Você está na página 1de 5

Abrir menu principal

Pesquisar

Participe do concurso fotográfico Wiki Loves Earth Brasil


2019
Submeta fotos sobre o patrimônio natural Brasileiro e concorra a
diversos prêmios

Magia do Caos
 Ler noutra língua

 Vigiar esta página
 Editar
Este artigo ou secção contém fontes no fim do texto,
mas que não são citadas no corpo do artigo, o
que compromete a confiabilidade das
informações. (desde abril de 2018)
Por favor, melhore este artigo inserindo fontes no
corpo do texto quando necessário.
A caosfera ou estrela do caos, é o símbolo mais popular na Magia do Caos, outras variantes também
existem.

Aleister Crowley, sob traje de alto grau da OTO (Ordo Templi Orientis)

Robert Anton Wilson


Austin Osman Spare

Yin-Yang
psiconauta

O conceito de Magia do Caos (derivado diretamente do Caoísmo) é


relativamente recente, tendo origem em West Yorkshire, na Inglaterra, nos
anos 70 do século XX. Influenciada pelas práticas Thelêmicas de Aleister
Crowley e Austin Osman Spare, a Magia do Caos é primeiramente uma prática
que abrange diversos sistemas mágicos. Trata-se de uma das tendências
modernas em ocultismo, construída com base na rejeição de qualquer forma
de dogmatismo e a primazia da experiência mágica pessoal (que pode, por
outro lado, incluir sistemas existentes). O movimento de Magia do Caos se
originou no final de 1970 na Inglaterra, e até a década de 1990 permaneceu
no meio underground; a sua ocorrência está associada ao crescimento do
interesse no oculto entre as comunidades de jovens, e à subcultura. A máxima
central deste tipo de prática é "se funciona, usa-a". A Magia do Caos usa o
estado de Gnose, através de práticas como meditação, música, dança, uso de
ervas, dor, ou orgasmos, como forma de realizar práticas divinatórias ou
outras práticas mágicas[1]. Os Magos do Caos acreditam que conseguem
moldar a realidade, ascendendo a estes estados de consciência e projetando
(ou lendo) imagens ou pensamentos.
Apesar de algumas práticas serem diretamente relacionadas à Magia do Caos -
tal como o uso de "sigilos" (vide Sigilo (magia)) e o uso de "servidores"
(vide Servidor) -, este tipo de práticas é normalmente baseado em sistemas de
crenças individuais, e de base adogmática. Alguns Magos do Caos acreditam
que algumas destas práticas constituem uma forma de paradigma de pirataria
(Lifehacks). Algumas fontes comuns neste tipo de inspiração incluem áreas
diversas como ficção científica, teorias científicas, teorias da
conspiração, shamanismo, filosofia oriental, religiões, e experiências
individuais. Apesar de enorme variação, os Magos do Caos frequentemente
trabalham com paradigmas caóticos, incluindo humorísticos, como Hundun
do Taoísmo e Éris do discordianismo.
A Magia do Caos é caracterizada pelo uso de ambas as técnicas tradicionais,
baseadas em sistemas místicas orientais e ocidentais já existentes, e novas,
desenvolvidas pelo próprio magista[2]. Entre estes últimos, deve-se notar o
método de sigilação de Austin Spare, além de conjuntos próprios de símbolos
mágicos (estrela do Caos, Caosfera, conceitos probabilísticos e imutabilidade,
entre outros). Outra característica, de acordo com os próprios seguidores, é o
amplo uso de estados alterados de consciência, incluindo transe e alguns
estado de êxtase que os proponentes da Magia do Caos chamam
de Gnosis (não confundir a compreensão do termo com a sua interpretação
tradicional hermética). Para atingir este estado, os magistas podem utilizar
drogas ou práticas sexuais, entre outros métodos[3].
História
Quebra de Paradigma Mágico - ou "Quebrar o Ego"
Magia do Caos no Brasil
Ver também
Ligações externas
Referências

Última modificação há 16 dias por Marcoasxd


Conteúdo disponibilizado nos termos da CC BY-SA 3.0, salvo indicação em contrário.

 Privacidade
 Versão desktop