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Campus Académico de Silves Escola Superior de Saúde Jean Piaget – Algarve Fisioterapia/Osteopatia/ Enfermagem

Campus Académico de Silves

Escola Superior de Saúde Jean Piaget Algarve

Fisioterapia/Osteopatia/ Enfermagem

ANATOMOFISIOLOGIA II SISTEMA DIGESTIVO

Docente: Catarina Abreu e-mail: abreuvieira.c@gmail.com

Ano Letivo 2017-2018

SISTEMA GASTROINTESTINAL Constituição Tubo digestivo Glândulas anexas

SISTEMA GASTROINTESTINAL

Constituição

Tubo digestivo Glândulas anexas

SISTEMA GASTROINTESTINAL Constituição Tubo digestivo ( estende-se da boca ao ânus) – O termo tubo

SISTEMA GASTROINTESTINAL

Constituição

Tubo digestivo (estende-se da boca ao ânus) O termo

tubo gastrointestinal (TGI) só se refere ao estômago e

intestinos mas é muitas vezes utilizado como sinónimo

de tubo digestivo 1.Boca ou cavidade oral

2.Faringe

3.Esófago

4.Estômago

5.Intestino delgado 6.Intestino grosso

7.Ânus

SISTEMA GASTROINTESTINAL Constituição Glândulas anexas (segregam fluidos para o tubo digestivo) 1. Glândulas

SISTEMA GASTROINTESTINAL

Constituição

Glândulas anexas (segregam fluidos para o

tubo digestivo)

1.Glândulas salivares e amígdalas

2.Glândulas tubulares

3.Fígado, vesícula biliar e pâncreas

FUNÇÕES

Ingestão Introdução dos alimentos sólidos e líquidos na boca.

Mastigação Alimentos são triturados pelos dentes

Mistura e Propulsão Movimentos de contração e relaxamento alternados das fibras

musculares lisas das paredes do TGI misturam os alimentos e secreções e impulsionam-nas em direção ao ânus.

lisas das paredes do TGI misturam os alimentos e secreções e impulsionam-nas em direção ao ânus.

Peristaltismo

FUNÇÕES

FUNÇÕES

FUNÇÕES

Secreção As células da parede do tubo digestivo e órgãos anexos secretam um total

diário de 7 L de água, ácidos, tampões e enzimas no TGI.

Digestão Conjunto de processos mecânicos e químicos que transformam os alimentos em moléculas mais pequenas que possam ser absorvidas.

Absorção Passagem dos produtos digeridos do TGI para o sangue e linfa.

Eliminação Processo através do qual os resíduos da digestão são removidos do organismo.

ABSORÇÃO E TRANSPORTE

PASSAGEM DE MOLÉCULAS RESULTANTES DA DIGESTÃO

ATRAVÉS DO EPITÉLIO QUE REVESTE A MUCOSA DIGESTIVA PARA OS VASOS SANGUÍNEOS E LINFÁTICOS.

RESULTANTES DA DIGESTÃO ATRAVÉS DO EPITÉLIO QUE REVESTE A MUCOSA DIGESTIVA PARA OS VASOS SANGUÍNEOS E

ABSORÇÃO E TRANSPORTE

Mecanismos de difusão, difusão facilitada, osmose e transporte

activo.

Cerca de 90% da absorção é feita a nível do intestino delgado e

10% ocorre no estômago e no intestino grosso.

◦ Cerca de 90% da absorção é feita a nível do intestino delgado e 10% ocorre

ABSORÇÃO E TRANSPORTE

Uma vez absorvidos, os nutrientes são transportados a

diferentes partes do organismo por duas vias diferentes:

A água, iões e os produtos hidrossolúveis (como a glicose e aa)

entram no sistema porta e são conduzidos para o fígado.

Os produtos do metabolismo dos lípidos são revestidos e

transportados para o sistema linfático

para o fígado. • Os produtos do metabolismo dos lípidos são revestidos e transportados para o
REGULAÇÃO REGULAÇÃO NERVOSA Reflexos locais – mediados pelo SNE que consiste no plexo intramural (submucoso

REGULAÇÃO

REGULAÇÃO NERVOSA

Reflexos locais mediados pelo SNE que consiste no plexo intramural

(submucoso e mioenterico) que consiste em neurónios entéricos (sensitivos,

motores e interneurónios) situados na parede do TD.

Reflexos gerais mediados pelo SNA, através do N. vago

REGULAÇÃO REGULAÇÃO QUÍMICA O TGI produz diversas hormonas que participam na regulação da secreção das

REGULAÇÃO

REGULAÇÃO QUÍMICA

O TGI produz diversas hormonas que participam na regulação da secreção das

glândulas anexas

HISTOLOGIA Mucosa • Mais interna • Composta por 3 camadas: - epitélio mucoso interno (estratificado

HISTOLOGIA

Mucosa

Mais interna

Composta por 3 camadas:

- epitélio mucoso interno (estratificado pavimentoso na boca, orofaringe, esófago e canal anal; cilíndrico simples no restante tubo digestivo)

- lâmina própria (tecido conjuntivo laxo)

- mucosa muscular (camada fina e externa de músculo liso)

Regula movimentos da túnica mucosa e a vasoconstrição dos vasos sanguíneos Enerva células secretoras das glândulas mucosas

Submucosa (camada espessa de tecido conjuntivo)

mucosas Submucosa (camada espessa de tecido conjuntivo) • Contém nervos (plexo submucoso ou de Meissner), vasos

Contém nervos (plexo submucoso ou de Meissner), vasos sanguíneos e pequenas glândulas

HISTOLOGIA Muscular • Boca, faringe, partes superior e média do esófago e esfíncter externo do

HISTOLOGIA

Muscular

Boca, faringe, partes superior e média do esófago e esfíncter externo do ânus contém

músculo esquelético deglutição e controlo da defecação voluntários No resto do TGI músculo liso disposto em 2 camadas: interna circular e externa longitudinal (à exceção do esófago e estômago)

Entre as 2 camadas encontra-se o plexo nervoso mioentérico ou de Auerbach

Serosa ou adventícia (tecido conjuntivo)

Mais externa

(tecido conjuntivo) • M a i s e x t e r n a Motilidade do
(tecido conjuntivo) • M a i s e x t e r n a Motilidade do

Motilidade do TGI Frequência e força de contração da túnica muscular

PERITONEU As paredes da cavidade abdominal e dos órgãos nela contidos estão revestidas por membranas

PERITONEU

As paredes da cavidade abdominal e dos órgãos nela contidos estão revestidas

por membranas serosas. Estas segregam um fluido seroso que forma uma

película lubrificante entre os seus folhetos. A sua função é reduzir a fricção entre os órgãos durante os seus movimentos no abdómen e mantê-los em

posição.

Peritoneu visceral

(Reveste os órgãos)

Peritoneu parietal

(Reveste a face interior do corpo)

PERITONEU Os órgãos que estão em contacto direto com a parede abdominal (não têm mesentérios)

PERITONEU

Os órgãos que estão em contacto direto com a parede abdominal (não têm

mesentérios) são denominados retroperitoneais:

Duodeno

Pâncreas

Cólon ascendente e descendente

Reto

Rins

Glândulas supra-renais

Bexiga e ureteres

NOTA: Mesentério- bainhas de tecido conjuntivo que

mantém a posição de

muitos dos órgãos da cavidade abdominal.

PERITONEU Os órgãos da cavidade peritoneal estão ligados à parede e entre si por pregas

PERITONEU

Os órgãos da cavidade peritoneal estão ligados à parede e entre si por pregas do

peritoneu e que, conforme os casos, tomam o nome de meso, epíplon ou ligamento:

Meso (une os órgãos à parede abdominal) (geralmente designado por Mesentério propriamente dito):

Mesocólon transverso e sigmoideu

Mesoapêndice

PERITONEU Epíplon (pregas ligadas ao estômago) Pequeno epíplon (pequena curvatura do estômago e porção proximal

PERITONEU

Epíplon (pregas ligadas ao estômago)

Pequeno epíplon (pequena curvatura do estômago e porção proximal do

duodeno fígado e diafragma)

Grande epíplon (grande curvatura do estômago cólon transverso)

5
5

SECREÇÃO SALIVAR

SECREÇÃO SALIVAR
SECREÇÃO SALIVAR o PRODUÇÃO: glândulas salivares dispersas ao longo da submucosa da cavidade oral o

SECREÇÃO SALIVAR

o PRODUÇÃO: glândulas salivares dispersas ao longo da submucosa da cavidade oral oParótidas oSublinguais oSubmandibulares

o COMPOSIÇÃO (pH 6,35-6,85) 99,5% água

0,5% solutos (sódio, potássio, cloreto, bicarbonato, fosfato)

substâncias orgânicas (ureia, ácido úrico, muco, Ig A, lisozima, amilase salivar, lipase lingual, etc)

SECREÇÃO SALIVAR o FUNÇÕES: Ação lubrificante, protetora, anti-microbiana o REGULAÇÃO: SNA (estímulos

SECREÇÃO SALIVAR

o FUNÇÕES: Ação lubrificante, protetora, anti-microbiana

o REGULAÇÃO: SNA (estímulos gustativos e táteis provenientes da língua, visualização e

cheiro de alimentos)

ESÓFAGO ▪ Tubo muscular colapsável que se situa atrás da traqueia ▪ 25 cm comprimento

ESÓFAGO

Tubo muscular colapsável que se situa atrás da traqueia

25 cm comprimento Termina parte superior do estômago

Secreta muco e transporta alimento para o estômago

Não produz enzimas digestivas e não participa na absorção

Movimentos peristálticos

ESTÔMAGO

ESTÔMAGO
ESTÔMAGO - Segmento dilatado do tubo GI localizado na parte superior esquerda do abdómen -

ESTÔMAGO

- Segmento dilatado do tubo GI localizado na parte superior esquerda do abdómen

- Forma de J (pequena e grande curvatura)

- Liga o esófago ao intestino delgado

- O esófago abre-se no estômago atraves do esfíncter esofágico inferior

- É dividido em: fundo, corpo e antro

- Comunica com o ID através do piloro (circundado por um anel de tecido muscular

esfincter pilórico)

ESTÔMAGO FUNÇÕES: - Apesar de ocorrer alguma digestão e absorção no estômago, este órgão é

ESTÔMAGO

FUNÇÕES:

- Apesar de ocorrer alguma digestão e absorção no estômago, este órgão é

fundamentalmente uma câmara de armazenamento e mistura

- Absorção ligeira de água, ácidos gordos de cadeia curta, aspirina e álcool

- Início da digestão enzimática das proteínas

- Proteção das células epiteliais

HISTOLOGIA Mucosa - Apresenta orifícios tubulares – aberturas das glândulas gástricas Submucosa Muscular - 3

HISTOLOGIA

Mucosa - Apresenta orifícios tubulares aberturas das glândulas gástricas

Submucosa

Muscular - 3 camadas (externa longitudinal; media circular; interna oblíqua) Serosa - Peritoneu visceral

HISTOLOGIA GLÂNDULAS GÁSTRICAS (situadas na mucosa) : Secretam Suco gástrico (2 a 3L/dia) Cél. Mucosas

HISTOLOGIA

GLÂNDULAS GÁSTRICAS (situadas na mucosa):

Secretam Suco gástrico (2 a 3L/dia)

Cél. Mucosas (glandulares, da superfície* e colo) - Produzem muco Cél. Principais (zimogénicas) Produzem enzimas Cél. Parietais (oxínticas) Produzem ácido clorídrico e factor intrínseco Cél. Endócrinas Produzem gastrina

SECREÇÕES GÁSTRICAS Bicarbonato Muco Ácido clorídrico Gastrina Histamina Fator intrínseco Pepsinogénio NOTA: Os

SECREÇÕES GÁSTRICAS

Bicarbonato

Muco Ácido clorídrico Gastrina Histamina Fator intrínseco Pepsinogénio

NOTA: Os alimentos misturam-se com as

secreções gástricas formando o quimo.

SECREÇÕES GÁSTRICAS HCO3- • Secretado ao nível das células epiteliais da superfície • Função protetora

SECREÇÕES GÁSTRICAS

HCO3-

Secretado ao nível das células epiteliais da superfície

Função protetora da mucosa (permite criar um pH local de 7.0)

Secreção estimulada pelo N. vago e presença de ácido no lúmen gástrico

SECREÇÕES GÁSTRICAS MUCO • Sintetizado pelas células mucosas • Funções de lubrificação e proteção da

SECREÇÕES GÁSTRICAS

MUCO

Sintetizado pelas células mucosas

Funções de lubrificação e proteção da parede contra os efeitos nocivos da pepsina,

ácido, sais biliares e etanol

Constituição: mucina, fosfolípidos, eletrólitos e água.

Mecanismos de regulação estimulados pelo N. Vago e irritação da mucosa (física ou química) mas ainda pouco conhecidos

SECREÇÕES GÁSTRICAS FATOR INTRÍNSECO • Secretado pelas células parietais • Glicoproteína que se liga à

SECREÇÕES GÁSTRICAS

FATOR INTRÍNSECO Secretado pelas células parietais

Glicoproteína que se liga à Vit. B12, facilitando a sua absorção no íleo

Vit. B12 importante na síntese de ADN

SECREÇÕES GÁSTRICAS ÁCIDO CLORÍDRICO • Produzido pelas células parietais • Responsável pelo pH gástrico

SECREÇÕES GÁSTRICAS

ÁCIDO CLORÍDRICO

Produzido pelas células parietais

Responsável pelo pH gástrico 1-3

Elimina bactérias ingeridas com os alimentos

Ativa o pepsinogénio em pepsina

Secreção estimulada por acetilcolina, gastrina e histamina.

Secreção inibida principalmente por somatotastina. Também as prostaglandinas e a presença de gordura, ácido e soluções osmolares no duodeno atuam como

inibidores, estimulando a produção de secretina (duodeno).

Bomba de protões
Bomba de protões

SECREÇÕES GÁSTRICAS

SECREÇÕES GÁSTRICAS
SECREÇÕES GÁSTRICAS GASTRINA • Produzida por células endócrinas da mucosa gástrica • Estimula a secreção

SECREÇÕES GÁSTRICAS

GASTRINA

Produzida por células endócrinas da mucosa gástrica

Estimula a secreção gástrica

ENZIMAS

Pepsina (digere proteínas em peptídeos e atua num meio altamente ácido

pH 2.0, tornando-se inativa num pH acima de 5.0)

Lipase gástrica (atua sobre a tributirina)

Amilase gástrica (ação na digestão do amido)

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) Fase cefálica Fase gástrica Fase intestinal

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição)

Fase cefálica

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) Fase cefálica Fase gástrica Fase intestinal

Fase gástrica

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) Fase cefálica Fase gástrica Fase intestinal

Fase intestinal

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) Fase cefálica Fase gástrica Fase intestinal
SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição)

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA
SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição)

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA
SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição)

REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA

SNA (SNP: estimulação |SNS: inibição) REGULAÇÃO DA SECREÇÃO GÁSTRICA
MOTILIDADE As ondas de mistura misturam o conteúdo do estômago com as secreções gástricas para

MOTILIDADE

As ondas de mistura misturam o conteúdo do estômago com as secreções gástricas para formar o quimo

As ondas peristálticas propulsionam o quimo para o duodeno

REGULAÇÃO:

A gastrina e a distensão gástrica estimulam o esvaziamento do estômago

A entrada de quimo no duodeno inibe os movimentos do estômago através de reflexos nervosos e libertação de hormonas

INTESTINO DELGADO Comprimento: 4.6 m a 9 m Local onde ocorre a maior parte da
INTESTINO DELGADO Comprimento: 4.6 m a 9 m Local onde ocorre a maior parte da

INTESTINO DELGADO

Comprimento: 4.6 m a 9 m

Local onde ocorre a maior parte da

digestão e absorção

Divide-se em 3 regiões:

Duodeno (aprox. 25cm) Jejuno (aprox. 2,5m) Íleo (aprox. 3,5m)

INTESTINO DELGADO DUODENO • Forma um arco de quase 180 0 , no qual se

INTESTINO DELGADO

DUODENO

Forma um arco de quase 180 0 , no qual se apoia a cabeça do pâncreas

Pequena e Grande Papila duodenal

Esfincter de Oddi (regula a abertura da ampola de Vater)

As glândulas anexas principais (pâncreas e fígado), encontram-se ligadas ao duodeno

a abertura da ampola de Vater) • As glândulas anexas principais (pâncreas e fígado), encontram-se ligadas
INTESTINO DELGADO O jejuno e o íleo são estruturalmente semelhantes ao duodeno, sendo a única
INTESTINO DELGADO O jejuno e o íleo são estruturalmente semelhantes ao duodeno, sendo a única

INTESTINO DELGADO

O jejuno e o íleo são estruturalmente semelhantes ao duodeno, sendo a única

diferença o facto de, à medida que se progride no intestino existe uma

diminuição gradual de diâmetro bem como da espessura da parede.

É no duodeno e no jejuno que a absorção de nutrientes é mais intensa, embora

ocorra também , até certo ponto, ao longo do íleo.

é

circundada por um anel de músculo liso que forma o esfíncter ileocecal e

A junção ileocecal (local de união entre o íleo e o intestino grosso)

possui uma válvula unidirecional, a válvula íleocecal.

ÂNGULO DE TREITZ Ângulo formado ao nível da junção do duodeno e jejuno, onde fica
ÂNGULO DE TREITZ Ângulo formado ao nível da junção do duodeno e jejuno, onde fica

ÂNGULO DE TREITZ

Ângulo formado ao nível da junção do

duodeno e jejuno, onde fica fixo o

intestino, que limita o tubo digestivo alto.

Músculo suspensor do duodeno

(Ligamento de Treitz)

HISTOLOGIA Mucosa, sub-mucosa, muscular e serosa A superfície do ID apresenta várias modificações que aumentam

HISTOLOGIA

HISTOLOGIA Mucosa, sub-mucosa, muscular e serosa A superfície do ID apresenta várias modificações que aumentam a
HISTOLOGIA Mucosa, sub-mucosa, muscular e serosa A superfície do ID apresenta várias modificações que aumentam a

Mucosa, sub-mucosa, muscular e serosa

HISTOLOGIA Mucosa, sub-mucosa, muscular e serosa A superfície do ID apresenta várias modificações que aumentam a

A superfície do ID apresenta várias modificações que aumentam a área de

absorção disponível:

que aumentam a área de absorção disponível: - Pregas circulares: pregas perpendiculares ao eixo do TGI,

- Pregas circulares: pregas perpendiculares ao eixo do TGI, formadas pela

mucosa e sub-mucosa

- Vilosidades: pequenas evaginações em forma de dedo com uma rede de capilares sanguíneos e um capilar linfático no seu interior

- Microvilosidades: extensões citoplasmáticas da maioria das células a

superfície das vilosidades. Formam uma bordadura em escova.

HISTOLOGIA

HISTOLOGIA

HISTOLOGIA O epitélio da mucosa é constituído por 4 tipos diferentes de células (produzidas nas

HISTOLOGIA

HISTOLOGIA O epitélio da mucosa é constituído por 4 tipos diferentes de células (produzidas nas glândulas
HISTOLOGIA O epitélio da mucosa é constituído por 4 tipos diferentes de células (produzidas nas glândulas

O epitélio da mucosa é constituído por 4 tipos diferentes de células (produzidas nas

glândulas intestinais (criptas de Lieberkuhn) e glândulas duodenais (glândulas de

Brunner):

Lieberkuhn) e glândulas duodenais (glândulas de Brunner): Cél. de Absorção ( Produção de enzimas e absorção)

Cél. de Absorção (Produção de enzimas e absorção)

Cél. Caliciformes (Produção de muco)

Cél. Granulares/Paneth (Proteção contra bactérias)

Cél. Endócrinas S, CCK e K (Produtoras de secretina, colecistoquinina e péptido

inibidor gástrico (GIP))

SECREÇÕES DO INTESTINO DELGADO

A maior parte das secreções que entram no ID são produzidas pela mucosa intestinal,

mas as secreções produzidas pelo fígado e pâncreas também são lançadas no ID e desempenham um papel essencial na digestão

Muco, eletrólitos e água (protecção contra a acção das enzimas e ácidos gástricos)

Enzimas digestivas (ligadas às membranas das microvilosidades das células de absorção):

Dissacaridases: dissacarídeos monossacarídeos

Peptidases: Hidrolisam as ligações peptídicas entre pequenas cadeias de aa

Nucleases: Fraccionam os ácidos nucleicos

GLÂNDULAS ANEXAS PÂNCREAS E FÍGADO

GLÂNDULAS ANEXAS

PÂNCREAS E FÍGADO

PÂNCREAS • Retroperitoneal, situado atrás da grande curvatura do estômago • 12-15 cm comprimento •

PÂNCREAS

Retroperitoneal, situado atrás da grande curvatura do estômago

12-15 cm comprimento

3 zonas:

situado atrás da grande curvatura do estômago • 12-15 cm comprimento • 3 zonas: Cabeça Corpo

Cabeça

Corpo

Cauda

PÂNCREAS EXÓCRINO Ácinos (produção de suco pancreático) Os conjuntos de ácinos formam lóbulos que estão

PÂNCREAS EXÓCRINO

Ácinos (produção de suco pancreático)

Os conjuntos de ácinos formam lóbulos que estão ligados por canais

intercalares a canais intralobulares,

que abandonam os lóbulos para formar os canais interlobulares, que por sua vez se ligam ao Canal pancreático

principal (ou de Wirsung) que por sua

vez se une ao canal colédeco na ampola hepatopancreática.

Canal pancreático principal (ou de Wirsung) que por sua vez se une ao canal colédeco na
Canal pancreático principal (ou de Wirsung) que por sua vez se une ao canal colédeco na
SUCO PANCREÁTICO Constituição do suco pancreático (1.2-1.5 L/dia) » Água » Sais » Bicarbonato sódio

SUCO PANCREÁTICO

SUCO PANCREÁTICO Constituição do suco pancreático (1.2-1.5 L/dia) » Água » Sais » Bicarbonato sódio (

Constituição do suco pancreático (1.2-1.5

L/dia)

» Água

» Sais

» Bicarbonato sódio (pH 7,1-8,2)

» Enzimas:

do suco pancreático (1.2-1.5 L/dia) » Água » Sais » Bicarbonato sódio (  pH 7,1-8,2)
do suco pancreático (1.2-1.5 L/dia) » Água » Sais » Bicarbonato sódio (  pH 7,1-8,2)
SUCO PANCREÁTICO » Enzimas: produzidas sob forma inativa (para não destruírem os próprios tecidos onde

SUCO PANCREÁTICO

SUCO PANCREÁTICO » Enzimas: produzidas sob forma inativa (para não destruírem os próprios tecidos onde são

» Enzimas: produzidas sob forma inativa (para não destruírem os próprios tecidos onde são produzidas)

- Amilase pancreática (digestão de carbohidratos)

- Tripsina, quimiotripsina e carboxipeptidase

(digestão de proteínas)

- Ribonuclease e desoxirribonuclease (digestão

de ácidos nucleicos)

- Lipase pancreática (digestão de lípidos)

- Elastase (digestão de proteínas)

- Estearase do colesterol (digestão de lípidos)

(digestão de lípidos) - Elastase (digestão de proteínas) - Estearase do colesterol (digestão de lípidos)
SUCO PANCREÁTICO REGULAÇÃO Mecanismos nervosos Durante as fases cefálica e gástrica são transmitidos impulsos ao

SUCO PANCREÁTICO

REGULAÇÃO

Mecanismos nervosos

Durante as fases cefálica e gástrica são

transmitidos impulsos ao pâncreas pelo

nervo vago (X) que estimulam a produção de suco pancreático

e gástrica são transmitidos impulsos ao pâncreas pelo nervo vago (X) que estimulam a produção de
e gástrica são transmitidos impulsos ao pâncreas pelo nervo vago (X) que estimulam a produção de
SUCO PANCREÁTICO REGULAÇÃO Mecanismos hormonais Durante a fase intestinal as células endócrinas do intestino

SUCO PANCREÁTICO

REGULAÇÃO

Mecanismos hormonais

Durante a fase intestinal as células endócrinas do intestino delgado secretam

colecistoquinina e secretina para o sangue,

que estimulam a secreção de suco pancreático.

delgado secretam colecistoquinina e secretina para o sangue, que estimulam a secreção de suco pancreático .
delgado secretam colecistoquinina e secretina para o sangue, que estimulam a secreção de suco pancreático .
PÂNCREAS ENDÓCRINO Ilhéus pancreáticos|Ilhéus de Langerhans Células alfa (20%) Segregam glucagina Células beta

PÂNCREAS ENDÓCRINO

Ilhéus pancreáticos|Ilhéus de Langerhans

Células alfa (20%) Segregam glucagina

Células beta (70%) Segregam insulina

Células Delta Segregam somatostatina

Células F

alfa (20%) Segregam glucagina Células beta (70%) Segregam insulina Células Delta Segregam somatostatina Células F
Sem insulina não é detetada nem captada glicose. O resultado é uma sensação de fome
Sem insulina não é detetada nem captada glicose. O resultado é uma sensação de fome
Sem insulina não é detetada
nem captada glicose. O
resultado é uma sensação de
fome apesar da glicemia
elevada.
INSULINA
Regulação da concentração sanguínea de glicose e
aminoácidos através do aumento da capacidade dos
tecidos alvo para captar e utilizar estas substâncias.
Os principais tecidos alvo da insulina são o fígado,
tecido adiposo, músculos e o centro da saciedade.
GLUCAGINA
Influencia sobretudo o fígado (apesar de ter algum
efeito no músculo esquelético e tecido adiposo)
Causa a degradação do glicogénio e aumenta a síntese
de glicose no fígado  Aumento glicémia
Também aumenta a degradação das gorduras
glicogénio e aumenta a síntese de glicose no fígado  Aumento glicémia Também aumenta a degradação
glicogénio e aumenta a síntese de glicose no fígado  Aumento glicémia Também aumenta a degradação
FÍGADO -Maior órgão interno (1,4 kg) -Localizado no quadrante superior direito do abdómen , apoiado

FÍGADO

-Maior órgão interno (1,4 kg)

-Localizado no quadrante

superior direito do abdómen,

apoiado contra a face inferior do diafragma

interno (1,4 kg) -Localizado no quadrante superior direito do abdómen , apoiado contra a face inferior
interno (1,4 kg) -Localizado no quadrante superior direito do abdómen , apoiado contra a face inferior
FÍGADO • Divide-se em 2 lobos principais (esquerdo e direito) e 2 mais pequenos (quadrado

FÍGADO

Divide-se em 2 lobos principais (esquerdo e direito) e 2 mais pequenos (quadrado e caudado)

Revestido por uma cápsula de tecido conjuntivo e por peritoneu visceral (exceto

numa pequena área rodeada pelo ligamento coronário, na face diafragmática, na qual não existe peritoneu, a área descoberta)

Os vasos, canais e nervos que entram e saem do fígado, confluem para o hilo hepático (localizado na face inferior)

HISTOLOGIA - fígado Lobo  lóbulos hexagonais • Conjuntos de hepatócitos com uma veia central
HISTOLOGIA - fígado Lobo  lóbulos hexagonais • Conjuntos de hepatócitos com uma veia central

HISTOLOGIA - fígado

Lobo lóbulos hexagonais

Conjuntos de hepatócitos com uma veia central (unem-se para formar as veias hepáticas, que vão drenar na VCI)

Da veia central de cada lóbulo derivam os cordões hepáticos (dispostos como os raios

de uma roda), compostos por hepatócitos

Os espaços entre os cordões são canais sanguíneos, os sinusóides hepáticos

(compostos por células endoteliais e por células fagocitárias Kupffer)

Entre as células de cada cordão existem os canalículos biliares

HISTOLOGIA - fígado Em cada vértice têm um conjunto de 3 vasos (Tríade portal) –

HISTOLOGIA - fígado

Em cada vértice têm um conjunto de 3 vasos (Tríade portal)

um ramo da veia porta hepática;

um ramo da artéria hepática;

um canal biliar.

3 vasos (Tríade portal) – um ramo da veia porta hepática; – um ramo da artéria
FUNÇÕES - fígado BIOTRANSFORMAÇÃO DE NUTRIENTES • Muitas vezes os nutrientes ingeridos não são proporcionais

FUNÇÕES - fígado

BIOTRANSFORMAÇÃO DE NUTRIENTES

Muitas vezes os nutrientes ingeridos não são proporcionais às necessidades dos tecidos e o fígado tem a capacidade de converter alguns nutrientes noutros. (Ex proteínas em

lípidos ou glicose)

Também pode transformar substâncias que não podem ser utilizadas pelas células noutras mais facilmente utilizáveis

FAGOCITOSE

As células fagocitárias hepáticas (Kupffer), estão localizadas ao longo dos sinusóides hepáticos, fagocitam GV e GB velhos e “desgastados”, algumas bactérias e outros detritos.

FUNÇÕES- fígado SÍNTESE • Muitas das proteínas sanguíneas: a albumina, o fibrinogénio, as globulinas, a

FUNÇÕES- fígado

SÍNTESE

Muitas das proteínas sanguíneas: a albumina, o fibrinogénio, as globulinas, a heparina e alguns fatores de coagulação, são produzidos no fígado.

ARMAZENAMENTO

Os hepatócitos podem retirar açúcar do sangue e armazená-lo sob a forma de glicogénio.

Podem também armazenar gorduras, vitaminas (A, B12, D, E e K), cobre e ferro.

FUNÇÕES -fígado DESINTOXICAÇÃO • O fígado constitui uma das primeiras linhas de defesa, desintoxicando muitas

FUNÇÕES -fígado

DESINTOXICAÇÃO

O fígado constitui uma das primeiras linhas de defesa, desintoxicando muitas substâncias através da sua alteração estrutural, tornando-as menos tóxicas ou mais fáceis de eliminar.

A amónia (produto final do metabolismo dos aa), por exemplo, é tóxica e não é facilmente eliminada da circulação através dos rins. Os hepatócitos removem-na da corrente sanguínea e convertem-na em ureia

FUNÇÕES- fígado PRODUÇÃO DE BÍLIS Água, ácidos biliares, fosfolípidos (lecitina), colesterol, pigmentos biliares
FUNÇÕES- fígado PRODUÇÃO DE BÍLIS Água, ácidos biliares, fosfolípidos (lecitina), colesterol, pigmentos biliares
FUNÇÕES- fígado PRODUÇÃO DE BÍLIS Água, ácidos biliares, fosfolípidos (lecitina), colesterol, pigmentos biliares
FUNÇÕES- fígado PRODUÇÃO DE BÍLIS Água, ácidos biliares, fosfolípidos (lecitina), colesterol, pigmentos biliares

FUNÇÕES- fígado

PRODUÇÃO DE BÍLIS Água, ácidos biliares, fosfolípidos (lecitina),

colesterol, pigmentos biliares (bilirrubina),

proteínas (albumina) e iões (Na, K, Ca, HCO3)

0,6

pH 7,6-7,8

a 1 L/dia

FUNÇÕES DA BÍLIS (embora não contenha enzimas digestivas, a bílis desempenha papeis importantes na digestão)

FUNÇÕES DA BÍLIS (embora não contenha enzimas

digestivas, a bílis desempenha papeis importantes na digestão)

Emulsão das gorduras, facilitando a acção da lipase

pancreática e portanto a absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis

a absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis Diluição e neutralização do ácido gástrico para
a absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis Diluição e neutralização do ácido gástrico para
a absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis Diluição e neutralização do ácido gástrico para

Diluição e neutralização do ácido gástrico para níveis

adequados

Eliminar substâncias residuais do catabolismo celular que não tem outra via de eliminação, tais como a

bilirrubina (produto de degradação da hemoglobina) e

o colesterol.

DIGESTÃO Consiste no desdobramento das moléculas dos alimentos ingeridos noutras suficientemente pequenas para poderem

DIGESTÃO

Consiste no desdobramento das moléculas dos alimentos ingeridos noutras suficientemente pequenas para poderem ser absorvidas para a circulação.

Inicia-se na cavidade oral e continua no estômago mas dá-se principalmente na porção

proximal do ID, especialmente no duodeno.

DIGESTÃO MECÂNICA

DIGESTÃO QUÍMICA

DIGESTÃO

DIGESTÃO MECÂNICA

Fraccionamento das partículas alimentares Movimentos segmentares de mistura Movimento principal Contracção localizada em áreas contendo alimento, que agita o quimo para a frente e para trás, misturando-o com os sucos digestivos Movimentos peristálticos Propulsionam o conteúdo intestinal no sentido distal No intestino são muito fracas em comparação com as do esófago e estômago

DIGESTÃO

DIGESTÃO QUÍMICA

Realizada pelas enzimas digestivas que quebram as ligações covalentes das moléculas orgânicas

As bactérias presentes no cólon finalizam a digestão

ABSORÇÃO DE ÁGUA (Ingestão de líquidos cerca de 2L e secreções gastrointestinais 7L) A água

ABSORÇÃO DE ÁGUA

ABSORÇÃO DE ÁGUA (Ingestão de líquidos cerca de 2L e secreções gastrointestinais 7L) A água movimenta-se

(Ingestão de líquidos cerca de 2L e secreções gastrointestinais 7L)

A água movimenta-se por osmose, através da parede do intestino nos dois sentidos, dependendo do gradiente osmótico.

A água movimenta-se por osmose , através da parede do intestino nos dois sentidos, dependendo do
INTESTINO GROSSO • Porção terminal do TGI (da junção íleocecal até ao ânus) • 1,5m

INTESTINO GROSSO

INTESTINO GROSSO • Porção terminal do TGI (da junção íleocecal até ao ânus) • 1,5m comprimento
INTESTINO GROSSO • Porção terminal do TGI (da junção íleocecal até ao ânus) • 1,5m comprimento
INTESTINO GROSSO • Porção terminal do TGI (da junção íleocecal até ao ânus) • 1,5m comprimento

Porção terminal do TGI (da junção

íleocecal até ao ânus)

terminal do TGI (da junção íleocecal até ao ânus) • 1,5m comprimento • Dividido em 4

1,5m comprimento

Dividido em 4 regiões:

- Cego

- Cólon: ascendente, transverso, descendente e sigmóide

• Dividido em 4 regiões: - Cego - Cólon: ascendente, transverso, descendente e sigmóide - Recto

- Recto

- Canal anal

• Dividido em 4 regiões: - Cego - Cólon: ascendente, transverso, descendente e sigmóide - Recto
• Dividido em 4 regiões: - Cego - Cólon: ascendente, transverso, descendente e sigmóide - Recto
CEGO Porção proximal do IG Local onde o ID e o IG se unem, na

CEGO

Porção proximal do IG

Local onde o ID e o IG se unem, na junção íleocecal

Estende-se inferiormente cerca de 6 cm

Ligado ao cego existe o apêndice vermiforme (pequeno tubo cego sacular com cerca de 9 cm)

CÓLON Divide-se em 4 partes: Cólon ascendente Estende-se superiormente ao cego ao ângulo hepático junto
CÓLON Divide-se em 4 partes: Cólon ascendente Estende-se superiormente ao cego ao ângulo hepático junto
CÓLON Divide-se em 4 partes: Cólon ascendente Estende-se superiormente ao cego ao ângulo hepático junto
CÓLON Divide-se em 4 partes: Cólon ascendente Estende-se superiormente ao cego ao ângulo hepático junto

CÓLON

CÓLON Divide-se em 4 partes: Cólon ascendente Estende-se superiormente ao cego ao ângulo hepático junto ao

Divide-se em 4 partes:

Cólon ascendente

Estende-se superiormente ao cego ao

ângulo hepático junto ao bordo inferior do fígado.

Cólon transverso

Estende-se do ângulo hepático ao ângulo esplénico

hepático junto ao bordo inferior do fígado. Cólon transverso Estende-se do ângulo hepático ao ângulo esplénico
CÓLON Cólon descendente Estende-se do ângulo cólico esquerdo até à abertura superior da pequena bacia
CÓLON Cólon descendente Estende-se do ângulo cólico esquerdo até à abertura superior da pequena bacia

CÓLON

CÓLON Cólon descendente Estende-se do ângulo cólico esquerdo até à abertura superior da pequena bacia Cólon
CÓLON Cólon descendente Estende-se do ângulo cólico esquerdo até à abertura superior da pequena bacia Cólon
CÓLON Cólon descendente Estende-se do ângulo cólico esquerdo até à abertura superior da pequena bacia Cólon

Cólon descendente

Estende-se do ângulo cólico esquerdo

até à abertura superior da pequena bacia

Cólon sigmoideu

até à abertura superior da pequena bacia Cólon sigmoideu Tubo em forma de S que se

Tubo em forma de S que se prolonga para o interior da bacia e termina no recto

RECTO Tubo muscular () que começa na terminação do cólon sigmoideu e termina no canal

RECTO

Tubo muscular () que começa na terminação do cólon sigmoideu e termina no canal anal

Túnica espessa quando comparada com o restante TGI

começa na terminação do cólon sigmoideu e termina no canal anal Túnica espessa quando comparada com
CANAL ANAL Corresponde aos últimos 2-3 cm do TGI, iniciando-se na terminação do recto e

CANAL ANAL

CANAL ANAL Corresponde aos últimos 2-3 cm do TGI, iniciando-se na terminação do recto e terminando

Corresponde aos últimos 2-3 cm do TGI, iniciando-se na terminação do recto e terminando no ânus.

A camada de músculo liso do canal anal é ainda mais espessa que a do recto,

formando o esfíncter anal interno (porção superior) O esfíncter anal externo é constituído por músculo esquelético

REFLEXO DE DEFECAÇÃO

Distensão da parede rectal estímulo inicial

Reflexos locais provocam contrações rectais fracas e o relaxamento do EAI

Reflexos PS provocam contrações fortes do recto

EAE Controlo voluntário. Impede o movimento das fezes para o exterior

HISTOLOGIA • O revestimento mucoso do IG não forma pregas ou vilosidades mas possui muitas
HISTOLOGIA • O revestimento mucoso do IG não forma pregas ou vilosidades mas possui muitas

HISTOLOGIA

O revestimento mucoso do IG não forma pregas ou vilosidades mas possui muitas glândulas tubulares rectas, as criptas:

Células de absorção

Células caliciformes (predominantes)

Células granulares

HISTOLOGIA • Nódulos linfáticos solitários na túnica mucosa • Haustros (dilatações limitadas sulcos por
HISTOLOGIA • Nódulos linfáticos solitários na túnica mucosa • Haustros (dilatações limitadas sulcos por

HISTOLOGIA

Nódulos linfáticos solitários na túnica mucosa

Haustros

(dilatações

limitadas

sulcos

por

transversais)

Faixas cólicas | Ténias (formações em fita que

correspondem a condensação da musculatura longitudinal e percorrem o cólon em quase toda a extensão)

Apêndices epiplóicos (acúmulos de gordura salientes na túnica serosa)

SECREÇÕES • A mucosa do cólon apresenta muitas células caliciformes (dispersas e como revestimento das

SECREÇÕES

A mucosa do cólon apresenta muitas células caliciformes (dispersas e como revestimento das criptas)

O cólon segrega essencialmente muco, existindo pouca atividade enzimática

O muco lubrifica a parede do cólon e ajuda a agregação da matéria fecal

As fezes são constituídas por água, substâncias sólidas, microorganismos e

células epiteliais descamadas

• As fezes são constituídas por água, substâncias sólidas, microorganismos e células epiteliais descamadas
DIGESTÃO QUÍMICA O fim da digestão dá -se no cólon, devido à actividade de bactérias:

DIGESTÃO QUÍMICA

O fim da digestão -se no cólon, devido à actividade de bactérias:

Terminam a degradação dos alimentos

Fermentam

qualquer

carbohidrato

anidrido carbónico e metano

remanescente,

libertando

hidrogénio,

Transformam proteínas remanescentes em aa e estes em substâncias mais simples (ex indol, o escatol, o sulfito de hidrogénio)

Decompõem a bilirrubina em pigmentos mais simples, como a estercobilina que dá a cor castanha às fezes.

DIGESTÃO MECÂNICA • A passagem para o cego é esfíncter íleo-cecal. regulada pelo • Imediatamente

DIGESTÃO MECÂNICA

DIGESTÃO MECÂNICA • A passagem para o cego é esfíncter íleo-cecal. regulada pelo • Imediatamente após

A

passagem

para

o

cego

é

esfíncter íleo-cecal.

regulada

pelo

Imediatamente após uma refeição verifica-se

um reflexo gastro-ileal que força a passagem do quimo para o cego.

Imediatamente após uma refeição verifica-se um reflexo gastro-ileal que força a passagem do quimo para o
DIGESTÃO MECÂNICA • 2 tipos de movimentos: o Segmentares | Mistura – misturam o conteúdo

DIGESTÃO MECÂNICA

DIGESTÃO MECÂNICA • 2 tipos de movimentos: o Segmentares | Mistura – misturam o conteúdo do

2 tipos de movimentos:

o Segmentares | Mistura misturam o conteúdo do cólon (menos frequentes que no ID)

o Movimento de massa

movimentos peristálticos fortes

uma

onda

transverso

que

começa a meio do cólon

iniciado por um reflexo gastro-cólico, na presença

de alimentos no estômago.

que começa a meio do cólon – iniciado por um reflexo gastro-cólico, na presença de alimentos