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LIGAÇÃO QUÍMICA

Os elétrons envolvidos na formação de ligações iônicas ou covalentes, normalmente


pertencem aos níveis energéticos incompletos mais externos

A configuração mais externa que determina as propriedades químicas de um elemento

Na(s) 2( )  NaCl(s)
( ) + 1/2Cl2(g) ( )

A condutividade dos dois sólidos tem comportamento distinto


O sódio sólido metálico e o cloro gasoso reagem para formar cloreto de sódio, um
sólido branco cristalino que conhecemos bem
Cl2 – Tanto no estado gasoso como líquido ou sólido é um mal condutor de eletricidade
Na – Sólido que não oferece resistência ao fluxo de corrente elétrica e tem alta
condutividade elétrica em todas as temperaturas
Em geral, para T , a condutividade em geral  e no ponto de fusão há uma queda
brusca na condutividade
NaCl – mal condutor de eletricidade
eletricidade, mas no ponto de fusão a condutividade aumenta
MUITO
A condutividade do sódio fundido é 105 vezes maior que no NaCl sólido

CONCLUSÕES Na(s) + 1/2Cl2(g)  NaCl(s)

Cl2  não
-Cl ã ttem elétrons
lét móveis
ó i nem ííons que podem
d se mover lilivremente
t
TEMOS NESTE EXEMPLO 3 TIPOS DE LIGAÇÕES:

COVALENTE no Cl2

Condutividade alta do Na  ele contém partículas carregadas altamente


-Condutividade METÁLICA no Na
móveis. Os elétrons são muito mais móveis que os cátions. IÔNICA no NaCl
Há um decréscimo na condutividade quando T 

-A condutividade é << que a do sólido metálico  os íons ao invés dos 11Na 1S2 2S2 2P6 3S1
móveis. Isto é confirmado quando se aumenta T  os íons
elétrons se tornam móveis
elétrons,
(Na+ e Cl-) fluem mais facilmente e a condutividade aumenta.
17Cl 1S2 2S2 2P6 3S2 3P5
LIGAÇÃO IÔNICA
A densidade varia com a massa e de acordo com o espaçamento entre os íons
Cada íon do sólido iônico ((NaCl)) é circundado por
p outros íons de carga
g oposta.
p no cristal.
A força eletrostáticas de atração entre os íons é muito forte  Sólidos iônicos são menos densos que a maioria dos metais puros.

♣ tem
t alto
lt ponto
t de
d fusão
f ã (800oC para NaCl),
N Cl) de
d ebulição,
b li ã

♣ tem altos calores de vaporização e fusão.


♣ As substancias iônicas são duras.
Cúbi d
Cúbica de fface centrada
t d
♣ São substâncias quebradiças e quando sofrem forte impacto se quebram Um átomo em cada vértice e um átomo no
ao longo dos planos entre duas camadas de íons. centro de cada face

♣ Sólidos iônicos também não são bons condutores de calor

Forma íons N3-


Não forma íons com poucos metais Lei de Hess
A entalpia de formação de NaCl(s) a partir
de sódio e cloro é igual à soma de várias
Metais de transição etapas individuais
Podem formar íons com carga +2 e +3

ÍONS POLIATÔMICOS
1‐
Nitrato NO 3 CONDIÇÕES FAVORÁVEIS
ClO 3 Clorato
Cl t
Rota indireta potencial de ionização (PI) baixo
Perclorato ClO4 e afinidade eletrônica (AE)alta
PO34 Fosfato
2‐
2 Rota direta
Sulfato SO4
A partir dos seguintes dados, calcule a energia da rede cristalina do cloreto de cálcio, A partir dos seguintes dados, calcule a afinidade eletrônica do bromo
CaCl2 em kJ mol-1 1
Energia para vaporizar
apori ar um
m mol de cálcio (s) = 192 kJ Energia liberada pela reação Na(s )  Br2 (l )  NaBr(s ) H = -360
360 kJ mol-1
2
Primeiro potencial de ionização do cálcio = 590 kJ mol-1
Segundo potencial de ionização do cálcio = 1146 kJ mol-1 Energia para vaporizar um mol de bromo(l) H = 31 kJ
Afinidade eletrônica do cloro = -350
350 kJ mol-1 Energia
g p para vaporizar
p um mol de sódio(s)
( ) H = 109 kJ
Energia de ligação do Cl2 = 238 kJ (mol de ligações Cl – Cl)-1 Potencial de ionização do sódio(g) H = 496 kJ mol-1
Energia de ligação do Br2 H = 192 kJ (mol de ligações Br – Br)-1
Energia liberada pela reação A energia da rede cristalina do NaBr é de H = -734 kJ mol-1

Ca(s)  Cl 2 (g)  CaCl 2 (s) = -795 kJ (mol CaCl2 formado)-1


kJ mol-1
Na( s )  Na( g ) H  109 AMBOS SÃO DIVIDIDOS POR 2
1 1
Br2 (l )  Br2 ( g ) H   31
2 2 2
Na( N  (g)  e-
N ( g )  Na H  496
= -360 kJ mol-1
1
Br2 ( g )  Br( g ) H   192
2 2
Br( g )  e -  Br  ( g ) H  ? 109+15 5+496+96+EA 734 360
109+15,5+496+96+EA-734=-360

Na  ( g )  Br - ( g )  NaBr(s ) H  -734
1 EA = -342,5
342 5 kJ mol-1
Na( s )  Br2 (l )  NaBr(s ) H  -360 Lembre-se que a afinidade
2
eletrônica é negativa

LIGAÇÃO METÁLICA
Atração entre os cátions do metal e os elétrons livres.

Cada átomo de metal elementar contribui com 1 ou mais elétrons de valência Quando uma força mecânica é aplicada ao metal, os cátions se movem
para o “mar “ de elétrons. escorregando.
Estes elétrons livres não pertencem a nenhum átomo em específico.
Não há quebra de ligações e não há forças adicionais de repulsão.

I t explica
Isto li a facilidade
f ilid d com que os metais
t i são
ã moldados
ld d ((maleabilidade)
l bilid d ) e
transformados em fios (ductibilidade).

Os elétrons livres ocupam níveis tão próximos que estão essencialmente fundidos.
Absorvem e emitem luz de comprimentos
p de onda variados  característica brilhante.
Condutividade elétrica é provida pelos elétrons móveis quando um potencial elétrico é
aplicado através do metal.
Quando T ,
 o movimento dos cátions e elétrons livres,
 e esta energia cinética
é facilmente passada entre os cátions e elétrons  alta condutividade térmica
dos metais.
LIGAÇÃO
Ç QUÍMICA COVALENTE LIGAÇÃO
Ç QUÍMICA COVALENTE

Para formar um composto iônico, como NaCl(s) a partir de sódio (s) e cloro (g),
é necessário vaporizar e depois ionizar o sódio.
sódio
Potencial de Ionização (PI) baixo e Afinidade Eletrônica (AE) alta

has
•Modelo de Lewis

ve revisão - falh
(compartilhamento de elétrons)

QUANDO AS LIGAÇÕES
Ç COVALENTES OCORREM? g ç de valência
•Teoria da ligação Baseadas na teoria quântica
- hibridização (conceito de orbitais)
- ressonância Melhoraram o modelo de ligação
As ligações covalentes ocorrem nas situações em que a energia necessária covalente de Lewis,, esclarecendo

Brev
para ionizar um átomo é tão grande (PI alto) que não pode ser compensada pela •Teoria do orbital molecular questões que não podiam ser
energia liberada na formação do sólido iônico explicadas.

LIGAÇÃO QUÍMICA

Iônicas: transferência de elétrons

As ligações químicas formam-se


quando o arranjo de dois núcleos e
seus elétrons tendem a uma energia Co alentes compartilhamento de
Covalentes:
mais baixa do que para os átomos elétrons
separados.

Lewis (1875-1946) propôs o compartilhamento de elétrons para que cada átomo


envolvido na ligação atingisse uma configuração eletrônica estável, como a de
um gás nobre: “regra
regra do octeto
octeto”

Lewis: