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Gravimetria: fundamentos e aplicações – módulo 2

Gravimetria: fundamentos e aplicações – módulo 2

Gravímetros

1. Propriedades gerais dos equipamentos que medem a aceleração da gravidade


a. Pêndulo simples, físico e reversível
b. Queda livre
c. Gravímetros absolutos
d. Gravímetros diferenciais

2. Estudo de caso: gravímetro “Air sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg
modelo S, com o “Airsea 3.0” digital control system
a. Breve histórico dos gravímetros “air-sea”
b. Esquemas e princípio de funcionamento
c. A plataforma estabilizadora
Métodos de medição da aceleração da gravidade

Pêndulo simples

O método pendular na medição gravimétrica absoluta consiste basicamente em


medir o período de oscilações de um pêndulo. No passado, o método pendular
apresentou uma maior aplicação em relação ao da queda livre, por sua relativa
facilidade de implementação.

O período t de um pêndulo simples pode ser expresso em função do seu


comprimento l e do valor local da aceleração da gravidade g por meio da
fórmula

t = 2π
l
g
( )
1 + 12 sen 2 (α 2) + ...

Sendo α a elongação máxima do pêndulo.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Pêndulo físico

Mas o pêndulo simples é puramente teórico. A realização prática de um pêndulo


simples é o pêndulo físico isócrono e de comprimento
I
l=
Mh

Onde I é o momento de inércia em relação ao eixo de oscilação, M a massa total do


pêndulo e h a distância do centro de massa ao eixo de oscilação. As
dificuldades para a obtenção precisa das grandezas físicas envolvidas são
evidentes, mas podem ser parcialmente contornadas com o chamado pêndulo
reversível, idealizado por Kater .
Métodos de medição da aceleração da gravidade

Pêndulo reversível

Esse pêndulo, idealizado por Kater, pode oscilar suspenso pelas duas extremidades
alternadamente. Uma massa móvel permite igualar os períodos em ambas as
posições.

I1 I I1 − I 2
l= = 2 =
M h1 M h2 M h1 − M h2

Considerando a configuração do pêndulo reversível, temos

I 1 = I g + M h1 ⎫⎪
2

2⎬
I 2 = I g + M h2 ⎪⎭

Onde I é o momento de inércia em relação ao eixo de oscilação e Ig é o momento de


inércia em relação a um eixo baricentral, paralelo ao eixo de oscilação.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Temos então

I1 − I 2 = M ( h1 − h2 )
2 2

e
M ( h1 − h2 )
2 2

l= = h1 + h2
M ( h1 − h2 )

Logo, não há necessidade de se conhecer o centro de gravidade do pêndulo


reversível, bastando medir a distância entre os dois suportes, desde que o
pêndulo oscile em ambas as posições com o mesmo período.
Métodos de medição da aceleração da gravidade

O método da queda livre

O método da queda livre é o mais antigo de todos na medição gravimétrica absoluta.


Contudo, as dificuldades na medição de pequenos intervalos de tempo e
distância impediram que a precisão obtida com um método na medição
gravimétrica absoluta até a metade deste século fosse plenamente satisfatória.

Com o desenvolvimento dos sistemas eletrônicos de tempo, este método iniciou uma
nova fase e, desde então, vem sendo consideravelmente melhorado.
Atualmente, existem laboratórios em vários países, entre eles a França,
Canadá, Inglaterra, Japão e China equipados para a medição absoluta,
utilizando a queda-livre.

Métodos de medição da aceleração da gravidade – queda livre

O princípio do método de queda livre consiste em medir o tempo t, necessário para


um corpo percorrer a distância x, onde tanto o intervalo de tempo como a
distância são medidos em relação a uma origem arbitrária.
Métodos de medição da aceleração da gravidade – queda livre

Temos, assim, a equação do movimento

x = xO + vO t + 12 gt 2

onde x é a distância percorrida pelo corpo até o instante t e vo é a velocidade do


corpo no instante do lançamento.

Do ponto de vista prático, é conveniente subdividir a distância percorrida e o intervalo


de tempo correspondente. Assim, a distância pode ser dividida em x1, x2 e x3,
que correspondem aos intervalos de tempo t1, t2 e t3.

Métodos de medição da aceleração da gravidade – queda livre

Com isso, as constantes xo e vo podem ser eliminadas da expressão e resulta

( x3 − x1 )(t2 − t1 ) − ( x2 − x1 )(t3 − t1 )
g=2
(t3 − t1 )(t3 − t2 )(t2 − t1 )

Logo, conhecendo-se as distâncias x1Æx2 e x1Æx3 e os tempos t1, t2 e t3,


podemos determinar g.

Pode-se verificar que, para se obter uma precisão de 0,01 mGal em g, é


necessário que se conheça uma distância de 1m com precisão de 10nm
(10-8 m) e um intervalo de 0,5s com uma precisão de centésimo milionésimo
de segundo (10-8 s). Isto torna o método de difícil utilização para medições
gravimétricas.
Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros absolutos

Os gravímetros absolutos normalmente são baseados no princípio de queda livre,


para permitir a determinação da aceleração de gravidade com alta precisão e
reprodutibilidade.

Estes equipamentos são extremamente sensíveis, de difícil transporte, e


normalmente operam fixos em observatórios distribuídos ao redor do mundo,
não se prestando, portanto, a medidas gravimétricas rotineiras de campo.
Porém, seu uso é fundamental para estabelecer uma rede mundial de estações
de valores absolutos, para calibração e padronização dos valores obtidos com
gravímetros relativos.

As medições são normalmente realizadas sob condições controladas de temperatura


e umidade, e repetidas diversas vezes (tipicamente de 50 a milhares de vezes,
dependendo do equipamento).

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros absolutos – o equipamento com prismas e laser

Os equipamentos mais precisos para determinação absoluta de g utilizam dois


prismas e um aparato a laser. Um dos prismas é desenhado para produzir uma
reflexão interna de um feixe de laser que é paralela a um raio incidente, porém
deslocada. O feixe de laser é separado em duas partes, cada uma incidindo em
um dos prismas (o fixo e o que está em queda livre), refletindo e se encontrando
novamente em um ponto, de onde são enviadas a uma fotomultiplicadora.

Conforme as duas partes do feixe chegam ao ponto de encontro, podem estar em


fase ou fora de fase, de acordo com a posição do prisma que está em queda
livre. A análise do padrão observado na fotomultiplicadora permite determinar
com precisão o tempo e a distância do prisma em queda livre, se conhecermos
a velocidade da luz no meio e o comprimento de onda do laser incidente.
Métodos de medição da aceleração da gravidade

Métodos de medição da aceleração da gravidade


Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros absolutos – equipamentos que


utilizam interferometria a laser

Neste tipo de equipamento, uma massa é


lançada verticalmente, quando
intercepta alguns feixes horizontais de
laser, separados por uma distância
determinada com precisão. O
movimento da massa é cronometrado
durante a subida e a descida, por meio
de um relógio atômico extremamente
preciso. A operação é repetida por
milhares de vezes para se obter um
valor preciso de g.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros absolutos – localidades com g absoluto utilizadas para a IGSN71


Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – princípios gerais

Gravímetros diferenciais são projetados para medir a


diferença de aceleração de gravidade entre dois
pontos. A maior parte destes equipamentos é
baseada em um sistema do tipo massa-mola.

O princípio básico do sistema é o da deformação do


conjunto massa-mola em resposta a uma força
atuante. Quanto maior for a força, maior será o
comprimento da mola, e vice-versa.

Quando um sistema deste tipo é levado a um segundo


ponto, qualquer variação de g vai acarretar uma
variação no comprimento da mola, que pode ser
detectado e quantificado. Assim, conhecendo-se o
valor de g em um ponto, pode-se obter o valor em
outro ponto qualquer.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro LaCoste &


Romberg

Este gravímetro consiste de uma haste presa por uma mola


especial, conectada a um parafuso micrométrico. Um
feixe de luz incide sobre a haste, e atinge uma ocular,
de modo a se localizar em uma determinada posição
quando a haste estiver em uma situação estável pré-
definida.

O operador deve nivelar o equipamento, e em seguida


observar a posição do feixe de luz em uma escala
graduada, girando o parafuso micrométrico até que o
feixe atinja a posição pré-estabelecida pelo fabricante.
A quantidade de voltas dadas no parafuso está
relacionada à variação de g entre o local de referência
e o local de observação.
Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro Worden

O gravímetro Worden é construído engenhosamente


com componentes de quartzo, de modo a
compensar as flutuações de temperatura por
uma acomodação da dilatação dos
componentes. O sistema mecânico tem
dimensões aproximadas de 10-12 cm, tornando
o equipamento extremamente compacto.

O operador deve girar um parafuso micrométrico


acoplado a uma mola de quartzo, de modo a
equilibrar uma haste. O equilíbrio é observado
por meio de um sistema óptico, e a quantidade
de deslocamento do parafuso micrométrico é
proporcional à variação de g.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro Worden


Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro Sodin

O gravímetro Sodin é composto por componentes de quartzo, conectados de


modo que uma mola sustenta uma pequena haste. Um indicador acoplado
à haste permite visualizar sua posição por um sistema óptico.

O operador deve girar um parafuso micrométrico para centrar a haste e ajustar a


mola de leitura de forma a contrabalançar a gravidade. A diferença de
leitura entre dois pontos é multiplicada por uma constante do equipamento
e fornece a diferença de g entre os mesmos.

As variações dos componentes devido à variação de temperatura são


controladadas tanto pelo desenho do equipamento quanto por um sistema
de estabilização de temperatura.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro Sodin


Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro Scintrex CG-3

Este equipamento consiste de um sistema massa-mola encapsulado em uma


câmara de vácuo, onde a massa atua como uma parte de um transdutor. A
alteração da posição da massa muda a propriedade do capacitor, que
ativa um circuito de realimentação, para levar a massa à sua posição
original.

A corrente aplicada no sistema para balancear a massa é proporcional à


variação de gravidade, sendo registrada pelo sistema, composto por um
microprocessador que nivela o equipamento, ajusta o circuito de
realimentação e converte os valores de corrente em gravidade,
armazenando-os no sistema.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro Scintrex CG-3


Métodos de medição da aceleração da gravidade

Gravímetros diferenciais – o gravímetro tipo “vibrating-


string”

Considerando um sistema com uma massa suspensa


por uma mola ou corda, nota-se que uma
perturbação na corda vai produzir uma vibração
de freqüência f, que depende da massa
suspensa M, do comprimento da corda x, da
massa por unidade de comprimento da corda m,
e da atração da gravidade g de acordo com a
fórmula
Mg 4x 2 f 2m
f = , ou g=
4x 2m M

As diferenças de g podem ser medidas pelas


diferenças de freqüência de vibração da corda
em locais diferentes, medidas eletronicamente.

Esse tipo de gravímetro não está disponível


comercialmente, pelas dificuldades de construção
e estabilização do sistema.

Métodos de medição da aceleração da gravidade

O sistema GMB-3 é o resultado de


mais de 30 anos de aperfeiçoamento
tecnológico contínuo.

Emprega tecnologia militar e oferece alta


produtividade

Utiliza sensores gravimétricos baseados na


tecnologia “vibrating string” para
diminuição da influência dos ruídos

Especificações:

-Acurácia*: 0.6 mGal


-Sensores por sistema: 3
-Temperatura de operação: -35oC a 50oC
-Amostragem: 72Hz

O gravímetro tipo “vibrating-string” utilizado no levantamento


da Bacia do Parnaíba
Métodos de medição da aceleração da gravidade

André Molina realizando “testes de Câmara de vácuo Sensor gravimétrico e componentes


estabilidade ao movimento vertical” no
sensor gravimétrico

Sensor: vista superior

Gravímetros diferenciais
– o gravímetro tipo
“vibrating-string”

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg


O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

Breve histórico dos gravímetros “air-sea”

Os primeiros gravímetros air-sea foram utilizados por submarinos em 1955. Na


ocasião, era denominado “Gimbal Meter”. Até 1965 foram fabricados 18
gravímetros deste tipo, S1 a S19.

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O gravímetro S6 foi utilizado a partir de 1958 pela força aérea americana para
os primeiros testes de aerogravimetria, sem resultados satisfatórios. Após
diversos estudos, concluiu-se que a aerogravimetria tinha problemas técnicos
que não poderiam ser solucionados, apesar de conceitualmente ser muito
promissora.
O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O S20 foi o primeiro gravímetro vendido com uma plataforma estabilizadora, em


1965, para a GMX Corp., Houston. Os módulos de controle mediam 1,80 m
cada, e geravam saída em papel para processamento manual posterior.

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

Na década de 1970 as plataformas estabilizadoras triaxiais foram desenvolvidas


para o sistema dos gravímetros. Três módulos de controle eram necessários
para o equipamento. Até 1980, 10 destas plataformas foram construídas para
uso na gravimetria.
O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

No final da década de
1970 os sistemas de
aquisição de dados foram
desenvolvidos para
permitir a gravação dos
dados em fita magnética,
substituindo a saída em
papel.

Estes sistemas sofreram


mudanças até o final da
década de 1980, quando o
novo sistema SEASYS foi
introduzido.

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O sistema de controle digital SEASYS


foi desenvolvido em 1990, quando o
software SEASYS 1.12 permitia a
aquisição de dados a uma taxa de 1
amostra a cada 10 segundos.

A versão 2.0, apresentada em 1995,


permitia a aquisição de dados sem
filtragem a uma taxa de 1 amostra por
segundo.
O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

Paralelamente foi desenvolvido o


mini-console, com um computador,
uma fonte compacta para o
giroestabilizador, um módulo
amplificador e um painel para
apresentação dos resultados,
todos integrados em um único
módulo, que podia ser montado
diretamente em cima da
plataforma giroestabilizadora.

Isto permitiu a instalação destes


sistemas em aeronaves de
pequeno porte, adequadas para a
realização de aerolevantamentos.

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O sensor S-120, aqui montado em


uma bancada na fábrica, foi entregue
em 1997, para ser utilizado como
sistema de aquisição de dados
aerogravimétricos, equipado com
giroestabilizadores de fibra óptica.

Este sistema foi utilizado


recentemente para um
aerolevantamento na América do Sul,
quando utilizou a versão 3.0 do
software SEASYS, que permite a
aquisição de 10 amostras por
segundo.
O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O “Airsea 3.0” digital control system


- Princípio de funcionamento

O gravímetro L&R Air-Sea modelo S


é um sensor gravimétrico de mola
montado em uma plataforma
giroestabilizadora, com os
acessórios eletrônicos acoplados
para realizar as leituras. Este
gravímetro tem um intervalo de
leituras de 12000 mGal, e as leituras
têm precisão de 0,1 mGal.

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O sistema de operação
dos gravímetros modelo
S é similar ao modelo G,
com uma haste
sustentada por uma
mola especial (“zero-
length spring”). O
amortecimento das
grandes acelerações
verticais causadas pelo
movimento da aeronave
é obtido por meio de
amortecedores “air
dampers”.
O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

O gravímetro é mantido nivelado por meio da plataforma estabilizadora, mas as


acelerações verticais da aeronave não permitem que o sistema esteja
constantemente em equilíbrio. Ainda assim, as características do sistema
(amortecimento e alta sensibilidade) permitem que as leituras sejam realizadas
mesmo sob estas condições.

O “Air-sea dynamic gravity meter” LaCoste & Romberg

A montagem do sistema em
uma plataforma
estabilizadora elimina os
efeitos de desnivelamento
causados pelo roll e pitch da
aeronave. A plataforma é
mantida na posição
horizontal por um par de
giroscópios que enviam
sinais para motores de
torque. Com o uso de bons
giroscópios, consegue-se a
precisão necessária, de 1
mGal para acelerações
horizontais de 0,1 g.
A operação da plataforma estabilizadora

Os giroscópios enviam um sinal


que é amplificado e enviado ao
motor de torque, que faz com que
a plataforma seja nivelada.
Porém, esta primeira
realimentação necessita de um
sinal independente de referência,
pois o giroscópio pode apresentar
uma pequena deriva, além do fato
de que a linha inicial de referência
pode não ser exatamente a
vertical, e os giroscópios tendem
a se manter em uma direção fixa
no espaço.

A operação da plataforma estabilizadora

Atualmente utilizam-se giroscópios de fibra óptica para estabilização


do sistema. Estes equipamentos não possuem partes móveis, e têm
uma vida útil de mais de 50000 horas, o equivalente a 6 anos
contínuos de operação.
A operação da plataforma estabilizadora

O sinal vertical independente é fornecido por um acelerômetro montado na


plataforma, utilizado como um segundo sinal para estabilização. Se o
acelerômetro não indica o nível correto, um sinal é enviado ao giroscópio, que
vai precessionar, e enviar um sinal ao motor de torque para nivelar a plataforma.

A operação da plataforma estabilizadora

Para a aquisição automática


dos dados, o sistema massa-
mola é colocado
aproximadamente em
equilíbrio por um sistema de
realimentação que obtém sua
entrada do deslocamento da
massa. Um motor de passo
opera um parafuso
micrométrico, que controla a
tensão na mola do
gravímetro. A leitura é
determinada então, em
função da velocidade da
massa e da tensão da mola,
e o cálculo é feito
automaticamente pelo
computador do sistema de
aquisição.