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A trama maçônica na Revolução Americana: Como a maçonaria

derrubou a Igreja Católica.

É notável ver o interesse da Direita brasileira na geopolítica


estadunidense, esse é um dos maiores erros do falso “patriotismo”
nacional, o povo brasileiro prefere endeusar nações estrangeiras do
que elogiar o seu próprio país, mas ignoram a velha trajetória do
lobby maçônico nos EUA, a hegemonia protestante nas comunidades
cristãs americanas e a agenda progressista no meio cultural e
medicinal, a nação brasileira necessita de uma renovação espiritual
católica, o Brasil deve garantir a sua independência e jamais ficar de
joelhos para os EUA, Israel, Rússia e China.

O seguinte artigo tem o objetivo de desmascarar a farsa da


Independência dos Estados Unidos da América, a qual foi
reconhecida como o estopim que incandesceu o espírito da Revolução
Francesa, os jacobinos conseguiram expandir o seu império liberal
para as outras nações, reduzindo a autoridade eclesiástica, acabando
com a autonomia do Papado e derrubando monarquias católicas, seja
através de golpes militares ou guerrilhas revolucionárias, com o
objetivo de atingir a consolidação da República Universal de Roma,
esta é a natureza cosmopolita da Maçonaria.

Como os EUA tornou-se um país anticatólico.


A coisa mais significante feita no comunicado do Papa Francisco ao
Congresso já aconteceu.

Durante a maior parte da história americana, boa parte dos


cidadãos americanos enxerga a Igreja Católica Romana como uma
inimiga da Liberdade e da democracia americana. A perseguição feita
aos católicos nos EUA em meados de 1840 e 1850 consegue superar
a perseguição aos imigrantes muçulmanos nos dias atuais.

Acontecimentos como este seriam impensáveis nos dias de hoje, e


isso reflete mudanças nas opiniões tanto do povo americano quanto
na política do Vaticano.

Os próprios fundadores da República Americana definiam-se como


opositores das monarquias absolutas na Europa.

A Revolução Francesa foi uma revolução feita com o propósito de


combater a Igreja, da mesma forma que ela combateu o Rei e a
aristocracia, e, após a derrota de Napoleão Bonaparte, o Papado fez
um acordo com a Santa Aliança, firmando uma união com a Áustria,
Prússia e a Rússia, tendo em vista a supressão das revoltas
democráticas na Europa.

Por mais de um século, a política do Vaticano tomou medidas


contra o legado da Revolução Francesa, e, como resultado disto,
enfrentou todos os movimentos anticlericais e revolucionários em
países católicos.

Os católicos eram perseguidos em países protestantes, seja


através da lei civil ou na maior parte das vezes, pela opinião pública
dos veículos de comunicação. Os imigrantes católicos pobres nos EUA
eram tratados de forma benevolente e tinham acesso aos seus
direitos previstos na lei, mas isso mudou a partir do século XIX, eles
foram alvos de atos de violência da multidão, pelo fato deles serem
pobres ou estrangeiros, porque eles eram considerados como pessoas
próximas do Vaticano.

Propaganda anticatólica desenhada pelos EUA, exibindo uma


conspiração de que o Vaticano queria dominar o governo americano e
violar a sua soberania.

A Igreja Católica Romana condenou a heresia do “americanismo”,


essa ideia consiste em que a Igreja deve modificar a sua doutrina
para atender os caprichos e interesses do mundo, o qual está em
uma mudança constante.
Eu creio que o medo da Igreja pelo americanismo foi bem
fundamentado, atualmente, muitos católicos americanos são livres
para descartar os ensinamentos da Igreja, como por exemplo, o
banimento aos programas de controle de natalidade, eles consideram
isso como algo obsoleto.

O erro de reconhecer isto foi uma das maiores falhas de Paul


Blanshard’s (um autor americano, editor assistente da revista The
Nation, advogado, socialista, humanista secular e, desde 1949, um
crítico do catolicismo), autor do livro “American Freedom and Catholic
Power” (A Liberdade Americana e o Poder Católico), ele retratou a
Igreja como um movimento autoritário, equivalente ao comunismo
soviético. Ele apontou a Igreja Católica como uma das principais
apoiadoras do governo de Benito Mussolini, Franco e outros
governantes fascistas da América Latina, e a tentativa da Igreja
Católica de promulgar ensinos sobre o divórcio, controle de
natalidade e a censura nas leis dos EUA.

Até a década de 1960, existia uma questão seria sobre o fato de


um católico poder ser eleito ao cargo de Presidente dos Estados
Unidos da América. Eu faria essa pergunta para mim mesmo, caso
não conhecesse outra pessoa adepta do catolicismo. Eu percebi que
os meus amigos católicos tinham opiniões diferentes, e não se
comportavam como um rebanho de ovelhas obedientes, da forma
como o escritor Blanshard retratou.

A eleição do Presidente John F. Kennedy mostrou ao público


americano que não havia nada a temer de um estadista católico. Eu
não consigo pensar em nenhuma outra decisão diferente que o
Presidente Kennedy poderia tomar caso ele tivesse nascido no meio
de uma família protestante.

O alinhamento político dos EUA mudou. A aliança protestante


entre o partido conservador e liberal apoiou a separação entre o
Estado e a Igreja, ela foi substituída por uma aliança conservadora
entre protestantes e católicos, com o intuito de prevenir o
secularismo político.

Diversos problemas discutidos por Paul Blanshard continuam em


nossa política nacional – o fato de apoiarmos governos ditatoriais,
aborto e casamento – mas diferente da visão de 1949, a opinião
pública não está dividida em linhas sectárias religiosas.

Em 2004, membros da administração pública de George Bush


disseram que estavam impacientes com o Clero Católico, porque eles
eram muito fracos para rejeitar as políticas pró-aborto do secretário
de Estado John F. Kerry. No geral, todavia, muitas pessoas pensaram
que Kerry era um católico.

Nem deram atenção para a candidatura da chapa do Vice-


Presidente do Partido Democrata, ela consistia nos seguintes nomes:
Sargent Shriver (1972), Geraldine Ferraro (1984) e Joe Biden (2008
e 2012) eles eram católicos. Nem nos candidatos do Vice-Presidente
Republicano Jack Kemp (1996) e Paul Ryan (2012), eles eram
católicos. Ou no líder da Maioria das Sentenças (membro do partido
majoritário no Congresso) John Boehner, conhecido por ser um
católico. Ou nos seis atuais membros da Primeira Corte de Justiça
que são católicos, além de três que são judeus.

Talvez, em algum dia, os americanos serão imparciais em relação


a divisão entre cristãos e muçulmanos, da mesma forma, como a
divisão entre católicos e protestantes. Talvez, em algum dia, um líder
Imame (um título muçulmano que designa o sacerdote encarregado
de dirigir as preces na mesquita. Historicamente foi um título dado
aos professores de direito e teologia islâmicas e aos califas) vai
ganhar a chance de discursar nos congressos dos EUA.

A maçonaria nos primórdios da América.


Por trás das portas da Loja Maçônica.

A primeira Loja Maçônica que surgiu na América foi implantada na


Filadélfia em 1730, um dos seus membros era o Benjamin Franklin.
De fato, muitos membros da Revolução Americana faziam parte da
maçonaria, incluindo o Sr. George Washington. Isso não é surpresa
para ninguém, além disso, muitos deles eram deístas, a filosofia
precursora do unitarismo (é uma corrente de
pensamento teológico que afirma a unidade absoluta de Deus. Há
dois ramos principais do unitarismo. O primeiro, constituído pelos
unitários bíblicos que consideram a Bíblia como única regra de fé e
prática, mais recentemente, surgiram os unitários universalistas nos
Estados Unidos, que pregam a liberdade de cada ser humano para
buscar a sua própria Verdade e a necessidade de cada um buscar o
crescimento espiritual sem a necessidade de religiões, dogmas e
doutrinas).

O historiador Paul Hazard observou que os deístas acreditavam


que “não deveria existir nenhuma forma de coação superior”. Eles
rejeitavam a necessidade de padres, ministros ou rabinos. Nada mais
de sacramentos, rituais e cerimônias; chega de jejum, mortificação
da carne (pecado); não era necessário ir para a Igreja ou Sinagoga;
Segundo os deístas, a Bíblia era um livro comum como qualquer
outro.

Segundo Hazard, o deísmo foi consagrado como uma lei da


natureza e da liberdade de pensamento, e seguindo a trajetória do
Deísmo e da Religião Natural, acabou surgindo a Maçonaria.

Atualmente, os maçons são os principais agentes responsáveis


por provocar a Guerra Revolucionária na América, de acordo com a
New Age (O movimento New Age tem, como característica, uma
fusão de ensinos metafísicos,
vivências espiritualistas, animistas e paracientíficas, com uma
proposta de um novo modelo de consciência moral, psicológica e
social. Propõe uma integração, uma simbiose com o meio envolvente,
com a Natureza, o Cosmo e todas suas multidimensões). Um editorial
de 1940 fez uma declaração da seguinte forma: “Foi os maçons que
trouxeram a guerra, os generais da Maçonaria foram os encarregados
de concluir este processo. De fato, o Movimento do Chá de Boston, o
qual foi responsável por precipitar a guerra, participou de uma
reunião de recesso dentro de uma Loja Maçônica”.

O historiador francês Bernard Fay, escreveu os detalhes do


Movimento do Chá de Boston. Na obra o autor afirma que este evento
ocorreu dentro de uma taverna cujo nome é “A Taverna do Dragão
Verde ou Os Braços da Maçonaria”. Lá um bando de maltrapilhos do
grupo Redskins (um grupo étnico composto por índios de peles
vermelhas) foi visto saindo da Taverna durante a manhã do dia 16 de
Dezembro de 1773, contudo, nenhuma pessoa diferente foi vista
entrando naquele local.

De acordo com a declaração de Fay, o grupo correu em direção às


docas, pulou nos navios ancorados no local, e jogou o chá no porto.
Os RedSkins retornaram para a Loja do Dragão Verde, mas não
saíram de lá.

Fay mencionou o fato de que o Benjamin Franklin criou uma rede


de jornais maçônicos em todas as colônias inglesas, um deles era o
Jornal de Peter Zenger de Nova York, um dos jornais mais destacados
da região.

Benjamin Franklin, segundo os estudos de Fay, necessitou da


ajuda dos maçons da França para consolidar a Revolução Americana.
O ativista da Revolução Americana fez gracejos com a viúva de
Claude Adrien Helvetius, um rico enciclopedista, banqueiro e ateu,
responsável pela fundação da Loja Maçônica das Nove Musas – o
núcleo intelectual da Maçonaria Francesa.

Por meio do contato com a Madame Helvetius, Benjamin Franklin


conseguiu ser aceito na Loja Maçônica das Nove Musas e tornou-se o
Mestre da Loja. Benjamin Franklin dedicou para si o trabalho de fazer
uma campanha política para influenciar a opinião pública francesa,
fazendo com que a França prestasse solidariedade para a causa
maçônica nos EUA. O “admirável trabalho” de Franklin, disse Fay,
consistiu em um plano cuidadosamente organizado e a propaganda
foi feita da forma mais eficiente possível, cumprindo o papel de que
“fosse possível uma intervenção militar francesa em prol dos
americanos”.

Além do mais, Fay afirmou, que o trabalho de Franklin “tinha uma


grande influência por toda a parte da Europa, espalhando a ideia, ou
o que podemos chamar de mito, a virtuosa revolução”. Até esse
momento, disse o historiador francês, as revoluções eram vistas
como “crimes contra a sociedade”. Subsequentemente, as revoluções
“começaram a ser aceitas como um passo em direção ao progresso
do mundo”, um passo e uma percepção de que “originou a Revolução
Americana e a ascensão da propaganda política de Franklin”.

A mentalidade maçônica.
“Columbia”, a versão americana do ícone maçônico Marianne, ela é a
personificação da liberdade nos EUA, ela chegou a ser usada em
campanhas patrióticas de guerra, charges e eventos políticos.

No início do século XX o Padre Hermann Gruber, reconheceu a


autoridade da maçonaria, examinou cuidadosamente a Fraternidade
Maçônica na sua base, ele encontrou numerosas publicações e
relatos:
1) As pautas políticas da maçonaria coincidem de maneira
surpreendente com a posição social da Revolução Francesa de 1789.
2) A maçonaria promove aos seus membros, e por meio destes,
procura influenciar a sociedade como um todo, trazendo um espírito
de inovação. Isso fornece em tempos críticos um ninho onde vai
brotar uma conspiração.
3) A maçonaria propaga princípios essencialmente revolucionários,
cautelosamente desenvolvidos para servir de base para qualquer tipo
de movimento subversivo.
4) O sistema do rito escocês maçônico, o qual é propagado no mundo
inteiro, “talvez possa ser considerado como um padrão revolucionário
dos Templários Franceses da Maçonaria, os quais lutavam pela defesa
dos direitos naturais e combatiam a religião e o despotismo político
simbolizado pela Tiara Papal e a Coroa Real”.
5) Deslealdade e rebelião contra a autoridade civil é considerado
como o único crime político que não afeta a boa posição social do
maçom, nem resultam a aplicação de punições maçônicas.
6) A fórmula simbólica e os símbolos são usados para que o trabalho
da maçonaria não seja impedido. O símbolo do Grande Arquiteto do
Universo e o da Bíblia são os de maior importância para a Maçonaria,
cada símbolo é explicado e aceito por cada maçom de acordo com o
seu entendimento. O órgão oficial da Maçonaria Italiana enfatizou que
o Grande Arquiteto do Universo representa o Deus revolucionário de
Mazzini, o demônio de Carducci, o Deus da fonte do amor, ou o
Satanás, o gênio que inventou as coisas boas, não as coisas ruins. Na
realidade, a Maçonaria da Itália adota essa interpretação, ela apoia os
princípios da revolução.

O último objetivo da Maçonaria, de acordo com o Padre Gruber, é


derrubar toda a tirania espiritual e política das classes privilegiadas,
assim poderá ser estabelecida uma República Social Universal, a qual
possivelmente será reinada pela liberdade individual e social e a
igualdade econômica.

Para alcançar essa meta, os maçons acreditam que é necessário


seguir essas etapas:

1) A destruição da Igreja Católica e a sua influência religiosa como


um todo, seja através da perseguição aberta ou pela separação entre
Clero e Estado.

2) A laicização ou secularização de toda a vida privada e


principalmente da educação popular.

3) O desenvolvimento sistemático da liberdade de pensamento nas


escolas infantis, a proteção das crianças contra a intervenção da
Igreja Católica e até mesmo dos seus próprios pais – é cabível o uso
da coação, caso seja necessário.

Os estudos do padre Gruber foram escritos em 1913, mas ficou


evidente que o programa político da Maçonaria veio ao conhecimento
do público após três décadas de dominação maçônica na Suprema
Corte dos EUA.

Certamente, os juízes estão militando e insistindo na aplicação da


Primeira Emenda, a qual defende a escrupulosa “Separação entre o
Clero e o Estado”. Dentro dessa conexão, a Corte disse
repetidamente que os fundos governamentais são unicamente
destinados para a educação e atividades semelhantes, as quais são
completamente sectárias.

Sem dúvida, os Juízes aprovam a distribuição de contraceptivos


para o público infantil sem o consentimento dos seus pais, autoriza o
direito de abortar sem o consentimento da sua família, essas medidas
entram em paralelo com o terceiro ponto apontado pelo Padre
Gruber.

É claro, alguns gostariam de negar o Catálogo de Estudos Jesuítas


que explicam os sofismas da Maçonaria, como os pontos de vista de
um obediente padre escritor que confirmou descobertas anteriores de
Papas, historiadores e dos comitês de investigação legislativa
responsáveis por influenciar os valores cristãos.

Mas a análise feita pelo Padre sobre a Maçonaria não pode ser
ignorada de forma arrogante, principalmente tendo em vista o
inesperado tributo feito a ele por um honorável historiador maçom,
Ossian Lang, em um relatório feito para a Grande Loja Maçônica de
Nova York, Lang disse: “Um ótimo exemplo de como uma mente
analítica escolarizada, a qual não faz parte da ordem maçônica,
discerniu sobre a verdade, pode ser encontrada em um excelente
artigo sobre a Maçonaria disponibilizado na Enciclopédia Católica. O
autor deste artigo chegou bem próximo de interpretar a história da
Maçonaria de maneira correta... Do que qualquer outro escritor
maçom já tenha feito em obras publicadas na língua inglesa”.

A penetração da “filosofia” maçônica e o seu modo de


operação.
“Vamos acabar com todo este descontentamento. Eleja um
Presidente maçom!”

Diversos Papas são ligeiros ao perceber a penetração da filosofia


maçônica dentro da comunidade eclesiástica, em 1832, o Papa
Gregório XVI avisou sobre o clamor dentro da Igreja de torná-la
“mais relevante para a sociedade”. Encíclicas desde o seu tempo
reconheceram a ascensão e a propagação da doutrina conhecida pelo
nome de “modernismo”.

Contudo, nos dias de hoje, o Papado vem há muito tempo


carregando uma visão negativa sobre a Maçonaria, a instituição
perdeu o seu crédito por muitas pessoas que fazem parte ou não da
Igreja Católica. O consenso popular sustenta que a Fraternidade
Secreta dos Estados Unidos é diferente das outras denominações
maçônicas da Europa e de qualquer outro lugar do mundo. Além
disso, muitos se incluem em um consenso para favorecer o esforço
da Maçonaria no empobrecimento do poder da Igreja Católica e a sua
influência moral.

“Essas pessoas acreditam que não há necessidade de implantar


uma Igreja Católica nos EUA, da mesma forma como existia na
Europa e na América Latina, não há necessidade alguma de a
Maçonaria ou qualquer outra entidade similar, iniciar uma guerra
religiosa na América... Tudo que a Igreja quer é a liberdade de
praticar a sua fé a par de outras religiões. Este pensamento é
extremamente perigoso e patrocina o programa diabólico da
Maçonaria”.

Obs: A seguinte sentença foi retirada do livro THEIR GOD IS THE


DEVIL, escrito por Paul Fisher.

Vamos fazer uma observação clara sobre os seguintes pontos:

1) A Maçonaria apoia com vigor o estabelecimento de uma religião, a


sua própria crença, a qual foi implantada de forma tão bem sucedida
nos Estados Unidos da América e em outros lugares, essa crença fez
com que atualmente, muitas pessoas abraçassem o catolicismo e
outras heresias protestantes, até mesmo pessoas que não professam
nenhuma dessas crenças, fazendo com que todas as pessoas aceitem
a mesma doutrina - politeísta -, o homem é livre para adorar quem
ele quiser e preferir, onde homem tem o seu arbítrio para designar o
que é bom ou mal.

Este é o elemento essencial da Maçonaria e o seu elemento mais


simples.

2) A Maçonaria e o seus parceiros são rígidos em sua oposição à


liberdade de outras religiões para competir com a sua Religião
Universal, como prega a doutrina maçônica.

3) A Maçonaria é uma organização religiosa: Isso é evidente no


Manual do Aprendiz Maçom, e em praticamente todos os livros
maçônicos, principalmente no livro Morais e Dogma publicado em
1871, o qual foi usado praticamente em todos os graus do Ritual
Escocês para explicar a Filosofia da Maçonaria. O último livro foi
escrito pelo autor Albert Pike, o Grande Filósofo do Ritual Escocês da
Maçonaria da Jurisdição do Sul, e por muitos anos esta organização
esteve sob controle do Grande Comandante Soberano.

4) O seu trabalho não é apenas recomendado em cada edição da


revista oficial do Rito, conhecida como NEW AGE, mas a sua filosofia
é altamente reconhecida pela Irmandade, o Supremo Grande
Comandante Henry G. Clausen descreveu as obras de Albert Pike
usando o termo “magnum opus” (O termo em latim significa “obra
prima” ou textos de grande importância feitos por um autor
renomado).

5) A Maçonaria, segundo os escritos de Pike, é a sucessora dos


Antigos Mistérios, ela ajuda a ensinar e preservar os princípios
cardeais da fé primitiva. As antigas verdades da Maçonaria, conforme
diz Albert Pike, foram coletadas do livro ZEND-AVESTA e das quatro
obras dos Vedas (tratam-se de escrituras e textos sagrados do
Zoroastrismo e do Hinduísmo), ensinamentos antigos desde os
tempos de Platão e Pitágoras, obtidos na Índia, Pérsia, Fenícia, Grécia
e Egito, além dos Livros Sagrados da cultura judaica. Esse
amontoado de doutrinas e religiões é usado na doutrina filosófica da
Maçonaria.

Albert Pike continua o seu discurso: “Este material provê à


Maçonaria o ensino de todas as verdades, não apenas a verdade
moral, mas política e filosófica, e até mesmo a verdade religiosa”. A
Maçonaria, segundo Pike, é a Moralidade Universal.

O mundo, conforme a visão do Grande Filósofo Maçônico: “Em


breve chegará a nossas mãos por seus Soberanos e Pontífices. Nós
temos a obrigação de constituir o equilíbrio do universo, e seremos os
governantes sobre mestres do mundo”.

A maçonaria conduziu ataques em larga escala, golpes perversos


contra a Igreja Católica sobre os auspícios de sua criação, o violento
grupo anticatólico chamado Know-Nothing Movement (foi um
movimento político nativista estadunidense da década de 1850.
Começou como uma reação popular ao medo de que as grandes
cidades estivessem sendo inundadas por imigrantes católicos
irlandeses a quem consideravam hostis aos valores americanos e
controlados pelo Papa em Roma) nos EUA, ele foi criado pela
Associação Protetiva da América e pela Ku Klux Klan.

A situação religiosa nos EUA requereu que a Maçonaria usasse


diferentes estratégias de guerra religiosa no seu país, diferentes das
que foram usadas na Europa e América Latina. Para que nenhuma
religião específica fosse a única dominante nos EUA, mas ao invés
disso, escolheram o protestantismo para ser estabelecido como uma
Igreja Oficial. Desde o tempo colonial adiante, as leis da nação
americana e dos seus Estados sancionaram os valores morais e as
noções básicas do “cristianismo”, como uma leitura patenteada nas
leis federais e do Estado.

James Madison no seu “Memorial e Protesto”, o documento


favorito da Suprema Corte dos EUA, citado de forma frequente pelos
juízes, até os anos recentes, fez uma declaração concordando
solidamente com os ensinamentos da Igreja. Madison disse:

“Antes que qualquer homem possa ser considerado um membro da


sociedade civil, ele deve ser submisso ao Governador do Universo:
E... Todo homem que for considerado como um membro de qualquer
Sociedade Civil deve fazê-lo enquanto preserva a sua aliança com o
Soberano do Universo”.

Em quatro decisões separadas pela Suprema Corte dos EUA,


confirmou que os Estados Unidos da América era um país cristão (na
verdade, protestante). Essa decisão foi feita por: Os
executores Francois Fenelon Vidal e John F. Girard (1844), a Igreja
Mórmon dos EUA (1889), a Igreja da Sagrada Trindade dos EUA
(1892) e a lei americana McIntosh editada em 1931 pelo Supremo
Tribunal. Talvez, uma das leis mais importante dos Estados da
América, refere-se à exigência de orações e do uso da Bíblia em
escolas públicas.

Outras leis proíbem a venda de produtos não essenciais nos dias


de Domingo. Ainda prevê o banimento da transportação de
contraceptivos nos correios americanos. Também é proibido
blasfemar contra Deus, Jesus Cristo e a Virgem Maria; obscenidade
pública; fornicação; adultério; divórcio rápido e fácil (Ronald Reagan
foi o primeiro presidente divorciado da história dos EUA);
pornografia; aborto; a defesa da queda do governo através da força e
da violência, bem irônico por sinal, tendo em vista a fundação dos
Estados Unidos da América. Exceto pela decisão do aborto pela
Suprema Corte dos EUA, aproximadamente todas essas leis foram
derrubadas em meados de 1941 e 1971, quando a bancada
governamental foi dominada – pela primeira vez na história – por
magistrados que faziam parte da Fraternidade Maçônica. Alguns
desses juízes são: Hugo L. Black, James F. Byrnes, Samuel
Blatchford, Harold H. Burton, Thomas c. Clark, John H. Clarke,
William Cushing, William O. Douglas Oliver Ellsworth, Stephen Field,
John Harlan, Robert H. Jackson, Thurgood Marshall, Stanley Reed,
Earl Warren, Frederick Vinson, Stewart Potter. John Marshall, o
Primeiro Chefe de Justiça, John Blair.Jr, integrante da Convenção
Constitucional, eram praticantes da Maçonaria.

As decisões sobre o aborto foram previstas na decisão de 1965,


no caso Griswold v. Connecticut, a qual encontrou lacunas no
princípio Constitucional do “direito de privacidade”.

Portanto, enquanto é geralmente aceito o trabalho ativo da


Secreta Fraternidade da Maçonaria de enfraquecer a Igreja Católica
na Europa e América Latina, também é evidente constatar o papel da
Maçonaria no enfraquecimento das bases morais da Igreja nos
Estados Unidos da América.

De acordo com Paul Fisher, “o último impacto feito pelas decisões


da Corte, enquanto ela estava dominada por maçons, pode ser
prontamente avaliado, simplesmente comparando as estatísticas dos
crimes e a desintegração geral da sociedade, antes e depois de 1941
– principalmente em 1963, seguindo as decisões da Corte, as quais
descartaram a decisão judicial que aprovava o ofício religioso na
educação e o uso da Bíblia na sala de aula”.

Em 1884 o Papa Leão XIII deu continuidade a visão dos seus


antecessores e sucessores sobre a Maçonaria. Ele disse que o último
propósito da Maçonaria consistia em “derrubar toda a ordem política
e religiosa que foi produzida pelos ensinamentos cristãos, e eles
serão substituídos por um novo estado de coisas segundo as suas
ideias, os quais se baseiam em fundamentos e leis traçados pelo
mero naturalismo”.

“No catálogo de males da Maçonaria inclui-se o indiferentismo


religioso, os seus esforços em proibir qualquer tipo de influência da
Igreja Católica na sociedade”, “a sua sanha em conspirar contra o
Papado e todas as nações, o seu esforço em controlar a educação da
juventude, aliás, o naturalismo exige que toda referência a Deus e
Jesus Cristo seja expurgada do currículo de estudos”.

“Em nome da liberdade, disse o Pontificado, a Maçonaria defende


a licença para o vício e a licenciosidade” (apologia à indisciplina e
falta de pudor).

O modo de Operação.

Vamos examinar o procedimento da mentalidade maçônica que se


espalhou entre as pessoas.

Os pais fundadores dos Estados Unidos da América e a sua conexão


com a Maçonaria.

A maçonaria sempre combateu o catolicismo. O catolicismo deve


ser erradicado de uma vez por todas. O objetivo da seita é produzir
uma mentalidade fanaticamente anticatólica. Este princípio é
invocado para proporcionar o Princípio da Tolerância Religiosa. A
missão extraordinária da Maçonaria tem como meta estabelecer no
mundo a Religião da Tolerância. O respeito pelo catolicismo, isto é,
“pelo catolicismo sincero”, foi o primeiro a ser insistido. Certos
palestrantes insistem no fato de que eles não possuem qualquer tipo
de ódio ou inimizade nos seus corações, isso é contra aqueles
católicos intolerantes, sem deixar de suspeitar, que eles são os
inimigos do catolicismo. Os maçons foram os primeiros a incitar a luta
contra uma seção da Igreja Católica, os Jesuítas, por exemplo, sob o
pretexto de que estes interpretaram a religião católica com
intolerância. Portanto, a Maçonaria tem a sublime missão de defender
os “católicos” tolerantes contra os jesuítas intolerantes, então os
jesuítas mereciam ser suprimidos. Mas foi visto que o espírito dos
jesuítas invadiu toda a Igreja Católica, então os “bons” católicos
necessitavam de proteção contra os “maus” católicos que foram
infectados pelo espírito. Mas depois de um tempo, os palestrantes
descobriram que as raízes do espírito de intolerância dos jesuítas era
o dogma absolutista. O homem mais moderado tornou-se um
intolerante quando ele aceitou este dogma, o dogma é intolerante por
natureza. Por consequência, a Maçonaria deve proteger o mundo
contra este dogma. As suas mentes estão preparadas para um
ataque, não será um mero ataque contra os indivíduos que
pretendam fazer uma interpretação errada da doutrina, mas a
doutrina em si mesmo, com o intuito de defender a raça humana. O
palestrante tomou outro rumo na discussão, o alvo do nosso ataque
não é a religião da Igreja Católica, mas o Clericalismo (definido pelos
maçons como os princípios católicos trazidos à sociedade e a política).

As lojas Maçônicas de temperança moderada poderiam ter


protestado contra o ataque à Igreja Católica, devido à cláusula que
estabelece o respeito entre todas as denominações religiosas, mas a
dominação política feita pelos sacerdotes não podia ser aceita. A
campanha de ódio começou dentro das lojas maçônicas e
continuaram fora dela, nos parlamentos, imprensa e escolas. Então
em um belo dia, o seu ódio cresceu contra o Clericalismo e passou a
odiar o Catolicismo. Mas antes disso, as congregações religiosas
precisavam ser suprimidas, porque eles eram os grandes defensores
do clericalismo. O clero secular foi poupado no momento, mas a sua
vez chegou, quando a Maçonaria encontrou-se forte o suficiente para
declarar o seu objetivo de completa destruição do sobrenatural. Muito
antes de a confissão ter chegado ao público, o Irmão Courdavaux,
professor de Literatura na Universidade de Douai, repetia
frequentemente nas conferências das Lojas Maçônicas em 1888 e
1889, que “a diferença entre o Catolicismo e o Clericalismo é
puramente oficial, diferença sutil para os discursos públicos. Aqui está
o segredo da Loja Maçônica, deixe-nos proclamar a verdade
abertamente, Catolicismo e Clericalismo é a mesma coisa”. A
glorificação da mentira e da hipocrisia recebeu aplausos. Vamos
agora retornar para o processo sobre o qual a unidade das pessoas
em torno do sobrenatural e a sua submissão a este, seja
gradualmente minado e entre em ruínas.

Como o naturalismo penetrou nas Lojas Maçônicas e alcançou a


massa popular? O jornalista em seus artigos, o escritor em seus
livros, o autor dramático e o produtor de filmes em suas
composições, o maestro e as suas músicas, o professor nas suas
palestras, o educador nas suas aulas, todos eles estão impregnados
com as ideias que saíram das reuniões maçônicas. E os maçons que
agem como propagandistas, não declaram que são maçons, os atos
que eles praticam não são reconhecidos como um plano maçônico. O
papel moderador, aparentemente respeitável na religião, talvez tenha
sido ocupado, sem o nosso conhecimento, por maçom ou maçons,
que se inseriram em locais seguros de fala, indo o mais longe
possível e aguardando o momento certo para formar a opinião pública
e prepará-la para aceitar alguma coisa mais forte. Nas lojas
maçônicas, os maçons entram em contato com os membros que
estão engajados em atividades anticatólicas.

Além das ações diretas dos seus próprios membros no público em


suas diferentes capacidades, a Maçonaria apoia a criação de sub-
maçonarias ou associações para a propagação das suas ideias. Essas
maçonarias variam com o tipo de inteligência as quais elas são
destinadas, mas apesar das diferenças, o estigma naturalista e anti-
sobrenatural está sempre presente. As gradações (a nivelação de
graus usada na seita maçônica) é uma característica marcante do
anti-catolicismo raivoso para alcançar um indiferentismo religioso de
“mente aberta”. Em 1891 o Congresso de Lojas Maçônicas do Sul da
França, declarou a formação de 600 grupos compostos por
pensadores independentes, a formação deles era composta em
grande parte pela Maçonaria. Em 1894 o Congresso Maçônico
deAmiens (cidade no norte da França, localizada a 120 km ao norte
de Paris. É a capital do Departamento de Somme e da Região de
Altos da França), recomendou a criação de sociedades que estejam
atuando conforme os princípios de inspiração maçônica, mas esse
tipo de atividade deveria permanecer em segredo: “Aqueles que
estejam dispostos a fazer com que nossas ideias sejam
predominantes em qualquer lugar, devem permanecer em segredo”.

Na Revista Internacional de Sociedades Secretas (jornal católico


criado para denunciar as atividades da Maçonaria na França) fez uma
publicação no dia 16 de Outubro de 1927, havia uma citação sobre o
Império Novo (Neues Reich) do dia 9 de Julho de 1927, comentando
a respeito do Rotary Club. De acordo com o resumo, o Rotary Club
tem um aspecto particular da atividade maçônica, uma espécie de
Maçonaria aberta. O principal objetivo do Rotary Club é a elevação
moral da humanidade. Consequentemente, em um recente Congresso
do Rotary Club na cidade de Oostende (uma cidade e um
município belga da província da Flandres Ocidental. O município é
constituído pela cidade de Oostende e pelos antigos municípios
de Stene e Zandvoorde) feito para o mundo inteiro, o Ministro Belga
da Justiça definiu o Rotary Club como um “código de moralidade laica
para os cidadãos nacionais e internacionais”.

Para o público que está familiarizado com os ideais maçônicos,


esta última frase descreve uma riqueza de informações (os planos da
maçonaria no processo de secularização da sociedade).

Além de criar associações e propagar as ideias maçônicas, a


Maçonaria tem a intenção de entrar em grupos que não foram criados
por ela e conseguir controlá-los. O Congresso de Amiens incentivou
que os seus irmãos “deveriam procurar entrar nas sociedades
existentes, mas de modo prudente”. O Congresso das Lojas
Maçônicas do Nordeste da França, representado pelas palavras do
Irmão Bourget, incentivou a “entrada de maçons nas sociedades de
pensadores independentes e sondar as intenções dos professores do
ensino primário, porque a capacidade desses educadores será de
grande utilidade para os serviços dos maçons”.

Por conseguinte, a Maçonaria está espalhando as doutrinas


naturalistas e o indiferentismo religioso para todos os cantos, ela
sempre agiu de forma hipócrita e tomou cuidado com a quantidade
de doses de veneno moral e intelectual que foi aplicado para assimilar
a mentalidade dos seus pacientes que estão sofrendo o tratamento.
Isso ajuda a multiplicar as causas de divisão entre os católicos, e
esse detalhe assegurou a colaboração inconsciente de muitas
pessoas, essa estratégia foi eficiente para a destruição do
catolicismo. Assim isso conseguiu dividir a ordem sobrenatural,
fazendo com que muitas pessoas abandonassem a religião dos seus
antepassados, essa divisão atingiu a ordem natural e a questão da
dinastia na antiga e nobre nação francesa, um aspecto compreensível
da ordem objetiva do mundo, acabou se tornando em um número de
moléculas flutuantes, transformou-se em simples “poeira humana”,
conforme a expressão criada por Taine. No meio dessa “poeira
humana”, a Maçonaria formou e continua formando um bloco sólido.
O povo francês nunca imaginou que a Maçonaria fosse uma
instituição tão mentirosa, é por este motivo que a Maçonaria não se
preocupou com as novas políticas adotadas. A Maçonaria sempre
manteve as características de um tipo especial de sociedade de
assistência mútua ou de oradores pomposos e arrogantes, a qual
distribui banquetes e bom ânimo ao público.

O verdadeiro caráter da Maçonaria não é conhecido, exceto para


poucas pessoas, cujos avisos eram em grande parte ignorados.

Uma vez realizado o programa da Maçonaria, o qual é


fundamentado no naturalismo, como também, o controle da
Maçonaria está nas mãos dos líderes da nação judaica, sempre
esperando pela chegada de um Novo Messias, assim sendo, há uma
força buscando pela ruptura de toda a ordem criada pelo Messias do
sobrenatural (Jesus Cristo), o nosso Deus está sendo provocado em
todos os países católicos. Trata-se de uma luta contra a Realeza de
Cristo. A sociedade precisa voltar a cultuar o nosso Deus. A sua
missão de salvar vidas na Igreja Católica deve voltar antes que a
nossa sociedade pereça.

A antipatia dos revolucionários pela Igreja Católica foi um


fator relevante para a concretização da revolução.

A “Independência Americana”, segundo Bancroft, “como um


grande rio de um país, sempre tem diferentes fontes”.

Ela não foi feita apenas contra as leis tributárias opressivas ou a


restrição ao uso dos direitos civis. É claro que essa narrativa é a
principal corrente que explica as causas que trouxeram a revolta, isso
é uma questão histórica, considerando que nenhuma dessas
opressões conseguiria conduzir a mente de um monte pessoas sem
qualquer noção de fé a fazer atos de resistência. Os líderes ou
membros subversivos da Revolta procuraram mostrar para as
pessoas que o Protestantismo havia sido atacado e a América corria o
risco de cair.

A disputa com a Grã-Bretanha é chamada de Revolução, este


único princípio foi o suficiente para trazer a revolução e fazê-la com
que ela ganhasse força. A queda do Rei James II foi conhecida como
a “Revolução Gloriosa”. O simples nome “Revolução” significa que os
colonos lutaram em favor dos princípios da Revolução Gloriosa de
1688. Os conservadores americanos dizem que se eles tivessem
vivido naquela época, certamente não existiria uma revolução.

O Rei Guilherme III da Inglaterra usou as joias da Coroa Britânica


(vestimentas e ornamentos católicos) que simbolizava a intolerância
religiosa e a tirania, este foi um dos efeitos da Revolução Gloriosa na
religião do povo e pelos fundamentos da liberdade perfeita, este
princípio era admirado.

Então, quando a intriga com a Inglaterra tornou-se penosa, os


americanos raivosos declararam que aspiravam a preservação dos
frutos da Revolução de 1688, eles estavam dispostos a não permitir
que “o Rei e os seus ministro anulassem os princípios da Revolução
Gloriosa e enfraquecessem os seus fundamentos, a qual exaltou a
Casa de Hanôver (família nobre europeia) e o trono britânico, mas
para preservar a manutenção do sistema público e as liberdades
individuais que foram garantidas pela Revolução (1688), eles até se
lembraram do Rei Jorge e declararam a si mesmos como devotos do
protestantismo e fiéis aos princípios obtidos na época de 1688, como
também, eles eram leais à Casa de Hanôver que estava sentada no
Trono (com a sua sucessão protestante, é claro).

Esse preconceito religioso pela fé católica foi um dos fatores


primordiais da Revolução, isso foi claramente provado pelos discursos
que conduziram os Americanos a fazer o Ato de Quebec no
parlamento britânico em Junho de 1774 (ato parlamentar britânico
que determinou os procedimentos do governo na área de Quebec. O
ato de Quebec proibia os colonos de ter acesso às terras do Canadá.
A partir do Ato de Quebec toda região de Ohio e noroeste passava a
pertencer à Quebec). Mas esse evento deu abertura e força para
expandir o espírito anticatólico que já existia.

“O Octopus do Papado” – Caricatura desenhada pelos protestantes


dos EUA, representando o interesse do Vaticano em perverter os
valores da América.

Quando nós consideramos a influência da religião, ora por


verdade ou erro nas ações dos homens, nós concordamos de
imediato que quando a religião dos americanos – o protestantismo –
está envolvida em alguma coisa, este motivo inspirador de agir traz
resultados surpreendentes em sua grandeza e exemplares nas suas
lições. Nós vamos dar uma ampla evidência do motivo crucial que fez
com que os americanos entrassem em guerra contra a Grã-Bretanha,
baseada em uma larga influência de dados que mostrava o risco da
Religião Protestante ser subjugada e ameaçada de extinção, o medo
pela dominação Papal era um dos motivos que fez os colonos
pegarem em armas e entrar na guerra, o mesmo não teria acontecido
por culpa das leis tributárias opressoras, pois isto não afetava
diretamente os cidadãos que participavam das atividades mercantis.

Será exibido como este conceito de autopreservação aquietou


esses medos, quando os tempos de devastação e dúvida chegaram, e
como a aliança Francesa de 1778 inspirou o coração dos patriotas, e
como, mesmo que eles tivessem esperança e força, muitos
abandonaram a luta e decidiram aceitar a Nação Católica, e,
portanto, sujeitaram à terra a influência terrível do “Papado”.

Em todas as colônias americanas, exceto a Pensilvânia (“a terra


da tolerância”, segundo Jefferson) o exercício da fé católica era
excluído ou o seu exercício era restrito. Em Rhode Island não existia
leis que impedissem o exercício da fé, mas ninguém tinha o
conhecimento da existência de católicos por lá. Somente no Estado
da Pensilvânia existia a verdadeira liberdade de crença. Até neste
local, os membros eram civilmente restritos pelas leis dos oficiais da
Inglaterra, as quais não permitiam que um cidadão católico pudesse
escolher um serviço livremente.

REFERÊNCIAS:

http://www.catholictradition.org/masonry4.htm

https://philebersole.wordpress.com/2015/09/24/how-the-usa-got-
over-being-anti-catholic/

http://www.skirret.com/papers/behind_the_lodge_door.html

https://www.jstor.org/tc/accept?origin=%2Fstable%2Fpdf%2F44374
583.pdf%3Frefreqid%3Dexcelsior%253Aaf46ecc5f4351704c3452860
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