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DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Ano XI – nº 282 – Porto Alegre, sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

PUBLICAÇÕES JUDICIAIS

SECRETARIA DO PLENÁRIO, CORTE ESPECIAL E SEÇÕES


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1520/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008590-31.2016.4.04.9999/SC


RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ALIRIA GOMES NOVASKI DE ROCCHI
ADVOGADO : Mauro Felippe

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EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE TOTAL E TEMPORÁRIA COMPROVADA. CABIMENTO
DESDE A INDEVIDA SUSPENSÃO. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovado que na data da suspensão o segurado permanecia incapacitado,


pela mesma patologia que deu origem ao benefício, é devido o restabelecimento do auxílio-
doença desde o indevido cancelamento.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo
dos consectários legais, julgando prejudicado o recurso do INSS e a remessa necessária, no
ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00002 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003928-24.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : VANDERLEI NOEL DOS SANTOS
ADVOGADO : José Gabriel Scneider Fernandes e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
ESTRELA/RS

EMENTA
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PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.
INCAPACIDADE LABORATIVA COMPROVADA. HIV. MARCO INICIAL.
ERRO MATERIAL. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. TUTELA
ESPECÍFICA.

1. Ainda que em oposição ao laudo pericial, concede-se o benefício por


incapacidade ao portador de HIV, mesmo sem apresentar sintomas, quando sua recolocação
no mercado de trabalho mostrar-se improvável, considerando-se as suas condições pessoais e
o estigma social da doença, capaz de diminuir consideravelmente as suas chances de obter ou
de manter um emprego formal. 2. Comprovado pelo conjunto probatório que a parte autora é
portadora de enfermidade que a incapacita para o trabalho de forma total e definitiva, é de ser
mantida a sentença que concedeu a aposentadoria por invalidez desde a data da cessação
administrativa do auxílio-doença. 3. Correção, de ofício, de erro material da sentença quanto
à data da cessação administrativa do auxílio-doença (marco inicial da aposentadoria). 4. Nas
ações previdenciárias, os honorários advocatícios devem ser fixados no percentual de 10%
(dez por cento) sobre o valor das parcelas devidas até a data da sentença, em consonância
com as Súmulas 76 desta Corte e 111 do STJ. 5. Determina-se o cumprimento imediato do
acórdão naquilo que se refere à obrigação de implementar o benefício, por se tratar de
decisão de eficácia mandamental que deverá ser efetivada mediante as atividades de
cumprimento da sentença stricto sensu previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de
um processo executivo autônomo (sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, corrigir, de ofício,
erro material da sentença, negar provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial, dar
parcial provimento ao recurso da parte autora, determinar a implantação do benefício e
diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e correção
monetária, restando prejudicados, no ponto, o recurso do INSS e/ou a remessa necessária,
vencidas a relatora e a Desembargadora Federal Vânia Hack de Almeida, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0017124-95.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : IRALDO BEHLING
ADVOGADO : William Ferreira Pinto
: Robert Veiga Glass
: Getúlio Jaques Júnior
: Gabriel Matos da Fonseca
: Juliano Furtado Ferreira
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

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EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. REQUISITOS LEGAIS PREENCHIDOS. CONCESSÃO. SENTENÇA DE
IMPROCEDÊNCIA REFORMADA. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Perfeitamente demonstrado o requisito da hipossuficiência familiar, e,
inconteste a deficiência da requerente, merece ser reformada a sentença de improcedência da
ação para conceder o benefício assistencial a portador de deficiência a contar da DER.
2. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento
ao apelo e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e
correção monetária, restando prejudicado, no ponto, o recurso, bem como determinar a
implantação do benefício, vencidas a relatora e a Desembargadora Federal Vânia Hack de
Almeida, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010578-87.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LARISSA CRUZ DIAS
ADVOGADO : Josiane Borguezan
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
URUBICI/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. REQUISITOS LEGAIS PREENCHIDOS. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Inconteste a deficiência econômica e demonstrada a hipossuficiência do
núcleo familiar, correta a sentença que concedeu o benefício assistencial a contar da data do
requerimento administrativo.
2. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
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deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
ao recurso, e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e
correção monetária, restando prejudicados, no ponto, o recurso e/ou a remessa
necessária, mantida a tutela antecipada, vencidas a relatora e a Desembargadora Federal
Salise Monteiro Sanchotene, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00005 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012186-23.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : NICANOR LUTZ PEDROSO
ADVOGADO : Rafael Schmidt
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE CORONEL
BICACO/RS

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.


REQUISITOS. CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE
DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. DIFERIMENTO.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: a) <b>condição de deficiente</b> (<i>incapacidade para o trabalho e para a vida
independente</i>, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou
<i>impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais,
em interação com diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na
sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas,</i> conforme redação atual do
referido dispositivo) ou <b>idoso</b> (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de
2004, a idade de 65 anos); e b) <b>situação de risco social</b> (estado de miserabilidade,
hipossuficiência econômica ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.
3. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, a iniciar-se com a observância dos critérios da Lei
11.960/2009, de modo a racionalizar o andamento do processo, permitindo-se a expedição de
precatório pelo valor incontroverso, enquanto pendente, no Supremo Tribunal Federal,
decisão sobre o tema com caráter geral e vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª
Região.

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ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à remessa oficial e ao apelo do INSS, tão somente para isentá-lo do
pagamento das custas processuais, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00006 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012962-23.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LUCIANO PETZOLD
ADVOGADO : Débora Eloíza Todendi
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SOBRADINHO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, voto por dar
provimento ao recurso do INSS e negar provimento à remessa necessária, voto e notas
taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00007 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010576-20.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ALZIRA ASSIS VARELA
ADVOGADO : Lisandra Carla Dalla Vecchia Martins
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
FRAIBURGO/SC

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EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação e à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00008 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0005560-85.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ROSANE DALVA COSTA MEDEIROS
ADVOGADO : Thiago Bettú e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE CAMPO BELO DO SUL/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. APOSENTADORIA POR


IDADE RURAL. INSUFICIÊNCIA DO INÍCIO DE PROVA MATERIAL.
DIREITO NEGADO. EXTINÇÃO DO PROCESSO SEM JULGAMENTO
DE MÉRITO.

1. Pela eficácia normativa do devido processo legal em sua dimensão


substancial, as disposições do processo civil comum são flexibilizadas quando tocam uma
causa previdenciária, de modo que a decisão denegatória de proteção social, por
insuficiência de prova material, não pode impedir futura comprovação da existência desse
direito fundamental à subsistência digna.
2. A ausência de conteúdo probatório eficaz a instruir a inicial, conforme
determina o art. 320 do CPC, implica a carência de pressuposto de constituição e
desenvolvimento válido do processo, impondo a sua extinção, sem o julgamento do mérito
(art. 485, IV, do NCPC) e a consequente possibilidade de o autor intentar novamente a ação
(art. 486 do NCPC), caso reúna os elementos necessários a tal iniciativa.
3. Precedente do STJ em sede de recurso representativo de controvérsia (REsp
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3. Precedente do STJ em sede de recurso representativo de controvérsia (REsp
1.352.721/SP, Corte Especial, Rel. Min. Napoleão Nunes Maia Filho, j. 16/12/2015).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao apelo do INSS e à remessa oficial, para julgar extinto o processo sem
julgamento de mérito, nos termos dos artigos 320 e 485, IV, ambos do NCPC, nos termos
do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00009 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012158-55.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : MARIA HELENA DE ALMEIDA LEMOS
ADVOGADO : Jones Izolan Treter
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
GIRUA/RS

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.


REQUISITOS.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: a) condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida
independente, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou impedimentos de
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com
diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas, conforme redação atual do referido
dispositivo) ou idoso (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de 2004, a idade de 65
anos); e b) situação de risco social (estado de miserabilidade, hipossuficiência econômica
ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo da parte autora, bem como parcial provimento ao recurso do INSS e
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à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00010 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012398-44.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ARLETE FONSECA PEREIRA
ADVOGADO : Ivan Sergio Feloniuk e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
CAMAQUA/RS

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.


REQUISITOS. CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE
DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. DIFERIMENTO.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: a) <b>condição de deficiente</b> (<i>incapacidade para o trabalho e para a vida
independente</i>, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou
<i>impedimentos de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais,
em interação com diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na
sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas,</i> conforme redação atual do
referido dispositivo) ou <b>idoso</b> (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de
2004, a idade de 65 anos); e b) <b>situação de risco social</b> (estado de miserabilidade,
hipossuficiência econômica ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.
3. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, a iniciar-se com a observância dos critérios da Lei
11.960/2009, de modo a racionalizar o andamento do processo, permitindo-se a expedição de
precatório pelo valor incontroverso, enquanto pendente, no Supremo Tribunal Federal,
decisão sobre o tema com caráter geral e vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª
Região.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à remessa oficial, tão somente para isentar o INSS do pagamento das custas
processuais e negar provimento ao apelo da autarquia previdenciária, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

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Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00011 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006302-47.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : PAULO RICARDO FERRONATO
ADVOGADO : Jorge Calvi e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. REQUISITOS.


QUALIDADE DE SEGURADO. PERÍODO DE CARÊNCIA.
INCAPACIDADE. LAUDO PERICIAL.

1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a


qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. Ausente a qualidade de segurado à época em que verificado o início da
incapacidade laboral do autor, não há como conceder-lhe o benefício previdenciário
postulado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao apelo, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00012 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0005884-12.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : VALDERINO LEITE BAIRROS
ADVOGADO : Juarez Antonio da Silva
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. REQUISITOS. QUALIDADE DE


SEGURADO. PERÍODO DE CARÊNCIA. INCAPACIDADE. LAUDO
PERICIAL.

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1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a
qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. No caso dos autos, foram realizadas quatro perícias com profissionais de
diferentes especialidades, todas concluindo pela capacidade laboral da parte autora, razão
pela qual é indevida a concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao apelo, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00013 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0016058-17.2014.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : DALVA FATIMA DA ROSA GOES
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. APOSENTADORIA POR


INVALIDEZ. DOENÇA PREEXISTENTE.

1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a


qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. A concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
pressupõe a averiguação da incapacidade para o exercício de atividade que garanta a
subsistência do segurado, e terá vigência enquanto permanecer ele nessa condição.
3. A incapacidade laboral é comprovada através de exame médico-pericial e o
julgador, via de regra, firma sua convicção com base no laudo, entretanto não está adstrito à
sua literalidade, sendo-lhe facultada ampla e livre avaliação da prova.
4. No caso dos autos, o laudo pericial indicou que a parte autora é portadora de
lesões intra-articulares sobre os ombros e espondilodiscartrose sobre a coluna lombar, além
de hipertensão arterial sistêmica crônica e obesidade, que o incapacitam total e
temporariamente para o trabalho.
5. Considerando que a autora reingressou no RGPS em fevereiro de 2012 e que,
nos termos do laudo pericial, a incapacidade teve início em 30-04-10, não tem direito aos
benefícios por incapacidade, nos termos dos artigos 42, § 2º, e 59, parágrafo único, da Lei
8.213/91.
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ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00014 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0005622-28.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CECÍLIA CHIOT
ADVOGADO : Jackson Luiz Spellmeier
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
CATANDUVAS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO.<b> </b>APOSENTADORIA POR IDADE RURAL.


REQUISITOS NÃO PREENCHIDOS.
1. O tempo de serviço rural, cuja existência é demonstrada por testemunhas que
complementam início de prova material, deve ser reconhecido ao segurado em regime de
economia familiar ou individual.
2. Não comprovado o exercício da atividade agrícola como segurado especial
no período correspondente à carência (art. 142 da Lei nº 8.213/1991), por falta de início de
prova material em boa parte do período, não faz jus a parte autora ao benefício de<b>
</b>aposentadoria por idade rural.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento à
apelação do INSS e à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre/RS, 23 de novembro de 2016.
00015 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011708-49.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : CLARISSA BRAGA FREITAG
ADVOGADO : Alda Cristina de Souza Freitas
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 12 / 413


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

BENEFÍCIO ASSISTENCIAL DE PRESTAÇÃO CONTINUADA. ARTIGO


20, DA LEI Nº 8.742/93 (LOAS). CONDIÇÃO DE IDOSO OU DE
DEFICIENTE. SITUAÇÃO DE RISCO SOCIAL. REQUISITOS NÃO
PREENCHIDOS.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida independente,
consoante a redação original do art. 20, da LOAS, ou impedimentos de longo prazo de
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas
barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de
condições com as demais pessoas, consoante a redação atual do referido dispositivo) ou
idoso (assim considerado aquele com 65 anos ou mais, a partir de 1º de janeiro de 2004, data
da entrada em vigor da Lei nº 10.741/2003 - Estatuto do Idoso) e situação de risco social
(ausência de meios para a parte autora, dignamente, prover a própria manutenção ou de tê-la
provida por sua família).
2. Na hipótese, não comprovados o requisito condição de deficiente e a atual
situação de risco social, a parte autora não tem direito à concessão do benefício assistencial
de prestação continuada.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
à apelação da parte autora, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre/RS, 23 de novembro de 2016.
00016 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0000840-02.2016.4.04.0000/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
AGRAVANTE : ADELAR ANTONIO BRAUN
ADVOGADO : Vicente Fleck de Oliveira
AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

AGRAVO DE INSTRUMENTO. PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL


CIVIL. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA.

A orientação jurisprudencial inclina-se no sentido de que a afirmação de não


estar em condições de arcar com as despesas do processo sem prejuízo do próprio sustento
ou de sua família cria presunção iuris tantum em favor do requerente. Tal presunção legal
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 13 / 413
ou de sua família cria presunção iuris tantum em favor do requerente. Tal presunção legal
pode ser elidida por prova em contrário, demonstrando a suficiência de recursos da parte
autora, o que não foi feito na espécie. Precedentes.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao agravo de instrumento, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00017 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
0019809-75.2015.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : SEBASTIÃO DOMINGUES DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Thais Takahashi
: Wilson Yoichi Takahashi
: Arielton Tadeu Abia de Oliveira
: Antonio Carlos Bernardino Narente
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE NOVA
FÁTIMA/PR

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REDISCUSSÃO DO


MÉRITO. DESATENDIMENTO ÀS HIPÓTESES DO ART. 1.022 DO NCPC.
DESCABIMENTO. PREQUESTIONAMENTO.
1. São descabidos os embargos declaratórios quando buscam meramente
rediscutir, com intuito infringente, o mérito da ação, providência incompatível com a via
eleita, uma vez que as razões da parte embargante não comprovam a existência de
obscuridade, contradição ou omissão quanto a ponto sobre o qual se impunha o
pronunciamento.
2. O órgão julgador não é obrigado a abordar todos os temas levantados pelas
partes, mas somente aqueles que julgue ser de importância para o adequado enfrentamento
do caso.
3. A teor do art. 1.025 do NCPC, consideram-se incluídos no acórdão os
elementos que o embargante suscitou, para fins de pré-questionamento, ainda que os
embargos de declaração sejam inadmitidos ou rejeitados, caso o tribunal superior considere
existentes erro, omissão, contradição ou obscuridade.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 14 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00018 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004559-65.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : LIDIA TAUCHER NIEDZIELSKI
ADVOGADO : Jose Eneas Kovalczuk Filho
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. INCAPACIDADE SUPERVENIENTE À CONCESSÃO DE


APOSENTADORIA ESPONTÂNEA. ADICIONAL DE 25%. ARTIGO 45 DA LEI 8213/91.
AUSÊNCIA DE PROVA TÉCNICA.
1. Se os elementos trazidos aos autos não se afiguram suficientes a formar a
convicção do magistrado sobre a real necessidade de terceira pessoa para a realização das
atividades da vida, necessária a realização de prova técnica.
2. Hipótese em que foi anulada a sentença para a realização de prova pericial
por médico especialista.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso da parte autora e anular a sentença, a fim de que seja produzida a
perícia médica, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00019 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000207-64.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : TERESA SCHARNECK LORENTZ
ADVOGADO : Orli Carlos Marmitt
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 15 / 413


PREVIDENCIÁRIO. INCAPACIDADE SUPERVENIENTE À CONCESSÃO
DE APOSENTADORIA ESPONTÂNEA. ADICIONAL DE 25%. ARTIGO
45 DA LEI 8213/91. AUSÊNCIA DE PROVA TÉCNICA.

1. Se os elementos trazidos aos autos não se afiguram suficientes a formar a


convicção do magistrado sobre a real necessidade de terceira pessoa para a realização das
atividades da vida, necessária a realização de prova técnica.
2. Hipótese em que foi anulada a sentença para a realização de prova pericial
por médico especialista.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00020 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013285-28.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LEOPOLDO STAHANKE
ADVOGADO : Christian Iop Ferreira

EMENTA

CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE DE CUMPRIMENTO


DE SENTENÇA. DIFERIMENTO.
Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida para a
fase de cumprimento de sentença, a iniciar-se com a observância dos critérios da Lei
11.960/2009, de modo a racionalizar o andamento do processo, permitindo-se a expedição de
precatório pelo valor incontroverso, enquanto pendente, no Supremo Tribunal Federal,
decisão sobre o tema com caráter geral e vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª
Região.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, julgar
prejudicado o apelo do INSS, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 16 / 413


Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00021 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006071-83.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : LINOS WILLIBALDO THESING
ADVOGADO : Airton Sehn
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIREITO CONSTITUCIONAL E PREVIDENCIÁRIO. PRINCÍPIOS DA


PROIBIÇÃO DA PROTEÇÃO INSUFICIENTE E DA ISONOMIA. INCAPACIDADE
SUPERVENIENTE À CONCESSÃO DE APOSENTADORIA ESPONTÂNEA. ADICIONAL DE
25%. ARTIGO 45 DA LEI 8213/91. POSSIBILIDADE DE EXTENSÃO.
1. A definição da proteção previdenciária devida ao segurado não deve ficar
adstrita ao momento inicial de concessão de um benefício. Alterando-se os fatos, a cobertura
previdenciária deve ser adaptada (modulada), podendo cessar ou, ao contrário, ser
intensificada.
2. A compreensão restritiva do art. 45 da Lei 8.213/91 implica interpretação que
viola, a um só tempo, o princípio da vedação da proteção insuficiente de direito fundamental
e o princípio da isonomia (AC Nº 0007890-89.2015.4.04.9999/RS, Rel. Juiz Federal
convocado José Antonio Savaris, TRF4, 5ª Turma, D.E. 08/09/2015; em citação à Rcl 4374,
Rel. Min. Gilmar Mendes, Tribunal Pleno, j. 18/04/2013, DJ 04/09/2013 e ao RE 580963, Rel.
Min. Gilmar Mendes, Tribunal Pleno, j. 18/04/2013, DJ 14/11/2013; respectivamente).
3. O adicional de que trata o art. 45 da Lei 8.213/91 tem como pressuposto de
concessão o fato de o segurado se encontrar incapacitado de modo total e permanente,
necessitando ainda de assistência contínua de outra pessoa, independentemente da espécie da
aposentadoria de que seja titular.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo do autor e determinar a imediata implantação do referido
acréscimo, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00022 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012981-29.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ANTONIO CARDOSO FERREIRA
ADVOGADO : Suzana Mazon Benedet e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 17 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, <b>negar
provimento à apelação do INSS e determinar a imediata implantação do benefício</b>, voto e
notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00023 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0015129-47.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : MATEUS DOS SANTOS
ADVOGADO : Leocir Meazza
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. REQUISITOS PREENCHIDOS. CONCESSÃO. SENTENÇA DE
IMPROCEDÊNCIA REFORMADA. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Demonstrado o requisito da hipossuficiência familiar, e, inconteste a
deficiência, merece ser reformada a sentença de improcedência da ação para conceder o
benefício assistencial a portador de deficiência a contar da DER.
2. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 18 / 413


ao apelo e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e
correção monetária, restando prejudicado, no ponto, o recurso, bem como determinar a
implantação do benefício, vencidas a relatora e a Desembargadora Federal Vânia Hack de
Almeida, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00024 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000289-32.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : CLEVERSON DOS SANTOS LAUTERGE
ADVOGADO : Mauri Raul Costa Júnior
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. REQUISITOS PREENCHIDOS. CONCESSÃO. SENTENÇA DE
IMPROCEDÊNCIA REFORMADA. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Comprovados os requisitos legais para a concessão do benefício assistencial
a portador de deficiência, merece reforma a sentença de improcedência da ação para
conceder o benefício assistencial a contar da DER.
2. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento
ao recurso da parte autora e determinar a implantação do benefício, vencidas a relatora e
a Desembargadora Federal Vânia Hack de Almeida, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00025 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010799-07.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CLEUSA MARTINS
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 19 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. REQUISITOS PREENCHIDOS. CONCESSÃO. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Comprovada a deficiência e a hipossuficiência do núcleo familiar, correta a
sentença que concedeu o benefício assistencial a contar da DER.
2. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
ao recurso e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e
correção monetária, restando prejudicados, no ponto, o recurso e/ou a remessa necessária,
mantida a tutela antecipada, vencidas a relatora e a Desembargadora Federal Vânia Hack de
Almeida, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00026 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001151-03.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : RICARDO JUNIOR DE MELLO
ADVOGADO : Luana Bedin Favero e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. REQUISITOS LEGAIS PREENCHIDOS. SENTENÇA DE IMPROCEDÊNCIA
REFORMADA. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Demonstrado o requisito da hipossuficiência familiar, e, inconteste a
deficiência do requerente, merece ser reformada a sentença de improcedência da ação para
conceder o benefício assistencial a portador de deficiência a contar da DER.
2. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 20 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento ao
apelo e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e correção
monetária, restando prejudicado, no ponto, o recurso, bem como determinar a implantação do
benefício, vencidas a relatora e a Desembargadora Federal Vânia Hack de Almeida, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00027 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0017191-60.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : ORLANDA STURMER
ADVOGADO : Adriano Jose Ost e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL A PORTADOR DE


DEFICIÊNCIA. HIPOSSUFICIÊNCIA FAMILIAR. NECESSIDADE DE REALIZAÇÃO DE
ESTUDO SOCIAL.
Em que pese demonstrado o requisito da incapacidade, se faz necessária, assim,
a realização de estudo social para a análise do requisito da hipossuficiência familiar,
indispensável ao pleito de benefício assistencial a portador de deficiência.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento ao
agravo retido da parte autora julgando prejudicado, por ora, o recurso de apelação, vencidas
a relatora e a Desembargadora Federal Vânia Hack de Almeida, nos termos do relatório, votos
e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00028 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012101-71.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : MARIA TEREZINHA KRUG
ADVOGADO : Katiucia Rech
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 21 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. APOSENTADORIA POR


INVALIDEZ. REQUISITOS. INCAPACIDADE. LAUDO PERICIAL.
IMPROCEDÊNCIA.

1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a


qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. A concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
pressupõe a averiguação da incapacidade para o exercício de atividade que garanta a
subsistência do segurado, e terá vigência enquanto permanecer ele nessa condição.
3. A incapacidade laboral é comprovada através de exame médico-pericial e o
julgador, via de regra, firma sua convicção com base no laudo, entretanto não está adstrito à
sua literalidade, sendo-lhe facultada ampla e livre avaliação da prova.
4. No caso dos autos, os laudos periciais indicaram que a parte autora apresenta
patologia em ouvidos e transtorno dissociativo misto conversivo, todavia, não possui
qualquer incapacidade para suas atividades habituais, estando apta ao trabalho, razão pela
qual é indevida a concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00029 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0016311-05.2014.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INÊS LEITE GOETTEN
ADVOGADO : Jose Emilio Bogoni e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. LAUDO


PERICIAL. INCAPACIDADE POSTERIOR AO AJUIZAMENTO.
DEFERIMENTO DE BENEFÍCIO NA VIA ADMINISTRATIVA.
IMPROCEDÊNCIA DA AÇÃO.

1. Nas ações em que se objetiva a concessão de auxílio-doença ou


aposentadoria por invalidez, o julgador, via de regra, firma sua convicção por meio da prova
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 22 / 413
pericial.
2. No caso dos autos, restou demonstrado que a incapacidade laborativa se
manifestou em momento posterior ao ajuizamento da ação e que o INSS reconheceu o direito
ao benefício na via administrativa.
3. Assim, em que pese o entendimento de que a incapacidade decorrente de
patologia diversa da alegada na via administrativa, ainda que desenvolvida no curso do
processo judicial, dá azo à concessão dos benefícios previdenciários por incapacidade, deve
ser mantida a improcedência do pedido inicial, eis que seria ilógico condenar a Autarquia a
uma prestação já adimplida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a 5ª
Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar provimento à
apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00030 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0017115-36.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR
REL. ACÓRDÃO : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : SIMONI DA LUZ
ADVOGADO : Orlando Marcelo Vieira
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
PAPANDUVA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. SEGURADO ESPECIAL. CONDIÇÃO


NÃO COMPROVADA. RENDA DO CÔNJUGE. DISPENSABILIDADE DO TRABALHO
RURAL.
1. Para a percepção de benefício previdenciário por incapacidade, deve ser
comprovada a condição de segurado.
2. Hipótese em que, a despeito da existência de início razoável de prova
material e as testemunhas terem afirmado que a autora, até haver fraturado a perna em 2010,
trabalhava na lavoura e tirava leite, o fato de o marido ser empregado rural, com remuneração
em torno de dois salários mínimos, retira do labor da autora a indispensabilidade para a
subsistência e manutenção do grupo familiar, restando claro que o sustento da família era
garantido pelo salário do cônjuge.
3. Não se nega a atividade rural da autora, mas, nessas circunstâncias, assume
ela caráter nitidamente complementar, também pelo fato de que os ganhos auferidos com seu
trabalho são necessariamente variáveis, ao passo que os do marido são estáveis, garantidos a
cada mês, enquanto mantida a relação empregatícia.
4. Aplicável à espécie o entendimento manifestado pelo Superior Tribunal de
Justiça no Recurso Especial 1.304.479-SP, julgado como representativo de controvérsia,
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 23 / 413
salientando que o fator decisivo para descaracterizar a condição de segurado especial não é a
natureza do trabalho do cônjuge, mas sim os valores auferidos, a fim de que seja
<i>"averiguada a dispensabilidade do trabalho rural para a subsistência do grupo
familiar"</i>.
5. Apelação do INSS e remessa oficial providos para julgar improcedente a
ação.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento à
apelação e à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre/RS, 23 de novembro de 2016.
00031 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000277-18.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal SALISE MONTEIRO SANCHOTENE
APELANTE : ROSELI ALEXANDRINO DE OLIVEIRA RIBEIRO
ADVOGADO : Mauri Raul Costa Júnior
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

BENEFÍCIO ASSISTENCIAL DE PRESTAÇÃO CONTINUADA. ARTIGO


20, DA LEI Nº 8.742/93 (LOAS). CONDIÇÃO DE IDOSO OU DE
DEFICIENTE. SITUAÇÃO DE RISCO SOCIAL. REQUISITO NÃO
PREENCHIDO.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida independente,
consoante a redação original do art. 20, da LOAS, ou impedimentos de longo prazo de
natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com diversas
barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de
condições com as demais pessoas, consoante a redação atual do referido dispositivo) ou
idoso (assim considerado aquele com 65 anos ou mais, a partir de 1º de janeiro de 2004, data
da entrada em vigor da Lei nº 10.741/2003 - Estatuto do Idoso) e situação de risco social
(ausência de meios para a parte autora, dignamente, prover a própria manutenção ou de tê-la
provida por sua família).
2. Na hipótese, não comprovado o requisito da atual situação de risco social,
não tem direito a parte autora à concessão do benefício assistencial.
3. Sentença de improcedência mantida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 24 / 413


Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
à apelação da parte autora, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre/RS, 23 de novembro de 2016.
00032 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0019602-76.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : MARIA DE FATIMA TESTA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SALDO REMANESCENTE.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. JUROS MORATÓRIOS.
CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Possível a expedição de requisição complementar para o pagamento, pelo


INSS, de juros de mora entre a data da conta de liquidação e a data da expedição da
Requisição de Pequeno Valor (RPV), ou até a data de inscrição do precatório (1º de julho),
em face do entendimento de que o Instituto devedor permanece em mora para com o credor
nesse período.
2. Os juros de mora decorrentes da condenação judicial e incidentes sobre o
valor do principal são devidos no percentual determinado no título exequendo, salvo no caso
de mudança superveniente da legislação, como é o caso da Lei nº 11.960/2009, que, a contar
de 01-07-2009, fixa no mesmo percentual incidente sobre os juros da caderneta de poupança,
calculados sem a capitalização, desde que o débito seja pago no prazo constitucional (31 de
dezembro do ano subsequente ao da inscrição no orçamento, no caso de precatório, ou até
sessenta dias após a autuação, no caso de RPV).
3. Na correção monetária devem prevalecer os critérios definidos no título
executivo judicial até a inscrição do precatório (1º de julho) ou RPV, salvo em relação ao
indexador no caso de mudança superveniente da legislação. Na ausência desses parâmetros
deverão ser observados os critérios jurisprudencialmente aceitos.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.
5. Recurso parcialmente acolhido para que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado, face à pendência da decisão do STF em sede de
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
parâmetros indicados neste julgado.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 25 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso da parte exequente a fim de que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado quanto aos juros de mora, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1521/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013859-51.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : VANESSA CARINE NEUSQUEN BREUNIG
ADVOGADO : Kelin Inês Kuhn Sossmeier e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 26 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00002 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0001819-37.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LAVINO CARDOSO
ADVOGADO : Maria Ondina Espindola Caldas Pelegrini
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
MELEIRO/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA


DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO E POSTERIOR
CONVERSÃO EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.
COMPETÊNCIA.

Compete à Justiça Comum Estadual julgar as causas relacionadas a acidente do


trabalho.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, declinar da
competência para o Egrégio Tribunal de Justiça de Santa Catarina-SC, prejudicado o
exame da apelação, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00003 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0007075-58.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : SIDNEI PEREIRA
ADVOGADO : Francisco Vital Pereira
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
CANOINHAS/SC

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 27 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA ESPECIAL. REQUISITOS


PREENCHIDOS. TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL.

1. Exercida atividade enquadrável como especial, sob a égide da legislação que


a ampara, o segurado adquire o direito ao reconhecimento como tal e ao acréscimo
decorrente da sua conversão em tempo de serviço comum no âmbito do Regime Geral de
Previdência Social.
2. Até 28/04/1995, é admissível o reconhecimento da especialidade por
categoria profissional ou por sujeição a agentes nocivos, aceitando-se qualquer meio de
prova (exceto para ruído); a partir de 29/04/1995, não mais é possível o enquadramento por
categoria profissional, devendo existir comprovação da sujeição a agentes nocivos por
qualquer meio de prova até 05/03/1997 e, a partir de então, por meio de formulário embasado
em laudo técnico, ou por meio de perícia técnica.
3. Comprovado o exercício de atividade especial por mais de 25 anos, a parte
autora faz jus à concessão da aposentadoria especial, desde a data do requerimento
administrativo.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação do INSS e à remessa oficial, dar provimento à apelação da parte
autora, e determinar a implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0018347-83.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : Salete Maria Brutscher Kuhn
ADVOGADO : Jonatas Matana Pacheco e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE SAO CARLOS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 28 / 413
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao INSS e não conhecer da remessa necessária, bem como determinar a
implantação do benefício, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00005 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003055-24.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : GILDA OENNING SCHURHOFF BALLMANN
ADVOGADO : Maykon Minatto Santana
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE BRAÇO DO NORTE/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE.


COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, por negar
provimento à apelação e á remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00006 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0021787-
58.2013.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : GERCINA SIEBRA DOS SANTOS
ADVOGADO : Claudio Marcio de Araujo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 29 / 413


EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REDISCUSSÃO


DO MÉRITO. DESATENDIMENTO ÀS HIPÓTESES DO ART. 1.022 DO
NCPC. DESCABIMENTO. PREQUESTIONAMENTO.

1. São descabidos os embargos declaratórios quando buscam meramente


rediscutir, com intuito infringente, o mérito da ação, providência incompatível com a via
eleita, uma vez que as razões da parte embargante não comprovam a existência de
obscuridade, contradição ou omissão quanto a ponto sobre o qual se impunha o
pronunciamento.
2. O órgão julgador não é obrigado a abordar todos os temas levantados pelas
partes, mas somente aqueles que julgue ser de importância para o adequado enfrentamento
do caso.
3. A teor do art. 1.025 do NCPC, "consideram-se incluídos no acórdão os
elementos que o embargante suscitou, para fins de pré-questionamento, ainda que os
embargos de declaração sejam inadmitidos ou rejeitados, caso o tribunal superior considere
existentes erro, omissão, contradição ou obscuridade".

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento aos embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00007 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013671-58.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : DEBORA FRANCIELE DA SILVA FRANCO
ADVOGADO : John Carlos Sippert

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 30 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação, tão somente para isentar a autarquia das custas processuais, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00008 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0014663-53.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
PARTE AUTORA : FRANCISCO CABRAL E SILVA
ADVOGADO : Sávio da Assunção Milanez
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE SAO JOAO
BATISTA/SC

EMENTA

REVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE ESPECIAL RECONHECIDA.


AVERBAÇÃO.

1. Uma vez exercida atividade enquadrável como especial, sob a égide da


legislação que a ampara, o segurado adquire o direito ao reconhecimento como tal e ao
acréscimo decorrente da sua conversão em tempo de serviço comum no âmbito do Regime
Geral de Previdência Social.
2. Determina-se ao INSS a averbação dos períodos de tempo especial,
devidamente convertidos pelo fator 1,4.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao reexame necessário, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00009 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000135-77.2016.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : JOSÉ CARLOS RAMOS
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 31 / 413


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.


PRECATÓRIO COMPLEMENTAR. JUROS DE MORA. JUÍZO DE
RETRATAÇÃO.

Estando os fundamentos do voto-condutor do acórdão em desconformidade


com o entendimento firmado pelo STJ em julgamento de recurso especial repetitivo, atribui-
se ao órgão julgador a possibilidade de realizar juízo de retratação. Enquanto estiver
pendente de julgamento o RE nº 579.431-RS, mantém-se o entendimento, baseado em
pronunciamento anterior do STF, no sentido de que os juros de mora são devidos até a
apresentação da requisição de pagamento perante o Tribunal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, manter a
decisão anterior proferida pela Turma, determinando o retorno dos autos à Vice-
Presidência deste Tribunal, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00010 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012037-27.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : DANIELA DA SILVA
ADVOGADO : Altemar Rech e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ARROIO DO TIGRE/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 32 / 413
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00011 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
0005937-56.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : NARCISO RUDIMAR DA SILVA
ADVOGADO : Giana Roso
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SOBRADINHO/RS

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REDISCUSSÃO


DO MÉRITO. DESATENDIMENTO ÀS HIPÓTESES DO ART. 1.022 DO
NCPC. DESCABIMENTO. PREQUESTIONAMENTO.

1. São descabidos os embargos declaratórios quando buscam meramente


rediscutir, com intuito infringente, o mérito da ação, providência incompatível com a via
eleita, uma vez que as razões da parte embargante não comprovam a existência de
obscuridade, contradição ou omissão quanto a ponto sobre o qual se impunha o
pronunciamento.
2. O órgão julgador não é obrigado a abordar todos os temas levantados pelas
partes, mas somente aqueles que julgue ser de importância para o adequado enfrentamento
do caso.
3. A teor do art. 1.025 do NCPC, "consideram-se incluídos no acórdão os
elementos que o embargante suscitou, para fins de pré-questionamento, ainda que os
embargos de declaração sejam inadmitidos ou rejeitados, caso o tribunal superior considere
existentes erro, omissão, contradição ou obscuridade".

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento aos embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00012 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013609-18.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : BRUNA GOMES ALVES

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 33 / 413


ADVOGADO : Edinei Souza Machado
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.


REQUISITOS PREENCHIDOS.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: a) condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida
independente, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou impedimentos de
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com
diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas, conforme redação atual do referido
dispositivo) ou idoso (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de 2004, a idade de 65
anos); e b) situação de risco social (estado de miserabilidade, hipossuficiência econômica
ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora e determinar a implantação imediata do
benefício, nos termos do relatório, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00013 REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012951-91.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
PARTE AUTORA : BIANCA MARIA CONDE SILVA
ADVOGADO : Sabrina Machado Stefanes da Silva
PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
IMBITUBA/SC

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL. REQUISITOS.


1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes
requisitos: a) condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 34 / 413


independente, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou impedimentos de
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com
diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas, conforme redação atual do referido
dispositivo) ou idoso (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de 2004, a idade de 65
anos); e b) situação de risco social (estado de miserabilidade, hipossuficiência econômica
ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00014 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002981-04.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : MARIA GLADES HORACIO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Ricardo Feliciano dos Santos
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. REQUISITOS.


QUALIDADE DE SEGURADO. PERÍODO DE CARÊNCIA.
INCAPACIDADE PREEXISTENTE EM RELAÇÃO À NOVA FILIAÇÃO AO
RGPS.

1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a


qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. A Lei nº 8.213/91 veda a concessão de benefício previdenciário quando a
doença ou lesão geradora de incapacidade é preexistente à filiação ao Regime Geral de
Previdência Social, salvo se o impedimento laboral sobrevier por motivo de progressão ou
agravamento.
3. No caso dos autos, as provas apontam que a parte autora já estava incapaz no
momento de seu reingresso ao RGPS, razão pela qual não faz jus aos benefícios
previdenciários por incapacidade.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 35 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao apelo da parte autora, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00015 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013405-71.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : OLECIO HALMANN
ADVOGADO : Iracildo Binicheski e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. REQUISITOS.


INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, <b>negar
provimento às apelações</b>, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00016 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001765-71.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : SUELI DA SILVA BERNARDINO
ADVOGADO : Ulysses Colombo Prudencio
: Rodrigo de Bem
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 36 / 413


PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. REQUISITOS.
COMPROVAÇÃO.
Tendo o laudo pericial demonstrado que a segurada é portadora de artrose da
coluna lombar e artrose do joelho esquerdo, moléstias que a impedem de realizar suas
atividades laborativas como doméstica, bem como considerando a idade atual e condições
pessoais, impõe-se a conseção de aposentadoria por idade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso da autora e determinar a imediata implantação do benefício, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00017 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011172-04.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : DIRCE BELINO
ADVOGADO : Paulo Zelain Alberici
: Leomar Orlandi
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ABELARDO
LUZ/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e à apelação do INSS, e manter a antecipação de tutela
deferida, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 37 / 413
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00018 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004178-57.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ALICE TERESINHA BECKER
ADVOGADO : Adriano Jose Ost
: Daniel Luis Schmidt
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, parcial
provimento às apelações e não conhecer da remessa necessária, bem como determinar a
implantação do benefício, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00019 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012104-89.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : MARLEI SALETE MAUAD MANFRO
ADVOGADO : Ivo Signor e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. REQUISITOS.


INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 38 / 413


garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação e determinar a imediata implantação do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00020 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0008072-41.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : NICOLAU CASTANHO BURGDURFF sucessão
ADVOGADO : Claudio Augusto Braga
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE MONTENEGRO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE TOTAL E TEMPORÁRIA COMPROVADA. CABIMENTO
DESDE A INDEVIDA SUSPENSÃO. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovado que na data da suspensão o segurado permanecia incapacitado,


pela mesma patologia que deu origem ao benefício, é devido o restabelecimento do auxílio-
doença desde o indevido cancelamento.
2. O INSS é isento do pagamento das custas na Justiça Estadual do Rio Grande
do Sul, devendo, contudo, pagar eventuais despesas processuais, como as relacionadas a
correio, publicação de editais e condução de oficiais de justiça (artigo 11 da Lei Estadual nº
8.121/85, com a redação da Lei Estadual nº 13.471/2010, já considerada a
inconstitucionalidade formal reconhecida na ADI nº 70038755864 julgada pelo Órgão
Especial do TJ/RS).
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 39 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso e à remessa oficial para isentar o INSS das custas processuais e, de
ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando
prejudicado o recurso e a remessa oficial, no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00021 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0007846-36.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ISNAR VALIM DA SILVA
ADVOGADO : Diórgenes Canella
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TERRA DE
AREIA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso da parte autora, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00022 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013384-95.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : HELENO MIETH
ADVOGADO : Luiz Alfredo Ost e outro
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 40 / 413


APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE PORTO
XAVIER/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA


DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO E POSTERIOR
CONVERSÃO EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.
COMPETÊNCIA.

1. Compete à Justiça Comum Estadual julgar as causas relacionadas a acidente


do trabalho.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, declinar da
competência para o Egrégio Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul,
prejudicado o exame da apelação, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00023 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012098-82.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : FERNANDO HEIDEMANN MARGOTTI
ADVOGADO : Emerson Baggio e outro

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE BENEFÍCIO. PRÉVIO


REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO. REPERCUSSÃO GERAL. RE
631.240. FÓRMULA DE TRANSIÇÃO. INTERESSE DE AGIR.
INEXISTÊNCIA.

1. Face ao julgamento do RE 631.240, em sede de recurso repetitivo, o Supremo


Tribunal Federal assentou entendimento no sentido da indispensabilidade do prévio
requerimento administrativo de benefício previdenciário como pressuposto para que se possa
acionar legitimamente o Poder Judiciário, ressaltando ser prescindível o exaurimento daquela
esfera.
3. Para as ações ajuizadas até a data do julgamento da repercussão geral, foi
fixada fórmula de transição, consistente em: a) nas ações ajuizadas no âmbito de Juizado
Itinerante, a falta do prévio requerimento administrativo não implicará na extinção do feito
sem julgamento de mérito; b) nas ações em que o INSS tiver apresentado contestação de

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 41 / 413


mérito, estará caracterizado o interesse de agir pela resistência à pretensão, implicando na
possibilidade de julgamento do mérito, independentemente do prévio requerimento
administrativo; c) nas demais ações em que ausente o requerimento administrativo, o feito
será baixado em diligência ao Juízo de primeiro grau, onde permanecerá sobrestado, a fim de
intimar o autor a dar entrada no pedido administrativo em até 30 (trinta) dias, sob pena de
extinção do processo por falta de interesse de agir. Comprovada a postulação administrativa,
o Juiz intimará o INSS para se manifestar acerca do pedido em até 90 (noventa) dias. Nos
casos do item 'C', se o pedido for acolhido administrativamente ou não puder ter o seu mérito
analisado devido a razões imputáveis ao próprio requerente (ex: não comparecimento à
perícia ou à entrevista), extingue-se a ação. Por outro lado, se negado o pedido, estará
caracterizado o interesse de agir e o feito deverá prosseguir. Em qualquer caso, a análise
quanto à subsistência da necessidade do provimento jurisdicional deverá ser feita pelo Juiz.
4. No caso, inexiste interesse de agir, pois a parte autora propôs a ação após o
julgamento do RE 631240.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, por dar
provimento ao recurso do INSS e determinar a extinção do feito sem resolução do mérito,
nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00024 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013052-31.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CLEUZA SANTINA BALBIN DA VEIGA
ADVOGADO : Jucelia Aparecida Segalla
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE RONDA
ALTA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. SEGURADA


EMPREGADA URBANA. DEMISSÃO. MANUTENÇÃO DA CONDIÇÃO
DE SEGURADA. DIREITO AO BENEFÍCIO.

1. O salário-maternidade é devido à segurada da Previdência Social, durante


120 dias, com início no período entre 28 dias antes do parto e a data de ocorrência deste,
observadas as situações e condições previstas na legislação no que concerne à proteção da
maternidade, sendo pago diretamente pela Previdência Social.
2. A legislação previdenciária garante a manutenção da qualidade de segurado,
até 12 meses após a cessação das contribuições, àquele que deixar de exercer atividade
remunerada.
3. A segurada tem direito ao salário-maternidade enquanto mantiver esta
condição, pouco importando eventual situação de desemprego.
4. O fato de ser atribuição da empresa pagar o salário-maternidade no caso da
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 42 / 413
segurada empregada não afasta a natureza de benefício previdenciário da prestação em
discussão. Ademais, a teor do disposto no artigo 72, § 2º, da Lei 8.213/91, na redação dada
pela Lei nº 10.710, de 5/8/2003, a responsabilidade final pelo pagamento do benefício é do
INSS, na medida em que a empresa tem direito a efetuar compensação com as contribuições
incidentes sobre a folha de salários e demais rendimentos. Se assim é, não há razão para
eximir o INSS de pagar o que, em última análise, é de sua responsabilidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação, tão somente para isentar a autarquia das custas processuais, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00025 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013262-82.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JAQUELINE EDUARDA GRASIK
ADVOGADO : Clauto João de Oliveira e outros

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00026 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014078-64.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 43 / 413


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARLENE TESCKI BARTH DA COSTA
ADVOGADO : Izanete Ceron

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00027 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012582-97.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : EMERSON AZAMBUJA ORNELAS
ADVOGADO : Fernando da Silva Goulart e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.


REQUISITOS PREENCHIDOS.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: a) condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida
independente, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou impedimentos de
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com
diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas, conforme redação atual do referido
dispositivo) ou idoso (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de 2004, a idade de 65
anos); e b) situação de risco social (estado de miserabilidade, hipossuficiência econômica
ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 44 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação do autor e determinar a implantação imediata do benefício, nos
termos do relatório, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00028 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0018548-75.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Juiz Federal HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO
JÚNIOR
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELANTE : JARLEI MARIA DE OLIVEIRA PAIM
ADVOGADO : Ana Izaltina Blanco Rocha
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. ATIVIDADE HABITUAL.


INCAPACIDADE. REABILITAÇÃO IMPRATICÁVEL. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA.
LEI 11.960/2009. CRITÉRIOS DE ATUALIZAÇÃO. DIFERIMENTO PARA A FASE
PRÓPRIA (EXECUÇÃO). HONORÁRIOS PERICIAIS. SUPRIR OMISSÃO. REEMBOLSO
PELO INSS.
1. É devida a aposentadoria por invalidez quando a perícia judicial é
concludente de que a parte autora está incapacitada para a sua atividade habitual, e, por suas
condições pessoais, se mostra impraticável a reabilitação para outra atividade.
2. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, de modo a racionalizar o andamento do processo, e
diante da pendência, nos tribunais superiores, de decisão sobre o tema com caráter geral e
vinculante. Precedentes.
3. Suprir omissão da sentença para condenar o INSS a reembolsar à Justiça
Federal o valor a título de honorários periciais.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, <b>dar parcial
provimento ao recurso da parte autora, negar provimento à remessa oficial, julgar
prejudicado o recurso do INSS, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos
consectários legais, suprir omissão da sentença para condenar o INSS a reembolsar à Justiça
Federal o valor a título de honorários periciais e manter os efeitos da tutela concedida pelo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 45 / 413


juízo de origem</b>, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00029 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0006580-14.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
PARTE AUTORA : EMERSON DOBRANTZ
ADVOGADO : Odir Marin Filho
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE TROMBUDO CENTRAL/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA


DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. COMPETÊNCIA.
Compete à Justiça Comum Estadual julgar as causas relacionadas a acidente do
trabalho.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, declinar da
competência para o Egrégio Tribunal de Justiça de Santa Catarina, prejudicado o exame
da remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00030 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010436-
20.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : CARLOS ALBERTO DAPONT
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller
: Daianna Heloise Hopfner e outro

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REDISCUSSÃO DO


MÉRITO. DESATENDIMENTO ÀS HIPÓTESES DO ART. 1.022 DO NCPC.
DESCABIMENTO. PREQUESTIONAMENTO.
1. São descabidos os embargos declaratórios quando buscam meramente
rediscutir, com intuito infringente, o mérito da ação, providência incompatível com a via
eleita, uma vez que as razões da parte embargante não comprovam a existência de
obscuridade, contradição ou omissão quanto a ponto sobre o qual se impunha o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 46 / 413


pronunciamento.
2. O órgão julgador não é obrigado a abordar todos os temas levantados pelas
partes, mas somente aqueles que julgue ser de importância para o adequado enfrentamento
do caso.
3. A teor do art. 1.025 do NCPC, "consideram-se incluídos no acórdão os
elementos que o embargante suscitou, para fins de pré-questionamento, ainda que os
embargos de declaração sejam inadmitidos ou rejeitados, caso o tribunal superior considere
existentes erro, omissão, contradição ou obscuridade".

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00031 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006912-78.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ERNESTINA CONSTANTE RODRIGUES
ADVOGADO : Maria Ondina Espindola Caldas Pelegrini

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA


DECORRENTE DE ACIDENTE DO TRABALHO. COMPETÊNCIA.
Compete à Justiça Comum Estadual julgar as causas relacionadas a acidente do
trabalho.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, <b>declinar
da competência para o Egrégio Tribunal de Justiça de Santa Catarina, prejudicado o exame da
apelação</b>, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00032 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013436-91.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : JOANITA PSCHEIDT NAIDEK
ADVOGADO : Jose Eneas Kovalczuk Filho
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 47 / 413


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1522/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003178-22.2016.4.04.9999/SC


RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 48 / 413


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : IRENE RENGEL DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Joséli Terezinha Bunn Gonçalves
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
URUBICI/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

Comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para o exercício de


sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez, desde a cessação do benefício de auxílio doença.
Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.
As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento, firmado
em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção monetária
por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a atualização
do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a norma legal em
vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso e à remessa necessária, e, de ofício, determinar o cumprimento do
acórdão no tocante à implantação do benefício e diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos juros e da correção monetária, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00002 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011252-65.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : ANTONIA JULIANA SIPP
ADVOGADO : Marcio Cesar Sbaraini e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
CRISSIUMAL/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 49 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ADICIONAL DE 25% PREVISTO NO ART. 45 DA


LEI 8.213/91. EXTENSÃO A OUTROS BENEFÍCIOS. POSSIBILIDADE.
NECESSIDADE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. NULIDADE DA
SENTENÇA.

1. O acréscimo de 25% previsto no art. 45 da Lei 8.213/91 também deve incidir


sobre os demais benefícios de aposentadoria quando demonstrada a necessidade de
assistência permanente de outra pessoa. Precedente da 3ª Seção.
2. A perquirição acerca da "necessidade de assistência permanente de outra
pessoa" cobra dilação probatória incompatível com o encerramento do processo sem a
realização da adequada instrução.
3. O desfecho prematuro do processo, com o julgamento do mérito sem que seja
oportunizado à parte demonstrar a sua particular situação fática, eiva o pronunciamento
judicial de nulidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar parcial
provimento à apelação para anular a sentença, determinando o retorno dos autos à origem
com o fim de que seja reaberta a fase instrutória, vencidas as Desembargadoras Federais
Salise Monteiro Sanchotene e Vânia Hack de Almeida, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00003 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0017524-12.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : ERNA HIBNES NUNES
ADVOGADO : Katiucia Rech
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ARROIO DO TIGRE/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ADICIONAL DE 25% PREVISTO NO ART. 45 DA


LEI 8.213/91. EXTENSÃO A OUTROS BENEFÍCIOS. POSSIBILIDADE.
NECESSIDADE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. NULIDADE DA
SENTENÇA.

1. O acréscimo de 25% previsto no art. 45 da Lei 8.213/91 também deve incidir


sobre os demais benefícios de aposentadoria quando demonstrada a necessidade de
assistência permanente de outra pessoa. Precedente da 3ª Seção.
2. A perquirição acerca da "necessidade de assistência permanente de outra
pessoa" cobra dilação probatória incompatível com o encerramento do processo sem a
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 50 / 413
realização da adequada instrução.
3. O desfecho prematuro do processo, com o julgamento do mérito sem que seja
oportunizado à parte demonstrar a sua particular situação fática, eiva o pronunciamento
judicial de nulidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar parcial
provimento à apelação para anular a sentença, determinando o retorno dos autos à origem
com o fim de que seja reaberta a fase instrutória, vencidas as Desembargadoras Federais
Salise Monteiro Sanchotene e Vânia Hack de Almeida, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00004 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012828-93.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ODILO BRANDT
ADVOGADO : Eduarda Pasa
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação e determinar a imediata implantação do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0016086-87.2011.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : NILDA MONTES DA SILVA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 51 / 413


ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.


PRECATÓRIO COMPLEMENTAR. JUROS DE MORA. JUÍZO DE
RETRATAÇÃO.

Estando os fundamentos do voto-condutor do acórdão em desconformidade


com o entendimento firmado pelo STJ em julgamento de recurso especial repetitivo, atribui-
se ao órgão julgador a possibilidade de realizar juízo de retratação. Enquanto estiver
pendente de julgamento o RE nº 579.431-RS, mantém-se o entendimento, baseado em
pronunciamento anterior do STF, no sentido de que os juros de mora são devidos até a
apresentação da requisição de pagamento perante o Tribunal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, manter a
decisão anterior proferida pela Turma, determinando o retorno dos autos à Vice-
Presidência deste Tribunal, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00006 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012160-25.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : THALIA TASCHETTO PATZER
ADVOGADO : Leisi Jaciara Paier
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.


REQUISITOS.

1. O direito ao benefício assistencial pressupõe o preenchimento dos seguintes


requisitos: a) condição de deficiente (incapacidade para o trabalho e para a vida
independente, de acordo com a redação original do art. 20 da LOAS, ou impedimentos de
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, os quais, em interação com

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 52 / 413


diversas barreiras, podem obstruir a participação plena e efetiva na sociedade em
igualdade de condições com as demais pessoas, conforme redação atual do referido
dispositivo) ou idoso (neste caso, considerando-se, desde 1º de janeiro de 2004, a idade de 65
anos); e b) situação de risco social (estado de miserabilidade, hipossuficiência econômica
ou situação de desamparo) da parte autora e de sua família.
2. Atendidos os pressupostos, deve ser concedido o benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo da parte autora, determinar a imediata implantação do benefício
bem como negar provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00007 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013274-96.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JOSIEL DO AMARAL BATISTA
ADVOGADO : Vanessa Cristina Pasqualini
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE RIO
NEGRINHO/SC

EMENTA

CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE DE CUMPRIMENTO


DE SENTENÇA. DIFERIMENTO.
Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida para a
fase de cumprimento de sentença, a iniciar-se com a observância dos critérios da Lei
11.960/2009, de modo a racionalizar o andamento do processo, permitindo-se a expedição de
precatório pelo valor incontroverso, enquanto pendente, no Supremo Tribunal Federal,
decisão sobre o tema com caráter geral e vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª
Região.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não
conhecer da remessa oficial e julgar prejudicada a apelação cível, nos termos do relatório,
votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 53 / 413


Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00008 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004460-66.2014.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : MARILZA DE SOUZA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.


PRECATÓRIO COMPLEMENTAR. JUROS DE MORA. JUÍZO DE
RETRATAÇÃO.

Estando os fundamentos do voto-condutor do acórdão em desconformidade


com o entendimento firmado pelo STJ em julgamento de recurso especial repetitivo, atribui-
se ao órgão julgador a possibilidade de realizar juízo de retratação. Enquanto estiver
pendente de julgamento o RE nº 579.431-RS, mantém-se o entendimento, baseado em
pronunciamento anterior do STF, no sentido de que os juros de mora são devidos até a
apresentação da requisição de pagamento perante o Tribunal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, manter a
decisão anterior proferida pela Turma, determinando o retorno dos autos à Vice-
Presidência deste Tribunal, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00009 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0021304-62.2012.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : MARIA JOSE RIBEIRO SOARES
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.


PRECATÓRIO COMPLEMENTAR. JUROS DE MORA. JUÍZO DE
RETRATAÇÃO.

Estando os fundamentos do voto-condutor do acórdão em desconformidade

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 54 / 413


com o entendimento firmado pelo STJ em julgamento de recurso especial repetitivo, atribui-
se ao órgão julgador a possibilidade de realizar juízo de retratação. Enquanto estiver
pendente de julgamento o RE nº 579.431-RS, mantém-se o entendimento, baseado em
pronunciamento anterior do STF, no sentido de que os juros de mora são devidos até a
apresentação da requisição de pagamento perante o Tribunal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, manter a
decisão anterior proferida pela Turma, determinando o retorno dos autos à Vice-
Presidência deste Tribunal, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00010 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0002842-18.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : IRADI ALVES DE CAMARGO
ADVOGADO : Jayson Moreira
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE CAMPO BELO DO SUL/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


SEGURADO ESPECIAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e à apelação do INSS, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 55 / 413
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00011 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004584-78.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ALMERI GOMES DE MELLO
ADVOGADO : Clarice Barbosa Chalito
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. APOSENTADORIA POR


INVALIDEZ. LAUDO PERICIAL INSUFICIENTE. SENTENÇA ANULADA.

1. Quando a perícia judicial não cumpre os pressupostos mínimos de idoneidade


da prova técnica, ela é produzida, na verdade, de maneira a furtar do magistrado o poder de
decisão.
2. Hipótese em que foi anulada a sentença para a realização de prova pericial
por médico especialista.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo da parte autora, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00012 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011412-90.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : SIMONE REGINA DUARTE
ADVOGADO : Jamilto Colonetti e outro
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE FORQUILHINHA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 56 / 413


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não
conhecer da remessa oficial, negar provimento à apelação da parte autora, julgar
prejudicada a apelação do INSS e determinar a imediata implantação do benefício, voto e
notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00013 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012692-33.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ROSANA MARIA GIONGO
ADVOGADO : Gustavo Hentges Redecker
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
ENCANTADO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE TOTAL E DEFINITIVA. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade total e permanente da segurada para o exercício


de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez.
2. O INSS é isento do pagamento das custas na Justiça Estadual do Rio Grande
do Sul, devendo, contudo, pagar eventuais despesas processuais, como as relacionadas a
correio, publicação de editais e condução de oficiais de justiça (artigo 11 da Lei Estadual nº
8.121/85, com a redação da Lei Estadual nº 13.471/2010, já considerada a
inconstitucionalidade formal reconhecida na ADI nº 70038755864 julgada pelo Órgão
Especial do TJ/RS).
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 57 / 413
ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial para isentar o INSS das custas processuais
e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais,
julgando prejudicado o recurso e a remessa oficial, no ponto, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00014 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006180-97.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : GICINEIA ROSA CARGNIN
ADVOGADO : Jamilto Colonetti
: Leandra Xavier dos Santos
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE. VINCULAÇÃO


AO LAUDO. INOCORRÊNCIA. PROVA INDICIÁRIA.

1. O juízo não está adstrito às conclusões do laudo médico pericial, nos termos
do artigo 479 do NCPC (O juiz apreciará a prova pericial de acordo com o disposto no art.
371, indicando na sentença os motivos que o levaram a considerar ou a deixar de considerar
as conclusões do laudo, levando em conta o método utilizado pelo perito), podendo
discordar, fundamentadamente, das conclusões do perito em razão dos demais elementos
probatórios coligido aos autos.
2. Ainda que o caderno processual não contenha elementos probatórios
conclusivos com relação à incapacidade do segurado, caso não se possa chegar a uma prova
absolutamente conclusiva, consistente, robusta, é adequado que se busque socorro na prova
indiciária e nas evidências.
3. Apelação da parte autora provida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 58 / 413


Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo da autora bem como determinar a imediata implantação do
benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.

EXTRATO DE ATA DA SESSÃO DE 23/11/2016

00015 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011239-66.2016.4.04.9999/RS


APELANTE : LEOCIR CAVALHEIRO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Katiucia Rech
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
Certifico que o(a) 6ª TURMA, ao apreciar os autos do processo em epígrafe, em
sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:
PROSSEGUINDO NO JULGAMENTO, APÓS O VOTO-VISTA APRESENTADO
PELO DESEMBARGADOR FEDERAL ROGERIO FAVRETO, ACOMPANHANDO A
DIVERGÊNCIA, A TURMA, POR MAIORIA, DECIDIU CONVERTER O JULGAMENTO EM
DILIGÊNCIA PARA QUE SEJA REALIZADA INSTRUÇÃO APTA A IDENTIFICAR SE ESTÁ
PRESENTE, OU NÃO, A "NECESSIDADE DE ASSISTÊNCIA PERMANENTE DE OUTRA
PESSOA" (ART. 45 DA LEI 8213/91), NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR
FEDERAL JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA. DISPENSADA A LAVRATURA DO
ACÓRDÃO. VENCIDAS A RELATORA E A JUÍZA FEDERAL TAÍS SCHILLING FERRAZ.
JULGAMENTO REALIZADO NA FORMA DO ART. 942 DO CPC/2015..

EXTRATO DE ATA DA SESSÃO DE 23/11/2016

00016 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011253-50.2016.4.04.9999/RS


APELANTE : EDO SIPP
ADVOGADO : Marcio Cesar Sbaraini e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
CRISSIUMAL/RS
Certifico que o(a) 6ª TURMA, ao apreciar os autos do processo em epígrafe, em
sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:
PROSSEGUINDO NO JULGAMENTO, APÓS O VOTO-VISTA APRESENTADO
PELO DESEMBARGADOR FEDERAL ROGERIO FAVRETO, ACOMPANHANDO A
DIVERGÊNCIA, A TURMA, POR MAIORIA, DECIDIU CONVERTER O JULGAMENTO EM
DILIGÊNCIA PARA QUE SEJA REALIZADA INSTRUÇÃO APTA A IDENTIFICAR SE ESTÁ
PRESENTE, OU NÃO, A "NECESSIDADE DE ASSISTÊNCIA PERMANENTE DE OUTRA
PESSOA" (ART. 45 DA LEI 8213/91), NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR
FEDERAL JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA. DISPENSADA A LAVRATURA DO
ACÓRDÃO. VENCIDAS A RELATORA E A JUÍZA FEDERAL TAÍS SCHILLING FERRAZ.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 59 / 413


JULGAMENTO REALIZADO NA FORMA DO ART. 942 DO CPC/2015.

EXTRATO DE ATA DA SESSÃO DE 23/11/2016

00017 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011943-79.2016.4.04.9999/RS


APELANTE : DARIO DALAZEN
ADVOGADO : Carine Teresinha Kluge
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
Certifico que o(a) 6ª TURMA, ao apreciar os autos do processo em epígrafe, em
sessão realizada nesta data, proferiu a seguinte decisão:
PROSSEGUINDO NO JULGAMENTO, APÓS O VOTO-VISTA APRESENTADO
PELO DESEMBARGADOR FEDERAL ROGERIO FAVRETO, ACOMPANHANDO A
DIVERGÊNCIA, A TURMA, POR MAIORIA, DECIDIU CONVERTER O JULGAMENTO EM
DILIGÊNCIA PARA QUE SEJA REALIZADA INSTRUÇÃO APTA A IDENTIFICAR SE ESTÁ
PRESENTE, OU NÃO, A "NECESSIDADE DE ASSISTÊNCIA PERMANENTE DE OUTRA
PESSOA" (ART. 45 DA LEI 8213/91), NOS TERMOS DO VOTO DO DESEMBARGADOR
FEDERAL JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA. DISPENSADA A LAVRATURA DO
ACÓRDÃO. VENCIDAS A RELATORA E A JUÍZA FEDERAL TAÍS SCHILLING FERRAZ.
JULGAMENTO REALIZADO NA FORMA DO ART. 942 DO CPC/2015.
00018 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0006997-64.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARIA CECILIA RUSKE
ADVOGADO : Francisco Vital Pereira e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
CANOINHAS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


TRABALHADOR RURAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 60 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e à apelação e manter a antecipação de tutela deferida, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00019 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013553-53.2014.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : SEBASTIAO FRANCISCO DO PRADO
ADVOGADO : Rodrigo Luis Broleze
: Jose Emilio Bogoni
: Thiago Buchweitz Zílio
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


TRABALHADOR RURAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo, determinando a imediata implantação do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 61 / 413


00020 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0009589-18.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ARLINDO SARTORI
ADVOGADO : Ulisses Melo
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


TRABALHADOR RURAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação e determinar a imediata implantação do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00021 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010035-84.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ALCIDIO HANATZKI
ADVOGADO : Neusa Ledur Kuhn
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 62 / 413


PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.
SEGURADO ESPECIAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL. DESCONTINUIDADE.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. O artigo 145 da IN 45/2010, do INSS, estabelece tão somente dois
pressupostos para a concessão de aposentadoria por idade rural no caso de comprovação de
desempenho de atividade urbana entre períodos de atividade rural, com ou sem perda da
qualidade de segurado: (a) completar o número de meses igual ao período de carência
exigido para a concessão do benefício e (b) esteja em efetivo exercício da atividade rural à
época do requerimento administrativo.
3. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora, dar parcial provimento à apelação do INSS e
determinar a imediata implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00022 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0006973-36.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : FABIANA BRUMELHAUS
ADVOGADO : Charles Vendelino Schneider
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TRÊS PASSOS/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 63 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso do INSS e não conhecer da remessa necessária, voto e notas
taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00023 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011675-25.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CLEMIR FIXA MERELES
ADVOGADO : Eliel Ratko Lopes
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
FRAIBURGO/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. FIXAÇÃO DE DCB OU ALTA


PROGRAMADA. IMPOSSIBILIDADE.

1. Esta Corte vem decidindo que descabe a fixação de termo final do benefício
por incapacidade concedido judicialmente, pois a Autarquia Previdenciária poderá proceder
à reavaliação da segurada a qualquer tempo.
2. O benefício não pode ser automaticamente cancelado com base em
estimativa, por se tratar de evento futuro e incerto. Mesmo que a perícia refira,
expressamente, que a incapacidade é temporária, poderá haver melhor controle no futuro ou
a moléstia se tornar-se definitiva.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, por não
conhecer da remessa oficial e negar provimento ao apelo do INSS, nos termos do relatório,
votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00024 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010737-30.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : JOSÉ SOARES RAMOS
ADVOGADO : Claudiomir Giaretton
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 64 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. APOSENTADORIA POR


INVALIDEZ. NÃO COMPARECIMENTO À PERÍCIA. AUSÊNCIA DE
INTIMAÇÃO PESSOAL DO AUTOR. CERCEAMENTO DE DEFESA.

1. Tratando-se de pessoa hipossuficiente, que busca benefício de natureza


alimentar, diretamente vinculado à preservação de sua dignidade e integridade física, deve
ser relativizado o rigorismo processual.
2. Justificada a ausência na data designada, ainda que de maneira genérica, deve
ser dada nova oportunidade para realização da perícia judicial antes da prolação da sentença.
3. Ausente o autor à perícia agendada, necessária se faz sua intimação pessoal,
tanto para apurar a continuidade da importância da perícia na prova que se pretende
constituir, quanto para que se possa conhecer de eventual ausência de interesse no
prosseguimento do feito.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação para anular a sentença de origem e determinar a reabertura da
instrução, com a designação de perícia, mediante intimação pessoal do autor, nos termos
do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00025 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0007345-82.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : MARIA LUCINDA RODRIGUES
ADVOGADO : Dione Ficanha
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 65 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora, negar provimento à remessa oficial e determinar
a imediata implantação do benefício, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00026 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0000769-78.2013.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : NILCEA RABELO FLORES PIRES
ADVOGADO : Maurício Souza de Oliveira e outros
: Cezar José Scaravelli Júnior
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA CIVEL DA COMARCA DE
CURITIBANOS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora, negar provimento ao recurso do INSS e não
conhecer a remessa necessária, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00027 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006649-22.2011.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : ALEXANDRA SILVA DE MENDONÇA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 66 / 413


EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.


PRECATÓRIO COMPLEMENTAR. JUROS DE MORA. JUÍZO DE
RETRATAÇÃO.

Estando os fundamentos do voto-condutor do acórdão em desconformidade


com o entendimento firmado pelo STJ em julgamento de recurso especial repetitivo, atribui-
se ao órgão julgador a possibilidade de realizar juízo de retratação. Enquanto estiver
pendente de julgamento o RE nº 579.431-RS, mantém-se o entendimento, baseado em
pronunciamento anterior do STF, no sentido de que os juros de mora são devidos até a
apresentação da requisição de pagamento perante o Tribunal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, manter a
decisão anterior proferida pela Turma, determinando o retorno dos autos à Vice-
Presidência deste Tribunal, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00028 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0005485-22.2011.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : SEBASTIAO RODRIGUES MOREIRA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

APELAÇÃO CÍVEL. PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL.


PRECATÓRIO COMPLEMENTAR. JUROS DE MORA. JUÍZO DE
RETRATAÇÃO.

Estando os fundamentos do voto-condutor do acórdão em desconformidade


com o entendimento firmado pelo STJ em julgamento de recurso especial repetitivo, atribui-
se ao órgão julgador a possibilidade de realizar juízo de retratação. Enquanto estiver
pendente de julgamento o RE nº 579.431-RS, mantém-se o entendimento, baseado em
pronunciamento anterior do STF, no sentido de que os juros de mora são devidos até a
apresentação da requisição de pagamento perante o Tribunal.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 67 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, manter a
decisão anterior proferida pela Turma, determinando o retorno dos autos à Vice-
Presidência deste Tribunal, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1523/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001429-04.2015.4.04.9999/RS


RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : NAZARENO DURANTE
ADVOGADO : Marcia Maria Pierozan e outro
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE RURAL. ATIVIDADE URBANA. FATOR


DE CONVERSÃO DA ATIVIDADE ESPECIAL EM COMUM.
APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. CONCESSÃO.

1. O tempo de serviço rural pode ser comprovado mediante a produção de prova


material suficiente, ainda que inicial, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Nos termos da Súmula nº 577 do Colendo STJ, "é possível reconhecer o
tempo de serviço rural anterior ao documento mais antigo apresentado, desde que amparado
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 68 / 413
em convincente prova testemunhal colhida sob o contraditório".
3. No caso concreto, comprovado em parte o labor rural em regime de economia
familiar, mediante a produção de início de prova material, corroborada por prova
testemunhal idônea, a parte autora faz jus à averbação do respectivo tempo de serviço.
4. É pacífica na jurisprudência pátria a orientação no sentido de que, Havendo
prova plena do labor urbano, através de anotação idônea, constante da CTPS da autora, que
goza da presunção de veracidade juris tantum, deve ser reconhecido o tempo de serviço
prestado nos períodos a que se refere (TRF/4, APELREEX nº 0006957-58.2011.404.9999,
Relator Des. Federal João Batista Pinto Silveira, Sexta Turma, D.E. 26/01/2012).
5. Em se tratando de benefício que a ser deferido a segurado que implementou
as condições já na vigência da Lei nº 8.213/91, como sabido, a concessão do benefício
depende da comprovação de 35 anos de tempo de serviço ou de contribuição, se homem, e 30
anos, se mulher. Nesse contexto, a relação a ser feita para a obtenção do fator aplicável para a
conversão do tempo de serviço especial para comum, quando se trata de enquadramento que
justifica aposentadoria aos 25 anos de atividade, é de 25 anos para 35, se homem, e 25 anos
para 30, se mulher, resultando, assim, num multiplicador de 1,4 para aquele e 1,2 para esta.
6. Preenchidos os requisitos legais, tem a segurada direito à concessão do
benefício de aposentadoria por tempo de serviço/contribuição, assegurada a concessão do
benefício mais vantajoso, nos termos da decisão proferida pelo STF no RE 630.501.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, por dar
parcial provimento ao agravo retido, à remessa oficial, ao apelo do INSS, e ao apelo da parte
autora, determinando a implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas
taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00002 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010893-18.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ERICA ALFLEN
ADVOGADO : Salesiano Durigon
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2 1A VARA DA COMARCA DE ITUPORANGA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


SEGURADO ESPECIAL. REQUISITOS CUMPRIDOS. REAFIRMAÇÃO
DA DER.

1. É possível a reafirmação da DER, em sede judicial, nas hipóteses em que o


segurado implementa todas as condições para a concessão do benefício após a conclusão do
processo administrativo, admitindo-se o cômputo do tempo de serviço ou contribuição
anterior ao ajuizamento da ação, desde que observado o contraditório.
2. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão da aposentadoria rural por idade, com efeitos financeiros a contar da data do
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 69 / 413
ajuizamento da ação.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não
conhecer da remessa oficial, negar provimento ao apelo do INSS e determinar a imediata
implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001727-93.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INGO HACKBARTH
ADVOGADO : Evair Francisco Bona
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE


CONTRIBUIÇÃO. REVISÃO. TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL.

1. Exercida atividade enquadrável como especial, sob a égide da legislação que


a ampara, o segurado adquire o direito ao reconhecimento como tal e ao acréscimo
decorrente da sua conversão em tempo de serviço comum no âmbito do Regime Geral de
Previdência Social.
2. Até 28/04/1995, é admissível o reconhecimento da especialidade por
categoria profissional ou por sujeição a agentes nocivos, aceitando-se qualquer meio de
prova (exceto para ruído); a partir de 29/04/1995, não mais é possível o enquadramento por
categoria profissional, devendo existir comprovação da sujeição a agentes nocivos por
qualquer meio de prova até 05/03/1997 e, a partir de então, por meio de formulário embasado
em laudo técnico, ou por meio de perícia técnica.
3. Somando-se os interregnos laborados em condições especiais reconhecidos
em juízo, com o lapso temporal averbado pelo INSS, verifica-se que a parte autora conta com
tempo suficiente para a revisão da aposentadoria por tempo de contribuição que titula, a fim
de que corresponda a sua forma integral, mediante o acréscimo do tempo de trabalho
convertido pelo fator de multiplicação 1,4, desde a data do requerimento administrativo,
observada a prescrição quinquenal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 70 / 413


Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora e determinar a revisão do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0008171-11.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : GESSI LUCIA DE ALMEIDA PINTO
ADVOGADO : Iracildo Binicheski e outros
: Régis Luís Witcak
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE TRÊS DE
MAIO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa necessária e julgar prejudicados os recursos da parte autora e do
INSS, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00005 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011887-46.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : VILMA KRUG DA SILVA
ADVOGADO : Katiucia Rech
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ADICIONAL DE 25% PREVISTO NO ART. 45 DA


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 71 / 413
PREVIDENCIÁRIO. ADICIONAL DE 25% PREVISTO NO ART. 45 DA
LEI 8.213/91. EXTENSÃO A OUTROS BENEFÍCIOS. POSSIBILIDADE.
NECESSIDADE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. NULIDADE DA
SENTENÇA.

1. O acréscimo de 25% previsto no art. 45 da Lei 8.213/91 também deve incidir


sobre os demais benefícios de aposentadoria quando demonstrada a necessidade de
assistência permanente de outra pessoa. Precedente da 3ª Seção.
2. A perquirição acerca da "necessidade de assistência permanente de outra
pessoa" cobra dilação probatória incompatível com o encerramento do processo sem a
realização da adequada instrução.
3. O desfecho prematuro do processo, com o julgamento do mérito sem que seja
oportunizado à parte demonstrar a sua particular situação fática, eiva o pronunciamento
judicial de nulidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar parcial
provimento à apelação para anular a sentença, determinando o retorno dos autos à origem
com o fim de que seja reaberta a fase instrutória, vencidas as Desembargadoras Federais
Salise Monteiro Sanchotene e Vânia Hack de Almeida, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00006 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013277-51.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARTA REGINA BARCELOS DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Rudmarcio Antonio Santos

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 72 / 413


provimento à apelação do INSS, voto e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00007 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0007863-72.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : LUCIANA LUCIA LOPES DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Joséli Terezinha Bunn Gonçalves
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIREITO PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA CRÔNICA, DIABETES,
HIPOTIREOIDISMO, GOTA, ONICOMICOSE, ASMA E OBESIDADE.
COMPROVAÇÃO.
Tendo o laudo pericial demonstrado que a parte autora está acometida
permanentemente hipertensão arterial sistêmica crônica; diabetes insulinodependente;
hipotireoidismo; gota úrica; onicomicose (micoses sobre as unhas); asma e obesidade em
grau II, e devido à natureza progressiva das referidas moléstias, resta evidenciado que as
comorbidades incapacitantes já estavam presentes à época em que a autora ainda mantinha a
sua qualidade de segurada. Logo, impõe-se a concessão do benefício de aposentadoria por
invalidez desde a data do requerimento administrativo.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso da parte autora bem como determinar a imediata implementação
do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00008 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010161-37.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : OSMAR SOARES DA SILVA
ADVOGADO : Geremias Bueno do Rosario
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE TRÊS DE
MAIO/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 73 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. ACRÉSCIMO DE 25%
NECESSIDADE DE ASSISTÊNCIA PERMANENTE DE OUTRA PESSOA.
COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.
3. Presente a necessidade de auxílio permanente de terceiros, faz jus o
aposentado por invalidez ao adicional de 25% previsto no art. 45 da Lei nº 8.213/1991.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS e à remessa necessária, voto e notas taquigráficas que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00009 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010543-30.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : TERESA DE OLIVEIRA MATTOS
ADVOGADO : Ezequiel Martins
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR IDADE MISTA OU HÍBRIDA.


REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO. LEI Nº 11.718/2008. LEI 8.213/91,
ART. 48, § 3º. TRABALHO RURAL E TRABALHO URBANO. CONCESSÃO DE
BENEFÍCIO A SEGURADO QUE NÃO ESTÁ DESEMPENHANDO ATIVIDADE
RURAL NO MOMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO DOS REQUISITOS.
POSSIBILIDADE.
1. É devida a aposentadoria por idade mediante conjugação de tempo rural e
urbano durante o período aquisitivo do direito, a teor do disposto na Lei nº 11.718, de 2008,
que acrescentou o § 3º ao art. 48 da Lei nº 8.213, de 1991, desde que cumprido o requisito
etário de 60 anos para mulher e de 65 anos para homem.
2. Ao § 3º do artigo 48 da LB não pode ser emprestada interpretação restritiva.
Tratando-se de trabalhador rural que migrou para a área urbana, o fato de não estar
desempenhando atividade rural por ocasião do requerimento administrativo não pode servir
de obstáculo à concessão do benefício. A se entender assim, o trabalhador seria prejudicado
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 74 / 413
por passar a contribuir, o que seria um contrassenso. A condição de trabalhador rural,
ademais, poderia ser readquirida com o desempenho de apenas um mês nesta atividade. Não
teria sentido se exigir o retorno do trabalhador às lides rurais por apenas um mês para fazer
jus à aposentadoria por idade.
3. O que a modificação legislativa permitiu foi, em rigor, para o caso específico
da aposentadoria por idade aos 60 (sessenta) ou 65 (sessenta e cinco) anos (mulher ou
homem), o aproveitamento do tempo rural para fins de carência, com a consideração de
salários-de-contribuição pelo valor mínimo no que toca ao período rural.
4. Não há, à luz dos princípios da universalidade e da uniformidade e
equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais, e bem assim do
princípio da razoabilidade, como se negar a aplicação do artigo 48, § 3º, da Lei 8.213/91 ao
trabalhador que exerceu atividade rural, mas no momento do implemento do requisito etário
(sessenta ou sessenta e cinco anos) está desempenhando atividade urbana.
5. A denominada aposentadoria por idade mista ou híbrida, por exigir que o
segurado complete 65 (sessenta e cinco) anos de idade, se homem, e 60 (sessenta) anos, se
mulher, em rigor, é, em última análise, uma aposentadoria de natureza assemelhada à urbana.
Assim, para fins de definição de regime, deve ser equiparada à aposentadoria por idade
urbana. Com efeito, a Constituição Federal, em seu artigo 201, § 7º, II, prevê a redução do
requisito etário apenas para os trabalhadores rurais. Exigidos 65 (sessenta e cinco) anos de
idade, se homem, e 60 (sessenta) anos, se mulher, a aposentadoria mista, pode-se dizer,
constitui praticamente subespécie da aposentadoria urbana, ainda que com possibilidade de
agregação de tempo rural sem qualquer restrição.
6. Esta constatação (da similaridade da denominada aposentadoria mista ou
híbrida com a aposentadoria por idade urbana) prejudica eventual discussão acerca da
descontinuidade do tempo (rural e urbano). Como prejudica, igualmente, qualquer
questionamento que se pretenda fazer quanto ao fato de não estar o segurado eventualmente
desempenhando atividade rural ao implementar o requisito etário.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte autora e determinar a imediata implantação do
benefício, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00010 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003885-87.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARIA PALMIRA TEIXEIRA DE MATOS
ADVOGADO : Ricieri Hainzenreder Brocca
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
TORRES/RS

EMENTA
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 75 / 413
PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.
TRABALHADOR RURAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. Hipótese em que a parte autora não preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao apelo do INSS e à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00011 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013073-07.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : EDY MARIA LUIZ FONTANA
ADVOGADO : Gleisa Correa
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. DEVERES DO PERITO JUDICIAL.


PODERES INSTRUTÓRIOS DO JUIZ. LAUDO INSUFICIENTE. REABERTURA DA
INSTRUÇÃO PROCESSUAL.
1. É impertinente qualquer avaliação jurídica que o perito judicial venha a
empreender no laudo, não devendo o expert avaliar questões externas a sua designação, nem
emitir opiniões pessoais que não se relacionem com o fato examinado, nos termos do art. 473
§2º do NCPC.
2. Quando a prova pericial não se mostrar suficientemente clara, o juiz não deve
deixar de pedir esclarecimentos (art. 477, §§ 2º e 3º, do NCPC) e, se for o caso, determinar
segunda perícia (art. 480 do NCPC).
3. Evidenciado que a prova técnica mostra-se insuficiente para firmar o
convencimento do Juízo, ante a sua deficiência, mister se faz a reabertura da instrução
processual.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 76 / 413
ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação para anular a sentença e determinar a realização de nova prova
pericial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00012 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0012321-35.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : SANTINA PRESCENDO ZUGNO
ADVOGADO : Ticiane Biolchi e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE NOVA PRATA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo/temporário da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento á apelação e à remessa oficial, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00013 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012991-73.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : ADELINA CAMARGO STEIN
ADVOGADO : Giana Roso
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 77 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ADICIONAL DE 25% PREVISTO NO ART. 45 DA


LEI 8.213/91. EXTENSÃO A OUTROS BENEFÍCIOS. POSSIBILIDADE.
NECESSIDADE DE DILAÇÃO PROBATÓRIA. NULIDADE DA
SENTENÇA.

1. O acréscimo de 25% previsto no art. 45 da Lei 8.213/91 também deve incidir


sobre os demais benefícios de aposentadoria quando demonstrada a necessidade de
assistência permanente de outra pessoa. Precedente da 3ª Seção.
2. A perquirição acerca da "necessidade de assistência permanente de outra
pessoa" cobra dilação probatória incompatível com o encerramento do processo sem a
realização da adequada instrução.
3. O desfecho prematuro do processo, com o julgamento do mérito sem que seja
oportunizado à parte demonstrar a sua particular situação fática, eiva o pronunciamento
judicial de nulidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar parcial
provimento à apelação para anular a sentença, determinando o retorno dos autos à origem
com o fim de que seja reaberta a fase instrutória, vencidas as Desembargadoras Federais
Salise Monteiro Sanchotene e Vânia Hack de Almeida, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00014 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013291-35.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CELI AMANDIO
ADVOGADO : Gracindo Rafael Goetz
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
NAVEGANTES/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ/AUXÍLIO-


DOENÇA. CARÊNCIA. DISPENSA.

As sequelas de AVC dispensam o cumprimento da carência quando configurada


paralisia irreversível e incapacitante, nos termos do artigo 151 da Lei 8.213/91.

ACÓRDÃO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 78 / 413
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, por não
conhecer da remessa oficial e negar provimento ao apelo do INSS, nos termos do relatório,
votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00015 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011362-64.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CLARI PASINI
ADVOGADO : Valdecir Girardi
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
ENCANTADO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA HÍBRIDA POR IDADE.


INTEGRAÇÃO DE PERÍODO DE TRABALHO RURAL AO DE
CATEGORIA DIVERSA. ART. 48, §3º DA LEI 8.213/91. CARÊNCIA E
REQUISITO ETÁRIO.

1. Os trabalhadores rurais que não atendam ao disposto no art. 48, § 2º, da Lei nº
8.213/01, mas que satisfaçam as demais condições, considerando-se períodos de contribuição
sob outras categorias do segurado, farão jus ao benefício de aposentadoria por idade ao
completarem 65 (sessenta e cinco) anos de idade, se homem, e 60 (sessenta) anos, se mulher,
conforme o disposto no art. 48, § 3º da Lei nº 8.213/91.

2. Preenchendo a parte autora o requisito etário e a carência exigida, tem direito


a concessão da aposentadoria por idade hibrida.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso do INSS para afastar o reconhecimento do labor rural, em regime de
economia familiar, no período de 05/2003 a 12/2009, bem como afastar a concessão do
benefício de aposentadoria rural por idade, tendo a parte autora direito à concessão da
aposentadoria por idade híbrida, e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicada remessa necessária no ponto,
bem como determinar o cumprimento imediato do acórdão quanto à implantação benefício,
nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 79 / 413


Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00016 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0009554-24.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
PARTE AUTORA : EREDES PERES
ADVOGADO : Scharles Ernesto Augustin
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TERRA DE
AREIA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. CORREÇÃO MONETÁRIA
E JUROS DE MORA. DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado encontrava-se incapacitado para suas atividades


habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o restabelecimento do
benefício de auxílio-doença.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo
dos juros e da correção monetária, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00017 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
2008.72.00.003182-8/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : ANA MARIA RODRIGUES DA CUNHA
ADVOGADO : Carlos Cesar Macedo Reblin
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 80 / 413


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUÍZO SUBSTITUTO DA 4A VF DE FLORIANÓPOLIS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO. INEXISTÊNCIA.
PREQUESTIONAMENTO.

1. Considerando que o julgamento do recurso ocorreu em data anterior ao


advento da Lei nº 13.105/2015, a análise e julgamento dos embargos de declaração deverão
observar o anterior regramento do Código de Processo Civil (Lei nº 5.869/1973), em respeito
ao direito subjetivo já incorporado ao seu recurso.
2. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro, são rejeitados os
embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
3. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível deve ser atacada com o remédio processual pertinente, pois o recurso de embargos de
declaração encontra-se restrito às hipóteses contidas no art. 535 do CPC/73.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00018 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002680-23.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : LORENI SANTOS DE SOUZA
ADVOGADO : Antonio Suris Simoes Pires
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS. TUTELA ESPECÍFICA. JUROS E CORREÇÃO
MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 81 / 413
para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. Os honorários advocatícios são devidos pelo INSS no percentual de 10%
sobre as parcelas vencidas até a decisão judicial concessória do benefício previdenciário
pleiteado, conforme definidos nas Súmulas nº 76 do TRF4 e nº 111 do STJ.
3. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.
4. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
5. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial, tida por interposta, dar provimento ao recurso da autora, para
fixar a verba honorária em 10% sobre as parcelas vencidas até a decisão judicial concessória
do benefício previdenciário pleiteado e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos juros e da correção monetária, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00019 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
0020888-94.2012.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : RITA CATARINA ALVES SOUZA
ADVOGADO : Helder Masquete Calixti e outros
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
ARAPONGAS/PR

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO E PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE


DECLARAÇÃO. OMISSÃO. OCORRÊNCIA.

1. Os embargos declaratórios têm o objetivo específico de provocar novo


pronunciamento judicial de caráter integrativo e/ou interpretativo nas hipóteses de omissão,
contradição ou obscuridade, a teor do art. 535 do CPC, ou então, por construção pretoriana
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 82 / 413
integrativa, corrigir erro material constatado no julgado.
2. Havendo omissão no acórdão embargado, deve ser suprida.
3. Hipótese em que foi afastada a alegação acerca da impossibilidade de
reconhecimento da qualidade de segurado especial, com a consequente concessão de pensão
por morte, diante do recebimento pelo de cujus de benefício assistencial
4. Embargos declaratórios parcialmente acolhidos, para, suprindo a omissão
apontada, agregar fundamentos ao voto condutor do acórdão, sem, contudo, alterar-lhe o
resultado.
5. Para a obtenção do benefício de pensão por morte deve a parte interessada
preencher os requisitos estabelecidos na legislação previdenciária vigente à data do óbito,
consoante iterativa jurisprudência dos Tribunais Superiores e desta Corte.
6. É incabível a transformação do benefício de amparo social em pensão por
morte em favor do cônjuge sobrevivente. Precedentes do STJ e desta Corte.
7. Contudo, a jurisprudência vem admitindo a concessão do benefício de pensão
por morte quando a parte interessada comprova que o Instituto Previdenciário incorreu em
equívoco ao conceder um benefício de natureza assistencial, quando o de cujus fazia jus a
um benefício previdenciário.
8 . In casu, restou comprovado que o falecido esposo da autora ostentava a
qualidade de segurado especial na época do óbito, o que confere à demandante o direito ao
benefício de pensão por morte postulado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, acolher, em
parte, os embargos declaratórios do INSS, para, suprindo a omissão apontada, agregar
fundamentos ao voto condutor do acórdão, sem, contudo, alterar-lhe o resultado, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00020 REEXAME NECESSÁRIO Nº 0020026-21.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
PARTE AUTORA : CATARINA NUNES DE ALMEIDA
ADVOGADO : Simao Bolivar Martins dos Santos
PARTE RÉ : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 3A VARA DA COMARCA DE
PALHOÇA/SC
APENSO(S) : 0000911-43.2012.404.0000

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA/APOSENTADORIA POR


INVALIDEZ. REQUISITOS. INCAPACIDADE. COMPROVAÇÃO.

1. Quatro são os requisitos para a concessão do benefício em tela: (a) qualidade


de segurado do requerente; (b) cumprimento da carência de 12 contribuições mensais; (c)
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 83 / 413
superveniência de moléstia incapacitante para o desenvolvimento de qualquer atividade que
garanta a subsistência; e (d) caráter definitivo da incapacidade.
2. Hipótese em que restou comprovada a incapacidade laborativa.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à remessa oficial e, de ofício, determinar a implantação do benefício, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00021 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0005128-66.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : SERGIO MORAS
ADVOGADO : Jonas Calvi
: Rafaela Calvi Echer
: Jorge Calvi
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


TRABALHADOR RURAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao apelo, determinando a imediata implantação do benefício, nos termos do

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 84 / 413


relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00022 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011322-82.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JUNARA INES KRAUSPENHAAR
ADVOGADO : Vilson Ademir Nienow

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA RURAL POR IDADE.


SEGURADO ESPECIAL. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL, COMPLEMENTADA POR PROVA
TESTEMUNHAL. DESCONTINUIDADE.

1. É devido o benefício de aposentadoria rural por idade, nos termos dos


artigos 11, VII, 48, § 1º e 142, da Lei nº 8.213/1991, independentemente do recolhimento de
contribuições quando comprovado o implemento da idade mínima (sessenta anos para o
homem e cinquenta e cinco anos para a mulher) e o exercício de atividade rural por tempo
igual ao número de meses correspondentes à carência exigida, mediante início de prova
material complementada por prova testemunhal idônea.
2. O artigo 145 da IN 45/2010, do INSS, estabelece tão somente dois
pressupostos para a concessão de aposentadoria por idade rural no caso de comprovação de
desempenho de atividade urbana entre períodos de atividade rural, com ou sem perda da
qualidade de segurado: (a) completar o número de meses igual ao período de carência
exigido para a concessão do benefício e (b) esteja em efetivo exercício da atividade rural à
época do requerimento administrativo.
3. Hipótese em que a parte autora preencheu os requisitos necessários à
concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação do INSS e à remessa oficial, tida por interposta, bem como
determinar a imediata implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00023 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001390-07.2015.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : JANE TERESINHA MARTINS DA SILVA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 85 / 413


ADVOGADO : Mario Lair de Souza
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE ESPECIAL. AVERBAÇÃO.


APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS
NÃO PREENCHIDOS.

1. Até 28/04/1995 é admissível o reconhecimento da especialidade por


categoria profissional ou por sujeição a agentes nocivos, aceitando-se qualquer meio de
prova (exceto para ruído); a partir de 29/04/1995 não mais é possível o enquadramento por
categoria profissional, devendo existir comprovação da sujeição a agentes nocivos por
qualquer meio de prova até 05/03/1997 e, a partir de então, por meio de formulário embasado
em laudo técnico, ou por meio de perícia técnica.
2. Trabalho em locais de armazenagem de químicos inflamáveis/explosivos é de
se computar como especial, em face da sujeição aos riscos naturais da estocagem de
combustível no local. Inteligência da Súmula 198 do TFR.
3. Deixa-se de conceder o benefício da aposentadoria por tempo de
contribuição, seja integral, seja proporcional, por não restarem preenchidos os requisitos
legais. Determina-se ao INSS a averbação dos períodos de tempo de serviço considerados
especiais.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao apelo da parte autora, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00024 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0014152-21.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CRISTIANE LUISA HENKES
ADVOGADO : Ricardo Luis Granich e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE TRÊS PASSOS/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. SALÁRIO-MATERNIDADE. CONDIÇÃO DE


SEGURADA DEMONSTRADA.

Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 86 / 413
Existindo início razoável de prova material, corroborado por prova testemunhal,
de que a autora exercia atividade agrícola no período correspondente à carência, estão
presentes os requisitos legais para a concessão do benefício de salário-maternidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00025 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0019344-66.2015.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ
APELANTE : TEREZINHA MARTINS RODRIGUES
ADVOGADO : Deyvid William Philippi Nazario e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. PERÍCIA MÉDICA JUDICIAL.


NECESSIDADE.
1. A prova pericial não pode ser desprezada, uma vez que objetiva demonstrar
quais as atividades realizadas e as reais condições de trabalho da segurada, requisitos
necessários para se obter um juízo de certeza a respeito da situação fática colocada perante o
juízo.
2. Sem a presença da referida prova, não há como examinar e aferir os requisitos
necessários à concessão do benefício previdenciário requerido.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, anular a
sentença, a fim de determinar a realização de perícia médica, julgando prejudicado o
exame do apelo, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00026 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003514-65.2012.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : FRANCISCO LORENZI NETO
ADVOGADO : Maycon Martins da Rosa

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 87 / 413


REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE LAURO MULLER/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. REVISÃO DE BENEFÍCIO. AUXÍLIO-DOENÇA


ACIDENTÁRIO. COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. AUXÍLIO-
DOENÇA. RENDA MENSAL INICIAL. ARTIGO 29, II, DA LEI Nº
8.213/91. MEDIDA PROVISÓRIA 242/2005. INAPLICABILIDADE.
PRESCRIÇÃO. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIMENTO.
TUTELA ESPECÍFICA.

1. Por força da exceção constitucional prevista no art. 109, I, da CF, e nos


termos da Súmula 15 do STJ e do entendimento consolidado dos Tribunais Superiores, a
competência para processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do trabalho, inclusive
as ações revisionais de beneficio acidentário, é da Justiça Estadual.
2. Mantida a competência desta Corte para o julgamento do benefício
previdenciário.
3. Tratando-se de cumulação de pedidos de competência de Justiças diversas
(Justiça Estadual e Justiça Federal), impõe-se a cisão do processo.
4. Em se tratando de obrigação de trato sucessivo, e de verba alimentar, não há
falar em prescrição do fundo de direito; contudo, consideram-se prescritas as parcelas
vencidas antes do quinquênio que antecede a propositura da ação
5. Para os benefícios por incapacidade concedidos após a vigência da Lei nº
9.876/99, o salário-de-benefício consistirá na média dos maiores salários de contribuição
correspondentes a oitenta por cento do período contributivo.
6. A Medida Provisória 242/2005 teve sua eficácia extirpada do ordenamento
jurídico.
7. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
8. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
9. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação da revisão do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos
fundados no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso e à remessa oficial para reconhecer a incompetência desta Corte para
julgamento do pedido relacionado ao auxílio-doença acidentário, com determinação de cisão
do processo, devendo a Secretaria providenciar a extração das cópias e encaminhar o feito,
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 88 / 413
ainda, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais e determinar
o cumprimento imediato do acórdão quanto à revisão do benefício, nos termos do relatório,
votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1524/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006768-41.2015.4.04.9999/RS


RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JOSÉ CARLOS AGNOLETTO
ADVOGADO : Gustavo Mezzomo

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSO CIVIL. PROVA PERICIAL


ANTECIPADA. LAUDO PERICIAL DESFAVORÁVEL. DESISTÊNCIA DA
AÇÃO. IMPOSSIBILIDADE. VIOLAÇÃO À BOA-FÉ PROCESSUAL.
NECESSIDADE DE COMPLEMENTAÇÃO.

1. É defeso à parte autora valer-se da hipótese do art. 267, §4º do CPC/1973,


quando a desistência da ação tiver sido requerida após a produção da prova pericial e antes
da citação do réu sob pena de afronta à boa-fé processual.
2. Não se mostrando o processo apto a julgamento, deve o mesmo retornar à
instância de origem para complementação da prova pericial.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 89 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS para o fim de anular a sentença extintiva proferida pelo juízo
a quo, devendo os autos retornar à primeira instância para prosseguimento, inclusive com
complementação da prova pericial, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00002 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001804-73.2013.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ANTONIO RODRIGUES DOS SANTOS
ADVOGADO : Maria Cristina Ferrari da Silva e outro

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. REVISÃO DE BENEFÍCIO. APOSENTADORIA POR


TEMPO DE SERVIÇO. CONTAGEM DE TEMPO DE SERVIÇO
POSTERIOR A 16/12/1998. BENEFÍCIO CALCULADO SEGUNDO AS
NORMAS VIGENTES ANTES DO ADVENTO DA EC 20/98.
IMPOSSIBILIDADE. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA.
DIFERIMENTO. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. CUSTAS. TUTELA
ESPECÍFICA.

1. Em se tratando de obrigação de trato sucessivo e de verba alimentar, não há


falar em prescrição do fundo de direito; contudo, consideram-se prescritas as parcelas
vencidas antes do quinquênio que antecede a propositura da ação, conforme os termos do
parágrafo único do art. 103 da Lei 8.213/91 e da Súmula 85/STJ.
2. Concedido o benefício segundo regramento anterior à EC nº 20/98, não é
possível a revisão para incluir tempo de contribuição implementado posteriormente. Se o
segurado quer agregar tempo posterior à EC nº 20/98 não pode pretender a incidência da
legislação anterior aos referidos normativos, pois estaria, neste caso, se valendo de regime
híbrido, com aproveitamento das novas regras sem que observadas as restrições por elas
trazidas.
3. É possível, todavia, o cálculo do benefício segundo as regras permanentes
(EC nº 20/98), considerando que a pretensão do autor é de que seja concedida aposentadoria
integral, uma vez que somava, na DER, mais de 35 anos de tempo de contribuição.
4. Nos termos da Súmula 76 do TRF4 e 111 do STJ, os honorários advocatícios
são devidos no percentual de 10% sobre as parcelas vencidas até a sentença.
5. Há isenção do pagamento de custas processuais pela Autarquia
Previdenciária em demandas ajuizadas na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul (art. 11 da
Lei nº 8.121/85, com a redação dada pela Lei nº 13.471/2010).
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 90 / 413
6. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação da revisão do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos
fundados no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação e à remessa oficial para o fim de declarar que estão prescritas as
parcelas anteriores aos cinco anos do ajuizamento da ação, fixar a verba honorária de acordo
com as Súmulas 76 do TRF4 e 111 do STJ, isentar o INSS do pagamento das custas
processuais; ainda, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais
e determinar o cumprimento imediato do acórdão quanto à revisão do benefício, nos termos
do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008984-38.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : EDEMAR LUIZ DE CASTRO
ADVOGADO : Bruna Oliveira Cardoso
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE TOTAL E TEMPORÁRIA COMPROVADA. CABIMENTO
DESDE A INDEVIDA SUSPENSÃO. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovado que na data da suspensão o segurado permanecia incapacitado,


pela mesma patologia que deu origem ao benefício, é devido o restabelecimento do auxílio-
doença desde o indevido cancelamento.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 91 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação da autora, dar parcial provimento à apelação do INSS e à remessa
oficial para isentar a autarquia do pagamento das custas e, de ofício, diferir para a fase de
execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando prejudicado o recurso do INSS
e a remessa oficial, no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010072-14.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : EUCLIDES BERNARDY
ADVOGADO : José Antonio Schuster
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ARROIO DO TIGRE/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


CONVERSÃO EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. INCAPACIDADE
LABORAL COMPROVADA. TUTELA ESPECÍFICA. CONSECTÁRIOS
LEGAIS. ACORDO EM ÂMBITO RECURSAL. POSSIBILIDADE.

1. Comprovado que o segurado encontrava-se totalmente incapacitado para suas


atividades habituais como lavrador quando da cessação do pagamento administrativo, é
devido o restabelecimento do benefício de auxílio-doença com sua conversão em
aposentadoria por invalidez.
2. Diante da concordância expressa da parte autora com a forma de cálculo do
valor devido proposta pela autarquia, é cabível a homologação do acordo quanto ao ponto
para que o título judicial observe a transação realizada pelas partes em âmbito recursal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e homologar o acordo realizado pelas partes, nos termos do art.
269, III, do CPC/1973, no que tange à forma de cálculo dos juros e da correção monetária do
valor devido, a qual deverá observar o disposto no art. 1º-F da Lei 9.494/97, homologando,
ainda, a desistência do recurso do INSS, bem como determinar o imediato cumprimento do

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acórdão no tocante à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00005 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
0012342-79.2014.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : NATALINA ANTUNES
ADVOGADO : Fernanda Andreia Alino Carioca
: Vagner Alino Carioca
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ASSAI/PR

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ATRIBUIÇÃO


DE EFEITOS INFRINGENTES EM SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS.
POSSIBILIDADE. OBSERVÂNCIA DOS PRINCÍPIOS DA CELERIDADE,
EFICIÊNCIA E DURAÇÃO RAZOÁVEL DO PROCESSO. DECISÃO
FUNDADA EM PREMISSA EQUIVOCADA. CERCEAMENTO DE
DEFESA. PROCESSO ELETRÔNICO. ÁUDIO DEPOIMENTO PESSOAL.
OCORRÊNCIA. REABERTURA DO PRAZO RECURSAL.

1. Cabem embargos de declaração quando na decisão prolatada houver


obscuridade, contradição, omissão ou, por construção pretoriana integrativa, erro material.
Assim, os embargos de declaração não visam a um novo julgamento da causa, mas tão
somente ao aperfeiçoamento do decisório já proferido.
2. Em situações excepcionais, podem ser atribuídos efeitos infringentes aos
embargos de declaração, em atenção aos princípios da economia processual, da duração
razoável do processo e da eficiência, bem assim em prol da manutenção do prestígio devido
ao Poder Judiciário, que só tem a perder com o trânsito em julgado de acórdãos cuja rescisão
ou nulidade se antevê desde já.
3. Os embargos declaratórios são admissíveis para a correção de premissa
equivocada de que haja partido a decisão embargada.
4. Presente decisão fundamentada em premissa equivocada, impõe-se o
provimento dos embargos de declaração, para promover a correção do julgado.
5. Deve ser disponibilizado em meio eletrônico o áudio do depoimento
testemunhal para que o INSS possa exercer a plenitude de sua defesa no curso do processo,
nos termos da legislação que regulamenta o processo eletrônico.
6. Inocorrência de nulidade da sentença, tendo em vista que as alegações finais
foram oportunizadas em audiência, para cuja designação foi regularmente intimado o INSS e
não se fez presente.
7. Após a sentença, como a prova oral não foi acostada nos autos eletrônicos,
seja mediante inserção da mídia digital, seja por meio de degravação da audiência de
instrução, restou cerceado o direito no que respeita à adequada insurgência quanto à
sentença.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 93 / 413


8. Oportuniza-se o acesso ao conteúdo da mídia já acostado nestes autos e a
reabertura do prazo para interposição do recurso de apelação, restando prejudicado o exame
do mérito recursal.
9. Embargos de declaração acolhidos, com atribuição de efeitos modificativos.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento aos embargos de declaração opostos pela parte autora, para, atribuindo-lhes
efeitos infringentes, corrigir erro material, acolhendo a preliminar de cerceamento do direito
de defesa, a fim de oportunizar o acesso ao conteúdo da mídia já acostado nestes autos e a
reabertura do prazo para interposição do recurso de apelação, restando prejudicado o exame
do mérito recursal, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00006 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0022132-87.2014.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JUVENAL MARTINS DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Zoe Noily Dresseno

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO E PROCESSUAL CIVIL. REEXAME NECESSÁRIO.


APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS LEGAIS.
COMPROVAÇÃO. RECONHECIMENTO DO EXERCÍCIO DE ATIVIDADE ESPECIAL.
CONVERSÃO DO TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL EM COMUM. TUTELA ESPECÍFICA.
1. Fixada pelo STJ a obrigatoriedade do reexame de sentença ilíquida proferida
contra a União, Estados, Distrito Federal e Municípios e as respectivas autarquias e
fundações de direito público na REsp 1101727/PR, a previsão do art. 475 do CPC torna-se
regra, admitido o seu afastamento somente nos casos em que o valor da condenação seja
certo e não exceda a sessenta salários mínimos.
2. Comprovado o exercício de atividade especial, conforme os critérios
estabelecidos na lei vigente à época do exercício, o segurado tem direito adquirido ao
cômputo do tempo de serviço como tal, e ao acréscimo decorrente da sua conversão em
tempo comum, utilizado o fator de conversão previsto na legislação aplicada na data da
concessão do benefício.
2. Até 28.4.1995, é admissível o reconhecimento da especialidade do trabalho
por categoria profissional; a partir de 29.4.1995, necessária a demonstração da efetiva
exposição, de forma não ocasional nem intermitente, a agentes prejudiciais à saúde, por
qualquer meio de prova; e, a contar de 6.5.1997 a comprovação deve ser feita por formulário-
padrão embasado em laudo técnico ou por perícia técnica.
3. Em relação ao reconhecimento da especialidade de atividades penosas, há
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 94 / 413
que assentar alguns pontos, a saber: (1) a Constituição da República valoriza especialmente o
trabalho insalubre, o penoso e o perigoso; (2) a valorização do trabalho insalubre está
assentada pela legislação e pela jurisprudência mediante parâmetros probatórios
estabelecidos (inicialmente, enquadramento profissional, depois, perícia); (3) a valorização
do trabalho perigoso, por sua vez, faz-se mediante a identificação jurisprudencial de
determinadas condições de trabalho (por exemplo, casos do eletricitário e do vigilante
armado); (4) a valorização do trabalho penoso, por sua vez, não só não pode ser ignorada,
como deve dar-se mediante o reconhecimento de determinadas condições, procedimento já
sedimentado quanto ao trabalho perigoso.
4. Assim como as máximas da experiência são suficientes para o
reconhecimento jurisprudencial da periculosidade de certas atividades, também o são quanto
ao trabalho penoso.
5. A atividade de motorista se reveste, via de regra, de considerável penosidade
para aqueles que a executam, mostrando-se absolutamente injustificada e desproporcional
qualquer espécie de relativização quanto à caracterização da penosidade como elemento
autorizador do reconhecimento de que determinada atividade laboral é especial, sob pena de
se esvaziar a proteção constitucional estabelecida em relação ao tema.
6. Implementados os requisitos de tempo de contribuição e carência, é devida a
aposentadoria por tempo de contribuição.
7. Havendo o feito tramitado perante a Justiça Estadual de Santa Catarina, deve
a autarquia responder por metade das custas devidas, consoante a Lei Complementar nº
156/97 desse Estado, na redação dada pela Lei Complementar nº 161/97.
8. O cumprimento imediato da tutela específica independe de requerimento
expresso do segurado ou beneficiário, e o seu deferimento sustenta-se na eficácia
mandamental dos provimentos fundados no art. 461 do CPC/1973, bem como nos artigos 497,
536 e parágrafos e 537 do CPC/2015.
9. A determinação de implantação imediata do benefício, com fundamento nos
artigos supracitados, não configura violação dos artigos 128 e 475-O, I, do CPC/1973 e 37 da
CF/1988.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao apelo do INSS e à remessa oficial, e determinar a implantação imediata do
benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00007 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003304-77.2013.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : SADY STANGHERLIN
ADVOGADO : Paulo Afonso Colombelli

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 95 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. APOSENTADORIA POR


TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS LEGAIS. TEMPO DE
SERVIÇO URBANO. CTPS. CONTRIBUINTE INDIVIDUAL. BENEFÍCIO
CONCEDIDO. TERMO INICIAL. PRESCRIÇÃO QUINQUENAL. TUTELA
ESPECÍFICA.

1. Fixada pelo STJ a obrigatoriedade do reexame de sentença ilíquida proferida


contra a União, Estados, Distrito Federal e Municípios e as respectivas autarquias e
fundações de direito público na REsp 1101727/PR, a previsão do art. 475 do CPC torna-se
regra, admitido o seu afastamento somente nos casos em que o valor da condenação seja
certo e não exceda a sessenta salários mínimos.
2. Mantendo-se a sentença adstrita aos limites da demanda proposta, não se
caracteriza julgamento extra petita.
3 . As anotações constantes da CTPS gozam de presunção juris tantum do
vínculo empregatício, salvo alegada fraude, do que não se cuida na espécie.
4. Os carnês comprovam os recolhimentos na qualidade de contribuinte
individual, não havendo razão para não computar o respectivo intervalo como tempo de
serviço.
5. Implementados os requisitos de tempo de contribuição e carência, é devida a
aposentadoria por tempo de contribuição desde a data da entrada do requerimento
administrativo, observada a incidência dos efeitos da prescrição quinquenal (Súmula 85 do
STJ).
6. O cumprimento imediato da tutela específica independe de requerimento
expresso do segurado ou beneficiário, e o seu deferimento sustenta-se na eficácia
mandamental dos provimentos fundados no art. 461 do CPC/1973, bem como nos artigos 497,
536 e parágrafos e 537 do CPC/2015.
7. A determinação de implantação imediata do benefício, com fundamento nos
artigos supracitados, não configura violação dos artigos 128 e 475-O, I, do CPC/1973 e 37 da
CF/1988.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação e à remessa oficial, determinando a imediata implantação do
benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00008 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0021442-58.2014.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : NELSON MAYER
ADVOGADO : Ramon Bornholdt dos Santos

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 96 / 413


REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE GRAMADO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE


CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO. TEMPO DE
SERVIÇO URBANO. RECONHECIMENTO DO EXERCÍCIO DE
ATIVIDADE ESPECIAL. CONVERSÃO DO TEMPO DE SERVIÇO
ESPECIAL EM COMUM. AGENTE NOCIVO RUÍDO. CORREÇÃO
MONETÁRIA E JUROS DE MORA. DIFERIMENTO. TUTELA
ESPECÍFICA.

1. As anotações constantes da CTPS gozam de presunção juris tantum do


vínculo empregatício, salvo alegada fraude, do que não se cuida na espécie.
2. Comprovado o exercício de atividade especial, conforme os critérios
estabelecidos na lei vigente à época do exercício, o segurado tem direito adquirido ao
cômputo do tempo de serviço como tal, e ao acréscimo decorrente da sua conversão em
tempo comum, utilizado o fator de conversão previsto na legislação aplicada na data da
concessão do benefício.
3. Até 28.04.1995, é admissível o reconhecimento da especialidade do trabalho
por categoria profissional; a partir de 29.04.1995, necessária a demonstração da efetiva
exposição, de forma não ocasional nem intermitente, a agentes prejudiciais à saúde, por
qualquer meio de prova; e, a contar de 06.05.1997 a comprovação deve ser feita por
formulário-padrão embasado em laudo técnico ou por perícia técnica.
4. O uso de EPIs (equipamentos de proteção), por si só, não basta para afastar o
caráter especial das atividades desenvolvidas pelo segurado. Seria necessária uma efetiva
demonstração da elisão das consequências nocivas, além de prova da fiscalização do
empregador sobre o uso permanente dos dispositivos protetores da saúde do obreiro durante
toda a jornada de trabalho.
5. Considera-se especial a atividade desenvolvida com exposição a ruído
superior a 80 dB até 05.3.1997; superior a 90 dB entre 06.3.1997 a 18.11.2003 e superior a 85
dB a partir de 19.11.2003 (REsp 1.398.260). Persiste a condição especial do labor, mesmo
com a redução do ruído aos limites de tolerância pelo uso de EPI.
6. Para atividades exercidas até a data da publicação da MP 1.729, de 2 de
dezembro de 1998, convertida na Lei 9.732, de 11 de dezembro de 1998, que alterou o § 2º
do artigo 58 da Lei 8.213/1991, a utilização de equipamentos de proteção individual (EPI) é
irrelevante para o reconhecimento das condições especiais, prejudiciais à saúde ou à
integridade física do trabalhador.
7. Implementados os requisitos de tempo de contribuição e carência, é devida a
aposentadoria por tempo de contribuição.
8. A definição dos índices de correção monetária e juros de mora deve ser
diferida para a fase de cumprimento do julgado.
9. Havendo o feito tramitado perante a Justiça Estadual do Rio Grande do Sul, o
INSS está isento do pagamento de custas, consoante o disposto no art. 11 da Lei Estadual n.
8.121/85, na redação dada pela Lei n. 13.471, de 23 de junho de 2010.
10. O cumprimento imediato da tutela específica independe de requerimento
expresso do segurado ou beneficiário, e o seu deferimento sustenta-se na eficácia
mandamental dos provimentos fundados no art. 461 do CPC/1973, bem como nos artigos 497,
536 e parágrafos e 537 do CPC/2015.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 97 / 413


11. A determinação de implantação imediata do benefício, com fundamento nos
artigos supracitados, não configura violação dos artigos 128 e 475-O, I, do CPC/1973 e 37 da
CF/1988.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à remessa oficial e ao apelo do INSS, e determinar a implantação imediata do
benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00009 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002868-21.2013.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CELSO CAMPOS
ADVOGADO : Ivan Rogerio da Silva

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. EXERCÍCIO DE ATIVIDADE


RURAL EM REGIME DE ECONOMIA FAMILIAR. AUSÊNCIA DE PROVA
TESTEMUNHAL. IMPRESCINDIBILIDADE. ANULAÇÃO DA SENTENÇA.
REABERTURA DA INSTRUÇÃO PROCESSUAL.

1. A regra geral para comprovação do tempo de atividade rural, nos termos do


artigo 55, § 3º, da Lei nº 8.213/91, exige, pelo menos, início de prova material
complementado por prova testemunhal idônea (REsp 1.133.863 - DJe 15/04/11).
2. A prova testemunhal, em se tratando de benefício devido a trabalhador
agrícola, é essencial à comprovação da atividade, uma vez que se presta a corroborar o início
de prova material apresentado
3. As ações de natureza previdenciária têm nítido caráter social, em face da
notória hipossuficiência daqueles que as exercitam, devendo ser relativizado o rigorismo
processual no que concerne à produção da prova necessária à demonstração do direito
alegado.
4. Hipótese em que se determina a reabertura da instrução processual,
possibilitando à parte autora a oportunidade de fornecer ao Juízo a prova testemunhal que
corrobore o início de prova material acostado aos autos.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 98 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, anular a
sentença, de ofício, determinando o retorno dos autos à origem para que seja oportunizada a
produção de prova testemunhal, restando prejudicada, por ora, a apreciação dos demais
pontos controvertidos, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00010 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004640-53.2012.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : RENILDA MARIA SPULDARO
ADVOGADO : Geonir Edvard Fonseca Vincensi
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 543-C, §7º, II, do CPC/1973.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00011 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013332-02.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : RENI REINSTEIN
ADVOGADO : Guilherme Schimmock
: Marcio Cesar Sbaraini
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TRÊS PASSOS/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 99 / 413


TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL. TEMPO URBANO. REQUISITOS
CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.
1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado
especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Implementados os requisitos, a parte autora tem direito a concessão da
aposentadoria por tempo de serviço/contribuição integral.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial, tida por interposta, e, de ofício, diferir-se
para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando
prejudicado o recurso e a remessa necessária, tida por interposta, no ponto, bem como
determinar o cumprimento imediato do acórdão quanto à implantação do benefício, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00012 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0015407-
19.2013.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : GENI ZIMMERMANN
ADVOGADO : Igor Leandro Sá

EMENTA

PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO.


INEXISTÊNCIA. PREQUESTIONAMENTO.
1. Ausentes as omissões são rejeitados os embargos declaratórios, que não
servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível não caracteriza omissão, devendo ser atacada pelo meio processual idôneo, e não
pela via estreita dos embargos de declaração.
3. Mesmo para fins de prequestionamento, os embargos de declaração têm suas
hipóteses de cabimento traçadas no art. 535 do CPC/73.
4. Para fins de recurso extraordinário, resta perfectibilizado o acesso à via
excepcional por meio da oposição de embargos de declaração pleiteando o
prequestionamento dos dispositivos constitucionais, ainda que os aclaratórios sejam
desacolhidos.

ACÓRDÃO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 100 / 413
ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Colenda 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento aos embargos de declaração, apenas para fins de prequestionamento, com
acréscimo de fundamentação, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00013 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008759-18.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : VALDIR ANTÔNIO ZANELLA
ADVOGADO : Edmar Mattuella e outros

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE


CONTRIBUIÇÃO. TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL.
TEMPO URBANO. REQUISITOS CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.

1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado


especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Implementados os requisitos, a parte autora tem direito a concessão da
aposentadoria por tempo de serviço/contribuição integral.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso e à remessa oficial, tida por interposta, para isentar a autarquia
previdenciária do pagamento de custas e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicado o recurso do INSS e a
remessa necessária, no ponto, bem como determinar o cumprimento imediato do acórdão
quanto à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00014 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0009505-80.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : VERANI MARIA CILIATO MORI
ADVOGADO : Solange Raquel Haack de Castro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 101 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL. TEMPO URBANO. REQUISITOS
CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.
1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado
especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Implementados os requisitos, a parte autora tem direito à concessão da
aposentadoria por tempo de serviço/contribuição integral.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso da parte autora para reconhecer o tempo de serviço do labor rural, do
período compreendido entre 27/05/1970 a 30/07/1973, consequentemente, condenar o INSS
na concessão da aposentadoria por tempo de contribuição, e, de ofício, diferir para a fase de
execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, bem como determinar o
imediato cumprimento do acórdão quanto à implantação do beneficio, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00015 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0017359-96.2014.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : IVO GONCALVES DA SILVA
ADVOGADO : Raul Antonio Schmitz e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO. TEMPO DE SERVIÇO RURAL EM REGIME DE
ECONOMIA FAMILIAR. TEMPO DE SERVIÇO URBANO. RECONHECIMENTO DO
EXERCÍCIO DE ATIVIDADE ESPECIAL. AGENTE NOCIVO RUÍDO. TUTELA
ESPECÍFICA. CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. DIFERIMENTO.
. Fixada pelo STJ a obrigatoriedade do reexame de sentença ilíquida proferida
contra a União, Estados, Distrito Federal e Municípios e as respectivas autarquias e
fundações de direito público na REsp 1101727/PR, a previsão do art. 475 do CPC torna-se
regra, admitido o seu afastamento somente nos casos em que o valor da condenação seja
certo e não exceda a sessenta salários mínimos
. É possível o aproveitamento do tempo de serviço rural até 31-10-1991
independentemente do recolhimento das contribuições previdenciárias, exceto para efeito de
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 102 / 413
carência.
. Considera-se provada a atividade rural do segurado especial havendo início de
prova material complementado por idônea prova testemunhal.
. Comprovado o exercício de atividade especial, conforme os critérios
estabelecidos na lei vigente à época do exercício, o segurado tem direito adquirido ao
cômputo do tempo de serviço como tal, e ao acréscimo decorrente da sua conversão em
tempo comum, utilizado o fator de conversão previsto na legislação aplicada na data da
concessão do benefício.
. Até 28.4.1995, é admissível o reconhecimento da especialidade do trabalho
por categoria profissional; a partir de 29.4.1995, necessária a demonstração da efetiva
exposição, de forma não ocasional nem intermitente, a agentes prejudiciais à saúde, por
qualquer meio de prova; e, a contar de 6.5.1997 a comprovação deve ser feita por formulário-
padrão embasado em laudo técnico ou por perícia técnica.
. Considera-se especial a atividade desenvolvida com exposição a ruído
superior a 80 dB até 05.3.1997; superior a 90 dB entre 06.3.1997 a 18.11.2003 e superior a 85
dB a partir de 19.11.2003 (REsp 1.398.260).
. Implementados os requisitos de tempo de contribuição e carência, é devida a
aposentadoria por tempo de contribuição.
. A definição dos índices de correção monetária e juros de mora deve ser
diferida para a fase de cumprimento do julgado
. Havendo o feito tramitado perante a Justiça Estadual do Rio Grande do Sul, o
INSS está isento do pagamento de custas, consoante o disposto no art. 11 da Lei Estadual n.
8.121/85, na redação dada pela Lei n. 13.471, de 23 de junho de 2010.
. O cumprimento imediato da tutela específica independe de requerimento
expresso do segurado ou beneficiário, e o seu deferimento sustenta-se na eficácia
mandamental dos provimentos fundados no art. 461 do CPC/1973, bem como nos artigos 497,
536 e parágrafos e 537 do CPC/2015.
. A determinação de implantação imediata do benefício, com fundamento nos
artigos supracitados, não configura violação dos artigos 128 e 475-O, I, do CPC/1973 e 37 da
CF/1988.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação da parte autora, negar provimento à apelação do INSS e à remessa
oficial, determinando a imediata implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00016 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0004359-
68.2010.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : ALOISIO CAMILO SCHERER
ADVOGADO : Jose Luiz Wuttke

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 103 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITOS


INFRINGENTES. POSSIBILIDADE. SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS.
OMISSÃO. EXISTÊNCIA.

1. Em situações excepcionais é possível atribuir efeitos infringentes ao julgado,


em respeito aos princípios da economia processual, da razoável duração do processo, e da
eficiência.
2. Na hipótese, existente a omissão, pela ausência de apreciação de
manifestação da parte autora apresentada antes da sessão de julgamento.
3. Comprovada a exposição nociva a agentes químicos por laudo técnico da
empresa, é mantido o tempo especial reconhecido em sentença.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento aos embargos de declaração da parte autora, atribuindo-lhes efeitos infringentes,
para manter o reconhecimento do tempo especial no período de 06/03/97 a 28/05/98, e
revogar a determinação do cumprimento imediato do acórdão quanto à implantação do
benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00017 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0018065-79.2014.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : AIRTON LEONHARDT
ADVOGADO : Anelise Leonhardt Porn
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. TEMPO ESPECIAL. AGENTE NOCIVO RUÍDO.


AGENTES QUÍMICOS. HIDROCARBONETOS. EPI. JULGAMENTO
PELO STF EM REPERCUSSÃO GERAL. APOSENTADORIA POR
TEMPO DE SERVIÇO/CONTRIBUIÇÃO. REVISÃO. REQUISITOS.
DIREITO ADQUIRIDO AO MELHOR BENEFÍCIO. JUROS
MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS. TUTELA
ESPECÍFICA.

1. Comprovada a exposição do segurado a agente nocivo, na forma exigida pela


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 104 / 413
legislação previdenciária aplicável à espécie, possível reconhecer-se a especialidade da
atividade laboral por ele exercida.
2. No período anterior a 06/03/1997, para fins de caracterização da
especialidade do labor em razão da exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de
80dB, conforme código 1.1.6 do Quadro Anexo do Decreto nº 53.831/64. No período entre
06/03/1997 e 18/11/2003, para fins de caracterização da especialidade do labor em razão da
exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de 90dB, conforme código 2.0.1 do
Anexo IV do Decreto n. 2.172/97 e código 2.0.1 do Anexo IV do Decreto n. 3.048/99, este na
redação original. A partir da vigência do Decreto n. 4.882/2003, que alterou a redação do
código 2.0.1 Anexo IV do Decreto nº 3.048/99, aplica-se o limite de nível de ruído de 85dB.
3. Os riscos ocupacionais gerados pela exposição a agentes químicos não
requerem a análise quantitativa de concentração ou intensidade máxima e mínima no
ambiente de trabalho, dado que são caracterizados pela avaliação qualitativa.
4. No que tange aos hidrocarbonetos, os riscos ocupacionais gerados pelos
agentes químicos não requerem a análise quantitativa de sua concentração ou intensidade
máxima e mínima no ambiente de trabalho, dado que são caracterizados pela avaliação
qualitativa.
5. O uso de equipamentos de proteção individual - EPI, no caso de exposição a
ruído, ainda que reduza os níveis do agente físico a patamares inferiores aos previstos na
legislação previdenciária, não descaracteriza a especialidade do labor. Quanto aos demais
agentes, o uso de EPI somente descaracteriza a atividade em condições especiais se
comprovada, no caso concreto, a real efetividade, suficiente para afastar completamente a
relação nociva a que o empregado se submete. Entendimento em consonância com o
julgamento pelo STF do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) n. 664.335, com
repercussão geral reconhecida (tema n. 555).
6. Segundo decisão do Plenário do Egrégio STF (RE nº 630501), o segurado do
regime geral de previdência social tem direito adquirido ao benefício calculado de modo
mais vantajoso, sob a vigência da mesma lei, consideradas todas as datas em que o direito
poderia ter sido exercido, desde quando preenchidos os requisitos para a jubilação.
7. Implementados os requisitos, a parte autora tem direito à revisão da
aposentadoria por tempo de serviço/contribuição, conforme RMI mais vantajosa, com
pagamento desde a DER, respeitada a prescrição quinquenal.
8. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
9. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
10. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto
à implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos
fundados no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 105 / 413


Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao Agravo Retido e ao recurso de apelação interpostos pelo INSS, bem como à
remessa oficial tida por interposta; dar parcial provimento ao recurso da parte autora no
tocante aos honorários sucumbenciais e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos consectários legais e determinar o cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação da nova RMI, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00018 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0008019-60.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CLARICE DE QUADROS BAUNGRAT
ADVOGADO : John Carlos Sippert e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE CAMPO
NOVO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE TOTAL E TEMPORÁRIA COMPROVADA. MARCO
INICIAL. JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA.
DIFERIDOS.

1. Comprovado que a segurada encontra-se incapacitada para sua atividade


habitual, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão do auxílio-doença desde o
indeferimento na via administrativa.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação e à remessa oficial, para fixar o termo inicial do auxílio-doença na
data do indeferimento administrativo, em 29/09/2012, isentar a Autarquia do pagamento das
custas, e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais,
julgando prejudicado o recurso e a remessa no ponto, nos termos do relatório, votos e notas
taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 106 / 413
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00019 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0008795-94.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : NERI FELIZARDO MACHADO
ADVOGADO : Sullivan Scotti
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
ORLEANS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. CONCESSÃO. CONVERSÃO


EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. INCAPACIDADE LABORAL
COMPROVADA. NATUREZA DA ENFERMIDADE. CONDIÇÕES
PESSOAIS DO AUTOR. TUTELA ESPECÍFICA.

1. Comprovado que o segurado encontrava-se temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais como pedreiro quando do requerimento administrativo, é
devida a concessão do benefício de auxílio-doença.
2. Converte-se o benefício em aposentadoria por invalidez, desde a data da
perícia judicial, porquanto comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para
o exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, considerando suas
condições pessoais de idade, escolaridade e qualificação profissional.
3. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e ao recurso do INSS, assim como dar provimento ao recurso de
apelação da parte autora para determinar a conversão do benefício de auxílio-doença,
concedido desde o requerimento administrativo, 05/01/2012, em aposentadoria por invalidez,
a partir da data de realização da perícia judicial, 29/05/2013, bem como, de ofício, determinar
o imediato cumprimento do acórdão no tocante à implantação do benefício e diferir para a
fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando prejudicado o recurso
no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00020 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0019505-76.2015.4.04.9999/SC
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 107 / 413
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : EMMA LEONIDA BONISSONI DEBORTOLI
ADVOGADO : Bernardo Ibagy Pacheco

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para o exercício


de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez, desde o requerimento administrativo.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial tida por interposta e, de ofício, diferir para
a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando
prejudicada a remessa necessária no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00021 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001111-
84.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : SALVADOR ALVES PIRES DE LIMA
ADVOGADO : Joao Paulo Alves de Lima
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 108 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO. INEXISTÊNCIA.
PREQUESTIONAMENTO.

1. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro, são rejeitados os


embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível deve ser atacada com o remédio processual pertinente, pois o recurso de embargos de
declaração encontra-se restrito às hipóteses contidas no art. 1.022 do CPC.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
presentes embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00022 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0001981-32.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : PAULO MARTINELLI
ADVOGADO : Antonio Luis Wuttke
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ESTÂNCIA
VELHA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE RURAL. TEMPO ESPECIAL. EPI.


JULGAMENTO PELO STF EM REPERCUSSÃO GERAL. CONVERSÃO
DO TEMPO DE SERVIÇO COMUM EM ESPECIAL. LEI Nº 9.032/95.
APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS.
JUROS DE MORA E CORREÇÃO MONETÁRIA. TUTELA ESPECÍFICA.

1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado


especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Comprovada a exposição do segurado a agente nocivo, na forma exigida pela
legislação previdenciária aplicável à espécie, possível reconhecer-se a especialidade da
atividade laboral por ele exercida.
3. O uso de equipamentos de proteção individual - EPI, no caso de exposição a
ruído, ainda que reduza os níveis do agente físico a patamares inferiores aos previstos na
legislação previdenciária, não descaracteriza a especialidade do labor. Quanto aos demais
agentes, o uso de EPI somente descaracteriza a atividade em condições especiais se

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 109 / 413


comprovada, no caso concreto, a real efetividade, suficiente para afastar completamente a
relação nociva a que o empregado se submete. Entendimento em consonância com o
julgamento pelo STF do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) n. 664.335, com
repercussão geral reconhecida (tema n. 555).
4. Os riscos ocupacionais gerados pela exposição a agentes químicos não
requerem a análise quantitativa de concentração ou intensidade máxima e mínima no
ambiente de trabalho, dado que são caracterizados pela avaliação qualitativa.
5. No caso dos autos, a parte autora não tem direito adquirido à aposentadoria
especial na data da Lei n. 9.032/95, de modo que não cabe a conversão dos períodos de
atividade comum em tempo especial para concessão do benefício em data posterior àquela
Lei.
6. No caso dos autos, a parte autora tem direito à aposentadoria por tempo de
contribuição, porquanto implementados os requisitos para sua concessão.
7. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
8. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
9. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade: dar parcial
provimento à apelação do autor para reconhecer o labor rural, em regime de economia
familiar, no período de 15/04/1974 a 09/02/1986, e a especialidade do labor no período de
09/02/2004 a 06/05/2009, concedendo-lhe o benefício de aposentadoria por tempo de
contribuição, desde o requerimento administrativo, e fixar honorários advocatícios em 10%
sobre o valor das parcelas vencidas; dar parcial provimento à remessa oficial, tida por
interposta, para isentar o INSS do pagamento de custas processuais; de ofício, diferir para a
fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais, prejudicadas a apelação do
autor e a remessa oficial, no ponto, e determinar o cumprimento imediato do acórdão quanto
à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00023 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0012575-08.2016.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
PARTE AUTORA : ELENA CARDOSO DA SILVA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 110 / 413


ADVOGADO : Jose Carlos Alves Ferreira e Silva e outro
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
BANDEIRANTES/PR

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA. CONVERSÃO


EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. INCAPACIDADE LABORAL
COMPROVADA. CONDIÇÕES PESSOAIS. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovado que a segurada encontrava-se temporariamente incapacitada


para suas atividades habituais como lavradora quando da cessação do pagamento
administrativo, é devido o restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. Converte-se o benefício em aposentadoria por invalidez, desde a data da
perícia judicial, porquanto comprovada a incapacidade parcial e permanente do segurado
para o exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, considerando suas
condições pessoais de idade, escolaridade e qualificação profissional.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à remessa oficial para fixar o termo final do benefício em 26/05/2015, e, de
ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando
prejudicada a remessa oficial, no ponto, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00024 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013855-14.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 111 / 413


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LAUDELINA BARCELOS SOUZA
ADVOGADO : Rafael Valeriano Antunes de Morais

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR IDADE RURAL.


SEGURADO ESPECIAL. REGIME DE ECONOMIA FAMILIAR.
REQUISITOS CUMPRIDOS.

1. A comprovação do exercício de atividade rural pode ser efetuada mediante


início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Cumprido o requisito etário (55 anos de idade para mulher e 60 anos para
homem) e comprovado o exercício da atividade agrícola no período correspondente à
carência (art. 142 da Lei n. 8.213/91), é devido o benefício de aposentadoria por idade rural.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial, tida por interposta, e, de ofício, diferir
para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando
prejudicada a remessa necessária no ponto, bem como determinar o cumprimento imediato do
acórdão quanto à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1525/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 112 / 413


5ª E 6ª TURMAS

00001 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003366-83.2014.4.04.9999/RS


RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : FRANCISCA AMARO SALES
ADVOGADO : Rosemar Antônio Sala e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SALDO REMANESCENTE.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. JUROS MORATÓRIOS.
CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Possível a expedição de requisição complementar para o pagamento, pelo


INSS, de juros de mora entre a data da conta de liquidação e a data da expedição da
Requisição de Pequeno Valor (RPV), ou até a data de inscrição do precatório (1º de julho),
em face do entendimento de que o Instituto devedor permanece em mora para com o credor
nesse período.
2. Os juros de mora decorrentes da condenação judicial e incidentes sobre o
valor do principal são devidos no percentual determinado no título exequendo, salvo no caso
de mudança superveniente da legislação, como é o caso da Lei nº 11.960/2009, que, a contar
de 01-07-2009, fixa no mesmo percentual incidente sobre os juros da caderneta de poupança,
calculados sem a capitalização, desde que o débito seja pago no prazo constitucional (31 de
dezembro do ano subsequente ao da inscrição no orçamento, no caso de precatório, ou até
sessenta dias após a autuação, no caso de RPV).
3. Na correção monetária devem prevalecer os critérios definidos no título
executivo judicial até a inscrição do precatório (1º de julho) ou RPV, salvo em relação ao
indexador no caso de mudança superveniente da legislação. Na ausência desses parâmetros
deverão ser observados os critérios jurisprudencialmente aceitos.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.
5. Recurso parcialmente acolhido para que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado, face à pendência da decisão do STF em sede de
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
parâmetros indicados neste julgado.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 113 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso da parte exequente a fim de que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado quanto aos juros de mora, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00002 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2008.72.99.002534-7/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ONORIO FERNANDES DA SILVA
ADVOGADO : Jose Emilio Bogoni
: Rodrigo Luis Broleze
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SALDO REMANESCENTE.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. JUROS MORATÓRIOS.
CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Possível a expedição de requisição complementar para o pagamento, pelo


INSS, de juros de mora entre a data da conta de liquidação e a data da expedição da
Requisição de Pequeno Valor (RPV), ou até a data de inscrição do precatório (1º de julho),
em face do entendimento de que o Instituto devedor permanece em mora para com o credor
nesse período.
2. Os juros de mora decorrentes da condenação judicial e incidentes sobre o
valor do principal são devidos no percentual determinado no título exequendo, salvo no caso
de mudança superveniente da legislação, como é o caso da Lei nº 11.960/2009, que, a contar
de 01-07-2009, fixa no mesmo percentual incidente sobre os juros da caderneta de poupança,
calculados sem a capitalização, desde que o débito seja pago no prazo constitucional (31 de
dezembro do ano subsequente ao da inscrição no orçamento, no caso de precatório, ou até
sessenta dias após a autuação, no caso de RPV).
3. Na correção monetária devem prevalecer os critérios definidos no título
executivo judicial até a inscrição do precatório (1º de julho) ou RPV, salvo em relação ao
indexador no caso de mudança superveniente da legislação. Na ausência desses parâmetros
deverão ser observados os critérios jurisprudencialmente aceitos.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.
5. Recurso parcialmente acolhido para que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado, face à pendência da decisão do STF em sede de
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
parâmetros indicados neste julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 114 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso da parte exequente a fim de que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado quanto aos juros de mora, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0016978-59.2012.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ONDINA CORREIA BIANCHEZZI
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SALDO REMANESCENTE.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. JUROS MORATÓRIOS.
CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Possível a expedição de requisição complementar para o pagamento, pelo


INSS, de juros de mora entre a data da conta de liquidação e a data da expedição da
Requisição de Pequeno Valor (RPV), ou até a data de inscrição do precatório (1º de julho),
em face do entendimento de que o Instituto devedor permanece em mora para com o credor
nesse período.
2. Os juros de mora decorrentes da condenação judicial e incidentes sobre o
valor do principal são devidos no percentual determinado no título exequendo, salvo no caso
de mudança superveniente da legislação, como é o caso da Lei nº 11.960/2009, que, a contar
de 01-07-2009, fixa no mesmo percentual incidente sobre os juros da caderneta de poupança,
calculados sem a capitalização, desde que o débito seja pago no prazo constitucional (31 de
dezembro do ano subsequente ao da inscrição no orçamento, no caso de precatório, ou até
sessenta dias após a autuação, no caso de RPV).
3. Na correção monetária devem prevalecer os critérios definidos no título
executivo judicial até a inscrição do precatório (1º de julho) ou RPV, salvo em relação ao
indexador no caso de mudança superveniente da legislação. Na ausência desses parâmetros
deverão ser observados os critérios jurisprudencialmente aceitos.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.
5. Recurso parcialmente acolhido para que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado, face à pendência da decisão do STF em sede de
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 115 / 413
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
parâmetros indicados neste julgado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso da parte exequente a fim de que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado quanto aos juros de mora, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008790-38.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ALEXANDRE SILVEIRA
ADVOGADO : Katiucia Rech e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ACRÉSCIMO DE 25%. ART. 45 DA LEI 8.213/91.


PENSÃO POR MORTE. INAPLICABILIDADE.

1. O art. 45 da Lei 8.213/91 prevê a possibilidade de acréscimo de 25% ao valor


percebido pelo segurado, quando este necessitar de assistência permanente de outra pessoa,
apenas nos casos de aposentadoria por invalidez.
2. A extensão do adicional a casos outros que não a aposentadoria por invalidez
viola os princípios da legalidade (artigo 5º, II e 37, caput, da Constituição da República) e da
contrapartida (artigo 195, § 5º, da Constituição Federal).
3. A falta de igual proteção a outros beneficiários com igual necessidade de
assistência não constitui necessária lacuna ou violação da igualdade, pela razoável
compreensão de que ao inválido o grau de dependência é diretamente decorrente da doença
motivadora do benefício - isto não se dando automaticamente nos demais benefícios
previdenciários.
4. A extensão do auxílio financeiro pela assistência ao inválido para outros
benefícios previdenciários é critério político, de alteração legislativa, e não efeito de
inconstitucionalidade legal.

ACÓRDÃO
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 116 / 413
Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00005 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0005242-05.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : EUGENIO VITOR DA COSTA
ADVOGADO : Josiane Aparecida de Jesús Matias Haetinger e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE TAQUARI/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. REVISÃO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE


CONTRIBUIÇÃO. PRÉVIO REQUERIMENTO ADMINISTRATIVO.
REPERCUSSÃO GERAL. RE 631240. CONTRIBUIÇÕES RECOLHIDAS
COMO EXERCENTE DE MANDATO ELETIVO. SEGURADO
FACULTATIVO.

1. Face ao julgamento do RE 631240, em sede de repercussão geral, o Supremo


Tribunal Federal assentou entendimento no sentido de que, em relação às ações que visam ao
melhoramento ou à proteção de vantagem já concedida ao demandante, não se faz necessário,
de forma geral, que o autor provoque novamente o INSS para ingressar em juízo, em razão de
já ter havido a inauguração da relação entre o beneficiário e a Previdência.
2. As contribuições previdenciárias recolhidas pelos detentores de mandato
eletivo com fulcro na Lei nº 9.506/97 poderão ser restituídas em ação própria ou aproveitadas
para a caracterização da qualidade de segurado facultativo, a despeito da diferença de
alíquotas existente entre tal categoria e a categoria dos segurados empregados.
3. Esse aproveitamento somente é possível nos períodos em que restar
comprovada a inexistência de exercício concomitante de atividade que enseje a filiação
obrigatória, nos termos do artigo 13 da Lei 8.213/91.
4. Caso em que a parte autora recolheu contribuições como contribuinte
individual concomitantemente ao exercício do cargo de Vereador antes da edição da Lei
10.887/2004, situação que inviabiliza o aproveitamento das contribuições como contribuinte
facultativo.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à remessa oficial para julgar improcedente o pedido, negar provimento à

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 117 / 413


apelação do INSS e julgar prejudicada a apelação da parte autora, nos termos do relatório,
votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00006 AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0003708-89.2012.4.04.0000/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
AGRAVANTE : ANILTO RAMBOR DE CASTRO
ADVOGADO : Gustavo Galetto Mottin e outros
AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PROCESSUAL CIVIL. PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO.


REPERCUSSÃO GERAL. RE 631.240/MG. REQUERIMENTO
ADMINISTRATIVO. INTERESSE DE AGIR. CONFIGURADO.

1. Face ao julgamento do RE 631.240, em sede de recurso repetitivo, o Supremo


Tribunal Federal assentou entendimento no sentido da indispensabilidade do prévio
requerimento administrativo de benefício previdenciário como pressuposto para que se possa
acionar legitimamente o Poder Judiciário, ressaltando ser prescindível o exaurimento daquela
esfera.
2. Tendo o autor requerido administrativamente benefício de aposentadoria,
incumbe à Autarquia, por ocasião do requerimento administrativo, orientar o segurado de
forma adequada no tocante ao cômputo correto dos períodos trabalhados, inclusive quanto à
especialidade.
3. Não tendo a autarquia orientado o segurado, resta caracterizado o interesse
de agir.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00007 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014874-
89.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : LEONI DE JESUS DE LIMA COSMO
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 118 / 413


EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO. INEXISTÊNCIA. JUROS.

1. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro material, são rejeitados os


embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível não caracteriza omissão, devendo ser atacada pelo meio processual idôneo, e não
pela via estreita dos embargos de declaração.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00008 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.71.99.009248-2/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ANTONIO CARLOS EICHLER
ADVOGADO : Marcia Maria Pierozan e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. PRECATÓRIO COMPLEMENTAR.


CORREÇÃO MONETÁRIA APÓS A VIGÊNCIA DA LEI 11.960/2009.
PERÍODO COMPREENDIDO ENTRE A DATA DA CONTA E A
EXPEDIÇÃO.

1. As prestações em atraso serão corrigidas pelos índices oficiais, desde o


vencimento de cada parcela, ressalvada a prescrição quinquenal, e, segundo sinalizam as
mais recentes decisões do STF, a partir de 30/06/2009, deve-se aplicar o critério de
atualização estabelecido no art. 1º-F da Lei 9.494/97, na redação da lei 11.960/2009.
2. Este entendimento não obsta a que o juízo de execução observe, quando da
liquidação e atualização das condenações impostas ao INSS, o que vier a ser decidido pelo
STF em regime de repercussão geral (RE 870.947), bem como eventual regramento de
transição que sobrevenha em sede de modulação de efeitos.
3. Os juros de mora são devidos a contar da citação, à razão de 1% ao mês

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 119 / 413


(Súmula nº 204 do STJ e Súmula 75 desta Corte) e, desde 01/07/2009 (Lei nº 11.960/2009),
passam a ser calculados com base na taxa de juros aplicáveis à caderneta de poupança (RESP
1.270.439), sem capitalização.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação da exequente, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00009 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 0006362-83.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
PARTE AUTORA : LORENY DA APARECIDA LEMOS
ADVOGADO : Claudiomir Giaretton
PARTE RE' : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ABELARDO
LUZ/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. CORREÇÃO MONETÁRIA
E JUROS. DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para o exercício


de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez desde a cessação do benefício de auxílio-doença.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 120 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo
dos juros e da correção monetária, restando prejudicada a remessa no ponto, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00010 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013740-
95.2013.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : ISAIAS FERNANDO PINHEIRO
ADVOGADO : Juliano Frederico Kremer e outro
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO. INEXISTÊNCIA.
PREQUESTIONAMENTO.

1. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro, são rejeitados os


embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível deve ser atacada com o remédio processual pertinente, pois o recurso de embargos de
declaração encontra-se restrito às hipóteses contidas no art. 1.022 do CPC.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00011 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010184-80.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARIA OLÍVIA DOS SANTOS FERNANDES
ADVOGADO : Maria Luisa de Oliveira e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 121 / 413


REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA CIVEL DA COMARCA DE MONTENEGRO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


CONVERSÃO EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. INCAPACIDADE
PARCIAL E DEFINITIVA COMPROVADA. FIXAÇÃO DE TERMO FINAL.
POSSIBILIDADE.

1. Comprovado que a segurada encontrava-se temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais como agricultora quando da cessação do pagamento
administrativo, é devido o restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. Converte-se o benefício em aposentadoria por invalidez, desde a data da
perícia judicial, porquanto comprovada a incapacidade parcial e permanente da segurada
para o exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, levando em conta que
as condições pessoais inviabilizam a reabilitação profissional e reinserção no mercado de
trabalho.
3. Em regra, os benefícios previdenciários são concedidos sem termo final, já
que sua cessação só ocorrerá se ficar demonstrado pela autarquia previdenciária, mediante
perícia, que o segurado recuperou a capacidade de realizar plenamente o seu trabalho
habitual ou que foi reabilitado para outra atividade que lhe garanta a subsistência (Lei n°
8.213/91, arts. 42 e 59). Porém, no caso concreto, a autora passou a receber aposentadoria por
idade em 07 de outubro de 2014, devendo o benefício de aposentadoria por invalidez ser
cessado na data imediatamente anterior.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso interposto pelo INSS e acolher parcialmente a remessa oficial, para
fins de determinar o termo final do benefício de aposentadoria por invalidez, e, de ofício,
diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00012 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0010794-82.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : URIAS PINTO DA SILVA
ADVOGADO : Joao Alves Dias Filho
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 122 / 413


IBIPORA/PR

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 1.040, II, do Código de Processo Civil.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00013 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013536-46.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : MARIA INEIS DE LIMA ROSA
ADVOGADO : Mauro Antonio Volkmer
: Loreni Terezinha Volkmer
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. MAJORAÇÃO DE APOSENTADORIA POR


INVALIDEZ. ACRÉSCIMO DE 25%. ASSISTÊNCIA PERMANENTE NÃO
COMPROVADA. DESCABIMENTO.

Não-comprovada a necessidade de assistência permanente de terceiros é


indevido o acréscimo de 25%.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 123 / 413


Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00014 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011672-70.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JOVENTINO DOS SANTOS
ADVOGADO : Marlon Zanin Nepomuceno
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SANANDUVA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE. DECADÊNCIA PARA A


ADMINISTRAÇÃO. INCIDENTE. BENEFÍCIO DEVIDO. JUROS
MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS. TUTELA
ESPECÍFICA.

1. Transcorrido o prazo decenal, incidente a decadência, não sendo lícito revisar


o benefício concedido à instituidora da pensão, tampouco questionar a qualidade de segurada
decorrente de tal benefício.
2. Para a obtenção do benefício de pensão por morte, deve a parte interessada
preencher os requisitos estabelecidos na legislação previdenciária vigente à data do óbito,
consoante iterativa jurisprudência dos Tribunais Superiores e desta Corte. Presente a
qualidade de segurada da falecida e preenchidas as demais exigências legais necessárias é
devido o benefício postulado.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
5. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/2015, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial e, de ofício, determinar o cumprimento do
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 124 / 413
acórdão no tocante à implantação do benefício e diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicado o recurso e a remessa
necessária no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00015 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0010365-
52.2014.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : JOVINO ANTONIO STOCCO
ADVOGADO : Cassemiro de Meira Garcia
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO.


ACRÉSCIMO DE FUNDAMENTAÇÃO. PREQUESTIONAMENTO.

1. Cabem embargos de declaração quando na decisão prolatada houver


obscuridade, contradição, omissão ou erro material.
2. O recurso merece parcial acolhida apenas para agregar fundamento, sem,
contudo, ensejar alteração no resultado.
3. Ainda que os embargos tenham sido rejeitados ou inadmitidos, a matéria
proposta encontra-se prequestionada, nos termos do artigo 1.025 do NCPC.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento aos embargos de declaração apenas para agregar fundamento, sem, contudo,
alterar o resultado do julgamento, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00016 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003809-63.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : JUSSARA DALBERTO DE ANDRADE
ADVOGADO : William Cristiano Gomes Souza
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 125 / 413


PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE.
LAUDO PERICIAL. IMPROCEDÊNCIA.

1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a


qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. A concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
pressupõe a averiguação da incapacidade para o exercício de atividade que garanta a
subsistência do segurado, e terá vigência enquanto permanecer ele nessa condição.
3. A incapacidade laboral é comprovada através de exame médico-pericial e o
julgador, via de regra, firma sua convicção com base no laudo, entretanto não está adstrito à
sua literalidade, sendo-lhe facultada ampla e livre avaliação da prova.
4. No caso dos autos, o laudo pericial indicou que a parte autora é portadora de
prolapso de valva mitral, todavia, não apresenta qualquer incapacidade para as atividades
habituais, estando apta ao trabalho, razão pela qual é indevida a concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00017 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0018797-60.2014.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INAJARA FLORES
ADVOGADO : Eliane Araujo Lopes
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. REQUISITOS. INCAPACIDADE.


LAUDO PERICIAL. IMPROCEDÊNCIA.

1. São três os requisitos para a concessão dos benefícios por incapacidade: a) a


qualidade de segurado; b) o cumprimento do período de carência de 12 contribuições
mensais; c) a incapacidade para o trabalho, de caráter permanente (aposentadoria por
invalidez) ou temporária (auxílio-doença).
2. A concessão dos benefícios de auxílio-doença e aposentadoria por invalidez
pressupõe a averiguação da incapacidade para o exercício de atividade que garanta a
subsistência do segurado, e terá vigência enquanto permanecer ele nessa condição.
3. A incapacidade laboral é comprovada através de exame médico-pericial e o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 126 / 413


julgador, via de regra, firma sua convicção com base no laudo, entretanto não está adstrito à
sua literalidade, sendo-lhe facultada ampla e livre avaliação da prova.
4. No caso dos autos, o laudo pericial indicou que a parte autora possui diabetes
e hipertensão arterial, todavia, não apresenta qualquer incapacidade para as atividades
habituais, estando apta ao trabalho, razão pela qual é indevida a concessão do benefício.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
à apelação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00018 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
0008849-60.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : VALMOR CARDOSO EMERIM
ADVOGADO : Derlio Luiz de Souza
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ARARANGUA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO. INEXISTÊNCIA.
PREQUESTIONAMENTO.

1. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro, são rejeitados os


embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível deve ser atacada com o remédio processual pertinente, pois o recurso de embargos de
declaração encontra-se restrito às hipóteses contidas no art. 1.022 do CPC.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento aos embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 127 / 413


Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00019 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001245-
48.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : JANDYRA MEYER BUENO
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO. JUROS


MORATÓRIOS. IMPOSSIBILIDADE.
1. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro, são rejeitados os
embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível não caracteriza omissão, devendo ser atacada pelo meio processual idôneo, e não
pela via estreita dos embargos de declaração.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00020 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0021787-24.2014.4.04.9999/RS
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : ANASTACIA SCHAEFER SCHNEIDER
ADVOGADO : Ana Patricia Orsi e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


REQUISITOS LEGAIS. COMPROVAÇÃO. TEMPO DE SERVIÇO RURAL EM REGIME DE
ECONOMIA FAMILIAR. TEMPO DE SERVIÇO URBANO. TUTELA ESPECÍFICA.
CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. DIFERIMENTO.
. É possível o aproveitamento do tempo de serviço rural até 31-10-1991
independentemente do recolhimento das contribuições previdenciárias, exceto para efeito de
carência.
. A partir de novembro de 1991, pretendendo o segurado especial computar
tempo rural para obtenção de aposentadoria por tempo de contribuição, deverá comprovar o

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 128 / 413


recolhimento das contribuições facultativas (Súmula 272 do STJ).
. Considera-se provada a atividade rural do segurado especial havendo início de
prova material complementado por idônea prova testemunhal.
. Implementados os requisitos de tempo de contribuição e carência, é devida a
aposentadoria por tempo de contribuição.
. A definição dos índices de correção monetária e juros de mora deve ser
diferida para a fase de cumprimento do julgado.
. Havendo o feito tramitado perante a Justiça Estadual do Rio Grande do Sul, o
INSS está isento do pagamento de custas, consoante o disposto no art. 11 da Lei Estadual n.
8.121/85, na redação dada pela Lei n. 13.471, de 23 de junho de 2010.
. O cumprimento imediato da tutela específica independe de requerimento
expresso do segurado ou beneficiário, e o seu deferimento sustenta-se na eficácia
mandamental dos provimentos fundados no art. 461 do CPC/1973, bem como nos artigos 497,
536 e parágrafos e 537 do CPC/2015.
. A determinação de implantação imediata do benefício, com fundamento nos
artigos supracitados, não configura violação dos artigos 128 e 475-O, I, do CPC/1973 e 37 da
CF/1988.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação, determinando a imediata implantação do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00021 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0005217-94.2013.4.04.9999/PR
RELATOR : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JURANDIR RODRIGUES ESCOBAR
ADVOGADO : Roselilce Franceli Campana
: Gilberto Jakimiu
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE SANTO ANTONIO DO
SUDOESTE/PR

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RECONHECIMENTO DE TEMPO DE SERVIÇO RURAL.


AGRICULTURA FAMILIAR. CÔMPUTO PARA FINS DE CARÊNCIA. POSSIBILIDADE.
APOSENTADORIA POR IDADE HÍBRIDA. ATIVIDADE URBANA. EXERCÍCIO
ATIVIDADE RURAL. CONCESSÃO. CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA.
DIFERIMENTO. TUTELA ESPECÍFICA.
. Fixada pelo STJ a obrigatoriedade do reexame de sentença ilíquida proferida
contra a União, Estados, Distrito Federal e Municípios e as respectivas autarquias e
fundações de direito público na REsp 1101727/PR, a previsão do art. 475 do CPC/1973 torna-
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 129 / 413
se regra, admitido o seu afastamento somente nos casos em que o valor da condenação seja
certo e não exceda a sessenta salários mínimos.
. Satisfeitos os requisitos legais de idade mínima e prova do exercício de
atividade rural por tempo igual ao número de meses correspondentes à carência, é devida a
aposentadoria rural por idade.
. Considera-se provada a atividade rural do segurado especial havendo início de
prova material complementado por idônea prova testemunhal.
. A Lei nº 11.718/08, que acrescentou o § 3º ao art. 48 da Lei nº 8.213/91,
possibilitou aposentadoria por idade "híbrida" aos trabalhadores rurais que não
implementassem os requisitos para a aposentadoria por idade rural, se a soma do tempo de
trabalho rural com as contribuições vertidas em outras categorias alcançar a carência de que
trata o art. 142 da Lei nº 8.213/91, e uma vez implementada a idade mínima prevista no
"caput" do art. 48 da mesma lei.
. Para a concessão de aposentadoria por idade urbana devem ser preenchidos
dois requisitos: a) idade mínima (65 anos para o homem e 60 anos para a mulher) e b)
carência - recolhimento mínimo de contribuições (sessenta na vigência da CLPS/1984 ou no
regime da LBPS, de acordo com a tabela do art. 142 da Lei nº 8.213/1991).
. A definição dos índices de correção monetária e juros de mora deve ser
diferida para a fase de cumprimento do julgado.
. Tramitando a ação na Justiça Estadual do Paraná, deve o INSS responder
integralmente pelo pagamento das custas processuais (Súmula nº 20 do TRF4).
. Em se tratando de benefício já concedido em sede de antecipação de tutela na
sentença ou em agravo de instrumento, dada a provisoriedade do provimento, é de torná-lo
definitivo desde logo, em face do seu caráter alimentar.
. A determinação de implantação imediata do benefício, com fundamento nos
artigos supracitados, não configura violação dos artigos 128 e 475-O, I, do CPC e 37 da
Constituição Federal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação do INSS e à remessa oficial, nos termos da fundamentação, nos termos
do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 29 de novembro de 2016.


00022 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº
0005633-62.2013.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : CLEUSA MARIANO PADILHA DE MELLO
ADVOGADO : Silvio Luiz de Costa
: Olir Marino Savaris e outros
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 130 / 413


ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. EFEITOS


INFRINGENTES. POSSIBILIDADE. SITUAÇÕES EXCEPCIONAIS.
JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Em situações excepcionais é possível atribuir efeitos infringentes ao julgado,


em respeito aos princípios da economia processual, da razoável duração do processo, e da
eficiência.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento aos embargos de declaração, atribuindo-lhes efeitos infringentes, para diferir
para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, nos termos do
relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00023 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0017689-59.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Juíza Federal TAÍS SCHILLING FERRAZ
APELANTE : MARIA LUIZA MACHADO
ADVOGADO : Roque Fritzen
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE IBIRAMA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PENSÃO POR MORTE. BENEFÍCIO CONCEDIDO. MÃE.


DEPENDÊNCIA ECONÔMICA COMPROVADA. NÃO CONHECIMENTO. CORREÇÃO
MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA.
DIFERIMENTO.
1. A concessão do benefício de pensão por morte depende da ocorrência do

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 131 / 413


evento morte, da demonstração da qualidade de segurado do <i>de cujus</i> e da condição
de dependente de quem objetiva o benefício, como na espécie.
2. Sendo a prova produzida suficiente a comprovar que a contribuição
econômica alcançada pelo filho falecido à mãe era imprescindível para o sustento do lar, ela
faz jus ao benefício de pensão por morte.
3. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, de modo a racionalizar o andamento do processo, e
diante da pendência , nos tribunais superiores, de decisão sobre o tema com caráter geral e
vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª Região.
4. Os honorários advocatícios são devidos à taxa 10% sobre as prestações
vencidas até a data da decisão de procedência (sentença ), nos termos das Súmulas n.º 76 do
Tribunal Regional e n.º 111 do Superior Tribunal de Justiça.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, conhecer em
parte a remessa necessária, e, nessa extensão negar-lhe provimento, e conhecer e parte a
apelação da parte autora, e nessa extensão, dar-lhe parcial provimento, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.
Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.
00024 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0022959-98.2014.4.04.9999/RS
RELATORA : Juíza Federal TAÍS SCHILLING FERRAZ
APELANTE : LIANE LISANE SAFT KOHLRAUSCH
ADVOGADO : Vilmar Lourenco e outro
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE PAROBE/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE<b> </b>ESPECIAL. AGENTES NOCIVOS.


RUÍDO. HIDROCARBONETO. EPI.<b> </b>APOSENTADORIA ESPECIAL. CONCESSÃO.
CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE DE CUMPRIMENTO DE
SENTENÇA. DIFERIMENTO
1. O reconhecimento da especialidade e o enquadramento da atividade exercida
sob condições nocivas são disciplinados pela lei em vigor à época em que efetivamente
exercidos, passando a integrar, como direito adquirido, o patrimônio jurídico do trabalhador.
2. Até 28-04-1995 é admissível o reconhecimento da especialidade por
categoria profissional ou por sujeição a agentes nocivos, admitindo-se qualquer meio de
prova (exceto para ruído e calor); a partir de 29-04-1995 não mais é possível o
enquadramento por categoria profissional, sendo necessária a comprovação da exposição do
segurado a agentes nocivos por qualquer meio de prova até 05-03-1997 e, a partir de então,
através de formulário embasado em laudo técnico, ou por meio de perícia técnica.
3. Até 05-03-1997 é considerada nociva à saúde a atividade sujeita a ruídos
superiores a 80 decibéis, conforme previsão mais benéfica do Decreto n. 53.831/64, tendo em
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 132 / 413
superiores a 80 decibéis, conforme previsão mais benéfica do Decreto n. 53.831/64, tendo em
vista que, até aquela data, são aplicáveis concomitantemente, para fins de enquadramento, os
Decretos n. 53.831/64, n. 72.771/73 e n. 83.080/79. Em relação ao período posterior, exige-se
a exposição a ruídos superiores a 90 decibéis até 18-11-2003 (Anexo IV dos Decretos n.
2.172/97 e n. 3.048/99, este na redação original) e, a partir de então, a ruídos superiores a 85
decibéis, conforme a alteração trazida pelo Decreto n. 4.882, de 18-11-2003, ao Decreto n.
3.048/99. Nos limites em que comprovada a exposição do segurado a níveis de ruído acima
da tolerância legal, possível reconhecer-se a especialidade do tempo de labor
correspondente.
4. A exposição a hidrocarbonetos aromáticos enseja o reconhecimento do tempo
de serviço como especial.
5. Não havendo provas consistentes de que o uso de EPIs neutralizava os efeitos
dos agentes nocivos a que foi exposto o segurado durante o período laboral, deve-se
enquadrar a respectiva atividade como<b><b> </b></b>especial. Em se tratando de ruído
nem mesmo a comprovação de que a utilização de protetores reduzia a intensidade do som a
níveis inferiores aos máximos deve afastar o reconhecimento da especialidade da atividade,
pois já comprovado que a exposição por períodos prolongados produz danos em decorrência
das vibrações transmitidas, que não são eliminadas pelo uso do equipamento de proteção.
6. A habitualidade e permanência do tempo de trabalho em condições especiais
prejudiciais à saúde ou à integridade física referidas no artigo 57, § 3º, da Lei 8.213/91 não
pressupõem a submissão contínua ao agente nocivo durante toda a jornada de trabalho. Não
se interpreta como ocasional, eventual ou intermitente a exposição ínsita ao desenvolvimento
das atividades cometidas ao trabalhador, integrada à sua rotina de trabalho. Precedentes desta
Corte
7. É inconstitucional a restrição prevista no § 8º do art. 57 da Lei 8.213/91, à
continuidade do desempenho da atividade pelo trabalhador que obtém aposentadoria
especial, por cercear, sem que haja autorização constitucional para tanto, o desempenho de
atividade profissional e vedar o acesso à previdência social ao segurado que implementou os
requisitos estabelecidos na legislação de regência (Incidente de Inconstitucionalidade nº
5001401-77.2012.404.0000, Rel. Des. Federal Ricardo Teixeira do Valle Pereira).
8. Implementados mais de 25 anos de tempo de atividade sob condições nocivas
e cumprida a carência mínima, é devida a concessão do benefício de aposentadoria especial,
a contar da data do requerimento administrativo, nos termos do § 2º do art. 57 c/c art. 49, II,
da Lei n. 8.213/91.
9. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, de modo a racionalizar o andamento do processo, e
diante da pendência , nos tribunais superiores, de decisão sobre o tema com caráter geral e
vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª Região.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não conhecer
do recurso da parte autora, conhecer em parte da remessa necessária e do apelo do INSS e,
nessa extensão, negar-lhes provimento, e determinar a implantação do benefício, nos termos
do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00025 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0006991-91.2015.4.04.9999/RS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 133 / 413


RELATORA : Juíza Federal TAÍS SCHILLING FERRAZ
APELANTE : SELMA VOESE DE MOURA
ADVOGADO : Imilia de Souza e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 3A VARA DA COMARCA DE SAO LEOPOLDO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ATIVIDADE ESPECIAL. AGENTES NOCIVOS.


R U Í D O . AGENTES BIOLÓGICOS. AGENTES QUÍMICOS -
QUANTIDADE DE EXPOSIÇÃO. EPI. HABITUALIDADE E
PERMANÊNCIA NA EXPOSIÇÃO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE
CONTRIBUIÇÃO. CONCESSÃO. FATOR PREVIDENCIÁRIO.
CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS DE MORA. FASE DE
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. DIFERIMENTO. CUSTAS.

1. O reconhecimento da especialidade e o enquadramento da atividade exercida


sob condições nocivas são disciplinados pela lei em vigor à época em que efetivamente
exercidos, passando a integrar, como direito adquirido, o patrimônio jurídico do trabalhador.
2. Até 28-04-1995 é admissível o reconhecimento da especialidade por
categoria profissional ou por sujeição a agentes nocivos, admitindo-se qualquer meio de
prova (exceto para ruído e calor); a partir de 29-04-1995 não mais é possível o
enquadramento por categoria profissional, sendo necessária a comprovação da exposição do
segurado a agentes nocivos por qualquer meio de prova até 05-03-1997 e, a partir de então,
através de formulário embasado em laudo técnico, ou por meio de perícia técnica.
3. Comprovada a exposição a níveis de ruído acima da tolerância legalmente
estabelecida, bem como a agentes químicos e biológicos em razão da rotina de trabalho da
segurada, deve-se reconhecer a especialidade do correspondente tempo de serviço.
4. Os riscos ocupacionais gerados pela exposição a agentes químicos - tóxicos
orgânicos e inorgânicos - , diferentemente do que ocorre com alguns agentes agressivos,
como ruído, calor, frio ou eletricidade, não dependem, segundo os normativos aplicáveis, de
análise quanto ao grau ou intensidade de exposição no ambiente de trabalho para a
configuração da nocividade e reconhecimento da especialidade do labor para fins
previdenciários.
5. A habitualidade e permanência do tempo de trabalho em condições especiais
prejudiciais à saúde ou à integridade física referidas no artigo 57, § 3º, da Lei 8.213/91 não
pressupõem a submissão contínua ao agente nocivo durante toda a jornada de trabalho. Não
se interpreta como ocasional, eventual ou intermitente a exposição ínsita ao desenvolvimento
das atividades cometidas ao trabalhador, integrada à sua rotina de trabalho. Precedentes desta
Corte.
6. Não havendo provas consistentes de que o uso de EPIs neutralizava os efeitos
dos agentes nocivos a que foi exposto o segurado durante o período laboral, deve-se
enquadrar a respectiva atividade como especial.
7 . Preenchidos os requisitos legais, tem o segurado direito à obtenção de
aposentadoria por tempo de contribuição integral, desde a DER.
8. A introdução do fator previdenciário no cálculo do salário-de-benefício deu-
se em consonância com o texto constitucional, certo que não há vedação constitucional à

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 134 / 413


consideração das variáveis idade, expectativa de vida e tempo de contribuição na apuração
da renda mensal inicial.
9. É inviável a aplicação de um critério híbrido, ou seja, a concessão do
benefício computando-se o tempo de serviço e as contribuições até a data do implemento dos
requisitos para a obtenção da aposentadoria (posterior à vigência da Lei n. 9.876/99), mas
com apuração do salário de benefício na forma da legislação que, nessa ocasião, já se
encontrava revogada. Assim, ou o segurado se aposenta com base no direito adquirido,
computando o tempo e os salários de contribuição vertidos até 16/12/1998, data da entrada
em vigor da EC nº 20/98 (ou até 29/11/1999), ou soma o tempo posterior à Lei n. 9.876/99 e
se sujeita às regras de apuração do salário de benefício vigentes, com incidência do fator
previdenciário.
10. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, de modo a racionalizar o andamento do processo, e
diante da pendência , nos tribunais superiores, de decisão sobre o tema com caráter geral e
vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª Região.
11. O TJRS, nos autos do incidente de inconstitucionalidade 7004334053,
concluiu pela inconstitucionalidade da Lei Estadual 13.471/2010, a qual dispensava as
pessoas jurídicas de direito público do pagamento de custas e despesas processuais. Na
ADIN estadual 70038755864, entretanto, a inconstitucionalidade reconhecida restringiu-se à
dispensa, pela mesma lei, do pagamento de despesas processuais, não alcançando as custas.
Em tais condições, e não havendo vinculação da Corte ao entendimento adotado pelo TJRS
em incidente de inconstitucionalidade, mantenho o entendimento anteriormente adotado, já
consagrado pelas Turmas de Direito Previdenciário, para reconhecer o direito da autarquia à
isenção das custas, nos termos da Lei 13.471/2010.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, corrigir erro
material da sentença, conhecer em parte do apelo da autora, e nessa extensão, negar-lhe
provimento, conhecer em parte do apelo do INSS e da remessa oficial e, nessa extensão, dar-
lhes parcial provimento e determinar a implantação do benefício, nos termos do relatório,
votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00026 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0001335-
56.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Juíza Federal TAÍS SCHILLING FERRAZ
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : ANA MARIA NUNES ALVES
ADVOGADO : Mauro Antonio Volkmer e outro

EMENTA

EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REDISCUSSÃO.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 135 / 413


EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. REDISCUSSÃO.
PREQUESTIONAMENTO. OMISSÃO. NÃO OCORRÊNCIA.

1. Os embargos de declaração pressupõem a presença de omissão, contradição,


obscuridade ou erro material na decisão embargada.
2. A contradição suscetível de ser afastada por meio dos aclaratórios é interna
ao julgado, e não aquela que se estabelece entre o entendimento a que chegou o juízo à luz da
prova e do direito e a interpretação pretendida por uma das partes.
3. A pretensão de reexame de matéria sobre a qual já houve pronunciamento do
órgão julgador desafia recurso próprio, não justificando a interposição de embargos de
declaração.
4. Com a superveniência do NCPC, a pretensão ao prequestionamento numérico
dos dispositivos legais, sob alegação de omissão, não mais se justifica.
5. O princípio da fundamentação qualificada das decisões é de mão dupla. Se
uma decisão judicial não pode ser considerada fundamentada pela mera invocação a
dispositivo legal, também à parte se exige, ao invocá-lo, a demonstração de que sua
incidência será capaz de influenciar na conclusão a ser adotada no processo.
6. Tendo havido exame sobre todos os argumentos deduzidos e capazes de
influenciar na conclusão adotada no acórdão, os embargos devem ser rejeitados.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento aos embargos de declaração do INSS, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00027 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0005223-33.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Juíza Federal TAÍS SCHILLING FERRAZ
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : SALETE BAESSO
ADVOGADO : Tatiana Della Giustina Borges
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE BRACO DO NORTE/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. REMESSA NECESSÁRIA. CONDENAÇÃO DE


VALOR FACILMENTE DETERMINÁVEL. AUXÍLIO DOENÇA.
INCAPACIDADE COMPROVADA. CORREÇÃO MONETÁRIA E JUROS
DE MORA. FASE DE CUMPRIMENTO DE SENTENÇA. DIFERIMENTO.

1. Não está sujeita a reexame necessário a sentença que condena a Fazenda


Pública em quantia inferior a 60 salários mínimos (art. 475, §2º, do CPC).
2. Se a sentença condena o INSS ao pagamento de benefício de valor mínimo ou
determinado nos autos, e define o período a partir do qual são devidas as parcelas
correspondentes, é possível, por simples cálculos aritméticos, observados os critérios de
correção monetária e juros definidos, chegar-se ao montante da condenação, posicionando-o
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 136 / 413
na data em que prolatada a decisão.
3. Resultando da multiplicação do número de meses pelo valor da renda mensal
atualizada, com o acréscimo dos juros de mora, condenação manifestamente inferior ao limite
legal, não é caso de remessa necessária.
4. Tratando-se de auxílio-doença ou aposentadoria por invalidez, o Julgador
firma sua convicção, via de regra, por meio da prova pericial.
5. Tendo o laudo médico oficial concluído pela existência de incapacidade
parcial, com possibilidade de reabilitação para outras atividades, cabível a concessão
auxílio-doença.
6. Deliberação sobre índices de correção monetária e taxas de juros diferida
para a fase de cumprimento de sentença, de modo a racionalizar o andamento do processo, e
diante da pendência, nos tribunais superiores, de decisão sobre o tema com caráter geral e
vinculante. Precedentes do STJ e do TRF da 4ª Região.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não conhecer
da remessa oficial, conhecer em parte do apelo do INSS e, nessa extensão, negar-lhe
provimento, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


00028 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0015343-38.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Juíza Federal TAÍS SCHILLING FERRAZ
APELANTE : ELCY RUBIM DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Gilberto Julio Sarmento e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR IDADE. REQUISITOS LEGAIS.


INÍCIO DE PROVA MATERIAL. SUFICIENTE. AUSÊNCIA DE PROVA TESTEMUNHAL.
O exercício da atividade rural como boia-fria, pelo período exigido em lei, se dá
mediante a produção de início de prova material, corroborada por prova testemunhal
consistente.
Nos casos dos trabalhadores rurais conhecidos como boias-frias, diaristas ou
volantes, considerando a informalidade com que é exercida a profissão no meio rural, que
dificulta a comprovação documental da atividade, o entendimento pacífico desta Corte é no
sentido de que a exigência de início de prova material deve ser abrandada.
Tal não equivale, porém, em afirmar que se dispensa a produção de prova
testemunhal que corrobore o início de prova material, como ocorreu no caso dos autos, que
após agendadas justificação adminsitrativa e inúmeras audiências de isntrução e julgamento,
as partes, procuradores e testemunhas, mesmo que devidamemnte intimados, não
compareceram.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 137 / 413
ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 5ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao apelo da autora, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 22 de novembro de 2016.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1526/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

00001 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº


0010755-51.2016.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
INTERESSADO : PEDRO SABINO DOS SANTOS
ADVOGADO : Nelson Luiz Filho
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE SIQUEIRA CAMPOS/PR

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


OBSCURIDADE, CONTRADIÇÃO OU ERRO. INEXISTÊNCIA.
PREQUESTIONAMENTO.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 138 / 413
1. Ausente contradição, obscuridade, omissão ou erro, são rejeitados os
embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível deve ser atacada com o remédio processual pertinente, pois o recurso de embargos de
declaração encontra-se restrito às hipóteses contidas no art. 1.022 do CPC.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00002 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0016539-48.2012.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ANICIA DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Alcirley Canedo da Silva

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 1.040, II, do Código de Processo Civil.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0000513-38.2013.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 139 / 413


APELANTE : ZENAIDE BIAZUS
ADVOGADO : Lucas Benetti
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 1.040, II, do Código de Processo Civil.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0000677-32.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : CERRILO SANTO FURLANETTO
ADVOGADO : Renata Zanin de Freitas
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE NOVA PRATA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. TUTELA ESPECÍFICA.
TERMO FINAL. JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. A verificação da continuidade, ou não, da incapacidade laboral - e, por
conseguinte, do benefício - cabe, por imposição legal, ao INSS, não havendo necessidade de
pronunciamento judicial a respeito.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 140 / 413
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial para isentar a Autarquia do pagamento das
custas, bem como, quanto à remessa, para afastar o prazo de doze meses fixados pela
sentença para a realização de nova perícia, negar provimento ao recurso do autor, e, de
ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária,
restando prejudicados o recurso do INSS e a remessa oficial no ponto, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00005 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0007377-87.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : IRENE HERCOLINO CHIMINSKI
ADVOGADO : Luiz Felipe Ronsoni
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE IÇARA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE TOTAL E DEFINITIVA. JUROS MORATÓRIOS E
CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade total e permanente da segurada para o exercício


de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez, desde o requerimento administrativo.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 141 / 413
ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação do INSS e à remessa oficial e, de ofício, diferir para a fase de
execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando prejudicado o recurso e a
remessa necessária, no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00006 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 0006231-
69.2015.4.04.0000/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : MARIA DE FÁTIMA TRINDADE DOS SANTOS
ADVOGADO : Renata Moço
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO,


CONTRADIÇÃO, OBSCURIDADE OU ERRO MATERIAL.
INEXISTÊNCIA.

1. Ausente contradição, omissão, obscuridade ou erro material, são rejeitados os


embargos declaratórios, que não servem à rediscussão do julgado.
2. A mera desconformidade do embargante com a rejeição da tese que entende
cabível não caracteriza omissão, devendo ser atacada pelo meio processual idôneo, e não
pela via estreita dos embargos de declaração.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, rejeitar os
embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00007 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013281-88.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : GILBERTO MARCAL DA SILVA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 142 / 413


ADVOGADO : Lucrecia de Oliveira Salazar Renck
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL. TEMPO URBANO. REQUISITOS NÃO
CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.
1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado
especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Não implementados os requisitos para concessão do benefício de
aposentadoria por tempo de contribuição, a parte autora tem direito à averbação do tempo de
labor rural reconhecido judicialmente para fins de futura obtenção de aposentadoria.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso da parte autora e dar parcial provimento à remessa oficial para
reconhecer tão somente o exercício do labor rural, nos períodos compreendidos entre
01/01/1972 a 16/05/1976 e de 01/01/1983 a 30/04/1987, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00008 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011613-82.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : INÊS MONTARDIN
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL. TEMPO URBANO. REQUISITOS
CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.
1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado
especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Implementados os requisitos, a parte autora tem direito à concessão da
aposentadoria por tempo de serviço/contribuição integral.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 143 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso do INSS e à remessa necessária, tida por interposta, e, de ofício, diferir
para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando
prejudicado o recurso do INSS e a remessa necessária, no ponto, bem como determinar o
imediato cumprimento do acórdão quanto à implantação do benefício, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00009 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0007477-42.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : ARNO LUIZ DE PARIS
ADVOGADO : Eloa Fatima Daneluz
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

REVIDENCIÁRIO. ART. 45 DA LEI DE BENEFÍCIOS. ACRÉSCIMO DE 25%


INDEPENDENTEMENTE DA ESPÉCIE DE APOSENTADORIA.
1. A possibilidade de acréscimo de 25% ao valor percebido pelo segurado, em
caso de este necessitar de assistência permanente de outra pessoa, é prevista
regularmente para beneficiários da aposentadoria por invalidez, podendo ser
estendida aos demais casos de aposentadoria em face do princípio da isonomia.
Precedentes.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, dar provimento
ao recurso da parte autora e diferir, de ofício, para a fase de execução a forma de cálculo
dos juros e correção monetária, vencidas as Desembargadoras Federais Vânia Hack de
Almeida e Salise Monteiro Sanchotene, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento
que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00010 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0008995-67.2016.4.04.9999/SC
RELATOR : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ILONI PROVENCI
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller e outros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 144 / 413


REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
ITÁ/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR IDADE RURAL.


ATIVIDADE RURAL EM REGIME DE ECONOMIA FAMILIAR.
PERCEPÇÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO PELO MARIDO.
INÍCIO DE PROVA MATERIAL CORROBORADO PELA PROVA
TESTEMUNHAL. REQUISITOS PREENCHIDOS. DESCONTINUIDADE
DO LABOR. LONGOS PERÍODOS. POSSIBILIDADE. CONCESSÃO DO
BENEFÍCIO. ATUALIZAÇÃO DO MONTANTE DEVIDO. APURAÇÃO
DIFERIDA PARA A FASE DE EXECUÇÃO. TUTELA ESPECÍFICA.

1. O tempo de serviço rural para fins previdenciários pode ser demonstrado


através de início de prova material suficiente, desde que complementado por prova
testemunhal idônea. 2. A percepção de aposentadoria urbana pelo cônjuge não desqualifica a
condição de segurada especial da esposa, uma vez que restou demonstrado nos autos que a
indigitada renda não era suficiente para tornar dispensável o labor agrícola desempenhado
pela esposa para a subsistência do núcleo familiar. 3. Restando comprovado nos autos o
requisito etário e o exercício de atividade rural no período de carência, é de ser concedida a
aposentadoria por idade rural à parte autora a contar do requerimento administrativo, a teor
do disposto no art. 49, II, da Lei nº 8.213/91. 4. Comprovado o implemento da idade mínima
(sessenta anos para o homem e de cinqüenta e cinco anos para a mulher), e o exercício de
atividade rural por tempo igual ao número de meses correspondentes à carência exigida,
ainda que a comprovação seja feita de forma descontínua, é devido o benefício de
aposentadoria rural por idade à parte autora. 5. As normas que versam sobre correção
monetária e juros possuem natureza eminentemente processual, e, portanto, as alterações
legislativas referentes à forma de atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser
observadas de forma imediata a todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram
na fase de execução. 6. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de
conhecimento, firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e
da correção monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será
apurada a atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução,
observada a norma legal em vigor. 7. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão
naquilo que se refere à obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de
eficácia mandamental que deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da
sentença stricto sensu previstas no art. 497 do CPC/15, sem a necessidade de um processo
executivo autônomo (sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por maioria, negar provimento
à apelação do INSS, determinar a implantação do benefício e diferir, de ofício, para a fase
de execução a forma de cálculo dos juros e correção monetária, vencidas as

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 145 / 413


Desembargadoras Federais Vânia Hack de Almeida e Salise Monteiro Sanchotene, nos termos
do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00011 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0006466-
46.2014.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : ANA LÚCIA CASANOVA
ADVOGADO : Geonir Edvard Fonseca Vincensi
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PROCESSO PENAL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. OMISSÃO.


INEXISTÊNCIA. PREQUESTIONAMENTO.

Não se conhece do recurso que ventila matéria estranha à decisão recorrida,


apontando como contraditória fundamentação não utilizada.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, não conhecer
dos embargos de declaração, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00012 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 0017106-
79.2012.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : EDEMAR VICENTE DE CARVALHO
ADVOGADO : Anelise Leonhardt Porn e outro
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS

EMENTA

PROCESSO CIVIL. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. ERRO MATERIAL.


EXISTÊNCIA.

Constatada a existência de erro material no voto condutor, merece provimento


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 146 / 413
os embargos declaratórios.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6a. Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento aos embargos de declaração da parte autora para, corrigindo o erro material
constatado, alterar o resultado do julgamento, concedendo ao autor o benefício de
aposentadoria por tempo de contribuição proporcional, a contar a partir da data do
requerimento administrativo (24/06/2011), e, de ofício, diferir para a fase de execução a
forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicada a remessa
necessária no ponto, bem como determinar o imediato cumprimento do acórdão quanto à
implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00013 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL Nº 2009.71.05.001466-
0/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
EMBARGANTE : IVO VALDEMAR EICHSTADT
ADVOGADO : Andre Luis Anschau Mielke
: Carlos Alberto Borre
: Alessandra Sippel Martins
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FOLHAS
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. EMBARGOS


DECLARATÓRIOS.

1. Os embargos de declaração são cabíveis nas hipóteses de omissão,


contradição ou obscuridade, não tendo sido concebidos, em regra, para viabilizar às partes a
possibilidade de se insurgirem contra o julgado, objetivando simplesmente a sua alteração.
2. Embargos parcialmente acolhidos, para agregar fundamentos ao acórdão
embargado, sem, todavia, alterar-lhe o resultado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento aos embargos de declaração para agregar fundamentos ao julgado, sem alteração
do resultado, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 147 / 413


Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00014 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0008642-27.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : LUIZA MATTOS DE LIMA
ADVOGADO : Humberto Vitorio Bleyer Saboia

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO- DOENÇA.


INCAPACIDADE TOTAL E TEMPORÁRIA COMPROVADA.
CANCELAMENTO INDEVIDO. JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovado que na data da suspensão a segurada permanecia incapacitada


para suas atividades habituais, pela mesma patologia que deu origem ao benefício, é devido o
restabelecimento do auxílio-doença desde o indevido cancelamento.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à remessa oficial, tida por interposta, e, de ofício, diferir para a fase de execução
a forma de cálculo dos consectários legais, restando prejudicado o recurso do INSS e a
remessa no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00015 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013948-74.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : VALMIR MANOEL MONTEIRO
ADVOGADO : Derlio Luiz de Souza e outro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE ARARANGUA/SC

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 148 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. TEMPO ESPECIAL. EPI. JULGAMENTO PELO STF


EM REPERCUSSÃO GERAL. AGENTE NOCIVO RUÍDO. AGENTES
QUÍMICOS. POEIRA DE MADEIRA. ROL EXEMPLIFICATIVO DOS
DECRETOS. APOSENTADORIA POR TEMPO DE
SERVIÇO/CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS NÃO CUMPRIDOS.
AVERBAÇÃO. TUTELA ESPECÍFICA.

1. Comprovada a exposição do segurado a agente nocivo, na forma exigida pela


legislação previdenciária aplicável à espécie, possível reconhecer-se a especialidade da
atividade laboral por ele exercida.
2. O uso de equipamentos de proteção individual - EPI, no caso de exposição a
ruído, ainda que reduza os níveis do agente físico a patamares inferiores aos previstos na
legislação previdenciária, não descaracteriza a especialidade do labor. Quanto aos demais
agentes, o uso de EPI somente descaracteriza a atividade em condições especiais se
comprovada, no caso concreto, a real efetividade, suficiente para afastar completamente a
relação nociva a que o empregado se submete. Entendimento em consonância com o
julgamento pelo STF do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) n. 664.335, com
repercussão geral reconhecida (tema n. 555).
3. No período anterior a 06/03/1997, para fins de caracterização da
especialidade do labor em razão da exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de
80dB, conforme código 1.1.6 do Quadro Anexo do Decreto nº 53.831/64. No período entre
06/03/1997 e 18/11/2003, para fins de caracterização da especialidade do labor em razão da
exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de 90dB, conforme código 2.0.1 do
Anexo IV do Decreto n. 2.172/97 e código 2.0.1 do Anexo IV do Decreto n. 3.048/99, este na
redação original. A partir da vigência do Decreto n. 4.882/2003, que alterou a redação do
código 2.0.1 Anexo IV do Decreto nº 3.048/99, aplica-se o limite de nível de ruído de 85dB.
4. Os riscos ocupacionais gerados pela exposição a agentes químicos não
requerem a análise quantitativa de concentração ou intensidade máxima e mínima no
ambiente de trabalho, dado que são caracterizados pela avaliação qualitativa.
5. Comprovada a agressividade do agente e o malefício à saúde do trabalhador,
pela exposição continuada ao longo da jornada de trabalho, o reconhecimento da
especialidade pode ser feito mesmo sem enquadramento nos decretos regulamentadores, pois
seu rol não é exaustivo. De qualquer sorte, podendo ser veículo de agentes químicos e
biológicos, e mesmo tóxicos, cabe enquadrar a poeira de madeira sob os Códigos 1.2.11 do
Anexo do Decreto 53.831/64, e 1.0.19 do Anexo IV do Decreto nº 3.048/99.
6. No caso dos autos, a parte autora não satisfaz os requisitos para a concessão
da aposentadoria por tempo de serviço/contribuição, restando a condenação do INSS limitada
à averbação do tempo judicialmente reconhecido.
7. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
averbação do tempo judicialmente reconhecido, tendo em vista a eficácia mandamental dos
provimentos fundados no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 149 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao apelo do INSS e à remessa oficial para afastar o reconhecimento do agente
nocivo ruído no período de 01/11/1999 a 31/03/2006, bem como para afastar a concessão do
benefício de aposentadoria por tempo de contribuição, e, de ofício, determinar o
cumprimento imediato do acórdão quanto à averbação do tempo judicialmente reconhecido,
nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00016 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011520-22.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : EUCLIDES PERTILE
ADVOGADO : Avelino Beltrame
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. INCAPACIDADE LABORAL


NÃO COMPROVADA. DESCABIMENTO.

Não-comprovada a incapacidade laboral, atual ou pretérita, é indevido o


benefício postulado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00017 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013134-62.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : MARILENE PAIM BRETSCHNEIDER
ADVOGADO : Cesar Augusto Ramos Grazziotin
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE. NÃO-

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 150 / 413


PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO POR INCAPACIDADE. NÃO-
COMPARECIMENTO À PERÍCIA. SEGURADA RESIDENTE EM LOCAL
DE DIFÍCIL ACESSO. EXTINÇÃO SEM OPORTUNIZAR
JUSTIFICATIVA. CERCEAMENTO DE DEFESA. PERÍCIA MÉDICA.
IMPRESCINDIBILIDADE. SENTENÇA ANULADA.

Inexistindo elementos de prova aptos à formação da convicção do juízo acerca


da alegada incapacidade laboral, e caracterizado o cerceamento de defesa, pois sequer
oportunizado à parte autora justificar o não-comparecimento à perícia, impõe-se a anulação
da sentença, a fim de ser regularmente processado e julgado o feito.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso para anular a sentença, a fim de ser regularmente processado o feito,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00018 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011992-23.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ALCIDES FIEDLER
ADVOGADO : Andre Luis Anschau Mielke
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PROCESSO CIVIL. PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO DECORRENTE DE


ACIDENTE DO TRABALHO OU DOENÇA PROFISSIONAL.
COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. SÚMULA 15 DO STJ.

1. Por força da exceção constitucional prevista no art. 109, I, da CF, e nos


termos da Súmula 15 do STJ e do entendimento consolidado dos Tribunais Superiores, a
competência para processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do trabalho, inclusive
as ações revisionais de beneficio acidentário, é da Justiça Estadual.
2. Nos termos do art. 20 da Lei nº 8.213/91, a doença profissional e a doença do
trabalho estão compreendidas no conceito de acidente de trabalho, e também nesses casos é
reconhecida a competência da Justiça Estadual.
3. Não incidindo à espécie a regra de competência recursal prevista no
parágrafo 4° do art. 109 da CF, impõe-se a remessa dos autos ao Tribunal de Justiça do Rio
Grande do Sul, competente para processar e julgar o recurso interposto.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 151 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, acolher a
questão de ordem para, de ofício, declinar da competência para o Tribunal de Justiça do
Estado do Rio Grande do Sul, prejudicado o exame recursal, nos termos do relatório, votos e
notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00019 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0003756-82.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : DEJANIRA TERRES CORDEIRO
ADVOGADO : Liana Debora Ramos
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE CAMPOS
NOVOS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. MARCO INICIAL. JUROS
MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade parcial e temporária do segurado para o


exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de
auxílio-doença desde o requerimento administrativo.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação do INSS e à remessa oficial e, de ofício, diferir para a fase de
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 152 / 413
execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando prejudicado o recurso e a
remessa no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00020 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012228-72.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : SEBASTIÃO ELBORI RODRIGUES ORTIZ
ADVOGADO : Katiucia Rech
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. ACRÉSCIMO DE 25%. ART. 45 DA LEI 8.213/91.


AMPARO SOCIAL OU BENEFÍCIO ASSISTENCIAL.
INAPLICABILIDADE.

1. O art. 45 da Lei 8.213/91 prevê a possibilidade de acréscimo de 25% ao valor


percebido pelo segurado, quando este necessitar de assistência permanente de outra pessoa,
apenas nos casos de aposentadoria por invalidez.
2. A extensão do adicional a casos outros que não a aposentadoria por invalidez
viola os princípios da legalidade (artigo 5º, II e 37, caput, da Constituição da República) e da
contrapartida (artigo 195, § 5º, da Constituição Federal).
3. A falta de igual proteção a outros beneficiários com igual necessidade de
assistência não constitui necessária lacuna ou violação da igualdade, pela razoável
compreensão de que ao inválido o grau de dependência é diretamente decorrente da doença
motivadora do benefício - isto não se dando automaticamente nos demais benefícios
previdenciários.
4. A extensão do auxílio financeiro pela assistência ao inválido para outros
benefícios previdenciários é critério político, de alteração legislativa, e não efeito de
inconstitucionalidade legal.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00021 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012342-11.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : DEBORA NUNES SOARES

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 153 / 413


ADVOGADO : Viviane Behrenz Da Silva
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-DOENÇA. INCAPACIDADE LABORAL


NÃO COMPROVADA. DESCABIMENTO.

Não-comprovada a incapacidade laboral, atual ou pretérita, é indevido o


benefício postulado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00022 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0012636-63.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ARMINDO LOPES ANTUNES
ADVOGADO : Cristian D Avila Assmann e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PROCESSO CIVIL. PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO DECORRENTE DE


ACIDENTE DO TRABALHO OU DOENÇA PROFISSIONAL.
COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL. SÚMULA 15 DO STJ.

1. Por força da exceção constitucional prevista no art. 109, I, da CF, e nos


termos da Súmula 15 do STJ e do entendimento consolidado dos Tribunais Superiores, a
competência para processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do trabalho, inclusive
as ações revisionais de beneficio acidentário, é da Justiça Estadual.
2. Nos termos do art. 20 da Lei nº 8.213/91, a doença profissional e a doença do
trabalho estão compreendidas no conceito de acidente de trabalho, e também nesses casos é
reconhecida a competência da Justiça Estadual.
3. Não incidindo à espécie a regra de competência recursal prevista no
parágrafo 4° do art. 109 da CF, impõe-se a remessa dos autos ao Tribunal de Justiça de Santa
Catarina, competente para processar e julgar o recurso interposto e o reexame necessário.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 154 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, acolher a
questão de ordem para, de ofício, declinar da competência para o Tribunal de Justiça do Rio
Grande do Sul, prejudicado o exame recursal, nos termos do relatório, votos e notas
taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00023 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013182-21.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ANGELA MACIEL MACHADO
ADVOGADO : Luis Roger Vieira Azzolin
: Rosane Teresinha Carvalho Teixeira
: Rocheli Carvalho Martins
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. BENEFÍCIO ASSISTENCIAL. RISCO SOCIAL.


INEXISTENTE.

Apresentando o núcleo familiar condições econômicas favoráveis para suprir as


necessidades básicas da família, não se constata a situação de vulnerabilidade social, sendo
indevida a concessão do benefício assistencial.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso da autora para julgar improcedente o pedido, nos termos do relatório,
votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00024 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0017432-34.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : VALDEMAR ZATTI
ADVOGADO : Erivelton Jose Konfidera
: Janine Postal Marques Konfidera
: Pricila Luana Bertozzo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 155 / 413


REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE CORONEL
FREITAS/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA OU


APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. VISÃO MONOCULAR.
INCAPACIDADE LABORAL NÃO-COMPROVADA.

1. A visão monocular, por si só, não constitui causa incapacitante para o


desenvolvimento de trabalho rural em regime de economia familiar.
2. Não-comprovada a incapacidade laboral é indevida a concessão ou
restabelecimento de benefício por incapacidade.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à remessa oficial e ao recurso interposto pelo INSS, reformando a sentença para
julgar improcedente a ação, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


Boletim

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Boletim Nro 1528/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

JULGAMENTOS

5ª E 6ª TURMAS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 156 / 413


00001 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0019212-09.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : HELENA NAVA MELO
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
FRAIBURGO/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. TUTELA ESPECÍFICA.
JUROS E CORREÇÃO MONETÁRIA DIFERIDOS. BASE DE CÁLCULO
DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
5. Nas demandas previdenciárias, a base de cálculo da verba honorária, fixada
em percentual sobre o valor da condenação, deve levar em conta todo o proveito econômico
obtido pelo autor com a demanda, independentemente de ter havido pagamentos de outra
origem na via administrativa, numa relação extraprocessual entre o INSS e o segurado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial para autorizar os descontos dos valores
recebidos a título de benefício previdenciário no mesmo período da condenação, por força da
tutela antecipada ou na via administrativa; negar provimento ao recurso da parte autora, e, de
ofício, determinar o cumprimento do acórdão no tocante à implantação do benefício e diferir
para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando
prejudicado o recurso do INSS e a remessa necessária no ponto, nos termos do relatório,
votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 157 / 413
Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00002 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0019356-80.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : IRENE ALVES LOURENÇO
ADVOGADO : Bruno Delano Scalco Pinheiro e outros
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. JUROS E CORREÇÃO
MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial, tida por interposta, para fixar o termo
final do benefício no dia anterior à concessão da aposentadoria por idade, e em relação à
remessa, ainda, isentar a Autarquia do pagamento das custas; dar parcial provimento ao
recurso da autora, para condenar o INSS no pagamento da verba honorária fixada no
percentual de 10% sobre as parcelas vencidas até a sentença, e, de ofício, diferir para a fase
de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicado o
recurso do INSS e a remessa necessária no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00003 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0020322-82.2011.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : DIVINA PIRES DA ROSA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 158 / 413


ADVOGADO : Sueli Casteluzzi Vechiatto
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 1.040, II, do Código de Processo Civil.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00004 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013302-06.2012.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : EUGENIO DE PAULA
ADVOGADO : Fernando Vicente da Silva

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 1.040, II, do Código de Processo Civil.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 159 / 413


nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00005 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0001808-08.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : SALETE ANTUNES DO NASCIMENTO
ADVOGADO : Gilmar Souto Pinheiro
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
SAPIRANGA/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


CONVERSÃO EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. INCAPACIDADE
LABORAL COMPROVADA. TUTELA ESPECÍFICA. JUROS E
CORREÇÃO MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. Converte-se o benefício em aposentadoria por invalidez, desde a data da
perícia judicial, porquanto comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para
o exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, considerando suas
condições pessoais de idade, escolaridade e qualificação profissional.
3. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.
4. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
5. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso e à remessa oficial, e, de ofício, determinar o cumprimento do acórdão
no tocante à implantação do benefício e diferir para a fase de execução a forma de cálculo
dos juros e da correção monetária, restando prejudicado o recurso e a remessa necessária no
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 160 / 413
ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00006 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013890-71.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : CLARI TERESINHA CRISTOFOLI
ADVOGADO : Narjara Weirich
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : (Os mesmos)
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
ENCANTADO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


CONVERSÃO EM APOSENTADORIA POR INVALIDEZ. INCAPACIDADE
LABORAL COMPROVADA. TUTELA ESPECÍFICA. JUROS E
CORREÇÃO MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. Converte-se o benefício em aposentadoria por invalidez, desde a data da
perícia judicial, porquanto comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para
o exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, considerando suas
condições pessoais de idade, escolaridade e qualificação profissional.
3. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.
4. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
5. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial para isentar o réu do pagamento das
custas, dar parcial provimento ao recurso da autora para determinar a conversão do auxílio-
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 161 / 413
doença em aposentadoria por invalidez, a contar da perícia, e, de ofício, diferir para a fase de
execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicado o
recurso e a remessa necessária no ponto, bem como determinar o cumprimento do acórdão no
tocante à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00007 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0015714-02.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : NATIVA MARIA DE MATOS
ADVOGADO : Aider Bogoni
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 3A VARA DA COMARCA DE
PALHOÇA/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. JUROS E CORREÇÃO
MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais, é devido o benefício de auxílio-doença.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso e à remessa oficial, e, de ofício, diferir para a fase de execução a
forma de cálculo dos juros e da correção monetária, restando prejudicado o recurso e a
remessa necessária no ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00008 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0003462-30.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 162 / 413


INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARIA ELISETE DA SILVA MACHADO
ADVOGADO : Adilson Alberton Volpato e outro

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE TOTAL E DEFINITIVA. HONORÁRIOS. REDUÇÃO.
JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.
TUTELA ESPECÍFICA.

1. Comprovada a incapacidade total e permanente da segurada para o exercício


de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez, desde o indeferimento administrativo.
2. Os honorários advocatícios são devidos pelo INSS no percentual de 10%
sobre as parcelas vencidas até a decisão judicial concessória do benefício previdenciário
pleiteado, conforme definidos nas Súmulas nº 76 do TRF4 e nº 111 do STJ.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
5. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
averbação do período de labor rural na qualidade de segurado especial e quanto à
especialidade das atividades desenvolvidas, tendo em vista a eficácia mandamental dos
provimentos fundados no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação do INSS e dar parcial provimento à remessa oficial, tida como
interposta, para reduzir o percentual dos honorários advocatícios fixados para 10% sobre a
condenação, excluídas as prestações vincendas e, de ofício, determinar o cumprimento do
acórdão no tocante à implantação do benefício e diferir para a fase de execução a forma de
cálculo dos consectários legais, restando prejudicado o recurso do INSS e a remessa no
ponto, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte
integrante do presente julgado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 163 / 413


Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.
00009 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0009282-98.2014.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : VALDENIR PORTT DE CASTILHOS
ADVOGADO : Carolina Colombo de Athayde e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-ACIDENTE. ACIDENTE DE QUALQUER


NATUREZA OCORRIDO ANTES DA VIGÊNCIA DA LEI 9.032/95.
BENEFÍCIO INDEVIDO. IMPROCEDÊNCIA MANTIDA.

1. Somente com o advento da Lei 9.032/95 é que o auxílio-acidente passou a ser


devido nas hipóteses de acidentes de qualquer natureza.
2. Tratando-se de acidente de trânsito ocorrido em 1991, é indevido o auxílio-
acidente, ainda que reconhecida a redução da capacidade laboral advinda desse sinistro.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00010 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0009830-55.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ANDREIA CRISTINA DA COSTA
ADVOGADO : Valdecir Girardi

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. COMPENSAÇÃO DE HONORÁRIOS


ADVOCATÍCIOS FIXADOS NOS EMBARGOS À EXECUÇÃO COM OS
DA AÇÃO DE CONHECIMENTO. AJG. IMPOSSIBILIDADE.

É incabível a compensação da verba honorária devida nos embargos à execução


com a verba honorária devida no processo de conhecimento, pois esta é parte do título
exequendo e já resta atingida pela imutabilidade conferida pelo trânsito em julgado; apenas

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 164 / 413


ocorreria tal possibilidade se a sentença do processo cognitivo a deixasse expressamente
consignada, resguardando-se, assim, a coisa julgada. Assim sendo, a compensação de verba
honorária limita-se à remuneração casualmente devida pelo INSS ao procurador da parte
exequente em decorrência do processamento da execução, não abrangendo o quantum
debeatur, ou seja, sendo inviável a pretensão de desconto da verba advocatícia sucumbencial
arbitrada nos embargos do montante devido em face do processo de conhecimento (TRF4,
Embargos Infringentes Nº 0000568-57.2011.404.9999, 3ª Seção, Rel. Rogério Favreto, D.E.
25/10/2011). (TRF4, AC 0015395-05.2013.404.9999, Sexta Turma, minha Relatoria, D.E.
06/04/2015).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento à apelação do INSS, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que
ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00011 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0015318-25.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ADELINO CENIRO MARTINS
ADVOGADO : Vilson Laudelino Pedrosa
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EMBARGOS À EXECUÇÃO DE SENTENÇA. VERBA AUTÔNOMA DO


ADVOGADO. RENÚNCIA DO VALOR PRINCIPAL NÃO SE ESTENDE À
EXECUÇÃO DOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS.

1. Dispõe o art. 23 da Lei nº 8.906/94 que "os honorários incluídos na


condenação, por arbitramento ou sucumbência, pertencem ao advogado, tendo este direito
autônomo para executar a sentença nesta parte, podendo requerer que o precatório, quando
necessário, seja expedido em seu favor".
2. O crédito principal, pertencente à parte autora, e a verba sucumbencial,
pertencente ao advogado (art. 23 da Lei 8.906/94 - Estatuto da OAB), tratam-se de parcelas
autônomas, independentes, de forma que a renúncia do autor ao direito obtido na ação não se
estende à verba honorária.
3. Nas demandas previdenciárias, a base de cálculo da verba honorária, fixada
em percentual sobre o valor da condenação, deve levar em conta todo o proveito econômico
obtido pelo autor com a demanda, independentemente de ter havido pagamentos de outra
origem na via administrativa, numa relação extraprocessual entre o INSS e o segurado.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 165 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação da parte embargada, para o fim de dar prosseguimento à execução da
verba honorária, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo
parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00012 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0009342-03.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : MARLI TEODORO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Ivo Signor
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE SARANDI/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE PARCIAL E DEFINITIVA. CONDIÇÕES PESSOAIS.
CUSTAS. ISENÇÃO. JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade parcial e definitiva da parte autora para o


exercício de sua atividade habitual, a qual lhe garante o sustento, e levando-se em conta que
as suas condições pessoais de idade, escolaridade e experiência profissional inviabilizam a
reabilitação profissional e reinserção no mercado de trabalho, é devida a concessão de
aposentadoria por invalidez a partir da cessação administrativa do benefício de auxílio-
doença percebido anteriormente.
2. Há isenção do pagamento de custas processuais pela Autarquia
Previdenciária em demandas ajuizadas na Justiça Estadual do Rio Grande do Sul (art. 11 da
Lei nº 8.121/85, com a redação dada pela Lei nº 13.471/2010).
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 166 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação do INSS e à remessa necessária, para adequar para o dia 21/01/2014 o
marco inicial da aposentadoria por invalidez concedida, bem como para isentar a Autarquia
do pagamento de custas, e, de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos
consectários legais, restando prejudicada a apelação e a remessa no ponto, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00013 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0002296-31.2014.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ANDERSON SOUZA DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Janir Niehus e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. AUXÍLIO-ACIDENTE. REDUÇÃO DA CAPACIDADE


LABORAL NÃO COMPROVADA. DESCABIMENTO.

Não-comprovada a redução da capacidade laboral é indevido o benefício


postulado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso, nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00014 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0014071-72.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : CLAUDETE GENZ
ADVOGADO : Michele Backes e outro

EMENTA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 167 / 413


PREVIDENCIÁRIO. TEMPO ESPECIAL. EPI. JULGAMENTO PELO STF
EM REPERCUSSÃO GERAL. AGENTE NOCIVO RUÍDO. AGENTES
QUÍMICOS. LAUDO EXTEMPORÂNEO. APOSENTADORIA ESPECIAL.
REQUISITOS CUMPRIDOS. JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO
MONETÁRIA. DIFERIDOS. TUTELA ESPECÍFICA.

1. Comprovada a exposição da segurada a agente nocivo, na forma exigida pela


legislação previdenciária aplicável à espécie, possível reconhecer-se a especialidade da
atividade laboral por ele exercida.
2. O uso de equipamentos de proteção individual - EPI, no caso de exposição a
ruído, ainda que reduza os níveis do agente físico a patamares inferiores aos previstos na
legislação previdenciária, não descaracteriza a especialidade do labor. Quanto aos demais
agentes, o uso de EPI somente descaracteriza a atividade em condições especiais se
comprovada, no caso concreto, a real efetividade, suficiente para afastar completamente a
relação nociva a que o empregado se submete. Entendimento em consonância com o
julgamento pelo STF do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) n. 664.335, com
repercussão geral reconhecida (tema n. 555).
3. No período anterior a 06/03/1997, para fins de caracterização da
especialidade do labor em razão da exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de
80dB, conforme código 1.1.6 do Quadro Anexo do Decreto nº 53.831/64. No período entre
06/03/1997 e 18/11/2003, para fins de caracterização da especialidade do labor em razão da
exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de 90dB, conforme código 2.0.1 do
Anexo IV do Decreto n. 2.172/97 e código 2.0.1 do Anexo IV do Decreto n. 3.048/99, este na
redação original. A partir da vigência do Decreto n. 4.882/2003, que alterou a redação do
código 2.0.1 Anexo IV do Decreto nº 3.048/99, aplica-se o limite de nível de ruído de 85dB.
4. Os riscos ocupacionais gerados pela exposição a agentes químicos não
requerem a análise quantitativa de concentração ou intensidade máxima e mínima no
ambiente de trabalho, dado que são caracterizados pela avaliação qualitativa.
5. A jurisprudência posicionou-se no sentido de aceitar a força probante de
laudo técnico extemporâneo, reputando que, à época em que prestado o serviço, o ambiente
de trabalho tinha iguais ou piores condições de salubridade.
6. No caso dos autos, a parte autora tem direito à transformação da
aposentadoria por tempo de contribuição em aposentadoria especial, porquanto
implementados os requisitos para tanto.
7. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
8. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
9. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à
implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 168 / 413


Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao apelo do INSS e à remessa oficial, tida por interposta, e, de ofício, diferir para
a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais, restando prejudicados o
recurso do INSS e a remessa necessária no ponto, e determinar o cumprimento imediato do
acórdão quanto à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00015 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0013595-34.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : CLENIR TERESINHA ALVES RODRIGUES
ADVOGADO : Alvaro Arcemildo Bamberg e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
CRISSIUMAL/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL. TEMPO URBANO. REQUISITOS NÃO
CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.
1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado
especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.
2. Não comprovado tempo de serviço/contribuição suficiente à concessão da
aposentadoria pleiteada, o período reconhecido como rural deve ser averbado para futura
concessão de benefício previdenciário.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso da parte autora e dar parcial provimento à remessa oficial para isentar
a autarquia previdenciária do pagamento de custas, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00016 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0013459-71.2015.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELANTE : FERNANDA CHESINI
ADVOGADO : Joicimar Dalberto
APELADO : (Os mesmos)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 169 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. RESTABELECIMENTO DE AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. JUROS E CORREÇÃO
MONETÁRIA DIFERIDOS.

1. Comprovado que o segurado se encontrava temporariamente incapacitado


para suas atividades habituais quando da cessação do pagamento administrativo, é devido o
restabelecimento do benefício de auxílio-doença.
2. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
3. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento aos recursos do INSS e da parte autora e à remessa oficial, tida por interposta, e,
de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção
monetária, restando prejudicado o recurso do INSS e a remessa necessária no ponto, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00017 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0009053-70.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : JOÃOCARLOS DA BOAVENTURA
ADVOGADO : Diogo Figueiredo de Oliveira
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO.


TEMPO RURAL COMO SEGURADO ESPECIAL. TEMPO URBANO. REQUISITOS
CUMPRIDOS. AVERBAÇÃO.
1. Comprovado o exercício de atividade rural, na qualidade de segurado
especial, mediante início de prova material, complementada por prova testemunhal idônea.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 170 / 413


2. Implementados os requisitos, a parte autora tem direito a concessão da
aposentadoria por tempo de serviço/contribuição integral.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento ao recurso da parte autora para, reconhecendo o efetivo exercício do labor rural,
no período de 26/10/1974 a 30/11/1984, conceder ao autor o benefício de aposentadoria por
tempo de contribuição, a contar da data do requerimento administrativo, e, de ofício, diferir
para a fase de execução a forma de cálculo dos juros e da correção monetária, bem como
determinar o cumprimento imediato do acórdão quanto à implantação do benefício, nos
termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00018 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0011133-07.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : DANILO ANTONIO AUGUSTINO
ADVOGADO : Fabiano Vuaden
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 2A VARA DA COMARCA DE
ENCANTADO/RS

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. APOSENTADORIA POR INVALIDEZ.


INCAPACIDADE TOTAL E DEFINITIVA. HONORÁRIOS
ADVOCATÍCIOS. JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA.
DIFERIDOS.

1. Comprovada a incapacidade total e permanente do segurado para o exercício


de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de aposentadoria
por invalidez, desde o cancelamento administrativo.
2. Nos termos da Súmula nº 76 do TRF4 e nº 111 do STJ, os honorários
advocatícios são devidos no percentual de 10% sobre as parcelas vencidas até a sentença.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 171 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento à apelação do INSS e à remessa oficial, para que os honorários advocatícios
incidam sobre as parcelas vencidas até a data da sentença - conforme Súmula 111 do STJ - e,
de ofício, diferir para a fase de execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando
prejudicado o recurso e a remessa necessária, no ponto, nos termos do relatório, votos e notas
de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00019 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0008825-95.2016.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : ELOIR ANTÔNIO GOMES RIBEIRO
ADVOGADO : Mauri Raul Costa Júnior
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
FRAIBURGO/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. TEMPO ESPECIAL. EPI. JULGAMENTO PELO STF


EM REPERCUSSÃO GERAL. AGENTE NOCIVO RUÍDO. AGENTES
QUÍMICOS. ELETRICIDADE. LAUDO EXTEMPORÂNEO.
APOSENTADORIA POR TEMPO DE CONTRIBUIÇÃO. REQUISITOS
CUMPRIDOS. JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA.
DIFERIDOS. TUTELA ESPECÍFICA DO ART. 497 DO CPC/2015

1. Comprovada a exposição do segurado a agente nocivo, na forma exigida pela


legislação previdenciária aplicável à espécie, possível reconhecer-se a especialidade da
atividade laboral por ele exercida.
2. O uso de equipamentos de proteção individual - EPI, no caso de exposição a
ruído, ainda que reduza os níveis do agente físico a patamares inferiores aos previstos na
legislação previdenciária, não descaracteriza a especialidade do labor. Quanto aos demais
agentes, o uso de EPI somente descaracteriza a atividade em condições especiais se
comprovada, no caso concreto, a real efetividade, suficiente para afastar completamente a
relação nociva a que o empregado se submete. Entendimento em consonância com o
julgamento pelo STF do Recurso Extraordinário com Agravo (ARE) n. 664.335, com
repercussão geral reconhecida (tema n. 555).
3. No período anterior a 06/03/1997, para fins de caracterização da
especialidade do labor em razão da exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de
80dB, conforme código 1.1.6 do Quadro Anexo do Decreto nº 53.831/64. No período entre
06/03/1997 e 18/11/2003, para fins de caracterização da especialidade do labor em razão da
exposição ao agente físico ruído, aplica-se o limite de 90dB, conforme código 2.0.1 do
Anexo IV do Decreto n. 2.172/97 e código 2.0.1 do Anexo IV do Decreto n. 3.048/99, este na

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 172 / 413


redação original. A partir da vigência do Decreto n. 4.882/2003, que alterou a redação do
código 2.0.1 Anexo IV do Decreto nº 3.048/99, aplica-se o limite de nível de ruído de 85dB.
4. Os riscos ocupacionais gerados pela exposição a agentes químicos não
requerem a análise quantitativa de concentração ou intensidade máxima e mínima no
ambiente de trabalho, dado que são caracterizados pela avaliação qualitativa.
5. É possível o reconhecimento da especialidade do labor desenvolvido com
exposição à eletricidade média superior a 250 volts após 05/03/1997, com fundamento na
Súmula 198 do extinto TFR e na Lei 7.369/85, regulamentada pelo Decreto 93.412/96.
6. A jurisprudência posicionou-se no sentido de aceitar a força probante de
laudo técnico extemporâneo, reputando que, à época em que prestado o serviço, o ambiente
de trabalho tinha iguais ou piores condições de salubridade.
7. No caso dos autos, a parte autora tem direito à aposentadoria por tempo de
contribuição, porquanto implementados os requisitos para sua concessão.
8. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
9. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.
10. Determina-se o cumprimento imediato do acórdão naquilo que se refere à
obrigação de implementar o benefício, por se tratar de decisão de eficácia mandamental que
deverá ser efetivada mediante as atividades de cumprimento da sentença stricto sensu
previstas no art. 497 do CPC/2015, sem a necessidade de um processo executivo autônomo
(sine intervallo).

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao apelo do INSS e à remessa oficial, para afastar o reconhecimento do agente
nocivo ruído no período de 01/11/1990 a 31/07/1993, e, de ofício, diferir para a fase de
execução a forma de cálculo dos consectários legais e determinar o cumprimento imediato do
acórdão quanto à implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de
julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00020 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0011455-66.2012.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : TEREZINHA ZANELATO DOS SANTOS
ADVOGADO : Alan Rodrigo Pupin

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 173 / 413


EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. JUÍZO DE RETRATAÇÃO. DESCABIMENTO NO


CASO CONCRETO.

Estando a decisão da Turma em conformidade com o entendimento externado


pelo Superior Tribunal de Justiça em recurso especial repetitivo, não se mostra viável a
aplicação do artigo 1.040, II, do Código de Processo Civil.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, em juízo de
retratação, manter a decisão da Turma e determinar o retorno dos autos à Vice-Presidência,
nos termos do relatório, votos e notas taquigráficas que ficam fazendo parte integrante do
presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00021 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0016645-05.2015.4.04.9999/PR
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : MARILU FERREIRA
ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara e outro
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SALDO REMANESCENTE.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. JUROS MORATÓRIOS.
CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Possível a expedição de requisição complementar para o pagamento, pelo


INSS, de juros de mora entre a data da conta de liquidação e a data da expedição da
Requisição de Pequeno Valor (RPV), ou até a data de inscrição do precatório (1º de julho),
em face do entendimento de que o Instituto devedor permanece em mora para com o credor
nesse período.
2. Os juros de mora decorrentes da condenação judicial e incidentes sobre o
valor do principal são devidos no percentual determinado no título exequendo, salvo no caso
de mudança superveniente da legislação, como é o caso da Lei nº 11.960/2009, que, a contar
de 01-07-2009, fixa no mesmo percentual incidente sobre os juros da caderneta de poupança,
calculados sem a capitalização, desde que o débito seja pago no prazo constitucional (31 de
dezembro do ano subsequente ao da inscrição no orçamento, no caso de precatório, ou até
sessenta dias após a autuação, no caso de RPV).
3. Na correção monetária devem prevalecer os critérios definidos no título
executivo judicial até a inscrição do precatório (1º de julho) ou RPV, salvo em relação ao
indexador no caso de mudança superveniente da legislação. Na ausência desses parâmetros

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 174 / 413


deverão ser observados os critérios jurisprudencialmente aceitos.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.
5. Recurso parcialmente acolhido para que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado, face à pendência da decisão do STF em sede de
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
parâmetros indicados neste julgado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso da parte exequente a fim de que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado quanto aos juros de mora, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00022 APELAÇÃO CÍVEL Nº 0005673-39.2016.4.04.9999/RS
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELANTE : LOURDES CONFORTI TONI
ADVOGADO : Daniel Zorzi
: Letícia Zamprogna Matielo
APELADO : (Os mesmos)

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO DE SENTENÇA.


HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NA EXECUÇÃO. INICIATIVA DO
DEVEDOR. MERA CONCORDÂNCIA DO CREDOR. CUSTAS
PROCESSUAIS. ISENÇÃO RECONHECIDA NO JULGADO.

1. Não são devidos honorários advocatícios na execução quando quem toma a


iniciativa de liquidar é o próprio devedor, restringindo-se a atividade do credor à mera
concordância com a memória de cálculo apresentada.
2. A isenção do pagamento de custas processuais pela autarquia restou
consignada no voto condutor do acórdão proferido nos autos da ação de conhecimento, razão
pela qual qualquer determinação em sentido contrário, ainda que em sede de execução de
sentença, incorre em ofensa à coisa julgada.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 175 / 413


ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar
provimento à apelação do INSS para determinar a isenção da autarquia ao pagamento das
custas processuais, e negar provimento ao recurso adesivo da exequente, nos termos do
relatório, votos e notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente
julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00023 APELAÇÃO CÍVEL Nº 2007.72.99.003625-0/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : ONDINA LEMOS LOPES
ADVOGADO : Jose Emilio Bogoni e outros
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL -
INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

EMENTA

EXECUÇÃO DE SENTENÇA. SALDO REMANESCENTE.


PRECATÓRIO/RPV COMPLEMENTAR. JUROS MORATÓRIOS.
CORREÇÃO MONETÁRIA.

1. Possível a expedição de requisição complementar para o pagamento, pelo


INSS, de juros de mora entre a data da conta de liquidação e a data da expedição da
Requisição de Pequeno Valor (RPV), ou até a data de inscrição do precatório (1º de julho),
em face do entendimento de que o Instituto devedor permanece em mora para com o credor
nesse período.
2. Os juros de mora decorrentes da condenação judicial e incidentes sobre o
valor do principal são devidos no percentual determinado no título exequendo, salvo no caso
de mudança superveniente da legislação, como é o caso da Lei nº 11.960/2009, que, a contar
de 01-07-2009, fixa no mesmo percentual incidente sobre os juros da caderneta de poupança,
calculados sem a capitalização, desde que o débito seja pago no prazo constitucional (31 de
dezembro do ano subsequente ao da inscrição no orçamento, no caso de precatório, ou até
sessenta dias após a autuação, no caso de RPV).
3. Na correção monetária devem prevalecer os critérios definidos no título
executivo judicial até a inscrição do precatório (1º de julho) ou RPV, salvo em relação ao
indexador no caso de mudança superveniente da legislação. Na ausência desses parâmetros
deverão ser observados os critérios jurisprudencialmente aceitos.
4. No período entre a inscrição e o efetivo pagamento, aos precatórios
expedidos ou pagos até 25.03.2015 deve ser mantida a aplicação do índice oficial de
remuneração básica da caderneta de poupança, data após a qual devem ser corrigidos pelo
IPCA-E, conforme a modulação dos efeitos da declaração de inconstitucionalidade da
Emenda Constitucional (EC) nº 62/2009, resguardados os precatórios expedidos, no âmbito
da administração pública federal, que fixam o IPCA-E como índice de correção monetária.
5. Recurso parcialmente acolhido para que seja expedida a requisição de

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 176 / 413


pagamento com status bloqueado, face à pendência da decisão do STF em sede de
repercussão geral, quanto aos juros moratórios, cujo cálculo deve ser adequado aos
parâmetros indicados neste julgado.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, dar parcial
provimento ao recurso da parte exequente a fim de que seja expedida a requisição de
pagamento com status bloqueado quanto aos juros de mora, nos termos do relatório, votos e
notas de julgamento que ficam fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


00024 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO Nº 0017593-44.2015.4.04.9999/SC
RELATORA : Des. Federal VÂNIA HACK DE ALMEIDA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JOSÉ GENIOVAN MATIAS
ADVOGADO : Gerson Palma Arruda
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA DA COMARCA DE
URUBICI/SC

EMENTA

PREVIDENCIÁRIO. CONCESSÃO DE BENEFÍCIO. AUXÍLIO-DOENÇA.


INCAPACIDADE LABORAL COMPROVADA. SEGURADO ESPECIAL.
REGIME DE ECONOMIA FAMILIAR. TAMANHO DA PROPRIEDADE.
JUROS MORATÓRIOS E CORREÇÃO MONETÁRIA. DIFERIDOS.
TUTELA ESPECÍFICA.

1. Comprovada a incapacidade parcial e temporária do segurado para o


exercício de sua atividade laboral, a qual lhe garante o sustento, devida é a concessão de
auxílio-doença desde o requerimento administrativo.
2. A área da propriedade, por si só não constitui óbice ao reconhecimento da
condição de segurado especial, salvo nas hipóteses em que seja de tal monta que inviabilize a
sua exploração apenas pelo grupo familiar. No caso dos autos, os valores percebidos pelo
autor em atividades não rurais atinentes ao arrendamento das terras, bem como a paga pelo
cuidado com o gado do arrendatário e com a comercialização de produtos agrícolas que não
indicam produção em nível empresarial, não têm o condão de descaracterizar a condição de
segurado especial.
3. As normas que versam sobre correção monetária e juros possuem natureza
eminentemente processual, e, portanto, as alterações legislativas referentes à forma de
atualização monetária e de aplicação de juros, devem ser observadas de forma imediata a
todas as ações em curso, incluindo aquelas que se encontram na fase de execução.
4. Visando não impedir o regular trâmite dos processos de conhecimento,
firmado em sentença, em apelação ou remessa oficial o cabimento dos juros e da correção
monetária por eventual condenação imposta ao ente público, a forma como será apurada a
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 177 / 413
atualização do débito deve ser diferida (postergada) para a fase de execução, observada a
norma legal em vigor.

5. Tutela específica concedida, com cumprimento imediato do acórdão quanto à


implantação do benefício, tendo em vista a eficácia mandamental dos provimentos fundados
no art. 497 do CPC/2015.

ACÓRDÃO

Vistos e relatados estes autos em que são partes as acima indicadas, decide a
Egrégia 6ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, por unanimidade, negar
provimento ao recurso do INSS e à remessa oficial, e, de ofício, diferir para a fase de
execução a forma de cálculo dos consectários legais, julgando prejudicada a apelação e a
remessa no ponto, bem como para determinar o cumprimento do acórdão no tocante à
implantação do benefício, nos termos do relatório, votos e notas de julgamento que ficam
fazendo parte integrante do presente julgado.

Porto Alegre, 23 de novembro de 2016.


Expediente

Secretaria dos Órgãos Julgadores

Expediente SPLE Nro 365/2016

TRIBUNAL REGIONAL FEDERAL DA 4ª REGIÃO

Secretaria dos Órgãos Julgadores

AUTOS COM DESPACHO


MANDADO DE SEGURANÇA Nº 0001050-53.2016.4.04.0000/RS
RELATOR : Des. Federal RÔMULO PIZZOLATTI
IMPETRANTE : MUNICÍPIO DE DOUTOR ULISSES/PR
ADVOGADO : Camila Quevedo da Silva
IMPETRADO : DESEMBARGADOR FEDERAL PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL
FEDERAL DA 4A REGIÃO
INTERESSADO : UNIÃO FEDERAL (FAZENDA NACIONAL)
ADVOGADO : Procuradoria-Regional da Fazenda Nacional

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 178 / 413


DESPACHO

Pelo que se vê dos autos, foi determinado pela autoridade impetrada, em 02 de


outubro de 2016, o sequestro de valores do município impetrante, ao fundamento de que não
houve a alocação de recursos para atendimento a precatório (fl. 129). Tal providência
somente foi determinada após ser intimado o impetrante, com o prazo de 30 dias, para
proceder à regularização do pagamento do precatório, sob pena de seqüestro do valor devido
(fl. 115). O impetrante não se manifestou no prazo (fl. 116), pelo que a Procuradoria da
Fazenda Nacional requereu a efetivação do sequestro (fl. 120), ao que se manifestou
favoravelmente o Ministério Público Federal (fls. 123-237).

Daí o presente mandado de segurança impetrado pelo Município de Doutor


Ulysses/PR, em que formula pedido de liminar para desbloqueio dos valores seqüestrados via
Bacenjud, alegando:

Ocorre que em 12/2012 foi celebrado com a União o acordo conforme previsão da Lei
nº 12703 e Lei 12810. Como será demonstrado, os pagamentos foram celebrados
integralmente nas datas ajustadas, conforme documentos anexos sob título "PREV-
PARC 53" e extrato bancários anexos, sendo improcedente o pedido de seqüestro dos
valores constantes do cálculo especificados no relatório juntado às fls. 27 (petição
inicial, fl. 05).

É o relatório.

Tudo bem visto e examinado, passo a decidir.

Apesar da assertividade da alegação do impetrante, não veio aos autos cópia do


mencionado acordo, mas apenas guias de pagamento - GPS (fls. 13-50), as quais não
evidenciam tratar-se do pagamento do débito requisitado por precatório.

Ademais, o município impetrante foi intimado com o prazo de 30 dias antes da


efetivação do seqüestro, para regularização do débito, oportunidade em que deveria ter
comprovado a existência do acordo e dos pagamentos, o que não fez.

Enfim, parece estranho que a Procuradoria da Fazenda Nacional tenha requerido


o seqüestro, se a dívida estivesse sendo regularmente paga, mediante acordo, como afirma o
impetrante.

Nessas condições, não se vislumbra relevância no fundamento do mandado de


segurança, pelo que indefiro o pedido de suspensão do ato impugnado.

Proceda-se à notificação da autoridade impetrada e à cientificação do órgão de


representação judicial da pessoa jurídica interessada, como estabelecem os incisos I e II do
art. 7º da Lei nº 12.016, de 2009.

Porto Alegre, 01 de dezembro de 2016.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 179 / 413


APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0002769-32.2010.4.04.7000/PR
RELATOR : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN
NETO
APELANTE : STEFANO BONETTI
ADVOGADO : Pedro Henrique Xavier
: Roberto Brzezinski Neto
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DESPACHO

Determino o sobrestamento do presente feito, tendo em vista que dependente do


julgamento da Apelação Criminal nº 0020665-93.2007.4.04.7000/PR, vinculada ao processo
principal.

Porto Alegre, 17 de novembro de 2016.


APELAÇÃO CRIMINAL Nº 0002771-02.2010.4.04.7000/PR
RELATOR : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN
NETO
APELANTE : ANTONIO CARLOS TARNOVSKI
ADVOGADO : Jose Carlos Cal Garcia Filho e outros
: Eduardo Emanoel Dall'agnol de Souza
: Eduardo Ferreira da Silva
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DESPACHO

Determino o sobrestamento do presente feito, tendo em vista que dependente do


julgamento da Apelação Criminal nº 0020665-93.2007.4.04.7000/PR, vinculada ao processo
principal.

Porto Alegre, 17 de novembro de 2016.


INQUÉRITO POLICIAL Nº 0034298-20.2010.4.04.0000/PR
RELATOR : Des. Federal SEBASTIÃO OGÊ MUNIZ
AUTOR : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INDICIADO : SILVIO MAGALHAES BARROS II
ADVOGADO : Paulo Lemos e outros

DECISÃO

Trata-se de inquérito policial instaurado por requisição da Procuradoria


Regional da República da 4ª Região, em face de Sílvio Magalhães Barros II, com vista à
apuração de possível prática da conduta prevista no artigo 1º, inc. I, do DL 201/67, ante o
apontado desvio indevido de rendas públicas provenientes do Convênio nº 234/2003,
firmado entre o município de Maringá e a União Federal, em proveito alheio, especificamente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 180 / 413


em favor da empresa Veja Engenharia e Consultoria Ltda e da empresa C.R. Almeida S/A
Engenharia e Obras, e a conduta prevista no artigo 96, inciso IV, da Lei nº 8.666/90.

Após a notificação, nos termos do artigo 4º, da Lei nº 8.038/90, c/c o artigo 396-
A do Código de Processo Penal (fl. 22) , o acusado ofereceu resposta à denúncia, informando
não ter mais direito à prerrogativa de foro, porquanto fora exonerado do cargo em comissão
de Secretário de Estado do Planejamento e Coordenação Geral do Estado do Paraná, no dia 1º
de junho de 2016, conforme consta do Decreto nº 4266, publicado no Diário Oficial nº 9710,
de 02 de junho de 2016 (fl.30).

É o breve relato.

Deixando de existir a prerrogativa de foro, porque não subsiste o exercício de


função, falece a esta Corte competência para o processamento do presente, o qual deve ser
remetido à Justiça Federal de 1º Grau.

Nesse sentido, os precedentes da 4ª Seção deste Tribunal, em procedimentos


símeis:

PENAL. INQUÉRITO POLICIAL. EX-PREFEITO MUNICIPAL. DECLINAÇÃO DE


COMPETÊNCIA. Não subsistindo a condição de Prefeito Municipal, afasta-se a
prerrogativa de função que garante ao indiciado foro privilegiado perante este Tribunal.
Acolhimento da promoção ministerial pela declinação da competência em favor da
Subseção Judiciária de primeira instância, em relação ao investigado que não possui
foro privilegiado.

(TRF4, Proced. Investigatório do MP (Peças de Informação) Nº 0013772-


95.2011.404.0000, 4ª Seção, Des. Federal MÁRCIO ANTÔNIO ROCHA, por
unanimidade, D.E. 26/04/2012)

AGRAVO REGIMENTAL. INVESTIGAÇÃO. MAGISTRADO. APOSENTADORIA


COMPULSÓRIA. PERDA DA PRERROGATIVA DE FUNÇÃO. REMESSA DOS
AUTOS À JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRA INSTÂNCIA.

1. Consoante entendimento ainda predominante no Supremo Tribunal Federal, cessa a


competência especial por prerrogativa de função quando encerrado o exercício
funcional que a ela deu causa, ainda que se cuide de magistrado, porquanto a
prerrogativa de foro conferida aos juízes "visa a garantir o exercício do cargo ou do
mandato, e não a proteger quem o exerce. Menos ainda quem deixa de exercê-lo". 2.
Não trazendo o agravo regimental nenhum fato novo capaz de alterar os fundamentos
da decisão hostilizada, esta deve ser mantida, no sentido de que, não mais subsistindo
a prerrogativa de foro determinante à competência originária deste Tribunal, devem ser
os autos remetidos à Justiça Federal de primeira instância para as providências que
entender cabíveis quanto ao prosseguimento da investigação.

(TRF4, AGRAVO REGIMENTAL EM INVESTIGAÇÃO Nº 2008.04.00.034421-6, 4ª


Seção, Des. Federal TADAAQUI HIROSE, D.E. 07/06/2010)

Diante do exposto, com amparo no artigo 37 do Regimento Interno deste


Tribunal, determino a baixa na distribuição e a remessa destes autos ao Juízo Criminal da
Subseção Judiciária de Maringá/PR.

Porto Alegre, 25 de novembro de 2016.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 181 / 413


SECRETARIA DA 3ª TURMA
Pauta

3ª TURMA

PAUTA DE JULGAMENTOS - SEGUNDO ADITAMENTO

Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos


ORDINÁRIA do dia 13 de dezembro de 2016, terça-feira, às 09:00, podendo, entretanto,
nessa mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados ou
constantes de Pautas já publicadas.

0000626 APELAÇÃO CÍVEL 5066226-65.2015.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
APELADO : SERVAN - PRESTACAO DE SERVICOS DE LIMPEZA LTDA
ADVOGADO : RAFAEL DA CÁS MAFFINI
ADVOGADO : Bruno Rosso Zinelli
ADVOGADO : MAURICIO ROSADO XAVIER

0000627 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5007674-11.2014.404.7208 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : MUNICÍPIO DE NAVEGANTES
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : OS MESMOS
INTERESSADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000628 APELAÇÃO CÍVEL 5000444-53.2016.404.7205 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : Roger Jensen Pabst
ADVOGADO : Roger Jensen Pabst
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000629 APELAÇÃO CÍVEL 5032814-12.2016.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : ANTONINO PALHARES ACKERMANN
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : CARLOS DIAS ANDRADE
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : CRISTIANE MARINA DE ANDRADE
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : EDISON CONCEICAO
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : FABRICIO SOARES GONCALVES
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : MARIA GUIOMAR CONCEICAO DOS SANTOS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 182 / 413


ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : MARLY CLEMENTINA REGERT
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : NEUSA TERESINHA SILVEIRA SOUZA
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : ROSA MARIA SARAIVA LIMA
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELANTE : SUELI DOS SANTOS NAATZ
ADVOGADO : ROSALINO ZORZI
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA

0000630 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5036076-04.2015.404.7100 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/RS
APELADO : COMERCIAL AGRICOLA SAFRA LTDA
ADVOGADO : André Fronza

0000631 APELAÇÃO CÍVEL 5071815-72.2014.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : GENECI DE CASTRO RODRIGUES
ADVOGADO : ALEXANDRE CAETANO PEREIRA
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000632 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5008370-96.2013.404.7009 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : SELMIRA PEDRON
ADVOGADO : ANDRÉ EDUARDO OLIVEIRA

0000633 APELAÇÃO CÍVEL 5006491-69.2013.404.7101 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : JUREMA DAS GRACAS DOS SANTOS CARVALHO
ADVOGADO : LUCIANO ROBERTO SARTURI
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : CAIXA SEGURADORA S/A

0000634 APELAÇÃO CÍVEL 5014536-03.2015.404.7001 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : NATHALIA DE ASSIS MATEUS
ADVOGADO : PAULO HENRIQUE GARDEMANN
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

0000635 APELAÇÃO CÍVEL 5000075-87.2015.404.7013 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : SHIRLEY APARECIDA SOARES
ADVOGADO : PAULO HENRIQUE GARDEMANN
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : CAIXA SEGURADORA S/A
INTERESSADO : COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO PARANÁ - COHAPAR

0000636 APELAÇÃO CÍVEL 5006113-30.2015.404.7009 (Processo Eletrônico - TRF)


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 183 / 413
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : ANA ROSA TOGESKI RIBEIRO
ADVOGADO : JOÃO MANOEL GROTT
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : FEDERAL DE SEGUROS S A
ADVOGADO : JOSEMAR LAURIANO PEREIRA

0000637 APELAÇÃO CÍVEL 5002704-64.2015.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : ARAKEM PETRY RODRIGUES
ADVOGADO : MICHAEL MICHELE BRAUN
ADVOGADO : SOPHIA MARTINI VIAL
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL - IPERGS

0000638 APELAÇÃO CÍVEL 5005139-90.2015.404.7009 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : AUGUSTO VASCO DE CARVALHO
ADVOGADO : JOÃO MANOEL GROTT
ADVOGADO : NELSON GOMES MATTOS JÚNIOR
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA
ADVOGADO : PAULO ANTONIO MULLER
ADVOGADO : MARCO AURELIO MELLO MOREIRA

0000639 APELAÇÃO CÍVEL 5024440-41.2015.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : MORGANA RAFAELA ROSA FLORES
ADVOGADO : LIVIO ANTONIO SABATTI
APELANTE : SIDNEI ROGERIO FLORES
ADVOGADO : LIVIO ANTONIO SABATTI
APELADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : CARLA BEATRIZ CAVALHEIRO

0000640 APELAÇÃO CÍVEL 5001930-89.2015.404.7114 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : ILSE MARIA WESTERHOFEN
ADVOGADO : PAULO MARQUETTO

0000641 APELAÇÃO CÍVEL 5008589-38.2015.404.7204 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
APELADO : CHEILA SOUZA CHAUCOSKI PEREIRA
ADVOGADO : ANTONIO CARLOS NEVES DE SOUZA
ADVOGADO : KARLA BATISTA DE SOUZA

0000642 APELAÇÃO CÍVEL 5012077-25.2015.404.7002 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO PARANÁ - CRC/PR
APELADO : CARLA MICHELLE BYK
ADVOGADO : RODRIGO CAVALCANTE GAMA DE AZEVEDO

0000643 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5049472-71.2016.404.0000 (Processo Eletrônico

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 184 / 413


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : JUCA PEIXOTO PRAUN
ADVOGADO : GUSTAVO ANTONIO PEREIRA GOULART
AGRAVANTE : RUTH HASSE HAAS
ADVOGADO : GUSTAVO ANTONIO PEREIRA GOULART
AGRAVANTE : RUTH MOSIMANN HOFFMANN
ADVOGADO : GUSTAVO ANTONIO PEREIRA GOULART
AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

0000644 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5049293-40.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : MARIA DO CEU TOLENTINO DE SOUZA
ADVOGADO : GUSTAVO ANTONIO PEREIRA GOULART
AGRAVADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000645 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5033386-25.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG
AGRAVADO : MARIA IZABEL FERREIRO LLOPART (SUCESSOR)
ADVOGADO : LEANDRO DE AZEVEDO BEMVENUTI
ADVOGADO : EDUARDO HELDT MACHADO

0000646 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5051180-59.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
AGRAVADO : INFOTENDENCIA INFORMATICA E SUPRIMENTOS LTDA - EPP
ADVOGADO : LUIZ DE OLIVEIRA JUNIOR
ADVOGADO : GUSTAVO MURILLO MATIAS WESTPHAL

0000647 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5049776-70.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : LEAO ALIMENTOS E BEBIDAS LTDA.
ADVOGADO : Ronaldo Rayes
AGRAVADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

0000648 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5043983-53.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO
AGRAVADO : IRMAOS SERAFIN LTDA
AGRAVADO : IVO SERAFIN

0000649 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5043649-19.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
AGRAVADO : CARUSO MAC DONALD E CIA LTDA
ADVOGADO : JOÉLCIO COELHO GERÔNIMO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 185 / 413


0000650 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5049753-27.2016.404.0000 (Processo Eletrônico
- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
AGRAVADO : LUIZ REINALDO DE SOUZA
ADVOGADO : Rafael Paes Vieira

0000651 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5051153-76.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DE PORTO
ALEGRE - UFCSPA
AGRAVADO : RUI LEMOS DE MOURA
ADVOGADO : RAFAEL STEFANOW BONOTTO
ADVOGADO : SULAINE APARECIDA SILVEIRA POSPICH
INTERESSADO : IRMANDADE DA SANTA CASA DE MISERICÓRDIA DE PORTO ALEGRE
ADVOGADO : VERA MARIA PESCADOR
ADVOGADO : SILVANA LETTIERI GONÇALVES
ADVOGADO : ANELISE PEROTTONI
ADVOGADO : CAROLINA SANTOS ANDRADE
ADVOGADO : KELLY PATIES PEREIRA DE ANDRADE

0000652 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045678-42.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : TEREZA PAIAO MODESTO
ADVOGADO : Hugo Francisco Gomes
ADVOGADO : Marcos Roberto Meneghin
ADVOGADO : RUDINEI FRACASSO
ADVOGADO : VANESSA LEAL
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA
ADVOGADO : PAULO ANTONIO MULLER
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000653 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045679-27.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : JORGE LEMES DA ROSA
ADVOGADO : Hugo Francisco Gomes
ADVOGADO : Marcos Roberto Meneghin
ADVOGADO : RUDINEI FRACASSO
ADVOGADO : VANESSA LEAL
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000654 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045809-17.2016.404.0000 (Processo Eletrônico

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 186 / 413


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : FELICIO CARDOSO DE JESUS
ADVOGADO : Hugo Francisco Gomes
ADVOGADO : Marcos Roberto Meneghin
ADVOGADO : Marino Elígio Gonçalves
ADVOGADO : RUDINEI FRACASSO
ADVOGADO : FERNANDA SILVA DA SILVEIRA
ADVOGADO : VANESSA LEAL
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA
ADVOGADO : PAULO ANTONIO MULLER
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000655 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045681-94.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : OVANDA BONDANCIA RODRIGUES
ADVOGADO : Hugo Francisco Gomes
ADVOGADO : Marcos Roberto Meneghin
ADVOGADO : RUDINEI FRACASSO
ADVOGADO : VANESSA LEAL
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA
ADVOGADO : PAULO ANTONIO MULLER
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000656 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045794-48.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : LOURDES DE OLIVEIRA LIMA
ADVOGADO : Hugo Francisco Gomes
ADVOGADO : Marcos Roberto Meneghin
ADVOGADO : RUDINEI FRACASSO
ADVOGADO : VANESSA LEAL
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA
ADVOGADO : PAULO ANTONIO MULLER
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000657 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045565-88.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 187 / 413


AGRAVANTE : THIAGO MARCELO SEIDLER
PROCURADOR : MARCOS MAZZOTTI (DPU) DPU178
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

0000658 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5045792-78.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : ANGELA SIMONE CORTEZE DA SILVA
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
AGRAVANTE : APARECIDO ANTONIO HONORIO
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : CLAUDETE CASTILHO
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : GESLER FERREIRA DE ASSIS
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : IVANILDE ALVES
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : MARA REGINA ALEXANDRE DA ROSA
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : MARIA LEONILDA CASTILHO
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : MARTA AUGUSTA GOUVEA
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : NATAL MIGLIOLI
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVANTE : TANIA MARIA PACZKOWSKI MORAIS
ADVOGADO : SANDRO RAFAEL BONATTO
ADVOGADO : LOUISE RAINER PEREIRA GIONEDIS
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : SUL AMERICA COMPANHIA NACIONAL DE SEGUROS
ADVOGADO : MARCO AURELIO MELLO MOREIRA
ADVOGADO : CARLA PINTO DA COSTA
INTERESSADO : COMPANHIA DE HABITAÇÃO DO PARANÁ - COHAPAR

0000659 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5040080-10.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : ITAÚ UNIBANCO S/A
AGRAVADO : MARIA LENI BERTONI DALLAROSA
ADVOGADO : RENATO AMARAL CORRÊA
INTERESSADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
INTERESSADO : EMPRESA GESTORA DE ATIVOS - EMGEA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 188 / 413


0000660 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5049422-45.2016.404.0000 (Processo Eletrônico
- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
AGRAVADO : STELLA MARIS TAVARES DE OLIVEIRA
ADVOGADO : HALLEY LINO DE SOUZA
ADVOGADO : EDUARDO HELDT MACHADO
ADVOGADO : MARIANA LANNES LINDENMEYER
AGRAVADO : LINDENMEYER ADVOCACIA & ASSOCIADOS S/S
ADVOGADO : EDUARDO HELDT MACHADO
ADVOGADO : HALLEY LINO DE SOUZA
ADVOGADO : MARIANA LANNES LINDENMEYER

0000661 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5052131-53.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL -
CRF/RS
AGRAVADO : DROGARIA CAPILE LTDA

0000662 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5052016-32.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/RS
AGRAVADO : VALDIR ROBERTO DE LIMA

0000663 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5051563-37.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL -
CRF/RS
AGRAVADO : REIS & BARCELLOS LTDA

0000664 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5036408-91.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : RAFAEL BRASIL BALBAO
ADVOGADO : ALCEU ALVES
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

0000665 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5039750-13.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : ROSANA METRANGOLO
ADVOGADO : FABIANO GODOLPHIM NEME
ADVOGADO : MAURICIO RICARDO DA SILVA LACERDA
AGRAVADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

0000666 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5003450-52.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : REINALDO MULLER
ADVOGADO : ERNANI ORI HARLOS JUNIOR

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 189 / 413


0000667 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5042882-78.2016.404.0000 (Processo Eletrônico
- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : J T R COMERCIO DE PRODUTOS SIDERURGICOS LTDA ME
ADVOGADO : FABIO BRISKIEVICZ
AGRAVADO : JOARES TELLES DE RAMOS
ADVOGADO : FABIO BRISKIEVICZ

0000668 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5039631-52.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : FERMINO ALVES CANTINI

0000669 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5049707-38.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : BRUNO HAUSCHILD DOS REIS
AGRAVADO : BRUNO HAUSCHILD DOS REIS - ME

0000670 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5051904-63.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : ANTONIO ELIAS LAZZARETTI
ADVOGADO : CAROLINA GIOVELLI
AGRAVANTE : VERONICA MINETTO
ADVOGADO : CAROLINA GIOVELLI
AGRAVADO : BANCO DO BRASIL SA

0000671 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5051905-48.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : ANTONIO ELIAS LAZZARETTI
ADVOGADO : CAROLINA GIOVELLI
AGRAVANTE : JOAO DOMINGOS GAVIRAGHI (Sucessão)
ADVOGADO : CAROLINA GIOVELLI
AGRAVANTE : LOURDES MARIA LAZARETTI GAVIRAGHI (Sucessor)
ADVOGADO : CAROLINA GIOVELLI
AGRAVADO : BANCO DO BRASIL SA

0000672 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5041366-23.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
AGRAVADO : PEDRO TOME DE OLIVEIRA
ADVOGADO : MARIA APARECIDA ALVES RODRIGUES

0000673 AGRAVO DE INSTRUMENTO 5035871-95.2016.404.0000 (Processo Eletrônico


- TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
AGRAVANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 190 / 413


AGRAVADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
INTERESSADO : ESTADO DO PARANÁ

0000674 APELAÇÃO CÍVEL 5005242-49.2014.404.7101 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG
APELADO : CLEO ZANELLA BILLA
ADVOGADO : Cassio Cardoso da Silva
ADVOGADO : EDUARDO HELDT MACHADO
ADVOGADO : HALLEY LINO DE SOUZA

0000675 APELAÇÃO CÍVEL 5023577-51.2016.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : JUSSÂNIA MACEDO FERREIRA
ADVOGADO : MARCELO LIPERT

0000676 APELAÇÃO CÍVEL 5021236-95.2015.404.7000 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : RODROLI SERVICOS LTDA - ME
ADVOGADO : SERGIO VALIM DA ROCHA
APELADO : INSTITUTO FEDERAL CATARINENSE

0000677 APELAÇÃO CÍVEL 5020062-42.2015.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : PITAGORAS REMY SERON BELAGUARDA
ADVOGADO : GABRIEL DORNELLES MARCOLIN
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000678 APELAÇÃO CÍVEL 5000641-20.2016.404.7007 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : SINDICATO DOS SERVIDORES E FUNCIONARIOS PUBLICOS MUNICIPAIS DE
NOVA PRATA DO IGUACU
ADVOGADO : AQUILE ANDERLE

0000679 APELAÇÃO CÍVEL 5002745-19.2015.404.7104 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/RS
APELADO : RUBEN ABEL PALOMINO MOLINA

0000680 APELAÇÃO CÍVEL 5002981-09.2013.404.7211 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : MANUELA LEAL CORREA DE MELLO (Absolutamente Incapaz (Art. 3º, I CC))
ADVOGADO : Jaqueline de Medeiros Schwinden
APELADO : DANAE JULIARA LEAL (Pais)
ADVOGADO : Jaqueline de Medeiros Schwinden
INTERESSADO : ESTADO DE SANTA CATARINA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000681 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5017199-88.2016.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 191 / 413


APELADO : ROSANE RAMALHO (Representado - art. 10, Lei 10.259/2001)
ADVOGADO : GABRIEL FONTELES CARNEIRO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000682 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5017779-21.2016.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : JOSE CANDIDO DE CARVALHO MADER
ADVOGADO : Alana de Bastos Mader
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000683 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5011338-24.2016.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : TATIANA VERRI RICO
ADVOGADO : BREEZY MIYAZATO VIZEU FERREIRA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000684 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5000901-73.2016.404.7209 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : DAVID DA COSTA
ADVOGADO : JOHELMYR ROBERTO KUCZKOWSKI
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000685 APELAÇÃO CÍVEL 5001546-43.2016.404.7001 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : CILSO MANOEL BALABEN
ADVOGADO : VALDECIR CARLOS BALABEN

0000686 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5002791-87.2015.404.7110 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL
APELADO : CARLOS UBIRAJARA SANTOS BRIãO
ADVOGADO : JAIR ALBERTO MAYER

0000687 APELAÇÃO CÍVEL 5006887-60.2015.404.7009 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : MURILO DE GEUS MORO
ADVOGADO : JOAQUIM ANTONIO ALMEIDA CARMO
APELADO : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR

0000688 APELAÇÃO CÍVEL 5004977-83.2015.404.7110 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : MARIA ELENA CARNEIRO DA ROSA
ADVOGADO : Victor de Abreu Gastaud
ADVOGADO : Marcelo Maduell Guimarães
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000689 APELAÇÃO CÍVEL 5001178-02.2015.404.7120 (Processo Eletrônico - TRF)

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 192 / 413


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : LUTIANO SPINDOLA GARCIA
ADVOGADO : JORGE VALDENIR TEIXEIRA DE MORAIS
ADVOGADO : RODRIGO VELEDA MARTINS
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000690 APELAÇÃO CÍVEL 5009739-75.2015.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : AIRTON DA SILVA TRINDADE JUNIOR
ADVOGADO : RAPHAEL RAMOS D AIUTO
ADVOGADO : LEANDRO DALBOSCO MACHADO
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000691 APELAÇÃO CÍVEL 5005282-25.2014.404.7006 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : JOÃO LUIZ DE LAIA
ADVOGADO : THUSNELDA SCHADE DE LAIA
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : OS MESMOS

0000692 APELAÇÃO CÍVEL 5001884-03.2015.404.7211 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
APELADO : DOLY XAVIER ANTUNES DELIS
ADVOGADO : SANDRA FIRMINA SANT´ANA DA SILVA

0000693 APELAÇÃO CÍVEL 5030958-52.2012.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA-ESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT
APELANTE : SINDICATO DOS SERVIDORES FEDERAIS DO RIO GRANDE DO SUL
ADVOGADO : LUCIANA INES RAMBO
ADVOGADO : FELIPE CARLOS SCHWINGEL
APELADO : OS MESMOS
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

0000694 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL 5036034-


23.2013.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)
INCIDENTE : Embargos de Declaração
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
EMBARGANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
EMBARGADO : ACÓRDÃO
INTERESSADO : JULIO CESAR DE OLIVEIRA ANDRADE
ADVOGADO : FELIPE CARLOS SCHWINGEL
ADVOGADO : LUCIANA INES RAMBO

0000695 APELAÇÃO CÍVEL 5000483-65.2016.404.7006 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
APELANTE : CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA DA 9ª REGIÃO - CRQ/PR
APELADO : L.F.R.CARLI & CIA. LTDA.
ADVOGADO : fabio martins ribas

0000696 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL 5001223-


29.2016.404.7101 (Processo Eletrônico - TRF)
INCIDENTE : Embargos de Declaração

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 193 / 413


RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
EMBARGANTE : INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO
EMBARGADO : ACÓRDÃO
INTERESSADO : GEORGES EL HALAL

0000697 EMBARGOS DE DECLARAÇÃO EM APELAÇÃO CÍVEL 5002616-


23.2015.404.7101 (Processo Eletrônico - TRF)
INCIDENTE : Embargos de Declaração
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
EMBARGANTE : FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE - FURG
EMBARGADO : ACÓRDÃO DE FLS.
INTERESSADO : LUIZ ANTONIO DE ALMEIDA PINTO
ADVOGADO : LEANDRO DE AZEVEDO BEMVENUTI

0000698 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL 5000675-92.2016.404.7007 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
PARTE AUTORA : MARIANE LEOPOLDINO CORDEIRO
ADVOGADO : HELUZIANE LUIZA STELLA
PARTE RÉ : Presidente - ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL CONSELHO FEDERAL -
Brasília
ADVOGADO : Rafael Barbosa de Castilho
PARTE RÉ : FUNDAÇÃO GETÚLIO VARGAS - FGV
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000699 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL 5016895-80.2016.404.7100 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
PARTE AUTORA : LISANDRA HENGIST HOFFMANN
ADVOGADO : PATRICIA HENGIST BUENO
PARTE RÉ : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000700 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL 5003903-81.2016.404.7102 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
PARTE AUTORA : ITAMAR MICHELS JUNIOR
ADVOGADO : CEZAR AUGUSTO LORENZEN PIPPI
PARTE RÉ : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000701 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL 5011346-77.2016.404.7201 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
PARTE AUTORA : LUIZ CARLOS MACHADO
ADVOGADO : PAULINE HACHOW NETA
PARTE RÉ : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000702 REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL 5002298-79.2016.404.7206 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER
PARTE AUTORA : GRAZIELLE KUSTER LESSMANN
ADVOGADO : ROBSON RECKZIEGEL

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 194 / 413


PARTE RÉ : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000703 APELAÇÃO CÍVEL 5056132-63.2012.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal FERNANDO QUADROS DA SILVA
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : LUIZ CARLOS CRISTALDO PEREIRA
ADVOGADO : CAROLINA LEMES CANAVEZI FARIAS

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre, 30 de novembro de 2016.

Des. Federal MARGA INGE BARTH TESSLER


Presidente da 3ª TURMA

SECRETARIA DA 4ª TURMA
Pauta

4ª TURMA

PAUTA DE JULGAMENTOS - TERCEIRO ADITAMENTO

Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos


EXTRAORDINÁRIA do dia 07 de dezembro de 2016, quarta-feira, às 13:30, podendo,
entretanto, nessa mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados
ou constantes de Pautas já publicadas.

0000026 APELAÇÃO CÍVEL 5029035-11.2014.404.7200 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal VIVIAN JOSETE PANTALEÃO CAMINHA
APELANTE : EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS - ECT
APELADO : MUNICÍPIO DE FLORIANÓPOLIS/SC

0000027 APELAÇÃO CÍVEL 5028417-84.2014.404.7000 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
APELANTE : UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ - UFPR
APELADO : ANTONIO ADILSON LOVATO
ADVOGADO : NANCI NOEMI CENTURION BRASIL
ADVOGADO : Themis Wilhelm Batista da Silveira Jorge
ADVOGADO : ASTRID WILHELM BATISTA DA SILVEIRA ABUJAMRA
ADVOGADO : Walter Cardoso da Silveira
ADVOGADO : Glauco Cardoso da Silveira
ADVOGADO : BEATRIZ WALVY CARDOSO DA SILVEIRA

0000028 APELAÇÃO CÍVEL 5004219-44.2014.404.7012 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
APELANTE : PEDRO ERVINO PARACENA
ADVOGADO : PALOMA APARECIDA MARENGO LISBOA
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 195 / 413


APELADO : ESTADO DO PARANÁ

0000029 APELAÇÃO CÍVEL 5000763-52.2015.404.7012 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
APELANTE : PEDRO ERVINO PARACENA
ADVOGADO : PALOMA APARECIDA MARENGO LISBOA
APELADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : ESTADO DO PARANÁ

0000030 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5002717-28.2013.404.7102 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal LUÍS ALBERTO D AZEVEDO AURVALLE
APELANTE : DELSI MARIA SCHMITT
ADVOGADO : MARCELO LIPERT
APELANTE : GLACI DA SILVEIRA
ADVOGADO : MARCELO LIPERT
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
APELADO : OS MESMOS

0000031 APELAÇÃO CÍVEL 5067919-89.2012.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CÂNDIDO ALFREDO SILVA LEAL JÚNIOR
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
APELADO : LARRI PEREIRA DA SILVA

0000032 APELAÇÃO CÍVEL 5009102-21.2015.404.7102 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Des. Federal CÂNDIDO ALFREDO SILVA LEAL JÚNIOR
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : FABIANO CEREZER
ADVOGADO : SANDRO DA SILVA RODRIGUES
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000033 APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA 5026400-41.2015.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Des. Federal CÂNDIDO ALFREDO SILVA LEAL JÚNIOR
APELANTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
APELADO : DANIEL JOSE DE FIGUEIREDO
ADVOGADO : LUCIA MARIA BELONI CORRÊA DIAS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000034 APELAÇÃO CÍVEL 5004817-59.2013.404.7003 (Processo Eletrônico - TRF)


RELATOR(A) : Juiz Federal EDUARDO VANDRÉ O L GARCIA
APELANTE : PAVIMAN - INDUSTRIA DE TUBOS DE CONCRETO LTDA - ME
ADVOGADO : César Eduardo Misael de Andrade
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre, 30 de novembro de 2016.

Des. Federal VIVIAN JOSETE PANTALEÃO CAMINHA


Presidente da 4ª TURMA

SECRETARIA DA 5ª TURMA
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 196 / 413
SECRETARIA DA 5ª TURMA
Pauta

5ª TURMA

PAUTA DE JULGAMENTOS - ADITAMENTO

Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos


ORDINÁRIA do dia 13 de dezembro de 2016, terça-feira, às 10:00, podendo, entretanto,
nessa mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados ou
constantes de Pautas já publicadas.

0002362 APELAÇÃO CÍVEL 0004626-98.2014.404.9999 - 00009364520128210163/RS


RELATOR(A) : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
VOTO-VISTA : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : SUELI DE OLIVEIRA TORRES FARIAS
ADVOGADO : Sergio Douglas Mazzetti Reis
APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS

0002363 APELAÇÃO/REEXAME NECESSÁRIO 0014645-37.2012.404.9999 -


00017951420098240024/SC
RELATOR(A) : Des. Federal ROGER RAUPP RIOS
VOTO-VISTA : Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA
APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
ADVOGADO : Procuradoria Regional da PFE-INSS
APELADO : JOAO MARIA DA SILVA
ADVOGADO : Darcisio Antonio Muller
REMETENTE : JUIZO DE DIREITO DA 1A VARA CIVEL DA COMARCA DE FRAIBURGO/SC

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre/RS, 1 de dezembro de 2016.

Des. Federal PAULO AFONSO BRUM VAZ


Presidente da 5ª TURMA

SECRETARIA DA 8ª TURMA
Pauta

8ª TURMA

PAUTA DE JULGAMENTOS - ADITAMENTO

Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos


ORDINÁRIA do dia 14 de dezembro de 2016, quarta-feira, às 13:30, podendo, entretanto,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 197 / 413


nessa mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados ou
constantes de Pautas já publicadas.

0000080 APELAÇÃO CRIMINAL 0002999-12.2008.404.7205 - 200872050029994/SC


RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : RODRIGO DE SOUZA
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000081 APELAÇÃO CRIMINAL 0002043-70.2006.404.7106 - 200671060020435/RS


RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : EDUARDO DA VEIGA ALVES
ADVOGADO : Cecilia Luiza Martini
ADVOGADO : Giovani Dias Martini
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000082 APELAÇÃO CRIMINAL 0001038-03.2012.404.7106 -


00010380320124047106/RS
RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : PAULO NACIOLY DA SILVA SOUZA
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000083 APELAÇÃO CRIMINAL 0003162-53.2007.404.7002 - 200770020031620/PR


RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : EVERTON RICARDO ZANAO DE OLIVEIRA
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000084 APELAÇÃO CRIMINAL 0000423-79.2009.404.7118 - 200971180004239/RS


RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : LUCIANO MIGUEL FERREIRA
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000085 APELAÇÃO CRIMINAL 0002993-79.2006.404.7203 - 200672030029931/SC


RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : FABIO MUNIZ FERNANDES
ADVOGADO : Defensoria Pública da União
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000086 APELAÇÃO CRIMINAL 0001210-85.2007.404.7116 - 200771160012106/RS


RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
APELADO : PAULO ROGÉRIO SANTOS DE SOUZA
ADVOGADO : Rogerio Pinto da Costa

0000087 APELAÇÃO CRIMINAL 0007911-50.2006.404.7002 - 200670020079118/PR


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 198 / 413
RELATOR(A) : Des. Federal VICTOR LUIZ DOS SANTOS LAUS
REVISOR(A) : Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO
APELANTE : OSCAR ESPINOLA
ADVOGADO : Cesar Edward Abbate Sosa
APELADO : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre, 1 de dezembro de 2016.

Des. Federal JOÃO PEDRO GEBRAN NETO


Presidente da 8ª TURMA

SECRETARIA DE REGISTROS E INFORMACOES PROCESSUAIS


Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052459-80.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : EDIR TERESINHA DEPIERI

ADVOGADO : Eunice Cristiane Garcia

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052460-65.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : RÔMULO PIZZOLATTI

AGRAVANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

AGRAVADO : LEATHER SUL- IND. E COM. IMP.E EXP. DE COUROS LTDA.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 199 / 413


ADVOGADO : Marcione Pereira Dos Santos

AGRAVADO : LEATHER SUL- IND. E COM. IMP.E EXP. DE COUROS LTDA.

ADVOGADO : Douglas Alberto Dos Santos

AGRAVADO : LEATHER SUL- IND. E COM. IMP.E EXP. DE COUROS LTDA.

ADVOGADO : Joao Gabriel Almeida Fernandes Araujo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052461-26.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : SERGIO MELO DE LIMA

ADVOGADO : Leonardo Dolfini Augusto

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052462-11.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : ANTONIO CEZAR VARELA

ADVOGADO : Diego Balem


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 200 / 413
ADVOGADO : Diego Balem

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052463-93.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : IVO A MOZZER VEICULOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052464-78.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : RÔMULO PIZZOLATTI

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : JOAO MARIA DE OLIVEIRA

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 201 / 413


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam
as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052466-48.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : NADIR OLIVEIRA DE SOUZA

ADVOGADO : Diego Balem

APELANTE : NADIR OLIVEIRA DE SOUZA

ADVOGADO : Wanderley Antonio De Freitas

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052467-33.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : JOSE DIVINO DOS SANTOS

ADVOGADO : Elton Cesar Navarrete De Azevedo

APELADO : JOSE DIVINO DOS SANTOS

ADVOGADO : Fábio Henrique Curan

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 202 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052469-03.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : MARLI DA APARECIDA DE LIMA MAIER

ADVOGADO : Delomar Soares Godoi

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052470-85.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : IVONE NUNES DA ROSA SILVA

ADVOGADO : Elton Cesar Navarrete De Azevedo

APELANTE : IVONE NUNES DA ROSA SILVA

ADVOGADO : Fábio Henrique Curan

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 203 / 413


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam
as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052475-10.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : IZABEL BENEDITA JERVASIO

ADVOGADO : Fábio Henrique Curan

APELANTE : IZABEL BENEDITA JERVASIO

ADVOGADO : Elton Cesar Navarrete De Azevedo

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052477-04.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : SERGIO JOSE WERNER

ADVOGADO : Rosangela Angst

AGRAVADO : SERGIO JOSE WERNER

ADVOGADO : Michele Backes

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 204 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052478-62.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : JOAO ESTACIO DOS SANTOS FILHO

ADVOGADO : Robison Cavalcanti Gondaski

APELANTE : JOAO ESTACIO DOS SANTOS FILHO

ADVOGADO : Marcelo Alves Da Silva

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052479-47.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : MARIA GORETI TAVARES DOS SANTOS

ADVOGADO : Fábio Henrique Curan

APELANTE : MARIA GORETI TAVARES DOS SANTOS

ADVOGADO : Elton Cesar Navarrete De Azevedo

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 205 / 413


PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5052481-17.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

PARTE RÉ : JAIR SILVESTRI

ADVOGADO : Alberto Knolseisen

PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5052482-02.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

PARTE RÉ : LEOZILDA TEREZINHA MORDHORST ZANIN

ADVOGADO : Jeander Giotto

PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 206 / 413


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam
as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052496-83.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : RUBENS ABREU DA SILVEIRA

ADVOGADO : Cristian Ghion Zorzan

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052483-84.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : DIAMANTINO BRAZ PAIAO

ADVOGADO : Ivan Rogerio Da Silva

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 207 / 413


providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5052484-69.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

PARTE RÉ : MARIA LUIZA LIMA LEAL

ADVOGADO : Marcelo Possamai

PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052486-39.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : LEANDRA MARTINS

ADVOGADO : João Morais Do Bonfim

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 208 / 413
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052487-24.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : ROSA RUBAS GONZAGA

ADVOGADO : Geonir Edvard Fonseca Vincensi

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052490-76.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : TEREZINHA MARIA DA SILVA FERREIRA

ADVOGADO : Adelmo Travain

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 209 / 413


AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052491-85.2016.4.04.0000/RS
RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : MARIA APARECIDA SEVERINO

ADVOGADO : Alan Rodrigo Pupin

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5052307-08.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

PARTE RÉ : SILMARA APARECIDA NEVES

ADVOGADO : Valéria Daré

PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052311-69.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 210 / 413


AGRAVANTE : ANTONIO DE PADUA PEREIRA

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052312-30.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : REGINA DE ANDRADE JULIANO

ADVOGADO : Carlos Alberto Dos Santos

APELADO : REGINA DE ANDRADE JULIANO

ADVOGADO : Michel Casari Biussi

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052314-97.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JORGE ANTONIO MAURIQUE

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 211 / 413
APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : MADEIREIRA TRIUNFENSE LTDA - ME

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052331-60.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

AGRAVANTE : EDINEIA APARECIDA RODRIGUES DE OLIVEIRA

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052332-45.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

AGRAVANTE : FLAVIO SCHUCK

ADVOGADO : Daniel Tician

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 212 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052336-58.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : FRANCISCA LIMA ESCORCIO

ADVOGADO : Neide Aparecida Da Silva Alves

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052338-28.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : JOSE BENEDITO TEIXEIRA

ADVOGADO : Jean Souto De Matos

ATO ORDINATÓRIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 213 / 413


Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam
as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052340-95.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ELENICE NAVARRO SOUZA

ADVOGADO : Djalma Bozze Dos Santos

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052342-65.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : LUIZ MIGUEL DE SOUZA

ADVOGADO : Edir Mickael De Lima

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 214 / 413


providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052346-29.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

AGRAVANTE : JAIR NASCIMENTO DOS SANTOS

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052347-14.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : WALDEMAR DA SILVA

ADVOGADO : Henrique Fernando Paglia

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 215 / 413


eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052355-64.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : MARIA ROZA DOS SANTOS LIMA

ADVOGADO : Vilmar Cozer

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5052358-19.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

PARTE RÉ : ANTONIA ACORDI

ADVOGADO : Lourival Caetano

PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 216 / 413


APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052360-86.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : TEREZINHA JANETE DA SILVA

ADVOGADO : Vilmar Cozer

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052363-41.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : DALIRA FERREIRA FIORENTIN

ADVOGADO : Olicio Alves Beni

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052365-11.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 217 / 413


APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : SEBASTIANA AMARO

ADVOGADO : Vilmar Cozer

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052366-93.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : ERASMO PASSONI

ADVOGADO : Cezira Pereira De Lima

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052367-78.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ELENIR PIZZATTO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 218 / 413


ADVOGADO : Nerei Alberto Bernardi

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052368-63.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : EVALDO BOING

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELADO : EVALDO BOING

ADVOGADO : André Luís Pereira Bichara

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052370-33.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : VERA LUCIA DE SOUZA SEMCHECHEM

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELANTE : VERA LUCIA DE SOUZA SEMCHECHEM

ADVOGADO : André Luís Pereira Bichara

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 219 / 413


APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052371-18.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ANILDO RODRIGUES

ADVOGADO : Lourival Caetano

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052372-03.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ALZIRA JOANA BELTRAME

ADVOGADO : Vilmar Cozer

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 220 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052374-70.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : IRENA PEREIRA DA CRUZ

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELANTE : IRENA PEREIRA DA CRUZ

ADVOGADO : André Luís Pereira Bichara

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052375-55.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : ANTONIO SUERO

ADVOGADO : André Luís Pereira Bichara

APELANTE : ANTONIO SUERO

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 221 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052376-40.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : MARLENE DE ANDRADE

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052377-25.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : SEBASTIANA ROSENDO ONIKI

ADVOGADO : Fábio Roberto Bitencourt Quinato

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 222 / 413


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

REMESSA NECESSÁRIA CÍVEL Nº 5052378-10.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

PARTE RÉ : MARIA APARECIDA MURINELLI

ADVOGADO : Olicio Alves Beni

PARTE AUTORA : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052381-62.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : JOAO CARLOS GOULART

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 223 / 413


tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052383-32.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ANTONIO MOISES MILANI

ADVOGADO : Olicio Alves Beni

APELADO : ANTONIO MOISES MILANI

ADVOGADO : Bruna De Oliveira Beni

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052388-54.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : DIRLEI RIBEIRO MOURA

ADVOGADO : Gisele Aparecida Spancerski

APELADO : DIRLEI RIBEIRO MOURA

ADVOGADO : João Luiz Spancerski

APELADO : DIRLEI RIBEIRO MOURA

ADVOGADO : Rosemar Cristina Lorca Marques Valone

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 224 / 413
Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam
as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052392-91.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : ELIANE ALVES

ADVOGADO : Thiara Rando Bezerra Siroti

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052414-52.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : IVANIR PEREIRA DA SILVA

ADVOGADO : Cátia Regina Rezende Fonseca

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 225 / 413


tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052415-61.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

AGRAVANTE : STÉFANY GONÇALVES AZAMBUJA

ADVOGADO : Larisse De Fatima Batista Fagundes

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052418-16.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : LUCIANE AMARAL CORRÊA MÜNCH

AGRAVANTE : SAULO FRANCISCO DA SILVA PENNA

ADVOGADO : Marcio Garlet

AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 226 / 413
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052419-74.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : VERCI PONTES

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052420-59.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ITEMAR MENDES FERREIRA

ADVOGADO : André Luís Pereira Bichara

APELADO : ITEMAR MENDES FERREIRA

ADVOGADO : Monica Maria Pereira Bichara

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 227 / 413


Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052421-44.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : EDSON JOSE TOMAZ

ADVOGADO : Juliano Francisco Sarmento

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052422-29.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : GISELI NASCIMENTO DAS NEVES

ADVOGADO : Claudio Décio Caetano

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 228 / 413


APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052423-14.2016.4.04.9999/RS
RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : AILTON ALVES DE FIGUEIREDO

ADVOGADO : Juliano Francisco Sarmento

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052424-96.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : MARIA ZILDETE DA ROCHA

ADVOGADO : Luiz Rogeriomoacir

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052425-81.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 229 / 413


PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : MARIA ARLINDO VOLZI

ADVOGADO : Paulo Vitor Polzin De Andrade

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052426-66.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : HERMES SIEDLER DA CONCEIÇÃO JÚNIOR

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : CELOI DA GAMA BRANCO

ADVOGADO : Luiz Rogeriomoacir

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052427-51.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : CLODOALDO FERREIRA DA SILVA

ADVOGADO : Edson Luiz Zanetti

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 230 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052428-36.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : TAIS SCHILLING FERRAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : EVA LIMA

ADVOGADO : Fernanda Zacarias

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO/REMESSA NECESSÁRIA Nº 5052429-21.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : OSVALDO MARTINS

ADVOGADO : Fernanda Zacarias

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 231 / 413


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052430-30.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : FERNANDO QUADROS DA SILVA

AGRAVANTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF

PROCURADOR : Procurador Chefe Da Cef-poa

AGRAVADO : ELITA DE PINHO

AGRAVADO : CONDOMINIO DO EDIFICIO RESIDENCIAL SIBELE

ADVOGADO : Ricardo De Souza Waick

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052444-87.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : ZENAIDE APARECIDA GUTIERREZ

ADVOGADO : Sandro Panisio

APELANTE : ZENAIDE APARECIDA GUTIERREZ

ADVOGADO : Barbara Fernandes Costa Lima

APELANTE : ZENAIDE APARECIDA GUTIERREZ

ADVOGADO : Ricardo Rossi

APELANTE : ZENAIDE APARECIDA GUTIERREZ

ADVOGADO : Reinaldo Caram

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 232 / 413


APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052446-57.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : EDI AZAMBUJA

ADVOGADO : Airton Panissão Teixeira

APELADO : EDI AZAMBUJA

ADVOGADO : Márcio Roberto Zanetti

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052448-27.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : IRINEU ANDREASSA

ADVOGADO : Rosanne Maria Camargo Lima Fonteque

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 233 / 413


PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052449-36.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

AGRAVANTE : SERGIO ROBERTO BAZZAN

ADVOGADO : Paulo Roberto Voges

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052450-21.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

AGRAVANTE : ERONITA MARIA PEREIRA DE MATOS

ADVOGADO : Scharles Ernesto Augustin

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 234 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052457-13.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : KAYKY VINICIUS LOPES DA SILVA

ADVOGADO : Liana Regina Berta

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052504-60.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : ALCIDES MARIANO

ADVOGADO : Claudio Ito

APELADO : ALCIDES MARIANO

ADVOGADO : Thiago Bueno Reche

APELADO : ALCIDES MARIANO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 235 / 413


ADVOGADO : Rogerio Zarpelam Xavier

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052507-15.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : NILSON DE LIMA

ADVOGADO : Felipe Alberto Kupski Moreira

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052517-59.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : ROBERTO CORDEIRO

ADVOGADO : João Manoel Grott

APELANTE : ROBERTO CORDEIRO

ADVOGADO : Marco Antônio Grott

APELANTE : ROBERTO CORDEIRO

ADVOGADO : Daniel Homero Basso

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 236 / 413


APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052509-82.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : VÂNIA HACK DE ALMEIDA

APELANTE : ROSILDA APARECIDA DO NASCIMENTO

ADVOGADO : João Manoel Grott

APELANTE : ROSILDA APARECIDA DO NASCIMENTO

ADVOGADO : Marco Antônio Grott

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052511-76.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : RÔMULO PIZZOLATTI

AGRAVANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

AGRAVADO : MUNICÍPIO DE SANTA HELENA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 237 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052514-07.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : JOSE MOISES HALAT VIEIRA

ADVOGADO : Rogerio Zarpelam Xavier

APELADO : JOSE MOISES HALAT VIEIRA

ADVOGADO : Thiago Bueno Reche

APELADO : JOSE MOISES HALAT VIEIRA

ADVOGADO : Claudio Ito

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052528-88.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : SALISE MONTEIRO SANCHOTENE

APELANTE : SONI MARIA SPINARDI

ADVOGADO : Camilla Ariete Vitorino Dias Soares

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 238 / 413


PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : OS MESMOS

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052529-97.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

AGRAVANTE : INES BRIGHENTI MAZZUCO

ADVOGADO : Renata Possenti Meressiano

AGRAVADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052530-58.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGER RAUPP RIOS

APELANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

APELADO : OSVALDO AIRTON MARTINS

ADVOGADO : João Manoel Grott

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 239 / 413


ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052518-44.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : ROGERIO FAVRETO

APELANTE : APARECIDA DE FATIMA LEAL MELO

ADVOGADO : João Manoel Grott

APELADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052522-08.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : PAULO AFONSO BRUM VAZ

AGRAVANTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

PROCURADOR : Sergio Augusto Da Rosa Montardo

AGRAVADO : CARLOS SLIKTA

ADVOGADO : Marcelo Scaff Padilha

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 240 / 413


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

AGRAVO DE INSTRUMENTO Nº 5052524-75.2016.4.04.0000/RS


RELATOR : AMAURY CHAVES DE ATHAYDE

AGRAVANTE : INSTITUTO DE SAUDE E EDUCACAO VIDA

ADVOGADO : Udir Mognon Junior

AGRAVADO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos §§ 6º e 7º do artigo 49-A da Resolução n. 17/2010, com a redação


dada pela Resolução n. 124 de 04 de dezembro de 2015, ficam as partes e
advogados, do processo acima, intimadas de que o feito foi distribuído neste
Tribunal no sistema e-Proc e que os advogados que eventualmente não estiverem
cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.
Ato Ordinatório

APELAÇÃO CÍVEL Nº 5052525-36.2016.4.04.9999/RS


RELATOR : LUCIANE AMARAL CORRÊA MÜNCH

APELANTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL

PROCURADOR : Rafael Dias Degani

APELADO : PASTIFICIO TORINO LTDA

ADVOGADO : Edgard Luiz Cavalcanti De Albuquerque

APELADO : PASTIFICIO TORINO LTDA

ADVOGADO : Antonio Celso Cavalcanti De Albuquerque

APELADO : PASTIFICIO TORINO LTDA

ADVOGADO : Sebastiao Vergo Polan

APELADO : PASTIFICIO TORINO LTDA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 241 / 413


ADVOGADO : Edgard Cavalcanti De Albuquerque Neto

ATO ORDINATÓRIO

Nos termos dos artigos 1º e 3º da Resolução n. 128, de 06 de outubro de 2014, ficam


as partes e advogados do processo acima intimadas de que o feito passará a tramitar
neste Tribunal no sistema e-proc e que os advogados que eventualmente não
estiverem cadastrados junto ao sistema de processo eletrônico da 4ª Região deverão
providenciar seu cadastramento, na forma do art. 9º, IV da Resolução nº 17/2010,
tendo em vista que doravante todas as intimações serão realizadas por meio
eletrônico.

SECRETARIA DA TURMA DE UNIFORMIZAÇÃO REGIONAL - CÍVEL


Pauta

TRU - Cível

PAUTA DE JULGAMENTOS

TURMA REGIONAL DE UNIFORMIZAÇÃO - TRU, em especialização com processos de


matéria NÃO previdenciária:
Determino a inclusão dos processos abaixo relacionados na Pauta de Julgamentos
ORDINÁRIA do dia 16 de dezembro de 2016, sexta-feira, às 10:00, podendo, entretanto,
nessa mesma Sessão ou Sessões subseqüentes, ser julgados os processos adiados ou
constantes de Pautas já publicadas.

0000001 AGRAVO REGIMENTAL EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5004748-


28.2012.404.7111 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : ANGELICA MARIA DO NASCIMENTO PIRES
ADVOGADO : ANDREIA TATIANI HABEKOST
ADVOGADO : Gustavo Florio da Rosa
RECORRIDO : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/RS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

0000002 AGRAVO INTERNO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5005135-


43.2012.404.7208 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : LEONIR TEREZINHA PIRES
ADVOGADO : CAMILA ENRIETTI BIN MACHADO
ADVOGADO : MARCELA VILLATORE DA SILVA
RECORRIDO : OS MESMOS
RECORRIDO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 242 / 413


0000003 AGRAVO INTERNO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5005414-
38.2012.404.7108 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : STELAMARIS ANDRIGHETTI AZEVEDO
ADVOGADO : RODRIGO DE MOURA
RECORRIDO : CONSELHO REGIONAL DE ENGENHARIA E AGRONOMIA - CREA/RS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

0000004 AGRAVO INTERNO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5032196-


72.2013.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : MARIA REJANE FARIAS DOS SANTOS
ADVOGADO : Leticia Gomes Locatelli
RECORRIDO : CONSELHO REGIONAL DE BIOLOGIA DA 3ª REGIÃO - CRBIO/RS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

0000005 AGRAVO INTERNO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5033997-


62.2014.404.7108 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : MARLA CRISTIANE DE SOUZA
ADVOGADO : RAFAEL DOS SANTOS BARRETO
RECORRIDO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
INTERESSADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

0000006 AGRAVO INTERNO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5035510-


35.2013.404.7000 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : NEDMAR RIBAS
ADVOGADO : ELISANGELA PEREIRA
RECORRIDO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

0000007 AGRAVO INTERNO EM INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5043128-


85.2014.404.7100 (Processo Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal NICOLAU KONKEL JUNIOR
RECORRENTE : HELENA MARIA MARTINS CHIARI
ADVOGADO : LÚCIO LAUSER MORAES
RECORRENTE : MARIO PICCIONI CRUZ
ADVOGADO : LÚCIO LAUSER MORAES
RECORRIDO : Juízo Federal da 3ª VF de Rio Grande
RECORRIDO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
AGRAVADA : DECISÃO

0000008 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5002892-95.2013.404.7207 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 243 / 413


RECORRIDO : MARCELO PEREIRA
ADVOGADO : CESAR AUGUSTO PRUDÊNCIO DA COSTA
INTERESSADO : ADILSON GHIZZO MARCON - ME
INTERESSADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000009 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5055505-97.2014.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : DANIELLE GIOVANA FERREIRA DA SILVA
ADVOGADO : JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
ADVOGADO : MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000010 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5055570-92.2014.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : JULIANA PAULA BRUGNEROTTO
ADVOGADO : JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
ADVOGADO : MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000011 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5000340-44.2014.404.7007 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
RECORRIDO : MARCELO LISTON
ADVOGADO : GEYSA REGINA KUHN
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000012 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5010185-94.2014.404.7009 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : TATIANA KEIKO TOME
ADVOGADO : Vanessa Mehret Hilgemberg
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000013 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5001177-71.2015.404.7005 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : DANIELA MOREIRA BOSCARDIN BUENO
ADVOGADO : MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA
ADVOGADO : JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000014 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5018743-73.2014.404.7003 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 244 / 413


INTERESSADO : PEDRO APARECIDO DA ROCHA
ADVOGADO : GIANNI CASTILHO FRAZATTO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000015 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5013313-43.2014.404.7003 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : TANIA CRISTINA TOSINI
ADVOGADO : GIANNI CASTILHO FRAZATTO
INTERESSADO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000016 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5001173-34.2015.404.7005 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : ELISANDRA GAIO
ADVOGADO : JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
ADVOGADO : MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000017 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5006967-92.2013.404.7009 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
RECORRIDO : DARCY RODRIGUES DE CASTRO
ADVOGADO : JOSIMAR DINIZ
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000018 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5004935-65.2014.404.7208 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
RECORRIDO : MANOEL DOMINGOS COSTA
ADVOGADO : AMANDA SOARES GOULART WERNER
ADVOGADO : MARCOS AURÉLIO ROSA
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000019 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5013315-13.2014.404.7003 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : VERA LUCIA LOPES FARINHA PIRATELLI
ADVOGADO : GIANNI CASTILHO FRAZATTO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000020 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5023299-46.2013.404.7200 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : EDNA CARLA PEREIRA
ADVOGADO : FERNANDO CORDOVA PRESTES
RECORRIDO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 245 / 413


0000021 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5006019-25.2014.404.7007 (Processo
Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
RECORRIDO : FERNANDA MADEIRA MOURA FE TEIXEIRA
ADVOGADO : MARIA APARECIDA DE PAULA LIMA RECH
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000022 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5001116-16.2015.404.7005 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : CRISTIANE APARECIDA JABLONSKI
ADVOGADO : MARCELO TRINDADE DE ALMEIDA
ADVOGADO : JOÃO LUIZ ARZENO DA SILVA
RECORRIDO : INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL - INSS
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000023 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5010614-67.2014.404.7104 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : CLAUCIANA DO AMARAL
ADVOGADO : LEONARDO SILVA WAGNER
ADVOGADO : ROQUE OLIVEIRA FILHO
RECORRENTE : CLAUDIA REGINA DO AMARAL LESSA
ADVOGADO : LEONARDO SILVA WAGNER
ADVOGADO : ROQUE OLIVEIRA FILHO
RECORRENTE : ITAMAR ALEXANDRE DO AMARAL
ADVOGADO : LEONARDO SILVA WAGNER
ADVOGADO : ROQUE OLIVEIRA FILHO
RECORRIDO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000024 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5006550-52.2012.404.7114 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : LEONARDO ROGGIA
ADVOGADO : Jose Ariel Moreira Machado
RECORRIDO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000025 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5040374-87.2011.404.7000 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : HELGA BRIGITTA VON STEINKIRCH
ADVOGADO : THIAGO RAMOS KUSTER
RECORRIDO : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

0000026 INCIDENTE DE UNIFORMIZAÇÃO JEF 5031341-50.2014.404.7200 (Processo


Eletrônico - TRF)
RELATOR(A) : Juiz Federal GIOVANI BIGOLIN
RECORRENTE : UNIÃO - FAZENDA NACIONAL
RECORRIDO : ALBERTO CHTERPENSQUE

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 246 / 413


ADVOGADO : CARLOS ARRUDA FLORES
INTERESSADO : UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA - UFSC
MPF : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL

Publique-se e Registre-se.
Porto Alegre, 30 de novembro de 2016.

Des. Federal JOÃO BATISTA PINTO SILVEIRA


Presidente da TRU - Cível

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 247 / 413


PUBLICAÇÕES JUDICIAIS II

ASSESSORIA À PRESIDÊNCIA DA 5ª TURMA


EDITAL

EDITAL DE CONVOCAÇÃO
QUINTA TURMA
DE ORDEM DO EXCELENTÍSSIMO SENHOR DESEMBARGADOR FEDERAL PAULO
AFONSO BRUM VAZ, PRESIDENTE DA QUINTA TURMA DO TRIBUNAL REGIONAL
FEDERAL DA 4ª REGIÃO.
Pelo presente edital, dá-se ciência aos Senhores Advogados e demais interessados que a
partir do mês de janeiro do ano de 2017, a Quinta Turma reunir-se-á às terças-feiras, às
13h30min, na Sala de Sessão 3, localizada no 3º andar do Prédio Judicial desta Corte, para
Sessões Ordinárias de Julgamento dos processos incluídos em pauta e demais casos previstos
no Regimento Interno do Tribunal, nas seguintes datas:31 de janeiro, 14 e 21 de fevereiro, 07,
14, 21 e 28 de março, 04, 11, 18 e 25 de abril, 09, 16, 23 e 30 de maio e 06, 13, 20 e 27 de
junho. Dado e passado nesta cidade de Porto Alegre, ao primeiro dia do mês de dezembro do
ano de dois mil e dezesseis.

Documento assinado eletronicamente por Lidice PeÑa Thomaz, Secretária de Turma,


em 01/12/2016, às 13:43, conforme art. 1º, III, "b", da Lei 11.419/2006.

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DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 248 / 413


SEÇÃO JUDICIÁRIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL

PUBLICAÇÕES JUDICIAIS

SUBSEÇÃO JUDICIÁRIA DE PORTO ALEGRE

5ª VARA FEDERAL DE PORTO ALEGRE


Boletim

5ª Vara Federal de Porto Alegre

Boletim JF Nro 191/2016

DRA. INGRID SCHRODER SLIWKA

Juíza Federal

DR. GABRIEL MENNA BARRETO VON GEHLEN

Juiz Federal Substituto

ANDERSON ALVES ELESBÃO

Diretor de Secretaria

NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A


SEGUIR TRANSCRITO: "Sobrevieram aos autos informações referentes à existência de
valores remanescentes (fls. 620), depositados em juízo pela CEF (fl. 607) para satisfação de
crédito em favor da parte exequente, reconhecido à fl. 592.Expedido alvará a parte autora
(fls. 612) verifica-se que este não foi levantado.Assim, cancele-se o alvará e expeça-se novo
alvará à parte autora, liberando-se os valores depositados na conta nº 0652.005.00288649-5,
intimando-a da sua disponibilidade e para que diga sobre a satisfação do crédito, no prazo de
15(quinze) dias.Nada sendo requerido, retornem os autos ao arquivo.Intimem-se.Preclusa a
decisão, cumpra-se."INTIMAÇÃO PARA A CEF"
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2000.71.00.006251-4/RS
EXEQÜENTE : LEO PERGENTINO RAFFAINER
: DANIELA LUZIA BERNARDI CAMPOS
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : LUCIO ANDRE PAIVA
: SIMONE KLITZKE
: ANELISE RIBEIRO PLETSCH
: RICARDO GONCALEZ TAVARES
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 249 / 413


SEGUIR TRANSCRITO: "O depósito pendente de levantamento localizado diz respeito aos
honorários advocatícios fixados na execução de sentença (fl. 287) e depositados pela CEF (fl.
294).Considerando a decisão nos Embargos à Execução mantendo a verba honorária fixada
(fls. 314/315), expeça-se alvará de levantamento em favor da parte autora, liberando-se o
depósito da conta nº 0652.005.00234541-9.Levantado o mesmo, retornem os autos ao
arquivo.Intimem-se.Preclusa a decisão, cumpra-se."intimação para a CEF".
PROCEDIMENTO COMUM Nº 2000.71.00.001195-6/RS
AUTOR : LURDES PEDRON PINTO
: JOVANI TANCREDO MARTINS
: JAIRO LUIZ CORSO
: NELSON LUDWIG
RÉU : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : ERNI ROSIANE PEREIRA MULLER
: HULDO BALDOINO DA SILVA
ASSISTENTE : UNIÃO FEDERAL
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: "Sobrevieram aos autos informações referentes à existência de
valores remanescentes (fls.191), depositados em juízo pela CEF (fl. 186), destinados aos
honorários sucumbenciais, conforme termo de audiência às fls. 182. Dessa forma, expeça-se
alvará a parte autora, intimando-a da sua disponibilidade e para que diga sobre a satisfação
do crédito, no prazo de 15(quinze) dias.Nada sendo requerido, retornem os autos ao
arquivo.Intimem-se.Preclusa a decisão, cumpra-se."INTIMAÇÃO PARA A CEF".
PROCEDIMENTO COMUM Nº 2000.71.00.011316-9/RS
AUTOR : SERGIO BRINCKMANN
RÉU : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : ROBERTO MAIA
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: "O depósito pendente de levantamento localizado diz respeito a
multa imposta a CEF por litigância de má-fé.Considerando que o valor da multa era de R$
87,05, conforme cálculos da Contadoria Judicial às fls. 253 e que a parte autora levantou o
valor de R$ 30,82, o saldo restante na conta nº 652.005.00252034-2 deverá ser liberado a
parte autora.Assim, expeça-se alvará de levantamento a parte autora para levantamento do
valor em questão..Levantado o mesmo, retornem os autos ao arquivo.Intimem-se. Preclusa a
decisão, cumpra-se."intimação para a cef".
PROCEDIMENTO COMUM Nº 98.00.25142-1/RS
AUTOR : MANOEL MONTEIRO LIMAS
RÉU : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : ROBERTO MAIA
RÉU : UNIÃO FEDERAL
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O ATO DE SECRETARIA A
SEGUIR TRANSCRITO: " Tendo em vista o trânsito em julgado da decisão proferida no
agravo e o disposto no art. 231, XXV, da Consolidação Normativa da Corregedoria-Geral da
Justiça Federal da 4ª Região, a Secretaria abre vista dos autos à parte exequente para requerer
o que entender de direito, em 30 (trinta) dias. "
EXECUÇÃO DE SENTENÇA CONTRA FAZENDA PÚBL Nº 2009.71.00.006322-4/RS
EXEQUENTE : ELMAIR TRINDADE CARVALHO
: EMA SOSTER SOUZA
: ERONDINA CONCEICAO DA SILVA
: EVARISTO BOEIRA DE LIMA
: FABIO ANTONIO DE SOUZA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 250 / 413


: FLORINDA LORENSI TAMBESI
: GABRIEL SOUZA SANTOS
: GERALDO LUIZ ALBANUS
EXEQUENTE : GISELDA RODRIGUES AVILA
ADVOGADO : AIRTON TADEU FORBRIG
: FELIPE CARLOS SCHWINGEL
EXECUTADO : UNIÃO - ADVOCACIA GERAL DA UNIÃO
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: "Vieram aos autos informações referentes à existência de valores
remanescentes (fl. 184), depositados em juízo pela CEF (fl. 116), destinados aos honorários
advocatícios sucumbenciais.Interpostos embargos à execução foram rejeitados, mantida a
decisão em sede recursal (fls. 176/183).Assim, considerando a decisão transitada em julgado
os valores deverão ser levantados pela parte autora.Dessa forma, expeça-se alvará a parte
autora liberando-se o valor existente na conta nº 0652.005.00244344-5.Nada sendo
requerido, retornem os autos ao arquivo.Intimem-se.Preclusa a decisão, cumpra-
se."intimação para a cef".
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2002.71.00.022533-3/RS
EXEQÜENTE : EDISON LUIZ CORREA DE LUCENA
: PAULO ROBERTO AGOSTINI
: LUIS ALBERTO MASCIA HOHER
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : ROBERTO MAIA
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: "Vieram aos autos informações referentes à existência de valores
remanescentes (fl. 173), depositados em juízo pela CEF destinados à garantia da execução
quanto aos honorários advocatícios (fl. 145).Interpostos embargos à execução estes foram
rejeitados (fls. 169/170).Assim, os valores deverão ser levantados pela parte autora.Expeça-
se alvará em favor da parte autora, para levantamento do montante depositado na conta nº
0652.005.0036915-6.Levantado os valores e nada sendo requerido, retornem os autos ao
arquivo.Intimem-se.Preclusa a decisão, cumpra-se."intimação para a CEF".
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 99.00.04831-8/RS
EXEQÜENTE : LUIS FELIPE DA PIEVE
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : ELENISE PERUZZO DOS SANTOS

7ª VARA FEDERAL DE PORTO ALEGRE


Boletim

7ª Vara Federal de Porto Alegre

Boletim JF Nro 26/2016

DR. JOSÉ PAULO BALTAZAR JUNIOR

Juiz Federal

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 251 / 413


DRA. KARINE DA SILVA CORDEIRO

Juíza Federal Substituta

BEL. MAURÍCIO MACHADO NOSCHANG

Diretor de Secretaria

NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDA A SENTENÇA A SEGUIR


TRANSCRITA: " III - DISPOSITIVO Ante o exposto, acolho a manifestação do Ministério
Público Federal e declaro EXTINTA A PUNIBILIDADE dos réus DAVID BRAGA PIREZ,
RENATO CALDAS FERREIRA e NYBIA STELLA PIREZ pela incidência da prescrição da
pretensão punitiva, na modalidade superveniente, com fulcro nos arts. 107, IV, e 109, IV, e
parágrafo único, todos do Código Penal. Sem custas. Publique-se. Registre-se. Intimem-se.
Após o trânsito em julgado:1. Atenda-se ao disposto no artigo 809 do CPP;2. Altere-se a
situação de parte para "extinta a punibilidade".3. Comunique-se à Central de Execuções
Penais (Ceppa) desta Subseção Judiciária.4. Remetam-se os autos ao arquivo."
AÇÃO PENAL Nº 2003.71.00.039514-0/RS
AUTOR : MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL
Réu : DAVID BRAGA PIREZ
: RENATO CALDAS FERREIRA
: NYBIA STELLA PIREZ BRAGA
: ONILTON CESAR GOULARTE PEDRA
: JOAO PAULO ANDRADA SILVA
ADVOGADO : DENISE FIALHO DELL AGOSTINI
: ALVARO DANIEL MONTIEL DEVITTA
Réu : WAKISMAN PEREIRA SILVA
ADVOGADO : DIRCENEI PERES MOTTA

9ª VARA FEDERAL DE PORTO ALEGRE


Boletim

9ª Vara Federal de Porto Alegre

Boletim JF Nro 267/2016

DR. MARCELO DE NARDI

Juiz Federal

DRA. CLARIDES RAHMEIER

Juíza Federal Substituta

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 252 / 413


Josiani Maria Noal Garcia

Diretora de Secretaria

NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A


SEGUIR TRANSCRITO: Considerando que os honorários de sucumbência foram depositados
pela Caixa (fls. 912) e devidamente levantados pelo patrono dos autores (fls. 920), intime-se
a Caixa para que, em dez dias, esclareça a natureza do depósito efetuado na conta
0652.005.00280608-4.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2006.71.00.028264-4/RS
EXEQÜENTE : ANTONIO LUIZ DE OLIVEIRA
: JOSE JUSTO SCHWANCK
: JOSE FERNANDO GOULART ROXO
: MAURICIO LUSSER DA SILVA
: OSVALDO DA ROSA BERNARDES
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : ELENISE PERUZZO DOS SANTOS
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Os autos retornaram do arquivo e à movimentação para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls.328), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento 17/2013 da ConsNormCorReg da Justiça Federal da 4ª
Região.Verifico que pende de cumprimento a determinação das fls. 228, no sentido de
restituir-se à Caixa o depósito das fls. 204, referente aos honorários advocatícios fixados na
execução, julgados indevidos pelo TRF4 em sede de agravo (fls. 219-222).Determino ao
Gerente da Agência 0652 - PAB Justiça Federal, ou quem suas vezes fizer, que entregue, no
prazo de 24 horas, à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, na pessoa de seu advogado, Dr.
Marcos de Borba Kafruni, OAB/RS 16.758, a integralidade dos valores existentes na conta
0652.005.00227608-5.A apresentação desta decisão, em quatro vias, servirá como
autorização para levantamento dos valores, incumbindo à Caixa a devolução, à Secretaria
deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo do valor pago.Intime-se a Caixa para retirada
desta autorização e levantamento dos valores liberados em seu favor, no prazo de trinta dias.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2000.71.00.033982-2/RS
EXEQÜENTE : CARLOS DE ANDRADE ROSSMANN
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : PABLO DRUM
: MARCOS DE BORBA KAFRUNI
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: "Os autos retornaram do arquivo e à movimentação para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 518), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento 17/2013 da ConsNormCorreg da Justiça Federal da 4ª
Região.Considerando que os valores existentes na conta judicial se referem ao pagamento de
honorários de sucumbência, depositados pela parte vencida (fls. 443), devem estes ser
liberados em favor do patrono da parte autora. Determino ao Gerente da Agência 0652 da
Caixa Econômica Federal, PAB Justiça Federal, ou quem suas vezes fizer, que entregue, no
prazo de 24 horas, ao Dr. Adão de Brum Lacerda, OAB/RS 32.843, CPF 063.150.200-97 a
totalidade dos valores existentes na conta judicial 0652.005.00268405-1.A apresentação
desta autorização, em três vias, servirá como autorização para levantamento dos valores,
incumbindo à Caixa a devolução, a Secretaria deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo
do valor pago. Intime-se para retirada e levantamento, no prazo de 30 dias.Decorrido o prazo
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 253 / 413
assinalado sem o levantamento dos valores, prossiga-se conforme disposto nos §§ 1º a 5º, do
art. 363 do Provimento 17/2013 e suas atualizações, da Corregedoria Regional da Justiça
Federal da 4ª Região.
PROCEDIMENTO COMUM Nº 2005.71.00.043395-2/RS
AUTOR : SUCESSÃO DE ALDA CASTRO GODOY
ADVOGADO : ADAO DE BRUM LACERDA
SUCESSOR : NAIR JARDINO RODRIGUES
RÉU : GEAP - FUNDACAO DE SEGURIDADE
SOCIAL
: UNIÃO FEDERAL
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Os autos retornaram do arquivo e à movimentação para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 352), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento 17/2013 da ConsNormCorReg da Justiça Federal da 4ª
Região.Tendo em vista que os honorários de sucumbência fixados na execução foram pagos
em duplicidade (fls. 218 e 339), e que o depósito das fls. 339 foi levantado pelo patrono do
autor, faz-se necessária a restituição do depósito das fls. 218. à Caixa.Determino ao Gerente
da Agência 0652 - PAB Justiça Federal, ou quem suas vezes fizer, que entregue, no prazo de
24 horas, à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, na pessoa de seu advogado, Dr. Marcos de
Borba Kafruni, OAB/RS 16.758, a integralidade dos valores existentes na conta
0652.005.00226436-2.A apresentação desta decisão, em quatro vias, servirá como
autorização para levantamento dos valores, incumbindo à Caixa a devolução, à Secretaria
deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo do valor pago.Intime-se a Caixa para retirada
desta autorização e levantamento dos valores liberados em seu favor, no prazo de trinta dias.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 1999.71.00.033057-7/RS
EXEQÜENTE : ANGELO CLAUDIO FACCHINI
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : PABLO DRUM
: MARCOS DE BORBA KAFRUNI
Boletim

9ª Vara Federal de Porto Alegre

Boletim JF Nro 268/2016

DR. MARCELO DE NARDI

Juiz Federal

DRA. CLARIDES RAHMEIER

Juíza Federal Substituta

Josiani Maria Noal Garcia

Diretora de Secretaria
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 254 / 413
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Os autos retornaram do arquivo e à movimentação para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 468), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento 17/2013 da ConsNormCorReg da Justiça Federal da 4ª
Região.Diante do certificado nas fls. 470, os valores deverão ser restituídos à
depositante.Determino ao Gerente da Agência 0652 - PAB Justiça Federal, ou quem suas
vezes fizer, que entregue, no prazo de 24 horas, à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, na
pessoa de seu advogado, Dr. Marcos de Borba Kafruni, OAB/RS 16.758, a integralidade dos
valores existentes na conta 0652.005.00268875-8.A apresentação desta decisão, em quatro
vias, servirá como autorização para levantamento dos valores, incumbindo à Caixa a
devolução, à Secretaria deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo do valor pago.Intime-
se a Caixa para retirada desta autorização e levantamento dos valores liberados em seu favor,
no prazo de trinta dias.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2000.71.00.041686-5/RS
EXEQÜENTE : CRESO AMARO LARRE
: IARA DOS SANTOS CARDOSO
: LUCILIA RADZEWCZ
: MARIA REGINA OLIVEIRA MAIA
: RUDI AUGUSTO DREWS
: SANDRA MARIA GOMES PEREIRA
: SONIA HERMELINDA DALLA CORTE
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : PABLO DRUM
: MARCOS DE BORBA KAFRUNI
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Os autos retornaram do arquivo e à movimentação, para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 407), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento nº 17/2013 da ConsNormCorReg da Justiça Federal da 4ª
Região.Considerando que foi negado seguimento ao REsp 421.160-RS (fls. 204-207), os
valores depositados pela Caixa, referentes à multa aplicada pelo TRF4 (fls. 172-178), devem
ser liberados em favor do agravado. Diante da inexpressividade do valor a ser restituído, e
por questão de economia processual, os valores serão liberados em favor dos patronos dos
autores.Determino ao Gerente da Agência 3916 - PAB TRF/4ª Região, ou quem suas vezes
fizer, que entregue à Dra. DANIELA BORGES DE FREITAS, OAB/RS 43.435-B, e/ou
CRISTINA VIEGAS RECH, OAB/RS 44, no prazo de 24 horas, a integralidade dos valores
existentes na conta 3916.005.511414-3.A apresentação desta decisão, em três vias, servirá
como autorização para levantamento dos valores, incumbindo à Caixa a devolução, à
Secretaria deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo do valor pago.Intimem-se os
beneficiados para retirada e levantamento do alvará, no prazo de 30 dias.Decorrido o prazo
assinalado, sem providências, restituam-se os valores ao devedor, conforme previsto no
parágrafo 1º, art. 363, do Provimento acima referido.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2000.71.00.041667-1/RS
EXEQÜENTE : NOIMAR LUIZ VIEZZER
: LARI VITOR BUCHFINK
: ELIZETH SILVA DE ABREU
: AUSTERLITES BISSO MENDES
: ROBERTO PANTALEAO
: JOAO CARLOS CARVALHO MACHADO
: DIEGO FERREIRA COSTA

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 255 / 413


ADVOGADO : DANIELA BORGES DE FREITAS
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Os autos retornaram do arquivo e à movimentação para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 351), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento 17/2013 da ConsNormCorreg da Justiça Federal da 4ª
Região.Verifico que os valores existentes na conta judicial 0652.005.00246557-0 referem-se
ao alvará nº 436E/2006 (fls. 325) que, retirado desta Secretaria em 16/11/2006, não foi
levantado até a presente data.Assim, intime-se o procurador para que, em 30 (trinta) dias
proceda no levantamento do referido alvará, sob pena de devolução dos valores ao
executado.
PROCEDIMENTO COMUM Nº 00.07.78571-2/RS
AUTOR : RESTAURANTE E CONFEITARIA PRET A MANGER LTDA
ADVOGADO : LUIZ FERNANDO COUTO SCHIAVON
RÉU : EMPRESA BRASILEIRA DE CORREIOS E TELÉGRAFOS - ECT
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Retornaram os autos do arquivo e à movimentação, para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 514), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento nº 17/2013 da Consolidação Normativa da Corregedoria Regional
da Justiça Federal da 4ª Região. Fixados honorários advocatícios da execução (fls. 404), a
Caixa efetuou o pagamento mediante depósito na conta judicial 0652.005.00245730-6 (fls.
409-411), pendente de liberação até a presente data. Assim, determino ao Gerente da Agência
0652 da Caixa Econômica Federal-PAB Justiça Federal, ou quem suas vezes fizer, que
entregue, no prazo de 24 horas, à Dra Vanessa Maia Monteggia, OAB/RS 44.091, CPF
737.800.650-53, ou à Dra. Marcia Marson Fonseca, OAB/RS 43.005, CPF 764.671.470-49, a
totalidade dos valores existentes na conta judicial 0652.005.00245730-6.A apresentação
desta autorização, em três vias, servirá como autorização para levantamento dos valores,
incumbindo à Caixa a devolução, a Secretaria deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo
do valor pago. Intimem-se para retirada e levantamento, no prazo de 30 dias.Decorrido o
prazo assinalado sem o levantamento dos valores, prossiga-se conforme disposto nos §§ 1º a
5º, do art. 363 do Provimento 17/2013 e suas atualizações, da Corregedoria Regional da
Justiça Federal da 4ª Região.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2000.71.00.005851-1/RS
EXEQÜENTE : LUIS CESAR SOUTO DE MOURA
ADVOGADO : VANESSA MAIA MONTEGGIA
: MARCIA MARSON FONSECA
EXEQÜENTE : ERO ARAUJO DIAS
: MARCIO BALDINO KARAM
: JOAO CARLOS FELIX
: PLINIO FONSECA
: JUSSARA TEREZINHA DIAS
ADVOGADO : VANESSA MAIA MONTEGGIA
EXECUTADO : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ASSISTENTE : UNIÃO FEDERAL
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Retornaram os autos do arquivo e à movimentação, para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 171), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento nº 17/2013 da Consolidação Normativa da Corregedoria Regional
da Justiça Federal da 4ª Região. Em consulta realizada pela Caixa ao seu sistema de
transferência de recursos (fls. 173), verifica-se que os valores bloqueados nos autos da carta

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 256 / 413


precatória 066/1.11.0000070-0 (fls. 127) foram transferidos para conta judicial à disposição
deste Juízo, conforme solicitado no despacho/decisão-ofício das fls. 147, devendo, portanto,
serem liberados ao executado conforme constou na referida decisão. Assim, intime-se o
executado, na pessoa do procurador, para que, em 30 (trinta dias), indique conta bancária de
sua titularidade, para possibilitar a transferência dos valores, ressaltando que, sendo banco
diverso da Caixa, haverá cobrança de taxa bancária para realizar a operação.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2009.71.00.014732-8/RS
EXEQÜENTE : INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS - IBAMA
EXECUTADO : JOSÉ LUIS SILVA DE ANDRADE
ADVOGADO : MAGALIA MONTEIRO CARDOSO
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Os autos retornaram do arquivo e à movimentação para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 499), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento 17/2013 da ConsNormCorreg da Justiça Federal da 4ª Região.A
sentença determinou que os encargos processuais (custas judiciais antecipadas e despesas
processuais), seriam suportados por ambas as partes, metade para cada uma, em vista da
sucumbência ter sido recíproca (fls. 107-117).Verifico, contudo, que a parte autora litigou
sob o benefício da assistência judiciária gratuita (fls. 70) e que não foi efetuado recolhimento
antecipado das custas, nem interposto recurso de apelação, impondo-se, assim, a restituição
do depósito à Caixa. Determino ao Gerente da Agência 0652 - PAB Justiça Federal, ou quem
suas vezes fizer, que entregue, no prazo de 24 horas, à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL, na
pessoa de seu advogado, Dr. Marcos de Borba Kafruni, OAB/RS 16.758, a integralidade dos
valores existentes na conta 0652.005.00204230-0.A apresentação desta decisão, em quatro
vias, servirá como autorização para levantamento dos valores, incumbindo à Caixa a
devolução, à Secretaria deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo do valor pago.
Intime-se a Caixa para retirada desta autorização e levantamento dos valores liberados em
seu favor, no prazo de trinta dias.
PROCEDIMENTO COMUM Nº 98.00.18490-2/RS
AUTOR : ADELIR ZANIN CERON
: GEVALDINO DEVENZ
: OSVALDIR SILVEIRA BOSSLE
: IVANI MARIA RODRIGUES
: CELSO TORRES ARRUDA
: VITOR ANTONIOLI
: MAXIMILIANO ROBERTO MANICA
: MARIA APARECIDA STURCIO DOS SANTOS
: MARGARETE DA SILVA FELISBINO
: LOURENCO FORTUNATI
RÉU : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
ADVOGADO : PABLO DRUM
: MARCOS DE BORBA KAFRUNI
NO(S) PROCESSO(S) ABAIXO FOI PROFERIDO O DESPACHO/DECISÃO A
SEGUIR TRANSCRITO: Retornaram os autos do arquivo e à movimentação, para
providências acerca dos valores depositados à ordem do Juízo (fls. 330), a teor do que dispõe
o art. 363 do Provimento nº 17/2013 da Consolidação Normativa da Corregedoria Regional
da Justiça Federal da 4ª Região. Embora não tenha sido juntada aos autos a guia de depósito,
deduz-se - pelas informações colhidas nas fls. 290-292 e pelo valor inicial do depósito (fls.
331-332) -, que a Caixa tenha efetuado o pagamento da condenação em honorários de
sucumbência (130-140 e 160-164).Apesar de a parte autora ter constituído novo procurador

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 257 / 413


(174-175), entendo que os honorários são devidos ao profissional que atuou no processo de
conhecimento.Assim, determino ao Gerente da Agência 0652 da Caixa Econômica Federal-
PAB Justiça Federal, ou quem suas vezes fizer, que entregue, no prazo de 24 horas, ao Dr.
Carlos Roberto de Souza, OAB/RS 46.228, CPF 149.204.330-34 montante existente na conta
judicial 0652.005.00295646-9.A apresentação desta autorização, em três vias, servirá como
autorização para levantamento dos valores, incumbindo à Caixa a devolução, a Secretaria
deste Juízo, de cópia com autenticação e recibo do valor pago. Intime-se o beneficiado para
retirada desta autorização e levantamento dos valores, no prazo de 30 dias.
CUMPRIMENTO DE SENTENÇA Nº 2003.71.00.017361-1/RS
EXEQÜENTE : CAIXA ECONÔMICA FEDERAL - CEF
EXECUTADO : ANTONIO JESUS FAGUNDES QUEVEDO
ADVOGADO : CARLOS ROBERTO DE SOUZA

16ª VARA FEDERAL DE PORTO ALEGRE


Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5013426-60.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: CLAUDIO FERREIRA DE SOUZA

EDITAL Nº 710003419198

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO
SUL - COREN/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): CLAUDIO FERREIRA DE SOUZA, CPF: 662.556.430-34

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 258 / 413


Processo(s): 5013426-60.2015.4.04.7100

Valor: R$ 751,79 (setecentos e cinquenta e um reais e setenta e nove


centavos), em 03/2015.

N. da(s) CDA(s): 6.920, 6.919, 6.918, 6.917.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 24/02/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5013441-29.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: TERESINHA MASETTO

EDITAL Nº 710003419112

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 259 / 413


O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da
16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO
SUL - COREN/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): TERESINHA MASETTO, CPF: 221.764.620-68

Processo(s):5013441-29.2015.4.04.7100

Valor: R$ 750,56 (setecentos e cinquenta reais e cinquenta e seis


centavos), em 03/2015.

N. da(s) CDA(s): 14.798, 14.797, 14.796, 14.795.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 24/02/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5013452-58.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: DANIEL CAMPOS DA SILVEIRA

EDITAL Nº 710003418979

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 260 / 413


Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na
localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO
SUL - COREN/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): DANIEL CAMPOS DA SILVEIRA, CPF: 295.896.220-20

Processo(s):5013452-58.2015.4.04.7100

Valor: R$ 751,79 (setecentos e cinquenta e um reais e setenta e nove


centavos), em 03/2015.

N. da(s) CDA(s): 7.224, 7.223, 7.222, 7.221.

Referente:Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 24/02/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 261 / 413


EXECUÇÃO FISCAL Nº 5013504-54.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: AIDA MONTAGNER

EDITAL Nº 710003418809

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO
SUL - COREN/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): AIDA MONTAGNER, CPF: 226.218.900-59

Processo(s):5013504-54.2015.4.04.7100

Valor: R$ 751,79 (setecentos e cinquenta e um reais e setenta e nove


centavos), em 03/2015.

N. da(s) CDA(s): 5.680, 5.679, 5.678, 5.677.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 24/02/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 262 / 413


Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho
suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5013515-83.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: MARIA CRISTINA LOPES DA SILVA

EDITAL Nº 710003418672

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO
SUL - COREN/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): MARIA CRISTINA LOPES DA SILVA, CPF: 350.006.350-00

Processo(s):5013515-83.2015.4.04.7100

Valor: R$ 751,79 (setecentos e cinquenta e um reais e setenta e nove


centavos), em 03/2015.

N. da(s) CDA(s): 11.245, 11.244, 11.243, 11.242.

Referente: Anuidade.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 263 / 413


Data(s) da(s) inscrição(ões): 24/02/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5028121-19.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL


- CRA/RS
EXECUTADO: PERSONAL SYSTEM ASSESSORIA EMPRESARIAL DE SERVIOS LTDA

EDITAL Nº 710003418401

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO GRANDE
DO SUL - CRA/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 264 / 413


Executado(s): PERSONAL SYSTEM ASSESSORIA EMPRESARIAL DE
SERVIOS LTDA, CNPJ: 00.489.572/0001-86

Processo(s):5028121-19.2015.4.04.7100

Valor: R$ 610,45 (seiscentos e dez reais e quarenta e cinco centavos), em


11/2006.

N. da(s) CDA(s): 19.163.

Referente: Anuidades.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 16/12/2004.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5050224-20.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: UNIÃO - FAZENDA NACIONAL


EXECUTADO: ASGARRAS EMPRESA DE TERC.E SERV.LTDA

EDITAL Nº 710003418292

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 265 / 413


PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) UNIÃO - FAZENDA NACIONAL, contra o(s) devedor(es) abaixo
nominado(s):

Executado(s): ASGARRAS EMPRESA DE TERC.E SERV.LTDA, CNPJ:


02.487.418/0001-09

Processo(s): 5050224-20.2015.4.04.7100

Valor: R$ 33.179,06 (trinta e três mil cento e setenta e nove reais e seis
centavos), em 06/2016.

N. da(s) CDA(s): 43.684.996-8, 47.065.424-4, 47.065.425-2.

Referente: Contribuição.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 09/01/2014, 11/07/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5057962-30.2013.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA -


INMETRO
EXECUTADO: VANILCE DA SILVA - ME

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 266 / 413


EDITAL Nº 710003418129

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E
TECNOLOGIA - INMETRO, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): VANILCE DA SILVA - ME, CNPJ: 08.488.752/0001-55

Processo(s):5057962-30.2013.4.04.7100

Valor: R$ 2.010,65 (dois mil dez reais e sessenta e cinco centavos), em


06/2015.

N. da(s) CDA(s): 173.

Referente: Multa.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 09/10/2013.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 267 / 413


Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5058686-97.2014.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS 3ª REGIÃO -


CRECI/RS
EXECUTADO: PRISMA ESCRITORIO IMOBILIARIO LTDA

EDITAL Nº 710003418020

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE CORRETORES DE IMÓVEIS 3ª
REGIÃO - CRECI/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): PRISMA ESCRITORIO IMOBILIARIO LTDA, CNPJ:


94.594.751/0001-27

Processo(s): 5058686-97.2014.4.04.7100

Valor: R$ 6.946,13 (seis mil novecentos e quarenta e seis reais e treze


centavos), em 12/2015.

N. da(s) CDA(s): 14256/2014.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 11/08/2014.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 268 / 413


à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5078206-09.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES - ANTT


EXECUTADO: SILMITT - INDUSTRIA E COMERCIO DE CONFECCOES LTDA - ME
EXECUTADO: DIVA SILVEIRA DA SILVA

EDITAL Nº 710003417827

A presente execução foi redirecionada em face de DIVA SILVEIRA DA


SILVA. Não tendo sido localizado o endereço do(s) coexecutado(s), requereu a
exequente a citação editalícia.

No entanto, considerando que o executado ainda não teve sua citação


perfectibilizada conforme certidões negativas, cite-se também o executado, por edital,
nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES TERRESTRES - ANTT,
contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): SILMITT - INDUSTRIA E COMERCIO DE CONFECCOES


LTDA - ME, CNPJ: 09.071.129/0001-65 E DIVA SILVEIRA DA SILVA, CPF:
613.259.100-15

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 269 / 413


Processo(s):5078206-09.2015.4.04.7100

Valor: R$ 9.842,65 (nove mil oitocentos e quarenta e dois reais e sessenta


e cinco centavos), em 12/2015.

N. da(s) CDA(s): 32447/2015.

Referente: Multa.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 27/11/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5002626-70.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA 7ª REGIÃO - CRP/RS


EXECUTADO: ELIANDRA CHIARENTIN

EDITAL Nº 710003412912

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 270 / 413
O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da
16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE PSICOLOGIA 7ª REGIÃO - CRP/RS,
contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): ELIANDRA CHIARENTIN, CPF: 017.827.720-73

Processo(s):5002626-70.2015.4.04.7100

Valor: R$ 2.509,89 (dois mil quinhentos e nove reais e oitenta e nove


centavos), em 06/2016.

N. da(s) CDA(s): 0465/2013.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 25/02/2013.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5028117-79.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO GRANDE DO SUL


- CRA/RS
EXECUTADO: DIGIMARK REPRES E ASSES LTDA

EDITAL Nº 710003413352

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 271 / 413


Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na
localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ADMINISTRAÇÃO DO RIO GRANDE
DO SUL - CRA/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): DIGIMARK REPRES E ASSES LTDA, CNPJ:


91.581.470/0001-41

Processo(s):5028117-79.2015.4.04.7100

Valor: R$ 1.506,96 (um mil quinhentos e seis reais e noventa e seis


centavos), em 11/2006.

N. da(s) CDA(s): 18.869.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 16/12/2004.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 272 / 413


EXECUÇÃO FISCAL Nº 5015597-87.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE


DO SUL - CRF/RS
EXECUTADO: MARIA ISABEL DEL CARMEN ROCHA SILES

EDITAL Nº 710003412809

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL - CRF/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): MARIA ISABEL DEL CARMEN ROCHA SILES, CPF:


608.129.150-20

Processo(s):5015597-87.2015.4.04.7100

Valor: R$ 2.345,37 (dois mil trezentos e quarenta e cinco reais e trinta e


sete centavos), em 03/2015.

N. da(s) CDA(s): 10626, 10625.

Referente: Multa, Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 12/03/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 273 / 413


Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5010631-23.2011.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE


DO SUL - CRF/RS
EXECUTADO: LABORATORIO DE ANALISES CLINICAS VITA LTDA
EXECUTADO: WILSON DA SILVA HERNANDEZ

EDITAL Nº 710003412613

A presente execução foi redirecionada em face de WILSON DA SILVA


HERNANDEZ. Não tendo sido localizado o endereço do(s) coexecutado(s), requereu a
exequente a citação editalícia.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL - CRF/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): WILSON DA SILVA HERNANDEZ, CPF: 132.525.420-72

Processo(s):5010631-23.2011.4.04.7100

Valor: R$ 1.339,49 (um mil trezentos e trinta e nove reais e quarenta e nove
centavos), em 09/2012.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 274 / 413


N. da(s) CDA(s): 5507.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 14/08/2009.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5036549-24.2014.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE


DO SUL - CRF/RS
EXECUTADO: DROGARIA FARMAPA LTDA
EXECUTADO: ILON OLIVEIRA DA SILVA
EXECUTADO: IVO RENI BICCA DA SILVA

EDITAL Nº 710003412495

A presente execução foi redirecionada em face de IVO RENI BICCA DA


SILVA e ILON OLIVEIRA DA SILVA. Não tendo sido localizado o endereço do(s)
coexecutado(s), requereu a exequente a citação editalícia.

No entanto, considerando que o executado ainda não teve sua citação


perfectibilizada conforme certidões negativas, cite-se também o executado, por edital,
nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 275 / 413


O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da
16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL - CRF/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): DROGARIA FARMAPA LTDA, CNPJ: 07.212.378/0001-06,


IVO RENI BICCA DA SILVA, CPF: 262.258.400-87 E ILON OLIVEIRA DA SILVA, CPF:
027.680.940-80

Processo(s):5036549-24.2014.4.04.7100

Valor: R$ 2.052,00 (dois mil cinquenta e dois reais), em 05/2014.

N. da(s) CDA(s): 9973.

Referente: Multa.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 06/05/2014.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5007931-69.2014.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO GRANDE


DO SUL - CRF/RS
EXECUTADO: HOSPITAL PETROPOLIS LTDA
EXECUTADO: CARLOS EUGENIO PEREIRA DEL ARROYO

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 276 / 413


EDITAL Nº 710003411861

A presente execução foi redirecionada em face de CARLOS EUGENIO


PEREIRA DEL ARROYO. Não tendo sido localizado o endereço do(s) coexecutado(s),
requereu a exequente a citação editalícia.

No entanto, considerando que o executado ainda não teve sua citação


perfectibilizada conforme certidões negativas, cite-se também o executado, por edital,
nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE FARMÁCIA DO ESTADO DO RIO
GRANDE DO SUL - CRF/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): HOSPITAL PETROPOLIS LTDA, CNPJ: 92.746.072/0001-09


E CARLOS EUGENIO PEREIRA DEL ARROYO, CPF: 105.092.080-53

Processo(s): 5007931-69.2014.4.04.7100

Valor: R$ 4.316,40 (quatro mil trezentos e dezesseis reais e quarenta


centavos), em 01/2014.

N. da(s) CDA(s): 9567.

Referente: Multa.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 30/01/2014.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 277 / 413


Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5010063-65.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: DENISE SPARREMBERGER REBELO

EDITAL Nº 710003399805

Na presente execução, as diligências realizadas não obtiveram êxito na


localização da parte executada para fins de citação, não tendo sido encontrados bens
passíveis de penhora.

Assim, cite-se por edital nos seguintes termos:

EDITAL DE CITAÇÃO

PRAZO: 30 (trinta) dias

O(A) Excelentíssimo(a) Senhor(a) Doutor(a) Juiz Federal (Substituto) da


16ª Vara Federal de Porto Alegre, da Seção Judiciária do Rio Grande do Sul,

FAZ SABER a todos quantos o presente Edital virem ou dele conhecimento


tiverem que, perante este juízo, situado na Rua Otávio Francisco Caruso da Rocha, 600
- 4º andar, Praia de Belas, Porto Alegre, RS, tramita(m) a(s) Execução(ões) Fiscal(is)
movida(s) pelo(a) CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO
SUL - COREN/RS, contra o(s) devedor(es) abaixo nominado(s):

Executado(s): DENISE SPARREMBERGER REBELO, CPF: 015.667.620-65

Processo(s):5010063-65.2015.4.04.7100

Valor: R$ 1.079,74 (um mil setenta e nove reais e setenta e quatro


centavos), em 02/2015.

N. da(s) CDA(s): 1.989, 1.988, 1.987, 1.986.

Referente: Anuidade.

Data(s) da(s) inscrição(ões): 24/02/2015.

E que, estando o(s) devedor(es) em lugar(es) incerto(s) ou não sabido(s),


fica(m), pelo presente Edital e nos termos do(s) referido(s) processo(s), citado(s) para
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
DIÁRIO ELETRÔNICO DA JUSTIÇA FEDERAL DA 4ª REGIÃO 278 / 413
no prazo de 05 (cinco) dias, pagar(em) o(s) respectivo(s) débito(s) ou nomear(em) bens
à penhora. E, para que no futuro não se alegue(m) ignorância, passa-se o presente
Edital, que será publicado na rede mundial de computadores, no sítio do TRF/4ª Região.
DADO E PASSADO, nesta cidade de Porto Alegre, nesta cidade de Porto Alegre.
Documento digitado por EDUARDO MATOS MARCZALEK, e conferido por JULIO
CARDOSO FERREIRA, Diretor de Secretaria.

Transcorrido o prazo sem manifestação da parte executada, mantenho


suspensa a execução na forma do art. 40, caput, da L. 6.830/80.

Cumpra-se, servindo o presente despacho como edital.

Intime-se.

Edital

EXECUÇÃO FISCAL Nº 5013593-77.2015.4.04.7100/RS

EXEQUENTE: CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL -


COREN/RS
EXECUTADO: MARLI WEIRICH