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O Conto de Fantasma de Savannah

Kali Willows

Savannah Teale tem uma obsessão com o sobrenatural, para refutá-


la. Uma caçadora de fantasma com um segredo obscuro, ela não acredita em
vida após a morte. Não mais. Sendo romanticamente desafiada desde a morte
traumática de seu noivo, ela não tem interesse em namoro, mas a
interferência amorosa de sua irmã a levou a aceitar um encontro pelo 1NS.
Cameron Evans é um dos mais bonitos, carismáticos e sexy bacharéis de
Savannah. Ele é um guia excepcionalmente talentoso, e um vidente, mas não
aprendeu a desligar seus dons. Uma vez que suas conversas com os mortos
são diretos para a maioria das mulheres-para dizer o mínimo, Cameron se
virou para Madame Eva para encontrar uma mulher que pode aceitá-lo por si
mesmo e tudo o que ele tem para dar. Eles podem ser um grande jogo, se um
determinado, persistente fantasma simplesmente saísse de cena.
Capítulo Um

Gemidos de prazer enchiam o ar.

—Oh meu Deus, ali mesmo, espere, não, eu não gosto disso.

—Seja paciente. Tem que doer antes que fique melhor. Eu prometo,
vou ser mais gentil. Apenas deixe-me terminar. Eu estou chegando perto. Eu
posso sentir isso.

—Não, espere, isso dói meu, oh sim, agora você tem isso.

—Meu Deus, Vannah, você vai mantê-lo para baixo? Eu estou


tentando me divertir, também. — O irritado tom cortante de sua irmã flutuou
através da música de fundo suave.

—Desculpe Stacia, ninguém fez isso comigo em um longo tempo. Vou


tentar calar a boca. Ele só se sente tão-oh-ah... — Vannah escondeu o rosto no
encosto de cabeça circular acolchoado.

—Quando foi à última vez que teve uma massagem muscular


profunda, Senhorita Teale? — A massagista morena colocou o lençol por cima
do ombro de Vannah e mudou-se para o outro lado.

—Já faz tanto tempo que eu não me lembro, Nadia, mas você está
indo muito bem. Não pare, por favor...

—Então, quando é o grande encontro? — A voz maliciosa de Stacia


contraiu os músculos de Vannah novamente.

—Droga, Stacia.

Um riso sarcástico ressoou do outro lado da sala através quando ela


se encolheu para amassar dolorosamente seu ombro. Enquanto a visita ao
luxuoso spa do hotel, tinha vindo com a sua estadia, Vannah começou a
desejar que tivesse ficado na enorme banheira em seu quarto.

—Ok Nadia, eu acho que é tão bom quanto ele vai ficar para mim.
Obrigado. — Pelo seu tom de voz agudo, a mulher arrumou em uma corrida
com as mãos trêmulas e se desculpou.

Stacia suspirou.

—Justine, muito obrigado. Nós temos que nos preparar para a turnê
Ghost Walk em breve. — Sentando-se, ela agarrou a toalha e pulou fora da
mesa de massagem, recolhendo sua bolsa e pegando algumas notas de sua
carteira. — Por favor, compartilhe isso com Nadia, que tanto aprecia o grande
mimo.

—Como quiser, Sra. Leonard. — Quanto mais velha, mais experiente,


a massagista aceitou o dinheiro e saiu da sala.

—Bem, isso foi rude. — Stacia virou após a porta fechada, lançando
um olhar de fogo em Vannah.

—Sinto muito, mas pelo amor de Deus, você tem que contar o que
estou fazendo? Merda.

Ela passou por trás da tela de privacidade com painéis de mogno. O


calor queimou em suas bochechas era insuportável. Com uma mandíbula
tensa, ela colocou sua roupa.

—A meu ver, Vannah, você está sensível demais sobre isso. Ninguém
sabe por que você está aqui. As pessoas ficam em hotéis para todos os tipos
de razões. Seu comportamento, no entanto, pode enviar uma dica ou duas
sobre a sua agenda.

—Meu comportamento? — Ela puxou a camisa de renda sobre sua


cabeça, fazendo uma careta ao ouvir o som de um fio aparecendo na roupa
rosa delicado.

—Você sabe o que quero dizer. Você está rosnando e latindo para
quem tenta mostrar-lhe a boa e velha hospitalidade do sul.

—Eu não estou brigando com ninguém. — Enfiando o pé recém feito


em sua sandália, ela se encolheu quando a correia do calcanhar começou a
rasgar.

—Ah, é? E sobre o carregador?

—Ele agarrou minha mão.

—Ele estava pegando sua mala. —Stacia a advertiu em tom baixo.

—Bem, ele não tem que fazer isso por mim.

—Uh huh.

—Ok, e o funcionário da recepção?

—Eu sorri para ele quando chegamos aqui dentro.

—Você cerrou os dentes e repreendeu-o por chamá-la de senhora.

—Bem — Perturbada, ela procurou em seu cérebro uma desculpa por


sua grosseria —. Eles não devem ser autorizados a chamar qualquer pessoa
com menos de 80 anos de idade de senhora.

—Ok, você quer ficar com fome ou precisa ficar presa.

Stacia se olhou no espelho, ela usava um vestido de verão azul e


sandálias, passando a escova por seus cabelos loiros perfeitos como sempre.

Vannah caiu na elegante cadeira marfim atrás dela.

O olhar penetrante de Stacia suavizou quando ela puxou um


banquinho perto. Vannah pegou o reflexo de seus olhos vermelhos e seu lábio
superior inchado no espelho de bronze na parede. Sua irmã era uma cópia de
si mesma, os mesmos cachos de linho arrastando para baixo do peito, e as
manchas de ouro dentro em seus olhos amendoados. Elas poderiam facilmente
passar por gêmeas, embora Vannah fosse dois anos mais nova. Mas Stacia
sempre parecia feliz, seus lábios carnudos enrolados em um sorriso
sensacional, o rosto iluminado com um brilho juvenil. Vannah parecia uma
tensa e escura versão menor de sua irmã deslumbrante em seu próprio
reflexo.

—Querida, já faz três anos, não é infidelidade, ele está tornando sua
vida o mais fácil possível. — O tom calmo de Stacia não acalmou-a neste
momento.

—Mais fácil?

—Você, minha querida, é um forte, cheia de vida, bonita,


apaixonada...

Os lados da boca de Vannah começaram a recuar e suas sobrancelhas


se arquearam um pouco.

— … Amarga, irritada, uma mulher desolada. — Stacia terminou.

As palavras cortavam como punhais através de seu coração partido.

—Muito obrigado.

—Eu vi você se trancar em uma cela emocional desde que perdeu


Mark, mas já é o bastante.

—É fácil para você dizer. Você tem um marido que te ama, você tem
tudo que você precisa. — Sua cabeça rolou para trás enquanto ela exalava por
entre os dentes. Chocado com sua própria insensibilidade, ela olhou para
Stacia e suavizou seu tom. — Quase tudo. Sinto muito. Eu posso ser uma
burra de verdade, às vezes.

—Esses são apenas os cartões que eu estava tentando e você, de


todas as pessoas, deve saber que tudo pode mudar num piscar de olhos. Você
teve uma coisa boa com Mark, querida. Você vai encontrar isso de novo mais
cedo do que pensa.

—Bem, talvez eu não queira isso. Será que isso já lhe ocorreu? —
Vannah levantou-se e andou por toda a sala. As profundezas azuis do rio
Savannah fora da janela aberta não fizeram nada para aliviar seu tormento
interno.

—Não, não me ocorreu. E eu vou te dizer o porquê, irmãzinha.

Lágrimas escorriam pelo rosto aquecido de Vannah.

—Quando você estava com Mark, você era a pessoa mais feliz que eu
conhecia. Você se foi. Desde a noite em que ele morreu, eu nem sequer te
reconheço mais. Você quer ser feliz novamente. Eu sei que você será. Você só
está morrendo de medo de ser feliz novamente.

—Você parece saber muito. Por que eu estou com medo de ser feliz?
— As palavras nasaladas saíram de sua boca enquanto a umidade escorria pelo
seu rosto e pescoço.

—Porque você está com medo de se machucar outra vez.

Ela se assustou com a ideia do mexer em seus ombros, Vannah


tentou conter os soluços de cortar o coração que subiram por sua garganta
apertada e lábios trêmulos. Stacia sempre soube como acessar suas emoções
enterradas. Caramba.

Com amorosos braços em volta, ela agarrou Vannah entrelaçando


seus dedos, e a segurou firme enquanto ela quebrava Stacia lhe deu a força,
foi sua salvação.

—Você vai passar por isso, Vannah. Eu prometo. Um dia, em breve.


Por agora, você vai começar com seu encontro. Madame Evangeline é
conhecida por suas habilidades casamenteiras.

—Tudo bem. — Ela fungou e se afastou, evitando o olhar de sua irmã.

—Além disso, ficar no Plantation Castillo é bastante honroso, um novo


hotel no sul de Savannah? Vamos, como é que podemos não fazer mais do
mesmo?

—Nós devemos agarrar algo para comer antes da caminhada do


fantasma. — Vannah correu os dedos trêmulos em seu rosto molhado
enquanto ela reuniu seus pertences da cadeira.

—Eu acho que você está certa.

Vannah abriu sua bolsa Gucci de couro marrom e procurou através de


seu arsenal eletrônico.

—Oh Jesus, você não está fazendo isso hoje está?

—Sim.

—E se há famílias na caminhada?

—E se há?

—Você vai assustar elas. Isto era para ser supostamente divertido e
leve.

—Eu posso ser divertida.

—Claro que você pode, em Ghouls e Goblins os Mais Procurados da


América.

—Oh, você é hilária.

—Você vai me envergonhar de novo, não é?

—Eu faria isso?

Stacia seguiu para o outro lado da sala, zombando dela com um


franzir sarcástico enquanto Vannah segurava a porta aberta.

—Vamos? — Vannah deu sua irmã descontente um sorriso triunfante.

—Claro e talvez eu vá te comprar uma bebida ou cinco. Você acha


que pode tomar a borda fora de seu caça fantasma? — Suaves risadas soaram
para baixo pelo corredor com painéis de madeira elaborado enquanto elas
caminhavam até o elevador.
—Uh-Obrigado pelo jantar, Cameron. Foi-interessante.

Sua última tentativa de encontro correu para o seu LeSabre e pulou.

—Janet, eu sinto muito sobre a interrupção. Eu posso fazer isso com


você outra vez?

—A coisa é, Cameron, você é um cara atraente. Engraçado.


Encantador. Mas eu não posso vê-lo novamente. — Ela virou a chave na
ignição, evitando o olhar .

—Mas Janet...

—Não me chame, é muito estranho. — Ela clicou o cinto de


segurança.

—Sua mãe disse que ela não vai intrometer de novo — ele ofereceu
com desespero.

A mandíbula de Janet caiu. Ele podia jurar que ela ficou um pouco
branca, também, antes do ronronar do motor tornou-se um estrondo e o som
de pneus cantando o deixou em pé no meio-fio com o cheiro de borracha
queimada ardendo no seu nariz.

—Bem, isso foi melhor do que o último. Pelo menos ela não jogou
nada para mim.

Com os ombros pesados, ele estava em pé na beira da calçada,


olhando para a fumaça e marcas de derrapagem na calçada.

O zumbido abafado em seu ouvido não era nenhuma consolação.


—Desculpe Cameron, talvez eu devesse ter avisado que ela está com
medo de fantasmas e toda a ideia de vida após a morte? — A voz suave de
Doris encheu sua cabeça com um riso suave. Seu pedido de desculpas não
ofereceu consolo.

—Sim, sim, devia ter, podia ter. Eu sei você não quis. Quantas vezes
eu já ouvi isso antes de todo espírito que cai em apenas um minuto? Eu
poderia muito bem manter minha promessa de celibato para a igreja e me
tornar um monge, enquanto vocês mortos mantem caras-e-senhoras por
perto. — A presença de Doris evaporou quando o som abafado de risada de
Vincent Price cantou fora de seu bolso.

Soltando um suspiro, ele bateu o botão para falar.

—Olá? Hey Samuel... Como foi? Oh, bem, isso foi muito melhor. Não
há hematomas e a polícia não foi chamada.

Capítulo Dois

—Isso foi incrível. Eu nunca experimentei tomates verdes fritos antes.


— Stacia deu um suspiro e se acomodou em seu assento. — Pensando nisso,
eu nunca comi larva e enguia também. — Ela franziu o cenho quando ela não
obteve resposta. —Vannah!

—O quê?

—Guarde isso.

Vannah continuou a vasculhar sua bolsa.

—Eu tenho que deixá-lo pronto, o passeio é em uma hora.


—Você tem alguns sérios problemas. Quem vai para uma caminhada
do fantasma divertida com um detector de EMF e uma câmera infravermelha?
Sério? — Stacia atirou o guardanapo na mesa e lançou um olhar de
questionamento e desaprovação.

—Uma caçadora de fantasmas. Olá?

—Uma caçadora de fantasma autoproclamada.

—Ei, eu sou profissional agora.

—Você é um profissional dor na bunda, meu amor. — Stacia rolou a


cabeça para trás e bufou de frustração.

—Você não se lembra do episódio de Ghost Hunters em que eu estava


no ano passado?

—Você quer dizer aquele em que você ficou do lado assistindo o


elenco fazer leituras e rastrear objetos em papel?

—Ei, eu não aprecio seu cinismo, muito obrigado.

—Vannah, sua obsessão com os mortos ficou fora de controle.

—Minha obsessão é provar que não há tal coisa. — Vannah mexia


com seu detector de verificação .

—Qualquer que seja. Basta não deixar as pessoas hoje à noite


desconfortáveis. A maioria das pessoas vai para se divertir. Não estrague tudo
para os outros como você fez da última vez.

—Aquele casal nunca deveria ter estado lá, para começar. — Os


ombros de Vannah subiram em direção as orelhas quando ela deu de ombros.

—Parte da turnê da forca era para tirar fotos no celular, Vannah, não
ficar trancado com as luzes apagadas, enquanto alguma aberração vai pela
câmera infravermelha até você.

—Eu me desculpei. Além disso, ela não precisa de pontos.


—Ugh!

—Tudo bem, eu vou ser mais discreta desta vez.

Stacia se acomodou em sua cadeira e sorriu para ela.

—Então, quando é o grande dia, afinal?

—O encontro, oh, não, é amanhã à noite. Nove horas. — Ela fez uma
careta.

—Talvez quando você descubra algo que você vai parar essa
obsessão.

Vannah olhou com raiva para ela.

—Eu só estou dizendo.

—Stacia, minha carteira não está aqui. — Vannah vasculhou sua


bolsa, frenética.

—Será que você a deixou no spa?

—Eu não penso assim.

—Podemos verificar que na parte da manhã, eu vou cobrir o jantar. —


Stacia tirou seu cartão de crédito e colocou-o na bandeja de plástico com a
conta. — Talvez, só para estar no lado seguro, devemos denunciar seus cartões
em falta.

—Eu vou para a recepção e entrar em contato com a empresa de


cartão de crédito. Obrigado.

As sobrancelhas de Vannah se apertaram juntas enquanto tentava


descobrir o mistério.

—O que é Vannah?

—É só que eu tenho certeza que eu estava com ela quando


começamos o jantar. — Ela inclinou-se, puxando o pano para cima e procurou
debaixo da mesa.
—Obrigado por se juntar a nossa turnê. Meu nome é Cameron Evans.

Vannah manteve a bolsa em seu ombro, puxou para perto como um


cobertor de segurança.

—Agora, este passeio é narrado pelo seu guia-uh-que seria eu — Ele


deu um sorriso cheio de dentes, — Eu sou um historiador intuitivo, folclorista,
mestre contador de histórias, e nativo da Geórgia que cresceu aprendendo as
lendas — olhando para os membros do grupo, ele ofereceu uma voz sinistra
com uma risada — que se encontram sob os contos de assombração de
Savannah.

—Sim, certo. — Vannah puxou a bolsa maior em seu ombro.

—Shhh. — Stacia deu-lhe um empurrão.

—Vamos explorar os tons em profundidade informativan a mais


assustadora história assombrada desta linda cidade. Acreditamos que este é
um passeio de arrepiar que até mesmo o mais cético vai gostar. — Seu olhar
intenso lhe chamou a atenção juntamente com seu sorriso diabolicamente
encantador.

—Nossa assombrada Ghost Walk está repleta de histórias do passado


espectral de Savannah. Você vai ouvir contos de fantasmas, sombra de
pessoas, de vodu, e muito mais!

—Isso é tudo baseada na pesquisa atual, ou você vai vir com essa
porcaria inventada? — As palavras venenosas fazendo várias cabeças se virar
em direção à ela.

—Vannah. — Stacia deu uma cotovelada em seu lado direito.

—Desculpe — Ela esfregou as costelas.

—As pessoas... — Sua voz profunda chamou a sua atenção de volta


para a frente.

—Quero dizer, eu vou controlar você — Stacia lançou um olhar severo


para ela. — Comporte-se.

—Tudo bem.

—Savannah é frequentemente descrito como charmosa cativante e


até mesmo sensual, mas também é bem conhecido por seu lado negro e
misterioso.

Vannah se inclinou para frente, inspecionando seus ombros largos e


marcantes, características cinzeladas.

—Nossa, ele é quente — Stacia ronronou.

—Se você gostar desse tipo de coisa. — O olhar de Vannah caiu para
as unhas bem cuidadas.

—Claro, talvez seja seu cabelo grosso e loiro que você poderia
bagunçar com seus dedos? Ou sua altura atlética tipo um Adônis que parece
que ele poderia balançar a cama a noite toda?

—Stacia!

—O quê? Você conseguiu um vislumbre daquela bunda naqueles


shorts, as pernas e os músculos sólido? E não deixa muito para a imaginação
aquela regata apertada. Aqueles braços impecáveis, seus peitorais definidos, o
abaulamento...

—Pare com isso.

—Mas que bonito bronzeado...

—Chega, você quer conseguir um quarto com ele ou algo assim?

—Melindrosa e sensível, eu acho você está protestando muito,


querida irmã. — Stacia enfiou um dedo fazendo cócegas em sua cintura.

—Já pensou em crescer?

—Senhoritas, você ainda vão se juntar a nós? — A voz de veludo


cantarolava sobre o ombro de Vannah, enviando calafrios na espinha.
A dupla fez uma pausa, e Vannah virou, percebendo que todos já
tinham começado a caminhar.

—Sim, ainda estamos chegando, quero dizer andando. — Vannah


gaguejou, sentindo o calor em suas bochechas.

—Isso é bom. Eu não quero que você se perca — Com uma piscada
sedutora, ele acenou para a rua diante deles. —Depois de você, senhoras.

Elas caminharam ao lado dele até que se juntaram com o resto. A


lenta brisa soprava um sensual e arrebatador aroma de musk amadeirado para
seu nariz. Pela primeira vez nesta viagem, Vannah emudeceu.

Parando ao lado dela, ele continuou seu discurso.

—Savannah é reconhecido por muitos como a cidade mais


assombrada dos Estados Unidos.

Embora ela nunca fosse admitir isso em voz alta, Vannah achou as
sinuosas ruas de paralelepípedos longos cheios de uma sensação fascinante de
passado. A elegância simples de uma época anterior, agravado pelo cheiro
persistente de pavimento molhado da chuva que caiu mais cedo naquela noite,
a fez sentir como se tivesse dado um passo para trás no tempo.

Mansões apareciam das cercas, enormes e luxuosas com jardins


coloridos. Eles passearam pelas últimas fazendas históricas da plantação,
enquanto saboreavam o ar da noite. Passeando pelas praças da cidade
pitoresca, ela admirava os troncos cobertos de musgo, majestosos carvalhos
que ladeavam as ruas. Tudo parecia tão lunático, em uma espécie de escuro e
triste caminho.

Quando o divino aroma de rosas passou ao redor dela, Vannah


inspecionou a folhagem que ela estava passando, e não viu flores de qualquer
tipo. Os carvalhos de musgo ao seu lado eram acompanhados apenas por
arbustos verdes. Ela virou-se com um toque em seu ombro, mas não viu
ninguém atrás dela. Stacia estava ao alcance da mão, no entanto.
—Pare com isso. Isso não é engraçado.

—O quê? — Stacia olhou para frente, com foco em seu guia.

Vannah deu mais alguns passos e um som abafado vibrou em seu


ouvido. Recuperando o fôlego, ela lançou um olhar de Stacia.

—Eu estou falando sério. Pare com isso.

—O quê?

—Sim, certo. Não faça isso de novo.

—Fazer o quê? — Stacia assobiou com aborrecimento.

—Oh, não importa.

Tremores leves rolou a pele aquecida de Vannah e uma corrida suave


de felicidade percorreu seu núcleo por um breve momento. Seus músculos
pélvicos se espremeram e lançou como se tivesse um movimento involuntário.
Vannah estremeceu com a sensação, e em seguida, continuou sem dar-lhe
outro pensamento.

Na noite sombria, a aventura de seguir Cameron e a posse para baixo


as velhas trilhas assombradas, ouvindo lendas da cidade, chamou sua atenção
longe dos apetrechos em sua bolsa. Ela se distraiu em sua agenda para
registrar a histeria espectral.

—... Para os três lugares que marcam as passagens furtivas do


conhecido para o desconhecido.

A cativante voz do guia e suas histórias trouxeram uma curiosidade


que não tinha esperado. Seus contos foram críveis, ela podia sentir a história,
a presença ameaçadora sugerido de tempos passados, e sua abertura para isso
foi inaceitável. Não, ela não iria perder de vista a razão para estar lá. Vannah
aliviou os dedos pelo interior da bolsa, observando que Stacia estava
preocupado olhando o Adônis que estava em um caminho de entrada de um
cemitério, hipnotizando suas turistas.
A turnê tinha parado para outra lenda assustadora... yada yada yada.

—Este secular cemitério é conhecido por ser frequentado pelos


espíritos que, a Geechee-Gullah dizer, se destacam em suas sepulturas em um
ritual da meia-noite. O Yamacraw indiana, irlandesa, e Geechee-Gullah, o povo
acredita que o invisível pode tocar-nos sobre os nossos ombros e sussurrar em
nossos ouvidos.

Claro que pode. Vannah afastou-se com sua câmera na mão e


escapou pelo portão lateral do cemitério. Ficando perto o suficiente para que
ela ainda pudesse ouvi-lo divagar sobre túneis escuros e lápides misteriosas,
Vannah ligou à câmera infravermelha e começou a digitalizar os túmulos
antigos. Um mausoléu distante chamou sua atenção. Embora o dispositivo não
mostrasse nada, ela estava certa de que pegou o movimento de alguma coisa
na frente do prédio.

Cauteloso de ser visto, ela prendeu a câmera pronta e avançou ao


longo da cerca em direção ao monumento. A pequena pedra estruturada no
estilo do Parthenon estava envolta com um desgrenhado e verde musgo e
trepadeiras lenhosas. O coração de Vannah pulou uma batida quando ela
observou que a porta estava entreaberta.

—Hey Cameron — Um sussurro no ouvido dele o distraiu de seu conto


sobre o cemitério.

—Ok, quem é você? Eu estou no meio de uma coisa aqui. — Cameron


mentalmente repreendeu seu hóspede fantasmagórico não convidado
enquanto os turistas começaram a se dispersar, tirando fotos das estátuas ao
longo da frente do cemitério antiquado.

—Parece que você tem um gato enxerido. — A voz era do sexo


masculino, mas não a identificou nesse momento.

A pitoresca loira chamou sua atenção quando ela se escondeu atrás


do muro de pedra fora do portão lateral do cemitério.

—O que você acha que ela está fazendo lá?

—Vá encontrá-la antes que ela se meta em problemas. — A voz


desapareceu quando o irmão de Cameron se aproximou.

—Caçador de fantasmas ? — Samuel suspirou.

—Talvez, mas ela vai me manter ocupado hoje à noite, eu acho.


Trabalho em equipe?

—Claro, eu sei essa história de cor. — Samuel mudou-se para o chefe


do grupo de excursão enquanto Cameron escapuliu para rastrear seu
espectador renegado.

Ela era mulher bonita em um cemitério escuro, o que poderia acabar


mal. Alguns flashes do que poderia acontecer encheu sua cabeça, um pouco de
aguilhão de sua ajudante assombrada.

Com passos lentos e deliberados, Vannah subiu as escadas até a


porta, pronto para olhar para dentro. O odor de mofo, de decadência encheu o
ar. A vibração explodiu em sua mão e seu coração esmurrou contra os limites
de seu peito. A tela da câmera ficou em branco.

—Bateria fraca? Mas eu carreguei hoje. Caramba.


O ar úmido e estagnado pareceu gelado. Arrepios subiram por suas
pernas e braços nus. Mesmo seus mamilos endureceram raspando contra sua
camisa com o ar frio. Ela agarrou sua máquina fotográfica e fotografou em
torno dela, espantada ao ver seu ar exalado materializar em um estado gasoso
nublado.

Uma frente fria? Ela se esforçou para convencer a si mesma.

A fragrância irresistível de rosas acariciou seu nariz novamente. Um


rápido olhar mostrou que ainda não havia flores nas proximidades e, em
seguida, um pano macio roçando seus mamilos endurecidos a assustou.
Pressão invernal agarrou seus picos eretos. Ela fechou os olhos e balançou a
cabeça para trás como uma força deliciosa começou a se condensar em torno
de seus seios. Hipnotizado pela sensação requintada, os braços amoleceram
com a câmera em seu aperto, permitindo que o frio consumisse sua carne.

A pastagem gelado suave atravessou seus lábios, por toda a extensão


de sua garganta, e ao longo do cordão de sua blusa. Arrepios de frio à tona
sobre o couro cabeludo e espalhando nas costas de seu pescoço, rolando ao
longo de todo o seu corpo. A sensação de zumbido começou em suas coxas e
subiu para cima. Suas pernas começaram a participar beliscando o gélido
despertar dela e seus músculos pélvicos se contraíram. Seu corpo empurrou-se
para baixo, acolhendo a sensação, e um baixo gemido irrompeu de sua
garganta.

O som de sua própria voz a despertou do transe, e as batidas do seu


coração voltou-a a consciência. Vannah empurrou a câmera na bolsa e tirou o
detector EMF. Seus dentes batiam quando ela virou-se, segurando-a na frente
dela como uma arma carregada. O medo do caçador de fantasmas aumentou
quando a agulha voltou correndo para frente e para trás por alguns segundos e
depois parou.

Que diabos estava acontecendo? Uma sombra atravessou a soleira de


pedra, assustando-a. Seu coração disparou e ela tropeçou descer os degraus,
com os olhos voando freneticamente para trás e para a frente, olhando para o
movimento, mas não o encontrando. Seus pés ficaram desajeitados e ela
tropeçou em uma pedra plana e caiu para trás.

Um calor súbito a cercou e ela fez uma pausa em meados de queda,


suspensa sobre o poço escuro de uma sepultura aberta. Sem ar e aterrorizada,
ela levou um momento para perceber que o calor era braços fortes em volta
dela. De volta a seus pés, ela virou-se para encontrar Cameron, o guia,
observando-a com uma expressão divertida.

—Você está bem? — Ele agarrou seus ombros que tremiam.

—Eu estou bem, eu só vi, tropecei. — Vannah tentou recuperar o


fôlego, sua mente correndo com a loucura.

—Você deveria ver onde você está pisando em um cemitério.

—Eu não esperava, eu não sabia que eles ainda enterravam pessoas
aqui.

—Você sabe, é reprovável estar explorando tumbas à noite em torno


destas peças.

—Eu não estava atacando nada.

Ela empurrou-se para fora de seu controle e pegou sua bolsa do


chão, enfiando seu detector para dentro. Ela não estava nada contente com o
meu equipamento que falhou nesse túmulo. Ela arrancou a blusa torcida e a
arrumou no lugar.

—O que você viu? — Seu olhar penetrante enviou uma corrente


através de seu peito.

—Nada, Eu não-não há nada para ver, vamos.

—Ei, ei, espere. Algo te assustou. Diga-me o que você viu.

Se ela não estava pulsando com terror, agora, ela pode realmente ter
desmaiado sob o seu olhar.
—Você é surdo? Eu disse que não vi nada. — Ela se virou para ir
embora.

—Quem é Mark?

Com uma sacudida quente, seu estômago se afundou e seus pés


congelaram no chão.

—Quem é Mark e por isso ele não pode respirar? Suas queimaduras
no peito. — Cameron entrou na frente dela, bloqueando sua saída e
esfregando seu torso com uma expressão contorcida.

—Onde você... Stacia. Eu vou matá-la. — Ela engoliu saliva,


assustada com a umidade do ar.

—Ele está aqui, você sabe. Isso é o que você viu. — Ele falou com
uma voz suave.

—Isso é uma piada horrível. Pare com isso. — Ela passou por ele, em
seguida, saiu correndo para o grupo.

—Você está bem? O que diabos você estava fazendo? — O tom de sua
irmã tinha preocupação, mas ela não foi até explicar.

—Eu vou lidar com você mais tarde.

—O que eu fiz? — Stacia agarrou seu braço.

—Eu disse mais tarde.

—Que diabos você estava fazendo no cemitério, afinal?

—Deixe pra lá. — Ela arrancou-se das mãos de Stacia e girou para
longe, muito chateada para fazer qualquer coisa.
Cameron andou até Vannah e parou com o que parecia uma
expressão de desculpas antes de continuar até os espectadores conversando e
retomou a sua narração ao grupo.

—Muita gente comprou fazendas aqui, há um tempo atrás, pensando


que seria o lar ideal de verão, mas a maioria fez as malas e saiu depois de
ouvir o riso das crianças nos corredores vazios, sentindo dedos invisíveis
acariciar seus rostos, e vendo garotas pálidas que parecem flutuam através de
seus jardins. Esta rua tornou-se conhecida por suas casas abandonadas até
que a cidade entrou em cena e eles a preservaram.

Ele continuou com essa farsa de um Ghost Walk sem sequer olhando
o seu caminho novamente. Ele falou sobre folclore e lendas como ele
acreditava em suas próprias histórias dos mortos.

—Por que é atmosfera tão do velho Savannah carregado de energia


paranormal? Por que parece chamar seus espíritos de volta para casa? — Os
espectadores encantados eram um bando de idiotas estúpidos escutando os
violentos contos de um egomaníaco.

A aura misteriosa das ruas escuras estava rastejando para fora. Suas
histórias foram apenas torná-lo pior. O que ela tinha visto? O que aconteceu
com o corpo lá dentro? Ofegos repercutiu profundamente em seu núcleo.

—Um cidadão famoso foi reverenciado por suas festas suntuosas...

Você está brincando comigo? Este; almas solitárias vagando


eternamente, procurando um amor não correspondido, falso estava ficando
fino, e por isso foi a paciência.

—De acordo com o folclore, a Sala 204 do hotel é assombrada.


Fantasma de um homem é frequentemente avistado andando pelos corredores
e de pé no final da cama, mesmo correndo água do banho e vasos sanitários.

Ela prometeu a Stacia não chamar mais atenção para si esta noite, os
arrepios de medo remanescentes foram um lembrete para obedecer, mas ela
queria dar-lhe um pedaço de sua mente.

—... Rastejando em pátios misteriosos, à espera de ajuda para


atravessar...

—Vannah?

—Eu não quero ouvir isso, Stacia.

—Não, Vannah, eu ...

—Sério, cale a boca.

—Eu não me sinto bem.

O rosto de Stacia foi liberado. Gotas de suor cobria sua testa e


desceram as têmporas, e o decote de seu vestido de verão estava escuro com
a saturação, como se um calor sufocante consumia.

A raiva de Vannah evaporou quando sua irmã pegou o braço dela.

—Ah, eu vou ficar doente. — Stacia cobriu sua boca, cambaleou para
o lado da passarela, e vomitou por cima da cerca de piquete batendo na
calçada.

—Oh, Deus, foi a comida? — Vannah pairou, segurando o cabelo de


Stacia enquanto ela vomitava.

O vomito de Stacia diminuiu e depois parou. Ela deu um passo para


trás e se agachou, ofegando por ar.

—Tudo está ficando nebuloso.


Vannah lutou para segurá-la, mas Cameron pegou-a em seus braços,
quando seu corpo ficou mole.

—Desculpe, gente, uma dama em perigo. Meu sócio vai continuar a


turnê. Samuel, você pode consultar para os nossos clientes? — Sem esperar
por uma resposta do homem de cabelo bonito, justo ao pé da multidão, ele
começou a caminhar para trás por onde eles vieram.

Vannah ia atrás dele.

—O que você está fazendo?

—Ela precisa se deitar. Ela precisa de um pouco de água fria.

—Espera, onde você vai?

—Minha casa é virando a esquina.

—Nós não devemos levá-la ao hospital?

Vannah sufocou as palavras através de sua garganta apertada. Ela


trabalhou para segurar as lágrimas nas bordas de seus olhos enquanto ela
corria, tentando manter-se com ele.

—Ela vai ficar bem. Confie em mim.

—Mas e se é uma intoxicação alimentar? — Ela puxou a camisa dele.

Cameron olhou para ela com olhos de safira brilhando.

—Não é uma intoxicação alimentar. Vamos, precisamos deixá-la


refrescar. — Ele continuou, focado e inflexível.
Vannah sentou no chão de pedra calcária dura, observando sua irmã
arremessar e virar no sofá de Cameron. O medo correu em seu coração, e sua
própria pele estava úmida do ar da noite úmida.

Cameron transportou em uma bandeja e colocou-a sobre a mesa de


vime ao lado deles.

—Aqui está um pouco de água, um pano frio e um termômetro.

—Termômetro?

—Ela está queimando, mas ela vai ficar bem. — Ele se ajoelhou ao
lado Vannah e colocou o dispositivo na boca de Stacia.

Vannah assistiu com os lábios apertados e entrou em pânico embora


ela visse ele pegar o termômetro e examiná-lo.

—Cento e dois;. Temos que levá-la esfriar — Ele levantou a pequena


toalha. — Refresque-a com isso enquanto eu preparo um banho.

—Banho?

Quando ele passou-lhe o pano úmido, o calor de seus dedos contra a


palma da mão abalou seu coração e mandou um bando de borboletas que
dançam em seu estômago.

Uma hora depois, Stacia estava sentada no sofá de vime branco,


almofadas vermelhas e inchadas colocadas à sua volta. Ela segurava um copo
de limonada e a mão de Vannah.

—Você me assustou.

—Sinto muito, garota. — Ela colocou o copo nos lábios pálidos e


tomou um gole.

—Então, como está a nossa paciente? — Cameron entrou carregando


um prato de biscoitos e queijo.
—Melhor, muito obrigado, me desculpe se eu arruinei a turnê.

—Bobagem, era quase o último lugar. Além disso, Samuel estava lá


para terminar. A maioria deles eram moradores e já viram de tudo de qualquer
maneira.

—Samuel?

—Sim, ele é meu irmão e sócio de negócios o mais velho parceiro na


Ghost Walk assombrada. Nós nos revezamos levando os passeios e ele faz a
maioria das coisas de negócios. Ele me chama de 'o talentoso’. — Cameron
sorriu um pouco.

—Obrigado por ajudar a minha irmã.

—Foi um prazer, minha senhora. — Com olhos sorridentes, ele deu


um pequeno aceno de cabeça e piscou.

Vannah encolheu ao ouvir essa palavra de novo.

—Então, Stacia, a quanto tempo você sabe? — Ele colocou a mão


sobre sua barriga plana.

Stacia engasgou.

—Como você sabe?

Ele sorriu e tirou a mão.

—Sabe o quê? — Vannah exigiu.

—Cerca de uma semana. Eu não disse a ninguém, exceto meu


marido, nem mesmo — Ela encontrou o olhar de Vannah e encolheu os ombros

—Saber o quê?

Stacia sorriu enquanto esfregava as mãos sobre sua barriga.

—Querida, como você se sente sobre estar sendo chamado de tia


Vannah?
—O quê? Pensei que não poderia, após a última ...

—Eu sei. É um milagre. — Stacia estava brilhante. Ela olhou para


Cameron. —Como você sabia?

—Eu ouvi... Uh... De um amigo. — Ele olhou por cima do ombro para
arco da porta vazio.

A voz de Stacia abaixou.

—Quem?

—Bem, eu acho que não há como evitar. — Ele suspirou — Mark.

—O quê? — Vannah pulou. — Do que diabos vocês estão falando?

—Eu recebo essa resposta de um monte de gente — lamentou ele,


com uma careta.

—O que você quer dizer? — A voz calma de Stacia enfureceu a


Vannah.

—Eu sou médium, ou vidente, ou psíquico, o que você quiser chamá-


lo. Eu posso ver e ouvir os mortos. — Movendo-se para a poltrona marrom ao
lado da janela, ele se sentou na beirada do banco voltado para Vannah. Ele
manteve os olhos fixos nos dela.

—Psíquico? — Ela cruzou os braços sobre o peito.

—Sim, eu recebo essa resposta de um monte de gente, também.

—Mark está aqui? — Stacia virou a cabeça para olhar nos cantos
escuros da sala.

—Mas que diabos? Isso é algum caminho perverso para me fazer


seguir em frente? Ele está doente. Pare com isso, agora! — Vannah marchou
em direção à porta.

—Savannah Grace Teale. — Cameron se levantou e foi em direção a


ela.
—Do que você me chamou? — Ela congelou. A fragrância de rosas
voltou junto com arrepios em seu couro cabeludo e coluna vertebral.

—Eu sei que você não quer acreditar em mim, mas eu estou pedindo,
não, eu estou te implorando, por favor, sente-se e me ouça.

—Vannah, ninguém te chamava pelo seu nome completo, exceto... —


A voz de Stacia tremeu.

—Por favor. Apenas cinco minutos e eu juro por Deus, eu nunca vou
incomodá-la novamente.

— Obrigado por sua voz suplicante — Vannah caminhou até o sofá de


vime e sentou-se ao lado de Stacia.

—Obrigado. — Ele tomou um assento no pufe de couro marrom


enfrentá-los.

Seu olhar fixo nela, cheio de empatia e remorso.

—Vannah, este dom, eu tive a minha vida inteira, e eu não posso


simplesmente desligá-lo à vontade. Mark tem se comunicado conosco, sem
parar, a noite toda.

—Nós? — Sua raiva e confusão estavam empatadas agora.

—Ele está tentando chamar sua atenção, mas, ele diz que você está
tão teimosa, como sempre foi.

—Isso soa como Mark. — Os risos nervosos de Stacia caíram no


silêncio.

—O que você está falando? — Sua voz cresceu grossa, dificultando a


pergunta.

—O cheiro de rosas, o toque em seu ombro, o sussurrar em seu


ouvido. Ele disse que ele mesmo mudou sua carteira hoje à noite para chamar
sua atenção. Quando você se assustou no cemitério, no incidente no
mausoléu? Era Mark, o ar frio, a sombra em movimento, os problemas
elétricos com seu equipamento, tudo era ele.

—Eu perdi minha carteira. — Ela contornou o resto dos seus pontos
indiscutível. A sugestão de que ele sabia o que lhe aconteceu no mausoléu
mandou um abrasador calor através de suas faces e suas veias pulsando.

—Verifique se ela está aí agora. — Ele acenou para a bolsa por seus
pés.

—Isso é ridículo.

—Vannah, verifique. — Stacia concordou com o incentivo.

Vannah bufou e pegou sua bolsa, vasculhando, então parou quando


seu coração saltou para a garganta. Ela tirou a carteira que tinha sumido.

—Eu não estou fingindo. Ele precisava dizer algo.

—O quê? — A metade esperançosa dela esperou.

—Ele disse que o seu encontro... Amanhã... Ele quer que você vá com
ele. Madame Evangeline sabia o que estava fazendo quando ela o ligou a você.
É hora de deixá-lo ir. Ele quer que você comece a viver novamente.

—Uau. — Ela balançou a cabeça. Sentada, ela olhou para o teto


abobadado.

—O quê, querida? — Stacia apertou-lhe o pulso.

—Uau, vocês são bons.

—O quê?

—Há quanto tempo você vem planejando isso, Stacia? O que você
fez? Contratou um ator? — Vannah retirou a mão, olhando para Cameron.

—Eu não fiz nada disso. — Stacia chegou novamente perto dela, mas
ela resistiu, evitando qualquer contato.

—Claro que você não roubou minha carteira antes e colocou-a de


volta agora? Como você não me tocou no ombro antes? Você não me arrastou
para esse negócio todo dia?

—Vannah?

—Não, você cruzou a linha.

—Há algo mais. — Cameron levantou-se e caminhou em direção a


ela.

—Ok, Cameron, se isso é mesmo seu nome verdadeiro, o que VOCÊS


dizem que Mark tem a dizer?

—Ele diz que você está carregando um segredo desde aquela noite.

A onda de choque e medo misturados com a raiva e angústia correu-


lhe tudo de uma só vez, colocando cada átomo de seu corpo em chamas.

—Cale a boca. Nem mais uma palavra. — Levantou-se, agarrando a


bolsa contra o peito.

—Ok, sem mais palavras, mas eu quero que você faça algo para mim.
— Ele se aproximou dela, olhando para o rosto dela.

—Oh você fez, hein? O que é isso?

—Eu quero que você pegue a sua câmera e os outros equipamentos.


Eu quero que você veja as gravações e faça as leituras. Quando você voltar
para o Hotel Castillo, tire um tempo para rever os dados. Decida por si mesma
se isso é real ou não.

—Vannah? — Stacia a chamou.

Vannah ficou boquiaberta com a calma de sua irmã.

—Faça isso. Para sua própria paz de espírito, eu te desafio. — Stacia


sabia como empurrar seus botões. Um desafio para seu ceticismo foi o
suficiente para ferver seu sangue.

Vannah enfiou a mão na bolsa e sacou sua câmera. Ela ligou,


esperando uma bateria morta, mas o indicador mostrava uma carga completa.
Pressionando o botão de gravação, ela esquadrinhou o quarto. Cameron
apontou para as janelas abertas e Vannah apontou lá, também. Uma rajada de
ar ártico correu através de seu corpo tremendo.

Um toque em seu ombro a deixou cambaleando, mas ninguém estava


atrás dela. Um sussurro inaudível no ouvido dela estourou novamente quando
ela girou para trás, de frente para eles.

— Stacia, vamos. — Ela falou baixo e firme, tentando manter a voz


calma e segurar os gritos de angústia que queimavam dentro dela.

Stacia a seguiu para sair do quarto.

—Hum, até que correu bem. — Cameron soltou um suspiro, quando a


aparição passou por ele.

—Eu não achei que seria tão difícil convencê-la com tudo o que você
compartilhou.

—De alguma forma, Mark, eu não imagino que isso seja uma grande
surpresa para você? Ela me parece uma mulher obstinada, opinativa que adere
a suas armas.

—Você tem esse direito. Espetacular, não é? — Cameron podia sentir


paixão persistente de Mark por ela.

—Para dizer a verdade, ela é um pé no saco. Teimosa, irracional —


Ele fez uma pausa.

—E então? — O fantasma brincalhão incitou-o.


—Magnifica.

A imagem vívida de seus profundos olhos marrons persistiam através


de sua visão.

—Tudo deu certo, Mark, pare com isso. Eu cheguei ao ponto.

Cameron estava na porta vazia, o espírito se foi novamente.

—Como se ela fosse voltar depois disso.

—Então, quanto tempo antes de falar comigo? — Stacia chamou pela


porta do quarto do hotel. — Por favor, não deixe uma mulher grávida em
perigo. Abra.

Vannah girou a fechadura e abriu a porta, olhando para o chão.

—Você dormiu? Você parece uma merda. — Stacia entrou no quarto.

—Muito obrigado. — Ela andou e se sentou na sua desgrenhada


cama.

—Então, qual é o veredicto, caçadora de fantasmas? Ele é uma


fraude? — Stacia ficou na frente dela com uma provocação em seu tom.

—Stacia?

—Sim?

—Só vou perguntar uma vez, e eu quero a verdade, não importa o


quê.

Ajoelhando-se na frente dela, ela pegou as mãos de Vannah nas


delas.

—O que é isso querida? Você sabe que eu nunca menti para você, eu
não vou começar agora, eu prometo.

—Será que você armou isso? Cameron, quero dizer, você lhe contou
essas coisas? Você pegou a minha carteira e colocou-a de volta?

—Claro que não. Eu nunca iria machucá-la assim. Será que você viu
as imagens da noite passada?

Vannah baixou a cabeça e suspirou.

—Sim, eu fiz.

—E então?

—Leituras como eu nunca vi desde que eu comecei essa coisa


estúpida.

—Então foi realmente Mark?

—Talvez, eu não sei, a menos que você me tocou, não há outra


explicação.

—Não fui eu. Você vai voltar e falar com Cameron?

—Eu não penso assim.

—Por quê? Você ainda não acredita nele?

—Eu acho que acredito. Mas depois do meu comportamento na noite


passada, estou muito envergonhada. Eu fui terrível com ele.

—Tenho certeza que ele entende o quão difícil foi para você.

—Talvez antes de sairmos. Eu não sei.

—Você ainda vai continuar com o seu encontro hoje à noite? Tenho
certeza de que Madame Evangeline iria entender se você desistisse, dadas às
circunstâncias.
—Não. Está na hora. Mesmo que eu não me divirta, é o primeiro
passo, que eu tenho evitado por muito tempo.

—Essa é minha garota. — Stacia se levantou puxando Vannah com


ela, e a abraçou com força.

—Bem, talvez eu devesse tentar e tirar uma soneca ou algo assim.


Estou exausta. — Raiva amainando de Vannah veio como um alívio.

—Onde você vai encontrá-lo? Não importa. Divirta-se e ligue para o


meu quarto, se precisar de mim.

Stacia se dirigiu para a porta.

—Onde você está indo?

—Eu estou desejando um bocado de tomates verdes fritos que


servem por aqui, e talvez alguns picles, sorvete .... Quem sabe? Eu estou
morrendo de fome. — A pele de Stacia brilhava.

—Há quanto tempo Charlie sabe sobre o bebê?

Stacia parou segurando a maçaneta da porta com o olhar mais feliz


que Vannah já tinha visto em seu rosto.

—Olhamos o teste juntos antes de eu sair para encontrá-la.

—Estou feliz por vocês dois Stacia, tem sido um tempo difícil para
você.

—Tem sido uma longa espera para a felicidade para você, também,
garota. Basta lembrar uma coisa para mim, ok?

—O que?

—A vida é muito curta para se desperdiçar com arrependimentos.


Você está tendo uma oportunidade de ouro para seguir em frente com sua
vida. Use-a bem.

—Eu vou fazer o meu melhor, Stacia. Obrigado.


—Eu te amo, garota.

—Eu também te amo, mas você ainda é um pé no saco. — Um lado


da boca de Vannah recuou quando ela lhe lançou um olhar meio bravo.

Vannah parou na frente da porta de cobertura carvalho-aparado e


diminuiu sua respiração. Seus nervos estavam causando estragos em seu
estômago e peito. Prendendo a respiração, ela bateu na porta do quarto 1213.

O som de clique da fechadura girando causou um rebuliço em seu


estômago. A porta se abriu, e um aroma amadeirado de musk envolveu seus
sentidos. Vannah agarrou o quadro para ficar em pé quando viu quem abriu a
porta.

—O que diabos você está fazendo aqui?

—Você não vai entrar, senhora?

—Pare de me chamar de senhora. — Ela passou por ele.

Fechando a porta, ele se virou com um sorriso envergonhado.

—Você sabia que era eu? — Ela largou a bolsa no azul royal e branca
seda e sentou-se.

—Não é exatamente assim, além do fantasma me dizer, não era difícil


de adivinhar. Eu duvido que haja muitos encontros definidos hoje, aqui em
Savannah por Eve.
—Eu não acho que posso fazer isso, não com você. — Ela balançou a
cabeça e apertou a mão úmida sobre o rosto.

O vestidinho vermelho quente, com as alças finas e baixas era um


pesar mais definido agora. Assim como a sexy e preta lingerie rendada por
baixo.

—Sim, eu recebo essa resposta de um monte de gente, também. —


Ele riu e se estabeleceu na cadeira de cobalto na frente dela.

—Você recebe? — Ela lançou-lhe um olhar interrogativo.

—Sim, é incrível como fantasmas podem mexer com a sua vida


amorosa ou torná-la inexistente. Na maioria das vezes eu não consigo passar
do primeiro encontro em um restaurante sem algum espírito saltar com uma
mensagem ou duas.

—Portanto, esta não é a primeira vez que isso acontece com você? —
Tomando cuidado com o decote revelador, Vannah cruzou os pés nos
tornozelos e manteve as pernas pressionadas juntas, cruzando os dedos e
colocando-os sobre os joelhos apertados.

—Não, é por isso que concordei com o 1NS.

—O que quer dizer que você concordou?

—Bem, meu irmão mais velho, Samuel, pensou que eu precisava de


uma pausa quando o ultimo encontro que falhou.

Um silêncio constrangedor encheu a sala.

—O que você encontrou no vídeo? — Um sorriso unilateral iluminou


seu olhar confiante.

—O que você acha que eu encontrei? — Vannah se inclinou para a


frente, desafiando-o. — Você disse que eu estava carregando um segredo?

—Uh, sim, sobre isso... — ele gaguejou.


—O quê?

—Eu acho que não há nada a perder, esta noite mesmo, então eu vou
contar.

—Eu estou esperando. — Ela bateu em seu salto agulha.

—Você tem certeza que quer fazer isso agora? — Preocupação encheu
sua voz.

—Sim. — Ela não tinha certeza, mas uma aparência era valente.

A fragrância familiar de rosas soprava com uma suave brisa. Vannah


olhou para a janela fechada e estremeceu. O cheiro de flor atraente
permanecia sobre ela.

—Por favor, Cameron. Diga-me.

—Ok, aqui vai. Mark diz que você foi a caça fantasma para enterrar
sua dor. Você sentiu...

—Senti o quê? — As lágrimas começaram a se formar, mas ela


manteve sua postura ereta.

—Se você não pode encontrar a prova de que os fantasmas existem


então ele não poderia ficar com raiva de você, ele não te culparia pelo fogo.

—Por que eu acho que ele me culpa?

—Ele diz que você tinha feito o jantar a luz de velas para surpreendê-
lo na noite em que morreu.

Ondas de angústia tomaram conta dela quando ele deu a exata,


nunca discutida antes, jogo pelo jogo daquela noite fatal.

—Ele disse que estava chateado porque tinha chegado do trabalho


tarde, e você foi para a cama. — Cameron a olhava com olhos arrependidos. —
Mark diz que se esqueceu de apagar as velas. Você teria morrido. Ele a salvou
do fogo. — Seu olhar horrorizado caiu no chão, ele a levantou assustando em
suas coxas e parte superior do braço direito. — Oh meu Deus, Vannah, não foi
culpa sua. Ele morreu salvando-lhe porque ele te amava. Ele não culpa você.

Ele correu para ela quando ela deslizou de joelhos, chorando de


desespero. Ele aliviou-se, pegou-a nos braços e apertou-a enquanto ela
chorava.

—Foi minha culpa. Eu o matei. Sinto muito, oh Deus, eu não quero


viver depois daquela noite. — Ela se agarrou ao seu pescoço.

—Há algo mais. — Suas palavras sussurradas a acalmaram um


pouco. — Ele quer uma noite com você.

—O quê? — Seu rosto endureceu com o choque. — O que isso


significa?

—Oh, Deus, como posso dizer isso sem ser ganhar um tapa? — Ele
soltou e deu um passo para trás, sentado na cama king-size.

—O que ele quer dizer? O que Mark quer?

—Não fique louca, ok?

—O quê? — Ela correu os dedos trêmulos em seu rosto, limpando as


lágrimas.

—No mausoléu — ele deu de ombros quando ela se encolheu —era


ele. Eu nunca fiz isso antes, e o pensamento de que assusta para caralho.

—O quê? — Vannah se ajoelhou na frente dele. O cheiro de rosas


ficou mais forte.

—Eu posso canalizar espíritos. Ele quer usar o meu corpo, para mais
uma noite com você.

Vannah ficou dormente tentando absorver o que ele sugeriu, em


reverência.

—Cameron?
—Juro por Deus, eu não estou enganando você.

—Eu sei que você não está. É confuso, no entanto. Você não se
parece nada com ele. Eu não posso nem imaginar...

—Eu vou fazer um acordo, ok? — Sua voz chamou a atenção dela. —
Eu nunca canalizei antes, porque o pensamento de dar o controle a outro me
assusta, mas o espírito de Mark, ele está doendo para você. Eu vou ser o canal
e deixá-lo se comunicar através de mim, e você faz o que você precisa ou quer.
Pelo menos, então ele vai ter a chance de dar-lhe o encerramento para que ele
possa ir para a paz.

—Eu não entendo.

—Espíritos que perduram e assombram muitas vezes por causa de


negócios inacabados, questões não resolvidas. Eles não vão para a luz branca
e atravessam. Ele está esperando por você, todo esse tempo. Você é o seu
negócio inacabado, Vannah. O seu remorso, sua culpa, ele quer aliviar a sua
dor.

—Eu não sei o que dizer.

Ela estava rasgada. Qual era o único desejo que alguém tem quando
perdeu um ente querido? Só mais uma vez, mais um abraço, mais um “eu te
amo”. Acreditar em tudo que ele disse foi um dado adquirido. Ninguém sabia
sobre seus sentimentos de culpa. A ideia de falar com Mark, de estar com ele,
através do corpo de outro homem era louco e escuro, mas tentador.

—Obrigado. — Ela assentiu com a cabeça.

—Apenas para constar, no entanto... — Ele sorriu.

—O quê?

—Se tudo isso não tivesse acontecido, eu teria tido muito... Êxtase
por ter tido esta noite com você eu mesmo. Você é linda.

—Você não é tão ruim, Adônis. — Ela sorriu.


—Huh?

—Não se preocupe.

Cameron deu uma piscadela e deitou-se. Depois de alguns minutos,


seu corpo ficou mole. Ele parecia dormir depois se sentou ereto com os olhos
abertos. Seu rosto parecia diferente, de alguma forma, sua postura, ele não se
parecia mais com o Cameron.

—Savannah? — Lágrimas escorriam pelo seu rosto bronzeado.

—Mark? — Vannah levantou-se de joelhos e se moveu em direção a


ele. Suas íris tinham mudado, tinham manchas marrons e verdes agora, não
mais azul-celeste.

—Mark, é você? — Ela jogou os braços ao redor de seu pescoço,


apertando firme.

—Savannah. — Ele chorou e agarrou-a, não a deixando ir.

—Diga algo que só você sabe sobre mim, por favor. Eu preciso ter
certeza.

—Boneca bebê, eu sinto falta de seus afagos com seus pés, e você
faz um pão francês médio, moça bonita.

Um riso histérico explodiu de seus lábios enquanto ela chorava e ria


ao mesmo tempo. Vannah segurou suas bochechas e levou em seu rosto, era
Mark e ainda não foi.

—Sinto muito, Mark, eu deveria ter...

—Silêncio agora, bebê. — Ele pressionou um dedo sobre os lábios. —


Não foi culpa sua. É assim que as coisas deveriam acontecer.

— Oh Deus. — Ela o puxou para perto, agarrando-se ao seu pescoço


e beijou seu rosto.

—Eu não tenho muito tempo, mas eu preciso te contar uma coisa. —
Ele agarrou seus braços e segurou-a para trás distante o suficiente para
capturar o olhar dela.

—O quê?

—Eu preciso que você saiba, o tempo que passamos juntos foi a
melhor parte da minha vida. Eu não poderia ter pedido mais. Eu estava feliz, e
eu te amo muito.

A garganta de Vannah se fechou e os músculos de seus lábios


tremiam enquanto tentava conter os soluços se formando.

—Querida, já teve lágrimas suficientes. — Ele correu seus dedos


polegares em seu rosto, afastando a umidade. —Você derramou muitas por
mim, por muito tempo. É hora de seguir em frente.

—Seguir em frente? — Ela balançou a cabeça com descrença. — Você


está aqui.

—Savannah, você é uma mulher nova, bonita, com uma luz tão
brilhante. Eu não posso suportar a causa do seu escurecimento. Eu preciso de
você para me deixar ir. Deixe de lado a culpa, a vergonha e o remorso.

Como num passe de mágica, ela recuperou o controle de suas


emoções e seu corpo novamente. As lágrimas pararam, e sua garganta relaxou
enquanto ela respirava um pouco mais fácil.

—Eu não posso explicar como, mas esta noite, esta viagem, esse
encontro, era tudo parte de ajudá-la a se curar. Eu não teria feito nada de
diferente naquela noite, ou em qualquer outra noite com você. Eu não tenho
arrependimentos, além de um...

—O quê? — Ela o olhou.

—Meu único arrependimento é não ser sido capaz de chegar até você,
mais cedo, para que você saiba.

—O quê? — Um gemido residual percorreu seus pulmões.


—Sua busca desde que eu morri. Suas expedições de caça a
fantasma. Estava à procura de provas, conexões. Este homem... — Ele
apontou para o corpo de Cameron. — Ele é a única pessoa que estava por
perto que podia ouvir ou me ver.

—Essas coisas que aconteceram ontem à noite, o frio, o som no meu


ouvido...

—O cheiro das rosas velhas do jardim que nós plantamos na frente


da nossa casa? Sim, isso era eu tentando chamar sua atenção. Não foi fácil.
Você ignorou tudo que eu fiz você sentir.

—Bem, havia uma parte em particular que eu não podia ignorar. — As


bochechas de Vannah ficaram quentes.

—Eu não pude resistir.

—Eu não me importo. — Uma onda de vertigem percorreu seu peito.

—O que acontece agora, Mark?

Consumida com sua presença, ele embalou o rosto dela entre as


mãos.

—Quero saborear cada último segundo com você.

Ela fechou os olhos, ouvindo suas palavras, sentindo o calor de suas


mãos em suas bochechas.

—Beije-me.

Sua boca quente e úmida desceu em um curso em um beijo lento e


apaixonado que fez se enrolar os dedos dos pés.

—Oh, Deus, é você. — Ela se concentrou nas sensações, a trilha de


seu dedo sobre os lábios, ao longo do pescoço e abaixo do peito. Os músculos
de seu corpo respondiam às carícias suaves com intensidade familiar.

—Eu preciso que você saiba, eu estou bem com isso.


—Com o quê? — Ela olhou para ele, não mais perdida em seu toque.

—Eu estou bem com você estar com ele agora, hoje à noite, durante
o tempo que você quiser ou precisar.

—Com ele? — Ela recuou, confusa e um pouco chateado que ele iria
se sentir assim.

—Bebê, ele estava disposto a me dar seu corpo para que eu pudesse
estar com você. Ele é um bom homem. Não seria certo para eu ficar mais
tempo ou tirar proveito do presente que ele oferece. Eu tenho dito e feito o
que era necessário.

—Você não vai ficar? Você não vai estar comigo mais uma vez? —
Seus lábios tremiam com desespero.

—Por mais que eu queira, seria errado.

—Por quê? — Sua raiva começou a vir à tona.

—Porque isso não vai ajudá-la a deixar ir, Savannah. Seria dar-lhe
uma falsa esperança, deixando-a ainda agarrado à minha memória. Seria
egoísta da minha parte conseguir o que eu quero e deixá-la sofrendo por mim
mais uma vez. Não, é hora de ir.

—Mark...

—Eu te amo Savannah Grace Teale. Eu sempre vou te amar. Prometa-


me alguma coisa?

Com as sobrancelhas baixaram e os lábios franzidos, ela balançou a


cabeça.

—Prometa-me que você vai tirar o máximo de proveito desta vida?


Você vai amar incondicionalmente, você vai rir, muitas vezes, e você vai
abraçar a fé que você tem através dos tempos difíceis. Você passou três anos
rejeitando a esperança e tentando provar algo que você nunca acreditou, para
começar. A vida é muito curta para desperdiçar com pesar sobre as coisas que
não podemos mudar. O passado é longo e está feito. Viva o aqui e agora.

A calma que não sentia desde a sua morte se espalhou através de


sua mente corridas.

—Eu prometo, Mark. Eu te amo muito. — Ela sufocou as palavras. —


Obrigado por todo o amor que você me deu. Obrigado pela alegria. — Outra
lágrima rolou por seu rosto.

—Eu tenho mais um favor a pedir.

—O quê?

—Esse cara, Cameron, dê-lhe um tempo, ok?

—O que você quer dizer?

—Todos os fantasmas já causaram estragos em sua vida sexual. Este


corpo está faminto por satisfação. — Ele riu e apontou para sua calça esticada.
— Tão pronto como um adolescente. Eu não estou brincando.

Vannah desatou a rir com alguns soluços entrincheirados.

—Ok, bebê. Eu vou fazer o meu melhor.

Ele recolheu a última lágrima com o polegar e a olhava com ternura.

—É hora de eu ir agora.

Ele a puxou para perto, e agarrou-a de uma forma desesperada e


convincente. Ele tomou seus lábios uma última vez, inflexível quando ela
derreteu.

Saboreando cada sensação de bem-aventurança requintada e


agridoce de seu momento final com o homem que ela pensava que iria passar
o resto de sua vida, Vannah valorizou o sabor persistente de seu beijo, a
suavidade de sua língua varrendo, e a última sensação dele segurando seu
rosto. Perdido em seu abraço, ela engasgou quando seu corpo estremeceu e
ele puxou de volta.
—Vannah? — O corpo de Cameron caiu, fora de seu controle. Ele
sentiu como se sua espinha virasse gelatina. Agora eu sei por que eu nunca
tinha canalizado antes, e por que eu nunca vou fazer isso de novo.

—Está tudo bem. — Ela aliviou-o de volta na cama e colocou um


travesseiro sob a sua cabeça. Do lado de sua visão, ele pegou um vislumbre
rápido de branco e, em seguida, a sala ficou um pouco mais clara. Ele respirou
fundo, tentando obter a sensação de volta em seu peito e pulmões. A
fragrância de rosas que pairou toda a noite tinha desaparecido.

—Ele já se foi. — Vannah deitou ao lado dele, descansando a cabeça


em seu peito enquanto ela acariciava sua barriga em redemoinhos com os
dedos trêmulos, um pouco atento para o único sinal de qualquer perigo.

A pouca sensação que tinha, começou num formigueiro com o toque


de seu dedo.

—Obrigado, Cameron.

Ele tentou sentar-se, mas sentia como se tijolos estivessem


amarrados às costas e ele caiu para trás sobre o travesseiro.

—Oh homem, meu corpo sente como ele pesa um milhão de quilos.
— Ele deu um tapinha para baixo sua camisa e calça, enquanto inspecionava a
si mesmo. Ele tinha desmaiado e não conseguia se lembrar de qualquer coisa,
desde o instante em que ele deixou Mark em seu corpo até este momento.
—Será que ele... Eu quero dizer que fizemos...? — Ele procurou sua
memória para qualquer noção dos acontecimentos que tinha acabado de se
desenrolar. Sua mente era uma página em branco. E isso era frustrante. Seu
corpo poderia ter estado em êxtase, mas ele nunca saberia.

—Nós dissemos adeus. Não aconteceu nada.

—Você aconteceu nada? — Ele gaguejou. A dica de alívio começou a


definir seu tom.

—Você me deu um presente, Cameron. — Vannah se apoiou em seu


cotovelo direito e olhou-o nos olhos com o calor do seu olhar castanho
consumiu-o.

—O que foi isso? — A criatura deslumbrante parecia brilhar quando


sorriu para ele.

—Estou me sentindo em paz pela primeira vez desde a morte de


Mark. Por causa do que você fez para mim esta noite, agora eu sei que eu
posso seguir em frente, sem culpa. — Sorrindo, ela traçou os dedos em seus
lábios.

—Vannah, O que você está fazendo? — Um sentimento feliz tomou


conta dele com seu leve toque, mas Cameron sabia que ela só soltou o amor
de sua vida. Após três anos de luto, ele deve ainda considerar a obtenção de
seus desejos?

—Ok, eu menti, algo aconteceu.

—O quê? — Ele verificou sua roupa novamente. Seu coração começou


a bater forte, ele ainda não conseguia se lembrar de nada. —Quer dizer que
tinha, quero dizer, você fez sexo?

—Não, eu deixei-o ir, e eu prometi para seguir em frente e tirar o


máximo proveito da vida.

—Você fez? — O sentimento de controle começou a voltar um pouco


de cada vez, primeiro por entre os dedos, depois os dedos dos pés, os pés e as
mãos... A sensação de alívio trouxe um sorriso ao seu rosto enquanto ele
observava.

—Sim, eu fiz — ela ronronou. — Ele pediu um favor pessoal, também.

—O que? — Cameron afastou uma mecha do cabelo macio de seu


rosto.

—Ele me pediu para te dar uma folga, você sabe, por causa de todos
os fantasmas atrapalhando seus encontros e tudo mais.

Cameron sorriu, balançando a cabeça, e ele caiu para trás sobre o


travesseiro.

—Uau, agora o quê? — Com um sorriso, ele conseguiu sua resposta


não-verbal.

Ela sorriu e arrastou seu dedo ao longo de sua mandíbula, na


garganta e no peito apertado. A sensação latejante profunda assumiu seu peito
e ombros com um breve tremor.

—O que é tão engraçado? — Ganhando o controle de seus braços, ele


ergueu a mão e passou os dedos ao longo de seus ombros e os braços
expostos, admirando sua pele lisa leitoso.

—Eu não tenho tanta certeza de que o fantasma fez um grande favor.
— Ela deu suas palavras um tom baixo e abafado.

—Por que não?

—Vamos apenas dizer, eu tenho três anos de sexualidade reprimida


para arrumar. Você está em uma viagem atribulada, querido.

Vannah inclinou-se e baixou os lábios contra os dele, roçando-os com


uma provocação. Cameron subiu para encontrá-la e ela se afastou um pouco
com um sorriso petulante.

—Quanto peso o seu corpo sente agora? — Ela olhou para baixo de
sua cintura.

—Uh...

—Não se preocupe, eu posso trabalhar com ele. — Ela riu e desceu


sobre os lábios acolhedores.

Vannah mergulhou a ponta da língua para as profundezas de sua


boca, varrendo o interior com ternura. As palmas das mãos de Cameron
embalaram seu rosto quente, puxando-a para mais perto dele. A doçura
deliciosa de seus lábios era inebriante.

Um choque de alegria o atravessou como ela aliviou-se para cima,


deslizando uma perna sobre seu torso e subiu em cima do seu pau duro.
Beijando com fervor, ela moveu os quadris em movimentos circulares,
esfregando contra a roupa que os separava, sentindo o calor de sua umidade
em sua dureza empurrando para cima dela.

Agarrando as mãos do rosto, ela guiou até seus seios voluptuosos,


amassando e colocando-a neles. Ela agarrou a borda de seu decote e puxou-o
para baixo, permitindo que seus arredondados seios perfeitos saíssem para sua
adoração. Os dedos de Cameron pegaram seus picos eretos e os pressionou e
girou-os em uma dureza enlouquecedora.

—Oh, você é tão quente — ele gemeu, apertando os montes carnudos


com intensidade crescente.

—Cameron?

—Sim. — Saudou seus beijinhos suaves, buscando mais com os


lábios.

—Diga-me o que você quer? — Ela cantarolou em seu ouvido, em


seguida, abriu uma trilha de beijos esfomeados ao longo de sua garganta,
encontrando seu caminho de volta para sua boca ávida.

—Oh, eu quero começar dentro de você.


—Conte-me mais. — Ela cantarolou, chupando e lambendo seu
queixo com redemoinhos delicados.

—Eu quero sentir seu aperto em torno de mim.

—Oh, sim. — Ela sentou-se e levantou os braços. Cameron sentou


com ela no colo e puxou o zíper frágil nas costas do vestido. Ele avançou a
roupa até as coxas, além de seus quadris curvilíneos, e puxou-a sobre a
cabeça e fora de seus braços, jogando-o sobre a cama.

—Oh, isso é bom. — Ele acariciou a renda preta que se agarrava a


corpo firme e atlético.

—Eu estou feliz que você goste. — Ele sugou ao longo de sua
garganta e para baixo através de sua carne exposta. —Agora, tire-o, Cameron.

Ela guiou uma das mãos para baixo em seu corpo ao calor entre as
pernas. Sua respiração acelerou enquanto seus dedos tiraram a calcinha do
caminho, revelando seu úmido e convidativo monte.

Cameron puxou o material para cima, sobre a cabeça, jogando-o para


o outro lado da cama e passou os braços ao redor de suas pequenas costas,
puxando-a mais perto de sua boca enquanto seus lábios viajaram através de
sua carne quente.

Correndo as pontas de suas unhas sobre os planos da sua volta,


Vannah agarrou a parte inferior de sua camisa, atirou-a sobre sua cabeça, e
assistiu-o com um sorriso enquanto segurava-o para o lado e deixou cair.

—Sente-se melhor agora? — Ela arrastou seus dedos ao longo de


seus braços, ombros e no peito e no abdômen, avaliando seu corpo. Ela mexeu
os quadris, empurrando para baixo como ela fundamentar sua pélvis contra
seu pênis inchado.

—Eu acho que eu estou me recuperando muito bem, obrigado. —


Roçando seus lábios sobre o peito onde os mamilos se projetavam. Sua língua
questionadora rodou em torno de seus picos rosados enquanto ele agarrou seu
rabo apertado entre os dedos.

—Qualquer chance que você esteja sentindo um pouco aventureiro?


— ele perguntou, levantando a boca da sua carne. Ela emaranhados os dedos
em seus cabelos, empurrando seu peito mais profundo em sua boca.

—Aventureira? O que você tem em mente? — Ela deslizou seus


quadris para trás e para frente, esfregando seu clitóris contra sua dureza.

Cameron aliviou Vannah. Eles estavam de frente para o outro lado da


cama quando ele se libertou da restrição de sua calça e agarrou-a pela cintura,
pressionando contra ela. Ele se deliciava com a sensação de seus mamilos
endurecidos roçando seu peito nu. Ele puxou seu joelho contra seu quadril.
Vannah bufou com a excitação, quando ele esfregou sua rigidez contra sua
coxa tremendo. Ele aliviou seu sapato e lançou sua perna, pegando o outro e
fazendo o mesmo.

Ele agarrou-a pelo pulso, rebocou outra rodada correu de beijos na


boca e pescoço, em seguida, levado para a porta do pátio.

—O quê? — Ela engasgou quando ele deslizou a entrada de vidro


aberta. Ele a pegou em seus braços e beijá-la passeando em todo o limite.

O ar quente de verão roçou contra sua carne formigante, pois a


trouxe com ele, os sons noturnos requintados de sapos e grilos cantando
enchendo o ar da noite. Vannah recuou e viu a luz brilhante da lua cheia
cercada por estrelas brilhantes de todo o céu. O som de água correndo cresceu
mais alto quando atravessaram o enorme pátio do telhado em direção a um
gazebo extravagante com uma coluna intrigante de vapor subindo em direção
ao céu. O telhado estava em chamas com luz de velas e trouxe uma
serenidade de luxo para o seu corpo pulsante.

—Oh, este é o céu — ela gemeu quando ele a colocou em seus pés
pela primeira vez na aquecida água borbulhando e ela agarrou seu pescoço
apertado, o beijo mais profundo e mais duro a cada respiração. Seus lábios
não deixavam os dela quando ele passou por cima da borda, abaixou-se para a
banheira de hidromassagem, e guiou-a para cima dele. Esfregou a ponta de
pau em todo o clitóris e ela tentou abaixar-se em cima dele, mas ele segurou
seus quadris para cima, apenas provocá-la com a cabeça. Vannah recostou-se,
examinando o seu sorriso sarcástico.

—Então é assim que é? — Ela desafiou a rir.

—Não, não é assim. — Ele puxou seu cabelo úmido e levou-a aos
seus lábios, enquanto a outra mão aliviou entre suas coxas, massageando as
dobras exteriores de sua carne palpitante. Ela sentiu seu caminho até o
comprimento de seu estômago buscando a sua oferta e acariciou-o com
facilidade.

—Oh, você vai buscá-lo.

—Estou contando com isso. — Ela mordeu o lábio inferior, em


seguida, deslizou sua língua em sua boca e recuou novamente.

O olhar de Cameron disparou ondas de grande expectativa por seu


corpo. A respiração nervosa saiu de sua boca quando ele puxou seus quadris
mais perto dele e trouxe-a para a cabeça de seu pênis. Vannah agarrou seu
pênis e posicionou-o, facilitando suas dobras inchadas e abertas. Seu coração
estava batendo e sua respiração trêmula enquanto descia, sentindo a ponta
deslizar em seu aperto. Ele puxou-a com força, enchendo-a e empalando nela.
O calor da água jorrando frio contra sua pele em comparação com o sangue
pulsando correndo em suas veias. Seu rosto ficou quente enquanto ela ofegava
com pura alegria.

—Oh, Deus, você é tão apertada.

Os músculos de suas coxas ficaram tensos enquanto ela se movia


para cima e para baixo, divertindo-se com seu ultrassensível corpo inundada
por ondas de alegria. Cameron agarrou a curva de seus quadris enquanto seus
dedos cravaram em sua carne, puxando-a para ele várias vezes selvagemente.
Com cada impulso batendo, água espirrava para fora em torno deles para o
chão e as ondas balançaram violentamente, impulsionadas por seu movimento
frenético.

Uma onda crescente de espasmos irrompeu em seu núcleo quaando


seu pau grosso inchou contra a parede interna rígida. O repetido girando
contra seu ponto G trouxe mais intensidade a cada estocada, seus músculos
apertados, ela apertou seu monte em torno de seu pênis empurrando,
enrijecendo e soltando.

—Estou quase, não pare, não pare — ela empurrou mais e mais
rápido em cima dele.

—É isso aí, Vannah, goza para mim. — Ele bateu nela enquanto ele
enfiou a mão entre as pernas dela com habilidade e precisão e massageou seu
nó endurecido, enquanto o outro braço em volta de sua cintura, ainda guiando
o ritmo forte de seu movimento em cima dele. A sensação de bem-aventurada
ampliada com cada movimento do seu dedo.

—Goza para mim. Vannah.

—Sim, sim, estou-uh-estou-oh Deus — ela gritou. Os espasmos


explodindo em uma onda vulcânica de tremendo êxtase. Seu corpo estremeceu
de prazer e seus músculos rígidos, em seguida, liberado como ondas de
esplendor correram através de seu núcleo, e se espalhou por seu corpo
tremendo.

—Ah, sim, eu posso senti-la gozar. — Sua voz soou triunfante, sua
respiração irregular em seu ouvido enquanto ele colocou a cabeça para trás,
girando seus quadris contra sua buceta pulsante.

Seu clitóris latejante enviou mais espasmos quando ele agarrou seu
montículo inchado. Vannah aliviou e puxou-se para fora de seu pau duro para
ficar na frente dele, com a cabeça roxa escura balançando na frente de seus
lábios ofegantes.

—Eu quero que você goze na minha boca.

—Oh sim, chupe o meu pau — ele gemeu quando ela embrulhou sua
mão tremendo em torno de seu eixo e levou sua ponta grossa entre os lábios.
Um profundo gemido, masculino construído no fundo de sua garganta e rugiu.
Ela levou-o profundamente em sua boca e devorou-o com desespero. Ela
deslizou sua dureza pulsante dentro e fora de sua boca, acariciando suas bolas
enquanto ela chupava loucamente.

—Oh, você é incrível.

A força de suas mãos segurando a cabeça dela excitou enquanto ele


se empurrava em sua boca. Seus dedos encontraram seu caminho passado as
bolas dele e massageou o lugar magia indescritível entre seu pau e sua bunda,
pressionando em sua carne.

—Puta merda Vannah, é tão bom.

Ela trabalhava no local com o dedo, ainda massageando seu saco.


Exultante com o som de sua respiração irregular, ela tomou o comprimento de
seu pênis profundamente em sua garganta e deslizou para trás e para frente,
bufando entre cursos e chupando com insistência.

—Uh-Vannah, estou pronto para gozar. — Ele engasgou puxando a


cabeça mais perto. — Uh uh sim, assim bebê, porra...

Ela ansiosamente saudou o fluido quente, salgado, uma vez que ele
tocou sua garganta. O corpo de Cameron endureceu na liberação.

—Uh-uh — Vannah sentiu seu corpo estremecer. Cameron agarrou


seu cabelo, puxando-a para fora de seu pênis. Ela levantou-se de frente para
ele.

Seu ardente e insaciável olhar enviou um espasmo através de seu


núcleo. Ela não resistiu quando ele a puxou para sua boca, e beijou-a com
força e profundamente, ofegando entre beijos.

—Você é incrível. — Ele se preparou, caindo de volta no banco da


banheira de hidromassagem.

Vannah sentou em seu colo novamente, beijando seu pescoço e


rosto, em seguida, fazendo o seu caminho de volta para os seus lábios
ofegantes.

—Então, como é você esteve durante três anos de recuperação?

—Oh, Cameron. — Ela balançou a cabeça.

—O quê? — Ele deu um olhar preocupado.

—Eu disse que tinha três anos de sexualidade reprimida. Querido, eu


estou apenas começando, eu disse que você estava em uma difícil jornada —
Ela riu, estendendo a mão e acariciando seu pênis semiereto novamente...

—Uau, o que é uma mulher. — Ele sorriu. — Que tal uma ducha fria?
Nós não queremos ter uma febre, não é?

—Talvez um pouco de serviço de quarto trazendo chocolate... Temos a


noite toda — Vannah traçou sua língua ao longo do lado de fora dos lábios de
uma maneira sensual.

—Vamos lá. — Cameron saltou para seus pés.

—Tão pronto como um adolescente. — Ela riu, olhando seu pau.

—O quê?

—Nada Adônis, mas faça-me um favor? — Ela levantou-se e segurou


seu rosto bonito.

—O que, minha senhora? Uh, quero dizer desculpe? — Cameron deu


um sorriso malicioso em seu olhar desafiador.

—Uh huh. — Ela sorriu. —Você vai ter a certeza de apagar todas
essas velas? Por favor? — Ela olhou em volta para as dezenas de chamas
bruxuleantes. Ela poderia ter sido sobre o passado, mas ela não iria esquecer
as lições que ele deixou para futuro.

—Com prazer, senhorita Savannah.

Seu sotaque causou arrepios na espinha.

Fim