Você está na página 1de 15

álcool

álcool é a substância química mais utilizada pela humanidade. Está presente na maioria
das festas e rituais religiosos. Quase todos os países do mundo, onde o consumo é
aceito, possuem uma bebida típica da qual se orgulham.
Há uma grande variedade de bebidas alcoólicas espalhadas pelo mundo, fazendo do
álcool a substância psicoativa mais popular do planeta.

Apresentações e modo de uso


Substância lícita que possui uma variedade incontável de bebidas ao redor do mundo,
obtidas por fermentação ou destilação da glicose presente em cereais, raízes e frutas. É
consumido exclusivamente por via oral. O consumo de álcool é medido por doses. Uma
dose equivale a 14 gramas de álcool. Para obter as doses-equivalentes de uma
determinada bebida, é preciso multiplicar a quantidade da mesma por sua concentração
alcoólica. Tem-se, assim, a quantidade absoluta de álcool da bebida. Em seguida, é feita
a conversão: 1 dose para cada 14g de álcool da bebida.
Quadro 1: Unidades de álcool em cada dose de bebida
Quantidade de
Gramas de
Teor Álcool (Volume Dose 1D
Bebida Volume Álcool (Volume
Alcoólico x Teor = 14g
de Álcool x 0,8*)
Alcoólico)
Vinho Tinto 150ml 12% 18ml 14,4g 1
1 lata de Cerveja 350ml 5% 17,5ml 14g 1
Destilado 40ml 40% 16ml 12,8g 1
(*) A quantidade de álcool em gramas é obtida a partir da multiplicação do volume de álcool contido
na bebida pela densidade do álcool (d=0,8).
De modo geral, considera-se que as mulheres correrão menos riscos de desenvolverem
problemas de saúde, aquelas que ingerirem até 7 doses de álcool por semana ou 3 por
dia, enquanto os homens poderão ingerir até 14 doses na semana ou 4 no mesmo dia. O
cálculo semanal das unidades de álcool permite a determinar o uso de baixo risco, uso
nocivo e dependência para os homens e para as mulheres.

Efeitos agudos
O álcool é um depressor do cérebro e age diretamente em diversos órgãos, tais como o
fígado, coração, vasos e na parede do estômago. A intoxicação é o uso nocivo de
substâncias, em quantidades acima do tolerável para o organismo. Os sinais e sintomas
da intoxicação alcoólica caracterizam-se por níveis crescentes de depressão do sistema
nervoso central. Inicialmente há sintomas de euforia leve, evoluindo para tonturas,
ataxia e incoordenação motora, confusão e desorientação e atingindo graus variáveis de
anestesia, entre eles o estupor e o coma. A intensidade da sintomatologia da intoxicação
tem relação direta com a alcoolemia. O desenvolvimento de tolerância, a velocidade da
ingestão, o consumo de alimentos e alguns fatores ambientais também são capazes de
interferir nessa relação.
Algumas coisas podem alterar a ação do álcool no corpo. A presença de alimentos no
estômago diminui a velocidade de absorção. Bebidas frisantes e licorosas são
absorvidas com maior rapidez.
Quadro 2: Níveis plasmáticos de álcool (mg%) e sintomatologia relacionada
Alcoolemia Quadro clínico
(mg%)

30 Euforia e excitação Alterações leves da atenção

Incoordenação motora discreta Alteração do humor personalidade e comportamento


50
Não é permitido dirigir acima desse nível alcoólico

Incoordenação motora pronunciada com ataxia Diminuição da concentração Piora


100
dos reflexos sensitivos Piora do humor

200 Piora da ataxia Náuseas e vômitos

300 Disartria Amnésia Hipotermia Anestesia (estágio I)

400 Coma Morte (bloqueio respiratório central)

Efeitos agudos físicos


A ação do álcool sobre o psiquismo. Doses iniciais desencadeiam sintomas de euforia e
bem estar, gerando um clima sociável e receptivo. O aumento do consumo produz
incoordenação motora e marcha cambaleante (ataxia). Níveis acentuados de consumo
levam à sonolência, sedação e em casos mais graves, ao coma.
Aumento da diurese
Redução dos reflexos motores, marcha cambaleante
Náuseas e vômitos
Aumento da freqüência e da pressão sanguínea.

A ação do álcool sobre o psiquismo. Doses iniciais desencadeiam sintomas de euforia e


bem estar, gerando um clima sociável e receptivo. O aumento do consumo produz
incoordenação motora e marcha cambaleante (ataxia). Níveis acentuados de consumo
levam à sonolência, sedação e em casos mais graves, ao coma.

Efeitos crônicos
Síndrome de abstinência - Inicia-se horas após a interrupção ou diminuição do
consumo. Os tremores de extremidade e lábios são os mais comuns, associados a
náuseas, vômitos, sudorese, ansiedade e irritabilidade. Casos mais graves evoluem para
convulsões e estados confusionais, com desorientação temporal e espacial, falsos
reconhecimentos e alucinações auditivas, visuais e táteis (delirium tremens).
O consumo intenso de álcool por longos períodos leva ao aparecimento de sintomas de
abstinência. Casos mais graves evoluem para quadros confusionais, com desorientação
no tempo e espaço, falsos reconhecimento e alucinações visuais e auditivas. Isso é
denominado delirium tremens.

Complicações clínicas
O álcool tem ação tóxica direta sobre diversos órgãos quando utilizado em doses
consideráveis, por um período de tempo prolongado (quadro 3).
As mais freqüentes são [estômago] as gastrites e úlceras, [fígado] hepatites tóxicas,
esteatose (acúmulo de gordura nas células do fígado, decorrente da ação tóxica do
álcool sobre suas membranas), cirrose hepática, [pâncreas] pancreatites, [sistema
nervoso] lesões cerebrais, demência, anestesia e diminuição da força muscular nas
pernas (neurites), [sistema circulatório], miocardites, predisposição ao depósito de
placas gordurosas nos vasos, com risco de infartos, hipertensão e acidentes vasculares
cerebrais (derrames). O álcool aumenta o risco de neoplasias no trato gastrintestinal, na
bexiga, na próstata e outros órgãos.
Quadro 3: Principais complicações decorrentes do uso crônico e intenso de álcool

Hepatopatias (esteatose e cirrose hepáticas,


hepatite)
Pancreatite crônica
Sistema
gastro- intestinal
Gastrite
Úlcera
Neoplasias (boca, língua, esôfago, estômago,
fígado, ...)
Sistema
circulatório
Cardiomiopatias Hipertensão arterial sistêmica

Anemias (especialmente a anemia


Sangue megaloblástica) Diminuição na contagem de
leucócitos
Sistema
nervoso periférico
Neuropatia periférica

Sistema Impotência (homens) Alterações menstruais e


reprodutor infertilidade (mulheres)

O que é estar alcoolizado?


O indivíduo é considerado alcoolizado se estiver com taxa a partir de 0,6 gramas de
álcool por litro de sangue.
A taxa de álcool no sangue varia de acordo com o peso, altura e condições físicas de
cada um. Mas, em média, a pessoa não pode ultrapassar a ingestão de duas latas de
cerveja ou duas doses de bebidas destiladas, se não, já está considerado alcoolizado.
Com Com Com
0,6 g/litro 0,8 g/litro 1,5 g/litro
de sangue, de sangue, de sangue,
o risco de o risco de o risco de
acidente é acidente é acidente é
50% maior quatro vezes maior 25 vezes maior

Quantidade de álcool por litro de Efeitos


sangue (em gramas)*
0,2 a 0,3 g/l - equivalente a um copo de As funções mentais começam a ficar
cerveja, um cálice pequeno de vinho, uma comprometidas. A percepção da distância e
dose de uísque ou outra bebida destilada da velocidade são prejudicadas

0,3 a 0,5 g/l - dois copos de cerveja, um O grau de vigilância diminui, assim como o
cálice grande de vinho, duas doses de campo visual. O controle cerebral relaxa,
bebidas destiladas dando sensação de calma e satisfação

0,51 a 0,8 g/l - três ou quatro copos de Reflexos retardados, dificuldades de


cerveja, três copos de vinho, três doses de adaptação da visão a diferenças de
uísque luminosidade, superestimação das
possibilidades e minimização de riscos e
tendência à agressividade

0,8 a 1,5 g/l - a partir dessa taxa, as Dificuldades de controlar automóveis,


quantidades são muito grandes e variam de incapacidade de concentração e falhas na
acordo com o metabolismo, com o grau de coordenação neuromuscular
absorção e com as funções hepáticas de cada
indivíduo

1,5 a 2,0 g/l Embriaguez, torpor alcoólico, dupla visão

2,0 a 5,0 g/l Embriaguez profunda

5,0 g/l Coma alcoólica

Tomando-se por base a ingestão de álcool por um indivíduo que pese 70 kg


Fonte: www.alcoolismo.com.br
Postado por Alunos 3° ano ensino medio. às 13:17 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no
FacebookCompartilhar no Orkut

Álcoois & Aldeidos


Postado por Alunos 3° ano ensino medio. às 13:11 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no
FacebookCompartilhar no Orkut

sábado, 23 de março de 2013


Aplicações de Hidrocarboneto

Hidrocarboneto é um composto químico constituído essencialmente por átomos de


carbono e de hidrogênio.
"Hidro" - Hidrogênio
"carbon" - Carbono
Os hidrocarbonetos naturais são compostos químicos constituídos por átomos de
carbono (C) e de hidrogênio (H), aos quais se podem juntar átomos de oxigênio (O),
azoto ou nitrogênio (N) e enxofre (S) dando origem a diferentes compostos de outros
grupos funcionais.
Os hidrocarbonetos naturais formam-se a grandes pressões no interior da terra (abaixo
de 150 km de profundidade) e são trazidos para zonas de menor pressão através de
processos geológicos, onde podem formar acumulações comerciais (petróleo, gás
natural, etc.).
A importancia dos hidrocarbonetos na industria petrolifera
A importância que tem o petróleo em nossa existência é imensa: se este precioso líquido
viesse a falar, as nossas cidades, as nossas indústrias, os meios de transportes parariam
como por efeito de uma mágica, e uma súbita paralisia bloquearia quase todas as nossas
atividades. mas, é tão importante assim o petróleo? Certamente, e não só por que faz
mover os automóveis, os navios, os aviões, mas, também, porque ele tem uma
infinidade de aplicações e empregos, além do campo de transportes, tanto que podemos
dizer que os produtos derivados do petróleo são utilizados, sob as formas mais diversas,
praticamente em tudo.
Com a palavra petróleo indica-se, em geral, as substâncias minerais líquidas que se
encontram juntas no subsolo e cujo nome é hidrocarboneto; o petróleo, de fato, que se
usa também em casa e que podemos comprar nas mercearias, não é mais do que um dos
muitos produtos que se pode extrair dos hidrocarbonetos; agora, porém, seu nome é
usado comumente para indicar o conjunto de hidrocarbonetos que se pode extrair das
vísceras da terra. Os hidrocarbonetos, encontram-se, realmente, em grandes jazidas
subterrâneas, em muitas partes da terra e, destas jazidas, devem ser extraídas para
poder-se, depois, explorá-los industrialmente.
Postado por Alunos 3° ano ensino medio. às 08:09 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no
FacebookCompartilhar no Orkut

quinta-feira, 14 de março de 2013


Alquimia, Magia ou química?

Iniciamos com o conceito basico da alquimia.

Alquimia é uma prática antiga que combina elementos da Química, Antropologia,


Astrologia, Magia, Filosofia, Metalurgia, Matemática, Misticismo e Religião. Existem
quatro objetivos principais. Um deles seria a transmutação dos metais inferiores ao
ouro; o outro a obtenção do Elixir da Longa Vida, um remédio que curaria todas as
doenças e daria vida eterna àqueles que a bebese. Ambos os objetivos poderiam ser
obtidos ao obter a Pedra Filosofal, uma substância mística. O terceiro objetivo era criar
vida humana artificial, os homunculus.

Origem da palavra alquimia, Khemia era empregada no antigo Egito para designar a
ciência egípcia e se referia às tentativas de transmutação do ouro e da prata.
Depois o vocábulo passou ao grego como Khemia ou Khama e os árabes, já com a
palavra sob a forma de al kimiya o levaram para a Península Ibérica, que na Espanha e
em Portugal se transformou em alquimia.

Seus objetivos,

A pedra filosofal (Lapis Philosophorum em grego) era o principal objetivo dos


alquimistas e humanos em geral na Idade Média. O conceito de pedra filosofal é
descrito em diverso filmes e livros baseado em feitiços sendo um deles a famosa saga de
Harry Potter, o seu primeiro filme conta a historia dessa misteriosa pedra que ate hoje
em tempos modernos não foi encontrada e nem comprovado a sua real existencia.

Segundo o primeiro alquimista que utilizou o termo homunculos, Paracelso, usa para
designar uma criatura que tinha cerca de 12 polegadas de altura e que, segundo ele,
poderia ser criada por meio de sémen humano posto em uma retorta hermeticamente
fechada e aquecida em esterco de cavalo durante 40 dias.

Substancias nomeadas por alquimistas,

Os nomes usuais de algumas substâncias ou misturas se perdem no tempo, mas muitos


deles provêm dos alquimistas; alguns são muito curiosos:

 Águia – sal amoníaco


 Álcali volátil – sal volátil de urina
 Azebre – acetato de cobre
 Azinhavre – carbonato de cobre
 Azoth – mercúrio filosófico
 Bolo de Armênia – argila para vedação
 Bórax – borato de sódio
 Cal – óxido de cálcio
 Cal de Vênus – óxido de cobre
 Caparrosa azul – sulfato de cobre
 Caparrosa branca – sulfato de zinco
 Caparrosa verde – sulfato de ferro
 Cerusa – carbonato de chumbo
 Cinábrio – sulfeto de mercúrio (vermelho)
 Colcotar – sulfato de ferro calcinado
 Cristais de Vênus – acetato de cobre
 Dragão negro – sulfeto de antimônio
 Dragão vermelho – cinábrio
 Espírito de nitro – ácido nítrico
 Espírito de sal – ácido clorídrico
 Espírito de vinagre – ácido acético
 Espírito de vinho – álcool etílico
 Fígado de enxofre – sulfato de sódio
 Hépar sulfur – sulfato de potássio
 Hidragírio – mercúrio
 Júpiter – estanho
 Litargírio – óxido de chumbo
 Lobo cinzento – sulfeto de antimônio
 Lua – prata
 Marte – ferro
 Mínio – óxido de chumbo (vermelho)
 Natrão – carbonato de sódio
 Nitro – nitrato de potássio
 Óleo de enxofre ou de vitríolo – ácido sulfúrico
 Pedra cáustica – hidróxido de potássio
 Pedra-infernal – nitrato de prata (fundido)
 Pedra-ume – sulfato duplo de alumina e potássio
 Sal álcali – carbonato de amônio
 Sal álcali mineral – carbonato de sódio
 Sal álcali vegetal – carbonato de potássio
 Sal álcali volátil – carbonato de amônio
 Sal amargo – sulfato de magnésio
 Sal de Glauber – sulfato de sódio
 Salitre – nitrato de potássio
 Sal de Júpiter – cloreto de estanho
 Sal de pedra – nitro
 Sal de Saturno – acetato de chumbo
 Sal de tártaro – carbonato de potássio
 Sal de urina fixo – cloreto de amônio
 Sal de urina volátil – carbonato de amônio
 Sal vegetal do vinho – tártaro ácido de potássio
 Sol – ouro
 Sublimado corrosivo – bicloreto de mercúrio
 Talco – silicato de magnésio
 Terra foliácea de tártaro – acetato de potássio
 Tubito mineral – óxido de mercúrio
 Vênus – cobre
 Verdete – acetato de cobre
 Vitríolo de Chipre – sulfato de cobre
 Vitríolo da Hungria – sulfato duplo de cobre e ferro
 Vitríolo de Marte – sulfato de ferro
 Vitríolo de Vênus – sulfato de cobre
 Vitríolo romano – sulfato duplo de ferro e cobre

Extraído: Química: O homem e a natureza. Geraldo José Covre. Vol. 1. Química Geral.
Ed. FTD, 2000.

Postado por Alunos 3° ano ensino medio. às 17:29 Nenhum comentário:


Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no
FacebookCompartilhar no Orkut

A alquimia ainda vive !

Os alquimistas eram conhecidos por sua personalidade e temperamento. São


revolucionários. Não perdem tempo com coisas desnecessárias, uma vez que o fator
tempo é muito importante para eles.

A Alquimia continua presente nos dias de hoje. Não é coisa do passado como alguns
pensam. Até hoje, muitos buscam sua evolução e investem em sua transmutação mental.
Bem que gostaria de me tornar um alquimista :)

Agora veja, este é um vídeo retirado do youtube, que veio ao ar na tv globo no


programa de domingo Fantastico.É um vídeo interessante que fala muito sobre os
alquimistas.

Postado por Alunos 3° ano ensino medio. às 17:18 Nenhum comentário:


Enviar por e-mailBlogThis!Compartilhar no TwitterCompartilhar no
FacebookCompartilhar no Orkut
Início
Assinar: Postagens (Atom)
Quí-Post
Quí-Loucos
Alunos 3° ano ensino medio.
"Há duas maneiras de viver a vida: Uma, é como se nada fosse milagre. A outra,
como se tudo fosse milagre"- Einstein

Você também pode gostar