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Alma Sombria

Serviço de Suporte a encontros de 1 Noite – 1NS


Quatro meses se passaram desde que o coração de Ellie foi quebrado por seu
namorado traidor, Gerrid. Doente de luto, ela sai em busca de um homem para
fazê-la esquecer.

Madame Eve da 1NS organiza para Ellie um encontro com um homem na


Discoteca noturna em Miami.

Bryce não é só sexy como o pecado, mas cheio de mistério. Ele faz coisas que
nenhum homem deve ser capaz de fazer. Ellie pode questionar a sua
velocidade rápida, as mãos frias, e até mesmo a maneira como ele morde a
sua pele, se ele não estava tão determinado a despertar a parte dela que foi
enterrado por mentiras.

Dias se passaram desde a última alimentação de Bryce e sua fome de


vampiros exigia ser saciado. Mas a alimentação não é a sua única intenção.
Ellie é uma mulher diferente, poderosa, e Bryce ter planos para empurrá-la
para descobrir. Para mostrar que ela pode fazer coisas que nunca imaginou ser
possível e forçá-la a ver a força que ela anseia e que já vive dentro dela.

Ellie terá que escolher, expor tudo de si mesma, ou ficar escondida nas
sombras escuras. Mas Bryce terá que fazer uma escolha também, deixá-la ir
ou manter Ellie para sempre?
Capítulo Um

Coração partido. Lágrimas sem fim. Ellie estava doente pela perda de
seu namorado idiota, Gerrid, que pisou em seu coração, porque "fiel" era uma
palavra sem significado em seu vocabulário.

—Tudo o que você precisa fazer é ronronar e você é uma gatinha


totalmente sexy — disse Kenna. — Isso e seu encontro vai ter uma ereção no
segundo que te ver.

Sua melhor amiga estava fumando sozinha. Com seus olhos azuis e
cabelo loiro, vestida com um short, camisa xadrez e blusa branca amarrada
para mostrar seu umbigo, ela parecia uma típica Barbie.

—Uma colegial?

—Pare com isso — Kenna retrucou. — Este equipamento tem me


dado alguns pernoites.

Compromisso, nunca significou nada para Kenna, mas ela não era
uma vagabunda qualquer. Mais que tudo ela amava os benefícios da vida de
solteira e a vivia ao máximo. Ellie tentou pensar da mesma forma. Uma vez
que ela tinha amado e se dado mal. Agora, ela tinha outro pensamento sobre a
ideia e esperava andar nos passos de Kenna.

— Esta pronta para ir?

Kenna agarrou seus próprios seios e apertou-os.

—Pronta!

Ellie foi para a porta da frente, rindo. Ela não morava num
condomínio luxuoso por causa de seu trabalho no banco Transatlântico como
consultora financeira. Era bem paga, mas comprou a casa dos fundos da
propriedade de seu pai cinco anos atrás.

Na porta da frente, ela saiu para noite de verão em Miami dando em


sua pele um arrepio. Há um mês, ela contratou os serviços da Madame Eva,
que era dona do 1NS. Ela não queria encontrar o homem dos seus sonhos,
simplesmente queria uma noite para deixar uma impressão duradoura em seu
corpo.

Depois de trancar a porta, ela olhou para Kenna.

—Obrigado por vir, e isso pode ser bom depois de alguma ação, mas
no caso dele ser um canalha, você é minha rota de fuga.

Kenna riu.

—Olhe para você, Miss Nympho.

—Eu só preciso de algo para me fazer sentir melhor. Estou farta de


estar no Lixo.

Kenna arqueou as sobrancelhas.

—O que você precisa é um lembrete grande e duro do que ainda há


algo de bom no mundo.

—Um lembrete grande e duro, hein?

Kenna assentiu, sorrindo de orelha a orelha.

—Um enorme, eu espero.

Andando com sua amiga, ela caminhou rapidamente pela rua. Quanto
mais cedo ela chegasse ao bar, mais cedo poderia levá-la ao mundo do
esquecimento. Ela desejava fugir da dor em seu peito e nada que ela já havia
tentado funcionou. A 1NS tinha que fazê-la feliz, mesmo que por pouco tempo.

Quando elas chegaram à boate noturna, seu núcleo pulsou com


energia. Ela recebeu alguns olhares de pessoas de meia idade para a sua
escolha de vestuário, que confirmou que tinha escolhido corretamente. O
vestido de couro abraçou seu corpo de cada maneira que deveria. Baixo o
suficiente para mostrar os seios, fazendo-os inchar no topo, e a bainha
descansava logo abaixo de sua bunda.
As luzes brilhantes delineando o edifício, a grande praça iluminou o
céu escuro.

Dentro a música baixa vibrava contra sua pele. Uma fila de pessoas
lado do edifício aguardava a entrada.

—Caramba, nós vamos ter que esperar para entrar — Ela queria
desesperadamente conhecer seu encontro, não ficar de fora metade da noite.
Seu cabelo estaria com frizz e quando entrasse, pareceria mais cansada do que
sexy.

Kenna sorriu.

—Aqui é onde a minha estratégia entra em jogo.

—Qual a estratégia?

—Os homens que guardam a porta para que você não tenha que
esperar. — Kenna caminhou até o segurança, recebendo carrancas de toda a
multidão. A montanha humana inclinou-se para beijar sua bochecha.

Estes dois tinham definitivamente esquentado os lenções e, a julgar


pelo arder em suas expressões, ele ainda a queria. Kenna sempre causava
esse efeito. Ela mantinha os homens em sua vida cobiçando-a com as suas
línguas abanando fora. Eles nunca apareciam para abrigar maus sentimentos.
Na maioria das vezes, ela reunia os homens que fariam qualquer coisa por ela.

Ellie a invejava por isso.

Após uma breve conversa com o segurança, Kenna olhou por cima do
ombro e acenou para frente.

Oferecendo um olhar de desculpas à multidão por se intrometer na


fila, Ellie entrou no estabelecimento indo direto para o segundo andar. Ela
examinou o andar de baixo do local. Luzes e batidas explodindo através da
grande espaço e pessoas lotavam a pista de dança.

—Ele deveria me encontrar no terceiro andar — ela gritou por cima


da música.

Kenna assentiu, pegando sua mão e correndo até as escadas


restantes. Quando Ellie entrou no bar do terraço, sentiu o ar quente em sua
volta, e os frescos perfumes do verão misturados com o escape de automóveis
e oceano a cumprimentaram.
Muito parecido com os outros andares, bartenders estavam
espalhados servindo álcool, mesas com cadeiras colocadas ao longo, e a pista
de dança estava recheado de pessoas intoxicadas. A vista de Miami era um
espetáculo a quilômetros no horizonte iluminando o céu escuro.

Kenna parou num dos bares, inclinou-se sobre o balcão, e apertou


seus seios juntos para que eles inchassem sobre o topo de sua camisa.

—Isso vai chamar sua atenção.

O garçom chegou ao seu lado em dois passos e dois segundos. Seu


cabelo escuro e com estilo, sobrancelhas arqueadas, com seu uniforme azul
bebê focado em Kenna.

—O que posso fazer por você. —ele falou aos seus peitos.

Kenna apertou os seios com os braços e o homem lambeu os beiços.

—Dois Cosmos Funky e quatro doses de sambuca.

Ele finalmente olhou em seus olhos, assentiu com a cabeça, e correu


para preparar as bebidas.

Ellie riu.

—Estou surpresa que ele não enterrou a cabeça em seu decote.

—Oh, você pode rir, mas é só esperar. — Kenna sorriu para o barman
que atualmente sobrecarregava os litros, derramando o líquido escuro sobre a
madeira. Seus olhos se arregalaram com o álcool escorrendo de seus dedos e
ele atrapalhou limpando a bagunça.

Quando o garçom retornou, Ellie tomou um rápido gole. No momento


em que ela acabava com o segundo drink, o garçom tinha colocado um Cosmo
na frente dela.

—Por conta da casa, senhoras.

—Obrigada. — Kenna lambeu o açúcar do copo de Martini com a


língua em um gesto inegavelmente sensual.

Ele gemeu.
Ellie tomou um gole de bebida para impedir-se de rir. Para ser tão
ousada necessitaria confiança. Ela tinha que prestar atenção e aprender uma
ou duas coisas com Kenna.

—Fiquem por perto essa noite e eu vou saciar essa sede de vocês. —
sua voz profunda e um sorriso curvou-se ao lado de sua boca.

—Mmm — Kenna cantarolou — Eu estou com bastante sede.

Num piscar de olhos, o barman foi servir outros clientes. Ellie bufou.

—Voce não pode estar falando sério. O primeiro cara que você fala e
ele já está correndo atrás de você.

Kenna abanou-se.

—Eu tenho um dom. — Ela engoliu um grande gole de Martini.

—O que acontecerá com meu encontro?

—Você vai vê-lo e parar de ser tão nervosa.

—Não, eu não faço e eu estou nervosa.

—Oh, por favor!— Kenna rejeitou a observação com um aceno de sua


mão. —Qualquer outro cara sonharia em levá-la para casa. Então, pare com
isso.

Se Ellie acreditasse nisso. Ela examinou a pista de dança, procurando


o homem com a imagem que Madame Eva tinha enviado. Em vez disso, ela
tinha olhares quentes de caras que ela não tocaria nem seus piores dias.
Assim, em vez de continuando a busca, ela demorou a tomar um assento em
um tamborete, escutando o barman e Kenna falarem bobagens sujas um para
o outro. Por que ele não está aqui?

Depois que ela bebeu seu segundo Cosmo, arrepios surgiram na


parte de trás de seu pescoço, e ela olhou por cima do ombro para descobrir
seu encontro na parede de trás. Seu olhar focado em uma pessoa, nela.

—Oooo... Meu encontro está olhando para mim — exclamou ela.

Kenna não respondeu ocupada demais jogando olhares arregalados


para o bartender. Ellie deu-lhe uma cotovelada. Ela sibilou enquanto esfregava
suas costelas.
—O que?

—Ele está aqui. Vou dançar. — Ela fez um gesto para trás e sorriu
para mostrar suas intenções.

Kenna espiou por cima do ombro antes de se concentrar novamente


em Ellie e dando um sorriso predador.

—Divirta-se!

Ellie deslizou para fora do banco, mantendo seu foco no estranho.


Sua mera presença gritava sexo. Muito mais alto que seu quadro cerca de
1,90, mas construído como uma casa de tijolos. Seus braços musculosos
estavam cruzados sobre o peito, seus largos ombros tentadores, que ela não
podia esperar para passar as mãos sobre eles esta noite.

Colocando um pouco de glamour em seu passo, ela fez seu caminho


para a pista de dança.

A música techno caiu sobre ela, e as vibrações eram fortes. Sua


música pesada e densa.

Ficando na borda da multidão, ela encontrou seu ritmo e o


acompanhou. Girando, ela passou as mãos ao longo de seu tronco e fez tudo
para ganhar sua atenção.

Para todas as aparências, seu plano funcionou.

Ele deixou cair os braços ao seu lado e deu um passo a frente. Seus
brilhantes olhos azuis, seu cabelo curto e na moda, esquentando-a da cabeça
aos dedos dos pés. Seu coração disparou. Suas inseguranças se afastaram. O
mundo ao redor deixou de existir, deixando apenas os dois.

Umidade molhou sua calcinha. Suas narinas dilataram e seu olhar a


queimando profundamente. Ele aproximou-se e, quando se estabeleceu em
sua frente, agarrou-a por trás e puxou-a contra seu corpo duro. Com sua
cabeça jogada para trás, ele se inclinou, segurou sua nuca, e a beijou.

O que o beijo de um estranho deveria significar? Não se mostrava


como um doce “Oi”. Não, era uma promessa que ele lhe daria prazer e ela
cantou um grande “obrigado Jesus” por trazer-lhe.
Sem pensamentos. Não sei. Apenas dois corpos suados indo até a
pista de dança.

Bryce tinha visto a mulher que Madame Eva escolheu para ele no
momento em que ela saiu para a pista. Seu interesse, no entanto, não tinha
nada a ver com sua beleza. Não que sua aparência não lhe agradasse
firmemente, seu corpo curvilíneo foi feito para ter sua atenção. Seus seios
saltaram a cada passo que ela dava e ele ansiava por lambê-los. Seu cabelo
longo e loiro chegava até a sua bunda espetacular, e ele imaginou como
pareceria nua, com seus cabelos decorando sua pele.

Novamente, não foi o que o cativou. Também não lhe interessava o


fato de que ela aceitou seu beijo, sem uma palavra falada. Um fácil beijo.
Embora o pensamento a fizesse apelar para ele, e ele planejasse encontrar
uma casa entre suas coxas, a dor em sua expressão segurou seu foco. Sua
alma era sombria.

Ele estava cansado, vivia há 60 anos no mesmo estilo de vida. Ter um


consorte humano não lhe interessava há muito tempo. Depois de lhe ter sido
dado à imortalidade, as mulheres e intermináveis noites espetaculares de sexo
satisfeito. Não mais o sustentava.

Ele exigia mais para parar de tomar e dar algo em troca.

Estes últimos anos tinham alterado a sua vida de forma notável, e os


serviços de Madame Eva ajudaram-no a encontrar mulheres com o coração
quebrado. Ele pediu um encontro que não estivesse em busca de amor, mas
que tivesse um coração quebrado e precisasse ganhar de volta sua confiança.
Madame Eva nunca falhou.

Com a boca inclinada sobre a dela, ele não duvidou de sua


indulgência. Seus lábios estavam molhados e ela seguia seus movimentos
ansiosamente. Cada redemoinho de sua língua a fez afundar-se ainda mais
contra ele. Ele empurrou seu pau duro contra seu estômago mostrando seu
entusiasmo.

Seu suave gemido não seria ouvido no alto clube, mas a adorável
respiração soou, nítida e clara, para ele. Ele ansiava por sentir em redor de seu
pênis, fazer esses ruídos mudarem para burburinhos de prazer.

Depois de um beijo final, ele recuou, mas prendeu seu rosto em suas
mãos. Ele poderia se perder nos ardentes olhos verdes olhando para ele.

—Você tem um gosto espetacular.

—Hummm... Acha que eu tenho? — Seu sorriso inocente apertou seu


pênis. Ela não tinha ideia de como era de tirar o fôlego, ele a encontrou. —Eu
nunca tinha sido descrita completamente desta maneira antes.

Maus pensamentos entraram em sua mente. Se a boca tinha um


gosto tão divino, não podia esperar para cravar os dentes em seu pescoço e
fazer uma festa em seu deleitável sabor.

Quatro dias se passaram desde a sua última alimentação e sua fome


pedia para ser saciada. A mulher que ele prendia em seu abraço poderia ser a
maneira perfeita para satisfazer seus desejos. Seus beijos eram gananciosos,
mostrando sua vontade, e ele mal podia esperar para chegar em sua casa.

O sangue era sua sobrevivência. Durante anos, ele foi sozinho, e sua
única opção era se alimentar dessa maneira. Até que, o verdadeiro amor tinha
sido encontrado. No entanto, na noite em que ela soube de sua herança, ela
correu de medo. Seu coração morreu naquela noite e nunca renasceria.

—Nós... er ... não nos apresentamos com exceção do perfil que


Madame Eva nos enviou. — Suas bochechas ficaram carmesins. —Sou Ellie.
Você é?

Ele sorriu por ela se envergonhar. —Bryce.

—Eu diria que é um prazer te conhecer, mas eu acho que nós já


abordamos isso.

—Na verdade nós temos.

Ela sorriu docemente e sua bondade deu-lhe uma sensação de não


ser uma criatura da noite.
—Gostaria de tomar uma bebida?

—Claro — respondeu ela. —Um Cosmo Funky.

Ele deslizou sua mão na dela, enfiando os dedos contra sua pele
quente e ela engasgou. Tão sensível. Tão sensível. Pura diversão. Ele a levou
para longe da pista de dança em direção a uma mesa num canto. Ele puxou a
cadeira e ela se sentou, cruzando as pernas. Sua pele era cremosa e suave.
Ele prometeu que no final da noite, sua língua correria o comprimento de suas
espetaculares pernas.

—Fique aqui — ele disse— Eu já volto.

Ela assentiu com a cabeça, balançando a perna em seu joelho. Se ela


tentou provocá-lo, a tática funcionou.

Ele saiu para buscar sua bebida e voltou para a mesa um pouco mais
tarde. Colocou o martini na frente dela e ela inclinou a cabeça. —Você não
bebe?

Ele balançou a cabeça, sentado na frente dela. — Não álcool, de


qualquer maneira.

— Que pena! — Ela levantou o copo à boca e tomou um longo gole.


— Está bom.

Ele continha sua diversão. Coragem líquida e, aparentemente, ela


precisava de uma grande quantidade disso já que ela consumiu quase metade
de seu Cosmo em um gole.

—Então, Ellie, me diga por que você arranjou para me encontrar?

—Eu... — Ela hesitou, bebeu sua bebida antes que ela colocasse o
copo sobre a mesa — Eu estou procurando uma noite de diversão.

—Você quer transar?

Seus olhos se arregalaram antes que ela risse nervosamente.

—Não é por isso que você se inscreveu com Madame Eva, também?

—Não é a única razão, mas porra, você não soa como uma má
maneira de passar uma noite.
—Não, não uma noite ruim em tudo. — Sua voz saiu mais suave aos
sussurros, e ela estudou o chão.

Ele passou o dedo até a parte externa de sua panturrilha.

—Antes de prosseguirmos com a nossa noite, diga-me quem quebrou


seu coração?

Sua cabeça se ergueu.

—Perdão?

—Explique por que vejo tanta dor em sua expressão.

Sua respiração deixou seus pulmões em um assobio alto.

—Por que você se importa?

—Interessa-me.

Ela olhou para ele com uma máscara de suspeita. O que estava
acontecendo? Ela disse a Madame Eva para não mencionar isso a ninguém. Ela
estava em um acesso de raiva.

—Eu não estou interessada em ser fodida por piedade. — Virando-se


para o lado, ela procurou uma saída.

Ele agarrou seu pulso.

—Nunca Madame Eva me contou sobre seu recente rompimento. Eu


vejo dor profunda por trás desses seus olhos bonitos, e te darei uma noite de
prazer porque eu quero, eu tenho que saber o que aconteceu. Então, por favor,
conta pra mim.

Sua boca formou um O. Ou sua pergunta a atordoou ou ela


acreditava nele, por que ela se acomodou em sua cadeira.

—Não há muito para contar realmente. Eu perdi três anos da minha


vida com alguém que não merecia o meu tempo.

—Não merecia você — ele corrigiu.

Ela bufou.
—No entanto, você dizer isso, é o mesmo. Para encurtar a história,
ele me traiu e eu chutei sua bunda.

Seu tom frio não o enganou nem por um segundo, o evento a afetou
mais do que ela deixava transparecer.

—Mas a sua traição ainda te entristece?

—Não — ela retrucou. Ante sua sobrancelha arqueada, ela suspirou.


— Ok, bem, talvez um pouco...? Eu acho que eu deveria ter visto isso. Gerrid é
um atleta, precisa sempre de ser vencedor Obviamente, eu não o fazia se
sentir especial o suficiente.

Ele passou o dedo em seu queixo.

—Qualquer homem que não te veja como um prêmio é um tolo.

Ela sorriu sem nenhuma força.

— É claro que você vai dizer isso, é uma maneira de se defender.

Ele arqueou uma sobrancelha de novo.

—Eu estou perdendo, independentemente do que eu digo, não estou?

—Eu... Oh...

Ele teria deixá-la continuar, pois ele a encontrou murmurou discurso


cativante.

Mas ele desejava trazer a mulher forte dentro dela para fora.

—O homem não é mais parte de sua vida?

Ela assentiu com a cabeça, firme e determinada.

—Ele não é.

—Se você pudesse voltar para ele, voltaria?

Ela ponderou.

—Eu só voltaria se ele fosse a pessoa que era quando eu o conheci.

Suas respostas não desvendaram sua confusão, mas sua curiosidade


não poderia ser retida.
—Então, você não está apaixonada por ele?

Ela bufou.

—Como você cuidar de alguém que me feriu? Não, eu não tenho


sentimentos por ele. Se sinto falta do homem por quem me apaixonei? Sim,
mas Gerrid não é a pessoa que eu conhecia.

A consciência intrigou.

—Quem é ele?

—Um homem que desejava mais do que eu poderia dar. — Seu


queixo tremia, mas com um longo suspiro, ela se recompôs. — Meu Gerrid me
fez sentir como só eu existisse no mundo.

—E você acha que não pode experimentar essas coisas de novo?

Seu olhar intenso nunca vacilou.

—Eu já percebi que é impossível. O amor é sobre o que você precisa


nesse momento. Eu o fiz feliz, então, mas as pessoas mudam e crescem.

—Você acha que é possível crescer juntos?

Ela balançou a cabeça.

—Não, eu não posso acreditar nisso.

—Então, você acha que ele te traiu porque você mudou?

Ela encolheu os ombros.

—Essa pergunta você teria que fazer a ele. Eu não posso dizer por
que ele já não me vê como alguém que o fez feliz.

A honestidade que ela ofereceu ele o surpreendeu. Ela falou a


verdade tão livremente, independentemente do fato de que ela não tinha
nenhuma razão para colocar tanta fé nele. Mas uma coisa que ela disse que
não podia ser ignorada.

—Explique-me o que você entende por que não é ele você perdeu,
mas a si mesma?
—Eu quero ser a mulher que eu era antes. A pessoa que estava cheio
de felicidade que eu pensava que poderia explodir. — Ela inclinou a cabeça
para as mãos e suspirou tão profundo, antes que olhasse para ele. —Uma vez
eu acreditava em contos de fadas. Eu não sabia o sentimento de um coração
partido, não tinha visto o mundo com olhos cínicos, e é isso que eu sinto falta.
O antigo eu.

Seu coração sangrou por ela. Ele tinha falado com muitas mulheres
antes dela que tinham contado um conto semelhante e nenhuma tinha lhe
dado à resposta que ela deu. Normalmente, ele ouvia, "Foda-se o canalha que
me traiu", mas nunca expressavam o que havia sido roubado de suas vidas. A
verdade de suas palavras, mais a agonia crua nos olhos dela, segurou-o da
pior maneira. Ele segurou seu rosto.

—Você acredita que vai encontrar a mulher que foi uma vez?

Ela se inclinou contra seu toque.

—Você não pode voltar e pegar algo que foi embora.

—No entanto, você não escondeu nada de si mesma — ele ofereceu.


— Não declara a ingênua parte de você que ainda tem?

—Não, isso significa que eu não tenho nada a esconder. Você é o que
vê ou não.

Ele correu o polegar sobre seu lábio inferior.

—Estou impressionado com o que vejo. Eu aprecio que você


compartilhe sua história comigo, e eu estou intrigado para saber mais sobre
você, mas eu prefiro aprender essas coisas de você pela maneira que você
geme.

Isso é tudo. Ela pegou sua mão, segurando-a firme, e depois de se


despedir de sua amiga, ela o arrastou do clube.

Ele permitiu que ela o puxasse. Ela podia ter a intenção de afastar a
sua dor, atestando que precisava ser algo diferente, mas ele iria provar seu
erro.

Ela só precisava ser ela mesma.


Capítulo Dois

O Porsche preto estava estacionado em frente à entrada do clube.


Ellie não podia apreciar o carro, ela sabia pouco sobre ele, mas parecia muito
caro. Seu interesse estava no homem que abria a porta do passageiro.

Se não tivesse aprendido a lição? Nunca fale com estranhos e não vá


a nenhum lugar com ele. Ele abriu a porta e fez um gesto para ela começar.

A pergunta pairava no ar. “Posso ir com isso?”

Ele sorriu sensual, fazendo com que seu corpo para aquecer em
lugares íntimos.

—Sim, eu posso!

Ela afundou-se no assento de couro e inalou o cheiro de carro novo, o


estudando quando Bryce se aproximou da porta do motorista. Seu coração
batia com o pensamento da noite de luxúria pela frente. Ele se acomodou ao
lado dela e, em um movimento que a surpreendeu e parecia incrivelmente
rápido, ele a puxou para ele e apertou seus lábios contra os dela. Seu beijo a
consumia. As línguas deslizavam em um abraço ímpio com os lábios
esmagados. Bondade, o homem podia beijar. Seu clitóris pulsava e a umidade
ao longo de sua calcinha a fazia se contorcer. Ele riu baixo e profundo,
deixando-a ofegante.

—Não se preocupe. Eu não moro longe. — Ele colocou o carro em


marcha e acelerou pela rua.

Ela deixou cair a cabeça para trás e respirou fundo para se acalmar.
Fechando seus olhos, ela ouviu o barulho do motor, mas quando dedos frios
acariciaram sua perna, ela engasgou. Espreitando-o de lado, ela encontrou-o
com um sorriso, mas ele manteve seu foco na estrada.
Ele arrastou seu toque ao longo de sua coxa.

—Abra-se para mim.

Não soou como uma pergunta, e sim como uma ordem. Que ela não
tinha a intenção de recusar. Ela abriu as pernas, desesperada para sentir o frio
do seu toque contra seu calor úmido.

—Não posso esperar, você pode?

—Eu me recuso a esperar. — Ele correu os dedos sobre sua calcinha


de renda. Ela deveria estar constrangida pela forma que o material estava
úmido, mas não conseguiu encontrar vergonha em si mesma.

—Mmm .... — ele gemeu, circulando seu clitóris. —Aparentemente,


eu não sou o único que está ansioso.

O ronronar de sua voz intensificou sua excitação e ela rodou seus


quadris.

—Estou pronta — ela respondeu.

Ele puxou o tecido fino para o lado, expondo sua carne sensível, e
acariciou suas dobras lisas.

—Eu diria que você é quente e mais um pouco.

Nada mais existia apenas o sentimento dele brincando com sua


umedecida carne. Cada carícia queimando perversamente em seu corpo. Algo
que ela nunca tinha experimentado. Gerrid só brincava com ela como
preparação, para que ele pudesse dar prazer a si mesmo.

Isso, no entanto, era um mundo à parte. A maneira como ele


trabalhou seu dedo contra seu clitóris não tinha nada a ver com ele e foi tudo
para ela.

Assim que o começo de um orgasmo se levantou, juntou sua boca a


dela. Ela abriu os olhos para perceber que ele havia parado o carro. Ele puxou-
a para seu colo, continuando a dançar os lábios em sintonia com os dela.

Ele abriu a porta do carro, e com ela em volta dele, saiu. Dilacerando
sua boca com a dele, ela ouviu as ondas batendo ao longo da costa e
descobriu que sua casa estava situada em frente à praia.
—A noite é perfeita — disse ele, tirando seu foco de volta para ele. —
Olhe para cima.

No céu, a lua cheia brilhava em glória esplêndida.

—Linda!

—Você é.

Ela olhou para ele e um sorriso apareceu nos cantos de sua boca.
Suas bochechas se aqueceram.

—Obrigada.

Surpreendendo-a, ele não levá-la para a casa. Porém, chama-la de


casa poderia ter sido um eufemismo. A mansão moderna construída em vidro
brilhando assombrava.

—Você mora aqui?

Ele riu.

—Você aprova?

—Ah, sim, eu diria que aprovo.

Seus olhos brilharam com um lampejo de emoção que ela não


conseguia descrever, mas quando ele apertou a bunda dela, ela decidiu que
não se importava muito.

—Eu pensei que você podia desfrutar da vista.

Ela olhou por cima do ombro e escapou de seu abraço. Muito verde,
árvores tropicais cercaram o quintal amplo com uma piscina concebido como
uma réplica exata de uma lagoa de floresta amazônica no centro. Ao longo da
cerca dos fundos, uma cachoeira espirrava entre profundas pedras verdes
cobertas de musgo e plantas. As luzes decorativas espalhadas pelo quintal
davam um brilho romântico.

Ela estava sonhando? Tudo parecia perfeito demais. Antes que ela
tivesse tempo para considerá-lo mais, ele fechou a distância entre eles e
capturou-a em um beijo que enviou cócegas direito em para sua carne
sensível.

Depois de uma mordidela no lábio inferior, ele recuou.


—Você quer tomar um banho?

—Soa bem.

Ele deu-lhe uma vez mordida e apertou a mandíbula, antes que ele se
aproximasse de uma cadeira do lado esquerdo da lagoa.

—Tire a roupa e entre.

Eu ouvi corretamente?

—Você não vai se juntar a mim?

Ele balançou a cabeça.

Ela tentou descobrir as razões por trás de suas decisões, mas não
conseguiu.

—Por quê?

—É tão difícil de acreditar que eu estou mais interessado em ver


você?

—Bem... er ... Sim.

Ele não disse nada, o que a irritou. Ele não deveria estar tentando
conquistá-la? Seria sido uma coisa para reunir a coragem para um caso de
uma noite. Mas se expor para um perfeito desconhecido enquanto ele
observava, levaria a confiança que ela não tinha.

Depois de uma pausa, suas sobrancelhas foram arqueadas.

—Você mudou de ideia sobre esta noite?

Eu mudei? Sua situação atual era algo que nunca tinha enfrentado
antes, e duvidava que fosse experimentá-la novamente. Ela não queria olhar
para trás e dizer “você deveria ter feito isso”. Para toda a miséria que ela
experimentou nos últimos meses, ela necessitaria para sair de si mesma, se
atrever a ser corajosa, e encontrar seu equilíbrio novamente. Em vez de
responder com palavras, ela chegou até o primeiro botão em seu vestido de
couro, abriu, e continuou, um por um. Seu olhar seguiu seus dedos até que a
roupa estava ao seus pés.

—Dá uma voltinha. Deixe-me admirar você — ele murmurou.


Ela virou-se lentamente.

—Você gosta do que vê?

Seu sorriso disseram mais do que as palavras poderiam dizer.

—Eu amo o que eu vejo. — Ele inclinou a cabeça em direção à água.


—Vá se molhar. Já comecei a contar.

Seus olhos brilharam com diversão.

—Ahh. — Eu pensei muito, mas nós dois sabíamos que não é o que
ele quis dizer.

Deslizando para fora da calcinha fio dental, ela jogou-a de lado, o


prazer de ouvir um profundo gemido atrás dela. Ela desceu as escadas de
pedra. Mergulhando, ela nadou e girou, permitindo que a água morna
deslizasse ao longo de seu corpo. Minutos se passaram enquanto ela
simplesmente esquecia tudo e apenas vivia o momento.

Bryce se agachou na borda. — Pronto.— Ele estendeu a mão para ela.

—Isso foi maravilhoso.

Ela deslizou a mão na sua e ele a puxou para fora da água. A cadeira
que ele estava sentado, agora estava voltada para uma grande pedra cercada
por luzes. Como ele moveu a cadeira tão rápido?

Ele enfiou o dedo sob o queixo, quebrando seus pensamentos.


Inclinando-se, ele apertou seus lábios contra o oco de seu pescoço e ela
estremeceu. Cada golpe de sua língua, cada raspar de seus dentes, a fez
queimar. Sua respiração se aprofundou e ela inclinou a cabeça para o lado em
um apelo para mais.

—Você gosta de mim aqui — ele sussurrou.

—Sim. — Ela exalou. —Eu não sei por que, mas sim, eu amo você me
tocando ai.

Ele beijou sua nuca antes de recuar e fez um gesto em direção à


pedra.

—Vá e sente-se.
Ellie estudou a área, a cadeira, e a implicação ficou claro. A etapa foi
definido.

—Você me quer lá?

—Minha casa é isolada, só você e eu estamos aqui.

—Eu estou pronta para um pouco de diversão — ela respondeu. —


Mas como posso ter certeza de que você não está gravando e eu vou acabar
em algum site pornô em um vídeo amador?

Suas pálpebras baixaram e uma queimadura encheu suas


profundezas.

—Porque eu nunca faria isso — Sua cabeça inclinada. — Você acredita


que eu digo a verdade?

Confiar em um estranho parece absurdo, mas ela não tinha nenhuma


dúvida de que ele estava sendo honesto.

—Eu acredito.

Ele sorriu.

—Nós não discutimos o que vai acontecer aqui, mas tinha noções
preconcebidas sobre como isso iria acontecer?

—Bem... — ela fez uma pausa. — Eu pensei que seria apenas, você
sabe, foder.

Ele passou o dedo ao longo de seu pescoço e até o vale de seus


seios.

—Eu planejo fazer isso, mas, primeiro, me perdoe por me permitir


ver você.

Ela ficou congelada no lugar. Sim, ela queria ser diferente, mais forte,
uma nova Ellie, mas ela nunca tinha sido exibida desta maneira.

—Eu não quero te culpar. Mas...

Ele colocou um dedo sobre os lábios para abafar sua fala. Ela olhou
para ele, em silêncio, perguntando o que diabos iria acontecer.
Antes de Bryce levá-la e como, ele planejava afundar em seu calor
úmido até que ela gritasse o nome dele, ele planejava exibir Ellie, fazer coisas
que nunca pensou ser capaz de fazer e forçá-la a ver que a força que ela
procurava já vivia dentro dela.

Ela olhou inocentemente para ele, mas seu foco não poderia
permanecer em seu rosto. Seus mamilos estavam eretos e prontos para sua
atenção. Oprimido por sua pele cremosa e curvas suculentas, ele ansiava por
um gosto dela.

Ele passou as mãos pelos braços dela.

—Você é tão linda. — Sob seu toque, ela tremeu. Seus lábios se
separaram e ela suspirou. —Eu estou lutando contra mim mesmo para não
tomar você aqui. — Ele arrastou seu toque sobre seus ombros em movimento,
até seus seios.

—Por que você está esperando? — Ela exalou.

Com seu pênis esticando em suas calças, por que ele não podia
possuí-la até que ela estremeceu ao seu redor? Seu senso de propósito tinha
mais força do que sua ereção. Ele não poderia ajudá-la se satisfizesse sua
luxúria apenas para aliviar a dor entre suas coxas. Depois de um redemoinho
preguiçoso de seu dedo no mamilo dela, ele decidiu responder a sua pergunta.
—Quero te ver dar prazer a si mesma.

—Por que seria algo que te deixaria quente? — Ela suspirou quando
ele beliscou os botões rosados entre os dedos.

—Você não é bonita? Por que sua visão não excitaria um homem? Eu
não estou com nenhuma pressa para terminar a noite, você está?

Ela estremeceu.

—Não.

Ele se ajoelhou na frente dela, e olhou seu corpo. Ela se contorcia sob
suas mãos quando ele aprendeu suas curvas.

—Você é perfeita.

Ninguém nunca lhe disse isso. Ele continuou a explorá-la, tocando


cada parte de sua esplêndida pele.
Ela abriu os lábios como se para falar, mas apenas um suspiro longo e
pesado foi liberado.

—Sua pele é tão perfeita. Você não tem ideia do quanto quero você.

—Diga-me!

Ele sorriu enquanto brincava com ela. —Toda vez que eu te toco, meu
pau palpita. Quando eu vejo seus olhos ardendo de desejo, impulsiona minha
mente para lugares que eu não tenha controle.

Ela abriu as coxas em uma oferta, e o calor da sua vagina chamando


por ele. Ele ansiava por sentir sua pele úmida, mas se conteve, não querendo
apressar o momento. Uma vez que ele fez contato com sua carne sensível, ele
duvidava que pudesse parar.

Ele deu beijos em suas coxas fazendo seu caminho de volta em


direção ao seu estômago. Em seu umbigo, ele mergulhou sua língua nele e sua
respiração deixou seus pulmões em um alto suspiro.

Ele agarrou seu traseiro doce, massageando-o, maravilhado com sua


perfeição.

—Este Gerrid que deixou você ir, era um total idiota.

Ele continuou a acariciá-la com sua mão firme. Agradava-lhe que ela
não tivesse negado seu elogio. Então aquecida, ela aceitou seus elogios sem
luta. Depois de um aperto final, ele enfiou os dedos nela. Seus lábios se
separaram em claro convite e ele angulou sua boca através dela em um doce
abraço.

O cheiro dela floral e tentador, a sua sensação, o consumiu. Como


poderia qualquer homem recusar uma mulher assim? Ele nunca negaria-lhe
nada, sempre a manteria feliz... Mas sonhar com o impossível não o levava a
nenhum lugar. Ele arrastou sua boca ao longo de sua mandíbula, até a base de
seu pescoço.

—Você é um beijador incrível — ela praticamente ronronou.

Ele sorriu contra sua pele. Anos de prática tinha presenteado isso a
ele. Ele pressionou sua língua contra seu pulso e ela ficou tensa. Assustado
com a inesperada reação, ele levantou a cabeça para encontrá-la com os olhos
arregalados.
—Você é bom demais para ser de verdade — disse ela.

Ele parou.

—Você já está recorrendo ao seu velho eu. Deixe de lado seus


pensamentos.

Ele arqueou uma sobrancelha.

—Não foi o propósito de nosso encontro?

—Eu só...

—Você está esperando a bomba explodir?

Ela assentiu.

—Sim, é exatamente isso.

—Aconteceu alguma coisa com você até agora para justificar tais
sentimentos? — Ele deslizou seu toque ao longo de sua mandíbula.

—Não.

—Então, as suas preocupações são infundadas. Isto não é só para


você, é para mim também.

Ele devia a ela a verdade. Ela não tinha falado uma palavra que ele
não acreditasse que era completamente honesta; ela ganhou o mesmo direito.

—O que você ganha com isso?

Ele sorriu.

—Eu tenho que provar que você está errada.

—Errada sobre o quê?

Ele empurrou cada grama de suas emoções para a superfície em sua


expressão.

—Isso. Você não é uma mulher perdida.

Suas sobrancelhas franzidas e a excitação furiosa em seu olhar se


desvaneceram. Algo que ele tinha corrigir. Ele beijou um caminho até seu peito
e provocou seus tensos mamilos. Ele segurou ambos os seios juntos e lambeu
um mamilo de cada vez.

—Diga-me onde e como tocar você.

Ela mordeu seu lábio inferior. Aqui estava a mulher que ele tentava se
livrar: tímida, quebrada, e hesitante. Ele tinha visto flashes da alma confiante
dentro dela.

Mas inúmeras vezes até agora, a insegurança iria impedi-la, e ela se


tornou envergonhada por ser tão direta.

—Eu peço de novo, o que você gostaria que eu fizesse?

Em vez de usar sua voz, ela passou a mão sobre a barriga até que ela
segurou seu monte.

—Ah. Eu entendo. Mas diga-me com palavras.

—Eu não posso — ela sussurrou.

Ele cruzou os braços sobre o peito em uma demonstração de desafio.

—É uma pena que eu tenha que deixar você parada, desejo ver que
você é capaz.

Indecisão queimou em seus olhos. Finalmente, depois de longos


momentos, ela limpou sua garganta.

— Ótimo. Brinque com minha buceta.

Como ele desejava sentir sua buceta, para espalhar seus sucos ao
longo de seus dedos, mas ela usou um tom que ele precisava empurrá-la mais
duramente.

—Instrua-me exatamente como você quer.

Seus olhos ficaram enormes e sua face coradas.

—Como passo-a-passo, em detalhes?

—Você disse que você quer ser a mulher que você costumava ser. A
ingênua que acreditava em tudo e que qualquer coisa poderia ser possível.
Uma senhora, como esta não teria medo, porque não haveria repercussões.
Determinação subiu em sua expressão.

—Passe os dedos ao longo dos lados da minha buceta, suavemente.

Ele fez o que ela pediu e sua cabeça caiu para trás.

—É isso que você gosta?

—Sim. Agrade-me.

As batidas de seu coração encheram seus ouvidos, pedindo suas


presas para se refugiar em seu pescoço, mas ele ignorou o impulso.

—O que é que você quer de mim agora?

—Sinta a umidade.

Ele aliviou seu toque sobre sua carne inchada até que ele conheceu a
umidade lá. Ele arrastou seu dedo sobre sua pele sensível, o que lhe valeu
tremor por todo o corpo dela.

Oh, meu Deus! Suas pernas balançaram.

—Circule meu clitóris.

Ele apertou contra seu centro inchado e seus joelhos cederam. Ele
passou um braço em volta da cintura para oferecer apoio. Seu suspiro soou
sexy ao lado de sua orelha, fazendo-o grunhir. Claro, se ele não se apressasse
junto com seu plano iria cair em pedaços, ele mudou até que ela se manteve
estável em seus pés, em seguida, afastou-se dela. Ele a queria sobre a rocha
por um motivo. Sua confiança foi quebrada, e ele sabia que, mesmo que ele
dissesse que ela era especial, ela nunca iria acreditar nele.

Levantando a cabeça, ele olhou em seus olhos cobertos.

—Pergunto mais uma vez, você confia mim?

Ela assentiu.

—Então, por favor, faça o que eu pedir e fique sobre a rocha.


Capítulo Três

A mente de Ellie corria. De alguma forma, ela duvidava que ele a


quisesse em cima da pedra para apenas sentar lá. Ela poderia seguir com o
que ele pediu?

Havia apenas uma maneira de descobrir.

A conversa suja só a fez pronta para pedir mais, mas seu toque a
deixava em chamas. Ela deslizou por toda a superfície plana e viu Bryce
retomar seu lugar na cadeira.

Inclinando-se para trás, ele apoiou os cotovelos sobre os braços. Sua


voz caiu um oitava.

—Abra suas pernas.

Ela achou estranho o pedido. Seu antigo eu nunca teria considerado


expor-se de tal maneira, mas ela nunca o veria novamente. O conhecimento
permitiu a ela uma sensação de liberdade, a capacidade de agir sem medo de
repercussões. Ela abriu-se amplamente para ele.

—Amor — Ele se inclinou em sua cadeira. —Mostre-me, dê prazer a


você mesma.

—O que é que você está me pedindo para fazer, exatamente?

Ele sorriu e foi à coisa mais sexy que ela já tinha visto.

—Eu lhe disse que ia aprender sobre você pelo jeito que você geme,
não?

Ela finalmente entendeu.

—Você está me pedindo para brincar comigo?

—Não — Ele arqueou uma sobrancelha. —Eu quero ver você gozar.
Ela se masturbou muitas vezes, mas sempre sozinha. Tendo seus
lindos olhos nela enquanto chegava ao orgasmo não era um pensamento
horrível. Mas a dúvida apertou seu estômago.

—E se eu não gozar?

—Você precisa de mim para ajudá-la?

—Eu faço.

O canto de sua boca arqueou-se.

—Faz seu caminho. Está molhada?

Ela deslizou ao longo do cabelo aparado até que ela chegou a sua
umidade sedosa.

—Sim.

—Perfeito! Arraste seus sucos esplêndidos para seu clitóris.

Sua pele ficou lisa com sua excitação e ela circulou seu clitóris.
Sensações selvagens roubaram seu fôlego.

—Mmm.

As sensações exigiam que ela fechasse os olhos, mas ela não poderia
puxar-se longe dele.

Parte dela sabia que o que aconteceu com Gerrid poderia ser culpa
dela. Mas uma voz sempre lembrava que se ela tinha sido mais, sido melhor,
ele não teria olhado em outro lugar. Bryce acariciou a parte quebrada da sua
alma e despertou uma força desconhecida em seu interior.

Ela revirou seu clitóris e estremeceu de prazer.

—Mais.

Pressionando mais, ela ofegou dominada por sensações gloriosas.

Mergulhando no interior da sua umidade, ela provocou sua carne


macia e um estremecimento irrompeu por ela.

Sem dar importância, ela começou a relaxar. Sua cabeça caiu para
trás e ela rodou seus quadris no ritmo que definia.
Tão perto.

Quase lá...

Desesperadamente procurando mais combustível para encontrar a


sua libertação, ela estalou a cabeça para trás. Sua vagina convulsionou quando
ela olhou para o rosto do homem, com pura fome.

Ela imaginou sua boca sobre ela, lambendo seus seios, passando a
língua ao longo de sua pele umedecida. As sensações se intensificaram. Ela
inclinou seus quadris e empurrou com mais força contra si mesma para o
clímax. Luz dançou atrás de sua visão. Nada mais existia, nenhum coração
partido, não pensou em tempos difíceis, só uma completa explosão suculenta.

Um abraço, quente e úmido a forçou de volta à consciência. Bryce


ajoelhado entre suas coxas, nu. Como ele teve tempo de tirar a roupa? Ela
pode ter considerou mais, se o sentimento dele ao longo de seu calor úmido
não tirasse todo pensamento.

Ele rodou-se a evidência de sua libertação. — Tão doce. Tão deliciosa.


—b Ele resmungou, mergulhando dentro dela e foi à loucura com sua língua.

Sua habilidade a mandou ao céu. Ela se contorceu e gritou, sob os


esforços de sua boca maravilhosa.

Ele estava em toda parte e ela cambaleou ante as sensações


maravilhosas. Ele trouxe seu clitóris para fora de sua capa e seus olhos
reviraram em sua cabeça. Ele chupou profundamente e ela se esfregou contra
ele.

Tremores irromperam a partir do topo de sua cabeça, até os dedos


dos pés, então o mundo como ela conhecia deixou de existir. Sua vagina
contraíu quando ela gozou contra sua boca. Depois de um beijo doce em sua
coxa, ele se afastou e levantou. Ele fez cócegas em lábio inferior com o dedo.
Ela abriu a boca e permitiu-o entrar. Seu dedo arrastando contra sua língua e
ele o puxou para seu rosto descendo por seu corpo.

Ele sorriu, deixando cair os dedos para baixo para provocar sua
entrada. Calor agrupou-se em seu centro. Ele empurrou os dedos dentro dela e
eles eram grossos o suficiente para fazê-la suspirar.

—Você é tão apertada. — Sua voz soava profunda, rica com luxúria, e
o som tremeu-lhe a espinha.
—Eu não estive com ninguém em um tempo... — Ela engasgou
quando ele atingiu um ponto doce.

Seus olhos lacrimejaram. Ela ficou tensa quando ele disparou para
cima. Oh, isso e bom.

Ele trabalhou na área com movimentos contínuos. Ela gritou seu


prazer, despreocupada que a ouvissem. Ele colocou sua mão livre sobre seu
ventre e sem um pingo de aviso, ele enfiou os dedos mais fundo dentro dela,
cheio de propósito.

Estrelas brilharam atrás de seus olhos.

Ela rangeu os dentes enquanto a sensação se construía e seus sons


de satisfação subiram por todo o céu noturno. Ele permaneceu focado nela,
mas desviou-se enquanto empurrava para dentro e para fora. Cada terminação
nervosa de seu corpo se alegrou quando ela se perdeu completamente e
umidade aqueceu suas coxas.

Quando o mundo voltou para ela, ela riu, tentando se recuperar . Seu
traseiro estava entorpecido de descansar em tal superfície dura.

—Como você fez isso?

Ele a fez gozar de uma forma que ela nunca experimentou antes, e os
abalos secundários ainda permaneciam dentro dela.

—Você nunca foi bem tratada. — Seu tom severo combinava com a
seriedade em sua expressão. —Isso vai mudar.

Ele prometeu-lhe mais orgasmos? Parte dela esperava que ele sim. A
outra parte se perguntava se ela iria sobreviver.

Com a névoa de seu desvanecido clímax, ela o admirava. Longos


músculos, definidos abdominais, chamando-a para traçar cada curva para o V
esplêndido em seus quadris, levando a seu pênis, fabuloso de espessura.

Sua mão se contraiu para chegar a ele. Para oferecer o mesmo prazer
que tinha dado ela. Ela se inclinou em direção a ele, mas ele pegou seu pulso e
balançou a cabeça.

—Não é só sobre mim. Só você.

Ele tirou-a da pedra e a levou pela porta dos fundos da casa.


Paredes brancas simples, acentos de cores ricas, pinturas abstratas,
que não só eram bonitas, mas pareciam caras, decoravam o interior da casa.
Ellie inalou o aroma rico de tempero que parecia pertencer a Bryce, misturado
com o quente aroma de baunilha na casa. Ele caminhou até as escadas indo
direto em direção a um quarto no final do corredor.

Ele entrou, e ela descobriu um grande espaço, limpo, nu, exceto para
uma cama king size montada sobre uma plataforma de madeira escura na
parede de trás.

—Venha aqui, deixe-me sentir você.

Ele a colocou no colchão agarrou suas coxas, e puxou-a para ele.

O homem acima dela foi feito no céu. Ela poderia ter duvidado de sua
perfeição, tentou entrar em seu jogo para determinar como ele brincava com
ela. Ela queria ser usada, bom e duro.

Ele se inclinou e pressionou seus lábios nos dela, oferecendo lento e


gostosos beijos.

Ela se derreteu nele e sentiu falta do contato quando ele se afastou.


Ele chegou para a mesa de cabeceira e pegou um preservativo.

—Estou supondo que você gostaria que eu usasse proteção?

—Você está certo.

Uma noite era divertida, mas pegar uma DST não era nada bom. Ela
pegou a camisinha.

—Me deixa colocar?

Ele se inclinou para trás.

—É claro que sim.

Depois que desembrulhou o preservativo, ela agarrou seu pênis e


acariciou-o. Ele ficou tenso, fazendo com que seus músculos gloriosos se
flexionassem.

—Melhor colocar logo. Se você continuar empurrando-me, isso não


vai durar muito tempo.
Ela revirou o látex para a base de seu eixo. Ele reuniu-a em seus
braços, trocando as posições até que ele estava deitado de costas e ela
montada nele.

—Tenha o seu jeito comigo. — Ele piscou.

Ela colocou as mãos sobre o peito e levantou-se, em seguida, se


contorcendo sobre ele. Suas paredes internas tensionaram contra a sua
circunferência. Lentamente, ela aceitou-o, esperando seus músculos se
soltarem para recebê-lo profundamente.

Acariciando seus seios, ela moveu-se para cima e para baixo em seu
eixo. O calor em seu olhar profundo quase a fez aumentar a velocidade, mas
ela se conteve desesperada para fazer o momento durar.

Ela levantou-se para a ponta de seu pênis e saltou, apenas para


devorá-lo lentamente. Seu gemido gutural deu arrepios ao longo de sua pele e
ela repetiu o movimento. Ela explorou o peito, as curvas de seu abdômen, e
seus músculos flexionados sob suas mãos.

—Você é uma mulher sexy, Ellie. Eu amo quando você se acaricia


para me seduzir e então me toca como se nada fosse fazê-la sentir-se tão
bem.

Ele empurrou em seu peito, forçando-a de volta. Suas mãos pegaram


seu peso e ele colocou suas coxas atrás dela. Bombeou ao longo de seu eixo.

—Isso é incrível. — Ela nunca tinha sido tão descarada. Nunca


mostrou tanto, enquanto ela trabalhava um pênis, mas como poderia negar-
lhe?

—Diga-me. — Sua voz soava estrangulada. —Você está pronta?

Ela montou satisfeita e lenta para provocá-lo.

—Pra que?

—Para gozar! — Ele ergueu acima dela e deu-lhe um golpe duro.

Ela engasgou de surpresa.

—Seu clímax está ali, não está? — Ele não esperou pela resposta
dela. Em vez disso, soltou-se e a comeu selvagemente.
Seu único recurso era gritar. A sensação que sentiu quando ele tocou
seu interior novamente, mas desta vez ele se tornou ainda mais forte. Os sons
que escapam de sua boca em um grito abrangente de prazer.

—Não pare de me foder. — Sua vagina apertou o cerco e


formigamentos irromperam por todo o seu corpo.

Ele enfiou os dedos em sua parte inferior.

—Eu não pretendo.

Ela oscilava à beira de sua libertação. Mas quando ele bateu nela com
uma força que nenhum homem devia possuir, a onda quebrou e ela subiu ao
orgasmo.

Caindo sobre ele, no espaço entre seus corpos, sentiu-se molhada,


quente e pegajosa. Ela caiu para frente e baixou a cabeça em seu peito, em
uma tentativa de recuperar sua respiração. Depois de algum tempo, ela
conseguiu se mover.

—Se você continuar me fazendo gozar assim, eu não tenho certeza


que se vou sobreviver a essa noite.

—Você vai desfrutar de todos os orgasmos que dou para você. — Ele
beijou seus lábios, deslocando-se para fora dela, e deu um pulo. Ele entrou no
banheiro ao lado, enquanto ela recostou-se na cama.

Ela nunca tinha gozado tão muito... Bem, nunca!

Ele voltou carregando um pequeno recipiente. Ela levantou a cabeça


para examinar o conteúdo.

—O que é isso?

—Você deve saber.

Ele espalhou o líquido brilhante ao longo de seus dedos antes de


fechar a tampa e colocar o recipiente em cima da mesa final.

Ele não ia...?

Ah, sim, a implicação era clara. Onde mais ele colocaria um dedo
carregado com lubrificante? Ela engoliu em seco.
—Você tem o controle aqui. Sempre que você não gostar de algo,
diga-me e eu vou parar. — Ele mudou-a para seu lado, puxando o joelho até o
peito e estabeleceu-se em suas costas. — Mas sabe, Ellie, eu acho que vai
adorar isso.

Ela rangeu quando ele colocou seu pênis em sua entrada novamente
e empurrou completamente. Ele mergulhou a mão entre as bochechas da
bunda dela e esfregou seu ânus. Ela estava tensa.

—Não há nada a temer. — Sua respiração soou áspera ao lado de sua


orelha. — Ninguém nunca te tocou aqui antes? — Ele circulou pela raiz,
espalhando a sedosidade ao longo de sua pele.

—Não — ela conseguiu dizer.

Ele inseriu um dedo dentro dela. Com o seu pênis trabalhando dentro
de seu sexo e seu dedo esticando seu traseiro, nada se sentia tão bem.

—Você gosta disto?

—Sim. — Ela exalou.

Ele forçou seu dedo, segurando-o ainda enquanto seu pênis trabalhou
em seu calor escorregadio.

—Eu ficaria honrado se você me concedesse o direito de dar-lhe cada


orgasmo possível. Você vai confiar que eu não vou te machucar?

—Eu confio.

Ele retirou-se de seu corpo e ela olhou por cima do ombro para vê-lo
remover o preservativo e colocar um novo. Ele espalhou a lubrificação sobre o
látex e ao longo de sua pele. A sedosidade sentia-se sexy e pervertido.

Ele levantou sua coxa e seu pênis empurrou contra seu ânus
enquanto ele circulava seu clitóris. Seu coração disparou e seus músculos se
apertaram. Ele baixou os lábios para baixo, em seu pescoço. Sua respiração
quente contra sua nuca era mais do que suficiente para fazer suas
preocupações se desviarem, mas a pressão dura contra seu traseiro enviou
ondas de prazer fazendo desaparecer completamente suas apreensões.

—Relaxe.
Com gentileza ele foi devagar. Sua impaciência aumentou. Ela
empurrou de volta contra ele e da ponta do seu pênis mergulhou através do
aro. O aperto a elevava, sendo substituída por uma sensação que ela não
esperava, era tão perfeitamente completo.

Cada esfregar contra o seu feixe de nervos enviava uma corrida de


formigamento que viajava até se estender por toda sua bunda.

Uma vez que entrou totalmente, ele se acalmou.

—Voce está com dor?

—Não.

Sua voz soou mais baixa.

—Você quer que eu pare?

—Não.

—Bom, porque nada me agrada mais do que estar aqui.

Ele jogou com seu clitóris, movendo seu pênis dentro e fora dela.

A sensação era de longe a mais estranha que já tinha experimentado.


Intensa e devastadora. Ele aumentou sua velocidade e ela agarrou os lençóis
da cama. Suas estocadas vieram com força contra seu traseiro. Ele abaixou
sua boca para seu ombro e seus dentes penetraram sua pele.

Ela gritou com a invasão. Ele tinha sido tão gentil. Mordeu-a com tal
força que a assustou. No entanto, o momento em que ele chupou contra sua
pele, pensou deixar de existir. Ela escondeu o rosto contra o travesseiro e
explodiu em uma mulher satisfeita. Ele empurrou profundamente em sua
bunda, enquanto seu corpo tremia com sua própria libertação.

O suor escorria-lhe pela testa, e ela tentou recuperar sua força. Mas
quando ele lambeu seu ombro, sua mente se recuperou, e ela virou a cabeça
para ele.

—Você gosta de morder, não é?

Ele riu.

—Só mordiscar um pouco.


Ela passou a mão sobre a pele, com a expectativa de encontrar
evidências de sua mordida dura, mas seus dedos voltaram secos. Ela podia
jurar que tinha sentido sangue escorrendo por suas costas.

Ele deslizou para fora da cama e se dirigiu para o banheiro, só para


voltar um momento depois, com um pano umedecido.

—Aqui, deixe-me limpar você. — Limpou-a, e em seguida, ele


mesmo, antes de voltar com o pano para o banheiro. Pegando-a novamente,
ele prendeu-a em seus braços, a abraçando. Ele arrastou seus dedos ao longo
da curva de seu quadril e deu um beijo no lugar onde a mordeu. —Você está
cansada, descansa.

Aqui, no calor do seu abraço, dormir soou como uma grande ideia.

Capítulo Quatro

Em sua vida imortal Bryce tinha força na noite e os dias eram mortos
para ele sofrer sozinho. Seu olhar sobre o rosto bonito, seus alegres seios, ao
longo das linhas de sua figura feminina para a parte carnuda das coxas.

Fascinante. Talvez alguns homens iriam perder a sutileza que a fazia


brilhar, mas ela o encantou. Ela tinha provado ser muito mais confiante do que
ele esperava ou achava que merecia.

Em muitas ocasiões, ele fixou-se na mesma cena, desesperado ao ver


uma mulher ir para o mais alto nível de excitação por sua própria mão.
Ninguém nunca tinha feito igual a ela. Algumas eram muito tímidas, outras não
estavam confortáveis com a ideia de se masturbar em sua frente. Ele não
esperava que Ellie fosse tão valente. Sua ousadia, porém, não resultava de
uma característica inata, mas concebida de um plano para provar algo para si
mesma. No entanto, ela reuniu coragem para superar seus medos e agir
quando ele pediu isso a ela.

Sua fé o tocou. Se ele pudesse ficar mais tempo com ela, mas como
poderia?
Sua existência era um mito, uma história contada para assustar as
crianças. Ela nunca iria entender mesmo que acreditasse nele. Prolongar o
inevitável seria inútil. Não, ele a deixaria.

Ele arrastou seu dedo ao longo de sua espinha e ela se mexeu,


levantando a cabeça.

—Quanto... Tempo eu dormi?

—Não muito, apenas uma hora ou menos. — Ele continuou o caminho


que desenhava em suas costas e o sangue que corria por baixo de sua pele o
chamou. Quão delicioso ele tinha sido quando se alimentava dela. Doce e
inocente. E embriagante para seus sentidos. —O sol nasce em uma hora ou
assim. Eu vou ter que deixá-la em breve.

Ela olhou ao redor da sala antes de ficar de costas para ele.

—Como você sabe que horas são? Não há relógio aqui?

Ele deu de ombros.

—É um talento.

—Um que diz quando o sol nasce?

—Você entendeu? — Ele bateu sua bunda e sua risada doce que fez
seu pênis despertar. —Se eu posso, eu posso ter uma indulgência passada em
seu corpo?

Ela se aconchegou nele.

—Eu quero a mesma coisa, mas não é algo que eu amo fazer
primeiro. — Ela levantou-se de joelhos, empurrou contra ele para mantê-lo
deitado. Ele sorriu, permitindo que ela achasse que poderia dominá-lo. Ele a
achava tão adorável. Ela teceu um feitiço sobre ele em um tempo tão curto.

Seus seios macios deslizou sobre ele enquanto ela deslizava nele.
Como ele iria gostar de colocar seu pênis em seu decote e foder os seios dela.
No entanto, ela continuou em sua jornada, e ele não tinha a intenção de detê-
la.

Ele sentiu sua respiração ao longo de sua ereção antes ela colocou
uma mão em torno de seu pênis...
—Eu queria ter você em minha boca à noite toda — ela ronronou.

O som puramente feminino endureceu seu pênis para perto de limites


impossíveis.

—Então tomar o que você quer.

A cabeça do seu pau tocou seus lábios macios, justo antes dela leva-
lo para sua boca úmida e quente. Ele encontrou sua utopia. Ela desenhou em
suas bochechas em torno dele, trazendo-o profundamente em sua garganta.

Ela trabalhou seu eixo com uma determinação que podia facilmente
fazê-lo gozar.

Ele queria ficar assim, deleitando-se com a sua doçura, mas ele
ansiava por sentir seu calor úmido, mais uma vez. Seu olhar ficou focado em
seus olhos, enquanto ela o chupava, implacável. A mulher hesitante que ele
conheceu não existia mais.

Ele passou os dedos em sua bochecha.

—Sua boca é o céu.

Ela brincou a fenda com a língua.

—Eu estou me divertindo com isso também. — Ela lambeu a base de


seu eixo até que foi para o saco, onde chupou-lhe os testículos.

Então, ela o segurou e lambeu para trás.

—Continue!

Ela manteve-o com movimentos deliberados. Sons de satisfação


saiam de sua boca, e percebeu que não podia se afastar dela, ele não duraria
um minuto mais?

—Foda-se — ele rugiu. Suas bolas apertaram e seu estômago ficou


tenso com o sinal de sua libertação.

Ele estendeu a mão para pegar outra camisinha e colocá-la com


pressa. Esperava para vê-la recuperada, para dar-lhe algo para sempre se
lembrar dele, mas seja o que ele planejou seu pênis tinha outros planos. Ele
agarrou-a pela cintura e trouxe-a até os joelhos. Ele não se preocupou em
verificar se o seu sexo estava pronto; seu pênis tocou suas dobras suaves e ele
entrou nela com um empurrão firme.

Seu suspiro ecoou nas paredes, não de dor, ele suspeitava por sua
afiada inalação ela ansiava por ele com uma força igual. Ele agarrou seus
quadris, olhou seu traseiro em forma de coração, e esperou um momento
antes de se empurrar contra ela em um ato para satisfazer a si mesmo. Suas
costas arquearam e, porra, isso o levou profundamente.

—Você gosta de ser tomada por trás?

—Sim. — Ela exalou. —Não seja gentil. Dê-me com força.

Ele bateu-lhe com uma das mãos, antes de ele se espalhar ,


permitindo-lhe enchê-la mais profundamente. Ele bateu contra ela, não para
castigá-la, mas para intensificar seu prazer.

—Oh, Deus, sim...

Arrebatou-a e deslocou para o lado do colchão. Ela gritou quando ele


deslizou para fora da cama dela.

—O que você está fazendo? — Ela agarrou seus braços apertados.

—Confie em mim.

Ele a mantinha segura, baixando a cabeça no chão. Com os ombros


descansando contra o piso de madeira, ele levantou seus quadris, colocando-a
na posição correta. Ele montou sua bunda, enquanto colocava suas mãos sobre
as coxas para empurrar-se para que seus pés resolvidos por sua cabeça.

—Bem, isso é certamente diferente. — Ela riu. Ele deslizou em sua


boceta, quente e úmida. Sua risada morreu e suas pupilas dilataram. —Mas
bom...

Ele segurou sua ereção e inclinou para baixo, enquanto ele usou a
outra mão para trabalhar seu clitóris.

—Oh meu Deus ... oh .....

A posição deu maior flexibilidade, seus pés permaneceram por sua


cabeça, o que só a abriu mais para ele.

—Tão profundo.
Ela aceitou cada centímetro dele, com direito à sua bolas. Seu rosto
corado e sua vagina pulsava em torno dele. Ele ficou selvagem. Ele aumentou
sua velocidade, seus olhos se arregalaram, e sua expressão foi inundada com
prazer. Os sons desesperados da sua boca , e logo depois, a respiração
congelou.

Ele aprofundou as estocadas de seu pau, bateu com mais força contra
ela, obrigando-a a liberar.

Suas paredes internas apertavam contra ele tão apertado. Ele parou,
esperando a tensão cessar, não querendo explodir dentro dela desde que ele
não quisesse que isso tivesse fim.

O sulco de suas sobrancelhas e sua boca se suavizou. Ela piscou.

—Dê-me mais.

—Com prazer.

Ele puxou-a do chão, colocando-a de barriga para baixo na cama, e


puxou seus quadris para trás de modo que eles estavam fora da borda.
Agarrando seus quadris, ele levantou-a, sentou-se em sua entrada e empurrou
dentro.

—Je-su-s ... — soou sua boca através dos fluxos estáveis de


estocadas implacável.

Ela relaxou em torno dele e lhe permitiu manter seu peso. Isso fez o
homem dentro dele rugir. Sua confiança o espantou. Tinha-lhe dado uma noite
de prazer, e retornou o favor, o que lhe permitiu ter o seu caminho com ela.

Ele ansiava por mais. Envolvendo os braços em volta da cintura, ele a


pegou para ela volta estava contra seu peito.

—Prometo não deixar você cair.

Ele virou-se, com as pernas em volta dele apertadas, e ele baixou-lhe


o rosto em direção ao chão. Ela gritou, estendendo a mão para se sustentar.

Ele trocou os pés para fora a largura dos ombros, a fim de estabilizar-
se, e sem pausa, ele entrou nela.

Forte.
Áspero.

Seus gritos de êxtase derramado em torno enquanto ele empurrava


nela. O poço de seu estômago apertou, seu pênis queimando para se liberar,
mas suas presas pressionaram novamente sua gengiva, exigindo sangue.

Lutando contra si mesmo, ele se retirou, e ela gritou.

—Volte para cá e acabe comigo.

Ele sorriu, colocando-a de volta no chão. A vermelhidão de seu rosto


drenado fazendo o sangue correr para lá.

Ela franziu o cenho.

—Será que você gozou?

—Não é provável, amor. — Ele arqueou a sobrancelha. —Pronta para


mais?

—Maldição! Claro que estou.

Ela levantou-se do chão, entrou em cena perto dele e seus mamilos


tensos pressionados em seu peito. Ele reuniu as pernas para embrulhar em
torno de sua cintura e sentou na cama. Ela abaixou-se sobre ele, em seguida,
balançou seus quadris.

O prazer o deixou cego, seu pau bateu contra suas paredes internas,
e seus olhos arregalaram.

Quanto mais ela se movia, mais confiança ganhava, e em nenhum


momento ela transou com ele sem piedade. Sua pele suada brilhava contra a
luz, a luxúria escrita duramente em seu rosto, e sua boca se separou enquanto
ela buscava ar.

Ele tinha sido cuidadoso para beber de seu ombro antes. Agora
egoísmo o rodeava. Ele desejou morder sua grande veia e tirar sangue
espesso em sua língua. Ele agarrou seus cabelos e puxou sua cabeça para o
lado. As vias de sua libertação trouxe o momento perfeito para agir. Ele abriu a
boca, expôs suas presas, e cravou os dentes em sua pele, doce e quente.

Sobrecarga sensorial atingiu-o quando sentiu seu sangue quente em


sua boca e escorrendo por sua garganta. Ela tremeu ao redor dele enquanto
sua excitação umedecia seu colo. Ele marcou-a com a longa e profunda contra
as marcas de perfuração. Ele saboreou-a e não perdeu uma gota de sua
doçura.

Ele continuou bebendo-a até que ela se aquietou. Fazendo o trabalho


rápido de cura às feridas, ele fechou a mordida antes do sangue escapar.

Ela ficou em silêncio, recuperando-se, até que, finalmente, ela olhou


para ele.

—Você, Bryce, pode me morder qualquer momento maldito que


quiser.

O medo o fez mudo. Será que ela sabia?

Capítulo Cinco

Ellie só poderia estar feliz que não tivesse que se mover seus
músculos, não continham nenhuma força.

Deitada de lado, ela enfrentou Bryce. A natureza misteriosa do


homem a cativava.

—Eu preciso dizer algo antes de deixar você — disse ele.

—O que quer dizer deixar? Você não vai me levar para casa?

Claro, ela não esperava que um convite para ficar mais para o dia
seguinte, mas um cavalheiro faria garantir que ela voltou para sua casa. Desde
que tinha visto dele até agora, ele não parecia o tipo de esquecer suas
maneiras.

Ele passou o dedo em sua bochecha.

—Sinto muito, mas passamos muito tempo juntos e eu tenho um


lugar para ir antes que o sol se levante. Descansa um pouco, em seguida,
chame um táxi para levá-la para casa.
Sua expressão de saudade contou outra história. Ela levantou a
cabeça do travesseiro.

—O que está acontecendo?

—Vamos lá — ele sussurrou.

Ela riu.

—Eu tenho certeza que eu só fiz isso, várias vezes.

—Não. — Sua voz soava aguda e comandante. — Solte a dor em seu


coração. Não deixe que uma experiência te mude para sempre. Você é muito
especial para permitir que uma pessoa altere sua vida.

Suas palavras golpearam uma corda e suas emoções feridas


aumentaram.

—Como esquecer?

—Não deixa o sonho desaparecer. — Ele colocou a mão sobre o


coração.

—O que?

—Você é maravilhosa, pode fazer um homem feliz, mas se você não


se lembrar da mulher que é, vai ser perdida para sempre. Você vai acabar
vivendo uma vida que não merece.

Ela balançou a cabeça, determinado a provar que ele estava errado.

—Ela não está mais lá.

Nada poderia trazer de volta a sua velha eu. Gerrid arruinou os


sonhos que uma vez tinha?

—Está lá, você só tem que ver isso — ele respondeu. —Você não
sentiu o seu coração batendo com o meu?

—Mas o que isso importa? Nós dois sabemos que esta noite foi uma
única noite. A coisa exata que tanto pedi a Madame Eva, foi uma noite.

—Será isso? — Ele arqueou uma sobrancelha. —O destino trouxe


você e eu juntos para experimentarmos um ao outro e para ganhar alguma
coisa com essa aventura. O que eu vou levar comigo é a alegria de ver uma
mulher que estava um pouco perdida, mas abriu-se a novas possibilidades
outra vez.

—Se o que você diz é verdade, por que você está dizendo adeus? Se
você viu alguma coisa em mim que você acha que é tão especial, por que não
fica?

Seus olhos abaixaram e a dor varreu sua expressão.

—Porque eu não sou o único destinado a amar você.

—Por que eu deveria acreditar em você, então?

Ele segurou seu rosto.

—Se eu pudesse ficar aqui com você, eu faria. Mas eu sou... Eu não
sou destinado a compartilhar uma vida com você. Nós só temos esta noite, e
eu nunca vou esquecer nosso tempo juntos. Você me fez sentir vivo. Há tanta
escuridão em meu mundo, mas dentro dele, há feixes de luz, como você, que
trazem um lembrete para mim que a vida é especial.

Seu aperto ficou mais forte em torno de meu rosto.

—Sempre compartilhe a si mesma. Não se esconda atrás de


memórias infelizes porque seria uma vergonha você não se lembrar de quem
é.

Ela suspirou.

—Eu não tenho certeza se eu sei quem eu sou. Mesmo com Gerrid,
gostaria de me tornar alguém diferente, ser a mulher que ele desejava. Eu
estive perdida por tanto tempo.

—Claro que sabe. Você me mostrou ela. Ela é uma mulher que vive
sem limites, que confiou quando não tinha nenhuma razão para isso, que
acreditou no acaso e pensa que tudo é possível. Alguém que tenta coisas
novas, porque quer mais de sua vida, mesmo que ela hesite, porque no final
ela busca seu felizes para sempre.

—Então, é isso que a noite foi? O que você era para mim?

Olhando para trás, ela podia ver cada momento, tudo o que ele disse
a ela, levando-a a descobrir-se novamente.
Ele sorriu.

—Eu era exatamente o que você precisava. O destino trouxe-lhe um


lembrete, e você vai escolher como ser a partir daqui.

Instalou-se em atrás dela e roçou os lábios em seu ombro.

—Promete que vai lembrar sempre de mim, e, acima de tudo, você


nunca vai esquecer de si mesma.

—Eu vou tentar.

Parecia bom demais para ser verdade. Muito experiente. Perfeito


demais. Teve sua fantasia realidade e deu a ela o homem que ela sempre
sonhou? Sua presença parecia um sonho. Sua capacidade de se mover tão
rápido despir-se em um piscar de olhos, sugeriu que algo mais existia nele,
mas o que?

—Eu nunca vou esquecer você — ele sussurrou, um som cheio de


tanta saudade que apertou seu coração.

Uma rajada de vento veio de trás dela, levantando arrepios ao longo


de sua pele. Ela se assustou, sentando.

—Bryce?

Um segundo aqui, no próximo tinha ido.

Logo em seguida, o telefone tocou, sacudindo-a fora da cama. Sua


bolsa repousava na porta, mas quando tinha chegado Bryce ao carro?

Ignorando a confusão de sua mente, ela caiu de joelhos e agarrou o


telefone.

—Alô.

—Bem inferno, lá está você, gatinha do sexo. — o tom divertido de


Kenna através do telefone lhe dizia que estava sorrindo — Conte-me tudo e
não deixe um detalhe suculento de fora.

—Eu não acho que você vai acreditar em mim, mesmo que eu lhe
dissesse.

Um momento de silêncio bateu a outra extremidade do telefone,


antes de Kenna saltar.
—A noite foi boa, não?

Ela pensou sobre o tempo com Bryce, sua mente girando para
descobrir como ele saiu tão rápido. Será que ela sonhara com ele? Não, ela
não poderia estar sonhando se ela ainda teria que ir a sua casa. Mas uma coisa
que ela sabia, era que a mulher que entrou esta casa não era a pessoa que se
ajoelhou no chão de madeira.

—Mais do que boa, foi a mais incrível da minha vida. Ouça, eu vou te
contar tudo depois, mas se você não se importar, poderia vir me pegar?

—O que? Você ainda está em sua casa? Ele não trouxe você para
casa?

Como colocar isso? Ele desapareceu? Ela duvidou que Kenna


acreditasse e ela realmente não queria ser ridicularizada.

—Não, ele acabou de sair.

—O que quer dizer, ele acabou de sair? — sua melhor amiga vinha em
seu resgate.

—Ele... er ... Foi chamado a distância.

—Então, ele a deixou em sua casa, em paz?

—Hum, sim.

—É um idiota — Kenna cuspiu. — Onde você está? Eu vou pegar


você.

Não sabia o endereço. Ela ficou de pé, achou alguns e-mails sobre o
criado-mudo. Ela arrancou-se e leu o endereço.

—Entendi — Kenna respondeu. — Eu estarei ai em 20 minutos.

Ela suspirou.

—Obrigada.

—Não tem problema, querida. Eu não posso acreditar que ele deixou
você ai. — Ela hesitou. —Ei, Ellie, você está bem?

O pensamento de nunca mais ver Bryce novamente a feriu. Ele tocou


seu coração.
Lembrou-se de algo que ela simplesmente não podia ver antes. Os
acontecimentos ruins não moldavam sua vida, momentos como estes foram o
que a definiram.

Gerrid apresentou-a o amor. Bryce confirmou que ele existia e


mostrou-lhe que poderia haver mais lá fora para ela.

Ela tentou se concentrar sobre o quanto ele mudou a vida dela nas
poucas horas que eles ficaram juntos. Pelo menos, ela enganou-se a acreditar
que ela se concentraria no progresso. Ela falou de seu coração.

—Eu não sei, tenho muito a decidir.

Bryce tinha fugido para o porão. Uma sala que tinha construído para
protegê-lo do sol de Miami. Sem janelas, portas de aço ram trancadas por
dentro, o lugar mais seguro para que ele fosse ao nascer do sol. Ele ouviu a
conversa de Ellie pelo telefone. Um sorriso levantou-se em seu rosto, quando
ouviu o cansaço de sua voz, e lhe agradava para recontar a noite.

Calor tocou sua alma fria. Mulheres entraram em sua vida e saiam
rápido.

Ele sempre se sentiu bem sobre o que ele tinha feito por elas, deu-
lhes uma noite com um homem que se preocupava e ficou maravilhada com
ele, mas ninguém o fez se sentir feliz.

Como seria compartilhar sua vida com Ellie?

Ele balançou a cabeça, tentando remover o pensamento de sua


mente. Vampiros não podiam encontrar o amor com os mortais. Ele tinha
resolvido anos atrás em fazer o que ele fez por Ellie, ajudar as mulheres que
precisavam ser lembrados de seu eu verdadeiro.

Além disso, como ela reagiria se descobrisse sua verdadeira


natureza? Correria com medo, ele suspeitava, assim como o amor de sua vida
fez antes dela. Passar tempo sonhando não iria levá-lo a lugar nenhum. Sua
vida seria melhor do que se ele não tivesse conhecido ela para se alimentar.

Por que, no entanto, ele não se sentia satisfeito? Quanto mais ele se
deitou em sua cama de pelúcia, envolto em lençóis de seda, mais ele tentou
lutar contra seu desejo de ficar com ela.

Ele a ouviu terminar a chamada e começar a se vestir. Sua garganta


apertou. Se o seu coração ainda batesse, ele assumiu que estaria batendo
forte. Pensamentos correram em sua mente, indo trás e para frente e lutando
um contra o outro.

Seus passos soaram acima dele quando ela se apressou a descer as


escadas. Cada um puxou para ele. Em segundos, ela iria embora, para sempre.

Não.

Seu coração disse a ele, impeça-a.

Ele jogou fora as cobertas, ainda nu, e correu em direção à porta. Ele
nunca sido tão inseguro de si mesmo, e ele não podia explicar por que ele agia
assim agora, apenas sabia que tinha uma escolha.

O bloqueio se abriu e ele saiu correndo do porão enquanto a luz do


sol espreitou através das janelas.

—Ellie — ele gritou.

Na porta da frente, ela se virou e horror brilhou em seus olhos. Ele


olhou para baixo para os braços, vendo-os arder ao sol. Sem pausa, deu um
passo para trás nas sombras da porta do porão. Ela correu em direção a ele
em alta velocidade.

—Oh, Deus, você está queimando.

—Não precisa, está tudo bem. — Ele a puxou para baixo para as
escadas e em seu quarto. Fechando a porta, ele se voltou para ela. — Dê-me
seu braço.
Seus olhos brilhavam com a confusão, mas ela estendeu a mão e
agarrou-lhe o pulso, trazendo-o à boca. Ele liberou suas presas,
testemunhando o seu pálido medo antes que ele cravasse os dentes em sua
pele, ouvindo-a ofegar.

Ela tremeu e olhou para as marcas de queimadura que se curavam.

—O que você é? — ela sussurrou.

Ele selou as marcas de punção com a língua, preparando para ela sair
correndo.

—Vampiro.

Ela examinou sua pele, em seguida, olhou para seus braços. Ele
desejou que pudesse ver em sua mente e amaldiçoou a sua incapacidade de
ler seus pensamentos.

—As feridas, a mordida que você me deu, se foram. — Ela olhou para
ele com olhos arregalados e surpresos. —Vampiros são reais?

—Na verdade, eles são.

Ela segurou a respiração.

—Se alguém me dissesse isso, eu nunca teria acreditado. Mas as


coisas que eu vi esta noite, eu sabia que você era diferente. —Ela olhou para
ele, curiosa. —Há quanto tempo você é assim?

Ele não podia acreditar que ela ainda estava aqui na frente dele, mas
regozijou-se que ela estivesse.

—Por muitos anos.

Ela piscou.

—Como isso aconteceu com você?

—Os tempos eram diferentes naquela época. Os vampiros eram


cruéis e destruíam vidas sem pensar. Outro da minha espécie me salvou, um
homem de coração generoso, e sem ele, eu duvido que eu ainda estaria aqui.

—As outras pessoas sabem que vampiros são reais?

Ele deu de ombros.


—Alguns sim, mas não muitos.

Ela estudou-o.

—Por que está me dizendo isso?

—Porque eu não quero que você vá.

Seus olhos se encheram de lágrimas. Uma onda de choque esticou


seus músculos. Uma mulher mostrando emoção por ele. Quanto tempo tinha
sido? Muito tempo.

Seu coração morto inchou.

Sem dizer uma palavra a ele, ela cavou em sua bolsa, pegou o
telefone, e digitou um número. Dois toques soou antes de uma mulher
atendeu.

—Kenna, sou eu. Não venha me pegar. — Fez uma pausa. —Sim,
estou bem. Bryce está de volta, e eu vou ficar com ele.

Ela terminou a chamada.

Ele a admirava muito. Ela ouviu seu segredo e o enfrentou.

— Não importa.

Ele podia ouvir os batimentos cardíacos acelerados, ela não fugiu.

—Você entende o que isso significa para você?

—Não — respondeu ela. — Mas eu estou interessada em saber.

—Você não tem ideia de como estou feliz em ouvir isso, mas .... —
Ela merecia a verdade antes que ela chegasse a sua cabeça. —Eu tenho uma
alma sombria, Ellie.

Com um passo à frente, ela pressionou seu corpo contra o dele e


sorriu.

—Sua alma não é mais sombria do que a minha.

Ele nunca esperava encontrar algo tão especial nela quando Madame
Eva falou de seu encontro.
Ellie fez o sentir-se vivo pela forma como confiava nele, e ele viu a
possibilidade de um futuro. Ele disse a ela de sua vida escura, e lá ela ficou de
pé, olhando para ele como se tivesse a salvado, não o contrário.

—Qual é o próximo passo? — ela sussurrou.

—Conhecemos melhor um ao outro, nos apaixonamos, e quando


estiver pronta... — Ele apertou seus lábios contra os dela, envolvendo os
braços em torno dela apertado. — Eu vou dar-lhe o 'para sempre'.

FIM