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“Portanto, deixará o varão o

seu pai e a sua mãe e apegar-


se-á à sua mulher, e serão
ambos uma carne.”

Gn 2.24
Deus criou o sexo para
proporcionar satisfação e senso
de realização, em um
casamento sem mácula.
I – O SEXO E A CRIAÇÃO DO
SER HUMANO

II – SEXO, UMA DÁDIVA DIVINA


PARA SER DESFRUTADA NO
CASAMENTO
• MOSTRAR que Deus criou o homem e a
mulher distintos e com objetivos
específicos;
• SABER que o sexo é uma dádiva divina
para ser desfrutada no casamento.
Professor(a), esta lição dará início a uma série de quatro lições que
abordará a respeito do tema “sexo no casamento”. Tratar deste assunto na
igreja sempre foi temeroso devido aos diversos “tabus” e “mitos” que foram
criados ao longo da história sobre este tema. Falar a respeito de sexualidade
para jovens é um desafio a mais, porém é sempre bom ressaltar que o sexo
não é algo impuro, mas é somente para os casados. Os solteiros devem
aguardar e se manterem puros até o casamento. A juventude é a fase ideal
para se falar a respeito do assunto. Muitos problemas poderiam ser evitados
entre os jovens se o assunto fosse melhor trabalhado em nossas classes na
Escola Dominical. Por isso, professor(a) se dedique na preparação das aulas.
Como o assunto pode ser considerando um tanto polêmico,
a sua atitude em relação aos alunos e alunas será o primeiro diferencial no
resultado do ensino.
Perceba que na lição é destacado o modelo ideal para o sexo, no
casamento. É evidente que alguns princípios bíblicos têm sido quebrados
constantemente entre os jovens ainda na fase do namoro. Essa aula e as
próximas três devem ser preparadas com muita atenção a fim de
fortalecer os jovens para que não abram mão dos princípios estabelecidos
nas Escrituras Sagradas.
Gênesis 2.21-25
21 Então, o SENHOR Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este
adormeceu; e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar.
22 E da costela que o SENHOR Deus tomou do homem formou uma mulher; e
trouxe-a a Adão.
23 E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne;
esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada.
24 Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher,
e serão ambos uma carne.
25 E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam.
As próximas quatro lições foram reservadas para
refletirmos a respeito do sexo.
Na lição deste domingo, iremos estudar a respeito da
narrativa da criação do mundo e da humanidade na
perspectiva conjugal. Veremos como Deus planejou o
relacionamento sexual entre o homem e a mulher no
casamento e qual o seu propósito. No segundo tópico vamos
abordar o modelo bíblico para o casamento e como esse
modelo favorece uma vida conjugal feliz e sem pecado.
A vontade de Deus
A vontade de Deus é que tanto o homem, quanto a mulher, se guardem
para o casamento (Gn 24.15-16, 2Co 11.2, Lv 21.13-15). Tanto é que a
ordem de Deus para um casal que está tendo dificuldade em se
controlar não é de se entregar ao sexo, mas assumir um compromisso
através do casamento (1Co 7.9).

É claro que permanecer virgem até o casamento é um desafio muito


grande (Rm 12.2), principalmente por causa da pressão da sociedade
(1Jo 5.19), que incentiva cada vez mais o envolvimento precoce com o
sexo (Sl 14.1).
Mas a verdade é que não só a Bíblia, como até mesmo estudos
científicos, revelam que a antecipação sexual gera sentimentos de
insegurança, instabilidade emocional, ciúmes, e também desenvolve
uma predisposição à infidelidade conjugal. 2
Deus criou todas as coisas e viu que tudo era bom (Gen 1,25). Portanto,
tudo o que Ele fez é belo, também o sexo, desde que no lugar certo. O
sexo é belo e puro quando vivido no seu devido lugar; nós viemos ao
mundo por ele. Se ele fosse sujo, a criança recém-nascida não seria tão
bela e inocente.

O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo,
uma faca é uma coisa boa; sem ela, a cozinheira não faz o seu trabalho.
Mas, se um criminoso usar esse utensílio para tirar a vida de alguém, nem
por isso esse objeto se torna algo mau. Não. O mal não é a faca, mas o
uso errado que se fez dela.
Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso, mas pode
ser mal usado e gerar o sofrimento. Deus fez do casal humano a nascente
da vida Nada se compara à missão de ser pai e mãe. Como Deus deu ao
casal humano a missão de gerar os filhos: crescei e multiplicai (Gen 1,28),
providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para
fortalecer a união e o amor do casal, fez do sexo também o meio mais
profundo da manifestação do amor conjugal. O ato sexual é a celebração
do amor conjugal, como que a liturgia do casal
Quem tem uma relação sexual com uma prostituta está preocupado
apenas com o prazer, e não tem qualquer compromisso com ela.
Acabada a relação, paga-se e vai-se embora. Não importa se amanhã
esta mulher está grávida, doente, ou passando fome, não lhe
interessa, ele pagou pelo serviço. Veja, isso é sexo sem amor, sem
compromisso de vida, sem uma aliança, sem responsabilidade. É o
desvirtuamento do sexo, a prostituição. Quantos hoje vivem uma
aventura amorosa com uma pessoa, e depois a esquecem, a
abandonam…
1. O homem e a mulher como obra prima de sua criação (Gn 1.1
— 2.22). A narrativa bíblica da criação traz uma sequência lógica na ordem
das coisas criadas. Na intenção de criar um local apropriado para suas
criaturas, Deus criou os céus e a terra. Por último, vemos a criação do ser
humano, e neste momento o padrão da narrativa muda. Surge um tom mais
solene e detalhado, afinal passa a ser apresentada a obra-prima de Deus, o
homem e a mulher criados à sua imagem, macho e fêmea (Gn 1.27).
Diferente dos demais relatos da criação do oriente, em que acreditavam na
criação do ser humano para suportar o jugo dos deuses e para servi-los, em
Gênesis ele é criado para reinar sobre a criação. Portanto, o relacionamento
entre o ser humano e o restante da criação, de espécie diferente, é de
domínio e submissão. Domínio sobre a terra (Gn 1.28), os vegetais (Gn 1.29)
e os animais (Gn 1.30).
2. Deus criou o homem e a mulher distintos e com objetivos específicos.
Em Gênesis 1.28 temos: “E Deus os abençoou e Deus lhes disse”. Aqui Deus se
comunica direto com o ser humano, demonstrando a relação especial, inclusive
no processo de fecundação. Para Israel, a fecundidade era precedida de uma
palavra de bênção divina. Deus criou macho e fêmea, homem e mulher, para
procriação, mas dentro do casamento. Em Gênesis 2.24, o texto do segundo
relato da criação humana, que apresenta primeiro a criação do homem e depois
da mulher, é utilizada a expressão hebraica kenegdô, que dá sentido de algo
distinto e que se ajusta perfeitamente. Portanto, os dois sexos têm a mesma
dignidade de imagem de Deus, para se complementarem e gerar filhos também à
sua imagem e semelhança (Gn 5.3). Portanto homem e mulher foram criados para
se relacionarem emocional, efetiva e sexualmente entre si no casamento.
3. O sexo foi criado para a procriação e a felicidade no
casamento (Gn 2.21-24). No relato da criação, o homem foi criado
primeiro. No entanto, teve uma vida solitária, pois lhe faltava uma
companheira, do sexo oposto, como tinham os animais. O seu
sentimento de solidão “comove” o coração de Deus que afirma não
ser bom que ele vivesse só. Deus então decide criar para ele uma
companheira (Gn 2.18). Após a criação da mulher, o homem a
contempla e diz: “Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha
carne” (Gn 2.23). Agora, ele tem uma companheira consanguínea, que
o complementa e com a qual pode se relacionar afetivamente.
No plano de Deus o sexo é diferente, é manifestação do amor conjugal;
cujo fruto será o filho do casal. Na fusão dos corpos se celebra
profundamente o amor de um pelo outro: a compreensão recíproca, a
paciência exercida, o perdão dado, o diálogo mantido, as lágrimas
derramadas… é a festa do amor conjugal. Por isso, o ato sexual é o ato
fundante da vida do filho. O ser humano não pode ser gerado na parede
fria de um tubo de ensaio de um laboratório, mas no ato amoroso dos
seus pais.
Assim, no plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento. O
apostolo Paulo há dois mil anos já ensinava aos coríntios:

A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E
também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua
esposa (1 Cor 7,4). O apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence
ao namorado, e nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
1. O sexo no casamento (Gn 2.24). Uma verdade já bem conhecida
dos crentes é comprovada neste versículo: O casamento foi a primeira
instituição criada por Deus. O texto bíblico de Gênesis 2.24 demonstra que o
casamento não é uma união acidental, mas planejada, incluindo a
participação das famílias envolvidas. Os pais são os responsáveis pela
educação e formação dos filhos e devem também orientá-los na
constituição de novas famílias. A Bíblia destaca a importância da família e o
respeito entre os seus membros. Em relação ao casamento não podemos
ignorar as questões culturais, identificando o que era costume nos tempos
bíblicos. Contudo temos que preservar os princípios morais e éticos que
foram dados por Deus em relação ao casamento, pois esses são imutáveis.
No modelo do primeiro casamento, podemos ver a figura de Deus como a de
um pai, conduzindo a noiva, Eva, até àquele que seria o seu esposo, Adão. Ele
os abençoou e deu a autorização para serem fecundos. Esse é o modelo bíblico
para a formação das famílias e a consumação do ato sexual.
A Carta aos Efésios fornece alguns preceitos que norteiam o relacionamento
familiar, entre o casal, pais e filhos. A recomendação do apóstolo Paulo é de
que haja uma plena união entre os casados, uma parceria de amor e de
respeito. No que tange aos filhos, ele exorta-os à obediência. Aos pais,
recomenda- lhes a cuidar bem de seus filhos (Ef 5.22 — 6.4). O modelo
apresentado em Efésios é o modelo ideal, pois segue os preceitos divinos.
2. As Escrituras Sagradas prescrevem o casamento hetero,
monogâmico e indissolúvel (Gn 2.24). O casamento entre um
homem e uma mulher (monogamia), macho e fêmea (hetero) com plena
competência para procriar e gerar novos seres humanos, é o modelo de
casamento implícito em Gênesis 2.24. Se fosse criado outro homem para ser
a companhia de Adão, a humanidade não existiria. É algo abominável aos
olhos de Deus. Portanto, esse é o padrão ideal a ser buscado por aqueles
que acreditam na Bíblia como a Palavra de Deus, regra de fé e conduta, e
que desejam estar dentro da vontade e bênção do Criador.
O texto diz que o homem deve deixar pai e mãe, mas é evidente que o
mesmo se aplica também à mulher. O termo “deixar” pressupõe que ambos
estejam em condições de assumir tal compromisso, nos aspectos físico,
financeiro e psicológico. O novo casal deve se separar fisicamente de seus
pais e assim terão liberdade para conduzir suas vidas, agora independentes.
Os pais somente devem ajudar e opinar no relacionamento conjugal dos
filhos se forem convidados pelo casal. A expressão do verbo “apegar-se-á à
sua mulher” pressupõe aliança (Dt 11.22-25); afeição, amizade (Rt 1.14; Pv
18.24) e amor que une homem e mulher. A mulher deve ser sujeita ao
marido e o marido deve amá-la como a si mesmo.
O propósito do sexo
Sexo exige responsabilidade e entendimento (Pv 7.1-
5). Por essa razão é fundamental compreender não
só o poder que existe no sexo, mas principalmente
os propósitos e princípios pelos quais Deus o criou.
1º Família
O primeiro deles é formar famílias, não apenas gerar filhos (Sl
127.3). Afinal, a vida de uma criança depende de cuidados;
necessita de amor, carinho, sustento. Inclusive, é de
responsabilidade dos pais a educação e a formação do caráter de
uma criança (Pv 22.6).

Simplesmente “colocar filhos no mundo” sem se preocupar com


isso é se desviar do principal propósito do sexo (1Tm 5.8). E para
evitar que isso aconteça, outro princípio de Deus para o sexo é o
compromisso, ou seja, o casamento (1Co 7.2).
2º Casamento
A Bíblia não considera o sexo por si só como um casamento, ela ensina
que antes da relação sexual entre um casal é preciso haver um
testemunho público do compromisso entre o homem e a mulher (Mt
1.18-19, 1Co 7.9, 1Co 7.36, Hb 13.4).1
Contudo, uma vez estabelecido esse compromisso diante da lei e dos
homens, é a relação sexual que consolida o casamento diante de Deus
(Gn 24.67).
E a partir daí, os dois se tornam uma só carne. A Bíblia ensina que agora
o corpo do homem pertence à sua esposa, e o corpo da esposa
pertence ao homem, e que um não deve negar-se ao outro (1Co 7.4-
5a).
3º Proporcionar prazer ao cônjuge
É aí que nós podemos compreender mais um importante propósito
do sexo: proporcionar prazer ao outro (1 Co 7.3), ao “dono” do seu
corpo. Sexo é dar ao outro o que lhe pertence (Ct 2.16).

Por essa razão é que o auto-prazer, fruto da masturbação, é uma


deturpação do sexo. O princípio bíblico do prazer sexual é
proporcioná-lo não a si próprio, mas ao cônjuge (Ct 1.2, Ct 4.10).
3. O sexo sem culpa (Gn 2.25). O primeiro casal estava nu e não tinha
vergonha de sua nudez. Não havia motivo para se envergonharem ou
sentirem culpa. Eles somente vão sentir vergonha no estágio da culpa que
veio pela desobediência, ou seja, a perda da inocência. É importante
ressaltar que a culpa não veio com o ato sexual, mas pela desobediência à
Palavra de Deus (Gn 3.3, 6,7). Da mesma forma, se o relacionamento
enquanto namorado, noivo ou já casado estiver dentro do projeto ideal de
Deus, respeitando os limites estabelecidos por Ele, não haverá sentimento
de culpa, mas de prazer e realização.
Diferente do que se defende em algumas culturas e até mesmo religiões,
tanto o homem como a mulher foram criados para a procriação e felicidade
conjugal. Assim, não deve ser praticado para a satisfação apenas de um dos
cônjuges, mas de ambos. Casar sem esse entendimento pode causar sérios
problemas no relacionamento entre o casal. Por isso, é fundamental que a
compreensão ocorra durante o namoro, para que ao chegar ao casamento
desfrutem de uma vida sexual sem culpa e dentro dos princípios
estabelecidos pelo Senhor, como convém aos santos.
O sexo abençoado por Deus
Não vale a pena correr o risco de pecar indo além daquilo que convém (1Co
6.12-13). No namoro, por exemplo, se limite ao que pode ser feito na frente
de outras pessoas, sem causar nenhum tipo de constrangimento (Fp 2.15).
Já no casamento, seja completamente livre para desfrutar do sexo. Apenas
tenha o cuidado para não introduzir à relação, elementos externos que sejam
fruto da pornografia (Ct 4.12, Hb 13.4).
No mais, a vontade de Deus é que você tenha uma vida sexual plena e
proporcione todo o prazer necessário ao seu cônjuge (Ct 7.6-13). Não existe
culpa nenhuma nisso, afinal, no casamento a ausência de sexo que é pecado.
Da mesma forma que a Bíblia proíbe o sexo fora do casamento, ela
ordena o sexo dentro do casamento (1Co 7.3). A única exceção é
se houver comum acordo entre o casal para se dedicarem a oração,
mas isso é somente por um curto período, do contrário, um deve
suprir a necessidade do outro (1Co 7.5).

Desfrutar do prazer e da intimidade sexual com alguém que você


ama (Pv 18.22), dentro de um contexto onde existe a benção de
Deus (Jo 14.27), vai muito, mas muito além, da visão
extremamente limitada que o mundo tem a respeito de sexo.
Nesta lição, nós aprendemos que de acordo com a narrativa
bíblica da criação Deus formou o homem e a mulher com um propósito
definido. O Senhor também tem um objetivo para o sexo no casamento:
a procriação e a felicidade do casal.
O modelo bíblico de casamento é hetero, monogâmico e
indissolúvel. Os desvios nos relacionamentos, no casamento e na vida
sexual antes do casamento devem ser tratados segundo os preceitos
bíblicos. Deus deseja que você tenha, no tempo certo, um casamento e
uma vida sexual saudável e feliz. Busque a Deus, ore e leia a sua Palavra
para que você agrade sempre ao Senhor.
Onde começa o pecado sexual?
Mas será que o pecado sexual está relacionado somente ao ato físico ou
começa antes disso?
Jesus disse que qualquer um que colocar os olhos em uma mulher para a
cobiçar, já adulterou com ela em seu coração (Mt 5.28).
Essa passagem nos revela que o pecado sexual começa muito antes do
que normalmente se imagina (Mt 15.19). Mas também é claro que não
se trata de um simples olhar, vai além da apreciação da beleza ou de uma
atração natural, o pecado está em desejar sexualmente alguém que não
lhe pertence (Dt 5.21).
E, muitas vezes, esse desejo sexual pecaminoso, atua na mulher de forma
diferente do que atua no homem. Enquanto no homem está mais ligado
ao desejo no olhar (Pv 6.25), geralmente na mulher, está no
comportamento sensual e na exposição do corpo, para ser desejada (1Tm
2.9a, Pv 11.16). Despertando no outro um desejo que não pode ser
licitamente suprido.
1. Segundo a lição, o domínio do homem é sobre quem?
É sobre “os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e
sobre toda a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra” (Gn
1.26).
2. Qual o sentido da expressão hebraica Kenegdô?
A expressão hebraica kenegdô, dá sentido de algo distinto e que se
ajusta perfeitamente.
3. De acordo com a lição, qual o propósito do sexo?
O sexo foi criado para a procriação e a felicidade no casamento (Gn
2.21-24).
4. O que a expressão “apegar-se-à à sua mulher” pressupõe?
Esta expressão pressupõe aliança (Dt 11.22-25).
5. A culpa no relacionamento de Adão e Eva foi resultado de quê?
Foi resultado do pecado, da desobência a Deus.