – Sandvik AUTO A

Torneamento geral
Informações gerais sobre pastilhas Auto
• O grande número de pastilhas permite avanços grandes da
Desbaste Auto
B
mesa, proporcionando usinagem econômica com qualidade
muito boa.

Corte e Canais
•A
 s pastilhas triangulares Auto para desbaste estão dis-
poníveis em várias geometrias diferentes, otimizadas para
L -WL
diferentes operações.
M -KM -CA -65
• T odas as pastilhas são de face dupla e oferecem seis H -AN
arestas de corte na versão direita e seis arestas na versão
esquerda para uma excelente usinagem econômica.
C
Auto-AF Auto-FS
•P
 ara informações detalhadas sobre as pastilhas Auto, veja o
Catálogo principal.

Rosqueamento
-L -F (Wiper) SBEN SBEX SBEX-11
Wiper Aresta Corte
robusta leve
D

Espaçadores para ajuste da inclinação do fuso

Fresamento
A fase paralela da pastilha pode ser ajustada de acordo com a Inclinação do fuso/espessura do espaçador
inclinação do fuso.
Inclinação do fuso E
Os espaçadores montados no corpo do apoio para a in- 0.1:1000 mm
clinação do fuso 0.1:1000 são mostrados abaixo: ou 1 µ/10 mm
0.3 Dc
315 400 500

Furação
Diâm. da fresa (Dc) Espaçador (mm)
0.2
250 0.02 F
315 0.05
355 0.05

Mandrilamento
400 0.02 e 0.05
500 0.02 e 0.05 0.1

Nota: Para outras inclinações de fuso, contate seu represen­


tante Sandvik Coromant.

0 G
Espaçador
Sistemas de Fixação/

(mm)
0 0.1 0.2 0.3

Dimensões do espaçador para diferentes fusos


Máquinas

Nota: Se a flange centralizadora ou o anel de apoio forem


substituídos, ou se a superfície de apoio necessite ser retifi-
H
cada novamente, ajuste a dimensão de 44±0.01 mm com os
espaçadores.
Materiais

1. Flange centralizadora
2. Espaçador
3. Anel de apoio I
Informações/

D 155
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Sandvik AUTO

Montagem e ajuste
Requisitos: 1. Cassete
2. Pino excêntrico
Como base a superfície do desempeno
3. Chave (pino excêntrico adj.)
Relógio comparador milesimal 4. Parafuso do cassete
B Chave 265.2-821 5.
6.
Arruela do cassete
Chave do cassete
Chave 5680 048-07 (30IP) 7. Parafuso da pastilha
Torquímetro 8. Chave do parafuso da pastilha
Aperte os parafusos do cassete com aprox.
Corte e Canais

2 Nm.

C
Montagem
Rosqueamento

1. Aplique Molykote na cabeça do parafuso da pastilha e na


rosca.
2. Limpe o assento de pastilha cuidadosamente antes de
iniciar.
D 3. Certifique-se para que haja contato nos três pontos de
apoio no assento da pastilha.
4. Aperte o parafuso da pastilha com o torque recomendado,
veja o Catálogo principal.
Fresamento

E
Ajuste da ferramenta
1. Coloque a fresa na superfície do desempeno
2. Posicione o ponto mais alto da aresta da pastilha com a
ponta plana de contato do relógio comparador milesimal
Furação

3. Gire o pino excêntrico e movimente o cassete com a pas-


tilha até atingir a leitura zero no indicador.
F 4. Aperte os parafusos do cassete com o torque recomen-
dado, veja o Catálogo principal.
5. Solte o pino excêntrico para ajustar a altura da pastilha e
Mandrilamento

para evitar o risco de batimento axial.

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Materiais

I
Informações/

D 156
Índice
Fresamento – CoroMill® 360 A

Torneamento geral
CoroMill® 360

Fresa de facear em usinagem pesada para alta produtividade sob − Alta remoção de metal
condições exigentes − Faixas de avanço de 0.4-0.7 mm por dente B
− F resamento de um passe em superfícies longas e
desiguais com casca abrasiva ou possibilidade de
interrupções.

Corte e Canais
−C
 assetes separados para cada tamanho de pastilha
para uso no mesmo corpo da fresa reduz o estoque
−C
 assetes com pastilhas intercambiáveis com inter-
faces serrilhadas proporcionam um posicionamento
preciso e seguro, além de manuseio
− Indexação das pastilhas e troca de cassetes na má-
C
quina reduzem o tempo de máquinas paradas.

Rosqueamento
13 mm 18 mm

Fresamento
Passos da fresa
E
Diâm. da fresa (Dc), mm 160 – 500

Tamanho da pastilha (iC), Profundidade de corte máx. (ap),


mm mm

Furação
19 13
28 18

Material P M K S
Diferencial Normal F

Mandrilamento
Geometrias da pastilha

ISO H
P -PH G
M
Sistemas de Fixação/

-MH

K -KH

N
Máquinas

S -MH

H
H

Aplicações
Materiais

Faceamento
D 57
Usinagem intermitente exigente
D 58
Faceamento em usinagem pesada I
D 62
Informações/

D 157
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – T-Max® 45

T-Max® 45

Alta remoção de metal em fresadoras potentes −Â


 ngulo de posição de 45° e pastilhas robustas
permitem a usinagem sob condições exigentes com
B longos balanços
Corte e Canais

− F ases paralelas de 2 mm e arestas de corte


secundárias proporcionam uma facilidade de corte
reverso efetivo

C − Ajustável axialmente dentro de 5 µm


Rosqueamento

− Pastilhas Wiper para usinagem de acabamento

D
Geometrias da pastilha
Fresamento

ISO M H W *)
P -31, -32 -11 -1W
Diâm. da fresa (Dc) 100 – 400
E M -31, -32 -11 -1W
Máx. profundidade de corte
(ap), mm
12 K -31, -32 -11 -1W

P M K
N -11
Material
N S H S -32 -11

H
Furação

*) W = Wiper -31, -32 -11 -1W

Montagem e ajuste
F O equipamento a seguir deve estar disponível para facilitar o trabalho.

O equipamento deve ser solicitado sepa- O equipamento deve ser solicitado sepa- Equipamento entregue com T-Max 45:
radamente da Sandvik Coromant: radamente da Sandvik Coromant: 1. Chave T (265.2-821)
Mandrilamento

1. Chave de remoção para arruela da 1. Mostrador com placa superficial 2. Alavanca para indexação
baioneta (260.7-857) 2. Ponto de inspeção (padrão)
2. Chave para travar novamente o calço 3. Torquímetro
(260.7-855) 4. Molycote
3. Chave hexagonal (174-815)
G 4. Alavanca para indexação (260.7-
5. Agente de limpeza
Sistemas de Fixação/

856M)
Máquinas

Ajuste axial
A fresa é ajustável axialmente dentro de 5 µm. O ajuste axial pode ser realizado por meio de dois parafusos
atuando contra a guia na parte traseira do calço. Em caso de danos, o calço pode ser normalmente substituí-
do sem influenciar o ajuste axial.
H
Materiais

Aplicações

I Faceamento geral Usinagem intermitente


D 57 D 58
Informações/

D 158
Índice
Fresamento – T-Max® 45 A

Torneamento geral
Desmontagem
1. Para desmontar as pastilhas, use a alavanca para inde­
xação.
2. Solte os parafusos de ajuste duas voltas, use a chave T.

3. Remova os parafusos de retenção, use a chave T.


B
4. Gire a fresa para cima e solte as porcas de trava.

Corte e Canais
5. Solte o parafuso de suporte duas voltas, use a chave para
travar o calço novamente.
6. Gire a fresa para cima, solte o mecanismo de fixação e
remova o calço.
C

Rosqueamento
Montagem
1. Ajuste o mostrador (com a ajuda de um sistema de controle D
ou blocos padrões) até 62.98 mm.
2. Solte o mecanismo de fixação e monte o calço no seu as-
sento.

Fresamento
3. Trave os parafusos de retenção com aprox. 9 Nm, use a
chave T. Verifique se o calço está posicionado corretamente
em seu assento.
4. Monte a pastilha mestre.
5. Faça o pré-set do calço e da pastilha mestre até 10 µm E
usando o parafuso.
6. Solte a pressão de fixação na pastilha e pressione firme-
mente na posição. Continue o pré-set até +20 µm.
7. Faça um ajuste fino da pastilha mestre usando o parafuso

Furação
em ±2.5 µm, use a chave de torque em 9 Nm.
Nota: Se a tolerância de 0 ±2.5 µm não for obtida, o valor
inicial deve ser aumentado de +20 µm até 25-30 µm.
Repita o ajuste. F
8. Gire a fresa para cima e segure a porca de trava.
Nota: A mesma aresta de corte na pastilha mestre deve Para componentes e acessórios, veja o Catálogo principal.
sempre ser usada para o ajuste porque as fases paralelas

Mandrilamento
podem ter diferente tolerâncias.

G
Tolerâncias Ajuste da pastilha
Sistemas de Fixação/

Pastilha: ±13 µm As pastilhas são desenhadas de acordo com assentos espe-


cíficos.
Calço: ±10 µm
Máquinas

Nota: Não monte uma pastilha LNCX em um assento Wiper.


Ajuste básico: ±5 µm

Uma nova T-Max 45, entregue a partir do estoque, tem uma Wiper no assento correto LNCX no assento correto
tolerância máxima de 5+26 = 31 µm. H
Em uma fresa em que um ou mais calços foram trocados sem
a execução de um novo ajuste básico, a tolerância máxima é
de 5+26+20 = 51 µm.
Materiais

I
0.11 ± 0.06
Informações/

D 159
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 210

CoroMill® 210

Uma fresa para desbaste com capacidade para fresamento −A


 s forças de corte são basicamente direcionadas no
com altos avanços sentido do fuso, proporcionando uma ação de corte
B estável praticamente sem vibrações ou forças laterais
de deflexão
−U
 ma solucionadora de problemas para operações em
que ferramentas longas são necessárias
Corte e Canais

−U
 ma fresa para alto avanço no faceamento e fresa-
mento em mergulho
−O
 ângulo de posição de 10˚ produz um cavaco fino,
permitindo um avanço por pastilha de até 4 mm por
C dente durante operação tangencial
−E
 spessura de cavacos máxima e constante durante
o mergulho produz um risco menor de vibrações com-
parado a pastilhas de desenho com raio
Rosqueamento

D
Acoplamento Árvore Cilíndrica MSSC
Coromant Capto®
Fresamento

E
Diâm. da fresa (D3), mm 36 – 66 52 – 86 50 – 63 63 – 160 25 – 42 25 – 42

Tamanho da pastilha, mm 9 14 5 14 9 9
Furação

ae / ap (mm) 8/1.2 13/2 8/1.2 13/2 8/1.2 8/1.2

F Material
P M K P M K P M K P M K
S H S H S H S H
Mandrilamento

Geometrias da pastilha

ISO M
G P M-PM, E-PM
Sistemas de Fixação/

M M-MM, E-MM
K M-KM, E-KM
N
Máquinas

S E-MM, M-MM, E-KM


H M-PM, E-PM
H

Recomendações para a máquina-ferramenta


• Máquinas cone 50, tamanho correspondente e maior.
Materiais

• Máquinas cone 40, com baixa velocidade do fuso, rpm e com rolamentos não cerâmicos.

I
Informações/

D 160
Índice
Fresamento – CoroMill® 210 A

Torneamento geral
Métodos para evitar ressaltos e sobremetal durante o faceamento
B
• Se ae exceder Dc, uma superfície com ressaltos será
­produzida.

Corte e Canais
• Máxima ap é excedida facilmente no fresamento sobre
­ressaltos; isso deve ser evitado. <ap
• Máxima ap não deve ser excedida.
•S
 e a usinagem for sobre ressaltos, a faixa de avanço deve, se
possível, ser reduzida em 50%. C
•U
 ma superfície plana será atingida somente se ae for menor
ou igual a Dc.

Rosqueamento
D

Fresamento
Fresamento de uma superfície plana usando passes sucessivos

Diâmetro da
fresa (D3),
Diâmetro de corte, (De), para fresa-
mento de uma superfície plana
E
mm
iC 09 iC 14
(Dc), mm (Dc), mm

25 10.9 -

Furação
32 17.9 -
Dimensões, mm
36 21.9 -
42 27.9 -
l = iC s re ap ae bs


50
52
35.9
37.9
-
28
F
9.4 4.0 1.2 1.2 8 1.0
63 48.9 39
66 51.9 42 14.5 4.76 1.2 2.0 13 1.0

Mandrilamento
80 65.9 56
82 67.9 58
100 - 76

G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Aplicações

Fresamento com altos avanços Fresamento em mergulho Usinagem em rampa circular


Materiais

D 60 D 116 D 105

Usinagem em rampa
D 104 I
Informações/

D 161
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – Fresa Coromant para furação em mergulho

Fresa Coromant para furação em mergulho

Fresamento eficiente e potente com altas taxas de remoção de metal −U


 m complemento para a CoroMill 210 para profundi-
dades de corte radiais maiores
B −A
 lta resistência da pastilha, projetada com aresta de
corte helicoidal, permite uma taxa de remoção maior
com uma ação de corte suave
Corte e Canais

−A
 s forças de corte são direcionadas axialmente até
o fuso da máquina, impondo menos fadiga e tensão
sobre o fuso da máquina e facilitando o trabalho com
ferramentas longas
− Desenho robusto
C −P
 erformance ideal obtida com as máquinas-ferramen-
tas ISO 50 ou semelhantes
Rosqueamento

D
Acoplamento Árvore Geometrias da pastilha
Coromant Capto®
Fresamento

ISO M
P -PM

M -PM
E
K -PM

N -PM

S -PM
Diâm. da fresa (Dc), mm 80 – 85 100 – 160
H -PM
Furação

Máximo (ae), mm 22 22

F Material
P M K P M K
N S H N S H
Mandrilamento

Alta produtividade Menos tensão no fuso da máquina


• Alta resistência da pastilha, projetada com aresta de corte • As forças de corte são direcionadas axialmente até o fuso
helicoidal, permite uma taxa de remoção maior. da máquina, impondo menos fadiga e tensão no fuso da
• A pastilha grande permite tempos de ciclo mais rápidos com mesma.
menos passes. Estabilidade máxima
G Fluxo de cavacos superior • Para obter os melhores resultados, escolha o menor compri-
• O desenho da pastilha e as grandes áreas de canal per- mento, l1, e o maior diâmetro, Dc, possível.
Sistemas de Fixação/

mitem um excelente escoamento de cavacos. • Use a montagem Coromant Capto para obter uma estabili­
dade ideal.
Baixo consumo de potência e baixo ruído
Máquinas

• Corpos de fresas robustas e pastilhas com arestas de corte


helicoidais se convertem em uma ação de corte silenciosa e
muito suave.
• Mais centímetros cúbicos de material podem ser removi­dos
H sem uma potência elevada.

Aplicações
Materiais

I Fresamento em mergulho
D 116
Informações/

D 162
Índice
Fresamento – CoroMill® 200 A

Torneamento geral
CoroMill® 200

Uma fresa robusta para uso geral em desbaste e sob e con- −A


 restas de corte robustas, resistentes a condições
dições difíceis difíceis com interrupções (furos, fendas etc.) e/ou
casca abrasiva B

−G
 eometrias da pastilha para altas taxas de remoção

Corte e Canais
de cavacos – grande ap e fz

−P
 ara máquinas maiores com boa estabilidade e
potência
C
− Melhor utilizada em fusos de máquinas ISO 50 (40)

Rosqueamento
− Requer montagens rígidas da peça

D
Cilíndrica Árvore Geometrias da pastilha

Fresamento
ISO L M H
P -PL -PM -PH

M -ML -MM -MM

K -KL -KM -KH E


Diâm. da fresa (D3), mm 25 – 50 50 – 160
N -PM -PM

S -ML -MM

Tamanho da pastilha (iC), mm Máx. profundidade de corte (ap), mm


H -PL

Furação
10 5 5

12 6 6 F
10 12 16 20
16 8 8

Mandrilamento
20 10 10

0.05 0.6 mm
P M K P M K
Material
N S H N S H
G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

H
Aplicações – CoroMill® 200 e CoroMill® 300
Materiais

Faceamento Perfilamento
D 57 D 68

Usinagem em rampa linear Usinagem em rampa circular


D 105
I
D 104
Informações/

D 163
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 300

CoroMill® 300

CoroMill® 300, fresas de topo e de facear de corte leve e versátil Uma gama de produtos abrangente de fresas do des-
baste até o semiacabamento com alto avanço.
B −B
 aixa exigência de potência fazem com que tanto
as máquinas estáveis quanto as máquinas de baixa
potência sejam mais eficientes
Corte e Canais

−A
 ação de corte leve permite entradas e saídas
suaves e a aplicação de montagens de ferramen­tas
longas e sem vibrações.
− Pastilhas com retífica de precisão para alta precisão
− F resas de topo e fresas de facear em desenhos
C neutros ou positivos e opções de fresas toroidais em
desenho neutro
−O
 pção de pastilha grande, iC 20 mm, para desbaste
Rosqueamento

pesado e com a economia de oito indexações

D
Fresamento

Tamanho da pastilha (ic), mm 05 07 07 08 10 12 16 20

Desenho neutro/fresas de topo toroidais


E Diâmetro (D3), mm
10 − 32
Máx. profundidade de corte
(ap), mm 0.7 1.0 1.5 1.2 2.0 5.0 8.0

Desenho positivo
Furação

*) Diâmetro (D3), mm
10 − 200
F Máx. profundidade de corte (ap), mm 4.0 5.0 6.0 8.0 10.0

*) Diâmetro (D3), mm
Mandrilamento

Fresas de topo 25 − 40
Fresas de facear
-Acoplamento Coromant Capto 35 − 100
-Árvore 40 − 200
Fresas de topo neutras MSSC 10 − 42
G
Sistemas de Fixação/

Desenho positivo para fresamento de topo e facea- Geometrias da pastilha


mento
Máquinas

ISO L M H
• Fresas de topo com acessibilidade superior e ação de corte em todas as direções
de avanço para a usinagem multieixos de formatos complexos. P -PL -PM -PH

H •A
 ação de corte leve também permite o uso de versões de fresas de facear posi- M -ML -MM -MH

tivas com passos extrafinos e pastilhas pequenas visando alta produtividade com K -KL -KW -KH
altas velocidades, combinadas com altos avanços da mesa.
N -PL -PM

S -ML -MM -MH


Materiais

H -PL -PM
Aplicações
I Mesmo procedimento para a CoroMill 200, veja a página 163.
Informações/

D 164
Índice
Fresamento – CoroMill® 300 A

Torneamento geral
Fresas toroidais em desenho neutro
B
As fresas de topo toroidais operam com duas pastilhas redon-
das, posicionadas de forma que cada pastilha fique sobrepos-
ta, ou quase sobreposta, na linha de centro da fresa.

Corte e Canais
Este desenho elimina a ação de corte desfavorável que ocorre
no centro da ferramenta das fresas de topo Ball Nose, em que
a velocidade de corte cai para zero.
A parte operacional de uma aresta de corte toroidal não está
sujeita a uma velocidade de corte zero em nenhum ponto. C
Calcule sempre a velocidade de corte real, vc. Para mais infor-
mações, veja Perfilamento, página D 76.

Rosqueamento
Desbaste
CoroMill 200/CoroMill 300

Semiacabamento D
CoroMill 300

Fresamento
E
Ação de corte e acessibilidade seguras no fresamento de
bolsões estreitos.
• Fresas de topo com diâmetro pequeno com todos os tipos
de hastes.

Furação
•A
 s fresas toroidais podem aumentar a produtividade de for-
ma considerável e são muito adequadas para operações de
desbaste leve, fresamento de retoque e semiacabamento. F
•B
 om desempenho do fresamento em mergulho e da usi-
nagem em rampa

Mandrilamento
•E
 xcelente para perfilamento, quando um sobremetal cons-
tante for um pré-requisito para o fresamento próximo ao
formato final.
•R
 isco reduzido de vibrações quando usar ferramentas lon-
gas e mais delgadas. G
Sistemas de Fixação/

As fresas toroidais podem substituir as fresas de topo Ball


Nose em muitas operações, se as condições perfeitas para
Máquinas

um processo de corte seguro e com alta produtividade estive­


rem disponíveis.
• Uma solução mais produtiva para o fresamento em cópia
em perfis tridimensionais. H
•C
 apacidade de corte radial maior, requerendo menos • Avanço mais elevado por dente em profundidades de corte
passes. pequenas, porque com o formato toroidal, o corte ocorre na
•A
 umento da efetividade de custo da ferramenta com até periferia.
Materiais

seis arestas de corte por pastilha. • Gera maior qualidade superficial.

I
Informações/

D 165
Índice
A
Torneamento geral Fresamento - Fresa de topo CoroMill® 216 Ball Nose

Fresa de topo CoroMill® 216 Ball Nose

Para perfilamento de desbaste e semiacabamento − F resa com duas arestas para contorno efetivo e geral
e fresamento em cópia
B − Profundidades de corte de até 44 mm
− Avanço por dente até 0.6 mm
Corte e Canais

Opções de pastilha
+0.07 M - T olerância da pastilha para maior segurança e
M D3 cortes mais pesados
−0.23
+0.0 E - T olerância da pastilha com arestas vivas para maior
E D3
C −0.20 precisão, adequadas para semiacabamento
Rosqueamento

D3
D
Cilíndrica Weldon Rosqueada Geometrias da pastilha
Fresamento

ISO M
P -M

E M -M

K -M

Diâm. da fresa (D3), mm 10 – 32 12 – 50 10 – 32 N -M

Máx. profundidade de corte


8.6 – 28.6 10.8 – 44.6 8.6 – 28.6
S -M
Furação

(ap), mm
H -M
P M K P M K P M K
Material
N S H N S H N S H
F
Mandrilamento

G Limitações Tolerância da aresta


Durante usinagem de canais em cheio, o perfil inferior gerado
Sistemas de Fixação/

-M -E
não formará um raio perfeito. Este erro de forma, que aparece
R A B R A B
no centro da área de corte da ferramenta, pode ser minimi-
  5 – –   5 0.15 <0.01
zado usando as pastilhas com tolerância E.   6 1.4 0.07   6 0.15 <0.01
Máquinas

  8 1.7 0.09   8 0.15 <0.01


10 2.2 0.12 10 0.15 <0.01
12.5 3.0 0.1 12.5 0.15 <0.01
15 3.9 0.20 15 0.15 <0.01
16 3.5 0.22 16 0.15 <0.01

H 20
25
3.6
3.8
0.24
0.26
20
25
0.15
0.15
<0.01
<0.01

Aplicações
Materiais

I Perfilamento Usinagem em rampa


D 104
Fresamento de canais em cheio
D 68 D 86
Informações/

D 166
Índice
Fresamento - CoroMill® 216F Ball Nose para acabamento A

Torneamento geral
CoroMill® 216F Ball Nose para acabamento

Uma fresa de perfilamento oferecendo excelente acabamento −D


 esempenho semelhante às fresas inteiriças de
metal duro
superficial e precisão
− Versão com haste de aço para perfilamento geral
B

−H
 aste de metal duro rígida para exigências de alta

Corte e Canais
precisão

− Uma fresa para fresamento próximo ao formato final

−P
 astilha para fresamento de contorno de aço endure-
cido C

Rosqueamento
ap
ae

D
Cilíndrica Geometrias da pastilha

Fresamento
ISO L
P -L

M -L
E
Diâm. da fresa (Dc), mm 8 − 32 K -L

Tamanho da pastilha (iC), mm 8 10 12 16 20 25 30 32


N -L

S -L

Furação
Tolerância (iC), mm + 0/- 0.016 H -L

Máx. profundidade de corte 1.2 1.5 1.8 2.4 3.0 3.7 4.5 4.5
(ap), mm
F
Material
P M K
N S H

Mandrilamento
Pastilhas opcionais = Dc

R216F-xxx E-L pastilha com geometria para acabamento de perfil


em aços, aços inoxidáveis e ferros fundidos nodulares e cinzentos,
alumínio, Kirksite e grafite. G
Sistemas de Fixação/
Máquinas

Nota:
Ao aplicar técnicas de programação precisas, a fresa H
de acabamento pode, em muitas operações, substi-
tuir as fresas de topo Ball Nose e melhorar significa-
tivamente a qualidade da superfície, geralmente, com
avanços muito mais altos.
Materiais

Aplicações

Perfilamento I
D 68
Informações/

D 167
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 327 e CoroMill® 328

CoroMill® 327 e CoroMill® 328

Ferramentas versáteis com diâmetros e passos diferentes para CoroMill® 327


B peças não rotativas −U  sinagem interna de canais, fresamento de canais e
rosqueamento em furos acima de 10 mm de diâmetro
− Pastilhas frontais montadas posicionadas em ranhura
para montagem segura e estável
Corte e Canais

− Refrigeração interna para melhor escoamento de


cavacos

CoroMill® 328
−U  sinagem externa de canais, fresamento de canais e
C rosqueamento
− Usinagem interna de canais, fresamento de canais e
rosqueamento em furos acima de 39 mm de diâmetro
− Arestas de corte intercambiáveis para usinagem alta-
Rosqueamento

mente produtiva e de custo eficiente


− Pastilhas montadas em alojamentos para montagem
segura e estável

D
CoroMill® 327
Fresamento

Usinagem de Canais circlip Usinagem de Chanfros Rosqueamento


canais e canais com chanfro * canais
circlip * Raio completo

E
Furação

Diâm. da fresa (Dc) 9.7 – 27.7 21.7 11.7 – 21.7 11.7 / 21.7 11.7 – 21.7

Máx. profundidade de corte


6.5 2.0 4.5 1.7 2.5
(ar), mm
F
Largura de corte máx. (la),
0.7 – 5.15 1.1 – 4.15 1.0 – 4.0 1.2 / 2.0
mm
Mandrilamento

Raio (re) 0, 0.1, 0.2 0.1, 0.2 0.5 – 2.0 Sem raio

Arestas de corte (zn) 3, 6 3 3 3 3, 6

Material
P M K P M K P M K P M K P M K
G N S H N S H N S H N S H N S H
Perfil Passo 1 – 4.5
Sistemas de Fixação/

Perfil em V 60° (perfil parcial)


Métrico 60° (perfil completo)
Whitworth 55° (perfil completo)
Máquinas

Hastes de aço ou inteiriças de metal duro


H
CoroMill 327 é usada com hastes de aço ou inteiriças de metal duro, disponível em quatro diâmet-
ros e com balanços de 74 a 160 mm. Use:
• Hastes de aço para usinagem geral quando as condições de usinagem forem boas.
Materiais

• Hastes inteiriças de metal duro proporcionam menor deflexão, permitindo longos balanços e
usinagem mais difíceis com vibrações minimizadas.

I
Informações/

D 168
Índice
Fresamento – CoroMill® 327 e CoroMill® 328 A

Torneamento geral
CoroMill® 328
B
Canais circlip * Canais circlip Rosqueamento
com chanfro *

Corte e Canais
C
Diâm. da fresa (Dc) 39 – 80 39 – 80 39 – 80

Rosqueamento
Máx. profundidade de corte
3.0 – 5.0 3.0 3.2
(ar), mm

Largura de corte máx. (la), mm 1.3 – 5.15 1.1 – 5.15

Raio (re) 0.1, 0.15 0.1, 0.15 Sem raio


D
Arestas de corte (zn) 2, 3, 5, 8 2, 3, 5, 8 2, 3, 5, 8

Material P M K P M K P M K

Fresamento
N S H N S H N S H
Perfil Passo 1.5 – 6
Perfil em V 60°

*) Para CoroMill 327 e CoroMill 328 - larguras e tolerâncias de acordo com DIN 471/472.

Furação
Compensação de raio F
Ao programar com o avanço central de ferramenta, o avanço periférico pode ser
muito alto.

Mandrilamento
Certifique-se de programar com compensação de raio para garantir o avanço correto.
Para mais informações sobre programação para rosqueamento, veja Fresamento de
canais, página , D 98.

Manutenção da ferramenta - CoroMill® 327


G
Sistemas de Fixação/

Limpe o tip seat antes de usar para oferecer o máximo apoio para a pastilha.
Para novos porta-ferramentas, pré-carregue o parafuso montando e desmontando as
pastilhas algumas vezes antes do corte.
Máquinas

H
Materiais

Aplicações
Abertura de canais e usinagem de
canais rasos Rosqueamento Chanfros I
D 86 D 95 D 126
Informações/

D 169
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 329

CoroMill® 329

Fresa para usinagem de canais


−A
 primeira escolha para profundidades de corte
B ≤18 mm

−U
 ma ferramenta versátil para produzir rasgos preci-
sos, canais de fundo plano
Corte e Canais

−P
 astilhas posicionadas em linha produzem um ótimo
escoamento dos cavacos e permitem alto avanço da
mesa
C
Rosqueamento

D
Fresamento

E Diâm. da fresa (Dc), mm 125 – 160

Largura de corte máx. (ap), mm 2.5 – 4.0

Máx. profundidade de corte


18
(ar), mm
Furação

Material
P M K
N S H
F
Recomendações de geometria da
Mandrilamento

pastilha
A CoroMill 329 é usada com as pastilhas CoroCut 2 com formato em
V.

-CM A primeira escolha é a geometria -CM para todos os


materiais.
G
Sistemas de Fixação/

-TF Bom controle de cavacos e acabamento superficial


Máquinas

devido ao desenho Wiper.


A CoroMill 329 possui fixação por parafuso integrada para fixação
estável e segura das pastilhas. Coloque o dedo polegar sobre a
pastilha e empurre-a para dentro do assento. Use uma chave tipo
fenda (Torx Plus) para fixar (soltar) a pastilha.
H

Aplicações
Materiais

I Abertura de rasgos e canais rasos


D 90
Informações/

D 170
Índice
Fresamento – Fresa T-Max® Q-Cutter A

Torneamento geral
Fresa T-Max® Q-Cutter

Fresas para abrir canais e corte − F resa complementar para rasgos estreitos, canais de
fundo plano
B
−P
 astilhas posicionadas em linha produzem um ótimo
escoamento dos cavacos e permitem alto avanço da

Corte e Canais
mesa

− Ferramenta complementar para cortes mais profundos

Rosqueamento
−O
 pções de ferramenta desenhadas para especifi-
cações individuais do cliente estão disponíveis

Fresamento
Diâm. da fresa (Dc), mm 80 – 315 E
Largura de corte máx. (ap), mm 6.0

Máx. profundidade de corte


119
(ar), mm

Furação
Material
P M K
N S H
F
Recomendações de geometria da
pastilha

Mandrilamento
A T-Max Q-Cutter é usada com as pastilhas Q-Cut.

AA A primeira escolha é a 330.20 AA, uma pastilha de


to­le­rân­cia estreita com uma geometria e gama de
classes adaptadas para operações de fresamento.
G
Sistemas de Fixação/

4E Use N151.2-4E para materiais de baixo carbono.


Máquinas

5E Use N151.2-5E para cobre e alumínio.

H
Use a chave para fixação rápida e fácil.

Aplicações
Materiais

Fresamento de canais I
D 86
Informações/

D 171
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 331

CoroMill® 331
-
Fresa de facear e de disco multifunção com capacidade de –C
 assetes com mecanismo tipo mola oferecem ajuste
alta precisão fácil para a largura desejada
B
– F resas fornecidas com tolerância de de 0.01 mm.
Para obter uma tolerância estreita, use pastilhas de
Corte e Canais

tolerância H

–O
 pções de pastilha redonda e uma ampla gama de
raios de canto

C –P
 astilhas com 8 arestas para operações de faceamen-
to. Ângulo de posição a 88°
Rosqueamento

– Desenho com bolsão fixo e passo fino

Fácil ajuste de precsião – Bolsões abertos facilitam o fluxo de cavacos

D
Guia para chave de código, veja a página D 179.

Aplicações
Fresamento

Fresamento Fresamento Usinagem


Largura de corte

Abertura de rasgos/ Fresamento de cantos a com trem Faceamento em rampa


máx. (ap), mm

E Tipo de fresa e de Corte lateral duplo 90 graus Faceamento de fresas reverso circular
pastilha
Diâm. da fresa
(Dc) mm
N331.35-...S...
Furação

10

40 – 125
F
N331.32-...S...

26.5
Mandrilamento

80 – 315

N331.32-...Q...

26.5
G 80-315
Sistemas de Fixação/

N331.32-...A...
Máquinas

10

40-100
H N331.52-...S...

33.8

200-315
Materiais

N331.32-...Q...
N331.32-...S...

10.1
I
60-315
Informações/

D 172
Índice
Fresamento – CoroMill® 331 A

Torneamento geral
Geometrias de pastilha e classes
B
Extra positiva Aresta de corte reforçada Geometrias da pastilha

Corte e Canais
ISO L M H
P -PL -PM -PH

M -ML -MM

K -KL -KM -KH


C
Leve Pesada
N -NL

Usinagem leve Usinagem pesada S -ML -MM

Rosqueamento
Forças de corte baixas Alta segurança da aresta
Faixas de avanço baixas Altas faixas de avanço H -PL -PM -PH
Tolerância estreira

Fresamento
Média

Uso geral na maioria dos materiais


E

Furação
Comprimento da aresta de corte reduzido para pastilhas Tailor Made.
Ao abrir canais use a menor largura da fresa. A sobreposição F
1.4 4.4
é o fator mais crítico para otimizar. 06 08
Comprimento de aresta de corte reduzido diminui a sobre-

Mandrilamento
posição, que por sua vez, reduz o desgaste na zona de sobre-
posição, produzindo melhor controle de cavacos e reduzindo o
consumo de potência em até 10%.
Opções de pastilhas Tailor Made (Sob Medida) com compri-
mento de aresta de corte reduzido disponíveis sob pedido. G
Sistemas de Fixação/

ap : 11 ap : 11
Pastilha Tailor Made com Pastilha standard
comprimento de aresta tamanho 08
Máquinas

de corte reduzido

Cálculo do comprimento da
aresta de corte: H
ap
asp = + 0.2
2
Para mais informações sobre como usar a CoroMill 331 veja:
Materiais

Abertura de canais geral e uso de volante, página D 89.


Faceamento reverso, página D 49.

I
Informações/

D 173
Índice
A
Torneamento geral Fresamento – CoroMill® 331

2 arestas 8 arestas
Raio da pastilha, re Raio da pastilha, re
Tamanho da Tamanho da
pastilha 0.5 0.8 1.52 2.29 3.05 4.83 6.35 pastilha 0.8 2.0

04
B
05
Corte e Canais

08

11
C 13

14
Rosqueamento

Tipo de pastilha
A maioria dos tipos de pastilha é do tipo neutro (N). As pastilhas com raio são do tipo neutro também, porém, nas versões com
D raio maior, elas também estão disponíveis nas versões esquerda (L) ou direita (R).

Corpos de fresa, cassetes e pastilhas para combinar com todas as aplicações


Fresamento

Fresa de facear de 2 cortes Fresa de disco e de facear de 3 cortes

E Fresa versão direita Fresa versão direita

Cassete versão
Cassete versão esquerda
Furação

esquerda

F Cassete Cassete
versão direita versão direita
Mandrilamento

Para mais informações sobre escolha do tipo de fresa, veja a página D 49.

Cassetes para pastilhas com raios menores do que 1.55 mm


G Largura
Tamanho da
pastilha
Cassete versão
direita
Cassete versão esquerda
Sistemas de Fixação/

CM, 6-8 04 5321 240-15 5321 240-16


DM, 8-10 05 5321 240-13 5321 240-14
EM, 10-12 08 5321 240-01 5321 240-02
Máquinas

FM, 12-15 08 5321 240-03 5321 240-04


KM, 15-17.5 11 5321 240-07 5321 240-08
LM, 17.5-20.5 11 5321 240-07 5321 240-08
QM, 20.5-23.5 14 5321 240-09 5321 240-10
H RM, 23.5-26.5 14 5321 240-09 5321 240-10
QM, RM com pastilha quadrada 13 5321 260-01 5321 260-02

Cassetes para fresamento lateral duplo


Materiais

Tamanho da
Largura (aBp), mm Cassete