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MOSTRA CIENTÍFICO-CULTURAL 2015

Publicado em 28.05.2015 - Destaques, Notícias - Sem comentários


A MOSTRA CIENTÍFICO-CULTURAL – MCC 2015 – DO COLÉGIO SAGRADO CORAÇÃO DE
MARIA DE BRASÍLIA tem como objetivo apresentar o saber pedagógico,
demonstrando o aprender a ser, o aprender a conviver, o aprender a fazer e o aprender a
aprender numa perspectiva integral e integradora do trabalho com as áreas de conhecimento,
articulando os conteúdos com as experiências práticas dos alunos. Os estudos realizados
durante o ano serão orientadores para a produção de trabalhos, por meio de interpretação crítica
das informações, compreensão dos fenômenos e das transformações naturais e sociais e análise
das situações-problema, relacionando as áreas do saber, formulando hipóteses e aplicando
diferentes recursos científicos e tecnológicos em seus trabalhos. As atividades a serem
apresentadas poderão utilizar as diferentes manifestações da linguagem, das Ciências Naturais
e Sociais, da Cultura e das Artes. É importante que sejam observados e respeitados os seguintes
itens que compõem este regulamento.

1 – Da participação:

1.1- Deverão participar da MCC 2015 do CSCM, no dia 3 de outubro, os alunos da Educação
Infantil ao Ensino Médio. Este regulamento, entretanto, abrange apenas a 2ª Fase do Ensino
Fundamental e Ensino Médio.

2 – Da abrangência: A Mostra Científico-Cultural abrangerá duas frentes distintas, a Mostra


Científica e Mostra Cultural, a saber:

2.1 – A Mostra Científica integrará os trabalhos especificamente das seguintes áreas: Ciências
da Natureza – Química, Física, Biologia – e Matemática para o Ensino Médio e para o Ensino
Fundamental II; Ciências, Matemática, História, Geografia (6° ao 8° Ano) e Química, Física,
Biologia e Matemática (9º Ano);

2.2 – As disciplinas que participarão da Mostra Científica terão como nota uma avaliação parcial
do terceiro trimestre, totalizando o valor de 10 pontos.

2.3 – A Mostra Cultural será realizada com a exposição dos trabalhos de Artes Visuais, Cênicas
ou Musicais e acontecerá no dia 3 de outubro. Esse evento acontecerá nos espaços da escola,
em locais previamente indicados.

3 – Da elaboração dos Trabalhos da Mostra Científico-Cultural: Os alunos serão orientados


pelos professores conforme as áreas e os temas escolhidos na elaboração do trabalho e de
acordo com as normas da ABNT.

3.1 – Os professores das áreas envolvidas disponibilizarão aos alunos temas de


trabalhos que poderão ser escolhidos e desenvolvidos para a Mostra Científica,
exclusivamente.

4 – Da entrega dos Temas/Áreas que orientarão os trabalhos da Feira de Ciências:

4.1 – Os alunos do Ensino Fundamental II ao Ensino Médio receberão sugestões de temas de


acordo com as disciplinas envolvidas em cada uma das séries.

5 – Da formação dos grupos para a Mostra Científica

5.1 – Deverão ser apresentados trabalhos em grupos de quatro a seis alunos, de acordo com
a necessidade.
5.2 – Considerando que o número de trabalhos por disciplina já está previamente estabelecido,
os alunos deverão integrar os grupos por afinidade pelos temas propostos pelos professores.

5.3 – As manifestações artísticas para a Mostra Cultural serão orientadas e avaliadas pelos
professores da área de linguagens – Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna, Espanhol,
Educação Física, Artes, Literatura, Redação e/ou da área de Ciências Sociais – Sociologia,
Filosofia, História e Geografia – se assim os professores decidirem, em acordo com os alunos e
por meio de critérios de avaliação bem definidos para composição da nota do terceiro trimestre.

6 – Das orientações para a participação na Mostra Científica:

6.1 – Os trabalhos deverão ser construídos respeitando as normas da Bioética, não sendo
permitida a realização de experimentos que manipulam sangue, animais vivos ou dissecados.
Casos especiais deverão ser analisados pela comissão organizadora da Mostra Científica.

6.2 – A construção do trabalho de cunho científico acontecerá durante seis meses e culminará
na apresentação final, que ocorrerá no dia 3 de outubro. Esse trabalho de pesquisa seguirá as
orientações a seguir, as quais são compostas por seis etapas.

ETAPA 1 (Valor: 1 ponto)

• Tema.

– Justificativa do tema: o aluno deverá justificar a escolha do tema mostrando sua relevância
para fins de pesquisa.

• Determinação dos objetivos: apresentação do que se pretende e de como seu projeto pode
demonstrar seu propósito.

• Bibliografia.

• Devolutiva 1**.

ETAPA 2 (Valor: 1 ponto)

• Metodologia: explicação de como seu experimento será executado, como ele testará sua
hipótese e que materiais serão utilizados para isso.

• Questionário (questões/respostas): o grupo deverá elaborar um questionário com perguntas


e respostas referentes ao tema escolhido.

• Coleta de dados – Levantamento de uma fundamentação teórica a respeito do tema.

• Devolutiva 2**.

ETAPA 3 (Valor: 2,5 pontos)

• Análise dos dados.

• Conclusão da análise dos dados.

• Produção e entrega do trabalho escrito e esquema do banner***.


-O trabalho escrito deverá apresentar: introdução, objetivo, metodologia, resultados, conclusão
e referências bibliográficas.

• Devolutiva 3** ETAPA 4 (Valor: 1 ponto)

• Entrega da versão final do trabalho escrito e do banner.

ETAPA 5 * (Valor: 1,5 ponto)

• Apresentação oral para os professores orientadores.

• Devolutiva 4.

(*) Essa etapa será necessária de acordo com as demandas do orientador. (**) Devolutiva
do professor orientador a respeito do trabalho produzido. (***) Apenas para as turmas do
6º ao 9º Ano.

ETAPA 6 (Valor: 3 pontos) Apresentação final.

6.3 – Os alunos do 6º ao 9º ano terão, obrigatoriamente, de apresentar um banner com a


seguinte especificações.

● Nesse banner, constará as etapas do trabalho escrito de forma sucinta e resumida.


Esse tema deverá, obrigatoriamente, passar por revisão dos professores de Língua
Portuguesa conforme esquema orientado pelo coordenador da área de Ciências da
Natureza.

6.4 – O trabalho escrito sobre o tema para a Mostra Científica será encaminhado ao professor
orientador. Caberá ao professor orientador a avaliação do trabalho escrito.

6.5 – Todos os alunos deverão participar da Mostra Científica com trabalhos originais e deve
ser evitada a apresentação somente de maquetes, ilustrações, impressos da Internet e outros
que demonstrem pouca originalidade. Espera-se a construção de um verdadeiro projeto
científico.

7 – Do professor orientador:

7.1 – Para a Mostra Científica, o professor orientador será aquele com que o trabalho mais se
adequar ao componente curricular de sua responsabilidade.

7.2 – O professor orientador terá como função orientar e dar suporte ao grupo durante a
elaboração do trabalho.

7.3 – A exposição na Mostra Cultural deverá contemplar trabalhos que demonstrem a evolução
e o desenvolvimento dos conteúdos ao longo do processo. Ficará a cargo do professor
orientador ou da disciplina, em diálogo com os alunos, a definição da melhor forma de
apresentação dos trabalhos na Mostra Científica.

8 – Das manifestações culturais e artísticas:

8.1- Caso apareça algo que explicite valores contrários à Filosofia e ao Carisma do SCM ou ao
Estatuto da Criança e do Adolescente, em algum momento da apresentação, deverá ser inserida
uma reflexão, convocando o público presente a fazer uma releitura crítica que os remeta aos
valores cristãos, lembrando que a Mostra Científico-Cultural pode e deve ser um espaço de
denúncia dos contra-valores e anúncio dos valores cristãos rumo à sociedade e ao ser humano
que desejamos ser e ajudar a formar.

9 – Dos espaços para a exposição dos trabalhos:

9.1 – A partir dos trabalhos definidos, serão distribuídos os espaços para a sua exposição por
áreas de conhecimento ou temas. Será de responsabilidade da Coordenação Pedagógica de
Segmento, junto com o Coordenador de Ciências da Natureza, definir esses espaços e
divulgá-los para professores e alunos.

10 – Das orientações para a execução do trabalho da Mostra Científica:

1 0.1 A partir da entrega dos temas/áreas como sugestões para o trabalho científico, o professor
orientador estará à disposição dos alunos para tirar dúvidas e mediar a construção dos trabalhos,
em atitude de ação-reflexão-ação.

10.2 O trabalho e tudo que o compõe deverá ser construído em grupo e apenas acompanhado
e orientado pelo professor orientador.

10.3 O coordenador da área de Ciências da Natureza disponibilizará, semanalmente, às


terças-feiras, o horário das 13h30 às 14h20, de 4/9 até 25/9, para orientação dos trabalhos de
cunho científico a serem apresentados na Feira de Ciências. O aluno ou o grupo que desejar
agendar o horário poderá fazê-lo com o professor do laboratório.

10.4 Caso as orientações não sejam seguidas, o trabalho, como um todo, não será avaliado,
principalmente se for comprovada a elaboração por terceiros e/ou a cópia de produções escritas
de outros autores que não estiverem na forma de citação. Nesse caso, os alunos receberão
somente a nota relativa à avaliação a critério do professor orientador.

11 – Da montagem do trabalho:

11.1 – A montagem dos trabalhos da MCC acontecerá no dia 2 de outubro em horário


letivo com a participação de todos os alunos. É importante salientar que o horário destinado a
essa montagem é a partir das 10h30. Os três primeiros tempos letivos terão aula regular.

11.2 – Nesse momento, os instrumentos, os objetos e os procedimentos do trabalho já deverão


estar prontos para serem, apenas, expostos no estande de cada grupo.

11.3 – Deverão comparecer ao colégio, no momento da montagem, todos os alunos


responsáveis para a organização da exposição e dos trabalhos da Mostra Científica.

12 – Da abertura oficial da Mostra Científico-Cultural: A abertura da Mostra Científica


acontecerá no dia 1° de outubro, das 19h às 21h, com apresentações artísticas coordenada pela
equipe de linguagens e, no dia 3 de outubro, às 8h, no local a ser indicado, com as
apresentações das produções acadêmicas realizadas pelos alunos, em parceria com os
professores de cada segmento.

13 – Da exposição e avaliação do trabalho:

13.1 – No dia 3 de outubro, sábado, haverá a visitação à exposição científica, bem como a
exposição dos trabalhos artístico-culturais da MCC 2015, no período de 8h30 até 12h30.

13.2 – A avaliação da exposição científica pelos professores será finalizada no sábado, dia 3
de outubro, das 8h30 às 12h30. Logo, o grupo só poderá desmontar os trabalhos ao final
da exposição, às 12h, podendo ser penalizado se houver desrespeito ao horário de
desmontagem ou abandono do estande.
13.3 – Alguns critérios de avaliação serão pontuados nesse último dia, como os
relacionados à organização, à limpeza e à desmontagem do local de exposição.

13.4 – A nota será atribuída individualmente. Os trabalhos da Feira de Ciências terão uma
única nota para os componentes curriculares de Ciências, Matemática, História e
Geografia (6º ao 8º Ano) e Física, Química, Biologia e Matemática (9º Ano ao Ensino Médio).

13.5 – É importante ressaltar que a apresentação dos trabalhos deve ser clara, objetiva e
coerente com as normas técnicas da ABNT e os requisitos científicos, sendo de suma
importância que seja uma atividade instigante e motivadora para a comunidade.

13.6 – A apresentação e a exposição oral do trabalho deverão ser feitas, exclusivamente,


pelos componentes do grupo; não deverá, portanto, haver interferência de terceiros.

14 – Do cronograma: Todas as datas importantes para a realização da MCC/2015 estão citadas


neste regulamento. É importante a observação dessas datas para que não haja penalidades na
avaliação.

 Sarau Cultural: 1° de outubro – 19h às 21h.

EVENTO DATA
Etapa 1 1°/3 – 4/5
Etapa 2 4/5 – 22/5
Etapa 3 22/5– 14/8
Etapa 4 14/8 – 21/9
Etapa 5 14/8 – 21/9
Etapa 6 3 de outubro
15 – Dos materiais:

15.1 – Todos os materiais necessários para a exposição e a apresentação dos trabalhos são de
responsabilidade dos alunos e/ou dos grupos, inclusive materiais eletroeletrônicos. A escola
disponibilizará, nos estandes, o material físico necessário para a apresentação dos trabalhos,
tais como cadeiras, mesas, cavaletes e carteiras.

15.2 – Os grupos não receberão materiais como papeis, fitas adesivas, entre outros, para a
montagem dos seus estandes. Ficará a cargo dos membros dos grupos providenciar o material
necessário para a montagem de acordo com o planejamento do trabalho.

16 – Da avaliação:

16.1 – A Mostra Científica terá o valor de 10 (dez) pontos na terceira etapa letiva, conforme o
valor total de uma avaliação parcial.

16.2 – A pontuação referente a cada etapa de avaliação está definida no item 6.2 deste
regulamento e os critérios para cada etapa estarão contemplados na ficha de avaliação do
professor.

16.3 – Será considerado como ponto para avaliação o comprometimento do aluno em conservar
o patrimônio do colégio: cuidados em não colocar, nas paredes, mesas e carteiras, fitas
adesivas, durex, tintas ou outras substâncias que causem danos. Caso aconteça algum dano ao
patrimônio, o aluno ou o grupo será responsabilizado e deverá repor ou consertar o que foi
danificado.

16.4 – Será valorizada a originalidade, a criatividade, a qualidade na apresentação visual, a


precisão científica, o domínio do conhecimento, dentre outros critérios especificados na ficha de
avaliação.

16.5 – O aluno, para ter direito à avaliação na totalidade dos pontos combinados com o professor,
deverá, obrigatoriamente, participar de todas as etapas do trabalho, inclusive estar no sábado
para apresentá-lo à comunidade educativa, em sistema de rodízio, se for o caso.

16.6 – O aluno ou o grupo que, por motivo de força maior, não puder apresentar o seu trabalho
na data prevista, deverá comunicar à Coordenação Pedagógica e de Área, justificando a sua
ausência na data de apresentação. Para que essa justificativa seja aceita, é necessário que ela
seja realizada 10 dias antes da data marcada para o evento.

16.7 – Caso isso não ocorra, o aluno só contará com os pontos atribuídos às etapas das quais
tenha participado ou conforme determinação dos professores e combinado com os alunos.

16.8 – Os alunos que não entregarem seus trabalhos nas datas marcadas para avaliação terão
sua nota comprometida.

*Casos omissos serão analisados pela Equipe Pedagógica e pela Coordenação de


Ciências da Natureza.
Feira de Ciências: ciência, cultura e tecnologia
– tudo a ver

Instituto João Siqueira de Figueiredo – Conceição/PB


Introdução
Todo ser humano precisa aprender. Na escola, a aprendizagem se refere a domínios que só ela pode
melhor prover. São aprendizagens que supõem professores e gestores, intencionalidade pedagógica,
projeto curricular, materiais e recursos didáticos, todo um complexo sistema de ensino e avaliação que
sustenta e legitima os conhecimentos pelos quais a escola é socialmente responsável. Essa necessidade
constante de aprender é reflexo da sociedade atual, em que a tecnologia, o consumismo e a globalização
são influenciados pelo conhecimento científico. Frente a isso, acreditamos que a escola tem um papel
significativo no desenvolvimento do conhecimento científico.

Para isso, é importante que ofereça aos seus discentes momentos que priorizem a iniciação científica,
com projetos implementados ao longo das atividades letivas, a fim de desenvolver no seu alunado
competências e habilidades necessárias para desenvolver a inovação e a pesquisa, bem como não ficar
alheio às necessidades da sociedade contemporânea em que está inserido.

As Feiras de Ciências contribuem para inserir e despertar nos alunos o interesse pelas Ciências,
possibilitando que investiguem sobre problemas locais, regionais, estaduais; enfim, permitem que
ampliem seus conhecimentos sobre determinado assunto por meio da pesquisa. Nesse caso,
consideramos que o ensino de Ciências é peça-chave para inserir os adolescentes no mundo da
pesquisa, desmitificando a visão de uma ciência difícil, principalmente ao se falar da Química e da Física,
pois, na maioria das vezes, os conteúdos são descontextualizados, fazendo com que os alunos não
tenham o gosto por essas disciplinas.

Em todas as modalidades do exercício do ensino-aprendizagem, a melhor maneira de aprender é


exercitando o conhecimento.

Os livros, as revistas, as aulas teóricas e as conferências fornecem uma sólida base, porém assimilamos
verdadeiramente os conhecimentos quando colocamos em prática as teorias. Para aprender matemática,
temos que resolver muitos problemas e exercícios. O mesmo ocorre com as ciências ditas naturais. Aliás,
uma das etapas de maior importância do método científico é a experimentação, que distingue uma ciência
exata dos demais ramos do conhecimento humano.

O Instituto João Siqueira de Figueiredo (IJSF) trabalha quase da mesma maneira que os cientistas
profissionais. Através da observação, experimentação e investigação, especulamos e comprovamos a
validade de nossas hipóteses mediante mais experimentos, tudo isso com o objetivo de aprendermos
mais levando nosso alunado à introdução da pesquisa desde o maternal, com as experiências mais
simples até as mais complexas, que envolvem o Ensino Médio.

Justificativa
Atualmente, a Educação necessita buscar alternativas de ensino-aprendizagem que motivem os alunos,
que despertem seu interesse pelo aprender, desenvolvendo assim a habilidade da autonomia, evitando
aula que somente repassa conhecimentos ou a escola que somente se define como socializadora de
conhecimentos, não sai do ponto de partida e, na prática, atrapalha o aluno, porque o deixa acomodado.

Diante da crescente importância que têm adquirido a Ciência e a Tecnologia para o desenvolvimento da
sociedade voltada para a modernidade, tornou-se fundamental a promoção de uma cultura científica que
propicie melhores condições para a busca do conhecimento.

O Instituto João Siqueira de Figueiredo, diante desse desafio, elaborou a proposta da Feira de Ciências
numa ação conjunta da coordenação pedagógica e do grupo de docentes da instituição.
Sendo uma atividade pedagógica e cultural, a Feira de Ciências tem um elevado potencial motivador do
ensino e da prática científica, tanto no grupo de docentes quanto no grupo de discentes, possibilitando o
envolvimento de todos durante a organização do evento.
Serão intensos momentos de planejamento, discussões e adequação. No desenvolvimento desses
trabalhos, temos objetivos mais específicos, tais como: despertar o interesse pela investigação científica,
estimular o desenvolvimento do método científico, desenvolver competências e habilidades relacionadas
com o fazer científico, desenvolver o senso crítico, despertar o senso de cooperação, promover a
interação comunidade-escola, incentivar estudantes a seguirem carreiras científico-tecnológicas, perceber
a importância da multidisciplinaridade no desenvolvimento da Ciência.

É relevante afirmar que a intenção da realização das Feiras de Ciências no IJSF é inserir todos os alunos
da escola nas atividades que envolvam assuntos relevantes para todas as faixas etárias, ou seja, todas
as modalidades de ensino que oferecemos.

Habilidades/modalidades trabalhadas
A primeira etapa foi realizada no dia 10 de novembro de 2015, dentro da escola, com a presença da
comunidade do Maternal ao Jardim II. Foram trabalhados os meios de transporte, experiências indicadas
para a idade de cada um e a importância dos seres vivos. Do 1º ao 5º ano, foram trabalhados os
assuntos: A Água; O Sistema Solar; A Lua; Experiências e Desafios, Nada Além de Um Minuto. Do 6º ao
9º, os temas abordados foram: Lendas, Reprodução Humana, Uso dos Alimentos de Todas as Formas
Possíveis, Homenagem aos 50 Anos da Jovem Guarda. No Ensino Médio, do 1º ao 3º ano, foram
apresentadas Experiências Químicas, Análise de Células, O Surgimento do Universo e Robótica, dando,
assim, ao nosso projeto, uma visão ampla e participativa de todos os nossos alunos e professores numa
ação conjunta para apreciação da comunidade local, sendo esta a maior preocupação do IJSF.

A segunda etapa aconteceu no dia 18 de novembro de 2015, no auditório da escola, com a presença de
vários palestrantes, que falaram a respeito do uso de drogas e os seus malefícios para a juventude. O
grupo de dança da escola encerrou essa etapa.

A terceira e última etapa planejada aconteceu no dia 24 de novembro de 2015, quando os alunos do
Instituto João Siqueira de Figueiredo plantaram quarenta árvores nas ruas de Conceição, precisamente
na praça do Cemitério Público. Os alunos encerraram a Feira de Ciências plantando mudas de ipê, mais
conhecido na região por pau-d’arco, que é uma planta nativa da Região Nordeste.

Objetivos
Geral
Despertar a curiosidade científica, treinando os estudantes na utilização de métodos que o estimulem a
formular questões científicas baseadas na realidade cotidiana por eles vivenciada e despertando um
maior interesse pela escola, com a elevação da frequência às aulas e melhoria da aprendizagem.

Específicos
• Promover o desenvolvimento da criatividade e da capacidade investigativa nos estudantes, para
despertar vocações através da pesquisa na escola.
• Incentivar o desenvolvimento do conhecimento científico a partir da oportunidade de intercâmbio entre
professores, estudantes-pesquisadores e visitantes da Feira de Ciências.
• Estimular o planejamento e a execução de projetos por estudantes e professores, incentivando o
desenvolvimento da produção científica juvenil.
• Divulgar o avanço científico-tecnológico educacional alcançado pela escola no que se refere às
habilidades e atitudes investigadoras.
• Valorizar os aspectos qualitativos da produção científica, visando diminuir a competitividade presente na
Feira de Ciências.
• Conscientizar o alunado juntamente com a comunidade sobre os problemas ambientais atuais, inserindo
ações que evidenciem a preocupação da escola.
Público-alvo
• Educação Infantil.
• Ensino Fundamental.
• Ensino Médio.
Metodologia
Descrição das principais atividades desenvolvidas:

Elaboração da proposta de implementação da Feira de Ciências no Instituto João Siqueira de Figueiredo.


Escolha do nome da 19ª Feira de Ciências pela equipe organizadora e encontro com todos os professores
dos ensinos Infantil, Fundamental e Médio.
Realização de encontro para escolher a logomarca do evento aberto a alunos da escola.
Divulgação nas escolas, mostrando a importância de projetos como este para o aprimoramento das
formas de se construir o conhecimento e seus resultados no aprendizado efetivo do aluno e de quem
participa.
1 - Ensaios na escola para o aprimoramento do trabalho a ser apresentado e realização das intervenções
necessárias.
2 - Organização e realização de oficinas de elaboração de projetos para alunos e professores.
3 - Apresentação de seminários sobre produção científica e pesquisa.
4 - Exibição de filmes, palestras, danças, exposições e utilização de recursos tecnológicos.
5 - Dados os temas que darão origem à pesquisa (do Maternal ao Ensino Médio) e o levantamento de
perguntas/questões, cada 6 – grupo envolveu conhecimentos de acordo com o seu ano.
7 - Apresentação de atividades lúdicas envolvendo o ensino de Ciências para a comunidade.
8 - Realização dos trabalhos acompanhada pelos professores.
9 - Palestras no auditório da escola sobre drogas.
10 - Plantação de mudas de árvores na cidade, envolvendo os próprios alunos, os professores e a
comunidade.