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Proibido!

Autor: António Costa Santos


Editor: Guerra e Paz
Edição: Março 2008 (6ª ed.)
ISBN: 978-986-8014-59-7

Proibido! é um livro descomplexado e


descomprometido que visita, com
muita ironia, o passado dos
portugueses - o Portugal de Salazar -
para descobrir as coisas que hoje nem
nos passa pela cabeça imaginar que
foram proibidas: beijos em público,
casar com uma enfermeira, usar
isqueiro sem licença, para dar só
alguns exemplos. O livro está
organizado por proibições e a
abordagem é informativa, usando
exemplos e documentos do passado,
mas é sobretudo uma abordagem
divertida. É um livro que faz humor
com o passado e nos dá informação
histórica.
Dossier Regicídio - O Processo Desaparecido

Autor: Mendo Castro


Henriques, Maria João
Medeiros, Jaime
Regalado, João Mendes
Rosa e Luiz Alberto Moniz
Bandeira
Editor: Tribuna
Edição: 2008
ISBN: 978-972-8799-78-6

O Dossier Regicídio concentra-


se no processo judicial
instaurado a 7 de Fevereiro de
1908, concluído a 27 de
Setembro de 1910 mas
desaparecido após a
proclamação da 1ª República.
Foram recolhidos os factos
relevantes "julgados" pela
imprensa, governos e oposição, partidos políticos, Maçonaria e Carbonária. Pela primeira vez
são tratados e apresentados os relatórios e cartas dos juízes, agentes e informadores do Juízo de
Instrução Criminal até 1910. O resultado é a reconstrução do "masterplan" desde as reuniões de
Paris de Novembro de 1907 até à nomeação do dissidente José de Alpoim como Procurador-
Geral Adjunto da República. Mostra-se como foi preparado, executado e depois silenciado um
"crime quase perfeito". São avançadas hipóteses fortes como o facto de Buíça e Costa terem
sido executados pelos "grupos de eliminação" e não pelas forças de segurança e a compra das
armas pelo visconde de Pedralva.
O Pequeno Livro do Grande Terramoto

Autor: Rui Tavares


Editor: Tinta da China
Edição: 2009
ISBN: 978-972-8955-89-2

Escolhido como Melhor Ensaio 2005, tornou-se


uma referência obrigatória para quem se interessa
pela história do Grande Terramoto de 1755.

As grandes catástrofes sempre inquietaram e


suscitaram a curiosidade do ser humano. O debate
em torno do Terramoto de 1755 tem razões para
não se esgotar. O Grande Terramoto, à semelhança
de outras catástrofes, esteve na origem de uma
vasta produção cultural e intelectual, colocando em
destaque os modos de pensamento e as polémicas dominantes de então. Evocar esta história
significa colocar na ribalta as controvérsias setecentistas, abrindo novas perspectivas sobre as
implicações da efeméride, mas também sobre os paralelismos que é possível estabelecer com a
actualidade.
Para Além do Portão – A GNR e o Carmo na Revolução de
Abril

Autor: Nuno Andrade


Editor: Guerra & Paz
Edição: 2008
ISBN: 978-989-8014-95-5

Os momentos mais marcantes e tensos da


Revolução de 25 de Abril de 1974 viveram-
se no Largo do Carmo, tendo como o
epicentro o quartel da Guarda Nacional
Republicana (GNR).

Se por um lado se encontra bastante


documentado o papel dos militares do
Movimento das Forças Armadas (MFA) e da
população que ajudou à vitória da liberdade,
por outro, é muito escassa a documentação
relativa aos militares da GNR e sobre as últimas e longas 14 horas do último chefe
do Governo e do Regime no interior do Quartel do Carmo. Esta obra privilegiou o
testemunho dos principais intervenientes nos históricos acontecimentos, sobretudo
dos militares da Guarda e dos seus familiares que à época residiam no interior do
Quartel do Carmo. Paralelamente procurou efectuar uma síntese da
documentação mais directamente relacionada com os acontecimentos no Largo do
Carmo e com a participação da GNR.

Com a publicação desta obra fica mais completo o quadro histórico da Revolução
de Abril.
Das Trincheiras com saudade – A Vida Quotidiana dos
Militares Portugueses na Primeira Guerra Mundial

Autor: Isabel Pestana marques


Editor: Esfera dos Livros
Edição: 2008
ISBN: 978-989-6261-04-7

A partir de Janeiro de 1917, o cais de Alcântara


assiste aos sucessivos embarques de tropas
portuguesas rumo à Flandres. Em França
reúnem-se aos aliados ingleses para
combaterem, na I Guerra Mundial, contra o
inimigo comum: a Alemanha. A 2 de Abril de
1917, a coberto da bruma da madrugada,
entraram nas trincheiras os primeiros soldados
portugueses que iriam participar na I Guerra
Mundial, num total de 55 mil expedicionários.
Na Flandres (França), encontraram um novo
tipo de guerra. Enfrentaram o frio, a lama
pegajosa, o barulho ensurdecedor dos
bombardeamentos, habituaram-se ao «corned
beef» que os fazia suspirar pelo bacalhau e o pão escuro nacional, adoeceram, sentiram medo,
desolação e cansaço. Na frente de batalha, combateram ao lado dos ingleses, com coragem e
heroísmo, outros desertaram ou foram aprisionados pelos alemães, e nos momentos de descanso
aproveitavam para fugir ao terror dos ataques, jogando às damas, cantando, escrevendo cartas
aos familiares ou namorando com francesas, belgas e inglesas, mesmo sem saber uma palavra
do seu idioma.

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