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Schmidt, Max. 1955. Autobiografia de Max Schmidt.

Revista de Antropologia, vol. 3, n. 2, 1955, pp. 115-124.

fEQUEllS COMUlllCICÕES
AUTOBIOGRAFIA DE MAX SCHMIDT
NOTA PRELIMINAR

~lax Schmidt faleceu em 26 de outubro de 1950, na capital do Paraguai.


A morte veio livrá-lo de padecimentos que, havia anos, lhe tortu ravam a
..-xistência. Pouco antes, o conhecido explor ador das nascentes do Xingu re-
digira em espanhol, a pedido de Paulo de Carvalho Neto, então Professor da
Universidade de Assunção, algumas pagi nas autoJ;iogr áficas, acompanhadas
-ce uma bibliografia. Carvalho Neto tencionara a principio aproveitar êsses
<lados para uma reportagem a ser publicada no Brasil; depois, mudando
de idéia, conservou o texto em sua integridade, traduzindo-o para o por-
tuguês, e divulgand<>-<> na série mimeografada de "Comunicaciones Antro-
pológicas" (14 . 3. 1951 ) do "Centro de Estudios Antropológicos dei Para-
_guay". Com a gentil anuência de Carvalho Neto, a Revista de Antropologia o
r eproduz neste número. A relação J;ibliogr áfica acrescentamos dois titulas
de t rabalhos que saíram do prelo após a mor te de seu autor .

O P rofessor, Doutor em Direito e Filosofia, Max Schmidt, nasceu a


16 d e dezembro de 1874 em Altona, que pertencia naquela época ao
Estado de Prússia. Jt filho do Conselheiro de Justiça M ax Schmidt,
q ue foi advogado e, por 28 anos, presidente da câmara municipal de Al-
tona . Cursou o ginásio desta cidade e, aprovado nos exâmes, freqüen-
tou as universidades de Tübingen, Berlim e K iel, no ano de 1894 .
Após um primeiro semestre na Faculdade d'e M edicina, inscreveu-se na
F aculdade de Direito . Durante êsse tempo, porém, já se dedicava tam-
Lém aos estudos de economia política, de filosofia e, especialmente, de
etnologia. Foi sobretudo o célebre P rofessor D outor Josef K ohler, em
"Berlim, que influenciou de maneira decisiva os interêsses do estudan te Max
Schmidt e fêz publicar :re u trabalho "Ober das R echt der tropischen
Naturvolker Südamerikas" em sua revista: "Zeitschrift für vergleichende
R echtswissenschaft", vol. XIII, Stuttgart, 18991• Nessa época, Schinidt já
"tivera ocasião de conh.e cer os seus principais mestres de etnologia, K arl von
deu Steinen e Eduard Seler . Aprovado no primeiro exâme de jurispru-
dência, pela Banca de E naminadores de Kiel, em 4 de março de 1899,
conseguiu trabalhar como "licenciado em D ireito" no juízo distrital de
Blankenese, per.to de Altona, até outubro do mesmo ano. Em junho, a
Faculd ade de Direito d a "Friedrich-Ale.xander-Universitiit", em E rlangen,

Biblioteca Digital Curt Nimuendajú


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116 Pequenas Comunicações

lhe conferiu o grau de "Doctor J uris Utriusque" pela dissertação:


"Beitrage zur ratio juris im romischen Recht". Durante dois anos, 1899
e 1900, esteve inscrito na Faculdade de Filosofia de Berlim para estudar
principalmente etnologia e antropologia. Em dezembro de 1899 entrou
como "voluntário" para o serviço do Museu de Etnologia de Berlim, tra-
balhando especialmente na Secção Americana, dirigida por Karl von deu
Steinen. Teve assim a melhor ocasião de se preparar para a projetada
expedição às nascentes do Rio Xingu. Esta expedição empreendeu-a em
setembro de 1900, estudando sobretudo aos Bakairí, aos Nahukuá e aos
Aueto em suas aldeias nas margens do Rio Kulisehu. Depois visitou o~
índios Guató nas terras pantanosas do Alto-Paraguai, e especialmente
os Guató das lagoas de Guaíba e Uberaba. Os resultados dessas duas
viagens no Mato Grosso, de setembro de 1900 a janeiro de 1901, pu-
blicou-os Max Schmidt em seu livro : "l ndianer·studien in Zentralbrasilien.
Erlebnisse und Ethnologishe Ergebnisse einer Reisc in den Jahren 1900-
1901" (Berlim 1905)2.
Depois dessas viagens, Max Schmidt retornou ao serviço do Museu
de Etnologia de Berlim. Em 16 de outubro foi comissionado como
assistente do diretor da Secção Etnológica do Museu e em abril de 1904
nomeado assistente do diretor dos Museus do Estado.
No ano de 1910, convidado especial da Comissão Organizadora, com-
pareceu ao décimo-sétimo Congresso Internacional dos Americanistas,
em Buenos Aires, como delegado da Socied·a de de Antropologia, Etnolo-
gia e Pré-história de Berlim., tendo assim ocasião· de conhecer os etnólogo>
competentes da América do Sul, daquela época, como Ambrosett~ Ame-
ghino e L afone Quevedo. Empreendeu então a sua segunda expedição
etnológica ao Mato Grosso, tornando a visitar primeiro os índios Guató
e especialmente os que viviam nas regiões pantanosas do Rio Caracará,
perto da embocadura do Rio São Lourenço no Rio Paraguai, para tam-
bém conhecer essa parte m ais primitiva da tribo e explorar os seu in-
teressantes "aterrados", montículos artificiais que lhes servem para as
$Uas plantações. Os resultados da viagem efetuada no ano de 1910 estão
publicado' na revista "Baessler-Archiv", vol. IV, 1914, n.0 6, sob o título :
"Die Guátó und ihr G ebiet . Ethnologische und archaologische Ergebnisse
der Expedition zum Caracará-Fluss in Matto Grosso". Depois dessas eir
plorações na região dos Guató, prosseguiu Rio Paraguai acima, alcançando
o Rio Sepotuba até Tapirapuã, onde Jogo penetrou nas regiões das nas-
centes dos rios Cabaçal, J auru e Juruena - ainda desconhecidas naquela
época, em sua maior parte - para estudar os Paressí-Gozárini, chamados
ta.mbém Paressí-Kabischi, que ali viviam ainda em estado primitivo
e independente. Os resultados desta viagem também estão publicados
na revista B aessler-Archiv (vol. IV, 1914, n .0 4/5) sob o título ''Die Pares-
sí-Kabischi. Ethnologjsche Ergebnisse einer Expedition zu den Quellen
des Jaurú und J uruena im J ahre 1910".
Pequenas Commúcações 117

No ano de 1914, Max Schmidt teve ocasião de visitar os T oba e 09


Kainguá, nas cercanias de Ajos, na República do Paraguai .
Em 16 de outubro de 1916 recebeu da F aculdade de F ilosofia da
Universidade de Leipzig o grau de D outor em Filosofia, pela dissertação:
"Die Aruaken . Ein Beitrag zum Problem der Kulturverbreitung".
E m fevereiro de 1917 obteve a "venia legendi" d a F aculdade de
Filosofia da Universidade de Berlim, pelas publicações já mencionada.s,
p recedentes a "Die Paressí-K abischi" e "D ie Guató und ihr Gebiet" . Por
p atente de 18 de junho de 1918 recebeu o título de ~Professor" e em 31
de agôsto d e 1921 foi nomeado "ausserordentlicher Professor" da Facul-
dade de Filosofia da Universidade de Berlim. Em julho de 1918 lhe
foi confiada a administração autônoma da Coleção Sul-americana de Estu-
dos do Museu Etnológico de Berlim .
De setembro de 1926 a agôsto de 1928 em preendeu sua última expe-
dição a Mato Gro~so . Em primeiro lugar visitou os índios Bakairí, nos
arredores do Pôsto Simões Lopes, na margem do Paranatinga. Daí viajou
ao P ôsto Pedro Dantas para estudar os Kayabí. Após haver também
estudado os Paressí, que viviam na estação telegráfica de Utiáriti, e de
haver encontrado no mesmo lugar índios Yranche, alcançou o P ôsto H u-
maitá, situado no Alto Paraguai, nas cercanias da Barra do Rio dos Bu-
gres, conhecendo os Umotina ou Barbados em um de seus povoados .
Nessa viagem a Mato Grosso, além das mencionadas investigaçces etnc-
lógicas, empreendeu, em diversas regiões, cerno na região do R io Marza-
gãÓ e do R io Manso, detidas investigações pré-históricas e, por fim, explo-
rou as inscrições rupestres do Morro do Triunfo, perto de Amolar. Os re-
sultados dessas viagens a Mato Grosso nos anos de 1926 e 1927 estão
expostos principalmente nos tomos V e VI da Revista da Sociedade
Científica do Paraguai e no vol. 1 ( nova série) da Revista do Museu
P aulista, d~ São Paulo, contendo a citada revista paraguaia os informes
relativos às investigações pré-históricas e aos Umotina ou Barbados, a os
Kayabi. aos I ranche, aos Guató, e a Revista do Museu Paulista os rl:idos
r,Pbre os Bakairí, além dcs que d izem respeito aos Kayapó, Waurá e
T omaindé-Nambikuara . Com os Bakairí Max Schmidt conviveu em
duas oportunidaC:es: a primeira, em 1901. quando se encontravam em es-
tado bastante primitivo e independente, às margens do K ulisehu; a segun-
da, quand o êles já se haviam transladado para as cercan'as do P ôsto
de Simões Lopes, estando aí em contacto com o Serviço de Proteção aos
tndfos da Brasil e já bastante influenciados pela civilização. de maneira
que se podia determinar históricamente as transformações culturais que
haviam sofrido nesse intervalo.
De interêsse geral devem ser alguns dados exatos que Max Schmídt
colheu em Simões Lopes de um Bakairí chamado Bernardino, referentes
aos últimos acontecimentos ocorridos ao infeliz Coronel Fawcett, oouco
antes de seu desaparecimento. 1tsse índio havia acompanhado o Curonel
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F awcett, com alguns outros B akairí, em sua última viagem aos afluentes:
do Xingu . Segundo suas indicações, os índios já haviam estranhado bas-
tante os modos de prOC1!der do Coronel. Diziam que antes da sua últ'. ma
viagem havia empreendido o utra à região do rio P aranatinga com alguns
Bakairí e aí tomou por uma só direção até que seus bois de carga cairam
extenuados, abandonando-se no campo a equipagem. D e volta, em Si-
rnõei Lopes contratou Leonardo e alguns outros Bakaici para ccnduzi-Io.
com seu filho e outro jovem que . diziam, estava doente, aos a fluentes do
rio X ingu. Do X ingu mandou tcdos os seus práticos regressarem, porque
q ueria prosseguir na viagem sômente em companhia de seu filho e d o ou-
tro p atrício mencionad'o . Desde essa data nunca mais se soube notícia do
Coronel Fawcett. Como naquelas pa ragens ninguém pode v iver sem manti-
mentos e guias, conclui-se ser impossível que F awcett continue v i-.ro. 11:
presumível que, após a volta dos Bakairí, êle e seus dois compsn~e;rcs
tenham caído exaustos e desamparados em algum lugar do campo ou da
mata, de maneira que não nos cabe supor em princíp io que tenha encon-
trado a morte pela violência de q uaisquer índios inimigos. Da mesma fer-
roa como a infatigável busca dos "Martírios" no território dos afluentes
do X ingu, há vinte e cinco anos, havia por fim acarretado a alienação m~n­
tal do oficial Paulo Castro. assim também o Coronel F awcett sucumbiu
nas mesmas regiões, em sua corrida fantástica atrás da "misteriosa cidade",
n a descúnfiança de que qualquer outro pudesse aproveitar ou propalar
seus mistérios. A rr.esma d esconfian ça fôra ainda a causa d'e dois outMs
acidentes de Fawcett em suas viagens. Os moradores do alto R io M arza-
gão contaram a Max Schmidt que o Coronel F awcett p arsara por ali
com uma tropa, havendo errado o cem;nho que conduz de Cui?.bá ao
"Pôsto Simões Lopei.", trilhado regularmente pelas tropas do Serviço de·
P roteção aos índios, sendo por isso fácil o contrato em Cuiabá, de um
prático dêsse caminho. Em Amolar, Max Schmidt soube p elos moradores
de que antes de êle investigar as inscrições rupestres d'o M orro do Triun-·
fo, já o Coronel F awcett experimentara chegar a êsse morro, voltando-
sem haver alcançado. o seu objetivo por não ti:r levado consigo nenhum.
p rático daquela região pantanosa.
Após regressa r d e sua ú ltima expedição a M ato Grosso, Max Schmidt
recebeu tm 1.0 de março de 1929 a sua jubilação, que havia solicitado.
V iajou então pera o Brasil, onde, durante alguns meses, conheceu e estud=u:
com a ajuda do Diretor do Museu .Nacional, D r. Roquette P into, e de D.
H eloísa Tôrres, as copiosas coleções etnológicas dêsse museu. E m São•
P aulo, teve ocasião de conhecer também o Museu Paulista. E após uma·
permanência de quase dois anos em Cuiabá, Meto Grosso, transferiu·SC'
em março de 1931 para o Paraguai, ocupando•se com a organizaç.ão d as:
coleções etnológicas do Museu de H istória e E tnografia do P araguai, fun-
d ado nesse época pela Sociedade Cientüica do P araguai . Em 7 de. ee,ôsto
Pequenas Comunicações 119

de 1935 empreendeu, com o apôio dessa Sociedade e de seu presidente.


Dr . Andrés Barbero, e do Coma.n do do Chaco Paraguaio, uma expedição
de dois meses para visitar e conhecer os índios do Chaco. N essa viagem
teve ocasião de estudar nos fortins de Toledo e de "15 de agôsto" os Izczó,
nas cercanias dos fortins Moreno, Esteros e Guachalla e também os Chu-
rupí na Laguna de Escalante . Nas cercanias de Linares estudou os Guisnai,
nas cercanias de Cururenda os Chorote, nas cercanias de Oruzo os Tapieté,
e no "pueblo" de Macharetti os Chiriguano . Os resultados desta v iagem re-
ferentes aos Matak~Guisnai. aos Tapieté e aos Chiriguano e Izoz6 estão
publicados na R evista da Sociedade Científica do Paraguai, tomo IV .
Desde o ano de 1889, o Prof. Max Schmidt é membro da "Berliner
Gesellschaft für Anthropologie, Ethnologie und Urgeschichte". E m junho
de 1930 a Sociedade dos Americanistas de Paris o nomeou "membro cor-
respondente" . Desde 25 de dezemb ro de 1938 é "sócio correspondente da
Sociedad<' Argentina de Antropologia". Em 24 de junho de 1941 tornou-
-se presidente honorário da Sociedade Científica do P aragua i. Desde março
de 1944 ocupa as cadeiras de etnografia e etnologia da Escola Supericr de
Filosofia, atual F aculdade de F ilosofia da Universidade Nacional de
Assunção, e desde agôsto de 1944 é acadêm ico de Número da Academia da
Cultura Guarani .
As publicações do Dr. Max Schmidt, cujos títulos vão impressos
adiante, numa lista completa, tratam de assuntos muito variados. Como
seus estudos juríd icos constituíram o ponto de partida de sua atividade
etnológica, encontram-se, entre suas publicações, diversas que !.ratam
de etnologia jurídica. Além da publicação já mencinada "über das
R echt der tropischen Naturvolker Südamerikas", pertencem a essa catego.
ria suas publicações impressas também na "Zeitschrift für vergleichende
R echtswissenschaft" (tomos XXX, XXXI, XXXIV e XXXV) intituladas:
"Zur R echtsgeschichte Afrikas, aus altholliind ischen Berichten, nus
portugiesischen Berichten" e "Aus portugiesischen u nd holliind ischen Be-
richten". Outras publicações de etnologia jurídica são: "D ie Bedentung
der vergleichenden Rechtswissenschaft für die E thnologie, Festgabe für
Josef Kohler zum 70. Geburtstage, dargebracht von F reunden, Schülern
und der Verlagshandlung" e "Josef Kohlers W irken in der vergleichenden
Rechtswissenschaft, besonders der ethnologischen R echtsforschung. J osef
Kohler zum Gediichtnis". A seguir M ax Schmidt dedicou-se principal-
mente a estudos de economia política ligados à etnologia jurídica, ~eunindo
o material correspondente em um "Gnmdriss der ethnologischen Volks·
wirtschaftlehre, em dois tômos, fazendo assim um ensaio de fundo análogo
à etnologia jurídica, uma "economia política etnológica" como disciplina
limítrofe entre a etnologia e a economia política .
As demais publicações etnológicas do Dr . Max Schmidt baseiam-se
principalmente em suas investigações pessoais entre os índios da América
120 P equenas Comunicações

do Sul ou no material d as am plas coleções do Museu Etnográfico de-


Berlim, havendo predominância dos assuntos da economia material, nota-
damente da agricultura e dBs técnicas de trançar e de tecer. Quanto a pro-·
blemas artísticos, estudou, em várias publicações, minuciosamente. a~ ori-
gens da maioria dos ornamentos gecmétricos que derivam da técnica
de trançar dos indígenas sul-americanos. Um resumo dessas investiga-
ções foi inserto na "lpek": "Die technischen Voraussetzungen in der Orna-
mentik der Eingeborenen Südamerikas" . A esta categoria pertencem tam-
b ém as publicações referen tes às representações cênicas de tecidos dos
antigos peruanos.
As publicações do D r . Max Schmidt contém também abundantes
d ados lingüísticos. Vocabulários e, em vários casos, também textos foram
registrados entre os Guató, os G uaná, os Aueto e Kamayurá. os P11ressí
(Paressí-Gozárini, Paressí-Uaimaré, Paressí-Kachiniti ), os Kayabí, os Umo-
tina ou Barbados, os Waurá. os Tamaindé-Nambikuara, os M:lká, os
Churupí, os M ataco-Gu isnai. os T apieté, os I zozó e os Chiriguano . Elas
contém também assuntos religiosos, principalmente a publicação: "Los
P aressís", na qual vêm apresentados vários textos d e mitos P aressí, re-
gistrados na maior parte com a uxílio de índios Paressí que ainda não c:mhe-
ciam a língua portuguêsa, de modo que está garantido em certo grau o seu
caráter autóctone.
Livros de caráter mais geral publicadcs por M ax Schmidt, além do
já mencionado "Grundriss l:ler ethnologischen Volkswirt: chaftslehre"
(tomos I e II), são os seguintes: "Die Aruaken. Ein Beitrag zum Problem
der K ulturverbreitung"; "Die materielle Wirt:chaft bei den N aturvOlkem "
(ln: Wissenschaft und BiJ,dung. Leipzig, 1913); "Volkerkunde" e "K unst
und Kultur von P erú" .
De publicações arqueológicas ou pré-h:stóricas, respectivamente. cum-
pre mencionar, a1€m do livro "Kunst ur:d K u!tur von Perú" e vários outros
trabalhos referentes à cultura dos antigos peruanos, em primeiro lug&r os
trabalhos sôbre as investigações pré-históricas p:ir êle próprio executadas
em Mate Grosso e especialmente as inscrições rupestres nas encostas do
M orro do Triunfo. As publicações apareceram no Tomo V da R evista da
Sociedade Científica do P araguai . O tômo III desta revista encerra tam-
bém o trabalho: "Nuevos H allazgos pré-históricos dei Paraguay", em que
se estudam. além da descrição de outros achad·o s, também os resultados d e
escavações fe itas por Max Schmidt nas redondezas de Ipané, no P araguaL
Notas bibliográficas

1) - Publicado também cm tradução brasileira no Boletim do ~l11seu


Nacional do Rio de J aneiro, 1930, vol. VI. n.o 3, sot o título: "Sôbre o d i-
reito dos selvagens tropicais da América do Sul".
;:) - P ublicado também em tradução brasileira no ano de 1912 pela·
Comp:mhia Editora Nacional, em São Paulo, Rio de Janeiro etc ., sob o títulu~
Peq uenas Comunicações 121

" Estudos de Etnologia Brasileira. Peripécias de uma viagem entre 1!lOO e


1901. Scl!S resultados etnológicos". Brasiliana, Série 5.8 , vol. 2'.

PUBLICAÇõES DE '.\IAX SCHMlDT

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der juristiscbcn Fakultãt der F ricdrich-Alexander-Universitiit zu Erlan-
gcn. Alto na, 1899 .
3. Reiseskizze11 a11s Zenlralbrasilien. Globus, Bd . 82 (1902), Nr. 2, pJJ,
29 ss., pJ) . 44 ss. e pp. 95 ss.
4. Reise.<ki:ze11 a11s Ma/lo-Grosso (Brasilien) . Globus, Bd. 82 ( 1!102). i'\r
22": pp. 347 ss.
5. Die Guató. Aus dcn Verhandlungcn der Berliner Anthropologischcn
Gesellschaft. Silzung von 15 . Februar 1902. pp . (77\-(89\
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líl03, Hefl 1, PI>. 75.
7 . Gaaná. Zeitscbrift fiír Ethnologie, 1903, Heft 2 e 3, pp. 324-33(1, lfrft 4.
PD. 560-604 .
8 . t}ber meine Reise i11 Ce11/ral-Brasilie11 im Slaale Mal/o-Grosso. Altouae!'
Nacbrichten, 23. Jan. 1!l03.
9 . Nachrichten iíber die Kayabi-ludianer . Zeitschrifl für Elhnologíc, !!•Oi
Heft JI e 4, IJP. 46!l-468.
10. Ableil1111g siidamerika11isd1er Uefluhlsmuster <t11s der Tecl111il• des
F/echlens. Zcitscbrift fiir Ethnologie, 1904, Hert 3 e 4, IJIJ. 461i ss .
11 . Aus den Ergeb11isse11 meiner Expe<lilion in <ias Xin(tú-Quellgebir!. Gla
hus . Bd . 86. 1904, l\r. í, pp . 119-125 .
12 . J11diallerst11dien ili Zelllralbrasilien. Erlebnisse wul elhllologisdie Bmeh
nis3e ei11er Reise in deli Jahren l!l00-1901. Mit 281 Textbil<l<·rn . 12
Lichtdruck taíeln unct einer Kurte . 456 pp. Berlim , Hl05.
13. Peruvia11 Pollery, wilh clesiyns represenli11g scenes from li/e an<i myl/1-
alogical /ore. The )lagazinc or F ine Arts, Vol. 1, Nr. 1, 1905, pp .
~l>-54.
14 . R echlliche, so:iale 1111d w irlschaflliche l'erh<ilt11isse bei siidameril:a-
ni&che11 Nal11r1Jõlkerll. ,\'ach eigenen Erfahr11n9e11 ili deli Jahren 1!lQf1
1901 . Bliitt er dl'r vergleichenden Rechtswisscnschaft un d Volkswirl-·
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1907, Heft 3, pp . 417 e 418 .
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18. K 1111st in Ali-Peru. Aus der vonnals Gretzerschen Sammlung eles Ki,:t
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hmg im Kgl. Kunstgewerbe-Museum Miirz-April 1907) .
19 . Vber altperaanische Ornamentik . Archiv für Anthropologic, Neuc
Rolge, Bd. VIIT, 1908, Hert 1, pp. 22 -36. Taf. III e IV.
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Koloni•l~ Rundschau, 1909, Heft 4 (April), pp. 225-242.
21. Sce11enhafle Darstellungen auf allperuanischen Geweben . Zeil schrift
für Ethnologie, 1910, Heft 1, pp. 154-164.
122 Pequenas Comunicações

22. Vber altperuunische Gewebe mil scenenhaften Darstel/11ngen. Bacssler-


Archiv, Bd. 1910. Heft 1, pp. 1-61.
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1910. (Gerichtet an d ie Anthropologische Gesellschaft in Berlin) .
Zeitschrift für Ethnologie, 1910, Heft 6, pp. 953 e 954.
2{. Reisen in ilfallo Grosso im Jahre 1910. Zeitschrift für Ethnologie,
191Z, Hert 1, pp. 130-174.
25 . Ethnologische Forschungsreisen im Jahre 1910 in Mo/lo Grosso. Süd-
und Mittclamcri~a. 5. Jabrgang, 1912, Nr. 2, pp. 25 e 26 .
26 . Zur Reclitsgescliichte Afrikas. Aus a//hollãndischen Berichten. Zcit-
schrift für vergleichendc Rechtswissenschaft. Bd. XXX, Hcft 1 e 2,
PP. 2-124 .
2i . Zur Rerhtsgeschichte Afrikas: Aus porlugiesischen Bericliten . Zcitschriít
für vcrgleichcnde Hechtswissenscha ft. Bd. XXXI, Heft 3, pp. 441-476.
28. Zur Rechtsgeuhichte Afrikas. Aus portugiesische11 1111<1 hollandischert
Be.richle11. Zeilschrift fiir vergleichende Rcc.htswissenschaft, lld. XXXI ,
Heft 3, pp. 342-366 e Bd. XXXV, Heft 1, pp. 1-55 .
29 . Die Paressi-K11/Jisclli . Ethno/ogische Ergebnisse der Expedilion :w dea
Que//e11 eles Jaurú u11d J11rue11a im Jahre '1910. Baessler-Archi\-, Bd.
IV, 1914, Heft 4/5, pp. 167-250.
30. Die Grwló 1wd ihr Gebiet. Eth110/ogi.iche 11ml archãolof1is<'hr. Erueb-
11isse der Expedilion zum Caracará-F/uss in Ma/to-Grosso. naessler-
Archiv, Bd. IV, 1914, Hefl 6, pp. 251 -283.
31. Bemerk1111ge11 iil>er die Teclmik dcs Gewebes. ln Eduard Se ler : Ein
altperuanischcs bcsticktes Gcwcbc. Jahrbnch der Kgl. Preuss . Kunst-
sammlungen, 1916, Hcft l e II, pp . 199-201. ·
3Z. Dic Aruake.n. Ei11 TJeilrag :mm Prol> tem der K11lt11rverbrei111ng. Inau-
guraldissertation. Leipzig, 1917. l n: Studien zur Ethnologie und Sozio-
logie, herausgegeben von Prof. Dr. A Vierkandt.
33 . Verh<i//11is swische11 Form und Gebrauchszweck l>ei siidamerikani-
schen Sachgüter11, besoriders den keule11 formigen Hol:gerãte11. Zeit-
schrift für Ethnologie, 1918, Heft 1, pp . 12-39.
34 . Die Bede11/1111g der verg/eiche11den Reclitswissenschaft fiir die Ethno-
/ogie . Fcstgabc. für Josef Kohler zum 70. Gcburtstagc, dargcbracht von
Frcunden, Schiilern und der Verlagshandlung. Zeitschrift für \•erglei-
chende Rechtswissenschaft, Bd. 37, pp. 348-375.
35 . Josef Koh/ers Wirken in der vergleichende11 Rechtswissenscliaft, l>e-
sonders der e/hno/ogischen Rech/sfors chung. Josef Kohler zum Ge-
diic htnis, 1919, PP. 40-44.
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