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4.1. GENERALIDADES
DIMENSIONAMENTO DE
ELEMENTOS MISTOS

forças longitudinais de cisalhamento. A aderência


natural entre os dois materiais, embora possa atin-
gir valores bastante elevados, não é normalmente
Neste capítulo, tratar-se-á do dimensionamen- levada em conta no cálculo, devido a sua baixa
to dos seguintes elementos mistos de aço e con- ductilidade e confiabilidade. Portanto, exceto em
creto utilizando-se perfis tubulares: vigas mistas alguns casos, como de pilares mistos tubulares,
com perfis de seção retangular e circular, pilares torna-se necessário o uso de conectores de cisalha-
mistos preenchidos, também de seção retangular mento, conforme disposto na NBR 8800. Mesmo
e circular (em temperatura ambiente e em situa- nesses casos, na região de introdução de cargas,
ção de incêndio) e ligações mistas. Serão aborda- pode ser necessário o uso de conectores ou de ou-
dos também detalhes construtivos, tais como os tros dispositivos especiais – veja-se adiante.
dispositivos especiais de introdução de carga nos
pilares mistos. Inicialmente serão apresentados al- O comportamento misto é desenvolvido quando
guns conceitos e aspectos relacionados à ligação dois elementos estruturais são interconectados de
na interface entre o aço e o concreto e aos conec- tal forma a se deformarem como um único elemen-
tores de cisalhamento. Considera-se que o leitor to. Tome-se, por exemplo, o sistema da Figura 4.1,
já esteja familiarizado com a teoria, o projeto e a formado por uma viga de aço biapoiada, suportan-
execução dos demais elementos mistos, normal- do uma laje de concreto em sua face superior.
mente utilizados na indústria da construção civil.
São utilizadas no texto recomendações das normas
brasileiras ABNT NBR 8800:2008, ABNT NBR
6118:2014,ABNT NBR 14323:2012 e ABNT
NBR 16239:2013, assim como das seguintes pu-

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


blicações: “Elementos das estruturas mistas” (Queiroz
et al., 2001) e “Manual de Construção em Aço - Es-
truturas Mistas, Vols.1 e 2” (Queiroz et al., 2010).
Figura 4.1(a) sem ação mista Figura 4.1(b) com ação mista
Figura 4.1 - Comparação de vigas fletidas com e sem ação mista
4.2. COMPORTAMENTO DA
LIGAÇÃO AÇO-CONCRETO –
Não existindo qualquer ligação ou atrito na in-
CONECTORES DE CISALHAMENTO
terface, os dois elementos se deformarão inde-
O comportamento de estruturas mistas é baseado pendentemente, sem qualquer interação, cada
na ação conjunta entre o perfil de aço e o concreto qual suportando um quinhão da carga imposta.
armado. Para que isso ocorra, é necessário que na Ao se deformar, cada superfície da interface es-
interface entre o aço e o concreto desenvolvam-se tará submetida a diferentes tensões longitudinais:
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enquanto a superfície superior da viga apresenta tensões de compressão e, portanto se encurta, a superfí-
cie inferior da laje está sujeita a tensões de tração e se alonga; haverá, portanto um deslizamento relativo
entre as superfícies na região de contato. Nota-se a formação de dois eixos neutros independentes, um no
centro de gravidade do perfil de aço e outro no centro de gravidade da laje de concreto, como se observa
na Figura 4.2(a). O momento total resistente é dado pela soma das resistências individuais:

∑ M isol = M laje + M viga


  (4.1)
 
 
   

Figura 4.2(a) Nenhuma interação Figura 4.2(b) Interação completa Figura 4.2(c) Interação parcial

Figura 4.2 - Sistema misto – variação de deformação na viga

Considerem-se agora os dois elementos interliga- Essa situação é conhecida como interação com-
dos por conectores de rigidez e resistência infinitas pleta ou ação mista total. Mesmo que a resistên-
para que possam se deformar como um único ele- cia e a rigidez dos conectores não sejam infinitas,
mento. Desenvolvem-se então forças horizontais pode-se ainda considerar a interação completa se
que encurtam a face inferior da laje e alongam a tanto uma como a outra forem de valores suficien-
face superior da viga, de forma que não haja des- tes a não permitir que haja deslizamento relativo
lizamento relativo entre o aço e o concreto. Assu- significativo na interface. Define-se então como
mindo-se que as seções planas permanecem pla- interação completa a situação em que o aumento
nas, o diagrama de deformações apresenta agora do número de conectores não aumenta mais a re-
apenas uma linha neutra – Figura 4.2(b). O mo- sistência da viga.
mento resistente torna-se:
Porém, quando a interligação não for suficiente-
mente rígida e resistente, ter-se-á um caso inter-
∑ M mis = Te = Ce > ∑ M isol   (4.2) mediário onde haverá ainda duas linhas neutras,
porém não independentes; sua posição dependerá
206
do grau de interação entre os dois sistemas, Figura
4.2(c). Haverá também deslizamento relativo en-
tre as superfícies, toda via menor que o ocorrido
na situação não mista. Esse caso é denominado
interação parcial ou ação mista parcial e é o mais
utilizado na prática em vigas mistas, por razões de
ordem econômica.

Além das forças de cisalhamento longitudinais,


nas vigas mistas os conectores estão também sujei-
tos a forças verticais que tendem a separar os dois
elementos componentes do sistema misto. Essas
forças são, todavia, muito inferiores às forças de
cisalhamento longitudinais, não sendo necessário
calculá-las na prática, pois os conectores usuais
possuem dispositivos que garantem resistência su-
ficiente a essa solicitação (Queiroz et al., 2001). Figura 4.4 - Conectores tipo U

Os tipos usuais de conectores previstos na NBR A principal e mais relevante característica do com-
8800 são os pinos com cabeça (Figura 4.3) e os portamento dos conectores de cisalhamento é a re-
perfis U, laminados ou formados a frio (Figura lação entre a força de cisalhamento transmitida e o
4.4). O primeiro tipo é o mais utilizado na práti- deslizamento relativo entre as superfícies de contato
ca e consiste de um pino especialmente projetado dos elementos componentes de um sistema misto.
para funcionar como um eletrodo de solda por Essa relação é normalmente determinada por meio
arco elétrico e, após a soldagem, como conector de ensaios padronizados pelas normas técnicas (EN
de cisalhamento. 1994:2010) e permite classificar o comportamento
dos conectores quanto à ductilidade. Conectores
dúcteis são aqueles com capacidade de deformação
suficiente para justificar a suposição de compor-
tamento plástico ideal da ligação ao cisalhamento
longitudinal do elemento misto considerado e são
normalmente os únicos tipos utilizados na prática.
Conforme a NBR 8800, um conector tipo pino
com cabeça é considerado dúctil se seu comprimen-
to não for inferior a quatro vezes seu diâmetro – há

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Figura 4.3 - Conectores tipo pino com cabeça
ainda outras exigências para vigas mistas com inte-
ração parcial, vejam-se ABNT NBR 8800:2008 e
Queiroz et al., 2010.

Para que não haja perdas na resistência dos conecto-


res tipo pino com cabeça e a ocorrência de estados
limites não previstos, devido à flexão local da mesa
superior, a relação entre o diâmetro do pino e a es-
pessura da parede do tubo deve ser sempre igual ao
superior a 2,5. Como o diâmetro usual desse tipo de
conector é de 19 mm, na prática não se pode utilizar
perfis tubulares com espessura inferior a 8mm.
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mesmas formulações apresentadas no Anexo O da
4.3. VIGAS MISTAS ABNT NBR 8800:2008 para perfis I laminados e
soldados, observando-se as seguintes adaptações:
4.3.1. Vigas Mistas de Alma Cheia
• para os perfis retangulares, deve-se substituir d
Esta seção aplica-se a vigas mistas de edificações,
por h, bf por b, tw por 2t e tf por t, onde h, b e t
formadas por um perfil tubular e uma laje de
são a altura, a largura e a espessura da parede do
concreto moldada no local, apoiada na face su-
perfil tubular, respectivamente, e d, bf, tf e tw são
perior do perfil, havendo ligação mecânica por
a altura, a largura das mesas e as espessuras das
meio de conectores de cisalhamento entre o per-
mesas e da alma do perfil I, respectivamente;
fil e a laje de forma que ambos funcionem como
um conjunto para resistir à flexão no plano que • para os perfis circulares, na falta de cálculos
passa pelo centro geométrico do perfil – ver Fi- mais precisos, pode-se considerar um perfil re-
gura 4.5. O concreto pode ter densidade normal tangular equivalente com a mesma espessura da
ou leve. Não constituem escopo desta seção vigas parede, em que a altura total h e a largura b
de pórticos, vigas sujeitas à fadiga e vigas em si- sejam tomadas iguais a d e 0,55d, respectiva-
tuação de incêndio. mente, onde d é o diâmetro do tubo.
São previstas vigas biapoiadas, contínuas ou se- Para os perfis retangulares em vigas biapoiadas,
micontínuas. No caso de vigas semicontínuas, para a classificação da seção como compacta, de-
abordam-se apenas os casos onde a continuidade  ve-se ter, segundo a NBR16239:
é obtida por meio das ligações mistas de resistên-
cia parcial neste descritas capítulo. Na região de he E
momento positivo podem ocorrer duas situações ≤ 2,42
relacionadas à interação entre o perfil de aço e o t fy
(4.3)
concreto: interação completa e interação parcial.
Para a região de momento negativo, só é prevista Onde he é a distância entre as faces internas das
interação completa, ou seja, a resistência de cál- mesas, subtraída de duas vezes o raio de con-
culo dos conectores situados nessa região deve ser cordância entre a mesa e a alma e t é a espessura
igual ou superior à resistência de cálculo das bar- da parede do perfil. Com isso, aplicam-se as pre-
ras de armadura que fazem parte da viga mista. scrições de O.2.3.1.1 da NBR 8800, ou seja, po-
dem-se utilizar as propriedades plásticas da seção
mista. Porém, se:

E h E
2,42 ≤ e ≤ 5,70   (4.4)
fy t fy

aplicam-se as prescrições de O.2.3.1.2, em que se


utilizam as propriedades elásticas da seção e, caso
a viga seja escorada, a superposição de tensões
Figura 4.5 – Viga mista com perfil tubular antes e depois do endurecimento do concreto.
Para as vigas contínuas e semicontínuas, a NBR
Com base nas exigências apresentadas acima, em 8800 exige,para que se possa utilizar a análise rígi-
especial as relacionadas ao plano de flexão e si- do-plástica, que a seção seja compacta, isto é:
metria da seção de aço, para a determinação do
momento resistente de cálculo de vigas mistas, a
ABNT NBR 16239:2013 permite se utilizar as
208
Igualando as duas expressões acima e utilizando a
hp E igualdade das áreas, chega-se às relações hm = dm e
≤ 2,42   (4.5)
t fy bm =(π/2 – 1) dm – simplificadamente, h = d e b =
0,55d. Pode-se demonstrar que essa simplificação
conduz a erros inferiores a 3%.
be E
≤ 1,12   (4.6)
t fy

onde o termo hp deve ser tomado como o dobro


da altura da parte comprimida da alma, subtraído
de duas vezes o raio de concordância entre a mesa
e a alma e be é a largura da mesa inferior, subtraída
de duas vezes o raio de concordância.

Para os perfis circulares, para que se possam con-


siderar as expressões da NBR 8800, com as adap-
Figura 4.6 - Viga mista com perfil circular - simplificação
tações apresentadas, a seção deve ser compacta,
ou seja:
Ressalta-se que, tanto para o perfil retangular
d E quanto para o circular, não se aplica o estado li-
≤ 0,07   (4.7)
t fy mite de flambagem lateral com distorção, dada a
elevada resistência a torção dos perfis tubulares.
A simplificação de cálculo para os perfis circulares
baseia-se na consideração de que a área e o mo-
mento estático do perfil circular e do retangular 4.3.2. Vigas Mistas Treliçadas
equivalente, em relação ao eixo que passa pelo cen-
tro da espessura da mesa superior sejam iguais – Para as vigas mistas treliçadas, nenhuma adap-
veja-se a Figura 4.6. A área do perfil circular pode tação é necessária, uma vez que esse tipo de
ser dada por πdmt, onde dm é o diâmetro médio do elemento com perfis tubulares já é previsto na
tubo, e a do perfil retangular equivalente pode ser NBR 8800. Chama-se apenas a atenção para
dada, sem erro apreciável, por 2(bm + hm )t, onde que o dimensionamento das peças componen-
bm e hm são, respectivamente a altura e a largura tes, ou seja, os banzos, diagonais e montantes,
médias do perfil. O momento estático em relação assim como das ligações entre elas,seja realizado
ao eixo que passa pelo centro da espessura da mesa conforme a NBR 16239.

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


superior do perfil retangular equivalente pode ser Segundo a norma brasileira, as treliças mistas
dado pelas expressões abaixo, para o perfil circular devem ser biapoiadas e ainda atender aos se-
(Msc) e retangular (Msr), respectivamente: guintes requisitos:

d
2 • interação completa com a laje de concreto;
M sc = π m t   (4.8)
2 • linha neutra situada na laje de concreto;

• a área do banzo superior deve ser desprezada na


M sr = hm (bm + hm )t   (4.9) determinação, tanto do momento fletor resis-
tente de cálculo quanto da flecha.

209
Em consequência do disposto acima, a força cor- creto e de todos os revestimentos, demais ações
tante solicitante de cálculo a ser resistida pelos co- permanentes aplicáveis e todas as ações variáveis
nectores de cisalhamento deve ser determinada em pertinentes. Deve-se utilizar a combinação última
função do banzo inferior. Ou seja, o somatório das normal de ações.
forças resistentes de cálculo individuais dos conec-
tores de cisalhamento deve ser igual ou superior à Para a análise de vigas mistas treliçadas, tanto na
força resistente de cálculo do banzo inferior. fase inicial quanto na fase final, pode-se utilizar
o modelo conforme apresentado na Figura 4.7.
Por razões de economia, embora o projeto como Neste, o banzo superior é tomado igual à seção de
escorada seja também possível, as treliças mistas aço nas análises da fase inicial e igual à seção efe-
são projetadas invariavelmente como não escora- tiva da laje de concreto nas da fase final. As barras
das. Dessa forma, há a necessidade de se dividir fictícias, utilizadas para simular a excentricidade,
o dimensionamento desses elementos estruturais devem ser tomadas com rigidez muito grande em
em duas fases: a fase inicial, ou de construção, an- comparação com as demais barras. Caso não haja
tes de o concreto atingir uma resistência igual a excentricidade nas ligações, faz-se o comprimento
0,75fck, e a fase final. e igual a zero – veja-se o Capítulo 2. Chama-se a
atenção para o fato de que no banzo superior sem-
Na fase inicial, consideram-se os seguintes carre- pre haverá alguma excentricidade, a depender da
gamentos: peso próprio da estrutura e da laje de locação da linha de trabalho – Figura 4.8. Se esta
concreto e uma carga acidental (sobrecarga de for coincidente com o eixo do perfil de aço, have-
construção), normalmente igual a 1,0 kN/m2, re- rá excentricidade em relação à laje de concreto na
ferente ao peso dos operários e equipamentos de fase final – Figura 4.8(a); se for coincidente com a
montagem e construção. Caso a situação exija, seção efetiva da laje de concreto, haverá excentri-
deve-se utilizar uma sobrecarga de construção de cidade em relação ao perfil de aço, na fase inicial
valor superior. Na combinação de ações, pode-se – Figura 4.8(b). Para projeto, recomenda-se a se-
adotar a combinação última de construção – veja- gunda opção, para facilitar o cálculo da laje – caso
se o Capítulo2. se utilize a primeira opção, a excentricidade deve
ser levada em conta no dimensionamento da laje.
Na fase final, devem-se utilizar os carregamentos
totais: peso próprio da estrutura, da laje de con-

Banzo superior de concreto


(usar I e A transformados)
Valores fictícios I e a Banzo superior de aço
C.G. da laje
e
1 3 6 8 10 13 15 17 20 22 24 27 29 31 34 36 38 41 43
2 4 7 11 14 16 18 21 23 25 28 32 35 44
9 30 37 39 42

5 12 19 26 33 40
Banzo inferior de aço C.G. do banzo de aço

Figura 4.7 –-Modelo de análise de viga mista treliçada

210
Valores fictícios I e a Banzo superior de aço
C.G. da laje
1 3 6 8 10 13 15 17 20 22 24 27 29 31 34 36 38 41 43
2 4 7 11 14 16 18 21 23 25 28 32 35 44
9 30 37 39 42

5 12 19 26 33 40
C.G. do banzo de aço
Banzo inferior de aço

Figura 4.8(a)

Banzo superior de concreto


Valores fictícios I e a (usar I e A trasnformados)
C.G. da laje
1 3 6 8 10 13 15 17 20 22 24 27 29 31 34 36 38 41 43
2 4 7 11 14 16 18 21 23 25 28 32 35 44
9 30 37 39 42

5 12 19 26 33 40
C.G. do banzo de aço
Banzo inferior de aço

Figura 4.8(b)

Figura 4.8 - Excentricidade em vigas mistas treliçadas

Chama-se ainda a atenção para o cálculo das dia- De acordo com a NBR 8800, o momento fletor re-
gonais e montantes da treliça mista, responsáveis sistente de cálculo é dado por (veja-se a Figura 4.9):
por resistir à totalidade da força cortante de cál-
culo, conforme a NBR 8800, ou seja, o modelo M Rd = Tad d 2  

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


(4.10)
estrutural adotado deve ser tal que não permita a
transmissão de forças cortantes pelo banzo supe- Onde Tad e d2 são, respectivamente, a força axial de
rior na fase final, no caso, a seção efetiva da laje de tração resistente de cálculo do banzo inferior e a
concreto – veja-se a Figura 4.8(b), onde o banzo distância entre as forças de tração e compressão da
superior é rotulado nos nós. Além disso, para se treliça mista, dadas por:
evitar complicações adicionais no cálculo, referen-
tes a carregamentos parciais, recomenda-se que a Tad = Abi f yd   (4.11)
força cortante solicitante de cálculo para dimen-
sionamento de quaisquer diagonais ou montantes
não seja inferior a 25% da maior força cortante d 2 = d1 + ( h ou d)/2 + hF + t c − a / 2   (4.12)
solicitante de cálculo – veja-se o exemplo adiante.

211
Figura 4.9 - Distribuição de tensões nas treliças mistas

Nas expressões acima, Abi é a área do banzo infe-


rior, fyd é a resistência ao escoamento de cálculo 0,85 f cd bt c ≥ Abi f yd   (4.14)

do aço do banzo inferior, d1 é a distância entre


os eixos dos banzos inferior e superior da treliça ΣQ Rd ≥ Abi f yd   (4.15)
(banzo superior da fase inicial), h ou d é a altura
da seção retangular ou o diâmetro da circular, hF
é a altura da fôrma de aço ou da pré-laje, tc é a
espessura da laje (acima da altura da fôrma ou da 4.4. PILARES MISTOS
pré-laje), e a é a espessura da região comprimida
da laje, dada por: Pilar misto tubular é um elemento estrutural su-
jeito a compressão ou à combinação de compres-
Tad são e flexão, formado por tubo de aço (circular ou
a=   (4.13) retangular) preenchido com concreto, construído
0,85 f cd b de forma que aço e concreto trabalhem em con-
junto, sem escorregamento relativo significativo
em que fcd é a resistência à compressão de cálculo na superfície de contato.
do concreto da laje e b é a largura efetiva da laje
(determinada conforme as expressões do Anexo O Nesta seção serão apresentados conceitos básicos
da ABNT NBR 8800:2008). do comportamento de pilares mistos em tempe-
ratura ambiente, com ênfase nos de seção tubular,
Vale lembrar que, para que sejam atendidas as os métodos adotados pelas normas brasileiras para
condições de validade das expressões apresentadas, seu dimensionamento e detalhes construtivos
segundo a norma brasileira, a linha neutra deve se usualmente utilizados em projeto. Serão apresen-
situar na laje de concreto e a interação deve ser tados também métodos de cálculo de pilares mis-
completa, isto é: tos tubulares em temperatura elevada (situação de
212
incêndio), tanto os métodos simplificados apre- mesmo impede o lascamento do concreto. Além
sentados na norma brasileira ABNT NBR disso, a presença do concreto restringe a possibi-
14323:2012, quanto métodos mais avançados. lidade de flambagem local das paredes do tubo.
Para tubos retangulares sem preenchimento de
concreto, a flambagem local ocorre com a for-
4.4.1. Comportamento dos pilares mistos mação de ondas consecutivas e alternadas que se
aproximam e se afastam do eixo longitudinal do
Mesmo quando se considera um pilar como pu- tubo – veja-se a Figura 4.10(a).
ramente comprimido, ele é sujeito a momentos
fletores oriundos de imperfeições iniciais (cur- A presença do núcleo de concreto impede a defor-
vaturas e excentricidades) não previstas. Esses mação das paredes para dentro do tubo, reduzindo
momentos fletores e também os já previstos na a possibilidade de flambagem local pela mudança
análise (associados a translações dos nós ou a para um modo superior de flambagem, ou seja, do
cargas transversais ao eixo do pilar) são alterados modo de flambagem de tubo puramente de aço
pelos efeitos de segunda ordem (efeitos da força [Figura 4.10(a)] para o modo de tubo preenchi-
normal de compressão na estrutura deformada) do [Figura 4.10(b), Han, 2002]. A diferença nas
– veja-se o Capítulo 2. De maneira geral, o co- condições de contorno das paredes deformadas
lapso de um pilar sujeito à ação combinada de conduz à maior carga de flambagem associada ao
compressão e flexão dá-se por plastificação da se- modo do tubo preenchido. Para os tubos circula-
ção transversal crítica devida ao efeito combina- res o efeito é semelhante, embora menos pronun-
do da força axial de compressão e do momento ciado, dada a diferença nos modos e formas das
fletor (com efeitos de imperfeições iniciais e de deformadas (Leon et al., 2007; Ziemian, 2010).
segunda ordem incluídos). O comportamento estrutural de pilares preen-
No início do carregamento, as tensões são pro- chidos com concreto é consideravelmente afeta-
porcionais às deformações até o limite de pro- do pela diferença entre os coeficientes de Poisson
porcionalidade dos materiais. A partir daí, o au- do tubo de aço e do núcleo de concreto – Figura
mento nas tensões provoca um aumento superior 4.11. No estágio inicial de carregamento, o coefi-
nas deformações até que seja atingido um estado ciente de Poisson do concreto (νc ≈ 0,15 a 0,20)
próximo ao de distribuição plástica de tensões. O é menor que o do aço (νa ≈ 0,3), não havendo,
estado limite último da maioria das seções reves- portanto, qualquer efeito de confinamento do
tidas com concreto é atingido pelo esmagamento núcleo de concreto. À medida que a deformação
ou lascamento do revestimento. Antes de atingir o longitudinal avança, quando a tensão no concreto
esmagamento ou o lascamento, o revestimento de ultrapassa um valor em torno de 0,5fck, inicia-se
o comportamento de dilatação do concreto pela

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


concreto restringe ou mesmo impede a flambagem
tanto da armadura longitudinal quanto das partes progressão das microfissuras e o valor aparente
comprimidas da seção de aço (flambagem local). do coeficiente de Poisson torna-se gradualmente
A perda da eficácia do revestimento é seguida de superior ao do aço. Essa expansão do concreto é
flambagem da armadura longitudinal, fratura da restringida pelo tubo de aço que fica submetido
armadura transversal, flambagem local pós-esco- a tensões radiais de tração. O núcleo de concreto
amento da seção de aço e, consequentemente, do fica submetido a um estado triaxial de tensão e o
colapso total da seção mista (Viest et al., 1997). tubo de aço, a um estado biaxial. Sob esse estado
biaxial, de compressão na direção longitudinal e
Nas seções preenchidas com concreto, a situação tração na direção perpendicular, o aço não é capaz
é um pouco diferente. Como já comentado na In- de sustentar um valor de tensão correspondente à
trodução, a presença do tubo de aço restringe ou resistência ao escoamento uniaxial.

213
Figura 4.10(a) Modo de flambagem do tubo sem preenchimento Figura 4.10(b) Modo de flambagem para tubo preenchido

Figura 4.10 - Mudança do modo de flambagem

Tensão
longitudinal
Tensão de compressão

Tensão
longitudinal
circunferencial

Tensão
radial

Tensão
longitudinal
(a) νa > νc

Tensão
longitudinal
Tensão de tração
circunferencial

Tensão de
confinamento

(b) νa < νc

Figura 4.11 – Estados de tensão no aço e no concreto: (a) νa > νc ; (b) νa < νc
214
No estágio inicial, a maior parte da carga é sus- Onde M2 é o momento fletor, incluindo os efeitos
tentada pelo tubo, até que seja atingida a resis- locais de segunda ordem, M1 é o momento fletor
tência ao escoamento do aço (em estado biaxial). obtido da análise estrutural, N é a força axial so-
Nesse momento, inicia-se a transferência de carga licitante e Ne é a carga crítica de Euler. Para cada
do tubo para o núcleo e o aumento subsequente par N-M1, obtém-se um novo par N-M2, por meio
da carga é sustentado apenas pelo núcleo de con- de equação acima, e, repetindo-se o procedimen-
creto, até que este atinja a máxima resistência à to para um número suficiente de pontos e divid-
compressão. Após esse estágio, inicia-se um pro- indo-os pelos valores de plastificação, obtém-se a
cesso de redistribuição de carga do concreto para curva completa do carregamento gradativo (curva
o aço, que já se encontra na fase de encruamento, a), ou de solicitação, do pilar. De maneira similar,
bastante similar à do estado uniaxial. pode-se obter a curva para outras condições de
contorno e de solicitação do pilar.
A resistência de uma seção mista pode ser repre-
sentada pelo diagrama de interação momento 1,1

1,0
fletor versus força axial, similar ao apresentado 0,9
b
na Figura 4.12. O método de compatibilidade 0,8
a
de deformações é utilizado para gerar as curvas 0,7

momento-curvatura para diferentes níveis de for- 0,6

N/Npl
0,5
ça axial atuante na seção mista. Alternativamen- 0,4

te, por simplicidade, pode-se utilizar também o 0,3

método plástico – de uma maneira geral, ambos 0,2

0,1
os métodos são aceitos pelas normas técnicas que 0,0

tratam de estruturas mistas. O momento fletor


0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 1,1 1,2 1,3
M/Mpl
máximo obtido para uma dada força axial define
Figura 4.12 – Diagrama de interação momento fletor versus
um ponto da curva de interação momento fletor- força axial
força axial. Repetindo-se o procedimento até que
pontos suficientes sejam obtidos, obtém-se o dia- Geralmente, no método de compatibilidade de
grama completo. deformações, as seguintes hipóteses são adotadas:

Na Figura 4.12, a curva a representa o carrega- • as seções planas permanecem planas e as deforma-
mento gradativo do pilar (levando-se em conta ções nos elementos são proporcionais à distância
os efeitos locais de segunda ordem) até o colapso ao eixo neutro (hipótese de Bernoulli-Euler);
por plastificação da seção transversal crítica, que
• não há escorregamento relativo entre o perfil de
é representado pela interseção das duas curvas,
considerando que não haja tensões residuais no aço, a armadura e o concreto (interação completa);

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


perfil de aço. A curva tracejada b representa o car- • as tensões são calculadas em função das defor-
regamento do pilar sem levar em conta os efeitos mações.
locais de segunda ordem.
Além disso, os seguintes efeitos também são fre-
Considere-se inicialmente um pilar birrotula- quentemente considerados, principalmente em
do nas extremidades, submetido a força axial procedimentos numéricos pelo método dos ele-
de compressão e momento fletor, provocando mentos finitos:
curvatura simples.Tem-se que (Timoshenko e
Gere, 1961): • tensões residuais nos perfis de aço;

• confinamento do concreto proporcionado pe-


⎛ π N ⎞
M 2 = M 1 sec⎜⎜ ⎟  
⎟ (4.16) los estribos e pelo perfil de aço.
⎝ 2 Ne ⎠ 215
A hipótese de não haver escorregamento relativo g. o projeto das armaduras, incluindo espaça-
entre os elementos componentes da seção mista, mento, cobrimento de concreto, distância
ou seja, a de haver continuidade de deformação, livre entre as barras e o perfil, contenção con-
o que simplifica sobremaneira a análise, não foi tra flambagem das barras, etc. deve atender
comprovada em muitos ensaios experimentais às prescrições da NBR 6118;
onde a interface entre os materiais foi monitora-
da. Porém, os erros introduzidos foram insigni- h. a flambagem local de elementos da seção do
ficantes no cálculo da resistência última e muito perfil de aço, devida à força normal ou ao mo-
pequenos na determinação da rigidez. mento fletor, não pode ser motivo de falha do
pilar, devendo ser atendidas as condições:
Como se pode perceber, o processo de determi-
nação da capacidade de resistência de uma seção Para seções retangulares
mista é análogo ao de uma seção de concreto ar-
mado. É evidente a complexidade envolvida e a h b E
e ≤ 2,26   (4.17)
necessidade de se adotarem métodos mais simpli- t t fy
ficados para projeto.
Para seções circulares
4.4.2. Dimensionamento dos pilares mis- d E
tos tubulares em temperatura ambiente ≤ 0 ,15   (4.18)
t fy
Nesta subseção, serão apresentados os métodos de
cálculo de pilares mistos tubulares utilizados pe- Veja-se que as condições acima refletem a restrição
las normas brasileiras em temperatura ambiente. à flambagem local proporcionada pelo concreto,
Para que os procedimentos aqui indicados sejam pois esses valores limites para os tubos sem preen-
válidos é necessário que as hipóteses e limitações a chimento seriam 1,40 (E/fy)0,5 e 0,11E/fy, para
seguir sejam atendidas: seções retangulares e circulares, respectivamente.
Isso significa um aumento superior a 60% para os
a. a interação entre o concreto e o perfil deve
tubos retangulares e de cerca de 35% para os cir-
ser completa;
culares, confirmando o efeito mais pronunciado
b. o concreto deve ter densidade normal; para as seções retangulares.

c. a relação entre a maior e a menor dimensões


externas da seção deve ser inferior a 5; 4.4.2.1. Propriedades principais
dos pilares mistos
d. o fator de contribuição do aço,δ (veja-se o
item 4.4.2.1), deve ficar entre 0,2 e 0,9; O módulo de elasticidade do concreto em perfis
tubulares preenchidos não necessita ser reduzi-
e. a maior esbeltez relativa do pilar,λ0,m (veja-se do pelos efeitos de retração e deformação lenta,
o item 4.4.2.1), não deve ser maior que 2,0; de acordo com a ABNT NBR 8800. O módu-
lo de elasticidade do aço deve ser tomado igual
f. para que uma armadura longitudinal seja a 200000 MPa e 210000 MPa para o tubo e a
considerada na resistência da seção, sua área armadura, respectivamente, conforme as normas
deve ficar entre 0,3% e 4% da área de con- NBR 8800 e NBR 6118.
creto (telas soldadas não podem ser usadas
para essa finalidade); As rigidezes efetivas das seções mistas tubulares
são dadas por:
216
a. Rigidez efetiva à compressão axial (para utili-
zação em análise elástica): Aa f yd
δ= (4.22)
N pl ,Rd
(EA)e = EaAa + EcAc + EsAs (4.19)
A esbeltez relativa do pilar λ0,m é definida pela ex-
b. Rigidez efetiva à flexão (para utilização em pressão abaixo:
análise elástica e determinação da força axial
de flambagem elástica) segundo a NBR 8800 N pl , R
(veja-se 4.4.2.4 adiante): λ0 , m = (4.23)
Ne
(EI)e = EaIa + 0,6Ec Ic + EsIs (4.20)
onde
Nessas expressões:
Npl,R é a resistência à plastificação total por força
Ea, Ec e Es são os módulos de elasticidade do aço axial de compressão, calculada de forma análoga a
do perfil, do concreto e do aço da armadura, Npl,R, sem os coeficientes de segurança:
respectivamente;
Npl,R = Aafy + Ac(αfck) + Asfys (4.24)
Aa,Ac e As são as áreas das seções do perfil, do
concreto não fissurado e da armadura, respec-
tivamente; Ne é a força de flambagem elástica, dada por:

Ia,Ic e Is são os momentos de inércia das seções π 2 (EI )e


do perfil, do concreto não fissurado e da arma- Ne = (4.25)
(KL )2
dura, respectivamente, em relação ao eixo de
simetria considerado; (EI)e é a rigidez efetiva à flexão em relação ao eixo
o coeficiente 0,6 refere-se aos efeitos de fissura- de simetria perpendicular ao plano de flambagem
ção do concreto e à calibração com resultados considerado;
experimentais. (KL) é o comprimento de flambagem do pilar no
A resistência de cálculo da seção à plastificação to- plano de flambagem considerado, determinado
tal por força axial de compressão é dada por: conforme a NBR 8800.

O momento fletor resistente de plastificação de cál-


N pl ,Rd = Aa f yd + Ac (α f cd ) + As f sd (4.21) culo, Mpl,Rd, em relação ao eixo x ou ao eixo y (respec-
tivamente Mpl,x,Rd e Mpl,y,Rd) pode ser calculado por:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


onde
M pl,Rd, = f yd (Z a − Z an ) + 0,5α f cd (Z c − Z cn ) + f sd (Z s − Z sn )
a é um coeficiente igual a 0,95 para seções cir-
Mepl,0,85
culares f yd (Z
Rd, =para a − Zretangulares;
seções an ) + 0 ,5α f os
cd (Z c − Z cn ) + f sd (Z s − Z sn )
demais
(4.26)
termos têm os significados usuais.
O momento fletor máximo resistente de plastifi-
Observa-se que o fator a maior para as seções cir-
cação de cálculo, Mmax,pl,Rd, em relação ao eixo x ou
culares reflete o maior confinamento do núcleo
ao eixo y (respectivamente Mmax,pl,x,Rd e Mmax,pl,y,Rd)
de concreto proporcionado por esse tipo de perfil.
pode ser calculado por:
O fator de contribuição do aço, δ, definido como
a razão entre a resistência plástica da seção de aço M max, pl,Rd, = f yd Z a + 0,5α f cd z c + f sd Z s (4.27)
e a da seção mista, é dado pela seguinte expressão:
217
onde:

Za é o módulo de resistência plástico da seção do perfil de aço;

Zs é o módulo de resistência plástico da seção da armadura do concreto;

Zc é o módulo de resistência plástico da seção de concreto, considerado não fissurado;

Zan, Zcn e Zsn são módulos de resistência plásticos definidos abaixo.

a. Para seção retangular [Figura 4.13(a)]:


- eixo x:
(b − 2t)(h − 2t)2 2 3 ⎛ h ⎞
Z pc = − r − r 2 (4 − π )⎜ − t − r ⎟ − Z ps (4.28)
4 3 ⎝ 2 ⎠
n
Z ps = ∑ Asi e yi (4.29)
i =1

Acαf cd − Asn (2f sd − αf cd )


hn = (4.30)
2bαf cd + 4t(2f yd − αf cd )

Z pcn = (b − 2t)hn2 − Z psn (4.31)

Z pan = bhn2 − Z pcn − Z psn (4.32)

n
Z psn = ∑ Asni e yi (4.33)
i =1

- eixo y:
Neste caso devem ser utilizadas as equações relativas ao eixo x, permutando-se entre si as dimensões
h e b, bem como os índices subscritos x e y. Então:

(h − 2t)(b − 2t)2 2 3 ⎛ b ⎞
Z pc = − r − r 2 (4 − π )⎜ − t − r ⎟ − Z ps (4.34)
4 3 ⎝ 2 ⎠
n
Z ps = ∑ Asi e xi (4.35)
i =1

Acαf cd − Asn (2f sd − αf cd )


hn = (4.36)
2hαf cd + 4t(2f yd − αf cd )

Z pcn = (h − 2t)hn2 − Z psn (4.37)

Z pan = hhn2 − Z pcn − Z psn (4.38)

n
Z psn = ∑ Asni e xi (4.39)
i =1

218
b. Para seção circular [Figura 4.13(b)]: Neste
caso podem ser utilizadas as equações relati-
vas às seções tubulares retangulares, com boa
aproximação, substituindo-se h e b por d e r
por (d/2 - t). Então:

3
(d − 2t)3 2 ⎛ d ⎞
Z pc = − ⎜ − t ⎟ − Z ps (4.40)
4 3 ⎝ 2 ⎠
n n
Z ps = ∑ Asi e yi = ∑ Asi e xi (4.41)
i =1 i =1

Acαf cd − Asn (2f sd − αf cd ) (4.42)


hn =
2dαf cd + 4t(2f yd − αf cd )
Figura 4.13(a) retangular

Z pcn = (d − 2t)hn2 − Z psn (4.43)

Z pan = dhn2 − Z pcn − Z psn (4.44)

n n
Z psn = ∑ Asni e yi = ∑ Asni e xi (4.45)
i =1 i =1

Nas expressões acima, Asn é a soma das áreas das


barras da armadura na região de altura 2hn, Asni é a
área de cada barra da armadura na região de altura
2hn, eyi e exi são as distâncias dos eixos das barras
da armadura aos eixos x e y, respectivamente, hn é
a posição da linha neutra plástica em relação aos
eixos x ou y, o que for aplicável e r é o raio de con- Figura 4.13(b) circular
cordância das paredes dos tubos retangulares. A Figura 4.13 - Dimensões das seções mistas
posição da linha neutra foi determinada por equi-
líbrio entre as forças resistentes de cálculo de com-

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


pressão e de tração, considerando-se as seguintes
4.4.2.2. Procedimento de cálculo
tensões de cálculo:
As solicitações de cálculo devem ser determina-
fyd para áreas tracionadas e comprimidas do perfil;
das por meio de análise elástica de segunda ordem
fsd para áreas tracionadas e comprimidas da ar- (global e local) com a devida consideração das
madura (por simplicidade, a seção de cada bar- imperfeições da estrutura (item 4.9.7 da ABNT
ra da armadura pode ser considerada com seção NBR 8800:2008) – veja-se o Capítulo 2 e o Mo-
quadrada); delo de Cálculo II adiante. Devem ser considera-
dos os estados limites últimos dados a seguir.
a fcd para áreas comprimidas do concreto (a resis-
tência à tração do concreto deve ser desprezada).

219
a. Falha por plastificação ou instabilidade
N Sd 8 N ⎛ M 8 ⎛ M M ⎞ M ⎞ N Sd N
devida à força axial de compressão + ⎜ Sd x+,Sd ⎜+ xy,Sd,Sd +⎟ ≤ 1y,0,Sd ⎟ ≤ 1−,0 para−
para para
≥ 0,2Sd ≥ 0,2
N Rd 9N⎜⎝ Rd
M x ,Rd9 ⎜⎝ M Mxy,Rd ⎟
, Rd ⎠ M y , Rd ⎠
⎟ N Rd N Rd
N Sd 8 N ⎛ M ⎛ M
M ⎞ M ⎞ N Sd N
Quando o pilar for sujeito apenas a força + ⎜MSd x+,Sd8 M ⎜+M xy,Sd,Sd +M ⎟ ≤ 1y,0,Sd ⎟ ≤ 1−,0 para− N para≥ 0N,2Sd ≥ 0,2
axial de compressão, deve-se ter NNRdSd +9N⎜NRd
Mx ,Sd 9 ⎜ M
Sd
++ M
⎝
x , Rd
xy,Sd
, Sd
⎝
xy, Rd+≤⎟1,M
, Rd 0y ,Sdy ,Rd≤⎟1,0−
⎠ ⎠ para− NSd
Rd < 0,N
(4.49-a) Sd
para 2 Rd < 0,2
2 N Rd 2MNxRd, Rd MMxy,Rd
, Rd M y ,Rd N Rd N Rd
NSd ≤ NRd N MN Sd MM M N N
(4.46) Sd +
x ,Sd
++ xy,Sd,Sd +≤ 1,0y ,Sd ≤ 1,0− para
para− Sdpara< 0,2Sd < 0,2
2 N Rd 2MNxRd, Rd MMxy,Rd
, Rd M y ,Rd N Rd N Rd
onde
(4.49-b)
NSd é a força axial de compressão solicitante
Mx, Sd e My,Sd são os momentos fletores solicitan-
de cálculo;
tes de cálculo em relação aos eixos x e y da seção
NRd é a força axial de compressão resistente transversal, respectivamente;
de cálculo, dada por:
Mx,Rd e My,Rd são os momentos fletores resisten-
tes de cálculo em relação aos eixos x e y da se-
NRd = χNpl,Rd (4.47) ção transversal, respectivamente, iguais a Mpl,x,Rd
e Mpl,y,Rd determinados conforme o item anterior.
Npl,Rd é determinada como no item anterior;

c é um fator de redução determinado em - Modelo de Cálculo II:


função de λ0,m, conforme item 5.3.3 da NBR
8800, ou seja: A verificação dos efeitos da força axial de com-
pressão e dos momentos fletores pode ser feita por
para λ0,m ≤ 1,5 χ = 0,658λo ,m
2
meio das seguintes inequações de interação:
(4.48-a)
0,877 N Sd ≤ N Rd
para λ0,m > 1,5 χ= 2 (4.48-b)
λo,m
M x ,tot ,Sd M y ,tot ,Sd (4.50)
+ ≤ 1,0
Vale dizer que nas expressões acima já estão µ x M c,x µ y M c, y
sendo consideradas, de forma indireta, as im-
perfeições locais do pilar, geométrica e física onde:
– veja-se o item 4.4.3.2 adiante.
µx é um coeficiente igual a:
b. Falha devida à ação conjunta de força axial
1. Para NSd ≥ Npl,c,Rd
de compressão e momento fletor

A verificação deve ser feita por um dos mo- N Sd − N pl ,c ,Rd


delos apresentados na NBR 8800 – veja-se µx = 1−
N pl ,Rd − N pl ,c ,Rd (4.51-a)
também em 4.4.3.4 o modelo sugerido pela
NBR 16239. N pl ,c ,Rd
2. Para ≤ N Sd < N pl ,c ,Rd
- Modelo de Cálculo I: 2
⎛ M ⎞⎛ 2 N Sd ⎞ M
O pilar deve obedecer às seguintes inequa- µ x = ⎜⎜1 − d ,x ⎟⎜
⎟⎜ N − 1⎟ + d ,x (4.51-b)
ções de interação: M c ,x ⎟ M c ,x
⎝ ⎠⎝ pl ,c ,Rd ⎠

220
N pl ,c ,Rd Onde Ne,x e Ne,y são as forças de instabilidade
3. Para N Sd < elástica do pilar (cargas de Euler) dadas no
2
item 4.3.2.1, tomando-se Kx = Ky = 1,0. Ao
2 N Sd ⎛ M d ,x ⎞ (4.51-c)
se entrar com os valores de Mx,tot,Sd e My,tot,Sd na
µx = 1+ ⎜
⎜ M − 1⎟
⎟ inequação de interação, deve-se considerar o
N pl ,c ,Rd ⎝ c ,x ⎠ momento devido às imperfeições ao longo
do pilar em relação apenas a um dos eixos, o
μy é um coeficiente calculado da mesma forma que que levar ao resultado mais desfavorável. Isso
μx, trocando-se as grandezas referentes a x por y; implica que se Mx,i,Sd for considerado com seu
Npl,c,Rd é a força axial resistente de cálculo da seção valor diferente de zero, My,i,Sd deve ser toma-
de concreto à plastificação, tomada igual a Acαfcd; do igual a zero, e vice-versa.

Npl,Rd é a força axial resistente de cálculo da É evidente que, para seções circulares, não
seção transversal à plastificação total, dada no faz sentido a diferenciação de eixos e po-
item anterior; dem-se utilizar sempre as expressões para
o eixo x. Também para seções retangulares,
Mc,x e Mc,y são dados, respectivamente, por pode-se mostrar que não há razão para dife-
0,9Mpl,x,Rd e 0,9Mpl,y,Rd ; renciar as imperfeições em função do eixo de
flambagem, podendo-se tomar as expressões
Md,x e Md,y são dados, respectivamente, por 0,8Mma- referentes ao eixo x (mutatis mutandis), para
x,pl,x,Rd
e 0,8Mmax,pl,y,Rd, onde Mmax,pl,x,Rd e Mmax,pl,y,Rd são ambos os eixos.
os momentos fletores máximos resistentes de plas-
tificação de cálculo em relação aos eixos x e y. Caso c. Falha da seção mista devida à força cortante
Md,x seja menor que Mc,x, então Md,x deve ser tomado
iguala Mc,x; mutatis mutandis para Md,y e Mc,y. De acordo com a NBR 8800, as forças cor-
tantes que agem segundo os eixos de simetria
Mx,tot,Sd e My,tot,Sd são os momentos fletores solici- da seção mista podem ser assumidas como
tantes de cálculo totais, dados por: atuando apenas no perfil de aço. Embora não
esteja explicito na NBR 8800, é óbvio que
M x,tot ,Sd = M x,Sd + M x,i ,Sd se pode assumir também que as forças cor-
(4.52-a)
tantes sejam resistidas apenas pela seção de
M y ,tot ,Sd = M y ,Sd + M y ,i ,Sd (4.52-b) concreto. Assim, conservadoramente, a força
cortante resistente de cálculo da seção mista
Onde Mx,i,Sd e My,i,Sd são os momentos devido às pode ser tomada como o maior valor entre
imperfeições ao longo do pilar (veja-se o item a da seção de aço (determinada conforme o

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


4.2.2.3), respectivamente em relação aos eixos x item 5.4.3 da ABNT NBR 8800:2008) e a
e y, dados por: da seção de concreto (determinada conforme
o item 17.4.2 da ABNT NBR 6118:2014).
N Sd Lx
M x ,i ,Sd = (4.53-a) Porém, a norma brasileira NBR16239, assim
⎛ N ⎞ como a estadunidense ANSI/AISC 360-10
200⎜⎜1 − Sd ⎟
⎟ (especificação do AISC, versão de 2010),
⎝ N e ,x ⎠
permite considerar como força cortante re-
N Sd L y sistente de cálculo o maior valor entre:
M y ,i ,Sd = (4.53-b)
⎛ N ⎞ - a soma das forças resistentes da seção de aço
150⎜1 − Sd ⎟
(Va,Rd) e da armadura transversal da seção
⎜ N e ,y ⎟
⎝ ⎠ de concreto (Vs,Rd);
221
- a força resistente do concreto ao cisalha- de cálculo, sendo essa tensão calculada com
mento (Vc,Rd). coeficientes de ponderação das ações iguais a
1,0. MSd,max é o maior momento fletor solici-
Assim sendo, a força resistente de cálculo dos tante de cálculo do trecho em análise do pi-
pilares mistos tubulares pode ser dada pelo lar. Conservadoramente e por simplicidade,
maior dos dois valores abaixo: pode-se considerar Vc,Rd = Vc0. As demais
grandezas são definidas abaixo:
VRd 1 =Va,Rd +V s ,Rd (4.54-a)
( 1,60E a
* 5
≤ 0,60 f y
VRd 2 =Vc ,Rd (4.54-b) ! $ 4
* Lv d (4.58-a)
** d #" t &%
onde (conforme as normas brasileiras): τ cr = maior entre )
d

* 0,78E a ≤ 0,60 f (4.58-b)


y
!2hetf yd * ! $3 2
# *# & d
(4.55-a)
Va,Rd = " 0,5τ cr A *+ " t d %
# γ
$ a1 (4.55-b)
f ck
αv 2 =1− (f ck em MPa) (4.59)
!0,27αv 2 f cd bw d c (4.56-a) 250
V s ,Rd = menor entre "
#( As s ) 0,9d c f sd (4.56-a)
Vc0 = 0,6 f ctd bw d c (4.60)

! M0 $ 2
Vc ,Rd =Vc 0 #1+ & ≤ 2Vc 0 (4.57) f ctd = 0,21( f ck ) 3 (f ck em MPa) (4.61)
" M Sd ,max %
Observa-se que as resistências relativas ao
Nas expressões acima, he é a distancia entre concreto armado, mostradas acima, foram
as faces internas do tubo subtraída de duas obtidas de acordo com o Modelo de Cálculo
vezes o raio de concordância; A é a área do I da NBR 6118. É claro que essas resistências
perfil circular; bw é a largura efetiva da seção também podem ser obtidas de acordo com o
de concreto, podendo ser tomada igual a Modelo de Cálculo II, fazendo-se as adapta-
(b – 2t) para seções retangulares e a (d – 2t) ções adequadas.
para seções circulares (conforme ANSI/ACI
318-11); dc é a altura útil da seção, devendo d. Cisalhamento das superfícies de contato
ser tomada igual à distância da borda com- entre o concreto e o perfil de aço nas regi-
primida do núcleo de concreto ao centro de ões de introdução de cargas
gravidade da armadura de tração para seções
A base do pilar, as regiões de emenda do pilar e
retangulares e podendo ser tomada igual a
as regiões onde o pilar é ligado a vigas são deno-
0,8(d – 2t) para seções circulares (conforme
minadas regiões de introdução de cargas. Em
ANSI/ACI 318-11); As é a área da armadura
tais regiões deve-se evitar a ocorrência de escor-
transversal (seção transversal dos estribos); s é
regamento relativo entre o concreto e o perfil
o espaçamento dos estribos, medido segundo
de aço que prejudique a ação conjunta entre
o eixo longitudinal do pilar. M0 é o valor do
os dois componentes. Considera-se o compri-
momento fletor que anula a tensão normal
mento de introdução de carga igual a duas ve-
de compressão na borda da seção, provocada
zes a menor dimensão da seção do pilar ou um
pelas forças normais de diversas origens con-
terço da distância entre as seções onde ocorre a
comitantes com a força cortante solicitante
introdução, o que for menor.
222
Na base e nas regiões de emenda pode haver Vll,,Sd =V Sd (δ
VSd δ) (4.64)
V Sd =
descontinuidade de algum componente do
pilar, por exemplo, a armadura longitudinal. M plpl,,aa,,Rd
⎛⎛⎜ M Rd ⎞⎞⎟
Assim, quando essa armadura for considera- M ll,,Sd
M =M
Sd = M Sd
Sd ⎜ ⎟⎟ (4.65)
⎜⎜ M M Rd ⎟⎠
da na resistência do pilar, deve haver outro ⎝⎝ plpl,,Rd ⎠
mecanismo de transmissão dos esforços que
compense a referida descontinuidade. Uma em que:
solução possível é a instalação de conecto-
VSd é a força cortante solicitante de cálculo
res (ou outros dispositivos similares, veja-se
na ligação;
adiante) capazes de transmitir os esforços
solicitantes de cálculo das barras da arma- d é o fator de contribuição do aço;
dura para elementos de aço adicionais que
restaurem a resistência de cálculo total do MSd é o momento fletor solicitante de cálculo
pilar misto. O comprimento dentro do qual na ligação;
devem ser instalados os conectores é igual
ao comprimento de introdução de carga, já Mpl,a,Rd é a contribuição do perfil de aço para
definido, respeitando-se o comprimento de Mpl,Rd, em relação ao eixo de simetria consi-
ancoragem das barras da armadura, determi- derado, levando em conta a posição da linha
nado conforme as prescrições da NBR 6118. neutra plástica. Utilizando-se o item P.5.4.1
da ABNT NBR 8800:2008, o valor de Mpl,a,Rd
Nas regiões de ligação do pilar com vigas, é igual a fyd (Za - Zan);
as tensões de cisalhamento na interface en-
tre o aço e o concreto, no comprimento de Mpl,Rd é o momento fletor resistente de plasti-
introdução de carga, obtidas com base nos ficação de cálculo do pilar misto.
esforços solicitantes de cálculo Vl,Sd e Ml,Sd, e. Cisalhamento das superfícies de contato
não podem superar os valores de tRd dados na entre o concreto e o perfil de aço entre re-
Tabela P1 da ABNT NBR 8800:2008. Esses giões de introdução de cargas
valores são iguais a 0,40 MPa e 0,55  MPa,
respectivamente para as seções retangulares e Devem ser usados conectores (ou outros dis-
circulares. Caso essas tensões sejam excedi- positivos similares) nos trechos entre regiões
das, devem ser usados conectores de cisalha- de introdução de cargas para garantir o fluxo
mento (ou outros dispositivos similares) para de cisalhamento longitudinal entre o perfil
resistir à totalidade dos efeitos de Vl,Sd e Ml,Sd. de aço e o concreto, sempre que as tensões
na interface ultrapassarem os valores de tRd.
Os valores de Vl,Sd e Ml,Sd devem ser determi-

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Se forem necessários, devem ser dimensiona-
nados pelas seguintes expressões: dos para a totalidade do fluxo. As tensões na
- quando a viga estiver ligada apenas ao perfil interface devem ser determinadas com base
de aço do pilar nas forças cortantes solicitantes de cálculo,
considerando-se o concreto não fissurado e
Vl , Sd == V VSd ((11 −− δδ )) comportamento elástico.
V l , Sd Sd
(4.62)
Não é necessário prever conectores nos tre-
⎛⎛ M pl ,a , Rd ⎞⎞⎟
M l , Sd == M
M M Sd ⎜⎜11 −− M pl ,a , Rd ⎟⎟ (4.63) chos entre regiões de introdução de cargas
l , Sd ⎜
Sd ⎜ M pl , Rd ⎟⎠
⎝⎝ M pl , Rd ⎠ quando a relação entre a força axial de com-
pressão solicitante de cálculo e a força axial
- quando a viga estiver ligada apenas ao con- de compressão resistente de cálculo à plastifi-
creto do pilar cação total da seção for superior a 0,3.
223
f. Falha do pilar tubular de aço na fase de todo rígido-plástico de interação entre força axial
construção e momento fletor, bastante mais simples que o
método da compatibilidade de deformação.
Caso a concretagem do pilar misto seja fei-
ta após a montagem do perfil de aço (caso A Figura 4.14, ilustra a metodologia do Modelo
mais usual na prática), este deve resistir a de Cálculo II, para flexão uniaxial. A curva con-
todas as ações de cálculo aplicadas antes do tínua, de linha mais espessa, representa o lugar
endurecimento do concreto. A verificação geométrico dos pares M e N capazes de plastificar
deve ser feita de acordo com a NBR 8800 completamente a seção transversal do pilar mis-
ou com a NBR 16239, onde aplicável. A to (em valores de cálculo). Foi obtida variando-
aplicação das cargas de construção depen- se a posição da linha neutra plástica e obtendo-se
de do método construtivo e do cronograma o equilíbrio da seção, relativo à força axial e ao
da obra. Usualmente, consideram-se a carga momento fletor. Considera-se que a seção trans-
permanente (peso próprio da estrutura e da versal esteja completamente plastificada, sendo a
laje) e a acidental (sobrecarga de construção, seção de aço sujeita à tensão fyd (tração ou com-
normalmente igual a 1,0 kN/m2) referente pressão, dependendo da posição de cada elemento
a quatro pavimentos simultaneamente. Vale em relação à linha neutra plástica) e a seção de
lembrar que pode ser usada a combinação concreto, à tensão αfcd (despreza-se a resistência à
última de construção. tração do concreto). A integração das tensões na
área mista total conduz ao valor da força axial (N),
e o momento estático das tensões, integradas nas
áreas acima e abaixo do eixo que passa pelo centro
4.4.2.3. Comentários sobre os procedimentos de
geométrico da seção, ao valor do momento fletor
cálculo da NBR 8800
(M). Variando-se adequadamente a posição da li-
Os modelos de cálculo de pilares mistos à flexo nha neutra plástica ao longo da seção, obtém-se a
compressão da NBR 8800 são baseados em duas curva completa.
filosofias distintas. O modelo I baseia-se no mo-
Os pontos denominados A, B, C e D na Figura
delo de cálculo de pilares de aço, de acordo com
4.14 correspondem a pares convenientemente es-
as prescrições da própria norma brasileira, que
colhidos da curva de interação. Os pontos A e C
por sua vez é derivado do mesmo modelo adotado
pela norma estadunidense ANSI/AISC 360-10. É referem-se à plastificação total da seção, somente
pela força axial (0, Npl,Rd) e somente pelo momen-
um modelo bastante simples e que conduz a re-
to fletor (Mpl,Rd,0), respectivamente. O ponto D
sultados a favor da segurança. Porém, em muitos
corresponde à posição da linha neutra onde a se-
casos é um modelo extremamente conservador,
ção é capaz de suportar o momento fletor máximo
podendo levar a resultados antieconômicos. Mas,
(Mmax,pl,Rd) e o ponto B, àquela em que a seção é ca-
nas situações em que o momento fletor solicitante
paz de suportar a máxima força axial em conjun-
for de pequena monta – geralmente quando a re-
to com o momento fletor de plastificação, Mpl,Rd.
lação entre MSd e Mpl,Rd não supera 0,3 –, o modelo
Observa-se que os valores da força axial, corres-
I pode ser convenientemente aplicado, obtendo-
pondentes aos pontos B e D, são iguais a Npl,c,Rd e
se resultados seguros e econômicos, de forma sim-
0,5Npl,c,Rd, respectivamente.
ples e adequada.
Por razões de calibração com resultados ex-
Já o modelo II assemelha-se ao modelo de cálcu-
perimentais e para evitar resultados contra a
lo adotado pelas principais normas de concreto
segurança (quando a força axial for inferior a
armado, inclusive a norma brasileira NBR 6118.
0,5Npl,c,Rd), os valores Mpl,Rd e Mmax,pl,Rd foram
É um modelo com base na norma europeia EN
multiplicados por fatores de redução iguais a
1994-1-1:2010 (Eurocode 4) e que deriva do mé-
224
0,9 e 0,8, respectivamente, dando origem aos misto, deve-se ter, além de NSd ≤ NRd,, Mtot,Sd ≤ µMc.
pontos B’ (0,9Mpl,Rd, Npl,c,Rd), C’(0,9Mpl,Rd, 0) e Considerando os dois eixos, chega-se, portanto, às
D’(0,8Mmax,pl,Rd, 0,5Npl,c,Rd). inequações apresentadas na norma brasileira:

Por simplicidade, a norma brasileira adota então N Sd ≤ N Rd


como curvas de interação (ou superfície, consi-
derando os dois eixos x e y) aquelas ligando os M x ,tot ,Sd M y ,tot ,Sd (4.50)
+ ≤ 1,0
pontos A e B’, B e D’ e D’ e C’, correspondentes µ x M c,x µ y M c, y
respectivamente aos intervalos 1, 2, 3 do méto-
do de cálculo II, apresentado na alínea b do item Esse procedimento conduz a resultados menos
4.4.2.2. Vale lembrar que, caso 0,8Mmax,pl,Rd seja conservadores – e mais próximos dos resultados
menor que 0,9Mpl,Rd, o ponto D’ deve ser tomado experimentais – que os obtidos pelo Modelo de
igual a (0,9Mpl,Rd, 0,5Npl,c,Rd). Cálculo I, mas apresenta algumas inconsistências,
1,1
como mostrado a seguir.
A 1,0
0,9 Considere-se um pilar birrotulado com seção
0,8 transversal tubular quadrada (300x10), compri-
S
0,7
µMc mento de 4000 mm, aço com fy igual a 350 MPa,
B
N/Npl, Rd

0,6

0,5
B’ concreto com fck de 40 MPa, sem armaduras. Ini-
0,4 cialmente, considere-se que esteja submetido ape-
0,3
D’ D nas à força de compressão axial. De acordo com
0,2

0,1
a norma brasileira, a força de compressão axial
0,0
0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 1,1 1,2 1,3
resistente de cálculo é igual a 4930kN. Suponha-
M/Mpl, Rd C’ C se então que esse mesmo pilar esteja submetido
Figura 4.14 – Curva de resistência de pilares mistos a um momento fletor solicitante de cálculo igual
(método rígido-plástico) a 100kN.m. Conforme o Modelo de Cálculo II,
a força de compressão axial resistente de cálculo,
Na Figura 4.14, o ponto S representa o par Mto- agindo em conjunto com esse momento é igual
t,Sd
-NSd, respectivamente o momento fletor soli- a 3825kN.m. Considere-se agora, ainda de acor-
citante de cálculo total (considerando os efeitos do com o modelo II, que o momento fletor so-
de imperfeição e de segunda ordem) e a força licitante de cálculo seja reduzido até atingir um
axial de compressão solicitante de cálculo. O valor muito pequeno, no limite igual a zero. A
valor µMc (ou µxMcxe µyMcy, considerados eixos força axial de compressão, nessa situação é igual a
x e y), apresentado na figura, corresponde ao 4545kN, diferente da obtida anteriormente (cerca
máximo momento que o pilar misto consegue de 8% inferior), considerando apenas a presença

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


suportar em conjunto com a força axial de com- da força axial. Ou seja, o modelo II, no limite, não
pressão solicitante de cálculo, NSd. Ou, em ou- conduz aos mesmos valores obtidos com a formu-
tras palavras, é o momento fletor resistente de lação dos pilares submetidos à compressão axial,
cálculo do pilar misto na presença de NSd. Vale o que denota inconsistência dos modelos. A razão
dizer que as expressões para cálculo de µ, dadas dessa inconsistência é apresentada a seguir.
no item 4.4.2.2, foram obtidas por simples ge-
ometria, considerando a interseção da reta hori- Conforme apresentado na alínea a do item 4.4.2.2,
zontal que contém o par Mtot,Sd-NSd com as retas a força de compressão resistente de cálculo é obtida
que ligam os pontos A, B’, D’ e C’. por meio do fator de redução c. Esse fator de redu-
ção conduz à curva reduzida de resistência à força
Portanto, para evitar que seja ultrapassado o esta- de compressão axial, em função da esbeltez redu-
do limite de falha por flexo compressão do pilar zida do pilar, λ0,m (λ0, no caso de pilares de aço).
225
Determinada por meio de estudos teóricos, nu- Pode-se demonstrar também que L/250 é um va-
méricos e experimentais em pilares constituídos lor adequado para representar a curva da NBR
por perfis de aço, essa curva de resistência leva em 8800 em relação ao eixo de menor inércia (eixo
conta imperfeições físicas e geométricas, inevitá- y). Portanto, para aços com resistência ao escoa-
veis e inerentes ao processo de execução, como mento igual ou inferior a 450 MPa, pode-se dizer
por exemplo, as tensões residuais na seção trans- que L/350, para o eixo de maior inércia e L/250,
versal e a falta de retilineidade do eixo dos pilares. para o eixo de menor inércia, são valores da im-
De um modo geral, os efeitos dessas imperfeições perfeição geométrica equivalente que conduzem a
também podem ser considerados – dentro de uma uma boa representação da curva de resistência da
precisão razoável-por meio de uma imperfeição NBR 8800.
geométrica equivalente.
Pelo mesmo método apresentado acima, pode-se
Tome-se, por exemplo, o pilar birrotulado com se- mostrar que um valor de κ em torno de L/250 para
ção transversal W-200x46,1 (laminado), aço com pilares mistos preenchidos, independentemente
resistência ao escoamento igual a 450 MPa (máxi- do eixo de flambagem, também é adequado, con-
mo permitido pela norma brasileira), submetido a forme se observa na Figura 4.16 (pilar retangular
força de compressão axial (N), com possibilidade de dimensões 400x200x10, aço com resistência
de flambagem em torno do eixo de maior inércia ao escoamento igual a 450 MPa, concreto com fck
(eixo x) e com uma imperfeição inicial geométrica igual a 50 MPa, sem armaduras e flambagem em
equivalente (ei = L/κ, onde κ é um número con- torno do eixo de maior inércia).
venientemente escolhido). O pilar então estará
1,10
submetido também ao momento fletor, M, igual 1,00

a Nei. Considerando que a imperfeição geométri- 0,90

ca equivalente seja representada por uma senóide, 0,80

pode-se demonstrar que o valor de segunda or-


0,70
N/Npl, Rd

0,60
dem da imperfeição (valor final ef) é dado por: 0,50

0,40

ei 0,30

ef = (4.66) 0,20

N 0,10
1−
Ne
0,00
0,00 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 1,60 1,80 2,00
λ0 NBR
Eqv

Onde Ne é a carga de Euler. Figura 4.15 – Comparação entre a curva da NBR 8800 e a com
imperfeição de L/350

Assim sendo, para cada comprimento do pilar, e Observou-se, nos estudos, que o valor de κ não
consequentemente para cada λ0, pode-se determi- é muito sensível às dimensões do perfil, mas é
nar a força de compressão axial resistente (utili- afetado pela resistência ao escoamento do aço de
zando-se um modelo similar ao Modelo de Cál- maneira similar ao dos pilares de aço. Os estudos
culo II, para perfis de aço). Variando-se λ0, tem-se mostraram ainda que, em pilares de seção tubular
a curva de resistência à compressão axial completa retangular, o valor de κ para flambagem em tor-
do perfil para um dado valor de κ, como mostra- no do eixo de menor inércia é ligeiramente maior
do na Figura 4.15 (traço intermitente). Observa- que o valor para flambagem em torno do eixo de
se que o valor de κ em torno de L/350 conduz maior inércia e intermediário para seções quadra-
a uma boa representação da curva de resistência das e circulares. Além disso, constatou-se que o
da NBR 8800 (traço contínuo).Estudos mostram aumento da resistência à compressão do concreto
que o valor de κ não é sensível às dimensões do reduz de maneira pouco significativa o valor de κ.
perfil, mas é afetado pelo valor de fy do aço: quan- Vale lembrar que no EN-1994:2010 o valor da
to menor o valor de fy, maior é o valor de κ.
226
imperfeição para esse tipo de seção, com taxa de - Para NSd ≤ Nc,Rd
armadura não superior a 3%, é de L/300, corres-
pondente à curva a, ligeiramente inferior à curva
da NBR 8800. M x ,Sd M y ,Sd
+ ≤ 1,0 (4.67-a)
M x ,Rd M y ,Rd
Conclui-se, portanto, que os valores da imperfei-
ção geométrica equivalente adotada pela norma
brasileira, para cálculo de pilares mistos no mode- - Para NSd > Nc,Rd
lo II, não são adequados para reproduzir a curva
de resistência à compressão axial de pilares mistos
tubulares e esse é o motivo da inconsistência en- N Sd − N c .Rd M x ,Sd M y ,Sd
+ + ≤ 1,0 (4.67-b)
contrada. Vale dizer que essa inconsistência ocorre N Rd − N c .Rd M x ,Rd M y ,Rd
também para as demais seções mistas previstas na
NBR 8800.
Onde Nc,Rd é a força axial de compressão de cál-
1,10 culo referente apenas à parcela do concreto, dada
1,00

0,90
pelo produto cNpl,c,Rd. As demais grandezas são
0,80
como já definidas anteriormente.
0,70

O diagrama de interação dado pelas expressões


N/Npl, Rd

0,60

0,50
acima pode ser visualizado na Figura 4.17 – li-
0,40

0,30
nha tracejada. Observa-se que, por simplicidade,
0,20 o ponto D não foi considerado.
0,10
1,1
0,00
0,00 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 1,20 1,40 1,60 1,80 2,00
A 1,0
λ0,m NBR
Eqv 0,9

Figura 4.16 – Comparação entre a curva da NBR 8800 e a com 0,8 NRd = cNpl,Rd
imperfeição de L/250a 0,7

B
N/Npl, Rd

0,6
B’
0,5
NC,Rd = cNpl,c,Rd
0,4

4.4.2.4. Procedimentos de cálculo à flexo com- 0,3


D
0,2
pressão da NBR 16239 0,1

0,0

A norma brasileira ABNT NBR 16239:2013 pro-


0,0 0,1 0,2 0,3 0,4 0,5 0,6 0,7 0,8 0,9 1,0 1,1 1,2 1,3
M/Mpl, Rd C’ C
põe uma alternativa interessante para cálculo da
Figura 4.17 – Representação gráfica do método da NBR 16239

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


força resistente à flexo compressão de cálculo de
pilares tubulares mistos, que envolve a filosofia de Outro ponto a destacar é que a NBR 16239 permite
ambos os modelos da NBR 8800. Assim como o ainda a utilização de uma expressão alternativa para
modelo de cálculo II, o modelo da NBR16239 o cálculo da rigidez efetiva à flexão, dada por:
utiliza o diagrama de interação entre força axial e
momento fletor obtido pelo método rígido-plás- (EI)e = EaIa + 0,7Ec Ic + EsIs (4.68)
tico, porém reduzido pelo fator c, de maneira si-
milar ao modelo I.
Vale observar que o método da NBR16239 não
A verificação da ação combinada de força axial de possui a inconsistência apresentada pelo modelo
compressão e dos momentos fletores pode então de cálculo II da NBR 8800, já que na ausência
ser feita pela utilização das seguintes expressões: de momento fletor, as expressões acima conduzem
exatamente ao mesmo valor da força axial resis-
227
tente de cálculo (NRd = cNpl,Rd), desde que, eviden- um incêndio nominal (incêndio padrão, com uma
temente, seja utilizada a mesma expressão para o curva de elevação da temperatura dos gases forneci-
cálculo da rigidez efetiva à flexão. da nas normas técnicas) com períodos de resistên-
cia ao incêndio definidos, no qual os parâmetros
citados são considerados implicitamente.
4.4.3. Dimensionamento dos pilares mis- A Norma Brasileira ABNT NBR 14432, “Exigên-
tos tubulares em temperatura elevada cias de Resistência ao Fogo de Elementos Construtivos
Nesta subseção, serão apresentados os métodos de de Edificações”, estabelece as condições, relativas aos
cálculo de pilares mistos tubulares utilizados pela elementos estruturais, que devem ser atendidas pe-
norma brasileira NBR 14321:2013,“Dimensio- las edificações para que, na ocorrência de incêndio,
namento de estruturas de aço e de estruturas mistas seja evitado o colapso da estrutura. Os critérios es-
de aço e concreto de edifícios em situação de incên- tabelecidos nessa norma baseiam-se na elevação de
dio”. Será apresentado também um programa de temperatura dos elementos estruturais consideran-
computador para dimensionamento de pilares do as condições de exposição ao incêndio-padrão.
mistos tubulares e abordados alguns conceitos dos O incêndio padrão, de acordo com a norma, é a
métodos avançados de dimensionamento utiliza- elevação padronizada de temperatura em função do
dos por ele. Pressupõe-se que o leitor tenha co- tempo, proposta pela ISO 834, dada pela seguinte
nhecimento suficiente dos conceitos relativos ao expressão:
fenômeno de incêndio em uma edificação, à se-
gurança das estruturas e ao dimensionamento de θ g = θ 0 + 345log(8t +1)   (4.69)
estruturas de aço e mistas em situação de incên-
dio. Recomenda-se a leitura e o estudo de Silva, onde:
2000: “Estruturas de Aço em Situação de Incêndio”
e Queiroz et al., 2001: “Elementos das Estruturas t= tempo, em minutos;
Mistas Aço-Concreto”.
qo= temperatura do ambiente antes do início do
aquecimento, tomada igual a 20 ºC;
4.4.3.1. Generalidades
qg= temperatura dos gases no instante t.
Os procedimentos de projeto em situação de in-
Na ocorrência de um incêndio, o aumento de tem-
cêndio devem levar em conta parâmetros como
peratura, em consequência da ação térmica, provoca
o comportamento da estrutura em temperatura
em todos os materiais uma redução de resistência e
elevada, a exposição ao calor e os benefícios dos
rigidez, bem como o aparecimento de solicitações
meios de proteção ativa e passiva, juntamente com
adicionais àquelas normalmente presentes em tem-
as incertezas associadas e a importância da estru-
peratura ambiente. Segundo Silva, 2000: “ação tér-
tura, como disserta Caldas, 2008. Segundo ele, no
mica é a ação na estrutura descrita por meio do fluxo
momento atual do conhecimento da engenharia de
de calor, por radiação e por convecção, provocada pela
incêndios, já estão disponíveis os chamados proce-
diferença de temperatura entre os gases quentes do am-
dimentos com base em desempenho com os quais
biente em chamas e os componentes da estrutura”.
é possível determinar de forma adequada, com base
nos parâmetros citados, o desempenho de uma es- A exposição dos elementos estruturais aos gases
trutura ou de seus componentes em um incêndio quentes e à radiação, provenientes do incêndio,
real (simulado a partir de modelos analíticos ou via provoca uma queda de resistência e de rigidez da
modelagem computacional utilizando dinâmica estrutura pela degenerescência das propriedades de
dos fluídos). Entretanto, o mais usual é o denomi- seus materiais componentes quando sujeitos a altas
nado procedimento prescritivo, que tem por base temperaturas. As propriedades mecânicas tanto do
228
aço quanto do concreto reduzem-se progressivamen- são fornecidos requisitos mínimos que devem ser
te com a elevação de temperatura. A NBR 14323 atendidos: dimensões da seção transversal e do co-
fornece tabelas de fatores de redução para cálculo brimento de concreto da armadura e taxas de ar-
das propriedades mecânicas dos aços e do concreto madura em relação à área de concreto. Além disto,
em função da temperatura. De uma maneira geral, o pilar misto deve ser executado, obedecendo-se
a verificação em situação de incêndio baseia-se em os detalhes construtivos fornecidos pela norma.
métodos tabulares, modelos analíticos simplificados O método tabular fornece resultados do lado da
e avançados de cálculo e ensaios experimentais. segurança quando comparados com os resultados
de ensaios ou de modelos avançados de cálculo. É
O método tabular tem por base ensaios experi- um método simples e de fácil aplicação, mas que
mentais e numéricos, com os quais são construídos conduz a resultados excessivamente conservadores
ábacos e tabelas. Nestes, a partir do TRRF (tempo em grande parte dos casos.
requerido de resistência ao fogo, fornecido em nor-
mas específicas, como a NBR 14432), são exigidas As hipóteses adotadas para a elaboração da Tabela
dimensões mínimas da seção transversal, do cobri- 4.1 são:
mento de concreto do perfil e da armadura, assim
como taxas mínimas de armadura em relação à área • o incêndio é limitado a somente um pavimento;
de concreto. Os modelos simplificados de verificação • o pilar está submetido a temperatura uniforme ao
à temperatura elevada seguem os mesmos princípios longo do comprimento, entendido aqui como a
de verificação à temperatura ambiente modificando- altura interpavimento;
se as propriedades mecânicas dos materiais de acordo
com a temperatura de cada elemento da seção trans- • o pilar é contínuo, rigidamente ligado aos pilares
versal. Os modelos avançados de cálculo, em geral, imediatamente acima e abaixo (incluindo a liga-
têm por base modelos numéricos para solução do ção à fundação) do pavimento em consideração;
problema e são fundamentados no comportamento
mais realístico da estrutura e do cenário do incêndio. • o comprimento de flambagem do pilar, em
Normalmente são utilizados modelos térmicos, fun- temperatura elevada, é tomado igual à metade
damentados nos princípios da transferência de calor, do comprimento de flambagem em temperatu-
e modelos mecânicos, com base nos princípios da ra ambiente.
mecânica do contínuo.
Os requisitos são apresentados em função do
A NBR 14323 trata do dimensionamento de estru- TRRF (dado na NBR 14432) e do nível de car-
turas de aço e mistas de aço e concreto em tempera- ga em situação de incêndio (hfi), definido como
tura elevada, utilizando o método tabular e o ana- sendo a relação entre o valor da força axial solici-
lítico (simplificado e avançado). Permite também a tante de cálculo em situação de incêndio no pilar,

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


verificação por meio de ensaios ou uma combinação Nfi,Sd, calculada com as combinações de ações da
entre ensaios e métodos analíticos. Essa norma for- NBR 14323 (veja-se o Capítulo 2), e o valor da
nece ainda as combinações de ações que as estruturas força axial resistente de cálculo em temperatura
devem suportar na ocorrência de um incêndio, con- ambiente,NRd, calculada conforme a NBR 8800,
forme apresentado no Capítulo 2. desconsiderando taxas de armadura As/(Ac+As)
maiores que 3% (mesmo que na tabela se exijam
taxas superiores) e menores que 1%. Ou seja:
4.4.3.2. Dimensionamento de pilares
mistos tubulares N fi,Sd
η fi =   (4.70)
O método tabular para dimensionamento de pi- N Rd
lares mistos tubulares da NBR 14323 consiste
da Tabela 4.1 em que, conforme já mencionado,
229
Os resultados são válidos tanto para forças axiais como para forças aplicadas excentricamente no pilar.
Neste caso, NRd deve ser substituída por NRd,µ, definida como a máxima força axial que pode atuar no pilar
em temperatura ambiente, levando em conta a influência do momento fletor de acordo com o Anexo P
da ABNT NBR 8800:2008.

Tabela 4.1 - Requisitos para pilares mistos preenchidos com concreto

TRRF
(min)

30 60 90 120

1 Requisitos para o nível de carga hfi≤ 0,3

1.1 Dimensões mínimas de dc e bc ou diâmetro mínimo d (mm) 160 200 220 260

1.2 Distância mínima da face interna do perfil de aço ao eixo das barras da armadura us (mm) - 30 40 50

1.3 Taxa mínima da armadura As/(Ac+As) em % 0 1,5 3,0 6,0

2 Requisitos para o nível de carga hfi ≤ 0,5


2.1 Dimensões mínimas de dc e bc ou diâmetro mínimo d (mm) 260 260 400 450
2.2 Distância mínima da face interna do perfil de aço ao eixo das barras da armadura us (mm) - 30 40 50
2.3 Taxa mínima da armadura As/(Ac+As) em % 0 3,0 6,0 6,0
3 Requisitos para o nível de carga hfi ≤ 0,7
3.1 Dimensões mínimas de dc e bc ou diâmetro mínimo d (mm) 260 450 550 -
3.2 Distância mínima da face interna do perfil de aço ao eixo das barras da armadura us (mm) 25 30 40 -
3.3 Taxa mínima da armadura As/(Ac+As) em % 3,0 6,0 6,0 -

Além disso, as seguintes exigências adicionais para • os pilares não poderão ter comprimento maior
a utilização das tabelas devem ser observadas: que 30 vezes a menor dimensão externa da se-
ção transversal escolhida;
• a estrutura deve ser de pequena ou média deslo-
cabilidade, conforme a NBR 8800; • é permitida a interpolação linear entre todos os
parâmetros físicos das tabelas apresentadas, ex-
• no caso dos pilares do último pavimento, na ceto os marcados com um traço (-);
determinação de NRd (ou deNRd,µ, ), somente
para cálculo de hfi, deve-se tomar como compri- • independentemente das características mecâni-
mento de flambagem 1,4 vezes o comprimento cas do aço dos perfis tubulares, deve ser consi-
de flambagem utilizado no dimensionamento derado para a resistência ao escoamento o valor
do pilar em temperatura ambiente; máximo de 250 MPa;
230
• a espessura t da parede do perfil tubular retangu-
lar não pode exceder 1/25 de h ou b, o que for NNNNfiN
fiN
,fi,pl
fipl
fi,fi,pl
,pl
,Rd
,pl
Rd
pl
,Rd
,Rd====∑
,Rd
,Rd =∑
=∑

∑ ( (( ) )) ( ((
∑AAAaAaAaAafafayfyf,θfy,θfy,yθ,yθ,θ+,θ+++∑

++∑

∑ ) ))
∑AAAsAsAsAfsfsysfsysffys,fysθ,θysys,θ,θ,θ+,θ+++∑

++∑

∑((A(A(Ac(Ac(AcAfcfcckfcckfckfck,fθ,ckθck,θ,)θ),θ,θ))))

menor, e a do perfil tubular circular, 1/25 de d; jj jj jj kk kkkk mmmmmm
(4.75)
• o aço da armadura deve ser o CA-50 ou equi-
valente. π 2 (E I ) fi ,ef
N fi ,e = (4.77)
Como já comentado, o método tabular conduz L2e , fi
a resultados muito conservadores na maioria dos
casos. Para resultados melhores e mais econômi- onde:
cos, a NBR 14323 permite o cálculo via métodos
analíticos simplificados e avançados de dimen-
sionamento, utilizando-se os conceitos da enge- ∑ (Aa f y ,θ ) é o somatório dos produtos da área
∑ (Aresistência
a f y ,θ ) ao escoamento dos elementos com-
j
nharia estrutural e térmica. O método de cálculo pela
analítico, dado no Procedimento Geral da NBR j
ponentes do perfil de aço em situação de incêndio;
14323, é apresentado a seguir. ∑ as ysy ,θ,θ ))
( A f
kj
A força axial resistente de cálculo dos pilares mis- ∑ (As f ys ,θ ) é o somatório dos produtos da área
tos em situação de incêndio é dada por: k

pela
∑ ((AAresistência
cs ff ck θ )) ao escoamento do aço das barras
ys ,,θ
N fi ,Rd = χ fi N fi , pℓ,Rd dak armadura
m
(A f ) em situação de incêndio;
(4.71) ∑ c ck ,θ
m
onde: ∑ (Ac f ck ,θ ) é o somatório dos produtos dos ele-
m
cfi é o fator de redução associado à curva de di- mentos de área do concreto pela resistência carac-
mensionamento à compressão, dado por: terística à compressão desses elementos em situa-
ção de incêndio;
1
χ fi = (4.72) Le,fi é o comprimento de flambagem do pilar em
ϕ 0 , fi + ϕ 02, fi − λ20 , fi situação de incêndio, determinado como no di-
mensionamento à temperatura ambiente. Entre-
com tanto, para pilares contínuos que se comportam
como elementos contraventados, o comprimen-
ϕ 0,fi = 0,5[1 + α (λ0, fi − 0,2) + λ20, fi ] (4.73)
to de flambagem pode ser tomado igual a 0,5
vezes o comprimento de flambagem do pilar em

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


temperatura ambiente, exceto para pilares do úl-
e a igual a 0,49 e l0,fi dado por:
timo pavimento, onde deve ser tomado igual a
0,7 vezes o comprimento de flambagem – veja-se
N fi , pℓ ,Rd a Figura 4.18. Para os pilares do primeiro pavi-
λ o , fi = (4.74)
N fi ,e mento, caso sejam engastados na base, pode-se
considerar também o fator igual a 0,5; caso con-
Nfi,pl,Rd é a força axial de plastificação de cálculo trário, deve-se tomar 0,7;
em situação de incêndio e Nfi,e é a carga de flam- (EI)fi,ef é a rigidez efetiva do pilar misto à flexão,
bagem elástica em situação de incêndio, calcula- dada por:
das respectivamente pelas expressões:

231
(EI ) fi,ef = ∑ (ϕa,θ Ea,θ I a ) + ∑ (ϕ s,θ Es,θ I s ) + ∑ (ϕc,θ Ecu ,θ I c ) (4.77)
j k m

onde: Onde ecu,q é a deformação do concreto de densida-


de normal correspondente a fck,q.
Ea,q, Es,q e Ecu,q (para cálculo dessa propriedade,
veja-se a observação abaixo) são os módulos de As propriedades mecânicas dos materiais (fy,q,fys,q,-
elasticidade da cada parte da seção transversal em fck,q,Ea,q, Es,q e ecu,q) devem ser calculadas conforme
situação de incêndio (o índice a relaciona-se ao as tabelas fornecidas na NBR 14321.
perfil de aço, o índice s, à armadura e o índice com
a primeira letra c, ao concreto); A interpretação do que pode ser considerado um
elemento contraventado fica a critério do res-
Ia,Is e Ic são os momentos de inércia de cada parte ponsável técnico pelo projeto. Como indicação,
da seção transversal para flexão em torno do eixo pode-se considerar que os pilares contraventados
de maior ou menor momento de inércia, o que conforme definidos na NBR 8800 e os pilares da
estiver sendo considerado; subestrutura de contraventamento, caso a estrutu-
ra seja de pequena deslocabilidade, comportam-se
ja,q, js,q e jc,q são coeficientes de redução que de- como elementos contraventados. Nas demais si-
pendem dos efeitos das tensões térmicas, podendo tuações, o comprimento de flambagem em incên-
ser tomados iguais a 0,8 para seções preenchidas dio deve ser determinado como em temperatura
com concreto; ambiente. Vale observar que o comportamento de
Ecu,q deve ser calculado para a temperatura q pela um pilar pode ser diferente conforme o eixo em
seguinte expressão: que ocorre a flambagem. Por exemplo, um mesmo
pilar pode ser considerado contraventado numa
direção e de contraventamento em outra.
f ck ,θ
E cu ,θ = (4.78)
ε cu ,θ

Figura 4.18 - Comprimentos de flambagem de pilares contínuos

232
Para o caso de pilares submetidos a força axial com No caso de um modelo para análise térmica, esta
excentricidade (ou com força axial e momento fle- deve ser baseada em princípios reconhecidos e hi-
tor), a norma brasileira não dá quaisquer indica- póteses da teoria de transferência de calor. Além
ções no procedimento geral. Torna-se necessário, disso, o modelo de resposta térmica utilizado deve
portanto, o uso de normas ou procedimentos es- considerar:
trangeiros simplificados ou de métodos avançados
de cálculo – veja-se o método do Anexo H da EN • as ações térmicas relevantes;
1994-1-2:2005 apresentado adiante. • a variação das propriedades térmicas dos ma-
Observa-se ainda que o método analítico apresen- teriais com a temperatura, conforme previsto
tado na NBR 14323 para pilares mistos tubulares na norma, ou de forma mais realística, caso os
também não fornece indicações para cálculo da dados estejam disponíveis;
temperatura dos elementos componentes da seção • os efeitos da exposição térmica não uniforme
em função do TRRF – deve-se, portanto, recorrer e da transferência de calor a componentes de
aos modelos de análise térmica dos métodos avança- edifícios adjacentes, quando forem relevantes;
dos de dimensionamento, permitidos pela norma.
• a influência de umidade ou migração de umida-
Segundo a norma brasileira, “os métodos avançados de no material de revestimento contra fogo (con-
de dimensionamento são aqueles que proporcionam servadoramente, porém, pode ser desprezada).
uma análise realística da estrutura e do cenário do
incêndio e podem ser usados para elementos estrutu- Os mecanismos básicos de transferência de calor
rais individuais com qualquer tipo de seção trans- são: condução, convecção e radiação. Na condu-
versal, incluindo elementos estruturais mistos, para ção, o calor é transferido no nível molecular, sem
subconjuntos ou para estruturas completas, internas, a ocorrência de quaisquer movimentos de porções
externas ou pertencentes a elementos de comparti- macroscópicas do material. Em geral, os elementos
mentação. Eles devem ter por base o comportamento submetidos à transferência de calor por condução
físico fundamental de modo a levar a uma aproxi- têm como condições de contorno transferências de
mação confiável do comportamento esperado dos calor por convecção e radiação (Caldas, 2008).
componentes da estrutura em situação de incêndio”.
Ainda de acordo com a norma, os métodos avan- A convecção refere-se à transferência de calor na
çados podem incluir modelos separados para: interface entre um fluido e as superfícies de um
sólido. A transferência é devida ao movimento
• o desenvolvimento e a distribuição de tempera- do fluido, que pode ser causado por forças exter-
tura nas peças estruturais (análise térmica); nas ou pelo gradiente de temperatura no fluido,
dando origem respectivamente às denominadas

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


• o comportamento mecânico da estrutura ou de
convecções forçada ou natural. Em um comparti-
alguma de suas partes (análise estrutural). mento incendiado têm-se correntes de convecção
Quaisquer modos de ruína potenciais que não se- de direções aleatórias e altas velocidades devido ao
jam cobertos pelo método empregado (incluindo aumento de volume proporcionado pela combus-
instabilidade local e colapso por cisalhamento) tão, configurando uma convecção forçada.
devem ser impedidos de ocorrer por meio de um A radiação é a transferência de calor através de on-
projeto estrutural adequado. Os métodos avança- das eletromagnéticas que podem ser absorvidas,
dos podem ser usados em associação com qual- transmitidas ou refletidas pelas superfícies. Dife-
quer curva de aquecimento, desde que as proprie- rentemente da condução e da convecção, a radia-
dades do material sejam conhecidas para a faixa de ção não necessita de um meio entre a fonte de
temperatura considerada. calor e o receptor.
233
Somente em casos simples é possível encontrar TEMPERATURA ºC
soluções analíticas para o problema da transferên-
cia de calor. Portanto, em análises em situação de
incêndio, os problemas de transferência de calor
são normalmente tratados experimental ou nume-
ricamente (Caldas, 2008).

O programa Pilar Misto v.3.04.11, cujas bases


de desenvolvimento podem ser encontrados nos
trabalhos de Caldas et al., 2005, 2011 e Caldas,
2008, é capaz de calcular de forma adequada, fun-
damentado nos princípios apresentados de análise
térmica, a distribuição de temperatura em pilares
mistos preenchidos de concreto, com seção retan-
gular e circular.

O programa, inicialmente, calcula a força axial


de compressão resistente de cálculo do pilar mis-
to em temperatura ambiente, conforme as reco- Figura 4.19 – Exemplo de distribuição de temperatura
mendações da NBR 8800, em função da seguin-
te entrada de dados: tipo e dimensões da seção Mais adiante, serão apresentados diversos exem-
transversal, disposição e quantidade das barras da plos de aplicação do programa e comparações
armadura, comprimentos de flambagem nas dire- com o método tabular.
ções x e y, resistência ao escoamento do aço do
perfil e da armadura e resistência à compressão Um ponto interessante que merece destaque é o
característica do concreto. uso de pilares preenchidos com concreto sem ar-
madura. Embora a norma brasileira (assim como
A determinação da distribuição de temperatura na a européia) não restrinja seu uso, Pimenta et al.,
seção transversal do pilar é feita a partir da cur- 2013 perceberam que, a menos que sejam prote-
va padrão de elevação da temperatura dos gases gidos externamente contra incêndio, a dimensão
em incêndio, apresentada pela NBR 14323, em máxima da seção transversal desses pilares não
função do TRRF da edificação ou de parte dela, deve ser superior a 360 mm e não devem ser uti-
conforme as exigências da NBR 14432. Na Figura lizados em carregamento excêntrico, independen-
4.19 é mostrado um exemplo de distribuição de temente da dimensão da seção transversal, para
temperatura obtido com o programa. TRRF superior a 30 min. Nas demais situações,
os autores sugerem que os pilares sejam armados
Uma vez determinada a distribuição de tempera- com taxa (r) igual ou superior a 1%.
tura, calculam-se as propriedades necessárias da
seção transversal e a força resistente de cálculo em Para o caso de pilares sujeitos à compressão ex-
situação de incêndio, Nfi,Rd, utilizando as formula- cêntrica, pode ser adotado o modelo de cálculo
ções do método analítico simplificado apresenta- do Anexo H da EN 1994-1-2:2005, apresentado
das. Vale lembrar que os comprimentos de flam- a seguir (ver também Pimenta et al., 2013). Ob-
bagem nesta fase devem ser aqueles em situação serve-se que para a determinação da força axial re-
de incêndio, conforme apresentado. sistente de cálculo, sem excentricidade, o método
apresentado no Anexo H é diferente do apresen-
tado no Procedimento Geral. Conforme Lennon
et al., 2007, o procedimento geral deve ser prio-
234
ritariamente utilizado em projeto, haja vista que solicitante de cálculo em incêndio (Nfi,eq,Sd ) pode
o método do Anexo H conduz a resultados ex- ser determinada pela seguinte expressão:
cessivamente conservadores, para pilares de baixa
esbeltez, e contra a segurança, para pilares esbeltos N fi ,Sd
(Aribert et al., 2008; Wang e Orton, 2008). N fi ,eq ,Sd = (4.79)
φ sφδ
O método de cálculo para cargas excêntricas foi
Onde fs e fd são parâmetros relacionados à taxa
desenvolvido por Grimauld, 1983. Dadas a excen- de armadura do pilar tubular e da excentricidade
M fi ,Sd de carga, dados pelas Figuras 4.20 e 4.21, respec-
tricidade de carga δ = , a taxa de armadura
N fi ,Sd tivamente. A armadura do pilar deve ser consid-
r e a esbeltez do pilar, uma força axial equivalente erada distribuída igualmente nas quatro faces.

Figura 4.20 – Parâmetro fs Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos

235
Figura 4.21 – Parâmetro fd

Podem-se considerar as seguintes expressões para cálculo do parâmetro fs, modificadas a partir das desen-
volvidas por Grimault, 1983, que apresentam algumas inconsistências:

- para r ≤ 1,2 (expressão modificada)


φ s = 0,65 − 1,746(1,2 − ρ ) + 6,196(1,2 − ρ )2 − 12 ,565(1,2 − ρ )3 + 14 ,229( 1,2 − ρ )4 +
(4.80-a)
5 6
− 8,301( 1,2 − ρ ) + 1,939( 1,2 − ρ )

- para r > 1,20 (expressão idêntica à de Grimauld, 1983)


1 1
φ s = 0,65 − 0,04(ρ − 1,2) + 0,5(ρ − 1,2) 3 − 0,25(ρ − 1,2) 5 (4.80-b)

Observa-se que o parâmetrofd é dado em função da excentricidade da carga (d) e do comprimento de


flambagem em incêndio (Le,fi), ambos relativos à dimensão externa da seção transversal do pilar misto, b
ou d, para seções tubulares quadradas ou circulares, respectivamente.

Também neste caso o parâmetro pode ser calculado por meio das seguintes expressões, diferentes das
apresentadas por Grimault, 1983, mas com o mesmo grau de aproximação:

236
- para Le,fi/b ou Le,fi/d = 40
φδ = −2,524δ 03 + 3,187δ 02 − 1,882δ 0 + 1,000 (4.80-c)

- para Le,fi/b ou Le,fi/d = 35


φδ = 6,881δ 04 − 11,045δ 03 + 7,176δ 02 − 2,718δ 0 + 1,000 (4.80-d)

- para Le,fi/b ou Le,fi/d = 30


φδ = 14,582δ 04 − 20,616δ 03 + 11,379δ 02 − 3,491δ 0 + 1,000 (4.80-e)

- para Le,fi/b ou Le,fi/d = 25

φδ = 21,823δ 04 − 29,695δ 03 + 15,281δ 02 − 4,165δ 0 + 1,000 (4.80-f )

- para Le,fi/b ou Le,fi/d = 20

φδ = −57 ,115δ 05 + 99,521δ 04 − 68,011δ 03 + 23,458δ 02 − 4,860δ 0 + 1,000 (4.80-g)

- para Le,fi/b ou Le,fi/d≤ 10

φδ = −41,822δ 05 + 81,267δ 04 − 60,838δ 03 + 22,607δ 02 − 4,926δ 0 + 1,000 (4.80-h)

Onde d0 é igual a d/b ou d/d, para seções qua- PotFire V-2 do CIDECT (http://www.cidect.org/
dradas ou circulares, respectivamente. Para valores en/Software/), que usa essa formulação, permite o
intermediários, pode-se fazer interpolação linear. uso de perfis retangulares.

Então, para que um pilar tubular preenchido com O método do Anexo H da norma europeia pos-
concreto, submetido à compressão excêntrica ou sui algumas exigências e limitações que devem ser

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


ao efeito combinado de compressão axial e mo- atendidas para sua aplicação:
mento fletor, seja adequadamente dimensionado
em situação de incêndio, deve-se ter: • a excentricidade d não pode ser superior a 0,5
vezes a dimensão externa do pilar;
N fi ,eq ,Sd ≤ N fi ,Rd (4.81) • o comprimento de flambagem em situação de
incêndio não pode ser superior a 4,5m;
O método acima pode ser aplicado a pilares tubu-
lares de seção quadrada ou circular – embora não • a dimensão externa do pilar não pode ser infe-
haja proibição explícita, a EN 1994-1-2 não é clara rior a 140 mm nem superior a 400 mm;
se o método abrange também os pilares de seção • a resistência característica do concreto não pode
retangular. Todavia, o programa de computador ser inferior a 20 MPa nem superior a 40 MPa;
237
• a taxa de armadura do pilar não pode ser su- • determinação da posição da linha neutra plásti-
perior a 5%; ca para cada eixo de referência, de forma tal que
a seguinte equação seja atendida:
• o TRRF não pode ser superior a 120 min.

Nas situações em que for necessário se calcular a ∑( A a f y,θ ) + ∑ ( As f ys,θ ) + ∑ ( Ac f ck,θ ) = 0 (4.83)
resistência de pilares que não se enquadrem nas j k m

exigências e limitações apresentadas acima, de-


vem-se utilizar os conceitos da engenharia estru- onde as tensões são consideradas positivas para
tural e de incêndio ou partir para outros métodos, tração e negativas para compressão, desprezan-
inclusive os avançados de cálculo.Uma opção in- do-se a resistência do concreto à tração. Obser-
teressante é o método do “Design Guide for SHS va-se que a posição da linha neutra é obtida por
Concrete FilledColumns” (Hicks et al., 2002), tentativa, a partir de uma posição arbitrária –
apresentado a seguir. geralmente o eixo de simetria do pilar – até que
a equação seja atendida.
De acordo com Hicks et al., 2002, os pilares sub-
metidos à combinação dos esforços solicitantes • cálculo do momento fletor de plastificação de
força axial e momento fletor devem ser verificados cálculo, por meio da seguinte expressão:
pela seguinte expressão de interação:
M
MM
MxM
x, ,xfi,
fi,
x, fi,
,xplpl
fi,
, ,Rd
pl
fi,
,Rd
pl,Rd ===∑
pl,Rd
,Rd =∑∑(∑
=∑ (A(A(Aa(aAaAfafy,afy,fθy,θfy,θyyy,θ)yθ)y+)+y)+)∑
+∑∑(∑
+∑ (A(A(As(sAfsAfsys,fys,sfys,θfθys,θyys,yθ)yθ)y+)+y)+)∑
+∑
+∑
∑(∑
(A(A(Ac(cAfcAfcck,fck,cfck,θfck,θck,θyyθ)yθ)y)y))
N fi,Sd M x , fi,Sd M y , fi,Sd jj j j j kk kk k mmmmm
+ kx + ky ≤ 1,0 (4.82) (4.84)
N fi,Rd M x , fi,Rd M y , fi,Rd
Onde y é a distância de cada elemento ao eixo
Onde kx e ky são fatores de amplificação dos mo- neutro. O momento relativo ao eixo y é obtido
mentos, relativos aos eixos x e y, para levar em pela mesma expressão, “mutatis mutandis”.
conta os efeitos de segunda ordem em pilares es-
Uma opção que também pode ser utilizada é a
beltos, devendo ser calculados em temperatura
apresentada no Anexo Nacional Francês da EN
elevada, ou seja, são os mesmos fatores B1 dados
1994-1-2 (FNA EN 1994-1-2, 2007), mas que é
no Anexo D da ABNT NBR 8800:2008,“mutatis
válida apenas para seções circulares e quadradas.
mutandis” para temperatura elevada.
Vale lembrar que a temperatura de cada elemento da
De acordo com o método, não se podem tomar
seção transversal deve ser obtida por análise térmica,
valores para os momentos fletores solicitantes
a partir da curva padrão de elevação da temperatura
de cálculo inferiores a 0,03hNfi, Sd (ou 0,03bNfi,
dos gases em incêndio, de acordo com os métodos
Sd) e 0,03dN fi, Sd, para seções retangulares e cir-
avançados da ABNT NBR 14323, como, por exem-
culares, respectivamente. Além disso, a razão
plo, a distribuição de temperatura do programa Pi-
entre o momento fletor solicitante de cálculo
larMisto v.3.04.11 – veja-se a Figura 4.19.
e o momento fletor resistente de cálculo não
pode ser superior a 0,67.
4.4.3.3. Disposições construtivas
A determinação dos momentos fletores resisten-
tes de cálculo em temperatura elevada (iguais As seguintes disposições construtivas devem ser
aos momentos fletores de plastificação de cálcu- obedecidas no projeto:
lo) é feita de maneira similar à das forças axiais
resistentes de cálculo, já apresentada. Duas eta- • as dimensões e espaçamento dos estribos ao lon-
pas são necessárias: go do comprimento deverão ser conforme o re-
comendado pela NBR 6118; porém adotando-se
238
um máximo de 15 vezes o menor diâmetro das dução de carga, conforme definido em 4.3.2.2.
barras da armadura longitudinal do concreto;
No dispositivo tipo 1 são usados parafusos (co-
• deverão ser executados furos de no mínimo 20 muns ou de alta resistência) cujo espaçamento en-
mm de diâmetro em faces opostas, localizados tre eixos, em qualquer direção, não pode ser infe-
no topo do pilar em cada andar, respeitando-se rior a seis vezes o seu diâmetro. Podem ser usados
um espaçamento máximo de 5,0 m entre eles; furos padrão ou ajustados. A cabeça dos parafusos
pode ser ponteada com solda na face externa do
• as ligações das vigas aos pilares mistos, caso se- perfil tubular, para evitar que esses se desloquem
jam usadas sem material de proteção, devem durante a concretagem do pilar. De acordo com a
obedecer aos requisitos da NBR 14323. norma brasileira, a força resistente de cálculo de
cada parafuso deve ser tomada como o menor va-
Os furos exigidos têm a função de deixar escapar o
lor obtido das seguintes expressões:
vapor d’água produzido durante o incêndio, pelo
aquecimento da água intersticial do concreto. É
um detalhe muito importante e imprescindível, VRd = ℓ b d bσ c ,Rd ≤ 5d b2σ c ,Rd (4.85-a)
pois sua ausência pode causar efeitos catastróficos,
pela possibilidade de explosão devida à pressão d b2 f ub f
exercida pelo vapor. V Rd = 0 ,4π ≤ 2 ,4d b t u (4.85-b)
4 γ a2 γ a2
Quanto às ligações, somente alguns tipos sem
material de proteção são apresentados na norma onde:
brasileira. Além disso, são de execução trabalhosa
e dificultam ou mesmo impedem a colocação das lb e db são o comprimento líquido (descontando-
armaduras. Por isso,por facilidade de execução, se a espessura da parede do tubo) e o diâmetro dos
recomenda-se que as ligações das vigas aos pilares parafusos, respectivamente;
sempre recebam proteção contra incêndio, com a t é a espessura da parede do tubo;
mesma especificação da proteção das vigas.
fu e fub são, respectivamente, a resistência à ruptura
do aço do tubo e do parafuso;
4.4.4. Dispositivos especiais para intro-
dução de cargas σc,Rd deve ser obtido do item 6.6.5 da ABNT
NBR 8800:2008 (veja-se também o Capítulo 5),
Conforme apresentado em 4.2.2.2(d), nas situa- tomando-se A2/A1 igual a 4.
ções em queas tensões de cisalhamento na inter-
A primeira expressão refere-se à resistência ao es-

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


face entre o aço e o concreto, no comprimento de
introdução de carga, obtidas com base nos esfor- magamento do concreto sob os parafusos, na área
ços solicitantes de cálculo Vl,Sd e Ml,Sd, superarem correspondente ao produto do diâmetro do para-
os valores de tRd dados na Tabela P1 da ABNT fuso pelo seu comprimento, limitado a um valor
NBR 8800:2008, devem ser instalados conectores máximo igual a cinco vezes o diâmetro. A segunda
de cisalhamento ou outros dispositivos similares expressão é a força de cisalhamento resistente de
para resistir à totalidade dos efeitos de Vl,Sd e Ml,Sd. cálculo de um parafuso, limitada pela força resis-
A NBR 16239 apresenta dois dispositivos espe- tente de cálculo à pressão na parede do furo. Com
ciais para transmitir essas tensões: o tipo 1 e o tipo a limitação de o espaçamento ser no mínimo igual
2, apresentados na Figura 4.22 e Figura 4.23, res- a seis vezes o diâmetro, não é necessário conside-
pectivamente. Vale lembrar que esses dispositivos rar sobreposição de tensão na primeira expressão e
devem estar situados no comprimento de intro- rasgamento entre furos consecutivos na segunda.

239
Figura 4.22 - Dispositivo tipo 1

Figura 4.23 - Dispositivo tipo 2


240
No dispositivo tipo 2 são feitas aberturas nas pa- ligação. Esse fator, ared, é dado por:
redes do perfil tubular de aço, nas quais soldam-
se chapas com conectores de cisalhamento tipo Ac (α f cd )
pino com cabeça. A força resistente de cálculo α red = 1 − 1,2ξ
Aa f yd + Ac (α f cd ) + As f sd
de cada conector de cisalhamento deve ser ob-
(4.86)
tida de O.4.2.1.1 do Anexo O da ABNT NBR
8800:2008, tomando-se Rg e Rp iguais a 1,0 . Para VSd
isso, o espaçamento entre os eixos dos conectores, ξ= (4.87)
N Sd
em qualquer direção, não pode ser inferior a seis
vezes o seu diâmetro e a solda entre a chapa e o
tubo deve ser adequadamente dimensionada con- Onde VSd e NSd são respectivamente a força solici-
forme os critérios da NBR 8800 e NBR 16239, tante de cálculo transmitida ao pilar por todas as
onde aplicáveis. ligações do andar e a força solicitante de cálculo
do pilar imediatamente abaixo das ligações. Os
Por ser de mais fácil execução, recomenda-se, demais termos já foram definidos anteriormente.
sempre que possível, o uso do dispositivo tipo 1.

Uma alternativa de verificação da introdução de


4.5. LIGAÇÕES MISTAS
carga bastante atraente é a apresentada em Ku-
robaneet al., 2004. Esse modelo de cálculo, de- 4.5.1. Conceitos – Escopo
senvolvido por Dunberryet al., 1987, permite
que se utilizem ligações convencionais (em chapa Uma ligação é denominada mista quando a laje
simples e perfis T) sem a necessidade de disposi- de concreto participa da transmissão de momento
tivos especiais para se transmitirem as cargas do fletor de uma viga mista para um pilar ou para ou-
aço para o concreto na região de introdução de tra viga mista adjacente. Quando o momento na
carga. Nessas ligações, uma rotação, mesmo que viga for negativo, a armadura da laje é tracionada,
modesta, é sempre esperada que aconteça, provo- e quando for positivo, a laje é comprimida (por
cando uma espécie de “amassamento” do aço con- exemplo, devido ao efeito do vento em pórticos).
tra o concreto, que contribui para a transmissão
de carga de um material para o outro. Segundo As ligações mistas podem ser usadas em vigas mis-
o Kurobane et al., 2004, a transmissão de carga é tas contínuas e semicontínuas. Nas vigas mistas
afetada basicamente pelo comportamento da liga- contínuas, a ligação mista deve assegurar continui-
ção à rotação (e consequentemente a habilidade dade total, tanto do componente de aço quanto
de produzir forças laterais no concreto), seu com- da laje de concreto nos apoios. Porém, geralmente
primento e a excentricidade da carga. Entretan- uma ligação mista é geralmente classificada, com

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


to, torna-se improvável que a interação comple- base na rigidez, como semirrígida e, com base na
ta entre os dois materiais seja mantida, podendo resistência, como de resistência parcial – para de-
haver escorregamento relativo significativo entre finições e esclarecimentos, veja-se Queiroz et al.,
eles. Nessa situação, segundo os ensaios e estudos 2001. Assim sendo, deve-se demonstrar experi-
realizados, a transmissão de cargas do aço para o mentalmente, ou por uma combinação adequa-
concreto ocorre numa região compreendida entre da de análise teórica e ensaios, que a ligação pos-
3,5b e 2,0b, respectivamente abaixo e acima da sui capacidade de rotação suficiente para que se
ligação, sendo b a menor dimensão do pilar, bas- formem as rótulas plásticas previstas nas barras,
tante superior à região de introdução de carga pre- mantendo sua resistência ao momento fletor até
conizada pelas normas. Os autores sugerem então que se desenvolva o mecanismo final de colapso
um fator de redução a ser aplicado na resistência (por exemplo, formação de rótulas plásticas nas
do núcleo de concreto, imediatamente abaixo da ligações mistas e desenvolvimento de momento
241
próximo ao de plastificação total no vão da viga tre o vão da viga e a altura total da seção mista,
mista). Não podem ser atingidos estados limites resistência ao escoamento do aço do perfil, tipo
não dúcteis como, por exemplo, flambagens lo- de carregamento da viga, se a viga é escorada ou
cais, instabilidades globais ou rupturas de parafu- não escorada, momento fletor resistente da liga-
sos e de armaduras. ção mista, etc.

Infelizmente, porém, as ligações mistas usualmen- Pelo exposto, torna-se necessária a definição pre-
te utilizadas na prática não possuem capacidade cisa do tipo de viga e da ligação para que sejam
de rotação suficiente para que seja atingida a re- válidas as prescrições de cálculo e projeto. Neste
sistência plástica total da viga mista a momento trabalho serão apresentadas somente ligações de
positivo no meio do vão. Por isso, a NBR 8800 vigas com perfis tubulares retangulares, sujeitas a
exige que o momento fletor resistente de cálcu- momento negativo, que não participam do siste-
lo da viga mista na região de momentos positivos ma de estabilidade lateral da edificação e com a
seja reduzido pelo coeficiente βvm, caso se utilize tipologia apresentada na Figura 4.24. Quando o
ligação mista no apoio da viga, ou, em outras pa- apoio da viga for um pilar (misto ou não, de se-
lavras, se a viga for semicontínua. Esse coeficiente ção circular ou retangular), este pode participar da
depende de vários fatores, dentre eles: relação en- distribuição de momentos no nó.

Figura 4.24 - Tipologia da ligação mista

242
As propriedades fundamentais das ligações mistas simulações numéricas. A resistência última, a
são a rigidez inicial, o momento fletor resistente rigidez inicial e a capacidade de deformação
de cálculo e a capacidade de rotação e que podem são as propriedades mais importantes;
ser obtidas da relação momento-rotação. Segundo
Queiroz et al., 2001, as características da relação c. combinação das propriedades dos componen-
momento-rotação de uma ligação mista podem ser tes para a determinação das características da
determinadas de diversas maneiras, entre elas: ligação como um todo, obtidas com a associa-
ção, em série ou em paralelo, das molas repre-
• ensaios; sentativas de cada componente ou grupo de
componentes, levando-se em conta o equilíbrio
• cálculos por elementos finitos; e a compatibilidade de deslocamentos.
• métodos analíticos aproximados;
4.5.2.1.Componente armadura
• combinação dos métodos anteriores.
A quantidade de barras da armadura que partici-
Dentre os diversos métodos analíticos aproxima-
pam da ligação mista é determinada pela largura
dos, cita-se o modelo dos componentes, adotado
efetiva da laje de concreto na região de momento
pela NBR 8800 e que conduz a resultados bas-
negativo, de acordo com as prescrições da NBR
tante satisfatórios. Esse modelo será apresentado e
8800. Adicionalmente, caso o elemento suporte
comentado a seguir.
seja um pilar, as barras da armadura devem ser dis-
postas de forma tal que o centro geométrico das
4.5.2. Método dos componentes – carac- barras situadas do mesmo lado da linha de centro
terização e comportamento das vigas apoiadas fique a uma distância de 0,7bc
a 2,5bc dessa linha de centro, sendo bca largura do
O método dos componentes, de acordo com pilar na direção transversal às barras.
Queiroz et al., 2001, consiste em dividir a ligação
em seus componentes básicos, como por exemplo, A força resistente de cálculo das barras da arma-
as armaduras, os conectores de cisalhamento e a li- dura é dada por:
gação metálica (do perfil de aço). O procedimento
pode ser expresso em três passos, como a seguir: Fs ,Rd = f sd Asl (4.88)
a. identificação dos componentes básicos re-
levantes da ligação, definidos como aqueles A rigidez inicial proporcionada pelas barras da ar-
que contribuem e influenciam efetivamen- madura da laje de concreto é dada por:
te no comportamento da ligação. Uma vez

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


identificados, devem ser agrupados confor- 2 Asl E s
ks = (4.89)
me sua resposta à solicitação: tração, com- ha
pressão, flexão e cisalhamento. Cada um des-
tes componentes ou grupo de componentes Onde Asl é a área da armadura longitudinal que
é representado por uma mola translacional participa da ligação e ha é a largura do apoio na
(ou, em certos casos, rotacional); direção paralela à viga. Nessa expressão, conside-
ra-se apenas o trecho mais solicitado da armadu-
b. determinação das propriedades estruturais ra, entre o eixo do apoio e o primeiro conector
de cada um dos componentes, com base em (observa-se que a distância entre a face do apoio e
curvas força-deslocamento derivadas de mode- o primeiro conector foi tomada igual a zero na ex-
los mecânicos de diferentes níveis de sofisti- pressão), desprezando-se o efeito de enrijecimento
cação, validados por resultados de ensaios e da armadura proporcionado pelo concreto que a
243
envolve (efeito tensionstiffening). Esse efeito, po- Após o atingimento da resistência à tração do con-
rém, deve ser levado em conta na determinação da creto (σsrl), inicia-se o processo de fissuração da seção
capacidade de deformação das barras da armadura e o aumento da deformação da armadura, com pou-
e será apresentado a seguir. co ou nenhum aumento da tensão, ou seja, há um
salto (Δεsr) na deformação da armadura – região B.
A Figura 4.25 apresenta o comportamento idea- O valor de Δεsré influenciado pela dispersão da re-
lizado da armadura envolvida pelo concreto sob sistência à tração do concreto, pela taxa de armadura
tração, de acordo com o modelo do CEB-FIP, e pelo comportamento da aderência entre a armad-
1990, adotado pela NBR 8800, em conjunto com ura e o concreto. Na seção da fissura, a deformação
o comportamento da armadura isolada. do concreto é zero e a da armadura é máxima. Afa-
stando-se da fissura, a deformação da armadura vai
se reduzindo e a do concreto, aumentando, até que
a uma certa distância, denominada comprimento de
introdução (Lt), não há mais qualquer deformação
diferencial entre os dois materiais – Figura 4.26 (da
Mata, 2005). Esse estágio de fissuração é denomina-
do de formação inicial de fissura. A partir daí (região
C), diminui a taxa de deformação da armadura
com aumento significativo da tensão. Ao contrário
do estágio de formação inicial de fissura, essa fase é
caracterizada pela diferença de deformação entre o
concreto e a armadura ao longo de todo o compri-
mento do elemento. Novas fissuras poderão surgir
apenas se a aderência da armadura for suficiente para
induzir tensões no concreto superiores à resistência
à tração do concreto. Esse estágio é denominado de
formação estabilizada de fissura – Figura 4.26. A
Figura 4.25 - Diagrama tensão-deformação idealizado da armadu- região D é denominada estágio pós-escoamento e é
ra isolada e da armadura envolvida pelo concreto
influenciada pela falha local da aderência da arma-
A região A descreve o comportamento da seção não dura, o alongamento sob carga máxima e a relação
fissurada, em que as tensões e deformações podem ser entre as resistências ao escoamento e à tração da ar-
calculadas por meio da teoria elástica fundamental. madura (Hanswille, 1997).

Figura 4.26 - Distribuição de deformação na armadura e no concreto fissurado


244
Como se pode facilmente notar na Figura 4.25, a fctm, resistência média à tração do concreto, igual
rigidez da armadura é aumentada pelo concreto a 0,3(fck)2/3,
sob tração (daí o termotensionstiffening), mas sua
ductilidade é reduzida significativamente. Torna- kc, coeficiente que leva em conta o equilíbrio e a
se necessário, portanto, considerar esse efeito na distribuição das tensões na laje de concreto ime-
determinação da capacidade de deformação da ar- diatamente antes da ocorrência das fissuras, toma-
madura, conforme apresentado a seguir. do igual a 1,0 de forma conservadora ou de forma
mais precisa, usando-se a seguinte expressão:
A capacidade de deformação das barras da arma-
dura, que devem ser de aço CA-50 com diâmetro 1
kc = + 0,3 ≤ 1,0 (4.94)
mínimo de 12,5 mm, é dada por: tc
1+
2 y0
Δ us = Lε smu (4.90)
onde:
onde
tc é a espessura da laje acima da fôrma e y0 é a dis-
L é o comprimento de introdução (na NBR 8800, tância entre os centros geométricos da laje de con-
é chamado de comprimento de referência), po- creto e da seção mista homogeneizada na região
dendo, simplificadamente e a favor da segurança, de momentos negativos (veja-se a Figura 4.27).
ser tomado igual a 200 mm, sendo que as distân-
cias do primeiro conector até à face e até ao centro
do elemento de apoio não podem ser inferiores a
100 mm e 200 mm, respectivamente;

εsmu é a deformação da armadura envolvida pelo


concreto, correspondente ao limite de resistência
(veja-se a Figura 4.25), igual a:

# σ &
ε smu = ε sy − βt Δε sr + δ0 %%1− srl (( (ε su − ε sy ) (4.91)
$ f ys '
Figura 4.27- Definição dos termos para cálculo de kc
Com βt e δo iguais a 0,4 e 0,8, respectivamente, e:
A seção mista homogeneizada compreende o per-
fil de aço e a laje de concreto com sua largura efe-
f ctmkc

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Δε sr = (4.92) tiva dividida pela razão modular αE = E/Ec , sendo
δs E s E e Ec os módulos de elasticidade do aço e do con-
! f k $! δ E $ creto, respectivamente, considerando o concreto
σ srl = # ctm c &#1+ s s & (4.93) não fissurado.A posição da linha neutra deve ser
" δ %" Ec % obtida admitindo distribuição linear de tensões na
seção homogeneizada.
δs igual à taxa de armadura (relação Asl/Ac), onde
Acé igual à área da mesa de concreto, isto é, a área Como se pode facilmente verificar, a capacidade
da laje efetiva de concreto transversal à viga; de deformação da armadura depende fundamen-
talmente dos seguintes fatores:
εsy e εsu iguais às deformações correspondentes à
resistência ao escoamento e à resistência máxima à • taxa de armadura da laje;
tração da armadura isolada, respectivamente;
245
• deformação correspondente à resistência máxi- kr é igual a 1000kN/cm para conectores com
ma à tração da armadura isolada; 19 mm de diâmetro, em lajes maciças ou em lajes
com forma metálica para as quais o produto RpRg
• resistência do concreto à tração. seja igual ou superior a 0,75;
O aumento da taxa de armadura e da deformação
conduz ao aumento da capacidade de deformação v − (v −1) ( d − 0,5t + y ) (4.97)
α=
da armadura. Sabe-se que, quanto maior o diâme- d s (ξ +1)
tro da barra, maior sua capacidade de deformação I
sob carga máxima. Por isso, a norma brasileira exi- ξ = 2a (4.98)
d s Asl
ge que as barras da armadura de ligações mistas
tenham, no mínimo, 12,5 mm de diâmetro e se- ! (ξ +1) nksc L1d s2 $
1/2

ν =# (4.99)
jam de aço CA-50. Por outro lado, quanto maior &
" Ea I a %
a resistência à tração do concreto, menor será a
capacidade de deformação da armadura. Reco-
menda-se, portanto, que o concreto da laje não d, t e y são a altura da viga, a espessura do tubo e
seja especificado com resistência superior à míni- a distância da armadura à face superior da viga,
ma permitida pelo cálculo estrutural. respectivamente,como mostrado na Figura 4.25;

Ea é o módulo de elasticidade do aço da viga;


4.5.2.2. Componente conector
L1 é o comprimento da viga na região de momento
A rigidez inicial deste componente, ksc, depende negativo, podendo ser tomado igual a 15 % do vão;
do número de conectores na região de momento
negativo e de suas características. Vale lembrar que ds é a distância do centro geométrico do perfil de
a interação deve ser completa na região de mo- aço ao centro geométrico da armadura;
mento negativo, isto é, o número de conectores Ia é o momento de inércia do perfil de aço.
deve ser suficiente para que possa ser desenvolvida
plenamente a força de tração resistente de cálculo A capacidade de deformação dos conectores de
da armadura. Dessa forma tem-se: cisalhamento na região de momento negativo é
dada pela seguinte expressão:
Fcs,Rd = ∑Q Rd ≥ Fs,Rd (4.95)
Fs(B )
s (B ) = 2s ( A ) (4.100)
nk Fs( A )
kcs = r (4.96)
α
onde:
onde:
0,7Q Rk
Fcs,Rd e QRd são respectivamente a força resistente s( A) = (4.101)
kr
de cálculo dos conectores de cisalhamento e a for-
ça resistente de cálculo de um conector, obtida da Fs( A) = kcs s ( A) (4.102)
NBR 8800;

Fs,Rd é a força resistente de cálculo da armadura, Fs(B ) = Asl f ys (4.103)


conforme item 4.5.2.1;
QRk é a força resistente nominal de um conector,
n é o número de conectores na região de momen- igual a 1,25QRd.
to negativo;
246
Essas expressões foram obtidas da relação momen- 4.5.2.3. Componente ligação metálica
to-rotação dos conectores, Figura 4.28. Na figura,
o ponto A corresponde ao início do escoamento A NBR 8800 permite que se despreze a contri-
do conector de cisalhamento mais solicitado. O buição da ligação da alma da viga apoiada para a
valor correspondente da força na armadura, Fs(A), rigidez e a resistência a momento da ligação mista
e o escorregamento entre a extremidade da laje e com chapa de extremidade, considerando-se essa
a extremidade da viga, s(A), podem ser calculados, ligação apenas para a transmissão da força cortan-
uma vez que as rigidezes iniciais kr de um conec- te. Para isso, é necessário que a espessura da chapa
tor e kcs do grupo de conectores são conhecidas. de extremidade não seja superior à metade do di-
O trecho elástico da origem até o ponto A é con- âmetro dos parafusos (que devem ser de alta re-
siderado válido até um valor máximo da força no sistência). Adicionalmente, devem ser obedecidas
conector mais solicitado igual a 0,7Qrk , obten- as disposições e limitações apresentadas na Figura
do-se assim a expressão para s(A).Com a rigidez kcs 4.24, a saber:
do conjunto de conectores na região de momento • a resistência da solda da mesa inferior da viga tu-
negativo, obteve-se a expressão para Fs(A). bular com a chapa de extremidade deve ser igual
O ponto B corresponde à força máxima na ar- ou superior à da mesa inferior; o mesmo se aplica
madura, que para interação completa é igual à à região da curva de concordância do tubo;
força de tração resistente da armadura. O escor- • a distância da face superior da viga à primeira
regamento s(B)da extremidade, devido ao compor- linha de parafusos deve ser igual ou superior a
tamento elastoplástico dos conectores de cisalha- 4db, onde db é o diâmetro dos parafusos;
mento entre A e B, foi obtida com a consideração
de que a rigidez secante do ponto B (Fs(B)/s(B)) é • as distâncias da linha vertical dos furos à alma do
igual a metade da rigidez inicial (FsA)/s(A). O es- tubo e à extremidade da chapa devem ser iguais
corregamento s(B) é considerado como valor limite ou superiores a 3db e 1,5db, respectivamente;
para os conectores, determinando, assim, sua ca-
pacidade de deformação. • a resistência ao escoamento da chapa de extre-
midade deve ser menor ou igual a 350 MPa.
Momento
D Considerando que haja enrijecedores na alma do
B pilar (interno ou externo ao tubo), no nível da
mesa inferior da viga, pode-se considerar que a ri-
gidez inicial da ligação da mesa inferior seja infini-
A ta e a capacidade de deformação seja igual a zero:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


ki = ∞ , Δ ui = 0 (4.104)

A força resistente de cálculo é baseada na resis-


tência ao esmagamento da mesa inferior da viga
0
e deve ser igual ou superior à da armadura. Logo:
Rotação
Figura 4.28 - Curva momento-rotação dos conectores
Fi ,Rd = 1,25 f yd A fi ≥ Fs ,Rd (4.105)

Na expressão acima, pode-se tomar para Afi, a área


da mesa inferior e da região da curva de concor-
dância do tubo.
247
Caso não haja tais enrijecedores, devem-se alterar do-se que as extremidades da viga e da laje sofram
adequadamente a rigidez, a resistência e a capaci- a mesma rotação θ, apesar do escorregamento, s,
dade de deformação da ligação da mesa inferior. na região dos conectores (Figura 4.27):
Essas situações, porém, estão fora do escopo deste
livro. Para cálculo, recomendam-se duas publi- M (d − 0,5t + y)2 (d − 0,5t + y)2
cações: “Joints in Steel Construction – Composite Si = = =
θ "1 1 1% "1 1 %
Connections” (Couchman e Way, 1998) e “De- $ + + ' $ + '
sign ofCompositeJoints for Buildings” (Anderson et # ks kcs ki & # ks kcs & (4.106)
al., 1999), fazendo-se as devidas adaptações para
adequar suas recomendações às situações especí- A expressão acima foi determinada fazendo-se a
ficas das estruturas tubulares. Entretanto, para associação em série das molas dos componentes,
pilares tubulares preenchidos com concreto, o en- com rigidezes iguais a ks, ki (lembrando-se de que
genheiro responsável pelo projeto, utilizando os ki é igual a infinito) e kcs. Com Δs, Δi e s iguais ao
conceitos estruturais aplicados a estruturas mistas alongamento da armadura, deslocamento na liga-
(engineeringjudgement), pode considerar também ção inferior e escorregamento entre a laje e o perfil
os mesmos valores para a rigidez inicial e a capa- metálico, respectivamente, tem-se:
cidade de deformação da ligação da mesa inferior
apresentados acima, dado o enrijecimento local Fs F F
Δs = , Δ i = i , s = cs (4.107)
proporcionado pelo concreto de preenchimento. ks ki kcs

4.5.2.4. Ligação mista completa


A rotação das seções extremas da viga e da laje,
A rigidez inicial da ligação, Si, definida como a consideradas paralelas, é dada por:
relação entre o momento solicitante e a rotação da
ligação, é dada pela expressão seguinte, desprezan- Δ s + Δi + s
θ= (4.108)
do-se a contribuição da ligação da alma e admitin-
d − 0,5t + y

Figura 4.29 - Modelo para a rigidez da ligação mista


248
Considerando que o momento fletor é dado por 4.5.3. Capacidade de rotação necessária
(lembrando-se de que a resistência da ligação da
alma foi desprezada): Como a resistência última da ligação mista é me-
nor que o momento plástico da viga mista, a pró-
M = Fs (d − 0,5t + y) (4.109) pria ligação tem que garantir a rotação necessária
para o desenvolvimento do máximo momento
positivo da viga, normalmente inferior ao mo-
e que
mento plástico. A capacidade de rotação necessá-
ria é dada nas tabelas R.1 a R.3 da NBR 8800,
Fs = Fi = Fcs (4.110)
com base nos trabalhos de Li et al., 1996 e Cou-
chman& Way, 1999, aqui reproduzidas nas Tabe-
(por definição, as forças na mesa inferior e nos las 4.2 a 4.4. Nessas tabelas:
conectores são limitadas pela força na armadura),
chega-se, dividindo o momento fletor pela rota- • L/dt é a relação entre o comprimento do tramo
ção, à expressão da rigidez inicial da ligação. e a altura total da viga mista, isto é, a altura do
perfil de aço somada à altura da laje;
O momento fletor resistente de cálculo é dado
apenas pela força na armadura, ou seja: • DL significa carga uniformemente distribuída;

• 1CL significa uma carga concentrada no centro


M Rd = Fs ,Rd ( d − 0,5t + y ) = f sd Asl ( d − 0,5t + y ) da viga;
(4.111)
• 2CL significa duas cargas concentradas nos ter-
A capacidade de rotação da ligação é determinada ços do vão da viga.
atribuindo-se aos deslocamentos dos componen-
tes seus valores limites: Observa-se que a capacidade de rotação necessária
é dada em função de bvm, ou seja, quanto menor
Δ us + Δ ui + s (B ) Δ + s (B ) for o valor de bvm escolhido, menor a capacidade
θu = = us (4.112) de rotação necessária.
d − 0,5t + y d − 0,5t + y
Para que as tabelas sejam aplicáveis é necessário que:
(lembrando-se de que Δui é igual a zero).
a. o momento fletor resistente de cálculo da liga-
Ressalta-se que esse modelo de cálculo foi desen- ção seja igual ou superior a 30 % do momento
volvido considerando que a viga seja mista em to- fletor resistente da viga mista no meio do vão;
das as etapas do carregamento, isto é, a viga seja
escorada. No caso de vigas não escoradas, parte b. cada tramo da viga tenha ligações mistas em

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


significativa do carregamento é aplicado apenas à ambas as extremidades ou tenha uma extre-
viga de aço, modificando completamente o mode- midade perfeitamente rotulada e outra com
lo de cálculo. Porém, estudos (Couchman & Way, ligação mista.
1999, Li et al., 1996) mostra – e a NBR 8800
permite – que a capacidade de rotação para vigas As tabelas R.1, R.2 e R.3 podem ser usadas para
não escoradas pode, a favor da segurança, ser de- outras situações, fazendo-se os seguintes ajustes:
terminada como apresentado acima, aumentando a. para aços estruturais com resistência ao esco-
o valor em 10%. amento, fy, entre 275 MPa e 350 MPa, pode-
se interpolar linearmente na tabela (não são
previstos aços com resistência ao escoamento
maior que 350 MPa);
249
b. para aços com fy = 250 MPa, podem ser usa- Tabela 4.4 - Capacidade de rotação necessária (mrad) – bvm = 0,85
dos, do lado da segurança, os valores indica-
dos para fy = 275 MPa. fy = 350 MPa fy = 275 MPa
L/dt
No caso de construções escoradas, as rotações ne- DL e 1CL 2CL DL e 1CL 2CL
cessárias são inferiores aos valores tabelados, po- 15 15 22 14 20
dendo ser tomadas iguais a 70 % desses valores. 20 23 32 19 26
25 29 40 23 32
Tabela 4.2 - Capacidade de rotação necessária (mrad) – bvm = 0,95
30 34 48 27 37

fy = 350 MPa fy = 275 MPa


L/dt Em Queiroz et al., 2001 apresenta-se um resumo
DL e 1CL 2CL DL e 1CL 2CL do processo de obtenção dos valores das tabelas.
15 29 43 28 39 O processo apresentado em Queiroz et al., 2001
20 46 64 38 52 considera que há interação completa entre a laje
25 57 80 46 63 e o perfil metálico na região de momento posi-
30 67 95 54 74 tivo. Porém, afirma-se que, quando se utiliza in-
teração parcial, a capacidade de rotação necessária
da ligação é inferior a que se obteria na interação
Tabela 4.3 - Capacidade de rotação necessária (mrad) – bvm = 0,90
completa. Assim, as tabelas podem, a favor da se-
fy = 350 MPa fy = 275 MPa
gurança, ser usadas também para vigas com inter-
L/dt ação parcial na região de momento positivo.
DL e 1CL 2CL DL e 1CL 2CL
15 22 32 21 29
20 35 48 29 39
25 43 60 35 47
30 50 71 41 56

4.6. EXEMPLOS DE UTILIZAÇÃO

EXEMPLO 1
Dimensionar a viga V1 como mista biapoiada, considerando perfis tubulares de seção retangular e circular.

250
Considere os seguintes dados construtivos e dos materiais:

Pé-direito: 4,0m;

Laje Mista: Steel Deck MF-75; 0,80mm; altura total de 150mm (tc=hf=75mm)

Revestimento: CP1 = 1,0kN/m²

Divisórias: CP2 = 1,0kN/m²

Sobrecarga: SC1 = 5,0kN/m²

Peso próprio da estrutura (perfis de aço mais laje de concreto):

!h $ ! 0,075 $
CP3 = 0,25kN / m2 + ## f + tc && × γ conc = 0,25+ # + 0,075& × 24 = 2,95kN / m2
"2 % " 2 %

Sobrecarga antes da cura: SC2 = 1,0kN/m²

Perfil de aço Concreto Conectores de cisalhamento

fy = 350MPa fck = 20MPa fucs = 415MPa

Ea = 200000MPa *Ec = 21287MPa f 19,0mm - Acs = 2,85cm2

*Para concreto de densidade normal: Ec = 0,85.5600.(fck)0,5

Carga Linear na Viga:

qCP1 = 1,0 × (1,5+1,5) = 3,0kN / m


qCP 2 = 1,0 × (1,5+1,5) = 3,0kN / m

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


qCP3 = 2,95× (1,5+1,5) = 8,85kN / m
qSC1 = 5,0 × (1,5+1,5) = 15,0kN / m
qSC 2 = 1,0 × (1,5+1,5) = 3,0kN / m

251
Cálculo do momento fletor máximo para os casos de carregamento:
qCP1 L2 3,0 × 9,02
M CP1 = = = 30,375kNm = 3037,5kNcm
8 8
q L2 3,0 × 9,02
M CP 2 = CP 2 = = 30,375kNm = 3037,5kNcm
8 8
q L2 15,0 × 9,02
M SC1 = SC1 = = 151,875kNm = 15187,5kNcm
8 8
qCP 3 L2 8,85× 9,02
M CP 3 = = = 89,610kNm = 8961,0kNcm
8 8
q L2 3,0 × 9,02
M SC 2 = SC 2 = = 30,375kNm = 3037,5kNcm
8 8

Cálculo do momento fletor solicitante de cálculo:

- Depois da cura:
dc
M Sd = 1,5(M CP1 + M CP 2 + M SC1 ) +1,35(M CP 3 )
dc
∴ M Sd = 1,5(3037,5+ 3037,5+15187,5) +1,35(8961) = 43991kNcm

- Antes da cura:
ac
M Sd = 1,25(M CP3 ) +1,30(M SC 2 )
ac
∴ M Sd = 1,25(8961) +1,30(3037,5) = 15150kNcm

Cálculo da força cortante máxima para os casos de carregamento:


qCP1 L 3,0 × 9,0
VCP1 = = = 13,50kN
2 2 qCP 3 L 8,85× 9,0
VCP 3 = = = 39,83kN
q L 3,0 × 9,0 2 2
VCP 2 = CP 2 = = 13,50kN
2 2 q L 3,0 × 9,0
VSC 2 = SC 2 = = 13,50kN
q L 15,0 × 9,0 2 2
VSC1 = SC1 = = 67,50kN
2 2

Cálculo da força cortante solicitante de cálculo:


VSd = 1,5(VCP1 +VCP 2 +VSC1 ) +1,35(VCP3 )
∴VSd = 1,5(13,50 +13,50 + 67,50) +1,35(39,83) = 195,52kN

Verificação das combinações de carregamentos para verificação dos deslocamentos:

252
Segundo o Anexo C da ABNT NBR 8800:2008,

δmax = δ1 + δ2 + δ3 − δ0 ≤ δlim = L
350

δmax corresponde aos deslocamentos que afetam a aparência da estrutura e são obtidos através de combina-
ções quase permanentes de serviço;

δ A = δ2 + δ3 ≤ δlim = L
350

δA corresponde aos deslocamentos que afetam elementos não estruturais e são obtidos através de combi-
nações raras de serviço;

onde:
δ1 é o deslocamento vertical devido às ações permanentes sem considerar os efeitos de longa duração.
δ2 é o deslocamento vertical devido somente aos efeitos de longa duração das ações permanentes.
δ3 é o deslocamento vertical devido à parcela quase permanente das ações variáveis considerando os efeitos
de longa duração.

δ0 é a contra flecha especificada para a viga.

PERFIL TUBULAR DE SEÇÃO RETANGULAR:

Propriedade geométricas:

Tubo Estrutural V&M 300x180x8 mm


Comprimento: L = 9000mm
Altura: h = 300mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Largura: b = 180mm
Espessura: t = 8mm
Massa por metro: P = 57,3kg/m
Área da seção: Aa = 73,0cm2
Momento de Inércia: Ia = 8707cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa=580cm³


Módulo Plástico a flexão: Za=710cm³

253
Perfil I equivalente utilizado no cálculo da viga mista:

PS 300x180/180x8,0/8,0x16,0mm
Comprimento: L = 9000mm
Altura: H = 300mm
Largura: b = 180mm
Espessura da mesa: t = 8mm
Espessura da alma: t = 16mm
Massa por metro: P = 58,28kg/m
Área da seção: Aa = 74,24cm2
Momento de Inércia: Ia = 9195cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa=612,98cm³

Verificação da esbeltez do Perfil:

Como informado anteriormente, para que a seção do perfil tubular retangular seja considerada compacta,
deve ser atendida a seguinte condição:

he E
≤ 2,42
t fy

Cálculo do he:

he = h − 2(rc ) = 300 − 2 × 24 = 252mm


 
Onde rc é o valor do raio de concordância do perfil tubular retangular, que, nesse caso,equivale a oito vezes
a espessura do perfil.

Não há necessidade de diminuir também a parcela relativa à espessura do perfil, pois o raio de concordân-
cia é externo.

Portanto:

254
he 252
= = 31,5
t 8,0

20000
2,42 = 57,85
35

he E
≤ 2,42 → Seção compacta → Ok !
t fy

 
Verificação da viga mista considerando interação completa:

hi = 1,0
- Largura efetiva da laje:
(
(!#! 1
* 1 $&$ L = !#! 11 $&$ × 9000 = 1125mm
bb * #" 8 &% L = #" 8 &% × 9000 = 1125mm
= menor * " 8 % "8%
2 = menor )
)! 1 $ !! 1 $
2 *
*!## 1 $&&(vão
(vão laje)
laje) =
= ## 1 $&& ×
× 3000 = 1500mm
3000 = 1500mm
*
+"" 2
+
* 2 %% "" 2
2 %%
∴b
∴b = = 2250mm
2250mm = = 225cm
225cm    

-  Força de cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil:


 
" A f = 74,24 35
" 35 2362,18kN
$
$ Aaa f ydyd = 74,24 1,10 = = 2362,18kN
F = menor $
# 1,10
Fhd
hd = menor # 2,0
$
$0,85 ff cd bt 0,85× 2,0 × 225× 7,5 = 2049,1kN
0,85 bt c =
= 0,85× × 225× 7,5 = 2049,1kN
$
%
$ cd c 1,4
% 1,4
∴F
∴ = 2049,1kN
Fhd =
hd 2049,1kN    

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


-  Resistência e distribuição dos conectores:
 
"" 1 A f E
$$ 1 Acscs f ckck E cc → → Esmagamento
Esmagamento do
do concreto
concreto
$$ 2 2 γ
γ cs
Q
Q Rd = menor # cs
Rd = menor # R R A f
$$ R gg R pp Acscs f ucs
$$% γ
ucs
→ Cisalhamento
→ Cisalhamento do
do conector
conector
% γ cs
cs
   

-    Conector do tipo “pino com cabeça”:


"$"φ19,0mm → Acs = 2,85cm 22
$#φ19,0mm → Acs = 2,85cm
#$
$%% ff ucs = 415MPa = 41,5kN / cm 22
ucs = 415MPa = 41,5kN / cm    
    255
1 Acs ff ck E 1 2,85 2,0 × 2128,7
(c ) = 1 Acs ck E c = 1 × 2,85 2,0 × 2128,7 = 74,4kN = 7438,4kgf  
(c ) c
Q
Q Rd = 2 Rd = × = 74,4kN = 7438,4kgf  
2 γγ cs 2
2 1,25
1,25
cs
 

 
"$φ19,0mm → Acs = 2,85cm 2
#
$% f ucs = 415MPa = 41,5kN / cm 2
 
-  Esmagamento do concreto:
1 Acs f ck E c 1 2,85 2,0 × 2128,7
(c )
Q Rd = = × = 74,4kN = 7438,4kgf  
2 γ cs 2 1,25

- Ruptura do conector:

Neste caso, deve-se considerar o número de conectores e sua distribuição ao longo da viga (steel deck per-
pendicular à viga).

• Hipótese 1: considerando 1 conector por canaleta


(1) 1,0 × 0,75× 2,85× 41,5
Q Rd = = 71,0kN = 7096,5kgf
1,25  
(conector
(1) 1,0 ×na0,75× posição 2,85× de 41,5 resistência)
maior
 Q Rd (1)
=
1,0 × 0,75× 1,25 2,85× 41,5
= 71,0kN = 7096,5kgf
Q Rd = = 71,0kN = 7096,5kgf  
 nc =Número ∑ Q Rd ηi1,25
de =
Fhd 1,0 × 2049,1
conectores: = = 28,9 → 29 conectores  
  (1) ∑1,0 Q Rd × 0,75× Q 71,0  
Q =
Q Rd ηi FRdhd2,85× 1,041,5 × 2049,1= 71,0kN = 7096,5kgf
n
  c
Rd= ∑ RdRd = ηQi1,25
Q = =
Fhd 1,0 ×71,0 2049,1 = 28,9 → 29 conectores
nc (1)= Q 1,0 × 0,75× Rd2,85×= 41,5 = 28,9 → 29 conectores    
Q
   ncanRd = [
Q(L e / 2)−(pilar)
Q ] (9000
71,0 = / 2
71,0kN − 350mm)= 7096,5kgf
= 1,0 × 0,75×
Rd Rd
1,25 2,85×=41,5 = 15,1 → 15 canaletas  
Q (1)
Rd = Qlde
Número canaletas entre os = 71,0kN
274 de =momento
pontos 7096,5kgf máximo   e de momento   nulo:
 
 ncan
∑[(LeRd/ 2)−(pilar) F
(canaleta−MF75)
1,0 × 2049,1 − 350mm)
= i hd = ] = (9000 / 2 =
η1,25
28,9 →= 15,1   → 15 canaletas
29 conectores
c == (L / 2)−(pilar)
 
 ncan =∑
[ Rdle(canaleta−MF75)
Q Q Rd ] = (9000 71,0 / 2274 − 350mm)
= 15,1 → 15 canaletas
Q
0,85× η
0,75×F 1,0 × 2049,1    
l Rd i hd 2,85× 41,5 0,85×
274 0,60→ × 2,85× 41,5
n =
(2) = = = 28,9 29 conectores
 Qc Rd ∑ = Q (canaleta−MF75)
ηQi F1,25 1,0 ×71,0 2049,1 + = 108,6kN = 10857,6kgf
 
= Q(L 1,25
Rd
nComo nRdc >n = , deve
hd
Rd ser
= feita outra distribuição
= 28,9 → dos conectores.
29 conectores    
  (2) Q [0,85× e / 2)−(pilar)
Q Rd ] = (9000 41,5 / 20,85× − 350mm)
c can0,75× 2,85× 0,60 × 2,85× 41,5
Qn = = 71,0 + = 15,1 → = 15 canaletas
108,6kN
  = 10857,6kgf
  canRd Rd
0,85×
Q (2)
= l (2)0,75× 1,25 2,85× 41,5 0,85×
+ 274 0,60 × 2,85× 41,5
1,25 = 108,6kN = 10857,6kgf  
 nc ×Q[ Rd e+ nc ×Q
(1) (1) (canaleta−MF75)
(L / 2)−(pilar) (2)
] =i F(9000 / 2 − 350mm)  
Rd = η
Rd
•  n Hipótese= 2: 1,25
considerando canaletas
hd com 1 1,25
ou 2
= conectores
15,1 → 15 canaletas  
  can [(Lle(canaleta−MF75) / 2)−(pilar) ](2)=×Q (9000(2) / 2 274 − 350mm)
∴ n
 ncan ( can Rdl+c n)c 0,75×
(1) n =
(2)×Q0,85×
−(1) n (2)
×Q
(2)
×Q
(1)
+
(2) n
Rd = ηi Fhd
Rd 2,85× c 41,5
Rd = η0,85×F
i hd = 15,1
0,60 × 2,85× 41,5 → 15 canaletas  
Qc(1)Rd
 ∴ = (1)(2)(canaleta−MF75)
(2) (2) + 274 = 108,6kN = 10857,6kgf
 
n ×Q nnc +(2))n)×c ×Q ×Q(1) Rdn=(2) i Fhd (2) = 1,0 × 2049,11
η×108,6
∴c (15 1,25 1,25
(2)
ncan−− Rd 70,1+ + nc ×Q = η F  
 ∴ 0,85× (2) 0,75×
c
(1) 2,85×
Rd c 41,5
Rd 0,85× 0,60 × 2,85× 41,5
i hd
Q
  Rd
∴n
(1 (15
conector
(2)
n(2)can=−26,2
=
c −0,85×
nc ) ×Q→ na
nc(2) ) ×(2)0,75×
posição
Rd + n
n27
2,85×
(2)
de maior
c canaletas
(2)
×Q Rd = ηcom + resistência
41,5 = 0,85×
e 1
i Fhd 2 conectores
0,60
na de
× 2,85×   41,5
menor = resistência)
108,6kN = 10857,6kgf
∴Qn
(
(2)
(1) =
Rd ×Q (2) (1)
+ n
70,1+
×Q
1,25(2)
(2)
c ×108,6 +
(2)η F
=
1,0 × 2049,11 1,25
= 108,6kN = 10857,6kgf  
∴ c (15 − Rd n ) ×c 70,1+ 1,25Rdn ×108,6 = 1,0 × 2049,11
1,25
  Número(2)
= 26,2 c de conectores:
→(1) 27 c
i hd
 
∴n (2) canaletas com 2 conectores
∴ ( n
 n ×Q= 26,2
∴n (1)
c
(2)
can −(1)nc )(2)
(2)
+ nc ×Q ×Q Rd +
(2)
→ Rd 27 n c ×Q
i Fhd
= ηcanaletas
(2)
Rd = η F
com 2 conectores
i hd
 
  c(1) c Rd (1)(2) (2) (2) (2)  
n (2)n× F
c ) ) ×Q
15×Q n + ×Q
70,1+(1) Rdn=(2) η (2) = 1,0 × 2049,11

∴ (3)
Q
c
(ncan= 2−"$nc 0,70
− Rd c
Rd + nc c 2,85×
× 0,75× ×108,6
×Q Rd41,5
i hd = η%i Fhd0,70 × 0,60 × 2,85× 41,5
+ = 139,1kN = 13909,1kgf
 ∴n
∴ (ncan=−26,2
Rd (2)
# n(2)c ) ×Q→
(2) (1)
Rd + n27
1,25
(2)
×Q Rd = η'&com
c canaletas
(2)
i Fhd 2 conectores1,25

  (3) (15 − n"c(2)0,70
c ) × 70,1+
× 0,75×
(2)
nc 2,85× ×108,6 = 1,0
41,5 % × 2049,11
0,70 × 0,60 × 2,85×   41,5  
Q Rd
 ∴ ( 15 =− 2n $
" ) × 70,1+ n (2)
×108,6 = '
1,0
% + × 2049,11 = 139,1kN = 13909,1kgf
∴n (2)
(3) = 26,2 #$ c 0,70 × 0,75×
→ 1,25 2,85×
27 canaletas &'com
c 41,5 0,70 × 0,60 ×
2 conectores
1,252,85× 41,5
Q (2)
nc Rd(2)
c = 2(2)
+ nc ×Q(3) (3) +   = 139,1kN = 13909,1kgf  
∴n ×Q=Rd26,2 # → 1,25
Rd 27 i Fhd
= ηcanaletas &com 2 1,25
conectores
 Como c nc >n , será feita outra(3)distribuição para os conectores.    
 ∴ (
(2) n
nc (3)×Q Rd" 0,70
can − (2) n c )
(3) can
×Q (2)
(3) Rd (3)
+ nc ××Q 0,75×
+ n (3)

Rd =2,85×
c ×Q Rd = η F
ηi Fhd 41,5 % 0,70 × 0,60 × 2,85× 41,5
i hd
Q
 ∴
nc(2) = 2(2) $(3)(3) n (3) (3)
Fhd(3) ='&1,0 + = 139,1kN = 13909,1kgf
(3)ηi×139,1
Rd ×Q + ×Q =
∴ ( 15
n − −n
Rd #nc ) )×108,6c
×Q 1,25
(2) Rd
++ nn (3)
×Q = η F × 2049,11 1,25  
•  Hipótese can " 0,70 c3: considerando
× 0,75×
Rd c
c2,85× canaletas
Rd41,5 %i com hd0,702 ×ou 3 conectores
0,60 × 2,85× 41,5
∴Q Rd
 ∴n (
(3)
= 2−$n(3)c(3) ) ×Q Rd
n(3)can=n13,8 →
(2)
+ 14n c
(3)
×Q
canaletas
(3)
Rd = η '
comi F
+hd
32049,11
conectores
= 139,1kN = 13909,1kgf
∴Qnc(2)
( 15
(3)c −
= 2(2)
"# 0,70
c ) ×
×108,6
$(3)+ nc(3) ×Q Rd
0,75× 1,25
+
(3)
n 2,85×
(3)
c ×139,1
Fhd
41,5 = %&1,00,70
'+
× × 0,60 ×
1,252,85×
  41,5
= 139,1kN = 13909,1kgf  

 ∴n
Rd ×Q
(15 −n Rd #c ) ×108,61,25 + n=c(3)ηi×139,1 =&1,0 × 2049,111,25
(3)
c = 13,8 →(2) 14(3)canaletas com 3 conectores  
n(2c(2)(nconectores nc(3) ) e 1 na  de menor resistência)
(3)
 ∴
∴n can=−(2)
(3)
×Q 13,8 + n ×Qna
(3)
×Q
→ Rd +14
posição
(3) n=c η ×Q
deF
canaletasRd = η
maior com Fhd 3 conectores
iresistência
256 c Rd c Rd i hd
 
 ∴
nc(2)(15 (2) (3)
+)n×108,6 (3) (3)
η×Q Fhd(3) = =
n×Q ×Q =(3)
(3)
∴ − −n
Rdn c c )
(3) c×Q (2) Rd
++ nn c i×139,1 η 1,0
F × 2049,11
  can Rd c Rd i hd

 ∴ (15 nc(3)c ) )×108,6


(3) (2) (3) (3)
∴ n(3) −
can= 13,8 n ×Q →Rd +14+ n ×Q = η i Fhd 3 conectores
∴n ( c − ncc(3)canaletasRd
×139,1 =com 1,0 × 2049,11  
 
  ( c = 13,8
(3) − nc ) ×108,6 + nc ×139,1 = 1,0 × 2049,11
(3) (3)
∴ 15
∴n → 14 canaletas com 3 conectores
(3)
 
∴n = 13,8 → 14 canaletas com 3 conectores
c
 

 
(3) " 0,70 × 0,75× 2,85× 41,5 % 0,70 × 0,60 × 2,85× 41,5
Q Rd = 2$ '+ = 139,1kN = 13909,1kgf
# 1,25 & 1,25  
  Número de conectores:
nc(2) ×Q Rd(2)
+ nc(3) ×Q Rd
(3)
= ηi Fhd
∴ (ncan − nc(3) ) ×Q Rd
(2)
+ nc(3) ×Q Rd
(3)
= ηi Fhd
∴ (15 − nc(3) ) ×108,6 + nc(3) ×139,1 = 1,0 × 2049,11
∴nc(3) = 13,8 → 14 canaletas com 3 conectores
 

Com isso, para a interação completa, tem-se:


(1 canaleta com 2 conectores) + (14 canaletas com 3 conectores)
 
Nesse caso, por simplificação, podem ser adotadas todas as 15 canaletas com 3 conectores de
 
cisalhamento.

- Momento fletor resistente de cálculo da viga mista (depois da cura):

Interação completa:

∑Q = η F = 2049,1kN!#
Rd i hd ∑Q ≥ 0,85 f btRd cd c
#

AQ a
η F = 2049,1kN!"
f ==2362,18kN
ydRd i hd
#
∑ 0,85ff bt
A Qf ≥≥0,85
a Rd
yd
bt cd
cd cc
#
! ∑


A Q
f
0,85
a ==
Qf = ηRdF
ydRdcd
= 2049,1kN
= 2049,1kN!
2362,18kN
btη =F 2049,1kN
i
c i
hd"
#
$ ∑AQ
→ LNP Qf ≥≥
passa
0,85
≥0,85
0,85
no
a fff bt
yd
bt
btde aço
perfil
Rd cd
cd
c
cc
hd#
#
# #
Rd cd

Aaa ff ydydf cd=


A
0,85 =bt2362,18kN " A ff yd ≥ 0,85 f cd bt cde aço
c = 2049,1kN
2362,18kN "
#
$ → LNP Aaa passa no perfil
yd ≥ 0,85 f cd bt c
#
#
0,85 f cd bt f 2049,1kN
C
0,85 cd =f0,85
c =
cd bt c =cd2049,1kN
b t c = 2049,11kN #
$
#
$ → LNP
→ LNP passa
passa nono perfilperfil de de aço
aço
C cd = 0,85 f cd b t c = 2049,11kN
C 1 f b t = 2049,11kN 1
C == 0,85
C cdcdad = 0,85 ( Aaf cdcdf ydb t−C ) = (2362,18 − 2049,11) = 156,54kN
c =cd2049,11kN
2
1
c
2
1
C ad = ( Aa f yd −C cd ) = (2362,18 − 2049,11) = 156,54kN
1
2 1
2
C
T == C1cd(( A+C a ffad yd =−C cd ) =
1
2049,11+156,54 (2362,18
(2362,18=− 2049,11)
2049,11) =
−2205,65kN = 156,54kN
Cadad ad = 2 A a yd −C cd ) = 2 156,54kN
2
Tad = C cd +C ad = 2049,11+156,54 = 2205,65kN 2
T- Posição
=f C da LNP a partir do topo
= 2049,11+156,54 35 do perfil:
2205,65kN
TAad af = C cdcd= +C
yd b f t ad
+C f f= = 18 × 0,8 ×
yd 2049,11+156,54 ===458,18kN
2205,65kN
ad ad
1,10
35
Aaf f yd = b f t f f yd = 18 × 0,8 × = 458,18kN
35
1,10

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


A 35 = 458,18kN
Aafaf ff ydyd C= =adbb ff tt ff ff ydyd 156,54
= 18
= 18 × × 0,8
0,8 ×× = 458,18kN
yp = tf = × 8,01,10
= 2,73mm = 0,273cm
1,10
ComoAC Cadadf yd≤ Aaf fyd156,54
af 458,18
, a LNP cai na mesa do perfil.
yp = tf = × 8,0 = 2,73mm = 0,273cm
AC f 156,54
458,18
C ad t f = 156,54 × 8,0 = 2,73mm = 0,273cm
yy p = af ad yd
t f = 458,18 × 8,0 = 2,73mm = 0,273cm
p = A
dc
Aafaf ff ydyd( 458,18 "t %+
M Rd = βvm *C ad ( d − yt − yc ) +C cd $ c + hF + d − yt '-
O momento
() "# t2c será: %&+,
M Rd dc
= βvm *Cfletor resistente de cálculo
ad ( d − yt − y c ) +C cd $ + hF + d − yt '-
()( "# t2c %+
M dc = βvm *C ad ( d − yt − y c ) +C cd "
dc
$ t c + hF + d − yt &%',+-
M Rd Rd = β
y p 2,73
vm * )) ad (
C d − y t − y c) +C cd # $2 F
#2
+ h + d − y t& '-,
&,
yc = = = 1,365mm = 0,1365cm
y2p 2,73 2
yβcvm=- 1,0 =(viga biapoiada) = 1,365mm = 0,1365cm
yy2p 2,73 2
yyc = 2,73 + 1,365mm
ytc = = 180 2
p =× 8 × 4 =
= 2 = 284 ×16 ×150
1,365mm = 0,1365cm
= +180 × 5,27 × 294,635
0,1365cm = 139,5mm = 13,95cm 257
2
180 × 8 × 4180 2 + 284× 8×16 + 284 ×16+180
×150 +180××5,27 5,27× 294,635
yt = = 139,5mm = 13,95cm
180 × 8 × 4
180+ 284
× 8 ×16
+ 284×150
180 ×(8 × 4 + 284 ×16 ×150 +180 × 5,27 × 294,635 ×16 +180
+180 ×× 5,27
5,27 × 294,635
yyt = " 7,5 = 139,5mm
139,5mm = 13,95cm
= %+
13,95cm
t =dc
180 × 8 + 284 ×16 +180 × 5,27 =7,5
M Rd = 1,0 156,54 ( 30 −13,95
* 180 × 8 + 284 ×16 +180 × 5,27 − 0,365 ) + 2049,11 $ + + 30 −13,95 '-
dc
)
( #
" 2
7,5 &%+,
M Rd = 1,0 *( 156,54 ( 30 −13,95 − 0,365 ) + 2049,11 $ + 7,5 + 30 −13,95 '-
∴M dc
dc Rd = 58432kNcm)( #"" 7,52 &%%,++
C ad 156,54
yp = tf = × 8,0 = 2,73mm = 0,273cm
Aaf f yd 458,18

dc
( "t %+
M Rd = βvm *C ad ( d − yt − yc ) +C cd $ c + hF + d − yt '-
) #2 &,
Cálculo de yt e yc
yp 2,73
yc = = = 1,365mm = 0,1365cm
2 2

180 × 8 × 4 + 284 ×16 ×150 +180 × 5,27 × 294,635


yt = = 139,5mm = 13,95cm
180 × 8 + 284 ×16 +180 × 5,27

dc
( " 7,5 %+
M Rd = 1,0 *156,54 (30 −13,95 − 0,365) + 2049,11$ + 7,5 + 30 −13,95'-
) # 2 &,
dc
∴ M Rd = 58432kNcm

M Sddc 43991
= = 0,75 → Ok!
M Rddc 58432

Como a viga mista passou com certa folga nas verificações para interação completa, pode-se reduzir seu o
grau de interação e, com isso, encontrar uma solução mais econômica.

Obs.: o desenvolvimento dos cálculos necessários à verificação dos demais Estados Limites serão apresen-
tados somente para o dimensionamento da viga com interação parcial, conforme mostrado a seguir.

Verificação da viga mista considerando interação parcial:

Neste caso, o objetivo é reduzir o número de conectores de cisalhamento até que se atinja o menor valor
de hi para o qual sejam atendidos todos os Estados Limites Últimos e de Serviço da viga.

Como estratégia, pode-se partir do grau de interação mínimo:


Ea
ηi = ηi ,mín = 1− (0,75 − 0,03Le ) ≥ 0,40
578 f y
Ea
1−
ηi = ηi ,mín =20000 (0,75 − 0,03L ) ≥ 0,40
− 0,03 × 9,0e )
∴ηi = 1− 578(f0,75
y
578 × 35
∴η
∴ ηii = 0,5320000 (0,75 − 0,03 × 9,0)
= 1−
578 × 35
∴ i = 0,53
Oηgrau de interação não altera os valores da largura efetiva (b) e da força de cisalhamento entre a laje e o
perfil (Fhd), portanto:
Fhd = 2049,1kN = 204911kgf e b = 2250mm = 225cm

Fhd = 2049,1kN = 204911kgf e b = 2250mm = 225cm

258
- Resistência e distribuição dos conectores:

• Hipótese 1: considerando 1 conector por canaleta

nc =
∑Q ηi Fhd 0,53 × 2049,1
Rd
= = = 15,3 → 16 conectores
nc =
∑QQ
RdRd
=
ηQi FRdhd 0,5371,0 × 2049,1
= 15,3é igual
→ a 16 conectores
Porém, o número de=canaletas disponíveis 15 (n >ncan).
Q Rd Q Rd 71,0 c

nc(1) ×Q Rd
• Hipótese
(1)
2:
(2)
+ nconsiderando(2)
c ×Q Rd = ηi F canaletas
hd com 1 ou 2 conectores
nc (n×Q nc n)c ×Q
(1) (2) (2)
(1) (1) (2) (2) (2)
∴ can −
Rd + ×Q + n=c η×Q
Rd Rd i Fhd Rd
= ηi Fhd
∴ (15
nc =
ncan∑−−Q c ) )××Q
(2)
nnc(2)
Rd
=
70,1+
(1)
ηi FRdhd +nnc(2)
=
(2)
c0,53×Q×Rd
×108,6
(2)
2049,1 i Fhd × 2049,11
==η0,53
= 15,3 → 16 conectores
∑ ∴
Q(2)
nc = ∴n( c == 0,6
15 Rd Q Rd
− n η
c )
(2)
i F ×
hd Q
70,1+ 0,53
= apenas
→ Rd n (2)2049,1
×
c
71,0
1 canaleta
×108,6 0,53
= 15,3 com
= ×→2049,11
2 16
conectores
conectores
Q Rd(2) Q Rd 71,0
∴n c =(1)0,6 (2)→ (2) apenas 1 canaleta com 2 conectores
nc(1) ×Q Rd + nc ×Q Rd = ηi Fhd
Como nc<ncan(2)→ Ok!
nc(1) ×Q (1)
∴Rd(n+cann−
(2)
c n×Q =(1)ηi+Fnhd(2) ×Q (2) = η F
(2)
(2) c
) ×Q
Rd
(1) Rd (2) c (2) Rd i hd
(n
∴ (ncan − nc ) ×Q
Com can − n
isso,
(2) c ) ×Q
para a
(1) Rd (2) + n
interação (2) Rd = ηi Fhd
×Q
+ nc ×Q(2)Rd = ηi Fhd
c parcial mínima, é necessário:
∴ (15 − n(2)c(2) )Rd× 70,1+ nc ×108,6 = 0,53 × 2049,11
(14
(nn(can15
∴ canaletas
(2)−−1 n ) ×) ×Q com(1) 1 conector)= +
Rd(2)+ nc ×Q Rd
70,1+1×108,6 (2) (2)
η=i(1canaleta
η×i F2049,11 com 2 conectores)
∴ (15 ∴n −
Nessec (2))= 70,1+
×c0,6
caso, por n ×108,6 = 0,53
→ apenas 1 canaleta com 2adotadas
simplificação,
c ×
poderiam
hd
2049,11
ser todas as 15 canaletas com apenas 1 conector
conectores
∴η c = 0,54
∴nc de(2) ∴ (
= 0,6
15 i −1) × 70,1+1×108,6 = ηi × 2049,11
cisalhamento.
→ apenas 1 canaleta com 2 conectores
∴ηi = 0,54
Recalculando o grau de interação:
(n Q− n= η) ×Q

(2)
can Rd c i hd Rd
(1)
+ n ×Q != η F
F = 1106,52kN
(2)
c ∑Q < A f
(2)
Rd i hd Rd a yd
#
(n −∴∑
canA f ) ×Q
Q
(2)
n (15
c −1
a ydRd
(1)
Rd
i
n ×Q = η =F#
hd
(2)
)η× F+70,1+1×108,6
==2362,18kN = 1106,52kN!
c
(2)
Rd
∑∑
"η × 2049,11 i < A ff bt
Q Q < 0,85
hd
i Rd Rd a cd
yd c
#
#
∴ (15 ∴
A η)f×=f70,1+1×108,6
−1 =0,54 = η × 2049,11
0,85 a
i bt2362,18kN
= 2049,1kN
yd cd c "
#
$ ∑Q parcial
Interação
i < 0,85 f →bt
Rd cd c Ok!
∴ηi = 0,54 #
0,85 f cd bt c = 2049,1kN #
$ Interação parcial → Ok!
- MomentoC cd = fletor Q Rdresistente de cálculo da viga mista (depois da cura):
∑ =1106,52kN
∑Q Rd < Aa f yd
∑Q Rd = ηi Fhd = 1106,52kN!#

C cd = Q Rd =1106,52kN
= 1106,52kN!1 #
∑Q RdCA=a fη=ydi F1=hd 2362,18kN " ∑Q∑RdQ<RdA<a f0,85
yd
f cd bt c
ad ( A f
a yd −C cd ) #
=# (2362,18
# −1106,52) = 627,83kN
Aa f yd 0,85 f 12bt = 2049,1kN"12 #
= 2362,18kN
$
∑Interação
Q Rd < 0,85 f cd bt c → Ok!
parcial
C ad = cd ( Ac a f yd −C cd ) =# (2362,18 −1106,52) = 627,83kN

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


0,85 fTcd bt c==C22049,1kN $2 + 627,83
# Interação parcial → Ok!
ad cd +C ad = 1106,52 = 1734,35kN
T ∑
Cadcd == C cdQ+C = 1106,52 + 627,83 = 1734,35kN
=1106,52kN
Rd ad
C cd = ∑Q Rd =1106,52kN
1 1 "
C ad = ( Aa f"yd −C cd ) = (2362,18 % −1106,52) = 627,83kN%
1 2 C ad 1− Aaf 2f yd $ − 458,18 '%
C ad = y p( A hw $$cd ) =
=at ff yd+ −C (2362,18' = 8 284
−1106,52)
+ "$ 627,83
= 627,83kN ' = 41,32mm = 4,132cm
2 "# C A2−awAf yd f '%& $
$ 627,83 − 35 ''
458,18
Tyad ==tC cd++C hw ad$$ =ad1106,52
af + 627,83
yd 28,4 ×1,6 ×
= 1734,35kN
'' = 8 + 284 $# 1,1 '& = 41,32mm = 4,132cm
$ 28,4 ×1,6 × 35 '
p f
Tad = C cd +C ad = 1106,52 # Aaw+ 627,83
f yd & = 1734,35kN
# 1,1 &
Como Cad >Aaf fyd , a linha neutra cai na alma "do perfil. %
"C − A f % " $ 627,83 − 458,18
% ' 259
y p = t f "+ hw $$ ad af yd
' = 8 $ 627,83 − 458,18 ' 35 ' = 41,32mm = 4,132cm
+ 284 $
C ad −# Aaf Afawyd f%yd '& $ 28,4 ×1,6 ×' = 41,32mm
'
y p = t f + hw $$ '' = 8 + 284 $ = 4,132cm
# A f
aw yd & #
$ 28,4 ×1,6 × 35 ' 1,1 &
# 1,1 &
1 1
C ad =
2
( Aa f yd −C cd ) = (2362,18 −1106,52) = 627,83kN
2

Tad = C cd +C ad = 1106,52 + 627,83 = 1734,35kN

- Posição da LNP a partir do topo do perfil:


" %
"C − A f % $ 627,83 − 458,18 '
y p = t f + hw $$ ad af yd
'' = 8 + 284 $ ' = 41,32mm = 4,132cm
# Aaw f yd & $ 28,4 ×1,6 × 35 '
# 1,1 &

O momento fletor resistente de cálculo será:


⎡ a ⎤
M Rddcdc = βvm ⎢⎡Cad ( d − yt − yc ) + Ccd ⎛⎛tc − a + hF + d − yt ⎞⎞⎥⎤
M Rd = βvm ⎣⎢Cad ( d − yt − yc ) + Ccd tc − 2 + hF + d − yt ⎦⎥
⎝ ⎠
⎣⎡ ⎝ 2a ⎠ ⎦⎤
M Rddc = βvm ⎢Cad ( d − yt − yc ) + Ccd ⎛ tc − + hF + d − yt ⎞ ⎥
⎣ biapoiada) ⎝ 2 ⎠⎦
βvm = 1,0 (viga

Cálculo
180de
× 8y×,y4 + e a:
33,32 ×16 × 24,66
yc = 180 × 8t× 4c + 33,32 ×16 × 24,66 = 9,58mm = 0,958cm
yc = 180 × 8 + 33,32 ×16 = 9,58mm = 0,958cm
180 × 1808 × 4×+833,32
+ 33,32
×16 × 24,66
×16
yc = = 9,58mm = 0,958cm
180 × 8180 × 4×+8250,68
+ 33,32×16
×16×133,34
yt = 180 × 8 × 4 + 250,68 ×16 ×133,34 = 99,17mm = 9,917cm
yt = 180 × 8 + 250,68 ×16 = 99,17mm = 9,917cm
180 × 8180 × 4×+8250,68
+ 250,68
×16×16
×133,34
yt = = 99,17mm = 9,917cm
C cd 180 × 8 +110652250,68 ×16
a = C cd = 110652 = 4,05cm
a = 0,85 f cd b = 0,85× 200 × 225 = 4,05cm
C cdf cd b 0,85×
0,85 200
110652
a= = 1,4 × 225 = 4,05cm
0,85 f cd b 0,85× 200 1,4
× 225
1,4

Então,
dc
( " 4,05 %+
dc = 1,0 *627,83 (30 − 9,917 − 0,958) +1106,52 $"7,5 − 4,05+ 7,5 + 30 − 9,917 '%-
M Rd ( +
M Rd = 1,0)*627,83 (30 − 9,917 − 0,958) +1106,52#$ 7,5 − 2 + 7,5 + 30 − 9,917&',-
dc dc
() #" 2
4,05 &%+,
MM
∴ ==
Rd Rd *627,83 (30 − 9,917 − 0,958) +1106,52 $ 7,5 −
1,048587kNcm + 7,5 + 30 − 9,917 '-
∴ M Rd dc )
= 48587kNcm # 2 &,
dc
∴Mdc Rd
= 48587kNcm
M Sddc 43991
M = 43991 = 0,91 → Ok!
M RddcSddc = 48587 = 0,91 → Ok!
M Rd 43991
48587
Sd
dc
= = 0,91 → Ok!
M Rd 48587

- Verificação quanto à Limitação de Tensão (validade da análise elástica):


(itens O.2.3.2 e O.1.2.3-2°§ da ABNT NBR 8800:2008)

Para seção compacta:

⎛ M Ga ,Sn ⎞ ⎛ M L,Sn ⎞ ⎛ M L′ ,Sn ⎞


σ =⎜ ⎟ + ⎜⎜ ⎟⎟ + ⎜⎜ ⎟⎟ ≤ f y
⎝ Wa ⎠ ⎝ Wef ⎠ ⎝ Wef′ ⎠
260
M Ga , Sn = M CP 3 = 8960, 6kNcm

M L,Sn = (1 −ψ 2 ) M SC1 = (1 − 0,6)15187,5 = 6075,0kNcm

onde:

- MGa, Sn é o momento fletor solicitante nominal devido às ações atuantes antes do concreto atingir 0,75fck;

- ML,Sn é o momento fletor solicitante nominal devido às ações atuantes depois do concreto atingir 0,75fck,
sem considerar
⎛M ⎞os ⎛efeitos
M de ⎞ longa
⎛ M ′ duração;

σ = ⎜ Ga ,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ ≤ f y
⎜ fletor⎟ solicitante
⎜ ′ ⎟nominal devido às ações atuantes depois do concreto atingir 0,75f ,
- M’L,Sn ⎝éW ⎠ ⎝ W
o momento
a ef ⎠ ⎝ Wef ⎠ ck
considerando
⎛M os
⎞ Mefeitos
⎛ de⎞longa
⎛ M duração.
′ ⎞

σ = ⎜ Ga ,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ ≤ f y
M Ga⎝, Sn =WM = 8960, 6kNcm ′ ⎠⎟
⎜ ⎟
a CP⎠3 ⎝ Wef ⎠ ⎝ Wef



, Sn =( M CP 32 =
M Ga
L , Sn = 1 −ψ ) M SC1 =6(kNcm
8960, 1 − 0,6 )15187,5 = 6075,0kNcm

(12−MψSC2 1) +MMSC1CP=1 +(1M
M L′ ,Sn = ψ CP 2 )
− 0,6 =15187,5
0,6 ×15187,5 kNcm + 3037,5 = 15187,5kNcm
+ 3037,5
= 6075,0

M ′ = ψ 2 M SC1 + M CP1 + M CP 2 = 0,6 ×15187,5 + 3037,5 + 3037,5 = 15187,5kNcm
L , Sn

- Propriedades
b da225 seção mista:
btr = α = ⎛ 20000 ⎞ = 23,94cm
Sem os efeitosE de longa duração (αE):
⎜ 2128, 7 ⎟
b ⎝ 225 ⎠
btr = = = 23,94cm
α E ⎛ 20000 ⎛⎞ t ⎞ h
btr tc ⎜ h + h f + c ⎟ + Aa
ytr =
∑ i ⎝i2128,
y ⎜
A
= 7 ⎝⎠
⎟ 2⎠ 2
∑ Ai b t +A
⎛ tr c t a⎞ h
btr tc ⎜ h + h f + c ⎟ + Aa
∑ i i =× 7,5 ×⎝⎜ 30 + 7,52+⎠ ⎟ +2 74, 24 × 30
ytr = 23,94
y A ⎛ 7,5 ⎞
∴ ytr =∑ Ai ⎝ btr tc + Aa 2 ⎠ 2
23,94 × 7,5 + 74, 24
⎛ 7,5 ⎞ 30
∴ ytr = 33,57 23,94cm × 7,5 × ⎜ 30 + 7,5 + ⎟ + 74, 24 ×
⎝ 2 ⎠ 2
∴ ytr =
23,94 × 7,5 + 74, 242 2
btr tc 3 ⎛ tc ⎞ ⎛ h⎞
∴ y
I tr =tr = 33,57 cm
+ btr tc ⎜ h + h f + tc − ytr − ⎟ + I a + Aa ⎜ ytr − ⎟
12 ⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


2 2
btr tc 3 ⎛ t ⎞ ⎛ h⎞
I tr = + btr tc ⎜ h + h f + tc − ytr − c ⎟ + I a + Aa ⎜ ytr − ⎟
12 ⎝3 2⎠ ⎝ 2⎠ 2 2
23,94 × 7,5 ⎛ 7,5 ⎞ ⎛ 30 ⎞
∴ I tr = + 23,94 × 7,5 ⎜ 30 + 7,5 + 7,5 − 33,57 − ⎟ + 9195 + 74, 24 ⎜ 33,57 − ⎟
∴ I tr = 46228 12cm 4 ⎝ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠
2 2
23,94 × 7,53 ⎛ 7,5 ⎞ ⎛ 30 ⎞
∴ I tr = + 23,94 × 7,5 ⎜ 30 + 7,5 + 7,5 − 33,57 − ⎟ + 9195 + 74, 24 ⎜ 33,57 − ⎟

I efI tr= =I a46228
∴ +
QRd
12cm 4 ⎝ cm 4
( Itr − I a ) = 36705 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠
Fhd
∑ QRd ( I − I ) = 36705
I ef = I aI tr+ 46228 cm 4
Wtri = = Fhd = 1377,
tr a
07cm3
ytr 33,57
261
I 46228 3
Wtri = tr = QRd= 1377, 07cm
y
Wef = Wtra +

33,57 (Wtri − Wa ) = 612,98 + 0,54 × (1377, 07 − 612,98) = 1174,5cm3
Fhd

Wef = Wa +
∑ Q (W Rd
− Wa ) = 612,98 + 0,54 × (1377, 07 − 612,98 ) = 1174,5cm3
tri
F hd
23,94 × 7,5 ⎛ 7,5 ⎞ ⎛ 30 ⎞
∴ I tr = + 23,94 × 7,5 ⎜ 30 + 7,5 + 7,5 − 33,57 − ⎟ + 9195 + 74, 24 ⎜ 33,57 − ⎟
12cm 4
∴ I tr = 46228 ⎝ 2 ⎠ ⎝ 2 ⎠

I ef = I a +
∑Q (I Rd
− I a ) = 36705cm 4
tr
F hd

I tr 46228
Wtri = = = 1377, 07cm3
ytr 33,57

Wef = Wa +
∑ Q (W Rd
− Wa ) = 612,98 + 0,54 × (1377, 07 − 612,98 ) = 1174,5cm3
tri
F hd


Com os efeitos de longa duração (αE / 3):

Realizando os mesmo cálculos (porém, com a razão modular dividida por 3 para a consideração simplifi-
cada dos efeitos de longa duração - αE / 3), tem-se:

btr′ = 7,98cm
btr′ = 7,98cm I tr′ = 32309cm 4

I tr′ = 32309cm 4
Wtri′ = 1209,2cm 3

Wtri′ = 1209,2cm 3

ytr′ = 26,7cm
y ′ = 26,7cm I ef′ = 26366cm 4

I ′ = 26366cm 4
Wef′ = 1051,1cm 3

W ′ = 1051,1cm 3

tr ef ef

Com isso, calcula-se a tensão atuante na fibra inferior do perfil de aço:
⎛M ⎞ ⎛ M ⎛⎞ M ⎛ M⎞L,Sn ′ ⎛⎞ M ⎛′ 8960,6 ⎞ ⎛ 6075,0
⎞ ⎛ 8960,6 ⎞ ⎛ 15187,5 ⎞
σ = ⎜ σ Ga=,Sn⎛ ⎟M+Ga⎜,Sn ⎞L,Sn + = L,Sn
⎜⎝ ⎟ + ⎜ ⎞ + ⎛ 6075,0
⎟ + ⎜ ⎞ + ⎛ 15187,5 ⎞
+ ⎟ ⎜ + ⎟ = ⎟⎠ ⎜⎝ ⎟⎠
L,Sn
⎝ Wa ⎜⎝ ⎠ W⎝ W⎟⎠ ef ⎜⎠ W⎝ W⎟ef′ ⎜⎠ W ′ ⎟580⎜⎝ ⎠ 580 ⎟⎠ ⎜⎝ ⎠ ⎝ 1051,1
⎝ 1174,5
1174,5

1051,1 ⎠
a ⎝ ef ⎠ ⎝ ef ⎠
∴σ = 35,07kN / cm 2 / cm 2
∴σ = 35,07kN

σ 35,07
= σ = =35,07
1,002=≅1,002 → Ok!
1,00 ≅ 1,00 → Ok!
fy 35,0
f 35,0
y

- Esforço cortante resistente de cálculo:


(item 5.4.3.2 da ABNT NBR 8800:2008)

hw 300 − 2 ( 3 × 8)
λ= = = 31,5
tw 8
kv E 5 × 20000
λ p = 1,10 = 1,10 = 58,80
fy 35

V pℓ
Como λ ≤ λ p , VRd =
γ a1

V pl = 0,6Aw f y = 0,6 × 2 × hw × t w × f y = 0,6 × 2 × ( 30 − 2 × 2,4 ) × 0,8 × 35 = 846,72kN

846,72
VRd = = 769,74kN
1,10
262
VSd 195,52
= = 0,25 → Ok!
V Rd 769,74
kv E 5 × 20000
λ p = 1,10 = 1,10 = 58,80
fy 35

V pℓ
Como λ ≤ λ p , VRd =
γ a1

V pl = 0,6Aw f y = 0,6 × 2 × hw × t w × f y = 0,6 × 2 × ( 30 − 2 × 2,4 ) × 0,8 × 35 = 846,72kN

846,72
VRd = = 769,74kN
1,10

VSd 195,52
= = 0,25 → Ok!
V Rd 769,74

-Momento fletor resistente de cálculo da viga de aço isolada (antes da cura):


(item G.1.1 da ABNT NBR 8800:2008)

Como a seção é compacta, é necessário verificar apenas o momento de plastificação.


M pℓ Z a f y 710 × 35
M Rdac = = = = 25591kNcm
γ a1 γ a1 1,1

1,50Wa f y 1,50 × 580 × 35


ac
M Rd ≤ = = 27682kNcm → Ok!
γ a1 1,10

∴ M Rd
ac
= 25591kNcm

M Sdac 15150
= = 0,59 → Ok!
M Rdac 25591

- Verificação dos deslocamentos (flechas):


(item O.1.2 e Anexo C da ABNT NBR 8800:2008)

Para o cálculo dos deslocamentos, a ABNT NBR 8800:2008 permite que se faça análise elástica. Com
isso, o deslocamento máximo para vigas biapoiadas com carga linearmente distribuída é dado por:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


5qL4
δ=
384EI
5qL4
δ=
384EI
Flecha
δ = limite:
L 900
lim = = 2,57cm = 25,7mm
350
L 350
900
δ = = = 2,57cm = 25,7mm
lim 350 350

δ max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim
- δCombinação
max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim
Quase-Permanente:
δ1 = δ1,AC + δ1,DC que
(Deslocamentos = 4,34
podem + 0,70 = 5,04cm
afetar = 50,4mm
a aparência da edificação)
δ1 = δ1,AC + δ1,DC⎛ 5(q
= 4,34)L+4 0,70
⎞ = ⎛5,04cm
5 × 8,85=×50,4mm
10−2 × 9004 ⎞ 263
δ1,AC = 1,0 ⎜ CP 3 4 ⎟ = 1,0 ⎜ ⎟ = 4,34cm
⎝⎛ 5(q
384E I ⎠
CP 3a)La ⎞
⎝⎛ 5384 × 20000
× 8,85 9004 ⎠⎞
× 10−2××8707
δ1,AC = 1,0 ⎜
⎝⎛ 5(q
= 1,0
384E a+I aq⎟⎠ )L4 ⎞⎜⎝ 384 ⎛×520000 × −2 ⎠
8707 ⎟ = 4,34cm
−2
× (3,0 × 10 + 3,0 × 10 ) × 900 ⎞4
δ1,DC = 1,0 ⎜ CP1 CP 2 4 ⎟ = 1,0 ⎜ ⎟ = 0,70cm
⎛⎝ 5(q384E + qa I ef )L ⎞⎠ ⎝⎛ 5 × (3,0384 × 20000
× 10 −2
10 ) × 900 ⎠⎞
+ 3,0××36705
−2 4
δ1,DC = 1,0 ⎜ CP1 CP 2 ⎟ = 1,0 ⎜ ⎟⎠ = 0,70cm
⎝ 384E I ⎠ ⎝ 384 × 20000 × 36705
384EI
5qL44
δ = 5qL
δ = 384EI L 900
δ lim =384EI = = 2,57cm = 25,7mm
350 350

δ = L = 900 = 2,57cm = 25,7mm
lim L 900
δ lim = 350 = 350 = 2,57cm = 25,7mm
350 350
δ max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim


δ = δ + δ + δ − δ ≤ δ
δδ1max= δ=1,AC
δ1 ++δδ21,DC
max 1 2 3= 4,34 0 + 0,70 lim = 5,04cm = 50,4mm
+ δ 3 − δ 0 ≤ δ lim
⎛ 5(qCP 3 )L4 ⎞
δ = δ ⎛ 5 × 8,85 × 10−2 × 9004 ⎞
= 1,0 ⎜ = 4,34 + 0,70
1,AC + δ1,DC ⎟⎠ = 1,0 = ⎜5,04cm = 50,4mm = 4,34cm
× 8707 ⎟⎠
1,AC
δ1 = δ1,AC + δ1,DC⎝ 384E = 4,34a I+a 0,70 = ⎝5,04cm
384 × = 20000
1
50,4mm
⎛ 5(qCP 3 )L44 ⎞ ⎛ 5 × 8,85 × 10−2 × 900 4

δ1,AC = 1,0 ⎛⎜⎛ 5(qCP + q⎟CP=2 )L
3 )L ⎞
1,0⎞⎛⎜ 5 × 8,85
4
⎛ 5 × (3,0
10−2 ××10
−2
= 4,34cm
9004+⎞⎟3,0
−2
× 10 ) × 900 ⎞ 4

δ1,DC = 1,0 ⎝ 384E


⎜⎝ 384E
CP1
a I a ⎠
⎟ = 1,0 ⎟ ⎝
⎜ = 1,0
384 ⎜× 20000 × 8707 ⎠
⎟ = 4,34cm ⎟⎠ = 0,70cm
⎠⎝ 384 ⎝× 20000384 × 20000⎠ × 36705
1,AC
384E I
a I a a⎠ ef × 8707
⎛ 5(qCP1 + qCP 2 )L4 ⎞
⎛ 5 × (3,0 × 10−2 + 3,0 × 10−2 ) × 90044 ⎞
δ 1,DC = 1,0 ⎛
⎜ 5(q384E + qCP 2 )L ⎟ 4 ⎞ = 1,0 −2 −2
⎛⎜ 5 × (3,0 × 10 + 3,0 × 10 ) × 900 ⎞⎟ = 0,70cm
δ1,DC = 1,0 ⎝⎜ CP1 a I ef ⎠⎟ = 1,0 ⎝⎜ 384 × 20000 × 36705 ⎠⎟ = 0,70cm
δ 2 = δ 1,DC ′ − δ1,DC⎝ = 0,97 384E−a 0,70 I ef =⎠0,27cm ⎝ = 2,7mm 384 × 20000 × 36705 ⎠

⎛ 5(qCP1 + qCP 2 )L4 ⎞ ⎛ 5 × (3,0 × 10−2 + 3,0 × 10−2 ) × 9004 ⎞
δ
δ 2 = δ1,DC ′ =
′ − δ1,DC⎜ = 0,97 − 0,70 =⎟0,27cm
1,0 = 1,0 ⎜⎝ = 2,7mm ⎟⎠ = 0,97cm
δ 2 = δ 1,DC
1,DC
′ − δ1,DC⎝ = 0,97 384E−a I0,70 ef′ =⎠0,27cm = 2,7mm384 × 20000 × 26366
⎛ 5(qCP1 + qCP 2 )L4 ⎞ ⎛ 5 × (3,0 × 10−2 + 3,0 × 10−2 ) × 90044 ⎞
δ ′
1,DC = 1,0 ⎛
⎜ 5(qCP1 + qCP
4 ⎞ = 1,0
2 )L ⎟ ⎛⎜ 5 × (3,0 × 10 + 3,0 × 10 ) × 900 ⎞⎟ = 0,97cm
−2 −2
δ 1,DC
′ = 1,0 ⎝⎜ 384E a I ef′ ⎠⎟ = 1,0 ⎝⎜ 384 × 20000 × 26366 ⎠⎟ = 0,97cm


⎛ 5(qSC 1 )L ⎞ 384E I ′ ⎠
a ef⎛ 5 × 15 × 10 ⎝ −2 384 × 20000 × 26366 ⎠
4
× 900 ⎞4

δ 3 = ψ 2 ⎜ 384E I ′ ⎟ = 0,60 ⎜⎝ 384 × 20000 × 26366 ⎟⎠ = 1,46cm = 14,6mm


⎝ a ef ⎠

⎛ 5(qSC 1 )L4 ⎞ ⎛ 5 × 15 × 10−2 × 90044 ⎞
δ 3 = ψ 2 ⎛⎜ 384E 5(qSC 1 )L ⎞⎟ = 0,60 ⎛⎜ 5 × 15 × 10 × 900 ⎞⎟ = 1,46cm = 14,6mm
4 −2
Para 2⎝⎜ 384E a II ef′′ ⎠⎟(δ=0),0,60
δ 3 = aψcontra-flecha a ABNT ⎝⎜ 384 ×NBR 20000 × 26366 ⎠⎟(item
8800:2008 = 1,46cm
C.3.2)= permite
14,6mmque se calcule seu valor em
função da ⎝ flechaa proveniente
⎠ ⎝ 384 × 20000
das ações permanentes × 26366 ⎠(δ ). Dessa forma, será adotada, então, contra-fle-
ef
1
cha δ 0 =de0,85 × δ = 0,85
aproximadamente
1 × 5,04 =
85% de δ1. 4,28cm → δ 0 = 4,50cm = 45,0mm


δδ 0 = 0,85 × δ1 = 0,85 × 5,04 = 4,28cm → δ 0 = 4,50cm = 45,0mm
0 = 0,85 × δ1 = 0,85 × 5,04 = 4,28cm → δ 0 = 4,50cm = 45,0mm
δ max = 5,04 + 0,27 + 1,46 − 4,50 → δ max = 2,27cm = 22,7mm

Assim, a flecha no meio do vão é igual a:


δ⎛ max =⎞5,04 + 0,27 + 1,46 − 4,50 → δ max = 2,27cm = 22,7mm
δ max= 5,04 +2,27
δ max 0,27 + 1,46 − 4,50 → δ max = 2,27cm = 22,7mm
⎜⎝ δ ⎟⎠ = 2,57 = 0,88 → Ok!
lim QP
⎛δ ⎞ 2,27
⎛⎜ δ max ⎞
⎟ = 2,27 = 0,88 → Ok!
⎝⎜ δmax
lim ⎠ 2,57
⎝ δ lim ⎟⎠ QP 2,57 = 0,88 → Ok!
=
QP




- Combinação Rara:
(Deslocamentos que podem provocar danos aos elementos construtivos não estruturais)

δ A = δ 2 + δ 3 ≤ δ lim

δ 2 = δ 1,DC
′ − δ1,DC = 0,27cm = 2,7mm

264 δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 0,70 + 1,46 = 2,16cm = 21,6mm
⎛ 5(q )L4 ⎞ ⎛ 5 × 15,0 × 10−2 × 9004 ⎞
δ 3′ = (1− ψ 2 ) ⎜ SC 1 ⎟ = (1− 0,60 ) ⎜ = 0,70cm
⎝ 384E a I ef ⎠ ⎝ 384 × 20000 × 36705 ⎟⎠
⎛ 5(qSC 1 )L4 ⎞ ⎛ 5 × 15,0 × 10−2 × 9004 ⎞
δ 3′′ = ψ 2 ⎜ ⎟ = 0,60 ⎜ ⎟ = 1,46cm
δ A = δ 2 + δ 3 ≤ δ lim

δ 2 = δ 1,DC
′ − δ1,DC = 0,27cm = 2,7mm

δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 0,70 + 1,46 = 2,16cm = 21,6mm
⎛ 5(q )L4 ⎞ ⎛ 5 × 15,0 × 10−2 × 9004 ⎞
δ 3′ = (1− ψ 2 ) ⎜ SC 1 ⎟ = (1− 0,60 ) ⎜ = 0,70cm
⎝ 384E a I ef ⎠ ⎝ 384 × 20000 × 36705 ⎟⎠
⎛ 5(qSC 1 )L4 ⎞ ⎛ 5 × 15,0 × 10−2 × 9004 ⎞
δ 3′′ = ψ 2 ⎜ ⎟ = 0,60 ⎜⎝ 384 × 20000 × 26366 ⎟⎠ = 1,46cm
⎝ 384E a I ef′ ⎠

Assim, a flecha no meio do vão é igual a:

δ A = 0,27 + 2,16 → δ A = 2,43cm = 24,3mm

⎛ δA ⎞ 2,43
⎜⎝ δ ⎟⎠ = = 0,95 → Ok!
lim Rara 2,57

PERFIL TUBULAR DE SEÇÃO CIRCULAR:


Visando comparar os resultados, o cálculo da viga com o perfil tubular de seção circular será feito pelos
métodos “exato” e simplificado.

Dimensionamento da viga mista pelo método “exato”:

Propriedades geométricas

Tubo Estrutural V&M 323,8x8,4mm


Comprimento: L = 9000mm
Diâmetro externo: D = 323,8mm
Espessura: t = 8,4mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Peso: P = 65,2kg/m
Área da seção: Aa = 83,0cm2
Momento de inércia: Ia = 10330cm4
Módulo de resistência elástico: Wa = 638cm3
Módulo de resistência plástico: Za = 834cm3

265
Verificação da esbeltez do perfil:

Para que a seção do perfil tubular circular seja considerada compacta, deve ser atendida a seguinte condição:

D 323,8
= = 38,5
t 8,4
E 20000
0,07 a = 0,07 = 40,0
fy 35

D E
< 0,07 a → Seção compacta → Ok!
t fy

Verificação da viga mista considerando interação completa:

ηi = 1,0

Largura efetiva da laje:


⎧⎛ 1 ⎞ 1
⎪ L = ⎛ ⎞ × 9000 = 1125mm
b ⎪⎝ 8 ⎠ ⎝ 8⎠
= menor ⎨
2 ⎪⎛ 1 ⎞ (vão laje) = ⎛ 1 ⎞ × 3000 = 1500mm
⎩⎝ 2 ⎠
⎪ ⎝ 2⎠
∴b = 2250mm = 225cm

- Força de cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil:


⎧ 35
⎪⎪ Aa f yd = 83, 0 1,10 = 2640,9kN
Fhd = menor ⎨
⎪0,85 f bt = 0,85 × 2, 0 × 225 × 7,5 = 2049,1kN
cd c
⎪⎩ 1, 4
∴ Fhd = 2049,1kN

- Resistência e distribuição dos conectores:

Neste caso, como Fhd é igual ao valor obtido para o perfil tubular retangular, a distribuição de conectores
será a mesma calculada anteriormente.

Com isso, para a interação completa, tem-se:

(1 canaleta com 2 conectores) + (14 canaletas com 3 conectores)

Por simplificação, podem ser adotadas todas as 15 canaletas com 3 conectores de cisalhamento.
266
- Momento fletor resistente de cálculo da viga mista (depois da cura):

Para seções compactas, o cálculo pode ser feito considerando a plastificação total da seção mista:

∑Q Rd = ηi Fhd = 2049,1kN ⎫
⎪ ∑ Q Rd ≥ 0,85 f cd bt c
⎛ 35 ⎞ ⎪

Aa Q f ydRd==83,0
ηi Fhd× ⎜⎝= 2049,1kN
1,10
⎟⎠ = 2640,9kN ⎬⎫ Aa f yd ≥ 0,85 f cd bt c
∑ Qpassa
∑ Q Rd = ηi Fhd ⎛= 2049,1kN 35 ⎞
⎪⎫
⎪ → Q
Rd ≥ 0,85 f cd bt c
∑Aa f ydRd ≥≥0,85
LNP no perfil
0,85 f btde aço
Aa f ydf cd=bt83,0
0,85 c = 2049,1kN
× ⎜⎛ 35 ⎟⎞ = 2640,9kN ⎭⎬⎪ f cdcdbt cc
Aa f yd = 83,0 × ⎝⎜ 1,10 ⎠⎟ = 2640,9kN ⎪⎬ Aa f yd ≥ 0,85 f cd bt c
⎝ 1,10 ⎠ ⎪ → LNP passa no perfil de aço
0,85 f cd bt c = 2049,1kN → LNP passa no perfil de aço
C cd =f 0,85 f bt c = 2049,1kN ⎭⎪
0,85 cd bt c =cd2049,1kN

Interação completa:
C cd = 0,85 1 f cd bt c = 2049,1kN
(
2
)
C cdad = 0,85Aaf cdf ydbt−c =
1⎛
C cd2049,1kN
= ⎜ 83,0 ×
2 ⎝
35
1,10

− 2049,1⎟ = 295,9kN

(
1
) 1⎛ 35
C ad = 1 Aa f yd − C cd = 1 ⎜⎛ 83,0 × 35 − 2049,1⎟⎞ = 295,9kN

Tad
(
2cd ad
)
C ad == C2 A+aCf yd −=C2049,1+cd =
2 ⎝⎜295,9
2⎝
83,0 ×=1,10 − 2049,1⎠⎟ = 295,9kN
2345,0kN
1,10 ⎠

Tad = C cd + C ad = 2049,1+ 295,9 = 2345,0kN


Tad = C cd + C ad = 2049,1+ 295,9 = 2345,0kN
- Posição da LNP:

- Posição
π Rda
2 LNP:
⎡ ⎛ r ⎞ ⎤ = 5,80cm 2
A =
-- Posição −
da r
LNP:
⎢ R 2
− r 2
+ R 2
arcsen
Posição2 da LNP:
af
⎣ ⎝ R ⎠ ⎥⎦
πR2 ⎡ r ⎤
Aaf = π R⎧⎪2R−=⎡⎢D 2
− r 2 + R 2arcsen ⎛ r ⎞ ⎤⎥ = 5,80cm 2
r =R 161,9mm
Aaf = 2⎨ − ⎢⎣r2 R 2 − r 2 + R 2arcsen ⎝ R ⎞⎠ ⎥⎦ = 5,80cm 2
onde: ⎛
2⎪ ⎣ ⎝ R⎠⎦
⎩⎧⎪rR==RD− =t = 161,9 − 8,4 = 153,5mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


161,9mm
onde: ⎧⎨ R = D
C ad ⎪295,92 = 161,9mm
onde:= ⎨⎪r = R2− t==9,30cm 161,9
2
− 8,4 = 153,5mm
f yd (35 ⎩
⎪⎩r/1,10)
= R − t = 161,9 − 8,4 = 153,5mm
C ad 295,9
Cf ad = (35 295,9 = 9,30cm 2
yd = Aaf</1,10)
(Cad / =
2
Como fyd9,30cm
) → LNP está entre o centroide e o raio interno do perfil de aço.
f yd (35 /1,10)
Como A
Como (Cadad // ffydyd)) →
Aafaf<< (C → LNPLNP está
está entre
LNPpode entre oo centroide
centroide ee oo raio
raio interno do
do perfil
perfil de
internoequação: de aço.
aço.
Assim, a posição (d1) da ser obtida por meio da seguinte
Como Aaf< (Cad / fyd) → LNP está entre o centroide e o raio interno do perfil de aço.
Assim, a posição (d1) da LNP pode ser obtida por meio da seguinte equação:
Assim,
Aa ⎡ a posição (d 1) da LNP pode
⎛ d1 ⎞ ⎤ser ⎡obtida2 por meio da seguinte
⎛ d1 ⎞ ⎤equação:
C
− ⎢ da1posição
Assim, R 2 − d(d 2
+) R
da
2
arcsen
LNP pode ⎥ +
ser ⎢ d
obtida r − d
por
2
+
meior 2
arcsen
da seguinte ⎥ = ad
equação:
2 ⎣
1 1
⎝ R ⎠⎦ ⎣ 1 1
⎝ r ⎠ ⎦ f yd
Aa ⎡ ⎛ d1 ⎞ ⎤ ⎡ ⎛ d1 ⎞ ⎤ C ad
A2a − ⎢⎡ d1 R 2 − d12 + R 2 arcsen ⎛⎝ dR1 ⎞⎠ ⎥⎤ + ⎢⎡ d1 r 2 − d12 + r 2 arcsen ⎛⎝ dr1 ⎞⎠ ⎥⎤ = Cf ad
2 2 2 2 2 2
267
− ⎣ d1 Ra equação
Resolvendo − d1 + R(por arcsen
meio ⎦ + ⎣ d1 processo
r − d1 +iterativo),
r arcsen chega-se ⎦ = yd
2 ⎢⎣ ⎝ Rde⎠ ⎥⎦algum
⎢⎣ ⎝ r ⎠ ⎥⎦ faoyd valor de d1:

Resolvendo
d1 = 148mma equação
< r →(porOk! meio de algum processo iterativo), chega-se ao valor de d1:
Resolvendo a equação (por meio de algum processo iterativo), chega-se ao valor de d1:
d = 148mm < r → Ok!
Resolvendo a equação (por meio de algum processo iterativo), chega-se ao valor de d1:

d1 = 148mm < r → OK!

- Momento fletor resistente:


C 295,9
Aac = ad = = 9,30cm 2
f yd (35 /1,10)
Aat = Aa − Aac = 83,0 − 9,30 = 73,7cm 2

Como d1 < r:

2 ⎡ 2
( R − d12 ) 2 − (r 2 − d12 ) 2 ⎤ − d1
3 3
e ac =
3Aac ⎣⎢ ⎦⎥
2
∴e ac = ( ) ( ) ⎥⎦
⎡ 16,192 − 14,82 3 2 − 15,352 − 14,82 3 2 ⎤ − 14,8
3 × 9,30 ⎢⎣
∴e ac = 0,63cm = 6,3mm
Aac 9,30
e at =
Aat
( e ac + d1 ) + d1 =
73,7
( 0,63 + 14,8) + 14,8
∴e at = 16,75cm = 167,5mm
tc D 7,5 32,38
ecc = + h f + − d1 = + 7,5 + − 14,8
2 2 2 2
∴ecc = 12,64cm = 126,4mm

Assim:
dc
M Rd = βvm (Tad e at + C ad e ac + C cd ecc ) = 1,0 ( 2345,0 × 16,75 + 295,9 × 0,63 + 2049,1× 12,64 )

∴ M Rd
dc
= 65366kNcm

M Sddc 43991
dc
= = 0,67 → Ok!
M Rd 65366

Como a viga mista passou com certa folga nas verificações para interação completa, pode-se reduzir seu o
grau de interação e, com isso, encontrar uma solução mais econômica.

Obs.: o desenvolvimento dos cálculos necessários à verificação dos demais Estados Limites serão apresen-
tados somente para o dimensionamento da viga com interação parcial, conforme mostrado a seguir.

268
Verificação da viga mista considerando interação parcial:

Neste caso, o objetivo é reduzir o número de conectores de cisalhamento até que se atinja o menor valor
de ηi para o qual sejam atendidos todos os Estados Limites Últimos e de Serviço da viga.

Como estratégia, pode-se partir do grau de interação mínimo:


Ea
ηi = ηi ,mín = 1−
578 f y
(0,75 − 0,03Le ) ≥ 0,40
Ea
ηi = ηi ,mín =20000
∴ ηi = 1−
1− ( 0,75 − 0,03Le ) ≥ 0,40
578(f0,75 − 0,03 × 9,0 )
578 × 35 y
20000
∴ηi = 1−0,53 ( 0,75 − 0,03 × 9,0)
578 × 35
Oηgrau
∴ i = 0,53

de interação não altera os valores da largura efetiva (b) e da força de cisalhamento entre a laje e o
Fhd = (F
perfil e b = 2250mm = 225cm
), portanto:
2049,1kN
hd

Fhd = 2049,1kN e b = 2250mm = 225cm

(n can −n (2)
c )×Q (1)
Rd +n
(2)
c ×Q (2)
Rd = ηi Fhd
∴ (15 − 1(2)) × 70,1+ (1) 1×(2) 108,6(2) = ηi × 2049,11
-( nResistência
can − nc ) × e Rd + nc × Qdos
Qdistribuição ηi Fhd
Rd =conectores:
∴ η = 0,54 E
∴ηi (=15i η− 1) ×
Comoi ,mín
= 70,1+
1− 1×
os valores578
a
(0,75=−η0,03L
108,6
de fηyi e de Fhd são iguais e ) ≥ 0,40
i × 2049,11
àqueles obtidos para o caso do perfil tubular retangular sob in-
∴ ηi = 0,54
teração a distribuição
parcial, de conectores será a mesma calculada anteriormente.
Ea
∴ηi η= η
i = 1−
20000
i ,mín = 1− (0,75
(f0,75 − 0,03 − 0,03L e )) ≥ 0,40
× 9,0
Com isso, 578
para ×a578
35interação parcial mínima, ∑ Qé Rdnecessário:
∑ Q Rd = ηi20000 Fhd = 1106,5kN ⎫
y


< Aa f yd
∴ η == 1− 0,53
com 1( 0,75 × 9,0∑ ) Q RdQcom
∴ Aaηfiicanaletas
yd = 2640,9kN
− 0,03
(14
∑ Q Rd = η578 × 35
conector)
i Fhd = 1106,5kN ⎪
⎬⎫ + (1canaleta ∑ Rd< 0,85<2 Aconectores)
f cd bt c
a f yd

0,85 f cdcaso,bt c =por 2049,1kN ⎪⎭ poderiam
Interaçãoserparcial →todas Ok!as 15 canaletas com apenas 1 conector de
∴Nesse
Aaηfi yd= =0,53
cisalhamento.

2640,9kN simplificação,
⎬ ∑ adotadas
Q Rd < 0,85 f cd bt c
F
0,85 = 2049,1kN
f cd bt c = 2049,1kN e b = 2250mm⎪ = 225cm
hd

Interação parcial → Ok!
Recalculando o grau de interação:
CFhdcd = ∑ 2049,1kN
Q Rd = 1106,5kN e b = 2250mm
= 225cm

(ncan − 1nc ) × Q Rd + nc ×1Q⎛ Rd = ηi F35hd
(2) (1) (2) (2)

C cdad = ∑ Q ( ) ⎞

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


AaRdf yd= − C cd = ⎜ 83,0 ×
1106,5kN − 1106,5⎟ = 767,2kN
∴ (15 −21) × 70,1+ 1× 108,6 2 ⎝ (2) = ηi ×1,10
2049,11 ⎠
(∴ ncan − 1nc(2) ) × Q Rd
(
Cadadηi===C0,54
(1)

) + nc(2) ×1Q⎛ Rd = ηi F35 ⎞



T yd −
+aC f ad
cd A =C cd = +⎜767,2
1106,5 83,0 ×= 1873,7kN − 1106,5 ⎟⎠ = 767,2kN
hd

∴ (15 −21) × 70,1+ 1× 108,6 2 ⎝ = ηi ×1,10 2049,11


T = C cd + C ad = 1106,5 + 767,2 = 1873,7kN
∴adηi = 0,54

-∑ Q Rd = ηi Ffletor
Momento resistente ⎫de cálculo da∑viga
hd = 1106,5kN
< Aa (depois
Q Rdmista f yd da cura):

Aa f yd = 2640,9kN ⎬ ∑ Q RdQ < 0,85 f cd bt c
∑ Q Rdf cd bt= ηc =i F2049,1kN
0,85 hd = 1106,5kN ⎪
⎫ ∑ Rd a yd < A
Interação parcial → Ok!
f
⎪⎭
Aa f yd = 2640,9kN ⎬ ∑ Q Rd < 0,85 f cd bt c
0,85 f cd bt c = 2049,1kN ⎪
⎭ Interação parcial → Ok!
269
C cd = ∑ Q Rd = 1106,5kN

C cd
1
C ad == ∑ Q ( )
Aa f yd − C cd = ⎜ 83,0 ×
2 Rd = 1106,5kN 2⎝
1⎛
1,10
35
− 1106,5⎟ = 767,2kN



1
2
(
Cadad ==C cd A+aCf ad
T
yd − C cd =
2
)
= 1106,51+⎛767,2
⎜⎝ 83,0 ×
= 35
1873,7kN
1,10
− 1106,5

⎟ = 767,2kN

∴ηi = 0,53

Fhd = 2049,1kN e b = 2250mm = 225cm


(ncan − nc(2) ) × Q Rd
(1)
+ nc(2) × Q Rd
(2)
= ηi Fhd
∴ (15 − 1) × 70,1+ 1× 108,6 = ηi × 2049,11
∴ηi = 0,54

∑Q Rd= ηi Fhd = 1106,5kN ⎫ ∑Q < A f


Rd a yd

Aa f yd = 2640,9kN ⎬ ∑ Q < 0,85 f
Rd cd bt c
0,85 f cd bt c = 2049,1kN ⎪
⎭ Interação parcial → Ok!

C cd = ∑ Q Rd = 1106,5kN

C ad =
1
2
( )
1⎛
Aa f yd − C cd = ⎜ 83,0 ×
2 ⎝
35
1,10

− 1106,5⎟ = 767,2kN

Tad = C cd + C ad = 1106,5 + 767,2 = 1873,7kN

- Posição da LNP que passa no perfil:


πR2 ⎡ r ⎤
Aaf = − ⎢r R 2 − r 2 + R 2 arcsen ⎛ ⎞ ⎥ = 5,80cm 2
π 2R ⎡⎣2 ⎝Rr ⎠ ⎤⎦
Aaf = − ⎢r R 2 − r 2 + R 2 arcsen ⎛ ⎞ ⎥ = 5,80cm 2
π 2R⎧⎪2R =⎣⎡D = 161,9mm ⎝Rr ⎠⎞ ⎦⎤
Aaf = − ⎢r R − r + R arcsen
2 2 2 ⎛ = 5,80cm 2
onde: ⎨
2⎧ ⎣ D2 ⎝ R ⎦⎠ ⎥
⎪⎪rR==R − =t = 161,9mm
161,9 − 8,4 = 153,5mm
onde: ⎨⎧⎩ D2
⎪ rR==R − =t = 161,9mm
161,9 − 8,4 = 153,5mm
onde: ⎩⎨ 2
C ad = ⎪⎩767,2 r = R − t = 161,9 −2 8,4 = 153,5mm
= 24,1cm
Cf ad
yd
=
(35 /1,10)
767,2
= 24,1cm 2
Cf ad yd (35 /1,10)
767,2
= = 24,1cm 2
Comof yd (35 (Cad / fyd) → LNP está entre o centroide e o raio interno do perfil de aço.
Aaf</1,10)

Assim, a posição (d1) da LNP que passa no perfil de aço é dada por:
Aa ⎡ d ⎤ ⎡ d ⎤ C
− ⎢ d1 R 2 − d12 + R 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ + ⎢ d1 r 2 − d12 + r 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ = ad
A2a ⎡⎣ ⎝ ⎠
dR ⎤⎦ ⎡⎣ ⎝ dr ⎠ ⎤⎦ Cf yd
− ⎢ d1 R 2 − d12 + R 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ + ⎢ d1 r 2 − d12 + r 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ = ad
A2a ⎣⎡ ⎝ dR ⎠ ⎦⎤ ⎣⎡ ⎝ dr ⎠ ⎦⎤ Cf yd
− ⎢ d1 R 2 − d12 + R 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ + ⎢ d1 r 2 − d12 + r 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ = ad
d21 = 96,8mm
⎣ < r → Ok! ⎝ R ⎠ ⎦ ⎣ ⎝ r ⎠ ⎦ f yd
Resolvendo a equação (por meio de algum processo iterativo), chega-se ao valor de d1:
d1 = 96,8mm < r → Ok!
C cd
da 1== 96,8mm 1106,5
=< r → Ok!
a = 0,85 C cdf cd b 0,85 × (2,0 /1,40) × 225
1106,5
=
270 ∴a = C cdf cd b =0,85
4,05cm
0,85 × (2,0
40,5mm /1,40) × 225
1106,5
a= =
∴a = 4,05cm
0,85 f cd b =0,85
40,5mm
× (2,0 /1,40) × 225
∴a = 4,05cm = 40,5mm


Aa ⎡ d ⎤ ⎡ d ⎤ C
− ⎢ d1 R 2 − d12 + R 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ + ⎢ d1 r 2 − d12 + r 2 arcsen ⎛ 1 ⎞ ⎥ = ad
2 ⎣ ⎝ R ⎠⎦ ⎣ ⎝ r ⎠ ⎦ f yd


d1 =da96,8mm
- Posição LNP que< passa
r → Ok!
na laje:

C cd 1106,5
a= =
0,85 f cd b 0,85 × (2,0 /1,40) × 225
∴a = 4,05cm = 40,5mm

- Momento fletor resistente:

C ad
Aac = = 24,1cm 2
f yd
Aat = Aa − Aac = 83,0 − 24,1 = 58,9cm 2

Como d1<r:

2 ⎡ 2
( R − d12 ) 2 − (r 2 − d12 ) 2 ⎤ − d1
3 3
e ac =
3Aac ⎢⎣ ⎥⎦
2 ⎡
(16,192 − 9,682 ) 2 − (15,352 − 9,682 ) 2 ⎤ − 9,68
3 3
∴e ac =
3 × 24,1 ⎢⎣ ⎥⎦
∴e ac = 4,01cm = 40,1mm
Aac 24,1
e at =
Aat
( e ac + d1 ) + d1 =
58,9
( 4,01+ 9,68) + 9,68
∴e at = 15,28cm = 152,8mm
a D 4,05 32,38
ecc = t c −+ h f + − d1 = 7,5 − + 7,5 + − 9,68
2 2 2 2
∴ecc = 19,49cm = 194,9mm

Assim:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


dc
M Rd = βvm (Tad e at + C ad e ac + C cd ecc ) = 1,0 (1873,7 × 15,28 + 767,2 × 4,01+ 1106,5 × 19,49 )

∴ M Rd
dc
= 53272kNcm
M Sddc 43991
dc
= = 0,83 → Ok!
M Rd 53272

271
EXEMPLO 2
Dimensionar as vigas V1 e V2 como semicontínuas, utilizando tubos retangulares. Considerar que o momento
fletor resistente da ligação mista seja igual a 30% do momento fletor solicitante da viga considerada biapoiada.

Área de influência das vigas

Sistema semicontínuo

Utilizando os mesmos dados de carregamento do exercício 1, tem-se que o carregamento de cálculo será:

q d = 1,50 × CP1+ 1,50 × CP 2 + 1,35 × CP3 + 1,50 × SC1


q d = 4344,75kg/m = 0,4345kN/cm

Como−
se deve considerar que o momento fletor resistente da ligação mista é igual a 30% do momento
M = 0,30 × M max
fletor solicitante
Rd = 0,30
da viga × 43993,13
considerada = 13197kNcm
biapoiada, então:

{ }
m

( )
n
q d = ∑ γ gi FGi ,k + γ q1FQ 1,k + ∑ γ qjψ 0 j ,ef FQj ,k
i=1 j=2

q d = 1,25 × 0,0885kN/cm + 1,30 × 0,03kN/cm = 0,1496kN/cm




q L2 0,1496 × 9002
M Sdac = d = = 15147kNcm
8 8

Diagrama de momento fletor da viga considerada biapoiada

272
q d = 1,50 × CP1+ 1,50 × CP 2 + 1,35 × CP3 + 1,50 × SC1
q d = 4344,75kg/m = 0,4345kN/cm
q d = 1,50 × CP1+ 1,50 × CP 2 + 1,35 × CP3 + 1,50 × SC1
q d = 4344,75kg/m = 0,4345kN/cm

M Rd = 0,30 × M max = 0,30 × 43993,13 = 13197kNcm


onde, mM Rd é= o0,30 × M max fletor
momento = 0,30 × 43993,13
resistente = 13197kNcm
de cálculo da ligação mista.
( ) { }
n
q d = ∑ γ gi FGi ,k + γ q1FQ 1,k + ∑ γ qjψ 0 j ,ef FQj ,k
i=1 j=2

{ }
m

( )
n
q d =× ∑
q d = 1,25 γ gi FGi ,k + γ+q11,30
0,0885kN/cm ∑ γ qjψ 0 j ,ef =FQj0,1496kN/cm
FQ 1,k ×+0,03kN/cm ,k
i=1 j=2

q d = 1,25 × 0,0885kN/cm + 1,30 × 0,03kN/cm = 0,1496kN/cm


ac q d L 0,1496 × 9002
2
M Sd = = = 15147kNcm
8 8
q L2 0,1496 × 9002
M Sdac = d = = 15147kNcm
8 8
Momentos fletores solicitantes de cálculo com a transferência de momento dada pela ligação mista

qd= 1,50 × CP1+ 1,50 × CP 2 + 1,35 × CP3 + 1,50 × SC1


= 1,50
qq dd
= × CP1+ 1,50
4344,75kg/m × CP 2 + 1,35 × CP3 + 1,50 × SC1
= 0,4345kN/cm
qd = 4344,75kg/m = 0,4345kN/cm
Força cortante solicitante de cálculo na viga mista semicontínua

M Rd = 0,30 × M = 0,30 × 43993,13 = 13197kNcm
Antes

M Rd =da cura,
0,30 ×M o max
carregamento
max = de cálculo
0,30 × 43993,13 é dado por:
= 13197kNcm

{ }
m

( )
n
qd = ∑ m γ F
gi Gi ,k + γ q1FQ 1,k + ∑ γ qjψ 0 j ,ef FQj ,k
( ) { }
n
qd = ∑ i=1 γ gi FGi ,k + γ q1FQ 1,k + ∑
j=2 γ qjψ 0 j ,ef FQj ,k

q d = 1,25
i=1
× 0,0885kN/cm + 1,30 j=2
× 0,03kN/cm = 0,1496kN/cm
q d = 1,25 × 0,0885kN/cm + 1,30 × 0,03kN/cm = 0,1496kN/cm

Assim, podemos obter o momento fletor solicitante de cálculo antes da cura do concreto:
q L2 0,1496 × 9002

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


M Sdac = q d L2 = 0,1496 × 9002 = 15147kNcm
M Sdac = d8 = 8 = 15147kNcm
8 8

273
VIGA MISTA SEMICONTÍNUA (VIGA V1):
Propriedades geométricas:

Tubo Estrutural V&M 300x150x8 mm

Comprimento: L = 9000 mm

Altura: h = 300mm

Largura: b = 150mm

Espessura: t = 8,0mm

Massa por metro: P = 54,0kg/m

Área da seção: Aa = 68,80cm2

Momento de Inércia: Ia = 8010cm4

Módulo Elásticoa flexão: Wa = 534cm3

Módulo Plásticoa flexão: Za = 663cm3

Perfil I equivalente utilizado no cálculo da viga mista:

PS 300x150/150x8,0/8,0x16 mm

Comprimento: L = 9000mm

Altura: h = 300mm

Largura: b = 150mm

Espessura da mesa: t = 8mm

Espessura da alta: t = 16mm

Massa por metro: P = 54,51kg/m

Área da seção: Aa = 69,44cm2

Momento de Inércia: Ia = 8171,29cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 544,75cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 673,02cm3

274
-Verificação da viga mista considerando interação completa:

ηi = 1,0

- Largura efetiva da laje:

De acordo com o item O.2.2.2 da ABNT NBR8800:2008, nas regiões de momento positivo de vigas con-
tínuas e semicontínuas, a largura efetiva, para cada lado da linha de centro da viga, pode ser determinada
tomando-se no lugar dos vãos da viga as distâncias entre ponto de momento nulo.
⎧⎛ 1 ⎞ 4L ⎛ 1 ⎞ 4 × 9000
b ⎪⎪⎝ 8 ⎠ 5 = ⎝ 8 ⎠ 5
= 900mm
= menor ⎧⎨⎛ 1 ⎞ 4L ⎛ 1 ⎞ 4 × 9000
2 ⎪⎪⎝⎛ 81⎠⎞ (vão = = 900mm
b 5 laje) ⎝ 8 ⎠ = ⎛ 15⎞ × 3000 = 1500mm
= menor ⎨⎪⎩⎧⎝⎛ 21 ⎞⎠ 4L ⎛ 1 ⎞ 4⎝×29000 ⎠
2 ⎛ 1 ⎞
⎪ ⎝ 8 ⎠=(vão = ⎛ 1 ⎞ = 900mm
∴ b b = 1800mm ⎪ 5180cm ⎝ 8 ⎠= 5 × 3000 = 1500mm
laje)
= menor ⎩⎪⎨ 2 ⎝ ⎠ ⎝ 2 ⎠
2 ⎛ 1 ⎞ 1
∴ b = 1800mm =(vão ⎪ 180cm laje) = ⎞ × 3000 = 1500mm

⎪⎩⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠
⎧ 0,85 f cd bt c = 1639,30kN
-∴ Fhd b==menor
Força de1800mm ⎨ A =f 180cm
cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil:
= 2209,45kN
⎧⎩0,85 f cd bt c = 1639,30kN
a y

∴FhdFhd= menor= 1639,30kN ⎨ A f = 2209,45kN


⎩⎧0,85 a y
f cd bt c = 1639,30kN
∴ FhdFhd= =menor
1639,30kN ⎨ A f = 2209,45kN
⎩ a y
⎧ 1 Acs f ck E c
∴ Fhd =⎪1639,30kN → Esmagamento do concreto
⎪2 γ
Q Rd ≤ ⎧⎨ 1 Acs fcsck E c
- Resistência ⎪⎪ R g Rep A distribuição
f →dosEsmagamento
conectores: do concreto
⎪2 γ cscs ucs → Cisalhamento do conector
Q Rd ≤ ⎨⎪⎩⎧ 1 Acsγ cs f ck E c
⎪ R g R p Acs f ucs → Esmagamento do concreto
⎪ 2 γ cs → Cisalhamento do conector
Q Rd ≤ ⎪⎩⎨ γ cs
Conector R doR tipo “pino com cabeça”:
p Acs f ucs
⎪ g
→ Cisalhamento do conector
⎪⎩
Conector doγtipo cs “pino com cabeça”:
⎪⎧φ19,0mm → Acs = 2,85cm
2

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


ucs = 415MPa →=“pino
2
⎧⎪⎪⎩φf19,0mm
Conector do tipo 41,5kN/cm
Acs =com cabeça”:
2,85cm 2


⎪⎩⎧φf ucs = 415MPa = 41,5kN/cm 2 2
Esmagamento
⎪ 19,0mm → concreto:
do Acs = 2,85cm

⎪⎩ f ucs = 415MPa
Esmagamento do =concreto:
41,5kN/cm 2
1 Acs f ck E c 1 2,85 2,0 × 2128,7
Q Rd (c )
= = × = 74,38kN
Esmagamento 2 γ csdo concreto: 2 1,25
1 Acs f ck E c 1 2,85 2,0 × 2128,7
Q Rd (c )
= = × = 74,38kN
2 γ cs 2 1,25
1 Acs f ck E c 1 2,85 2,0 × 2128,7
Q Rd (c )
= = × = 74,38kN
2 γ cs 2 1,25

275
Ruptura do conector:

Neste caso, deve-se considerar o número de conectores e sua distribuição ao longo da viga (steel deck per-
pendicular à viga).

Hipótese 1: considerando 1 conector por canaleta

R g = 1,0 (1 conector por onda da forma, a princípio)


R p = 0,75 ( conector na posição forte )
1,0 × 0,75 × 2,85 × 41,5
(1)
Q Rd = = 70,96kN
1,25
∴Q Rd = 70,96kN

R g = 1,0 de
Número (1 conector
conectores: por onda da forma, a princípio)
R =∑ 0,75 Q Rd( conector
η F na1,0 forte )
× 1639,30
posição
ncp = = i hd = = 23,1 → 24 conectores
Q1,0Rd × 0,75Q ×Rd 2,85 × 70,96
41,5
(1)
Q Rd = = 70,96kN
1,25
Número
∴Q de canaletas entre os pontos de momento máximo e de momento nulo:
Rd = 70,96kN
Le / 2 7200 / 2
ncan = = = 13,1 → 13 canaletas
Número l (canaleta−MF
de conectores:
75) 274
∑ Q Rd ηi Fhd = 1,0 × 1639,30 = 23,1 → 24 conectores
nc = nR>nR =A
Como g p , cs f ucs ser1,0
deve × 0,75
feita outra× distribuição
2,85 × 41,50dos conectores.
RC ,1cs =QcRd can Q Rd = 70,96 = 70,96kN
γ cs 1,25
Número de canaletas entre os pontos de momento máximo e de momento nulo:
Hipótese
Resistência 2:
Lede considerando 7200canaletas
/ 2uma canaleta com 1 ou 2 conectores
/ 2com 2 conectores:
ncan = =
0,85 × 0,75 = 13,1 → 13 canaletas
conector l (canaleta−MF
Resistência forte:
de uma 274 ×com
75) canaleta
2,85 × 41,50
1 conector:= 60,32kN
1,25
0,85 × 0,60 × 2,85 × 41,50
conectorRfraco:g R p Acs f ucs 1,0 × 0,75 × 2,85 × 41,50
= 48,25kN
RC ,1cs = = 1,25 = 70,96kN
γ cs 1,25
RC ,2cs = 60,32 + 48,25 = 108,57kN
Resistência de uma canaleta com 2 conectores:
0,85 × 0,75 × 2,85 × 41,50
conector
Resistênciaforte: = 60,32kN
de uma canaleta com 3 conectores:
1,25
0,70 × 0,75 × 2,85 × 41,50
conector forte: 0,85 × 0,60 × 2,85 × 41,50 = 49,68kN
conector fraco: 1,25 = 48,25kN
1,25
0,70 × 0,60 × 2,85 × 41,50
conector fraco: = 39,74kN
1,25
RC ,2cs = 60,32 + 48,25 = 108,57kN
RC ,3cs = 2 × 49,68 + 39,74 = 139,10kN
Resistência de uma canaleta com 3 conectores:
0,70 × 0,75 × 2,85 × 41,50
conector
Força forte:
a ser = 49,68kN
resistida pelos conectores de cisalhamento:
1,25
ηi Fhd = 1,0 × 1639,3kN = 1639,3kN
0,70 × 0,60 × 2,85 × 41,50
276 conector N C ,3cs ( RC ,3cs − RC 1,25
13RC ,2cs +fraco: ,2cs ) ≥ ηi Fhd
= 39,74kN

13 ×108,57 + N C ,3cs (139,09 −108,57 ) ≥ 1639,29kN


RCC,3cs
N = 2 × 49,68 + 39,74 = 139,10kN
,3cs ≥ 7,46 → N C ,3cs = 8

Força a ser resistida


Resistência total daspelos conectores de cisalhamento:
canaletas:
RC ,2cs = 60,32 + 48,25 = 108,57kN

Resistência de uma canaleta com 3 conectores:


0,70 × 0,75 × 2,85 × 41,50
conector forte: = 49,68kN
1,25
0,70 × 0,60 × 2,85 × 41,50
conector fraco: = 39,74kN
1,25

RC ,3cs = 2 × 49,68 + 39,74 = 139,10kN

Força a ser resistida pelos conectores de cisalhamento:


ηi Fhd = 1,0 × 1639,3kN = 1639,3kN
13RC ,2cs + N C ,3cs ( RC ,3cs − RC ,2cs ) ≥ ηi Fhd
13 ×108,57 + N C ,3cs (139,09 −108,57 ) ≥ 1639,29kN
N C ,3cs ≥ 7,46 → N C ,3cs = 8

Resistência total das canaletas:


RTot = 5RC ,2cs + 8RC ,3cs = 5 × 108,57 + 8 × 139,10 = 1655,65kN ≥ 1639,29kN → Ok!

Conforme exposto anteriormente, para que a força de cisalhamento de cálculo entre o componente de
aço e a laje seja transmitida, são necessários 34 conectores de cisalhamento distribuídos em 13 canale-
tas, sendo 8 canaletas com 3 conectores (2 na posição forte e 1 na posição fraca) e 5 canaletas com 2
conectores (1 na posição forte e 1 na posição fraca).

- Momento fletor resistente de cálculo positivo da viga mista (depois da cura):

Interação completa:

∑Q Rd = ηi Fhd = 1639,29kN ⎫

∑ Q Rd ≥ 0,85 f cd bt c
∑ a ydRd==2209,45kN
f
A Q ηi Fhd = 1639,29kN ⎫⎬


AaQf ydRd ≥≥0,85
0,85ffcdcdbt
btcc
0,85 c = 1639,30kN
Aa f ydf cd=bt2209,45kN ⎬⎭ → LNPAa passa no perfil
f yd ≥ 0,85 f cd bt cde aço
0,85 f cd bt c = 1639,30kN ⎪
⎭ → LNP passa no perfil de aço
C cd = 0,85 f cd bt c = 1639,30kN
1 f bt = 1639,30kN

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


C cd == 0,85
C ( 2209,45
cd c − 1639,30 ) = 285,10kN
ad
21
Cadad == C cd( 2209,45
T + C ad = 1639,30 + )285,10
− 1639,30 = 285,10kN
= 1924,40kN
2
Tad = C cd + C ad = 1639,30 + 285,10 = 1924,40kN

- Posição da LNP a partir do topo do perfil:


- Posição da LNP a partir do 35topo do perfil:
-APosição
af f yd = da
btf LNP
yd = a
15 ×
partir
0,8 ×do = 381,82kN
topo do perfil:
1,1
35
Aaf f yd = btf yd = 15 × 0,8 × = 381,82kN
1,1
Como C ad ≤ Aaf f yd , a LNP cai na mesa do perfil.
Como C ad ≤ Aaf f yd , a LNP cai na mesa do perfil.
C ad 285,1
yp = t= × 0,8 = 0,60cm 277
AC
af f yd 381,8
285,1
yp = ad
t= × 0,8 = 0,60cm
Aaf f yd 381,8
onde, y p é a posição da linha neutra plástica (LNP) na seção de aço.
onde, y p é a posição da linha neutra plástica (LNP) na seção de aço.
⎛ t fst ⎞ hw
35
Aaf f yd = btf yd = 15 × 0,8 × = 381,82kN
1,1

Como C ad ≤ Aaf f yd , a LNP cai na mesa do perfil.

C ad 285,1
yp = t= × 0,8 = 0,60cm
Aaf f yd 381,8

onde, y p é a posição da linha neutra plástica (LNP) na seção de aço.

yt = d − t −
⎛t ⎞
( h
)
bt fst ⎜ fst 2 ⎟ + t w hw w 2 + t fst
⎝ ⎠
= 12,80cm
bt fst + t w hw + bt
t
yc = fsc 2 = 0,30cm

onde:

tfst é a parcela tracionada da espessura da mesa inferior do perfil I equivalente;

tfsc é a parcela tracionada da espessura da mesa superior do perfil I equivalente;


b é a largura da mesa do perfil I equivalente;

tw é a espessura da alma do perfil I equivalente;

hw é a altura da alma do perfil I equivalente;

t é a espessura da mesa do perfil I equivalente;

278
O momento fletor resistente de cálculo será:
⎡ t ⎤
M Rddcdc= βvm ⎢C⎡ ad ( h − yt − yc ) + C cd ⎛ ⎛ct c+ hF + h − yt ⎞ ⎞⎥ ⎤
M Rd = βvm⎣ ⎢C ad ( h − yt − yc ) + C cd 2 + hF + h − yt ⎦ ⎥
⎝ ⎠
⎣ ⎝2 ⎠⎦

( 30 − 12,8 − 0,3) + 1639,3 ⎝ ⎛ 7,5+ 7,5 + 30 − 12,8⎞⎠ ⎞⎤⎥ ⎤= 43737,3kNcm
⎛ 7,5
M Rddc= 0,85 ⎢ 285,1
dc

M Rd = 0,85⎣ ⎢ 285,1( 30 − 12,8 − 0,3) + 1639,3 2 + 7,5 + 30 − 12,8 ⎦ ⎥ = 43737,3kNcm
⎣ ⎝ 2 ⎠⎦
M Sddc dc
M Sd dc= 37642kNcm → MdcSd= 0,86 → Ok!
dc

M Sd = 37642kNcm → M Rddc = 0,86 → Ok!


M Rd
Verificação quanto à Limitação de Tensão (validade da análise elástica):
Verificação
(itens quanto
Verificação
O.2.3.2quantoà àLimitação
da de
Limitação
e O.1.2.3-2°§ deTensão
ABNTTensão
NBR(validade dadaanálise
(validade
8800:2008) análiseelástica):
elástica):
(itens
(itensO.2.3.2
O.2.3.2eeO.1.2.3-2°§
O.1.2.3-2°§dadaABNT
ABNTNBR NBR8800:2008)
8800:2008)
Para
Para seção compacta:
Paraseção
seçãocompacta:
compacta:

⎛M ⎞ ⎛ M ⎞ ⎛ M L,Sn ′ ⎞
σ = ⎜ ⎛ MGaGa,Sn,Sn⎟ ⎞+ ⎜ ⎛ ML,Sn ⎞
+ ⎛ M ′ ⎞≤ f
σ =⎝ ⎜ Wa ⎠ ⎟ +⎝ ⎜WefL,Sn⎟⎠ ⎟ +⎜⎝ ⎜Wef′L,Sn⎟⎠ ⎟ ≤ yf y
⎝ Wa ⎠ ⎝ Wef ⎠ ⎝ Wef′ ⎠
MGa ,Sn = 1,0MCP 3 = 8960,62kNcm
MGa ,Sn = 1,0MCP 3 = 8960,62kNcm
M L,Sn = (1− ψ 2 ) M SC 1 = 0,4 ×12990 = 5196,00kNcm
M L,Sn = (1− ψ 2 ) M SC 1 = 0,4 ×12990 = 5196,00kNcm
′ = 1,0MCP1 + 1,0MCP 2 + ψ 2 M SC 1
M L,Sn
′ = 1,0MCP1 + 1,0MCP 2 + ψ 2 M SC 1
M L,Sn
= 1,0 × 2600 + 1,0 × 2600 + 0,6 × 12990 = 12994,00kNcm
= 1,0 × 2600 + 1,0 × 2600 + 0,6 × 12990 = 12994,00kNcm
OBS.: Resultados obtidos da viga semicontínua.

- Propriedades da seção mista:

Sem os efeitos de longa duração (αE):

E 20000
αE = = = 9,40

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


E c 2128,74

b 180
btr = = = 19,15cm
α E 9,4
t h
btr t c ⎛ h + hF + c ⎞ + Aa
ytr =
∑ yi Ai
=
⎝ 2 ⎠ 2 6966,13
= = 32,70cm
∑ Ai btr t c + Aa 213,06
2 2
⎛ h ⎞ btr t c3 t
I tr = I a + Aa ytr − + + btr t c ⎡⎢ c + hF − ( ytr − h ) ⎤⎥ = 41098,74cm 4
⎝ 2⎠ 12 ⎣2 ⎦
I ef = I a + ηi ( I tr − I a ) = 8171,29 + 1 ( 41098,74 − 8010 ) = 41098,74cm 4
I 41098,74 279
Wtri = tr = = 1256,84cm 3
ytr 32,7
Wef = Wa + ηi (Wtri −W ) = 534 + 1 (1256,84 − 534 ) = 1256,84cm 3
E 20000
αE = = = 9,40
E c 2128,74

E 20000
α E = Eb = 180 20000 = 9,40
αbEtr == E c ==2128,74
= 19,15cm
= 9,40
αcE 2128,74
E 9,4
t h
b y180 btr t c ⎛ h + hF + c ⎞ + Aa
btr = b∑= 180 A
i i = 19,15cm ⎝ 2⎠ 2 6966,13
btrytr==αEE = A9,4 == 19,15cm = = 32,70cm
αE = E = α ∑ i20000
9,4 btr t c + Aa 213,06
⎛=h 9,40 tc ⎞ h
E c 2128,74 b t h ⎞ + hFbtr+t c3t c ⎞⎠ + A⎡a thc 6966,13 ⎤
2 2

yItrtr ==∑
∑ y A ⎛
I a +i Aia = ybtrtr−
tr c ⎛
⎝ + + 2+ b+tr tA 2 + hF − ( ytr − h ) = 41098,74cm 4
yi Ai ⎝ t c ⎝2h⎠ + hF12 ⎠
c ⎢
⎣ 2 = 6966,13 = 32,70cm ⎥⎦
ytr = ∑ Ai =
a
btr t c + A2
= 213,06 = 32,70cm
btrI ef= = ∑ = i ⎛ηi (=I tr19,15cm
− I2a )b=
a
bI a +A180 c +
tr t 8171,29
3 Aa + 1 ( 41098,74 213,06 − 8010 2 ) = 41098,74cm 4
h bt t
I tr = α I aE+I Aa9,4 ytr − h ⎞ 2 + btr t c3 + btr t c ⎡⎢ t3c + hF − ( ytr − h ) ⎤⎥ 2 = 41098,74cm 4
41098,74

⎝ ⎞

2 += 1256,84cm12 + btr t c ⎣ 2c + hF − ( ytr − h ) ⎤⎦ = 41098,74cm 4

tri I=a + A=
tr
IWtr = a ytr −
tr c
⎢ h ⎥⎦
ytr ⎝ 32,7 ⎛ ⎠ 12+ t c ⎞ + A
I ef = I∑ a +yi A ηi ( Ibtrtr t−c2⎝I ah)+=h8171,29
F
⎠ + ⎣ a21 ( 41098,74
6966,13 − 8010 ) = 41098,74cm 4

eftr ef= =
IyW I aW + a +ηi =(ηIitr(W
i
− Itria )−W ) 2
= 534 + 1 (1256,84
= 8171,29 2
=
41098,74 −−534
=
8010 ) =)1256,84cm
32,70cm = 41098,74cm 4
3
I∑ 41098,74 t c + Aa
Wtri = I tr A =i 41098,74 =btr1256,84cm 3 213,06
Wtri = tr = ⎛ y 32,7
h ⎞ = 1256,84cm
tr 2 3 2
btr t c3 ⎡ tc ⎤
Com
I tr ==IW os y
a +
efeitos
tr Aa ytr − 32,7
de longa duração
+ = 534 (α / 3): + hF − ( y−tr 534
+ btr+t c E⎢1 1256,84 − h ) ⎥= = 41098,74cm 4
+ ⎝ i ( 2tri ⎠
η −W )12 ( ) 3
W W ⎣2 ⎦ 1256,84cm
i (20000 )
ef a
Wef = WEa + osηmesmo Wtri −W = 534 + 1 (1256,84 − 534 ) = 1256,84cm 3
Realizando
Iαef E==I a + η = i ( I tr − I a ) = 8171,29
cálculos (porém, com a razão modular
= 3,13 + 1 ( 41098,74 − 8010 ) = 41098,74cm dividida por 34 para a consideração simplifi-
cada dos3Eefeitos longa duração - αE / 3), tem-se:
3 ×de2128,74
I tr c 41098,74
Wtri = = = 1256,84cm 3
yEtr 32,7
20000
α E = Ebtr′ == 6,38cm 20000 = 3,13 I tr′ = 27916cm 4 Wtri′ = 1086,22cm 3
α Eef == 3E
W Wac += 3η×i (2128,74 Wtri −W =) =3,13 534 + 1 (1256,84 − 5344 ) = 1256,84cm 3
y ′ = 25,7cm
3E ctr 3 × 2128,74 I ef′ = 27916cm Wef′ = 1086,22cm 3

btr′ = 6,38cm I tr′ = 27916cm 4 Wtri′ = 1086,22cm 3


btr′ = 6,38cm I tr′ = 27916cm 4 4
Wtri′ = 1086,22cm 33
′tr = 25,7cm 5196
y8960,62 I ′ = 27916cm Wef′ = 1086,22cm
⎞ ⎛
⎛ Ey ′ = 25,7cm
20000 ⎞ ⎛ 12994 ef
′ = ⎞ 4
Wef′ = 1086,22cm 3
σ =
α E = ⎜⎝ tr = ⎟⎠ ⎜⎝ + = 3,13 +
⎟⎠ ⎜⎝ I ef ⎟⎠ =
27916cm32,85kN/cm 2

3E 5343 × 2128,74 1256,94 1086,22


Com isso,c calcula-se a tensão atuante na fibra inferior do perfil de aço:
⎛ 8960,62 ⎞ ⎛ 5196 ⎞ ⎛ 12994 ⎞
σσ= ⎜⎛=8960,62
32,85
b ′ = ⎟ + ⎜⎛ 5196
6,38cm
=⎞0,94 → ⎟

Ok! + ⎜⎛ 12994
I ′ = ⎟ = 32,85kN/cm
27916cm

4 2
Wtri′ = 1086,22cm 3
⎝ 534
tr
σ f=y ⎜ 35,0 ⎟ + ⎜ ⎠ ⎝ 1256,94 ⎠ + ⎝ 1086,22
tr ⎠
⎟⎠ = 32,85kN/cm
2
⎝ ytr534 ⎠ ⎝ 1256,94 ⎟⎠ ⎜⎝ 1086,22
′ = 25,7cm I ef′ = 27916cm 4
Wef′ = 1086,22cm 3
σ 32,85
− 6 × 8,0
σfλ == h32,85
e
35,0=
300= 0,94 → Ok!
= 31,50
y = t = 0,94
8,0 → Ok!
35,0 ⎞ ⎛ 5196 ⎞ ⎛ 12994 ⎞
f ⎛ 8960,62
σ y= ⎜ +⎜
5 ×⎟⎠ 20000 ⎟⎠ + ⎜⎝ ⎟⎠ = 32,85kN/cm
2
⎝ 534 ⎝
λ p =h 1,10300 − 6 × 8,0 = 58,80
1256,94 1086,22
λ = he = 300 − 635 = 31,50
λ = te = 8,0× 8,0 = 31,50
σ t32,855 ×8,0 20000
=
-λEsforço = 0,94
cortante →
=V58,80
resistente Ok!
pℓ de cálculo:
p = 1,10
fComo 35,0λ ≤5 λ× V
20000
, =
(item
λ p = 1,10
y
5.4.3.2 da35ABNT=γNBR
p Rd 58,80 8800:2008)
35 a1
0,60Aw f y 1,20he tf y
λ V=Rd h=e = 300 − 6 ×=8,0V=pℓ 31,50 = 769,75kN
Comot λ ≤γλa1p ,8,0 VRd = Vγpℓa1
Como λ ≤ λ p , VRd = γ a1
0,60A 5 ×f20000 1,20hγVa1Sdtf = 0,273 → Ok!
λVp Sd= =1,10
210,20kN
w y → = 58,80
e y
V Rd = 0,60Aw f 35 = 1,20h VeRdtf y = 769,75kN
V Rd = γ a1 y
= γ a1 = 769,75kN
280 γ a1 γVa1
VSd = 210,20kN → V VSdpℓ = 0,273 → Ok!
Como λ ≤ λ
VSd = 210,20kN → γ Rdp , VRd = V Sd
= 0,273 → Ok!
V Rd
a1
0,60Aw f y 1,20he tf y
V Rd = = = 769,75kN
γ a1 γ a1
V
he 300 − 6 × 8,0
λ= = = 31,50
t 8,0
5 × 20000
λ p = 1,10 = 58,80
35

V pℓ
Como λ ≤ λ p , VRd =
γ a1
0,60Aw f y 1,20he tf y
V Rd = = = 769,75kN
γ a1 γ a1
V
VSd = 210,20kN → Sd = 0,273 → Ok!
V Rd

- Momento fletor resistente de cálculo da viga de aço isolada (antes da cura):


(item G.1.1 da ABNT NBR 8800:2008)

Flambagem local da mesa:

be = 150 − 6t = 102,0mm
be −102,0
bλe == 150= 6t = 102,0mm
= 12,75
8,0
tb 102,0
λ = e = E = 12,7520000
λ p = t1,12 8,0 = 1,12 = 26,77
fy
E 35
20000
λ p = 1,12 = 1,12 = 26,77
fy 35
Como λ ≤ λ p :
Como λM≤plλ p :Z x f y 1,50W x f y
M Rd = = ≤
γ a1pl Zγxa1f y 1,50W
M γ a1 x f y
M Rd = 663 ×=35 ≤ 1,50 × 534 × 35
M Rd = γ a1 γ =a1 21095,45kNcm
γ a1 ≤ = 25486,40kNcm → Ok!
6631,1× 35 1,50 ×1,1
534 × 35
M =
Rd = 21095,45kNcm
M Rd = 21095,45kNcm ≤ = 25486,40kNcm → Ok!
1,1 1,1
M Rd = 21095,45kNcm
Flambagem local da alma:
Flambagem
Flambagem local da
da alma:
alma:
he = h − 6t =local 252,0mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


hλe == hhe −=6t252,0
= 252,0mm
= 31,50
th 252,0 8,0
λ = e = E = 31,50 20000
λ p = t2,42 8,0 = 2,42 = 57,85
Efy 35
20000
λ p = 2,42 = 2,42 = 57,85
fy 35
Como λ ≤ λ p :
Como λM≤plλ p :Z x f y 1,50W x f y
M Rd = = ≤
γ a1pl Zγxa1f y 1,50W
M γ a1 x f y
M = = ≤
Rd = 21095,45kNcm
M Rd γ γ γ
a1 a1 a1
M Rd = 21095,45kNcm
Assim, 281
Assim,
M Rd = 21095,45kNcm
ac

ac
M Rd = 21095,45kNcm
M Sdac 15147
ac
= = 0,72 → Ok!
M Rdac 21095,45
Como λ ≤ λ p :
M pl Zx f y 1,50W x f y
M Rd = = ≤
γ a1 γ a1 γ a1
M Rd = 21095,45kNcm

Assim,

ac
M Rd = 21095,45kNcm

M Sdac 15147
ac
= = 0,72 → Ok!
M Rd 21095,45

- Verificação dos deslocamentos (flechas):


(item O.1.2 e Anexo C da ABNT NBR 8800:2008)

Flecha limite:

L 900
δ lim = = = 2,57cm = 25,7mm
350 350
L 900
δ lim = = = 2,57cm = 25,7mm
350 350
- Combinação Quase-Permanente:
δ max = δ1 + δ 2 + δque
(Deslocamentos 3 −δ 0 ≤ δ limafetar
podem a aparência da edificação)

δδ 1max= δ=1,AC
δ1 ++δδ21,DC
+ δ 3=−4,72
δ 0 ≤+δ0,51
lim = 5,23cm = 52,3cm

′′ ′
δδ 12 == δδ1,AC
2 −+δδ2 = 0,75 − 0,51 = 0,24cm = 2,40mm
1,DC = 4,72 + 0,51 = 5,23cm = 52,3cm

δ 2 ′′ − δ 2=′ 11,3cm
δ 32 = 1,13cm = 0,75 − 0,51 = 0,24cm = 2,40mm

δδ 3max= = δ 1 + δ 2=+11,3cm
1,13cm δ 3 − δ 0 = 5,23 + 0,24 + 1,13 − 4,50 = 2,10cm = 21mm

δ⎛ max =⎞δ 1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 = 5,23 + 0,24 + 1,13 − 4,50 = 2,10cm = 21mm
δ max 2,10
⎜ δ ⎟ = 2,57 = 0,82 → Ok!
⎝ lim ⎠ QP
⎛ δ max ⎞ 2,10
⎜⎝ δ ⎟⎠ = 2,57 = 0,82 → Ok!
lim QP

OBS: observar que a contra flecha aplicada é de 85% do valor dos deslocamentos antes do endurecimento
do concreto.

- Combinação Rara:
(Deslocamentos que podem provocar danos aos elementos construtivos não estruturais)

δ A = δ 2 + δ 3 ≤ δ lim

δ 2 = δ 1,DC
′ − δ1,DC = 0,24cm = 2,4mm
282
δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 0,51+ 1,13 = 1,64cm = 16,4mm

δ A = δ 2 + δ 3 = 0,24 + 1,64 = 1,88cm = 18,8mm



⎛δ ⎞ 1,88
δ A = δ 2 + δ 3 ≤ δ lim

δ 2 = δ 1,DC
′ − δ1,DC = 0,24cm = 2,4mm

δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 0,51+ 1,13 = 1,64cm = 16,4mm

δ A = δ 2 + δ 3 = 0,24 + 1,64 = 1,88cm = 18,8mm



⎛ δA ⎞ 1,88
⎜⎝ δ ⎟⎠ = = 0,73 → Ok!
lim Rara 2,57

OBS.: Resultados obtidos da viga semicontínua.

VIGA MISTA SEMICONTÍNUA (VIGA V2):


Propriedades geométricas:

Tubo Estrutural V&M 300x100x8,8mm


Comprimento: L = 9000 mm

Altura: h = 300mm

Largura: b = 100mm

Espessura: t = 8,8mm

Massa por metro: P = 52,2kg/m

Área da seção: Aa = 66,50cm2

Momento de Inércia: Ia = 6840cm4

Módulo Elásticoa flexão: Wa = 456cm3


Módulo Plásticoa flexão: Za = 594cm3

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Perfil I equivalente utilizado no cálculo da viga mista:
PS 300x100/100x8,8/8,8x17,6 mm
Comprimento: L = 9000mm

Altura: h = 300mm

Largura: b = 100mm

Espessura da mesa: t = 8,8mm

Espessura da alta: t = 17,6mm

Massa por metro: P = 52,83kg/m


283
Área da seção: Aa = 67,30cm2

Momento de Inércia: Ia = 7035,35cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 469,00cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 607,15cm3

- Verificação da viga mista considerando interação completa:

ηi = 1,0

Largura efetiva da laje:


⎧⎛ 1 ⎞ 7L ⎛ 1 ⎞ 7 × 9000
b ⎪⎪⎝ 8 ⎠ 10 = ⎝ 8 ⎠ 10 = 787,5mm
= menor ⎨
2 ⎪⎛ 1 ⎞ (vão laje) = ⎛ 1 ⎞ × 3000 = 1500mm
⎪⎩⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠
∴ b = 1575mm = 157,5cm

Força de cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil:


⎧0,85 f cd bt c = 1434,38kN
Fhd = menor ⎨
⎩ Aa f y = 2141,40kN
∴ Fhd = 1434,38kN

- Resistência e distribuição dos conectores:

⎧ 1 Acs f ck E c
⎪ → Esmagamento do concreto
⎪2 γ cs
Q Rd ≤⎨
⎪ R g R p Acs f ucs → Cisalhamento do conector
⎪⎩ γ cs

Conector do tipo “pino com cabeça”:

⎪⎧φ19,0mm → Acs = 2,85cm


2


⎪⎩ f ucs = 415MPa = 41,5kN/cm
2

Esmagamento do concreto:

1 Acs f ck E c 1 2,85 2,0 × 2128,7


284
(c )
Q Rd = = × = 74,38kN
2 γ cs 2 1,25

Ruptura do conector:

Neste caso, deve-se considerar o número de conectores e sua distribuição ao longo da viga
Conector
Conectordo
dotipo
tipo“pino
“pinocom
comcabeça”:
cabeça”:
Conector do tipo “pino com cabeça”:

⎪⎧⎧⎪φφ19,0mm → AAcs ==2,85cm 2


19,0mm → 2,85cm22
⎪⎧⎨⎨φ19,0mm → Acscs = 2,85cm
⎪⎨⎩⎪ffucs ==415MPa
415MPa=
2
41,5kN/cm
⎪⎩⎩f ucsucs = 415MPa ==41,5kN/cm
41,5kN/cm22

Esmagamento
Esmagamentodo
doconcreto:
concreto:
Esmagamento do concreto:

(c(c) ) =
(c )
QQRd
11 AAcs ffck EEc 11 2,85
2,85
1 A cs f ckE c = 1 × 2,85 2,0×
2,0
2,0
2128,7
××2128,7
2128,7 = 74,38kN
Q RdRd == 22 cs γγcsck c == 22×× 1,25
1,25 ==74,38kN
74,38kN
2 γ cscs 2 1,25
Ruptura do conector:
Ruptura do
Ruptura do conector:
conector:
Neste
Nestecaso,
Neste caso,deve-se
caso, deve-seconsiderar
deve-se considerarooonúmero
considerar número
número de conectores
dede eesua
conectores
conectores distribuição
e sua
sua ao
aolongo
distribuição
distribuição da
daviga
ao longo
longo da viga (steel deck
viga
Neste
(steel caso,
deck deve-se considerar
perpendicular à o número
viga). de conectores e sua distribuição ao longo da viga
perpendicular
(steeldeck à viga). à viga).
deckperpendicular
perpendicular
(steel à viga).
RRg ==1,0
1,0 (1
(1conector
conectorpor
poronda
ondada
daforma,
forma,aaaprincípio)
princípio)
R gg = 1,0 (1 conector por onda da forma, princípio)
0,75 (((conector
RRp ==0,75
R pp = 0,75 conectorna
conector naposição
na forte)))
posiçãoforte
posição forte
1,0 × 0,75 × 2,85 × 41,5
(1) = 1,0 × 0,75 × 2,85 × 41,5= 70,96kN
(1)
QQRd
(1) =1,0 × 0,75 × 2,85 × 41,5 = 70,96kN
Q RdRd = 1,25
1,25 = 70,96kN
1,25
∴Q
∴QRdRd =
=70,96kN
70,96kN
∴Q Rd = 70,96kN

Número de
Número de conectores:
conectores:
Númerode
Número deconectores:
conectores:

∑QQRdRdRd ==ηηηii FFi Fhdhdhd ==1,0
nnc == ∑
Q
1,0×
1,0
1434,38
××1434,38
1434,38= 20,2 → 21 conectores
nc c = QQRd = QQRd = 70,96
70,96 ==20,2 → 21
20,2 → 21 conectores
conectores
Q RdRd Q Rd
Rd 70,96
Número
Númerode de canaletas
decanaletas entre
canaletasentre os
entreos pontos
ospontos de
pontosde momento
demomento máximo
máximoeeede
momentomáximo de momento
demomento nulo:
momentonulo:
nulo:
Número LLe //22 7200 //22
nncan == Le e / 2 7200
= 7200 / 2 ==13,1 → 13 canaletas
ncancan = ll(canaleta−MF 75) == 274
274
13,1 →
= 13,1 → 1313 canaletas
canaletas
l (canaleta−MF
(canaleta−MF75)
75) 274

- Momento fletor resistente de cálculo positivo da viga mista (depois da cura):

Interação completa:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


∑Q Rd = ηi Fhd = 1434,38kN ⎫ ∑Q Rd ≥ 0,85 f cd bt c

Aa f yd = 2141,40kN ⎬ Aa f yd ≥ 0,85 f cd bt c
0,85 f cd bt c = 1434,38kN ⎪
⎭ → LNP passa no perfil de aço

C cd = 0,85 f cd bt c = 1434,38kN
1
C ad = ( 2141,40 − 1434,38) = 353,50kN
2
Tad = C cd + C ad = 1434,38 + 353,50 = 1787,87kN

285
- Posição da LNP a partir do topo do perfil:

35
35 = 280kN
Aafaf ff ydyd =
A btf ydyd =
= btf 10 ×
= 10 0,88 ×
× 0,88 × 1,1 = 280kN
1,1
Como Cad >>AAaf fydf , a, LNP cai na alma do perfil.
Como C
Como C ad yd a LNP cai na alma do perfil.
ad > Aaf f yd , a LNP cai na alma do perfil.
af

⎛⎛ C ⎞ ⎛⎛ ⎞⎞
− A f −
yy p = tt f + hhw ⎜ C ad − Aaf f yd ⎞⎟ =
ad af yd
0,88 + 28,24 ⎜ 353,5 − 280 ⎟⎟ = 2,192cm
⎜ 353,5 280
= + w⎜ ⎝⎝ A f yd ⎟⎠ = 0,88 + 28,24 ⎜⎜ 49,7 × 35 ⎟⎟ = 2,192cm
⎜⎜⎝ 49,7 × 35 ⎟⎟⎠
p f
Aaw
aw f yd ⎠
⎝ 1,1
1,1 ⎠
onde, y
onde, y p é a posição da linha neutra plástica (LNP) na seção
p é a posição da linha neutra plástica (LNP) na seção de
de aço.
aço.

yyt =
= 12,17cm
12,17cm
t
yyc =
= 0,672cm
0,672cm
c

O
O momento
momento fletor fletor resistente
resistente de de cálculo
cálculo será:
será:
⎡⎡ ⎛ tt c ⎤
M dc = β
dc
M Rd = β vm ⎢C C ad (
( dd −
− yyt −
− yyc )) +
+ C
C ⎛ c+ + hh f +
+ dd −
− yyt ⎞⎞ ⎤⎥
Rd vm ⎢⎣⎣ ad t c
cd
cd ⎝
⎝ 22 f t ⎥⎠
⎠ ⎦⎦
⎡ ⎛ 7,5 ⎞⎤
dc = 0,85 ⎡ 353,5 ( 30 − 12,168 − 0,672 ) + 1434,38 ⎛ 7,5 + 7,5 + 30 − 12,168⎞ ⎤
dc
M = ⎢ ( − − ) + + + −
M Rd
Rd 0,85 ⎢⎣⎣ 353,5 30 12,168 0,672 1434,38 ⎝
⎝ 22
7,5 30 12,168⎠⎠ ⎥⎥⎦

dc = 40613,40kNcm
dc
M
M = 40613,40kNcm
Rd
Rd
M Sddcdc
dc = 30800kNcm → M Sd = 0,76 →
dc
M Ok!
Sd = 30800kNcm → M dc = 0,76
M Sd → Ok!
dc
M Rd
Rd

286
onde, y p é a posição da linha neutra plástica (LNP) na seção de aço.

yt = 12,17cm
yc = 0,672cm

O momento fletor resistente de cálculo será:


⎡ t ⎤
M Rddc = βvm ⎢C ad ( d − yt − yc ) + C cd ⎛ c + h f + d − yt ⎞ ⎥
⎣ ⎝ 2 ⎠ ⎦
⎡ 7,5 ⎤
M Rddc = 0,85 ⎢353,5 ( 30 − 12,168 − 0,672 ) + 1434,38 ⎛ + 7,5 + 30 − 12,168⎞ ⎥
⎣ ⎝ 2 ⎠ ⎦
M Rd = 40613,40kNcm
dc

M Sddc
M = 30800kNcm →
dc
Sd = 0,76 → Ok!
M Rddc
Como a viga mista passou com folga nas verificações para interação completa, é possível encontrar uma
solução mais econômica reduzindo o grau de interação, conforme mostrado a seguir.

- Verificação da viga mista considerando interação parcial:

Grau de interação mínimo:


Grau de interação mínimo:
Grau de interação mínimo:
E ηii = 1− E ( 0,75 − 0,03Lee ) ≥ 0,40 para Lee ≤ 25m
ηi = 1−
578 f y
(0,75 − 0,03L
578e ) f≥yy 0,40 para Le ≤ 25m

20000
20000 ηii = 1− ( 0,75 − 0,03 × 630) = 0,445 ≥ 0,40
ηi = 1− ( 0,75 − 0,03
578××630 35 ) = 0,445 ≥ 0,40
578 × 35
Lembrando que Fhd é igual ao menor entre A f e 0,85 f cdcd bt cc :
Lembrando que Fhd é igual ao menorhdentre Aa f yd e 0,85 f cd bt c : aa ydyd
∴ Fhd = 1434,38kN
∴ Fhd = 1434,38kN hd
Número mínimo de conectores:
Número mínimo de conectores:
η Fhd 0,445 × 1434,38
ηi Fhd 0,445 = ii hd
× 1434,38
ncscs ,min = =9
ncs ,min = = ,min
Q Rd = 9 70,96
Q Rd 70,96 Rd
Número de conectores a ser utilizado na interação parcial:
Número de conectores a ser utilizado na interação parcial:
n = 15 conectores

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


ncs = 15 conectores cscs
Q Rd = 70,96kN
Q Rd = 70,96kN Rd

C cdcd = ∑ Q Rd = 15 × 70,96 = 1064,40kN


C cd = ∑ Q Rd = 15 × 70,96 = 1064,40kN
Rd

Para que
Para que aa viga
viga mista
mista seja
seja considerada
consideradacom cominteração
interaçãoparcial, deve
parcial, serser
deve respeitada a seguinte
respeitada a condição:
Para que a viga mista seja considerada com interação parcial, deve ser respeitada a
∑∑ ∑
seguinte condição: Q Rd ≤ Aaa f ydyd e Q Rd ≤ 0,85 f cdcd bt cc

seguinte condição: Q Rd ≤ Aa f yd e Q RdRd ≤ 0,85 f cd bt c Rd
Dessa forma, o grau de interação alcançado ao se utilizar 15 conectores de cisalhamento é
Dessa forma, o grauDessa forma, oalcançado
de interação grau de interação alcançado
ao se utilizar ao se utilizar
15 conectores 15 conectores
de cisalhamento é de cisalhamento é de:
de:
de: 15 × 70,96
15 × 70,96 ηii = = 0,74 (74%)
ηi = = 0,74 (74%)
1434,38
1434,38 287
Número de canaletas entre os pontos de momento máximo e de momento nulo:
Número de canaletas entre os pontos de momento máximo e de momento nulo:
6300 / 2
Le / 2 ncan = / 2Lee / 2
6300 = = 11,5 → 11 canaletas
ncan = =can = 11,5
l (canaleta−MF 75)
→ 11
274 canaletas
l (canaleta−MF 75) 274(canaleta−MF 75)
seguinte condição: ∑ QQ ≤ Aaa f ydyd e ∑ Q Rd ≤ 0,85 f cd bt c
∑ ≤ Aa f yd e ∑ QRdRd ≤ 0,85 fcdcd btcc
Rd
Rd
seguinte condição: Rd

Dessa
Dessa forma,
forma, oo grau grau de
de interação
interação alcançado
alcançado ao
ao se
se utilizar
utilizar 15
15 conectores
conectores de
de cisalhamento
cisalhamento éé
Dessa
de: forma, o grau de interação alcançado ao se utilizar 15 conectores de cisalhamento é
de:
de: 15 × 70,96
η 15 × 70,96 = 0,74 (74%)
ηii == 15 × 70,96 = 0,74 (74%)
1434,38
ηi = 1434,38 = 0,74 (74%)
1434,38
Número de canaletas entre os pontos de momento máximo e de momento nulo:
Número
Número de de canaletas
canaletas entre
entre os
os pontos
pontos de
de momento
momento máximo
máximo ee dede momento
momento nulo:
nulo:
Número de canaletas
Le // 22 entre os
6300 // 2
2 pontos de momento máximo e de momento nulo:
= L 6300
n
ncan = l Lee / 2 = = 6300
274 / 2== 11,5
11,5 → → 11 11 canaletas
canaletas
ncan
can = l (canaleta−MF 75) = 274 = 11,5 → 11 canaletas
l(canaleta−MF 75)
(canaleta−MF 75) 274
Sendo assim,
Sendo assim, deve-se
assim, deve-se distribuir
deve-se distribuir15
distribuir 15conectores
15 conectoresde
conectores decisalhamento
de cisalhamentoem
cisalhamento em11
em 1111canaletas
canaletasde
canaletas dedemodo
modo que o grau de
modo
Sendo assim, =deve-se distribuir 15 conectores de cisalhamento em 11 canaletas de modo
interação
que
que grauηde
oo grau de
i
0,74 seja
interação
interação alcançado.
η
ηi =
= 0,74
0,74 seja
seja alcançado.
alcançado.
que o grau de interação ηii = 0,74 seja alcançado.
Resistência de uma canaleta com 1 conector:
Resistência
Resistência de de uma uma canaleta
canaleta com
com 11 conector:
conector:
Resistência R R deA umaf canaleta com× 12,85
conector:
R =
R gg R pp Acscs f ucs
ucs
= 1,0 × 0,75 × 2,85 ×
1,0 × 0,75 × 41,50
41,50 = 70,96kN
RCC ,1cs = R R A f = 1,0 × 0,75 × 2,85 × 41,50 = 70,96kN
RC ,1cs =
,1cs g
γ p
γ cscs
cs ucs
= 1,25
1,25 = 70,96kN
γ cs 1,25
Resistência
Resistênciade
Resistência deuma
de umacanaleta
uma canaletacom
canaleta com222conectores:
com conectores:
conectores:
Resistência de uma
0,85 canaleta
× ×com 2×conectores:
0,85 × 0,75 × 2,85 × 41,50
0,75 2,85 41,50 60,32kN
conector
conector forte: × 2,85 × 41,50 =
forte: 0,85 × 0,751,25 = 60,32kN
conector forte: 1,25 = 60,32kN
0,85 × 0,60 1,25
× 2,85 × 41,50
fraco: 0,85
conector fraco: × 0,60 × 2,85 × 41,50 = 48,25kN
conector × 2,85 × 41,50 = 48,25kN
0,85 × 0,601,25
conector fraco: 1,25 = 48,25kN
1,25
RC ,2cs = 60,32 + 48,25 = 108,57kN
RC ,2cs = 60,32 + 48,25 = 108,57kN
RC ,2cs = 60,32 + 48,25 = 108,57kN
Força a ser resistida pelos conectores de cisalhamento:
Força
Força
ηi Fhd =ser
a 0,74 resistida
× 1434,38kN pelos conectores
= 1061,44kN de cisalhamento:
Força a ser resistida
ηi Fhd = 0,74 × 1434,38kN = 1061,44kNpelos conectores de cisalhamento:
11R + N ( R
ηi Fhd = 0,74 × 1434,38kN = 1061,44kN − R ) ≥ η F
+ N C ,2cs ( RC ,2cs − RC ,1cs ) ≥ ηi Fhd
C ,1cs C ,2cs C ,2cs C ,1cs i hd
11R
11×CC,1cs
11R 70,96 + N RC(,2cs
,1cs + N C ,2cs C(,2cs
108,57 ≥ ηi F)hd≥ 1061,44kN
− RC ,1cs−)70,96
11× 70,96 +
≥ 7,5+ N N (108,57
→C ,2csN(C108,57 − 70,96 ) ≥ 1061,44kN
N C ,2cs70,96
11× ,2cs = 8 − 70,96 ) ≥ 1061,44kN
N C ,2cs ≥ 7,5 → N C ,2cs = 8
C ,2cs
N C ,2cs ≥ 7,5 → N C ,2cs = 8
Resistência total das canaletas:
Resistência
RTot = 3RC ,1cstotal + 8R das canaletas:
C ,2cs = 3 × 70,76 + 8 × 108,57 = 1081,46kN ≥ 1061,44kN → Ok!
Resistência
RTot = 3RC ,1cs + 8RC ,2cs canaletas:
total das = 3 × 70,76 + 8 × 108,57 = 1081,46kN ≥ 1061,44kN → Ok!
RTot = 3RC ,1cs + 8RC ,2cs = 3 × 70,76 + 8 × 108,57 = 1081,46kN ≥ 1061,44kN → Ok!
Conforme exposto, para que a força ηiFhd entre o componente de aço e a laje de concreto
Conforme
seja transmitida, exposto, sãopara que a força
necessários ηiFhd entrede
19 conectores o componente
cisalhamentodedistribuídos
aço e a lajeem de 11
concreto
Conforme exposto, para que
que aa força
força ηηiFiFhdhdentre
entre oocomponente de aço eeaalaje dedeconcreto seja transmitida,
seja transmitida, são
canaletas, sendo 8 canaletas com 2 necessários 19 conectores (1 na posição forte e 1 na posição concreto
de componente
cisalhamento de aço
distribuídos laje
em 11fraca) e 3
são
seja necessáriossendo119
transmitida, sãoconectores
necessários de 19
2cisalhamento
conectores distribuídos
posiçãoem 11ecanaletas, sendo 8 canaletas com 2 co-
canaletas,
canaletas com 8conector
canaletas nacom posição forte. (1dena
conectores cisalhamento
fortedistribuídos em
1 na posição 11
fraca) e3
nectores
canaletas,com
canaletas (1 na
sendo posição
8 canaletas
1 conector forte
nacome 1 na posição
2 conectores
posição fraca) e 3 canaletas com 1 conector
forte. (1 na posição forte e na posição fraca) e 3 na posição forte.
canaletas com 1 conector na posição forte.
Grau de interação alcançado:
Grau de interação alcançado:
Grau Rde interação 1081,46 alcançado:
ηi = R = 1081,46 = 0,754
Tot

ηi = RFTothd = 1434,38
1081,46 = 0,754
ηi = FhdTot = 1434,38 = 0,754
Fhd 1434,38

288
- Momento fletor resistente de cálculo da viga mista (depois da cura):

∑Q Rd = ηi Fhd = 1081,46kN ⎫ ∑Q < A f Rd a yd



Aa f yd = 2141,40kN ⎬ ∑ Q < 0,85 f
Rd cd bt c
0,85 f cd bt c = 1434,38kN ⎪
⎭ Interação parcial → Ok!

C cd = ∑ Q Rd = 1081,46kN
C ad = 529,95kN
Tad = C cd + C ad = 1611,41kN

Como C ad > Aaf f yd , a linha neutra cai na alma do perfil.


y p = 5,34cm
C cd
a= = 5,655cm
0,85 f cd b

Assim,
dc
M Rd = 36954,68kNcm

M Sddc
M Sddc = 30800kNcm → = 0,83 → Ok!
M Rddc

Verificação quanto à Limitação de Tensão (validade da análise elástica):


(itens O.2.3.2 e O.1.2.3-2°§ da ABNT NBR 8800:2008)

Para seção compacta:

⎛M ⎞ ⎛ M ⎞ ⎛ M′ ⎞
σ = ⎜ Ga ,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ ≤ f y
⎝ Wa ⎠ ⎝ Wef ⎠ ⎝ Wef′ ⎠

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


MGa ,Sn = 1,0MCP 3 = 8960,62kNcm
M L,CD = (1− ψ 2 ) M SC 1 = 0,4 ×10630 = 4252,00kNcm
′ = 1,0M SnCP1 + 1,0MCP 2 + ψ 2 M SC 1 = 1,0 × 2130 + 1,0 × 2130 + 0,6 × 10630 = 10638,00kNcm
M L,Sn

OBS.: Resultados obtidos da viga semicontínua.

289
- Propriedades da seção mista:

Sem os efeitos de longa duração (αE):


II aa = I a = 7035,35cm
= 7035,35cm
44 4
II ef = I ef = 33775,40cm
33775,40cm 44 4
7035,35cm ef = 33775,40cm

II trtr = I tr = 37831cm
= 37831cm
37831cm
44 4
Wef =
W Wef = 1085,10cm
= 1085,10cm
1085,10cm
44 4
ef

Com os efeitos de longa duração (αE / 3):


II a = I a = 7035,35cm
= 7035,35cm
7035,35cm
44 4
II ef′′ = I ef′ = 22624,40cm
= 22624,40cm
22624,40cm
44 4
a ef

II trtr′′ = I tr′ = 24988,80cm


= 24988,80cm
24988,80cm
44 4
Wefef′′ =
W Wef′ = 926,20cm
= 926,20cm
926,20cm
33 3

Com
Com isso, Com
isso, isso, calcula-se
calcula-se
calcula-se tensãoa atuante
aa tensão tensão atuante
atuante na fibrana
na fibra fibra inferior
inferior
inferior do perfildode
do perfil deperfil
aço: de aço:
aço:
⎛⎛ 8960,62⎛ 8960,62
⎛⎛ 4252⎞ ⎛ ⎞⎞4252 ⎞ ⎛ ⎞⎞10638 ⎞
⎛⎛ 10638
σ
σ== ⎜⎝⎜ σ456 = ⎜ ⎞⎞⎟ +
8960,62
+ ⎜
4252
⎟ +⎜ ⎟ + + ⎜
10638
⎟⎠ + ⎜⎝ ⎟⎟ =
= ⎟⎠ = 35,05kN/cm
35,05kN/cm
35,05kN/cm
22 2
⎝ ⎟
⎠ 456
⎝ 456 ⎠ ⎝ 1085,10 ⎜
⎝ ⎠ ⎝ ⎟
⎠ ⎜

1085,10 ⎠
926,20
1085,10 ⎠ ⎝ 926,20926,20 ⎠

σ
σ = 35,05σ 35,05
35,05
= == 1,00
1,00 = → →
1,00 Ok! Ok!
ff y f y = 35,0
35,0
35,0
→ Ok!
y

- Esforço cortante resistente de cálculo:


(item 5.4.3.2 da ABNT NBR 8800:2008)

he 300 − 6 × 8,8
λ= = = 28,10
t 8,8
5 × 20000
λ p = 1,10 = 58,80
35
V pℓ
Como λ ≤ λ p , VRd =
γ a1
0,60Aw f y 1,20he tf y
V Rd = = = 830,60kN
γ a1 γ a1
V
VSd = 210,20kN → Sd = 0,253 → Ok!
V Rd

- Momento fletor resistente de cálculo da viga de aço isolada (antes da cura):


(item G.1.1 da ABNT NBR 8800:2008)

Flambagem local da mesa:

be = 100 − 6t = 47,2mm
b 47,2
λ= e = = 5,36
t 8,8
E 20000
λ p = 1,12 = 1,12 = 26, 77
fy 35
290
Como λ ≤ λ p :
M pl Zx f y 1,50W x f y
M Rd = = ≤
γ a1 γ a1 γ a1
594 × 35 1,50 × 456 × 35
M Rd = = 18900kNcm ≤ = 21763,64kNcm → Ok !
be = 100 − 6t = 47,2mm
b 47,2
λ= e = = 5,36
t 8,8
E 20000
λ p = 1,12 = 1,12 = 26, 77
fy 35

be = 100λ −≤6tλ p=: 47,2mm


Como
be M47,2 Z x f y 1,50W x f y
λ
M=Rd t= = 8,8= = 5,36≤
pl

γ a1 γ a1 γ a1
594 ×E 35 20000 1,50 × 456 × 35
λMp Rd= 1,12
= = 1,12
= 18900kNcm= ≤26, 77 = 21763,64kNcm → Ok !
fy
1,1 35 1,1
M Rd = 18900,00kNcm
Como λ ≤ λ p :
M pl Z x f y 1,50W x f y
M Rd =
Flambagem = da alma:
local ≤
γ a1 γ a1 γ a1
hMe =
Rd =
6t =×247,2mm
h −594 35
= 18900kNcm ≤
1,50 × 456 × 35
= 21763,64kNcm → Ok !
1,1
he 247,2 1,1
λM=Rd = 18900,00kNcm
= = 28,09
t 8,8
E 20000
λ p = 2,42 = 2,42 = 57,85
f
Flambagem local da alma:
y 35

he = h −λ6t≤ =λ p247,2mm
Como :
he M247,2 Z x f y 1,50W x f y
λM=Rd t= = 8,8
pl
= = 28,09 ≤
γ a1 γ a1 γ a1
E 20000
λMp Rd= = 19318,40kNcm
2,42 = 2,42 = 57,85
fy 35
Assim,
Como
ac
M Rd λ ≤ λp :
= 18900,00kNcm
M Sdac M 15147 Z x f y 1,50W x f y
M Rdac == = = 0,80≤ → Ok!
pl

M Rd 18900 γ a1 γ a1 γ a1
M = 19318,40kNcm
L 900
δ limRd= = = 2,57cm = 25,7mm
350 350
Assim,
- Verificação dos deslocamentos (flechas):
M Rd
(item
ac
=O.1.2
18900,00kNcm
e Anexo C da ABNT NBR 8800:2008)

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


ac
M Sd 15147
Flecha =limite: = 0,80 → Ok!
M Rdac 18900
L 900
δ lim = = = 2,57cm = 25,7mm
350 350

Combinação Quase-Permanente:
(Deslocamentos que podem afetar a aparência da edificação)

δ max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim

δ 1 = δ 1,AC + δ 1,DC = 5,53 + 0,49 = 6,02cm = 60,2mm


291

δ 2 = δ 2 ′′ − δ 2 ′ = 0,73 − 0,49 = 0,24cm = 2,4mm

δ 3 = 1,09cm = 10,9mm
δ max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim

δ 1 = δ 1,AC + δ 1,DC = 5,53 + 0,49 = 6,02cm = 60,2mm

δδ max
2 ==δ 2δ′′1 −+ δδ 22′+=δ0,73 − 0,49 = 0,24cm = 2,4mm
3 − δ 0 ≤ δ lim

δδ 13 == δ1,09cm = 10,9mm
1,AC + δ 1,DC = 5,53 + 0,49 = 6,02cm = 60,2mm

δ max = δ 1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 = 6,02 + 0,24 + 1,09 − 5,0 = 2,35cm = 23,5mm


δ 2 = δ 2 ′′ − δ 2 ′ = 0,73 − 0,49 = 0,24cm = 2,4mm

δ⎛ 3δ = ⎞
1,09cm = 10,9mm
2,35
max
⎜⎝ δ ⎟⎠ = = 0,91 → Ok !
lim QP 2,57
δ max = δ 1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 = 6,02 + 0,24 + 1,09 − 5,0 = 2,35cm = 23,5mm
OBS: observar que a contra flecha aplicada é de 85% do valor dos deslocamentos antes do endurecimento
do concreto.
⎛δ ⎞ 2,35
= δ⎟2 + δ=3 ≤ δ lim= 0,91 → Ok !
δ⎜ A max
⎝ δ lim ⎠ QP 2,57
Combinação
δ 2 = δ 1,DC Rara:= 0,24cm = 2,4mm
′ − δ1,DC
(Deslocamentos que podem provocar danos aos elementos construtivos não estruturais)
δ = δ ′ + δ ′′ = 0,49 + 1,09 = 1,58cm = 15,8mm
δ 3A = δ32 + δ33 ≤ δ lim
δ = δ 2 + δ 3 = 0,24 + 1,58 = 1,82cm = 18,2mm
δ 2A = δ 1,DC
′ − δ1,DC = 0,24cm = 2,4mm

δ⎛ 3δ=A δ⎞3′ + δ=3′′ =1,82


0,49=+0,71
1,09 =→ Ok!= 15,8mm
1,58cm
⎜⎝ δ ⎟⎠ 2,57
lim Rara

δ A = δ 2 + δ 3 = 0,24 + 1,58 = 1,82cm = 18,2mm

⎛ δA ⎞ 1,82
⎜⎝ δ ⎟⎠ = = 0,71 → Ok!
lim Rara 2,57

EXEMPLO 3
Dimensionar a viga V3 com treliça mista utilizando perfis tubulares.

Considere as seguintes ações atuantes:

CP1 = 1,0kN/m 2 SC1 = 5,0kN/m 2


CP2 = 1,0kN/m 2 SC 2 = 1,0kN/m 2

CP3 = p.p. da laje de concreto + p.p. da estrutura metálica

MF-75 ( t = 0,80mm ); t c = 75mm ; hF = 75mm


Concreto de densidade normal: ρ ck = 2400kg/m 3 ( f ck = 20MPa)
292
⎛0,075
p.p. da laje de concreto: 2400. + 0,075⎞ = 270kg/m 2
⎝ 2 ⎠
p.p. da estrutura metálica: 25kg/m 2
∴CP3 = 270 + 25 = 295kg/m 2 = 2,95kN/m 2
CP1 = 1,0kN/m 2 SC1 = 5,0kN/m 2
Disposição do concreto na laje – obtenção do peso próprio.
CP2 = 1,0kN/m 2 SC 2 = 1,0kN/m 2

CP3 = p.p. da laje de concreto + p.p. da estrutura metálica

MF-75 ( t = 0,80mm ); t c = 75mm ; hF = 75mm


Concreto de densidade normal: ρ ck = 2400kg/m 3 ( f ck = 20MPa)
⎛0,075
p.p. da laje de concreto: 2400. + 0,075⎞ = 270kg/m 2
⎝ 2 ⎠
2
p.p. da estrutura metálica: 25kg/m
∴CP3 = 270 + 25 = 295kg/m 2 = 2,95kN/m 2

Área de influência:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos

Área de influência dos nós da treliça. 293


Cargas distribuídas uniformemente nas vigas:

CP1 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m


CP2 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m
CP3 = 2,95kN/m 2 .3,0m = 8,85kN/m
SC1 = 5,0kN/m.3,0m = 15,0kN/m
SC 2 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m

Cargas aplicadas em cada nó da treliça:


L = 18000mm
L 18000 Viga adjacente 1
h≅ = = 1200mm
15 15

Sd = 1,5 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,5 ( 27 + 27 + 135) + 1,35.79,65 = 391kN


Viga adjacente 2
5.S 5.391
Rd = d = = 977,5kN
2 2
M Sd = Rd .9 − Sd .6 − Sd .3 = Rd .9 − Sd .9 = 977,5.9 + 391.9 = 5278,5kN.m
Vigas adjacentes aos nós da treliça
Largura efetiva:
Cargas nos nós da treliça.

⎧ 1 L = 1 18000 = 2250mm = 225cm


Tipo de carregamento
⎪8 8 (q) (kN/m) Vão (L/2) (m) R1 (kN) R2 (kN) RTot (kN)
b ′ = menor ⎨ ∴ b ′ = 225cm
⎪ 1CP = 3,0
9000 = 4500mm = 450cm
1
4,5 13,5 13,5 27,0
⎪⎩ 2CP = 3,0 4,5 13,5 13,5 27,0
22
bef 1==21,0kN/m
CP b ′ = 2.225 =
.3,0m
CP3 = 8,85 =
450cm3,0kN/m 4,5 39,825 39,825 79,65
CP2 = 1,0kN/m 2
= 15,0= 3,0kN/m
SC1.3,0m 4,5 67,5 67,5 135,0
CP3 = 2,95kN/m SC22 =.3,0m
3,0 = 8,85kN/m 4,5 13,5 13,5 27,0
SC1 = 5,0kN/m.3,0m = 15,0kN/m
Sendo RTot = R1 + R2, a carga total em cada nó da treliça para cada tipo de carregamento.
SC 2 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m
Características da treliça:

L = 18000mm
L 18000
h≅ = = 1200mm
294 15 15

Sd = 1,5 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,5 ( 27 + 27 + 135) + 1,35.79,65 = 391kN


5.Sd 5.391
Rd = = = 977,5kN
2 2
CP1 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m
Momento fletor solicitante de cálculo:
CP2 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m
CP3 = 2,95kN/m 2 .3,0m = 8,85kN/m
SC1 = 5,0kN/m.3,0m = 15,0kN/m
SC 2 = 1,0kN/m 2 .3,0m = 3,0kN/m

L = 18000mm
L 18000
h≅ = = 1200mm
15 15

Sd = 1,5 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,5 ( 27 + 27 + 135) + 1,35.79,65 = 391kN


5.Sd 5.391
Rd = = = 977,5kN
2 2
M Sd = Rd .9 − Sd .6 − Sd .3 = Rd .9 − Sd .9 = 977,5.9 + 391.9 = 5278,5kN.m

Largura efetiva:

⎧ 1 L = 1 18000 = 2250mm = 225cm


⎪8 8
b ′ = menor ⎨ ∴ b ′ = 225cm
⎪ 1 9000 = 4500mm = 450cm
⎪⎩ 2
bef = 2b ′ = 2.225 = 450cm

- Momento fletor resistente de cálculo:

Chama-se a atenção nesta etapa do dimensionamento da treliça para o fato de que no banzo superior sem-
pre haverá alguma excentricidade, a depender da locação da linha de trabalho. Se esta for coincidente com

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


o eixo do perfil de aço, haverá excentricidade em relação à seção efetiva da laje de concreto na fase final
(após o endurecimento do concreto); se for coincidente com a seção efetiva da laje de concreto, haverá
excentricidade em relação ao perfil de aço, na fase inicial (antes do endurecimento do concreto). Para pro-
jeto, recomenda-se sempre a segunda opção, para evitar complicações de cálculo na seção efetiva da laje.

M Rd = Tad d 2
Tad = Abi f yd
d 2 = d1 + h 2 + hF + t c − a 2

295
Propriedades geométricas do perfil de aço adotado para o banzo superior:

Tubo Estrutural V&M 250x250x10 mm

Comprimento: L = 18000 mm

Altura: h = 250 mm

Largura: b = 250 mm

Espessura: t = 10,0 mm

Massa por metro: P = 74,5 kg/m

Área da seção: Aa = 94,9 cm2

Momento de Inércia: Ia = 9060 cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 724 cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 851 cm3

Constante de torção: J= 14110 cm4

Propriedades geométricas do perfil de aço adotado para o banzo inferior:

Tubo Estrutural V&M 350x250x11 mm

Comprimento: L = 18000 mm

Altura: h = 350 mm

Largura: b = 250 mm
Espessura: t = 11,0 mm

Massa por metro: P = 98,8 kg/m

Área da seção: Aa = 126,0 cm2

Momento de Inércia: Ia = 21860 cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 1250 cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 1500 cm3

296
Propriedades geométricas do perfil de aço adotado para as diagonais:

Tubo Estrutural V&M 152,4x12,5 mm

Altura: h = 152,4 mm

Largura: b = 152,4 mm

Espessura: t = 12,5 mm

Massa por metro: P = 43,1 kg/m

Área da seção: Aa = 54,9 cm2

Momento de Inércia: Ia = 1350 cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 178 cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 245 cm3

35
Tad = 126. = 4009kN
1,1
2,0
0,85 f cd bt c = 0,85. .450.7,5 = 4098kN
1,4
∴085 f cd bt c >Tad → LNP na laje de concreto
Tad 4009
a= = ≅ 7,3cm
0,85 f cd b 0,85. 2,0 .450
1,4

- Cálculo da excentricidade (e):

h a 250 73
e= + hF + t c − = + 75 + 75 − = 238,5mm = 23,85cm
2 2 2 2

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


25 7,3
d 2 = 120 + + 7,5 + 7,5 − = 143,85cm
2 2
M Rd = 4009.1,43 = 5732,8kN.m
M Sd 5278,5
∴ = = 0,92
M Rd 5732,8

Excentricidade em relação ao perfil de aço – fase inicial

297
- Cálculo da excentricidade (e):

h a 250 73
e= + hF + t c − = + 75 + 75 − = 238,5mm = 23,85cm
2 2 2 2

25 7,3
d 2 = 120 + + 7,5 + 7,5 − = 143,85cm
2 2
M Rd = 4009.1,43 = 5732,8kN.m
M Sd 5278,5
∴ = = 0,92
M Rd 5732,8

- Verificação do banzo superior:

Devido à presença da excentricidade, ocasionada pelo estabelecimento da linha de trabalho na seção efe-
tiva de concreto, o banzo superior está sujeito à flexo-compressão.

Treliça com excentricidade – ligação com afastamento

Combinações de ações:

Os esforços solicitantes de cálculo nas barras da treliça foram obtidos por meio de combinações últimas
das ações de construção para a fase inicial (antes do endurecimento do concreto) e por meio de combina-
ções últimas das ações normais para a fase final (após o endurecimento do concreto).

( )
m

( )
n
Fd = ∑ γ gi FGi ,k + γ q1FQ 1,k + ∑ γ qjψ oj ,ef FQj ,k (combinação última de consrução)
i=1 j=2

( ) ( )
m n
Fd = ∑ γ gi FGi,k + γ q1 FQ1,k + ∑ γ qjψ oj FQj,k (combinação última normal)
i=1 j=2

Esforços solicitantes de cálculo (fase inicial):


⎧ N Sd ,max = 1356kN (compressão)

⎩ M Sd ,max = 98kN.m (momento fletor devido à excentricidade)

Comprimento L considerado no comprimento de flambagem KL:

Lx = 300cm (travado pelas vigas secundárias fora do plano)


Ly = 300cm (travado pelas diagonais no plano)
Lb = 300cm (travado pelas vigas secundárias fora do plano)
298

χQAg f y
N c ,Rd =
γ a1
π 2 EI π 2 .20000.9060
⎩ M Sd ,max = 98kN.m (momento fletor devido à excentricidade)

Comprimento L considerado no comprimento de flambagem KL:

Lx = 300cm (travado pelas vigas secundárias fora do plano)


OBS: nas treliças formadas apenas por perfis tubulares, mesmo com a consideração de que os nós sejam
Ly = 300cm (travado pelas diagonais no plano)
rotulados, o comprimento de flambagem dos banzos pode ser tomado igual a 0,9L, onde L é o compri-
Lb = 300cm
mento (travado
da barra pelas
medido vigas
entre nóssecundárias
no plano efora do plano) entre duas contenções laterais fora do plano.
o comprimento

Força axial de compressão resistente de cálculo (Nc,Rd):

χQAg f y
N c ,Rd =
γ a1
π 2 EI π 2 .20000.9060
Ne = = = 24531kN
( kL )2 ( 0,9.300 )2
b ( 250 − 6.10 )
λ= = = 19,0
t 10
b E 20000
λlim = ⎛ ⎞ = 1,40 = 1,40 = 33,47
⎝ t ⎠ lim fy 35
λ ≤ λlim → Q = 1,0
QAg f y 1,0.94,9.35
λ0 = = = 0,368
Ne 24531
2 2
λ0 ≤ 1,5 → χ = 0,658λ0 = 0,6580,368 = 0,94

1
χ= = 0,995
(1+ λ ) 4,48 1 2,24
0

0,995.1,0.94,9.35
N c ,Rd = = 3004kN
1,1
N c ,Sd 1356
∴ = = o,45 (Ok)
N c ,SRd 3004

Momento fletor resistente (MRd):

Flambagem Lateral por Torção

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Lb 300
λ= = = 30,7
ry 9,77
0,13.E 0,13.20000
λp = J .A = 14110.94,9 = 101,01
M pl 851.35
∴ λ ≤ λ p → elemento compacto → cálculo plástico
M pl Zf y 851.35
M Rd = = = = 27077kN.cm
γ a1 γ a1 1,1

Flambagem Local da Mesa 299

b ( 250 − 6.10 )
λ= = = 19,0
t 10
E 20000
λ p = 1,12 = 1,12 = 26,77
∴ λ ≤ λ p → elemento compacto → cálculo plástico
M pl Zf y 851.35
M Rd = = = = 27077kN.cm
γ a1 γ a1 1,1

Flambagem Local da
Flambagem Local da Mesa
Mesa

b ( 250 − 6.10 )
λ= = = 19,0
t 10
E 20000
λ p = 1,12 = 1,12 = 26,77
fy 35
L 300
λλ
∴ = ≤bλ= → elemento
= 30,7 compacto → cálculo plástico
ry 9,77
p

M pl Zf y 851.35
M Rd= =0,13.E = J .A == 0,13.20000
λ = 27077kN.cm
14110.94,9 = 101,01
p
Mγ a1 γ a1 1,1
851.35
pl

∴ λ ≤ λ p →Local
Flambagem elemento compacto → cálculo plástico
da Alma
M pl Zf y 851.35
M Rd h= ( 250
= − 6.10
=) = 27077kN.cm
λ = =γ a1 γ a1 =1,1
19,0
tw 10
E 20000
λ p = 2,42 Local
Flambagem = 2,42
da Mesa = 57,85
fy 35
∴λ ≤ b λ p(→ − 6.10 ) compacto → cálculo plástico
250elemento
λ= = = 19,0
t M pl 10 Zf y 851.35
M Rd = = = = 27077kN.cm
γ a1 E γ a1 1,1
20000
λ p = 1,12 = 1,12 = 26,77
fy 35
Sendo assim, M Rd = 27077kN.cm
∴ λM≤ λ p →9800 elemento compacto → cálculo plástico
∴ Sd
= = 0,36
M Rd M 27077
pl Zf y 851.35
M Rd = = = = 27077kN.cm
γ a1 γ a1 1,1
Inequação deLocal
Flambagem interação:
da Alma

N Sd h ( 250 N
− 6.10 )8 M Sd
λN= ≥ 0,2
= → N + 9=M19,0≤ 1,0
Sd

Rd t 10Rd Rd
w
1356 8 9800
+ . E = 0,7720000
≤ 1,0 (ok)
λ3004
p = 2,42 = 2,42
9 27007 = 57,85
fy 35
∴ λo ≤perfil
λp → elemento
adotado aos esforços→
resistecompacto cálculo plástico
solicitantes de cálculo para a fase inicial (antes do endurecimento do concreto).
M pl Zf y 851.35
M Rd = = = = 27077kN.cm
γ γ 1,1
- Verificação
a1 das diagonais:
a1

Sendo M Rda =força


assim, que
Recomenda-se 27077kN.cm
cortante solicitante de cálculo para dimensionamento de quaisquer diagonais não seja
inferior
M Sd a 25% da maior força cortante solicitante de cálculo.
9800
∴ = = 0,36
M Rd solicitantes
Esforços 27077 de cálculo (fase final):

300
Inequação de interação:

N Sd N 8 M Sd
≥ 0,2 → Sd + ≤ 1,0
N Rd N Rd 9 M Rd
1356 8 9800
⎧ N t ,Sd = 1638kN (tração)

⎩ N c ,Sd = 1532kN (compressão)
⎧ N t ,Sd = 1638kN (tração)
⎨Comprimento de flambagem KL:
⎩ N c ,Sd = 1532kN (compressão)
⎧Se• as
0,90L para βforem
diagonais > 0,60
ligadas aos banzos por meio de solda, em todo o seu perímetro, o comprimento de
⎨flambagem dessas barras, no plano e fora do plano, pode ser tomado igual a:
⎩• 0,75L para β ≤ 0,60
⎧• 0,90L para β > 0,60

⎩• 0,75L para β ≤ 0,60
d1 + d 2
Para
Ondeligações entre nós e β éβum
K com afastamento→
L é a distância = parâmetro
2b que depende do tipo de ligação, definido a seguir.
0

d +d
0,4 ≤ 1 2 ≤ 0,8 d +d
2b0 K com afastamento→ β = 1 2
Para ligações
2b0
Para o dexemplo
+ d em questão tem-se que:
0,4 ≤ 1 2 ≤ 0,8
⎧ N t ,Sd =2b1638kN
0
(tração)

Banzo superior: b = 250mm
⎩ N c ,Sd = 1532kN0 (compressão)
Para o exemplo
Diagonais: d1 = em
d 2 =questão
152,4mmtem-se que:
(152,4 + 152,4)
β = superior: b0 = 250mm
Banzo = 0,6096
2.250
Diagonais: d1 = βd 2>=0,60
⎧• 0,90L para 152,4mm
⎨ (152,4 + 152,4 )
β⎩•= 0,75L para β ≤ 0,60
= 0,6096
Banzo 2.250 b0 = 250mm
inferior:
Diagonais: d1 = d 2 = 152,4mm
Ligação K com afastamento.
(152,4 + 152,4)
β = inferior: b0 = 250mm
Banzo = 0,6096
2.250 d +d
Diagonais: d1K= com
Para ligações d 2 = afastamento→
152,4mm β= 1 2
2b0

(152,4 + 152,4 )
= =d0,90L
β KL + d2 = 0,6096
0,4 ≤ 1 2.250 ≤ 0,8
2b0

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Força
∴ KLo=axial de tração resistente de cálculo (Nt,Rd):
0,90L
Para exemplo em questão tem-se que:
D
Banzo≤ 50superior: b = 250mm
t
Força axial de tração 0
resistente de cálculo (Nt,Rd):
Diagonais: d1 = d 2 = 152,4mm
152,4
D (152,4 = 12,19 ≤ 50 → (Ok!)
12,5
≤ 50 + 152,4 )
βt = = 0,6096
Ag2.250
f y 54,9.35
152,4
N t ,Rd = = = 1746kN
= 12,19
γ a1 ≤ 501,1 → (Ok!)
12,5
Banzo
N t ,Sdinferior: b0 = 250mm
∴ Ag1638
= f y 54,9.35
Diagonais:
N tN = 1746
,Rdt ,Rd
d1 == =d 20,94 → (Ok!)
= 152,4mm
= 1746kN
γ a1 1,1
(152,4 + 152,4) 301
βN = 1638 = 0,6096
∴ t ,Sd = 2.250 = 0,94 → (Ok!)
N t ,Rd 1746
∴ KL = 0,90L
Banzo superior: b0 = 250mm
Diagonais: d1 = d 2 = 152,4mm
(152,4 + 152,4)
β= = 0,6096
2.250

Banzo inferior: b0 = 250mm


Diagonais: d1 = d 2 = 152,4mm
(152,4 + 152,4)
β= = 0,6096
2.250

∴ KL = 0,90L

Força axial de tração resistente de cálculo (Nt,Rd):


D
≤ 50
t
152,4
= 12,19 ≤ 50 → (Ok!)
12,5
Ag f y 54,9.35
N t ,Rd = = = 1746kN
γ a1 1,1
N t ,Sd 1638
∴ = = 0,94 → (Ok!)
N t ,Rd 1746
Força axial de compressão resistente de cálculo (Nc,Rd):
Força axial de compressão resistente de cálculo (Nc,Rd):

χQAg f y
N c ,Rd =
γ a1
π 2 EI π 2 .20000.1350
Ne = = = 10866kN
( KL )2 ( 0,9.174 )2
D E
≤ 0,05
t fy
152,4 20000
≤ 0,05 = 28,57 → (OK!)
12,5 35
152,4 20000
= 12,19 ≤ 0,06 = 34,28 → (Ok!)
12,5 35
∴Q = 1,0
QAg f y 1,0.54,9.35
λ0 = = = 0,4205
Ne 10866
1
χ= = 0,991
(1+ λ )
4,48 1 2,24
0

0,991.1,0.54,9.35
N c ,Rd = = 1731kN
1,1
302 N c ,Sd 1532
∴ = = 0,89 (Ok)
N c ,SRd 1731

Conectores de cisalhamento:
0
Ne 10866
1
χ= = 0,991
(1+ λ )4,48 1 2,24
0

0,991.1,0.54,9.35
N c ,Rd = = 1731kN
1,1
N c ,Sd 1532
∴ = = 0,89 (Ok)
N c ,SRd 1731

Conectores de cisalhamento:

Força resistente de cálculo (QRd):



⎧ 1 Acs f ck E c
⎪Q Rd = (esmagamento do concreto)
⎪ 2 γ cs

⎪Q = R g R p Acs f ucs (ruptura do concetor)
⎪⎩ Rd γ cs

Dados: - Deck perpendicular ao perfil de aço


R g = R p = 1,0
⎧⎪φcs = 19,05mm → Acs = 2,85cm 2
− conector: ⎨
⎪⎩ f ucs = 415MPa = 41,5kN/cm
2

⎧⎪ f ck = 20MPa = 2,0kN/cm 2
− concreto : ⎨
⎩⎪ E c = 0,85.5600 f ck = 0,85.5600 20 = 21287MPa = 2128,7kN/cm
2


Esmagamento do concreto:
Esmagamento do
Esmagamento do concreto:
concreto:
1,0.1,0.2,85.41,5
Q Rd == 1,0.1,0.2,85.41,5 == 94,62kN
Q 94,62kN
Rd 1,25
1,25

Ruptura do
Ruptura do conector:
conector:
Ruptura do conector:
=
2,85. 2,0.2128,7
11 2,85. 2,0.2128,7
Q
Q Rd = 2
Rd
1,25 == 74,38kN
74,38kN
2 1,25
∴Q
∴Q Rd = 74,38kN
Rd = 74,38kN → → (esmagamento
(esmagamento do
do concreto)
concreto)

Número de
de conectores
conectores necessários:
necessários: Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos
Número

Por definição,
Por definição, as
as treliças
treliças mistas
mistas de
de aço
aço ee concreto
concreto devem
devem oo requisito
requisito de
de interação
interação completa,
completa, sendo
sendo assim:
assim:
∑QQ Rd ≥≥ FFhd
∑ Rd hd
35
FFhdhd == A 126. 35 == 4009kN
Abi ff yd == 126. 4009kN
bi yd 1,1
1,1
η
ηF F 1,0.4009
1,0.4009 54 conectores
nncscs == Qi hd == 74,38 == 54
i hd
conectores
Q Rd Rd 74,38
303
Localização ee espaçamento
Localização espaçamento de de conectores
conectores de
de cisalhamento:
cisalhamento:
Espaçamento mínimo
Espaçamento mínimo entre
entre linhas
linhas de
de centro
centro de
de conectores
conectores de
de cisalhamento:
cisalhamento:
⎧longitudinal = 6φcs = 6.19,05 ≅ 115mm
eemin = ⎧⎨longitudinal = 6φcs = 6.19,05 ≅ 115mm
min =
⎨⎩transversal = 4φcs ≅ 30mm
⎩transversal = 4φcs ≅ 30mm
Rd

35
Fhd = Abi f yd = 126. = 4009kN
1,1
ηF 1,0.4009
ncs = i hd = = 54 conectores
Q Rd 74,38

Localização e espaçamento de conectores de cisalhamento:


Localização e espaçamento de conectores de cisalhamento:
Espaçamento mínimo entre linhas de centro de conectores de cisalhamento:
Espaçamento mínimo entre linhas de centro de conectores de cisalhamento:
⎧longitudinal = 6φcs = 6.19,05 ≅ 115mm
e min = ⎨
⎩transversal = 4φcs ≅ 30mm

Espaçamento máximo entre linhas de centro de conectores de cisalhamento:


e max = {longitudinal = 8 (t c + hF ) = 8 ( 75 + 75) = 1200mm

Espaçamento disponível:
Ldisp = 9000mm − 350mm = 8650mm (o desconto é devido a presença do pilar)
Ldisp 8650
e disp = = ≅ 160mm
(ncs − 1) ( 54 − 1)

Distribuição dos stud bolts na treliça mista.

Verificação dos deslocamentos:

Momento de inércia da treliça de aço – fase inicial:


Momento de inércia da seção formada pelas cordas superior e inferior da treliça de aço.
M
y LNE = s (posição da linha neutra elástica - LNE)
ATot
h h 35 35
M s = Abs ⎛ hTrel + bi ⎞ + Abi ⎛ bi ⎞ = 94,9. ⎛ 120 + ⎞ + 126. ⎛ ⎞ = 15253,75cm 3
⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠
ATot = Abs + Abi = 94,9 + 126 = 220,9cm 2
15253,75
y LNE = ≅ 69,05cm
220,9
2
35
= I bs + Abs d + I bi + Abi d = 9060 + 94,9. ( 68,45) + 21860 + 126. ⎛ 69,05 − ⎞ = 810397cm 4
2 2 2
ITrel s i
⎝ 2⎠
I ef = 0,85.ITrel = 0,85.810397 = 688837cm 4

304
EXEMPLO 4
Dimensionar a viga V4 como semicontínua, utilizando tubos retangulares. Considerar que o momento fle-
tor resistente da ligação mista seja igual a 40% do momento fletor solicitante da viga considerada biapoiada.

Considerando que os vãos da extremidade não interferem no comportamento do vão interno, pode-se
adotar o seguinte sistema estrutural para a viga V4:

A força concentrada P representa as reações das vigas secundárias que são apoiadas pela viga V4.
O momento de extremidade M refere-se ao momento fletor resistente da ligação mista.

Determinação das reações das vigas secundárias

A viga V4 recebe ao todo quatro vigas secundárias.

Reações nominais das lajes nas vigas secundárias:

RCP1 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m


R = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
CP 2 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
RCP1
RCP 2 == 1,0
R 2,95××3,0
3,0==3,0kN/m
8,85kN/m
CP 3
R = 2,95 × 3,0 = 8,85kN/m
RSC 1 = 5,0 × 3,0 = 15,0kN/m
CP 3
R 1 = 5,0 × 3,0 = 15,0kN/m
SC 2 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
RSC
RSC 2 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
Reações nominais das vigas secundárias na viga V4:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


PCP1 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
P = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
CP 2 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
PCP1
= 8,85
PCP 2 =
P 3,0 ××9,0
9,0==27,0kN/m
79,65kN/m
CP 3
P = 8,85 × 9,0 = 79,65kN/m
SC 1 = 15,0 × 9,0 = 135,0kN/m
PCP 3

P 1 = 15,0 × 9,0 = 135,0kN/m


SC 2 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
PSC
PSC 2 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m

PSddc = 1,50 × PCP1 + 1,50 × PCP 2 + 1,35 × PCP 3 + 1,50 × PSC 1


PSddcdc = 1,50 × PCP1 + 1,50 × PCP 2 + 1,35 × PCP 3 + 1,50 × PSC 1
PSd = 1,50 × 27,0 + 1,50 × 27,0 + 1,35 × 79,65 + 1,50 × 27,0
PSddcdc = 1,50 × 27,0 + 1,50 × 27,0 + 1,35 × 79,65 + 1,50 × 27,0
PSd = 391kN
PSddc = 391kN
305

L
M Sd = PSd × L
M Sd = PSd × 3
3900
M Sd = 391× 900
M Sd = 391× 3
RCP1 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
RCP 2 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
RCP 3 = 2,95 × 3,0 = 8,85kN/m
RSC 1 = 5,0 × 3,0 = 15,0kN/m
RSC 2 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m

PCP1 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m


PCP 2 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
PCP 3 = 8,85 × 9,0 = 79,65kN/m
PSC 1 = 15,0 × 9,0 = 135,0kN/m Carregamento das vigas secundárias
PSC 2 = 3,0 ×fletor
Momento 9,0 =solicitante
27,0kN/m de cálculo considerando a viga como biapoiada

Força concentrada solicitante de cálculo:


PSddc = 1,50 × PCP1 + 1,50 × PCP 2 + 1,35 × PCP 3 + 1,50 × PSC 1
PSddc = 1,50 × 27,0 + 1,50 × 27,0 + 1,35 × 79,65 + 1,50 × 27,0
PSddc = 391kN

Momento fletor solicitante de cálculo:


L
M Sd = PSd ×
3
900
M Sd = 391×
3
M Sd = 117300kNcm

306

M Rd = 0,4 × M Sd = 46920kNcm

M Sddc = 0,6 × M Sd = 70380kNcm


PCP1 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
CP 2 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m

CP 32 = 8,85
PCP 3,0 ××9,0
9,0==27,0kN/m
79,65kN/m
PCP 8,85 79,65kN/m
SC 13 = 15,0 × 9,0 = 135,0kN/m
PSC 12 == 15,0
3,0 ××9,0
9,0==27,0kN/m
135,0kN/m
PSC 2 =
R = 1,0
3,0××3,0
9,0==3,0kN/m
27,0kN/m
CP1
RCP1 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
CP 2 = 1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
P dc
= 2,95×××3,0
1,50 3,0=+=3,0kN/m
PCP1 1,50 × PCP 2 + 1,35 × PCP 3 + 1,50 × PSC 1
CP 32 = 1,0
RSdCP 8,85kN/m
dc = 1,50 × P
3,0=+= ××P27,0
CP 2 + + 1,35× ×PCP79,65
3 + 1,50 × PSC×127,0
dc
P
PSd
R ==1,50
2,95×××3,0
27,0 1,50
+15,0kN/m
1,50
8,85kN/m 1,35 + 1,50
Sd
CP
SC 13 5,0 CP1

dc = 1,50 27,0=+15,0kN/m
1,50 × 27,0 + 1,35 × 79,65 + 1,50 × 27,0
dc
P
R
PSdSC 1== 1,0 × 3,0
5,0
=391kN 3,0kN/m
Sd
SC 2

2==391kN
1,0 × 3,0 = 3,0kN/m
dc
PSdSC
R

PCP1 = 3,0 × 9,0 L = 27,0kN/m


M Sd = PSd ×
PCP1 = 3,0 ××9,0
L3 = 27,0kN/m
MCPSd2 == 3,0
PSd × 9,0 = 27,0kN/m
PCP 3900= 27,0kN/m
= 3,0 ××9,0 Diagrama de momentos fletores da viga biapoiada
391× 9,0 = 79,65kN/m
MCPSd32 = 8,85
P 8,85 900
3 79,65kN/m
MCP
SCSd 13 = 391×× 9,0 = 135,0kN/m
=15,0
M
PSC = 117300kNcm
Sd = 15,0 ×9,0 3 =27,0kN/m
9,0=resistente
135,0kN/m
SC 12 = 3,0 ×
Momento fletor de cálculo da ligação mista
M = 117300kNcm
PSCSd2 = 3,0 × 9,0 = 27,0kN/m
Assumindo que a ligação mista resiste a 40% do momento fletor solicitante de cálculo de uma viga biapoiada:

MdcRd = 0,4 × M Sd = 46920kNcm
PSd − = 1,50 × PCP1 + 1,50 × PCP 2 + 1,35 × PCP 3 + 1,50 × PSC 1
MdcdcRd==1,50
P 0,4××PM Sd+=1,5046920kNcm
× PCP 2 + 1,35 × PCP 3 + 1,50 × PSC 1
PSd dc= 1,50 × 27,0 + 1,50 × 27,0 + 1,35 × 79,65 + 1,50 × 27,0
CP1
Momento
MdcdcSd = 0,6 fletor
Sd
× M Sd positivo solicitante de cálculo após a cura do concreto
= 70380kNcm
P
PSd dc= = 1,50
391kN× 27,0 + 1,50 × 27,0 + 1,35 × 79,65 + 1,50 × 27,0
MSdSd = 0,6 × M Sd = 70380kNcm
PSddc = 391kN
PSdac = 1,25 × PCP 3 + 1,30 × PSC 2
ac ==1,25
L
P ac
MSd
PSdSd= 1,25 PCP 3 + 1,30
PSd × 79,65 × ×PSC27,0
+ 1,30 2
L
3
M
P ac = P
Sd= 1,25 ×
Sd × 79,65 + 1,30 × 27,0
Sd = 135kN3
ac
PSd 900
M acSd = 391×
PSd = 135kN 900
M Sd = 391× L 3
M SdSdac == 117300kNcm
M PSdac × 3
M Sdac == 117300kNcmL3
M Sd PSdac ×
3900
M Sdac− = 135 ×
ac = 0,4 × 900 3
M Rd
M Sd = 135 × M Sd = 46920kNcm
M Sd −
ac
= 40500kNcm 3
Rd = 0,4 × M Sd = 46920kNcm Diagrama de momentos fletores da viga V4
M
M Sd
ac
dc =
= 40500kNcm
0,6 × M = 70380kNcm
Sd Sd
Momento
M Sddc = 0,6 fletor
× M Sd positivo solicitante de cálculo antes da cura do concreto
= 70380kNcm
VSd = PSd = 391kN

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Força concentrada solicitante de cálculo:
VSdac = PSd = 391kN
PSd = 1,25 × PCP 3 + 1,30 × PSC 2
PSdacac =
P = 1,25
1,25 × × 79,65
PCP 3 + 1,30 × ×PSC27,0
+ 1,30 2
Sd
ac = 1,25 × 79,65 + 1,30 × 27,0
ac
P
Sd = 135kN
PSd
PSdac = 135kN
Momento fletor
L solicitante de cálculo antes da cura:
M Sdac = PSdac ×
L
M Sdac = PSdac × 3
3900
M Sdac = 135 ×
900
M Sdacac = 135 × 3
M Sd = 40500kNcm 3
M Sd = 40500kNcm
ac

307
VSd = PSd = 391kN
VSd = PSd = 391kN
PSdac = 1,25 × PCP 3 + 1,30 × PSC 2
PSdac = 1,25 × 79,65 + 1,30 × 27,0
PSdac = 135kN

L
M Sdac = PSdac ×
Força cortante 3 solicitante de cálculo
900
M Sdac = 135
Pode-se × a força solicitante de cálculo por meio da sobreposição de efeitos de uma viga biapoia-
obter 3
da accom duas cargas concentradas e uma viga biapoiada com momentos aplicados nas extremidades.
M Sd = 40500kNcm
Como as reações da viga com momentos nas extremidades são nulas, a força cortante solicitante de
cálculo fica igual a PSd.
VSd = PSd = 391kN

Diagrama de força cortante

Propriedades geométricas do perfil de aço:

wTubo Estrutural V&M 360x210x12,5 mm

Comprimento: L = 9000 mm

Altura: h = 360mm

Largura: b = 210mm

Espessura: t = 12,5mm

Massa por metro: P = 106,0kg/m

Área da seção: Aa = 135cm2


Momento de Inércia: Ia = 21530cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 1196cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 1493cm3

308
Propriedades geométricas do perfil I equivalente utilizado no cálculo da viga mista:

PS 360x210/210x12,5/12,5x25 mm

Comprimento: L = 9000mm

Altura: h = 350mm

Largura: b = 210mm

Espessura da mesa: t = 12,5mm

Espessura da alta: t = 25mm

Massa por metro: P = 106,96kg/m

Área da seção: Aa = 136,25cm2

Momento de Inércia: Ia = 23688,46cm4

Módulo Elástico a flexão: Wa = 1316,03cm3

Módulo Plástico a flexão: Za = 1613,59cm3

- Verificação da viga mista considerando interação completa:

ηi = 1,0

Largura efetiva da laje


⎧⎛ 1 ⎞ 7L ⎛ 1 ⎞ 7 × 9000
⎪⎪⎧⎝⎛ 81 ⎠⎞ 7L = ⎛ 1 ⎞ 7 × 9000 = 787,5mm
b ⎪ 10 = ⎝ 8 ⎠ 10 = 787,5mm
b = menor ⎨⎪⎝ 8 ⎠ 10 ⎝ 8 ⎠ 10
2 = menor ⎪⎨⎛ 1 ⎞ 1
2 ⎪⎪⎩⎝⎛ 1 ⎞⎠ (vão laje) = ⎛⎛ 1 ⎞⎞ × 3000 = 1500mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


2 (vão laje) = ⎝ 2 ⎠ × 3000 = 1500mm
⎪⎩⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠
∴b = 1575mm = 157,5cm
∴b = 1575mm = 157,5cm

Força de cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil


Força de cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil
⎧ f = 136,25 35 = 4335,23kN
⎧⎪ Aa yd 35
⎪⎪ Aa f yd = 136,25 1,10 = 4335,23kN
Fhd ≤ ⎪⎨ 1,10
Fhd ≤ ⎨⎪ 2,0
0,85 f cd bt c = 0,85 × 2,0 × 157,5 × 7,5 = 1434,38kN
⎪⎩0,85 f cd bt c = 0,85 × 1,4 × 157,5 × 7,5 = 1434,38kN
⎪⎩ 1,4
∴ Fhd = 1434,38kN
∴ Fhd = 1434,38kN
309
Resistência e distribuição dos conectores:
Resistência e distribuição dos conectores:
⎧ 1 Acs f ck E c
⎧⎪ 1 Acs f ck E c → Esmagamento do concreto
⎪2 γ cs → Esmagamento do concreto
Q Rd ≤ ⎪⎨ 2 γ cs
Q Rd ≤ ⎨⎪ R g R p Acs f ucs
RR A f → Cisalhamento do conector
∴b
∴b
F hd ≤ =
= 1575mm
⎨⎪⎨
1575mm =
= 157,5cm
157,5cm 1,10
Fhd hd ≤ ⎨ ⎪⎪0,85 f cd bt c = 0,85 × 2,0 2,0
2,0 × 157,5 × 7,5 = 1434,38kN
⎪⎩0,85 0,85 ff cd bt bt c == 0,85
0,85 ×
× 1,4 ×
× 157,5
157,5 ×
× 7,5
7,5 =
= 1434,38kN
1434,38kN
⎪⎩⎪ cd c 1,4
1,4
Força
∴ Fhd = ⎩ de cisalhamento de cálculo entre a laje e o perfil
Força

∴F
Força Fhd de1434,38kN
de
=
=
cisalhamento
cisalhamento de
1434,38kN
1434,38kN de cálculo
cálculo entre
entre aa laje
laje ee oo perfil
perfil
hd ⎧ 35
⎧⎧⎪ A a f yd = 136,25 35 35 = 4335,23kN
⎪⎪ A A aa ff yd =
= 136,25
136,25 1,10 =
= 4335,23kN
4335,23kN
Fhd ≤ ⎪⎪⎨ yd 1,10
1,10
Resistência
F ≤ e distribuição dos
2,0conectores:
Fhd
Resistência
Resistência hd ≤ ⎨ ⎪⎨0,85eefdistribuição distribuição
cd bt c = 0,85 ×
dos
dos conectores:
× 157,5 × 7,5 = 1434,38kN
2,0conectores:
2,0
⎪⎪⎩⎧0,85 1
0,85 A f
f bt
f
bt E=
= 0,85
0,85 ×
× 1,4 × 157,5 ×
× 157,5 7,5 =
× 7,5 = 1434,38kN
1434,38kN

⎪⎩⎪⎩⎪⎧ 1 Acs cd ff ckc E
A
cs cd ck c
E cc →
c
Esmagamento
1,4 do concreto
⎪ 1 → 1,4
Esmagamento do concreto
∴ Fhd =⎪1434,38kN 22 cs
γγ cs ck
→ Esmagamento do concreto

Q

Q F
Fhd
Rd ≤
≤ =⎪⎨⎪⎨1434,38kN
= 2
1434,38kN γ cscs
Rd ≤ ⎪ ⎨R gR pA cs ff ucs
hd
Q Rd
⎪R R gR R pA A cs f ucs → Cisalhamento do conector
⎪⎩⎪ g
γγ cs cs ucs →
p
→ Cisalhamento
Cisalhamento do
do conector
conector
Resistência ⎩⎪⎩ eγdistribuição cs dos conectores:
Resistência
Resistência e distribuição dos conectores: e distribuição
cs dos conectores:
⎧ 1 Acs f ck E c
Conector ⎧⎧⎪ 11 do A
Acscs tipo ff ck E E“pino →
com Esmagamento
cabeça”: do concreto
Conector
Conector ⎪⎪ 2 do do γ csck “pino
tipo
tipo
cc
“pino →
com

com cabeça”:
cabeça”:
Esmagamento
Esmagamento
cabeça”: do
do concreto
concreto
Q
⎧ φ ≤ ⎪⎪⎨ 22
19,0mm γγ→ A = 2,85cm 2

Q
⎪⎧⎨⎧⎪φ
Rd

≤ ⎨⎨⎪ R g R p A→
19,0mm
cs
cs f ucs A = 2
= 2,85cm
cs
Q φRd 19,0mm →
cs
Acscs → 2,85cm 2
⎨⎪⎨ f ucs =⎪⎪415MPa
Rd
R gg R
R R pp A Acscs ff=ucs ucs 41,5kN/cm
Cisalhamento
2 do conector
⎩⎪⎩ f ucs =⎩415MPa γ = 41,5kN/cm→
→ Cisalhamento
2
Cisalhamento do
do conector
conector
⎪⎩ f ucs =⎪⎪⎩415MPa = 41,5kN/cm 2

γ
γ
cs
cs
cs

Esmagamento
Conector
Esmagamento do tipo do “pino
do concreto:
concreto: com cabeça”:
Esmagamento
Conector
Conector do
do tipo
tipo do concreto:
“pino
“pino com
com cabeça”:
cabeça”:
⎧ φ (c19,0mm 1 Acs ff→
A E
E A 1 = 2,85
2,85cm 2,0
2 × 2128,7
× 2128,7
Q ⎪⎧φRd (c ) = 1
)
19,0mm 1 A f→
ck
E
c
=
A cs 1
1 =× 2,85
2,85
2,85cm 2,0
2,0
2
× 2128,7 = 74,38kN
Q
Q ⎪⎪⎧⎨φRd19,0mm (c ) =
= 2
cs
cs
γ → =
ck
ck
c
c Acscs2=×
= × 2,85cm 2
2 1,25
=
= 74,38kN
74,38kN
⎨⎪⎨⎩ f ucs = 2
Rd
2415MPa γγ cs = 41,5kN/cm
cs 2
2 1,25
1,25
⎩⎪⎪⎩R f
f ucs= == 415MPa = 41,5kN/cm
= 41,5kN/cm
2
2
p =
R 415MPa 1,0 cs
R g = R p = 1,0
g ucs
Ruptura R g = R p = 1,0
do× 1,0 conector:
Esmagamento 1,0
1,0 × 1,0 do ×
× 2,85
concreto:
2,85 ×
× 41,5
41,5
Q
Esmagamento
Q
(1)
(1) =
= 1,0 × 1,0 do × 2,85
concreto: × 41,5 == 94,62kN
94,62kN
Esmagamento
Q Rd
Neste
Rd
Rd = caso,
(1)
deve-se do 1,25 concreto:
considerar =o 94,62kN
número de conectores e sua distribuição ao longo da viga (steel deck pa-
1 A f 1,25
E
ck1,25 1 2,85 2,0 × 2128,7
Q Rd
ralelo
Assim,
(c )
= à
(c )) = 1
1 Acs f ck E c 1 × 2,85 2,0 × 2128,7 =
A
viga).
cs
f E c
= 1 × 2,85 2,0 × 2128,7 74,38kN
Assim, 2 cs γ csck c = =
(c
Q
Q
Assim, = = 2× 1,25 = 74,38kN
74,38kN
Rd =
Rd
Q
Q
Rd
= 74,38kN
2
2
74,38kN γγ cscs 2
2 1,25
1,25
Q R gRd==R74,38kN
Rd
p = 1,0
R gg =
R =R R pp = = 1,01,0
Número
Número 1,0 de
de × 1,0
conectores:
conectores: × 2,85 × 41,5
Q Rd
Número
(1)
= 1,0 1,0 de ×
× 1,0
conectores:
1,0 ×
× 2,852,85 × × 41,5
41,5 == 94,62kN

= Q
(1)
Q
Q Rd Rd =
(1)
η 1,25 × = 94,62kN
94,62kN
n
Assim,
n = ∑
c = ∑ Rd = ηi Fhd = 1,0 × 1434,38 =
Q
Q Rd = η
Rd 1,25
1,25
i
F
i Fhd
hd =
1,0
1,0 × 1434,38
1434,38
= 19,3
19,3 →
→ 20
20 conectores
conectores
n c = Q = Q = 74,38 = 19,3 → 20 conectores
Assim,
Assim, c Q Rd Q Rd 74,38
Q Rd = Q 74,38kN
Rd Q Rd Rd 74,38
Q Rd
Número
Q = 74,38kN
Rd = 74,38kN
Rd
de conectores entre seção com carga concentrada e seção de momento nulo:
Número
Número de
de conectores
conectores entre entre seção
seção com
com carga
carga concentrada
concentrada ee seção
seção de
de momento
momento nulo:
nulo:
Número de conectores:
Número
Número ⎛⎛ M de conectores:
dePP ,Sd
conectores:−M a ,Rd ⎞

M ,Sd − M
=∑
n = n ⎛ M − M a ,Rd ⎞
Q RdP ,Sd −ηM a ,Rd ⎟1,0 × 1434,38
ncpp ==
n n ⎜⎝⎜⎜⎝ Q
n
∑ i Fhd
p
QM Sd=−η
ii F
a ,Rd= ⎠ ⎟1,0 × 1434,38
1434,38 = 19,3 → 20 conectores
M − η M F = ⎟⎠⎠1,0 ×74,38
Rd
ncc =
n = Q M
⎝ Rd Sd=Rd Sd = Q Rda ,Rd
M ahd
hd
,Rd= = 19,3
= 19,3 → → 20 20 conectores
conectores
Q
Q Rd Rd
Q
Q Rd Rd
74,38
74,38
Número de conectores entre seção com carga concentrada e seção de momento nulo:
Número de
Número de conectores
conectores entre entre seção
seção com
com carga
carga concentrada
concentrada ee seção
seção de
de momento
momento nulo:
nulo:
Número de conectores entre seção com carga concentrada e seção de momento nulo:
⎛ M P ,Sd − M a ,Rd ⎞
n p = n ⎛⎛⎜ M M P ,Sd − −M M a ,Rd ⎞⎞⎟
n pp =
n =n n ⎜⎝⎜ MPSd,Sd − M aa,Rd,Rd ⎟⎠⎟
⎝⎝ M M Sd − M ,Rd ⎠⎠
Sd − M aa ,Rd

onde:

MP,Sd é o momento fletor solicitante de cálculo na seção da carga concentrada;

Ma,Rd é o momento fletor resistente de cálculo da viga de aço isolada, para FLA;

310
MSd é o momento fletor solicitante de cálculo máximo;

n é o número de conectores de cisalhamento a serem colocados entre a seção de momento fletor positivo
solicitante de cálculo máximo e a seção adjacente de momento nulo.

Como MP,Sd = MSd, todos os conectores devem ser posicionados entre o ponto de aplicação da carga con-
centrada e o ponto de momento nulo.

Espaçamento entre os conectores:

A região entre o ponto de aplicação da carga concentrada e o ponto de momento nulo possui aproximada-
mente 1650 mm de comprimento (considerando que a região de momento negativo corresponda a 15%
do vão).
1650Assim, o espaçamento entre os conectores ficaria igual a:
e = 1650 ≈ 85mm
e = 20 − 1 ≈ 85mm
1650
e = 20 − 1 ≈ 85mm
20 − 1
Espaçamento
Espaçamento máximo:
máximo:
Espaçamento ⎧máximo:
8t cc = 8 × 75 = 600mm
Espaçamento
e max = menor ⎨máximo:
max ⎧8t c = 8 × 75 = 600mm
915mm
e max = menor ⎩⎨⎧8t c = 8 × 75 = 600mm
eemax = = menor ⎨⎩915mm
600mm 915mm
e max = 600mm⎩
max
max

e max = 600mm
Espaçamento mínimo:
Espaçamento
e min = 4φ = 4 ×mínimo:
19
Espaçamento
min
4φ = 4 ×mínimo:
= 76mm
ee min = 19
min = 4φ = 4 × 19
ee min
min = 76mm
min
e min = 76mm
O espaçamento adotado respeita os limites estabelecidos pela NBR 8800:2008.

Momento fletor resistente de cálculo da viga mista (depois da cura):


∑ Q RdRd = ηcompleta:
Interação ii Fhd = 1434,38kN ⎫ ∑ Q RdRd ≥ 0,85 f cdcd bt cc

hd
Q Rd = ηi Fhd = 1434,38kN ⎪
⎫ ∑ Q Rd ≥ 0,85 f cd bt c
∑Aaa Qf ydyd ==4335,23kN
η
Aa f ydRd= 4335,23kN
F
i hd = 1434,38kN ⎬




A
A
f yd ≥≥0,85
aQyd
a
f Rd

0,85ffcdcdcdbt
0,85
btcc
f cd bt cc

cc = 1434,38kN → LNP a yd
0,85
Aa f ydf cdcd=bt4335,23kN Aa passa no perfil
f yd ≥ 0,85 f cd bt cde aço

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


⎭⎬⎪
0,85 f cd bt c = 1434,38kN ⎭⎪ → LNP passa no perfil de aço
0,85 f cd bt c = 1434,38kN ⎭ → LNP passa no perfil de aço
C cdcd = 0,85 f cdcd b t cc = 1434,38kN
C cd = 0,85 f cd b t c = 1434,38kN
(
C cd == 0,85
C )
1 f b t = 1434,38kN 1
Aaa cdf ydyd −c C cdcd = 1 (4335,23 − 1434,38) = 1450,43kN
( 1
)
ad
C ad = 2 Aa f yd − C cd = 2
ad
(4335,23 − 1434,38) = 1450,43kN
T ( 1
2
Cadad == C cd A+aCfadyd = ) −C 1434,38
cd =
1
2 + 1450,43−=1434,38)
(4335,23 2884,81kN = 1450,43kN
Tad = C2cd + C ad = 1434,38 2 + 1450,43 = 2884,81kN
ad cd ad

Tad = C cd + C ad = 1434,38 + 1450,43 = 2884,81kN

311
- Posição da LNP a partir do topo do perfil:

35
Aaf f yd = btf yd = 21× 1,25 × = 835,23kN
1,10
Como C ad > Aaf f yd , a LNP cai na mesa do perfil.

⎛ C ad − Aaf f yd ⎞ ⎛ 1450,23 − 835,23 ⎞


y p = t + ( h − 2t ) ⎜ ⎟ = 1,25 + ( 36 − 2 × 1,25) ⎜ ⎟⎠
⎝ Aaw f yd ⎠ ⎝ 2664,77
y p = 8,98cm

bt 2 ⎛ h − yp − t ⎞
2
(
+ 2t h − y p − t ⎜

) 2
+t⎟

yt = = 10,22cm
( )
bt + 2t h − y p − t
2
⎛ y −t ⎞
+ 2t ( y − t ) ⎜
bt p
+t⎟
2 ⎝ 2p

y = 35 = 2,53cm
c
A f = btfbt += 2t
af yd ( y 1,25
21× yd − t )×
p
1,10
= 835,23kN

Como C ad > Aaf f yd , a LNP cai na mesa do perfil.

⎛ C ad − Aaf f yd ⎞ ⎛ 1450,23 − 835,23 ⎞


y p = t + ( h − 2t ) ⎜ ⎟ = 1,25 + ( 36 − 2 × 1,25) ⎜ ⎟⎠
⎡ ⎠ ⎛ c +h +h− y ⎞⎤ ⎝
t
M Rddc = βvm ⎢C ad (⎝h − yAtaw− fyydc ) + C t ⎥
2664,77
y p = 8,98cm ⎣
cd
⎝2 F ⎠⎦
⎡ 7,5 ⎤
M Rddc = 0,85 ⎢1450,43 ( 36 − 10,22 − 2,53) + 1434,38 ⎛ + 7,5 + 36 − 10,22⎞ ⎥
⎣ ⎝ 2 ⎠ ⎦
Cálculo de y
M Rd = 73812kNcm
dc
t
e yc
:
M Sddc bt 270380 ⎛ h − Ok!
yp − t ⎞
M Rddc 2 73812 (
= + 2t h=−0,95
yp − t →
⎜⎝ ) 2
+t⎟

yt = = 10,22cm
(
bt + 2t h − y p − t )
2
⎛ y −t ⎞
+ 2t ( y − t ) ⎜
bt p
+t⎟
2 p
⎝ 2 ⎠
yc = = 2,53cm
bt + 2t ( y − t )
p

⎡ t ⎤
M Rddc = βvm ⎢C ad ( h − yt − yc ) + C cd ⎛ c + hF + h − yt ⎞ ⎥
⎣ ⎝2 ⎠⎦
312
⎡ 7,5 ⎤
M Rddc = 0,85 ⎢1450,43 ( 36 − 10,22 − 2,53) + 1434,38 ⎛ + 7,5 + 36 − 10,22⎞ ⎥
⎣ ⎝ 2 ⎠⎦
M Rd = 73812kNcm
dc

M Sddc 70380
dc
= = 0,95 → Ok!
bt 2 ⎛ yp − t ⎞
2
(
+ 2t y p − t ⎜ )
⎝ 2
+t⎟

yc = = 2,53cm
(
bt + 2t y p − t )

O momento fletor resistente de cálculo será:

⎡ t ⎤
M Rddc = βvm ⎢C ad ( h − yt − yc ) + C cd ⎛ c + hF + h − yt ⎞ ⎥
⎣ ⎝2 ⎠⎦
⎡ 7,5 ⎤
M Rddc = 0,85 ⎢1450,43 ( 36 − 10,22 − 2,53) + 1434,38 ⎛ + 7,5 + 36 − 10,22⎞ ⎥
⎣ ⎝ 2 ⎠⎦
dc
M Rd = 73812kNcm
dc
M Sd 70380
= = 0,95 → Ok!
M Rddc 73812

- Verificação quanto à Limitação de Tensão (validade da análise elástica):


(itens O.2.3.2 e O.1.2.3-2°§ da ABNT NBR 8800:2008)

- Propriedades da seção mista:

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos

313
Sem os efeitos de longa duração (αE):

E 20000
αE = = = 9,40
E c 2128,74
E 20000
α E = b = 157,5 = 9,40
btr = E c = 2128,74 = 16,76cm
αE 9,4
b 157,5
btr = = = 16,76cm
⎛ t ⎞ h
α E y A9,4btr t c ⎝ h + hF + c ⎠ + Aa
ytr =
∑ i i= 2 2 8391,83
= = 32,04cm
t h
∑ Ai b t ⎛ h +b h
tr t c + A c ⎞ +
∑ yi Ai = tr c ⎝ 2 F 3 2 ⎠ a 2 = 8391,83 = 32,04cm
a A 261,95
ytr = h bt t
2

I tr = I a∑ + Aai ⎛ ytr − ⎞ +btr ttrc +c +Aabtr t c ⎡⎢ c + hF 261,95− ( ytr − h ) ⎤⎥ = 80215cm 4


⎝ 2 ⎠ 2 12 ⎣2 ⎦2
⎛ h ⎞ btr t c3 4⎡ t c
I tref == IIaa ++ Aaηi y(trI tr−− I a ) += 80215cm + btr t c ⎢ + hF − ( ytr − h ) ⎤⎥ = 80215cm 4
⎝ 2⎠ 12 ⎣2 ⎦
I tr 80215
I eftri==I a + = ηi ( I tr −=I a2504cm
W ) = 80215cm 3 4

ytr 32,04
I 80215
W
Wtrief = = Wtra + = ηi (Wtri= −W 2504cm )
3
= 2504cm 3
ytr 32,04
Wef = Wa + ηi (Wtri −W ) = 2504cm 3
Com os efeitos de longa duração (αE / 3):

Realizando os mesmo cálculos (porém, com a razão modular dividida por 3 para a consideração simplifi-
de longa duração - αE / 3), tem-se:
E efeitos20000
cada dos
αE = = = 3,13
3E c 3 × 2128,74
E 20000
αE = = = 3,13
3E c 3 × 2128,74
btr′ = 5,59cm I tr′ = 51314cm 4 Wtri′ = 2062cm 3
ytr′ = 24,88cm I ef′ = 51314cm 44 Wef′ = 2062cm 33
btr′ = 5,59cm I tr′ = 51314cm Wtri′ = 2062cm
ytr′ = 24,88cm I ef′ = 51314cm 4 Wef′ = 2062cm 3


Assegurando a análise elástica (M Rd ≥ 2 / 3M Sddc ) , é possível calcular as flechas e a tensão no flange infe-
rior após a cura do concreto através da sobreposição dos efeitos de duas vigas biapoiadas: uma com duas
cargas concentradas e a outra com momentos aplicados nas extremidades. Os deslocamentos e momentos
solicitantes devem ser obtidos por meio da subtração dos resultados do primeiro modelo pelo segundo.
Para que o momento atuante na ligação seja obtido em função de sua rigidez inicial e da rigidez da viga,
pode-se novamente considerar a sobreposição de efeitos no cálculo das rotações das extremidades, ou seja:

Para que o momento atuante na ligação seja obtido em função de sua rigidez inicial e da rigidez da viga,
pode-se novamente considerar a sobreposição de efeitos no cálculo das rotações das extremidades, ou seja:
314
M
φ0 = φ1 − φ2 =
S
PL2
φ1 =
9EI
ML
φ2 =
2EI

onde:
PL2 ML M
φ0 é a−rotação = real na extremidade da viga;
9EI 2EI S
φ1 é a rotação
⎛ na extremidade
⎞ da viga biapoiada com duas cargas concentradas;
2PL ⎜ 1 ⎟
φM2 é=a rotação
⎜ na extremidade
M2EI ⎟ da viga biapoiada com momentos aplicados nas extremidades;
φ0 = φ1 9− φ⎜2 1+
= ⎟
⎝ SLS ⎠
M é o momento
2
de extremidade;
PL
φ1 =
S é a 9EI
rigidez inicial da ligação mista, obtida no exercício 6.
ML
φ2 =
2EI
Assim,

PL2 ML M
− =
9EI 2EI S
⎛ ⎞
2PL ⎜ 1 ⎟
M=
9 ⎜ 1+ 2EI ⎟
⎜⎝ ⎟⎠
LS

Momentos solicitantes nominais para cada caso de carregamento:

CP1

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


L
M1,CP1 = PCP1 × = 27 × 300 = 8100kNcm = 81kNm = 8100kNcm
3
⎛ ⎞
2 × 27 × 900 ⎜ 1 ⎟
M 2,CP1 = ⎜ = 4763kNcm
9 2 × 20000 × 51314 ⎟
⎜⎝ 1+ ⎟
900 × 17049750 ⎠

MCP1 = M1,CP1 − M 2,CP1 = 8100 − 4763 = 3337kNcm

315
L
M1,CP 2 = PCP 2 × = 27 × 300 = 8100kNcm
3
⎛ ⎞
2 × 27 × 900 ⎜ 1 ⎟
M 2,CP 2 =
9 ⎜ 2 × 20000 × 51314 ⎟ = 4763kNcm
⎜ ⎟
M 2,CP1 = L ⎜ = 4763kNcm
M1,CP1 = PCP1 × = 27 ×1+
9 ⎛ 2 × 20000 × 51314 ⎞⎟
300 = 8100kNcm = 81kNm = 8100kNcm
2 × 273× 900 ⎜⎜⎝ 900 × 117049750 ⎟⎟⎠
M 2,CP1 = ⎜⎛ = 4763kNcm
9 2 × 20000 × 51314 ⎟⎞
1+
M × 27− ×M900 ⎜⎝⎜ = 8100
==M21,CP1 900−× 117049750
4763
⎟⎠
= 3337kNcm⎟
MCP1 ⎜ = 4763kNcm
2 × 20000 × 51314 ⎟
2,CP1 2,CP1
9
⎜ 1+ ⎟⎠
MCP1 = M1,CP1 − M 2,CP1⎝ = 8100 900−× = 3337kNcm
17049750
4763
CP2
MCP1 = M1,CP1 −LM 2,CP1 = 8100 − 4763 = 3337kNcm
M1,CP 2 = PCP 2 × = 27 × 300 = 8100kNcm
3
L
M1,CP 2 = PCP 2 × = 27⎛× 300 = 8100kNcm ⎞
2 × 27 3× 900 ⎜ 1 ⎟
M 2,CP 2 = L ⎜ = 4763kNcm
M1,CP 2 = PCP 2 ×9 = 27⎛×1+ 2 ×=20000
300 × 51314 ⎟⎞
8100kNcm
2 × 27 3× 900 ⎜⎝⎜ ⎟
900 × 117049750 ⎠⎟ = 4763kNcm
M 2,CP 2 = ⎜⎛
9 2 × 20000 × 51314 ⎟⎞
⎜ 1+ ⎟⎠
M × 27−×M900 ⎜⎝ = 8100
==M21,CP 117049750
900−×4763 ⎟
= 3337kNcm
MCP ⎜ = 4763kNcm
2 × 20000 × 51314 ⎟
2
2,CP 2 2 2,CP 2
9
⎜ 1+ ⎟⎠
MCP 2 = M1,CP 2 − M 2,CP ⎝2 = 8100900−×4763 = 3337kNcm
17049750
ψ2SC1
MCP 2 = M1,CP 2 − ML2,CP 2 = 8100 − 4763 = 3337kNcm
ψ2SC1
′ 1 = ψ 2 PSC 1 × = 0,6 × 135 × 300 = 24300kNcm
ψM2SC1
1,SC
3
L
′ 1 = ψ 2 PSC 1 × = 0,6 × 135
M1,SC ⎛ × 300 = 24300kNcm⎞
ψ2SC1 2 × 0,6 × 3135 × 900 ⎜ 1 ⎟
′ 1=
M 2,SC L
′ 1 = ψ 2 PSC 1 × = 0,6 × 135
M1,SC 9 ⎛⎜ × 2 ×
30020000
= × 51314
24300kNcm ⎞⎟ = 14289kNcm
2 × 0,6 × 3135 × 900 ⎜⎜⎝ 1+ 900 × 117049750 ⎟⎟⎠
′ 1=
M 2,SC ⎜⎛ = 14289kNcm
9 2 × 20000 × 51314 ⎟⎞
⎜⎝ 1+ ⎟⎠
M SC
M ′2,SC ′× 0,6
′ 1 1==M21,SC × 135
′ 1×=900
1 − M 2,SC 24300 900 × 117049750
⎜ − 14289 = 10011kNcm ⎟
= 14289kNcm
9 ⎜ 2 × 20000 × 51314 ⎟
⎜⎝ 1+ ⎟⎠
′ 1 = M1,SC
M SC ′ 1 − M 2,SC
′ 1 = 24300 900 × 17049750
− 14289 = 10011kNcm
(1 – ψ2) SC1
M SC′ 1 = M1,SC′ 1 − M 2,SC
′ 1 L= 24300 − 14289 = 10011kNcm
M–1,SC
(1 (1− ψ 2 )PSC 1 × = (1− 0,6) × 135 × 300 = 16200kNcm
′′ ψ12=) SC1
3
(1 – ψ ) SC1 L
M ′′ 2= (1− ψ 2 )PSC 1 × = (1− 0,6) ⎛ × 135 × 300 = 16200kNcm⎞
(1 –1,SCψ12) SC1 3 × 900 ⎜
2 × (1− 0,6) × 135 1 ⎟
′′ 1 =
M 2,SC L ⎜ = 8932kNcm
′′ 1 = (1− ψ 2 )PSC 1 9× = (1− 0,6)1+
M1,SC ⎛ 2 × 20000 × 80215 ⎞⎟
× 135 × 300 = 16200kNcm
3 × 900 ⎜⎜⎝
2 × (1− 0,6) × 135 ⎟
900 × 117049750 ⎟⎠ = 8932kNcm
′′ 1 =
M 2,SC
9 ⎛⎜ 1+ 2 × 20000 × 80215 ⎞⎟
M SC ′′× (1−
′′ 1 ==M21,SC ′′ ×1 135
0,6)
−M × 900−⎜⎜⎝8932 900
= 16200 × 117049750 ⎟⎠
= 7268kNcm

M ′′ 1 2,SC
⎜ = 8932kNcm
2,SC 1
9 2 × 20000 × 80215 ⎟
⎜ 1+ ⎟
M SC′′ 1 = M1,SC ′′ 1 = 16200 −⎝8932 900
′′ 1 − M 2,SC × 17049750 ⎠
= 7268kNcm

′′ 1 = M1,SC
M SC ′′ 1 − M 2,SC
′′ 1 = 16200 − 8932 = 7268kNcm

316
Para seção compacta:

⎛M ⎞ ⎛ M ⎞ ⎛ M′ ⎞
σ = ⎜ Ga ,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ + ⎜ L,Sn ⎟ ≤ f y
⎝ Wa ⎠ ⎝ Wef ⎠ ⎝ Wef′ ⎠
⎛ MGa ,Sn ⎞ ⎛ M L,Sn ⎞ ⎛ M L,Sn
′ ⎞
σ = ,Sn
MGa = M +
⎜⎝ W CP⎟⎠3 ⎜ W ⎟ ⎜ W ′ ⎟ ≤ f y
= +
23895kNcm
a ⎝ ef ⎠ ⎝ ef ⎠
M L,Sn = M SC
′′ 1 = 7268kNcm
MGa ,Sn = MCP 3 = 23895kNcm
′ = M + MCP 2 + M SC
M L,Sn ′ = 16685kNcm
M L,Sn = MCP1′′ 1 = 7268kNcm 1
SC

′ = MCP1 + MCP 2 + M SC
M L,Sn ′ 1 = 16685kNcm
⎛ 23895 ⎞ + ⎛ 7268 ⎞ ⎛ 16685 ⎞
σ= ⎜ ⎟ + = 31,0kN/cm 2
⎝ 1196 ⎠ ⎝ 2504 ⎠ ⎝ 2062 ⎠
23895 ⎞ ⎛ 7268 ⎞ ⎛ 16685 ⎞
σ =⎛ +⎜ ⎟+ = 31,0kN/cm 2
σ ⎝ 31,01196 ⎠ ⎝ 2504 ⎠ ⎝ 2062 ⎠
= = 0,89 → Ok !
f y 35,0
σ 31,0
= = 0,89 → Ok !
f y 35,0
Esforço cortante resistente de cálculo:
(item h 360 − da3(2 × 12,5) 285
λ = e5.4.3.2
= ABNT NBR = 8800:2008)
= 22,8
t 12,5 12,5
he 360 − 3(2 × 12,5) 285
λλp== 1,1 = 5E = 1,1 5 × 20000 = = 58,8= 22,8
t fy 12,5 35 12,5
5E 5 × 20000
λ = 1,1 5E = 1,1 = 58,8
λrp = 1,37 f y = 73,2 35
fy
5E
λr = 1,37 = 73,2
Área da alma: f y

Aw = 2he t = 2 × 28,5 × 1,25 = 71,25cm 2


Área da alma:
Aw = 2h
Força et = 2 ×
cortante de28,5 × 1,25 = 71,25cm 2
plastificação:
V pl = 0,6Aw f y = 0,6 × 71,25 × 35
Força cortante de plastificação:
V pl = 1496kN
V pl = 0,6Aw f y = 0,6 × 71,25 × 35

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


V pl = 1496kN
Como λ<λp:
V pl 1496
V Rd = λ<λ
Como =
γ a1 p: 1,10
V pl 1496
VRdRd == 1360kN
V =
γ a1 1,10
V Rd = 1360kN
391
Sd
= = 0,29 → Ok!
V Rd 1360
VSd 391
= = 0,29 → Ok!
V Rd 1360

317
- Momento fletor resistente de cálculo da viga de aço isolada (antes da cura):
(item G.1.1 da ABNT NBR 8800:2008)

Flambagem local da mesa:


b 135
λ = b = 135 = 10,8
λ = t = 12,5 = 10,8
t 12,5
E 20000
λ p = 1,12 E = 1,12 20000 = 26,8
λ pp = 1,12 f y = 1,12 35 = 26,8
f yy 35
E
λr = 1,40 E = 33,47
λrr = 1,40 f y = 33,47
f yy

Como λ<λp:
M pl 1493 × 35
M Rd = M plpl = 1493 × 35 = 47505kNcm
Rd = γ a1 =
M Rd 1,1 = 47505kNcm
γ a1
a1
1,1
Flambagem local da alma:
h 285
λ = heee = 285 = 22,8
λ = t = 12,5 = 22,8
e
t 12,5
E 20000
λ p = 2,42 E = 2,42 20000 = 57,8
λ pp = 2,42 f y = 2,42 35 = 57,8
f yy 35
E 20000
λr = 5,70 E = 5,70 20000 = 136,26
λrr = 5,70 f y = 5,70 35 = 136,26
f yy 35
Como λ<λp:
M pl 1493 × 35
M Rd = M plpl = 1493 × 35 = 47505kNcm
M Rd
Rd
= γ a1 = 1,1 = 47505kNcm
γ a1
a1 1,1
Assim,
ac
M Rd = 47505kNcm
ac
Rd = 47505kNcm
ac
M Rd
M Sdacacac 40500
ac = 40500
M Sd = 0,85 → Ok!
Sd
M Rd
ac
= 47505 = 0,85 → Ok!
M Rd
ac
Rd
47505

318
- Verificação dos deslocamentos (flechas):
(item O.1.2 e Anexo C da ABNT NBR 8800:2008)

Flecha limite:
L 900
δ lim = = = 2,57cm = 25,7mm
L
350 900
350
δ lim = = = 2,57cm = 25,7mm
350 350
Combinação Quase-Permanente:
(Deslocamentos que podem afetar a aparência da edificação)
δ max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim
δ max = δ1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 ≤ δ lim
δ 1 = δ 1,AC + δ 1,DC = 4,8 + 0,3 = 5,1cm = 51mm
δ 1 = δ 1,AC + δ23 1,DC P = 4,8 3 + 0,3 = 5,1cm = 51mm
23 79,65 × 9003
CP 3 L
δ 1,AC = = = 4,8cm
23 PCP
648
3
EI3xL 648 23 20000 79,65××21530
9003
δ 1,AC = = = 4,8cm
23 ( PCP1 + PCP 2 ) L ( 2,CP1
648 EI 648 20000 × 21530
+ 2,CP 2 ) L
2
x
3
M M
δ 1,DC = 3 −
23 ( PCP1 +
648 EIPefCP 2 ) L ( M 2,CP18EI + Mef 2,CP 2 ) L2
δ 1,DC = −
23 ( 27 +EI27ef ) 9003 ( 4763 8EI
648 + 4763 ef ) 9002
= − = 0,3cm
23 20000
648 ( 27 + 27 ) 9003 (84763
× 80215 + 4763
× 20000 ) 9002
× 80215
= − = 0,3cm
648 20000 × 80215 8 × 20000 × 80215
δ 2 = δ 1,DC′ − δ 1,DC = 0,4 − 0,3 = 0,1cm = 1mm
δ 2 = δ 1,DC′ − δ23
δ 1,DC
′ =
1,DC( = 0,4+ −P0,3) = 0,1cm
PCP1 CP 2

( M 2,CP 2 ) L2
M 2,CP1=+1mm
23 ( PCP1E+I ef′PCP 2 ) ( M 2,CP18E +M I ef′ 2,CP 2 ) L
2
648
δ 1,DC
′ = −
23 ( 27E+I27
648 ef′ ) 900 ( 47638E+I ef′4763) 9002
3
= − = 0,4cm
23 20000
648 ( 27 + 27 ) 9003 (84763
× 51314 + 4763
× 20000 ) 9002
× 51314
= − = 0,4cm
648 20000 × 51314 8 × 20000 × 51314
23 (ψ 2 PSC 1 ) L M 2,SC
3
′ 1L2
δ3 = 3 −
23 (ψ 2EPSC
648 I ef′1 ) L M8E ′ I ′L2
δ3 = − 2,SCef1
23 ( 0,6E×I ef′135) 9008E
648 3 I′
ef 14289 × 900
2
= − = 0,6cm
23 (20000
648 0,6 × 135 ) 9003 8 ×14289
× 51314 20000××900 51314
2
= − = 0,6cm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


648 20000 × 51314 8 × 20000 × 51314
δ 0 = 0,85 (δ 1,AC + δ 1,DC ) = 0,85 ( 4,8 + 0,3) = 4,34cm → δ 0 = 4,5cm
δ 0 = 0,85 (δ 1,AC + δ 1,DC ) = 0,85 ( 4,8 + 0,3) = 4,34cm → δ 0 = 4,5cm
δ max = 5,1+ 0,1+ 0,6 − 4,5 → δ max = 1,3cm = 13mm
δ max = 5,1+ 0,1+ 0,6 − 4,5 → δ max = 1,3cm = 13mm
⎛ δ max ⎞ 1,3
⎜⎛⎝ δδ ⎟⎞⎠ = 2,57 1,3
= 0,51 → Ok!
⎜⎝ δ ⎟⎠ = 2,57 = 0,51 → Ok!
max
lim QP

lim QP

OBS: observar que a contra flecha aplicada é de 85% do valor dos deslocamentos antes do endurecimento
do concreto. 319
Combinação Rara:
(Deslocamentos que podem provocar danos aos elementos construtivos não estruturais)

δ A = δ 2 + δ 3 ≤ δ lim

δ 2 = δ 1,DC
′ − δ 1,DC = 0,4 − 0,3 = 0,1cm = 1mm

δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 3 + 6 = 9mm
23 (1− ψ 2 ) PSC 1L M SC
3
′′ 1L2
δ 3′ = −
648 EI ef 8EI ef
23 (1− 0,6 )135 × 9003 8932 × 9002
= − = 0,3cm
648 20000 × 80215 8 × 20000 × 80215
23 (ψ 2 PSC 1 ) L M 2,SC
3
′ 1L2
δ 3′′ = − = 0,6cm
648 EI ef′ 8EI ef′

δ A = 0,1+ 0,9 → δ A = 1,0cm = 10mm

⎛ δA ⎞ 1,00
⎜⎝ δ ⎟⎠ = = 0,39 → Ok!
lim Rara 2,57

Pelos resultados obtidos, observa-se que a estrutura possui reserva de resistência e permite a utilização de
interação parcial. Considerando os resultados obtidos no exercício 6, conclui-se que é possível adotar 14
conectores de cisalhamento, conforme indicado a seguir.

Verificação da viga mista considerando interação parcial:

Grau de interação
nQ Rd 14 × 74,38
ηii = 14
Rd
= 74,38 = 0,73
nQ Rd Fhd × 1434,38
ηi = = hd = 0,73
Fhd 1434,38
Grau de interação mínimo
E
E 578 f y (
ηii = 1− 0,75 − 0,03Lee ) ≥ 0,40
ηi = 1− (0,75y − 0,03Le ) ≥ 0,40
578 f y 20000
ηii =20000
1− ( 0,75 − 0,03 × 6,3) = 0,45 > 0,4 → Ok
ηi = 1− 578 × 35
( 0,75 − 0,03 × 6,3) = 0,45 > 0,4 → Ok
578 × 35
Propriedades geométricas I ef = 71985cm 44 I ef′ = 47292cm 44
ef ef
I ef = 71985cm 4 I ef′ = 47292cm 4
Wefef = 2331cm 33 Wefef′ = 1954cm 33
Wef = 2331cm 3
Wef′ = 1954cm 3
320
C cdcd = 1041kN
C cd =C1041kN
ad = 1647kN
ad
C ad =T1647kN
ad = 2688kN
ad
Tad = a2688kN
= 5,44cm
a = 5,44cm
ηi = 1− 578
E ×f 35(0,75 − 0,03Le ) ≥ 0,40
ηi E f ( 0,75 − 0,03Le ) ≥ 0,40
= 1− 578 y
ηi = 1− 578
20000 y ( 0,75 − 0,03Le ) ≥ 0,40
ηi = 1− 578 f y ( 0,75 − 0,03 6,3) = 0,45
I ef =× 71985cm 4
= 47292cm
I ef′ →
> 0,4 Ok 4
20000
× 35
ηi 20000 ( 0,75 − 0,03 × 6,3) = 0,45 > 0,4 → Ok
= 1− 578
ηi = 1− 578 × 35 ( 0,75 − 0,03 × 6,3) = 0,45 > 0,4 → Ok
578 × 35 Wef = 2331cm 34 Wef′ = 1954cm 34
I ef = 71985cm 4 I ef′ = 47292cm 4
I ef = 71985cm 4
Resistência após a cura do concreto I ef′ = 47292cm 4
I ef = 71985cm3 I ′ = 47292cm
C cd = 1041kN Wef = 2331cm 3 Wef ef′ = 1954cm 33
Wef = 2331cm 3 Wef′ = 1954cm 3
C ad = 1647kN Wef = 2331cm Wef′ = 1954cm
Tad = 2688kN
C cd = 1041kN
C a cd= = 5,44cm
C ad = = 1041kN
1647kN
C
C 1041kN
y pcdad==11,39cm
1647kN
T
C ad = = 2688kN
1647kN
T yadc ==3,42cm 2688kN
ad

T a = 5,44cm
=5,44cm
2688kN
t ==
ayyad 9,11cm
p = 11,39cm
aMy =dc=5,44cm 11,39cm
= 67526kNcm ≅ M Sddc = 67606kNcm → Ok
yycp Rd == 3,42cm
11,39cm
yycp = = 3,42cm
9,11cm
δyy1ct =
Flechas
t = 5,1cm
= 3,42cm
dc 9,11cm
Myt2 Rd = = 67526kNcm ≅ M Sddc = 67606kNcm → Ok
δM dc 9,11cm
0,2cm
Combinação Rd = 67526kNcm ≅ M Sddc = 67606kNcm
quase permanente: → Ok
δM = 0,7cm dc
= 67526kNcm ≅ M Sddc = 67606kNcm → Ok
δ 13 Rd = 5,1cm
δδ 0 == 5,1cm 4,5cm
δ 12 = 0,2cm
δδ 1max== 5,1cm =0,2cm1,5cm
δ 32 = 0,7cm
δ2 = = 0,7cm
0,2cm
δδδ⎛ 03δ = ⎞
max4,5cm 1,5
⎜δ⎝ 3δ= = 4,5cm ⎟⎠ = 2,57 = 0,58 → Ok!
0,7cm
δδ 0max=lim=4,5cm 1,5cm
QP
δ 0max = 1,5cm
δ⎛ δ max=⎞1,5cm 1,5
= 1,5 = 0,58 → Ok!
δ⎛⎜⎝ 2δmax δmax = ⎞

0,2cm
lim ⎠ 2,57
⎞⎟ QP = 1,5 = 0,58 → Ok!
δ⎛⎜⎝ 3δδ= max1,0cm
lim ⎠ QP = 2,57 = 0,58 → Ok!
⎜⎝ δ ⎟⎠ 2,57
δ = 1,2cm < 2,57cm → Ok
Combinação
lim QP
δ 2A = 0,2cm rara:
δδ⎛ 32δ= ⎞
=A 1,0cm
0,2cm
=
1,20
= 0,47 → Ok!
δδ⎜⎝ 2δ = = 1,0cm
⎟⎠
0,2cm 2,57
δ = 1,2cm 3 lim < 2,57cm → Ok
δδ 3A ==1,0cm Rara
1,2cm < 2,57cm → Ok
δ⎛ Aδ =A 1,2cm ⎞
A
= <1,20
2,57cm → Ok→ Ok!
= 0,47
⎛⎜23895 δ ⎞
⎟ 7107 1,20 16463
⎝⎛ δδlim ⎠⎞ Rara
A
+ = 2,57 + = 0,47= 31,5kN/cm
→ Ok! 2
⎜⎝1196 δ ⎠ 2331 ⎟ 1,20
2,57 1954
⎜⎝ δ lim ⎟⎠ Rara = 2,57 = 0,47 → Ok!
A

lim Rara
23895
σ 31,5 7107 16463
Limite 23895 = +
de tensão
7107
= + na
0,90 mesa
16463
→ =inferior:
31,5kN/cm
Ok!
2

f1196 35,0 2331 + 16463


+ 7107 1954 = 31,5kN/cm 2

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


23895
1196 + 2331 + 1954 = 31,5kN/cm 2
y

σ119631,52331 1954
σf = 35,0 31,5 = 0,90 → Ok!
y =
σf 31,5 = 0,90 → Ok!
y = 35,0 = 0,90 → Ok!
f y 35,0

321
EXEMPLO 5
Fazer uma análise comparativa entre os métodos “exato” e simplificado de cálculo de vigas mistas com
tubos circulares para a viga V1. Considerar a variação da posição da linha neutra plástica entre o centro
geométrico do tubo e o eixo da laje.

A análise comparativa será feita com base no perfil tubular circular dimensionado no Exercício 1, admi-
tindo-se interação completa e LNP variando ao longo da seção mista. Para isso, serão desconsiderados os
vãos fornecidos inicialmente para as lajes e para a viga em questão.

A estratégia adotada para os cálculos foi a seguinte:

1. Fixar a posição da LNP em um determinado ponto (d1) da seção mista do perfil tubular circular e
calcular o momento resistente;

2. Com as propriedades do perfil de aço e com o valor de d1, obter a largura efetiva (b) da laje;

3. A partir do valor de b, calcular a posição da LNP e o momento resistente para a viga mista conside-
rada com o perfil tubular retangular equivalente.

A tabela a seguir apresenta os momentos resistentes de cálculo da viga mista obtidos com base nos méto-
dos “exato” e simplificado de cálculo em função da posição da LNP (d1). Na última coluna são informadas
as diferenças percentuais entre os valores de momento resistente.

Seção circular Seção retangular equivalente Desvio

d1 Aac Aat ecc eac eat Cad Tad Ccd b MRd d1 Aac Aat ecc eac eat Cad Tad Ccd MRd
(%)
(mm) (cm2) (cm2) (mm) (mm) (mm) (kN) (kN) (kN) (cm) (kNm) (mm) (cm2) (cm2) (mm) (mm) (mm) (kN) (kN) (kN) (kNm)
40 34,7 48,5 234 76 124 1105 1543 438 48 377,1 41 33,9 47,6 233 83 129 1078 1515 438 387,2 -2,675

65 30,4 52,8 210 61 137 967 1681 713 78 438,3 67 29,5 52,0 208 67 143 940 1653 713 448,0 -2,233

89 25,7 57,5 185 45 149 818 1830 1012 111 497,1 95 24,9 56,6 180 50 158 791 1802 1012 505,8 -1,754

113 20,4 62,9 161 29 160 648 2000 1352 148 555,9 126 19,5 62,0 148 27 175 620 1973 1352 561,6 -1,016

138 13,5 69,7 137 13 167 430 2219 1789 196 620,7 155 12,6 68,9 120 4 184 402 2191 1789 618,2 0,400

162 0,0 83,2 113 0 162 0 2648 2648 291 726,7 162 0,0 81,5 113 0 162 0 2593 2593 711,5 2,087

Obs.:

Valores Negativos: resultados contra a segurança (momento resistente com o perfil retangular equivalente
é maior do que com o perfil circular);

Valores Positivos: resultados a favor da segurança (momento resistente com o perfil retangular equivalente
é menor do que com o perfil circular).

Momento resistente de cálculo da viga mista para o perfil tubular circular:

Primeiramente, fixa-se d1 na posição desejada para a LNP.

322
- Se d1 ≥ r:
π
π R
R
2
2 ⎡⎡ 2 arcsen ⎛ d
⎛ d11 ⎞⎞ ⎤⎤
A
A =
= π
π R
R
2
2 −
− ⎡
⎢ dd1 R R 2 −d2
2
− d 2 + R2
+ R arcsen ⎛⎝ dd1 ⎞⎠ ⎤⎤⎥⎥
A ac =
ac
Aacac = 2
2 −
− ⎡⎢⎣⎣⎢ dd11 R 2
R2 − − dd112 + 12
+ R
R
2
2 arcsen ⎛
arcsen ⎝⎝ R
R 1⎞ ⎠⎠ ⎦⎦⎥
2 ⎢
⎣ 1 1
⎝ R ⎠ ⎥⎦
2 2 ⎣ R ⎦
2 (( R
2 − d 2 )3 2 − d
3
ee ac = 2
2
2 2 32

ee acac = 12 ) 2 −
R 2 − d 12 3 2 − d 1
ac = 3Aac ( R − d 1 )
= 3A
3A R 2 − d1 − dd11
1
ac
3Aac ac





- Se d1 ≥ r:

A ⎡ ⎛⎛ dd11 ⎞⎞ ⎤⎤ + ⎡⎡ d r 22 − d 22 + r 22 arcsen ⎛⎛ dd11 ⎞⎞ ⎤⎤
A
A =
=
A
A aa
a −⎡
− ⎡⎡⎢ dd1 R R 2 −d2
2
2 − d1
2 + R2
2 + R 2 arcsen
2
arcsen ⎛⎝ dd1 ⎞⎞⎠ ⎤⎤⎥⎥ + ⎡⎢ d11 r 2 − d112 + r 2 arcsen ⎛⎝ dd1 ⎞⎠ ⎤⎤⎥
A ⎢⎣⎢ dd1 R 2 − d 12 + R 2 arcsen ⎛ 1⎠⎦+ ⎡ ⎣⎢ d1 r 2 − d12 + r 2 arcsen ⎛⎝ r1 ⎞⎠ ⎦⎥
Aacac = a −⎣
ac
A ac
= 2
1 1
⎝⎝ R
2
22 ⎢⎣⎣
2 − 1 R − d 1 + R arcsen
⎝ R ⎠⎠ ⎥⎦ ⎢⎣⎢⎣ d1 r − d1 + r arcsen ⎝⎝ rrr ⎠⎠ ⎥⎦⎥⎦
R
R

⎦ +
2 ⎡⎡ R 22 − d 22 333 22 − r 22 − d 22 333 22 ⎤⎤ − d⎦ ⎣ ⎦
ee ac = = 2
3Aac ⎣⎢⎡⎣⎢⎣(( R
2 ⎡ ( R − d )
− dd112 )) 2 −
− (
− (rr 2 −
r − d )
− dd112 ) 2 ⎦⎥⎤⎦⎥ − ⎤ − d
ee acac = R2 −
( 1 ) ⎥
2 12 3 2 2 1 2 3 2 1
3A − dd11
1 1
ac = 3Aac ⎢ ⎦
3Aac ⎣ ac ⎢ ⎥





A partir dos valores de Aac e eac obtêm-se Aat e eat:

A =A aa − A
A
A at =
at
= A
A −
− A
Aacacac
Aat = AAa − A
at a
ac
ee at = A
A ac ( e + d ) + d
ac
e atat = = A (eacac ++ dd111 ) ++ dd111
ac e ac
e at = A A at ( e ac + d 1 ) + d 1
ac
at
A
ttAc at
at
dd
eecc = = tc + + hhh ff + + d− − d
− ddd111
c
eecccc = = t22c + + h f + + d2 2 −
cc 2
2
f 2
2
1




Momento resistente de cálculo:


C =A Aacac fff ydyd T =A f
C ad = Tad ad = A
Aatatat fff ydydyd
ad = =A
ad
C
C ad =A Aacac f ydyd T Tad ad =
at yd
M
M =
= β
β
βvm ⎡⎣⎡⎣T
⎡⎣⎡T T ee at ++ C
C ad e
e ac + +
+ ((T
(TTTadad −−− CCC adad )) eeecccc ⎤⎦⎤⎦⎤
Rd = +C
Rd vm ad
C ad
ad − C ad ) e cc ⎤
M
M Rd
Rd

vm Tad ee at +
ad at
ad e e acac + ad ad cc ⎦
vm ⎣ ad at ad ac ⎦

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos



Cálculo da largura efetiva da laje:


C =T −C
C
C cd =
cd
= T
T ad −
ad
− C
C ad
ad
C cd = TCad − C ad
cd ad ad

bb = C
C cd

b= C cdcdf t
cd
= 0,85
b = 0,85 0,85 f cd c
cd t c
0,85 ff cdcd tt cc


Momento resistente de cálculo da viga mista para o perfil tubular retangular equivalente:

Calculado conforme a ABNT NBR 8800:2008.

323
EXEMPLO 6

Dimensionar as ligações mistas das vigas V1, V2 e V4.

Solução das vigas V1 e V2:

Características das vigas de aço e da laje de concreto analisadas:

Viga V1 (vão extremo):

Perfil V&M300x150x8,0mm → (54kg/m)

Altura total da viga mista (dt): 450mm

Vão da viga (L): 9000mm


βvm = 0,85
βvm = 0,85
L = 20
L d t = 20
dt
f y = 350MPa
βf vm
y ==350MPa
0,85
βvm = 0,85

L acordo
De d = 20 com a Tabela R.3 do Anexo R da ABNT NBR 88002008, tem-se que:
θL d t==23mrad 20
(capacidade de rotação necessária)
nec t
θ nec = 23mrad (capacidade de rotação necessária)
f y = 350MPa
f y = 350MPa

β =V2
Viga (vão interno):
vm 0,85
βvm = 0,85
Perfil θ nec =V&M300x100x8,8mm
23mrad (capacidade de → rotação necessária)
(52,2kg/m)
θLnec ==23mrad (capacidade de rotação necessária)
L d t = 20 20
Altura
d t total da viga mista (dt): 450mm

Vão f y =da350MPa
viga (L): 9000mm
βf vm y ==350MPa
0,85
βvm = 0,85

L = 20
d
θL d t==23mrad20
(capacidade de rotação necessária)
nec t
θ nec = 23mrad (capacidade de rotação necessária)
f y = 350MPa
f y = 350MPa


De
(( ))
acordo com a Tabela
θynec= =h f 23mrad
+ 51− 9,5 −
φ
y = h f + 51− 9,5 − φss 2 R.3 do Anexo R da ABNT NBR 88002008, tem-se que:
2 de rotação necessária)
(capacidade
θ nec = 23mrad (capacidade de rotação necessária)

324

(( ))
y = h f + 51− 9,5 − φs 2
y = h f + 51− 9,5 − s 2
φ
nec



βvm = 0,85

L = 20
d t construtivas para conectores de cisalhamentoe armadura longitudinal na laje de concreto
Disposições

• Deve-se ter pelo menos 10mm de concreto acima da superfície superior da cabeça do conector;
f y = 350MPa
• A face inferior da cabeça dos pinos, que resiste às forças verticais que tendem a separar o concreto
do perfil de aço, deve estar acima da armadura de concreto;

• θOneccomprimento
= 23mrad (capacidade de rotação
do pino acima necessária)
da forma de aço deve ser de no mínimo 40mm;

• A redução do comprimento do conector de cisalhamento devido à soldagem deve ser levada em


conta no cálculo de y, sendo que para esse exemplo de cálculo

( φ
)
y = h f + 51− 9,5 − s 2

Redução do comprimento do conector de cisalhamento devido à soldagem.

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos

325
Disposição do conector e da armadura longitudinal na laje.

f y 35
f yd = f y = de
Resistência 35cálculo do aço do perfil:
f yd = γfa1y = 1,1
35
f yd = γf a1y = 35
1,1
f yd = γ a1 = 1,1
γ a1 1,1 22 = 318,2MPa
f = 31,82kN/cm
f yy = 31,82kN/cm2 = 318,2MPa
f y = 31,82kN/cm 2 = 318,2MPa
f y = 31,82kN/cm = 318,2MPa

f sy de
Resistência 50cálculo do aço da armadura:
f sd = f sy = 50
f sd = γf sy = 1,15
50
f sd = γf syss = 1,15
50
f sd = γ s = 1,15
γ s 1,15 22 = 434,8MPa
f = 43,48kN/cm
f yy = 43,48kN/cm2 = 434,8MPa
f y = 43,48kN/cm 2 = 434,8MPa
f y = 43,48kN/cm = 434,8MPa
Resistência de cálculo do concreto:
f 20
f cd = fckck = 20
f cd = γf c = 1,420
f cd = γf ckckc = 1,4
20
f cd = γ c = 1,4 2
γ c 1,4 = 14,3MPa
f cd = 1,43kN/cm
f cd = 1,43kN/cm22 = 14,3MPa
f cd = 1,43kN/cm 2 = 14,3MPa
f cd = 1,43kN/cm = 14,3MPa
Módulo de elasticidade do concreto:
E c = 4760 f ck = 4760 20
E c = 4760 f ck = 4760 20
E c = 4760 f ck = 4760 20
Ec =
E = 21287,4MPa
4760 f ck = 4760 20
= 2128,74kN/cm 2

326 Ecc = 21287,4MPa = 2128,74kN/cm22


E c = 21287,4MPa = 2128,74kN/cm 2
E c = 21287,4MPa = 2128,74kN/cm

⎧ 1 ⎛ L1 + L2 ⎞ 1 ⎛ 9000 + 9000 ⎞
⎪⎪⎧811 ⎝⎛ LL1 ++
4
L2 ⎞ = 1 ⎛ 9000 + 9000 ⎞ = 562,5mm
⎠ = 8 ⎝⎛ 9000 +
4 9000 ⎠⎞⎠ = 562,5mm
⎧⎪ L
b ′ = menor ⎨⎪18 ⎝ L1 +4 L2 ⎞⎠ = 1
⎛ 8 ⎝ 4 → b ′ = 562,5mm
b ′ = menor ⎪⎧ ⎛ 1 2 ⎞ 1 ⎛ 9000 + 9000 ⎞ = 562,5mm → b ′ = 562,5mm
f cd = ck
=
γc 1,4

f ck 20 2 = 14,3MPa
ffcd == 1,43kN/cm
cd =
γ c 1,4

f cd = 1,43kN/cm
Características
2
= 14,3MPa
principais da viga mista – região de momento fletor negativo (laje tracionada)
E c = 4760 f ck = 4760 20
Largura efetiva da laje:
E c =acordo
De 21287,4MPa
com o critério = 2128,74kN/cm 2
apresentado no item O.2.2.2 da NBR 8800:2008, a distância entre os pontos de
E c = 4760nulo
momento = 4760
f ck pode 20
ser tomada igual à 1/4 da soma dos vãos adjacentes à região de momento negativo.
Assim, a largura efetiva de cada lado da linha de centro da viga é igual a:
E c = 21287,4MPa = 2128,74kN/cm 2
⎧ 1 ⎛ L1 + L2 ⎞ 1 ⎛ 9000 + 9000 ⎞
⎪⎪ 8 ⎝ 4 ⎠ = 8 ⎝ 4 ⎠
= 562,5mm
b ′ = menor ⎨ → b ′ = 562,5mm
⎪ = a 3000
= 1500mm
⎪⎩⎧21 ⎛ L1 +2 L2 ⎞ = 1 ⎛ 9000 + 9000 ⎞ = 562,5mm
⎪⎪ 8 ⎝ 4 ⎠ 8 ⎝ 4 ⎠
b ′ = menor ⎨ → b ′ = 562,5mm
Nesse caso, a⎪ alargura =
3000
efetiva total
= 1500mm da mesa de concreto é igual ao dobro da largura efetiva de cada lado da
bef = 2de× centro
linha b ′ =⎪⎩ 1125mm
2 da viga,
2 ou seja:
onde:
bef = 2 × b ′ = 1125mm

L1 é o vão da viga adjacente situada à esquerda da região de momento negativo;

L2 é o vão da viga adjacente situada à direita da região de momento negativo;

a é igual à distância entre a linha de centro da viga analisada e a linha de centro da viga adjacente.

Área necessária de armadura longitudinal nos apoios:

OBS: partindo da condição estabelecida pela ABNT NBR 8800:2008, para que as tabelas de capacidade
de rotação necessária sejam aplicáveis, admite-se que o momento fletor resistente de cálculo da ligação seja
igual ou superior a 30% doMRd da viga mista para regiões de momento positivo. Admite-se também que
o MRd seja, no limite, igual a MSd para uma viga biapoiada, dessa forma tem-se que:

0,4345.9002
M Rd = M Sd = 0,30 = 13197,0kN.cm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


8
⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:

M Rd = f sd Asl ( d − 0,5 + yest ) M Rd = f sd Asl ( d − 0,5 + yest )


13197.1,15 13197.1,15
Asl = = 7,476cm 2 Asl = = 7,484cm 2
50. ( 30 − 0,5.0,8 + 11) 50. ( 30 − 0,5.0,88 + 11)

f sy = 500MPa = 50kN/cm 2
ε su = 8% = 0,08 (CA − 50 ) 327
φs = 12,5mm (diâmetro da barra de aço)
Ab = 0,25.π .1,252 = 1,227cm 2 (área de uma barra)
Asl 7,484
nbar = = ≅ 6 (número de barras necessárias)
Ab 1,227
Rd Sd
8
⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:

M Rd = f sd Asl ( d − 0,5 + yest ) M Rd = f sd Asl ( d − 0,5 + yest )


0,4345.9002
M Rd = M Sd13197.1,15
= 0,30 = 13197,0kN.cm 13197.1,15
Asl = 8 = 7,476cm 2 Asl = = 7,484cm 2
50. ( 30
Armadura − 0,5.0,8 + 11)
negativa: 50. ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:
Aço CA-50
M Rd = f sd Asl ( d − 0,5 + yest ) M Rd = f sd Asl ( d − 0,5 + yest )
f sy = 500MPa = 50kN/cm 2
13197.1,15 13197.1,15
Asl = = 7,476cm 2 Asl = = 7,484cm 2
50. (=300,08
ε su = 8% − 0,5.0,8 11))
(CA −+50 50. ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
φs = 12,5mm (diâmetro da barra de aço)
Ab = 0,25.π .1,252 = 1,227cm 2
(área de uma barra)
f sy = 500MPa = 50kN/cm 2
Asl 7,484
nbar = = ≅ 6 (número de barras necessárias)
ε su = 8% 1,227(CA − 50 )
Ab = 0,08
φs = 12,5mm (diâmetro da barra de aço)
∴ 6πbarras
= 0,25. .1,25 de= 1,227cm
2 2
Abadotar (área
12,5mm para sede
teruma barra)no apoio.
simetria
A 7,484
nAbar = sl = 2
sl = 7,36cm
≅ 6 (número de barras necessárias)
Ab 1,227
⎯ Espaçamento horizontal disponível ( ah , disp ):
∴ adotarbef6 −barras
nbarφs de
−D 12,5mm
112,5para se ter−simetria
− 6.1,25 35,5 no apoio.
ah,disp = = ≅ 13,9cm
(nbar2 − 1) ( 6 − 1)
Asl = 7,36cm
Onde, ⎯ DEspaçamento
é o diâmetrohorizontal
do perfil tubular circular
disponível utilizado
( ah , disp ): no pilar.
ah = 50mm (espaçamento horizontal adotado)
Espaçamento bar φ s − D
bef − ntransversal das barras
112,5 (ABNT
− 6.1,25 NBR 6118:2007):
− 35,5
canom = =25mm (cobrimento = utilizado, assumindo ≅classe
13,9cm
de agressividade ambiental II)
Respeitando( nos 1) ( 6 − 1) máximos e os cobrimentos mínimos, a depender da classe de
h,disp
bar −espaçamentos mínimos,
agressividade ambiental, estabelecidos pela ABNT NBR 6118:2007, tem-se que:

ah = 50mm (espaçamento horizontal adotado)


cnom = 25mm (cobrimento utilizado, assumindo classe de agressividade ambiental II)

328
Distribuição das barras da armadura longitudinal na laje

MÉTODO DOS COMPONENTES


Componente armadura

Força resistente:
50
Fs ,Rd = f sd Asl = × 7,36 = 320,0kN
1,15
50
= fslsdEAs sl =2 × 7,36
Fs ,Rd 2A × 7,36 = 320,0kN
× 21000
ks =
Rigidez inicial:= 1,15 = 8707,6kN/cm
50 35,5
= hfslasdEAs sl =2 × 7,36
Fs ,Rd 2A × 7,36 =
× 21000 320,0kN
kΔs == Lε = 1,15 = 8707,6kN/cm
us hasmu 35,5
2Asl E s 2 × 7,36 × 21000
Ls ===200mm
kΔ Lhε smu =(valor mínimo = 8707,6kN/cm
normativo)
us 35,5

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Capacidade a de deformação:
⎛ σ srl ⎞
L = =200mm
εΔ us = L
smu εεsysmu− βt(valor
Δε sr +mínimo (
δ 0 ⎜ 1− normativo)
⎝⎛ σf ys ⎠⎞
)
⎟ ε su − ε sy
L = 200mm (valor mínimo normativo)
(
ε smu = fε sy − βt Δε sr + δ 0 ⎜ 1− srl ⎟ ε su − ε sy
50 ⎝⎛ σf −3ys ⎠
)
ε sy =
ys
= = 2,38x10 ⎞
ε smu =Eεssy − 21000
f ys 50 ⎝
(f −3
ys ⎠
)
βt Δε sr + δ 0 ⎜ 1− srl ⎟ ε su − ε sy
εβsy == 0,40= = 2,38x10
t Ef yss 21000
50
εβsy == 0,40 =kc
f ctm = 2,38x10−3
Δtε sr =E s 21000
δ sEs
β = 0,40 f k
Δtε sr = ctm c2
f ctm = 0,3 δ s Ef s 3 = 0,221kN/cm 2
f kck
Δε sr = ctm c2
=A0,3 δE 7,36
sl s f s 3 = 0,221kN/cm 2
δf ctm
s = = ck = 8,80x10−3 329
Ac 112,5.7,5 − 7,36
2
A0,3 7,36
δ s = sl 1=f ck = 0,221kN/cm = 8,80x10−3
= 2
f ctm
3

kc = A Ac 112,5.7,5 + 0,37,36− 7,36


≤ 1,0
δ s = 1+sl 1=t c = 8,80x10−3
kc = Ac 2 y112,5.7,5 − 7,36
+ 0,3 ≤ 1,0
tc 0
1+ 1
t = 7,50cm
f ys 50
ε sy = = = 2,38x10−3
Es 21000
βt = 0,40
f ctmkc
Δε sr =
δ sEs
2
f ctm = 0,3 f 3
ck = 0,221kN/cm 2
Asl 7,36
δs = = = 8,80x10−3
Ac 112,5.7,5 − 7,36
1
kc = + 0,3 ≤ 1,0
tc
1+
2 y0
t c = 7,50cm
E c = 4760 f ck = 2128,74kN/cm 2
Es 20000
αE = = ≅ 9,40
E c 2128,74
bef 112,5
btr = = = 11,97cm
αE 9,4

Coeficiente kc:

Viga V1:

Propriedades elásticas da seção homogeneizada (sem considerar a presença da armadura longitudinal)

d t
M s ,tr = AI ,equiv . ⎛ ⎞ + btr t c ⎛ c + h f + d ⎞
⎝ 2⎠ ⎝2 ⎠
M s ,tr = 4744,80cm 3
Atr = btr t c + AI ,equiv
Atr = 159,22cm 2
M s ,tr
ytr = = 29,80cm
Atr
tc
y0 = d − ytr + h f + = 11,45cm
2
1
kc = + 0,3 ≤ 1,0 → kc = 1,05
7,5
1+
2.11,45

∴ kc = 1,0


d t
M s ,tr = AI ,equiv . ⎛ ⎞ + btr t c ⎛ c + h f + d ⎞
⎝ 2⎠ ⎝2 ⎠
330 M s ,tr = 4712,75cm 3
Atr = btr t c + AI ,equiv
Atr = 157,08cm 2
M s ,tr
ytr = = 30,00cm
Atr
y0 = d − ytr + h f + c = 11,45cm
t
y0 = d − ytr + h f + 2c = 11,45cm
2
1
kc = + 0,3 ≤ 1,0 → kc = 1,05
17,5
kc = 1+ + 0,3 ≤ 1,0 → kc = 1,05
7,5
1+ 2.11,45
2.11,45
Viga V2:
∴ kc = 1,0
kc = 1,0 elásticas da seção homogeneizada (sem considerar a presença da armadura longitudinal)

Propriedades

d t
M s ,tr = AI ,equiv . ⎛ ⎞ + btr t c ⎛ c + h f + d ⎞
⎝ d2 ⎠ ⎝ t2 ⎠
M s ,tr = AI ,equiv . ⎛ ⎞ + btr t c ⎛ c + h f + d ⎞
⎝ 2⎠3 ⎝2 ⎠
M s ,tr = 4712,75cm
A s ,tr= =
3
M b 4712,75cm
t +A
tr tr c I ,equiv
A = btr t c + AI ,equiv
Atrtr = 157,08cm 2

Atr = 157,08cm
M s ,tr
2

ytr = = 30,00cm
MAtrs ,tr
ytr = = 30,00cm
t A
y0 = c + h f − ( ytr − d ) = 11,25cm
tr

t
y0 = 2c + h f − ( ytr − d ) = 11,25cm
2 1
kc = + 0,3 ≤ 1,0 → kc = 1,05
17,5
kc = 1+ + 0,3 ≤ 1,0 → kc = 1,05
7,5
1+ 2.11,25
2.11,25
∴kc = 1,0
∴kc = 1,0

Dessa
Δε sr =forma1,20x10 tem-se
−3 que:
δΔε =
−3
sr = 1,20x10
0,80
0
δ 0 = 0,80
⎛ f k ⎞⎛ δ E ⎞
σ sr ,l = ⎜ ctm c ⎟ ⎜ 1+ s s ⎟ = 27,29kN/cm 2
⎛ f δ k ⎞ ⎛ δEE ⎞
σ sr ,l = ⎝⎜ ctms c ⎠⎟ ⎝⎜ 1+ s c s ⎠⎟ = 27,29kN/cm 2
⎝ δs ⎠ ⎝
ε smu = 0,030 Ec ⎠
ε smuΔ = =0,030
∴ 6,00mm
us
∴ Δ us = 6,00mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Componente conector

Força resistente:
Fcs ,Rd = ∑ Q Rd ≥ Fs ,Rd = Tds
Fcs ,Rd = ∑ Q Rd ≥ Fs ,Rd = Tds
Tem-se que:
Q Rd = 70,96kN
Q Rd = 70,96kN
F 320,0
ncs = Fss ,Rd
,Rd = 320,0 ≅ 5,0
ncs = Q Rd = 70,96 ≅ 5,0
Q Rd 70,96
Fcs ,Rd = 5.70,96 = 354,80kN
Fcs ,Rd = 5.70,96 = 354,80kN
331
nk
kcs = nkrr
kcs = α
α
kr = 1000kN/cm
kr = 1000kN/cm
(υ − 1)( d − 0,5t + y )
α = υ − (υ − 1) ( d − 0,5t + y )
Fcs ,Rd = ∑ Q Rd ≥ Fs ,Rd = Tds
Q Rd = 70,96kN

Q

Fcs ,Rd F=s ,Rd Q Rd320,0
ncsRd== 70,96kN =
≥ Fs ,Rd = Tds
≅ 5,0

Fcs ,Rd Q = Rd Q Rd70,96
Fs ,Rd 320,0
≥ Fs ,Rd = Tds
Q ===70,96kN
nFcscsRd,Rd 5.70,96= = 354,80kN
≅ 5,0
Q Rd 70,96
Q
Rigidez =F70,96kNinicial: 320,0
= =s ,Rd
nFcscsRd,Rd 5.70,96= = 354,80kN
≅ 5,0
nkQ
Fs ,Rd
Rd 70,96
320,0
kncscs = r
= ≅ 5,0
Fcs ,Rd Q =α Rd5.70,96 70,96 = 354,80kN
nkr
== 1000kN/cm
kkFcsrcs ,Rd = 5.70,96 = 354,80kN
α
nk (υ − 1)( d − 0,5t + y )
α
kkcsr ==υ1000kN/cm −r
α d s (ξ + 1)
nk r (υ − 1) ( d − 0,5t + y )
kkcs ==υ1000kN/cm
α I−
ξr = α2 a d s (ξ + 1)
kr = d1000kN/cm s A(slυ − 1) ( d − 0,5t + y )
α = υ I−a
ξ = 2 (υ − 1)d(sd(ξ−2+0,5t 12 ) + y )
1

να == ⎢υsI− sl
⎡d ( ξA + 1 ) nk L
r 1 sd ⎤
E I d s (ξ +⎥11 )
ξ=⎣2 a

⎡d(sIξA+sl 1) nkr L1d s2 ⎤ 2
a a

νξL1= ==⎢0,15L a = 1350mm ⎥1


⎣d s2 Asl E a I a ⎦
⎡ (ξ + 1) nkr L1d s ⎤ 2 2
O =⎢0,15L = 1350mm
νL1=comprimento L1 deve
⎥ 1 ser suficiente para instalar 5 conectores, sendo um conector por canaleta.
⎡⎣ (ξ + 1)ankar L1d s ⎤⎦
d E I 2 2
νd s ==⎢ + ydo= centro
Distância 260,0mm ⎥
geométrico do perfil de aço ao centro geométrico da armadura.
L1 =⎣0,15L 2 E=a I1350mm a ⎦
d
dL1s = = 0,15L + y == 1350mm 260,0mm
2
⎯d Viga V1: ⎯ Viga V2:
d s = + y = 260,0mm
d28010 V1: 6840
ξd s==⎯ 2Viga + y = =260,0mm 1,61 ξ = ⎯ 2Viga V2: = 1,37
Cálculo de Kcs26 2 7,36 26 7,36
8010 6840
ξ =⎯ ⎡ (1,61+ Viga 1V1: =) 7.1000.135.26
1,61 2
⎤ ξ =⎯ ⎡ (1,37 =) 7.1000.135.26
Viga+ 1V2: 1,37 2

ν = ⎢262 7,36 ⎥ = 2,727 ν = ⎢
2
26 7,36 ⎥ = 2,814
⎯⎣ 8010 Viga20000.8010
V1: ⎦ ⎣
⎯ Viga
6840 20000.6840
V2: ⎦
ξ = ⎡ (1,61+ ) ⎤ ⎡ ( + ) ⎤
2 2
1 = 7.1000.135.26
1,61 ξ = 1,37 1= 7.1000.135.26
1,37
ν = ⎢262 7,36 ( 2,727 − 1) ( 30 − 0,5.0,8 ⎥ = 2,727
+ 11 ) ν = ⎢262 7,36 ( 2,814 − 1) ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
⎥ = 2,814
α
ξ= 2 = ⎣ 8010−20000.8010
2,727 = 1,61 26. (1,61+ ⎦ α
ξ= 2= ⎣ 6840−20000.6840
2,814 ⎦
= 1,37 26. (1,372 + 1)
2 1)
⎡26 (1,61+ 7,361) 7.1000.135.26 ⎤ (1,37
⎡26 7,36+ 1) 7.1000.135.26 ⎤
να == ⎢1,694 ( 2,727 − 1) ( 30 − 0,5.0,8 ⎥ + 11)
= 2,727 να == ⎢1,620 ( 2,814 − 1) ( 30 − 0,5.0,88⎥ + 11)
= 2,814
(1,61+−20000.8010
⎣⎡2,727 1) 7.1000.135.26 2


26. (1,61+ 1=) 2,727 ⎣
⎡2,814
(1,37 −+20000.6840
1 ) 7.1000.135.26 2


26. (1,37 + 1=) 2,814
ν = ⎢5.1000 ⎥ ν = ⎢5.1000 ⎥
k = ( 2,727
20000.8010
= −
2951,0kN/cm1 ) ( 30 − 0,5.0,8 + 11 ) k = ( 2,814
20000.6840
= − 1)( 30 − 0,5.0,88
3086,0kN/cm + 11)
α
αcs = = ⎣1,694 1,694−
2,727 ⎦ α = ⎣1,620
αcs = 1,620−
2,814 ⎦
5.1000 ( 2,727 −26. 1) ((30
1,61+ 1) + 11)
− 0,5.0,8 5.1000 ( 2,814 − 126. (1,37
)( 30 + 1)
− 0,5.0,88 + 11)
α
k == 2,727 − = 2951,0kN/cm α
k == 2,814 − = 3086,0kN/cm
αcs = 1,694 1,694 26. (1,61+ 1) αcs = 1,620
1,620 26. (1,37 + 1)
α 5.1000 α 5.1000
kcs ==1,694 = 2951,0kN/cm kcs ==1,620 = 3086,0kN/cm
1,694 ( B )
5.1000 1,620
5.1000
kcs( B= ) ( A ) Fs= 2951,0kN/cm kcs = = 3086,0kN/cm
s =1,694 2s ( A) 1,620
Fs
(B )
(B ) ( A ) Fs
s = 2s
CapacidadeFde s
( A )deformação:

F (B )
s ( B ) = 2s ( A ) s( A )
F
Fs ( B )
s ( B ) = 2s ( A ) s( A )
Fs

332
Escorregamento entre a extremidade da laje e a extremidade da viga.
0,7Q Rk
s ( A) =
kr
( A) 0,7Q
s == 1,25Q Rk
Q ( ARk) 0,7Qk RkRd = 1,25.70,96 = 88,70kN
s = r
kr
s ( A ) == 0,062cm
Q Rk 1,25Q Rd = 1,25.70,96 = 88,70kN
Q( ARk) = 1,25Q
0,7Q RkRd = 1,25.70,96 = 88,70kN
ss ( A ) = = 0,062cm
s ( A( B) )==0,062cm
F
Força f yskA
máximar sl = na
368,0kN
armadura
s
Q Rk = 1,25Q = 1,25.70,96 = 88,70kN
Fs ( B ) = f ys Asl Rd= 368,0kN
(B )
s (sA ) ==0,062cm
F fViga = 368,0kN
ys Asl V1: Viga V2:
Capacidade
Fs ((BA)) = kViga ( A )deformação dos=conectores
= 2951.0,062
V1: Fs ( A ) = kViga ( A ) V2:
= 3086.0,062 = 191,3kN
cs s 183,0kN cs s
F(sB ) = fViga ys Asl V1:= 368,0kN Viga V2:
Fs s ( A )==2,49mm
kcs s ( A ) = 2951.0,062 = 183,0kN sF(sB( )A )==2,38mm
kcs s ( A ) = 3086.0,062 = 191,3kN
F(sB( )A ) = kcs s ( A ) = 2951.0,062 = 183,0kN F ( A ) = k s ( A ) = 3086.0,062 = 191,3kN
s = 2,49mm s (sB ) = 2,38mm
cs
Viga V1:
s ( B ) ==2,49mm (B )
s = 2,38mm Viga V2:
F i ,Rd 1,25 f yd A fi ≥ Fs ,Rd
F ( A ) = k s ( A ) = 2951.0,062 = 183,0kN Fs ( A ) = kcs s ( A ) = 3086.0,062 = 191,3kN
Fis ,Rd = 1,25
cs
f yd A fi ≥ Fs ,Rd
( B)
F = 1,25
s i ,Rd= 2,49mm
Componente A fi ≥ Fsmetálica
f ydligação ,Rd s ( B ) = 2,38mm

Força resistente:
Fi ,Rd = 1,25 f yd A fi ≥ Fs ,Rd

Viga V1:

Área da mesa inferior e da região da curva de concordância



A fi = ⎛⎛ 5π − 6⎞⎞ t 22 + b fit = 13,20cm 22
A fi = ⎝ 2 − 6⎠ t + b fit = 13,20cm
⎝ 2 ⎠
35
Fi ,Rd = 1,25. 35 .13,2 = 525,0kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
Fi ,Rd = 1,25. 1,1 .13,2 = 525,0kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
1,1

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos



A fi = ⎛ 5π − 6⎞⎞ t 22 + b fit = 13,20cm 22

A fi = ⎝ 2 − 6⎠ t + b fit = 13,20cm
⎝ 2 ⎠
35
Fi ,Rd = 1,25. 35 .13,2 = 525,0kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
Fi ,Rd = 1,25. 1,1 .13,2 = 525,0kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
1,1
Resistência mínima da solda na mesa inferior do perfil tubular:
p = 102 + 75,4 = 177,4mm (perímetro da solda)
p = 102 + 75,4 = 177,4mm (perímetro da solda)
F 525
Fw ,min = Fii ,Rd = 525 ≅ 29,59kN/cm
Fw ,min = p,Rd = 17,74 ≅ 29,59kN/cm
p 17,74

5π 333
A fi = ⎛⎛ 5π − 6⎞⎞ t 22 + b fit = 10,24cm 22
A fi = ⎝ 2 − 6⎠ t + b fit = 10,24cm
⎝ 2 ⎠
35
Fi ,Rd = 1,25. 35 .10,24 = 407,1kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
Fi ,Rd = 1,25. 1,1 .10,24 = 407,1kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
1,1
i ,Rd
35 1,1
1,1
s ,Rd
Fi ,Rd = 1,25. .13,2 = 525,0kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
5π 1,1
=⎛ 1,25.
35⎞ 2
FA fi==
pi ,Rd 102 +
p⎝ =21021,1 −
75,46+ .13,2+ b =t 525,0kN
t= 177,4mm = 13,20cm ≥ 2Fs ,Rd da
(perímetro = 320,0kN
solda) → (Ok!)
⎠ 75,4 =fi 177,4mm (perímetro da solda)
Fi ,Rd F 525 525
Fpw=,min102 = +
Fw ,minp75,4 =35 = 177,4mm
=i ,Rd = ≅ 29,59kN/cm ≅(perímetro
29,59kN/cm da solda)
Fpi ,Rd = 1,25. 17,74 = 525,0kN ≥ Fs ,Rd da = 320,0kN → (Ok!)
= 102 F 75,4p.13,2
+ =525 17,74
177,4mm (perímetro solda)
Fw ,min = i ,Rd1,1 = ≅ 29,59kN/cm
Viga V2:Fip,Rd 17,74 525
Fw ,min = = ≅ 29,59kN/cm
⎛ 5π p 5π⎞ 17,74
p fi==102
A ⎛− 6 t=− 177,4mm
A⎝ fi 2+= 75,4
2
+⎞btfi2t +=b10,24cm
6 t
2
(perímetro
= 10,24cm da
2 solda)
⎝ 2⎠ ⎠ fi

= ⎛= i ,Rd 6=⎞ t 2 35
F 525
FAwfi,min − 35 + b fit≅=29,59kN/cm
10,24cm 2
Fi ,Rd =F⎝⎛ 1,25.
52π p ⎞ 17,74⎠ .10,24 = 407,1kN ≥2 Fs ,Rd≥ =
Fs 320,0kN → (Ok!)
A fi = i ,Rd =−1,25. 6 t 21,1
1,1 + b.10,24 = 407,1kN
fi t = 10,24cm
,Rd = 320,0kN → (Ok!)
⎝ 2 35⎠
Fi ,Rd = 1,25. .10,24 = 407,1kN ≥ Fs ,Rd = 320,0kN → (Ok!)
Resistência 1,1
35 mínima da solda na mesa inferior do perfil tubular:
Fpi ,Rd 5π+ 82,9
=⎛ 1,25. .10,24 = 407,1kN ≥2 Fs ,Rdda= solda)
320,0kN → (Ok!)
= 47,2
A fi = p = 47,2 6⎞+t 82,9
−1,1 2= 130,1mm
+ b fi=t 130,1mm
= 10,24cm(perímetro
(perímetro da solda)
⎝ 2F ⎠
i ,Rd F 407,1 407,1
Fpw=,min47,2
F=w ,min+p=82,9 =i ,Rd= =
35 130,1mm≅ 31,29kN/cm
≅ (perímetro
31,29kN/cm da solda)
Fpi ,Rd = 1,25. 13,01 = 407,1kN ≥ Fs ,Rdda= solda)
320,0kN → (Ok!)
= 47,2 F+ 82,9p.10,24 13,01
= 130,1mm
407,1 (perímetro
Fw ,min = i ,Rd1,1 = ≅ 31,29kN/cm
Fip,Rd 13,01 407,1
F
ki = ∞k = ∞p
w ,min = = ≅ 31,29kN/cm
13,01
p = 47,2
Rigidez + 82,9 = 130,1mm (perímetro da solda)
i inicial:

ki = ∞ Fi ,Rd 407,1
F = 0= = ≅ 31,29kN/cm
kΔiwui=,min
∞Δ ui =p0 13,01
Δ ui = 0
Capacidade de deformação:
Δ = (
ki ui= ∞ ( d − +0,5t
Si = S =
d0 − 0,5t y ) + y )2
2

i⎛ 1 1⎞ 2
( d ⎜− 0,5t +⎛ 1+ ⎟+y ) 1 ⎞
Si = ⎝ ks ⎜⎝ kkcs ⎠ k2 ⎟⎠
Δ ui =( d0⎛−mista
Ligação +s ⎞y ) cs
10,5t 1completa
Si = ⎜ + ⎟
⎯ ⎛⎝Viga
Rigidez ⎯
inicial:k1cs ⎞⎠ V1:
k1s Viga
V1: ⎯ Viga V2: V2:
⎯ Viga
+
⎜⎝ k k ⎟⎠ 2
⎯ (
( 30 −−0,5t
d Viga s
( +
cs
0,5.0,8
V1: y )+ 11)2
+ 11) ⎯( 30Viga V2: + 11)
− 0,5.0,88
2

S2 = S = ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
2 2
S1i = S = 30 − 0,5.0,8
⎯⎛1 ⎛Viga 11 V1: 1 ⎞ 1 ⎞21 ⎞ ⎯2⎛ Viga1⎛ V2:1 1 ⎞ 12 ⎞
⎜ − ⎛⎜0,5.0,8
(⎜⎝308707,6 + +1⎟ + + 11⎟⎠) ⎟⎠ ( 30 + ++11⎟)
⎜ − 0,5.0,88
⎜⎝ ⎟
S1 = ⎝ ks ⎝ 8707,6 kcs ⎠29512951 S2 = ⎝ 8707,6 ⎠
30863086
(3633066,0kN.cm/rad
⎛30 −10,5.0,8 +111⎞)
2 8707,6
(3748382,0kN.cm/rad
⎛ − 0,5.0,88
30 1 1+ 11⎞)2 ⎠
+
S1 = S⎜ = 3633066,0kN.cm/rad ⎟ +
S2 = S⎜ = 3748382,0kN.cm/rad ⎟
⎯⎛⎝18707,6
Viga1 V1: 2951 1 ⎞⎠ ⎯2⎛⎝ Viga
8707,6 1 ⎞⎠
1 V2: 3086
⎜⎝ + ⎟ ⎜⎝ + ⎟
8707,6 2951⎠2
S1 = 3633066,0kN.cm/rad 8707,6 3086 ⎠ 2
S2 = 3748382,0kN.cm/rad
( 30 − 0,5.0,8 + 11) ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
S1 = 3633066,0kN.cm/rad S2 = 3748382,0kN.cm/rad
⎛ 1 1 ⎞ ⎛ 1 1 ⎞
⎜⎝ + ⎟ ⎜⎝ + ⎟
8707,6 2951⎠ 8707,6 3086 ⎠
S1 = 3633066,0kN.cm/rad S2 = 3748382,0kN.cm/rad

334
Momento fletor resistente de cálculo:
M Rd ,LM = Fs ,Rd ( d − 0,5t + y ) = f sd Asl ( d − 0,5t + y )

⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:


50 50
M Rd ,LM = .7,36. ( 30 − 0,5.0,8 + 11) M Rd ,LM = .7,36. ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
Fs ,Rd ( d − 0,5t + y ) = f sd Asl ( d − 0,5t + y )
M Rd ,LM = 1,15 1,15
M Rd ,LM = 12992,0kN.cm M Rd ,LM = 12979,2kN.cm
⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:
M Rd ,LM = Fs ,Rd ( d − 0,5t + y ) = f sd Asl ( d − 0,5t + y )
50 50
=
M Rd ,LMobserve
OBS: .7,36.
que ( 30 − 0,5.0,8
o momento + 11) de cálculo
resistente mista( 30
M Rd ,LMda=ligação.7,36. − 0,5.0,88 + 11) igual a 30% do
é aproximadamente
⎯ Viga1,15V1:( ) ⎯ Viga1,15
V2:
momento Δ fletor
+ s positivo de uma viga biapoiada.
B
θMu Rd= ,LM =us12992,0kN.cm M Rd ,LM = 12979,2kN.cm
(
M Rd ,LM =
50 + y )
d − 0,5t
.7,36. ( 30 − 0,5.0,8 + 11) M Rd ,LM =
50
.7,36. ( 30 − 0,5.0,88 + 11)
1,15 1,15
M Rd⎯
Capacidade Viga de V1:rotação disponível:
,LM = 12992,0kN.cm M Rd⎯ Viga V2:
,LM = 12979,2kN.cm
+ s (+B ) 2,49
Δ us 6,0 6,0 + 2,38
θ =
θ uu = d − 0,5t + y θu =
((300 − 0,5.8,0) + 110) = 21,0rad ( 300 − 0,5.8,8 + 110)
≅ 21,0mrad

s (B )
Δ us + V1:
θ u =⎯ Viga ⎯ Viga V2:
( d − 0,5t + y )
6,0 + 2,49 6,0 + 2,38
θ u =⎯ Viga V1: = 21,0rad θ u =⎯ Viga V2: ≅ 21,0mrad
⎯( 300
Viga V1: + 110 )
− 0,5.8,0 ⎯( 300 V2: + 110 )
− 0,5.8,8
Viga
θ u = 1,1.21,0 = 23,1mrad
6,0 + 2,49 6,0 + 2,38
θOBS:
unec== 23,0mrad → (Ok!) = 21,0rad θu =
conforme o item R.4 da ABNT NBR 8800:2008, pode-se aumentar≅ 21,0mrad
a capacidade de rotação em
10% (para − 0,5.8,0 + 110
300 construção )
não-escorada. ( 300 − 0,5.8,8 + 110)
⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:
Sendo assim;
θ u = 1,1.21,0 = 23,1mrad
θ nec ⎯= 23,0mrad
Viga V1: → (Ok!) ⎯ Viga V2:
θ u = 1,1.21,0 = 23,1mrad
θ nec = 23,0mrad → (Ok!)

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


DIMENSIONAMENTO DA CHAPA DE EXTREMIDADE

Esforço cortante de cálculo:


VSd = 21020,0kg = 210,2kN
VSd = 21020,0kg = 210,2kN

Características dos parafusos:


ASTM A325, d b = 19,0mm ; f yb = 635MPa ; f ub = 825MPa
ASTM A325, d b = 19,0mm ; f yb = 635MPa ; f ub = 825MPa

Abe = 0,75Ab = 0,75.0,25.π .d b22 = 2,13cm 22


Abe = 0,75Ab = 0,75.0,25.π .d b = 2,13cm

1 335
t p ≤ 1 d b → t p = 9,5mm
t p ≤ 2 d b → t p = 9,5mm
2
f u = 50kN / cm 22
f u = 50kN / cm

A f 2,13.82,5
Tração: F = Abe fu = 2,13.82,5 = 130,2kN
Sd

VSd = 21020,0kg = 210,2kN


ASTM A325, d b = 19,0mm ; f yb = 635MPa ; f ub = 825MPa
ASTM A325, d = 19,0mm ; f = 635MPa ; f ub = 825MPa
VSd = 21020,0kg = 210,2kN
b yb
VASdbe == 21020,0kg
0,75Ab = 0,75.0,25.
= 210,2kNπ .d b2 = 2,13cm 2
Abe = 0,75Ada
Características b =chapa0,75.0,25. de ligação:π .d b2 = 2,13cm 2
VSd =121020,0kg
ASTM A325, d b == 19,0mm 210,2kN; f yb = 635MPa ; f ub = 825MPa
t p ≤ d b → t p = 9,5mm ; f yb = 635MPa ; f ub = 825MPa
VSdASTM = 21020,0kgA325, d = b = 19,0mm
210,2kN
2 1
Abe =t 0,75A p ≤ dbb =→0,75.0,25.
2t p = 9,5mm π .d; b22f = 2,13cm 2
Afbeu = 50kN
ASTM A325, b = 19,0mm
=d0,75.0,25. = 635MPa
π .d b yb= 2,13cm ; f = 825MPa
2
0,75A 2 /b cm
ASTM A325, d b = 19,0mm ; f yb = 635MPa ; f ub =ub 825MPa
f u = 50kN / cm 2
A =10,75Ab = 0,75.0,25.π 2.d b2 = 2,13cm 2
t p=be≤0,75A
AbeForça 1 db → = t =
0,75.0,25.
p A 9,5mm π .d = 2,13cm 2
be f uparafusos:2,13.82,5
p ≤ 2 d bF→ t= p = 9,5mm
tTração: resistente
b dos =
b
= 130,2kN
2 t ,Rd 2γ a 2 A f 1,35
f u =Tração: 2,13.82,5
150kN // Fcm t ,Rd =
be u
= = 130,2kN
tfpu 1≤= 50kN
2
d b → tcm p = 9,5mm γ a0,4A b f ub1,350,4.2,835.82,5
≤ d2b → t p = 9,5mm
t p Cisalhamento: Fv ,Rd = 2
= = 69,3kN
2 γ 0,4A
a2 f 1,35
0,4.2,835.82,5
f u =Cisalhamento: 2
50kN / cm f Fv ,Rd2,13.82,5 = b ub
= = 69,3kN
= 50kNF/ cm=2 A
f uTração: A be u
f = 2,13.82,5 γ a 2 = 130,2kN 1,35
Tração: Ft ,Rd = γ a 2 = 1,35 = 130,2kN
t ,Rd be u

1,2l f tf u γ a1,2 2
(140
×0,4A
1,35
− 19 ) 0,4.2,835.82,5
× 0,95 × 50
Fr ,Rd = A=be f u= 0,4A b f ub
2,13.82,5 = 5108kN
Cisalhamento:
Tração: Ft ,Rd γ = F
AbeFfvf ,Rd =1,2 ×b (140
utf u =2,13.82,5
f = 0,4.2,835.82,5
=19
130,2kN = 69,3kN
Cisalhamento:
Verificações
Tração: F ,Rd = = a1,2l
adicionais:
2
γ = γ 1,35
1,35
ub
=
= −130,2kN) × 0,95
1,35 × 50 = 69,3kN
Frt,Rd a2 = = 5108kN
v ,Rd
γ a2a 2
1,35
2,4d btfγγuaa22 2,4.1,9.0,95.50 1,35 1,35
Fe ,Rd ≤ de contato
Pressão = rasgamento0,4Ab f ub entre = 160,44kN
0,4.2,835.82,5
Cisalhamento: γ a2,4d Fv ,Rdtfe0,4A
= 2,4.1,9.0,95.50
b f ub
1,35 = furos:
0,4.2,835.82,5 = 69,3kN
Cisalhamento: F2 =
1,2l≤ f tfvu,Rd 1,2 =×γ(140
Fe ,Rd b u γ =
a 2 − 19 ) × 0,95 1,35
=×160,44kN
50 = 69,3kN
Fr ,Rd = 1,2l f tf uγ⎧=aF2t1,2 × (140a2 19 ) × 0,95
−1,35 1,35× 50 = 5108kN
Fr ,Rd = γ a 2 = ,Rd 1,35 = 5108kN
γ a 2 ⎪⎪ Fv ,Rd⎧ F 1,35
Fb ,Rd =1,2l ∴ (F140 = 19 ) ×=0,95
t ,Rd
2,4d
menor f btftfuu⎨ 1,2 2,4.1,9.0,95.50
⎪ × b ,Rd − 69,3kN × 50
F
F re ,Rd
≤ f tf ub u⎪1,2
,Rd 1,2l
=

2,4d tf =F=
= ×
⎪ F(140
v ,Rd − 19 ) × 0,95
2,4.1,9.0,95.50
=
160,44kN
× 50 = 5108kN
160,44kN
= Fb ,Rd γγγ=aa2menor
r ,Rd
Fr ,Rde ,Rd 2= 1,35
∴ Fb1,35 ,Rd = 69,3kN
= 5108kN
γ a 2 a 2 ⎪⎩ Fc ,Rd⎨⎪ Fr ,Rd1,35 1,35
2,4d tf⎧ Ft ,Rd2,4.1,9.0,95.50
Fe ,Rd 2,4d =t ,Rd⎪ F
≤ btf ub ⎧⎪u F2,4.1,9.0,95.50 = 160,44kN
Fe ,Rd ≤ γ a 2 =⎪ Fv ,Rd⎩ c ,Rd1,35 = 160,44kN
Fb ,Rd = γmenor ⎪ Fv ,Rd ∴1,35 F = 69,3kN
Fb ,Rd = menor ⎨
a2

⎧ Ftr ,Rd ∴ Fbb ,Rd ,Rd = 69,3kN
VSd ⎪ F ,Rd
nb = =⎧4F⎪⎪t (adotar
,Rdr ,Rd número par de parafusos para se obter simetria na ligação).
F ,Rd VSd ⎪ F⎪ ⎩F Fcv,Rd
,Rd
Fb ,Rd n=bmenor = ⎪ ⎩
⎨v= ∴ F número
,Rdc4,Rd(adotar = 69,3kN
Fb ,Rd = menor b
Fb ⎨,RdF⎪ Fr ,Rd ∴ Fb ,Rdb ,Rd = 69,3kN par de parafusos para se obter simetria na ligação).
⎪ ⎪r ,Rd Fc ,Rd ⎧24t min
e min = 3dde
Número b ;⎪ e⎩cmax
parafusos:
F = menor ⎨
VSd ⎩ ,Rd ⎩300mm ⎧24tdeminparafusos para se obter simetria na ligação).
nb = eVSd ==3d4 (adotar ; e =número
menor par
⎨ de parafusos para se obter simetria na ligação).
nb = Fb ,Rd = 4 (adotar número par
min b max
Fb ,Rd ⎩300mm
VSd
nb =VSd ⎯ = 4 (adotar número ⎧24t par de parafusos para ⎯se obterV2:
simetria na ligação).
nb e=min =F3d = 4Viga (adotar
b ,Rdb ; e max = menor ⎧
V1: número
⎨ par
24t de
min
min parafusos para se Viga
obter simetria na ligação).
F =
eEspaçamento 3d ;
minPerfil:b300x150x8,0mm e = menor ⎨ 300mm Perfil: 300x100x8,8mm
b ,Rd
⎯ entre Vigafuros:
max
V1: ⎩⎩300mm ⎯ Viga V2:
Perfil: 300x150x8,0mm 24t
⎧ min Perfil: 300x100x8,8mm
e minChapa:330x350x9,5mm
= 3d b ; e max = menor ⎧24t ⎨ min Chapa:330x350x9,5mm
e min = 3d b ; e max = menor ⎨ ⎩300mm
⎯ Chapa:330x350x9,5mm
Viga V1: ⎩300mm ⎯Chapa:330x350x9,5mm
Viga V2:
⎯ Viga V1: ⎯ Viga V2:
Perfil: 300x150x8,0mm Perfil: 300x100x8,8mm
V Sd = 21020,0kg
Perfil: 300x150x8,0mm = 210,2kN Perfil: 300x100x8,8mm
Dimensões da chapa de topo:

VSd Viga = 21020,0kg
Chapa:330x350x9,5mm V1: = 210,2kN ⎯ Viga V2:
Chapa:330x350x9,5mm
⎯ Viga
Chapa:330x350x9,5mm V1: ⎯ Viga V2:
Chapa:330x350x9,5mm
Perfil: 300x150x8,0mm Perfil: 300x100x8,8mm
Perfil: 300x150x8,0mm Perfil: 300x100x8,8mm
VChapa:330x350x9,5mm
= 21020,0kg = 210,2kN
Chapa:330x350x9,5mm
Chapa:330x350x9,5mm
Chapa:330x350x9,5mm
336 Sd = 21020,0kg = 210,2kN
VSd

V = 21020,0kg = 210,2kN
= 21020,0kg = 210,2kN
VSd Sd
Exemplo de chapa de extremidade – Viga V1.

Distância da face superior da viga à primeira linha de parafusos:


80mm > 4d b = 76mm → Ok!
80mm > 4d b = 76mm → Ok!
60mm > 3d
Distância = 57mm
da linha → Ok!
vertical dos furos à alma do tubo:
80mm > 4dbb = 76mm → Ok!
60mm > 3d b = 57mm → Ok!
40mm >
80mm 4d b = =76mm
> 1,5d 29mm→→Ok! Ok!
60mm > 3d b =b 57mm → Ok!
40mm > 1,5d
Distância b = 29mm
da linha vertical→dos
Ok!furos à extremidade da chapa:
60mm >>3d
100mm 3db b==57mm
57mm→ →Ok!
Ok!
40mm > 1,5d b = 29mm → Ok!
100mm > 3d b = 57mm → Ok!
40mm > 1,5d b = 29mm → Ok!
100mm > entre
Distância 3d b =furos:
57mm → Ok!

100mm > 3d b = 57mm → Ok!

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos

Ligações viga-pilar
337
MOMENTO FLETOR RESISTENTE DE CÁLCULO EM
REGIÕES DE MOMENTO FLETOR NEGATIVO

Largura efetiva:
bef = 112,50cm

Propriedades elásticas dda seção mista na região de momento negativo


M s = Asl ( y + d ) + AI ⎛ ⎞ = 1343,40cm 3
⎝ 2⎠
Viga V1:
ATot = Asl + AI = 76,80cm 2
Ms
y LNE = = 17,50cm
ATot
2
d
I neg = I I + AI ⎛ y LNE − ⎞ + Asl ( y + d − y LNE ) = 12669,85cm 4
2

⎝ 2 ⎠
I neg
Wneg = = 724,0cm 3
y LNE

fy A fs f y
(
Se Aa − A fs ) 1,1 ≥ 1,1
+Tds → LNP corta a alma do perfil de aço

35 35 50
( 69,44 − 12,0 ) × ≥ 12,0 × + 7,36 × → 1827,64kN ≥ 701,82kN → LNP corta a alma
1,1 1,1 1,15

bef = 112,50cm
Por equilíbrio (notar que hwc = hw − x1 )
Seção mista na região de momento negativo – Viga V1
f f f f
Tds + A fs y + x1t w y⎛ =d ⎞A fi y + hwct w 3 y
M s = Asl γ( ya1+ d ) + γAIa1 =γ1343,40cm γ a1
⎝ 2⎠ a1

⎛ fy fy fy ⎞ ⎛ fy ⎞
xA1Tot= =⎜ AAfisl + A+ I =
2
−Tds − A fs
Aw76,80cm 2t
⎝ γ a1 γ a1 γ a1 ⎟⎠ ⎜⎝ w
γ a1 ⎟⎠
Ms
xy1LNE =
= 11,06cm = 17,50cm
(posição medida a partir da face inferior da mesa superior do perfil I)
ATot
hwc = hw − x1 = 28,4 − 11,06 2
= 17,34cm
⎛ d⎞
+ Asl ( y + d − y LNE ) = 12669,85cm 4
2
I neg = I I + AI y LNE −
⎝ 2⎠
I neg
Wneg = ⎛ =t fs724,0cm

3
x
t fs ⎜ + x1 ⎟ + t w x1 ⎛ 1 ⎞ = 235,38cm 3
M st = byfsLNE
⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠

Aat = b fst fs + t w x1 = 29,70cm 2


f y A fs f y
338 ( )
Se Aa − A fs M ≥
d 4 = ycg ,t = 1,1
st 1,1
= 7,93cm
+Tds → LNP corta a alma do perfil de aço
Aat
35 35 50
( 69,44 − 12,0 ) × ≥ 12,0 × + 7,36 × → 1827,64kN ≥ 701,82kN → LNP corta a alma
1,1 1,1 1,15
y LNE = = 17,50cm
ATot ⎛ d⎞
2

+ Asl ( y + d − y LNE ) = 12669,85cm 4


2
I neg = I I + AI y LNE −
⎝ d2 ⎠
2

I neg = I I + AI ⎛ y LNE − ⎞ + Asl ( y + d − y LNE ) = 12669,85cm 4


2

I neg ⎝ 2⎠
Wneg = = 724,0cm 3
yI neg
Wneg = LNE = 724,0cm 3
y LNE
Determinação da resistência de cálculo da seção
A fs f yplástica (LNP):
f y neutra
(
Posição da linha
Se Aa − A fs ) ≥
f y A1,1
1,1 fs f y
+Tds → LNP corta a alma do perfil de aço
(
Se Aa − A fs ) ≥
1,1 1,1
+Tds → LNP corta a alma do perfil de aço
35 35 50
( 69,44 − 12,0 ) × ≥ 12,0 × + 7,36 × → 1827,64kN ≥ 701,82kN → LNP corta a alma
1,1
35 1,1
35 1,15
50
( 69,44 − 12,0 ) × ≥ 12,0 × + 7,36 × → 1827,64kN ≥ 701,82kN → LNP corta a alma
1,1 1,1 1,15

Por equilíbrio (notar que hwc = hw − x1 )


Por equilíbrio (notar que hhwcwc==hhww-−x1x)1 )
f f f f
Tds + A fs y + x1t w y = A fi y + hwct w y
γf γf γf γf
Tds + A fs a1y + x1t w a1y = A fi a1y + hwct w a1y
⎛ γ fa1y γf a1
y
γ a1 f ⎞ γ⎛ a1 f ⎞
y y
x1 = ⎜ A fi + Aw −Tds − A fs 2t
⎝⎛ γfa1y γfa1y γfa1y ⎟⎠⎞ ⎜⎝⎛ w γfa1y ⎟⎠⎞
x1 = ⎜ A fi + Aw −Tds − A fs ⎟ ⎜⎝ 2t w γ ⎟⎠
⎝ γ a1 (posição
x1 = 11,06cm γ a1 medida aγpartir
a1 ⎠ da face a1inferior da mesa superior do perfil I)
1 ==11,06cm
hxwc hw − x1 =(posição
28,4 − 11,06 = 17,34cm
medida a partir da face inferior da mesa superior do perfil I)
hwc = hw − x1 = 28,4 − 11,06 = 17,34cm

⎛ t fs ⎞ x
M st = b fs t fs ⎜ + x1 ⎟ + t w x1 ⎛ 1 ⎞ = 235,38cm 3
⎝⎛ t2fs ⎠⎞ ⎝ x2 ⎠
M st = b fs t fs ⎜ + x1 ⎟ + t w x1 ⎛ 1 ⎞ = 235,38cm 3
⎝2 2 ⎠
A = b t +⎝ t2 x = 29,70cm
at fs fs w 1

Aat = b fst fs +M
t wstx1 = 29,70cm 2
d 4 = ycg ,t = = 7,93cm
Aatst
M
d 4 = ycg ,t = = 7,93cm
Aat

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos

Figura X: Seção mista na região de momento negativo – Viga V2.

339
⎛ y y y ⎞ ⎛ y ⎞
x1 = ⎜ A fi + Aw −Tds − A fs ⎜⎝ 2t w γ ⎟⎠
⎝ γ a1 γ a1 γ a1 ⎟⎠ a1

x1 = 11,06cm (posição medida a partir da face inferior da mesa superior do perfil I)


hwc = hw − x1 = 28,4 − 11,06 = 17,34cm

Posição do c.g. da região tracionada:


⎛ t fs ⎞ x
M st = b fs t fs ⎜ + x1 ⎟ + t w x1 ⎛ 1 ⎞ = 235,38cm 3
⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠

Aat = b fst fs + t w x1 = 29,70cm 2


M st
d 4 = ycg ,t = = 7,93cm
Aat

Posição do c.g. da região comprimida:


⎛ t fi ⎞ h
M sc = b fit fi ⎜ + hwc ⎟ + t w hwc ⎛ wc ⎞ = 453,42cm 3
⎝⎛ t2 ⎠⎞ ⎝ 2 ⎠
t fi ⎛ h ⎞
M sc = b fit fi ⎛⎜ fi + hwc ⎞⎟ + t w hwc ⎛2 hwc wc ⎞ = 453,42cm 3
3
M = b t + h
Aacsc = b fifit fifi+⎝⎜⎝ t2w hwc =wc39,74cm+ t h ⎝
⎠⎟ w wc ⎝ 2 ⎠ ⎠ = 453,42cm
2 ⎠ 2
Aac = b fit fi +M t wschwc = 39,74cm 22
dA5ac== ybcgfi,ct fi=+ t w hwc= 11,41cm
= 39,74cm
A
M ac
d 5 = ycg ,c = M scsc = 11,41cm
d 53 = ycg+,c t=s +Axac1 ==22,86cm 11,41cm
Aac

==
dM3 Rd y +Tt d+ + f yd d 4 + Aac f yd d 5 = 29235,5kN.cm
x A= 22,86cm
d 3 = y + dst ss +3 x11 =at22,86cm
M Rd−− = Tds d 3 + Aat f yd d 4 + Aac f yd d 5 = 29235,5kN.cm
M Rd = Tds d 3 + Aat f yd d 4 + Aac f yd d 5 = 29235,5kN.cm
Verificação da esbeltez dos elementos da seção de aço:
(
b f − 6t
λ f = comprimida:
Mesa
)=
(150 − 6.8,0)
= 12,75
((
bf −t 6t )) 8,0
(150 − 6.8,0)
λ f = b f − 6t = (150 − 6.8,0 ) = 12,75
λf = E = 20000 = 12,75
λ p = 1,12 tt = 1,12 8,0
8,0 = 26,77
fEy 35
20000
λ p = 1,12 E = 1,12 20000 = 26,77
λ =
∴pλ f < λ p →
1,12 = 1,12 35 = 26,77
f y elemento compacto → cálculo plástico
fy 35
∴ λ f < λ p → elemento compacto → cálculo plástico
∴ λ f < λ p → elemento compacto → cálculo plástico

2h 2.173,4
Alma:
λw = wc = = 43,35
t
2h w 8,0
2.173,4
λw = 2hwc wc = 2.173,4 = 43,35
λw = t w = E 8,0 = 43,35 20000
λ p = 2,42tw = 2,42
8,0 = 57,85
fEy 35
20000
λ p = 2,42 E = 2,42 20000 = 57,85
λ = =
∴pλw < λ p →f y elemento compacto
2,42 2,42 35 = 57,85 → cálculo plástico
fy 35
∴ λw < λ p → elemento compacto → cálculo plástico
∴ λw < λ p → elemento compacto → cálculo plástico
d
M s = Asl ( y + d ) + AI ⎛ ⎞ = 1311,30cm 3
Propriedades elásticas⎝da2 ⎠seção mista na região de momento negativo
d
M s = Asl ( y + d ) + AI ⎛⎛ d ⎞⎞2= 1311,30cm 33
ATots == AAslsl (+y A
M +Id=) + AI ⎝ 2 ⎠ = 1311,30cm
74,66cm
⎝ 2⎠
A = A M + A
Tot = sl s =I 17,56cm = 74,66cm 2
340 y LNE
A = A + A = 74,66cm 2
Tot
Asl
MTot
I

y LNE = M ss = 17,56cm 2
y LNE = A =⎛17,56cmd ⎞
+ Asl ( y + d − y LNE ) = 11520,26cm 4
2
I neg = I IA+TotTotAI y LNE −
⎝ ⎠2
⎛ d2 ⎞ 2
I neg = I I I+ AI ⎛ y LNE − d ⎞ + Asl ( y + d − y LNE )2 = 11520,26cm 44
2

I = I +negAI ⎝ y LNE − 2 ⎠ 3 + Asl ( y + d − y LNE ) = 11520,26cm


Wnegneg = I =⎝ 656,05cm 2⎠
λw = = = 43,35
tw 8,0
2h 2.173,4
λw = wc = E = 43,35
20000
λ p = 2,42tw = 2,42
8,0 = 57,85
fy 35
E 20000
λ pλ=w 2,42
∴ < λ p → elemento = 2,42 compacto → cálculo plástico
= 57,85
fy 35
Viga V2:
∴ λw < λ p → elemento compacto → cálculo plástico
d
M s = Asl ( y + d ) + AI ⎛ ⎞ = 1311,30cm 3
⎝ 2⎠
d 2
ATots == AAslsl (+y A
M +Id=) + AI ⎛ ⎞ = 1311,30cm 3
74,66cm
⎝ 2⎠
Ms
y LNE ==A + A = 17,56cm 2
A Tot AslTot I = 74,66cm
M 2
y LNE = s =⎛17,56cmd ⎞
+ Asl ( y + d − y LNE ) = 11520,26cm 4
2
I neg = I IA+TotAI y LNE −
⎝ 2⎠
2
⎛ d⎞
I + Asl ( y + d − y LNE ) = 11520,26cm 4
2
I neg ==I I + AI= 656,05cm
W
neg y LNE − 3
neg ⎝ 2 ⎠
y LNE
I neg
Wneg = = 656,05cm 3
y LNE da resistência de cálculo da seção
Determinação
f y A fs f y
(
Se Aa − A fs
Posição da linha) ≥
1,1 neutra
+Tds → LNP corta a alma
1,1 plástica (LNP):
f y A fs f y
( )
Se Aa − A fs 35 ≥ 35 +Tds → LNP 50 corta a alma
( 67,3 − 8,8) 1,1≥ 8,8.1,1 + 7,36. → 1861,4kN ≥ 600,0kN → LNP corta a alma
1,1 1,1 1,15
35 35 50
( 67,3 − 8,8) ≥ 8,8. + 7,36. → 1861,4kN ≥ 600,0kN → LNP corta a alma
1,1 1,1 1,15

Por equilíbrio (notar que hwc = hw − x1 )


Por equilíbrio (notar que hwc = hw − x1 )
fy fy fy fy
Tds + A fs f y + x1t w f y = A fi f y + hwc t w f y
Tds + A fs γ a1 + x1t w γ a1 = A fi γ a1 + hwc t w γ a1
γ a1 γ a1 γ a1 γ a1
⎛ fy fy fy ⎞ ⎛ fy ⎞
x1 = ⎛⎜ A fi f y + Aw f y −Tds − A fs f y ⎞⎟ ⎛⎜ 2t w f y ⎞⎟
x1 = ⎜⎝ A fi γ a1 + Aw γ a1 −Tds − A fs γ a1 ⎟⎠ ⎜⎝ 2t w γ a1 ⎟⎠
⎝ γ a1 γ a1 γ a1 ⎠ ⎝ γ a1 ⎠
x1 = 11,26cm (posição medida a partir da face inferior da mesa superior do perfil I)
x1 = 11,26cm (posição medida a partir da face inferior da mesa superior do perfil I)
hwc = hw − x1 = 28,24 − 11,26 = 16,98cm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


hwc = hw − x1 = 28,24 − 11,26 = 16,98cm

Posição do c.g. da região tracionada:


⎛ t fs ⎞ x
M st = b fs t fs ⎛⎜ t fs + x1 ⎞⎟ + t w x1 ⎛⎛ x11 ⎞⎞ = 214,53cm 33
M st = b fs t fs ⎝⎜ 2 + x1 ⎠⎟ + t w x1 ⎝ 2 ⎠ = 214,53cm
⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠
Aat = b fst fs + t w x1 = 28,62cm 22
Aat = b fst fs + t w x1 = 28,62cm
M
d 4 = ycg ,t = M stst = 7,50cm
d 4 = ycg ,t = Aat = 7,50cm
Aat

⎛ t fi ⎞ h ⎞
M sc = b fit fi ⎛⎜ t fi + hwc ⎞⎟ + t w hwc ⎛⎛ hwc
wc ⎞ = 407,02cm 3
3
⎝ ⎠
M sc = b fit fi ⎝⎜ 2 + hwc ⎠⎟ + t w hwc 2 = 407,02cm
⎝2 ⎠ ⎝ 2 ⎠ 341
Aac = b fit fi + t w hwc = 38,68cm 2
Aac = b fit fi + t w hwc = 38,68cm 2

M
d 5 = ycg ,c = M scsc = 10,52cm
d 5 = ycg ,c = Aac = 10,52cm
Aac
d 3 = y + t s + x1 = 23,14cm
M =b t + x1 ⎟ + t w x1 = 214,53cm
hwcst= hw fs−fsx⎜⎝1 =2 28,24 ⎠ − 11,26 ⎝ 2= 16,98cm

⎛ t fs ⎞ x
Aatst ==bbfsfsttfsfs +⎜ t w x+1 =x128,62cm
M ⎟ + t w x1 ⎛2 1 ⎞ = 214,53cm 3
⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠
⎛Mt fs ⎞ ⎛2x1 ⎞
A4atst===ybcgbfs,tfsttfs=fs +⎜⎝ t2wstx+1==x7,50cm
⎟⎠ + t w x1 ⎝ 2 ⎠ = 214,53cm
3
dM 128,62cm
Aat
M st
dA4at == ybcgfs,ttdo fs=+ 1==7,50cm
2
Posição t w xda
c.g. 28,62cm
região comprimida:
Aat
⎛Mt ⎞ ⎛ hwc ⎞ = 407,02cm 3
dM4 sc==ycgb,tfit=fi ⎜ fist +=h7,50cm wc ⎟ + t w hwc
⎝A2at ⎠ ⎝ 2 ⎠
t
⎛ fi ⎞ h
Aacsc ==bbfifittfifi+⎜ t w h+wc h=wc38,68cm
M ⎟ + t w hwc ⎛2 wc ⎞ = 407,02cm 3
⎝2 ⎠ ⎝ 2 ⎠
t
⎛Mfi ⎞ ⎛2 hwc ⎞
A5acsc===ybcgbfi,cfittfi=fi+⎜⎝ t2wsch+wc=h10,52cm
⎟⎠ + t w hwc ⎝ 2 ⎠ = 407,02cm
3
dM =wc38,68cm
Aac
M sc
dA35ac== ybcg+fi,cttfi=s + txw1h=wc=23,14cm = 38,68cm 2
10,52cm
Aac
M Rd− = Tds d 3M + A f yd d 4 + Aac f yd d 5 = 27181,8kN.cm
d 35 = ycg+,c t=s + x1sc =at=23,14cm 10,52cm
Aac

dM3 Rd= =
y+Tdst d+3 +x A=at23,14cm
s 1
f yd d 4 + Aac f yd d 5 = 27181,8kN.cm
Verificação da esbeltez dos elementos da seção de aço:
(
λ f = comprimida:
Mesa
)
M Rd− =bTf ds−d 36t+ Aat (f100
=
yd d 4−+6.8,8
Aac f )yd d 5 = 27181,8kN.cm
= 5,36
t 8,8
λf =
(b f − 6t
E =
) (100 −200006.8,8)
= 5,36
λ p = 1,12 t = 1,12 8,8 = 26,77
λf =
(b f − 6t
E =
)
f y (100 − 6.8,8 35 )
20000 = 5,36
λ pλ=f 1,12
∴ = 1,12 8,8compacto
< λ pt → elemento = 26,77
→ cálculo plástico
fy 35
2hwc E2.169,8 20000
λwpλ=f 1,12
∴ < λp → = 1,12 = 38,59
= elemento compacto = 26,77
→ cálculo plástico
tw f y 8,8 35
2h 2.169,8
λwλ=f < λwcp →

Alma: = E elemento 20000 → cálculo plástico
= 38,59
compacto
λ p = 2,tw42 8,8
= 2, 42 = 57,85
2hwc f2.169,8 35
λw = =E y
= 38,59
20000
λ = 2,t 42 8,8
= 2,
∴pλw < λ p → elemento compacto
w 42 = 57,85
→ cálculo plástico
fy 35
E 20000
λ pλ= 2,
∴ < λ = 2, 42 compacto
42 → elemento = 57,85
→ cálculo plástico
w p fy 35
∴ λw < λ p → elemento compacto → cálculo plástico

ANÁLISEDOS DESLOCAMENTOS EM VIGAS MISTAS CONSIDERANDO A CONTRIBUI-


ÇÃO DE RIGIDEZ DOS ELEMENTOS ADJACENTES – ECSS:1999

A determinação da deflexão de uma viga não é uma ciência exata. Assim, métodos simplificados podem
ser utilizados para prever essa deflexão com certo grau de precisão.

Dentro deste item será apresentado um método simplificado de cálculo da deflexão de vigas semi-rígidaso
qual permite que a rigidez das ligações e dos elementos adjacentes ao elemento analisado seja considerada
de modo que os resultados alcançados possam ser considerados conservativos.

342
Modelagem simplificada de vigas com ligação semi-rígida

⎡ ⎤
⎢ ⎛ δr ⎞ 1 ⎥
δ sr = δ ap . ⎢1− ⎜ 1− ⎟ . ⎥
⎡⎢ ⎝ δ ap ⎠ 1+ 2.α .E .I v ⎤⎥
⎢⎣ ⎛ δ ⎞ 1S.Lv ⎥⎦
δ sr = δ ap . ⎢1− ⎜ 1− r ⎟ .
2.α .E .I v ⎥
δ é o ⎢ ⎝ δ ap ⎠no1+
deslocamento meio do vão⎥de uma viga simplesmente apoiada;
onde:
ap
⎢⎣ S.Lv ⎥⎦
δδrapé éoodeslocamento
deslocamentono
nomeio
meiododovão
vãodedeuma
umaviga
vigabi-engastada;
simplesmente apoiada;

δδ rsréé oo deslocamento
deslocamento no
no meio
meio do
do vão
vão de
de uma
uma viga
viga bi-engastada;
semi-rígida;

δαsréé um coeficiente que


o deslocamento no leva
meioem
doconta o sistema
vão de uma vigaestrutural básico:
semi-rígida;

α é um αcoeficiente
= 1,0 vigaque
comleva
sistema semi-rígido
em conta emestrutural
o sistema ambas as básico:
extremidades;

α=
α = 1,0
1,5 viga
viga com
com sistema
sistema semi-rígido
semi-rígido em
em apenas uma
ambas as extremidade.
extremidades;
EJ v é a rigidez
α = 1,5da viga;
viga com sistema semi-rígido em apenas uma extremidade.

L
EJv vé éoacomprimento da viga;
rigidez da viga;

SLvééaorigidez da mola,danoviga;
comprimento caso de uma viga com ligação semi-rígida em ambas as

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


extremidades a média da rigidez das molas: S = ( S1 + S2 ) 2 .
S é a rigidez da mola, no caso de uma viga com ligação semi-rígida em ambas as
extremidades a média da rigidez das molas: S = ( S1 + S2 ) 2 .

343
Sistemas utilizados na análise

A rigidez de uma viga biapoiada com um momento e com dois momentos aplicados nas extremida-
des é dada por:

Rigidez de vigas com um e com dois momentos aplicados nos extremos.

Sistema estrutural assumido:

Sistema estrutural simplificado utilizado no cálculo dos deslocamentos.

344
CÁLCULO DAS RIGIDEZES

Viga V1:

Rigidez efetiva 1 da viga V2 (efeitos 1 de curta duração)


kv 2 ′′ = 1 = 1
kv 2 ′ = 1 1 1 = Lv 2 1 1
kv 2 = 1 + 1 = Lv 2 + 1
k1 +1 S 1 2.ELv.2J 1 + S 1
kv 2 ′ = kvv 22 + Sn,21 = 2.E . J vv 22 + Sn,21
k1v 2 Sn,211
n,21 2.ELv.2J v 2 Sn,21
1
+ + n,21
kv 2 Sn,21 2.E . J v 2 Sn,21
Rigidez da mola
1
S2 = 1
S2 = 1 1 1
S2 = 1 + 1
1 ′ +1 S 1
S2 = kkvv 22 ′ + SSn,12
kv12 ′ + n,12
1
n,12

Dadoskvde ′ entrada:
Sn,12
J v 2 = I Ec2 = 33775,4cm 44
J v 2 = I Ec = 33775,4cm 4
LJvv 22 == 900cm
I Ec = 33775,4cm
LJv 2 == 900cm
I Ec = 33775,4cm 4
vv 22 =900cm
SLn,21 3748382,0KN.cm / rad
SLn,21==900cm 3748382,0KN.cm / rad
v 2 = 3748382,0KN.cm / rad
SSn,21
n,12 = 3633066,0kN.cm / rad
SSn,21
n,12 = = 3748382,0KN.cm
3633066,0kN.cm //rad rad
1 3633066,0kN.cm
n,12 1 1 / 900
rad 1
Sn,121 =
= 1 + 1
3633066,0kN.cm = / 900
rad + 1 → k ′ = 1071872,0kN.cm / rad
kv12 ′′ = k 1 = 2.20000.33775,4
1v 2 + Sn,21 900 1
+ 3748382 → kvv 22 ′′ = 1071872,0kN.cm / rad
kv12 ′ = kk1v 2 + SSn,211
= 2.20000.33775,4 + 3748382 → kv 2 = 1071872,0kN.cm / rad
2.20000.33775,4
900 3748382
1
k1v 2 = 1 v 2 + 1n,21 = 1 1 + → kv 2 ′ = 1071872,0kN.cm / rad
kS11v 2 ′= 1kv 2+ 1Sn,21= 2.20000.33775,4
= 1 + 1 =
1
1
+
+
1
1
→ S2 = 827679,7kN.cm
3748382
→ S = 827679,7kN.cm / rad
/ rad
2 = kv 2 + Sn,21 = 1071872 + 3633066 → S2 = 827679,7kN.cm / rad
S2 kv 2 Sn,21 1071872 3633066 2
S12 k1v 2 Sn,21 1 1
1071872 1
3633066
= + = + → S2 = 827679,7kN.cm / rad
S2 kv 2 Sn,21 1071872 3633066
J v 2 = I Ec/3 = 22624,4cm 4 4
J v 2 = I Ec/3 = 22624,4cm 4
J 1v 2 = I Ec/3
Rigidez = 22624,4cm
1efetiva 1da viga V2 (efeitos
900 de longa duração)
1
J 11v 2′ ==I 1 += 22624,4cm
1 = 4 900 + 1 → kv 2 ′′ = 792843,3kN.cm / rad
k 1 S 1 = 900
kv 2 ′ = kv 2 + Sn,21 = 2.20000.22624,4 + 3748382 →
= + 2.20000.22624,4 + 1
3748382 k = 792843,3kN.cm / rad
→ kvv 22 ′ = 792843,3kN.cm / rad
Ec/3
kv12 ′ k1v 2 Sn,21 1 2.20000.22624,4
900 3748382
1
k1v 2 = 1v 2 + 1n,21 = 1 1 + → kv 2 ′ = 792843,3kN.cm / rad

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


kS1 = 1kv 2 + S1n,21 = 2.20000.22624,4
′ 1 + → S2 = 650815,9kN.cm
1 3748382 / rad
1v22 = k1 ′ + Sn,21 1 = 792843,3 1 1
+ 3633066 → S2 = 650815,9kN.cm / rad
S2 = kv 2 ′ + Sn,21 = 792843,3 + 3633066 → S2 = 650815,9kN.cm / rad
S12 kv12 ′ Sn,21 1 792843,3
1 3633066
1
= v2 + = + → S2 = 650815,9kN.cm / rad
S2 k ′ Sn,21 792843,3 3633066
v2

Viga V2:

Rigidez efetiva da viga V1 (efeitos de curta duração)


1 1
kv1′ = =
1 1 Lv 2 1
+ +
kv1 Sn,12 3.E . J v1 Sn,12 345
1
S1 =
1 1
+
kv1′ Sn,21
1 1
kv 3′ = =
1 1
kv1′ = =
1 1 Lv 2 1
+1 1 +
kv1′ = kv1da mola
Rigidez Sn,12 = 3.E . J v1 Sn,12
1 1 Lv 2 1
1+ +
S1 = kv1 Sn,12 3.E . J v1 Sn,12
1 11 1
kv1′ = +1 =
S1 = kv1′ + n,21 1 S 1 L 1
1 11 v2
1 +
kv1′ = kv1+ 1Sn,12 = 3.E . J v11 Sn,12
1 Sn,21 1 Lv 2 1
kv 3′ =kv1′efetiva
Rigidez 1+ 1da=vigaLV3 + 1 de curta duração)
(efeitos
1
S1 = kv1 +1Sn,12 3.E .v J3 v11 +Sn,12
kv 3′ = 1kv 3+1 S1n,31 = 2.E . J v 3 Sn,31
S1 = kv11′ 1+Sn,21 1 Lv 3
+
1
1k 1
S2 = v 3+ Sn,31 2.E . J v 3 Sn,31
1 1S 1 1
kv 3′ =kv1′ +1 n,21 =
S2 = kv 31′ +Sn,22 1 Lv 3
+
1
1 1 1 1
kv 3′ = kvda
Rigidez + Sn,31 = 2.E . J4 v 3 Sn,31
J v1 = kI Ec1′3= mola 1
41098,74cm Lv 3 1
v3
1+Sn,22 +
SL2v1== 900cm kv 3 Sn,31 2.E . J4 v 3 Sn,31
J v1 = I1Ec = 41098,74cm 1
+1
SLJ2v1 v 3== =k900cm
I Ec′ = 33775,4cm
Sn,22
4
v13 1
LJv 3 = 900cm + 44
vv13 = kIvEc Ec′ = 33775,4cm
Sn,22
41098,74cm
Dados de
3 entrada:
SLn,21 = Sn,22 = Sn,31 = 3748382,0KN.cm / rad
3 = 900cm
v1 = I Ec = 41098,74cm
4
Jvv1
SSLJn,21n,12 = = S3633066,0kN.cm
= 4 / rad
Sn,31 = 3748382,0KN.cm / rad
v
v1 3 == I
900cm n,22
Ec = 33775,4cm
1 1
= 3633066,0kN.cm 1 900 1
SLn,12
IkEc =+33775,4cm
Jvv33′ ===900cm = 4 / rad + → kv1′ = 1561952,6kN.cm / rad
kv1 v1 Sn,12 3.20000.41098,74 3633066
SLn,21 1 = S1n,22 = S1n,31 = 3748382,0KN.cm 900 1
v 3 ==900cm + = +/ rad → kv1′ = 1561952,6kN.cm / rad
k 1 ′ 1kv1 S1n,12 3.20000.41098,74 1 1 3633066
SSSn,21 v1 = = = S3633066,0kN.cm
+ S = = 3748382,0KN.cm / rad + → S1 = 1102528,4kN.cm / rad
n,22 = / rad
n,12
1 k ′ Sn,21n,31 1561952,6 3748382
11 v1 11 1 1 900 1
Sn,12 ++ 1 ==
=== 3633066,0kN.cm / rad + 1
→ kv1′ = 1561952,6kN.cm
+ →1S1 = 1102528,4kN.cm / rad / rad
Sk11′ =k k1v1 ′ +SS 1
n,12 =
n,21 1561952,6 900
3.20000.41098,74 3748382+ 3633066 → k ′ = 1071872,1kN.cm / rad
1
v1 v1 1 1 900 1 v 3
′ = 1561952,6kN.cm / rad
kv13′ = k1v 3 + Sn,31 1 = 2.20000.33775,4 + 3748382 → k
k1v1′= = 1kv1++ S1n,12 == 3.20000.41098,74 1 900 1 3633066 1 v1
+ → kv 3′ = 1071872,1kN.cm
+ → S1 = 1102528,4kN.cm / rad / rad
1 ′
kS1v13 = kv1 1
k S1
′v 3 + Sn,21 1
2.20000.33775,4 1 3748382
n,31 =1561952,6 + 3748382 → S = 833521,6kN.cm / rad
S2 = k1 ′ + S1n,22 = 1071872,1 1 1 2
+ 3748382 → S1 = 1102528,4kN.cm / rad
S111 = k 11′ + Sn,21
v 3 11 1561952,6 1 900 3748382 1 1
=Sv1+ S+ == + + → S2 = → kv 3′ = 1071872,1kN.cm
833521,6kN.cm / rad / rad
Sk 2 ′ ( k1kv′3 2 )SSn,22 (1102528,4
1071872,1 +
2.20000.33775,4833521,6
3748382 )
3748382
S v1= 3 v 31 =1
n,31
900 = 968025,0kN.cm
1 / rad
= 2 + = 2 + → kv 3′ = 1071872,1kN.cm / rad
1 ′ ( S11k+v 3S2 )S1n,31(1102528,4 14 + 833521,6
2.20000.33775,4 1 )3748382
SkJvv1= 3= = =
= I Ec/3+= 27916,0cm + =→ S2 = 833521,6kN.cm
968025,0kN.cm / rad / rad
S2 k 2′ Sn,22 1071872,1 2 3748382
1 v13 11 14900 1 1
J1v1 ===SI Ec/3 1 += 27916,0cm = + + → S2→ = 833521,6kN.cm
kv1′ = 1230654,3kN.cm / rad / rad
S2 ′ ( k1k+′ S2 )SSn,22(1102528,4
+ = 1071872,1
3.20000.27916+ 833521,6
3748382 )
3633066
Skv1 1= = =1 968025,0kN.cm / rad
v 3v1 n,12
12 1 900 2
(S + S )1= (1102528,4
= + = + ) → kv1′ = 1230654,3kN.cm / rad
SkJ1v1=′== I11kv1+=2 S27916,0cm 14 + 833521,6
n,12 = 3.20000.27916
1 3633066
= 968025,0kN.cm / rad
S1 k ′2 Sn,21 1230654,3
v1 Ec/3 2 + 3748382 → S1 = 926477,0kN.cm / rad
1 11 11 14900 1
J1v1===I Ec/3 1→ S = 926477,0kN.cm
v1
++= 27916,0cm
== + + ′
1 → kv1 = 1230654,3kN.cm / rad / rad
SkJ1v 3′ =kIkEc/3 =SSn,21 4
′ 22624,4cm1230654,3
3.20000.27916 3748382
3633066
1 v11
v1 v1
1
n,12
900 1
1 = 1 + 1 = 4 900 + 1 → kv1′ =′ 1230654,3kN.cm / rad
kJ1v1v 3′===I1kEc/3 = 22624,4cm
1 1
v1++ Sn,12 == 3.20000.27916 +
1 3633066
+ → kv 3 = 792843,3kN.cm
→ S1 = 926477,0kN.cm / rad / rad
kSv113′ k k1′v 3 SSn,21 2.20000.22624,4
n,31 1230654,3 3748382 3748382
346 1 = v1 1 + 11 = 1 900 1+ 1
→ kv 3′ = 792843,3kN.cm / rad
1 =
′ 1
k + S1 = 1
2.20000.22624,4 + 1 →
3748382S1 = 926477,0kN.cm / rad
kSJv1v33 ==kI Ec/3 ′v 3 +=S 22624,4cm
n,21
4
n,31 =1230654,3+ 3748382 → S = 654422,4kN.cm / rad
2
S2 kv1 ′ Sn,22 792843,3 3748382
J11v 3 ===I1Ec/3 11
1 = 22624,4cm 14 900 1 1
v 3
++ == + + → kv 3′ = 792843,3kN.cm
→ S2 = 654422,4kN.cm / rad / rad
k S2 ′ ( Sk1k+v′3S2 )SSn,22 ( 926477
792843,3+ 654422,4
2.20000.22624,4 )
3748382 3748382
S v1= 3 v 31 =1
n,31
900 = 881101,5kN.cm
1 / rad
= 2 + = 2 + → kv 3′ = 792843,3kN.cm / rad
1 ( S 1k+ S )S1 ( 926477 1 + 654422,41) 3748382
2.20000.22624,4
S1 =k ′ +Sn,21 =1561952,6 3748382 + → kv 3′ = 1071872,1kN.cm / rad
kv 3′ kv 3 Sn,31 2.20000.33775,4 3748382
v1

1 1 1 900 1
1 =1 + 1 = 1 1+ → kv 3′ = 1071872,1kN.cm / rad
kv 3 ′= k v3 + S n,31 = +
2.20000.33775,4 →
3748382S 2 = 833521,6kN.cm / rad
S2 k ′ Sn,22 1071872,1 3748382
v3
1 1 1 1 1
=( S + S+ ) (1102528,4
= + +
833521,6 ) → S2 = 833521,6kN.cm / rad
SS2= kv 3′ Sn,22
1 2
= 1071872,1 3748382 = 968025,0kN.cm / rad
Rigidez 2efetiva da viga V1 (efeitos 2 de longa duração)
(S + S ) = (1102528,4
SJ v1= = I1Ec/3 =2 27916,0cm
4 + 833521,6 )
= 968025,0kN.cm / rad
2 2
1 1 1 900 1
J v1 ==I Ec/3 += 27916,0cm= 4
+ → kv1′ = 1230654,3kN.cm / rad
kv1 ′ k v1 Sn,12 3.20000.27916 3633066
1 1 1 900 1
1 =1 + 1 = 1 +1 → kv1′ = 1230654,3kN.cm / rad

k = v1+ n,12 =
k S +
3.20000.27916 → S1 = 926477,0kN.cm / rad
3633066
Sv1
1 kv1′ Sn,21 1230654,3 3748382
1 1 1 1 1
JSv 3== I Ec/3 =
+= 22624,4cm 4 + → S1 = 926477,0kN.cm / rad
Rigidez
1 kv1′efetiva 1230654,3
Sn,21da viga V3 (efeitos 3748382
de longa duração)
1 1 1 900 1
J v 3 ==I Ec/3 += 22624,4cm
= 4
+ → kv 3′ = 792843,3kN.cm / rad
kv 3 ′ k v3 S n,31 2.20000.22624,4 3748382
1 1 1 900 1
1 =1 + 1 = 1 1+ → kv 3′ = 792843,3kN.cm / rad
kv 3 ′= k v3 + S n,31 = +
2.20000.22624,4 →
3748382
S 2 = 654422,4kN.cm / rad
S2 k ′ Sn,22 792843,3 3748382
v3
1 1 1 1 1
=( S + S+ ) ( 926477= + +
654422,4 ) → S2 = 654422,4kN.cm / rad
SS2= kv 3′ Sn,22
1 2
= 792843,3 3748382 = 881101,5kN.cm / rad
2 2
S= 1 2 =
(S + S ) (926477 + 654422,4) = 881101,5kN.cm / rad
2 2

CÁLCULO DOS DESLOCAMENTOS

Viga V1:

Deslocamentos para combinações quase permanentes de serviço

5 0,0885.9004
δ 1,AC = = 4,72cm = 47,20mm (viga de aço isolada biapoiada → I a )
384 20000.8010
δ 1,DC (viga mista semicontínua → I Ec )
1 0,06.9004

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


δr = = 0,249cm = 2,49mm
192 20000.41098,74
5 0,06.9004
δ ap = = 0,624cm = 6,24mm
384 20000.41098,74
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,249 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,624. ⎢1− ⎜ 1− ⎟ . ⎥ = 0,537cm = 5,37mm
⎝ 0,624 ⎠ 2.1,5.20000.41098,74
⎢ 1+ ⎥
⎣ 827679,7.900 ⎦
∴ δ 1,DC = 5,37mm
δ 1 = δ 1,AC + δ 1,DC = 47,2 + 5,37 = 52,57mm
δ 0 = 0,85.δ 1 = 0,85.52,57mm = 44,68mm → δ 0 = 45,0mm
347
δ 1,DC ′ (viga mista semicontínua → I Ec/3 )
1 0,06.9004
δr = = 0,367cm = 3,67mm
192 20000.37916
5 0,06.9004
δ ap = = 0,918cm = 9,18mm
δ sr = 0,624. ⎢1− ⎜ 1− . = 0,537cm = 5,37mm
⎝ 0,624 ⎟⎠ 2.1,5.20000.41098,74 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 827679,7.900 ⎦
∴ δ 1,DC = 5,37mm
δ 1 = δ 1,AC + δ 1,DC = 47,2 + 5,37 = 52,57mm
δ 0 = 0,85.δ 1 = 0,85.52,57mm = 44,68mm → δ 0 = 45,0mm

δ 1,DC ′ (viga mista semicontínua → I Ec/3 )


1 0,06.9004
δr = = 0,367cm = 3,67mm
192 20000.37916
5 0,06.9004
δ ap = = 0,918cm = 9,18mm
384 20000.27916
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,367 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,918. ⎢1− ⎜ 1− . = 0,775cm = 7,75mm

⎝ 0,918 ⎠ 2.1,5.20000.27916 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 650815,9.900 ⎦

∴ δ 1,DC ′ = 7,75mm

δ 2 = δ 1,DC ′ − δ 1,DC = 7,75 − 5,37 = 2,38mm


δ 3 = ψ 2 .SC1 = 0,6.SC1 (viga mista semicontínua → I Ec/3 )
1 0,09.9004
δr = = 0,551cm = 5,51mm
192 20000.27916
5 0,09.9004
δ ap = = 1,377cm = 13,77mm
384 20000.27916
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,551⎞ 1 ⎥
δ sr = 1,377. ⎢1− ⎜ 1− . = 1,163cm = 11,63mm

⎝ 1,377 ⎠ 2.1,5.20000.27916 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 650815,9.900 ⎦
∴ δ 3 = 11,63mm
δ max = δ 1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 = 52,57 + 2,38 + 11,63 − 45 = 21,58mm
δ
δ lim = L 350 = 9000 350 = 25,71mm → A δ = 0,84
lim

Deslocamentos para combinações raras de serviço

δ 2 = 2,38mm
δ 3′ = (1− ψ 2 ) .SC1 = 0,4.SC1 (viga mista semicontínua → I Ec )
1 0,06.9004
δr = = 0,249cm = 2,49mm
192 20000.41098,74
5 0,06.9004
δ ap = = 0,624cm = 6,24mm
384 20000.41098,74
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,249 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,624. ⎢1− ⎜ 1− . = 0,573cm = 5,37mm

⎝ 0,624 ⎠ 2.1,5.20000.41098,74 ⎥
348 ⎢ 1+ ⎥
⎣ 827679,7.900 ⎦
∴δ 3′ = 5,37mm

δ 3′′ = 11,63mm
δ 3′ = (1− ψ 2 ) .SC1 = 0,4.SC1 (viga mista semicontínua → I Ec )
1 0,06.9004
δr = = 0,249cm = 2,49mm
192 20000.41098,74
5 0,06.9004
δ ap = = 0,624cm = 6,24mm
384 20000.41098,74
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,249 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,624. ⎢1− ⎜ 1− . = 0,573cm = 5,37mm

⎝ 0,624 ⎠ 2.1,5.20000.41098,74 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 827679,7.900 ⎦
∴δ 3′ = 5,37mm

δ 3′′ = 11,63mm

δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 5,37 + 11,63 = 17,0mm


δ A = δ 2 + δ 3 = 2,38 + 17,0 = 19,38mm
δ
δ lim = L 350 = 9000 350 = 25,71mm → A δ = 0,75
lim

Viga V2:

Deslocamentos para combinações quase permanentes de serviço

5 0,0885.9004
δ 1,AC = = 5,527cm = 55,27mm (viga de aço isolada biapoiada → I a )
384 20000.6840

δ 1,DC (viga mista semicontínua → I Ec )


1 0,06.9004
δr = = 0,152cm = 1,52mm
384 20000.33775,4
5 0,06.9004
δ ap = = 0,759cm = 7,59mm
384 20000.33775,4
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,152 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,759. ⎢1− ⎜ 1− ⎟ . = 0,521cm = 5,21mm
⎝ 0,759 ⎠ 2.1,0.20000.33775,4 ⎥
⎢ 1+ ⎥

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


⎣ 968025.900 ⎦
∴ δ 1,DC = 5,21mm
δ 1 = δ 1,AC + δ 1,DC = 55,27 + 5,21 = 60,48mm
δ 0 = 0,85.δ 1 = 0,85.60,48mm = 51,41mm → δ 0 = 50,0mm

δ 1,DC ′ (viga mista semicontínua → I Ec/3 )


1 0,06.9004
δr = = 0,226cm = 2,26mm
384 20000.22624,4
5 0,06.9004
δ ap = = 1,133cm = 11,33mm
384 20000.22624,4
⎡ ⎤ 349
⎢ ⎛ 0,226 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 1,133. ⎢1− ⎜ 1− ⎟ . ⎥ = 0,734cm = 7,34mm
⎝ 1,133 ⎠ 1+ 2.1,0.20000.22624,4
⎢ ⎥
⎣ 790049,7.900 ⎦
∴ δ 1,DC ′ = 7,34mm
δ 1,DC ′ (viga mista semicontínua → I Ec/3 )
1 0,06.9004
δr = = 0,226cm = 2,26mm
384 20000.22624,4
5 0,06.9004
δ ap = = 1,133cm = 11,33mm
384 20000.22624,4
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,226 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 1,133. ⎢1− ⎜ 1− . = 0,734cm = 7,34mm
⎝ 1,133

⎠ 2.1,0.20000.22624,4 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 790049,7.900 ⎦
∴ δ 1,DC ′ = 7,34mm

δ 2 = δ 1,DC ′ − δ 1,DC = 7,34 − 5,21 = 2,13mm


δ 3 = ψ 2 .SC1 = 0,6.SC1 (viga mista semicontínua → I Ec/3 )
1 0,09.9004
δr = = 0,339cm = 3,39mm
384 20000.22624,4
5 0,09.9004
δ ap = = 1,699cm = 16,99mm
384 20000.22624,4
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,339 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 1,699. ⎢1− ⎜ 1− . = 1,101cm = 11,01mm

⎝ 1,699 ⎠ 2.1,0.20000.22624,4 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 790049,7.900 ⎦
∴ δ 3 = 11,01mm

δ max = δ 1 + δ 2 + δ 3 − δ 0 = 60,48 + 2,13 + 11,01− 50 = 23,62mm


δ
δ lim = L 350 = 9000 350 = 25,71mm → A δ = 0,92
lim

Deslocamentos para combinações raras de serviço

δ 2 = 2,13mm
δ 3′ = (1− ψ 2 ) .SC1 = 0,4.SC1 (viga mista semicontínua → I Ec )
1 0,06.9004
δr = = 0,152cm = 1,52mm
384 20000.33775,4
5 0,06.9004
δ ap = = 0,759cm = 7,59mm
384 20000.33775,4
⎡ ⎤
⎢ ⎛ 0,152 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,759. ⎢1− ⎜ 1− ⎟ . = 0,521cm = 5,21mm
⎝ 0,759 ⎠ 2.1,0.20000.33775,4 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 968025.900 ⎦
∴δ 3′ = 5,21mm

δ 3′′ = 11,01mm
350
δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 5,21+ 11,01 = 16,22mm
δ A = δ 2 + δ 3 = 2,13 + 16,22 = 18,35mm
δ
δ lim = L 350 = 9000 350 = 25,71mm → A δ = 0,69
lim
⎢ ⎛ 0,152 ⎞ 1 ⎥
δ sr = 0,759. ⎢1− ⎜ 1− ⎟ . = 0,521cm = 5,21mm
⎝ 0,759 ⎠ 2.1,0.20000.33775,4 ⎥
⎢ 1+ ⎥
⎣ 968025.900 ⎦
∴δ 3′ = 5,21mm

δ 3′′ = 11,01mm

δ 3 = δ 3′ + δ 3′′ = 5,21+ 11,01 = 16,22mm


δ A = δ 2 + δ 3 = 2,13 + 16,22 = 18,35mm
δ
δ lim = L 350 = 9000 350 = 25,71mm → A δ = 0,69
lim

Solução da viga V4:

Características da viga de aço e da laje de concreto analisadas:

Viga V4 (vão interno):

Perfil V&M360x210x12,5mm → (106kg/m)

Altura total da viga mista (dt): 510mm


Vão da viga (L): 9000mm
β
βvm = 0,85
vm = 0,85

L
Ld = 17,5
d tt = 17,5

ff y = 350MPa
y = 350MPa

De acordo com a Tabela R.3 do Anexo R da ABNT NBR 88002008, tem-se que:
θ
θ nec = 27,3mrad (capacidade de rotação necessária)
nec = 27,3mrad (capacidade de rotação necessária)

Considerando que a ligação mista será feita com um pilar que possui 355 mm na direção da viga e 12
barras de aço⎧⎧ 1 L1 +
L
1de⎛⎛ 16 L 1 900 +
1 ⎛ 900
L2 ⎞⎞de diâmetro
+mm + 900 ⎞⎞ = 56,25cm
situadas
900 a 12 cm da face superior dessa viga.
⎪⎪ 8 ⎝ 1 4 2 ⎠ = = 8 ⎛⎝ 4 ⎠ = 56,25cm
bb ′′ = ⎪8 ⎝ 4 ⎠ 8 ⎝ 4 ⎠ →
= menor
menor ⎨⎨ a 900 → bb ′′ =
= 56,25cm
56,25cm
⎪⎪ a = 900 = 450cm
⎪⎪⎩ 2 = 2 = 450cm
⎩2 2

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


bbef = 2 × b ′ = 112,5cm
ef = 2 × b ′ = 112,5cm

π
π ×
× 1,6
2
1,62 = 24,13cm 22
A = 12 ×
Aslsl = 12 × = 24,13cm
4
4

E
E 20000
20000 9,4
α
α EE =
=E = = 2128,74 =
= 9,4
E cc 2128,74

bb 112,5
112,5 = 11,91cm
bbeq =
= =
= = 11,91cm Posicionamento da armadura 351
eq α
α EE 9,4
9,4

tt c ⎞ ⎛ h⎞
bbeq tt c ⎛⎛ hh +
+ hhF + + c ⎞ + Aa ⎛ h ⎞
+ A

⎝ 2 ⎠ a ⎝ 2⎠
yytr =
eq c F
2⎠ ⎝ 2⎠
tr = bbeq tt c + A
eq c + Aa
a
L = 17,5
d
L t = 17,5
dt
f y = 350MPa
f y = 350MPa

θ nec = 27,3mrad
Propriedades (capacidade
principais de mista
da viga rotação necessária)
– região de momento fletor negativo (laje tracionada)
θ nec = 27,3mrad (capacidade de rotação necessária)
Largura efetiva da laje:
⎧ 1 ⎛ L1 + L2 ⎞ 1 ⎛ 900 + 900 ⎞
⎪⎪⎧ 81 ⎛⎝ L +4 L ⎞⎠ = 81 ⎝⎛ 900 +
4 900 ⎠⎞
= 56,25cm
b ′ = menor ⎨⎪ 1 2
= = 56,25cm → b ′ = 56,25cm
⎪⎪ 8a ⎝ 900 4 ⎠ 8⎝ 4 ⎠
b ′ = menor ⎨ = = 450cm → b ′ = 56,25cm
⎪⎩⎪ 2a 900 2
= = 450cm
⎪⎩ 2 2
bef = 2 × b ′ = 112,5cm
bef = 2 × b ′ = 112,5cm

Área total de
π ×armadura:
1,62
Asl = 12 × = 24,13cm 2
π ×41,62
Asl = 12 × = 24,13cm 2
4

PosiçãoE 20000
α E = da=linha neutra elástica (LNE) na seção homogeneizada
= 9,4
EEc 2128,74
20000
αE = = = 9,4
E
β = 0,85c 2128,74
vm

b 112,5
bLeq = = 17,5 = = 11,91cm
d t αbE 112,5 9,4
beq = = = 11,91cm
αE 9,4
f y = 350MPa t h
beq t c ⎛ h + hF + c ⎞ + Aa ⎛ ⎞
⎝⎛ t2 ⎠ ⎝ h2 ⎠
ytr = beq t c h + hF + c ⎞ + Aa ⎛ ⎞
⎝ beq t c +2A⎠a ⎝ 2⎠
tr == 27,3mrad (capacidade de rotação necessária)
θynec beq t c + Aa
7,5 ⎞ 36
11,91× 7,5 ⎛ 36 + 7,5 + + 136,25 ⎛ ⎞
⎝⎛ 2 ⎠⎞
7,5 ⎝⎛ 36
2 ⎠⎞
ytr = 11,91×⎧ 17,5 36 + 7,5 +1 ⎛ 900
1 + L2 ⎞
⎛ L⎝11,91× ++136,25
900 ⎞
= +2136,25⎠ =⎝ 56,25cm
2⎠
ytr = ⎪⎪ 8 ⎝ 4 ⎠ 7,5 8⎝ 4 ⎠
b ′ = menor ⎨ 11,91× 7,5 + 136,25 → b ′ = 56,25cm
ytr = 28,72cm ⎪ =a 900
= 450cm
ytr = 28,72cm ⎪⎩ 2 2

bef = 2 × b ′ = 112,5cm
t 7,5
yo = h + hF + c − ytr = 36 + 7,5 + − 28,72
t2c 7,5
2
yo = h + hF + − ytr = 36 + 7,5 + − 28,72
2 2
yo = 18,53cmπ × 1,62
Asl = 12 × = 24,13cm 2
yo = 18,53cm4 Seção mista homogeneizada

Razão modular para homogeneização teórica da seção:


E 20000
αE = = = 9,4
E c 2128,74

352 b 112,5
beq = = = 11,91cm
αE 9,4

t h
beq t c ⎛ h + hF + c ⎞ + Aa ⎛ ⎞
⎝ 2⎠ ⎝ 2⎠
ytr =
Asl = 12 × = 24,13cm
π ×41,62
Asl = 12 × = 24,13cm 2
4
π × 1,62
Asl = 12 E × 20000 = 24,13cm 2
αE = = 4 = 9,4
EEc 2128,74
20000
αE = = = 9,4
E c 2128,74
LarguraE equivalente
20000 da laje:
αE = = = 9,4
b 112,5
beq = E c = 2128,74 = 11,91cm
αb 112,5 9,4
beq = E = = 11,91cm
αE 9,4
Posiçãob da⎛linha 112,5neutra t c ⎞ elásticah (LNE) em relação à face inferior do perfil equivalente:
beq = beq t c= h + hF += 11,91cm + Aa ⎛ ⎞
⎝ ⎠ ⎝ h2 ⎠
ytr = α 9,4 t2
beqEt c ⎛ h + hF + c ⎞ + Aa ⎛ ⎞
⎝ beq t c +2A⎠a ⎝ 2⎠
ytr =
b t c +t cA⎞a h
beq t c ⎛ h + heqF + + Aa ⎛ ⎞
⎝ 2⎠ ⎝7,52⎠ ⎞ 36
ytr = 11,91× 7,5 ⎛ 36 + 7,5 + + 136,25 ⎛ ⎞
b ⎝t + A 2 ⎞⎠
7,5 ⎝ 36
2⎠
ytr = 11,91× 7,5eq⎛c36 +a7,5 + + 136,25 ⎛ ⎞
⎝11,91× 7,5 +2136,25 ⎠ ⎝ 2⎠
ytr =
11,91× 7,5 +7,5 ⎞ + 136,25 ⎛ 36 ⎞
11,91× 7,5 ⎛ 36 + 7,5 +
136,25
ytr = 28,72cm ⎝ 2 ⎠ ⎝ 2⎠
= 28,72cm
yytr =
tr 11,91× 7,5 + 136,25

yytr == h28,72cm t 7,5


o + hF + c − ytr = 36 + 7,5 + − 28,72
Distância entre t2c os centros geométricos
7,5
2 da laje de concreto e da seção mista homogeneizada na região de
yo = h + hF + − ytr = 36 + 7,5 + − 28,72
momento negativo
2 2
yo = 18,53cmt 7,5
yyo = h + h + c
− y = 36 + 7,5 + − 28,72
o = 18,53cm2
F tr
2

yo = 18,53cm

MÉTODO DOS COMPONENTES

Componente armadura

Força resistente:
Fs ,Rd = f sd Asl = 43,48 × 24,13
Fs ,Rd = f sd Asl = 43,48 × 24,13
Fs ,Rd = 1049,13kN

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Fs ,Rd = 1049,13kN
2A E s 2 × 24,13 × 21000
Rigidez
ks = slinicial:
=
h 35,5
2Asl E s 2 × 24,13
a × 21000
ks = =
ha 35,5
ks = 28548kN/cm
ks = 28548kN/cm
Δ us = Lε smu
Δ = Lε −3
ε syus = 2,381×10
smu

ε sy = 2,381×10−3
L = 200mm (valor mínimo normativo) 353

εLsu==200mm (valor
8% = 0,08 (CAmínimo
− 50) normativo)
ε su = 8% = 0,08 (CA − 50)
24,13
δs = = 0,02944
7,5 × 112,5 − 24,13
2Asl E s 2 × 24,13 × 21000
ks = =
ha 35,5

ks = 28548kN/cm
Capacidade de deformação:
Δ us = Lε smu

ε sy = 2,381×10−3

L = 200mm (valor mínimo normativo)

ε su = 8% = 0,08 (CA − 50)

24,13
δs = = 0,02944
7,5 × 112,5 − 24,13

f ctm = 0,221kN/cm 2

Coeficiente kc:

1
kc = + 0,3 ≤ 1,0
t
1+ c
2 yo

1
kc = + 0,3 = 1,13 > 1,0 → kc = 1,0
7,5
1+
2 × 18,53

0,221× 1,0
Δε sr = = 3,575 × 10−4
0,02944 × 21000

⎛ 0,221× 1,0 ⎞ ⎛ 0,02944 × 21000 ⎞


σ srl = ⎜ 1+ ⎟⎠ = 9,687kN/cm
2
⎝ 0,02944 ⎟⎠ ⎜⎝ 2128,74

σ srl = 9,687kN/cm 2

⎛ 9,687 ⎞
ε smu = 2,381× 10−3 − 0,4 × 3,575 × 10−4 + 0,8 ⎜ 1− ⎟ ( 0,08 − 2,381× 10 )
−3
⎝ 50 ⎠

ε smu = 0,05230

∴ Δ us = 10,46mm

Componente conector

Número de conectores:

Conforme calculado no exercício 4, QRd = 74,38kN.


354
∑Q Rd ≥Tds

Tds 1049,13
ncs ≥ = = 14,1
Q Rd 74,38
∑Q Rd ≥Tds
ncs = 15 conectores
∑ Q T ≥T 1049,13
ncs ≥ Rd ds =ds = 14,1
∑ L1 =Q0,15
Espaçamento Q
Rd Rd ≥T ×dsL 74,38
=
entre × 9000 = 1350mm
0,15conectores:
T 1049,13
n ≥ ds = = 14,1
ncscs =forma
De 15
QTRd aproximada,
conectores
355 74,38
1049,13 podemos assumir que a região de momento negativo corresponde a 15% do
n
vão L ≥ = L
csdisp da viga:
ds
− = − 100 == 14,1
1350 − 178 − 100 ≈ 1070mm
Q Rd1 274,38
nLcs1 =Q0,15 × L = 0,15 × 9000 = 1350mm
∑ 15 ≥T
Rd
conectores
ds
ncs =1070 15 conectores
eL == 0,15
Como ×≈355
o− 1pilar 76mm=−
que
L1049,13 0,15recebe ×=9000 a viga =−1350mm
possui 355≈mm de diâmetro e a distância mínima exigida entre a sua face o
L1disp 15 =TL − 100 1350 178 − 100 1070mm
∑ ≥ 0,15 ×=dsL274,38 ×=9000
1
primeiro
nLcs =Q ds
conector é de 100
14,1mm, o comprimento disponível para a distribuição dos conectores é dado por:
1 Rd ≥T
Q = 0,15 = 1350mm
FLcsdisp,Rd==L1 −Q355

Rd

1070 355 Rd ≥−F s ,Rd =


100 =T 1350
ds − 178 − 100 ≈ 1070mm
eLcs===15Lds conectores
nn T ≈ 2
1049,13
76mm
csdisp≥15 −11−= 2 − 100==14,1 1350 − 178 − 100 ≈ 1070mm
Fcs ,Rd Q = Rd15 × 74,38 74,38
Assim, 1070 o espaçamento entre conectores é igual a:
eL1== 0,15 ×≈L76mm = 0,15 × 9000 = 1350mm
neF ∑ =
Fcscscs=,Rd
,Rd
15==−1115,7kN
1070
15 1 Q Rd ≥ Fs>,RdF= Tds= 1049,13kN
conectores
≈ 76mm s ,Rd
15 − 1 355

d
L
L ∑
Fcsdisp,Rd
=
==L15
1 = 0,15h× LRd
y +
1 −Q × 74,38
= 212 =≥− F100
0,15
+
36
=
=T
s ,Rd×=9000
1350=−1350mm
30cm
ds
178 − 100 ≈ 1070mm
Conforme

Fcss ,Rd = 2demonstrado
=
Q Rd ≥ Fs2,Rd = no Tds exercício 4, esse espaçamento atende ao mínimo exigido para conectores de 19mm.
FFcscs ,Rd = 1115,7kN
,Rd1070 15 ×355 74,38 > Fs ,Rd = 1049,13kN
eLdisp = = L1 −≈ 76mm − 100 = 1350 − 178 − 100 ≈ 1070mm
Fcs ,Rd15=I−a15 1 223688,46
× 74,38
ξF = =2 1115,7kN h = 2 ×36 ==1,091
Força
d css ,Rd =dysresistente:
+Asl = 30 12 + > 24,13F=s ,Rd30cm 1049,13kN
1070
eF ∑
Fcs=,Rd =
cs ,Rd
= 1115,7kN2
h

2
> Fs ,Rd = 1049,13kN
Rd ≥ Fs ,Rd = Tds
Q 76mm
36
d s =15 ⎡y(Iξ− ++1 1=) nk
1/2 1/2
12 + 2 = 30cm
r L1d s ⎤
23688,46 ⎡ (1,091+ 1) × 15 × 1000 × 135 × 302 ⎤
νξF = = ⎢ = a15h2 × 362 ⎥ ==⎢1,091 ⎥ = 2,836
d css ,Rd =⎣dy2+A =E=a74,38 12
I 2+ = 30cm ⎣ 20000 × 23688,46 ⎦
∑ 30
Fcs ,Rd =s sl2 Q Rd ≥ Fs2,Rd = Tds
I
a

23688,46
× ⎦
24,13
ξFcs=,Rd =2 a1115,7kN = 2 > F1/2 s ,Rd+= =1,091
1049,13kN
( ν − )(Lh×d−24,13 y )1,091+ 1 ×(15 − 1)×( 135 30×2 ⎤1,25 + 12 ) = 1,449

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


F d(=sIξ−A
⎡ 15 +
sl 1×) 1
30
nk 23688,46
74,38
20,5t
⎤ ⎡ ( = 2,836)− 2,836 × 1000 36 −×0,5 1/2
α
ξ
ν=⎢2 cs== ν a
= = 1,091
I da s (×ξ36 +⎥1) = ⎢ 30 (1,091+ 1)⎥ = 2,836
,Rd r 1 s
2
Rigidez ⎣ slh E a30
d s Ainicial: 24,13
⎦ ⎣ 20000 × 23688,46 ⎦1/2
dFs =⎡y=ξ+1115,7kN = 12 + 2 ⎤F= 30cm
cs ,Rd ( +21) nkr L1d >
1/2
2 (1,091+ 1) × 15 × 1000 × 135 × 302 ⎤
s ,Rd =⎡1049,13kN
ν = ⎢nkr do15centro s
× 1000geométrico
⎥⎤1/2 =⎢ 1/2 = 2,836
30×2 ⎥⎤⎦1,25 + 12 )
Distância
kcs =⎡⎣ (ξ + (ν=1E)−nk I )ar(Lh1d−s 20,5t do perfil
+ ⎡⎣y()1,091+ de× aço ao centro geométrico da armadura
a1 ⎦ = 10352kN/cm 1) ×(15
20000 2,836 − 1)×( 135
×23688,46
1000 36 −×0,5
να == ⎢ν α I− h I1,449 36 = ⎢ = 2,836 − = 2,836= 1,449
ξd s ==⎣y2+a =E=a12 da s+(ξ +⎥⎦1=) 30cm
23688,46
= ⎣1,091 20000 × 23688,46 30 (1,091+ 1)⎥⎦
d s A(sl2ν −30 1( B))( h×−224,13 0,5t + y )
2
F ( 2,836 − 1)( 36 − 0,5 × 1,25 + 12 )
α s ( B=) =νnk − ( A) s = 2,836 − = 1,449
2s r (ν − 151( A)d×)(s1000
(
h ξ
− +0,5t
1 ) + y ) ( 2,836 − 1)
30( ( −
1,091+
36 0,5 ×
1 ) 1,25 + 12 )
αk = =
I−a Fs 23688,46 = 10352kN/cm
ξcs== ⎡ν(α 2ξ + 1) nk
2 1/2 = 2,836 − = 1,449
1/2
= 1,449 d rL2 1(dξ s +⎤1) (1,091+ 1) × 15 × 100030
=⎡1,091 × 135
( × 3021)⎤
1,091+
ν = ⎢d s Asl 30 × 24,13 =⎢ ⎥ = 2,836
× 1000⎥⎦
s
nkr E15 20000 × 23688,46
k(csA )=⎣ 0,7Q = Rka (IBa) ⎣
= 10352kN/cm ⎦
s ( B ) =nk α ( A) F15 1,449
× 1000
ks cs ==⎡ (2s
s
ξ +k=r1)Fnk
1/2 1/2
( A ) L d 2 ⎤ = 10352kN/cm ⎡ (1,091+ 1) × 15 × 1000 × 135 × 302 ⎤
r

ν = ⎢ α (ν −s1(1,449 )( h − 0,5t
r 1 s
⎥ =+ ⎢y ) = 2,836 ( 2,836 − 1)( 36 − 0,5 ×⎥1,25=+2,836 12 )
α( B=) ⎣ν − ( A ) EFas IBa) ⎦ ⎣ − × 23688,46
20000 ⎦ = 1,449 355
Q s Rk == 2s 1,25Q Rd( BAd=s (1,25 ξ + 1×) 74,38 = 92,98kN 30 (1,091+ 1 )
0,7Q )
= 2s ( A ) FRks
ss (( BA)) =
1( A))( h − 0,5t + y )
(kνr F−92,98 ( 2,836 − 1)( 36 − 0,5 × 1,25 + 12 )
α ( A= ) νnk 0,7
− r ×15 s × 1000 == 2,836 − = 1,449
ks cs == 0,7Q = d ξ=+0,0651cm = 10352kN/cm 0,651mm
s ( A ) = α 1000 Rk 1,449 s( 1) 30 (1,091+ 1)
Q( ARk) = 1,25Q 0,7Q k RkRd = 1,25 × 74,38 = 92,98kN
s ( A )=nk r( A15 ) ( B× ) 1000
Fcs ,Rd = 15 × 74,38
h 36
= y=+1115,7kN
dFcss ,Rd = 12 + > F=s ,Rd30cm = 1049,13kN
Fcs ,Rd = 1115,7kN 2 2 F = 1049,13kN
> s ,Rd
h 36
d s = yI+ = 12 +
23688,46 = 30cm
ξ = 2 a h2 = 2 36 2 = 1,091
d s =dys +Asl = 30 12 +× 24,13 = 30cm
2 2
Ia 23688,46
ξ = 2 = 2 2 1/2 = 1,091
⎡d(sIξA + 1) nk
1/2
30 × 24,13 ⎡ (1,091+ 1) × 15 × 1000 × 135 × 302 ⎤
r L1d s ⎤
23688,46
νξ = ⎢ 2 = 2 a sl
⎥ ==⎢1,091 20000 × 23688,46 ⎥ = 2,836
⎣d s Asl E a30 I a × 24,13⎦1/2 ⎣ ⎦1/2
⎡ (ξ + 1) nkr L1d s 2 ⎤ ⎡ (1,091+ 1) × 15 × 1000 × 135 × 302 ⎤
ν=⎢ ⎥1/2 =+ ⎢y ) 1/2 = 2,836

⎣ ( ξ (ν1E)−nk
+ 1) ( h −20,5t
a I ar L1d s ⎤
⎦ ⎡
⎣ (1,091+ )
20000
1 × (15 − 1)×( 135
××23688,46
2,836
1000 36 −×0,5
30 ×2 ⎥⎤⎦1,25 + 12 )
να == ⎢ν − d s (ξ +⎥1) ⎢⎣ = = 2,836 −
30 (1,091+ 1)⎥⎦ = 2,836= 1,449
⎣ E I ⎦ 20000 × 23688,46
(ν − 1)( h − 0,5t + y )
a a
( 2,836 − 1)( 36 − 0,5 × 1,25 + 12 )
α = νnk − 15 × 1000 = 2,836 − = 1,449
kcs = r (ν = − 1)d(sh(ξ−+0,5t1=) 10352kN/cm
+ y) ( 2,836 − 130 (1,091+
)( 36 − 0,5 ×1)1,25 + 12 )
α = ν α− 1,449 = 2,836 − = 1,449
d s (ξ + 1) 30 (1,091+ 1)
nk 15 × 1000
kcs = r = F ( B ) = 10352kN/cm
s ( B ) =nk α2sr ( A ) 15 s 1,449
× 1000
kcs =
Capacidade = Fde = 10352kN/cm
( A )deformação:
α s 1,449
(B )
( A ) Fs
s ( B ) = 2s 0,7QFRk(( BA))
( A)
s ( B ) = ( A ) Fss
s = 2s kr ( A )
Fs
Escorregamento
( A) 0,7Q Rk entre a extremidade da laje e a extremidade da viga
Q s == 1,25Q = 1,25 × 74,38 = 92,98kN
Rk
0,7Qkr RkRd
s ( A) =
0,7kr× 92,98
( A ) = 1,25Q
Q s = Rk Rd = 1,25 × 74,38 ==92,98kN
= 0,0651cm 0,651mm
1000
Q Rk = 1,25Q Rd = 1,25 × 74,38 = 92,98kN
( A) 0,7 × 92,98
Fs s ( A )==0,7 ( A)
kcs s1000 = 10352
× 92,98
= 0,0651cm
× 0,0651 == 673,91kN
0,651mm
( A)
s = = 0,0651cm = 0,651mm
( A) 1000
( A)
Fs = kcs s = 10352 × 0,0651 = 673,91kN
Fs ( A ) = kcs s ( A ) = 10352 × 0,0651 = 673,91kN

Força máxima na armadura


Fs ( B ) = Asl f ys = 24,13 × 50 = 1206,5kN
Fs ( B ) = Asl f ys = 24,13 × 50 = 1206,5kN
Capacidade Fs ( B )deformação dos 1206,5
s ( B ) = 2s ( A ) de (( BA)) = 2 × 0,0651×
conectores
= 0,233cm = 2,33mm
( B( B) )
F
( A ) ss
673,91
1206,5
Fs s ==2sAsl f ysF =( A )24,13 = 2 ××0,0651×
50 = 1206,5kN
673,91
= 0,233cm = 2,33mm
s
Fi ,Rd = 1,25 f yd A fi ≥ Fs ,Rd
(B )
F ) = 1,25
Componente
( Bi ,Rd ( A ) Ffs ydligação
A fi ≥ ×Fmetálica 1206,5
s = 2s ( A) = 2 ⎛
s0,0651×
,Rd
t = 0,233cm = 2,33mm 1,25 ⎞
A fi = (b − 2R Fs ) t + π R − ⎞ t =673,91 ( 21− 2 × 3 × 1,25)1,25 + π ⎛ 3 × 1,25 − 1,25 = 29,15cm 2
Força resistente: ⎝⎛ 2t ⎠⎞ ⎝⎛ 2 ⎠
1,25 ⎞
FAii,Rdfi ==(b − 2R
1,25 f )tA+ π≥= ⎝1,25
FR − t = ( 21− 2 × 3 × 1,25)1,25 + π 3 × 1,25 −
× × =
1,25 = 29,15cm 2
,Rd yd
yd fifi s ,Rd 2 ⎠ 31,82 29,15 1159,44kN ⎝ 2 ⎠
Fi ,Rd = 1,25 f yd A fi = 1,25 × 31,82 × 29,15 = 1159,44kN
t 1,25 ⎞
A fi = (b − 2R ) t + π ⎛ R − ⎞ t = ( 21− 2 × 3 × 1,25)1,25 + π ⎛ 3 × 1,25 − 1,25 = 29,15cm 2
ki = ∞ ⎝ 2⎠ ⎝ 2 ⎠
Fki ,Rd= ∞ = 1,25 f yd A fi = 1,25 × 31,82 × 29,15 = 1159,44kN
356 i
Δ ui = 0
Δ ui = 0
kLi ==∞ 900 = 17,65
dLt 36900 + 15
= = 17,65
Δd tui = 36
0 + 15
Fs = Asl f ys = 24,13 × 50 = 1206,5kN
Fs ( B ) = Asl f ys = 24,13 × 50 = 1206,5kN
F (B ) 1206,5
s ( B ) = 2s ( A ) s( BA) = 2 × 0,0651× = 0,233cm = 2,33mm
( B( B) ) ( A ) Fs 673,91
1206,5
s s ==2sAsl f ys (=A )24,13
F = 2 ××0,0651× 50 = 1206,5kN = 0,233cm = 2,33mm
Fs 673,91
Fi ,Rd = 1,25 f yd A fi ≥ Fs ,Rd
(B ) (B )
ÁreaF ) = Amesa
(slA )f Fysfs = A24,13 × 50da =região
1206,5kN
1206,5
sF(isB,Rd =da=2s1,25 yd
(
inferior
A ) fi
=≥ 2 ×Fse0,0651×
,Rd
da curva de concordância
= 0,233cm = 2,33mm
(B )
FAs == bA−sl f2R F t 673,91 ⎛ 3 × 1,25 − 1,25 ⎞ 1,25 = 29,15cm 2
( ys (= ) 24,13⎛ × 50 =⎞ 1206,5kN
( )
s
Bt) + π R − t = 21− 2 × 3 × 1,25 1,25 + π
Fs 1206,5 ⎝⎛ 2 ⎠⎞
2 ⎝⎛×FR×0,0651×
2t =⎠⎞ 1206,5kN
fi
(B ) 1,25
sFA(sB ) ===
F
=(2s
b A(−slA )f2R
1,25 ys (=
f ) 24,13
At)A+ π
=≥ 50
− t = ( 21− 2 =× 0,233cm
3 × 1,25 ) = 2,33mm
1,25 + π 3 × 1,25 − 1,25 = 29,15cm 2
,Rd = 1,25Ffs yd A fi = ⎝1,25
fi
F(iiB,Rd ( B ) ⎠
s ,Rd × 31,82 673,91
× 29,15 = 1159,44kN ⎝ ⎠
F 2 1206,5 2
s ) = 2s ( A ) syd( BA) =fi 2 × 0,0651× = 0,233cm = 2,33mm
Fi ,Rd = 1,25 f A = 1,25 × 31,821206,5
( A ) Fssyd fi
× 29,15 = 1159,44kN
673,91
sFA(iB,Rd )
==(2s 1,25 f A = ≥
2 ⎛×F t⎞
0,0651× ( 21− 2 =× 0,233cm + π ⎛ 3 × 1,25 −
= 2,33mm 1,25 ⎞
Fs fi = bA−sl f2R
( B )=
Fys s =) t24,13
( ) + π R× 50 − = 1206,5kN
t =673,91 3 × 1,25)1,25 1,25 = 29,15cm 2
yd fi s ,Rd
Rigidez: A
⎝ ⎠ ⎝ ⎠
2 2
kFii ,Rd = ∞= 1,25 f yd A fi ≥ Fs ,Rd
Fi ,Rd = 1,25 f yd( B )A fi = ⎛1,25 ×t 31,82 ⎞ × 29,15 = 1159,44kN 1,25 ⎞
kFA(iiB,Rd
fi= ==(b1,25 − 2R f ) tA+ π≥ FR − t =1206,5
) ∞ ( A ) Fsyd fi ⎝ s ,Rd 2 ⎠
( 21− 2 × 3 × 1,25)1,25 + π ⎛⎝ 3 × 1,25 − ⎠
1,25 = 29,15cm 2
sΔ = = 2s 0 Fde = 2 ⎛× 0,0651× t⎞ = 0,233cm = 2,33mm 2 ⎞
⎛ 3 × 1,25 − 1,25
Capacidade
A ui =
( b − 2R ( A )deformação:
) t + π R − t = (
673,91
21− 2 × 3 × 1,25 )1,25 + π 1,25 = 29,15cm 2
Fi ,Rd fi = 1,25 f A = 1,25 × 31,82 × 29,15 = 1159,44kN
Δ ui = 0
s
yd fi ⎝⎛ 2t ⎠⎞ ⎝⎛ 2 ⎠⎞
1,25
kFALi fi==∞ (= b1,25−
900 2R
f
) t
A
+ π
= ⎝
R
1,25

× ⎠
t
31,82
= ( 21−
×
2
29,15
× 3
=
× 1,25 )
1159,44kN
1,25 + π

3 × 1,25 −

1,25 = 29,15cm 2
,Rd= = 1,25 f yd
Fii ,Rd yd=A fi ≥ Fs ,Rd
17,65
fi 2 2
d
LigaçãoL 36 +
mista
900
Fit,Rd= = 1,25 f yd=A17,65 15 completa
fi = 1,25 × 31,82 × 29,15 = 1159,44kN
kΔ =0
ditui= ∞36 + 15 t 1,25 ⎞
⎛ R necessária:
− ⎞ t = ( 21− 2 × 3 × 1,25)1,25 + π ⎛ 3 × 1,25 −
θAnecfi =− (22
Capacidade b − 2R de) trotação
17,65 +π − 15 ⎝ ⎠ ⎝ ⎠
1,25 = 29,15cm 2
kLi = ∞ 900 = ∴2θ nec = 27,3mrad 2
θF Δ32 ui = −=
−=22 0
22 17,65 20
= − −1515
17,65
kdii ,Rd
nec
= ∞ 1,25 +=15f yd20A−fi 15 = 1,25∴× θ31,82 × 29,15 = 1159,44kN
nec = 27,3mrad
t − 36
Δ32 = 22
0
Lui ( h 900 − 0,5t =+17,65 y ) ( 36 − 0,5 × 1,25 + 12 )2
2

SθΔ ==
ui=meio
−36 0 da17,65
22 −2 15 = dos valores apresentado = 17049750kN/rad
Por interpolação na tabela R.3 da NBR 8800:2008, podemos determinar
aSk32
dLinec
t
=
( h ⎛900 =15 1+ ⎞y ) ( 36
−+10,5t
=
∴ −θ nec 1 =×27,3mrad
0,5 +1,251+ 12 )2
=−∞22 + de
capacidade − 15= necessária:
17,65
20 rotação = 17049750kN/rad
dLit 36⎜⎛⎝900 k1s15 k1cs ⎟⎞⎠
+ 28548 1
+
10351
1
θ nec=− 22 ⎜⎝ + +17,65 = 17,65 − 15 28548 10351
d tui =36 =s15 kcs ⎟⎠ 2
k0,5t ∴ θ nec = 27,3mrad 2
Δ 32 −−(22 0
h − 20 −)−
+ y 1515 ( 36 − 0,5 × 1,25 + 12 )
SMinec=Rd ,LM ==f sd Asl ( h −=0,5t∴+θy ) ==43,48
θ
1× 24,13 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
22 17,65 = 17049750kN/rad
⎛ 1 20 1 ⎞− − 1 27,3mrad
f+sd A+slda⎟(yh)ligação:
2− 0,5t + y ) = 43,48 × 24,13
nec
θM 32 −− 22 15 +
+ 12 ) (
LnecRd ,LM 22 =0,5t
900 17,65 15 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
=( h ⎜⎝−inicial
k=s49705kNcm ( 36 −θ nec
∴ 28548 0,5=×27,3mrad
10351 2
Rigidez k=cs 17,65
⎠ 1,25
Sd32M it = Rd−,LM =
22 + 15 20 − 15
36 = = 497,05kNm = 17049750kN/rad
1 1
( h
M=Rd ,LM = 49705kNcm
⎛−10,5t 1+ ⎞y )2 ( 36 − 0,5
= 497,05kNm × +1,25 + 12 ) 2

SM ⎜⎝=k f+ A ⎟⎠( h 2−=0,5t +28548 1) = ×43,48


10351× 12 = 17049750kN/rad
2 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
θ nec −( 22= 17,65)−=1542% 49705k ( 36 −y0,5 1,251+ 24,13
)
i
Rd
Rd ,LM
,LMh ⎛
− 10,5t
s sd 1+sl
cs ⎞y +
SM i = ⎜ k=117308+ ⎟ = ∴ 28548 θ nec1 = 27,3mrad
10351 = 17049750kN/rad
32 M 22⎛⎝ =
−Sd,LM 1s 49705 k201cs ⎞⎠− 15 1
h −= 0,5t +
Rd
M Rd ,LM⎜=
M M
= 49705kNcm
,LM⎝ k 117308
Rd Sd f+sd A k sl ⎟⎠( 42%
y ) = 43,48
= +497,05kNm
28548 10351× 24,13 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
M Sd (+h) =− 0,5t − = −
)=2 67603kNcm = 676,03kNm
s cs

sl (yresistente )
M M 117308 49705
M
Momento
M ( = fletor sd A+
f49705
Sd h) Rd
2
− ,LM
0,5t( 36+−dey0,5 = ×43,48
1,25 +
cálculo: × 12
24,13 (36 − 0,5 ×1,25 +12 )
Mi = =42% = 17049750kN/rad
Rd ,LM
SM Rd ,LM==M 49705kNcm = 497,05kNm
) ⎛ = Sd − ⎞M Rd ,LM = 117308 − 49705 = 67603kNcm = 676,03kNm
Bsl) ( h − 0,5t + y ) = 43,48
= 1 1 × 24,13 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
Rd ,LM =1 117308
Rd (+
,LM
MM Sd
f sd A (1 +
Sd Δ ++s 1,046 + 0,233
M
θMu RdRd = ,LM ⎜ = 49705kNcm
⎝ ks 49705
us ⎟
k( Bcs) ⎠ = = 497,05kNm
28548 10351 = 0,027rad = 27mrad

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


h
,LM −
Δ =0,5t + s + y = 3642% − 0,5
1,046 ×+ 1,25
0,233 + 12
θM MuM = ,LM) ==M
Rd
us 49705kNcm
117308
= 497,05kNm = 0,027rad
Sd − M=Rd ,LM = 117308 − 49705 = 67603kNcm = 676,03kNm
= 27mrad
MSdRd(+ − 49705 + − × =1,25 + 12× 24,13 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
h 0,5t y
( 36 0,5
)
Sd

θM
M ,LM
= ,LM
Rd 1,1× 27
== f A
sd =sl29,7mrad h −= 0,5t
42% + y 43,48
uM 117308
49705 (B )
M Sd (+ ) Δ=us=M+Sds − M Rd=,LM
RdSd,LM
42% = 117308
1,046 + 0,233− 49705 = 67603kNcm = 676,03kNm
θMuuM = 1,1× = 27117308 = 29,7mrad
49705kNcm = = 497,05kNm = 0,027rad = 27mrad
M27,3 Sd
Rd ,LMh
Sd (+ =
− =
) 0,92
0,5t
M +
Sd→ Ok − yM 36
Rd ,LM
−=0,5
117308× 1,25 − + 12
49705 = 67603kNcm = 676,03kNm
(B )
29,7
27,3 Δ + s 1,046 + 0,233
θM ) =0,92 −inicialmente
=Rd ,LM = 117308 que a −ligação = 67603kNcm = 676,03kNm
usM M 49705
θ M
Consideramos
u Sd =(+,LM
= =
1,1× 27 49705
Sd→
= Ok = mista
0,027rad = 27mrad
possuía resistência igual a 40% do momento fletor soli-
Rd
h − =0,5t (+B )29,7mrad
y = 3642% − 0,5 × 1,25 + 12
29,7
citante
u
Δ + s 1,046 + 0,233
θ uM=Sd deus cálculo 117308=de uma viga biapoiada=(46923 0,027rad kNcm).
( B ) que esse valor, diminuindo o momento solicitante positivo da viga:
No entanto, a resistência final obtida ficou um
= 27mrad
pouco h −
maior 0,5t
Δ us + s do+ y 36 − 0,5 ×
1,046 + 0,233 1,25 + 12
θ27,3 u = 1,1× = 0,92 27 → = 29,7mradOk = = 0,027rad = 27mrad
M29,7 Sd (+h) − = 0,5t
M Sd +− yM Rd36 ,LM−=0,5 117308× 1,25−+49705
12 = 67603kNcm = 676,03kNm
θ u = 1,1× 27 = 29,7mrad
27,3
=Δ0,92
θ u = 1,1× 27 → = Ok 1,046 + 0,233
( B )29,7mrad
us + s
θ29,7
=
27,3 = = 0,027rad = 27mrad
h=−0,92
0,5t → 357
u
+ yOk 36 − 0,5 × 1,25 + 12
29,7
27,3
= 0,92 → Ok
29,7
θ = 1,1× 27 = 29,7mrad
u

27,3
= 0,92 → Ok
29,7
+ +
kcssl ⎟⎠( h − 0,5t +28548
M Rd ,LM⎜⎝=ks f sd A y ) = 43,48 × 24,13 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )
10351

M Rd ,LM =
M Rd ,LM f sd Asl ( h − 0,5t= +497,05kNm
= 49705kNcm y ) = 43,48 × 24,13 ( 36 − 0,5 ×1,25 +12 )

MM Rd ,LM = 49705kNcm
49705 = 497,05kNm
Rd ,LM = = 42%
M 117308
ComSdesse novo valor pode-se obter um sistema mais econômico através da utilização da interação parcial
M região
na Rd ,LM de49705
= momento = 42%positivo, conforme indicado no exercício 4.
MM Sd (+ ) = M Sd − M Rd ,LM = 117308 − 49705 = 67603kNcm = 676,03kNm
117308
Sd
Capacidade de rotação disponível:
M Sd (+ ) Δ=usM+Sds ( B−) M Rd ,LM1,046 + 0,233
= 117308 − 49705 = 67603kNcm = 676,03kNm
θu = = = 0,027rad = 27mrad
h − 0,5t + y 36 − 0,5 × 1,25 + 12
Δ us + s ( B ) 1,046 + 0,233
θu =
θ = 1,1× 27 = 29,7mrad = = 0,027rad = 27mrad
Conforme
u h − 0,5t o item
+ y R.4 36 da NBR
− 0,5 8800:2008,
× 1,25 + 12 a capacidade de rotação disponível pode ser aumentada em
10% para o caso de construção não-escorada.
θ27,3
u = 1,1×
= 0,92 27 → = 29,7mrad
Ok
29,7
27,3
= 0,92 → Ok
29,7

DIMENSIONAMENTO DA CHAPA DE EXTREMIDADE

Características dos parafusos:


ASTM A325, d b = 19,0mm f yb = 63,50kN/cm f ub = 82,50kN/cm 2
2

ASTM A325, d b = 19,0mm f yb = 63,50kN/cm f ub = 82,50kN/cm 2


2

Abe = 0,75A b =d2,13cm


2
f yb = 63,50kN/cm 2 f ub = 82,50kN/cm 2
ASTM A325, b = 19,0mm
Abe = 0,75Ab = 2,13cm 2
1
Características
tApbe≤= 0,75A d b →bt p==da 9,5mm
2,13cm chapa:2
d b = 19,0mm f yb = 63,50kN/cm f ub = 82,50kN/cm 2
2
ASTM 21 A325,
t p ≤ d b → t p = 9,5mm
12
tAfpube≤==50kN/cm
d b →bt p=2=2,13cm
0,75A 9,5mm2
2
f u = 50kN/cm 2
1 2Abe f ub 2,13 × 82,5
tfpu ≤= 50kN/cm
Tração: dFb t→,Rd t=p = 9,5mm = = 130,2kN
Força 2resistente A γbeaf2ubparafusos:
dos 2,131,35× 82,5
Tração: Ft ,Rd = = = 130,2kN
Aγ af2 2,13 1,35
× 82,5
Tração:
f u = 50kN/cm Ft ,Rd = 2 be ub =0,4Ab f ub 0,4= ×130,2kN 2,835 × 82,5
Cisalhamento: Fvγ,Rda 2 = 1,35= = 69,3kN
0,4A γ ab2 f ub 0,4 × 2,8351,35 × 82,5
Cisalhamento: FAv ,Rdf = 2,13 × 82,5 = = 69,3kN
Tração: Ft ,Rd = be ub =0,4A γ ab2 f ub 0,4= ×130,2kN
1,35 × 82,5
2,835
Cisalhamento: 1,2l f tf uFvγ,Rda1,2 = × (10 −1,351,905)= × 0,95 × 50 = 69,3kN
Fb ,Rd = = 2 γ a2 1,35 = 342kN
1,2lγ af2tf u 1,2 × (10 − 1,905) 1,35 × 0,95 × 50
Fb ,Rd = = 0,4Ab f ub 0,4 × 2,835 × =82,5 342kN
Verificações
Cisalhamento: 1,2lγ afadicionais:
2tf uFv ,Rd 1,2= × (10 − 1,905) = × 0,95 × 50
1,35 = 69,3kN
Fb ,Rd = 2,4d btf u = 2,4 × 1,9 γ a 2× 0,95 × 50 1,35 = 342kN
Fb ,Rd ≤ deγcontato
Pressão = rasgamento 1,35 = 160,44kN
γ aa22btf u e2,4
2,4d × 1,91,35
entre furos:
× 0,95 × 50
Fb ,Rd ≤ 1,2l f tf u =1,2 × (10 − 1,905) × 0,95 = 160,44kN
× 50
Fb ,Rd = 2,4d γ a 2btf u = 2,4 × 1,91,35 × 0,95 × 50 = 342kN
Fb ,Rd ≤ γ a 2 ⎧ F=t ,Rd 1,35 = 160,44kN
γ a2 ⎪ 1,35
⎧⎪ tv,RdF ,Rd
Fb ,Rd = menor 2,4d btf⎨⎪u 2,4 ∴×Fb1,9,Rd ×= 0,95
69,3kN× 50
Fb ,Rd ≤ ⎧⎪ F=trv,Rd = 160,44kN
358 Fb ,Rd = menor γ a 2 ⎪⎨ ,Rd
∴ Fb ,Rd1,35= 69,3kN
⎪⎪⎩ Frvc ,Rd
Fb ,Rd = menor ⎪⎨ ∴ Fb ,Rd = 69,3kN
⎪⎧⎩ Ftrc ,Rd
⎪ ,Rd
V 391
nb = sd = ⎪⎪⎩ Fvc ,Rd = 5,61
,Rd
Fb ,Rd F=Vb ,Rdmenor 69,7
391 ⎨ ∴ F = 69,3kN
nb = sd = ⎪ Fr ,Rd = 5,61b ,Rd
FVb ,Rd
sd
69,7
391
0,4Ab f ub 0,4 × 2,835 × 82,5
Cisalhamento: Fv ,Rd = = = 69,3kN
0,4A γ ab2 f ub 0,4 × 2,835
1,35 × 82,5
Cisalhamento: Fv ,Rd = = = 69,3kN
γ a2 1,35
1,2l f tf u 1,2 × (10 − 1,905) × 0,95 × 50
Fb ,Rd = = = 342kN
1,2l γ af2tf u 1,2 × (10 − 1,905) 1,35 × 0,95 × 50
Fb ,Rd = = = 342kN
γ a2 1,35
2,4d btf u 2,4 × 1,9 × 0,95 × 50
Fb ,Rd ≤ = = 160,44kN
2,4d γ a 2btf u 2,4 × 1,91,35 × 0,95 × 50
Fb ,Rd ≤A325, d b == 19,0mm f yb = 63,50kN/cm
2
ASTM = 160,44kNf ub = 82,50kN/cm 2
γ a2 1,35
ASTM A325, d bF= 19,0mm f yb = 63,50kN/cm f ub = 82,50kN/cm 2
2
⎧ t ,Rd
Abe = 0,75Ab =⎪2,13cm 2
⎧⎪ Ftv,Rd
AFbeb ,Rd= 0,75A
= menor b =⎪ ⎨2,13cm
,Rd 2
∴ Fb ,Rd = 69,3kN
1 F
⎪ rv,Rd
tFp b≤,Rd =d bmenor → t p ⎪⎨= 9,5mm ∴ Fb ,Rd = 69,3kN
12 ⎪⎩ Frc ,Rd
t p ≤ d b → t p = 9,5mm ⎪
2 ⎪⎩ Fc ,Rd
f u = 50kN/cm
Número V sdde parafusos:391
2

n = = 2 = 5,61
f ub = 50kN/cm
FVb ,Rd 69,7
391
nb = sd
= Abe f=ub5,61 2,13 × 82,5
Tração: Fb F,Rdt ,Rd =
69,7 = = 130,2kN
nb = 6 parafusos Aγbe(3
af2ubem 2,13
cada ×lado)
1,35 82,5
Tração: Ft ,Rd = = = 130,2kN
nb = 6 parafusosγ (3 a 2 em cada 1,35 lado)
Perfil:360x210x12,5mm 0,4Ab f ub 0,4 × 2,835 × 82,5
Cisalhamento: Fv ,Rd = = = 69,3kN
Perfil:360x210x12,5mm
Dimensões chapa: 0,4A γ ab2 f ub 0,4 × 2,835
1,35 × 82,5
Cisalhamento:
Chapa:390x410x9,5mm Fv ,Rd = = = 69,3kN
γ a2 1,35
Perfil:360x210x12,5mm
Chapa:390x410x9,5mm
1,2l f tf u 1,2 × (10 − 1,905) × 0,95 × 50
Fb ,Rd = = = 342kN
1,2l
Chapa:390x410x9,5mm
80mm > γ4d tf 1,2 × (10 − 1,905) × 0,95 × 50
af2b u= 76mm → Ok!1,35
Fb ,Rd = = = 342kN
80mm > 4d γ a 2 = 76mm → Ok! 1,35
60mm 2,4d
> 3d
b
bbtf= u 57mm 2,4 ×→ 1,9Ok!× 0,95 × 50
Fb ,Rd ≤ = = 160,44kN
60mm 2,4d
> γ3da 2btf=u 57mm 2,4 ×→ 1,9Ok!× 0,95 × 50
1,35
Fb ,Rd ≤ b = = 160,44kN
40mm > γ1,5d a2 b
= 29mm →1,35 Ok!
40mm > 1,5d⎧b F=t ,Rd 29mm → Ok!
100mm > 3d b⎪⎧=Ft57mm → Ok!
⎪ v,Rd ,Rd
b ,Rd = menor
F100mm > 3d b⎪⎨=F 57mm ∴ Fb→ = 69,3kN
,Rd Ok!
⎪⎪ rv,Rd ,Rd
Fb ,Rd = menor ⎨ ∴ Fb ,Rd = 69,3kN
⎪⎪⎩ Frc ,Rd,Rd
⎪⎩ Fc ,Rd
V 391
nb = sd = = 5,61
FVb ,Rd 391
69,7
nb = sd
= = 5,61
Fb ,Rd 69,7

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


nb = 6 parafusos (3 em cada lado)
nb = 6 parafusos (3 em cada lado)
Perfil:360x210x12,5mm
Perfil:360x210x12,5mm
Chapa:390x410x9,5mm Dimensões da chapa de extremidade
Chapa:390x410x9,5mm
Distância da face superior da viga à primeira linha de parafusos:
80mm > 4d b = 76mm → Ok!
80mm > 4d b = 76mm → Ok!
60mm > 3d
Distância = 57mm
dab linha → Ok!
vertical dos furos à alma do tubo:
60mm > 3d b = 57mm → Ok!
40mm > 1,5d b = 29mm → Ok!
359
40mm > 1,5d b = 29mm → Ok!
100mm > 3d b = 57mm → Ok!
100mm > 3d b = 57mm → Ok!
Perfil:360x210x12,5mm
Chapa:390x410x9,5mm
Chapa:390x410x9,5mm

80mm > 4d b = 76mm → Ok!


80mm > 4d b = 76mm → Ok!
60mm > 3d b = 57mm → Ok!
Distância
60mm > 3d da linha vertical dos furos à extremidade da chapa:
b = 57mm → Ok!
40mm > 1,5d b = 29mm → Ok!
40mm > 1,5d b = 29mm → Ok!
Distância> entre
100mm 3d b =furos:
57mm → Ok!
100mm > 3d b = 57mm → Ok!

MOMENTO FLETOR RESISTENTE DE CÁLCULO EM REGIÕES


DE MOMENTO FLETOR NEGATIVO

Largura efetiva:

bef=112,50cm

Resistência do perfil ao momento negativo

Força de tração na armadura


Tds = f sd Asl = 43,48 × 24,13 = 1049,17kN
Tds = f sd Asl = 43,48 × 24,13 = 1049,17kN
TÁrea comprimida
ds = f1sd⎛AT sl = 43,48 ⎞do×perfil
24,13 de aço
= 1049,17kN
1 ⎛ 1049,17 ⎞
Aac = ⎛⎜ ds + Aa ⎞⎟ = ⎜ + 136,25⎟ = 84,61cm 2
Tds = f12sd⎝ATslf ds= 43,48 × 124,13 = 1049,17kN ⎞⎠
2 ⎛⎝ 1049,17
31,82
Aac = ⎜ yd + Aa ⎟⎠ = ⎜ + 136,25⎟ = 84,61cm 2
12 ⎛⎝ Tf dsyd ⎞⎠ 12 ⎛⎝ 1049,1731,82 ⎞⎠
Aac = ⎜ + Aa ⎟ = ⎜ + 136,25⎟2 = 84,61cm 2
Aat == 1 2Aa⎛⎝ −Tf dsydAac = 136,25
⎞ 12 ⎛⎝ 1049,1731,82 ⎞⎠
A ⎜ + Aa ⎠⎟ = ⎜− 84,61 = +51,64cm 136,252⎟ = 84,61cm 2
2 ⎝− de aço = 51,64cm ⎠
ac
Aat = tracionada
Área A2 a⎝ −f ydAac = 136,25do⎠ perfil 31,82
84,61
Aat ==21,0Aa −×A1,25 = 26,25cm 2
ac = 136,25 − 84,61 = 51,64cm
bt 2

Aat==21,0
bt Aa −×A1,25 = 26,25cm 2
ac = 136,25 − 84,61 = 51,64cm
2

Como = 21,0
Posição
bt Adaat>b
× LNP t, a LNP corta a2 alma do perfil de aço.
1,25 = 26,25cm
Como
bt = 21,0 A at>bt, a LNP corta a2alma do perfil de aço.

Como A × 1,25 =b 26,25cm 84,61 21 de aço.


y LNP =Aatac>b+t, ta−LNP = corta a alma do−perfil
+ 1,25 = 24,59cm
Como A A2tac>b , a LNP b2 corta × 1,25
284,61 a alma do 21
2 de aço.
perfil
y LNP = at +t t − = + 1,25 − = 24,59cm
360 A2tac b2 284,61 × 1,25 21
2
dy LNP = y −+ ty − ==36 + 12 − + 1,25 − = 24,59cm
3 = h+ × 1,25 24,59 = 23,41cm
2
A2tac LNPb2 284,61 21
2
dy 3LNP= h= +2ty −+ yt LNP − ==36 + 12 − 24,59
2 2 × 1,25
+ 1,25=− 23,41cm
2
= 24,59cm
2

d 3 = hbt+⎛ yh −− yyLNP =− 36 t ⎞ + 12 − 24,59 = 23,41cm h − y2LNP − t ⎞


+ 2t ( h − y LNP − t ) ⎛
dd3 == hbt+⎛⎝ hy −− yyLNP − t2⎞⎠ + 12 − 24,59 = 23,41cm ⎝ h − y2LNP
2 − t ⎞⎠
LNP
= 36 + 2t ( h − y LNP − t ) ⎛
⎝⎛ 2tbt⎠⎞ + 2t ( h − y LNP − t ) ⎝⎛ h − y 2 ⎠
4 LNP
LNP − t ⎞
2 f
A = ⎝⎜ − dsydA +=A136,25 ⎠ 2 ⎛ 31,82 + 136,252⎞ = 84,61cm 2
a⎟ = ⎜⎝− 84,61 = 51,64cm ⎟⎠
TAdsatac == fA ⎛A
12sd⎝ Tfsl dsyd
a = ac 43,48 ⎞⎠ × 1224,13 31,82
⎛ 1049,17 = 1049,17kN ⎞
Aac = ⎜ + Aa ⎟ = ⎜ + 136,252⎟ = 84,61cm 2
TAdsat == fA 2sda⎝A−fsl ydA=ac 43,48 = 136,25 ⎠ × 224,13 ⎝− 84,61
31,82 = 51,64cm ⎠
= 1049,17kN
bt = 21,0 ⎛ × 1,25 = ⎞26,25cm 2
Aat = A 1 −TA = 136,25 1 ⎛−1049,17
84,61 = 51,64cm 2⎞
Aac = a⎜ ds ac+ Aa ⎟ = ⎜ 2 + 136,252⎟ = 84,61cm 2
bt
ComoAat==21,0 A12Aa⎛⎝at−T×f dsydA1,25
>b ==
t,ac a LNP
⎞⎠26,25cm
136,25 12 ⎝⎛−1049,17
corta a2alma= do
31,82
84,61 51,64cm
perfil de ⎠⎞ aço.
A
bt = 21,0 = ⎜ × 1,25 + A = ⎟ =
26,25cm ⎜ + 136,25 ⎟⎠ = 84,61cm
2
ac
2 ⎝ f yd
a
⎠ 2 31,82 ⎝
Como AA at>bt, a LNP corta a2alma do perfil de
b 84,61 21 2 aço.
bt A
y at
= =21,0
= A a − ×
ac A
+
1,25
act − = =
136,25 26,25cm
= − 84,61 + = 51,64cm
1,25 − = 24,59cm
Como LNP A2tat>bt, a LNP corta a alma do perfil de
2 2 × 1,25 2 aço.
Aat = AaA−ac Aac = 136,25 b 84,61 − 84,61 = 51,64cm 21
2
Comoy LNP = Aat>b
= 21,0 +t,ta−LNP = corta a2alma + 1,25 do−perfil= de aço.
24,59cm
bt A2tac× 1,25 =b2 26,25cm × 1,25
284,61 21
2
y 3LNP= h= + y do
dDistância −+ ytcentro − ==36 + 12 −2 24,59
geométrico + 1,25=− 23,41cm = 24,59cm2
bt = 21,0 2tac× 1,25 =b2 26,25cm × 1,25 da armadura à LNP
LNP
A 284,61 2
21
Como Aat>b+t,ta−LNP corta a alma do−perfil= de aço.
dy 3LNP= h= +2t y − y LNP2==362 + × 12
1,25
+ 1,25
− 24,59 = 23,41cm
2
24,59cm
2

⎛ t, a LNP t ⎞ + 2ta halma h − y2LNP − t ⎞


Como
d 3 = hbtA +⎝Aathy>b− y LNP LNPb− = 36corta +
84,61 12 (
− − y LNP
24,59 t ) ⎛ de aço.
do=−perfil
23,41cm
21
2⎠ ⎝ 2 ⎠
y LNP
4 =
ddDistância = +⎛ yacda +força t − =de =36 t tração,
⎞ + 1,25no
situada − 23,41cm
centro
⎛=h24,59cm
−geométrico
y2LNP − t ⎞ da área tracionada da seção do perfil de aço, à LNP
3 = h −
bt Ah − y LNPb− bt84,61
2t y LNP 2 2 +× 1,25 −
+ 2t ( h − y LNP
12 24,59 =
LNP − 21 t)
2
dy LNP = ⎛⎝ ac + t − =2t ⎞⎠ + 1,25 − ⎝⎛=h24,59cm − y2 LNP − t ⎞

= bt 2th − y LNP2− 2 ×+1,25 2t ( h − y LNP − t2)
⎝ 2tbt⎠⎞ + 2t (−h24,59 t ) ⎛⎝ h − y22 ⎠
4
+ 12 − y LNP=−23,41cm LNP − t ⎞
d 34 = hbt+⎛ hy − yyLNP
⎛ = 36 ( 1,25 ⎞ ) 36 − 24,59 − 1,25 ⎞
21× −
⎝ 1,25LNP

36 −2bt 24,59

+ 2t h
+ 2t (−h − y LNP
− y LNP+− − t
2t×) 1,25
⎝ ( 22 − 24,59
36 ⎠ − 1,25) ⎛
d = h + y − y LNP ⎝ = 36 + 12 − 24,59 2 ⎠ = 23,41cm ⎝ 2 ⎠
d 344 =
⎛ h1,25 ⎛
− y ⎝ 36−− 24,59
tbt +
⎞ + 2t21×2t (− h1,25
− y ⎞ − t )
+ 2 × 1,25⎛ ( 36
h − y − t
− 24,59 ⎞ − 1,25) ⎛ 36 − 24,59 − 1,25 ⎞
21×
bt
⎛ 36 −2t 24,59 ( h1,25
−1,25 ⎠⎞ − t ) ⎝
LNP
2 y LNP
LNP
⎝ 36 − 24,59
2 − 1,25 ⎞⎠
dd 4 = = 21× ⎝ 1,25LNP


⎞ − + 2 × 1,25⎛ h −( 36 2 t ⎠⎞ − 1,25) ⎛
y LNP− −24,59
4
d 4 = 7,98cm
bt h − y LNP
⎝ ⎛⎝ − 2bt⎠ ++ 2t (−(hh1,25
2t21× −−1,25
2 yy LNP +−−2tt×)) 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25) ⎝⎛ 36 − 24,59
⎞⎠ + ⎝ ( 36 2 − 24,59 ⎠ − 1,25) 2 − 1,25 ⎠⎞
d 4 = 21× 1,25 ⎝ 36 − 24,5921× 2 × 1,25
LNP
1,25 ⎠ + 2 × 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25) ⎝ ⎠
dd 4 = bt + 2t ( h −2 y LNP − t ) 2
4 = 7,98cm
bt 2
⎛ − 24,59 ⎛ y21× 1,25 t ⎞ +⎞2 × 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25) ⎛ 36 − 24,59 − 1,25 ⎞
−1,25
d 4 = 7,98cm21×+1,25 2t ( ⎝y36 LNP − t )

LNP
+ t+ 2 × 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25) ⎝
2 ⎝ 21,25 2 ⎠⎞ ⎠ 2 ⎠
ddyt4 == 7,98cm
bt 2 ⎛ ⎛ y LNP − t +⎞2 × 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25) ⎛ 36 − 24,59 − 1,25 ⎞
4
21× 1,25
+ 2tbt
bt22do centro
( ⎝y+LNP2tgeométrico
36 − ) ⎝ y−21×
24,59
−( ty LNP −
t ) 1,25
2 −da
+⎠ t+ 2 × 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25) ⎝
2t área ⎠ comprimida do perfil de aço em relação ⎠
2 à sua face
dPosição=
yt = 2 + 2t ( y LNP − t ) 21× 1,25 ⎛ ⎞ inferior
4 LNP
+ t+ 2 × 1,25 ( 36 − 24,59 − 1,25)
bt2 bt + 2t ( y LNP ⎝ y− t2) − t ⎞⎠
dyt4 == 7,98cm
21×+1,25 2t (2y LNP − t ) ⎛ LNP +t 24,59 − 1,25
2 bt ++ 2t 2 × ( y1,25⎝ − ( t2) − 1,25
24,59 ⎠ )⎛ + 1,25⎞
dyt4 == 7,98cm 2
LNP
⎝ 2 ⎠
yt = bt 21× 2 1,25
+ 2t (
2
bt ++ 2t
2y LNP
(
2 −× t1,25
21×
y
) ⎛
LNP
1,25
y− t
(+24,59
LNP ) − t
2 × 1,25 −
+ t ⎞
(
1,25 24,59
24,59 − 1,25
) ⎝ − 1,25) + 1,25⎞⎠

21× 2 2 1,25 ⎝⎛ y 2 − t ⎠⎞ ⎛ 24,592− 1,25
ytt = bt2
+ ( + 2 −× t1,25 ) (LNP
24,59 − + 1,25 )⎝ + 1,25⎞
+t2) × 1,25⎠( 24,59
2t ( y1,25 2 − 1,25) ⎛ 24,592− )1,25 + 1,25⎞
2t 2y
21× t − 1,25 ⎠
yyt = 21×2 21,25
9,11cm bt +LNP
+ 2 × 1,25
LNP⎝ − ( 24,59
t = + 2 × 1,25 ( 24,59 ⎝ − 1,25 2) ⎠
yyt =
2 bt + 21× 2t ( y1,25 LNP − t )
t = 9,11cm 2
21× 1,25 + 2=×15,48cm1,25 ( 24,59 − 1,25 − )1,25
d 5 = 21× y LNP 1,25 − yt =+24,59 − 9,11 − 1,25) ⎛
24,59
+ 1,25⎞
yt = 9,11cm 2 × 1,25 ( 24,59 ⎝ ⎠
21× 2 2 2
⎛ 24,59 − 1,25 + 1,25⎞
dyyt5 = = y LNP 1,25
9,11cm − yt =+24,59 2 × 1,25− 9,11( 24,59 = 15,48cm
− 1,25 )
Mt (− ) = T2ds d 3 + A 21× at f yd d 4 ++A2ac×f 1,25
1,25 yd d 5 ( 24,59 ⎝ − 1,25 2) ⎠
dyt5 Rd = y LNP − yt = 24,59 − 9,11 = 15,48cm
M Rd= (−y) = T−da
dDistância ds d yt3força
21×
=+ 24,59
A at de f yd1,25 ++A2ac=×f15,48cm
d−49,11 1,25 ( 24,59 − 1,25)
yd d 5situada no centro geométrico da área comprimida da seção do perfil
= (−9,11cm
yt5 Rd compressão,
M ) = 1049,13 × 23,41+ 51,64 × 31,82 × 7,98 + 84,91× 31,82 × 15,48
LNP
M Rdaço,
de (− ) = à TLNP ds d 3 + Aat f yd d 4 + Aac f yd d 5
yMt = 9,11cm =T
dM (−y)) =
=Rd(− 1049,13
−ds dyt3 =+ 24,59 A×at 23,41+ +
f yd d−=49,11 A51,64
ac=f15,48cm
× 31,82 × 7,98 + 84,91× 31,82 × 15,48
yd d 5
) = 79346kNcm
Rd
M5 Rd 793,46kNm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


(−LNP
M = 1049,13 × 23,41+ 51,64 × 31,82 × 7,98 + 84,91× 31,82 × 15,48
dM5 Rd= (−y)LNP= −79346kNcm yt = 24,59 −=9,11 793,46kNm= 15,48cm
M (−) ) = T
Rd(− 1049,13 d + A × 23,41+
f d + A51,64f yd d×5 31,82 × 7,98 + 84,91× 31,82 × 15,48
Momento
M Rd
Rd (− ) M Rd ,LM 49703 cálculo
fletor
ds 3 resistente
at yd 4 de ac
M SdRd(−(−)) = 79346kNcm = = 793,46kNm
= 0,63 → Ok
MM = TM ds dRd 3 + A f yd d 4 + Aac f yd d 5
(− ) at 79346
M Rd
Rd (−
(−)) M 49703
M Rd Sd (−)) ) =
(−
Rd(− ==1049,13
79346kNcm Rd ,LM × 23,41+
= = 793,46kNm 0,63×→
=51,64 Ok × 7,98 + 84,91× 31,82 × 15,48
31,82
M MM 49703
79346
(− ) =
M Rd (− ) × 23,41+ 51,64 × 31,82 × 7,98 + 84,91× 31,82 × 15,48
Sd (−
Rd (− ))
=1049,13 RdRd,LM
= = 0,63 → Ok
M Rd M
(−) ) = 79346kNcm
M 79346
49703 = 793,46kNm
Sd
Rd(−
= RdRd,LM(− )
= = 0,63 → Ok
MM RdRd(−(−)) = 79346kNcm M Rd (− ) 79346 = 793,46kNm
M Sd (− ) M Rd ,LM 49703
= = = 0,63 → Ok
M Rd MM Rd (− ) 79346
49703
Sd (− )
= Rd ,LM = = 0,63 → Ok
M Rd (− ) M Rd (− ) 79346

361
Classificação da seção
hp E 20000
≤ 2,42 = 2,42 = 57,8
t fy 35

hp 2 ( y LNP − t − 2R ) 2 ( 24,59 − 1,25 − 2 × 3 × 1,25)


= = = 25,3 < 57,8 → Ok
t t 1,25

be E 20000
≤ 1,12 = 1,12 = 26,8
t fy 35

be b − 2R 21− 2 × 3 × 1,25
= = = 10,8 < 26,8 → Ok
t t 1,25

Como atende aos dois critérios, a seção é classificada como compacta.

362
EXEMPLO 7
Dimensionar o pilar P1, em temperatura ambiente, utilizando seção circular. Considerar como carrega-
mento somente forças normais de compressão centrada, sem atuação de momentos fletores no pilar misto.

Neste exemplo, será dimensionado o trecho do pilar P1 que suporta o carregamento de cinco pavimentos
acima dele. No entanto, o procedimento de cálculo apresentado a seguir também é aplicável aos demais
trechos, desde que sejam ajustados os carregamentos e os demais parâmetros referentes às condições de
contorno.

Solicitação normal de cálculo no pilar P1:

Conforme se observa na figura a seguir, a força de compressão atuante no pilar P1 corresponde,no nível
de cada pavimento, à soma das reações de apoio de duas vigas secundárias (VS) com as reações de duas
vigas principais (VP).

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Vigas secundárias (VS):

Carga Linear na Viga por caso de carregamento:


qCP1 = 1,0(kN/m 2 ) × 3m = 3,0kN/m
qCP 2 = 1,0(kN/m 2 ) × 3m = 3,0kN/m
qCP 3 = 2,95(kN/m 2 ) × 3m = 8,85kN/m
qSC 1 = 5,0(kN/m 2 ) × 3m = 15,0kN/m
qSC 2 = 1,0(kN/m 2 ) × 3m = 3,0kN/m

qSd = 1,50 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,50 × ( 3,0 + 3,0 + 15,0 ) + 1,35 × 8,85 = 43,45kN/m
363
q L 43,45 × 9,0
RSd ,VS = Sd VS = = 195,91kN
2 2

qSd′ = 1,25CP3 + 1,30SC 2 = 1,25 × 8,85 + 1,30 × 3,0 = 14,96kN/m


q = 1,0(kN/m 22) × 3m = 3,0kN/m
qCP1 CP 2 = 1,0(kN/m ) × 3m = 3,0kN/m
qCP 2 = 1,0(kN/m 2 )2× 3m = 3,0kN/m
qCP 3 = 2,95(kN/m ) × 3m = 8,85kN/m
q 3 = 2,95(kN/m 2
) × 3m = 8,85kN/m
qqCP SC 1 = 5,0(kN/m
CP1 = 1,0(kN/m 2) ×
1,0(kN/m 22 ) × 3m = 15,0kN/m
2 ) × 3m3m == 3,0kN/m
3,0kN/m
qSC 1 = 5,0(kN/m22 ) × 3m = 15,0kN/m
CP1
qqCP = 1,0(kN/m 2 ) × 3m = 3,0kN/m
SC 22 = 1,0(kN/m ) × 3m = 3,0kN/m
qCPSC 2 = 1,0(kN/m )2 × 3m = 3,0kN/m
2 2

3 = × =
2
qqCP
Reações CP 3 = 2,95(kN/m
de apoio da))viga
2,95(kN/m × 3m = 8,85kN/m
3msecundária
8,85kN/m depois da cura do concreto:
qqSd ==1,50
1 =
(CP1 + CP
5,0(kN/m
5,0(kN/m 2 ) ×+
2
3m
) ×2 3m SC==1 )15,0kN/m
+ 1,35CP3 = 1,50 × ( 3,0 + 3,0 + 15,0 ) + 1,35 × 8,85 = 43,45kN/m
15,0kN/m
qSd(CP 1 ) + 1,35CP3 = 1,50 × ( 3,0 + 3,0 + 15,0 ) + 1,35 × 8,85 = 43,45kN/m
SC 1
SC
qSd = 1,50 LVS1 + CP + SC
qqRSC ==1,0(kN/m
= 1,0(kN/m 243,45
2

) 3m×=
×2 3m =9,0 3,0kN/m
3,0kN/m
qSd2LVS 43,452× 9,0 = 195,91kN
=
SC 2
2
Sd ,VS
RSd ,VS = = = 195,91kN
2 2
qqqSd
Reações Sd = = 1,50
′ = 1,50 de(apoio
CP + CP
CP11 + CP
da22viga+ SC
+ 1) ++ 1,35CP
SCsecundária = 1,50
1,35CPantes
3 = 1,50 × ( 3,0
×
da cura + concreto:
3,0do+ + 15,0
3,0 +
3,0 + 1,35
15,0 ) + × 8,85
1,35 × = 43,45kN/m
8,85 = 43,45kN/m
1,25CP 3 + 1,30SC 2 = 1,25 × 8,85 + 1,30 × 3,0 = 14,96kN/m
1 3
Sd
qRSd′ = 1,25CP qqSd 43,45 × 9,0
LVS+ 1,30SC
= 3 = 43,452×=9,0
Sd LVS 1,25= × 8,85 + 1,30 × 3,0 = 14,96kN/m
RSd ,VS = qSd′ 2L = 14,96 × 9,0 = 195,91kN
195,91kN
Sd ,VS 2
RSd′ ,VS = q ′ 2LVS = 14,962× 9,0 = 67,33kN
RSd′ ,VS = Sd2 VS = 2 = 67,33kN
2 2
qqSd ′′ =
Sd 1,25CP33 +
= 1,25CP 1,30SC 22 =
+ 1,30SC 1,25 ×
= 1,25 8,85 +
× 8,85 1,30 ×
+ 1,30 3,0 =
× 3,0 = 14,96kN/m
14,96kN/m
kN
′′1,0
qqSd L
LVS
VS kN
m 214,96
14,96×3m×9,0m
×
× 9,0
9,0 = 67,33kN
FR
Vigas ′Sd′ ,VS
RCP1
Sd =
=
=2× Sd
1,0
principais =
= 2(VP): ×3m×9,0m = 67,33kN
=27,0kN
,VS 2 m 2 2 2
FCP1 =2× 2 =27,0kN
Carga Linear na Viga2 por caso de carregamento:
kN
1,0 kN
1,0 kN
m 22 ×3m×9,0m
×3m×9,0m
F =2× 1,0 m ×3m×9,0m =27,0kN
FCP1 CP2
CP1 =2× 2
m 22 =27,0kN
FCP2 =2× =27,0kN
2
kN
kN
kN
2,95
1,0 ×3m×9,0m
mm22 2 ×3m×9,0m
1,0 mkN ×3m×9,0m
F
FCP2 =2× 2,95 ×3m×9,0m =27,0kN
=79,5kN
CP2 =2×
CP3 m2 222 =27,0kN
FCP3 =2× =79,5kN
2
kN
kN
kN ×3m×9,0m
5,0
2,95
2,95 kN2 22 ×3m×9,0m
×3m×9,0m
mm
m
F
FCP3
SC1 =2×
=2× 5,0 2 ×3m×9,0m =135,0kN
=79,5kN
=79,5kN
CP3 m 222
FSC1 =2× =135,0kN
2
kN
kN
1,0
5,0
5,0 kN2 ×3m×9,0m
×3m×9,0m
F =2× 1,0 m
m22 ×3m×9,0m =27,0kN
FSC1
SC2 =2× m =135,0kN
=135,0kN
SC1
FSC2 =2× 22 =27,0kN
2
kN
kN
1,0
1,0 m22 ×3m×9,0m
×3m×9,0m
m
FFSC2
F SC2
Sd ==2×
=2×
1,50 (CP1 + CP22 + SC1 ) + 1,35CP
2 3 = 1,50 × ( 27,0 + 27,0 + 135,0 ) + 1,35 × 79,65 = 391,03kN
=27,0kN
=27,0kN
FSd = 1,50 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,50 × ( 27,0 + 27,0 + 135,0 ) + 1,35 × 79,65 = 391,03kN

2FSd
RSd ,VP = de
Reações = 391,03kN
2F2apoio da viga secundária depois da cura do concreto:
R
FSd =
= 1,50 (CP
Sd
=
CP11 +391,03kN
+ CP
CP22 + SC11 ) +
+ SC + 1,35CP = 1,50
1,35CP33 = × ( 27,0
1,50 × + 27,0
27,0 + + 135,0
27,0 + + 1,35
135,0 ) + × 79,65
1,35 × = 391,03kN
79,65 = 391,03kN
FSd = 1,502
Sd ,VP

FSd′ = 1,25CP 2F
2FSd 3 + 1,30SC 2 = 1,25 × 79,65 + 1,30 × 27,0 = 134,66kN
R
RSdSd = =
= Sd = 391,03kN
= 391,03kN
F ′Sd ,VP,VP 1,25CP 2 3 + 1,30SC 2 = 1,25 × 79,65 + 1,30 × 27,0 = 134,66kN
2 F2Sd′
RSd′ ,VP = 2 F ′ = 134,66kN
RSd′ ,VP = 2Sd = 134,66kN
2
Sd = 2 ( RSd3,VS + RSd ,VP 2)
364 F
F
NSd ′′DC= 1,25CP3 +
= 1,25CP 1,30SC 2 =
+ 1,30SC = 1,25
1,25 × 79,65 +
× 79,65
1173,88kN +→1,30 ×
1,30 27,0 =
27,0
×Depois 134,66kN
=da
134,66kN
cura
N Sd = 2 ( RSd ,VS + RSd ,VP ) = 1173,88kN → Depois da cura
Sd
DC
2
2F ′′
R ′Sd′SdAC
NSd
R ,VP ==
= 2 (FSd
RSd =
′ ,VS + RSd′ ,VP ) = 403,98kN → Antes da cura
= 134,66kN
134,66kN
N Sd = 2 ( RSd′ ,VS + RSd′ ,VP ) = 403,98kN → Antes da cura
Sd
AC,VP 2
2

N
DC
N Sd ( Sd ,VS,VS ++ RRSdSd ,VP,VP ) == 1173,88kN
DC = 2 R
Sd = 2 RSd
1173,88kN →
→ Depois da
Depois da cura
cura
FSd = 1,50 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,50 × ( 27,0 + 27,0 + 135,0 ) + 1,35 × 79,65 = 391,03kN
FSd = 1,50 (CP1 + CP2 + SC1 ) + 1,35CP3 = 1,50 × ( 27,0 + 27,0 + 135,0 ) + 1,35 × 79,65 = 391,03kN
2F
RSd ,VP = Sd = 391,03kN
2F2
RSd ,VP = Sd = 391,03kN
Reações de2apoio da viga secundária antes da cura do concreto:
FSd′ = 1,25CP3 + 1,30SC 2 = 1,25 × 79,65 + 1,30 × 27,0 = 134,66kN
FSd′ = 1,25CP2 F ′ 3 + 1,30SC 2 = 1,25 × 79,65 + 1,30 × 27,0 = 134,66kN
RSd′ ,VP = Sd = 134,66kN
2 F2Sd′
RSd′ DC = = 134,66kN
N
Com
,VP
= 2 ( 2
R
Sd isso, calculam-se os) =
Sd ,VS + RSd ,VP atuantes→
1173,88kN
esforços Depois
no pilar da cura
P1 para 1 andar:
N SdDC = 2 ( RSd ,VS + RSd ,VP ) = 1173,88kN → Depois da cura
N SdAC = 2 ( RSd
′ ,VS + RSd′ ,VP ) = 403,98kN → Antes da cura
N SdAC = 2 ( RSd′ ,VS + RSd′ ,VP ) = 403,98kN → Antes da cura

Propriedades mecânicas dos materiais:

Perfil de aço Armadura Concreto


fy = 350MPa fys = 500MPa fck = 40MPa
Ea = 200000MPa Es = 210000MPa *Ec = 30105MPa

*Para concreto de densidade normal: Ec = 0,85.5600.(fck)0,5

Dados da seção mista utilizada:

Perfil de aço:

Tubo Estrutural VB 355,6x12,7mm

Comprimento: L = 4000mm

Diâmetro externo: D = 355,6mm

Espessura: t = 12,7mm

Diâmetro interno: d = 342,9mm

Capítulo 4 - Dimensionamento de elementos mistos


Raio externo: R = 177,8mm

Raio interno: r = 165,1mm

Área da ST: Aa=137cm2

Momento de Inércia: Ia = 20140cm4

365
Armadura:

Inicialmente, não serão utilizadas armaduras no concreto, conforme previsto no item P.1.3e da ABNT
NBR 8800:2008. Portanto, As = 0 e Zs = 0. .

Concreto:

Será utilizado concreto de densidade normal, conforme especifica a ABNT NBR 8800:2008 para o caso
de pilares mistos.

Área de concreto: Ac = 856,3cm2

Inércia do Concreto: Ic = 58355cm4

Dimensionamento do pilar misto depois da cura:

Verificação da esbeltez local do perfil de aço:

De acordo com a seção 4.4.2 desse capítulo devem-se atender as seguintes condições:
D 355,6
= = 28,0
t 12,7
D 355,6
D = Ea = 28,020000
t = 355,6
0,15 = 0,15
12,7 = 28,0 = 85,7
t f12,7
y 35
Ea 20000
D Ef a = E0,15
0,15 20000
35 Perfil
= 85,7
0,15 < 0,15 y = 0,15 →
a
= 85,7 compacto → Ok!
t fy fy 35
D E
D < 0,15 E a → Perfil compacto → Ok!
Cálculo
t < 0,15dasf yapropriedades → Perfilprincipais compactoda seção → mista:
Ok!
Et c ,red = E c f=y 30105MPa (Seção tubular : ϕ = 0)
Rigidez efetiva da seção mista:
(EEI )e ==EE a =I a 30105MPa+ 0,70E c I c + E s (Seção I s = 20000x20140
tubular : ϕ =+ 0)
0,7x3010,5x58355 + 0
c ,red c
E c ,red = E c = 30105MPa (Seção tubular : ϕ = 0)
(( EI
EI ))e = = 5,2577x10 8
kNcm 2
E a I a + 0,70E c I c + E s I s = 20000x20140 + 0,7x3010,5x58355 + 0
( EI )e = E a I a + 0,70E c I c + E s I s = 20000x20140 + 0,7x3010,5x58355 + 0
e

( EI )e = 5,2577x1088 kNcm 22
(NEI )e = =5,2577x10 ⎛ 35 ⎞
f yd Aa = ⎜ kNcm 137 = 4359,1kN
pl ,a ,Rd
⎝ 1,10 ⎟⎠
Resistência de cálculo da seção à plastificação total (força axial de compressão):
⎛ 35 ⎞
N pl ,a ,Rd = f yd Aa = ⎜⎛ 35 ⎟⎞ 137 = 4359,1kN ⎛ 4,0 ⎞
N pl ,c,a,Rd,Rd = f cd yd1Aac = α
⎝⎜ 1,10
f cd A⎠⎟c 137
= 0,95= 4359,1kN
⎜⎝ ⎟ 856,3 = 2324,2kN
⎝ 1,10 ⎠ 1,40 ⎠
⎛ 4,0 ⎞
N pl ,c ,Rd = f cd 1 Ac =⎛α50 f cd A⎞ c = 0,95 ⎛⎜⎝ 1,40 4,0 ⎞⎟⎠ 856,3 = 2324,2kN
N pl ,s,c ,Rd = f sdcd 1AAs c==⎜α f cd A c0==0,95
0kN⎜ 856,3 = 2324,2kN
⎝ 1,15 ⎠ ⎟ ⎝ 1,40 ⎟⎠
⎛ 50 ⎞
,s ,Rd==Nf sd
N plpl ,Rd As =+⎜⎛N50 ⎟⎞ 0+=N0kN pl ,s ,Rd = 4359,1+ 2324,2 + 0 = 6683,3kN
N pl ,s ,Rd = f sd As = ⎝⎜ 1,15 ⎠⎟ 0 = 0kN
pl ,a ,Rd pl ,c ,Rd

⎝ 1,15 ⎠
N pl ,Rd = N pl ,a ,Rd + N pl ,c ,Rd + N pl ,s ,Rd = 4359,1+ 2324,2 + 0 = 6683,3kN
,R ==A
N plpl ,Rd
N Na fply,a+,Rdα+AN c f ck + As f N
pl ,c ,Rd + ys = 137 × 35 + 0,95 × 856,4 × 4,0 = 8049,3kN
pl ,s ,Rd = 4359,1+ 2324,2 + 0 = 6683,3kN

366
π 2 (EI )e απA2 (5,2577x10 8
) × 35 + 0,95 × 856,4 × 4,0 = 8049,3kN
,R = Aa f y +=
N pl =
N c f ck + As f ys = 137
= 32432kN
e
Aa f y + α Ac (1,0x400)
N pl ,R =(KL) 2
f ck + As f ys = 137 × 35 + 0,95 × 856,4 × 4,0 = 8049,3kN
2

π 22 (EI )e π 22 (5,2577x1088 )
N e==1,0
K π (EI→ 2)
=Pilar
π (5,2577x10
contraventado.
2 )
= 32432kN
N e = (KL)2 e = (1,0x400)2 = 32432kN
(KL) (1,0x400)
K = 1,0 N → pl ,R 8049,3
Pilar contraventado.
((NEIpl ,c) ,Rd= = =5,2577x10
NEIplpl ,a,a)ee,Rd
c = ⎛ 8 35
E afIcdyda 1+Aa0,70E ⎞c 137
ccdI c ⎟+
⎜⎝ kNcm
⎜⎝20000x20140
E2 s I s==4359,1kN ⎟
1,40 ⎠ + 0,7x3010,5x58355 + 0
,Rd = f yd Aa = ⎜ 1,10 ⎟
⎠ 137 = 4359,1kN
⎝81,10 ⎠ 2
( EI )e = 5,2577x10 ⎛ 50 kNcm ⎞
N pl ,s ,Rd = ff sd AAs ==⎜α f A ⎟⎠⎞c0==0,95 0kN⎛⎛ 4,0 4,0 ⎞⎞ 856,3 = 2324,2kN
N pl ,c ,Rd = cd 1 Ac =⎝α ⎛ 35 ⎜
N
N plpl ,c,a,Rd = f
,Rd = f yd Aa = ⎜
cd 1 c 1,15f cd A = 0,95
cd c 137 = 4359,1kN
⎟⎠ ⎜⎝⎝ 1,40 ⎟⎟⎠⎠ 856,3 = 2324,2kN
⎝⎛ 1,10 1,40
= N ,Rda =+ ⎜N pl ,c ,Rd⎟ 137 35 ⎞ + N =pl ,s4359,1kN
N ,a ,Rd = fplyd,aA
N plpl ,Rd ,Rd = 4359,1+ 2324,2 + 0 = 6683,3kN
⎛⎛⎝ 1,10
50
50 ⎞⎞⎠
N = ff sd A
= esbeltez s =