Você está na página 1de 7

Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica

Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia De Goiás


Curso Técnico em Enfermagem Integrado ao Ensino Médio na Modalidade Que mulher é essa?
de Educação de Jovens e Adultos

SAÚDE DA MULHER

6° Período
Disciplina: Enfermagem Materno
Infantil e do Adolescente
Docente: Thaís Augusto Marinho

Que mulher é essa? Que mulher é essa?


Adolescente Idade Adulta

Higiene Amor e sexo Ciclo menstrual

Gravidez
Puberdade Gravidez Anticoncepcional

Prevenção do câncer
Menstruação Consulta Sexualidade

Ciclo Menstrual

•Tempo de duração do ciclo


•Regular ou irregular
•Menstruação: 1 vez por mês Anticoncepção
•Cólica
•Se não tiver menstruação:
Gravidez!
Parto
Gravidez

Câncer de Mama Câncer de Colo de útero


• Câncer mais comum nas • Segundo câncer mais comum nas brasileiras
brasileiras
• doença prevenível
• 11 mil pessoas todos os anos
• Infecção pelo virus HPV
Menopausa Sexualidade
• Menstruação para.
• Sintomas das falta de hormônios.
• Tratamento hormonal.
• Outros tratamentos.
• Continuar a ir no ginecologista uma vez por
ano

Vida Sexual Feliz


 Atração pela outra pessoa.
 Não usar de álcool ou drogas. PA I S M
 Estar feliz com o seu corpo e consigo
mesma. X
 Superar problemas do passado. PNAISM
 Estar com o corpo e a mente saudáveis.
 Conversar com o médico.
 Conhecer o seu corpo e o corpo do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher - PAISM
parceiro: ginecologista, profissionais de
saúde, livros, revistas. Politica Nacional de Atenção Integral a Saúde da Mulher
- PNAISM
O QUE É O PROGRAMA? OBJETIVOS E PRINCÍPIOS - PAISM

• Melhoria das condições de vida e saúde das


• O Programa de Atenção Integral a Saúde da Mulher (PAISM)
mulheres brasileiras
foi criado em 1984 pelo Ministério da Saúde.

• Contexto da redemocratização do país, em decorrência de • Garantia de direitos legalmente constituídos


reivindicações de movimentos sociais e movimento de
mulheres. • Ampliação do acesso aos meios e serviços de
promoção, prevenção, assistência e recuperação
• Antes da criação do PAISM, o olhar de assistência à mulher se da saúde em todo território brasileiro.
voltava apenas a sua saúde reprodutiva ficando as demais •
queixas de saúde sem espaço para a investigação e o
cuidado.

OBJETIVOS E PRINCÍPIOS - PAISM AÇÕES

• Redução da morbidade e da mortalidade O PAISM inclui:


femininas no Brasil, especialmente por causas Ações educativas, preventivas, de diagnóstico, tratamento e
evitáveis, em todos os ciclos de vida e nos diversos recuperação…
grupos populacionais, sem discriminação
Englobando a assistência à mulher em:
­ clinica ginecológica,
• Ampliar, qualificar e humanizar a atenção integral
­ no pré­natal, parto e puerpério,
à saúde da mulher no Sistema Único de Saúde.
­ no climatério,
­ em planejamento familiar e DST,
­ câncer de colo de útero e de mama,
­ além de outras necessidades (BRASIL, 1984).
POR QUE A ENFERMAGEM
A IMPORTÂNCIA DO
PROGRAMA QUANTO A SAÚDE DA MULHER DEVE CONHECER O PAISM e a
PNAISM?
• Profissional de saúde:
O PAISM se encaminhou, em 2004, para a criação da:
­Assistência humana e que considera os diferentes perfis de mulheres e suas
Politica Nacional de Atenção Integral a Saúde da Mulher necessidades.
(PNAISM)
• Seja o enfermeiro, técnico em enfermagem, médico, educador
­Ações de promoção, prevenção e tratamento da saúde físico, fisioterapeuta ou qualquer outro profissional da área:

­Ênfase no campo dos direitos sexuais e reprodutivos, no ­Qualidade de cada atendimento na diversidade feminina
combate à violência domestica e sexual, “na prevenção e no
tratamento das mulheres vivendo com HIV/AIDS e de • As teorias e técnicas aplicadas corretamente permitem evitar os
portadoras de doenças crônicas não transmissíveis. prejuízos à saúde da mulher e, juntamente com a conduta do
profissional da área.

CONCLUSÃO
CONCLUSÃO

O PAISM representou a primeira iniciativa do Ministério da


Saúde de incluir o planejamento familiar nas ações de atenção O PAISM rompeu com a lógica do exagerado
à saúde da mulher. intervencionismo sobre o corpo da mulher,

Nas diretrizes do PAISM, no tocante ao planejamento familiar, Considerando as mulheres sujeitos de transformação de suas
é possível identificar os seguintes destaques (BRASIL, 1984): realidades, com direitos e deveres.
• Oportunidade de acesso às informações.
• Abandono de qualquer espécie de ação coercitiva. Nesse sentido, destaca o caráter de autonomia, condizente
• Relação constante e integral com o sistema único de saúde com os ideais feministas, que defendiam o lema “nosso corpo
(SUS). nos pertence” (ÁVILA e CORREIA, 1989).
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
REZENDE, R. J.; MONTENEGRO, C. A. B. Obstetrícia Fundamental. 13ªed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014.
SILVA, M. M. T.; FRANZONI, A. A.; KATO, T.; NUNES, R. M. V.; TOMA, EDI. Cuidados de enfermagem em
especialidades pediátricas. São Paulo: Editora Atheneu, 2012.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Reanimação do recém-nascido ≥34 semanas em sala de parto:
Diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de Pediatria. Dispinível em: http://www.sbp.com.br/reanimacao/wp-
content/uploads/2016/01/DiretrizesSBPReanimacaoRNMaior34semanas26jan2016.pdf. Acesso em 15 de março
de 2016.
BRASIL. M. S. PORTARIA Nº 1.130, DE 5 DE AGOSTO DE 2015 - Institui a Política Nacional de Atenção
Integral à Saúde da Criança (PNAISC) no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS). Ministério da Saúde.
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas - Brasília: Ministério da Saúde, 2015.
BRASIL. M. S. Cadernos da Atenção Básica – Saúde da criança: Aleitamento materno e alimentação
complementar. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas - Brasília:
Ministério da Saúde, 2015.
BRASIL. M. S. Cadernos da Atenção Básica – Crescimento e desenvolvimento. BRASIL. Ministério da Saúde.
Departamento de Ações Programáticas Estratégicas - Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
BRASIL. M. S. Cadernos da Atenção Básica – Atenção ao pré-natal de baixo risco. BRASIL. Ministério da
Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas - Brasília: Ministério da Saúde, 2013.
BRASIL. M. S. Decreto Nº 6.286, DE 5 DE DEZEMBRO DE 2007. Institui o programa saúde na escola e dá
outras providencias. BRASIL. Ministério da Saúde. Departamento de Ações Programáticas Estratégicas -
Brasília: Ministério da Saúde, 2007.
SOCIEDADE BRASILEIRA DE PEDIATRIA. Reanimação do Prematuro <34 semanas em sala de parto:
Diretrizes 2016 da Sociedade Brasileira de Pediatria. Dispinível em: http://www.sbp.com.br/reanimacao/wp-
content/uploads/2016/01/DiretrizesSBPReanimacaoPrematuroMenor34semanas26jan2016.pdf. Acesso em 15
de março de 2016.